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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Francisco Pereira Passos</title>
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		<title>Série “Avenidas e ruas do Brasil” XVIII &#8211; Avenida Beira-Mar</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jan 2024 18:09:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Avenida Beira Mar]]></category>
		<category><![CDATA[bota]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Pereira Passos]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje publicamos o 18º artigo da série "Avenidas e ruas do Brasil", sobre a Avenida Beira-Mar. Após cerca de dois anos de obras, sob a direção do engenheiro Mário Roxo, seu primeiro trecho foi inaugurado, em 12 de novembro de 1906, pelo presidente da República, Rodrigues Alves, e pelo prefeito do Rio de Janeiro, Francisco Pereira Passos. O trecho tinha aproximadamente três quilômetros, partindo da Avenida Central, atual Avenida Rio Branco, e indo até Botafogo. As aberturas das duas avenidas, a Beira-Mar e a Central, que havia sido inaugurada, em 7 de setembro de 1904, foram destaques na reforma urbana realizada por Pereira Passos, que ficou popularmente conhecida como o "bota-abaixo", realizada entre 1902 e 1906, período em que ele foi prefeito do Rio de Janeiro.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje publicamos o 18º artigo da série <em>Avenidas e ruas do Brasil, </em>sobre a Avenida Beira-Mar, considerada <em>a <i>mais bela via corso do mundo</i>.</em> Após cerca de dois anos de obras, sob a direção do engenheiro Mário Roxo, seu primeiro trecho foi inaugurado, em 12 de novembro de 1906, pelo presidente da República, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18866" target="_blank">Rodrigues Alves (1848 &#8211; 1919)</a>, cujo mandato terminou três dias depois; e pelo prefeito do Rio de Janeiro, Francisco Pereira Passos (1836 – 1913). Foi o engenheiro André Rebouças (1838 &#8211; 1898) que, ainda no século XIX , projetou  a construção de uma avenida monumental à beira-mar, do Passeio Público até a Praia da Saudade, atual Praia Vermelha. O diretor-geral de Obras Municipais, Luiz Rafael Vieira Souto (1849 &#8211; 1922), em 1894, relembrou a ideia a Henrique Valadares (1852 &#8211; 1930), então prefeito do Rio de Janeiro. Em 7 de setembro do mesmo ano, as obras foram iniciadas, porém, com a saída de Vieira Souto e de Valadares de seus cargos, foram interrompidas, em 31 de dezembro de 1894.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2453" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2453/007A5P4F2-29.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="471" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2453" target="_blank">Augusto Malta. Prefeito Inspecionando as Obras da Avenida Beira Mar, 27 de abril de 1906. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O portal convida o leitor a uma passeio pela avenida a partir de imagens produzidas por fotógrafos ainda não identificados, por Antônio Caetano da Costa Ribeiro (18? – 19?), <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto (1864 – 1957) e Aristógeton Malta (1904 &#8211; 1954)</a>, pai e filho, respectivamente; <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13091" target="_blank">Carlos Bippus (18? &#8211; 19?)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4274" target="_blank">Felipe Augusto Fidanza (1844 &#8211; 1903)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank">Guilherme Santos (1871 – 1966)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16103" target="_blank">Jorge Kfuri (1893 &#8211; 1965)</a>, Leonar (18? &#8211; 19?), Luiz Musso (18? -1908), <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a> e Torres (18? &#8211; 19?). São cenas de sua bela paisagem da Avenida Beira-Mar, de ressacas, de suas obras, de pessoas passeando ou aguardando a passagem de visitas ilustres; de construções em suas proximidades e da inauguração de monumentos, dentre outras.</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=%22avenida+Beira-Mar%22&amp;submit=Ir" target="_blank">Acessando o link para as fotografias da Avenida Beira-Mar disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá visualizar e magnificar as imagens.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2277" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2277/007A5P3FG2-76.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="" width="701" height="540" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2277" target="_blank">Marc Ferrez. Avenida Beira-Mar, c. 1907. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;A primeira vez que vi o mar, fiquei besta. Quando o táxi me levava a Botafogo, entrou na <strong>Avenida Beira-Mar</strong>, meus olhos de treze anos quase choraram, esse quase-lágrimas que é uma das mais deslumbrantes e plenas sensações de viver&#8221;</em></span></p>
<p style="text-align: right;"><a href="https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7224/a-primeira-vez" target="_blank">Paulo Mendes Campos (1922 &#8211; 1991), escritor mineiro/</a></p>
<p style="text-align: right;"><a href="https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7224/a-primeira-vez" target="_blank"><em> A primeira vez&#8230;</em>, in <em>Diário Carioca</em>, 10 de janeiro de 1954</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O primeiro trecho tinha aproximadamente três quilômetros, partindo da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">Avenida Central, atual Rio Branco</a>, e indo até Botafogo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_04/13568" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 13 de novembro de 1906</a>). Foi construído pela Construtora da Avenida Central e pela Empresa Construtora da Avenida Beira-Mar, sob a direção técnica do já citado Mário Roxo, auxiliado pelos engenheiros Adolfo Costa da Cunha Lima, Antônio de Barros Vieira Cavalcante e José Inácio da Rocha Werneck. As aberturas das duas avenidas, a Beira-Mar e a Central, que havia sido inaugurada, em 7 de setembro de 1904, foram destaques na reforma urbana realizada por Pereira Passos, que ficou popularmente conhecida como o <em>bota-abaixo</em>, entre 1902 e 1906, período em que foi prefeito do Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33527" style="width: 581px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/103730_04/13568" target="_blank"><img class="wp-image-33527" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/beiramar.jpg" alt="Gazeta de Notícias, 13 de novembro de 1906" width="571" height="245" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/103730_04/13568" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 13 de novembro de 1906</a></p></div>
<p><em> </em></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>&#8220;No curto prazo de 23 meses foi construído em terreno quase exclusivamente conquistado ao mar um dos mais extenso e lindos passeios do mundo&#8221;</em></span></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/103730_04/13568" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 13 de novembro de 1906</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4054" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4054/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="522" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4054" target="_blank">Antônio Caetano da Costa Ribeiro. Avenida Beira-Mar, Botafogo, c. 1914. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Em toda a extensão do cais, formado de oito fiadas de cantaria, emregaram-se pedras de mais de quatro toneladas, num total de 1.000.000 de metros cúbicos de alvenaria. O consumo de cimento foi de 25.000 barricas de 180 quilos, e o aterro atingiu a 3.000.000 de metros cúbicos. Custou a Avenida Beira-Mar, inclusive o enrocamento do cais, cerca de oito mil contos de réis&#8221;</em></span></p>
<p style="text-align: right;">Charles Julius Dunlop</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10620" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10620/002016BI004.JPG.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="516" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10620" target="_blank">Carlos Bippus. Avenida Beira-Mar iluminada; ao fundo, o Outeiro da Glória, c. 1915. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi finalizada em outubro de 1907. Contornava a orla desde a antiga <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25474" target="_blank">Praia de Santa Luzia</a>, passando em frente à Cinelândia (antiga Praia da Ajuda), Praia do Boqueirão (em frente ao <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7080" target="_blank">Passeio Público</a>), Lapa, Glória, <a href="Série%20“Avenidas e ruas do Brasil” XVII  e série “O Rio de Janeiro desaparecido” XXIII – A Praia e a Rua do Russel, na Glória, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 15 de maio de 2023" target="_blank">Russel</a> e Flamengo, até chegar em Botafogo. Estas praias foram aterradas para sua construção. Uma estreita faixa de areia continuou a existir no Flamengo, permitindo o banho de mar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10437" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10437/002080Vol02Cx0702.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="299" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10437" target="_blank">Guilherme Santos. Ressaca marítima na Avenida Beira-Mar; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar, juho de 1921. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma fotografia de Augusto Malta da Avenida Beira-Mar, em 1906 ilustrou a coluna &#8220;Rio Antigo&#8221;, de Charles Julius Dunlop (1908 &#8211; 1987), publicada em, <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_06/38832" target="_blank">6 de agosto de 1954, no <em>Correio da Manhã</em></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43233" style="width: 451px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_06/38832" target="_blank"><img class="size-full wp-image-43233" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/beira.jpg" alt="A Avenida Beira-Mar por Augusto Malta, em 1906 / Correio da Manhã, 6 de agosto de 1954" width="441" height="326" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_06/38832" target="_blank">A Avenida Beira-Mar por Augusto Malta, em 1906 / <em>Correio da Manhã</em>, 6 de agosto de 1954</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>Dunlop, Charles Julius. <em>Rio Antigo</em>. Rio de Janeiro: Editora Rio Antigo, 1963.</p>
<p>FERNANDES, Neusa; COELHO,Olino Gomes P. <em>Efemérides Cariocas</em>. Rio de Janeiro, 2016.</p>
<p><a href="http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p><a href="https://www.ihgb.org.br/pesquisa/arquivo/iconografia/item/68205-avenida-beira-mar-em-frente-a-enseada-de-botafogo-postais-n%C2%BA-203-e-215-a-avenida-beira-mar-foi-projetada-pelo-engenheiro-andr%C3%A9-rebou%C3%A7as,-ia-do-passeio-p%C3%BAblico-at%C3%A9-a-antiga-praia-da-saudade,-hoje-iate-clube-do-rio-de-janeiro-a-obra-s%C3%B3-foi-inaugurada-em-190.html" target="_blank">Site IHGB</a></p>
<p><a href="https://www.multirio.rj.gov.br/index.php/reportagens/13390-avenida-beira-mar-uma-estreita-rela%C3%A7%C3%A3o-com-a-identidade-do-rio" target="_blank">Site MultiRio</a></p>
<p><a href="http://www.passeiopublico.com/htm/sec20.asp" target="_blank">Site Passeio Público</a></p>
<p><a href="https://www.riodejaneiroaqui.com/pt/av-beira-mar.html" target="_blank">Site Rio de Janeiro aqui</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>Links para as outras publicações da série “Avenidas e ruas do Brasil”</strong></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” I– A Avenida Central, atual Rio Branco, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 7 de setembro de 2016</a></span></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18113">Série “Avenidas e ruas do Brasil” II – A Rua do Imperador em Petrópolis por Klumb, Leuzinger e Stahl, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 26 de junho de 2020</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20105">Série “Avenidas e ruas do Brasil” III – A Rua do Bom Jesus, no Recife, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 6 de agosto de 2020</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20381">Série “Avenidas e ruas do Brasil” IV – A Rua 25 de Março, em São Paulo, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 1º de setembro de 2020</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20682">Série “Avenidas e ruas do Brasil” V – A Rua Direita, a Rua das Mercês e a Rua Macau do Meio, em Diamantina, Minas Gerais, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 22 de outubro de 2020</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20708" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” VI  – Rua Augusto Ribas e outras, em Ponta Grossa, no Paraná, pelo fotógrafo Luiz Bianchi, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 16 de novembro de 2020</a></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20721">Série “Avenidas e ruas do Brasil” VII – A Avenida Atlântica, em Copacabana, no Rio de Janeiro, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 23 de dezembro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21888" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil VIII – A Rua da Carioca por Cássio Loredano, de autoria de Cássio Loredano, publicada em 20 de janeiro de 2021</a></span></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=23162" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” IX – Ruas e panoramas do bairro do Catete, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 14 de julho de 2021</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25825" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” X – A Rua da Ajuda, no Rio de Janeiro, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 9 de novembro de 2021</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25358http://" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” XI – A Rua da Esperança, em São Paulo, por Vincenzo Pastore, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 14 de dezembro de 2021</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26514http://" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” XII – A Avenida Paulista, o coração pulsante da metrópole, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 21 de janeiro de 2022</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27660" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” XIII – A Rua Buenos Aires no Centro do Rio de Janeiro, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 19 de julho de 2022</a></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27822" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” XIV – A Avenida Presidente Vargas,, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 31 de agosto de 2022</a></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26995" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” XV – Misericórdia: rua, largo e ladeira, no Rio de Janeiro, por Cássio Loredano, de autoria de Cássio Loredano, publicada em 8 de dezembro de 2022</a></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30124" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” XVI – “Alguma coisa acontece no meu coração”, a Avenida São João nos 469 anos de São Paulo, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 25 de janeiro de 2023</a></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” XVII  e série “O Rio de Janeiro desaparecido” XXIII – A Praia e a Rua do Russel, na Glória, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 15 de maio de 2023</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Série &#8220;Teatros e cinemas do Brasil&#8221; X e Série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido&#8221; XXV &#8211; O Theatro Phenix</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Sep 2023 14:27:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com imagens produzidas por um fotógrafo ainda não identificado e por N. Viggiani, a Brasiliana Fotográfica conta um pouco da história do Theatro Phenix, tema do 25º artigo da Série "O Rio de Janeiro desaparecido". O escritório Januzzi e Irmão foi responsável pelo projeto aprovado, em 14 de novembro de 1906, do Palace Hotel, que já foi tema de um artigo do portal, e do Theatro Phenix - dois empreendimentos da família Guinle. Mais uma vez convidamos nossos leitores a explorar as fotografias com a ferramenta "zoom" e, a partir daí, fazer um passeio pela cidade nas primeiras décadas do século XX, observando mais de perto a paisagem urbana carioca e seus personagens.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com imagens produzidas por um fotógrafo ainda não identificado e por N. Viggiani, a Brasiliana Fotográfica conta um pouco da história do Theatro Phenix, tema do 25º artigo da série <em>O Rio de Janeiro desaparecido. </em>O escritório Januzzi e Irmão foi responsável pelo projeto aprovado, em 14 de novembro de 1906, do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32291" target="_blank">Palace Hotel</a>, que já foi tema de um artigo do portal; e do Theatro Phenix &#8211; ambos empreendimentos da família Guinle.<em> </em>Mais uma vez convidamos nossos leitores a explorar as fotografias com a ferramenta <em>zoom</em> e, a partir daí, fazer um passeio pela cidade nas primeiras décadas do século XX, observando mais de perto a paisagem urbana carioca e seus personagens.</p>
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<div style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11719" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11719/001NV001002.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="690" height="448" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11719" target="_blank">N. Viggiani. Teatro Phenix, c. 1923. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<p>No <a href="http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon1387674/icon1387674.pdf"><em>Álbum da Avenida Central</em>,</a> lançado, em 1907, pelo fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a>, havia desenhos das fachadas do Palace Hotel, que ficava na Avenida Central, e do Teatro Phenix, contiguo ao hotel, na Rua Barão de São Gonçalo, posteriormente rebatizada como Avenida Almirante Barroso. Nenhum dos dois estava construído quando o álbum foi produzido, portanto, logicamente, não puderam ser fotografados. Esse álbum é um importante registro da reforma da principal via da então capital federal, onde ele contrapôs reproduções das plantas às fotografias das fachadas de cada edifício documentado. Esse tipo de fotografia foi fundamental para a construção e para a difusão de uma nova imagem do Rio de Janeiro, uma imagem associada aos ideais de civilização e progresso<em>.</em></p>
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<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Um pouco da história do Theatro Phenix</em></strong></span></p>
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<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11677" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11677/037SL03034.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="511" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11677" target="_blank">Teatro Phenix, c. 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<p>O nome do Theatro Phenix foi uma homenagem ao Theatro Phenix Dramática, que existia nos jardins do Hotel Brissac. Eduardo Balassin Guinle (1846 &#8211; 1912), patriarca de sua abastada e influente família, foi obrigado a construí-lo. A Prefeitura do Rio de Janeiro, sob a gestão de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7566" target="_blank">Francisco Pereira Passos (1836 &#8211; 1913) </a> desapropriou, demoliu e reurbanizou a área onde ficava o Phenix Dramática, localizado na <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25825http://" target="_blank">Rua da Ajuda</a>, nº 57, no processo da construção da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">Avenida Central</a>, em 1904. Ele havia sido inaugurado, em 1863, com o nome de <em>El Dorado</em>. Foi renomeado Phenix Dramática, em 1868. Bem, o terreno foi adquirido pelo empresário Eduardo Guinle e, segundo a lei, seria obrigatória a construção de um novo teatro no lugar do demolido. Num gesto de afirmação cultural, ele ofereceu ao Rio de Janeiro uma sala de espetáculos imponente com capacidade para 1200 espectadores, cuja natureza e dimensões só eram comparáveis aos teatros <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9445" target="_blank">Municipal</a> e de São Pedro. Seu projeto seguia o modelo clássico dos teatros italianos com a platéia rodeada por camarotes (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/386030/23126" target="_blank"><em>Última Hora</em>, 28 de fevereiro de 1955, primeira coluna</a>).</p>
<p>Segundo Augusto Mauricio:</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;&#8230;e essa casa de espetáculos, que é uma das que melhor possui o Rio de Janeiro quer como platéia, camarotes, mobiliário confortável com cadeiras estofadas, sala suntuosa, e corredores amplos, revestido todo de mármore trabalhado de diversas cores, colunas de diferentes ordens, grandes espelhos e ainda instalações internas para os artistas, que contam com camarotes magníficos – custou ao proprietário àquele recuado tempo, pouco mais de dois mil contos de réis&#8221;.</em></span></p>
<p>O novo Teatro Phenix,  cuja construção terminou em 1908, 1912 ou 1913 &#8211;  as fontes variam -, ficava na Rua Barão de São Gonçalo, logo transformada em Avenida Almirante Barroso, em um terreno contíguo ao Palace Hotel. Sua fachada foi inspirada na Ópera Garnier, em Paris.</p>
<p>Desde o início foi arrendado a terceiros &#8211; o primeiro foi Angelo Balloni, principal sócio da H. Balloni e Cia, que concedeu uma entrevista ao jornal <em>Imparcial</em> de 26 de fevereiro de 1914, data da inauguração do teatro. Na reportagem, é ressaltado o aspecto mais inclusivo do teatro, comparando-o ao Theatro Municipal<em>: &#8220;No Phenix achar-se-á bem instalada tanto a sociedade chic como a classe operária. É que seu ambiente é artístico sem ser solene. Nele há um único atrativo, a simplicidade artística, cuja ação se estende por todas as pessoas, sejam elas quais forem, Isso, aliás, é pouco comum em nosso meio. Haja vista, por exemplo, o Municipal&#8221;</em> (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/107670_01/5774" target="_blank"><em>O Imparcial</em>, 26 de fevereiro de 1914, antepenúltima coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_32391" style="width: 221px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/107670_01/5774" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32391" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix3.jpg" alt="O Imparcial, 26 de fevereiro de 1914" width="211" height="445" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/107670_01/5774" target="_blank"><em>O Imparcial,</em> 26 de fevereiro de 1914</a></p></div>
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<p>Anunciado como<em> a mais ampla e luxuosa sala de espetáculos da América do Sul, </em>antes de sua inauguração oficial, lá foram realizados bailes de carnaval nos dias 21, 22, 23 e 24 de fevereiro de 1914 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_02/18285" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 23 de fevereiro de 1914, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/21654" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 19 de fevereiro de 1914, sexta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/21724" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 23 de fevereiro de 1914, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/21896" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 9 de março de 1914</a>).</p>
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<div id="attachment_32390" style="width: 551px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_04/21664" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32390" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix2.jpg" alt="O Paiz, 19 de fevereiro de 1914" width="541" height="390" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_04/21664" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 19 de fevereiro de 1914</a></p></div>
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<div id="attachment_32354" style="width: 582px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_02/18285" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32354" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/fenix3.jpg" alt="Correio da Manhã, 24 de fevereiro de 1914" width="572" height="455" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_02/18285" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 24 de fevereiro de 1914</a></p></div>
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<div id="attachment_32353" style="width: 534px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/21664" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32353" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/fenix2.jpg" alt="O Paiz, 19 de fevereiro de 1914" width="524" height="375" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/21664" target="_blank"><em>O Paiz,</em> 19 de fevereiro de 1914</a></p></div>
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<p>Foi reaberto como teatro, arrendado a Luiz Alonso, em novembro de 1915, com a peça <em>Champignol à força</em>, um vaudeville em três atos dos dramaturgos franceses Georges Feydeau (1862 &#8211; 1921) e <span dir="ltr">Maurice Desvallières (1857 &#8211; 1926)</span>, encenada pela Companhia Leopoldo Froes e estrelada pela atriz Lucilia Peres (1881 &#8211; 1962) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/29720" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 3 de novembro de 1915</a>).</p>
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<div id="attachment_32352" style="width: 589px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/338060/590" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32352" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/fenix1.jpg" alt="Jornal, 16 de outubro de 1915" width="579" height="223" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/338060/590" target="_blank"><em>Theatro e Sport</em>, 16 de outubro de 1915</a></p></div>
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<p>Funcionou também como teatro, cinema, cassino e <em>dancing</em>, quando o arrendatário era, desde 1916, Djalma Moreira.  Em 1921, a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14520" target="_blank">Casa dos Artistas</a> protestou contra a <em>transformação do Theatro Phenix em tavolagem</em>. Provavelmente, Djalma arrendou o teatro até 1923 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_02/30052" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 27 de outubro de 1916, penúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_02/1188" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 4 de abril de 1920</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/1882" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 31 de dezembro de 1921, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_02/9544" target="_blank"><em>O Jornal,</em> 4 de abril de 1922, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_02/8578" target="_blank"><em>A Noite</em>, 15 de fevereiro de 1923, primeira coluna</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/372382/53" target="_blank"> <em>Crítica</em>, 2 de dezembro de 1928, segunda coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32393" style="width: 355px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_04/35045" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32393" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix4.jpg" alt="O Paiz, 21 de maio de 1917" width="345" height="147" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_04/35045" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 21 de maio de 1917</a></p></div>
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<div id="attachment_32355" style="width: 664px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/1907" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32355" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/fenix4.jpg" alt="Revista da Semana, de 1922" width="654" height="246" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/1907" target="_blank">Baile no Cassino Theatro Phenix / <em>Revista da Semana</em>, 7 de janeiro de 1922</a></p></div>
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<p>Voltou a ser um teatro, arrendado pelo calabrês Jácomo Rosário Staffa (c. 1867 &#8211; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/30784" target="_blank">1927</a>), e foi reinaugurado em 30 de abril de 1926 com a revista <em>Excelsior</em>, do pernambucano Manuel Bastos Tigre (1882 &#8211; 1957). Uma curiosidade: Bastos Tigre era cunhado do fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20730" target="_blank">Louis Piereck (1880 &#8211; 1931)</a> e foi o responsável pelo <em>slogan</em> da Bayer que se tornou famoso em todo o mundo: “<em>Se é Bayer é bom</em>“. É também o autor da letra da música <em>Chopp em Garrafa</em>, com música de Ary Barroso (1903 – 1964), que foi interpretada por Orlando Silva (1915 – 1978). Foi inspirada no produto que a Brahma passou a engarrafar. Sucesso do carnaval de 1934, é considerado o <a href="https://www.propagandashistoricas.com.br/2015/06/primeiro-jingle-do-brasil.html" target="_blank">primeiro <em>jingle</em>  publicitário do Brasil.</a> Foi também o autor do livro <em>Meu Bebê: livro das mamães</em> para anotações sobre o bebê desde seu nascimento. O Dia do Bibliotecário, 12 de março, dia de seu nascimento, foi instituído, em 1980, em sua homenagem. (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/21487" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 12 de julho de 1925, quinta coluna</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/24326" target="_blank"><em> Correio da Manhã</em>, 10 de fevereiro de 1926, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/25170" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 16 de abril de 1926, antepenúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/25369" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 30 de abril de 1926</a>).</p>
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<div id="attachment_32384" style="width: 281px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/25369" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32384" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix1.jpg" alt="A reabertura do Phenix / Correio da Manhã, 30 de abril de 1926" width="271" height="551" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/25369" target="_blank">A reabertura do Phenix / <em>Correio da Manhã,</em> 30 de abril de 1926</a></p></div>
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<p>Voltando ao Phenix. Lembramos aqui que Staffa era o proprietário do Grande Cinematographo Pariziense, o segundo cinema do Rio de Janeiro, inaugurado em 9 de agosto de 1907. O primeiro foi o Chic, inaugurado em 1º de agosto do mesmo ano. O terceiro foi o cinema Pathé, do fotógrafo Marc Ferrez e Arnaldo Gomes de Souza. A firma de Arnaldo e Ferrez chamava-se Arnaldo &amp; Cia, omitindo a participação de Ferrez, porque Charles Pathé (1863 – 1957), um dos proprietários da <em>Pathé Frères</em>, proibia que seus distribuidores e representantes possuíssem cinematógrafos e Ferrez era um de seus representantes. Staffa denunciou o fato em 1908. Foi também o proprietário do Palace Hotel de Caxambu (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/25483" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 8 de maio de 1926, segunda coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_32383" style="width: 511px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_03/25157" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32383" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix.jpg" alt="Correio da Manhã, 15 de abril de 1926" width="501" height="284" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_03/25157" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 15 de abril de 1926</a></p></div>
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<p>O Phenix foi palco de muitas peças e bailados, esses últimos criações da coreógrafa e bailarina russa Maria Oleneva (1896 &#8211; 1985) que, posteriomente, foi uma das fundadoras da Escola de Dança do Teatro Municipal.</p>
<p>Em seu prédio foi sediado, na década de 1920, o Partido Democrático (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/30951" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 24 de julho de 1927, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/372382/84" target="_blank"><em>Crítica</em>, 7 de dezembro de 1928, última coluna</a>).</p>
<p>Em 1929, passou a exibir quadros de <em>Nu Artístico</em> e era proibida a entrada de<em> menores e de senhoritas</em> (<em>Crítica</em>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/372382/968" target="_blank">18 de abril</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/372382/992" target="_blank">23 de abril</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/372382/1120" target="_blank">18 de maio</a> de 1929).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32437" style="width: 367px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/372382/968" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32437" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix13.jpg" alt="Crítica, 18 de abril de 1929" width="357" height="374" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/372382/968" target="_blank"><em>Crítica</em>, 18 de abril de 1929</a></p></div>
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<p>Em 31 de maio, estreia do <em>vaudeville</em> musicado <em>A Ilha dos Prazeres, </em>uma peça do<em> gênero livre </em>com quadros de nu artístico,<em> </em>tendo como estrela a atriz  Theda Diamant (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/372382/1247" target="_blank"><em>Crítica</em>, 31 de maio de 1929, segunda coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32438" style="width: 492px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix14.jpg"><img class="size-full wp-image-32438" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix14.jpg" alt="Theda Diamant" width="482" height="303" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.versalhesleiloes.com.br/peca.asp?ID=5730497" target="_blank">Theda Diamant</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em junho, Carlos Machado (1908 &#8211; 1992), que ficou conhecido como o <em>Rei da Noite</em>, foi anunciado diretor artístico do Phenix (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/372382/1375" target="_blank"><em>Crítica</em>, 21 de junho de 1929, terceira coluna)</a>. Ainda em 1929, foi o palco da temporada das <em>Operetas Vienenses </em>e voltou a exibir filmes(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/372382/1567" target="_blank"><em>Crítica, </em>21 de julho de 1929</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/372382/1911" target="_blank"><em>Crítica</em>, 12 de setembro de 1929, terceira coluna</a>).</p>
<p>Ficou fechado por um breve período, tendo sido reaberto, após uma reforma, em janeiro de 1930, como Cine Theatro Phenix , sob a direção da Empresa S. Kauffman apresentando<em> espetáculos puramente familiares</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/372382/2642" target="_blank"><em>Crítica</em>, 26 de dezembro de 1929</a>). Passou a ter <em>&#8220;uma orquestra de 30 professores que darão vida e palavras às cintas mudas por intermédio da linguagem universal &#8211; a Música&#8221;. </em>Lembramos aqui que o cinema sonoro estava ocupando o lugar dos filmes silenciosos (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/43724" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 27 de dezembro de 1929, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/40950" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 29 de dezembro de 1929, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_05/286" target="_blank"><em>Jornal do Brasil,</em> 9 de janeiro de 1930</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/107646/7676" target="_blank"><em>O Imparcial (MA)</em>, 17 de janeiro de 1930, quarta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32424" style="width: 260px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_03/43649" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32424" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix8.jpg" alt="Correio da Manhã, 22 de dezembro de 1929" width="250" height="268" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_03/43649" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 22 de dezembro de 1929</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32435" style="width: 335px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/372382/2682" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32435" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix11.jpg" alt="Crítica, de janeiro de 1930" width="325" height="545" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/372382/2682" target="_blank"><em>Crítica</em>, 2 de janeiro de 1930</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre as décadas de 1930 e 1940, voltou a funcionar ora como teatro ora como cinema. Abrigou também conferências, bailes de carnaval e recitais de música. Pelo teor dos filmes lá exibidos, <em>&#8220;verdadeiros atentados à moral e ao decoro públicos&#8221;</em>, foi censurado (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/175102/2922" target="_blank"><em>A Batalha</em>, 17 de março 1931, terceira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32436" style="width: 319px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/3866" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32436" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix12.jpg" alt="A Noite, 17 de março de 1931" width="309" height="318" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/3866" target="_blank"><em>A Noite,</em> 17 de março de 1931</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1937, arrendado por Vital Ramos de Castro (1879 &#8211; 1958), cineasta e empresário do ramo cinematográfico, o Phenix foi inaugurado como <em>Ópera, </em>uma<em> nova casa de diversões. </em>Ainda em 1937 passou a chamar-se <em>Cine Theatro Ópera</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/41060" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 15 de junho de 1937</a>, penúltima coluna; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/067822/5806" target="_blank"><em>Beira- Mar</em>, 14 de agosto de 1937</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093092_02/31858" target="_blank"><em>Diário Carioca</em>, 19 de setembro de 1937, antepenúltima coluna</a><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/067822/5806" target="_blank">; penúltima coluna</a>; <a href="A%20Nação, 9 de outubro de 1937, segunda coluna" target="_blank"><em>A Nação</em>, 9 de outubro de 1937, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/45458" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 27 de março de 1938</a>). Não seria a primeira vez que os caminhos de Vital e Staffa se encontravam: em 1927, o<em> Cine Parisiense</em>, que era, como já mencionado, de Staffa, foi comprado por ele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32423" style="width: 158px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/45458" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32423" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix7.jpg" alt="Vital Ramos de Castro / Correio da Manhã, 27 de março  de 1938" width="148" height="263" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/45458" target="_blank">Vital Ramos de Castro / <em>Correio da Manhã</em>, 27 de março de 1938</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vital foi o proprietário do <i>Circuito independente Vital Ramos de Castro</i>,  que chegou a ter vinte salas de cinema no Rio de Janeiro, entre eles o Cine Plaza, na Cinelândia, o Cinema Olinda, na Praça Sans Penha, que foi a maior sala de cinema que já existiu no Rio de Janeiro; o Cinema Colonial, futura Sala de Teatro Cecília Meirelles e o Cine Ritz, em Copacabana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32422" style="width: 392px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_04/41060" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32422" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix6.jpg" alt="Correio da Manhã, de 1937" width="382" height="541" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_04/41060" target="_blank"><em>Correio da Manhã,</em> 30 de junho de  1937</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1944, com o apoio do então prefeito do Rio de Janeiro, Henrique Dodsworth (1895 &#8211; 1975), voltou a ser teatro e foi reaberto com a encenação pela companhia de Bibi Ferreira (1922 &#8211; 2019) da peça <em>Sétimo Céu, </em>do dramaturgo norte-americano Austin Stroug (1881 &#8211; 1952) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_07/14797" target="_blank"><em>Gazeta da Manhã</em>, 15 de abril de 1943, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_13/20741" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 20 de maio de 1944, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_07/19568" target="_blank">G<em>azeta da Manhã</em>, 15 de julho de 1944, penúltima coluna;</a> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_13/21531" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 17 e 18 de julho de 1944, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_13/21555" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 20 de de julho de 1944)</a>. Nele se apresentaram, dentre outros, o Teatro do Estudante, de Paschoal Carlos Magno (1906 &#8211; 1980); Sandro Apolônio (1921 &#8211; 1995), Maria Della Costa (1926 &#8211; 2015) e Henriette Morineau (1908 &#8211; 1990).</p>
<p>Em 1948, Vital Ramos de Castro entrou com uma ação de despejo contra o grupo teatral de Sandro Apolônio que se apresentava no Phenix com a peça <em>Estrada do Tabaco</em> (<em>A</em> <em>Scena Muda</em>, 15 de junho de 1948, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/084859/48983" target="_blank">página 3</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/084859/49002" target="_blank">página 24</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/084859/50376" target="_blank"><em>A Scena Muda</em>, 8 de março de 1949</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32421" style="width: 643px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/084859/50376" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32421" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix5.jpg" alt="A Scena Muda, 8 de março de 1949" width="633" height="510" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/084859/50376" target="_blank"><em>A Scena Muda</em>, 8 de março de 1949</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi fechado, em 1951, e totalmente demolido entre 1957 e 1958. Assim se encerrava um capítulo da história do teatro no Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_05/5250" target="_blank"><em>Jornal</em>, 2 de dezembro de 1950, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_14/5751" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 15 e 16 de janeiro de 1951, penúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_05/5250" target="_blank"><em>Jornal</em>, 2 de dezembro de 1950, segunda coluna</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_06/84948" target="_blank"> <em>Correio da Manhã</em>, 6 de dezembro de 1957, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_14/47505" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 27 de dezembro de 1957, sétima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_06/93438" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 8 de julho de 1958, última coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32386" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/demolição.jpg"><img class="size-full wp-image-32386" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/demolição.jpg" alt="Correio da Manhã, 6 de dezembro de 1957" width="300" height="183" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_06/84948" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 6 de dezembro de 1957</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>BULCÃO, Clóvis. <em>Os Guinle: a história de uma dinastia</em>. Rio de Janeiro : Intrínseca, 2015.</p>
<p>BATISTA, Antonio José de Sena. <a href="https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/34834/34834_6.PDF" target="_blank"><em>Arquitetos sem halo: a ação dos escritórios M.M.M.Roberto e Henrique Mindlin Arquitetos Associados</em>.</a> Tese apresentada ao Programa de Pós-graduação em História Social da Cultura, do Departamento de História da PUC-Rio, como requisito parcial para obtenção do título de Doutor em História, março de 2013.</p>
<p>CATTAN, Roberto Correia de Mello.<a href="https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/5103/5103_6.PDF" target="_blank"> <em>A Família Guinle e a Arquitetura do Rio de Janeiro Um capítulo do ecletismo carioca nas duas primeiras décadas do novecentos. </em></a>Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em História do Departamento de História da PUC-Rio, novembro de 2013.</p>
<p>CAVALCANTI, Lauro, org., <em>Quando o Brasil Era Moderno Artes plásticas no Rio de Janeiro 1905-1960</em>, Rio de Janeiro : Aeroplano Editora, 2001.</p>
<p><a href="http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>MARCHESAN, Luiz Gonzaga. <a href="http://anpoll.org.br/eventos/enanpoll2018/wp-content/uploads/2018/06/LMarchezan.pdf" target="_blank">Antonio Cândido na revista <strong>Texto</strong></a>.</p>
<p>MORAES, Frederico. <em>Cronologia das Artes Plásticas no Brasil 1816-1994</em>. Rio de Janeiro : Topbooks, 2001.</p>
<p><a href="https://www.clubenaval.org.br/novo/?q=Sobre-o-Clube-Naval" target="_blank">Site Clube Naval</a></p>
<p><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/palace-hotel/" target="_blank">Site Estilos Arquitetônicos</a></p>
<p><a href="http://www.inepac.rj.gov.br/index.php/bens_tombados/detalhar/256" target="_blank">Site Inepac</a></p>
<p><a href="https://vejario.abril.com.br/cidade/palace-hotel-alerta-preservacao-patrimonio-cultural/" target="_blank">Veja Rio</a></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=f3BfL2X_7vM" target="_blank">Youtube &#8211; O LUXUOSO PALACE HOTEL DOS PRESIDENTES E ARTISTAS MODERNISTAS</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Links para os outros artigos da Série O Rio de Janeiro desaparecido</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">Série</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> O Rio de Janeiro desaparecido </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">I</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> </a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">- </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><em>Salas de cinema do Rio de Janeiro do início do século XX</em></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><strong>, </strong>de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de fevereiro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>II<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621"><i>A Exposição Nacional de 1908 na Coleção Família Passos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">, de autoria de Carla Costa, historiadora do Museu da República, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 5 de abril de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6248" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> III – <i>O Palácio Monroe</i>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 9 de novembro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9138" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>IV<em> -</em><em> </em><i>A via elevada da Perimetral<strong>,</strong></i> de autoria da historiadora Beatriz Kushnir, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2017.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>V<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>, Ferrez, Malta e Charles Dunlop<strong>, </strong>d</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">e autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de julho de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i>O primeiro Palácio da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de setembro de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i>O Morro de Santo Antônio na Casa de Oswaldo Cruz</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">de autoria de historiador Ricardo Augusto dos Santos da Casa de Oswaldo Cruz</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 5 de fevereiro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VIII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i>A demolição do Morro do Castelo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 30 de abril de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>IX<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i>Estrada de Ferro Central do Brasil: estação e trilhos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de novembro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>X<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i>No Dia dos Namorados, um pouco da história do Pavilhão Mourisco em Botafogo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de junho de 2020.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>XI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i>A Estrada de Ferro do Corcovado e o</i> <i>mirante Chapéu de Sol</i>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 22 de julho de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25489">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>XII <i>– o Teatro Lírico (Theatro Lyrico),</i> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 15 de setembro de 2021</a>.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25759" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIII<em> – O Convento da Ajuda</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de outubro de 202</a>1.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25175" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIV<em> – </em>O<em> Conselho Municipal</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de novembro de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25474" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XV<em> – A Praia de Santa Luzia no primeiro dia do verão</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 21 de dezembro de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26333">Série<em> O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVI &#8211; <em>O prédio da Academia Imperial de Belas Artes</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, publicado na Brasiliana Fotográfica em 13 de janeiro de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26587" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XVII<em> – Igreja São Pedro dos Clérigos</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 18 de março de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27390" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVIII &#8211; <em>A Praça Onze</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de abril de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27549" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XIX &#8211; <em>A Igrejinha de Copacabana</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2022.</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27622" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XX &#8211; <em>O Pavilhão dos Estados, futuro prédio do Ministério da Agricultura</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de julho de 2022.</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27670%20" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXI &#8211; <em>O Chafariz do Largo da Carioca</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de setembro de 2022. </a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29820" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXII &#8211; <em>A Cadeia Velha que deu lugar ao Palácio Tiradentes</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 11 de abril de 2023</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIII e </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank"><em>Avenidas e ruas do Brasil</em> XVII </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">- <em>A Praia e a Rua do Russel, na Glória</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 15 de maio de 2023</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32291" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIV &#8211; <em>O luxuoso Palace Hotel, na Avenida Rio Branco, uma referência da vanguarda artística no Rio de Janeiro,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 4 de julho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34365" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D34365&amp;source=gmail&amp;ust=1702655036919000&amp;usg=AOvVaw3b3Tx7K9JhoBwFxL6ka8RZ">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVI &#8211; <em>Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo por Augusto Malta,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 14 de dezembro de 2023</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32431" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVII e Série <em>Os arquitetos do Rio de Janeiro</em> V &#8211; <em>O Jockey Club e o Derby Club, na Avenida Rio Branco e o arquiteto Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920)</em>, de autoria de Andrea c. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, em 15 de janeiro de 2024</span></a></p>
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<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Outros artigos publicados na Brasiliana Fotográfica sobre teatros e cinemas</strong></em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"> </span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">Série</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> O Rio de Janeiro desaparecido </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">I</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> </a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">- </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><em>Salas de cinema do Rio de Janeiro do início do século XX</em></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><strong>, </strong>publicado em 26 de fevereiro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4748" target="_blank"><em>Os teatros do Brasil</em>, publicado em 21 de março de 2016</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9445" target="_blank"><em>A inauguração do Theatro Municipal do Rio de Janeiro</em>, publicado em 14 de julho de 2017</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=23968" target="_blank"><em>Cinema no Brasil – a primeira sessão e um pouco da história do Cinema Odeo</em>n, publicado em 8 de julho de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25489" target="_blank">Série<em> “O Rio de Janeiro desaparecido” </em>XII<em> – O Teatro Lírico (Theatro Lyrico)</em>, publicado em 16 de setembro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25310" target="_blank"><em>O Theatro de Santa Isabel</em>, publicado em 28 de outubro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25907" target="_blank"><em>O Teatro Amazonas (Theatro Amazonas), em Manaus, a “Paris dos Trópicos”</em>, publicado em 28 de dezembro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=28555" target="_blank"><em>O Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro, no Dia Mundial do Teatro</em>, publicado em 27 de março de 2023</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30422" target="_blank"><em>Dia do Cinema Brasileiro</em>, publicado em 19 de junho de 2023</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=35177http://" target="_blank"><em>O Theatro da Paz, em Belém do Pará, inaugurado em 15 de fevereiro de 1878</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado em 15 de fevereiro de 2024</a></p>
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		<title>Série &#8220;Exposições&#8221; XI &#8211; Três álbuns fotográficos da Exposição Nacional de 1908 no Museu Histórico Nacional: Boscagli, Malta e Musso</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Aug 2023 14:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cronologia]]></category>
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		<description><![CDATA[No mês em que a Exposição Nacional de 1908 completa 115 anos - foi inaugurada em 11 de agosto e encerrada em 15 de novembro de 1908 -, a Brasiliana Fotográfica publica o artigo "A Exposição Nacional de 1908 no Museu Histórico Nacional", de autoria da historiadora Maria Isabel Ribeiro Lenzi, do Arquivo Histórico do Museu Histórico Nacional, uma das instituições parceiras do portal, com três álbuns fotográficos produzidos na ocasião pelos fotógrafos Augusto Malta, José Boscagli e Luis Musso. O de Malta parece ter sido realizado especialmente para presentear o seu amigo, o ministro Miguel de Calmon; o de Boscagli retratou a mostra do Rio Grande do Sul; e tudo indica que o produzido por Musso tenha sido encomendado pelo governo federal para o registro oficial do evento.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No mês em que a Exposição Nacional de 1908 completa 115 anos &#8211; foi inaugurada em 11 de agosto e encerrada em 15 de novembro de 1908 -, a Brasiliana Fotográfica publica o artigo <em>A Exposição Nacional de 1908 no Museu Histórico Nacional</em>, de autoria da historiadora Maria Isabel Ribeiro Lenzi, do Arquivo Histórico do Museu Histórico Nacional, uma das instituições parceiras do portal, com três álbuns fotográficos produzidos na ocasião pelos fotógrafos Augusto Malta (1864 &#8211; 1957), José Boscagli (1862 &#8211; 1945) e Luis Musso (18? &#8211; 19?). Cada álbum tem sua característica: o de Malta parece ter sido realizado especialmente para presentear o seu amigo, o ministro Miguel de Calmon; o de Boscagli retratou a mostra do Rio Grande do Sul; e, finalmente, tudo indica que o produzido por Musso tenha sido encomendado pelo governo federal para o registro oficial do evento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/367" target="_blank"><span style="color: #800000;"><strong>Acessando o link para as fotografias do álbum de autoria de Augusto Malta sobre a Exposição Nacional de 1908 pertencentes ao Museu Histórico Nacional disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá visualizar e magnificar as imagens.</strong></span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11959" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11959/45746.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="551" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11959" target="_blank">Augusto Malta. Visitantes da Exposição Nacional de 1908, 1908. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/363" target="_blank"><strong>Acessando o link para as fotografias do álbum de autoria de José Boscagli sobre a Exposição Nacional de 1908 pertencentes ao Museu Histórico Nacional disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá visualizar e magnificar as imagens.</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11785" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11785/0000001.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="467" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11785" target="_blank">José Boscagli. Retratos de cidades e personalidades gaúchas, 1908. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/364" target="_blank"><span style="color: #800000;"><strong>Acessando o link para as fotografias do álbum de autoria de Luis Musso sobre a Exposição Nacional de 1908 pertencentes ao Museu Histórico Nacional disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá visualizar e magnificar as imagens.</strong></span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11851" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11851/0000001.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="549" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11851" target="_blank">Musso &amp; Cia. Exposição do Jardim Botânico, Inspetoria de Matas e Jardins, Caça e Pesca, Pavilhão da Fábrica de Bangu, Pavilhão das Indústrias, Pavilhão do Distrito Federal, 1908. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>A Exposição Nacional de 1908 no Museu Histórico Nacional</em></strong></span></p>
<p style="text-align: center;">Maria Isabel Ribeiro Lenzi*</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11901" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11901/MCab6.6.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="536" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11901" target="_blank">Augusto Malta. Entrada da Exposição Nacional de 1908, 1908. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Era 1907. O Rio de Janeiro, então Distrito Federal, acabara de ser remodelado ao gosto das nações ditas civilizadas, pelo governo de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18866" target="_blank">Rodrigues Alves</a> com a participação do prefeito <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7566" target="_blank">Pereira Passos</a> e do sanitarista <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10762" target="_blank">Oswaldo Cruz</a>. No ano seguinte, faria 100 anos que o Brasil abrira seus portos às nações amigas. Foi esse o mote para que fosse organizada a Exposição Nacional de 1908, oportunidade de o país exibir sua produção a si próprio.  A ideia havia sido lançada pela Associação Comercial, apoiada pela imprensa e acatada pelo Congresso Nacional, que votou em 1907 orçamento para promover, no ano seguinte, o evento destinado a ser um panorama da agricultura, da indústria, da pecuária e das artes liberais desenvolvidas no país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33285" style="width: 351px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_01/7893" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33285" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/exposição19081.jpg" alt="Revista da Semana, 16 de agosto de 1908" width="341" height="496" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_01/7893" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 16 de agosto de 1908</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Depois de muito debate, foi escolhida a várzea entre as praias da Saudade e Vermelha, no vale formado entre os morros da Urca, Pão de Açúcar e Babilônia, para a construção do que viria a ser a Exposição Nacional de 1908.  O país promovera anteriormente exposições nacionais, mas aquela foi a primeira em que foram construídos pavilhões especialmente para a ocasião. O lugar escolhido, além de apresentar uma bonita paisagem, tinha a vantagem de já abrigar dois edifícios públicos &#8211; a antiga Escola Militar e a fundação do prédio para a Universidade do Brasil &#8211; que poderiam ser aproveitados depois de reforma.  O presidente da República era Afonso Penna. Seu Ministro da Indústria, Viação e Obras Públicas, Miguel Calmon Du Pin e Almeida, nomeou o engenheiro José Mattoso Sampaio Corrêa para chefiar a comissão construtora que estaria encarregada de produzir uma “pequenina cidade de palacetes no areal da Urca”,<a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a> onde se faria um inventário do Brasil com função pedagógica, para que os próprios brasileiros conhecessem o país. O cronista <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=23302" target="_blank">João do Rio</a> fala sobre isso:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>A exposição vai abrir-se. É a grande mostra do Brasil. Cada estado expõe suas riquezas&#8230; e os tentamens da sua indústria o estrangeiro admirará, aproveitará&#8230; o brasileiro descobrirá. Estou a ver o pasmo&#8230; dos cariocas diante do ouro, das pedras, das madeiras, dos tecidos e dos aproveitamentos da natureza assombrosa pelo homem vagaroso. Isso é Paraná?&#8230; Isso é Amazonas? Ora, diga-me, onde fica o Mato Grosso? Quando o brasileiro descobrirá o Brasil?</em></span><a href="#_ftn2" name="_ftnref2">[2]</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A exposição, inaugurada no dia 11 de agosto, ficou aberta até 15 de novembro de 1908. De janeiro a junho, a área que hoje corresponde à Praia Vermelha e parte da Av. Pasteur era um canteiro de obras com muitos operários que fizeram surgir aqueles palácios em arquitetura efêmera que logo desapareceriam da vida carioca. Era como um sonho aquela cidadela iluminada pela luz elétrica, mas, como nos sonhos, uma alegria fugaz.</p>
<p>O edifício da Universidade do Brasil foi adaptado para abrigar o Palácio dos Estados e a Escola Militar, depois da reforma, se transformou no Palácio das Indústrias, com um grande chafariz em sua fachada – o Chateau d’Eau.  Quatro estados e o Distrito Federal construíram seus próprios pavilhões. Os de Minas Gerais, de São Paulo, da Bahia e do Distrito Federal, opulentos, simbolizando o poder de suas elites, contrastavam com a simplicidade do Pavilhão de Santa Catariana, que apresentou aos visitantes uma casa de colono feita de madeira e em seu interior, 150 tábuas de diferentes espécies de árvores catarinenses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11845" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11845/0000001.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="554" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11845" target="_blank">Musso &amp; Cia. Pavilhão de Minas Gerais, Pavilhão da Bahia, Pavilhão de São Paulo, Pavilhão das Indústrias, Morro da Urca, Morro da Babilônia, 1908. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>As demais unidades da federação ocuparam o Palácio dos Estados com seus produtos.  Portugal foi o único país estrangeiro a participar do certame com um pavilhão em estilo manuelino oferecido pelo governo brasileiro àquele país. Porém, os produtos portugueses excederam aquele espaço e Portugal construiu, então, um anexo a seu pavilhão onde foram expostas telas e esculturas de seus artistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11874" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11874/0000001.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="526" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11874" target="_blank">Musso &amp; Cia. Pavilhão de Portugal, 1908. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33287" style="width: 407px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/146420/2992" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33287" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/exposição19082.jpg" alt="Revista Kosmos, julho de 1908" width="397" height="504" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/146420/2992" target="_blank"><em>Revista Kosmos</em>, julho de 1908</a></p></div>
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<p>Algumas instituições também se fizeram representar, como a Fábrica de Tecidos Bangu, com seu pavilhão, à época descrito como “uma pequena mesquita mourisca”; a Sociedade Nacional de Agricultura com pavilhão em estilo renascença; a Fábrica de Chocolate Bhering, com o Pavilhão Café e Cacau. O Jardim Botânico participou com uma estufa envidraçada onde o público podia admirar várias espécies de plantas e ao seu redor, muitas mudas que, provavelmente, o público poderia adquirir.</p>
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<div style="width: 608px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11866" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11866/45811.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="598" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11866" target="_blank">Musso &amp; Cia. Pavilhão da Fábrica Bangu, 1908. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
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<p>Os divertimentos não faltavam na exposição. Para quem gostava da arte dramática, havia dois teatros. O Teatro João Caetano, grande, inspirado no Teatro Municipal que estava prestes a ser inaugurado, era dirigido por Artur Azevedo. Havia também, por iniciativa do empresário Paschoal Segreto, um pequeno teatro de variedades, um cinematógrafo e uma pista de patinação. Pinturas, esculturas, desenhos de artistas nacionais foram expostos no Pavilhão das Artes Liberais.</p>
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<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11960" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11960/45747.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="567" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11960" target="_blank">Augusto Malta. Theatro João Caetano, 1908. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
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<p>Os amantes da música podiam assistir a concertos no Pavilhão Egípcio &#8211; nome este devido à estética egípcia daquele espaço dedicado às apresentações das orquestras. E para abrigar as bandas militares e civis, diversos coretos foram distribuídos pela exposição.</p>
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<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11872" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11872/0000001.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="567" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11872" target="_blank">Musso &amp; Cia. Pavilhão Egípcio, 1908. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os visitantes entravam na Exposição pela Porta Monumental.  Muito deles vindos de barca que saía do Cais Pharoux para o ancoradouro construído especialmente para recebê-los. Alguns serviços eram oferecidos nos pavilhões dos Correios e Telégrafo, da Assistência Municipal, da Imprensa e dos Bombeiros. O visitante também contava com opções entre quiosques de cerveja e de refrescos, além de cafés e restaurantes.</p>
<p>No Pavilhão da Imprensa, Olavo Bilac editava o <em>Jornal da Exposição</em>, onde se encontrava a programação e as notícias do evento. Em suas crônicas, Bilac fazia críticas e elogios à exposição. Ele lembra em um de seus textos que sem a “fada de eletricidade”, as noites não seriam tão espetaculares!</p>
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<div style="width: 634px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11844" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11844/0000001.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="624" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11844" target="_blank">Musso &amp; Cia. Jornal da Exposição, 1908. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
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<p>Muitos fotógrafos registraram esse evento do início do século XX. Certamente, diversos visitantes levavam sua Kodak na bolsa, mas foi o trabalho de profissionais que chegou até os nossos dias, nos dando uma ideia do que foi a comemoração do centenário da abertura dos portos brasileiros às nações amigas.</p>
<p>Na coleção Miguel Calmon do Museu Histórico Nacional, existem três álbuns da Exposição Nacional de 1908.  Um deles é do fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta</a>, que parece feito especialmente para presentear o ministro Miguel de Calmon. Nele, temos acesso à imagem da área antes da construção dos pavilhões, mas a maioria das fotografias nos mostra a exposição em seu auge, com muita gente perambulando entre os edifícios. É visível o caráter único deste álbum, pois Augusto Malta recortou algumas fotografias em formas inusuais, muitas vezes privilegiando retratar o ministro Calmon e o presidente Afonso Pena.  Destacamos o balão que Augusto Malta clica com sua lente na hora em que ele é lançado do Pavilhão de São Paulo, bem como as fotografias noturnas nas quais a luz elétrica protagoniza as imagens&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11898" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11898/MCab6.3.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="566" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11898" target="_blank">Augusto Malta. Vista geral da Exposição Nacional de 1908, 1908. Rio de Jsnrio, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
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<p>O álbum de Luis Musso nos parece um trabalho encomendado pelo governo federal para o registro oficial do evento. As fotografias são todas da mesma dimensão e com muito poucas pessoas no entorno. São retratos dos prédios, como se o fotógrafo quisesse catalogar a arquitetura do evento. A capa traz o brasão da República, o que nos sugere seu caráter oficial.</p>
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<div style="width: 602px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11852" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11852/MCab7_0000001%20Capa.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="592" height="702" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11852" target="_blank">Musso &amp; Cia. Exposição Nacional de 1908, 1908. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33288" style="width: 404px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/146420/2993" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33288" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/exposição19083.jpg" alt="Revista Kosmos, julho de 1908" width="394" height="511" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/146420/2993" target="_blank"><em>Revista Kosmos,</em> julho de 1908</a></p></div>
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<p>Por fim, temos um álbum produzido pelo governo do Rio Grande do Sul, onde é possível ver os produtos exibidos por este estado.  A maioria absoluta das fotografias é de autoria de José Boscagli (com exceção da primeira foto, que é de Augusto Malta e apresenta o Palácio dos Estados, onde o Rio Grande do Sul expunha seus produtos). A importância deste álbum está na possibilidade dele nos oferecer uma ideia de como eram expostos os produtos na mostra.</p>
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<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11793" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11793/0000001.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="507" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11793" target="_blank">José Boscagli. Mostra da indústria agropecuária gaúcha. Destaca-se a indústria vinícola, de grãos e de conserva, 1908. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
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<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11796" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11796/0000001.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="508" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11796" target="_blank">José Boscagli. Mostra da indústria de chapéus do Rio Grande do Sul. Destaque para a F. Rheingantz &amp; Cia, 1908. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
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<p>Cabe lembrar ainda fato curioso ocorrido na exposição, embora não registrado por nenhum fotógrafo: a visita da banda de música dos indígenas Bororo. Eles lá estiveram, tocaram no Pavilhão de São Paulo e no Teatro João Caetano. Mas não chegou até nós nenhuma imagem deles no evento. Quem quiser saber mais sobre o assunto, veja a postagem da Brasiliana Fotográfica: <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13474"><em>Novos acervos: Museu Histórico Nacional</em> </a>.</p>
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<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6165" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6165/MCab10_28.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="482" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6165" target="_blank">A banda de música. No fundo à direita avista-se a estação Meteorológica, 1908. Mato Grosso / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
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<p>*Maria Isabel Ribeiro Lenzi é Doutora em História pela UFF e historiadora do Arquivo Histórico do Museu Histórico Nacional (IBRAM/MTur)</p>
<p><strong>Nota da editora</strong>: esse artigo passou a integrar uma série e mudou de título em 1º de dezembro de 2025.</p>
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<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>Levy, Ruth. <em>Entre Palácios e Pavilhões.</em> <em>A arquitetura efêmera da Exposição Nacional de 1908</em>. Rio de Janeiro: EBA Publicações, 2008.</p>
<p>Neves, Margarida de Souza. <em>As vitrines do progresso.</em> Rio de Janeiro: PUC-RIo, FINEP, PNPq, 1986</p>
<p>Pereira, Margareth da Silva. <em>A Exposição Nacional de 1908 ou O Brasil visto por dentro.</em> In: Pereira, Margareth da Silva (org). <em>1908, um Brasil em exposição.</em> São Paulo: Caixa Cultural, 2011</p>
<p>Mariani, Luiza Helena. <em>Bilac, João do Rio e a Exposição Nacional de 1908.</em> In: Pereira, Margareth da Silva (org). <em>1908, um Brasil em exposição.</em> São Paulo: Caixa Cultural, 2011</p>
<p><em>Revista Kosmos</em>. Ano V, julho de 1908, nº 7</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> <em>Revista Kosmos</em>, ano  V, nº7, julho de 1908, p.1</p>
<p><a href="#_ftnref2" name="_ftn2">[2]</a> Apud:  Levy  Ruth, <em>Palácios e Pavilhões. A arquitetura efêmera da Exposição Nacional de  1908</em>. p.73</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Nota da editora:</strong></span></p>
<p>Uma curiosidade: foi durante a Exposição Nacional de 1908 que o engenheiro fluminense Augusto Ferreira Ramos (1860 &#8211; 1939), um dos coordenadores do Pavilhão de São Paulo, teve a ideia de construir o Bondinho do Pão de Açúcar. Para saber mais sobre essa história, acesse o artigo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27413" target="_blank"><em>A construção do Bondinho do Pão de Açúcar sob as lentes de Theresio Mascarenhas</em></a>, de minha autoria, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 27 de outubro de 2022.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>Links para os artigos sobre exposições nacionais ou internacionais publicados na Brasiliana Fotográfica</strong></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9392" target="_blank"><em>O pintor Victor Meirelles e a fotografia na II Exposição Nacional de 1866</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 17 de agosto de 2017.</a>Motr</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11486" target="_blank"><em>A festa do progresso: o Brasil na Exposição Continental, Buenos Aires, 1882, </em>de autoria de Maria do Carmo Rainho, Arquivo Nacional, publicado em 29 de março de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621" target="_blank"><em>Série “O Rio de Janeiro desaparecido” II</em> – <em>A Exposição Nacional de 1908 na Coleção Família Passos, </em>de autoria de<em> </em>Carla Costa, Museu da República, publicado em 5 de abril de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11896" target="_blank"><em>Marc Ferrez, a Comissão Geológica do Império (1875 – 1878) e a Exposição Antropológica Brasileira no Museu Nacional (1882)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 29 de junho de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12604" target="_blank"><em>Paris, 1889: o álbum da exposição universal, </em>de autoria de Claudia B. Heynemann, Arquivo Nacional,publicado em 27 de julho de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17283" target="_blank"><em>Café Brasil: o Império na Exposição Internacional de Filadélfia<strong>, </strong></em>de autoria de<em><strong> </strong></em>Claudia B. Heynemann, Arquivo Nacional, publicada em 4 de dezembro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18530" target="_blank"><em>Festa das Artes e da Indústria </em><em>Segunda Exposição Nacional, 1866,</em> de autoria de Claudia Beatriz Heynemann e Maria Elizabeth Brêa Monteiro, Arquivo Nacional, em 5 de abril de 2020.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=18805" target="_blank"><em>A apresentação do Departamento Nacional de Saúde Pública na Exposição Internacional do Centenário da Independência</em>, de </a><a style="color: #800000;" href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=18805" target="_blank">Ricardo Augusto dos Santos, Fiocruz</a><a style="color: #800000;" href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=18805" target="_blank">, publicado em 13 de abril de 2020.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26300" target="_blank"><em>A Exposição Internacional de Higiene de Dresden</em>, de Cristiane d´Avila, Fiocruz, publicado em 5 de janeiro de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17940" target="_blank">Série <em>1922 – Hoje, há 100 anos VIII</em> – A abertura da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil e o centenário da primeira grande transmissão pública de rádio no país, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, publicado em 7 de setembro de 2022, na Brasiliana Fotográfica.</a></span></p>
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]]></content:encoded>
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		<title>A Fonte Adriano Ramos Pinto por Guilherme Santos e Marc Ferrez</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jul 2023 12:21:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica destaca três fotografias estereoscópicas da Fonte Adriano Ramos Pinto: uma produzida pelo fotógrafo amador Guilherme Santos e duas por Marc Ferrez. A fonte foi inaugurada pelo presidente Rodrigues Alves, em 24 de fevereiro de 1906, no jardim da Glória, e foi o poeta Olavo Bilac que fez o agradecimento ao senhor Ramos Pinto em nome da Prefeitura do Rio de Janeiro. O monumento, de autoria do escultor parisiense Eugène Thievier, foi doado ao Rio de Janeiro por Adriano e Antônio Ramos Pinto, proprietários da Casa Adriano Ramos Pinto, de Portugal. A inauguração aconteceu dentro do contexto da reforma urbana realizada no Rio de Janeiro pelo prefeito Francisco Pereira Passos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div dir="auto" style="text-align: left;">A Brasiliana Fotográfica destaca três <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14719" target="_blank">fotografias estereoscópicas</a> da Fonte Adriano Ramos Pinto &#8211; a Fonte da Juventude: uma produzida pelo fotógrafo amador <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank">Guilherme Santos (1871 &#8211; 1966)</a> e duas por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a>. A fonte foi inaugurada pelo presidente <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18866" target="_blank">Rodrigues Alves (1848 &#8211; 1919)</a>, em 24 de fevereiro de 1906, no jardim da Glória (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_03/10949" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 25 de fevereiro de 1906, primeira coluna</a>).</div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 713px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10062" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10062/007_IMG_1812.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="703" height="329" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10062" target="_blank">Marc Ferrez. Fonte Adriano Ramos Pinto &#8211; Fonte da Juventude, c. 1912. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29513" style="width: 402px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=103730_04&amp;pagfis=11571" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29513" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/juventude4.jpg" alt="Gazeta de Notícias, 25 de fevereiro de 1906" width="392" height="387" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=103730_04&amp;pagfis=11571" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 25 de fevereiro de 1906</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estava localizada onde havia o Mercado da Glória, demolido em 1904 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_04/7595" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 7 de maio, quarta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 708px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10615" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10615/002008AV020.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="" width="698" height="514" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10615" target="_blank">Torres. Demolição do mercado da Glória; ao fundo, o Outeiro da Glória, 1904. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href=" https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/335" target="_blank">Acessando o link para as fotografias estereoscópicas da Fonte Adriano Ramos Pinto disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá visualizar e magnificar as imagens.</a></p>
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<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Objetivamente, a estereoscopia consiste em pares de imagens de uma mesma cena que, vistas simultaneamente num visor binocular – o estereoscópio-, produzem a ilusão de tridimensionalidade. As vistas estereoscópicas, também conhecidas como estereografias ou estereogramas, podem ser produzidas a partir de diferentes tipos de imagens como desenhos, gravuras ou fotografias, sendo esta última a forma que ganhou maior popularidade&#8221;.</em></span></p>
<p style="text-align: right;">Maria Isabela Mendonça dos Santos</p>
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<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank">Marc Ferrez (1843 – 1923)</a> foi um brilhante cronista visual das paisagens e dos costumes cariocas da segunda metade do século XIX e do início do século XX. Sua vasta e abrangente obra iconográfica se equipara a dos maiores nomes da fotografia do mundo. Estabeleceu-se como fotógrafo com a firma Marc Ferrez &amp; Cia, em 1867, na rua São José, nº 96, e logo se tornou o mais importante profissional da área no Rio de Janeiro. Cerca de metade da produção fotográfica de Ferrez foi realizada na cidade e em seus arredores, onde registrou, além do patrimônio construído, a exuberância das paisagens naturais.</p>
<p>O fotógrafo amador <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank">Guilherme Antônio dos Santos (1871 – 1966)</a> era um entusiasta da fotografia estereoscópica, tendo sido um dos pioneiros dessa técnica no Brasil, ao adquirir, em 1905, na França, o <em>Verascope, </em>um sistema de integração entre câmera e visor, que permitia ver imagens em 3D, produzidas a partir de duas fotos quase iguais, porém tiradas de ângulos um pouco diferentes. Eram impressas em uma placa de vidro e reproduziam a sensação de profundidade de maneira bem próxima da visão real. Guilherme Santos, cuja produção mais intensa ocorreu entre 1910 e 1958, registrou a paisagem, o cotidiano e os hábitos do carioca.</p>
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<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Breve história da Fonte Adriano Ramos Pinto</strong></em></span></p>
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<p>A inauguração da fonte que, como já mencionado, contou com a presença do presidente da República, Rodrigues Alves (1845 &#8211; 1919), aconteceu dentro do contexto da reforma urbana realizada no Rio de Janeiro pelo prefeito Francisco Pereira Passos (1848 &#8211; 1913) &#8211; também presente à cerimônia -, que contribuiu fortemente para o surgimento do Rio de Janeiro da <em>Belle </em><em>Époque.</em> Para sanear e modernizar a cidade, Pereira Passos realizou diversas demolições, conhecidas popularmente como a política do “bota-abaixo”, além de diversas iniciativas de embelezamento. A Fonte Adriano Ramos Pinto foi uma contribuição a esse trabalho.</p>
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<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10062" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10062/007_IMG_1812.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="328" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10062" target="_blank">Marc Ferrez. Fonte Adriano Ramos Pinto &#8211; Fonte da Juventude, c. 1912. Rio de Janeiro,RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<div id="attachment_29507" style="width: 462px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10062" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29507" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/juventude21.jpg" alt="Detalhe da Fonte Adriano Ramos - Fonte da Juventurde, por Marc Ferrez, c. 1912 / Acervo IMS" width="452" height="548" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10062" target="_blank">Detalhe da Fonte Adriano Ramos &#8211; Fonte da Juventude, por Marc Ferrez, c. 1912 / Acervo IMS</a></p></div>
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<div id="attachment_31149" style="width: 452px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.rio.rj.gov.br/dlstatic/10112/4204210/4101387/pereira_passos_haussmann_carioca.pdf" target="_blank"><img class="wp-image-31149 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/adrianoramos.jpg" alt="adrianoramos" width="442" height="299" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://www.rio.rj.gov.br/dlstatic/10112/4204210/4101387/pereira_passos_haussmann_carioca.pdf" target="_blank"><em>Pereira Passos, um Haussman tropical</em> por Jaime Larry Benchimol</a></p></div>
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<p>Foi doada ao Rio de Janeiro por Adriano e Antônio Ramos Pinto, proprietários da Casa Adriano Ramos Pinto, fundada em 1880, na cidade do Porto, em Portugal, e grande exportadora de vinhos para o Brasil no início do século XX. Foi o poeta Olavo Bilac (1865 &#8211; 1918) que fez o agradecimento ao senhor Ramos Pinto em nome da Prefeitura do Rio de Janeiro. O monumento foi encomendado ao escultor parisiense Eugène Thievier (1845 &#8211; 1920) e foi realizado, em cerca de nove meses, em uma peça de mármore carrara de 37 toneladas e 7 metros de altura. Nela, três jovens, que representam a Mocidade, aproximam-se de Cupido que está no alto do monumento, personificando o Amor. A montagem foi entregue à casa Jourdan de Paris, o arquiteto Baulain o adaptou às condições de fonte e ele foi  instalado por Franck Smithson. Em seu pedestal está inscrito:</p>
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<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>Ao Brazil, Adriano Ramos Pinto &amp; Irmão.</em></span></p>
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<div id="attachment_29518" style="width: 411px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_04/27044" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29518" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/juventude5.jpg" alt="Cooreio da Manhã, 31 de março de 1935" width="401" height="471" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_04/27044" target="_blank"><em>Correio da Manhã,</em> 31 de março de 1935</a></p></div>
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<p><span style="color: #800000;"><em>“Porque ofereço um monumento de arte ao Brasil?… Por um simples ato de agradecimento. Os meus vinhos têm naqueles mercados uma aceitação extraordinária e devo reconhecer que isso é mais a obra de simpatia do publico, cujas qualidades de coração admiro, do que dos esforços de minha propaganda. Daí querer eu corresponder a essa gentileza com um sinal bem público perdurável da minha gratidão, afirmando ao mesmo tempo o meu amor pelo Brasil”</em></span></p>
<p style="text-align: right;">Do livro <em>A Fonte Adriano Ramos Pinto,</em> de Ana Filipa Correia</p>
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<div style="width: 709px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10212" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10212/002080RJ1913.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="699" height="297" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10212" target="_blank">Guilherme Santos. Fonte Adriano Ramos Pinto &#8211; Fonte da Juventude; ao fundo, Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, c. 1917. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<p>Houve protestos na ocasião de sua inauguração: alguns alegavam que não passava de uma propaganda para a Casa Adriano Ramos Pinto e outros achavam que os jovens eram apresentados em poses licenciosas (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/348074/484" target="_blank"><em>Leitura para Todos</em>, junho de 1906, primeira coluna</a>).</p>
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<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10096" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10096/007_IMG_2904.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="339" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10096" target="_blank">Marc Ferrez. Fonte Adriano Ramos Pinto &#8211; Fonte da Juventude, c. 1912. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<p>Encontra-se, desde 1935,  na entrada do Túnel Novo, no lado de Botafogo. Em 1983, a fonte teve sua água cortada. Foi vandalizada, em 2011, e sua restauração custou mais que 100 mil reais. Não foi a primeira vez que a fonte foi vítima de vandalismo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/Hotpage/HotpageBN.aspx?bib=089842_07&amp;pagfis=75288&amp;url=http://memoria.bn.br/docreader#" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 1º de outubro de 1966, última coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_29505" style="width: 726px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/juventude31.jpg"><img class="size-full wp-image-29505" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/juventude31.jpg" alt="Correio de Manhã, 11 de março de 1956" width="716" height="471" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_06/59379" target="_blank"><em>Correio de Manhã</em>, 11 de março de 1956</a></p></div>
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<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Publicações da Brasiliana Fotográfica em torno da obra do fotógrafo Marc Ferrez </strong></em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong> </strong></em></span></p>
<div style="width: 290px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2575" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2575/007NGBMF1824cxrep03-12.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="280" height="368" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2575" target="_blank">Marc Ferrez aos 33 anos, c. 1876. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1443" target="_blank"><em>O Rio de Janeiro de Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 30 de junho de 2015</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3527" target="_blank">Obras</a> </em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3527" target="_blank"><em>para o abastecimento no Rio de Janeiro por Marc Ferrez</em> , de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 25 de janeiro de 2016</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank"><em>O brilhante cronista visual Marc F</em><em>errez (7</em><em>/12/1843 – 12/01/1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de dezembro de 2016</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7021" target="_blank"><em>Do natural ao construído: O Rio de Janeiro na fotografia de Marc Ferrez, </em>de autoria de Sérgio Burgi, um dos curadores da Brasiliana Fotográfica, publicada em 19 de dezembro de 2016</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9714" target="_blank"><em>No primeiro dia da primavera, as cores de Marc Ferrez (1843 – 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 22 de setembro de 2017</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11896" target="_blank"><em>Marc Ferrez , a Comissão Geológica do Império (1875 – 1878) e a Exposição Antropológica Brasileira no Museu Nacional (1882)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,  publicada em 29 de junho de 2018</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212" target="_blank"><em>Série “O Rio de Janeiro desaparecido” V – O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público, Ferrez, Malta e Charles Dunlop</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 20 de julho de 2018</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13070" target="_blank"><em>Uma homenagem aos 175 anos de Marc Ferrez (7 de dezembro de 1843 – 12 de janeiro de 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de dezembro de 2018 </a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14387" target="_blank"><em>Pereira Passos e Marc Ferrez: engenharia e fotografia para o desenvolvimento das ferrovias</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de abril de 2019</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14794" target="_blank"><em>Fotografia e ciência: eclipse solar, Marc Ferrez e Albert Einstein</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em <time class="entry-date published" datetime="2019-06-24T10:45:39+00:00">24 de junho de 2019</time></a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16435"><i>Os 180 anos da invenção do daguerreótipo – Os álbuns da Comissão Geológica do Império com fotografias de Marc Ferrez</i>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 19 de agosto de 2019</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17539" target="_blank"><em>Celebrando o fotógrafo Marc Ferrez (1843 – 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 4 de dezembro de 2019</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17884"><em>Uma homenagem da Casa Granado ao imperial sob as lentes de Marc Ferrez,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de fevereiro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18198" target="_blank"><em>Ressaca no Rio de Janeiro invade o porão da casa do fotógrafo Marc Ferrez, em 1913</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado 6 de março de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18110" target="_blank"><em>Petrópolis, a Cidade Imperial, pelos fotógrafos Marc Ferrez e Revert Henrique Klumb, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, </em>publicado em 16 de março de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18420" target="_blank"><em>Bambus, por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17856" target="_blank"><em>O Baile da Ilha Fiscal: registro raro realizado por Marc Ferrez e retrato de Aurélio de Figueiredo diante de sua obra</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 9 de novembro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21455" target="_blank"><em>O Palácio de Cristal fotografado por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 2 de fevereiro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22058" target="_blank"><em>A Estrada de Ferro do Paraná, de Paranaguá a Curitiba, pelos fotógrafos Arthur Wischral (1894 – 1982) e Marc Ferrez (1843 – 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 22 de março de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22777" target="_blank"><em>Dia dos Pais – Julio e Luciano, os filhos do fotógrafo Marc Ferrez, e outras famílias</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 6 de agosto de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25186" target="_blank"><em>No Dia da Árvore, mangueiras fotografadas por Ferrez e Leuzinger</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 21 de setembro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">Retratos de Pauline Caroline Lefebvre, sogra do fotógrafo Marc Ferrez, </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134"> </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">publicado em 28 de abril de 2022</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27603" target="_blank"><em>A Serra dos Órgãos: uma foto aérea e imagens realizadas pelos mestres Ferrez, Leuzinger e Klumb</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,<em> </em>publicado em 30 de junho de 2022</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31202" target="_blank"><em>O centenário da morte do fotógrafo Marc Ferrez (1843 – 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 12 de janeiro de 2023</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30712" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D30712&amp;source=gmail&amp;ust=1685455258111000&amp;usg=AOvVaw1y7o5h7HRI-oiB3PyjwQnG"><em>O Observatório Nacional pelas lentes de Marc Ferrez, amigo de vários cientistas</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 29 de maio de 2023</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32049" target="_blank"><em>No Dia Mundial do Meio Ambiente, a potente imagem da Cachoeira de Paulo Afonso, por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2023</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34134%20" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D34134%2520&amp;source=gmail&amp;ust=1702013132491000&amp;usg=AOvVaw3P19c7ceytRMI7-xrCNI7a"><em>Os 180 anos de nascimento do fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923</em>), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 7 de dezembro de 2023</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&amp;id=439612" target="_blank">Fontes:</a></p>
<p>BENCHIMOL, Jaime Larry. <em>Pereira Passos: um Haussmann tropical</em>. Rio de Janeiro, SMCTT, 1990.</p>
<p><a href="https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&amp;id=439612" target="_blank">Biblioteca do IBGE</a></p>
<p><a href="http://ashistoriasdosmonumentosdorio.blogspot.com/2010/01/a-fonte-adriano-ramos-pinto-fonte-da.html" target="_blank">Blog Histórias dos Monumentos do Rio de Janeiro</a></p>
<p>CORREIA, Ana Felipa. <a href="https://vinhoculturaalimentar.wordpress.com/adriano-ramos-pinto/a-fonte-adriano-ramos-pinto-o-vinho-do-porto-e-a-arte-da-belle-epoque-no-rio-de-janeiro/" target="_blank">A <em>fonte Adriano Ramos Pinto: o Vinho do Porto e a arte da Belle Époque no Rio de Janeiro</em></a>. Portugal : Editores Adriano Ramos Pinto, 2000.</p>
<p>DEL BRENNA, Giovanna Rosso (org.). <em>O Rio de Janeiro de Pereira Passos: Uma cidade em questão II</em>. Rio de Janeiro:Index, 1985</p>
<p>DE LOS RIOS FILHO, Adolfo Morales. <em>Dois Notáveis Engenheiros: Pereira Passos e Vieira Souto</em>. Rio de Janeiro: Edit</p>
<p><a href="http://www.inventariodosmonumentosrj.com.br/index.asp?iMENU=catalogo&amp;iiCOD=313&amp;iMONU=Fonte%20Ramos%20Pinto" target="_blank">Inventário dos Monumentos &#8211; RJ</a></p>
<p>LENZI, Maria Isabel Ribeiro. <em>Pereira Passos: Notas de Viagens</em>. Rio de Janeiro:Editora Sextante, 2000.</p>
<p><em>O GLOBO</em>, <a href="https://oglobo.globo.com/rio/monumento-centenario-sofre-com-depredacao-em-botafogo-zona-sul-do-rio-2770222" target="_blank">3 de novembro de 2011</a></p>
<p><a href="https://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/10/rio-vai-gastar-r-100-mil-para-refazer-estatua-que-teve-cabeca-arrancada.html" target="_blank"><em>G1,</em> 23 de outubro de 2012</a></p>
<p>OLIVEIRA REIS, José de. <em>O Rio de Janeiro e seus prefeitos, evolução urbanística da cidade. vol.3</em>, Rio de Janeiro, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, 1977.</p>
<p>PINHEIRO, Manoel Carlos; FIALHO JR, Renato. <em><a href="http://portalgeo.rio.rj.gov.br/estudoscariocas/download/2376_Pereira%20Passos%20vida%20e%20obra.pdf" target="_blank">Pereira Passos: vida e obra</a></em> in coleção Estudos Cariocas. Rio de Janeiro:IPP/Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, 1996.</p>
<p><a href="http://inventariodosmonumentosrj.com.br/index.asp?iMENU=catalogo&amp;iiCOD=313&amp;iMONU=Fonte%20Ramos%20Pinto" target="_blank">Monumentos do Rio</a></p>
<p>SANTOS, Maria Isabela Mendonça. <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14719" target="_blank"><em>A estereoscopia e o olhar da modernidade</em></a> in Brasiliana Fotográfica, 29 de maio de 2019.</p>
<p><em>Veja Rio</em>, <a href="https://vejario.abril.com.br/coluna/vinoteca/a-estatua-do-vinho-fica-no-rio-de-janeiro/" target="_blank">27 de julho de 2016</a> e <a href="https://vejario.abril.com.br/programe-se/saiba-a-historia-tras-do-monumento-na-entrada-do-tunel-novo/" target="_blank">9 de janeiro de 2017</a></p>
<p>WANDERLEY, Andrea C.T. <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank"><em>O brilhante cronista visual Marc Ferrez (RJ, 07/12/1843 – RJ, 12/01/1923)</em></a> in Brasiliana Fotográfica, 7 de dezembro de 2016.</p>
<p>WANDERLEY, Andrea C.T.<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank"><em>O fotógrafo amador Guilherme Santos (1871 – 1966)</em></a> in Brasiliana Fotográfica. 28 de julho de 2016.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido&#8221; XXIII e Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; XVII &#8211; A Praia e a Rua do Russel, na Glória</title>
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		<pubDate>Mon, 15 May 2023 17:08:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Avenida Beira Mar]]></category>
		<category><![CDATA[bota-abaixo]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Pereira Passos]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Moreira Salles]]></category>
		<category><![CDATA[Praia do Russel]]></category>
		<category><![CDATA[reforma urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Rua do Russel]]></category>
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		<category><![CDATA[Série "Avenidas e ruas do Brasil"]]></category>
		<category><![CDATA[Série Rio de Janeiro desaparecido]]></category>

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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica publica o 23º artigo da Série O Rio de Janeiro desaparecido e o 17º da série Avenidas e ruas do Brasil, com o tema Praia e a Rua do Russel, na Glória. A Praia do Russel, que desapareceu completamente, na década de 1960, com a criação do Aterro do Flamengo, teve aterrada uma grande parte, em meados da década de 1900, para a construção da Avenida Beira-Mar, inaugurada, em 1906. A Rua do Russel, que teve aprovada sua denominação, em janeiro de 1868, será durante os próximos quatro anos o local da sede carioca do Instituto Moreira Salles, uma das instituições fundadoras do portal. A publicação traz imagens produzidas pelos fotógrafos Antônio Caetano da Costa Ribeiro, Archanjo Sobrinho, Augusto Malta, Georges Leuzinger, Guilherme Santos, Jorge Kfuri, Juan Gutierrez  e Marc Ferrez.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Brasiliana Fotográfica publica o 23º artigo da Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>e o 17º da série <em>Avenidas e ruas do Brasil, </em>com o tema Praia e Rua do Russel, na Glória. Grande parte da Praia do Russel foi aterrada, em meados da década de 1900, para a construção da Avenida Beira-Mar, inaugurada, em 1906, cuja abertura foi, assim como a execução da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">Avenida Central</a>, uma das grandes obras realizadas durante a gestão do prefeito <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7566" target="_blank">Francisco Pereira Passos (1836 &#8211; 1913)</a> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_04/13568" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 13 de novembro de 1906</a>). A Praia do Russel desapareceu completamente com a criação do Aterro do Flamengo, na década de 1960. A Rua do Russel será durante os próximos quatro anos o local da sede carioca do Instituto Moreira Salles, uma das instituições fundadoras do portal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9119" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9119/007ALA065.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="476" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9119" target="_blank">Jorge Kfuri. Acampamento americano na Praia do Russel, c. 1921. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A publicação traz imagens produzidas pelos fotógrafos amadores Archanjo Sobrinho (18? &#8211; 19?) e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank">Guilherme Santos (1871 &#8211; 1966)</a>, por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5398" target="_blank">Juan Gutierrez (c. 1860 &#8211; 1897)</a>, um dos mais importantes fotógrafos paisagistas dos oitocentos, no Brasil; pelo alagoano <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</a>, fotógrafo da Prefeitura do Rio de Janeiro entre 1903 e 1937; por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16103" target="_blank">Jorge Kfuri (1893 &#8211; 1965)</a>, autor das primeiras fotografias aéreas do Rio de Janeiro, por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2492" target="_blank">Georges Leuzinger (1813 &#8211; 1892)</a>, um dos mais importantes difusores para o mundo da fotografia sobre o Brasil no século XIX, além de pioneiro das artes gráficas no país; por Antônio Caetano da Costa Ribeiro (18? &#8211; 19?) e por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a>, cuja vasta e abrangente obra iconográfica se equipara a dos maiores nomes da fotografia do mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Russel, a praia é do Russel em nome, porque propriamente falando ela é de El-Rei, do seu povo e dos poetas que ali vão inspirar-se. é uma praia parnaso&#8221;.</em></span></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/27784" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, de 12 de setembro de 1871</a></p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/27784" target="_blank"> </a></p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6372" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6372/GT53.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="492" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6372" target="_blank">Juan Gutierrez. Praia do Russel, c. 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo MHN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O prefeito Pereira Passos promoveu uma significativa reforma urbana no Rio de Janeiro, realizando diversas demolições, conhecidas popularmente como a política do “bota-abaixo”, que contribuiu fortemente para o surgimento do Rio de Janeiro da <em>Belle </em><em>Époque. </em>Essas transformações foram definidas por Alberto Figueiredo Pimentel (1869-1914), autor da seção “Binóculo”, da <em>Gazeta de Notícias</em>, com a máxima “O Rio civiliza-se”, que se tornou o <em>slogan</em> da reforma urbana carioca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9704" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9704/007A6P3F03-024.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="554" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9704" target="_blank">Marc Ferrez. Avenida Beira-Mar &#8211; Cais da Glória, 1910. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/352" target="_blank">Acessando o link para as fotografias da Praia do Russel selecionadas e disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá visualizar e magnificar as imagens.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9934" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9934/001AS001002.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="344" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9934" target="_blank">Archanjo Sobrinho. Praia do Russel e Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, c. 1895. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Voltando à Praia do Russel. Até os primeiros anos da década de 1860, chamava-se Praia de Pedro I, mas com o início das operações da primeira empresa responsável pelo tratamento do esgoto da cidade, a Rio de Janeiro City Improvements Limited, mudou de nome (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/217280/21477" target="_blank"><em>Correio Mercantil</em>, 30 de janeiro de 1863, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/24883" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 13 de setembro de 1869, terceira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;O leitor conhece a formosa praia que circunda a pitoresca colina da Glória; chamam-na praia do Russel. Aí se vai banhar crescido número de pessoas&#8221;. </em></span></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/27141" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 6 de abril de 1871</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A lei n. 719, de 28 de setembro de 1853, aprovada pelo<a style="color: #000000;" href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1824-1899/decreto-1929-29-abril-1857-557949-publicacaooriginal-78724-pe.html" target="_blank"> decreto n. 1.929, de 29 de abril de 1857</a>, autorizou o contrato estabelecido entre o governo imperial e os empresários Joaquim Pereira Viana de Lima Júnior e João Frederico Russell (18? &#8211; 1888), cujo sobrenome acabou dando nome à praia e a um pequeno bairro entre a Glória e o Flamengo. Ele era engenheiro, filho de ingleses, e morava numa casa, na Praia do Russel, demolida em 1920 para a construção do <a style="color: #000000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?s=hotel+gl%C3%B3ria" target="_blank">Hotel Glória</a>, inaugurado em 15 de agosto de 1922. Russel foi o presidente da Companhia Melhoramentos da Cidade de Santos (<a style="color: #000000;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/217280/21477" target="_blank"><em>Correio Mercantil</em>, 30 de janeiro de 1863, terceira coluna)</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32635" style="width: 938px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/313394x/44230" target="_blank"><img class="  wp-image-32635" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/russel2.png" alt="russel2" width="928" height="303" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/313394x/44230" target="_blank">Almanak Administrativo, Mercantil e Comercial do Rio de Janeiro, 1878</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8501" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8501/014GLAS085.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="558" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8501" target="_blank">Georges Leuzinger. Praia do Flamengo, Rua do Russel e Glória, a partir da Ilha de Villegagnon, c. 1866. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o contrato, os empresários teriam a exclusividade, durante noventa anos, sobre o serviço de limpeza das casas e do esgoto das águas pluviais da cidade do Rio de Janeiro. A obras começaram em 1862, ano em que o <a href="https://www.diariodasleis.com.br/legislacao/federal/194876-estabelece-condiues-para-a-execuuuo-das-obras-de-que-trata-o-u-3u-da-condiuuo-2u-do-contracto-de-25-de-abril-de-1857.html" target="_blank">Decreto n. 3.004, de 21 de novembro</a> estabeleceu as condições para a execução de itens presentes no mencionado contrato de 1857, que admitiu a constituição de uma empresa fora do país para realizar as obras de implantação do sistema de esgotamento sanitário. Coube ao membro do Instituto de Engenheiros Civis de Londres, Eduardo Gotto, a elaboração do projeto do sistema contratado, bem como a constituição de uma empresa de capital inglês, a The Rio de Janeiro City Improvements Company Limited, conhecida depois como City, para a qual o contrato de Russel e Lima Junior foi transferido, em maio de 1863 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_05/3952" target="_blank"><em>Correio da Manhã,</em> 15 de novembro de 1940</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4290" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4290/BR%20RJAGCRJ.SGEC.DHD.AM.PDF.AM.NG.976.2058.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="479" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4290" target="_blank">Augusto Malta. Praia do Russel, 1905. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Rua do Russel teve aprovada essa denominação em 1868. Ficava no prolongamento da Praia do Flamengo e terminava junto às obras do esgoto (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/217280/28673" target="_blank"><em>Correio Mercantil</em>, 29 de janeiro de 1868, sexta coluna)</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32636" style="width: 498px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/217280/28673" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32636" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/russel3.jpg" alt="Correio Mercantil, 29 de janeiro de 1868" width="488" height="150" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/217280/28673" target="_blank"><em>Correio Mercantil,</em> 29 de janeiro de 1868</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32628" style="width: 489px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/27006" target="_blank"><img class="wp-image-32628 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/russel.jpg" alt="Diário do Rio de Janeiro, 3 de março de 1871" width="479" height="272" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/27006" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 3 de março de 1871</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma das primeiras casas construídas no local foi a do hotel-balneário Grand Chalet, do comendador Domingos Moitinho, importante industrial brasileiro (c. 1825 &#8211; 1895), que morava num casarão ao lado que foi, posteriorente, transformado no Hotel Russel.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32634" style="width: 173px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/103730_01/4198" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32634" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/russel1.jpg" alt="Gazeta de Notícias, 24 de junho de 1878" width="163" height="417" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/103730_01/4198" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 24 de junho de 1878</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Também moraram no Russel o poeta Francisco Otaviano (1825 &#8211; 1899) e Hugo A. Gruber, autor do livro <em>Método de Ahn, ensino prático de aprender com facilidade a língua francesa</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/706868/136" target="_blank"><em>O Sexo Feminino</em>, 6 de junho de 1874</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10225" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10225/002080RJ2719.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="300" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10225" target="_blank">Guilherme Santos. Sobrado na Gloria, c. 1925. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9366" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9366/007A5P3F13-010.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="519" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9366" target="_blank">A. Ribeiro. Rua do Russel; Avenida Beira-Mar, c. 1918. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p><a href="https://bafafa.com.br/turismo/bairros/praia-do-russel-antiga-praia-dom-pedro-i-extinta-em-1905-para-a-construcao-da-av-beira-mar" target="_blank">Agenda Bafafá</a></p>
<p><a href="http://mapa.an.gov.br/index.php/dicionario-primeira-republica/614-engenheiro-reparticao-fiscal-do-governo-junto-a-the-rio-de-janeiro-city-improvements-company" target="_blank">A</a><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_05/3952" target="_blank">rquivo Nacional</a></p>
<p>GERSON, Brasil. <em>História das Ruas do Rio</em>. Rio de Janeiro: Bem-Te-Vi, 2013.</p>
<p><a href="http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p><a href="https://cedae.com.br/portals/0/historia_tratamento_esgoto_1.pdf" target="_blank">Portal da Cedae</a></p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/709743/2543" target="_blank"><em>Revista de Engenharia</em>, 14 de março de 1888</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Links para os outros artigos da Série O Rio de Janeiro desaparecido</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">Série</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> O Rio de Janeiro desaparecido </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">I</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> </a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">- </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><em>Salas de cinema do Rio de Janeiro do início do século XX</em></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><strong>, </strong>de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de fevereiro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>II<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621"><i>A Exposição Nacional de 1908 na Coleção Família Passos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">, de autoria de Carla Costa, historiadora do Museu da República, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 5 de abril de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6248" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> III – <i>O Palácio Monroe</i>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 9 de novembro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9138" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>IV<em> -</em><em> </em><i>A via elevada da Perimetral<strong>,</strong></i> de autoria da historiadora Beatriz Kushnir, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2017.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>V<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>, Ferrez, Malta e Charles Dunlop<strong>, </strong>d</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">e autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de julho de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i>O primeiro Palácio da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de setembro de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i>O Morro de Santo Antônio na Casa de Oswaldo Cruz</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">de autoria de historiador Ricardo Augusto dos Santos da Casa de Oswaldo Cruz</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 5 de fevereiro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VIII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i>A demolição do Morro do Castelo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 30 de abril de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>IX<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i>Estrada de Ferro Central do Brasil: estação e trilhos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de novembro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>X<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i>No Dia dos Namorados, um pouco da história do Pavilhão Mourisco em Botafogo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de junho de 2020.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>XI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i>A Estrada de Ferro do Corcovado e o</i> <i>mirante Chapéu de Sol</i>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 22 de julho de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25489">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>XII <i>– o Teatro Lírico (Theatro Lyrico),</i> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 15 de setembro de 2021</a>.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25759" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIII<em> – O Convento da Ajuda</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de outubro de 202</a>1.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25175" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIV<em> – </em>O<em> Conselho Municipal</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de novembro de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25474" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XV<em> – A Praia de Santa Luzia no primeiro dia do verão</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 21 de dezembro de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26333">Série<em> O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVI &#8211; <em>O prédio da Academia Imperial de Belas Artes</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, publicado na Brasiliana Fotográfica em 13 de janeiro de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26587" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XVII<em> – Igreja São Pedro dos Clérigos</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 18 de março de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27390" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVIII &#8211; <em>A Praça Onze</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de abril de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27549" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XIX &#8211; <em>A Igrejinha de Copacabana</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2022.</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27622" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XX &#8211; <em>O Pavilhão dos Estados, futuro prédio do Ministério da Agricultura</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de julho de 2022.</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27670%20" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXI &#8211; <em>O Chafariz do Largo da Carioca</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de setembro de 2022. </a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29820" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXII &#8211; <em>A Cadeia Velha que deu lugar ao Palácio Tiradentes</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 11 de abril de 2023.</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32291" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIV &#8211; <em>O luxuoso Palace Hotel, na Avenida Rio Branco, uma referência da vanguarda artística no Rio de Janeiro,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 4 de julho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32451" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXV<em> &#8211; O Theatro Phenix,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 5 de setembro de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34365" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D34365&amp;source=gmail&amp;ust=1702655036919000&amp;usg=AOvVaw3b3Tx7K9JhoBwFxL6ka8RZ">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVI &#8211; <em>Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo por Augusto Malta,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 14 de dezembro de 2023</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32431" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVII e Série <em>Os arquitetos do Rio de Janeiro</em> V &#8211; <em>O Jockey Club e o Derby Club, na Avenida Rio Branco e o arquiteto Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920)</em>, de autoria de Andrea c. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, em 15 de janeiro de 2024</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>Links para as outras publicações da série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221;</strong></span></p>
<p> <a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; I &#8211; Avenida Central, atual Rio Branco, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 7 de setembro de 2016</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18113">Série “Avenidas e ruas do Brasil” II – A Rua do Imperador em Petrópolis por Klumb, Leuzinger e Stahl, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 26 de junho de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20105">Série “Avenidas e ruas do Brasil” III – A Rua do Bom Jesus, no Recife, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 6 de agosto de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20381">Série “Avenidas e ruas do Brasil” IV – A Rua 25 de Março, em São Paulo, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 1º de setembro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20682">Série “Avenidas e ruas do Brasil” V &#8211; A Rua Direita, a Rua das Mercês e a Rua Macau do Meio, em Diamantina, Minas Gerais, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 22 de outubro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20708" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” VI  &#8211; Rua Augusto Ribas e outras, em Ponta Grossa, no Paraná, pelo fotógrafo Luiz Bianchi, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 16 de novembro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20721">Série “Avenidas e ruas do Brasil” VII – A Avenida Atlântica, em Copacabana, no Rio de Janeiro, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 23 de dezembro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21888" target="_blank">Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil VIII &#8211; A Rua da Carioca por Cássio Loredano, de autoria de Cássio Loredano, publicada em 20 de janeiro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=23162" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” IX – Ruas e panoramas do bairro do Catete, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 14 de julho de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25825" target="_blank">Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; X &#8211; A Rua da Ajuda, no Rio de Janeiro, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 9 de novembro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25358http://" target="_blank">Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; XI &#8211; A Rua da Esperança, em São Paulo, por Vincenzo Pastore, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 14 de dezembro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26514http://" target="_blank">Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; XII &#8211; A Avenida Paulista, o coração pulsante da metrópole, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 21 de janeiro de 2022</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27660" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” XIII &#8211; A Rua Buenos Aires no Centro do Rio de Janeiro, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 19 de julho de 2022</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27822" target="_blank">Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; XIV &#8211; A Avenida Presidente Vargas, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 31 de agosto de 2022</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26995" target="_blank">Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; XV &#8211; Misericórdia: rua, largo e ladeira, no Rio de Janeiro, por Cássio Loredano, de autoria de Cássio Loredano, publicada em 8 de dezembro de 2022</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30124" target="_blank">Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; XVI &#8211; Série “Avenidas e ruas do Brasil” XVI – Alguma coisa acontece no meu coração, a Avenida São João nos 469 anos de São Paulo, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 25 de janeiro de 2023</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32975" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” XVIII &#8211; Avenida Beira-Mar, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 22 de janeiro de 2024</a></span></p>
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]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=31131</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido&#8221; XV &#8211; A praia de Santa Luzia no primeiro dia do verão</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25474</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25474#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2021 11:25:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Aeroporto Santos Dumont]]></category>
		<category><![CDATA[Affonso Segreto]]></category>
		<category><![CDATA[aterro]]></category>
		<category><![CDATA[Augusto Malta]]></category>
		<category><![CDATA[Belle Époque]]></category>
		<category><![CDATA[bota-abaixo]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
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		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Irmãos Roberto]]></category>
		<category><![CDATA[Juan Gutierrez de Padilla]]></category>
		<category><![CDATA[Marc Ferrez]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Roberto]]></category>
		<category><![CDATA[Milton Roberto]]></category>
		<category><![CDATA[Morro do Castelo]]></category>
		<category><![CDATA[Ponta do Calabouço]]></category>
		<category><![CDATA[Praia de Santa Luzia]]></category>
		<category><![CDATA[reforma urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Revert Henrique Klumb]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigues & C°. Editores e Proprietários.]]></category>
		<category><![CDATA[Série "O Rio de Janeiro desaparecido"]]></category>
		<category><![CDATA[urbanização]]></category>

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		<description><![CDATA[No 15º artigo da série "O Rio de Janeiro desaparecido", publicado no primeiro dia do verão de 2021, o tema é a praia de Santa Luzia, que ficava em frente à igreja homônima, no Centro da cidade, e era uma das preferidas dos banhistas cariocas. A mais antiga imagem dessa praia disponível no acervo fotográfico do portal foi produzida, em torno de 1866, pelo fotógrafo e editor suíço Georges Leuzinger. Há ainda registros realizados por Augusto Malta, Juan Gutierrez, Marc Ferrez (1843 - 1923), Revert Henrique Klumb e por Rodrigues &#038; C°. Editores e Proprietários. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No 15º artigo da série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em>, publicado no primeiro dia do verão de 2021, o tema é a praia de Santa Luzia, que ficava em frente à igreja homônima, no Centro da cidade e era uma das preferidas dos banhistas cariocas. A mais antiga imagem dessa praia disponível no acervo fotográfico da Brasiliana Fotográfica foi produzida em torno de 1866 pelo fotógrafo e editor suíço <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2492" target="_blank">Georges Leuzinger (1813 &#8211; 1892)</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8509" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8509/014GLAS092.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="567" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8509" target="_blank">Georges Leuzinger. Igreja de Santa Luzia, c. 1866. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há ainda registros realizados por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5398" target="_blank">Juan Gutierrez (c. 1860 &#8211; 1897)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5809" target="_blank">Revert Henrique Klumb (c. 1826 &#8211; c. 1886)</a> e por Rodrigues &amp; C°. Editores e Proprietários. A grande maioria das fotografias são da paisagem, mas há uma, de autoria de Gutierrez, de uma trincheira montada durante a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2375" target="_blank">Revolta da Armada</a>, entre 1893 e 1894. Uma curiosidade: foi justamente durante uma outra revolta ocorrida no Brasil, a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3002" target="_blank">Guerra de Canudos</a>, que Gutierrez faleceu. Em 28 de junho, foi mortalmente ferido (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=364568_08&amp;PagFis=25342" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 13 de julho de 1897, na terceira coluna sob o título “Expedição de Canudos</a>” e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=18907" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 7 de setembro de 1897, na primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5282" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5282/002055RevdaArmada031.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="532" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5282" target="_blank">Juan Gutierrez. Revolta da Armada &#8211; Trincheira da Praia de Santa Luzia, c. 1893. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/287" target="_blank">Acessando o link para as fotografias da Praia de Santa Luzia disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 717px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6315" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6315/GT19.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="707" height="491" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6315" target="_blank">Juan Gutierrez. Rua e praia de Santa Luzia, 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Voltando à praia de Santa Luzia. Em suas margens foi construída a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19794" target="_blank">Santa Casa da Misericórdia</a>, em meados do século XVI.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 716px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/607" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/607/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="706" height="332" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/607" target="_blank">Revert Henrique Klumb; Paulo Robin. La Miséricorde et l&#8217;Ile de Villegaignon, s/d. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1898,  um dos pioneiros do cinema no Brasil, o italiano Affonso Segreto (1875 &#8211; 1919), filmou o documentário <em>A Praia de Santa Luzia</em>, um de seus primeiros registros cinematográficos do Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_25501" style="width: 408px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Affonso_Segretto#/media/Ficheiro:Afonso_Segreto.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-25501" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/segreto.jpg" alt="Affonso Segreto, pioneiro do cinema no Brasil e realizador do documentário A Praia de Santa Luzia, em 1898" width="398" height="380" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Affonso_Segretto#/media/Ficheiro:Afonso_Segreto.jpg" target="_blank">Affonso Segreto, pioneiro do cinema no Brasil e realizador do documentário <em>A Praia de Santa Luzia</em>, em 1898</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Até o início do século XX, a praia de Santa Luzia era uma opção de lazer no Rio de Janeiro, mas sua descaracterização começou, em 1905, quando o então prefeito <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7566" target="_blank">Francisco Pereira Passos (1836 &#8211; 1913)</a> mandou construir barracões que funcionariam como garagens para os barcos dos clubes de remo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_25500" style="width: 614px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_01/2895" target="_blank"><img class="size-full wp-image-25500" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/santaluzia.jpg" alt="Revista da Semana, de 1905" width="604" height="407" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_01/2895" target="_blank">Praia e Igreja de Santa Luzia. À esquerda, em segundo plano, o Grande Estabelecimento de Banhos de Mar de Santa Luzia /<em> Revista da Semana</em>, 29 de janeiro de 1905</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_26568" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_01/5637" target="_blank"><img class="size-full wp-image-26568" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/regata.jpg" alt="Revista da Semana, de 1907" width="515" height="527" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_01/5637" target="_blank">Regata na Praia de Santa Luzia / <em>Revista da Semana</em>, 24 de fevereiro de 1907</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante o seu mandato, entre 1902 e 1906, Pereira Passos realizou uma extensa reforma urbana, tendo ordenado diversas demolições, conhecidas como a política do &#8220;bota-abaixo&#8221;, que contribuíram para o surgimento do Rio de Janeiro da <em>Belle </em><em>Époque. </em>Entre as obras dessa época, foi aberta a avenida Beira Mar, que estendeu  a linha litoral do entroncamento da praia de Santa Luzia até o Largo da Glória.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9218" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9218/001RO002009.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="385" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9218" target="_blank">Rodrigues &amp; C°. Editores e Proprietários. Praia e Igreja de Santa Luzia, c. 1906. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1922, com a derrubada do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030" target="_blank">Morro do Castelo</a>, foi construída a Esplanada do Castelo, diminuindo muito a faixa de areia da Praia de Santa Luzia. Foi substituída na preferência dos banhistas pela Praia das Virtudes, que ficava na altura da avenida Beira Mar entre a avenida Presidente Antônio Carlos e a rua Marechal Câmara, ao lado da praia de Santa Luzia (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/5439" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 13 de janeiro de 1931, penúltima coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_25506" style="width: 272px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/luziaoglobo12dejnaeirode-1931.jpg"><img class="size-full wp-image-25506" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/luziaoglobo12dejnaeirode-1931.jpg" alt="O Globo, 12 de janeiro de 1931" width="262" height="160" /></a><p class="wp-caption-text"><em>O Globo</em>, 12 de janeiro de 1931</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi na década de 1930, que o que restava da praia de Santa Luzia e da Ponta do Calabouço desapareceram em consequência da ampliação do aterro, feito com entulho do desmanche do Morro do Castelo, para a construção do Aeroporto Santos Dumont, inaugurado oficialmente em 30 de novembro de 1936 com a presença do presidente da República, Getulio Vargas (1882 &#8211; 1954). Chamava-se anteriormente Aeroporto do Calabouço e teve seu nome alterado por ordem de Getulio para homenagear o <em>Pai da Aviação</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093092_02/27058" target="_blank"><em>Diário Carioca</em>, 20 de outubro de 1936, última coluna)</a>. O terminal de passageiros, projeto dos arquitetos Marcelo Roberto (1908-1964) e Milton Roberto (1914-1953), que venceram um concurso realizado pelo Ministério da Aeronáutica, ficou pronto em 1945.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7872" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7872/Album%200035%20046%20CT.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="458" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7872" target="_blank">Escola de Aviação Militar. Vista Aérea da Ponta do Calabouço, 18 de junho de 1935. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Aeroespacial</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7514" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7514/Alb%200294%20160ct.jpg.jpg?sequence=5&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="442" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7514" target="_blank">Escola de Aviação Militar. Vista Aérea Aeroporto Santos Dumont, 22 de novembro de 1941. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Aeroespacial</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>ANDREATTA, Verena; CHIAVARI, Maria Pace; e REGO, Helena. <em><a class="external text" href="http://portalgeo.rio.rj.gov.br/estudoscariocas/download/2418_O%20Rio%20de%20Janeiro%20e%20sua%20orla.pdf" rel="nofollow">O Rio de Janeiro e a sua orla: história, projetos e identidade carioca</a></em>. Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, dezembro de 2009.</p>
<p><a href="https://diariodorio.com/conheca-praias-cariocas-que-foram-extintas/" target="_blank">Diário do Rio de Janeiro</a></p>
<p>MELO, Victor Andrade. <em><a href="https://www.passeidireto.com/arquivo/55862736/remo-modernidade-e-pereira-passos" target="_blank">Remo, modernidade e Pereira Passos: primórdios das políticas públicas de esporte no Brasil. </a>Revista do Núcleo de Estudos e Pequisas sobre Esporte e Sociedade &#8211; </em>Universidade Federal Fluminense, julho/outubro de 2006</p>
<p><a href="https://riomemorias.com.br/memoria/praia-de-santa-luzia/" target="_blank">Rio Memórias</a></p>
<p><a href="https://www4.infraero.gov.br/aeroportos/aeroporto-do-rio-de-janeiro-santos-dumont/sobre-o-aeroporto/historico/" target="_blank">Site Infraero</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Links para os outros artigos da Série O Rio de Janeiro desaparecido</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">Série</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> O Rio de Janeiro desaparecido </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">I</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> </a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">- </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><em>Salas de cinema do Rio de Janeiro do início do século XX</em></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><strong>, </strong>de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de fevereiro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>II<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621"><i>A Exposição Nacional de 1908 na Coleção Família Passos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">, de autoria de Carla Costa, historiadora do Museu da República, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 5 de abril de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6248" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> III – <i>O Palácio Monroe</i>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 9 de novembro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9138" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>IV<em> -</em><em> </em><i>A via elevada da Perimetral<strong>,</strong></i> de autoria da historiadora Beatriz Kushnir, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2017.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>V<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>, Ferrez, Malta e Charles Dunlop<strong>, </strong>d</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">e autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de julho de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i>O primeiro Palácio da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de setembro de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i>O Morro de Santo Antônio na Casa de Oswaldo Cruz</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">de autoria de historiador Ricardo Augusto dos Santos da Casa de Oswaldo Cruz</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 5 de fevereiro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VIII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i>A demolição do Morro do Castelo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 30 de abril de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>IX<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i>Estrada de Ferro Central do Brasil: estação e trilhos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de novembro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>X<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i>No Dia dos Namorados, um pouco da história do Pavilhão Mourisco em Botafogo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de junho de 2020.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>XI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i>A Estrada de Ferro do Corcovado e o</i> <i>mirante Chapéu de Sol</i>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 22 de julho de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25489">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>XII <i>– o Teatro Lírico (Theatro Lyrico),</i> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 15 de setembro de 2021</a>.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25759" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIII<em> – O Convento da Ajuda</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de outubro de 202</a>1.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25175" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIV<em> – </em>O<em> Conselho Municipal</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de novembro de 2021.</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26333">Série<em> O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVI &#8211; <em>O prédio da Academia Imperial de Belas Artes</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, publicado na Brasiliana Fotográfica em 13 de janeiro de 2022.</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26587" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XVII<em> – Igreja São Pedro dos Clérigos</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 18 de março de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27390" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVIII &#8211; <em>A Praça Onze</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de abril de 2022.</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27549" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XIX &#8211; <em>A Igrejinha de Copacabana</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2022.</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27622" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XX &#8211; <em>O Pavilhão dos Estados</em>, futuro prédio do Ministério da Agricultura, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de julho de 2022.</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27670%20" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXI &#8211; <em>O Chafariz do Largo da Carioca</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de setembro de 2022. </a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29820" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXII &#8211; <em>A Cadeia Velha que deu lugar ao Palácio Tiradentes</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 11 de abril de 2023</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIII e </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank"><em>Avenidas e ruas do Brasil</em> XVII </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">- <em>A Praia e a Rua do Russel, na Glória</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 15 de maio de 2023</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32291" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIV &#8211; <em>O luxuoso Palace Hotel, na Avenida Rio Branco, uma referência da vanguarda artística no Rio de Janeiro,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 4 de julho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32451" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXV<em> &#8211; O Theatro Phenix,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 5 de setembro de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34365" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D34365&amp;source=gmail&amp;ust=1702655036919000&amp;usg=AOvVaw3b3Tx7K9JhoBwFxL6ka8RZ">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVI &#8211; <em>Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo por Augusto Malta,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 14 de dezembro de 2023</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32431" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVII e Série <em>Os arquitetos do Rio de Janeiro</em> V &#8211; <em>O Jockey Club e o Derby Club, na Avenida Rio Branco e o arquiteto Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920)</em>, de autoria de Andrea c. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, em 15 de janeiro de 2024</span></a></p>
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		<title>Série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido&#8221; XIV &#8211; O Conselho Municipal do Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2021 15:37:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Augusto Malta]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Municipal do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Pereira Passos]]></category>
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		<category><![CDATA[Luciano Carneiro]]></category>
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		<description><![CDATA[No 14º artigo da Série "O Rio de Janeiro desaparecido", o tema é o Conselho Municipal do Rio de Janeiro, fotografado pelo alagoano Augusto Malta, em torno de 1904, em seus primeiros anos como fotógrafo oficial da Prefeitura do Rio de Janeiro, cargo que ocupou de 1903 a 1936. O prédio localizava-se na Praça Ferreira Viana, no antigo Largo da Mãe do Bispo, hoje Praça Floriano. Em 1918, o edifício foi demolido para dar lugar ao prédio atual, denominado Palácio Pedro Ernesto, inaugurado em 1923, onde funciona a Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No 14º artigo da Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em>, o tema é o Conselho Municipal do Rio de Janeiro, fotografado pelo alagoano Augusto Malta, em torno de 1904, em seus primeiros anos como fotógrafo oficial da Prefeitura do Rio de Janeiro, cargo que ocupou de 1903 a 1936. Localizava-se na Praça Ferreira Viana, no antigo Largo da Mãe do Bispo, hoje Praça Floriano, no centro da cidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_25178" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8230" target="_blank"><img class="size-large wp-image-25178" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/conselho-1024x654.jpg" alt="Augusto Malta. Conselho Municipal, c. 1904. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS" width="768" height="491" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8230" target="_blank">Augusto Malta. Conselho Municipal, c. 1904. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O prédio, cuja pedra fundamental foi lançada, em 22 de maio de 1871, abrigou o Colégio São José e, a partir de 1895, o Conselho Municipal do Rio de Janeiro. Durante a reforma urbana empreendida pelo prefeito <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7566" target="_blank">Francisco Pereira Passos (1836 &#8211; 1913)</a>, entre 1903 e 1906,  parte da imprensa, homens públicos e especialistas em saúde e tecnologia pressionaram o governo no sentido de condenar a arquitetura de citação portuguesa ou que viesse do período colonial. Mas o prefeito decidiu manter o prédio do Conselho Municipal, que tinha esse perfil, e, a seu lado, erguer o <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9445" target="_blank">Teatro Municipal do Rio de Janeiro</a>, inaugurado em 14 de julho de 1909. Segundo André Nunes de Azevedo, Pereira Passos propunha, dessa forma, <em>um futuro que encarava o passado sem temor, sem desejo de superá-lo, de vencê-lo, mas como parte dele</em>.</p>
<p>Em 1918, o edifício foi demolido para dar lugar ao prédio atual, denominado Palácio Pedro Ernesto, inaugurado em 1923, onde funciona a Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. Foi projetado por Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920), porém ele faleceu em 14 de setembro de 1920. Na época, seu sócio era o franco-suíço Francique Cuchet (18? &#8211; 19?). Com sua morte, o arquiteto cearense Archimedes Memória (1893 &#8211; 1960) e Cuchet estabeleceram contrato de sociedade em partes iguais do “Escriptorio Technico Heitor de Mello – A. Memória &amp; F. Couchet, architectos. Foram  eles que deram continuidade ao projeto do Palácio Pedro Ernesto, iniciado por Heitor de Mello (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830305/1950" target="_blank"><em>Vida Doméstica</em>, 21 de julho de 1923</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_25245" style="width: 434px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://pt.wikibooks.org/wiki/A_cidade_do_Rio_de_Janeiro_no_s%C3%A9culo_XX/Primeira_metade_do_s%C3%A9culo_XX#/media/Ficheiro:Conselho_Municipal_do_Rio_de_Janeiro.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-25245" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/conselho2.jpg" alt="Conselho Municipal do Rio de Janeiro / Cartão Postal da Casa Staffa, na rua do Ouvidor" width="424" height="543" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://pt.wikibooks.org/wiki/A_cidade_do_Rio_de_Janeiro_no_s%C3%A9culo_XX/Primeira_metade_do_s%C3%A9culo_XX#/media/Ficheiro:Conselho_Municipal_do_Rio_de_Janeiro.jpg" target="_blank">Conselho Municipal do Rio de Janeiro / Cartão Postal da Casa Staffa, na rua do Ouvidor, 127</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na edição de <em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/72215">O Cruzeiro</a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/72215">, de 9 de setembro de 1950</a>,<em> </em>foi publicada a matéria<em> Biografia da cidade – Do Convento da Ajuda às</em><em> luzes da Cinelândia</em> , com texto de Raymundo Athayde e fotos de Augusto Malta (1864 &#8211; 1957) e do importante fotojornalista <a href="https://ims.com.br/2017/06/01/sobre-luciano-carneiro/" target="_blank">Luciano Carneiro (1926 &#8211; 1959)</a>. Contava a história da Cinelândia e as fotos antigas que ilustraram a reportagem foram produzidas por Malta, em 1911. Uma delas, abaixo reproduzida, é um registro do Conselho Municipal. Lembramos que o <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25759" target="_blank">Convento da Ajuda foi o tema do 13º artigo da série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em>, publicado em 19 de outubro de 2021</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_25770" style="width: 630px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/003581/72218" target="_blank"><img class="size-full wp-image-25770" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/conselhomunicipal.bmp" alt="Conselho Municipal, por Augusto Malta / O Cruzeiro, 9 de setembro de 1950" width="620" height="474" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/003581/72218" target="_blank">Conselho Municipal, por Augusto Malta / <em>O Cruzeiro</em>, 9 de setembro de 1950</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>AZEVEDO, André Nunes de. <em>A grande reforma urbana do Rio de Janeiro: Rodrigues Alves, Pereira Passos e as ideias de civilização e progresso. Ri</em>o de Janeiro ; Ed PUC, 2016.</p>
<p><a href="https://diariodorio.com/historia-palacio-pedro-ernesto-camara-dos-vereadores-do-rio/" target="_blank">Diário do Ri</a>o</p>
<p>Dunlop, Charles Julius. <a href="https://reficio.cloud/pdf/dunlop/dunlop_legislativo_municipal.pdf" target="_blank"><em>Legislativo Municipal</em></a> in <em><a href="https://reficio.cloud/rio-antigo/dunlop-legislativo-municipal/" target="_blank">Rio Antigo</a></em>. 3ª Tiragem ed. Rio de Janeiro: Editora Rio Antigo, 1963. (Composto e impresso na Gráfica Laemmert, Ltda.).</p>
<p><a href="https://www.bn.gov.br/explore/acervos/hemeroteca-digital" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p><a href="https://pt.wikibooks.org/wiki/Ficheiro:Conselho_Municipal_do_Rio_de_Janeiro.jpg" target="_blank">Wikilivros</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Links para os outros artigos da Série O Rio de Janeiro desaparecido</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">Série</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> O Rio de Janeiro desaparecido </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">I</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> </a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">- </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><em>Salas de cinema do Rio de Janeiro do início do século XX</em></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><strong>, </strong>de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de fevereiro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>II<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621"><i>A Exposição Nacional de 1908 na Coleção Família Passos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">, de autoria de Carla Costa, historiadora do Museu da República, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 5 de abril de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6248" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> III – <i>O Palácio Monroe</i>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 9 de novembro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9138" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>IV<em> -</em><em> </em><i>A via elevada da Perimetral<strong>,</strong></i> de autoria da historiadora Beatriz Kushnir, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2017.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>V<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>, Ferrez, Malta e Charles Dunlop<strong>, </strong>d</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">e autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de julho de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i>O primeiro Palácio da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de setembro de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i>O Morro de Santo Antônio na Casa de Oswaldo Cruz</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">de autoria de historiador Ricardo Augusto dos Santos da Casa de Oswaldo Cruz</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 5 de fevereiro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VIII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i>A demolição do Morro do Castelo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 30 de abril de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>IX<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i>Estrada de Ferro Central do Brasil: estação e trilhos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de novembro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>X<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i>No Dia dos Namorados, um pouco da história do Pavilhão Mourisco em Botafogo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de junho de 2020.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>XI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i>A Estrada de Ferro do Corcovado e o</i> <i>mirante Chapéu de Sol</i>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 22 de julho de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25489">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>XII <i>– o Teatro Lírico (Theatro Lyrico),</i> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 15 de setembro de 2021</a>.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25759" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIII<em> – O Convento da Ajuda</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de outubro de 202</a>1.</span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25474" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XV<em> – A Praia de Santa Luzia no primeiro dia do verão</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 21 de dezembro de 2021.</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26333">Série<em> O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVI &#8211; <em>O prédio da Academia Imperial de Belas Artes</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, publicado na Brasiliana Fotográfica em 13 de janeiro de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26587" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XVII<em> – Igreja São Pedro dos Clérigos</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 18 de março de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27390" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVIII &#8211; <em>A Praça Onze</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de abril de 2022.</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27549" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XIX &#8211; <em>A Igrejinha de Copacabana</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2022.</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27622" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XX &#8211; <em>O Pavilhão dos Estados</em>, futuro prédio do Ministério da Agricultura, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de julho de 2022.</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27670%20" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXI &#8211; <em>O Chafariz do Largo da Carioca</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de setembro de 2022. </a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29820" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXII &#8211; <em>A Cadeia Velha que deu lugar ao Palácio Tiradentes</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 11 de abril de 2023</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIII e </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank"><em>Avenidas e ruas do Brasil</em> XVII </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">- <em>A Praia e a Rua do Russel, na Glória</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 15 de maio de 2023</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32291" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIV &#8211; <em>O luxuoso Palace Hotel, na Avenida Rio Branco, uma referência da vanguarda artística no Rio de Janeiro,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 4 de julho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32451" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXV<em> &#8211; O Theatro Phenix,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 5 de setembro de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34365" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D34365&amp;source=gmail&amp;ust=1702655036919000&amp;usg=AOvVaw3b3Tx7K9JhoBwFxL6ka8RZ">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVI &#8211; <em>Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo por Augusto Malta,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 14 de dezembro de 2023</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32431" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVII e Série <em>Os arquitetos do Rio de Janeiro</em> V &#8211; <em>O Jockey Club e o Derby Club, na Avenida Rio Branco e o arquiteto Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920)</em>, de autoria de Andrea c. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, em 15 de janeiro de 2024</span></a></p>
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		<title>Série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido&#8221; XIII &#8211; O Convento da Ajuda</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2021 11:13:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[bota-abaixo]]></category>
		<category><![CDATA[Convento da Ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Pereira Passos]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
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		<description><![CDATA[No 13º artigo da Série O Rio de Janeiro desaparecido, a Brasiliana Fotográfica traz para seus leitores fotografias do Convento da Ajuda produzidas pela Casa Leuzinger, do fotógrafo e editor suíço Georges Leuzinger (1813 - 1892), e por Augusto Malta (1864 - 1957). O Convento da Ajuda, como ficou conhecido o Convento de Nossa Senhora da Conceição, que ocupava uma grande parte da área onde atualmente fica a região da Cinelândia, no centro do Rio de Janeiro, foi o primeiro mosteiro feminino da cidade e o terceiro do Brasil. Foi demolido entre fins de 1911 e 1912.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No 13º artigo da Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em>, a Brasiliana Fotográfica traz para seus leitores fotografias do Convento da Ajuda produzidas pela Casa Leuzinger, do fotógrafo e editor suíço <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2492" target="_blank">Georges Leuzinger (1813 &#8211; 1892)</a>, e por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864 &#8211; 1957).</a> Leuzinger foi um dos mais importantes fotógrafos e difusores para o mundo da fotografia sobre o Brasil no século XIX, além de pioneiro das artes gráficas no país. Grande empreendedor, montou um sofisticado e diversificado complexo editorial, a Casa Leuzinger, que se tornaria um polo de publicações e de produções fotográficas, alçando o Brasil ao mesmo nível da produção europeia do setor. Malta foi o fotógrafo oficial da Prefeitura do Rio de Janeiro entre 1903 e 1936 e sua relação com a cidade e sua paisagem, construída, inicialmente, por seus deslocamentos com sua bicicleta, se expandiria para a formação de seu significativo legado iconográfico. Foi o mais  importante cronista fotográfico do Rio de Janeiro das primeiras décadas do século XX.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 715px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3154" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3154/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="705" height="578" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3154" target="_blank">Augusto Malta. C[onvento] da Ajuda : terraço onde as freras [sic] fasião [sic] recreio, s/d. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
<p>O Convento da Ajuda, como ficou conhecido o Convento de Nossa Senhora da Conceição, que ocupava uma grande parte da área onde atualmente fica a região da Cinelândia, no centro do Rio de Janeiro, foi o primeiro mosteiro feminino da cidade e o terceiro do Brasil. Ficava na <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25825" target="_blank">rua da Ajuda</a>, uma das importantes vias do Rio Antigo. Teve sua origem, em torno de 1678, quando dona Cecília Barbalho, suas três filhas solteiras e mais duas moças recolheram-se em uma pequena casa, no Campo da Ajuda, construída a partir de uma subscrição pública. Dona Cecília era filha do ex-governador Luis Barbalho Bezerra (1584 &#8211; 1644), herói da guerra contra os holandeses no nordeste; e irmã de Jerônimo Barbalho (?-1661), condenado à forca devido a sua atuação na Revolta da Cachaça, contra o governador Salvador Correia de Sá e Benevides (1594 ou 1602 &#8211; 1688), em 1660.</p>
<p>Foi fundado por monjas clarissas vindas do Convento de Santa Clara do Desterro da Bahia e construído pelo brigadeiro-engenheiro português José Fernandes Pinto Alpoim (1700 &#8211; 1765), sua inauguração, em 30 de março de 1750, aconteceu com grandes festejos populares e foi assistida pelo então governador Antônio Gomes Freire de Andrade(1685 &#8211; 1763) , o Conde de Bobadela.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_25855" style="width: 207px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.toponimiainsulana.com.br/pinto_alpoim.html" target="_blank"><img class="size-full wp-image-25855" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/alpoim.jpg" alt="O brigadeiro engenheiro Alpoim" width="197" height="233" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://www.toponimiainsulana.com.br/pinto_alpoim.html" target="_blank">O brigadeiro engenheiro José Fernandes Pinto Alpoim</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?scope=/&amp;rpp=10&amp;page=2&amp;query=%22convento+da+ajuda%22&amp;group_by=none&amp;etal=0">Acessando o link para as fotografias do Convento da Ajuda disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_25856" style="width: 227px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gomes_Freire_de_Andrade,_1.%C2%BA_Conde_de_Bobadela#/media/Ficheiro:Gomes_Freire,_Conde_de_Bobadela.jpg" target="_blank"><img class=" wp-image-25856" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/bobadela.jpg" alt="Conde de Bobadela" width="217" height="248" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gomes_Freire_de_Andrade,_1.%C2%BA_Conde_de_Bobadela#/media/Ficheiro:Gomes_Freire,_Conde_de_Bobadela.jpg" target="_blank">Conde de Bobadela</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já nos primórdios do século XX, havia propostas de construção de um hotel na área do convento. Os engenheiros Morales de los Rios (1858 &#8211; 1928) e João Pedreira do Couto Ferraz Junior (1826 &#8211; 1913) e Durish &amp; Cia assinaram um contrato comprometendo-se a construir hoteis em algumas áreas da cidade, incluindo o terreno onde se localizava o Convento da Ajuda, o que não se realizou (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/1198" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 1º de abril de 1910, sexta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/4416" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 18 de novembro de 1910, quinta coluna</a>).</p>
<p>O convento foi adquirido pela empresa Brasil Railway Company, que  pertencia ao Sindicato Farquhar, holding liderada pelo capitalista norte-americano Percival Farquhar (1865 &#8211; 1953), o que causou polêmica. O empresário era um dos administradores da <i>Rio de Janeiro Light and Power Company</i> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/7464" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 9 de julho de 1911, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_02/6862" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 28 de outubro de 1911, terceira coluna</a>). E assim o casarão, que havia resistido ao <em>bota-abaixo</em> do prefeito <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7566" target="_blank">Pereira Passos (1836 &#8211; 1913)</a>, na primeira década do século XX, foi demolido, entre fins de 1911 e 1912 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_02/7822" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 12 de janeiro de 1912, quinta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_25780" style="width: 606px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/259063/7310" target="_blank"><img class="size-full wp-image-25780" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/irmapaula1.jpg" alt="Fon-Fon, 15 de julho de 1911" width="596" height="345" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/259063/7310" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 15 de julho de 1911</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na mesma época, foi construido um novo Convento de Nossa Senhora da Ajuda, em Vila Isabel, para abrigar as freiras, que deixaram o convento durante uma madrugada do mês de outubro de 1911 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/9004" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 28 de outubro de 1911, primeira coluna</a>). Ficou aberto à visitação pública durante uma semana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_25781" style="width: 470px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_01/13711" target="_blank"><img class="size-full wp-image-25781" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/irmapaula2.jpg" alt="Revista da Semana, 4 de novembro de 1911" width="460" height="528" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_01/13711" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 4 de novembro de 1911</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi visitado pelo presidente da República, Hermes da Fonseca (1855 &#8211; 1923), recebido pela Irmã Paula (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/8993" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 27 de outubro de 1911, penúltima coluna;</a> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_02/6862" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 28 de outubro de 1911</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/9106" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 5 de novembro de 1911, quarta coluna</a>). O então presidente da Light, Alexander Mackenzie (1860 &#8211; 1943), prorrogou o prazo da visitação ao prédio até 9 de novembro, quando os restos mortais de pessoas da família real foram trasladados para o Convento de Santo Antônio, dentre eles os de dona Leopoldina (1797 &#8211; 1826), primeira mulher de dom Pedro I (1798 &#8211; 1834) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/9133" target="_blank"><em>O Paiz,</em> 7 de novembro de 1911, quarta coluna;</a> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_02/7023" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 10 de novembro de 1911</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_25779" style="width: 544px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_04/9107" target="_blank"><img class="size-full wp-image-25779" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/irmapaula.jpg" alt="O Paiz, 5 de novembro de 1911" width="534" height="405" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_04/9107" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 5 de novembro de 1911</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A área ficou abandonada por cerca de nove anos e, eventualmente era ocupada com a realização de eventos (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_01/21537" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 15 de maio de 1915</a>). Entre 1916 e 1918, houve no terreno exposições de pomicultura, de horticultura, de cachorros, de avicultura, além de exercícios de tiro e a realização de uma feira promovida pelo Ministério da Fazenda (<em>Revista da Semana</em>, 1<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_01/24632" target="_blank">5 de julho</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_01/24823" target="_blank">12 de agosto</a> de 1916; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_01/27403" target="_blank">4 de agosto de 1917</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_01/28602" target="_blank">12 de janeiro</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_01/31045" target="_blank">14 de dezembro</a> de 1918).</p>
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<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_25782" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_01/20873" target="_blank"><img class="size-full wp-image-25782" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/capinzal.jpg" alt="Capinzal no terrenoonde ficava o Convento da Ajuda / Revista da Semana, 1915" width="650" height="395" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_01/20873" target="_blank">Capinzal no terreno onde ficava o Convento da Ajuda /<em> Revista da Semana,</em> 6 de fevereiro de 1915</a></p></div>
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<p>Na década de 20, o espanhol Francisco Serrador (1872 &#8211; 1941), que em 1908 era o dono do Bijou-Theatre, em São Paulo, sucursal da firma Marc Ferrez &amp; Filhos e que foi o primeiro presidente da União dos Importadores Cinematográficos no Brasil, urbanizou a área, onde foram construídos prédios, hotéis e muitos cinemas, dando origem à Cinelândia. Pouco antes, em 1921, o prefeito Carlos Sampaio (1861 &#8211; 1930) havia começado o desmonte do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030" target="_blank">Morro do Castelo</a> e havia acontecido na cidade a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18805" target="_blank">Exposição do Centenário da Independência do Brasil</a>, em 1922 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/227900/20126" target="_blank"><em>O</em> <em>Commercio de São Paulo</em>, 15 de fevereiro de 1908, na primeira coluna</a>).<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/107670_01/26535" target="_blank"><em>O Imparcial</em>, 8 de dezembro de 1919, na segunda coluna;</a> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/72215"><em>O Cruzeiro</em>, 9 de setembro de 1950)</a>.</p>
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<div id="attachment_43196" style="width: 409px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/142832/148" target="_blank"><img class="size-full wp-image-43196" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/ajuda.jpg" alt="Revista Municipal de Engenharia, janeiro de 1933" width="399" height="537" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/142832/148" target="_blank"><em>Revista Municipal de Engenharia</em>, janeiro de 1933</a></p></div>
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<p>A fotografia abaixo mostra a Fonte ou Chafariz  das Saracuras, colocado no pátio que ficava dentro do Convento da Ajuda, em 1795. Em 1911, foi posto pelo cardeal Arcoverde (1850 &#8211; 1930) à disposição do então prefeito da cidade, Bento Ribeiro (1856 &#8211; 1921) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/8968" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 25 de outubro de 1911, penúltima coluna</a>). Encontra-se na Praça General Osório, antiga praça Ferreira Vianna, em Ipanema. É uma obra atribuída a Valentim da Fonseca e Silva, o Mestre Valentim (1845 &#8211; 1913), um dos principais artistas do Brasil Colônia, e havia sido doado às freiras pelo vice-rei José Luis de Castro (1744 &#8211; 1819, o Conde de Resende .</p>
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<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9347" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9347/007A5P3F10-063.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="539" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9347" target="_blank">Augusto Malta. Convento da Ajuda, Fonte das Saracuras, 26 de outubro de 1911. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<div id="attachment_25778" style="width: 537px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/saracunas.jpg"><img class="size-full wp-image-25778" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/saracunas.jpg" alt="O Chafariz das Saracunas, em sua localizção atual, na Praça General Osório" width="527" height="377" /></a><p class="wp-caption-text">O Chafariz das Saracunas, em sua localizção atual, na Praça General Osório</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na edição de <em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/72215">O Cruzeiro, de 9 de setembro de 1950</a>, </em>foi publicada a matéria<em> Biografia da cidade – Do Convento da Ajuda às</em><em> luzes da Cinelândia</em> , com texto de Raymundo Athayde e fotos de Augusto Malta (1864 &#8211; 1957) e do importante fotojornalista <a href="https://ims.com.br/2017/06/01/sobre-luciano-carneiro/" target="_blank">Luciano Carneiro (1926 &#8211; 1959)</a>. Contava a história da Cinelândia e as fotos antigas que ilustraram a reportagem foram produzidas por Malta, em 1911. São imagens do Convento da Ajuda, de sua demolição e do terreno que ocupava após a demolição; e do edifício do antigo Conselho Municipal. As fotografias abaixo estavam entre as que foram publicadas na reportagem.</p>
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<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3151" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3151/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="576" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3151" target="_blank">Augusto Malta. , Convento da Ajuda demolido em 1911. Rio de Janeiro, RJ / Acervo BN</a></p></div>
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<div style="width: 682px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3156" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3156/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="672" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3156" target="_blank">Augusto Malta. Convento da Ajuda : face dos côros das freiras e das servas de onde ouviam missa, 1911. Rio de Janeiro, RJ / Acervo BN</a></p></div>
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<p>Em um trecho de seu livro <a href="http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ua000213.pdf" target="_blank"><em>Memórias Póstumas de Brás Cubas</em> (1881)</a>, Machado de Assis (1839 &#8211; 1908) referiu-se ao Convento da Ajuda ao descrever o jantar em comemoração da primeira queda de Napoleão promovido pela família Cubas. A doçaria, uma herança da gastronomia portuguesa, fazia sucesso na mesa dos cariocas, onde fios d&#8217;ovos, toucinhos do céu, pés-de-moleque e baba-de-moça, entre outros, eram muito apreciados. O Convento da Ajuda destacava-se pela excepcional qualidade dos doces que produzia.</p>
<p><em>&#8220;Não se contentou a minha família em ter um quinhão anônimo no regozijo público; entendeu oportuno e indispensável celebrar a destituição do imperador com um jantar, e tal jantar que o ruído das aclamações chegasse aos ouvidos de sua Alteza, ou quando menos, de seus ministros. Dito e feito. Veio abaixo toda a velha prataria, herdada do meu avô Luis Cubas; vieram as toalhas de Flandres, as grandes jarras da Índia; matou-se um capado; encomendaram-se <span style="color: #800000;"><strong>às madres de Ajuda</strong> </span>as compotas e marmeladas; lavaram-se, areavam-se, poliram-se as salas, escadas, castiçais, arandelas, as vastas mangas de vidro, todos os aparelhos do luxo clássico&#8221;.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25825" target="_blank">Link para o artigo Série “Avenidas e ruas do Brasil” XI – A rua da Ajuda, no Rio de Janeiro, por Augusto Malta, publicado em 9 de novembro de 2021 na Brasiliana Fotográfica.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">GERSON, Brasil. <em>História das Ruas do Rio</em>. Rio de Janeiro: Bem-Te-Vi, 2013.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">CRULS, Gastão. <em>Aparência do Rio de Janeiro</em>. Rio de Janeiro: Editora José Olympio, 1965.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">DUNLOP</span>, Charles Julius. <em><a href="https://reficio.cloud/rio-antigo/dunlop-convento-da-ajuda/" target="_blank">Convento da Ajuda</a>.</em> <a href="https://reficio.cloud/rio-antigo/">Rio Antigo</a>. Rio de Janeiro: Editora Rio Antigo, 1963. (Composto e impresso na Gráfica Laemmert, Ltda.).</p>
<p><a href="https://www.bn.gov.br/explore/acervos/hemeroteca-digital" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>S<a href="https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/SAMPAIO,%20Carlos.pdf" target="_blank">ite CPDOC</a></p>
<p><a href="https://www.memoriadaeletricidade.com.br/acervo/1194/alexander-mackenzie" target="_blank">Site Memória da Eletricidade</a></p>
<p><a href="https://www.riodejaneiroaqui.com/pt/convento-da-ajuda.html" target="_blank">Site Rio de Janeiro aqui</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Links para os outros artigos da Série O Rio de Janeiro desaparecido</strong></em></span></p>
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<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">Série</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> O Rio de Janeiro desaparecido </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">I</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> </a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">- </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><em>Salas de cinema do Rio de Janeiro do início do século XX</em></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><strong>, </strong>de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de fevereiro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>II<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621"><i>A Exposição Nacional de 1908 na Coleção Família Passos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">, de autoria de Carla Costa, historiadora do Museu da República, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 5 de abril de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6248" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> III – <i>O Palácio Monroe</i>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 9 de novembro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9138" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>IV<em> -</em><em> </em><i>A via elevada da Perimetral<strong>,</strong></i> de autoria da historiadora Beatriz Kushnir, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2017.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>V<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>, Ferrez, Malta e Charles Dunlop<strong>, </strong>d</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">e autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de julho de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i>O primeiro Palácio da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de setembro de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i>O Morro de Santo Antônio na Casa de Oswaldo Cruz</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">de autoria de historiador Ricardo Augusto dos Santos da Casa de Oswaldo Cruz</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 5 de fevereiro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VIII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i>A demolição do Morro do Castelo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 30 de abril de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>IX<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i>Estrada de Ferro Central do Brasil: estação e trilhos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de novembro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>X<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i>No Dia dos Namorados, um pouco da história do Pavilhão Mourisco em Botafogo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de junho de 2020.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>XI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i>A Estrada de Ferro do Corcovado e o</i> <i>mirante Chapéu de Sol</i>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 22 de julho de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25489">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>XII <i>– o Teatro Lírico (Theatro Lyrico),</i> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 15 de setembro de 2021</a>.</span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25175" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIV<em> – </em>O<em> Conselho Municipal</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de novembro de 2021.</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25474" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XV<em> – A Praia de Santa Luzia no primeiro dia do verão</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 21 de dezembro de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26333">Série<em> O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVI &#8211; <em>O prédio da Academia Imperial de Belas Artes</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, publicado na Brasiliana Fotográfica em 13 de janeiro de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26587" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XVII<em> – Igreja São Pedro dos Clérigos</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 18 de março de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27390" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVIII &#8211; <em>A Praça Onze</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de abril de 2022.</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27549" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XIX &#8211; <em>A Igrejinha de Copacabana</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2022.</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27622" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XX &#8211; <em>O Pavilhão dos Estados</em>, futuro prédio do Ministério da Agricultura, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de julho de 2022.</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27670%20" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXI &#8211; <em>O Chafariz do Largo da Carioca</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de setembro de 2022. </a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29820" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXII &#8211; <em>A Cadeia Velha que deu lugar ao Palácio Tiradentes</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 11 de abril de 2023</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIII e </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank"><em>Avenidas e ruas do Brasil</em> XVII </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">- <em>A Praia e a Rua do Russel, na Glória</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 15 de maio de 2023</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32291" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIV &#8211; <em>O luxuoso Palace Hotel, na Avenida Rio Branco, uma referência da vanguarda artística no Rio de Janeiro,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 4 de julho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32451" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXV<em> – O Theatro Phenix,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 5 de setembro de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34365" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D34365&amp;source=gmail&amp;ust=1702655036919000&amp;usg=AOvVaw3b3Tx7K9JhoBwFxL6ka8RZ">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVI &#8211; <em>Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo por Augusto Malta,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 14 de dezembro de 2023</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32431" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVII e Série <em>Os arquitetos do Rio de Janeiro</em> V &#8211; <em>O Jockey Club e o Derby Club, na Avenida Rio Branco e o arquiteto Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920)</em>, de autoria de Andrea c. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, em 15 de janeiro de 2024</span></a></p>
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		<title>Dia dos Pais &#8211; Julio e Luciano, os filhos do fotógrafo Marc Ferrez, e outras famílias</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2021 13:08:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica homenageia o Dia dos Pais, que esse ano será comemorado no próximo dia 8, publicando fotografias de Jules-Marc, que ficou conhecido como Julio, e Luciano José André, filhos do fotógrafo Marc Ferrez e da francesa Marie Lefebvre, que se casaram em 16 de agosto de 1873. Há também imagens de Ferrez com seus netos Gilberto e Eduardo, filhos de Julio e Claire, além de registros de passeios da família na Floresta da Tijuca. Destacamos também fotografias de outras famílias.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 589px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6410" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6410/0071824cx046-03t.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="579" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6410" target="_blank">Marc Ferrez. Marc Ferrez e seus filhos, c. 1905. Floresta da Tijuca, Rio de Janeiro / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Brasiliana Fotográfica homenageia o Dia dos Pais, que esse ano será comemorado no próximo dia 8, publicando fotografias de Jules-Marc (1881 &#8211; 1946), que ficou conhecido como Julio, e Luciano José André (1884 &#8211; 1955), filhos do fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923) e da francesa Marie Lefebvre (c.1849 &#8211; 1914), que se casaram em 16 de agosto de 1873. Há também imagens de Ferrez com seus netos Gilberto e Eduardo, filhos de Julio e Claire, além de registros de passeios da família na Floresta da Tijuca. Destacamos também fotografias do cientista <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13402" target="_blank">Carlos Chagas (1878-1934)</a> com seus filhos Evandro Chagas (1905 &#8211; 1940) e Carlos Chagas Filho (1910 &#8211; 2000), dos filhos do fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10616" target="_blank">J. Pinto (1884 &#8211; 1951)</a>, dos filhos do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11397" target="_blank">Conde d´Eu (1842 &#8211; 1922)</a>, de<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7183" target="_blank"> dom Pedro II (1825 &#8211; 1891) </a> e do prefeito <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7566" target="_blank">Francisco Pereira Passos (1836 &#8211; 1913) </a>com suas famílias e também registros de outras famílias produzidos por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8890" target="_blank">Chichico Alkmin (1886 &#8211; 1978)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22230http://" target="_blank">João Stamato (1886 &#8211; 1951)</a>, José Teixeira e por fotógrafos ainda não identificados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 456px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5345" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5345/_MG_2200.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="446" height="574" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5345" target="_blank">Marc Ferrez. Família Ferrez, c. 1912. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS. Na foto, Marc Ferrez (em pé), Julio, Marie e Claire (sentados) e Gilberto e Eduardo</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Marc Ferrez foi um brilhante cronista visual das paisagens e dos costumes cariocas da segunda metade do século XIX e do início do século XX. Sua vasta e abrangente obra iconográfica se equipara a dos maiores nomes da fotografia do mundo. Cerca de metade da produção fotográfica de Ferrez foi realizada na cidade e em seus arredores, onde registrou, além do patrimônio construído, a exuberância das paisagens naturais. Outro segmento de sua obra iconográfica registrou as várias regiões do Brasil – ele foi o único fotógrafo do século XIX que percorreu todas as regiões do país, tendo sido, no referido século, o principal responsável pela divulgação da imagem do país no exterior.</p>
<p>Ele e seus filhos desempenharam um importante papel na história do estabelecimento e do desenvolvimento do cinema no Brasil, tanto pela participação na produção de filmes, como pelo investimento em equipamentos necessários à criação de uma rede de distribuição e exibição de filmes.</p>
<p><a href=" https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/266" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de Marc Ferrez e seus filhos disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.  </a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 611px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7177" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7177/0071824cx015b-01.JPG.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="601" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7177" target="_blank">Marc Ferrez. Julio e Luciano,1º de janeiro de 1886. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi com Julio que Marc Ferrez, em 1905, obteve a representação da firma francesa Pathé Frères, no Brasil. A firma era a maior e melhor fábrica de aparelhos e filmes cinematográficos da Europa. Em primeiro de outubro de 1907, foi criada a firma Marc Ferrez &amp; Filhos. Ferrez era dono de 60% das ações, cabendo a Luciano e a Julio 20% do negócio para cada um. Nesse mesmo ano, Julio havia se casado com Claire Poncy Ferrez (1888 &#8211; 1980), pais de Gilberto (1908 &#8211; 2000) e Eduardo. Gilberto foi pioneiro no estudo da fotografia no Brasil com a publicação, em 1946, do ensaio <a href="http://docvirt.com/docreader.net/reviphan/9564" target="_blank">“<em>A Fotografia no Brasil e um de Seus Mais Dedicados Servidores: Marc Ferrez (1843-1923)</em>&#8220;</a>, na <em>Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional</em>.</p>
<p>Em 1908, Ferrez e Arnaldo Gomes de Souza, sócios no Cinema Pathé, produziram o filme, <em>Nhô Anastácio</em> chegou de <em>viagem</em>, dirigido por Julio Ferrez. É considerada a primeira comédia cinematográfica brasileira e foi estrelada por Antônio Cataldi, José Gonçalves Leonardo e Ismênia Matteo. Marc Ferrez produziu o curta-metragem <em>A mala sinistra</em>, também dirigido por seu filho Julio.</p>
<p>Em abril de 1915, Ferrez viajou para França no navio <em>Frizia</em> em companhia de seu filho Julio – que retornou ao Brasil em agosto.</p>
<p>Em 1917, Julio e Luciano, fundaram a Companhia Cinematográfica Brasileira, mais tarde denominada Casa Marc Ferrez Cinemas e Eletricidade Ltda. Dois anos depois, Julio Ferrez foi um dos fundadores da União dos Importadores Cinematográficos no Brasil (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/107670_01/26535" target="_blank"><em>O Imparcial</em>, 8 de dezembro de 1919, na segunda coluna</a>). Foi o primeiro tesoureiro da associação, cujo primeiro presidente foi o empresário Francisco Serrador (1872 &#8211; 1941).</p>
<p>Em 1920, foi noticiada a volta da Europa de Marc e Luciano Ferrez ao Brasil, a bordo do paquete inglês <em>Orcona (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830305/56" target="_blank"><em>Vida doméstica</em>, </a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830305/56" target="_blank">abril de 1920</a>)<em>. </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>&#8220;O senhor Marc Ferrez é uma das figuras mais notáveis, de maior destaque na indústria fotográfica e cinematográfica do Brasil&#8221;</em></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_25250" style="width: 653px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830305/56" target="_blank"><img class="wp-image-25250 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/marc1.jpg" alt="marc" width="643" height="428" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830305/56" target="_blank"><em>Vida doméstica</em>, abril de 1920</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=480703&amp;pagfis=1138" target="_blank">Na edição de 8 de abril de 1920 da revista <em>Palcos e Telas, </em>Marc, Julio e Luciano Ferrez foram biografados na seção “Grandes figuras da cinematografia”</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em correspondência a Malia Frucht Ferrez (1890 &#8211; 1953), casada com Luciano, Marc Ferrez contou que havia feito belas fotografias de rosas, em sua visita ao roseiral do Parque de La Bagatelle, no Bois de Boulogne, local que freqüentava enquanto Luciano e Malia estavam com ele em Paris. Foi na casa deles, no Rio de Janeiro, cidade que ele eternizou com sua arte, que Ferrez faleceu em 12 de janeiro de 1923. Residia na rua Joaquim Murtinho, 177, e foi enterrado no cemitério São João Batista (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/236403/11866" target="_blank"><em>A Rua</em>, 13 de janeiro de 1923</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_05&amp;PagFis=11994" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 14 de janeiro de 1923, última notícia da sexta coluna,</a> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_05&amp;PagFis=7883" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias, </em>16 de janeiro de 1923, na última coluna</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/42294" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 20 de janeiro de 1923</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 611px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7185" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7185/0071824cx014-06.JPG.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="601" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7185" target="_blank">Marc Ferrez. Julio e Luciano Ferrez, c. 1910. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Outras famílias</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href=" https://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/284" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de pais e filhos disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.  </a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 592px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5230" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5230/P011G00039.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="582" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5230" target="_blank">Chichico Alkmin. Retrato de Família, s/d. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 584px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6100" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6100/IOC_V_II_3871.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="574" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6100" target="_blank">J.Pinto. Evandro Chagas com o pai Carlos Chagas e o irmão mais novo, Carlos Chagas Filho, no Pavilhão Mourisco, 1910. Manguinhos, Rio de Janeiro / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 772px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/1794" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/1794/P005DJ0456.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="762" height="574" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/1794" target="_blank">Alberto Henschel. A Família Imperial reunida. Da esquerda para a direita: d. Antônio, em pé, princesa Isabel, sentada, tendo à sua frente d. Luís, sentado, d. Pedro de Alcântara, príncipe do Grão-Pará, e d. Augusto Leopoldo, ambos em pé; d. Pedro II, sentado, segurando um guarda-chuva, conde d&#8217;Eu, em pé, d. Teresa Cristina e d. Pedro Augusto, ambos sentados, 1887. Alto da Boa Vista, Rio de Janeiro / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 732px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5383" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5383/COC-F-V-RP-16%20fot%2029.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="722" height="488" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5383" target="_blank">Família J.Pinto, 192? . Rio de Janeiro, RJ/ Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 779px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4996" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4996/FPft0151%282%29.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="769" height="608" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4996" target="_blank">Augusto Malta. Família Passos: Pereira Passos, Maria Rita Passos, Maria Paula Passos de Castro, Francisco de Oliveira Passos, Olímpia Passos e Maria Ernestina T. de Castro, 14 de novembro de 1910. Rio de Janeiro, rJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 756px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5556" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5556/BR_RJANRIO_071_001.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="746" height="575" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5556" target="_blank">Posto no rio Surumu, índios Jaricuna em sua maloca, 1922. Amazônia / Acervo Arquivo Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Breve história da criação do Dia dos Pais</strong></em></span></p>
<p>O Dia dos Pais foi comemorado pela primeira vez, em 1910, nos Estados Unidos. No Brasil, a ideia de criar esta data partiu do publicitário Sylvio Bhering e o jornal <em>O Globo</em> começou uma campanha para difundir a efeméride (<em>O Globo</em>, 1º de junho de 1953), festejada pela primeira vez no dia 16 de agosto de 1953 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=030015_07&amp;PagFis=32445" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 16 de agosto de 1953</a>). Posteriormente, o Dia dos Pais passou a ser comemorado no segundo domingo de agosto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5708" target="_blank">Link para a publicação do<em> Dia dos Pais</em>, em 14 de agosto de 2016</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Publicações da Brasiliana Fotográfica em torno da obra do fotógrafo Marc Ferrez </em></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 290px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2575" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2575/007NGBMF1824cxrep03-12.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="280" height="368" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2575" target="_blank">Marc Ferrez aos 33 anos, c. 1876. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1443" target="_blank"><em>O Rio de Janeiro de Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 30 de junho de 2015</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3527" target="_blank">Obras</a> </em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3527" target="_blank"><em>para o abastecimento no Rio de Janeiro por Marc Ferrez</em> , de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 25 de janeiro de 2016</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank"><em>O brilhante cronista visual Marc F</em><em>errez (7</em><em>/12/1843 – 12/01/1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de dezembro de 2016</a></span></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7021" target="_blank"><span style="color: #800000;"><em>Do natural ao construído: O Rio de Janeiro na fotografia de Marc Ferrez, </em>de autoria de Sérgio Burgi, um dos curadores da Brasiliana Fotográfica, publicada em 19 de dezembro de 2016</span></a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9714" target="_blank"><em>No primeiro dia da primavera, as cores de Marc Ferrez (1843 – 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 22 de setembro de 2017</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11896" target="_blank"><em>Marc Ferrez , a Comissão Geológica do Império (1875 – 1878) e a Exposição Antropológica Brasileira no Museu Nacional (1882)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,  publicada em 29 de junho de 2018</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212" target="_blank"><em>Série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido&#8221; V &#8211; O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público, Ferrez, Malta e Charles Dunlop</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 20 de julho de 2018</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13070" target="_blank"><em>Uma homenagem aos 175 anos de Marc Ferrez (7 de dezembro de 1843 – 12 de janeiro de 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de dezembro de 2018 </a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14387" target="_blank"><em>Pereira Passos e Marc Ferrez: engenharia e fotografia para o desenvolvimento das ferrovias</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de abril de 2019</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14794" target="_blank"><em>Fotografia e ciência: eclipse solar, Marc Ferrez e Albert Einstein</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em <time class="entry-date published" datetime="2019-06-24T10:45:39+00:00">24 de junho de 2019</time></a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16435"><i>Os 180 anos da invenção do daguerreótipo – Os álbuns da Comissão Geológica do Império com fotografias de Marc Ferrez</i>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 19 de agosto de 2019</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17539" target="_blank"><em>Celebrando o fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 4 de dezembro de 2019</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17884"><em>Uma homenagem da Casa Granado ao imperial sob as lentes de Marc Ferrez,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de fevereiro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18198" target="_blank"><em>Ressaca no Rio de Janeiro invade o porão da casa do fotógrafo Marc Ferrez, em 1913</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado 6 de março de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18110" target="_blank"><em>Petrópolis, a Cidade Imperial, pelos fotógrafos Marc Ferrez e Revert Henrique Klumb, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, </em>publicado em 16 de março de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18420" target="_blank"><em>Bambus, por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17856" target="_blank"><em>O Baile da Ilha Fiscal: registro raro realizado por Marc Ferrez e retrato de Aurélio de Figueiredo diante de sua obra</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 9 de novembro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21455" target="_blank"><em>O Palácio de Cristal fotografado por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 2 de fevereiro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22058" target="_blank"><em>A Estrada de Ferro do Paraná, de Paranaguá a Curitiba, pelos fotógrafos Arthur Wischral (1894 &#8211; 1982) e Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 22 de março de 2021</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25186" target="_blank"><em>No Dia da Árvore, mangueiras fotografadas por Ferrez e Leuzinger</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 21 de setembro de 2021</a></p>
<p><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">Retratos de Pauline Caroline Lefebvre, sogra do fotógrafo Marc Ferrez, </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134"> </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">publicado em 28 de abril de 2022</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27603" target="_blank"><em>A Serra dos Órgãos: uma foto aérea e imagens realizadas pelos mestres Ferrez, Leuzinger e Klumb</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,<em> </em>publicado em 30 de junho de 2022</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31202" target="_blank"><em>O centenário da morte do fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 12 de janeiro de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30712" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D30712&amp;source=gmail&amp;ust=1685455258111000&amp;usg=AOvVaw1y7o5h7HRI-oiB3PyjwQnG"><em>O Observatório Nacional pelas lentes de Marc Ferrez, amigo de vários cientistas</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 29 de maio de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32049" target="_blank"><em>No Dia Mundial do Meio Ambiente, a potente imagem da Cachoeira de Paulo Afonso, por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29493" target="_blank"><em>A Fonte Adriano Ramos Pinto por Guilherme Santos e Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 18 de julho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34134%20" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D34134%2520&amp;source=gmail&amp;ust=1702013132491000&amp;usg=AOvVaw3P19c7ceytRMI7-xrCNI7a"><em>Os 180 anos de nascimento do fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923</em>), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 7 de dezembro de 2023</a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"> </span></p>
<p style="text-align: center;">
]]></content:encoded>
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		<title>Série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido&#8221; XI &#8211; A Estrada de Ferro do Corcovado e o mirante Chapéu de Sol</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2021 14:03:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Corcovado]]></category>
		<category><![CDATA[Cristo Redentor]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Pereira Passos]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[João Teixeira Soares]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelino Ramos da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Mirante Chapéu de Sol]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Série "O Rio de Janeiro desaparecido"]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes da construção do Cristo Redentor, inaugurado em 12 de outubro de 1931, havia no Corcovado um mirante  que, devido a seu formato, ficou conhecido como Mirante do Chapéu de Sol. Foi construído, em 1885, por decisão de dom Pedro II. Um ano antes, em outubro de 1884, foi concluída uma linha férrea que ligava o Cosme Velho ao alto do Corcovado. O passeio de trem até o mirante passou a ser uma das atrações prediletas dos cariocas, que do topo do morro admiravam a beleza do Rio de Janeiro em todo o seu esplendor. O Mirante do Chapéu de Sol foi totalmente removido na década de 40.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_24368" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6354" target="_blank"><img class="size-large wp-image-24368" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/gutierrez-1024x714.jpg" alt="Juan Gutierrez. Mirante Chapéu do Sol, c, 1897. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional" width="768" height="536" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6354" target="_blank">Juan Gutierrez. Mirante Chapéu do Sol, c, 1897. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Antes da construção do <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=2602" target="_blank">Cristo Redentor</a>, inaugurado em 12 de outubro de 1931, havia no <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=7530" target="_blank">Corcovado</a> um mirante que, devido a seu formato, ficou conhecido como Chapéu de Sol. Foi encomendado a uma fundição belga e construído, em 1885, por decisão de <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=7183" target="_blank">dom Pedro II (1825 &#8211; 1891)</a>, substituindo um precário pagode de madeira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24369" style="width: 657px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6352" target="_blank"><img class="size-full wp-image-24369" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/gutierrez1.jpg" alt="Juan Gutierrez. Mirante Chapéu do Sol, 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional" width="647" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6352" target="_blank">Juan Gutierrez. Mirante Chapéu do Sol, 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a style="color: #800000;" href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/234" target="_blank">Acessando o link para as fotografias do Chapéu de Sol no Morro do Corcovado disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas. </a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cerca de um ano antes, em 9 de outubro de 1884, foi concluída a linha férrea que ligava o Cosme Velho às Paineiras, cuja concessão para a construção foi dada aos engenheiros <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=14387" target="_blank">Francisco Pereira Passos (1836 – 1913)</a>, futuro prefeito do Rio de Janeiro, e a João Teixeira Soares (1848 &#8211; 1927), um dos realizadores da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22058" target="_blank">Estrada de Ferro do Paraná, de Curitiba a Paranaguá</a>, inaugurada também em 1884 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/709743/690" target="_blank"><em>Revista de Engenharia</em>, 1882, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_02/3134" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 8 de janeiro de 1882, segunda coluna</a>).</p>
<p>Pereira Passos havia sido responsável, em 1874, pela elaboração de um plano urbano para o Rio de Janeiro inspirado nas obras realizadas em Paris pelo Barão de Haussmann (1809 &#8211; 1891). A Estrada de Ferro do Corcovado já estava prevista em relatórios de 1875 e 1876 entregues à Coroa pela comissão chefiada por ele.</p>
<p>O renomado engenheiro Marcelino Ramos da Silva (1844 &#8211; 1910), um dos fundadores do Club de Engenharia, que havia estudado nas escolas de Hannover e Hamburgo, na Alemanha, dirigiu as obras. Estavam presentes à inauguração deste primeiro trecho <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=7183" target="_blank">dom Pedro II (1825 &#8211; 1891)</a>, <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=6798" target="_blank">dona Teresa Cristina (1822 &#8211; 1889)</a>, <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=1797" target="_blank">a princesa Isabel (1846- 1921)</a>, <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=11397" target="_blank">o conde D ´Eu (1842 &#8211; 1922)</a> , além dos ministros da Agricultura, Antônio Carneiro da Rocha (1842 &#8211; 1925), da Guerra, João José de Oliveira Junqueira Júnior (1832 &#8211; 1887), de outras autoridades e dos diretores da estrada (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_02/7638" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 10 de outubro de 1884, primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24370" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6337" target="_blank"><img class="size-large wp-image-24370" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/gutierrez2-1024x725.jpg" alt="Juan Gutierrez. Estação das Paineiras, na Estrada de Ferro do Corcovado, 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional" width="768" height="544" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6337" target="_blank">Juan Gutierrez. Estação das Paineiras, na Estrada de Ferro do Corcovado, 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24371" style="width: 779px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4996" target="_blank"><img class=" wp-image-24371" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/malta.jpg" alt="Augusto Malta.  Família Passos: Pereira Passos, Maria Rita Passos, Maria Paula Passos de Castro, Francisco de Oliveira Passos, Olímpia Passos e Maria Ernestina T. de Castro, 14 de novembro de 1910. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República" width="769" height="608" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4996" target="_blank">Augusto Malta.</a><br /><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4996" target="_blank">Família Passos: Pereira Passos, Maria Rita Passos, Maria Paula Passos de Castro, Francisco de Oliveira Passos, Olímpia Passos e Maria Ernestina T. de Castro, 14 de novembro de 1910. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_22611" style="width: 364px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.geni.com/photo/view/6000000077241450868?album_type=photos_of_me&amp;photo_id=6000000077241340967" target="_blank"><img class=" wp-image-22611" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/teixeira.jpg" alt="João Teixeira Soares / Site Geni" width="354" height="470" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.geni.com/photo/view/6000000077241450868?album_type=photos_of_me&amp;photo_id=6000000077241340967" target="_blank">João Teixeira Soares / Site Geni</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24372" style="width: 571px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_07/11432" target="_blank"><img class="size-full wp-image-24372" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/corcovado.jpg" alt="Jornal do Commercio, 9 de outubro de 1884" width="561" height="410" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_07/11432" target="_blank">Jornal do Commercio, 9 de outubro de 1884</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24373" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4245" target="_blank"><img class="size-large wp-image-24373" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/chapeu-1024x691.jpg" alt="Jorge Kfuri. O Chapéu de Sol no morro do Corcovado, s/d. Rio de Janeiro, RJ / DPHDM" width="768" height="518" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4245" target="_blank">Jorge Kfuri. O Chapéu de Sol no morro do Corcovado, s/d. Rio de Janeiro, RJ / DPHDM</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1º de julho de 1885, o tráfego foi aberto até o alto do Corcovado (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_07/13189" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 2 de julho de 1885, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/709743/1706" target="_blank"><em>Revista de Engenharia</em>, 1885, primeira coluna</a>). O ramal ferroviário entre o Cosme Velho e o Corcovado foi construído sob o sistema Riggenbach, com cremalheira denteada sobre um trilho central para dar maior segurança à composição (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/709743/1313" target="_blank"><em>Revista de Engenharia</em>, 14 de abril de 1884, primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24374" style="width: 194px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_07/13189"><img class="size-full wp-image-24374" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/corcovado1.jpg" alt="Jornal do Commercio, 21 de julho de 1885" width="184" height="334" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_07/13189" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 2 de julho de 1885</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong><a style="color: #800000;" href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/discover?scope=%2F&amp;query=%22estrada+de+ferro+do+corcovado%22&amp;submit=Ir&amp;rpp=10" target="_blank">Acessando o link para as fotografias da Estrada de Ferro do Corcovado disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas. </a></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24375" style="width: 641px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6329" target="_blank"><img class="size-full wp-image-24375" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/gutierrez3.jpg" alt="Juan Gutierrez. Ponto de chegada da Estrada de Ferro do Corcovado, 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Naciona" width="631" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6329" target="_blank">Juan Gutierrez. Ponto de chegada da Estrada de Ferro do Corcovado, 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A ferrovia, com aproximadamente 3.800 km de extensão, era percorrida por uma locomotiva a carvão. Foi a primeira linha férrea turística das Américas. O passeio de trem até o mirante, inicialmente de tração à vapor e, a partir de fevereiro de 1910, de tração elétrica, passou a ser uma das atrações prediletas dos cariocas, que do topo do morro admiravam a beleza do Rio de Janeiro em todo o seu esplendor (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/796" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 26 de fevereiro de 1910, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_04/26668" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 5 de abril de 1945, última coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24376" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2278" target="_blank"><img class="size-large wp-image-24376" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/ferrez-1024x782.jpg" alt="Marc Ferrez. Ponte do Silvestre, c. 1895. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS" width="768" height="587" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2278" target="_blank">Marc Ferrez. Ponte do Silvestre, c. 1895. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24377" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5058" target="_blank"><img class="wp-image-24377 size-large" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/chapeu1-1024x523.jpg" alt="chapeu1" width="768" height="392" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5058" target="_blank">Editores &amp; propriedade de Rodrigues &amp; Co. Corcovado (Chapéu de Sol), 1890-1900. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Arquivo Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma curiosidade: durante as celebrações do centenário da independência do Brasil, em 7 de setembro de 1922, houve a primeira transmissão radiofônica no Brasil, marcada por um discurso do presidente Epitácio Pessoa (1865 &#8211; 1942) transmitido pelas antenas &#8211; que aparecem na fotografia aérea abaixo -, instaladas no morro do Corcovado, ao lado do Chapéu de Sol, que alcançou receptores em Niterói, Petrópolis e São Paulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24378" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9153" target="_blank"><img class="size-large wp-image-24378" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/chapeu2-1024x734.jpg" alt="Jorge Kfuri. Vista aérea do Morro do Corcovado com o Mirante Chapéu do Sol, c. 1921. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS" width="768" height="551" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9153" target="_blank">Jorge Kfuri. Vista aérea do Morro do Corcovado com o Mirante Chapéu do Sol, c. 1921. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O mirante Chapéu de Sol foi totalmente removido na década de 40 pelo então prefeito Henrique Dodsworth (1895 &#8211; 1975), dentro de um programa de melhoramentos no alto do Corcovado (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_04/6662" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 28 de maio de 1941, sexta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_07/11795" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 24 de junho de 1942, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_05/20066" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 2 de abril de 1944, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_04/11945" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 17 de junho de 1944</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24379" style="width: 878px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3184" target="_blank"><img class=" wp-image-24379" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/corcovado2.jpg" alt="Cristo Redentor em construção, c. 1931. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS" width="868" height="709" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3184" target="_blank">S.H. Holland. Cristo Redentor em construção, c. 1931. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma curiosidade: O primeiro nome do Morro do Corcovado foi Pináculo das Tentações, possivelmente atribuído pelo navegador italiano Américo Vespúcio (1451 &#8211; 1512), que no início do século XVI, passou pela Baía do Rio de Janeiro. Mas por sua forma, no século XVII, passou a ser comumente chamado Corcovado. Sua ocupação definitiva aconteceu com a chegada da família imperial ao Brasil, em 1808. Dom Pedro I (17 98- 1834) conduziu, com o objetivo de estabelecer pontos de observação para a defesa da costa, a primeira expedição oficial ao Monte Corcovado, em 22 de fevereiro de 1824, registrada nas telas do francês Jean-Baptiste Debret (1868 – 1948).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/Arte/article/download/4918/3666" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-25873" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/debret21.jpg" alt="debret2" width="692" height="278" /></a><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/debret2.jpg"><br />
</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o Portal do Iphan:</p>
<p><em>&#8220;A iniciativa da abertura de um caminho terrestre para o Corcovado foi de D. Pedro I. Assessorado por engenheiros militares, D. Pedro I percorreu as montanhas que circundavam a cidade e dirigiu pessoalmente, os trabalhos para abrir uma picada para um cavaleiro, no Corcovado. No cimo do morro, mandou instalar um telégrafo (semáforo, que sinalizava a subida com bandeiras, em conexão com outras estações Palácio de S. Cristóvão, fortaleza de Santa Cruz e Forte de Copacabana). Neste mesmo ano, instalou-se o primeiro belvedere para descortinio da paisagem e um acampamento rústico para uso da família imperial, quando de suas excursões ao local. As caminhadas e passeios à região, tornaram-se um hábito junto à população, e em especial junto aos visitantes e cronistas estrangeiros que registram textual e iconograficamente estes passeios&#8221;. </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;">O título deste artigo foi alterado de <em>A Estrada de Ferro do Corcovado e o mirante Chapéu de Sol</em> para <em>Série O Rio de Janeiro desaparecido </em>XI<em> &#8211; A Estrada de Ferro do Corcovado e o mirante Chapéu de Sol</em>, em 16 de setembro de 2021.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>BARBOSA, Verônica Mendes Borges; BONILHA, Caroline Leal. <a href="https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/Arte/article/download/4918/3666" target="_blank"><em>Paisagem brasileira: do retrtao pictórico ao retrato fotográfico</em></a>. Universidade Federal de Pelotas, RS.</p>
<p>Dunlop, Charles Julius. <em>Rio Antigo</em>. Rio de Janeiro: Editora Rio Antigo, 1963.</p>
<p><a href="http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>MOTA, Isabela; PAMPLONA, Patricia. <em>Vestígios da paisagem carioca: 50 lugares desaparecidos do Rio de Janeiro</em>. Rio de Janeiro ; Mauad X, 2019.</p>
<p><a href="http://portal.iphan.gov.br/ans.net/tema_consulta.asp?Linha=tc_arque.gif&amp;Cod=1718%20" target="_blank">Portal Iphan</a></p>
<p>SEMENOVITCH, Jorge Scévola. <em>Corcovado: a conquista da montanha</em> <em>de Deus</em>. Rio de Janeiro : Editora Lutecia, 2010</p>
<p><a href="http://arqrio.org/noticias/detalhes/7835/o-cristo-redentor-e-a-princesa-isabel" target="_blank">Site Arquidiocese de São Sebaastião do Rio de Janeiro</a></p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/radio/programas/469402-primeira-transmissao-de-radio-no-brasil-completa-94-anos/" target="_blank">Site Câmara dos Deputados</a></p>
<p><a href="https://diariodorio.com/historia-do-chapeu-do-sol-o-antecessor-do-cristo-redentor/" target="_blank">Site Diário do Rio</a></p>
<p><a href="https://www.historiademarcelinoramos.com.br/site/fato/estrada-de-ferro-sao-paulo---rio-grande-1910?fato=18" target="_blank">Site História de Marcelino Ramos</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Links para os outros artigos da Série O Rio de Janeiro desaparecido</strong></em></span></p>
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<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">Série</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> O Rio de Janeiro desaparecido </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">I</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> </a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">- </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><em>Salas de cinema do Rio de Janeiro do início do século XX</em></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><strong>, </strong>de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de fevereiro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>II<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621"><i>A Exposição Nacional de 1908 na Coleção Família Passos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">, de autoria de Carla Costa, historiadora do Museu da República, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 5 de abril de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6248" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> III – <i>O Palácio Monroe</i>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 9 de novembro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9138" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>IV<em> -</em><em> </em><i>A via elevada da Perimetral<strong>,</strong></i> de autoria da historiadora Beatriz Kushnir, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2017.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>V<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>, Ferrez, Malta e Charles Dunlop<strong>, </strong>d</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">e autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de julho de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i>O primeiro Palácio da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de setembro de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i>O Morro de Santo Antônio na Casa de Oswaldo Cruz</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">de autoria de historiador Ricardo Augusto dos Santos da Casa de Oswaldo Cruz</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 5 de fevereiro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VIII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i>A demolição do Morro do Castelo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 30 de abril de 2019.</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>X<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i>No Dia dos Namorados, um pouco da história do Pavilhão Mourisco em Botafogo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de junho de 2020.</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>XI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i>A Estrada de Ferro do Corcovado e o</i> <i>mirante Chapéu de Sol</i>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 22 de julho de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25489">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>XII <i>– o Teatro Lírico (Theatro Lyrico),</i> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 15 de setembro de 2021</a>.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25759" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIII<em> – O Convento da Ajuda</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de outubro de 202</a>1.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25175" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIV<em> – </em>O<em> Conselho Municipal</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de novembro de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25474" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XV<em> – A Praia de Santa Luzia no primeiro dia do verão</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 21 de dezembro de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26333">Série<em> O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVI &#8211; <em>O prédio da Academia Imperial de Belas Artes</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, publicado na Brasiliana Fotográfica em 13 de janeiro de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26587" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XVII<em> – Igreja São Pedro dos Clérigos</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 18 de março de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27390" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVIII &#8211; <em>A Praça Onze</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de abril de 2022.</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27549" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XIX &#8211; <em>A Igrejinha de Copacabana</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2022.</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27622" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XX &#8211; <em>O Pavilhão dos Estados</em>, futuro prédio do Ministério da Agricultura, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de julho de 2022.</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27670%20" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXI &#8211; <em>O Chafariz do Largo da Carioca</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de setembro de 2022. </a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29820" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXII &#8211; <em>A Cadeia Velha que deu lugar ao Palácio Tiradentes</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 11 de abril de 2023</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIII e </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank"><em>Avenidas e ruas do Brasil</em> XVII </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">- <em>A Praia e a Rua do Russel, na Glória</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 15 de maio de 2023</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32291" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIV &#8211; <em>O luxuoso Palace Hotel, na Avenida Rio Branco, uma referência da vanguarda artística no Rio de Janeiro,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 4 de julho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32451" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXV<em> &#8211; O Theatro Phenix,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 5 de setembro de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34365" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D34365&amp;source=gmail&amp;ust=1702655036919000&amp;usg=AOvVaw3b3Tx7K9JhoBwFxL6ka8RZ">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVI &#8211; <em>Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo por Augusto Malta,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 14 de dezembro de 2023</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32431" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVII e Série <em>Os arquitetos do Rio de Janeiro</em> V &#8211; <em>O Jockey Club e o Derby Club, na Avenida Rio Branco e o arquiteto Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920)</em>, de autoria de Andrea c. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, em 15 de janeiro de 2024</span></a></p>
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