 

<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Palácio Tiradentes</title>
	<atom:link href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;tag=palacio-tiradentes" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 20 Jul 2026 14:26:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.1.41</generator>
	<item>
		<title>O centenário do Palácio Tiradentes</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=42333</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=42333#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 14:29:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[Archimedes Memoria]]></category>
		<category><![CDATA[Cadeia Velha]]></category>
		<category><![CDATA[Casa de Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Couchet]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco de Andrade (escultor)]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Palácio Tiradentes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=42333</guid>
		<description><![CDATA[O Palácio Tiradentes foi construído no local onde existia a Casa de Câmara e Cadeia Velha, prédio erguido em torno de 1640, que foi demolido em 1922, quando foi lançada, com a presença do presidente da República, Epitácio Pessoa (1865 - 1942), a pedra fundamental do prédio da nova sede do Legislativo. Cerca de um ano antes, em 1921, foi aprovado um projeto dos arquitetos Archimedes Memória (1893 - 1960) e  Francisque Couchet (18? -19?) para a sua construção. Inspirado no Grand Palais, o Palácio Tiradentes foi inaugurado em 6 de maio de 1926 e hoje, com fotografias de Augusto Malta (1864 - 1957), de Guilherme Santos (1871 - 1966) e de fotógrafos ainda não identificados, a Brasiliana Fotográfica celebra seu centenário.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Palácio Tiradentes foi construído no local onde existia a Casa de Câmara e Cadeia Velha, prédio erguido em torno de 1640, que foi demolido em 1922, quando foi lançada, com a presença do presidente da República, Epitácio Pessoa (1865 &#8211; 1942), a pedra fundamental do prédio da nova sede do Legislativo. Cerca de um ano antes, em 1921, foi aprovado um projeto dos arquitetos  Archimedes Memória (1893 &#8211; 1960) e  Francisque Couchet (18? -19?) para a sua construção. Inspirado no Grand Palais, o Palácio Tiradentes foi inaugurado em 6 de maio de 1926 e hoje, com fotografias de Augusto Malta (1864 &#8211; 1957), de Guilherme Santos (1871 &#8211; 1966) e de fotógrafos ainda não identificados, a Brasiliana Fotográfica celebra seu centenário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2784" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2784/014AM012060.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="478" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2784" target="_blank">Augusto Malta. Palácio Tiradentes, c. 1926. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/338" target="_blank">Acessando o link para as fotografias do Palácio Tiradentes disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Palácio Tiradentes foi construído no local onde existia a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29820" target="_blank">Casa de Câmara e Cadeia Velha</a>, prédio erguido em torno de 1640, quando os membros do Senado e da Câmara do Rio de Janeiro solicitaram a construção de um edifício para abrigar os trabalhos do legislativo. No século XVII, usualmente, nas cidades coloniais da América portuguesa nesses mesmos prédios ficavam as prisões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11278" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11278/007A5P3F10-048.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="539" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11278" target="_blank">Augusto Malta. Câmara e Cadeia Velha, 1911. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 25 de dezembro de 1921, foi aprovado um projeto do cearense Archimedes Memória e do franco-suíço Francisque Couchet, ambos arquitetos, para a construção do Palácio Tiradentes, no local onde existia a Cadeia Velha (<a href="%20http://memoria.bn.br/DocReader/308250/148." target="_blank"><i>Architectura no Brasil</i>, janeiro de 1922</a>). Eles trabalhavam no Escritório Técnico Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920), que havia falecido, em 1920. Memória e Couchet foram sócios até 1929.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29836" style="width: 595px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.palaciotiradentes.rj.gov.br/cool_timeline/1921/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29836" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/tiradentes1.jpg" alt="Projeto de Archimedes Memória e Francisco Couchet paa o Palácio Tiradentes" width="585" height="369" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://www.palaciotiradentes.rj.gov.br/cool_timeline/1921/" target="_blank">Projeto de Archimedes Memória e Francisco Couchet para o Palácio Tiradentes</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Archimedes e Couchet foram também responsáveis pelos projetos do Palácio das Festas e do Palácio das Grandes Indústrias, na <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17940" target="_blank">Exposição Internacional do Centenário da Independência</a> (1922), um dos maiores eventos internacionais já realizados no Brasil, inaugurada no Rio de Janeiro em 7 de setembro de 1922 e encerrada em 24 de julho do ano seguinte; além dos edifícios do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25175" target="_blank">Palácio Pedro Ernesto (1923)</a>, cujo projeto foi desenvolvido por eles, já que seu autor, Heitor Mello (1875 &#8211; 1920), faleceu em 1920; do <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/107670_02/21282" target="_blank">Hotel Balneário da Urca (1925)</a>, futuro Cassino da Urca e sede da TV Tupi carioca; do Jockey Club Brasileiro, na Gávea (1926), e do Botafogo Futebol e Regatas (1928).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 410px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://academiaipuense.com.br/patronos/160-archimedes-memoria" target="_blank"><img src="https://academiaipuense.com.br/images/patronos/ARCHIMEDES%20MEMORIA.png" alt="" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://academiaipuense.com.br/patronos/160-archimedes-memoria" target="_blank">Archimedes Memória / Academia Ipuense de Letras, Ciências e Arte</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29746" style="width: 424px" class="wp-caption aligncenter"><a class="fbx-link" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/arquitetos.jpg"><img class="wp-image-29746 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/arquitetos.jpg" alt="Augusto Malta, Sentados, da esquerda para a direita: Nestor de Figueiredo, Adollpho Morales de los Rios (pai) e Francisco Cuchet. Em pé, na mesma ordem: Arquimedes Memoria, Adolpho Morales de los /rios (filho), Celestino Severo de Juan e Edgar Vianna, de 7 de setembro de 1922. Rio de Janeiro, RJ / Rio antigo, por Charles Dunlop." width="414" height="359" /></a><p class="wp-caption-text">Augusto Malta. Sentados, da esquerda para a direita: Nestor de Figueiredo, Adolpho Morales de los Rios (pai) e Francisque Cuchet. Em pé, na mesma ordem: Archimedes Memoria, Adolpho Morales de los Rios (filho), Celestino Severo de Juan e Edgar Viana, 7 de setembro de 1922. Rio de Janeiro, RJ / Rio Antigo, por Charles Dunlop.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O prédio da Cadeia Velha foi demolido, em 1922, quando foi lançada, com a presença do presidente da República, Epitácio Pessoa, a pedra fundamental do prédio da nova sede do Legislativo <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/764256/2096" target="_blank">(<em>O Combate</em>, 19 de junho de 1922</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/40532" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 24 de junho de 1922</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29907" style="width: 422px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/764256/2096" target="_blank"><img class="wp-image-29907 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/pedra4.jpg" alt="pedra4" width="412" height="485" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/764256/2096" target="_blank"><em>O Combate</em>, 19 de junho de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29837" style="width: 296px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=259063&amp;pagfis=40532" target="_blank"><img class="wp-image-29837 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/pedra.jpg" alt="pedra" width="286" height="449" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=259063&amp;pagfis=40532" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 24 de junho de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11058" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11058/037SL01086.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="513" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11058" target="_blank">Demolição do Morro do Castelo; ao fundo, a Ilha Fiscal e o Palácio Tiradentes em construção, c. 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29838" style="width: 592px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11058" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29838" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/pedra1.jpg" alt="Detalhe da foto anterior" width="582" height="466" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11058" target="_blank">Detalhe da foto anterior com destaque para o Palácio Tiradentes em construção</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No <em>estilo do palácio é Luiz XVI, moderno</em>, segundo a revista <a href="http://memoria.bn.br/docreader/308250/148" target="_blank"><em>Architectura</em> <i>no Brasil</i>, de janeiro de 1922</a><em>, </em>foi inspirado no Grand Palais de Paris. O Palácio Tiradentes foi inaugurado em 6 de maio de 1926, no dia em que se completava <em>Um século de vida legislativa no Brasil.</em> Seu nome homenageia Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes (1746 &#8211; 1792), um dos líderes da Inconfidência Mineira, que passou cinco dias na Cadeia Velha, da onde foi levado à forca, em 21 de abril de 1792.</p>
<p>Por ordem do então presidente da Câmara, Arnolfo de Azevedo (1868 &#8211; 1942), o Palácio Tiradentes foi construído com muita economia, tendo custado 15 contos de réis, metade do custo do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=33476" target="_blank">Palácio Pedro Ernesto</a>, inaugurado em 1923. Toda sua estrutura é de concreto e tijolo; as estátuas são de massa. Ricos cafeicultores e o estado de São Paulo foram responsáveis pela doação de vários móveis para a nova Câmara Federal, abrigada no Palácio Tiradentes, que ali funcionou de 1926 até 1960 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/25463" target="_blank"><em>Correio de Manhã</em>, 7 de maio de 1926</a>; <em>O Paiz</em>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/25193" target="_blank">6 de maio</a> e<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/25205" target="_blank"> 7 de maio</a> de 1926; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/308250/616" target="_blank"><i>Architectura no Brasil</i>, junho/julho de 1926</a>).</p>
<div></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29840" style="width: 320px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=178691_05&amp;pagfis=25205" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29840" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/pedra2.jpg" alt="O Paiz, 7 de maio de 1926" width="310" height="466" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=178691_05&amp;pagfis=25205" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 7 de maio de 1926</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na mesma ocasião, foi descerrada, em frente ao plácio, a estátua de Tiradentes, de autoria do escultor Francisco de Andrade  (1893-1953). Em bronze, tem 4,5 metros de altura e, em sua base, lê-se <em>Libertas Quæ Sera Tamen</em><em> &#8211; Liberdade ainda que tardia</em> -, lema dos inconfidentes mineiros inscrito na bandeira oficial do Estado de Minas Gerais.</p>
<p>Francisco de Andrade havia, em 1914, vencido o concurso para realizar a estátua de Tiradentes. A peça deveria representar Tiradentes no momento, em que estava sendo conduzido à forca, em 21 de abril de 1792, no Largo da Lampadosa, atual Praça Tiradentes. O local escolhido para a fixação da estátua é o mesmo ponto onde se localizava a cela em que Tiradentes esteve preso. A estátua <em>foi alvo de críticas e reparos à época, pois representava o alferes mór do Brasil muito velho, vestindo uma túnica de condenado que lembrava desagradavelmente uma camisola de dormir. Representava-o, igualmente, barbado e cabeludo, atributos que à época, já se sabia que Tiradentes nunca os tivera por ser militar </em>(<a href="https://palaciotiradentes.rj.gov.br/noticias/historias-dos-100-anos-do-palacio-estatua-de-tiradentes" target="_blank">Site Palácio Tiradentes</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_44444" style="width: 293px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://palaciotiradentes.rj.gov.br/noticias/historias-dos-100-anos-do-palacio-estatua-de-tiradentes" target="_blank"><img class="size-full wp-image-44444" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/tiradentes.jpg" alt="O escultor Francisco de Andrade e sua obra, a estátua de Tiradentes" width="283" height="495" /></a><p class="wp-caption-text">O<a href="https://palaciotiradentes.rj.gov.br/noticias/historias-dos-100-anos-do-palacio-estatua-de-tiradentes" target="_blank"> escultor Francisco de Andrade (1893 &#8211; 1953) e sua obra, a estátua de Tiradentes / Site Palácio Tiradentes</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cerca de dois anos depois, o presidente dos Estados Unidos, Herbert Hoover (1874 &#8211; 1964), fez uma visita ao Palácio Tiradentes, em 22 de dezembro de 1928 <em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/67425" target="_blank">Fon-Fon</a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/67425" target="_blank">, 29 de dezembro de 1928</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10232" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10232/002080RJ6611.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="300" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10232" target="_blank">Guilherme Santos. Herbert Clark Hoover, presidente dos Estados Unidos, durante visita à Câmara dos Deputados, 22 de dezembro de 1928. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abaixo, um imagem de autoria do fotógrafo amador <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank">Guilherme Santos (1871 &#8211; 1966)</a> no dia da Constituinte de 1934, em 16 de julho de 1934, com a cavalaria e civis diante do Palácio Tiradentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9465" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9465/002080RJ6415.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="291" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9465" target="_blank">Guilherme Santos. Cavalaria e civis em frente ao Palácio Tiradentes, no dia da Constituinte de 1934, 16 de julho de 1934. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Parlamento foi fechado pelo presidente Getulio Vargas (1882 &#8211; 1954) no período do Estado Novo, de 1937 a 1945, e o Palácio Tiradentes passou a sediar o Ministério da Justiça e o Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), órgão de censura do regime. Com a saída de Vargas, em 1945, o Palácio Tiradentes voltou a abrigar a Assembleia Constituinte.</p>
<p><span style="color: #333333;">Quando Brasília tornou-se a capital do Brasil, em 1960, no Palácio Tiradentes passou a funcionar a Assembleia Legislativa do Estado da Guanabara (ALEG) que, com a fusão dos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro, efetivada em 1975, passou a se chamar Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ).</span></p>
<p><span style="color: #333333;"> </span></p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>CASTRO, Ramiro Berbert de. <a href="https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/179460?show=full" target="_blank"><em>Edifícios da Cadeia Velha, Palácio Monroe e Biblioteca Nacional</em></a>. Rio de Janeiro : Empresa Brasil Editora, 1926.</p>
<p><a href="https://diariodorio.com/historia-do-predio-do-istituto-europeo-di-design-o-cassino-da-urca/" target="_blank">Diário do Rio</a></p>
<p><a href="http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p><a href="https://oglobo.globo.com/economia/imoveis/arquitetos-falam-sobre-arquitetura-marcante-do-jockey-club-3135628" target="_blank"><em>O GLOBO</em>, 10 de novembro de 2011</a></p>
<p><a href="https://academiaipuense.com.br/patronos/160-archimedes-memoria" target="_blank">Site Academia Ipuense de Letras, Ciências e Artes</a></p>
<p><a href="http://www.palaciotiradentes.rj.gov.br/historia/" target="_blank">Site Palácio Tiradentes</a></p>
<p><a href="https://riomemorias.com.br/memoria/palacio-tiradentes/" target="_blank">Site Rio Memórias</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=42333</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Série &#8220;Os arquitetos do Rio de Janeiro&#8221; IV &#8211; Archimedes Memória (1893 &#8211; 1960), o último dos ecléticos</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34073</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34073#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 12:57:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Archimedes Memoria]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Hipódromo da Gávea]]></category>
		<category><![CDATA[Palácio Pedro Ernesto]]></category>
		<category><![CDATA[Palácio Tiradentes]]></category>
		<category><![CDATA[Série Os arquitetos do Rio de Janeiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34073</guid>
		<description><![CDATA[O cearense Archimedes Memória (1893 - 1960), considerado o último dos ecléticos e um dos maiores expoentes da arquitetura brasileira, e suas construções no Rio de Janeiro são o tema do quarto artigo da série "Os arquitetos do Rio de Janeiro". Já foram publicados na Brasiliana Fotográfica artigos sobre algumas de suas mais importantes realizações: a Esplanada no Castelo e alguns dos pavilhões contruídos para a Exposição Internacional do Centenário da Independência; o Hipódromo da Gávea, o Palácio Pedro Ernesto e o Palácio Tiradentes. Nessas publicações, que destacaremos aqui, há fotografias produzidas por diversos fotógrafos, dentre eles Augusto Malta (1864 - 1957), Theodor Preising (1883 - 1962), Marc Ferrez (1843 - 1923) e fotógrafos ainda não identificados.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O cearense Archimedes Memória (1893 &#8211; 1960), considerado o último dos ecléticos e um dos maiores expoentes da arquitetura brasileira, e suas construções no Rio de Janeiro são o tema do quarto artigo da série <em>Os arquitetos do Rio de Janeiro.</em> Já foram publicados na Brasiliana Fotográfica artigos sobre algumas de suas mais importantes realizações: a Esplanada no Castelo e alguns dos pavilhões contruídos para a Exposição Internacional do Centenário da Independência; o Hipódromo da Gávea, o Palácio Pedro Ernesto e o Palácio Tiradentes. Nessas publicações, que destacaremos aqui, há fotografias produzidas por diversos fotógrafos, dentre eles Augusto Malta (1864 &#8211; 1957), Theodor Preising (1883 &#8211; 1962) e fotógrafos ainda não identificados. Há ainda uma fotografia de autoria de Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923), do acervo do Instituto Moreira Salles, uma das instituições fundadoras da Brasiliana Fotográfica, recém acrescentada no acervo do portal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 713px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/12489" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/12489/007CX173-15.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="703" height="330" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/12489" target="_blank">Marc Ferrez. Exposição de 1922 &#8211; Pavilhão das Festas, 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Seguem os links dos artigos já publicados na Brasiliana Fotográfica sobre construções de Archimedes Memória:</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17940" target="_blank">Série “1922 – Hoje, há 100 anos” VIII – A abertura da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil e o centenário da primeira grande transmissão pública de rádio no país, publicado em 7 de setembro de 1922</a></span></p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7776" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7776/001ATK012021.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="511" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7776" target="_blank">Photo Bippus Rio. Exposição Internacional do Centenário da Independência &#8211; Palácio das Festas, 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29820" target="_blank">Série “O Rio de Janeiro desaparecido” XXII – A Cadeia Velha, que deu lugar ao Palácio Tiradentes publicado em 11 de abril de 2023</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2784" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2784/014AM012060.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="478" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2784" target="_blank">Augusto Malta. Palácio Tiradentes, c. 1926. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27444" target="_blank">O Hipódromo da Gávea, no Rio de Janeiro, publicado em 11 de julho de 2023</a></span></p>
<div style="width: 709px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8188" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8188/014AM019015.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="699" height="522" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8188" target="_blank">Augusto Malta. Jockey Club, 15 de julho de 1926. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=33476" target="_blank">O centenário do Palácio Pedro Ernesto, publicado em 21 de julho de 2023</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10817" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10817/002057TP007.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="538" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10817" target="_blank">Theodor Preising; Photo Rotativo. Avenida Rio Branco; na altura da Cinelândia. O Palácio Pedro Ernesto é o prédio mais baixo, c. 1940. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Breve perfil do arquiteto cearense Archimedes Memória (1893 &#8211; 1960)</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_34078" style="width: 270px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://academiaipuense.com.br/patronos/160-archimedes-memoria" target="_blank"><img class="wp-image-34078 " src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/archimedes.jpg" alt="Archimedes Memória (1893 - 1960) /Academia Ipuense de Letras, Ciências e Artes" width="260" height="346" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://academiaipuense.com.br/patronos/160-archimedes-memoria" target="_blank">Archimedes Memória (1893 &#8211; 1960) /Academia Ipuense de Letras, Ciências e Artes</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nascido em 7 de março de 1893, no sítio Gameleira, próximo da atual Várzea do Jiló, em Ipu, o cearense Archimedes Memória chegou ao Rio de Janeiro por volta de 1910 para estudar desenho na Escola Nacional de Belas Artes (Enba). Logo entrou para o Botafogo Clube de Regatas, onde se tornou campeão de remo. Transferiu-se para o curso de Arquitetura, formando-se em 1917. Como estudante, morava com outros companheiros no Largo da Lapa  (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_07/10287" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 27 de setembro de 1960, antepenúltima coluna</a>).</p>
<p>Foi um dos discípulos prediletos de Heitor de Mello (1875 – 1920), seu mestre, para quem começou a trabalhar, no Escritório Técnico Heitor de Mello, em 1918. Segundo o historiador da arquitetura Yves Bruand (1926 &#8211; 2011), este escritório foi <em>a primeira organização comercial de arquitetura no Brasil dedicada ao desenvolvimento de projetos, acompanhamento e fiscalização de obras.</em> Quando Heitor de Mello faleceu, em 1920, Archimedes passou a ser sócio do escritório com o franco-suíço Francisque Couchet (18? – 19?). Também, em 1920, sucedeu Heitor como professor de desenho de ornatos e elementos de arquitetura e composição de arquitetura da Enba. Em 1931, passou a dirigir a escola, sucedendo Lúcio Costa (1902 &#8211; 1998), que havia feito uma reforma no ensino da instituição, que desagradou a maioria dos professores. Archimedes ficou no cargo até 1934, tendo sido reconduzido em 1938.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 424px" class="wp-caption aligncenter"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/arquitetos.jpg" alt="Augusto Malta, Sentados, da esquerda para a direita: Nestor de Figueiredo, Adollpho Morales de los Rios (pai) e Francisco Cuchet. Em pé, na mesma ordem: Arquimedes Memoria, Adolpho Morales de los /rios (filho), Celestino Severo de Juan e Edgar Vianna, de 7 de setembro de 1922. Rio de Janeiro, RJ / Rio antigo, por Charles Dunlop." width="414" height="359" /><p class="wp-caption-text">Augusto Malta. Sentados, da esquerda para a direita: Nestor de Figueiredo, Adolpho Morales de los Rios (pai) e Francisque Cuchet. Em pé, na mesma ordem: Archimedes Memoria, Adolpho Morales de los Rios (filho), Celestino Severo de Juan e Edgar Viana, 7 de setembro de 1922. Rio de Janeiro, RJ / <em>Rio Antigo</em>, por Charles Dunlop.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ele e Francisque Couchet foram sócios até 1929 e responsáveis pelos projetos do Palácio das Festas e do Palácio das Grandes Indústrias, na Exposição Internacional do Centenário da Independência (1922), um dos maiores eventos internacionais já realizados no Brasil, inaugurada no Rio de Janeiro em 7 de setembro de 1922 e encerrada em 24 de julho do ano seguinte; além dos edifícios do Palácio Pedro Ernesto (1923<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25175" target="_blank">)</a>, cujo projeto foi desenvolvido por eles, já que seu autor, Heitor Mello (1875 – 1920), faleceu em 1920; do <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/107670_02/21282" target="_blank">Hotel Balneário da Urca (1925)</a>, futuro Cassino da Urca e sede da TV Tupi carioca; do Hipódromo da Gávea (1926), do Palácio do Comércio (1927) e do Botafogo Futebol e Regatas (1928). Na década de 1930, o arquiteto se aproximou do <em>art déco</em>. Projetou a agência dos Correios &amp; Telégrafos, em Belém, e a Capela Santa Terezinha (1935), na saída do Túnel Novo, no Rio de Janeiro, em 1935. Foi também o responsável, entre 1927 e 1928, pela remodelação do altar-mor da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16540" target="_blank">Igreja da Candelária</a>, inspirado no altar da igreja de Saint Gervais, em Paris.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_45644" style="width: 405px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/cassinodaurca.jpg"><img class="wp-image-45644 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/cassinodaurca.jpg" alt="cassinodaurca" width="395" height="341" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.google.com/search?sca_esv=9e14c540528a302f&amp;rlz=1C1GCEU_pt-BRBR1077BR1077&amp;sxsrf=APpeQnubHkdk8UVfXtZvnLFLXTsDOaZZSw:1782837252837&amp;udm=2&amp;fbs=ABfTbFVGaQeaqnsRPI5sOMG32KszkLt6nAp8aiRKj5vMjqZApKUKSutr57PWW9cO7WMBPoWAXETG-zVgzuvR7Vkc6iqjuEpfA5q6QJvi_b2TlacnzLncl9Uo6ltBu-sH4QPhB60z89FIJVD2KMBuNDNMpiqLn2Du5AQ4WwVMxj_X-_Z8j6yjw3FLDUZ7mnwHNm2RFMpfkkLYA_STF5SC_nJL_5H4wgkEzA&amp;q=cassino+da+urca&amp;sa=X&amp;sqi=2&amp;ved=2ahUKEwje85apsq-VAxU0qpUCHRrQDP8QtKgLegQIEBAB&amp;biw=1242&amp;bih=552&amp;dpr=1.1#sv=CAMSXhoyKhBlLTB2S3pQdHFNUHZXRXRNMg4wdkt6UHRxTVB2V0V0TToOQk00eFNuZU9nTXpEeE0gBCokCg5KSVpLVndOUzNvS3lBTRIQZS0wdkt6UHRxTVB2V0V0TRgAMAEYByDU6IGcAkoIEAEYASABKAE" target="_blank">Cassino da Urca/ Diário do Rio</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4589" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4589/BR%20RJAGCRJ.SGEC.DHD.AM.PDF.PURM.NG.2127.5698.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="503" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4589" target="_blank">Uriel Malta. Clube Botafogo de Futebol e Regatas com a Igreja de Santa Terezinha ao fundo, 1º de abril de 1941. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_34085" style="width: 407px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/archimedes5pg.jpg"><img class="wp-image-34085 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/archimedes5pg.jpg" alt="Palácio do Comércio e Agência dos Correios em Belém / " width="397" height="259" /></a><p class="wp-caption-text">Palácio do Comércio e Agência dos Correios em Belém / Archimedes memória: “o futuro ancorado no passado”</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_34084" style="width: 589px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/archimedes4.jpg"><img class="wp-image-34084 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/archimedes4.jpg" alt="Linha do tempo de Archimedes Memória" width="579" height="97" /></a><p class="wp-caption-text">Linha do tempo de Archimedes Memória / <em>Archimedes memória: “o futuro ancorado no passado”</em></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Memória permaneceu na direção do escritório até 1935, mesmo ano em que protagonizou um dos acontecimentos mais importantes na história da disputa do domínio da cena arquitetônica na década de 1930, no Brasil. Venceu o concurso nacional de anteprojetos para o Ministério da Educação e Saúde, cujo titular era Gustavo Capanema (1900 &#8211; 1985). Foi premiado mas seu projeto foi preterido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_34083" style="width: 482px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/archimedes3.jpg"><img class="wp-image-34083 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/archimedes3.jpg" alt="Pojeto Pax, de ARchimedes Memória, para a sede do Ministériro da Educação e Saúde, no rio de Janeiro" width="472" height="214" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto Pax, de Archimedes Memória, para a sede do Ministério da Educação e Saúde, no Rio de Janeiro / <em>Archimedes memória: “o futuro ancorado no passado”</em></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;O projeto vencedor, de Memória, é marcado pela simetria, composição em planos escalonados, contraste entre linhas horizontais e verticais, com ênfase nestas últimas, predominância de cheios sobre vazios e a utilização de elementos decorativos inspirados nos motivos geométricos da cerâmica indígena da Ilha de Marajó. O projeto, entretanto, realizado num concurso cujo objetivo é dar forma à ação civilizadora daquele ministério não entusiasma alguns membros do júri, entre eles Batalha e Palladini, que o consideram inadequado para o programa a que se destina. Capanema, por sua vez, decepcionado com o resultado encomenda pareceres sobre o projeto ao ministro Maurício Nabuco (1881 &#8211; 1979), ao engenheiro Fernando Saturnino de Brito (1914 &#8211; 196-) e ao inspetor de engenharia sanitária do MES, Domingos da Silva Cunha, que também o desaprovam. Fundamentado nesses pareceres, Capanema paga a premiação a Memória e solicita uma autorização ao presidente Getúlio Vargas (1882 &#8211; 1954) para contratar Lucio Costa para o desenvolvimento de um novo projeto, que é realizado por Carlos Leão, Reidy, Jorge Moreira, Ernani Vasconcellos (1909 &#8211; 1988) e Oscar Niemeyer (1907 &#8211; 2012), com a colaboração de Le Corbusier (1887 &#8211; 1965). Diante dessa reviravolta, Memória escreve, em vão, uma carta ao presidente Vargas, acusando de comunistas esse arquitetos, que afinal conseguem vincular suas propostas ao governo, naquele que é o principal responsável por traçar as novas diretrizes culturais da nação, o Ministério da Educação e Saúde&#8221; </em></span>(<em>Enciclopédia Itáu Cultural</em>).</p>
<p>A carta escrita por Memória está transcrita no artigo <em>O ministro que desprezou a rotina</em>, do poeta Carlos Drummond de Andrade (1902 &#8211; 1987), publicado na <em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/006173/3425" target="_blank">Revista Módulo,</a><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/006173/3425" target="_blank"> setembro de 1975</a>. </em>Sobre o episódio, escreveu<em>: Pagando a seu autor o prêmio devido, e obtendo do presidente da República a anulação do concurso que aprovara tal projeto, Capanema partiu corajosamente para a solução revolucionária: encomendou a jovens arquitetos, imbuídos de idéias novas, o projeto que viria a concretizar-se na obra hoje reverenciada pelos mestres da arquitetura universal.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 713px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4653" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4653/014AM005019.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="703" height="540" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4653" target="_blank">Augusto Malta. Demolição do Morro do Castelo. Quarteirão onde hoje fica o prédio do Ministério da Educação e Cultura, 31 de agosto de 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O projeto do prédio do Ministério da Educação, o Palácio Capanema, encomendado aos já citados jovens arquitetos, substituindo o projeto de Archimedes, tornou-se um marco da arquitetura mundial. Contou com uma fachada envidraçada (<em>curtain wall</em>), das lâminas horizontais móveis (<em>brise-soleil</em>), criadas por Le Corbusier, do térreo com pilotis e da criação dos terraços-jardins, além do paisagismo de Roberto Burle Marx (1909 &#8211; 1994), dos afrescos de Cândido Portinari (1903 &#8211; 1962) e das esculturas de Adriana Janacópulos (1897 &#8211; 1978), Bruno Giorgi (1905 &#8211; 1993) e Celso Antônio de Menezes (1896 &#8211; 1984).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 456px" class="wp-caption aligncenter"><img class="" src="https://ims.com.br/wp-content/uploads/2018/11/04-010RJME11132-640x982.jpg" alt="Marcel Gautherot: Edifício Gustavo Capanema, sede do Ministério da Educação e Saúde, c.1955. Rio de Janeiro, RJ (Acervo IMS)" width="446" height="684" /><p class="wp-caption-text">Marcel Gautherot. Edifício Gustavo Capanema, sede do Ministério da Educação e Saúde, c.1955. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Archimedes Memória faleceu em 20 de setembro de 1960, aos 67 anos, de repente. Estava fazendo ginástica em casa, quando passou mal e faleceu, apesar de ser um homem de hábitos saudáveis: <em>Era um homem de compleição sólida, esportista habitual, grande resistência física, saúde perfeita, não fumava, não bebia, não jogava.</em> Na ocasião era Decano da Faculdade Nacional de Arquitetura, aonde existe um pavilhão com o seu nome. Foi o último representante da geração de arquitetos que foi sucedida por modernos como Affonso Eduardo Reidey (1909 &#8211; 1964), Lúcio Costa (1902 &#8211; 1998), Oscar Niemeyer (1907 &#8211; 2012) e Sérgio Bernardes (1919 &#8211; 2002) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_07/10078" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 22 de setembro de 1960, antepenúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_07/10287" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 27 de setembro de 1960, antepenúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093718_04/7616" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 2 de outubro de 1960, terceira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_34081" style="width: 464px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_07/10060" target="_blank"><img class="size-full wp-image-34081" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/archimedes1.jpg" alt="Correio da Manhã, 21 de setembro de 1960" width="454" height="275" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_07/10060" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 21 de setembro de 1960</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi postumamente homenageado com a medalha do Mérito da Engenharia e da Arquitetura, concedida pelo Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura; e na comemoração do 18º ano da Faculdade Nacional de Arquitetura, foi inaugurado o medalhão de Archimedes Memória, de autoria de Carlos del Negro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_07/13327" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 14 de dezembro de 1960, última colun</a>a; e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_07/43093" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 25 de agosto de 1963, quinta coluna</a>). Foi membro da Sociedade Pan-Americana de Arquitetos, sócio-fundador da Sociedade Central de Arquitetos e do Instituto de Arquitetos do Brasil e participou ativamente do movimento integralista com o cargo de Coordenador de Artes Plásticas na Câmara dos Quarenta, órgão máximo do Partido Integralista. De acordo com Aurélia Tâmisa Silvestre de Alencar, pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro:</p>
<p><em>Mesmo com uma envergadura profissional inquestionável, suas inclinações políticas de caráter reacionário e fascista lhe afastaram da maré que se consagraria e lhe custaram o ônus do esquecimento. Foi o que pudemos constatar durante a pesquisa bibliografia com a superficialidade e até mesmo escassez de informações a respeito do arquiteto.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>ALENCAR, Aurélia Tâmisa Silvestre de. <a href="https://docomomobrasil.com/wp-content/uploads/2016/01/135_M17_RM-ArchimedesMemoria-ART_aurelia_alencar.pdf" target="_blank"><em>Archimedes memória: “o futuro ancorado no passado”</em></a>. 9º Seminário Docomomo Brasil Interdisciplinaridade e Experiências em Documentação e Preservação do Patrimônio Recente. Brasília, junho de 2011</p>
<p><a href="https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa408608/arquimedes-memoria" target="_blank">Enciclopédia Itáu Cultural</a></p>
<p><a href="https://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>LISSOVSKY, Mauricio; SÁ, Paulo Sergio Moraes de. <em>Colunas da educação. A construção do Ministério de Educação e Saúde (1935-1945)</em>. Rio de Janeiro: Edições do Patrimônio, IPHAN, Ministério da Cultura, Fundação Getúlio Vargas, 1996.</p>
<p>MEMÓRIA FILHO, Péricles. <em>Archimedes Memória: o último dos ecléticos</em>. Rio de Janeiro: Interage, 2008.</p>
<p>MOURÃO, Sebastião Valdemir et al (Org.). <em>Livro dos Patronos da Academia Ipuense de Letras, Ciências e Artes.</em> Fortaleza: Premius, 2010.</p>
<p>ROCHA-PEIXOTO, Gustavo. <em>O ecletismo e seus contemporâneos na arquitetura do Rio de Janeiro</em>. In: CZAJKOWSKI, Jorge (org.). <em>Guia da arquitetura eclética no Rio de Janeiro</em>. Rio de Janeiro: Centro de Arquitetura e Urbanismo, 2000</p>
<p><a href="https://riomemorias.com.br/memoria/a-esplanada-do-castelo-e-o-palacio-capanema/" target="_blank">Site Rio Memórias</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Outros artigos da série Os arquitetos do Rio de Janeiro</em></strong></span></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22130" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série “Os arquitetos do Rio de Janeiro”<em> I &#8211; </em>Porto D´Ave e a moderna arquitetura hospitalar, 14/01/2021 – Cristiane d´Avila &#8211; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz</span></a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32714" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série “Os arquitetos do Rio” II &#8211; No Dia Nacional da Saúde, o Desinfetório de Botafogo e um breve perfil do arquiteto português Luiz de Moraes Junior, responsável pelo projeto, 05/08/2023 &#8211; Cristiane d´Avila, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz em parceria com Andrea C. T. Wanderley</span></a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32203" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série &#8220;Os arquitetos do Rio de Janeiro&#8221; III &#8211; O centenário do Copacabana Palace, quintessência do &#8220;glamour&#8221; carioca, e seu criador, o arquiteto francês Joseph Gire, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 13 de agosto de 2023</span></a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32431" target="_blank"><span style="color: #990000;">Série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido<em>&#8220;</em> XXVII e &#8220;Os arquitetos do Rio&#8221; V &#8211; O Jockey Club e o Derby Club, na Avenida Rio Branco e o arquiteto Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920)<em>,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 15 de janeiro de 2024</span></a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=33447" target="_blank">Série “Os arquitetos do Rio de Janeiro” VI – O Clube Naval e os arquitetos Tommaso G. Bezzi (1844 – 1915) e Heitor de Mello (1875 – 1920), de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 6 de maio de 2024</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=34073</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido&#8221; XXII &#8211; A Cadeia Velha, que deu lugar ao Palácio Tiradentes</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29820</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29820#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2023 12:29:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Archimedes Memoria]]></category>
		<category><![CDATA[Cadeia Velha]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Couchet]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Palácio Tiradentes]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Antigo]]></category>
		<category><![CDATA[Série "]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29820</guid>
		<description><![CDATA[Em seu 22º artigo da Série "O Rio de Janeiro desaparecido", a Brasiliana Fotográfica lembra a história da Cadeia Velha, demolida em 1922, que deu lugar ao Palácio Tiradentes, inaugurado, em 1926, com imagens de autoria de Augusto Malta (1864 - 1957), fotógrafo oficial da Prefeitura do Rio de Janeiro, entre 1903 e 1936; estereoscopias de Guilherme Santos (1871 - 1966) e registros realizados por  fotógrafos ainda não identificados. Abriga desde 1975 a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em seu 22º artigo da Série<em> O Rio de Janeiro desaparecido</em>, a Brasiliana Fotográfica lembra a história da Cadeia Velha, demolida em 1922, que deu lugar ao Palácio Tiradentes, inaugurado, em 1926, com imagens de autoria de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</a>, fotógrafo oficial da Prefeitura do Rio de Janeiro, entre 1903 e 1936; estereoscopias de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank">Guilherme Santos (1871 &#8211; 1966)</a> e registros realizados por  fotógrafos ainda não identificados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11278" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11278/007A5P3F10-048.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="540" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11278" target="_blank">Augusto Malta. Câmara e Cadeia Velha, 1911. Rio de Janeiro, Rj / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/342" target="_blank">Acessando o link para as fotografias da Cadeia Velha e do Palácio Tiradentes disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="ds-paragraph">O Palácio Tiradentes foi construído no local onde existia a Casa de Câmara e Cadeia, prédio erguido em torno de 1640, quando os membros do Senado e da Câmara do Rio de Janeiro solicitaram a construção de um edifício para abrigar os trabalhos do legislativo. ao longo de sua existência, abrigou a Cadeia pública; Casa de Vereança; Senado da Câmara; Tribunal da Relação e Câmara Imperial. No século XVII, usualmente, nas cidades coloniais da América portuguesa nesses mesmos prédios ficavam as prisões. Só em 1747 foi inaugurado o edifício colonial da Câmara e da Cadeia Velha, que, em 1752, passou a abrigar o Tribunal da Relação. Nele os desembargadores exerciam função judiciária para a parte sul do país. Os crimes da parte norte do país ficaram a cargo do Tribunal da Relação de Salvador.</p>
<p class="ds-paragraph">Quarenta anos depois, foi cárcere do alferes Joaquim José da Silva Xavier (1746-1792), o Tiradentes, um dos líderes da Inconfidência Mineira, nos últimos quatro dias de sua vida. Foi lá que, em 18 de abril de 1792, ouviu sua sentença, escrita por D. Maria I de Portugal (1734 &#8211; 1816): seria levado à forca pelo crime de lesa-majestade. Sua execução foi realizada no dia 21 de abril de 1792.</p>
<p class="ds-paragraph">Em 1808, com a chegada de d. João VI (1767 &#8211; 1826) ao Brasil, a Casa de Câmara e Cadeia serviu de moradia para os empregados da corte. Os antigos prisioneiros foram transferidos para a Cadeia do Aljube, na antiga Rua do Aljube (hoje rua Acre), no bairro da Saúde. A Casa de Câmara e Cadeia passou a ser chamada de <em>Cadeia Velha.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2774" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2774/014AM012041.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="537" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2774" target="_blank">Augusto Malta. Cadeia Velha, deu lugar ao atual Palácio Tiradentes, 1919. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abrigou a Assembleia Nacional Constituinte que tinha como missão elaborar a Constituição do Brasil recém liberto de Portugal, mas foi dissolvida pelo Exército por ordem de dom Pedro ( (1798 &#8211; 1834), que não aprovou o texto original do documento. Foi sede da Câmara dos Deputados, entre 1826 e 1914, exceto durante a Constituinte Republicana, quando a Inspetoria de Higiene funcionou no prédio da Cadeia Velha. Mas, em 18 de dezembro de 1891, a Câmara dos Deputados voltou para lá.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29841" style="width: 703px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/546341-conheca-a-historia-da-assembleia-constituinte-de-1823/" target="_blank"><img class="wp-image-29841 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/pedra3.jpg" alt="Ilustração/Notices of Brazil in 1828 and 1829 / Fonte: Agência Câmara de Notícias" width="693" height="456" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/546341-conheca-a-historia-da-assembleia-constituinte-de-1823/" target="_blank">Interior da Cadeia Velha, que abrigou a Constituinte de 1823, a primeira constituinte brasileira, e onde funcionou posteriormente a Câmara dos Deputados. Ilustração/Notices of Brazil in 1828 and 1829 / Fonte: Agência Câmara de Notícias</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29853" style="width: 499px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/cadeia-velha1.jpg"><img class="wp-image-29853 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/cadeia-velha1.jpg" alt="cadeia velha1" width="489" height="320" /></a><p class="wp-caption-text"><em>Edifícios da Cadeia Velha, Palácio Monroe e Biblioteca Nacional</em>, de Ramiro Berbert de Castro</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1914, o prédio da Cadeia Velha se encontrava em péssimas condições e a Câmara foi transferida para o<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6248" target="_blank"> Palácio Monroe</a>, no fim da rua do Passeio, na <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">avenida Central, atual Rio Branco</a>, ponto mais nobre da capital do Brasil, na Cinelândia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 543px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11282" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11282/037SL03030.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="533" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11282" target="_blank">Cadeia Velha, atual Palácio Tiradentes, década de 1910. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre 1914 e sua demolição, a Cadeia Velha serviu como depósito. Em 25 de dezembro de 1921, foi aprovado um projeto dos arquitetos cearense Archimedes Memória (1893 &#8211; 1960) e do franco-suíço Francisque Couchet (18? &#8211; 19?) para a construção do Palácio Tiradentes, no local onde existia a Cadeia Velha (<a href="%20http://memoria.bn.br/DocReader/308250/148." target="_blank"><i>Architectura no Brasil</i>, janeiro de 1922</a>). Os arquitetos trabalhavam no Escritório Técnico Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920), que havia falecido, em 1920. Memória e Couchet foram sócios até 1929. Segundo a revista <a href="http://memoria.bn.br/docreader/308250/148" target="_blank"><em>Architectura</em> <i>no Brasil</i>, de janeiro de 1922</a>, <em>o estilo do palácio é Luiz XVI, moderno</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29836" style="width: 595px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.palaciotiradentes.rj.gov.br/cool_timeline/1921/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29836" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/tiradentes1.jpg" alt="Projeto de Archimedes Memória e Francisco Couchet paa o Palácio Tiradentes" width="585" height="369" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://www.palaciotiradentes.rj.gov.br/cool_timeline/1921/" target="_blank">Projeto de Archimedes Memória e Francisco Couchet para o Palácio Tiradentes</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Archimedes e Couchet foram também responsáveis pelos projetos do Palácio das Festas e do Palácio das Grandes Indústrias, na <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17940" target="_blank">Exposição Internacional do Centenário da Independência</a> (1922), um dos maiores eventos internacionais já realizados no Brasil, inaugurada no Rio de Janeiro em 7 de setembro de 1922 e encerrada em 24 de julho do ano seguinte; além dos edifícios do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25175" target="_blank">Palácio Pedro Ernesto (1923)</a>, cujo projeto foi desenvolvido por eles, já que seu autor, Heitor Mello (1875 &#8211; 1920), faleceu em 1920; do <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/107670_02/21282" target="_blank">Hotel Balneário da Urca (1925)</a>, futuro Cassino da Urca e sede da TV Tupi carioca; do Jockey Club Brasileiro, na Gávea (1926), e do Botafogo Futebol e Regatas (1928).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 410px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://academiaipuense.com.br/patronos/160-archimedes-memoria" target="_blank"><img src="https://academiaipuense.com.br/images/patronos/ARCHIMEDES%20MEMORIA.png" alt="" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://academiaipuense.com.br/patronos/160-archimedes-memoria" target="_blank">Archimedes Memória / Academia Ipuense de Letras, Ciências e Arte</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29746" style="width: 424px" class="wp-caption aligncenter"><a class="fbx-link" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/arquitetos.jpg"><img class="wp-image-29746 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/arquitetos.jpg" alt="Augusto Malta, Sentados, da esquerda para a direita: Nestor de Figueiredo, Adollpho Morales de los Rios (pai) e Francisco Cuchet. Em pé, na mesma ordem: Arquimedes Memoria, Adolpho Morales de los /rios (filho), Celestino Severo de Juan e Edgar Vianna, de 7 de setembro de 1922. Rio de Janeiro, RJ / Rio antigo, por Charles Dunlop." width="414" height="359" /></a><p class="wp-caption-text">Augusto Malta. Sentados, da esquerda para a direita: Nestor de Figueiredo, Adolpho Morales de los Rios (pai) e Francisque Cuchet. Em pé, na mesma ordem: Archimedes Memoria, Adolpho Morales de los Rios (filho), Celestino Severo de Juan e Edgar Viana, 7 de setembro de 1922. Rio de Janeiro, RJ / Rio Antigo, por Charles Dunlop.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O prédio da Cadeia Velha foi demolido em 1922, quando foi lançada, com a presença do presidente da República, Epitácio Pessoa (1865 &#8211; 1942), a pedra fundamental do prédio da nova sede do Legislativo <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/764256/2096" target="_blank">(<em>O Combate</em>, 19 de junho de 1922</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/40532" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 24 de junho de 1922</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29907" style="width: 422px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/764256/2096" target="_blank"><img class="wp-image-29907 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/pedra4.jpg" alt="pedra4" width="412" height="485" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/764256/2096" target="_blank"><em>O Combate</em>, 19 de junho de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29837" style="width: 296px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=259063&amp;pagfis=40532" target="_blank"><img class="wp-image-29837 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/pedra.jpg" alt="pedra" width="286" height="449" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=259063&amp;pagfis=40532" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 24 de junho de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11058" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11058/037SL01086.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="513" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11058" target="_blank">Demolição do Morro do Castelo; ao fundo, a Ilha Fiscal e o Palácio Tiradentes em construção, c. 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29838" style="width: 592px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11058" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29838" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/pedra1.jpg" alt="Detalhe da foto anterior" width="582" height="466" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11058" target="_blank">Detalhe da foto anterior com destaque para a construção do Palácio Tiradentes</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em estilo eclético, inspirado no Grand Palais de Paris, o Palácio Tiradentes foi inaugurado em 6 de maio de 1926, no dia em que se completava <em>Um século de vida legislativa no Brasil.</em> Seu nome homenageia o já mencionado Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes (1746 &#8211; 1792).</p>
<p>Por ordem do então presidente da Câmara, Arnolfo de Azevedo (1868 &#8211; 1942), o Palácio Tiradentes foi construído com muita economia, tendo custado 15 contos de réis, metade do custo do Palácio Pedro Ernesto, inaugurado em 1923. Toda sua estrutura é de concreto e tijolo; as estátuas são de massa. Ricos cafeicultores e o estado de São Paulo foram responsáveis pela doação de vários móveis para a nova Câmara Federal, abrigada no Palácio Tiradentes. A Câmara Federal ali funcionou de 1926 até 1960 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/25463" target="_blank"><em>Correio de Manhã</em>, 7 de maio de 1926</a>; <em>O Paiz</em>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/25193" target="_blank">6 de maio</a> e<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/25205" target="_blank"> 7 de maio</a> de 1926; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/308250/616" target="_blank"><i>Architectura no Brasil</i>, junho/julho de 1926</a>).</p>
<div></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29840" style="width: 320px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=178691_05&amp;pagfis=25205" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29840" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/pedra2.jpg" alt="O Paiz, 7 de maio de 1926" width="310" height="466" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=178691_05&amp;pagfis=25205" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 7 de maio de 1926</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2784" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2784/014AM012060.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="478" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2784" target="_blank">Augusto Malta. Palácio Tiradentes, c. 1926. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O presidente dos Estados Unidos, Herbert Hoover (1874 &#8211; 1964), fez uma visita ao Palácio Tiradentes, em 22 de dezembro de 1928 <em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/67425" target="_blank">Fon-Fon</a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/67425" target="_blank">, 29 de dezembro de 1928</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10232" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10232/002080RJ6611.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="300" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10232" target="_blank">Guilherme Santos. Herbert Clark Hoover, presidente dos Estados Unidos, durante visita à Câmara dos Deputados, 22 de dezembro de 1928. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abaixo, um imagem de autoria do fotógrafo amador <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank">Guilherme Santos (1871 &#8211; 1966)</a> no dia da Constituinte de 1934, em 16 de julho de 1934, com a cavalaria e civis diante do Palácio Tiradentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9465" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9465/002080RJ6415.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="291" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9465" target="_blank">Guilherme Santos. Cavalaria e civis em frente ao Palácio Tiradentes, no dia da Constituinte de 1934, 16 de julho de 1934. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Parlamento foi fechado pelo presidente Getulio Vargas (1882 &#8211; 1954) no período do Estado Novo, de 1937 a 1945, e no Palácio Tiradentes passou a funcionar o Ministério da Justiça e o Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), órgão de censura do regime. Com a saída de Vargas, em 1945, o Palácio Tiradentes novamente abrigou uma Assembleia Constituinte.</p>
<p><span style="color: #000000;">Quando Brasília tornou-se a capital do Brasil, em 1960, o Palácio Tiradentes passou a abrigar a Assembleia Legislativa do Estado da Guanabara (ALEG) que, com a fusão dos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro, efetivada em 1975, passou a se chamar Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>CASTRO, Ramiro Berbert de. <a href="https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/179460?show=full" target="_blank"><em>Edifícios da Cadeia Velha, Palácio Monroe e Biblioteca Nacional</em></a>. Rio de Janeiro : Empresa Brasil Editora, 1926.</p>
<p><a href="https://diariodorio.com/localizado-no-centro-do-rio-palacio-tiradentes-celebra-95-anos-com-exposicao-virtual/" target="_blank">Diário do Rio</a></p>
<p><a href="http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p><a href="https://oglobo.globo.com/economia/imoveis/arquitetos-falam-sobre-arquitetura-marcante-do-jockey-club-3135628" target="_blank"><em>O GLOBO</em>, 10 de novembro de 2011</a></p>
<p><a href="https://academiaipuense.com.br/patronos/160-archimedes-memoria" target="_blank">Site Academia Ipuense de Letras, Ciências e Artes</a></p>
<p><a href="http://www.palaciotiradentes.rj.gov.br/historia/" target="_blank">Site Alerj</a></p>
<p><a href="https://riomemorias.com.br/memoria/palacio-tiradentes/" target="_blank">Site Rio Memórias</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Links para os outros artigos da Série O Rio de Janeiro desaparecido</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">Série</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> O Rio de Janeiro desaparecido </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">I</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> </a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">- </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><em>Salas de cinema do Rio de Janeiro do início do século XX</em></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><strong>, </strong>de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de fevereiro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>II<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621"><i>A Exposição Nacional de 1908 na Coleção Família Passos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">, de autoria de Carla Costa, historiadora do Museu da República, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 5 de abril de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6248" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> III – <i>O Palácio Monroe</i>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 9 de novembro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9138" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>IV<em> -</em><em> </em><i>A via elevada da Perimetral<strong>,</strong></i> de autoria da historiadora Beatriz Kushnir, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2017.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>V<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>, Ferrez, Malta e Charles Dunlop<strong>, </strong>d</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">e autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de julho de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i>O primeiro Palácio da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de setembro de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i>O Morro de Santo Antônio na Casa de Oswaldo Cruz</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">de autoria de historiador Ricardo Augusto dos Santos da Casa de Oswaldo Cruz</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 5 de fevereiro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VIII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i>A demolição do Morro do Castelo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 30 de abril de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>IX<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i>Estrada de Ferro Central do Brasil: estação e trilhos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de novembro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>X<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i>No Dia dos Namorados, um pouco da história do Pavilhão Mourisco em Botafogo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de junho de 2020.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>XI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i>A Estrada de Ferro do Corcovado e o</i> <i>mirante Chapéu de Sol</i>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 22 de julho de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25489">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>XII <i>– o Teatro Lírico (Theatro Lyrico),</i> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 15 de setembro de 2021</a>.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25759" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIII<em> – O Convento da Ajuda</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de outubro de 202</a>1.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25175" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIV<em> – </em>O<em> Conselho Municipal</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de novembro de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25474" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XV<em> – A Praia de Santa Luzia no primeiro dia do verão</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 21 de dezembro de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26333">Série<em> O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVI &#8211; <em>O prédio da Academia Imperial de Belas Artes</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, publicado na Brasiliana Fotográfica em 13 de janeiro de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26587" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XVII<em> – Igreja São Pedro dos Clérigos</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 18 de março de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27390" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVIII &#8211; <em>A Praça Onze</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de abril de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27549" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XIX &#8211; <em>A Igrejinha de Copacabana</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2022.</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27622" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XX &#8211; <em>O Pavilhão dos Estados, futuro prédio do Ministério da Agricultura</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de julho de 2022.</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27670%20" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXI &#8211; <em>O Chafariz do Largo da Carioca</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de setembro de 2022. </a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIII e </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank"><em>Avenidas e ruas do Brasil</em> XVII </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">- <em>A Praia e a Rua do Russel, na Glória</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 15 de maio de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32291" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIV &#8211; <em>O luxuoso Palace Hotel, na Avenida Rio Branco, uma referência da vanguarda artística no Rio de Janeiro,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 4 de julho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32451" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXV<em> &#8211; O Theatro Phenix,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 5 de setembro de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34365" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D34365&amp;source=gmail&amp;ust=1702655036919000&amp;usg=AOvVaw3b3Tx7K9JhoBwFxL6ka8RZ">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVI &#8211; <em>Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo por Augusto Malta,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 14 de dezembro de 2023</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32431" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVII e Série <em>Os arquitetos do Rio de Janeiro</em> V &#8211; <em>O Jockey Club e o Derby Club, na Avenida Rio Branco e o arquiteto Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920)</em>, de autoria de Andrea c. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, em 15 de janeiro de 2024</span></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=29820</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
