 

<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Morro do Castelo</title>
	<atom:link href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;tag=morro-do-castelo" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 14 Jul 2026 12:46:13 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.1.41</generator>
	<item>
		<title>Série “O Rio de Janeiro desaparecido” XXVI &#8211; Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo por Augusto Malta</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34365</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34365#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Dec 2023 15:44:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[arrasamento]]></category>
		<category><![CDATA[Augusto Malta]]></category>
		<category><![CDATA[Belisário Penna]]></category>
		<category><![CDATA[demolição]]></category>
		<category><![CDATA[derrubada]]></category>
		<category><![CDATA[Lima Barreto (escritor)]]></category>
		<category><![CDATA[Monteiro Lobato]]></category>
		<category><![CDATA[Morro do Castelo]]></category>
		<category><![CDATA[reforma urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34365</guid>
		<description><![CDATA[O Morro do Castelo já foi tema de um artigo da Brasiliana Fotográfica, publicado em 30 de abril de 2019, Série “O Rio de Janeiro desaparecido” VIII – A demolição do Morro do Castelo. Hoje o portal volta ao assunto com a publicação de 18 fotografias, recentemente inseridas no nosso acervo fotográfico, da conclusão do arrasamento do Morro do Castelo produzidas pelo alagoano Augusto Malta (1864 – 1957), que foi o fotógrafo oficial da prefeitura do Rio de Janeiro, de 1903 a 1936, e o principal fotógrafo da transformação urbana carioca nas primeiras décadas do século XX, período de grandes mudanças na cidade, dentre elas uma importante intervenção na paisagem natural carioca: justamente a demolição do Morro do Castelo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Morro do Castelo já foi tema de um artigo da Brasiliana Fotográfica, publicado em 30 de abril de 2019, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030" target="_blank"><em>Série “O Rio de Janeiro desaparecido” VIII – A demolição do Morro do Castelo</em></a>. Hoje o portal volta ao assunto com a publicação de 18 fotografias, recentemente inseridas no nosso acervo fotográfico, da conclusão do arrasamento do Morro do Castelo produzidas pelo alagoano <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864 – 1957)</a>, que foi o fotógrafo oficial da prefeitura do Rio de Janeiro, de 1903 a 1936, e o principal fotógrafo da transformação urbana carioca nas primeiras décadas do século XX, período de grandes mudanças na cidade, dentre elas uma importante intervenção na paisagem natural carioca: justamente a demolição do Morro do Castelo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/12443" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/12443/002095RJ002010.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="493" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/12443" target="_blank">Augusto Malta. Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo, 1928. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Morro do Castelo representava o passado colonial do Rio de Janeiro e era parte da história de sua própria fundação, ocorrida em 1565, no Morro Cara de Cão. A cidade foi reinstalada, dois anos depois, no Morro do Castelo, então denominado Morro do Descanso. A escolha do ponto, da onde se via a Baía de Guanabara, sua porta de entrada, foi estratégico para a defesa da cidade em caso de possíveis futuros ataques. Murado e fortificado, o Rio de Janeiro no Morro do Castelo passou a abrigar a Casa do Governador, a Casa da Câmara, a Cadeia, o Colégio dos Jesuítas, o Convento dos Capuchinhos, armazéns e igrejas, dentre elas a Igreja de São Sebastião, inaugurada, em 1583, mesmo ano em que os restos mortais de Estácio de Sá (1520 – 1567), fundador do Rio de Janeiro, foram trasladados para lá. A última missa na Igreja de São Sebastião foi celebrada em 1º de novembro de 1921. Esses prédios formavam um importante conjunto arquitetônico, destruído, entre 1921 e 1922, com o arrasamento do Morro do Castelo. O acesso ao morro era feito a partir da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26995" target="_blank">Ladeira da Misericórdia.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_34380" style="width: 511px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodorio.com/historia-do-morro-do-castelo/" target="_blank"><img class="wp-image-34380 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/semteto1.jpg" alt="semteto1" width="501" height="291" /></a><p class="wp-caption-text"><em><a href="https://diariodorio.com/historia-do-morro-do-castelo/" target="_blank">Diário do Rio</a></em></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/12458" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/12458/002095RJ002029.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="483" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/12458" target="_blank">Augusto Malta. Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo, 1928. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/374" target="_blank">Acessando o link para as fotografias da conclusão do arrasamento do Morro do Castelo produzidas por Augusto Malta e disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11553" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11553/002095RJ002007.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="529" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11553" target="_blank">Augusto Malta. Prado Junior (prefeito do Rio de Janeiro), sentado ao centro em seu gabinete, durante reunião sobre a conclusão do arrasamento do Morro do Castelo e remodelação da cidade, 23 de junho de 1928. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/12445" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/12445/002095RJ002013.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="532" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/12445" target="_blank">Augusto Malta. Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo &#8211; presença do Prefeito Prado Júnior, no alto da colina, 3 de setembro de 1928. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Morro do Castelo tinha 63 metros de altura, ocupava uma área de cento e oitenta e quatro mil metros quadrados e seus limites eram as atuais avenida <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">Rio Branco (antiga avenida Central)</a>, as ruas Santa Luzia, Misericórdia e São José.</p>
<p>Já em 1838, os engenheiros militares Conrado Niemeyer (1831 &#8211; 1905) e Pedro Bellegarde (1807 &#8211; 1864) defendiam em um projeto o desmonte do Morro: <em>“Edifícios nobres deverão um dia substituir aquele morro; e o navegante que demandar o importante porto capital do Brasil receberá na sua entrada a agradável impressão da vista de toda a cidade, até hoje encoberta a seus olhos pela massa informe do mesmo morro”.</em></p>
<p>Mas foi em 1904 que parte do Morro do Castelo foi demolida para a construção da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">Avenida Central</a>, cuja abertura foi uma das principais marcas da reforma urbana realizada por Francisco Pereira Passos (1836 – 1913), o <em>bota-abaixo</em>, entre 1902 e 1906, período em que foi prefeito do Rio de Janeiro. Essas transformações foram definidas por Alberto Figueiredo Pimentel (1869-1914), autor da seção “Binóculo”, da <em>Gazeta de Notícias</em>, com a máxima “O Rio civiliza-se”, que se tornou o <em>slogan</em> da reforma urbana carioca. O morro passou a ter como limites os fundos da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3688" target="_blank">Biblioteca Nacional</a> e a Escola de Belas Artes. Quando estavam se realizando as obras para a abertura da avenida, uma galeria foi descoberta e por ela se chegaria a túneis subterrâneos, onde os jesuítas, quando expulsos, em 1759, pelo Marques de Pombal (1699 &#8211; 1782), teriam escondido suas riquezas. Essa crença passou a existir no imaginário urbano do Rio de Janeiro, e seus habitantes passaram a temer que a demolição do morro dificultasse a descoberta desses supostos tesouros.</p>
<p>A segunda etapa de sua demolição foi determinada pelo prefeito Carlos Sampaio (1861 – 1930), em 17 de agosto de 1920, quando assinou um decreto que autorizava seu desmonte (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_04/3845" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 18 de agosto, quinta coluna</a>). A decisão foi baseada, segundo o governo, na necessidade de higienização e modernização da cidade. O morro foi literalmente por água abaixo, demolido por incessantes jatos d´água. A terra do morro foi usada no aterro da Avenida Beira-Mar, levado até a Ilha de Villegaignon, onde depois foi construído o Aeroporto Santos Dumont; da Lagoa Rodrigo de Freitas e no aterro dos charcos e pântanos do Jardim Botânico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/12458" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/12458/002095RJ002029.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="484" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/12458" target="_blank">Augusto Malta. Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo, 1928. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A derrubada causou muita polêmica, tendo sido criticada por vários intelectuais como Monteiro Lobato (1882 &#8211; 1948) e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=28798" target="_blank">Lima Barreto (1881 &#8211; 1922)</a>, porém saudada por personalidades importantes como o sanitarista <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12777" target="_blank">Belisário Pena (1868 – 1939)</a>. Na área deixada por seu desmonte foram construídos pavilhões da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17940" target="_blank">Exposição Internacional do Centenário da Independência</a>, aberta em 7 de setembro de 1922. Em setembro de 1921, havia no morro 4200 moradores distribuídos em 408 prédios. Eram trabalhadores e pobres e seriam instalados, inicialmente, em barracos na Praça da Bandeira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_34379" style="width: 742px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/083712/26625" target="_blank"><img class="size-full wp-image-34379" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/semteto.jpg" alt="Careta, 1921" width="732" height="539" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/083712/26625" target="_blank"><em>Careta</em>, 15 de outubro de 1921</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/12461" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/12461/002095RJ002032.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="525" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/12461" target="_blank">Augusto Malta. Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo &#8211; visita de comitiva, 11 de novembro de 1928. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fontes:</strong></p>
<p>BARROS, Paulo Cezar de. <em><a href="http://www.feth.ggf.br/origem%20do%20rio%20de%20janeiro.htm" target="_blank">Onde nasceu a cidade do Rio de Janeiro? ( um pouco da história do Morro do Castelo)</a>. </em>Revista geo-paisagem (online ) Vol. 1, número 2, julho/dezembro de 2002</p>
<p><a href="http://historiaupf.blogspot.com/2011/03/9-de-marco-de-1921-decretado-o-fim-do.html" target="_blank">Blog do <em>Jornal do Brasil</em>, 9 de março de 2011</a></p>
<p><a href="http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>LOBATO, Monteiro. <a href="https://www.literaturabrasileira.ufsc.br/documentos/?action=download&amp;id=43880" target="_blank"><em>Onda Verde</em></a>. São Paulo: Monteiro Lobato e C., 1921.</p>
<p>MENEZ, Alexssandro. <em><a href="http://www.historialivre.com/revistahistoriador/seis/6alexsandro.pdf" target="_blank">Civilização versus barbárie: a destruição do Morro do Castelo no Rio de Janeiro (1905-1922)</a></em>. Revista Historiador Número 06. Ano 06. Janeiro de 2014.</p>
<p>MOTTA, Marly Silva da. <em>A nação faz cem anos: a questão nacional no centenário da independência</em>. Rio de Janeiro: Editora FGV: CPDOC, 1992.</p>
<p>NONATO, José Antônio <em>Era uma vez o Morro do Castelo</em>. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2000.</p>
<p>PAIXÃO, Cláudia Míriam Quelhas. <em>O Rio de Janeiro e o morro do Castelo: populares, estratégias de vida e hierarquias sociais (1904-1922)</em>. Dissertação de mestrado. Niterói: UFF, 2008.</p>
<p><a href="https://diariodorio.com/historia-do-morro-do-castelo/" target="_blank">Site do Diário do Rio</a></p>
<p><a href="https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/SAMPAIO,%20Carlos.pdf" target="_blank">Site do CPDOC</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Links para os outros artigos da Série O Rio de Janeiro desaparecido</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">Série</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> O Rio de Janeiro desaparecido </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">I</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> </a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">- </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><em>Salas de cinema do Rio de Janeiro do início do século XX</em></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><strong>, </strong>de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de fevereiro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>II<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621"><i>A Exposição Nacional de 1908 na Coleção Família Passos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">, de autoria de Carla Costa, historiadora do Museu da República, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 5 de abril de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6248" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> III – <i>O Palácio Monroe</i>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 9 de novembro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9138" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>IV<em> -</em><em> </em><i>A via elevada da Perimetral<strong>,</strong></i> de autoria da historiadora Beatriz Kushnir, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2017.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>V<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>, Ferrez, Malta e Charles Dunlop<strong>, </strong>d</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">e autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de julho de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i>O primeiro Palácio da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de setembro de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i>O Morro de Santo Antônio na Casa de Oswaldo Cruz</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">de autoria de historiador Ricardo Augusto dos Santos da Casa de Oswaldo Cruz</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 5 de fevereiro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VIII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i>A demolição do Morro do Castelo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 30 de abril de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>IX<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i>Estrada de Ferro Central do Brasil: estação e trilhos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de novembro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>X<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i>No Dia dos Namorados, um pouco da história do Pavilhão Mourisco em Botafogo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de junho de 2020.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>XI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i>A Estrada de Ferro do Corcovado e o</i> <i>mirante Chapéu de Sol</i>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 22 de julho de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25489">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>XII <i>– o Teatro Lírico (Theatro Lyrico),</i> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 15 de setembro de 2021</a>.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25759" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIII<em> – O Convento da Ajuda</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de outubro de 202</a>1.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25175" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIV<em> – </em>O<em> Conselho Municipal</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de novembro de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25474" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XV<em> – A Praia de Santa Luzia no primeiro dia do verão</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 21 de dezembro de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26333">Série<em> O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVI – <em>O prédio da Academia Imperial de Belas Artes</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, publicado na Brasiliana Fotográfica em 13 de janeiro de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26587" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XVII<em> – Igreja São Pedro dos Clérigos</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 18 de março de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27390" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVIII – <em>A Praça Onze</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de abril de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27549" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XIX – <em>A Igrejinha de Copacabana</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27622" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XX – <em>O Pavilhão dos Estados, futuro prédio do Ministério da Agricultura</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de julho de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27670%20" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXI – <em>O Chafariz do Largo da Carioca</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de setembro de 2022. </a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29820" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXII – <em>A Cadeia Velha que deu lugar ao Palácio Tiradentes</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 11 de abril de 2023</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIII e </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank"><em>Avenidas e ruas do Brasil</em> XVII </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">- <em>A Praia e a Rua do Russel, na Glória</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 15 de maio de 2023</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32291" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIV – <em>O luxuoso Palace Hotel, na Avenida Rio Branco, uma referência da vanguarda artística no Rio de Janeiro,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 4 de julho de 2023</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32451" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXV<em> – O Theatro Phenix,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 5 de setembro de 2023</a></span></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32431" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVII e Série <em>Os arquitetos do Rio de Janeiro</em> V &#8211; <em>O Jockey Club e o Derby Club, na Avenida Rio Branco e o arquiteto Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920)</em>, de autoria de Andrea c. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, em 15 de janeiro de 2024</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=34365</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>São Sebastião, o santo padroeiro do Rio de Janeiro</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31106</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31106#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2023 04:11:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[Dia de São Sebastião]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja de São Sebastião]]></category>
		<category><![CDATA[Morro do Castelo]]></category>
		<category><![CDATA[padroeiro]]></category>
		<category><![CDATA[padroeiro do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[reforma urbana]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31106</guid>
		<description><![CDATA[Com uma seleção de registros realizados por Augusto Malta, Guilherme Santos, Juan Gutierrez, Revert Henrique Klumb e também por fotógrafos ainda não identificados, a Brasiliana Fotográfica celebra o Dia de São Sebastião, o padroeiro da cidade do Rio de Janeiro. São fotos de uma imagem do próprio santo, de procissões, da Igreja e do Convento de São Sebastião no Morro do Castelo - a mais antiga, da década de 1860 e, a mais recente, de ruínas da igreja, demolida em 1922.  A última missa na Igreja de São Sebastião foi celebrada em 1º de novembro de 1921.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 474px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3162" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3162/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="" width="464" height="540" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3162" target="_blank">Augusto Malta. São Sebastião da Prefeitura do Distrito Federal, s/d. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com uma seleção de registros realizados por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864 – 1957)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank">Guilherme Santos (1871 &#8211; 1966)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5398" target="_blank">Juan Gutierrez (c. 1860 &#8211; 1897)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5809" target="_blank">Revert Henrique Klumb (c. 1826 &#8211; c. 1886)</a> e também por fotógrafos ainda não identificados, a Brasiliana Fotográfica celebra o Dia de São Sebastião, o padroeiro da cidade do Rio de Janeiro. São fotos de uma imagem do próprio santo, de procissões, e do Largo, da Igreja e do Convento de São Sebastião ou Capuchinhos, no Morro do Castelo &#8211; a mais antiga, da década de 1860 e, a mais recente, de ruínas da igreja, demolida em 1922.  A maior parte das fotos selecionadas são de autoria do alagoano Augusto Malta, fotógrafo oficial da prefeitura do Rio de Janeiro entre 1903 e 1936, testemunha ocular da transformação urbana carioca nas primeiras décadas do século XX, período de grandes mudanças na cidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/351" target="_blank">Acessando o link para fotografias referentes a São Sebastião selecionadas e disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.  </a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3646" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3646/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="332" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3646" target="_blank">Revert Henrique Klumb; Paulo Robin; Officina de Paulo Robin; Photographia Brazileira. Couvent des Barbadinhos : (1º Eglise construite par les Portugais no Morro do Castello), c. 1860. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Igreja de Sebastião foi a primeira catedral do Rio de Janeiro e começou a ser construída, em 1568, apenas três anos após a fundação da cidade, ocorrida em 1º de março de 1565.</p>
<p><span style="color: #800000;"><i><span lang="EN-US">“Com a fundação da Cidade sob o Titulo de S, Sebastião do Rio de Janeiro, teve origem a do primeiro Templo dedicado ao mesmo Santo Mártir por Estacio de Sá, construindo-lhe na Villa Velha uma Casa de páo à pique, e coberta de palha, que Salvador Corrêa de Sá substituiu, levantando num monte da nova Cidade outro edifício mais decente, e de grossa taipa<span class="apple-converted-space"> </span></span></i><span lang="EN-US">[“<i>parede feita de terra piçarrenta, ou barro de certa qualidade calcado à piloens de ponta acunhada entre dous tabooens. parallelos, à cuja distancia he proporcionada a grossura da parede</i>”]<i>, como permittiam as circunstancias do tempo, para se adorar alli o Supremo Autor das Conquistas, e ministrar os tantos Sacramentos aos povoadores portuguezes, cujo numero, à maneira de plantas novas, e bem cultivadas, crescia cada dia, e pulava com o dos Cathecumenos.”<span class="apple-converted-space"> </span></i></span></span></p>
<p style="text-align: right;">José de Souza Azevedo Pizarro e Araújo (1820)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi inaugurada, em 1583, e no mesmo ano os restos mortais de Estácio de Sá (1520 &#8211; 1567), fundador do Rio de Janeiro, foram trasladados para lá. Formava com o Convento dos Capuchinhos, o Colégio dos Jesuítas e outros prédios um importante conjunto arquitetônico, destruído, entre 1920 e 1922, com o arrasamento do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030" target="_blank">Morro do Castelo</a>. A última missa na Igreja de São Sebastião foi celebrada em 1º de novembro de 1921. Os restos mortais de Estácio de Sá foram transferidos para a Capela da Ajuda, residência provisória dos monges capuchinhos, na rua Conde de Bonfim, na Tijuca, em 20 de janeiro de 1922 e, desde 1931, estão na Igreja de São Sebastião dos Capuchinhos, na rua Haddock Lobo, também na Tijuca (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_02/8828" target="_blank">O <em>Jornal</em>, 21 de janeiro de 1922;</a> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_03/9486" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 18 de agosto de 1931</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6310" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6310/GT27.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="" width="701" height="482" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6310" target="_blank">Juan Gutierrez. Morro do Castelo, c. 1890. Rio de Janeiro, RJ / Acervo MHN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9515" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9515/002080Vol01Cx0316.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="295" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9515" target="_blank">Guilherme Santos. Igreja de São Sebastião do Rio de Janeiro , c. 1917. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 588px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10596" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10596/037SL01001.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="" width="578" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10596" target="_blank">Igreja de São Sebastião dos Capuchinhos, c. 1920. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 713px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8226" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8226/007A5P3F10-005.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="703" height="557" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8226" target="_blank">Augusto Malta. Largo da Igreja de São Sebastião do Rio de Janeiro, 31 de março de 1920. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4658" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4658/014AM005030.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="544" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4658" target="_blank">Augusto Malta. Demolição do Morro do Castelo, no alto, à direita, Igreja de São Sebastião, 29 de outubro de 1921. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6380" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6380/CP-FAV-AM-PC_034.jpg.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="532" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6380" target="_blank">Augusto Malta. Festa de São Sebastião &#8211; Procissão à igreja do Castelo, 30 de outubro de 1921. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 726px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8224" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8224/007A5P3F10-003.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="716" height="567" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8224" target="_blank">Augusto Malta. Largo da Igreja de São Sebastião do Rio de Janeiro, no dia da realização de sua última missa, 1 º de novembro de 1921. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 730px" class="wp-caption aligncenter"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10597/037SL01004.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="720" height="530" /><p class="wp-caption-text">Morro do Castelo &#8211; Igreja de São Sebastião dos Capuchinhos; transladação dos restos mortais de Estácio de Sá, 20 de janeiro de 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 726px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2735" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2735/014AM005031.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="716" height="530" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2735" target="_blank">Augusto Malta, Demolição do morro do Castelo, no alto do morro, as ruínas da Igreja de São Sebastião, 4 de outubro de 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>ARAÚJO. José de Souza Azevedo Pizarro e. <i>Memórias Históricas do Rio de Janeiro </i><i>e das Províncias anexas à Jurisdição do Vice-Rei do Estado do Brasil.  I</i>mprensa Régia, 1820.</p>
<p>BARROS, Paulo Cezar de. <em><a href="http://www.feth.ggf.br/origem%20do%20rio%20de%20janeiro.htm" target="_blank">Onde nasceu a cidade do Rio de Janeiro? ( um pouco da história do Morro do Castelo)</a>. </em>Revista geo-paisagem (online ) Vol. 1, número 2, julho/dezembro de 2002</p>
<p><a href="https://m.facebook.com/arquivonacionalbrasil/photos/s%C3%A9rie-arquitetura-igreja-s%C3%A3o-sebasti%C3%A3o-morro-do-castelo-rio-de-janeiroa-igreja-d/1503291119764761/" target="_blank">Arquivo Nacional</a></p>
<p><a href="http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p><a href="http://historiasemonumentos.blogspot.com/2014/08/igreja-de-saosebastiao-do-morro-do.html" target="_blank">Histórias e Monumentos</a></p>
<p>MENEZ, Alexssandro. <em><a href="http://www.historialivre.com/revistahistoriador/seis/6alexsandro.pdf" target="_blank">Civilização versus barbárie: a destruição do Morro do Castelo no Rio de Janeiro (1905-1922)</a></em>. Revista Historiador Número 06. Ano 06. Janeiro de 2014.</p>
<p>NONATO, José Antônio <em>Era uma vez o Morro do Castelo</em>. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2000.</p>
<p><a href="https://multirio.rio.rj.gov.br/index.php/historia-do-brasil/rio-de-janeiro/2426-a-fundacao-da-cidade-de-sao-sebastiao-do-rio-de-janeiro" target="_blank">Site MultiRio</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=31106</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Série &#8220;Exposições&#8221; X e Série &#8220;1922 &#8211; Hoje, há 100 anos&#8221; VIII &#8211; A abertura da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil e o centenário da primeira grande transmissão pública de rádio no país</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17940</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17940#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Sep 2022 03:14:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[7 de setembro]]></category>
		<category><![CDATA[álbum fotográfico]]></category>
		<category><![CDATA[Álbum Internacional do Centenário da Independência]]></category>
		<category><![CDATA[Augusto Malta]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Bippus]]></category>
		<category><![CDATA[dados estatísticos]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição de 1922]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[exposição universal]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Santos]]></category>
		<category><![CDATA[há 100 anos]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Hotel Copacabana Palace]]></category>
		<category><![CDATA[Hotel do Centenário]]></category>
		<category><![CDATA[Hotel Glória]]></category>
		<category><![CDATA[Hotel Sete de Setembro]]></category>
		<category><![CDATA[iluminação]]></category>
		<category><![CDATA[Independência do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Kfuri]]></category>
		<category><![CDATA[Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Marc Ferrez]]></category>
		<category><![CDATA[Morro do Castelo]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Autran]]></category>
		<category><![CDATA[pavilhões estrangeiros]]></category>
		<category><![CDATA[pavilhões nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Photo Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[primeira transmissão radiofônica]]></category>
		<category><![CDATA[rádio]]></category>
		<category><![CDATA[Ralph Cobham]]></category>
		<category><![CDATA[Série "Exposições"]]></category>
		<category><![CDATA[Série 1922 - Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Thiele]]></category>
		<category><![CDATA[Thiele & Kollien]]></category>
		<category><![CDATA[visitação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://brasilianafotografica.bn.br/?p=17940</guid>
		<description><![CDATA[A Exposição Internacional do Centenário da Independência, um dos maiores eventos internacionais já realizados no Brasil, é o assunto do oitavo artigo da Série "1922 - Hoje, há 100 anos". Espécie de vitrine do progresso do país, foi inaugurada no Rio de Janeiro em 7 de setembro de 1922 e terminou em 24 de julho do ano seguinte. Durante sua realização foi produzido o Álbum Internacional do Centenário da Independência com fotografias de autoria de Carlos Bippus, Thiele &#038; Kollien e Lopes. Além de disponibilizar o álbum, destacamos registros realizados por Augusto Malta, Guilherme Santos, Jorge Kfuri, Marc Ferrez, e também imagens produzidas por fotógrafos ainda não identificados. No dia da inauguração do evento foi feita a primeira grande transmissão pública de rádio no Brasil.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Uma exposição universal era um inventário das regiões do mundo e do conhecimento humano, contemplava o ‘novo’ e também o ‘exótico’. Participar da exposição era como existir sobre a face da Terra; percorrê-la era como dar uma volta ao mundo&#8221;.</em></span></p>
<p style="text-align: right;">Portal da Biblioteca Nacional</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Exposição Internacional do Centenário da Independência, <span class="highlight highlighted">um dos maiores eventos internacionais já realizados no Brasil,</span> é o assunto do oitavo artigo da Série <em>1922 &#8211; Hoje, há 100 anos</em>. Foi uma espécie de vitrine do progresso nacional e mundial. Essa era a tradição característica das exposições universais, cuja primeira foi realizada, em 1851, em Londres: eram espetáculos da civilização industrial e do trabalho, feiras de negócios e de estímulo à cultura, que colocavam os centros urbanos como os pólos da modernidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7680" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7680/001ATK012017.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="512" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7680" target="_blank">Thiele &amp; Kollien [?]; Photo Bippus Rio [?]. Exposição Internacional do Centenário da Independência, 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>A Exposição de 1922 foi a primeira exposição universal realizada após a Primeira Guerra Mundial e o mundo estava mobilizado por uma vontade de renovação. Mobilização evidenciada pelo envolvimento da população em geral e também da intelectualidade brasileira com o evento. Avaliações sobre os cem anos do Brasil como país independente eram feitas e havia a percepção de que o país ainda não havia se constituído como nação. Formava-se então a geração intelectual dos anos 20 cujo compromisso<em> era criar a nação, forjar a identidade nacional e construir o Brasil moderno (</em>APUD MOTTA, 1992:18<em>).</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>&#8220;O Centenário de nossa Independência veio  encontrar-nos com a máscara do século em nosso rosto&#8221;</em></span></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/083712/28655" target="_blank"><em>Careta</em>, 9 de setembro de 1922</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi a primeira exposição universal sediada no Brasil, cuja primeira participação nessas exposições aconteceu em 1862, em Londres, com o apoio e subsídio de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7183" target="_blank">dom Pedro II (1825 &#8211; 1891)</a> como forma de colocar o país, a partir da exibição de avanços científicos e de sua estabilidade política, no patamar dos países civilizados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9690" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9690/007A5P4F02-068.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="522" /></a><p class="wp-caption-text">A<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9690" target="_blank">ugusto Malta. Exposição Internacional de 1922 &#8211; Torre, 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Exposição de 1922 foi inaugurada no Rio de Janeiro em 7 de setembro de 1922, há exatos 100 anos, e terminou em 24 de julho do ano seguinte (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/13954" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 25 de julho de 1923</a>). Seu fim estava previsto para 31 de março de 1923, mas foi prorrogada até julho. Segundo o último número da revista <em>A Exposição de 1922</em>, órgão de divulgação do evento, entre 7 de setembro de 1922 e 2 de julho de 1923, foi visitada por 3.626.402 pessoas, uma média de 12.723 visitantes por dia (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800899/731" target="_blank"><em>A Exposição de 1922</em>, edições 17 e 18)</a> Na edição do<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_11/10277" target="_blank"> <em>Jornal do Commercio</em>, de 2 e 3 de julho de 1923</a><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_11/10276" target="_blank">,</a> foi publicado um artigo intitulado <em>As lições da exposição</em>.</p>
<p>Por tudo o que aconteceu no Rio de Janeiro durante a Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil, ela é considerada um marco do encontro do Brasil com a modernidade.</p>
<p>Também em 2 de julho de 1923, comemorou-se o centenário da independência da Bahia (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_11/10276" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 2 e 3 de julho de 1923, penúltima coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33357" style="width: 305px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/50306" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33357" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/bahia.jpg" alt="&quot;Não é que a Bahia / O Malho, 7 de julho de 1923" width="295" height="435" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/50306" target="_blank"><em>Pois não não é que a Bahia, depois de cem anos, ficou mais moça e mais bonita! Oh! terra boa!&#8230;</em> / <em>O Malho</em>,  7 de julho de 1923</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com fotografias realizadas ao longo do evento foi produzido o<span style="color: #333333;"> <a style="color: #333333;" href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/214" target="_blank"><em>Álbum Internacional do Centenário da Independência</em> </a> de autoria de Carlos Bippus, Thiele &amp; Kollien e Lopes. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7766" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7766/001ATK012010.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="514" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7766" target="_blank">Thiele &amp; Kollien. Exposição Internacional do Centenário da Independência &#8211; Entrada, 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitos anos depois, em 1987, um dos exemplares deste álbum foi apresentado ao Conselho Deliberativo do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, durante uma homenagem ao presidente da White Martins, Félix de Bulhões, que havia feito uma doação de 200 mil dólares à instituição para a compra de, além do álbum citado, mais três &#8211; um sobre Salvador, de 1933; um sobre a Estrada de Ferro Sorocabana, com fotos do suíço <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7260" target="_blank">Guilherme Gaensly (1843 &#8211; 1928</a>), de 1908; e um com fotos do Rio de Janeiro, produzidas por<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank"> Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a>, no início do século XX -, 11 quadros, uma escultura e uma sequência de fotos que forma o <em>Panorama 360º da cidade de Petrópolis</em>, de autoria do alemão Jorge Henrique Papf (1863 &#8211; 1920), de 1898 (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/030015_10/214032" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 23 de outubro de 1987, última coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/nações8.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-28159" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/nações8.jpg" alt="nações8" width="326" height="517" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #993300;"><a style="color: #993300;" href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/214" target="_blank"><strong>Acessando o link para as fotografias do Álbum Internacional do Centenário da Independência disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</strong></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em algumas fotografias do Álbum Internacional do Centenário da Independência pode-se admirar a iluminação feérica do evento, organizada pelo engenheiro inglês W. D´Arcy Ryan (1870 &#8211; 1934), que havia sido o responsável pela iluminação da Exposição de São Francisco, na Califórnia, em 1916. Esteve no Rio de Janeiro, em dezembro de 1921, quando expôs seu plano de iluminação para a Exposição de 1922 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/8729" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 14 de dezembro de 1921, quarta coluna)</a>. A execução da instalação foi realizada pela General Electric, com a supervisão de um engenheiro da empresa, J. W. Shaffer. O Engenheiro Chefe Eletricista da Comissão Organizadora, Roberto Marinho de Azevedo, e seu auxiliar, o engenheiro Eugênio Hime, também participaram da instalação. <em>&#8220;Essa iluminação é reputada igual senão superior a tudo que se tem feito de mais grandioso até hoje&#8221;</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800899/210" target="_blank"><em>Revista da Exposição de 1922</em>, outubro de 1922</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7769" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7769/001ATK012013.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="510" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7769" target="_blank">Photo Bippus Rio. Exposição Internacional do Centenário da Independência, 1922. Rio de Janerio, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Destacamos também imagens realizadas por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</a>, fotógrafo oficial da prefeitura do Rio de Janeiro, pelo amador <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank">Guilherme Santos (1871 &#8211; 1966)</a>, por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16103" target="_blank">Jorge Kfuri (1893 &#8211; 1965)</a>, autor das primeiras fotos aéreas do Rio de Janeiro; por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a>, com registros coloridos e em preto e branco; e por fotógrafos ainda não identificados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9741" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9741/007CX191-07.JPG.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="333" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9741" target="_blank">Marc Ferrez. Exposição de 1922 &#8211; Bar da cervejaria Antártica, 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>São imagens dos pavilhões dos Estados e dos países, do Chalé Moça, da Nestlé; do Pavilhão Matarazzo, do Parque de Diversões, do Palácio das Festas, do Palácio do Calabouço, do Bar da Cervejaria Antártica, do restaurante, de marinheiros do navio de guerra norte-americano <em>Nevada</em>, de aspectos da demolição do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030" target="_blank">Morro do Castelo</a>, e do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10242" target="_blank">Hotel Glória</a>, primeiro hotel cinco estrelas do Brasil e também o primeiro prédio em concreto armado da América do Sul, projetado pelos arquitetos francês Joseph Gire (1872 – 1933) e alemão Sylvio Riedlinger e<em> </em>construído pela família Rocha Miranda especialmente para a ocasião.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28979" style="width: 295px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800899/40" target="_blank"><img class="size-full wp-image-28979" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/hotelgloria.jpg" alt="Anúncio do Hotel Glória / A Exposição de 1922, julho de 1922" width="285" height="370" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800899/40" target="_blank">Anúncio do Hotel Glória / <em>A Exposição de 1922</em>, julho de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dois outros hotéis de grande porte foram construídos devido à realização da exposição: o Hotel Sete de Setembro ou Hotel do Centenário, na Avenida do Contorno do Morro da Viúva, atual Avenida Rui Barbosa e inaugurado em 15 de julho de 1922; e o <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18036" target="_blank">Hotel Copacabana Palace</a>, cuja inauguração, em 13 de agosto de 1923, aconteceu após o término da exposição. Foi projetado pelo arquiteto francês Joseph Gire (1872 – 1933) e construído por Otávio Guinle. Um hotel de menor porte, também construído na época, foi o Hotel Regina, inaugurado em 3 de setembro de 1922, na rua Ferreira Vianna, nº 29, onde funciona até os dias atuais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3957" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3957/47613.jpg.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="494" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3957" target="_blank">Jorge Kfuri. O Morro da Viúva e a Avenida do Contorno, hoje Avenida Rui Barbosa, vendo-se, à esquerda, o Hotel Sete de Setembro, 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo DPHDM</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6597" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6597/47620.jpg.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="513" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6597" target="_blank">Jorge Kfuri. Exposição do centenário da Independência, 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo DPHDM</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #993300;"><a style="color: #993300;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/319" target="_blank"><strong>Acessando o link para as fotografias da Exposição do Centenário da Independência produzidas por Augusto Malta, Guilherme Santos, Jorge Kfuri, Marc Ferrez e por fotógrafos ainda não identificados disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</strong></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9426" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9426/014AM016004.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="540" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9426" target="_blank">Augusto Malta. Exposição Internacional de 1922 &#8211; Chalé Moça &#8211; Pavilhão da Nestlé, 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9463" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9463/002080RJ6402.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="288" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9463" target="_blank">Guilherme Santos. Exposição Internacional de 1922; exposição de automóveis no pavilhão português, c. 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #993300;"><strong>Fotos do mesmo pavilhão realizadas por diferentes fotógrafos:</strong></span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/320" target="_blank">Palácio das Festas por Carlos Bippus, Guilherme Santos e Marc Ferrez</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/321" target="_blank">Parque de Diversões por Augusto Malta, Marc Ferrez e Thiele &amp; Kollien</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/322" target="_blank">Pavilhão da Inglaterra por Guilherme Santos, Marc Ferrez e Thiele &amp; Kollien</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/323" target="_blank">Pavilhão da Itália por Augusto Malta, Marc Ferrez e Thiele &amp; Kollien</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/324" target="_blank">Pavilhão da Tchecoslováquia por Augusto Malta, Marc Ferrez e Thiele &amp; Kollien</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/325" target="_blank"><span style="color: #800000;">Pavilhão de Caça e Pesca e Pavilhão de Estatística por Augusto Malta e Marc Ferrez</span></a></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/326" target="_blank">Pavilhão de Portugal por Guilherme Santos e Photo Lopes</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/327" target="_blank">Pavilhão do Japão por Guilherme Santos e Thiele &amp; Kollien</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/328" target="_blank">Pavilhão do México por Augusto Malta, Marc Ferrez e Thiele &amp; Kollien</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/330" target="_blank">Pavilhão ou Palácio dos Estados por Augusto Malta, Carlos Bippus e Marc Ferrez </a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/329" target="_blank">Pavilhão Matarazzo por Marc Ferrez e Thiele &amp; Kollien</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #993300;"><em><strong>Breve perfil da Exposição Internacional do Centenário da Independência</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28121" style="width: 308px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/10723" target="_blank"><img class="size-full wp-image-28121" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/centenário.jpg" alt="O Paiz, 7 de setembro de 1922" width="298" height="443" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/10723" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 7 de setembro de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Qualquer coisa de grande nos levanta o peito ao arfar das esperanças novas e muita coisa de ingênuo, de cândido, de infantil nos toca as fibras mais íntimas adoçando-nos a alma no seguir com os olhos o caminho do passado&#8221;.</em></span></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/10723" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 7 de setembro de 1922</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29582" style="width: 505px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/083712/28655" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29582" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/centenário.jpg" alt="Careta, 9 de setembro de 1922" width="495" height="448" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/083712/28655" target="_blank"><em>Careta</em>, 9 de setembro de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já no primeiro número da <em>Revista do Brasil</em>, em janeiro de 1916, chamava-se atenção para a necessidade de se comemorar o centenário da independência, classificado como o <em>primeiro marco glorioso da existência nacional</em>. Na edição de setembro de 1917 do periódico <em>Eu sei tudo</em> foi publicado o artigo <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/164380/446" target="_blank"><em>Noventa e cinco anos de independência</em></a>, de Mario Bhering, onde o autor afirmava que com &#8220;<em>a aproximação do Centenário da nossa Independência parece que se afervora o culto cívico, o ardor patriótico pelo 7 de setembro, ganhando de intensidade ano para ano&#8221;.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28192" style="width: 408px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/164380/450" target="_blank"><img class="wp-image-28192 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/nações17.jpg" alt="Dom Pedro I, quadro do italiano / Eu sei tudo, setembro de 1917" width="398" height="473" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/164380/450" target="_blank"><em>Dom Pedro I quebrando os grilhões que prendiam o Brasil à metrópole</em>, quadro do italiano Granni / <em>Eu sei tudo</em>, setembro de 1917</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;&#8230;que momento poderia ser mais adequado do que este em que festejamos o centenário da nossa independência política? Precisamos demarcar as fronteiras do espírito nacional como já se fixaram as do território&#8221;.</em></span></p>
<p style="text-align: right;">Francisco Pontes de Miranda (1892 &#8211; 1979), jurista e intelectual brasileiro</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7942" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7942/001ATK012020.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="511" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7942" target="_blank">Thiele &amp; Kollien. Exposição Internacional do Centenário da Independência, 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A grandiosa Exposição Internacional do Centenário da Independência foi imaginada bem antes de sua realização. Em maio de 1920,  o representante de um grupo de capitalistas estrangeiros no Brasil, Ralph Cobham, sugeriu ao Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio que se realizasse no país em <em>terrenos de Copacabana uma exposição internacional de comércio e indústria</em> para a comemoração do Centenário da Independência. Em outubro, ele foi nomeado cônsul em Durban, na África do Sul (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_07/1535" target="_blank"><em>Correio Paulistan</em>o, 30 de maio de 1920, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/3527" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 18 de outubro de 1920, terceira coluna</a>). O deputado Paulo de Frontin (1860 &#8211; 1933) propôs, em julho do mesmo ano, que o governo liberasse uma verba de 100 mil contos de réis para o evento (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_04/3326" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 16 de julho de 1920, penúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/13" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 1º de janeiro de 1921</a>).</p>
<p>O <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1920-1929/decreto-4175-11-novembro-1920-571656-publicacaooriginal-94800-pl.html" target="_blank">Decreto nº 4.175</a>, de 11 de novembro de 1920, determinou a <em>realização de uma Exposição Nacional na Capital da República</em> integrando o programa de comemorações do Centenário da Independência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="textoNorma">
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1920-1929/decreto-4175-11-novembro-1920-571656-publicacaooriginal-94800-pl.html" target="_blank"><strong><em>Decreto nº 4.175, de 11 de novembro de 1920</em></strong></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><em>Autoriza o Poder Executivo a promover, conforme melhor convier aos interesses nacionaes, a commemoração do Centenario da Independencia Politica do Brasil</em></p>
<div class="texto">
<p style="text-align: left;"><em>O Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brasil:</em><br />
<em> Faço saber que o Congresso Nacional decretou e eu sancciono a resolução seguinte:</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>Art. 1º Fica o Poder Executivo autorizado a promover desde já e conforme melhor convier aos interesses nacionaes, a commemoração do Centenario da Independencia Politica do Brasil, acceitando a cooperação ou concurso de todas classes sociaes, observadas as seguintes condições: 1ª Constituição de uma commissão idonea, que ficará directamente subordinada ao Presidente da Republica, para organizar o programma que resultar do exame e coordenação dos projectos que forem formulados pelos membros e commissões do Congresso, Ministros, Prefeitura do Districto Federal, Estados, municipalidades ou particulares; 2ª Observação do criterio de preferencia para a realização de uma Exposição Nacional na Capital da Republica.</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>Art. 2º O Governo organizará o programma da commemoração, submettendo-o ao conhecimento do Congresso, com o pedido de credito necessario para a execução da presente lei.</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>Art. 3º Revogam-se as disposições em contrario.</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>Rio de Janeiro, 11 de novembro de 1920, 99º da Independencia e 32º da Republica.</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>EPITACIO PESSÔA.</em><br />
<em> Alfredo Pinto Vieira de Mello.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A regulamentação oficial das atividades comemorativas foi determinada pelo <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1920-1929/decreto-15066-24-outubro-1921-516267-publicacaooriginal-1-pe.html" target="_blank">Decreto nº 15.066, de 24 de outubro de 1921</a>. O Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio, sob a chefia do engenheiro José Pires do Rio (1880 &#8211; 1950), foi o responsável pela organização da exposição, que, segundo o programa para a comemoração do 1º Centenário da Independência Política do Brasil, <em>deveria compreender as principais modalidades do trabalho no Brasil, atinentes à lavoura, à pecuária, à pesca, à indústria extrativa e fabril, ao transporte marítimo, fluvial, terrestre e aéreo, aos serviços de comunicação telegráficos e postais ao comércio, às ciências e às belas artes</em> (apud MOTTA, 1992: 67)<em>.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1920-1929/decreto-15066-24-outubro-1921-516267-publicacaooriginal-1-pe.html" target="_blank"><span style="color: #800000;"><em><strong>Decreto nº 15.066, de 24 de outubro de 1921</strong></em></span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="ementa"><em>Dá execução ao Decreto Legislativo n. 4.175, de 11 de novembro de 1920.</em></p>
<div class="texto">
<p><em>O Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brasil, tendo em vista o que dispõe o Decreto Legislativo n. 4.175, de 11 de novembro de 1920,</em></p>
<p><em>DECRETA:</em></p>
<p><em>Art. 1º A Commissão, de que trata o n. 1 do art. 1º do citado decreto, ficará constituida do Ministro da Justiça e Negocios Interiores, do Ministro da Agricultura, Industria e Commercio e do Prefeito do Districto Federal.</em></p>
<p><em>Art. 2º A Commissão providenciará para a execução do programma da Commemoração do Centenario da Independencia Politica do Brasil, já organizado, com as modificações que se tornarem necessarias.</em></p>
<p><em>Art. 3º As attribuições dos membros da Commissão e a discriminação dos serviços a cargo de cada um delles, serão reguladas pelo Regimento Interno que, para esse fim, deverá ser organizado pela mesma Commisão.</em></p>
<p><em>Art. 4º Revogam-se as disposições em contrario.</em></p>
<p><em>Rio de Janeiro, 24 de outubro de 1921, 100º da Independencia e 33º da Republica.</em></p>
<p><em>EPITACIO PESSÔA.</em><br />
<em> Joaquim Ferreira Chaves.</em></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28193" style="width: 363px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Pires_do_Rio#/media/Ficheiro:Jos%C3%A9_Pires_do_Rio.jpg" target="_blank"><img class=" wp-image-28193" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/nações18.jpg" alt="José Pires do Rio / Wikipedia" width="353" height="530" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Pires_do_Rio#/media/Ficheiro:Jos%C3%A9_Pires_do_Rio.jpg" target="_blank">José Pires do Rio / Wikipedia</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>A realização de uma “Exposição Universal” no Rio de Janeiro, então capital federal, destacou-se como a mais ambiciosa das atividades comemorativas então programadas. Desde a primeira exposição internacional em Londres (1851), cujo símbolo foi o Palácio de Cristal, as chamadas “vitrines do progresso” sempre apresentaram alguns aspectos em comum, entre os quais se destacavam, entre outros, as motivações comerciais, o afluxo de divisas e turistas, o impacto sobre a infraestrutura urbana, e a difusão de valores e de padrões de conduta. O mais importante, e ainda hoje é assim, era a afirmação do prestígio nacional, representado pelos pavilhões de cada país que constituíam a ossatura das exposições.</em></span></p>
<p style="text-align: right;"><a href="https://atlas.fgv.br/verbetes/exposicao-internacional-do-centenario-da-independencia-do-brasil" target="_blank">Atlas Histórico do Brasil &#8211; FGV &#8211; CPDOC</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28221" style="width: 621px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/47734" target="_blank"><img class="size-full wp-image-28221" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/nações19.jpg" alt="O Malho, 7 de setembro de 1922" width="611" height="430" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/47734" target="_blank"><em>O Malho</em>, 7 de setembro de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28954" style="width: 331px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&amp;ccid=%2fjPDWVoc&amp;id=6971D918EE2374496AD9730DFBE41B1ADC2743D8&amp;thid=OIP._jPDWVocYtxNj_ZbGJ-TnAAAAA&amp;mediaurl=https%3a%2f%2fupload.wikimedia.org%2fwikipedia%2fcommons%2fthumb%2f3%2f39%2fExposi%c3%a7%c3%a3o_do_Centen%c3%a1rio_de_1922-_Selo_de_100_r%c3%a9is.jpg%2f320px-Exposi%c3%a7%c3%a3o_do_Centen%c3%a1rio_de_1922-_Selo_de_100_r%c3%a9is.jpg&amp;cdnurl=https%3a%2f%2fth.bing.com%2fth%2fid%2fR.fe33c3595a1c62dc4d8ff65b189f939c%3frik%3d2EMn3Bob5PsNcw%26pid%3dImgRaw%26r%3d0&amp;exph=237&amp;expw=320&amp;q=selo+comemorativo+centen%c3%a1rio+independ%c3%aancia+1922&amp;simid=608001686862243336&amp;FORM=IRPRST&amp;ck=0CE50C5040966E66B5D72526057C6506&amp;selectedIndex=6&amp;ajaxhist=0&amp;ajaxserp=0" target="_blank"><img class="wp-image-28954" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/selo.jpg" alt="selo" width="321" height="236" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&amp;ccid=%2fjPDWVoc&amp;id=6971D918EE2374496AD9730DFBE41B1ADC2743D8&amp;thid=OIP._jPDWVocYtxNj_ZbGJ-TnAAAAA&amp;mediaurl=https%3a%2f%2fupload.wikimedia.org%2fwikipedia%2fcommons%2fthumb%2f3%2f39%2fExposi%c3%a7%c3%a3o_do_Centen%c3%a1rio_de_1922-_Selo_de_100_r%c3%a9is.jpg%2f320px-Exposi%c3%a7%c3%a3o_do_Centen%c3%a1rio_de_1922-_Selo_de_100_r%c3%a9is.jpg&amp;cdnurl=https%3a%2f%2fth.bing.com%2fth%2fid%2fR.fe33c3595a1c62dc4d8ff65b189f939c%3frik%3d2EMn3Bob5PsNcw%26pid%3dImgRaw%26r%3d0&amp;exph=237&amp;expw=320&amp;q=selo+comemorativo+centen%c3%a1rio+independ%c3%aancia+1922&amp;simid=608001686862243336&amp;FORM=IRPRST&amp;ck=0CE50C5040966E66B5D72526057C6506&amp;selectedIndex=6&amp;ajaxhist=0&amp;ajaxserp=0" target="_blank">Selo comemorativo do Centenário 1822 &#8211; 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em julho de 1922, foi lançada pelo Órgão da Comissão Organizadora da Exposição do Centenário a revista <em>A Exposição de 1922, </em>dirigida por Antônio Assis de Pádua Rezende. Foram publicados 18 edições<em> </em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800899/5" target="_blank"><em>Revista da Exposição de 1922</em>, julho de 1922</a>).  A comissão Organizadora era presidida pelo ministro interino da Agricultura Indústria e Comércio e também ministro da Viação e Obras Públicas, José Pires do Rio (1880 &#8211; 1950), sendo Antônio Olintho dos Santos Pires (1860 &#8211; 1925) o primeiro vice-presidente e Antônio Assis de Pádua Rezende o segundo vice-presidente. Delfim Carlos da Silva era o secretário-geral e Mário Barbosa Carneiro, tesoureiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28980" style="width: 281px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800899/1" target="_blank"><img class="size-full wp-image-28980" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/revista.jpg" alt="Primeira edição da revista mensal Exposição de 1922, julho de 1922" width="271" height="377" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800899/1" target="_blank">Primeira edição da revista mensal Exposição de 1922, julho de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No dia 7 de setembro de 1922, as comemorações do centenário foram abertas. O presidente da República, Epitácio Pessoa (1865 &#8211; 1942), assistiu na Praça Deodoro o desfile das tropas, <em>vendo-se em primeiro lugar os contingentes estrangeiros em fraternal solidariedade com as forças nacionais. </em>Depois o presidente assistiu ao Juramento da Bandeira, realizado pelos alunos das escolas públicas municipais, na Prefeitura.</p>
<p>Às 14 horas, no <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=23162" target="_blank">Palácio do Catete</a>, Epitácio Pessoa recebeu os cumprimentos das Embaixadas Estrangeiras, do Corpo Diplomático, de Comissários Gerais, de membros do Congresso Nacional, de oficiais de terra e mar, e do alto funcionalismo público.</p>
<p>Finalmente, às 16h, no Palácio das Festas, Epitácio inaugurou solenemente a exposição. O evento ocupou uma grande área &#8211; do Passeio Público à Ponta do Calabouço e, de lá, se estendia pelo espaço aberto com a demolição do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030" target="_blank">Morro do Castelo</a> (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/025909_02/2918" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 29 de julho de 1922</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/10766" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 8 e 9 de setembro de 1922</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Nenhuma linhagem falará melhor do que o certame que hoje inauguramos. Ele não se realiza como pretexto para festins, mas como demonstração de esforços extraordinários de inteligência consumidos num século de atividade, em quase todos os ramos de trabalho. Haverá aí mostras desse passado. Umas servirão para acentuar como os povos devem guardar certos patrimônios legados por seus maiores; outras servirão para  abrir os olhos aos que se aferram à rotina, e hão de constituir, pela comparação com os produtos aperfeiçoados aqui expostos, benéfico estímulo para melhorar e progredir&#8221;.</em></span></p>
<p style="text-align: right;">Trecho do discurso proferido por Joaquim Ferreira Chaves (1852 &#8211; 1937),ministro da Justiça,</p>
<p style="text-align: right;">na inauguração oficial da Exposição de 1922</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28978" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.levyleiloeiro.com.br/peca.asp?ID=443969" target="_blank"><img class="wp-image-28978 size-large" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/convite-1024x776.jpg" alt="convite" width="768" height="582" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.levyleiloeiro.com.br/peca.asp?ID=443969" target="_blank">Convite para a cerimônia de inauguração da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil / Levy Leiloeiro</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>À noite, o presidente recebeu convidados, dentre eles todos os membros das representações oficiais no <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9445" target="_blank">Theatro Municipal</a>, onde foi apresentada a ópera <em>O Guarany</em>, de autoria de Carlos Gomes (1836 &#8211; 1896).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29802" style="width: 548px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.google.com/imgres?imgurl=https://imagens.ebc.com.br/8P2VbIft-YM_xm6RnR8Tl-yDTCk%3D/754x0/smart/https://radios.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/obra_o_guarani_-_carlos_gomes.jpeg&amp;imgrefurl=https://radios.ebc.com.br/viva-maria/2022/09/concerto-no-rio-promete-ser-um-marco-nas-comemoracoes-do-centenario-do-radio-no-brasil&amp;tbnid=afeR5DV_hJRI-M&amp;vet=1&amp;docid=gIA4Q1JYn2Z0_M&amp;w=754&amp;h=566&amp;itg=1&amp;source=sh/x/im" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29802" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/convite.jpg" alt="EBC" width="538" height="399" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.google.com/imgres?imgurl=https://imagens.ebc.com.br/8P2VbIft-YM_xm6RnR8Tl-yDTCk%3D/754x0/smart/https://radios.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/obra_o_guarani_-_carlos_gomes.jpeg&amp;imgrefurl=https://radios.ebc.com.br/viva-maria/2022/09/concerto-no-rio-promete-ser-um-marco-nas-comemoracoes-do-centenario-do-radio-no-brasil&amp;tbnid=afeR5DV_hJRI-M&amp;vet=1&amp;docid=gIA4Q1JYn2Z0_M&amp;w=754&amp;h=566&amp;itg=1&amp;source=sh/x/im" target="_blank">Programa da Grande Récita de Gala do Theatro Municipal, em 7 de setembro de 1922 / EBC</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_05/10763" target="_blank"><img class=" size-full wp-image-28140 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/nações.jpg" alt="nações" width="324" height="539" /> </a><a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_05/10763" target="_blank"><img class=" size-full wp-image-28141 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/nações1.jpg" alt="nações1" width="326" height="520" /> </a><img class=" size-full wp-image-28142 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/nações2.jpg" alt="nações2" width="330" height="544" /> <img class=" size-full wp-image-28143 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/nações3.jpg" alt="nações3" width="329" height="513" /> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/nações42.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-28147" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/nações42.jpg" alt="nações4" width="328" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_05/10763"><em>O Paiz</em>, 8 de setembro de 1922</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;">“<i>Dentre as comemorações civis do Centenário teve um destaque sem par a inauguração da Exposição.</i></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><i>Do que é, ou melhor, do que vae ser esse certamen internacional póde-se ter uma idéia pelo qual já está prompto. Num esforço colossal, cuja gloria cabe ao governador da cidade, conquistou-se á Guanabara o alargamento da Avenida Wilson e derrubou-se boa parte do innominavel bairro da Misericórdia, para se fazer surgir em todo esse terreno um conjunto suprehendente de palácios e pavilhões , que, uma vez concluídos com todos os seus detalhes fará a maior honra á nossa engenharia civil. E não se trata de construções ligeiras. A maioria do que está ali existe é para ficar: é para fazer parte do novo bairro – que o arrasamento do Morro do Castelo ampliará até o coração da cidade.</i></span></p>
</div>
<div><span style="color: #800000;"><i>Sem falar nos pavilhões estrangeiros, quasi todos muito notáveis, temos o Palácio das Festas que é verdadeiramente grandioso, e o Palácio das Industrias, que é um assombro de transformação e aproveitamento do velho Arsenal de Guerra – obra que, sem favor, se pode chamar genial. Todo aquelle antigo aspecto sinistro da penitenciaria e convento, parece-nos agora numa feição architetonica severa, mas risonha, relembrando a origem colonial, mas com requintes de arte, que se torna encantadora. E a Torre das Jóias corôa essa obra de maneira deslumbrante<span style="color: #800000;">. </span></i><i>Dentro de algumas semanas, quando tudo estiver concluído e nos seus logares, veremos confirmado o juízo que alguém já externou de ser a Exposição do Centenário e mais bella desses últimos tempos. E será também o attestado mais evidente do nosso arrojo e da nossa capacidade de trabalho, subordinada aos dictames da arte.”</i></span></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="text-align: right;"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/47813" target="_blank"><em>O Malho</em>, 16 de setembro de 1922, trecho da coluna &#8220;Notas da Semana&#8221;</a></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O objetivo da Exposição de 1922 era exibir um país moderno, atualizado em termos de ciência, avanços industriais e tendência das artes e da moda. Para tal, o Congresso liberou uma verba considerada exorbitante. Mais de 20 chefes de Estado e, acredita-se, em torno de 3,5 milhões de pessoas a visitaram ao longo de seus quase 11 meses de celebrações. Cerca de cinco mil pessoas trabalharam no evento. Foram realizadas as primeiras exibições de cinema durante uma exposição com filmes elaborados para a ocasião. O de maior sucesso foi <em>No país das Amazonas </em>(1922), do português Silvino Santos (1886 &#8211; 1970), que louvava as belezas da região e recebeu a medalha de ouro do júri da Exposição.</p>
<p>Segundo a historiadora Marly Motta, “<em>Se as reluzentes máquinas eram o orgulho maior dos expositores do século XIX, no século XX, quem dava as cartas era a ciência, expressa na confiabilidade dos dados estatísticos, nas maravilhas da química e nas luzes da eletricidade</em>”. Esse seria era o traço que diferenciava as exposições universais do século XIX das do século XX, incluindo a de 1922, no Rio de Janeiro. Se nas exposições do século XIX o objetivo principal era a venda de produtos e a conquista de novos mercados, no século XX o objetivo principal desses eventos passou a ser a difusão e venda de idéias que, além de expostas, eram debatidas a partir da realização de conferências e congressos sobre diversos temas e a exibição de filmes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10677" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10677/002080RJ7317.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="301" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10677" target="_blank">Guilherme Santos. Exposição Internacional do Centenário da Independência de 1922 &#8211; Palácio do Calabouço, 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sua inauguração, com o comparecimento de cerca de 200 mil pessoas, contou com a realização de paradas militares e discursos do presidente da República e das maiores autoridades do país. A área da exposição estava, como já mencionado, feericamente iluminada por luz elétrica.</p>
<p>A área da exposição possuia 2.500 metros de extensão e seu percurso tinha duas partes. A percorrida a partir do portão na Praça Floriano Peixoto e que correspondia à Avenida das Nações e &#8220;<em>que abrigava os pavilhões de honra de treze nações estrangeiras (Portugal tinha ali também seu Pavilhão Industrial) 3 , o parque de diversões, o cinema, bares de cervejarias, lanchonetes, restaurante oficial, pavilhões de indústrias independentes, além de vários pequenos quiosques de produtos alimentícios. A segunda parte era a área da Praça do Mercado, onde os onze pavilhões nacionais foram localizados. O acesso a esta área se dava pelo portão neocolonial, sendo também neocoloniais os pavilhões da Fiação, da Caça e Pesca, das Pequenas Indústrias e o das Grandes Indústrias, onde seria inaugurado, ainda durante a exposição, o Museu Histórico Nacional&#8221; (Reconstituição Histórico Temporal da Exposição Internacional do Centenário da Independência)</em>.</p>
<p><em>&#8220;A Exposição Nacional exibiu 25 seções relacionadas a educação e ensino; letras, ciências e artes; mecânica; eletricidade; engenharia civil e transporte; agricultura; horticultura e arboricultura; florestas e colheitas; indústria alimentar; indústrias extrativas e metalurgia; decoração e mobiliário; fios, tecidos e vestuários; indústria química; indústrias diversas; economia social; higiene e assistência; ensino prático, instituições econômicas e trabalho manual da mulher; comércio; economia geral; estatística; forças de terra e esportes. Em paralelo, foram oferecidas atividades como exibição de filmes e conferências&#8221; (<a href="http://www.fiocruz.br/brasiliana/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=723&amp;sid=15" target="_blank">Fiocruz &#8211; Brasiliana &#8211; a divulgação científica no Brasil</a>).</em></p>
<p>A Porta Monumental do evento ficava ao lado do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6248" target="_blank">Palácio Monroe</a>, no final da avenida Rio Branco. As reações em relação à abertura da exposição variaram: foi considerada um sucesso por alguns períódicos e, já outros, criticaram o acontecimento. Na verdade, na ocasião, poucos pavilhões estavam abertos ao público. A revista <em> Careta</em> chamou atenção para o fato antes e depois da inauguração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29470" style="width: 261px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=083712&amp;pagfis=28551" target="_blank"><img class=" wp-image-29470" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/rotunda60.jpg" alt="Careta, 26 de agosto de 1922" width="251" height="390" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=083712&amp;pagfis=28551" target="_blank"><em>Careta,</em> 26 de agosto de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29490" style="width: 356px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/083712/28624" target="_blank"><img class="wp-image-29490 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/rotunda611.jpg" alt="rotunda61" width="346" height="182" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/083712/28624" target="_blank"><em>Careta</em>, 2 de setembro de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28170" style="width: 714px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/083712/28649" target="_blank"><img class=" wp-image-28170" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/nações13.jpg" alt="Careta, 9 de setembro de 1922" width="704" height="130" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/083712/28649" target="_blank"><em>Careta</em>, 9 de setembro de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29488" style="width: 499px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/083712/28882" target="_blank"><img class="wp-image-29488 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/rotunda62.jpg" alt="Careta, 7 de outubro de 1922" width="489" height="264" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/083712/28882" target="_blank"><em>Careta</em>, 7 de outubro de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além do Brasil, os seguintes<span style="color: #ff0000;"> <span style="color: #000000;">países montaram pavilhões &#8211; Argentina, Bélgica, Dinamarca, Estados Unidos, França, Inglaterra, Itália, Japão, México, Noruega, Portugal, Suécia e Tchecoslováquia. Ficavam na avenida das Nações. Uma curiosidade: Portugal possuía dois pavilhões e o maior foi transferido e reconstruído em Lisboa.</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7768" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7768/001ATK012012.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="514" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7768" target="_blank">Thiele &amp; Kollien. Exposição Internacional do Centenário da Independência &#8211; Pavilhões Brasil, 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;">Foram construídos especialmente para a ocasião e instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, dentre as quais o desmonte do<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030" target="_blank"> Morro do Castelo</a>, iniciativa saudada por personalidades importantes como o sanitarista <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12777" target="_blank">Belisário Pena</a> e criticada por outras, dentre elas, os escritores Monteiro Lobato (1882 – 1948) e Lima Barreto (1881 &#8211; 1922). </span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11061" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11061/037SL01113.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="523" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11061" target="_blank">Autoria não identificada. Demolição do morro do Castelo; ao fundo, alguns pavilhões da Exposição Internacional de 1922, c. 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O desmonte integrava a reforma urbana implementada, entre 1920 e 1922, pelo prefeito Carlos Sampaio (1861 &#8211; 1930).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28172" style="width: 413px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon325335/icon325335.pdf" target="_blank"><img class="wp-image-28172 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/nações15.jpg" alt="O prefeito Carlos Sampaio" width="403" height="535" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon325335/icon325335.pdf" target="_blank">O prefeito Carlos Sampaio / Álbum da Cidade do Rio de Janeiro comemorativo do Centenário da Independência do Brasil</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Surgia então a nova Esplanada do Castelo, onde foram edificados os pavilhões da Exposição. No fim do evento, a área tornou-se muito valorizada e foi loteada. Mas antes, algumas revistas ironizaram a escolha do local para a realização da Exposição de 1922 devido ao perigo de ressacas e alagamentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28169" style="width: 790px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/083712/25814" target="_blank"><img class="size-full wp-image-28169" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/nações12.jpg" alt="Careta, 4 de junho de 1921" width="780" height="510" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/083712/25814" target="_blank"><em>Careta</em>, 4 de junho de 1921</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sobre o estilo dos prédios, a arquiteta e museóloga Nina Levy escreveu:</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Entre as principais construções nacionais na Exposição que seguem a linguagem do ecletismo teríamos a Porta Principal (Mario Fertin e Edgar Viana), o Pavilhão do Distrito Federal (Sylvio Rebecchi), o Pavilhão da Estatística (Gastão Bahiana) o Palácio dos Estados (H . Pujol Junior), o Palácio das Festas (Archimedes Memória e Francisque Cuchet), o Pavilhão da Música e a Fachada do Pavilhão das Indústrias Particulares (Nestor de Fi gueiredo) e a Fachada do Parque de Diversões (Morales de Los Rios).</em></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em>Já dentro do espírito neocolonial estariam a Porta Norte (Raphael Galvão), o Palácio da Fiação (Morales de Los Rios Filho), o Pavilhão de Caça e Pesca (Armando de Oliveira), o Pavilhão das Pequenas Indústrias (Nestor de Figueiredo e C. S. San Juan) e a curiosa obra de restauração e adaptação do antigo Arsenal de Guerra, da Casa do Trem e do Forte do Calabouço para compor o Palácio das Grandes Indústrias (Archimedes Memória e Francisque Cuchet)&#8221;.</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29746" style="width: 424px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/arquitetos.jpg"><img class="size-full wp-image-29746" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/arquitetos.jpg" alt="Augusto Malta, Sentados, da esquerda para a direita: Nestor de Figueiredo, Adollpho Morales de los Rios (pai) e Francisco Cuchet. Em pé, na mesma ordem: Arquimedes Memoria, Adolpho Morales de los /rios (filho), Celestino Severo de Juan e Edgar Vianna, de 7 de setembro de 1922. Rio de Janeiro, RJ / Rio antigo, por Charles Dunlop." width="414" height="359" /></a><p class="wp-caption-text">Augusto Malta. Sentados, da esquerda para a direita: Nestor de Figueiredo, Adolpho Morales de los Rios (pai) e Francisque Cuchet. Em pé, na mesma ordem: Archimedes Memória, Adolpho Morales de los Rios (filho), Celestino Severo de Juan e Edgar Viana, 7 de setembro de 1922. Rio de Janeiro, RJ / <em>Rio Antigo</em>, por Charles Dunlop.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28981" style="width: 753px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800899/4" target="_blank"><img class="size-full wp-image-28981" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/plantageral.jpg" alt="Planta geral da Exposição de 1922 / Exposição de 1922, julho de 1922" width="743" height="479" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800899/4" target="_blank">Planta geral da Exposição de 1922 / <em>Exposição de 192</em>2, julho de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Somente seis prédios da Exposição de 1922 ainda existem: no Rio de Janeiro, o Pavilhão da Administração e do Distrito Federal, atual Museu da Imagem e do Som; o Palácio da França, uma réplica do <em>Petit Trianon</em>, residência de campo de Maria Antonieta em Versalhes, atual Academia Brasileira de Letras; o Palácio das Indústrias, atual Museu Histórico Nacional; o Pavilhão de Estatística, órgão do Ministério da Saúde; o do Pavilhão das Indústrias Particulares, o restaurante Albamar &#8211; que já existia antes da exposição e abrigava o Mercado Municipal; e o do Pavilhão das Indústrias de Portugal, que foi transferido para Lisboa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9691" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9691/007A5P4F02-069.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="528" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9691" target="_blank">Augusto Malta. Exposição Internacional de 1922 &#8211; Pavilhão da Administração e Distrito Federal, 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7759" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7759/001ATK012004.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="512" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7759" target="_blank">Thiele &amp; Kollien. Exposição Internacional do Centenário da Independência &#8211; Pavilhão França, 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9693" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9693/007A5P4F02-071.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="537" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9693" target="_blank"> Augusto Malta. Exposição Internacional de 1922 &#8211; Pavilhão das Indústrias, 7 de setembro de 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS </a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9734" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9734/007CX189-02.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="340" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9734" target="_blank">Marc Ferrez. Exposição de 1922 &#8211; Pavilhão da Estatística, c. 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28161" style="width: 643px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://app.uff.br/riuff/bitstream/handle/1/23817/FERNANDA%20AZEVEDO.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y" target="_blank"><img class="wp-image-28161 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/nações10.jpg" alt="Mapa geral da Exposição, destacando edificações e elementos temporários. Fonte: MARTINS, 1998, p.122." width="633" height="381" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://app.uff.br/riuff/bitstream/handle/1/23817/FERNANDA%20AZEVEDO.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y" target="_blank">Mapa geral da Exposição, destacando edificações e elementos temporários.</a><br /> <a href="https://app.uff.br/riuff/bitstream/handle/1/23817/FERNANDA%20AZEVEDO.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y" target="_blank">Fonte: MARTINS, 1998, p.122 / <em>A Exposição Internacional do Centenário da Independência de 1922: processo de modernização e legado para a cidade do Rio de Janeiro, </em>pág 110</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Foram mais de seis mil expositores, entre nacionais e estrangeiros, que disputavam em muitas categorias a preferência da comissão encarregada de julgar os produtos e atribuir as cobiçadas medalhas e diplomas de Grande Prêmio, Medalha de Ouro e Prata, que valorizariam seus artigos, seus nomes e as marcas de suas firmas. Durante o evento, também foram realizadas várias conferências e palestras sobre temáticas afins e, no curso do ano de 1922, foram ainda lançados diversos tipos de publicações, periódicos, programas, revistas, edições comemorativas de jornais, o Livro de Ouro, o Guia da Exposição (catálogo), cronogramas de atividades, publicações de outros estados e outras que não versavam sobre a exposição em si, mas que foram preparadas para a ocasião de celebrar a Independência do Brasil, como a Carta Geográfica do Brasil ao Milionésimo, elaborada pelo Clube de Engenharia para integrar a Carta Internacional do Mundo ao Milionésimo&#8221;.</em></span></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://exposicoesvirtuais.an.gov.br/index.php/galerias/87-exposicoes/o-rio-do-morro-ao-mar/saiba-mais/225-a-exposicao-de-1922-memoria-e-civilizacao.html" target="_blank"><span class="documentCategory">O Rio do morro ao mar &#8211; </span>A Exposição de 1922: Memória e Civilização</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29806" style="width: 706px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/etiqueta.jpg"><img class="size-full wp-image-29806" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/etiqueta.jpg" alt="Ficha de identificação dos produtos expostos na Exposição de 1922. NO alto, à esquerda, o brasão imperial; e, à direita, o brasão da República" width="696" height="493" /></a><p class="wp-caption-text">Ficha de identificação dos produtos da Seção Brasileira da Exposição de 1922. No alto, à esquerda, o brasão imperial; e, à direita, o brasão da República</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="content-header-options-1 row-fluid"></div>
<div class="content-header-options-1 row-fluid"><span style="color: #800000;"><em>A Exposição Nacional exibiu 25 seções relacionadas a educação e ensino; letras, ciências e artes; mecânica; eletricidade; engenharia civil e transporte; agricultura; horticultura e arboricultura; florestas e colheitas; indústria alimentar; indústrias extrativas e metalurgia; decoração e mobiliário; fios, tecidos e vestuários; indústria química; indústrias diversas; economia social; higiene e assistência; ensino prático, instituições econômicas e trabalho manual da mulher; comércio; economia geral; estatística; forças de terra e esportes. Em paralelo, foram oferecidas atividades como exibição de filmes e conferências.</em></span></div>
<div class="content-header-options-1 row-fluid"></div>
<div class="content-header-options-1 row-fluid" style="text-align: right;"><a href="http://www.fiocruz.br/brasiliana/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=723&amp;sid=15" target="_blank">Fiocruz</a></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi oferecido aos visitantes da exposição um serviço de passeios aéreos sobre a Baía de Guanabara em hidroplanos de dois passageiros, partindo da Ponta do Calabouço, perto do restaurante da exposição, onde foi construída uma ponte flutuante para embarque e desembarque.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28983" style="width: 635px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ydcs9PyyPAc" target="_blank"><img class="wp-image-28983 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/avião.jpg" alt="avião" width="625" height="422" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ydcs9PyyPAc" target="_blank">Filme <em>1922 &#8211; A Exposição da Independência </em></a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Também na Baía de Guanabara fundearam diversos navios estrangeiros: o <em>Moreno</em>, da Argentina; o <em>Maryland</em> e o <em>Nevada</em>, dos Estados Unidos; o <em>Hood</em> e o <em>Repulse</em>, da Inglaterra; o <em>Azuma</em>, o I<em>suno</em> e o <em>Iwate</em>, do Japão; o <em>República</em> e o <em>Carvalho Araújo</em>, de Portugal; e o <em>Uruguai</em>, do país homônimo.</p>
<p>No estande do Exército foi exposta a Carta Topográfica do Distrito Federal, hoje Município do Rio de Janeiro, na escala de 1:50.000, impressa em sete cores e contendo curvas de nível, cujo levantamento foi o primeiro trabalho do Serviço Geográfico Militar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Carta_do_Distrito_Federal_1922.pdf" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-29603" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/centenário2.jpg" alt="centenário2" width="453" height="502" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outro destaque da Exposição de 1922 foi a mostra de Saúde Pública do Departamento Nacional de Saúde Pública, que já foi tema de um artigo da Brasiliana Fotográfica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7955" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7955/Imagem%2010.jpg.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="479" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7955" target="_blank">Aspectos da Mostra de Saúde Pública do DNSP na Exposição do Centenário em 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi durante a realização da exposição que, por iniciativa da Câmara de Comércio Norte-Americana no Brasil, foram angariados cerca de 40 mil dólares para a confecção de um <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8553">monumento que simbolizasse a amizade entre o Brasil e os Estados Unidos</a>. Foi presenteada ao Brasil uma escultura de bronze de uma mulher, em pé, sustentando na mão esquerda os pavilhões norte-americano e brasileiro ornados com folhas de louro e, na direita, uma palma de louros, inaugurada em 4 de julho de 1931.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="%20https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5071" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5071/001AM005002.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="504" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5071" target="_blank">Augusto Malta. Inauguração da Estátua da Amizade em frente a Igreja de Santa Luzia, 4 de julho de 1931. Rio de Janaerio, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma série de outros eventos aconteceram durante a exposição, dentre eles uma missa campal, diversos congressos, dentre eles o Congresso Internacional de História da América, promovido pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro; e o primeiro Congresso Feminista no país, que será tema de um artigo aqui na Brasiliana Fotográfica, em dezembro; uma sessão solene no Congresso Nacional, um desfile de cerca de 4.600 alunos na avenida Rio Branco, a inauguração do monumento de Cuauhtemoc, oferecido pelo México; além de inúmeros bailes, banquetes, conferências, corridas de cavalo, excursões, recepções e até uma festa veneziana na Enseada de Botafogo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_05/7037" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 14 de setembro de 1922</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/10831" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 16 de setembro de 1922, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/152359" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 23 de setembro de 1922</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4777" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4777/014AM017004.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="" width="700" height="515" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4777" target="_blank">Augusto Malta. Inauguração da estátua oferecida pelo México ao Brasil &#8211; Monumento a Cuauhtémoc, 16 de setembro de 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo I</a>MS</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em setembro de 1923, foi publicado o <em>Livro de Ouro da Exposição do Centenário, </em>editado<em> </em>pela casa editorial Almanak Laemmert, criada em 1844, pelos irmãos Eduard e Heinrich Laemmert (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_03/17306" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 25 de novembro de 1923, primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_31187" style="width: 643px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/11809" target="_blank"><img class="size-full wp-image-31187" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/livrodeouro.jpg" alt="O Paiz, 24 de dezembro de 1922" width="633" height="479" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/11809" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 24 de dezembro de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29807" style="width: 363px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.miguelsalles.com.br/peca.asp?ID=4772409" target="_blank"><img class="wp-image-29807 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/livro-de-ouro.jpg" alt="Escritório de Artes Miguel Salles" width="353" height="489" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.miguelsalles.com.br/peca.asp?ID=4772409" target="_blank"><em>Livro de Ouro da Exposição do Centenário</em> / Escritório de Artes Miguel Salles</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>A primeira grande transmissão pública de rádio do Brasil</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29723" style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://acervo.oglobo.globo.com/incoming/o-radio-no-brasil-21784784" target="_blank"><img class="wp-image-29723" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/telefonia6.jpg" alt="telefonia6" width="701" height="402" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://acervo.oglobo.globo.com/incoming/o-radio-no-brasil-21784784" target="_blank">Instalada pela Western Electric no pavilhão da antiga Repartição Geral dos Telégrafos, na Praia Vermelha, esta emissora, junto com a estação Westinghouse, do Corcovado, inaugurou no Brasil o serviço de Radiodifusão, durante a Exposição de 1922. Ao centro, o engenheiro José Neves, o telegrafista Manoel Antonio de souza, à direita; e o servente da estação, Joaquim Pereira, à esquerda / Acervo O GLOBO</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na abertura da Exposição Internacional do Centenário da Independência, foi realizada a primeira grande transmissão pública de rádio do Brasil. Outras transmissões radiofônicas já haviam sido realizadas no país &#8211; pelo padre gaúcho Roberto Landell de Moura (1861 &#8211; 1928), em 16 de julho de 1899, em São Paulo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/227900/7537" target="_blank"><em>Commercio de São Paulo</em>, 17 de julho de 1899, terceira coluna</a>); e pela Rádio Clube de Pernambuco, fundada em 6 de abril de 1919 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/76854" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 25 de abril de 1919, última coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29714" style="width: 360px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/227900/7537" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29714" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/telefonia2.jpg" alt="Commercio de São Paulo, 17 de julho de 1899" width="350" height="320" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/227900/7537" target="_blank"><em>Commercio de São Paulo</em>, 17 de julho de 1899</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29715" style="width: 415px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/705110/76854" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29715" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/telefonia3.jpg" alt="Jornal do Recife, 25 de abril de 1919" width="405" height="325" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/705110/76854" target="_blank">Jornal do Recife, 25 de abril de 1919</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas esta, realizada em 7 de setembro de 1922, é considerada a primeira transmissão radiofônica oficial brasileira.</p>
<p>Em maio de 1922, a Delegação dos Estados Unidos para a Exposição de 1922 já anunciava as demonstrações que seriam realizadas por empresas norte-americanas (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_02/5879" target="_blank"><em>A Noite</em>, 20 de maio de 1922, terceira coluna</a>). Uma estação de 500 watts, montada no alto do Corcovado pela Westinghouse Eletric International em combinação com a Companhia Telefônica Brasileira, irradiou o discurso do presidente Epitácio Pessoa  (1865 – 1942), surpreendendo os visitantes da Exposição Internacional do Rio de Janeiro, através de 80 receptores vindos dos Estados Unidos, instalados em pontos centrais da cidade. A transmissão também foi realizada para Niterói, Petrópolis e São Paulo. Pelo mesmo sistema, à noite, a ópera <em>O Guarany</em>, de Carlos Gomes, encenada no <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9445" target="_blank">Teatro Municipal</a>, também foi irradiada (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/11804" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 8 de setembro de 1922, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/799670/4776" target="_blank"><em>A União (RJ)</em>, 14 de setembro de 1922, quarta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29717" style="width: 201px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_02/47726" target="_blank"><img class="wp-image-29717 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/telefonia5.jpg" alt="telefonia5" width="191" height="336" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_02/47726" target="_blank"><em>O Jornal,</em> 8 de setembro de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Western Electric Company em colaboração com a Companhia Telefônica também esteve presente à exposição onde fez demonstrações do telefone Alto-Falante que funcionando em comum com a radiofonia possibilitava ouvir-se trechos de música e de óperas executados a <em>considerável distância </em>(<a href="http://memoria.bn.br/docreader/030015_04/17335" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 16 de setembro de 1922, sexta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29708" style="width: 280px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/030015_04/17335" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29708" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/telefonia.jpg" alt="Jornal do Brasil, 16 de setembro de 1922" width="270" height="396" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/030015_04/17335" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 16 de setembro de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22501" target="_blank">Pixinguinha (1897 &#8211; 1973)</a>, em entrevista, disse que havia tocado também durante as primeiras transmissões radiofônicas oficiais no Brasil. &#8220;<em>Toquei num estudiozinho que havia lá e a Zaíra de Oliveira cantou&#8221;. </em>O estúdio foi montado no pavilhão dos Estados Unidos.</p>
<p>Segundo Edgar Roquette-Pinto (1884 &#8211; 1954), considerado o pai da radiofusão no Brasil, durante a Exposição de 1922:</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;&#8230; muito pouca gente se interessou pelas demonstrações experimentais de radiotelefonia então realizadas pelas companhias norte-americanas Westinghouse, na estação do Corcovado, e Western Electric, na Praia Vermelha. [&#8230;]. Creio que a causa desse desinteresse foram os alto-falantes instalados na exposição. Ouvindo discurso e música reproduzidos no meio de um barulho infernal, tudo distorcido, arranhando os ouvidos, era uma curiosidade sem maiores consequências&#8221;</em></span>. (BBC, 1988).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29716" style="width: 394px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/095648/8427" target="_blank"><img class="wp-image-29716 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/telefonia4.jpg" alt="Dom Quixote, de 1922" width="384" height="521" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/095648/8427" target="_blank"><em>D. Quixote</em>, 13 de setembro de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O fato é que no ano seguinte foi fundada, em 20 de abril de 1923, aquela que é considerada a primeira emissora radiofônica do Brasil, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, por inúmeros associados influenciados pelo engenheiro e astrônomo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30712" target="_blank">Henrique Morize (1860 -1930)</a>, com quem o fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a> havia no final do século XIX realizado experiências cinematográficas e radiográficas; e por seu principal idealizador, justamente Edgar Roquette-Pinto. Seu o <em>slogan</em> era “<em>Trabalhar pela cultura dos que vivem em nossa terra e pelo progresso do Brasi</em>l”. Em caráter experimental, a primeira transmissão da Rádio Sociedade aconteceu em 1º de maio de 1923, Dia do Trabalho, utilizando o prefixo PR1– A e, após, PRA-A e PRA-2. Em 1936, foi doada ao governo por Roquette-Pinto e, em 1953, virou Rádio Ministério da Educação, com a criação da pasta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma curiosidade: neste mesmo dia, 7 de setembro de 1922, nascia, no Rio de Janeiro, o ator Paulo Autran (1922 &#8211; 2007), que se tornaria um dos ícones da cultura brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Links para publicações sobre a Exposição de 1922</em></strong></span></p>
<p>Links para as edições da <em>Revista da Semana</em> dedicadas à comemoração do Centenário da Independência:<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/3143" target="_blank">  9 de setembro</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/3186" target="_blank">16 de setembro</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/3229" target="_blank">23 de setembro</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/3274" target="_blank">30 de setembro</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/3315" target="_blank"> 7 de outubro</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/3358" target="_blank">14 de outubro</a>; <a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_02/3402" target="_blank">21 de outubro</a>; e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/3445" target="_blank">28 de outubro</a> de 1922.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28148" style="width: 575px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/3186" target="_blank"><img class="size-full wp-image-28148" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/nações5.jpg" alt="Revista da Semana, 16 de setembro de 1922" width="565" height="543" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/3186" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 16 de setembro de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28149" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_02/3187" target="_blank"><img class="wp-image-28149" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/nações6-1024x498.jpg" alt="nações6" width="768" height="374" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_02/3187" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 16 de setembro de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon325335/icon325335.pdf" target="_blank">Link para o <em>Álbum da Cidade do Rio de Janeiro comemorativo do  1ºCentenário da Independência do Brasil,</em> cuja iniciativa da publicação foi do engenheiro Luiz Raphael Vieira Souto (1849 &#8211; 1922)</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon325335/icon325335.pdf" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-28171" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/nações14.jpg" alt="nações14" width="702" height="524" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon373452/icon373452.pdf" target="_blank">Link para o Guia Official Exposição Internacional do Rio de Janeiro 1922</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28178" style="width: 386px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon373452/icon373452.pdf" target="_blank"><img class="wp-image-28178 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/nações16.jpg" alt="nações16" width="376" height="541" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon373452/icon373452.pdf" target="_blank">Guia Official Exposição Internacional do Rio de Janeiro 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/152115" target="_blank">Link para o número do centenário da revista <em>Fon-Fon</em>, 7 de setembro de 1922</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"> </span></p>
<div id="attachment_28150" style="width: 245px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/152119" target="_blank"><img class="size-full wp-image-28150" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/nações7.jpg" alt="Fon-Fon, 7 de setembro de 1922" width="235" height="366" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/152119" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 7 de setembro de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;">Link para o filme <a style="color: #800000;" href="https://www.youtube.com/watch?v=ydcs9PyyPAc" target="_blank"><em>1922 &#8211; A Exposição da Independência</em> </a>(1970), filme com imagens resgatadas do documentário realizado por Silvino Santos (1893 &#8211; 1970), em 1922,  dirigido por Roberto Kahane e Domingos Demasi.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"> </span></p>
<div id="attachment_29578" style="width: 519px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/filme3.jpg"><img class="wp-image-29578 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/filme3.jpg" alt="Cena do filme" width="509" height="382" /></a><p class="wp-caption-text">Cena do filme <em>1922 &#8211; A Exposição da Independência</em></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/modules/fotografico_docs/search.php?query=%22EXPOSI%C7%C3O+INTERNACIONAL+DO+CENTEN%C1RIO+DA+INDEPEND%CANCIA-+RIO+DE+JANEIRO-+BRASIL-+1922%2F1923.%22&amp;andor=AND&amp;tipo=0&amp;fundo_colecoes=0&amp;local=0&amp;dta_ini=&amp;dta_fim=&amp;ordenar=0&amp;asc_desc=10&amp;action=results" target="_blank">Link para 60 fotos de aspectos da Exposição de 1922 que fazem parte do álbum <em>Exposição Internacional do Centenário da Independência &#8211; Rio de Janeiro &#8211; Brasil &#8211; 1922/1923</em>, do acervo iconográfico do Acervo Público Mineiro</a>.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29612" style="width: 421px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/modules/fotografico_docs/photo.php?lid=26990" target="_blank"><img class="wp-image-29612 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/moinho.jpg" alt="Moinho Holandez / " width="411" height="542" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/modules/fotografico_docs/photo.php?lid=26990" target="_blank">Moinho Holandez, da Bols, fundada em 1575 e a mais antiga marca de bebidas do mundo / Acervo Público Mineiro</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18805" target="_blank">Link para o artigo <em>A apresentação do Departamento Nacional de Saúde Pública na Exposição Internacional do Centenário da Independência</em>, de autoria de Ricardo Augusto dos Santos, publicada na Brasiliana Fotográfica, em 13 de abril de 2020.</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7919" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7919/Imagem%2004.jpg.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="483" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7919" target="_blank">Aspectos da Mostra de Saúde Pública do DNSP na Exposição do Centenário em 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;">Link para o artigo <a style="color: #800000;" href="https://www.brasilianaiconografica.art.br/artigos/23420/a-independencia-do-brasil-pelos-olhos-de-debret" target="_blank"><em>A independência do Brasil pelos olhos de Debret</em></a>, publicado no portal Brasiliana Iconográfica, em 31 de agosto de 2022.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29577" style="width: 687px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.brasilianaiconografica.art.br/obras/19684/ceremonie-de-sacre-de-d-pedro-1er-empereur-du-bresil-a-rio-de-janeiro-le-1er-decembre-1822" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29577" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/debret.jpg" alt="Cérémonie de sacre de D. Pedro 1,,er Empereur du Brésil, à Rio de Janeiro, le 1,,er Decembre 1822, 1839 / Pinacoteca do Estado de São Paulo" width="677" height="440" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.brasilianaiconografica.art.br/obras/19684/ceremonie-de-sacre-de-d-pedro-1er-empereur-du-bresil-a-rio-de-janeiro-le-1er-decembre-1822" target="_blank">Cérémonie de sacre de D. Pedro 1,,er Empereur du Brésil, à Rio de Janeiro, le 1,,er Decembre 1822, 1839 / Pinacoteca do Estado de São Paulo &#8211; Brasiliana Iconográfica</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;">Link para o programa <a style="color: #800000;" href="https://radiobatuta.ims.com.br/especiais/os-100-ou-mais-anos-do-radio-no-brasil" target="_blank"><em>Os 100 (ou mais) anos do rádio no Brasil</em></a>, com roteiro e apresentação da jornalista Helena Aragão, publicado em 2 de setembro de 2020, na Rádio Batuta.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class=" aligncenter" src="https://api.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2022/08/esp_100_anos_do_radio_no_brasil.jpg" alt="Os 100 (ou mais) anos do rádio no Brasil" width="700" height="497" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://discografiabrasileira.com.br/en/posts/245649/brava-gente-na-voz-de-vicente-celestino-um-hit-bicentenario-de-d-pedro-i-e-evaristo-da-veiga" target="_blank">Link para o artigo <em>BRAVA GENTE: NA VOZ DE VICENTE CELESTINO, UM ‘HIT’ BICENTENÁRIO DE D. PEDRO I E EVARISTO DA VEIGA, </em>de Pedro Paulo Malta. Discografia Brasileira / Instituto Moreira Salles.</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/hino.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-29804" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/hino.jpg" alt="hino" width="319" height="235" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Nota da editora</strong>: esse artigo passou a integrar a série &#8220;Exposições&#8221; e mudou de título em 1º de dezembro de 2025.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>ALMEIDA, Hamilton. <em>Padre Landell: o brasileiro que inventou o wireless. </em>Santa Catarina: Editora Insular,<em> </em>2022.</p>
<p><a href="https://atlas.fgv.br/verbetes/exposicao-internacional-do-centenario-da-independencia-do-brasil" target="_blank">Atlas Histórico do Brasil &#8211; FGV &#8211; CPDOC</a></p>
<p>Biblioteca Nacional. <em><a href="https://www.bn.gov.br/acontece/noticias/2020/05/exposicao-universal-londres-1851-palacio-cristal" target="_blank">A Exposição Universal de Londres de 1851 e o Palácio de Cristal</a>,</em> 1º de maio de 2020.</p>
<p>BRITISH BROADCASTING CORPORATION. <em>O rádio no Brasil</em>. Londres: Serviço Brasileiro da BBC, 1988. Série de programas de rádio.</p>
<p>CÂMARA, Renato Phaelante da. <em>Fragmentos da história do Rádio Clube de Pernambuco</em>. 2.ed. Recife: Cepe, 1998.</p>
<p><a href="https://www.correiodocidadao.com.br/curta/o-padre-brasileiro-que-inventou-o-radio/" target="_blank"><em>Correio do Cidadão</em>, 1º de junho de 2022.</a></p>
<p>COSTA, Júlia Fúria. <a href="file:///C:/Users/Andrea%20Wanderley/Downloads/34252.pdf" target="_blank"><em>O “Culto da Saudade” nas Comemorações do Centenário da Independência do Brasil: A Criação do Museu Histórico Nacional, 1922</em></a>. <em>Em Tempo de Histórias</em> &#8211; Publicação do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade de Brasília PPG-HIS, nº. 18, Brasília, jan/jul. 2011. ISSN 1517-1108.</p>
<p>DRAGO, Niuxa; VILAS BOAS, Naylor; GUEDES, Sebastião. <a href="http://enanparq2020.s3.amazonaws.com/MT/21800.pdf" target="_blank"><em>Reconstituição Histórico Temporal da Exposição Internacional do Centenário da Independência</em></a>. VI Encontro da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo, 2020.</p>
<p>DUNLOP, Charles. <em>Rio Antigo</em>, volume III. Rio de Janeiro : Editra Rio Antigo Ltda, 1960.</p>
<p>FERRARETTO, Luiz Artur. <em><a href="file:///C:/Users/Andrea%20Wanderley/Downloads/3961-13808-1-PB.pdf" target="_blank">De 1919 a 1923, os primeiros momentos do rádio no Brasil</a>. </em>Revista Brasileira de História da Mídia (RBHM) &#8211; v.3, n.1, jan.2014-jun/2014.</p>
<p>FERREIRA ROSA. <a href="https://reficio.cloud/governo/ferreira-rosa-o-centenario/" target="_blank"><em>O Centenário</em></a>.</p>
<p><a href="http://www.fiocruz.br/brasiliana/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=723&amp;sid=15" target="_blank">Fiocruz &#8211; Brasiliana &#8211; a divulgação científica no Brasil</a></p>
<p><a href="http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>HEYNEMANN, Claudia B. <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17283" target="_blank"><em>Café Brasil: o Império na Exposição Internacional de Filadélfia </em></a>in Brasiliana Fotográfica, 4 de dezembro de 2019.</p>
<p>JUNQUEIRA, Julia Ribeiro. <em>As comemorações do Sete de Setembro em 1922: uma re(leitura) da História do Brasil.</em>  Versão modificada de um dos capítulos apresentados na dissertação <em>Jornal do Commercio: cronista da História do Brasil em 1922</em>, defendida, em maio de 2010, no Programa de Pós-Graduação em História Política da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>LEVY, Ruth. <a href="https://www.ppgav.eba.ufrj.br/wp-content/uploads/2012/01/ae11_ruth_levy.pdf" target="_blank"><em>A exposição do centenário e o meio arquitetônico carioca no início dos anos 1920</em></a>. Rio de Janeiro : EBA/UFRJ, 2010.</p>
<p>MARTINS, Angela Maria Moreira. <em>A Exposição Internacional de 1922 no Rio de Janeiro: um espaço urbano turístico na jovem república brasileira</em>. In: DEL RIO, Vicente (Org.). Arquitetura: pesquisa e projeto. Rio de Janeiro: UFRJ, FAU; São Paulo: ProEditores, 1998. (Coleção PROARQ). p.121-146.</p>
<p>MOTTA, Marly Silva da. <em><a href="https://issuu.com/bibliotecapdf/docs/a-nacao-faz-100-anos-a-questao-naci" target="_blank">A nação faz cem anos: a questão nacional no centenário da independência</a>.</em> Rio de Janeiro: Editora FGV: CPDOC, 1992.</p>
<p>MOTTA, Marly Silva da. <a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/dspace;handle/bitstream/handle/10438/6763/1033.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y" target="_blank"><em>Ante-sala do paraíso&#8221;, &#8220;vale de luzes&#8221;, &#8220;bazar de maravilhas&#8221; &#8211; a Exposição Internacional do Centenário da Independência (Rio de Janeiro &#8211; 1922)</em>. R</a>io de Janeiro: CPDOC, 1992. 22f. Trabalho apresentado no Seminário &#8220;Cenários de 1922&#8243;, promovido pelo CPDOC, Rio de Janeiro, 19-20 nov. 1992.</p>
<p>MOURÃO, Alda; GOMES, Ângela de Castro. <em>A experiência da Primeira República no Brasil e em Portugal. </em>Rio de Janeiro : Editora FGV, 2011.</p>
<p>RIBEIRO, Fernanda de Azevedo. <a href="https://app.uff.br/riuff/bitstream/handle/1/23817/FERNANDA%20AZEVEDO.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y" target="_blank"><em>A Exposição Internacional do Centenário da Independência de 1922: processo de modernização e legado para a cidade do Rio de Janeiro</em></a>. Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Escola de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal Fluminense, como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre em Arquitetura e Urbanismo, 2014.</p>
<p>RIBEIRO, Fernanda de Azevedo. <a href="http://www.dezenovevinte.net/arte%20decorativa/far_1922media.htm" target="_blank"><em>Representações da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil de 1922 e da cidade do Rio de Janeiro nas mídias</em></a>. <span lang="EN-GB"><span lang="PT-BR">19&amp;20</span></span>, Rio de Janeiro, v. XV, n. 2, <span class="SpellE">jul.-dez</span>. 2020.</p>
<p>ROBICHON, François. <i>Les panoramas en France au XIXe siecle. </i>Paris/Nanterre, 1982. Tese de Doutorado &#8211; Universidade de Paris X-Nanterre.</p>
<p>SANTOS, Araci Alves do. <a href="https://www.abq.org.br/dissertacao-1-CBQ.pdf" target="_blank"><em>Terra encantada – A Ciência na Exposiçao do Centenário da Independência do Brasil</em></a>. Dissertação de Mestrado apresentada ao corpo docente do Programa de Pós-Graduação de História da Ciência, das Técnicas e Epistemologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2010.</p>
<p>SILVA, Eliane Alves da. <a href="https://www.ufmg.br/rededemuseus/crch/simposio/SILVA_ELIANE_ALVES_1.pdf" target="_blank"><em>90 Anos da Missão Cartográfica Imperial Militar Austríaca no Exército Brasileiro – Relato Histórico da Fotogrametria (1920-2010)</em></a>. 1º Simpósio Brasileiro de Cartografia Histórica. Parati, 10 a 13 de maio de 2012.</p>
<p><a href="https://memoria.ebc.com.br/2012/09/primeira-transmissao-de-radio-no-brasil-completa-90-anos" target="_blank">Site Empresa Brasileira de Comunicação</a></p>
<p><a href="http://exposicoesvirtuais.an.gov.br/index.php/galerias/87-exposicoes/o-rio-do-morro-ao-mar/saiba-mais/225-a-exposicao-de-1922-memoria-e-civilizacao.html" target="_blank">Site Exposições Virtuais &#8211; Arquivo Nacional &#8211; </a><a href="http://exposicoesvirtuais.an.gov.br/index.php/galerias/87-exposicoes/o-rio-do-morro-ao-mar/saiba-mais/225-a-exposicao-de-1922-memoria-e-civilizacao.html" target="_blank"><span class="documentCategory">O RIO DO MORRO AO MAR </span>A Exposição de 1922: Memória e Civilização</a></p>
<p><a href="http://historiasemonumentos.blogspot.com/2014/11/museu-da-imagem-e-do-som-pavilhao-da.html" target="_blank">Site Histórias e Monumentos</a></p>
<p><a href="https://ihgb.org.br/perfil/userprofile/amlrfilho.html#:~:text=Professor%20de%20Desenho%20de%20Arquit,a%20c%C3%A1tedras%20e%20livre%2Ddoc%C3%AAncias.">Site IHGB</a></p>
<p>VAZ FILHO, Pedro Serico. <em><a href="file:///C:/Users/Andrea%20Wanderley/Downloads/gthistoriadamidiasonora_Pedro_Serico_Vaz_Filho%20ALCAR%202019%20GT%20HISTORIA%20DA%20MIDIA%20SONORA.pdf" target="_blank">A centenária Rádio Clube de Pernambuco Registros em meios impressos documentam a origem da emissora pernambucana em 06 de abril de 1919</a>. </em>XII Encontro Nacional de História da Mídia, Rio Grande do Norte, junho de 2019.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;">Links para os artigos publicados da Série</span><em><span style="color: #800000;"> 1922 &#8211; Hoje, há 100 ano</span>s</em></strong></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22501" target="_blank">Série <em>1922 &#8211; Hoje, há 100 anos I &#8211; Os Batutas embarcam para Paris</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, publicado em 29 de janeiro de 2022</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26620" target="_blank">Série <em>1922</em> &#8211; <em>Hoje, há 100 anos</em> <em>II</em>-<em> A Semana de Arte Moderna</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, publicado em 13 de fevereiro de 2022, na Brasiliana Fotográfica</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26624">Série <em>1922 &#8211; Hoje, há 100 anos III</em> &#8211; <em>A eleição de Artur Bernardes e a derrota de Nilo Peçanha</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, publicado em 1º de março de 2022, na Brasiliana Fotográfica</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27434" target="_blank" rel="bookmark">Série <em>1922 &#8211; Hoje, há 100 anos</em> <em>IV</em> – A primeira travessia aérea do Atlântico Sul, realizada pelos aeronautas portugueses Gago Coutinho e Sacadura Cabral, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, publicada em 17 de junho de 2022, na Brasiliana Fotográfica</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27715" target="_blank">Série <em>1922 &#8211; Hoje, há 100 anos</em> <em>V</em> – A Revolta do Forte de Copacabana, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, publicada em 5 de julho de 2022, na Brasiliana Fotográfica</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26964" target="_blank">Série <em>1922</em> &#8211; <em>Hoje, há 100 anos VI</em> e série <em>Feministas, graças a Deus XI</em> &#8211; A fundação da Federação Brasileira para o Progresso Feminino, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, publicado em 9 de agosto de 2022, na Brasiliana Fotográfica</a></p>
<p style="text-align: left;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11397">Série <em>1922 – Hoje, há 100 anos VII</em> &#8211; A morte de Gastão de Orleáns, o conde d´Eu (Neuilly-sur-Seine, 28/04/1842 &#8211; Oceano Atlântico 28/08/1922), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, publicado em 28 de agosto de 2022, na Brasiliana Fotográfica.</a></p>
<p style="text-align: left;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29862" target="_blank">Série <em>1922 &#8211; Hoje, há 100 anos IX</em> – O centenário do Museu Histórico Nacional, de autoria de Maria Isabel Lenzi, historiadora do Musseu Histórico Nacional, publicado em 12 de outubro de 2022, na Brasiliana Fotográfica.</a></p>
<p style="text-align: left;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=28798" target="_blank">Série <em>1922 &#8211; Hoje, há 100 anos X</em> &#8211;  A morte do escritor Lima Barreto (1881 &#8211; 1922), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, publicado em 1º denovembro de 2022, na Brasiliana Fotográfica.</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30702" target="_blank">Série <em>1922 &#8211; Hoje, há 100 anos XI</em> e série <em>Feministas, graças a Deus XII</em> –<strong> </strong>1ª Conferência pelo Progresso Feminino e o “bom” feminismo, de autoria de Maria Elizabeth Brêa Monteiro, antropóloga do Arquivo Nacional, publicado em 19 de dezembro de 2022, na Brasiliana Fotográfica.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;">Links para os artigos sobre exposições nacionais ou internacionais publicados na Brasiliana Fotográfica</span></strong></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9392" target="_blank"><span style="color: #800000;"><em>O pintor Victor Meirelles e a fotografia na II Exposição Nacional de 1866</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 17 de agosto de 2017.</span></a>Motr</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11486" target="_blank"><em>A festa do progresso: o Brasil na Exposição Continental, Buenos Aires, 1882, </em>de autoria de Maria do Carmo Rainho, Arquivo Nacional, publicado em 29 de março de 2018.</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621" target="_blank"><em>Série “O Rio de Janeiro desaparecido” II</em> &#8211; <em>A Exposição Nacional de 1908 na Coleção Família Passos, </em>de autoria de<em> </em>Carla Costa, Museu da República, publicado em 5 de abril de 2018.</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11896" target="_blank"><em>Marc Ferrez, a Comissão Geológica do Império (1875 – 1878) e a Exposição Antropológica Brasileira no Museu Nacional (1882)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 29 de junho de 2018.</a></span></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12604" target="_blank"><span style="color: #800000;"><em>Paris, 1889: o álbum da exposição universal, </em>de autoria de Claudia B. Heynemann, Arquivo Nacional,publicado em 27 de julho de 2018.</span></a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17283" target="_blank"><em>Café Brasil: o Império na Exposição Internacional de Filadélfia<strong>, </strong></em>de autoria de<em><strong> </strong></em>Claudia B. Heynemann, Arquivo Nacional, publicada em 4 de dezembro de 2019.</a></span></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18530" target="_blank"><span style="color: #800000;"><em>Festa das Artes e da Indústria </em><em>Segunda Exposição Nacional, 1866,</em> de autoria de Claudia Beatriz Heynemann e Maria Elizabeth Brêa Monteiro, Arquivo Nacional, em 5 de abril de 2020.</span></a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=18805" target="_blank"><em>A apresentação do Departamento Nacional de Saúde Pública na Exposição Internacional do Centenário da Independência</em>, de </a><a style="color: #800000;" href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=18805" target="_blank">Ricardo Augusto dos Santos, Fiocruz</a><a style="color: #800000;" href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=18805" target="_blank">, publicado em 13 de abril de 2020.</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26300" target="_blank"><span style="color: #800000;"><em>A Exposição Internacional de Higiene de Dresden</em>, de Cristiane d´Avila, Fiocruz, publicado em 5 de janeiro de 2022.</span></a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=33264" target="_blank"><em>Três álbuns fotográficos da Exposição Nacional de 1908 no Museu Histórico Nacional: Boscagli, Malta e Musso</em>, de autoria de Maria Isabel Ribeiro Lenzi, historiadora do Museu Histórico Nacional, publicado em 25 de agosto de 2023, na Brasiliana Fotográfica.</a></p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=17940</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido&#8221; XV &#8211; A praia de Santa Luzia no primeiro dia do verão</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25474</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25474#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2021 11:25:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Aeroporto Santos Dumont]]></category>
		<category><![CDATA[Affonso Segreto]]></category>
		<category><![CDATA[aterro]]></category>
		<category><![CDATA[Augusto Malta]]></category>
		<category><![CDATA[Belle Époque]]></category>
		<category><![CDATA[bota-abaixo]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Pereira Passos]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Irmãos Roberto]]></category>
		<category><![CDATA[Juan Gutierrez de Padilla]]></category>
		<category><![CDATA[Marc Ferrez]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Roberto]]></category>
		<category><![CDATA[Milton Roberto]]></category>
		<category><![CDATA[Morro do Castelo]]></category>
		<category><![CDATA[Ponta do Calabouço]]></category>
		<category><![CDATA[Praia de Santa Luzia]]></category>
		<category><![CDATA[reforma urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Revert Henrique Klumb]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigues & C°. Editores e Proprietários.]]></category>
		<category><![CDATA[Série "O Rio de Janeiro desaparecido"]]></category>
		<category><![CDATA[urbanização]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25474</guid>
		<description><![CDATA[No 15º artigo da série "O Rio de Janeiro desaparecido", publicado no primeiro dia do verão de 2021, o tema é a praia de Santa Luzia, que ficava em frente à igreja homônima, no Centro da cidade, e era uma das preferidas dos banhistas cariocas. A mais antiga imagem dessa praia disponível no acervo fotográfico do portal foi produzida, em torno de 1866, pelo fotógrafo e editor suíço Georges Leuzinger. Há ainda registros realizados por Augusto Malta, Juan Gutierrez, Marc Ferrez (1843 - 1923), Revert Henrique Klumb e por Rodrigues &#038; C°. Editores e Proprietários. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No 15º artigo da série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em>, publicado no primeiro dia do verão de 2021, o tema é a praia de Santa Luzia, que ficava em frente à igreja homônima, no Centro da cidade e era uma das preferidas dos banhistas cariocas. A mais antiga imagem dessa praia disponível no acervo fotográfico da Brasiliana Fotográfica foi produzida em torno de 1866 pelo fotógrafo e editor suíço <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2492" target="_blank">Georges Leuzinger (1813 &#8211; 1892)</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8509" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8509/014GLAS092.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="567" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8509" target="_blank">Georges Leuzinger. Igreja de Santa Luzia, c. 1866. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há ainda registros realizados por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5398" target="_blank">Juan Gutierrez (c. 1860 &#8211; 1897)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5809" target="_blank">Revert Henrique Klumb (c. 1826 &#8211; c. 1886)</a> e por Rodrigues &amp; C°. Editores e Proprietários. A grande maioria das fotografias são da paisagem, mas há uma, de autoria de Gutierrez, de uma trincheira montada durante a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2375" target="_blank">Revolta da Armada</a>, entre 1893 e 1894. Uma curiosidade: foi justamente durante uma outra revolta ocorrida no Brasil, a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3002" target="_blank">Guerra de Canudos</a>, que Gutierrez faleceu. Em 28 de junho, foi mortalmente ferido (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=364568_08&amp;PagFis=25342" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 13 de julho de 1897, na terceira coluna sob o título “Expedição de Canudos</a>” e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=18907" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 7 de setembro de 1897, na primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5282" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5282/002055RevdaArmada031.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="532" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5282" target="_blank">Juan Gutierrez. Revolta da Armada &#8211; Trincheira da Praia de Santa Luzia, c. 1893. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/287" target="_blank">Acessando o link para as fotografias da Praia de Santa Luzia disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 717px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6315" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6315/GT19.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="707" height="491" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6315" target="_blank">Juan Gutierrez. Rua e praia de Santa Luzia, 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Voltando à praia de Santa Luzia. Em suas margens foi construída a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19794" target="_blank">Santa Casa da Misericórdia</a>, em meados do século XVI.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 716px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/607" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/607/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="706" height="332" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/607" target="_blank">Revert Henrique Klumb; Paulo Robin. La Miséricorde et l&#8217;Ile de Villegaignon, s/d. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1898,  um dos pioneiros do cinema no Brasil, o italiano Affonso Segreto (1875 &#8211; 1919), filmou o documentário <em>A Praia de Santa Luzia</em>, um de seus primeiros registros cinematográficos do Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_25501" style="width: 408px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Affonso_Segretto#/media/Ficheiro:Afonso_Segreto.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-25501" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/segreto.jpg" alt="Affonso Segreto, pioneiro do cinema no Brasil e realizador do documentário A Praia de Santa Luzia, em 1898" width="398" height="380" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Affonso_Segretto#/media/Ficheiro:Afonso_Segreto.jpg" target="_blank">Affonso Segreto, pioneiro do cinema no Brasil e realizador do documentário <em>A Praia de Santa Luzia</em>, em 1898</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Até o início do século XX, a praia de Santa Luzia era uma opção de lazer no Rio de Janeiro, mas sua descaracterização começou, em 1905, quando o então prefeito <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7566" target="_blank">Francisco Pereira Passos (1836 &#8211; 1913)</a> mandou construir barracões que funcionariam como garagens para os barcos dos clubes de remo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_25500" style="width: 614px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_01/2895" target="_blank"><img class="size-full wp-image-25500" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/santaluzia.jpg" alt="Revista da Semana, de 1905" width="604" height="407" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_01/2895" target="_blank">Praia e Igreja de Santa Luzia. À esquerda, em segundo plano, o Grande Estabelecimento de Banhos de Mar de Santa Luzia /<em> Revista da Semana</em>, 29 de janeiro de 1905</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_26568" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_01/5637" target="_blank"><img class="size-full wp-image-26568" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/regata.jpg" alt="Revista da Semana, de 1907" width="515" height="527" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_01/5637" target="_blank">Regata na Praia de Santa Luzia / <em>Revista da Semana</em>, 24 de fevereiro de 1907</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante o seu mandato, entre 1902 e 1906, Pereira Passos realizou uma extensa reforma urbana, tendo ordenado diversas demolições, conhecidas como a política do &#8220;bota-abaixo&#8221;, que contribuíram para o surgimento do Rio de Janeiro da <em>Belle </em><em>Époque. </em>Entre as obras dessa época, foi aberta a avenida Beira Mar, que estendeu  a linha litoral do entroncamento da praia de Santa Luzia até o Largo da Glória.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9218" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9218/001RO002009.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="385" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9218" target="_blank">Rodrigues &amp; C°. Editores e Proprietários. Praia e Igreja de Santa Luzia, c. 1906. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1922, com a derrubada do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030" target="_blank">Morro do Castelo</a>, foi construída a Esplanada do Castelo, diminuindo muito a faixa de areia da Praia de Santa Luzia. Foi substituída na preferência dos banhistas pela Praia das Virtudes, que ficava na altura da avenida Beira Mar entre a avenida Presidente Antônio Carlos e a rua Marechal Câmara, ao lado da praia de Santa Luzia (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/5439" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 13 de janeiro de 1931, penúltima coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_25506" style="width: 272px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/luziaoglobo12dejnaeirode-1931.jpg"><img class="size-full wp-image-25506" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/luziaoglobo12dejnaeirode-1931.jpg" alt="O Globo, 12 de janeiro de 1931" width="262" height="160" /></a><p class="wp-caption-text"><em>O Globo</em>, 12 de janeiro de 1931</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi na década de 1930, que o que restava da praia de Santa Luzia e da Ponta do Calabouço desapareceram em consequência da ampliação do aterro, feito com entulho do desmanche do Morro do Castelo, para a construção do Aeroporto Santos Dumont, inaugurado oficialmente em 30 de novembro de 1936 com a presença do presidente da República, Getulio Vargas (1882 &#8211; 1954). Chamava-se anteriormente Aeroporto do Calabouço e teve seu nome alterado por ordem de Getulio para homenagear o <em>Pai da Aviação</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093092_02/27058" target="_blank"><em>Diário Carioca</em>, 20 de outubro de 1936, última coluna)</a>. O terminal de passageiros, projeto dos arquitetos Marcelo Roberto (1908-1964) e Milton Roberto (1914-1953), que venceram um concurso realizado pelo Ministério da Aeronáutica, ficou pronto em 1945.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7872" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7872/Album%200035%20046%20CT.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="458" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7872" target="_blank">Escola de Aviação Militar. Vista Aérea da Ponta do Calabouço, 18 de junho de 1935. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Aeroespacial</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7514" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7514/Alb%200294%20160ct.jpg.jpg?sequence=5&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="442" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7514" target="_blank">Escola de Aviação Militar. Vista Aérea Aeroporto Santos Dumont, 22 de novembro de 1941. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Aeroespacial</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>ANDREATTA, Verena; CHIAVARI, Maria Pace; e REGO, Helena. <em><a class="external text" href="http://portalgeo.rio.rj.gov.br/estudoscariocas/download/2418_O%20Rio%20de%20Janeiro%20e%20sua%20orla.pdf" rel="nofollow">O Rio de Janeiro e a sua orla: história, projetos e identidade carioca</a></em>. Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, dezembro de 2009.</p>
<p><a href="https://diariodorio.com/conheca-praias-cariocas-que-foram-extintas/" target="_blank">Diário do Rio de Janeiro</a></p>
<p>MELO, Victor Andrade. <em><a href="https://www.passeidireto.com/arquivo/55862736/remo-modernidade-e-pereira-passos" target="_blank">Remo, modernidade e Pereira Passos: primórdios das políticas públicas de esporte no Brasil. </a>Revista do Núcleo de Estudos e Pequisas sobre Esporte e Sociedade &#8211; </em>Universidade Federal Fluminense, julho/outubro de 2006</p>
<p><a href="https://riomemorias.com.br/memoria/praia-de-santa-luzia/" target="_blank">Rio Memórias</a></p>
<p><a href="https://www4.infraero.gov.br/aeroportos/aeroporto-do-rio-de-janeiro-santos-dumont/sobre-o-aeroporto/historico/" target="_blank">Site Infraero</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Links para os outros artigos da Série O Rio de Janeiro desaparecido</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">Série</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> O Rio de Janeiro desaparecido </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">I</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> </a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">- </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><em>Salas de cinema do Rio de Janeiro do início do século XX</em></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><strong>, </strong>de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de fevereiro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>II<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621"><i>A Exposição Nacional de 1908 na Coleção Família Passos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">, de autoria de Carla Costa, historiadora do Museu da República, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 5 de abril de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6248" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> III – <i>O Palácio Monroe</i>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 9 de novembro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9138" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>IV<em> -</em><em> </em><i>A via elevada da Perimetral<strong>,</strong></i> de autoria da historiadora Beatriz Kushnir, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2017.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>V<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>, Ferrez, Malta e Charles Dunlop<strong>, </strong>d</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">e autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de julho de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i>O primeiro Palácio da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de setembro de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i>O Morro de Santo Antônio na Casa de Oswaldo Cruz</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">de autoria de historiador Ricardo Augusto dos Santos da Casa de Oswaldo Cruz</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 5 de fevereiro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VIII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i>A demolição do Morro do Castelo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 30 de abril de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>IX<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i>Estrada de Ferro Central do Brasil: estação e trilhos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de novembro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>X<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i>No Dia dos Namorados, um pouco da história do Pavilhão Mourisco em Botafogo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de junho de 2020.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>XI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i>A Estrada de Ferro do Corcovado e o</i> <i>mirante Chapéu de Sol</i>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 22 de julho de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25489">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>XII <i>– o Teatro Lírico (Theatro Lyrico),</i> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 15 de setembro de 2021</a>.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25759" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIII<em> – O Convento da Ajuda</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de outubro de 202</a>1.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25175" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIV<em> – </em>O<em> Conselho Municipal</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de novembro de 2021.</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26333">Série<em> O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVI &#8211; <em>O prédio da Academia Imperial de Belas Artes</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, publicado na Brasiliana Fotográfica em 13 de janeiro de 2022.</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26587" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XVII<em> – Igreja São Pedro dos Clérigos</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 18 de março de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27390" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVIII &#8211; <em>A Praça Onze</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de abril de 2022.</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27549" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XIX &#8211; <em>A Igrejinha de Copacabana</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2022.</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27622" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XX &#8211; <em>O Pavilhão dos Estados</em>, futuro prédio do Ministério da Agricultura, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de julho de 2022.</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27670%20" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXI &#8211; <em>O Chafariz do Largo da Carioca</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de setembro de 2022. </a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29820" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXII &#8211; <em>A Cadeia Velha que deu lugar ao Palácio Tiradentes</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 11 de abril de 2023</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIII e </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank"><em>Avenidas e ruas do Brasil</em> XVII </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">- <em>A Praia e a Rua do Russel, na Glória</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 15 de maio de 2023</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32291" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIV &#8211; <em>O luxuoso Palace Hotel, na Avenida Rio Branco, uma referência da vanguarda artística no Rio de Janeiro,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 4 de julho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32451" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXV<em> &#8211; O Theatro Phenix,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 5 de setembro de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34365" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D34365&amp;source=gmail&amp;ust=1702655036919000&amp;usg=AOvVaw3b3Tx7K9JhoBwFxL6ka8RZ">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVI &#8211; <em>Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo por Augusto Malta,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 14 de dezembro de 2023</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32431" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVII e Série <em>Os arquitetos do Rio de Janeiro</em> V &#8211; <em>O Jockey Club e o Derby Club, na Avenida Rio Branco e o arquiteto Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920)</em>, de autoria de Andrea c. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, em 15 de janeiro de 2024</span></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=25474</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Debate pelos cinco anos da Brasiliana Fotográfica &#8211; link de acesso e para fotografias mostradas durante o encontro</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19314</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19314#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2020 03:13:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Avenida Central]]></category>
		<category><![CDATA[Brasiliana Fotográfica]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[fotografias]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Pereira Passos]]></category>
		<category><![CDATA[Gripe Espanhola]]></category>
		<category><![CDATA[link de acesso]]></category>
		<category><![CDATA[Morro de Santo Antônio]]></category>
		<category><![CDATA[Morro do Castelo]]></category>
		<category><![CDATA[reforma urbana]]></category>
		<category><![CDATA[saúde pública]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://brasilianafotografica.bn.br/?p=19314</guid>
		<description><![CDATA[O debate on-line e ao vivo que a Brasiliana Fotográfica promoveu para celebrar o seu aniversário de cinco anos, dentro do contexto da atual pandemia do coronavírus, está disponível em um link do facebook do Instituto Moreira Salles. Os debatedores foram o historiador Jaime Benchimol, a pneumologista Margareth Dalcolmo e o urbanista e arquiteto Guilherme Wisnik. O portal mais uma vez agradece a seus leitores pela audiência e entusiamo! Também destacamos nessa publicação todas as fotografias mostradas durante o encontro, além de outras que se relacionam com os temas abordados.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>O debate que a Brasiliana Fotográfica promoveu para celebrar o seu aniversário de cinco anos, dentro do contexto da atual pandemia do coronavírus, foi muito bem sucedido, tendo sido assistido por centenas de pessoas numa <em>live</em> transmitida no dia 17 de abril de 2020, às 17h30m. Pode ser acessado no link <a href="https://www.facebook.com/institutomoreirasalles/videos/547559385897022/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.facebook.com/institutomoreirasalles/videos/547559385897022/&amp;source=gmail&amp;ust=1587263255314000&amp;usg=AFQjCNGdn824Kv7ihPH6451pw7clgjR4Cw">https://www.facebook.com/<wbr />institutomoreirasalles/videos/<wbr />547559385897022/</a> . Os debatedores foram o historiador Jaime Benchimol, a pneumologista Margareth Dalcolmo e o urbanista e arquiteto Guilherme Wisnik.</p>
<p>O portal mais uma vez agradece a seus leitores pela audiência e entusiasmo! Também destacamos nessa publicação todas as fotografias mostradas durante o encontro, além de outras que se relacionam com os temas abordados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 718px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4990"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4990/FPft0628.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="708" height="556" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4990">Augusto Malta. Avenida Central: vista panorâmica durante os trabalhos de pavimentação, setembro de 1905. Rio de \janeiro, RJ / Acdervo Museu da República</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Grupos de imagens: </em></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1 -<span style="color: #800000;"> <strong><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/221" target="_blank"><span class="il">Avenida</span> <span class="il">Central</span></a></strong></span></p>
<p>2 &#8211; <span style="color: #800000;"><strong>Gripe Espanhola</strong>, links do arquivo do dr. Moncorvo Filho, do arquivo da Fiocruz</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="http://arch.coc.fiocruz.br/index.php/doutor-maurity-santos-examinando-paciente-com-pneumonia-durante-a-epidemia-de-gripe-espanhola-de-1918" target="_blank">Doutor Maurity Santos examinando paciente com pneumonia durate a epidemia de gripe espanhola de 1918</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="http://arch.coc.fiocruz.br/index.php/doutor-maurity-e-enfermeiras-atendendo-enfermo-no-morro-do-salgueiro" target="_blank">Dr. Maurity e enfermeiras atendendo enfermo no Morro do Salgueiro</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="http://arch.coc.fiocruz.br/index.php/doutores-moncorvo-filho-e-orlando-de-goes-atendendo-pacientes-no-surto-de-gripe-espanhola-de-1918" target="_blank">Doutores Moncorvo Filho e Orlando de Goes atendendo pacientes no surto de gripe espanhola de 1918</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="http://arch.coc.fiocruz.br/index.php/moncorvo-filho-consultando-crianca-durante-a-epidemia-de-gripe-espanhola-de-1918" target="_blank">Moncorvo Filho consultando criança durante a epidemia de gripe espanhola de 1918</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="http://arch.coc.fiocruz.br/index.php/moncorvo-filho-consultando-um-bebe" target="_blank">Moncorvo Filho consultando um bebê</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="http://arch.coc.fiocruz.br/index.php/moncorvo-filho-e-auxiliares-no-posto-de-assistencia-a-infancia-durante-o-surto-de-gripe-espanhola" target="_blank">Moncorvo Filho e auxiliares no Posto de Assistência à Infância durante o surto de gripe espanhola</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="http://arch.coc.fiocruz.br/index.php/predio-que-serviu-para-socorrer-vitmas-da-gripe-espanhola-em-1918" target="_blank">Prédio que serviu para socorrer vítimas da gripe espanhola em 1918</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="http://arch.coc.fiocruz.br/index.php/socorro-a-um-homem-enfermo-no-morro-da-mangueira" target="_blank">Socorro a um homem enfermo no Morro da Mangueira</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<p>3 &#8211; <strong><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/166" target="_blank"><span class="il">Morro</span> de <span class="il">Santo</span> <span class="il">Antônio</span></a></span></strong></p>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>4 &#8211; <strong><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?   scope=/&amp;rpp=10&amp;page=2&amp;query=%22demoli%C3%A7%C3%A3o+do+morro+do+castelo%22&amp;group_by=none&amp;etal=0" target="_blank">Morro do Castelo</a></span></strong></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>5 -<strong> <span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/223" target="_blank">Pereira Passos</a></span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>6 &#8211; <strong><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/220" target="_blank">Saúde pública</a></span></strong></p>
</div>
<div></div>
<div></div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2726"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2726/014AM003007.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="539" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2726" target="_blank">Augusto Malta. Carnaval na avenida Central, atual avenida Rio Branco, c. 1906. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
</div>
<div></div>
<div></div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=19314</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Série &#8220;Exposições&#8221; VIII &#8211; A apresentação do Departamento Nacional de Saúde Pública na Exposição Internacional do Centenário da Independência</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18805</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18805#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 13:57:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Curadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento Nacional de Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal A Noite]]></category>
		<category><![CDATA[lista de artigos da Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Morro do Castelo]]></category>
		<category><![CDATA[Organização Mundial da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Kehl]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Augusto dos Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Série "Exposições"]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://brasilianafotografica.bn.br/?p=18805</guid>
		<description><![CDATA[Uma das apresentações realizada durante a Exposição Internacional do Centenário da Independência em 1922 foi montada pelo então recém-criado Departamento Nacional de Saúde Pública (DNSP), que obteve muito sucesso, é o tema do artigo A apresentação do Departamento Nacional de Saúde Pública na Exposição Internacional do Centenário da Independência, de Ricardo Augusto dos Santos, pesquisador da Fiocruz. Nesse momento dramático da história do Brasil e do mundo, em que a Fiocruz destaca-se no combate à pandemia do coronavírus, publicamos uma lista com os 24 artigos, além deste, já produzidos por seus profissionais para a Brasiliana Fotográfica, desde agosto de 2017, quando passou a integrar o portal.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Uma das apresentações realizada durante a Exposição Internacional do Centenário da Independência em 1922 foi montada pelo então recém-criado Departamento Nacional de Saúde Pública (DNSP). Esse órgão administrativo da saúde pública era uma antiga reivindicação dos intelectuais sanitaristas, que acreditavam que somente uma organização estatal e nacional resolveria os graves problemas de saúde no Brasil. A instalação dessa exposição obteve grande repercussão, sendo saudada pela imprensa como obra vital para a salvação do país. É essa história que o pesquisador Ricardo Augusto dos Santos, da Fiocruz, instituição parceira da Brasiliana Fotográfica desde agosto de 2017, traz para os leitores do portal com a publicação do artigo <em>A apresentação do Departamento Nacional de Saúde Pública na</em><em> Exposição Internacional do Centenário da Independência </em>e de 14 fotografias do evento.</p>
<p style="text-align: left;">Nesse momento dramático da história do Brasil e do mundo, publicamos, no final desse artigo, a lista dos 24 artigos, além deste, produzidos por profissionais da Casa de Oswaldo Cruz para o portal. A Fiocruz contribui significativamente no combate ao coronavírus, seja na <a href="https://oglobo.globo.com/sociedade/coronavirus/coronavirus-cientistas-da-fiocruz-testam-droga-contra-hiv-com-sucesso-24354826" target="_blank">pesquisa de medicamentos</a>, na elaboração de um <a href="https://portal.fiocruz.br/coronavirus-2019-ncov-publicacoes-da-fiocruz" target="_blank">plano de contingência diante da pandemia</a> ou na <a href="https://portal.fiocruz.br/coronavirus-perguntas-e-respostas" target="_blank">disseminação de informações importantes para a população.</a></p>
<p style="text-align: left;">A Organização Mundial da Saúde oficializou no dia 8 de abril de 2020 a indicação do Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo da Fiocruz (Instituto Oswaldo Cruz) como laboratório de referência para o combate ao novo coronavírus nas Américas. O laboratório, que já era referência junto à OMS para vírus do tipo Influenza, poderá receber amostras de COVID- 19 de outros países do continente para a realização de sequenciamento genético, localização de mutações, aprofundamento de estudos que possam levar ao desenvolvimento de uma vacina e ao aperfeiçoamento de diagnósticos, além de testes de medicamentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>A apresentação do Departamento Nacional de Saúde Pública na</strong></em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong> <strong>Exposição Internacional</strong><strong> do Centenário da Independência </strong></strong></em></span></p>
<p style="text-align: center;"> Ricardo Augusto dos Santos*</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7955" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7955/Imagem%2010.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="478" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7955" target="_blank">Aspectos da Mostra de Saúde Pública do DNSP na Exposição do Centenário em 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Realizada no Rio de Janeiro em 1922, a Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil ficou marcada pela derrubada do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030" target="_blank">Morro do Castelo</a>, arrasado durante a administração do prefeito Carlos Sampaio (1861-1930). Com a utilização de mangueiras hidráulicas e auxiliado por vagões que levavam o entulho, o monte foi demolido. Desta maneira, a Esplanada do Castelo foi cenário para a construção dos pavilhões da Exposição, projeto dos arquitetos Adolfo Morales de Los Rios (1858 &#8211; 1928) e Archimedes Memória (1893-1960). Após a festa, a área valorizada foi ocupada atendendo a necessidades, não somente de ordem higienista, motivo declarado à época, mas, sobretudo, da reprodução do capital imobiliário. A Exposição Internacional de 1922 foi um grande evento, onde não faltaram os principais países. Em seus monumentais prédios estavam presentes, estilos arquitetônicos, aspectos culturais e produtos que a transformaram numa vitrine das nações. Da imensa mostra restaram poucas construções, hoje ocupadas pelo Museu da Imagem e do Som, Academia Brasileira de Letras e Centro Cultural da Saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=%22aspectos+da+Mostra+de+Sa%C3%BAde+P%C3%BAblica+do+DNSP+na+Exposi%C3%A7%C3%A3o+do+Centen%C3%A1rio+em+1922%22&amp;submit=Ir" target="_blank">Acessando o link para as fotografias dos Aspectos da Mostra de Saúde Pública do DNSP na Exposição do Centenário em 1922 disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os preparativos para o centenário começaram assim que o aterro foi surgindo na praia de Santa Luzia. Ocupando o terreno obtido com a destruição do morro, a exposição foi montada numa reta, chamada de Avenida das Nações, onde ficavam os edifícios. A publicação oficial da comissão organizadora informa como foi conduzido o trabalho. O objetivo era apresentar a vitória do homem sobre a natureza. Enquanto os países estrangeiros apresentavam aparelhos inovadores, os projetos brasileiros procuravam apagar as marcas do país doente, pobre e analfabeto. No pavilhão da indústria nacional, destacava-se a máquina que produzia energia a partir da queda d’água. A beleza tropical estava sendo dominada e a ciência transformaria o meio selvagem, abandonando a perene condição inferior da nação. Pedagogicamente, se alardeava a possibilidade de transformação da floresta em riqueza econômica, através da exploração dos recursos naturais. Com a ciência, o país alcançaria a civilização.</p>
<p>Uma das apresentações foi montada pelo então recém-criado Departamento Nacional de Saúde Pública (DNSP). Esse órgão administrativo da saúde pública era uma antiga reivindicação dos intelectuais sanitaristas, que acreditavam que somente uma organização estatal e nacional resolveria os graves problemas de saúde no Brasil. A instalação dessa exposição realizada pelo DNSP obteve grande repercussão, sendo saudada pela imprensa como obra vital para a salvação do país, como podemos averiguar através da entrevista concedida pelo médico Renato Kehl (1889 &#8211; 1974) que, como funcionário do DNSP, trabalhou na produção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_18823" style="width: 298px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_02/4856" target="_blank"><img class="size-full wp-image-18823" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/KEHL.jpg" alt="a nOITE, 20 DE JULHO DE 1920" width="288" height="483" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_02/4856" target="_blank"><em>A Noite</em>, 9 de fevereiro de  1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao jornal <em>A Noite</em>, o eugenista faz relevantes declarações sobre a função da educação higiênica:</p>
<p>“<em>Jornal A Noite – Há justo motivo para se acreditar, diz o Dr. Renato Kehl, que estamos em plena fase de higienização nacional, completando a memorável obra de reabilitação sanitária iniciada no nosso país pelo grande patrício Oswaldo Cruz. Dia a dia multiplicam-se as providências de ataque às epidemias e endemias que assolam o território pátrio e são freqüentes as manifestações de aplausos a essa auspiciosa campanha de saneamento que se vai disseminando por quase todos os estados da União. O magno problema está, pois, em foco. Congressos médicos, mensagens, plataformas, discursos e conferências, tratam das medidas profiláticas em execução ou em projeto, mantendo-se unânime a opinião pública de que a política sanitária é a verdadeira política de salvação nacional. O povo, apercebido dos benefícios que estão surgindo com as medidas de saneamento e dos que advirão futuramente, compreende, enfim, que o nosso grande mal não está ligado ao clima nem à gente que habita esta face da terra, mas sim às endemias e epidemias que infelicitam grande parte dos nossos patrícios, principalmente dos que habitam a zonas rurais.</em></p>
<p><em>Kehl – A exposição, que vai fazer o Departamento Nacional de Saúde Pública, nas alas laterais do Pavilhão das Festas, vale por uma demonstração do que se tem feito e do que se tem a fazer em matéria de propaganda. Presta-se ainda, para demonstrar ao público, de um modo simples e evidente, a importância da execução dos preceitos ditados pela higiene.</em></p>
<p><em>Jornal A Noite – Tem esperanças nessa propaganda com o analfabetismo reinante?</em></p>
<p><em>Kehl – Naturalmente. Ao lado da campanha escrita, faz-se a falada, que será compreendida pelos “iletrados”. Ninguém ignora que a propaganda é o elemento mais importante para a vitória de uma campanha, seja ela comercial, política ou sanitária. Antes de tudo, é preciso convencer o público, para depois se lhe pedir ou exigir a colaboração”</em>.<a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7919" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7919/Imagem%2004.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="483" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7919" target="_blank">Aspectos da Mostra de Saúde Pública do DNSP na Exposição do Centenário em 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em seu arquivo pessoal, Renato Kehl guardou algumas imagens fotográficas desta apresentação. Podemos averiguar que o objetivo era colaborar para a educação higiênica das populações rurais e urbanas. Os objetos e fotografias, reunidas no trabalho, realçavam o valor dos ensinamentos da higiene. As imagens são um fragmento da campanha educativa e sanitária que deveria ser instalada no Brasil. São imagens das habitações típicas das áreas rurais, infestadas de insetos transmissores de doenças. Também eram apresentados os modelos corretos de casas rurais que os camponeses deveriam construir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7953" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7953/Imagem%2012.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="478" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7953" target="_blank">Aspectos da Mostra de Saúde Pública do DNSP na Exposição do Centenário em 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7935" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7935/Imagem%2013.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="515" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7935" target="_blank">Aspectos da Mostra de Saúde Pública do DNSP na Exposição do Centenário em 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> Entrevista com Renato Kehl. Jornal <em>A Noite</em>, 30/10/1922.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Ricardo Augusto dos Santos é Pesquisador Titular da Fundação Oswaldo Cruz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Nota da editora</strong>: esse artigo passou a integrar uma série e mudou de título em 1º de dezembro de 2025.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Lista dos 24 artigos, além deste, produzidos pela Casa de Oswaldo Cruz para publicação na Brasiliana Fotográfica</em></strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><em>(agosto de 2017 a fevereiro de 2020)</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/casa.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-19217" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/casa.jpg" alt="casa" width="334" height="135" /></a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18254">Cenas da folia em Manaus em 1913 – 28/02/2020 – Cristiane d´Avila, Casa de Oswaldo Cruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16710">Trilhos sobre a floresta: imagens da construção da E.F. Madeira-Mamoré – 14/10/2019 – Cristiane d´Avila, Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16641">As ruínas de Brás de Pina – 30/09/2019 – Ricardo Augusto dos Santos, Pesquisador Titular da Fundação Oswaldo Cruz / Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16066">O funeral de Teixeira Mendes pela lente de Augusto Malta – 02/08/2019 – Ricardo Augusto dos Santos, Pesquisador Titular da Fundação Oswaldo Cruz, e Marcus Vinícius Rubim Gomes é estagiário na Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=15090">A descoberta da doença de Chagas – 14/06/2019 – Simone Petraglia Kropf, historiadora da Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8707">O cotidiano da Manguinhos – 24/04/2019 – Equipe da Fiocruz </a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13880">As expedições do Instituto Oswaldo Cruz entre 1911 e 1913 – 14/03/2019 – Cristiane d´Avila, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">Morro de Santo Antônio – 05/02/2019 – Ricardo Augusto dos Santos, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13446">João Pedro ou João Pedroso? – 11/01/2019 – Ricardo Augusto dos Santos e Francisco dos Santos Lourenço, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/Instituto%20Nacional%20de%20Infectologia%20Evandro%20Chagas:%20centen%C3%A1rio%20da%20constru%C3%A7%C3%A3o%20da%20pesquisa%20cl%C3%ADnica%20em%20Manguinhos">Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas: centenário da construção da pesquisa clínica em Manguinho – 21/12/2018 – Dilene Raimundo do Nascimento, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13402">Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas 100 anos: Carlos e Evandro Chagas em retratos de família,  – 27/11/2018 – Aline Lopes de Lacerda, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13276">Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas: 100 anos de pesquisa clínica – 26/10/2018 – Cristiane d´Avila, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12777">O sanitarista Belisário Penna (1868 – 1939, um dos protagonistas da história da saúde pública no Brasil – 28/09/2018 – Ricardo Augusto dos Santos, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12743">Vacinação no Brasil, uma história centenária – 17/08/2018 – Cristiane d´Avila, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10646">A criação de uma vacina para a peste da manqueira, um marco na história da veterinária brasileira e mundial – 21/06/2018 – Cristiane d´Avila, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11758">100 anos do Castelo da Fiocruz: criador e criatura – Renato da Gama-Rosa Costa – 15 /05/ 2018, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11558">100 anos do Castelo da Fiocruz: os pedreiros do castelo da avenida Brasil – Ricardo Augusto dos Santos – 12/04/2018, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11509">Febre amarela: imagens da produção da vacina no início do século XX – Aline Lopes de Lacerda – 23/03/2018, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11321">100 anos do Castelo da Fiocruz: a ocupação da Fazenda de Manguinhos – Cristiane d´Avila – 28/02/2018, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8703">Manguinhos e a cidade do Rio de Janeiro – Equipe da Fiocruz – 19/01/2018, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10762">O cientista Oswaldo Cruz (1872 – 1917), prefeito de Petrópolis – Cristiane d’Avila com a colaboração de Ana Luce Girão, 28/12/2017, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10616">O fotógrafo Joaquim Pinto da Silva, o J. Pinto (1884-1951) e a Fundação Oswaldo Cruz – Ricardo Augusto dos Santos, 16/11/2017, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8684">Manguinhos e os sertões – Equipe da Fiocruz, 09/10/2017 , Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8499">Novos acervos: Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – Fotografia, Ciência e Saúde Pública – Equipe da Fiocruz, 30/08/2017, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>Links para os artigos sobre exposições nacionais ou internacionais publicados na Brasiliana Fotográfica</strong></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9392"><em>O pintor Victor Meirelles e a fotografia na II Exposição Nacional de 1866</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 17 de agosto de 2017.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11486"><em>A festa do progresso: o Brasil na Exposição Continental, Buenos Aires, 1882, </em>de autoria de Maria do Carmo Rainho, Arquivo Nacional, publicado em 29 de março de 2018.</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621"><em>Série “O Rio de Janeiro desaparecido” II</em> &#8211; <em>A Exposição Nacional de 1908 na Coleção Família Passos, </em>de autoria de<em> </em>Carla Costa, Museu da República, publicado em 5 de abril de 2018.</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11896"><em>Marc Ferrez, a Comissão Geológica do Império (1875 – 1878) e a Exposição Antropológica Brasileira no Museu Nacional (1882)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 29 de junho de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12604"><em>Paris, 1889: o álbum da exposição universal, </em>de autoria de Claudia B. Heynemann, Arquivo Nacional,publicado em 27 de julho de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17283"><em>Café Brasil: o Império na Exposição Internacional de Filadélfia</em><strong><em>, </em></strong>de autoria de<strong><em> </em></strong>Claudia B. Heynemann, Arquivo Nacional, publicada em 4 de dezembro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18530"><em>Festa das Artes e da Indústria Segunda Exposição Nacional, 1866,</em> de autoria de Claudia Beatriz Heynemann e Maria Elizabeth Brêa Monteiro, Arquivo Nacional, em 5 de abril de 2020.</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26300"><em>A Exposição Internacional de Higiene de Dresden</em>, de Cristiane d´Avila, Fiocruz, publicado em 5 de janeiro de 2022.</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17940" target="_blank">Série <em>1922 &#8211; Hoje, há 100 anos VIII</em> &#8211; A abertura da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil e o centenário da primeira grande transmissão pública de rádio no país, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, publicado em 7 de setembro de 2022, na Brasiliana Fotográfica.</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=33264" target="_blank"><em>Três álbuns fotográficos da Exposição Nacional de 1908 no Museu Histórico Nacional: Boscagli, Malta e Musso</em>, de autoria de Maria Isabel Ribeiro Lenzi, historiadora do Museu Histórico Nacional, publicado em 25 de agosto de 2023, na Brasiliana Fotográfica.</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=18805</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A cidade como Arquivo, o Arquivo da Cidade</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14156</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14156#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Mar 2019 14:46:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Convidados]]></category>
		<category><![CDATA[Curadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[arquivo]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[burocracia]]></category>
		<category><![CDATA[documentos]]></category>
		<category><![CDATA[Estácio de Sá]]></category>
		<category><![CDATA[Fortaleza de São João]]></category>
		<category><![CDATA[fundação]]></category>
		<category><![CDATA[guarda]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[influência portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[invasão francesa]]></category>
		<category><![CDATA[Morro Cara de Cão]]></category>
		<category><![CDATA[Morro do Castelo]]></category>
		<category><![CDATA[Ordenações Manuelinas]]></category>
		<category><![CDATA[Pão de Açúcar]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://brasilianafotografica.bn.br/?p=14156</guid>
		<description><![CDATA[Seguindo a diretriz das Ordenações Manuelinas  (1512-1603), manifestação da vontade do rei de Portugal, dom Manuel I (1469-1521) de homogeneizar e controlar a administração do crescente Império Português, firmou-se no Rio de Janeiro  uma “arca grande e boa” para a guarda dos documentos públicos, que deram origem ao acervo em depósito no Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, uma das instituições parceiras da Brasiliana Fotográfica. É essa história, escrita pela diretora da AGCRJ, Beatriz Kushnir, que o portal publica hoje em homenagem aos 454 anos da fundação do Rio de Janeiro, instituída por Estácio de Sá (1520 - 1567) em um terreno plano entre os morros Cara de Cão e Pão de Açúcar. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Seguindo a diretriz das Ordenações Manuelinas (1512-1603), manifestação da vontade do rei de Portugal, dom Manuel I (1469-1521) de homogeneizar e controlar a administração do crescente Império Português, firmou-se no Rio de Janeiro  uma “arca grande e boa” para a guarda dos documentos públicos, que deram origem ao acervo em depósito no Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro (AGCRJ), uma das instituições parceiras da Brasiliana Fotográfica. É essa história, escrita pela diretora da AGCRJ, Beatriz Kushnir, que o portal publica hoje em homenagem aos 454 anos da fundação do Rio de Janeiro, instituída por Estácio de Sá (1520 &#8211; 1567) em um terreno plano entre os morros Cara de Cão e Pão de Açúcar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><span style="color: #800000;">A cidade como Arquivo, o Arquivo da Cidade</span></strong></em></p>
<p style="text-align: center;">Beatriz Kushnir*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Somos uma cidade que nasceu lusa. A República se esforçou para apagar os traços de nossa tradição ibérica e teve algum êxito. Mas a forma como nos relacionamos com a burocracia, esta é portuguesa. Aprendemos com eles a circularidade das informações, com cópias, autenticações, três vias, etc.</p>
<p>No processo de expansão ultramarino, a implementação da imprensa permitiu que das manuscritas Ordenações Afonsinas, a lei tipograficamente formatada alcançasse os quatro cantos do Reino na compilação conhecida como Ordenações Manuelinas (1512-1603). Incluso no modus vivendi desta revisão legislativa, há a vontade do rei D. Manuel I (1469-1521), que assumiu a Coroa aos 26 anos, de homogeneizar e controlar a administração do crescente Império Português.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/170" target="_blank">Acessando o link para as fotografias relacionadas a essa publicação e disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></span></strong></p>
<p>Certamente, a letra impressa permitiu a divulgação e assegurou o conhecimento da legislação. E pela compilação das normas no regulamento, a tentativa de unificação do território. D. Manuel I, o nosso 1º governante, instituiu esse corpo legislativo, que aqui conheceu efetiva vigência no primeiro século das Terras de Santa Cruz. Embora as Ordenações Manuelinas tenham sido revogadas pelas Filipinas, em 1603, acabaram perdurando no tempo. Grande parte de seu conteúdo estava incluso na legislação subsequente e inúmeras de suas disposições continuaram em vigor. Tais normas atravessaram a Independência do Brasil, o 2º Império e a República. Mais de três séculos depois é que o Código Civil de 1917 foi promulgado.</p>
<p>Refletir sobre as Ordenações é mapear o processo de estabelecimento do direito português, monárquico e centralizador, onde a Corte era tida como a “última instância de recurso” no Reino e o Rei, a “última instância de justiça”. O primeiro livro das Ordenações Manuelinas, editado em dezembro de 1512, abarcava os regimentos, os cargos e as atribuições da administração judiciária. É nele que se arrolam as categorias de chanceleres-mor, desembargadores, corregedores, ouvidores, meirinhos, porteiros, carcereiros, entre outros. Há igualmente, as cláusulas quanto a administração e as pontuações quanto aos deveres dos vereadores, almotacés, alcaides, tabeliães. De tal modo, se define e alicerça a máquina administrativa e burocrática do Estado.<br />
No Título 46, “Dos Vereadores das Cidades, Villas, e cousas que a seus Officios pertencem”, se lê no item II que os vereadores farão guardar em uma arca grande e boa, todos os Forais, Tombos, Privilégios e quaisquer outra Escritura que pertençam ao Conselho. Esta área terá duas fechaduras, das quais uma chave terá o Escrivão da Câmara e outra, um dos vereadores. Assim, D. Manuel designou que em todo e qualquer espaço de povoamento do Império Ultramarino fosse instituído um lugar de guarda dos documentos públicos, um arquivo. Não esqueceu igualmente, de regrar pela segurança das informações ali contidas e sabia que sem estas, direitos e deveres não seriam resguardados em uma sociedade escravocrata e pouco letrada.</p>
<p>Quando Estácio de Sá, sobrinho do Governador Geral do Brasil (1557-72), Mem de Sá, desembarcou em Salvador, Bahia, em 1563, tinha como missão fundar uma cidade nas terras da Guanabara e expulsar os franceses que aqui estavam. A família Sá era de fidalgos do Rei. Mem de Sá licenciou-se em Direito e serviu à Coroa por 39 anos. Foi o 1º jurista nomeado para um governo no além-mar e o garantidor dos interesses do Estado português no Brasil. Tendo em mãos as Ordenações Manuelinas, o apoio da Companhia de Jesus e o poder da guerra, investiu na unidade politico-administrativa, no povoamento e na produção de riqueza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 606px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6381" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6381/PDF-AM-PC_2279.jpg.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="596" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6381" target="_blank">Augusto Malta. Abertura do túmulo de Estácio de Sá, 15 de janeiro de 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1º de março de 1565, a Muy leal e heroica cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro foi instituída por Estácio de Sá em um terreno plano entre os morros Cara de Cão e Pão de Açúcar. Neste acampamento militar estavam as bases para a luta que expulsaria os franceses dois anos depois, em 20 de janeiro de 1567. Num desenho tipicamente fantástico, Estácio de Sá foi flechado e morreu, tal e qual o santo que nomeia a cidade e que tem naquela data o seu dia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 815px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6383" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6383/PDF-AM-PC_0484.jpg.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="805" height="598" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6383" target="_blank">Augusto Malta. Fortaleza de São João, 25 de novembro de 1931. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Governador Geral, ao desfazer o cenário da guerra, deslocou os assentamentos que demarcavam a fundação da cidade para o morro do Castelo, no interior da baía da Guanabara. E ali ergueu uma sólida fortaleza. O Rio de Janeiro, por seu lugar estratégico no âmbito geográfico e político, desde o inicio foi instituído como uma urbe.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 987px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4274" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4274/BR%20RJAGCRJ.SGEC.DHD.AM.PDF.AM.NG.982.2046.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="977" height="684" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4274" target="_blank">Augusto Malta. Morro do Castelo, 25 de maio de 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Seguindo a diretriz Manuelinas, aqui também se firmou uma “arca grande e boa” para a guarda dos documentos públicos. Origem do acervo em deposito atualmente no Arquivo Geral da Cidade do RJ (AGCRJ), há no conjunto documental da Câmara Municipal e posteriormente, do Senado da Câmara, o Códice “Legislativo Municipal – Correição dos Ouvidores”.</p>
<p>Inscrito na nota de abertura do livro, toma-se ciência que este tomo é uma “cópia do Livro das Provisões e Correição do ano de 1624 até 1747”. Tal duplicidade foi autorizada pela Vereança em janeiro de 1807. Isto porque, o original achava-se bastante danificado. O manuscrito tem às folhas 23, a inscrição:</p>
<p>“Mil seiscentos e trinta e oito = Correição feita pelo Ouvidor Geral Diogo de Sá da Rocha = Ano do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de mil oitocentos e trinta e oito anos, aos três dias do mês de Março nesta Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, veio a esta Câmara o Ouvidor Geral Diogo de Sá da Rocha em Correição segundo o costume de que fiz este termo, Diogo Lopes Ramos, Escrivão da Correição, e Ouvidoria Geral desta República, digo, desta Repartição do Sul, que o escrevi”.</p>
<p>No verso da folha, compreende-se que o Ouvidor Geral Diogo de Sá da Rocha vem se certificar da inclusão dos Livros de Registros e das Cartas no Arquivo da Câmara. Da mesma forma, cuidou para que quando se entregassem as chaves do Arquivo e cofres da Câmara, as mesmas se fizesse com a segurança de um registro a quem se entrega. Isto porque,<br />
“para se saber as pessoas que as tem as ditas Chaves; não fiarão os Oficiais um dos outros isto, com pena de cinquenta cruzados aplicados para as obras do Concelho, em que os há por condenados todas as vezes que o contrário fizerem, e o Escrivão será obrigado a notificar aos Oficiais presentes, e ao que ao diante forem este Capítulo”.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>Abaixo a reprodução das folhas 23 e 24  do Códice “Legislativo Municipal – Correição dos Ouvidores”, “cópia do Livro das Provisões e Correição do ano de 1624 até 1747” <span style="color: #000000;">**</span></em></span></p>
<p><img class=" size-full wp-image-14170 alignleft" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/documento-1.jpg" alt="documento 1" width="393" height="634" /></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/documento-2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-14171 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/documento-2.jpg" alt="documento 2" width="398" height="627" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No ano de 1638, mesmo sob a regência das Ordenações Filipinas, o controle apontado por D. Manuel garantiu que estes subsídios e muitos outros, chegassem até nós e sublinhassem a instituição desta cidade, neste 1º de março, registrada nos detalhes da segurança aos dados públicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 744px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6377" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6377/ARQUIVO.jpg.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="734" height="555" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6377" target="_blank">Augusto Malta. Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, 30 de julho de 1914. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Beatriz Kushnir é  a Diretora-Geral do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>**Acervo AGCRJ, fundo Câmara Municipal, Série: Legislativo Municipal. Códice: BR RJAGCRJ.CM.LGM.16.4.10, Folha 23V.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=14156</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Rio de Janeiro de Juan Gutierrez</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14095</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14095#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Mar 2019 12:13:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Convidados]]></category>
		<category><![CDATA[Cronologia]]></category>
		<category><![CDATA[Curadoria]]></category>
		<category><![CDATA[acervo fotográfico]]></category>
		<category><![CDATA[álbum fotográfico]]></category>
		<category><![CDATA[Bairro da Lapa]]></category>
		<category><![CDATA[Cais Pharoux]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fundação]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Juan Gutierrez de Padilla]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Isabel Ribeiro Lenzi]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado da Praia do Peixe]]></category>
		<category><![CDATA[Mirante Chapéu do Sol]]></category>
		<category><![CDATA[Morro do Castelo]]></category>
		<category><![CDATA[Morro do Senado]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Histórico Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Praia da Saudade]]></category>
		<category><![CDATA[Praia de Santa Luzia]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Recordação das festas nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://brasilianafotografica.bn.br/?p=14095</guid>
		<description><![CDATA[Em homenagem à fundação do Rio de Janeiro, que completa hoje 454 anos, o portal publica o artigo O Rio de Janeiro de Juan Gutierrez (c. 1860 - 1897), da historiadora Maria Isabel Ribeiro Lenzi, do Museu Histórico Nacional, uma das instituições parceiras da Brasiliana Fotográfica. O texto nos convida a fazer, a partir das fotografias do espanhol Juan Gutierrez de Padilla, um passeio pela cidade na última década do século XIX. Provavelmente nascido nas Antilhas, Gutierrez foi um dos mais importantes fotógrafos paisagistas do século XIX e um dos maiores cronistas visuais do Rio de Janeiro, tendo registrado a transição da cidade imperial para a cidade republicana. Entre 1892 e 1896, produziu a maior parte de suas fotografias de paisagens cariocas, que eram vendidas para estrangeiros que visitavam a cidade. Partiu para Canudos em 1897, onde, em 28 de junho, foi mortalmente ferido.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em homenagem à fundação do Rio de Janeiro, que completa hoje 454 anos, o portal publica o artigo <em>O Rio de Janeiro de Juan Gutierrez (c. 1860 &#8211; 1897), </em>da historiadora Maria Isabel Ribeiro Lenzi, do Museu Histórico Nacional, uma das instituições parceiras da Brasiliana Fotográfica. O texto nos convida a fazer, a partir das fotografias do espanhol <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5398" target="_blank">Juan Gutierrez de Padilla</a>, um passeio pela cidade na última década do século XIX. Provavelmente nascido nas Antilhas, Gutierrez foi um dos mais importantes fotógrafos paisagistas do século XIX e um dos maiores cronistas visuais do Rio de Janeiro, tendo registrado a transição da cidade imperial para a cidade republicana. Entre 1892 e 1896, produziu a maior parte de suas fotografias de paisagens cariocas, que eram vendidas para estrangeiros que visitavam a cidade. Partiu para <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3002" target="_blank">Canudos</a> em 1897, onde, em 28 de junho, foi mortalmente ferido (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=364568_08&amp;PagFis=25342" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 13 de julho de 1897, na terceira coluna sob o título “Expedição de Canudos</a>” e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=18907" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 7 de setembro de 1897, na primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>O Rio de Janeiro de Juan Gutierrez</em></strong></span></p>
<p style="text-align: center;">Maria Isabel Ribeiro Lenzi*</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6263" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6263/GT62.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="483" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6263" target="_blank">Juan Gutierrez. Panorama tomado do Silvestre, 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pouco se sabe sobre o cidadão espanhol Juan Gutierrez de Padilla. Especula-se que tenha nascido nas Antilhas, talvez na ilha de Cuba. O certo é que nas décadas de 1880 e 1890 ele era um fotógrafo conhecido no Rio de Janeiro, onde havia se estabelecido. Não sabemos exatamente quando chegou por aqui, mas nos anos 1880 era proprietário da Cia. Photographica Brazileira e da Juan Gutierrez e Cia. União, ambas no Rio de Janeiro à Rua Gonçalves Dias, 40, e Rua da Carioca, 114. Ele recebeu de D. Pedro II o título de fotógrafo da Casa Imperial bem no ocaso do Império, em agosto de 1889.</p>
<p>Com a República, Gutierrez se naturalizou brasileiro e, em 1893,  foi contratado pelo exército para documentar as tropas na <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2375" target="_blank">Revolta da Armada</a>. Essas fotos são célebres, tendo inclusive recebido a chancela de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10524" target="_blank">Memória do Mundo, pela Unesco</a>. Menos conhecido, entretanto, é o conjunto de imagens primorosas do Rio de Janeiro do final do século XIX fixadas pela câmera de Gutierrez.</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/169" target="_blank">Acessando o link para as fotografias do Rio de Janeiro de autoria de Juan Gutierrez do acervo fotográfico do Museu Histórico Nacional e disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas. </a></p>
<p>Por meio delas o fotógrafo nos convida para um passeio pela cidade e seus arredores. Começamos pelo cais da Praça 15, antigo Largo do Paço. Vemos o mercado e uma grande construção redonda, a grande rotunda que, naqueles anos de 1890, Victor Meireles havia montado na praça para expor seus panoramas. Ali o pintor exibiu ao público carioca, em 1890, o panorama da Baía do Rio de Janeiro que um ano antes havia apresentado em Paris. Depois, provavelmente em 1896, Victor Meireles produziu o panorama Entrada da Esquadra Legal na Revolta da Armada: Ruínas da Fortaleza de Villegaignon, que viria a ser exposto no mesmo espaço. É, pois, esta rotunda – um must na vida cultural carioca de então – que Gutierrez nos mostra na praça.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 1177px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6256" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6256/GT01.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="1167" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6256" target="_blank">Juan Gutierrez. Cais Pharoux e Mercado da Praia do Peixe, 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Todavia também podemos ver o comércio popular, o lado africano da cidade. É possível quase sentir o cheiro e ouvir o burburinho do mercado de peixe com os barcos ancorados depois de trazer mercadorias do fundo da Baía da Guanabara. Os balaios, os panos usados pelas negras, os quais tomamos como turbantes, mas que serviam para acomodar a cesta de mercadoria sobre a cabeça. Os quiosques, que viriam a ser retirados da paisagem carioca nas reformas de Pereira Passos, aqui ainda se revelam um componente importante na vida quotidiana do trabalhador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 1090px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6255" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6255/GT03.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="1080" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6255" target="_blank">Juan Gutierrez. Mercado da Praia do Peixe, 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A cidade também é fotografada inteira, a partir dos seus diversos mirantes: da ilha das Cobras, Gutierrez aponta para o litoral até a ponta do Calabouço, para a cidade em frente em frente à ilha e, no outro lado, para o litoral da Prainha, Saúde e Gamboa. Aí é possível ver um Rio de Janeiro, ainda cidade portuguesa, com as torres de suas igrejas que dominavam o cenário. Os morros do Castelo, da Glória, de Santo Antônio, do Senado, as Docas de André Rebouças, as ilhas das Cobras e Fiscal também têm papel relevante no ensaio fotográfico que produziu do Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 1115px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6274" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6274/GT08.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="1105" height="752" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6274" target="_blank">Juan Gutierrez. Cais dos Mineiros, c. 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional </a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A qualidade das fotografias em albumina de Gutierrez é tamanha que, ampliadas, revelam em detalhe os diversos trapiches do porto, bem como os trapiches e casas de banho da praia de Santa Luzia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 1116px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6314" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6314/GT18.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="1106" height="764" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6314" target="_blank">Juan Gutierrez. Praia de Santa Luzia, c.189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Ilha Fiscal mereceu duas fotos só pra ela&#8230; Deviam estar na memória do povo as luzes elétricas que iluminaram a ilha no dia 9 de novembro de 1889. O último e mais luxuoso baile que o Império do Brasil promoveu foi naquela pequena ilha em frente ao litoral da Praça 15 e provavelmente, ainda era assunto nas conversas e no imaginário carioca. Não poderia, portanto, faltar nas lentes de nosso fotógrafo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 1062px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6298" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6298/GT16.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="1052" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6298" target="_blank">Juan Gutierrez. Ilha Fiscal, c. 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os telhados e ruas da cidade são retratados do alto de muitos morros, três dos quais não existem mais: Senado, Castelo e Santo Antônio. Mas, naquela altura, eles eram integrados à cidade, abrigando chácaras, igrejas e, no caso do Castelo, a cidadela que deu origem ao Rio. No Castelo moravam muitas lavadeiras que a câmera de Gutierrez nos deixa ver suas roupas a serem alvejadas nos quaradouros de bambu&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 773px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6318" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6318/GT30.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="763" height="529" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6318" target="_blank">Juan Gutierrez. Panorama da Lapa, c. 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 776px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6310" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6310/GT27.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="766" height="527" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6310" target="_blank">Juan Gutierrez. Morro do Castelo, c.189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ele também fotografou as ruas. Assim vemos o antigo prédio da municipalidade que foi derrubado para a abertura da Avenida Presidente Vargas. Se ampliarmos a imagem, são reveladas as senhoras com suas sombrinhas para se proteger do sol. Era moda. Podemos também, se fizermos um zoom, contemplar na, Rua Primeiro de Março, à altura do Restaurante Carceller, os engraxates com suas caixas para trabalhar e os pormenores dos diversos transportes – charretes, vitórias, coupés, bondes – puxados a burro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 1064px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6283" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6283/GT42.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="1054" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6283" target="_blank">Juan Gutierrez. Prédio da Prefeitura do Rio de Janeiro, 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Podemos conhecer também o edifício da Imprensa Nacional, à Rua 13 de maio, projeto da Antônio Paula Freitas, inaugurado em 1877 e demolido em 1941. Ampliando a imagem, observamos um vendedor de pequenas mercadorias que hoje chamamos de camelô, bem como podemos notar, atrás do prédio da Imprensa Nacional, os primeiros barracos a serem construídos no Morro Santo Antônio, que abrigou uma grande favela no centro do Rio de Janeiro e que no final de década de 1950 foi arrasado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 1171px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6284" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6284/GT43.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="1161" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6284" target="_blank">Juan Gutierrez. Prédio da Imprensa Nacional, 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gutierrez também nos revela a existência de um plano inclinado entre as ruas Matacavalos (atual Riachuelo) e o Largo dos Guimarães, em Santa Teresa. O equipamento movido a vapor foi inaugurado em 1877 e permaneceu em funcionamento até por volta de 1894. A fotografia nos apresenta a entrada do grande viaduto de ferro do plano inclinado com o pequeno bondinho, no interior do qual podemos distinguir o condutor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 1168px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6261" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6261/GT51.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="1158" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6261" target="_blank">Juan Gutierrez. Morro do Senado e adjacências, c. 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outra imagem surpreendente é a da Praia da Saudade, pois muita gente não imagina que ali, onde hoje está o Iate Clube, havia uma linda praia emoldurada pelo Morro de Urca e o Morro do Pasmado. Ao fundo, o Pão de Açúcar que vez por outra virava ilha, quando a faixa de areia que o ligava ao continente era inundada pela maré cheia!</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 1154px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6330" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6330/GT75.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="1144" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6330" target="_blank">Juan Gutierrez. Praia da Saudade, c. 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>Finalmente, para terminar, Gutierrez registrou alguns lugares então afastados da cidade, mas muito frequentados por aqueles que buscavam ar fresco e uma maior proximidade com a natureza: a Floresta da Tijuca, Copacabana, a ilha de Paquetá, o Silvestre e o Jardim Botânico. E ainda hoje, esses locais são procurados pela população quando deseja usufruir um momento de lazer e de paz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 746px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6354" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6354/GT89.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="736" height="513" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6354" target="_blank">Juan Gutierrez. Mirante Chapéu do Sol, c. 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Gutierrez, em 1897, se dirigiu ao sertão baiano com a perspectiva de documentar a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3002" target="_blank">guerra de Canudos</a>. Infelizmente, veio a falecer no conflito e, se sua câmera registrou imagens, até a atualidade não são conhecidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_02/18556" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/foto-gutierrez-300x272.jpg" alt="foto gutierrez" width="300" height="272" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_02/18556" target="_blank">Desenho retratando Juan Gutierrez publicado no jornal<em> O Paiz</em>, 14 de julho de 1897</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Maria Isabel Ribeiro Lenzi é Doutora em História pela UFF e historiadora do Arquivo Histórico do Museu Histórico Nacional (IBRAM/MinC)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;"><strong>Cronologia de Juan Gutierrez de Padilla</strong></span></em></p>
<p style="text-align: center;">Andrea C.T. Wanderley **</p>
<div id="attachment_14145" style="width: 322px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/cartaoguti2.jpg"><img class="size-full wp-image-14145" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/cartaoguti2.jpg" alt="Verso do cartão-suporte do ateliê fotográfico J. Gutierrez, sucessor da Companhia Photographica do Brazil" width="312" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Verso do cartão-suporte do ateliê fotográfico J. Gutierrez, sucessor da Companhia Photographica do Brazil</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>c. 1860</strong></span> – o espanhol Juan Gutierrez de Padilla nasceu, provavelmente, nas Antilhas, na época, uma colônia espanhola. Porém, outras fontes afirmam que ele teria nascido em Cuba ou na África.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1885 / 1887</span> </strong>- Período provável de sua chegada ao Brasil, vindo da cidade do Porto, Portugal.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1889</strong></span> – Trabalhava na Photographia União, localizada na rua da Carioca, nº 114. Em 3 de agosto, recebeu o título de “Fotógrafo da Casa Imperial”.  Participou do movimento pela Proclamação da República como tenente da Guarda Nacional. Gutierrez naturalizou-se brasileiro, aproveitando o decreto de Deodoro da Fonseca (1827 – 1892), o primeiro presidente do Brasil, que concedeu aos estrangeiros que residiam no país na data de 15 de novembro, quando a República foi proclamada, a nacionalidade brasileira.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1890</strong></span> – Foi concedida licença para que Gutierrez usasse as armas da República no seu estabelecimento, a Photographia União (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=369365&amp;PagFis=7573" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 18 de julho de 1890, na quinta coluna, sob o título “Armas da República”</a>).</p>
<p>Em 29 de setembro, foi constituída uma sociedade anônima denominada Companhia Photographica Brazileira, com 31 acionistas. Gutierrez foi eleito diretor técnico do negócio. De um total de cinco mil ações, era proprietário de 100 ações do empreendimento (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=364568_08&amp;PagFis=2057" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 30 de setembro de 1890, na primeira coluna</a>). Agregou às atividades do estabelecimento, o comércio de produtos e equipamentos fotográficos. Foi anunciada a incorporação da Companhia Photographica Brazileira pelo Banco Constructor (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=248070&amp;PagFis=2800" target="_blank"><em>Diário do Commercio</em>, 25 de setembro de 1890</a>). Foi publicada a ata da instalação da Companhia Photographica Brazileira (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=226688&amp;PagFis=11470" target="_blank"><em>Gazeta da Tarde</em>, 24 de outubro de 1894, na primeira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1891</strong></span> – Gutierrez anunciou a venda da Photographia União (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=364568_08&amp;PagFis=6060" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 17 de dezembro de 1891, na quarta coluna, sob o título “Photographia à venda</a>“)</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1892</strong></span> – Em 1º de janeiro, foi inaugurado o edifício da Companhia Photographica Brazileira, na rua Gonçalves Dias, 40, sob a direção técnica de Juan Gutierrez (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=364568_08&amp;PagFis=6194" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 2 de janeiro de 1892, na sétima coluna sob o título “Companhia Photographica”</a> ). Foi noticiada a inauguração das oficinas de fototipia da Companhia Photographica Brazileira. De acordo com a notícia, pela primeira vez fotografias perfeitas eram produzidas no Rio de Janeiro e isso se devia ao talento e ao trabalho de Gutierrez (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=348112&amp;PagFis=149" target="_blank"><em>O Combate</em>, 27 de fevereiro de 1892, na quinta coluna</a>).</p>
<p>Em 17 de junho, a sociedade da Companhia Photographica Brazileira foi dissolvida e o maior credor da empresa, o conselheiro Francisco de Paula Mayrink recebeu os imóveis sociais e demais ativos do empreendimento.</p>
<p>Em 29 de setembro, Gutierrez solicitou à Junta Comercial do Rio de Janeiro permissão para a abertura de uma nova firma, chamada J. Gutierrez, no mesmo endereço da anterior.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1893</strong></span> &#8211; Foi fundado o semanário <em>O Álbum </em>e Gutierrez tornou-se responsável pelos trabalhos fotográficos. Artur Azevedo (1855 – 1908) era o diretor literário da publicação. <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=706841&amp;PagFis=186" target="_blank">Na edição de maio</a>, Castro Soromenho dedicou-lhe o poema “Desegaño”, no qual confessava seu amor pelo fotógrafo. Imediatamente o poeta foi impedido de frequentar a redação de <em>O Álbum</em> e, em 12 de junho, foi definitivamente afastado do periódico.</p>
<p>Em 6 de setembro, início da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2375" target="_blank">Revolta da Armada</a>, comandada pelo almirante Custódio de Mello (1840 – 1902), amplamente fotografada por Gutierrez.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1894</strong></span> &#8211; Em 13 de março, fim da Revolta da Armada.</p>
<p>Foi noticiada a exposição, no ateliê de Gutierrez, de um quadro fotográfico retratando o marechal Eneas Galvão (1832 – 1895) rodeado por seus ajudantes de ordem. O quadro seria ofertado ao marechal, que foi ministro da Guerra durante o governo de Floriano Peixoto (1839 – 1895) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=9789" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 23 de maio de 1894, na segunda coluna</a>).</p>
<p>O primeiro número da publicação quinzenal <em>Illustração Sul-Americana</em> trazia diversos retratos de autoria de Gutierrez: do marechal Floriano Peixoto (1839 – 1895), de Affonso Pena (1847 – 1909), do presidente da República Prudente de Moraes (1841 – 1902), do capitão-tenente José Carlos de Carvalho e do jornalista Artur Azevedo (1855 – 1908) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=10240" target="_blank"><em>O Paiz</em>, de 21 de julho de 1894, nas sexta e sétima colunas</a>).</p>
<p>Em 17 de setembro, foi inaugurada a Confeitaria Colombo, ao lado do ateliê de Gutierrez, onde ele, além de trabalhar, residia. Logo a confeitaria tornou-se um dos pontos mais concorridos da cidade, contribuindo para o aumento do movimento em torno da casa fotográfica de Gutierrez.</p>
<p>Em novembro, Gutierrez foi o fotógrafo do álbum <a href="http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_iconografia/TH_christina/icon37769/icon37769.pdf" target="_blank"><em>Recordação das festas nacionais</em></a>, em homenagem aos cinco anos da proclamação da República brasileira. Registrou grandes manifestações populares em vários pontos da cidade: banquetes, desfiles militares , além de cerimônias cívicas e inaugurações de monumentos. Esse trabalho pode ser considerado um exemplo precursor da linguagem da fotografia jornalística.</p>
<p>Foi publicada uma propaganda dos cigarros <em>Bouquet: “</em>em cada carteira contem o retrato de uma das notabilidades brazileiras ou estrangeiras, perfeição, creditadas pela casa J. Gutierrez &amp; C., sucessora da Companhia Photographica. A colecção completa comprehenderá 200 RETRATOS” (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=14189" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 14 de novembro de 1894</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1895</strong></span> – O periódico <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=749591&amp;PagFis=136" target="_blank"><em>A Cigarra, </em>de 29 de agosto de 1895</a> elogiou a arte do fotógrafo: “Que homem este Gutierrez! Tenacidade, talento, amor e trabalho!”</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1896</strong></span> – Foi publicado um elogio às fotografias produzidas por Gutierrez  pela técnica da platinotipia: “…nada há mais perfeito do que o trabalho de Gutierrez…” (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=15774" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 3 de junho de 1896, na última coluna, sob o título “Commercio, Industria e Arte</a>).</p>
<p>Eclodiu o conflito em Canudos e, após a derrota da expedição comandada pelo coronel Moreira César (1850 – 1897), Gutierrez decidiu incorporar-se como ajudante de ordens do general João da Silva Barbosa.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1897</strong></span> – Antes de partir para Canudos, Gutierrez lavrou seu testamento e nomeou como testamenteiros e inventariantes Manoel Rodrigues Monteiro de Azevedo, Francisco de Paula Mayrink, José Carlos de Carvalho e José do Patrocínio (1853 – 1905). Suas beneficiárias foram sua mãe, Francisca Vicente Vandrel e a amiga viúva, Orlandina Aurora Rosani.</p>
<p>Juan Gutierrez foi promovido de tenente a capitão da Guarda Nacional (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=17597" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 19 de fevereiro de 1897, na sexta coluna</a>).</p>
<p>Desembarcou em Salvador, em 2 de abril, e seguiu para  <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3002" target="_blank">Canudos.</a></p>
<p>Sua ida para Canudos foi um dos assuntos da coluna “Semanaes”, de Anselmo Ribas (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=830380&amp;PagFis=2971" target="_blank"><em>A Notícia</em>, 10 e 11 de julho de 1897</a>).</p>
<p>Em 28 de junho, foi mortalmente ferido (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=364568_08&amp;PagFis=25342" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 13 de julho de 1897, na terceira coluna sob o título “Expedição de Canudos</a>” e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=18907" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 7 de setembro de 1897, na primeira coluna</a>).</p>
<p>Sua morte foi também noticiada no <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=18556"><em>O Pai</em>z, de 14 de julho de 1897</a>, na primeira página, com um artigo de Luiz Murat (1861 – 1929) em sua homenagem.  No livro <em>Os Sertões</em>, Euclides da Cunha (1866 – 1909) referiu-se a ele como um “Oficial honorário, um artista que fora até lá atraído pela estética sombria das batalhas”.</p>
<p>Foi publicado o que um dos amigos mais próximos de Gutierrez, o tenente Frederico Luiz da Costa, escreveu a respeito dele (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=18619" target="_blank"><em>O Paiz</em>, de 23 de julho de 1897, na primeira coluna</a>).</p>
<p>Foram realizadas na Igreja de São Francisco de Paula, as missas em sufrágio da alma de Juan Gutierrez. Foi celebrada pelo monsenhor Amorim, ajudado pelo cônego Polinca e pelos padres Teixeira, Colaço, Próspero, Guimarães e Pitta. Uma multidão lotou a igreja, onde a marcha fúnebre foi executada por uma banda militar. No dia anterior, na mesma igreja, havia sido celebrada uma missa na intenção de Gutierrez por Antônio Costa e Orlandina Aurora Rosani, que recebeu um terço dos bens do fotógrafo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=18786" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 19 de agosto de 1897, na quarta coluna</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=18792" target="_blank">20 de agosto de 1897, na sexta coluna</a>).</p>
<p>Fim da Guerra de Canudos, em 5 de outubro de 1897.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1898</strong></span> – O ateliê fotográfico de Juan Gutierrez encontrava-se em processo de liquidação (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=19652" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 3 de janeiro de 1898, na última coluna</a>). Havia uma disputa em torno do estabelecimento envolvendo Frederico Luiz da Costa, Alfredo Franco e Luiz Musso ( <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=19904" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 12 de fevereiro de 1898, na quarta coluna</a>).</p>
<p>A Associação dos Empregados do Comércio do Rio de Janeiro comprou o prédio da Gonçalves Dias, nº 40, onde havia funcionado o ateliê fotográfico de Gutierrez (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=20690" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 15 de junho de 1898, na quinta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>**Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5398" target="_blank">Link para o artigo <em>O fotógrafo Juan Gutierrez de Padilla (c. 1860 – 28/6/1897)</em>, publicado na Brasiliana Fotográfica em 28 de junho de 2016.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Outros artigos publicados na Brasiliana Fotográfica em comemoração ao aniversário do Rio de Janeiro</strong></em></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4812" target="_blank"><em>A fundação do Rio de Janeiro</em>, publicado em 1º de março de 2016, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7530" target="_blank"><em>Uma homenagem aos 452 anos do Rio de Janeiro: o Corcovado e o Pão de Açúcar</em>, publicado em 1º de março de 2017, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30682" target="_blank"><em>A Praça Paris no aniversário do Rio de Janeiro</em>, publicado em 1º de março de 2023, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="%20https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=35197"><em>O Rio de Janeiro nos cartões-postais da Papelaria e Typographia Botelho</em>, publicado em 1° de março de 2024, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=14095</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido&#8221; VII &#8211; O Morro de Santo Antônio na Casa de Oswaldo Cruz</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2019 12:40:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[álbum]]></category>
		<category><![CDATA[álbum fotográfico]]></category>
		<category><![CDATA[cidade]]></category>
		<category><![CDATA[demolição]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Morro de Santo Antônio]]></category>
		<category><![CDATA[Morro do Castelo]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Série "O Rio de Janeiro desaparecido"]]></category>
		<category><![CDATA[urbanização]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://brasilianafotografica.bn.br/?p=13719</guid>
		<description><![CDATA[O pesquisador Ricardo Augusto dos Santos, da Fiocruz, uma das instituições parceiras da Brasiliana Fotográfica, é o autor do artigo sobre um álbum antigo com 19 fotografias do Morro de Santo Antônio, no Rio de Janeiro, identificadas recentemente no Departamento de Arquivo e Documentação da Casa de Oswaldo Cruz. Elas exibem o cotidiano do Morro de Santo Antônio, retratando os habitantes, as ruas e casas. Localizado no centro da cidade, assim como outra colina também destruída, o Morro do Castelo, Santo Antônio estava situado em planície cercado de outras elevações que nos primeiros tempos do Rio colonial marcavam os limites do núcleo urbano. Sua completa demolição ocorreu a partir da década de 1950, fechando um ciclo de grandes obras no Rio de Janeiro com base no desmonte de morros, aterros de lagoas e arrasamento das ruas. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">O pesquisador Ricardo Augusto dos Santos, da Fiocruz, uma das instituições parceiras da Brasiliana Fotográfica, é o autor do artigo sobre um álbum antigo com 19 fotografias do Morro de Santo Antônio, no Rio de Janeiro, identificadas recentemente no Departamento de Arquivo e Documentação da Casa de Oswaldo Cruz. Elas exibem o cotidiano do Morro de Santo Antônio, retratando os habitantes, as ruas e casas. Localizado no centro da cidade, assim como outra colina também destruída, o Morro do Castelo, Santo Antônio estava situado em planície cercado de outras elevações que nos primeiros tempos do Rio colonial marcavam os limites do núcleo urbano. Sua completa demolição ocorreu a partir da década de 1950, fechando um ciclo de grandes obras no Rio de Janeiro com base no desmonte de morros, aterros de lagoas e arrasamento das ruas. Representou um importante capítulo na consolidação da cidade. Seus limites correspondem as ruas da Carioca, do Lavradio, Evaristo da Veiga e o Largo da Carioca. Após sua destruição, foram abertas largas avenidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Morro de Santo Antônio</em></strong></span></p>
<p style="text-align: center;">Ricardo Augusto dos Santos*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left; padding-left: 300px;"><img class=" size-large wp-image-13720 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/capinha-1024x795.jpg" alt="capinha" width="768" height="596" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Recentemente, no Departamento de Arquivo e Documentação da Casa de Oswaldo Cruz, identificamos um antigo álbum fotográfico contendo 19 fotografias. Após um rápido reconhecimento, constatamos que as imagens documentam cenas de um morro existente no centro do Rio de Janeiro. As fotos encontradas no acervo iconográfico da COC exibem o cotidiano do Morro de Santo Antônio, retratando os habitantes, as ruas e casas. Mas que morro era esse? Localizado no centro da cidade, assim como outra colina também destruída (Morro do Castelo), Santo Antônio estava situado em planície cercado de outras elevações que nos primeiros tempos do Rio colonial marcavam os limites do núcleo urbano. Sua completa demolição ocorreu a partir da década de 1950, fechando um ciclo de grandes obras no Rio de Janeiro com base no desmonte de morros, aterros de lagoas e arrasamento das ruas. Representou um importante capítulo na consolidação da cidade. Seus limites correspondem as ruas da Carioca, do Lavradio, Evaristo da Veiga e o Largo da Carioca. Após sua destruição, foram abertas largas avenidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6045" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6045/B0000409A%20copy.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="508" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6045" target="_blank">Uma estalagem na Rua Caminho Pequeno no Morro de Santo Antônio, 1916. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/166" target="_blank"><span style="color: #800000;"><strong>Acessando o link para as fotografias do Morro de Santo Antônio do acervo da Casa de Oswaldo Cruz disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</strong></span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas as imagens? Quando foram feitas? O que revelam? Podemos seguir pistas para obter respostas. Na capa do álbum está escrito: Fotografias de vários trechos do Morro de Santo Antônio, antes e depois da ação da Saúde Pública. As fotografias possuem legendas e uma delas traz a seguinte frase: Rua Caminho Pequeno na Manhã do Incêndio. E na imagem seguinte, o mesmo local fotografado após a remoção dos escombros. Então, ocorreu um incêndio! Tudo indica que incêndios suspeitos aconteciam com incrível regularidade ameaçando os moradores e suas habitações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 709px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6052" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6052/B0000422%20copy.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="699" height="560" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6052" target="_blank">Morro de Santo Antônio: Foto realizada no alto do Morro do Castelo, 1916. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estes vestígios do tempo mostram que o Morro do Castelo ainda estava de pé. Portanto, as fotos foram produzidas antes de 1922, data da demolição do Morro do Castelo. As anotações à margem das imagens revelam que as fotos foram feitas a partir de uma intervenção das autoridades de saúde pública. As notícias nos jornais de época indicam que inspetores sanitários vigiavam o pequeno comércio que abastecia os trabalhadores da área. Além da questão higiênica, havia o interesse econômico. Desde o surgimento das primeiras construções no local, interesses imobiliários conflitantes sobre uso do solo, articulados com a preocupação das condições de vida e sanitárias das comidas e bebidas vendidas no morro, determinavam as ações das autoridades públicas e proprietários. Lembrando que, em caso de destruição do morro, os terrenos planos (e valorizados!) seriam de posse do proprietário do morro. Em várias ocasiões, a prefeitura tentou, por ordem judicial, remover os moradores, mas os habitantes conseguiam adiamento da remoção. Porém, em 1916 houve um grande incêndio, obrigando um grande número de habitantes a buscar refúgio no Morro do Telégrafo, perto da Quinta da Boa Vista. Em meados da década de 1960, o morro seria totalmente destruído, surgindo uma grande esplanada, hoje dominada por imensos prédios públicos (BNDES, Petrobrás).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6050" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6050/B0000409B%20copy.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="506" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6050" target="_blank">Casa de Cômodos no Morro de Santo Antônio, 1916. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6048" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6048/B0000411B%20copy.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="499" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6048" target="_blank">Início da Rua Rio de Janeiro no Morro de Santo Antônio. 1916. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Ricardo Augusto dos Santos é Pesquisador Titular da Fundação Oswaldo Cruz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;">O título deste artigo foi alterado de <em>O Morro de Santo Antônio na Casa de Oswaldo Cruz</em> para<em> Série O Rio de Janeiro desaparecido </em>VII<em> &#8211; O Morro de Santo Antônio na Casa de Oswaldo Cruz</em>, em 16 de setembro de 2021.</span></p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Links para os outros artigos da Série O Rio de Janeiro desaparecido</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">Série</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> O Rio de Janeiro desaparecido </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">I</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> </a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">- </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><em>Salas de cinema do Rio de Janeiro do início do século XX</em></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><strong>, </strong>de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de fevereiro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>II<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621"><i>A Exposição Nacional de 1908 na Coleção Família Passos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">, de autoria de Carla Costa, historiadora do Museu da República, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 5 de abril de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6248" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> III – <i>O Palácio Monroe</i>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 9 de novembro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9138" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>IV<em> -</em><em> </em><i>A via elevada da Perimetral<strong>,</strong></i> de autoria da historiadora Beatriz Kushnir, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2017.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>V<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>, Ferrez, Malta e Charles Dunlop<strong>, </strong>d</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">e autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de julho de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i>O primeiro Palácio da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de setembro de 2018.</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VIII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i>A demolição do Morro do Castelo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 30 de abril de 2019.</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>IX<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i>Estrada de Ferro Central do Brasil: estação e trilhos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de novembro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>X<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i>No Dia dos Namorados, um pouco da história do Pavilhão Mourisco em Botafogo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de junho de 2020.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>XI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i>A Estrada de Ferro do Corcovado e o</i> <i>mirante Chapéu de Sol</i>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 22 de julho de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25489">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>XII <i>– o Teatro Lírico (Theatro Lyrico),</i> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 15 de setembro de 2021</a>.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25759" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIII<em> – O Convento da Ajuda</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de outubro de 202</a>1.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25175" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIV<em> – </em>O<em> Conselho Municipal</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de novembro de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25474" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XV<em> – A Praia de Santa Luzia no primeiro dia do verão</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 21 de dezembro de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26333">Série<em> O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVI &#8211; <em>O prédio da Academia Imperial de Belas Artes</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, publicado na Brasiliana Fotográfica em 13 de janeiro de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26587" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XVII<em> – Igreja São Pedro dos Clérigos</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 18 de março de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27390" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVIII &#8211; <em>A Praça Onze</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de abril de 2022.</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27549" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XIX &#8211; <em>A Igrejinha de Copacabana</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2022.</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27622" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XX &#8211; <em>O Pavilhão dos Estados</em>, futuro prédio do Ministério da Agricultura, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de julho de 2022.</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27670%20" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXI &#8211; <em>O Chafariz do Largo da Carioca</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de setembro de 2022. </a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29820" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXII &#8211; <em>A Cadeia Velha que deu lugar ao Palácio Tiradentes</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 11 de abril de 2023</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIII e </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank"><em>Avenidas e ruas do Brasil</em> XVII </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">- <em>A Praia e a Rua do Russel, na Glória</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 15 de maio de 2023</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32291" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIV &#8211; <em>O luxuoso Palace Hotel, na Avenida Rio Branco, uma referência da vanguarda artística no Rio de Janeiro,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 4 de julho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32451" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXV<em> &#8211; O Theatro Phenix,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 5 de setembro de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34365" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D34365&amp;source=gmail&amp;ust=1702655036919000&amp;usg=AOvVaw3b3Tx7K9JhoBwFxL6ka8RZ">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVI &#8211; <em>Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo por Augusto Malta,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 14 de dezembro de 2023</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32431" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVII e Série <em>Os arquitetos do Rio de Janeiro</em> V &#8211; <em>O Jockey Club e o Derby Club, na Avenida Rio Branco e o arquiteto Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920)</em>, de autoria de Andrea c. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, em 15 de janeiro de 2024</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=13719</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Paço, a praça e o morro</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5365</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5365#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2016 04:08:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Camillo Vedani]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Georges Leuzinger]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Santos]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Moreira Salles]]></category>
		<category><![CDATA[Morro do Castelo]]></category>
		<category><![CDATA[Paço Imperial]]></category>
		<category><![CDATA[Praça Quinze de Novembro]]></category>
		<category><![CDATA[Praça XV]]></category>
		<category><![CDATA[século XX]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://brasilianafotografica.bn.br/?p=5365</guid>
		<description><![CDATA[Será inaugurada hoje no Paço Imperial a exposição O paço, a praça e o morro, que reúne imagens que construíram a representação fotográfica do Rio de Janeiro. São 200 registros de grandes mestres da fotografia brasileira do século XIX e das primeiras décadas do século XX, como Augusto Malta, Camillo Vedani, Georges Leuzinger, Guilherme Santos, Juan Gutierrez e Marc Ferrez, além de trabalhos produzidos por fotógrafos ainda não identificados. As fotografias fazem parte do acervo do Instituto Moreira Salles e a exposição é um desdobramento da mostra Rio, primeiras poses, realizada no centro cultural do IMS na Gávea, ao longo de 2015. Desta vez, o olhar é dirigido especificamente ao território onde a cidade nasceu e a partir do qual se desenvolveu em direção a sua configuração atual de grande metrópole, reconhecida internacionalmente como sítio urbano privilegiado pela conjunção única de paisagem natural e cultural.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 729px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2576" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2576/007NGBMF2137cx10-04.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="719" height="375" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2576" target="_blank">Marc Ferrez. Praça D. Pedro II, atual praça XV de Novembro, c. 1895. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>Será inaugurada hoje no Paço Imperial a exposição <em>O paço, a praça e o morro, </em>que reúne imagens que construíram a representação fotográfica do Rio de Janeiro.<em> </em>São 200 registros de grandes mestres da fotografia brasileira do século XIX e das primeiras décadas do século XX, como <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5382" target="_blank">Camillo Vedani</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2492" target="_blank">Georges Leuzinger</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank">Guilherme Santos</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5398" target="_blank">Juan Gutierrez</a> e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1443" target="_blank">Marc Ferrez</a>, além de trabalhos produzidos por fotógrafos ainda não identificados. As fotografias fazem parte do acervo do Instituto Moreira Salles e a exposição é um desdobramento da mostra <em>Rio, primeiras poses</em>, realizada no centro cultural do IMS na Gávea, ao longo de 2015. Desta vez, o olhar é dirigido especificamente ao território onde a cidade nasceu e a partir do qual se desenvolveu em direção a sua configuração atual de grande metrópole, reconhecida internacionalmente como sítio urbano privilegiado pela conjunção única de paisagem natural e cultural.</p>
<p>As profundas e constantes transformações na região central do Rio de Janeiro nos últimos 120 anos são fundamentais para se compreender a cidade dos dias de hoje. As fotografias de época reunidas nesta exposição permitem que se compreenda o processo de crescimento e expansão urbana do Rio de Janeiro. No ano em que a cidade recebe um dos mais importantes eventos mundiais, a Olimpíada de 2016, revisitar estes marcos fundadores da cidade por meio do olhar de grandes nomes da fotografia brasileira é também um convite à imersão na paisagem e na vida de uma região que novamente passa por um processo de revitalização e transformação.</p>
<div style="width: 776px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2294" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2294/007A5P3FG5-02.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="766" height="603" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2294" target="_blank">Georges Leuzinger. Largo do Paço e o chafariz de Mestre Valentim, c. 1865. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>Além disso, realizar esta exposição no próprio Paço Imperial permite que se lance um olhar privilegiado sobre este importante edifício, de valor referencial único na cidade. Os registros fotográficos aqui reunidos são uma oportunidade de se confrontar <em>in loco </em>a evolução histórica de uma importante região da cidade, formada por este edifício e seu entorno − a praça ou largo do Paço, hoje praça XV de Novembro, e o próprio marco fundador da cidade, o morro do Castelo, removido há quase um século da paisagem e, consequentemente, também da própria memória que se tem da cidade.</p>
<div style="width: 761px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2429" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2429/007A5P4F1-43.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="" width="751" height="560" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2429" target="_blank">Augusto Malta. Morro do Castelo, 14/11/1914. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>Centro da vida econômica, social e política do Rio de Janeiro nos seus primeiros séculos de ocupação, o Paço Imperial, a praça XV e o morro do Castelo moldaram o crescimento da cidade a partir de sua configuração geográfica e urbana original até a virada para o século XX. Nesse momento, o centro do Rio sofreu grandes transformações e intervenções urbanas, associadas às reformas realizadas pelo prefeito Pereira Passos. Os dois grandes marcos dessa transformação foram a abertura da Avenida Central e o início do &#8220;bota-abaixo&#8221;, processo de expansão, valoração, modernização e gentrificação urbana que levaria ao total desmonte do morro do Castelo no final da década de 1920.</p>
<div style="width: 768px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2731" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2731/014AM005015.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="758" height="565" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2731" target="_blank">Augusto Malta. Demolição do morro do Castelo, 23 /03/1925. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>A exposição apresenta imagens que mostram a cidade no período anterior a essas mudanças e outras que documentam e acompanham as reformas urbanas do início do século XX, em registros de fotógrafos profissionais, como Marc Ferrez, Augusto Malta e Guilherme Santos, e amadores. Ferrez e Malta construíram, com seus trabalhos, o principal legado da fotografia para a memória da cidade nesse período. Por meio das imagens aqui expostas, é possível acompanhar o processo de transformação da cidade desde a chegada da daguerreotipia ao Rio de Janeiro em 1840, pouco antes da posse, no ano seguinte, de d. Pedro II como imperador, aos 15 anos, até o final da década de 1920, momento de fortes mudanças econômicas, sociais e políticas que culminariam na revolução de 1930 e lançariam o país e a própria cidade do Rio de Janeiro na modernidade e na contemporaneidade.</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/88" target="_blank">Acessando o link para as fotografias do Paço Imperial, da Praça XV e do Morro do Castelo disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá visualizar e magnificar as imagens.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=5365</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
