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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Manuel Bastos Tigre</title>
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		<title>Dia do Bibliotecário</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Mar 2024 13:34:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[biblioteconomia]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Bibliotecário]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Manuel Bastos Tigre]]></category>
		<category><![CDATA[perfil]]></category>

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		<description><![CDATA[Destacando quatro fotos dos prédios na Rua do Passeio e na Avenida Rio Branco da Fundação Biblioteca Nacional, uma das instituições fundadoras da Brasiliana Fotográfica, o portal celebra o Dia do Bibliotecário, instituído, em 1980, em homenagem à data de nascimento do bibliotecário, engenheiro, jornalista, poeta, publicitário e teatrólogo pernambucano Manuel Bastos Tigre (1882 - 1957), 12 de março. Foi justamente na Biblioteca Nacional que foi instituído, em 11 de julho de 1911, por iniciativa de seu então diretor, o também pernambucano Manuel Cícero Peregrino da Silva (1866 - 1956), o primeiro curso de Biblioteconomia da América Latina e o terceiro no mundo. As imagens das sedes da Biblioteca Nacional, na Rua do Passeio e na Avenida Rio Branco, foram produzidas por fotógrafos ainda não identificados, por Antonio Luiz Ferreira e por Marc Ferrez.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com quatro imagens do acervo fotográfico da Fundação Biblioteca Nacional, uma das instituições fundadoras da Brasiliana Fotográfica, o portal celebra o Dia do Bibliotecário. Dois registros são do prédio na Rua do Passeio que sediou a Biblioteca Nacional, entre 1858 e 1910, e foram produzidos por um fotógrafo ainda não identificado e por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16763" target="_blank">Antonio Luiz Ferreira (18? &#8211; 19?)</a>. A foto de autoria de Ferreira faz parte do <em>Album de vistas da Bibliotheca Nacional, </em>de 1902.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3286" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3286/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="496" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3286" target="_blank">[Antigo prédio da Biblioteca Nacional à Rua do Passeio], 1916. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
<div style="width: 641px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3288" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3288/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="631" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3288" target="_blank">Antonio Luiz Ferreira. Fachada, 1902. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>As imagens do prédio atual da Biblioteca Nacional, na <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">Avenida Rio Branco</a>, foram produzidas por um fotógrafo ainda não identificado e por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34134" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a>. A de autoria de Ferrez é uma estereografia colorida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3581" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3581/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="540" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3581" target="_blank">[Biblioteca Nacional : fachada], 1910?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9718" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9718/007CX022-02.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="331" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9718" target="_blank">Marc Ferrez. Biblioteca Nacional, c. 1912. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/384" target="_blank">Acessando o link para as fotografias da Biblioteca Nacional selecionadas e disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá visualizar e magnificar as imagens.</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Manuel Bastos Tigre e a origem do Dia do Bibliotecário</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="file:///C:/Users/a466734/Desktop/BRASILIANA%20FOTOGRÁFICA/PESQUISAS%20PARA%20POSTS/bastos1.jpg" alt="" /><em><span style="color: #800000;">“Como bibliotecário, Bastos Tigre se preocupou não só em fomentar positivamente a profissão, </span></em><em><span style="color: #800000;">como contribuiu intelectualmente para área com sua principal preocupação: a organização do conhecimento”.</span></em></p>
<p style="text-align: right;">Débora Melo in <em>A importância do discurso da ética na biblioteconomia: </em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Bastos Tigre, um exemplo de ética profissional, 2012</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi em homenagem à data de nascimento do bibliotecário, engenheiro, jornalista, poeta, publicitário e teatrólogo pernambucano Manuel Bastos Tigre (1882 &#8211; 1957), 12 de março, que foi instituído, pelo <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Atos/decretos/1980/D84631.html" target="_blank">Decreto nº 84.631</a>, de 9 de abril de 1980 com efeitos em todo o território nacional, o Dia do Bibliotecário. Bastos Tigre era filho do negociante Delfino Tigre (18? &#8211; 1932) e de Maria Leontina Bastos Tigre (18? &#8211; 1926); e irmão de Hermínia Bastos Tigre, que foi casada com o fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20730" target="_blank">Louis Piereck (1880 &#8211; 1931).</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>“Bastos Tigre foi um espírito alegre, que soube representar a pleno a alma do brasileiro cosmopolita do seu tempo, introduzido que fora, bem moço ainda, no mais significativo da boemia do seu tempo (…) folião poeta (…) sempre jovial, o Bastos Tigre, poeta satírico, irrefreável”.</em></span></p>
<p style="text-align: right;">Otacílio Colares in <em>Bastos Tigre: bibliotecário e poeta da Belle Époque, </em>1982</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Boêmio e dono de um humor fino, Bastos Tigre veio para o Rio de Janeiro com cerca de 17 anos e tornou-se uma figura conhecida da <em>Belle Époque</em> carioca. Em 1915, passou em primeiro lugar no primeiro concurso público para o cargo de bibliotecário &#8211; do Museu Nacional -, apresentando a tese <em>Sobre a aplicação do Sistema de Classificação Decimal, na organização lógica dos conhecimentos, em trabalhos de bibliografia e Biblioteconomia.</em> Ele havia conhecido esta técnica a partir de um contato com o bibliotecário Melvim Dewey, criador do sistema, que conheceu quando esteve nos Estados Unidos, entre 1906 e 1909, estudando Engenharia, na <em>Bliss School</em>, em Washington. Sua tese foi um marco importante na biblioteconomia brasileira, tendo sido a primeira sobre o assunto elaborada no país.</p>
<p>Foi bibliotecário por 40 anos, tendo trabalhado no Museu Nacional, na Biblioteca Nacional, na Biblioteca da Associação Brasileira de Imprensa e na Biblioteca Central da Universidade do Brasil, aonde foi homenageado após sua morte com uma placa (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093718_03/70180" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 12 de março de 1958, penúltima coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>“É o livro amigo mudo que, calado, nos diz tudo.”</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_35803" style="width: 229px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://biblioo.info/manoel-bastos-tigre-ponto-e-contraponto/" target="_blank"><img class="wp-image-35803 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2024/03/bastos4.jpg" alt="bastos4" width="219" height="374" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://biblioo.info/manoel-bastos-tigre-ponto-e-contraponto/" target="_blank">Manoel Bastos Tigre fotografado por seu cunhado, o fotógrafo Louis Piereck, em 1915, Recife, PE. Retrato reproduzido do livro de memórias <em>Reminiscências</em> (Brasília: Thesaurus, 1992), do acervo da Biblioteca Nacional.</a></p></div>
<p style="text-align: center;"><a href="https://biblioo.info/manoel-bastos-tigre-ponto-e-contraponto/" target="_blank"> </a><em> </em></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>“A leitura de um bom livro afasta o tédio e estimula o pensamento.” </em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bastos Tigre foi o responsável pelo <em>slogan</em> da Bayer que se tornou famoso em todo o mundo: &#8220;<em>Se é Bayer é bom</em>&#8220;. É também o autor da letra da música <em>Chopp em Garrafa</em>, com música de Ary Barroso (1903 &#8211; 1964), que foi interpretada por Orlando Silva (1915 &#8211; 1978). Foi inspirada no produto que a Brahma passou a engarrafar. Sucesso do carnaval de 1934, é considerado o <a href="https://www.propagandashistoricas.com.br/2015/06/primeiro-jingle-do-brasil.html" target="_blank">primeiro<em> jingle</em> publicitário do Brasil</a>. Foi também o autor do livro <em>Meu Bebê: livro das mamães</em> para anotações sobre o bebê desde seu nascimento. Escreveu 17 livros, o primeiro, <i>Saguão da Posteridade, </i>editado pela Tipografia Altina, em 1902; além de 12 peças de teatro &#8211; a primeira, a revista musical <em>Maxixe</em>, estreou em 30 de março de 1906, no Teatro Carlos Gomes (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_04/11775" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 30 de março de 1906, última coluna</a>). Em 1917, fundou a Sociedade Brasileira de Autores Teatrais, a SBAT.</p>
<p>Cronista e articulista, trabalhou em inúmeros jornais como <em>Correio da Manhã, </em>onde por anos assinou a seção humorística &#8220;Pingos &amp; Respingos&#8221; com o pseudônimo Cyrano &amp; Cia, onde com humor comentava a vida cotidiana carioca, alcançando grande popularidade. Colaborou também com <em>A Época</em>, <em>A Gazeta, </em><em>A Notícia</em>, <em>Gazeta de Notícias</em>, <em>Lanterna, O Filhote da Gazeta, </em><em>O Globo</em>, <em>O Jornal, </em> <em>O Malho </em>e<em> Rua. </em>Em 1917, fundou a revista humorística <em>Dom Quixote</em>. Ele usava o pseudônimo “<em>D. Xicote</em>”. A revista circulou até 1927.</p>
<p>Faleceu em agosto de 1957, em sua casa, à rua Senador Vergueiro, 192, apartamento 12.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_35438" style="width: 252px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/109328" target="_blank"><img class="size-full wp-image-35438" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/bastos.jpg" alt="O Cruzeiro, 28 de dezembro de 1957" width="242" height="406" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/109328" target="_blank">Bastos Tigre, em 1892 /<em> O Cruzeiro</em>, 28 de dezembro de 1957</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>O primeiro curso de Biblioteconomia da América Latina, na Biblioteca Nacional</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 606px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://blogdabn.wordpress.com/2012/03/12/dia-do-bibliotecario/#more-1051"><img src="https://blogdabn.files.wordpress.com/2012/03/curso-biblio.jpg" alt="" width="596" height="428" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://blogdabn.wordpress.com/2012/03/12/dia-do-bibliotecario/#more-1051" target="_blank">Inauguração do Curso de Biblioteconomia na Biblioteca Nacional: João Gomes do Rego, sub-bibliotecário diretor da seção de numismática; Constâncio Alves, bibliotecário diretor da 1ª seção; Rui Barbosa, então conselheiro; Manoel Cícero Peregrino da Silva, diretor da BN; Ancelmo Lopes de Souza, bibliotecário diretor da 3ª seção; e Alfredo Mariano de Oliveira, secretário da Biblioteca Nacional, 10 de abril de 1915 / Blog da BN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi instituído, em 11 de julho de 1911, por iniciativa de seu então diretor, o pernambucano Manuel Cícero Peregrino da Silva (18 &#8211; 1956), nos moldes da École de Chartres, o primeiro curso de Biblioteconomia da América Latina e o terceiro no mundo &#8211; os dois primeiros foram os da Universidade de Göttingen, na Alemanha, criado em 1886; e o do Columbia College, nos Estados Unidos, criado por iniciativa do bibliotecário norte-americano Melvin Dewey  (1851 &#8211; 1931), em 1887 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/402630/21210" target="_blank"><em>Anais da Biblioteca Nacional</em>, 1916)</a>. Já existia desde 1821, a École des Chartes, na França, criada com a <em>missão de formar futuros curadores patrimoniais, especialmente para bibliotecas, sem, entretanto, se constituir em curso de Biblioteconomia</em> (<a href="https://periodicos.furg.br/biblos/article/view/12105" target="_blank"><em>Origens do ensino de biblioteconomia no Brasil, 2021)</em></a>.</p>
<p>O objetivo de Peregrino da Silva foi dar uma formação ao quadro de funcionários da instituição, que dirigiu entre 1900 e 1924. As matérias do curso eram Bibliografia, que abrangia História do Livro, Administração de Bibliotecas e Catalogação; Iconografia e Numismática; e Paleografia e Diplomática. O ensino era teórico e prático e este último era realizado na própria Biblioteca Nacional, usando seus serviços, considerados padrão.</p>
<p>A primeira turma foi formada em 1915 e o curso regular começou em 12 de abril com 27 alunos, sendo 12 funcionários da casa. Dois dias antes, em 10 de abril foi proferida a aula inaugural com a conferência <em>A função do bibliotecário</em>, realizada por Constâncio Antonio Alves (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_02/22929" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 10 de abril de 1915, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/402630/21210" target="_blank"><em>Anais da Biblioteca Nacional</em>, 1916</a>). Ao longo dos anos, foram professores do curso Afrânio Coutinho (1911 &#8211; 2000), Cecília Meireles (1901 &#8211; 1964) e Sérgio Buarque de Hollanda (1902 &#8211; 1982), dentre vários outros. O curso, uma referência na formação em biblioteconomia, funcionou na Biblioteca Nacional até 1969, quando foi transferido para a Unirio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes</strong></span>:</p>
<p>ANDRADE, Joaquim Marçal Ferreira de. <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3688" target="_blank"><em>Complemento indispensável&#8230;</em></a>in Brasiliana Fotográfica, 29 de outubro de 2015.</p>
<p>BALABAN, Marcelo. <em>Estilo Moderno: Humor, Literatura e Publicidade em Bastos Tigre. </em>São Paulo : Editora da Unicamp, 2017.</p>
<p><a href="https://bndigital.bn.gov.br/projetos/200anos/manuelCicero.html" target="_blank">BNDigital</a></p>
<p>FERNANDES, Daniel. <a href="https://bndigital.bn.gov.br/artigos/biblioteconomia-manuel-bastos-tigre-um-bibliotecario-cheio-de-humor/" target="_blank"><em>BIBLIOTECONOMIA | MANUEL BASTOS TIGRE, UM BIBLIOTECÁRIO CHEIO DE HUMOR</em></a>. BNDigital, 31 de março de 2022</p>
<p><a href="https://memoria.bn.br/hdb/periodico.aspx" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>Hubner, M. L. F., Silva, J. F. M., &amp; Atti, A. (2021). <a href="https://periodicos.furg.br/biblos/article/view/12105" target="_blank"><em>Origens do ensino de biblioteconomia no Brasil.</em></a> <i>BIBLOS</i>, <i>35</i>(1). https://doi.org/10.14295/biblos.v35i1.12105</p>
<p>TIGRE, Sylvia Bastos (Org.). <em>Bastos Tigre: notas biográficas.</em> Brasília, 1982</p>
<p><a href="https://biblioo.info/relembrando-a-vida-e-a-obra-de-manuel-bastos-tigre-2/" target="_blank">Site Biblioo</a></p>
<p>WANDERLEY, Andrea C. T. <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20730" target="_blank"><em>O &#8220;artista fotógrafo&#8221;Louis Piereck (1880 &#8211; 1931)</em></a> in Brasiliana Fotográfica, 15 de dezembro de 2020.</p>
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		<title>Série &#8220;Teatros e cinemas do Brasil&#8221; X e Série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido&#8221; XXV &#8211; O Theatro Phenix</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Sep 2023 14:27:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com imagens produzidas por um fotógrafo ainda não identificado e por N. Viggiani, a Brasiliana Fotográfica conta um pouco da história do Theatro Phenix, tema do 25º artigo da Série "O Rio de Janeiro desaparecido". O escritório Januzzi e Irmão foi responsável pelo projeto aprovado, em 14 de novembro de 1906, do Palace Hotel, que já foi tema de um artigo do portal, e do Theatro Phenix - dois empreendimentos da família Guinle. Mais uma vez convidamos nossos leitores a explorar as fotografias com a ferramenta "zoom" e, a partir daí, fazer um passeio pela cidade nas primeiras décadas do século XX, observando mais de perto a paisagem urbana carioca e seus personagens.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com imagens produzidas por um fotógrafo ainda não identificado e por N. Viggiani, a Brasiliana Fotográfica conta um pouco da história do Theatro Phenix, tema do 25º artigo da série <em>O Rio de Janeiro desaparecido. </em>O escritório Januzzi e Irmão foi responsável pelo projeto aprovado, em 14 de novembro de 1906, do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32291" target="_blank">Palace Hotel</a>, que já foi tema de um artigo do portal; e do Theatro Phenix &#8211; ambos empreendimentos da família Guinle.<em> </em>Mais uma vez convidamos nossos leitores a explorar as fotografias com a ferramenta <em>zoom</em> e, a partir daí, fazer um passeio pela cidade nas primeiras décadas do século XX, observando mais de perto a paisagem urbana carioca e seus personagens.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11719" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11719/001NV001002.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="690" height="448" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11719" target="_blank">N. Viggiani. Teatro Phenix, c. 1923. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No <a href="http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon1387674/icon1387674.pdf"><em>Álbum da Avenida Central</em>,</a> lançado, em 1907, pelo fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a>, havia desenhos das fachadas do Palace Hotel, que ficava na Avenida Central, e do Teatro Phenix, contiguo ao hotel, na Rua Barão de São Gonçalo, posteriormente rebatizada como Avenida Almirante Barroso. Nenhum dos dois estava construído quando o álbum foi produzido, portanto, logicamente, não puderam ser fotografados. Esse álbum é um importante registro da reforma da principal via da então capital federal, onde ele contrapôs reproduções das plantas às fotografias das fachadas de cada edifício documentado. Esse tipo de fotografia foi fundamental para a construção e para a difusão de uma nova imagem do Rio de Janeiro, uma imagem associada aos ideais de civilização e progresso<em>.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Um pouco da história do Theatro Phenix</em></strong></span></p>
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<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11677" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11677/037SL03034.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="511" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11677" target="_blank">Teatro Phenix, c. 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O nome do Theatro Phenix foi uma homenagem ao Theatro Phenix Dramática, que existia nos jardins do Hotel Brissac. Eduardo Balassin Guinle (1846 &#8211; 1912), patriarca de sua abastada e influente família, foi obrigado a construí-lo. A Prefeitura do Rio de Janeiro, sob a gestão de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7566" target="_blank">Francisco Pereira Passos (1836 &#8211; 1913) </a> desapropriou, demoliu e reurbanizou a área onde ficava o Phenix Dramática, localizado na <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25825http://" target="_blank">Rua da Ajuda</a>, nº 57, no processo da construção da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">Avenida Central</a>, em 1904. Ele havia sido inaugurado, em 1863, com o nome de <em>El Dorado</em>. Foi renomeado Phenix Dramática, em 1868. Bem, o terreno foi adquirido pelo empresário Eduardo Guinle e, segundo a lei, seria obrigatória a construção de um novo teatro no lugar do demolido. Num gesto de afirmação cultural, ele ofereceu ao Rio de Janeiro uma sala de espetáculos imponente com capacidade para 1200 espectadores, cuja natureza e dimensões só eram comparáveis aos teatros <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9445" target="_blank">Municipal</a> e de São Pedro. Seu projeto seguia o modelo clássico dos teatros italianos com a platéia rodeada por camarotes (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/386030/23126" target="_blank"><em>Última Hora</em>, 28 de fevereiro de 1955, primeira coluna</a>).</p>
<p>Segundo Augusto Mauricio:</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;&#8230;e essa casa de espetáculos, que é uma das que melhor possui o Rio de Janeiro quer como platéia, camarotes, mobiliário confortável com cadeiras estofadas, sala suntuosa, e corredores amplos, revestido todo de mármore trabalhado de diversas cores, colunas de diferentes ordens, grandes espelhos e ainda instalações internas para os artistas, que contam com camarotes magníficos – custou ao proprietário àquele recuado tempo, pouco mais de dois mil contos de réis&#8221;.</em></span></p>
<p>O novo Teatro Phenix,  cuja construção terminou em 1908, 1912 ou 1913 &#8211;  as fontes variam -, ficava na Rua Barão de São Gonçalo, logo transformada em Avenida Almirante Barroso, em um terreno contíguo ao Palace Hotel. Sua fachada foi inspirada na Ópera Garnier, em Paris.</p>
<p>Desde o início foi arrendado a terceiros &#8211; o primeiro foi Angelo Balloni, principal sócio da H. Balloni e Cia, que concedeu uma entrevista ao jornal <em>Imparcial</em> de 26 de fevereiro de 1914, data da inauguração do teatro. Na reportagem, é ressaltado o aspecto mais inclusivo do teatro, comparando-o ao Theatro Municipal<em>: &#8220;No Phenix achar-se-á bem instalada tanto a sociedade chic como a classe operária. É que seu ambiente é artístico sem ser solene. Nele há um único atrativo, a simplicidade artística, cuja ação se estende por todas as pessoas, sejam elas quais forem, Isso, aliás, é pouco comum em nosso meio. Haja vista, por exemplo, o Municipal&#8221;</em> (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/107670_01/5774" target="_blank"><em>O Imparcial</em>, 26 de fevereiro de 1914, antepenúltima coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_32391" style="width: 221px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/107670_01/5774" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32391" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix3.jpg" alt="O Imparcial, 26 de fevereiro de 1914" width="211" height="445" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/107670_01/5774" target="_blank"><em>O Imparcial,</em> 26 de fevereiro de 1914</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Anunciado como<em> a mais ampla e luxuosa sala de espetáculos da América do Sul, </em>antes de sua inauguração oficial, lá foram realizados bailes de carnaval nos dias 21, 22, 23 e 24 de fevereiro de 1914 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_02/18285" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 23 de fevereiro de 1914, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/21654" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 19 de fevereiro de 1914, sexta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/21724" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 23 de fevereiro de 1914, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/21896" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 9 de março de 1914</a>).</p>
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<div id="attachment_32390" style="width: 551px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_04/21664" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32390" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix2.jpg" alt="O Paiz, 19 de fevereiro de 1914" width="541" height="390" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_04/21664" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 19 de fevereiro de 1914</a></p></div>
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<div id="attachment_32354" style="width: 582px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_02/18285" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32354" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/fenix3.jpg" alt="Correio da Manhã, 24 de fevereiro de 1914" width="572" height="455" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_02/18285" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 24 de fevereiro de 1914</a></p></div>
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<div id="attachment_32353" style="width: 534px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/21664" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32353" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/fenix2.jpg" alt="O Paiz, 19 de fevereiro de 1914" width="524" height="375" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/21664" target="_blank"><em>O Paiz,</em> 19 de fevereiro de 1914</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi reaberto como teatro, arrendado a Luiz Alonso, em novembro de 1915, com a peça <em>Champignol à força</em>, um vaudeville em três atos dos dramaturgos franceses Georges Feydeau (1862 &#8211; 1921) e <span dir="ltr">Maurice Desvallières (1857 &#8211; 1926)</span>, encenada pela Companhia Leopoldo Froes e estrelada pela atriz Lucilia Peres (1881 &#8211; 1962) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/29720" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 3 de novembro de 1915</a>).</p>
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<div id="attachment_32352" style="width: 589px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/338060/590" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32352" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/fenix1.jpg" alt="Jornal, 16 de outubro de 1915" width="579" height="223" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/338060/590" target="_blank"><em>Theatro e Sport</em>, 16 de outubro de 1915</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Funcionou também como teatro, cinema, cassino e <em>dancing</em>, quando o arrendatário era, desde 1916, Djalma Moreira.  Em 1921, a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14520" target="_blank">Casa dos Artistas</a> protestou contra a <em>transformação do Theatro Phenix em tavolagem</em>. Provavelmente, Djalma arrendou o teatro até 1923 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_02/30052" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 27 de outubro de 1916, penúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_02/1188" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 4 de abril de 1920</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/1882" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 31 de dezembro de 1921, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_02/9544" target="_blank"><em>O Jornal,</em> 4 de abril de 1922, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_02/8578" target="_blank"><em>A Noite</em>, 15 de fevereiro de 1923, primeira coluna</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/372382/53" target="_blank"> <em>Crítica</em>, 2 de dezembro de 1928, segunda coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32393" style="width: 355px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_04/35045" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32393" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix4.jpg" alt="O Paiz, 21 de maio de 1917" width="345" height="147" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_04/35045" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 21 de maio de 1917</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32355" style="width: 664px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/1907" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32355" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/fenix4.jpg" alt="Revista da Semana, de 1922" width="654" height="246" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/1907" target="_blank">Baile no Cassino Theatro Phenix / <em>Revista da Semana</em>, 7 de janeiro de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Voltou a ser um teatro, arrendado pelo calabrês Jácomo Rosário Staffa (c. 1867 &#8211; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/30784" target="_blank">1927</a>), e foi reinaugurado em 30 de abril de 1926 com a revista <em>Excelsior</em>, do pernambucano Manuel Bastos Tigre (1882 &#8211; 1957). Uma curiosidade: Bastos Tigre era cunhado do fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20730" target="_blank">Louis Piereck (1880 &#8211; 1931)</a> e foi o responsável pelo <em>slogan</em> da Bayer que se tornou famoso em todo o mundo: “<em>Se é Bayer é bom</em>“. É também o autor da letra da música <em>Chopp em Garrafa</em>, com música de Ary Barroso (1903 – 1964), que foi interpretada por Orlando Silva (1915 – 1978). Foi inspirada no produto que a Brahma passou a engarrafar. Sucesso do carnaval de 1934, é considerado o <a href="https://www.propagandashistoricas.com.br/2015/06/primeiro-jingle-do-brasil.html" target="_blank">primeiro <em>jingle</em>  publicitário do Brasil.</a> Foi também o autor do livro <em>Meu Bebê: livro das mamães</em> para anotações sobre o bebê desde seu nascimento. O Dia do Bibliotecário, 12 de março, dia de seu nascimento, foi instituído, em 1980, em sua homenagem. (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/21487" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 12 de julho de 1925, quinta coluna</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/24326" target="_blank"><em> Correio da Manhã</em>, 10 de fevereiro de 1926, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/25170" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 16 de abril de 1926, antepenúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/25369" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 30 de abril de 1926</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32384" style="width: 281px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/25369" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32384" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix1.jpg" alt="A reabertura do Phenix / Correio da Manhã, 30 de abril de 1926" width="271" height="551" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/25369" target="_blank">A reabertura do Phenix / <em>Correio da Manhã,</em> 30 de abril de 1926</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Voltando ao Phenix. Lembramos aqui que Staffa era o proprietário do Grande Cinematographo Pariziense, o segundo cinema do Rio de Janeiro, inaugurado em 9 de agosto de 1907. O primeiro foi o Chic, inaugurado em 1º de agosto do mesmo ano. O terceiro foi o cinema Pathé, do fotógrafo Marc Ferrez e Arnaldo Gomes de Souza. A firma de Arnaldo e Ferrez chamava-se Arnaldo &amp; Cia, omitindo a participação de Ferrez, porque Charles Pathé (1863 – 1957), um dos proprietários da <em>Pathé Frères</em>, proibia que seus distribuidores e representantes possuíssem cinematógrafos e Ferrez era um de seus representantes. Staffa denunciou o fato em 1908. Foi também o proprietário do Palace Hotel de Caxambu (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/25483" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 8 de maio de 1926, segunda coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32383" style="width: 511px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_03/25157" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32383" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix.jpg" alt="Correio da Manhã, 15 de abril de 1926" width="501" height="284" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_03/25157" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 15 de abril de 1926</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Phenix foi palco de muitas peças e bailados, esses últimos criações da coreógrafa e bailarina russa Maria Oleneva (1896 &#8211; 1985) que, posteriomente, foi uma das fundadoras da Escola de Dança do Teatro Municipal.</p>
<p>Em seu prédio foi sediado, na década de 1920, o Partido Democrático (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/30951" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 24 de julho de 1927, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/372382/84" target="_blank"><em>Crítica</em>, 7 de dezembro de 1928, última coluna</a>).</p>
<p>Em 1929, passou a exibir quadros de <em>Nu Artístico</em> e era proibida a entrada de<em> menores e de senhoritas</em> (<em>Crítica</em>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/372382/968" target="_blank">18 de abril</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/372382/992" target="_blank">23 de abril</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/372382/1120" target="_blank">18 de maio</a> de 1929).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32437" style="width: 367px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/372382/968" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32437" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix13.jpg" alt="Crítica, 18 de abril de 1929" width="357" height="374" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/372382/968" target="_blank"><em>Crítica</em>, 18 de abril de 1929</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 31 de maio, estreia do <em>vaudeville</em> musicado <em>A Ilha dos Prazeres, </em>uma peça do<em> gênero livre </em>com quadros de nu artístico,<em> </em>tendo como estrela a atriz  Theda Diamant (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/372382/1247" target="_blank"><em>Crítica</em>, 31 de maio de 1929, segunda coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_32438" style="width: 492px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix14.jpg"><img class="size-full wp-image-32438" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix14.jpg" alt="Theda Diamant" width="482" height="303" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.versalhesleiloes.com.br/peca.asp?ID=5730497" target="_blank">Theda Diamant</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em junho, Carlos Machado (1908 &#8211; 1992), que ficou conhecido como o <em>Rei da Noite</em>, foi anunciado diretor artístico do Phenix (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/372382/1375" target="_blank"><em>Crítica</em>, 21 de junho de 1929, terceira coluna)</a>. Ainda em 1929, foi o palco da temporada das <em>Operetas Vienenses </em>e voltou a exibir filmes(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/372382/1567" target="_blank"><em>Crítica, </em>21 de julho de 1929</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/372382/1911" target="_blank"><em>Crítica</em>, 12 de setembro de 1929, terceira coluna</a>).</p>
<p>Ficou fechado por um breve período, tendo sido reaberto, após uma reforma, em janeiro de 1930, como Cine Theatro Phenix , sob a direção da Empresa S. Kauffman apresentando<em> espetáculos puramente familiares</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/372382/2642" target="_blank"><em>Crítica</em>, 26 de dezembro de 1929</a>). Passou a ter <em>&#8220;uma orquestra de 30 professores que darão vida e palavras às cintas mudas por intermédio da linguagem universal &#8211; a Música&#8221;. </em>Lembramos aqui que o cinema sonoro estava ocupando o lugar dos filmes silenciosos (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/43724" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 27 de dezembro de 1929, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/40950" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 29 de dezembro de 1929, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_05/286" target="_blank"><em>Jornal do Brasil,</em> 9 de janeiro de 1930</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/107646/7676" target="_blank"><em>O Imparcial (MA)</em>, 17 de janeiro de 1930, quarta coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_32424" style="width: 260px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_03/43649" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32424" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix8.jpg" alt="Correio da Manhã, 22 de dezembro de 1929" width="250" height="268" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_03/43649" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 22 de dezembro de 1929</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32435" style="width: 335px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/372382/2682" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32435" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix11.jpg" alt="Crítica, de janeiro de 1930" width="325" height="545" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/372382/2682" target="_blank"><em>Crítica</em>, 2 de janeiro de 1930</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre as décadas de 1930 e 1940, voltou a funcionar ora como teatro ora como cinema. Abrigou também conferências, bailes de carnaval e recitais de música. Pelo teor dos filmes lá exibidos, <em>&#8220;verdadeiros atentados à moral e ao decoro públicos&#8221;</em>, foi censurado (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/175102/2922" target="_blank"><em>A Batalha</em>, 17 de março 1931, terceira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32436" style="width: 319px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/3866" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32436" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix12.jpg" alt="A Noite, 17 de março de 1931" width="309" height="318" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/3866" target="_blank"><em>A Noite,</em> 17 de março de 1931</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1937, arrendado por Vital Ramos de Castro (1879 &#8211; 1958), cineasta e empresário do ramo cinematográfico, o Phenix foi inaugurado como <em>Ópera, </em>uma<em> nova casa de diversões. </em>Ainda em 1937 passou a chamar-se <em>Cine Theatro Ópera</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/41060" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 15 de junho de 1937</a>, penúltima coluna; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/067822/5806" target="_blank"><em>Beira- Mar</em>, 14 de agosto de 1937</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093092_02/31858" target="_blank"><em>Diário Carioca</em>, 19 de setembro de 1937, antepenúltima coluna</a><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/067822/5806" target="_blank">; penúltima coluna</a>; <a href="A%20Nação, 9 de outubro de 1937, segunda coluna" target="_blank"><em>A Nação</em>, 9 de outubro de 1937, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/45458" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 27 de março de 1938</a>). Não seria a primeira vez que os caminhos de Vital e Staffa se encontravam: em 1927, o<em> Cine Parisiense</em>, que era, como já mencionado, de Staffa, foi comprado por ele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32423" style="width: 158px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/45458" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32423" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix7.jpg" alt="Vital Ramos de Castro / Correio da Manhã, 27 de março  de 1938" width="148" height="263" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/45458" target="_blank">Vital Ramos de Castro / <em>Correio da Manhã</em>, 27 de março de 1938</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vital foi o proprietário do <i>Circuito independente Vital Ramos de Castro</i>,  que chegou a ter vinte salas de cinema no Rio de Janeiro, entre eles o Cine Plaza, na Cinelândia, o Cinema Olinda, na Praça Sans Penha, que foi a maior sala de cinema que já existiu no Rio de Janeiro; o Cinema Colonial, futura Sala de Teatro Cecília Meirelles e o Cine Ritz, em Copacabana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32422" style="width: 392px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_04/41060" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32422" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix6.jpg" alt="Correio da Manhã, de 1937" width="382" height="541" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_04/41060" target="_blank"><em>Correio da Manhã,</em> 30 de junho de  1937</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1944, com o apoio do então prefeito do Rio de Janeiro, Henrique Dodsworth (1895 &#8211; 1975), voltou a ser teatro e foi reaberto com a encenação pela companhia de Bibi Ferreira (1922 &#8211; 2019) da peça <em>Sétimo Céu, </em>do dramaturgo norte-americano Austin Stroug (1881 &#8211; 1952) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_07/14797" target="_blank"><em>Gazeta da Manhã</em>, 15 de abril de 1943, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_13/20741" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 20 de maio de 1944, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_07/19568" target="_blank">G<em>azeta da Manhã</em>, 15 de julho de 1944, penúltima coluna;</a> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_13/21531" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 17 e 18 de julho de 1944, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_13/21555" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 20 de de julho de 1944)</a>. Nele se apresentaram, dentre outros, o Teatro do Estudante, de Paschoal Carlos Magno (1906 &#8211; 1980); Sandro Apolônio (1921 &#8211; 1995), Maria Della Costa (1926 &#8211; 2015) e Henriette Morineau (1908 &#8211; 1990).</p>
<p>Em 1948, Vital Ramos de Castro entrou com uma ação de despejo contra o grupo teatral de Sandro Apolônio que se apresentava no Phenix com a peça <em>Estrada do Tabaco</em> (<em>A</em> <em>Scena Muda</em>, 15 de junho de 1948, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/084859/48983" target="_blank">página 3</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/084859/49002" target="_blank">página 24</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/084859/50376" target="_blank"><em>A Scena Muda</em>, 8 de março de 1949</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32421" style="width: 643px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/084859/50376" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32421" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix5.jpg" alt="A Scena Muda, 8 de março de 1949" width="633" height="510" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/084859/50376" target="_blank"><em>A Scena Muda</em>, 8 de março de 1949</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi fechado, em 1951, e totalmente demolido entre 1957 e 1958. Assim se encerrava um capítulo da história do teatro no Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_05/5250" target="_blank"><em>Jornal</em>, 2 de dezembro de 1950, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_14/5751" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 15 e 16 de janeiro de 1951, penúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_05/5250" target="_blank"><em>Jornal</em>, 2 de dezembro de 1950, segunda coluna</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_06/84948" target="_blank"> <em>Correio da Manhã</em>, 6 de dezembro de 1957, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_14/47505" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 27 de dezembro de 1957, sétima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_06/93438" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 8 de julho de 1958, última coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32386" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/demolição.jpg"><img class="size-full wp-image-32386" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/demolição.jpg" alt="Correio da Manhã, 6 de dezembro de 1957" width="300" height="183" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_06/84948" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 6 de dezembro de 1957</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>BULCÃO, Clóvis. <em>Os Guinle: a história de uma dinastia</em>. Rio de Janeiro : Intrínseca, 2015.</p>
<p>BATISTA, Antonio José de Sena. <a href="https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/34834/34834_6.PDF" target="_blank"><em>Arquitetos sem halo: a ação dos escritórios M.M.M.Roberto e Henrique Mindlin Arquitetos Associados</em>.</a> Tese apresentada ao Programa de Pós-graduação em História Social da Cultura, do Departamento de História da PUC-Rio, como requisito parcial para obtenção do título de Doutor em História, março de 2013.</p>
<p>CATTAN, Roberto Correia de Mello.<a href="https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/5103/5103_6.PDF" target="_blank"> <em>A Família Guinle e a Arquitetura do Rio de Janeiro Um capítulo do ecletismo carioca nas duas primeiras décadas do novecentos. </em></a>Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em História do Departamento de História da PUC-Rio, novembro de 2013.</p>
<p>CAVALCANTI, Lauro, org., <em>Quando o Brasil Era Moderno Artes plásticas no Rio de Janeiro 1905-1960</em>, Rio de Janeiro : Aeroplano Editora, 2001.</p>
<p><a href="http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>MARCHESAN, Luiz Gonzaga. <a href="http://anpoll.org.br/eventos/enanpoll2018/wp-content/uploads/2018/06/LMarchezan.pdf" target="_blank">Antonio Cândido na revista <strong>Texto</strong></a>.</p>
<p>MORAES, Frederico. <em>Cronologia das Artes Plásticas no Brasil 1816-1994</em>. Rio de Janeiro : Topbooks, 2001.</p>
<p><a href="https://www.clubenaval.org.br/novo/?q=Sobre-o-Clube-Naval" target="_blank">Site Clube Naval</a></p>
<p><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/palace-hotel/" target="_blank">Site Estilos Arquitetônicos</a></p>
<p><a href="http://www.inepac.rj.gov.br/index.php/bens_tombados/detalhar/256" target="_blank">Site Inepac</a></p>
<p><a href="https://vejario.abril.com.br/cidade/palace-hotel-alerta-preservacao-patrimonio-cultural/" target="_blank">Veja Rio</a></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=f3BfL2X_7vM" target="_blank">Youtube &#8211; O LUXUOSO PALACE HOTEL DOS PRESIDENTES E ARTISTAS MODERNISTAS</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Links para os outros artigos da Série O Rio de Janeiro desaparecido</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">Série</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> O Rio de Janeiro desaparecido </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">I</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> </a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">- </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><em>Salas de cinema do Rio de Janeiro do início do século XX</em></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><strong>, </strong>de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de fevereiro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>II<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621"><i>A Exposição Nacional de 1908 na Coleção Família Passos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">, de autoria de Carla Costa, historiadora do Museu da República, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 5 de abril de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6248" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> III – <i>O Palácio Monroe</i>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 9 de novembro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9138" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>IV<em> -</em><em> </em><i>A via elevada da Perimetral<strong>,</strong></i> de autoria da historiadora Beatriz Kushnir, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2017.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>V<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>, Ferrez, Malta e Charles Dunlop<strong>, </strong>d</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">e autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de julho de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i>O primeiro Palácio da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de setembro de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i>O Morro de Santo Antônio na Casa de Oswaldo Cruz</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">de autoria de historiador Ricardo Augusto dos Santos da Casa de Oswaldo Cruz</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 5 de fevereiro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VIII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i>A demolição do Morro do Castelo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 30 de abril de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>IX<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i>Estrada de Ferro Central do Brasil: estação e trilhos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de novembro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>X<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i>No Dia dos Namorados, um pouco da história do Pavilhão Mourisco em Botafogo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de junho de 2020.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>XI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i>A Estrada de Ferro do Corcovado e o</i> <i>mirante Chapéu de Sol</i>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 22 de julho de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25489">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>XII <i>– o Teatro Lírico (Theatro Lyrico),</i> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 15 de setembro de 2021</a>.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25759" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIII<em> – O Convento da Ajuda</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de outubro de 202</a>1.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25175" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIV<em> – </em>O<em> Conselho Municipal</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de novembro de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25474" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XV<em> – A Praia de Santa Luzia no primeiro dia do verão</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 21 de dezembro de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26333">Série<em> O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVI &#8211; <em>O prédio da Academia Imperial de Belas Artes</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, publicado na Brasiliana Fotográfica em 13 de janeiro de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26587" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XVII<em> – Igreja São Pedro dos Clérigos</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 18 de março de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27390" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVIII &#8211; <em>A Praça Onze</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de abril de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27549" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XIX &#8211; <em>A Igrejinha de Copacabana</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2022.</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27622" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XX &#8211; <em>O Pavilhão dos Estados, futuro prédio do Ministério da Agricultura</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de julho de 2022.</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27670%20" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXI &#8211; <em>O Chafariz do Largo da Carioca</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de setembro de 2022. </a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29820" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXII &#8211; <em>A Cadeia Velha que deu lugar ao Palácio Tiradentes</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 11 de abril de 2023</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIII e </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank"><em>Avenidas e ruas do Brasil</em> XVII </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">- <em>A Praia e a Rua do Russel, na Glória</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 15 de maio de 2023</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32291" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIV &#8211; <em>O luxuoso Palace Hotel, na Avenida Rio Branco, uma referência da vanguarda artística no Rio de Janeiro,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 4 de julho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34365" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D34365&amp;source=gmail&amp;ust=1702655036919000&amp;usg=AOvVaw3b3Tx7K9JhoBwFxL6ka8RZ">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVI &#8211; <em>Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo por Augusto Malta,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 14 de dezembro de 2023</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32431" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVII e Série <em>Os arquitetos do Rio de Janeiro</em> V &#8211; <em>O Jockey Club e o Derby Club, na Avenida Rio Branco e o arquiteto Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920)</em>, de autoria de Andrea c. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, em 15 de janeiro de 2024</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Outros artigos publicados na Brasiliana Fotográfica sobre teatros e cinemas</strong></em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"> </span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">Série</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> O Rio de Janeiro desaparecido </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">I</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> </a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">- </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><em>Salas de cinema do Rio de Janeiro do início do século XX</em></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><strong>, </strong>publicado em 26 de fevereiro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4748" target="_blank"><em>Os teatros do Brasil</em>, publicado em 21 de março de 2016</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9445" target="_blank"><em>A inauguração do Theatro Municipal do Rio de Janeiro</em>, publicado em 14 de julho de 2017</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=23968" target="_blank"><em>Cinema no Brasil – a primeira sessão e um pouco da história do Cinema Odeo</em>n, publicado em 8 de julho de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25489" target="_blank">Série<em> “O Rio de Janeiro desaparecido” </em>XII<em> – O Teatro Lírico (Theatro Lyrico)</em>, publicado em 16 de setembro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25310" target="_blank"><em>O Theatro de Santa Isabel</em>, publicado em 28 de outubro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25907" target="_blank"><em>O Teatro Amazonas (Theatro Amazonas), em Manaus, a “Paris dos Trópicos”</em>, publicado em 28 de dezembro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=28555" target="_blank"><em>O Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro, no Dia Mundial do Teatro</em>, publicado em 27 de março de 2023</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30422" target="_blank"><em>Dia do Cinema Brasileiro</em>, publicado em 19 de junho de 2023</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=35177http://" target="_blank"><em>O Theatro da Paz, em Belém do Pará, inaugurado em 15 de fevereiro de 1878</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado em 15 de fevereiro de 2024</a></p>
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		<title>Série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido&#8221; XXIV e série &#8220;Hotéis do Brasil&#8221; VI &#8211; O luxuoso Palace Hotel, na Avenida Rio Branco, uma referência da vanguarda artística no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jul 2023 12:48:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Álbum da Avenida Central]]></category>
		<category><![CDATA[artes plásticas]]></category>
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		<description><![CDATA[Com imagens produzidas por Antônio Caetano da Costa Ribeiro (18? – 19?), Augusto Malta (1864 - 1957), Guilherme Santos (1871 – 1966) e por um fotógrafo ainda não identificado, a Brasiliana Fotográfica conta um pouco da história do luxuoso Palace Hotel, um empreendimento da família Guinle, onde diversas exposições de fotografia e de pintura foram realizadas, tornando-o um pólo da vanguarda artística do Brasil, tema da poesia "Rondó no Palace", do grande Manuel Bandeira. O Palace Hotel é o tema do 24º artigo da Série "O Rio de Janeiro desaparecido" e o sexto da série "Hotéis do Brasil". Convidamos nossos leitores a explorar as fotografias com a ferramenta "zoom" e, a partir daí, fazer um passeio pela cidade nas primeiras décadas do século XX, observando mais de perto a paisagem urbana carioca e seus personagens.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com imagens produzidas por Antônio Caetano da Costa Ribeiro (18? – 19?), <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank">Guilherme Santos (1871 – 1966) </a>e por um fotógrafo ainda não identificado, a Brasiliana Fotográfica conta um pouco da história do luxuoso Palace Hotel, tema do 24º artigo da Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>e o sexto da série<em> Hotéis do Brasil. </em>Diversas exposições de fotografia e de pintura foram realizadas no Palace, tornando-o um pólo da vanguarda artística do Brasil, tema da poesia <em>Rondó do Palace Hotel</em>, de Manuel Bandeira (1886 &#8211; 1968). <em> </em>O escritório Januzzi e Irmão foi responsável por seu projeto e também pelo do Teatro Phenix &#8211; aprovado em 14 de novembro de 1906 -, dois empreendimentos da família Guinle.<em> </em>O Teatro Phenix, contiguo ao Palace, será tema de um futuro artigo do portal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9365" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9365/007A5P3F13-007.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="500" height="666" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9365" target="_blank">A. Ribeiro, Maison Chic. Avenida Rio Branco;Palace Hotel, c. 1919. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Convidamos nossos leitores a explorar as fotografias com a ferramenta <em>zoom</em> e, a partir daí, fazer um passeio pelo Rio de Janeiro nas primeiras décadas do século XX, observando mais de perto a paisagem urbana carioca e seus personagens.</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/359" target="_blank">Acessando o link para as fotografias do Palace Hotel, na avenida Rio Branco, disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Um pouco da história do Palace Hotel</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9416" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9416/002080RJ1219.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="299" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9416" target="_blank">Guilherme Santos. Visita dos reis da Bélgica; em frente ao Palace Hotel, 1920. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Localizado na <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">Avenida Central </a>, número 185, esquina com a rua Almirante Barroso, o Palace Hotel ficava na espinha dorsal do mundo das compras e do lazer dos elegantes, dos negócios e da cultura da então capital federal. Ficava no ponto mais nobre da avenida, onde também estavam situados os prédios do Jockey Club, projeto do arquiteto Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920), inaugurado em 1913 e demolido na <span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;">década de 1970</span></span><span style="color: #000000;">;</span> e do Clube Naval, projetado pelo italiano Tommaso Bezzi (1844 &#8211; 1915), executado por Heitor de Mello, inaugurado em 1910, e tombado em 1987 pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural.</p>
<p>A linha central da avenida havia sido inaugurada pelo presidente Rodrigues Alves (1848 – 1919), em 7 de setembro de 1904 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_03&amp;PagFis=8295" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 8 de setembro de 1904, na sexta coluna, sob o título “Avenida Central”</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_04&amp;PagFis=8323" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, de 8 de setembro de 1904, na última coluna</a>). No ano seguinte, 1905, sob um temporal, a avenida foi aberta oficialmente, em 15 de novembro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_03&amp;PagFis=10404" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 16 de novembro de 1905, na quinta coluna, sob o título “15 de Novembro”</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9295" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9295/002051AM002006.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="529" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9295" target="_blank">Augusto Malta. Palace Hotel, conhecido como Hotel Guinle, c. 1921. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A abertura da avenida foi uma das principais marcas da reforma urbana realizada por Francisco Pereira Passos (1836 – 1913), o <em>bota-abaixo</em>, entre 1902 e 1906, período em que foi prefeito do Rio de Janeiro. Essas transformações foram definidas por Alberto Figueiredo Pimentel (1869-1914), autor da seção “Binóculo”, da <em>Gazeta de Notícias</em>, com a máxima “O Rio civiliza-se”, que se tornou o <em>slogan</em> da reforma urbana carioca, que tornou o Rio uma cidade cosmopolita, moderna. A Avenida Central inaugurou um novo eixo da cidade em direção ao mar, a orla foi embelezada com a Avenida Beira-Mar, aberta em 1906, e a cidade, antes portuária, incorporou à sua vida urbana as praias de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5453" target="_blank">Copacabana</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4924" target="_blank">Ipanema</a> e Leblon.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11072" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11072/037SL03033.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="509" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11072" target="_blank">Avenida Almirante Barroso; Palace Hotel e o prédio do Jockey Club, c. 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O nome da Avenida Central foi mudado, por decreto, em 15 de fevereiro de 1912, para Avenida Rio Branco, uma homenagem ao diplomata e ministro das Relações Exteriores do Brasil, o barão de Rio Branco ( 1845 – 1912), que havia falecido cinco dias antes (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_04&amp;PagFis=10553" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 16 de fevereiro de 1912, sob o título “Barão do Rio Branco”</a>).</p>
<p><span style="color: #000000;">No <a style="color: #000000;" href="http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon1387674/icon1387674.pdf"><em>Álbum da Avenida Central</em>,</a> lançado em 1907 pelo fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923), havia desenhos das fachadas do Palace, que ficava na avenida, e do Teatro Phenix, contiguo ao hotel, na Almirante Barroso, ainda Barão de São Gonçalo. Tanto o hotel como o teatro chamavam-se Avenida e fazian m parte do prédio 1885-187-189-191. Nenhum dos dois estava construído quando o álbum foi produzido, portanto não puderam ser fotografados. Quando foram construídos passaram a chamar-se Palace Hotel e Theatro Phenix. Esse álbum é um importante registro da reforma da principal via da então capital federal, onde ele contrapôs reproduções das plantas às fotografias das fachadas de cada edifício documentado. Esse tipo de fotografia foi fundamental para a construção e para a difusão de uma nova imagem do Rio de Janeiro, uma imagem associada aos ideais de civilização e progresso<em>.</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33363" style="width: 707px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon1387674/icon1387674.pdf" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33363" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/palace.jpg" alt="Álbum Avenida Central, página 61" width="697" height="497" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon1387674/icon1387674.pdf" target="_blank">Hotel e Theatro Avenida,  futuros Palace Hotel e Teatro Phenix<em> / Álbum Avenida Central</em>, página 61</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33365" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon1387674/icon1387674.pdf" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33365" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/palace1.jpg" alt="Álbum Avenida Central, página 68" width="600" height="434" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon1387674/icon1387674.pdf" target="_blank">Theatro Avenida, futuro Teatro Phenix<em> / Álbum Avenida Central,</em> página 68</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Palace Hotel pertencia a Eduardo Palassin Guinle (1846 &#8211; 1912), patriarca de sua influente e abastada família. As obras do hotel foram concluídas em torno de 1915 e ele foi inaugurado, em julho de 1919. Foi o ponto de encontro da elite carioca, de celebridades nacionais e internacionais, além de ter sido o palco de diversos e importantes eventos culturais e mundanos. Na época, o Rio de Janeiro era tanto pólo de atração como modelo para as capitais estaduais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32347" style="width: 354px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/eduardo.jpg"><img class="size-full wp-image-32347" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/eduardo.jpg" alt="O casal Guilhermina e Eduardo Guinle" width="344" height="365" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Eduardo_Palassin_Guinle_%281846-1912%29_e_esposa_Guilhermina_%281854-1925%29.png" target="_blank">O casal Guilhermina e Eduardo Guinle, 1880 / Wikipedia</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi o primeiro empreendimento da família Guinle gerenciado pelo empresário Octávio Guinle (1886 &#8211; 1968), filho de Eduardo. O negócio contava com a sociedade do barão de Saavedra (1890 &#8211; 1956) e de Francisco Castro e Silva (18? &#8211; 19? que juntos comandavam a Companhia Hotéis Palace, fundada em 1919, mesmo ano da inauguração do Palace. Marcou o início de uma nova fase da indústria hoteleira no Rio de Janeiro. Eles também construíram o <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18036" target="_blank">Copacabana Palace Hotel</a>, quintessência do <em>glamour</em> carioca, inaugurado em 13 de agosto de 1923.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 180px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://academiaeventosturismo.org.br/cadeiras/otavio-guinle-cadeira-18/" target="_blank"><img src="https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/elementor/thumbs/Otavio-Guinle4-p6ywwer39kxcd4a0y7t0t1g70r1gjiau10283kyg5s.jpg" alt="Otavio Guinle4" width="170" height="200" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://academiaeventosturismo.org.br/cadeiras/otavio-guinle-cadeira-18/" target="_blank">Octávio Guinle / Academia Brasileira de Eventos e Turismo</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pouco depois da inauguração do Palace Hotel foi realizado um grande banquete em um dos seus salões para autoridades que estavam no Rio de Janeiro para a posse do presidente Epitácio Pessoa (1865 &#8211; 1942) (<em>O Paiz</em>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/43432" target="_blank">11 de julho de 1919, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/43533" target="_blank">20 de julho de 1919, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_02/40207" target="_blank"><em>Correio da Manhã,</em> 30 de julho de 1919, antepenúltima coluna</a>). Antes de se instalarem no Palácio do Catete, muitos  presidentes da República eleitos se hospedavam lá até o dia da posse. Washington Luis (1896 &#8211; 1957) esteve, em 1926, no quarto 309, e para o mesmo quarto voltou depois de seu exílio, 15 anos depois.</p>
<p>O Palace possuía 8 andares, servidos por seis elevadores, com 250 quartos de dormir. Sua imagem está mais próxima dos modelos dos palácios urbanos italianos, do barroco ou mesmo de exemplos maneiristas, inspirados na matriz renascentista de Florença. Sofreu uma intervenção do arquiteto francês Joseph Gire (1872 &#8211; 1933), provavelmente durante a década de 20. Gire foi o responsável pelos projetos dos hoteis<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10242" target="_blank"> Gloria (1922) </a>e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18036" target="_blank">Copacabana Palace (1923)</a>, dentre vários outros emprendimentos no Rio de Janeiro.</p>
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<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9261" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9261/001RR007002.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="459" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9261" target="_blank">A.C. da Costa Ribeiro. Palace Hotel, à direita, na Rua Almirante Barroso, o Teatro Phenix e, ao fundo, parte do Morro do Castelo, c. 1919. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Todos os quartos tem água quente e fria e o estylo do mobiliário é de muito bom gosto. A Empresa fez ligar para todos os quartos 10 linhas principaes de telephones. A sala de jantar, situada no sétimo andar, esta ricamente decorada, podendo conter 500 pessoas. As suas grandes janellas de sacada conduzem a grandes terraços com vista para a cidade e Bahia, tocando durante todas as refeições uma orchestra de primeira classe. O estabelecimento é dirigido segundo systema europeu, e tem serviço de cozinha irreprehnsível. O hotel tem ainda espaçosos salões de leitura, de visitas, recepção, baile, sala de concertos, bibliotheca, barbeiro, etc., etc. Na cave do edifício há grande stocks dos melhores vinhos. A Companhia emprega 230 pessoas. Todo o pessoal em contacto com os hospedes falla portuguez, inglez, francez, italiano, espanhol e allemão. Para o serviço de cosinha emprega 60 cosinheiros. A direção do hotel está entregue ao Snr. Jean Paul, da Dinamarca, tendo este senhor uma larga experiência nos hotéis das principaes cidades de Europa e dos Estados Unidos da América do Norte&#8221;.</em></span></p>
<p style="text-align: right;"><em>Enciclopédia Comercial</em>, Globe Encyclopedia Company, 1924, London.</p>
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<p>Segundo o diplomata Maurício Nabuco (1891 &#8211; 1979) em seu livro <em>Reflexões e reminiscências</em>, o Palace Hotel teria sido a <em>primeira grande hospedaria do Brasil</em> e se tornado o centro de jovens casais. Em seu bar teria nascido o hábito de se tomar um aperitivo <em>elegante</em> à hora do jantar.  Ainda sobre o bar: sua entrada independente teria atraido, segundo Lucia Meira Lima, a<em>s mais formosas “francesas” que aqui aportaram e despertavam paixões entre a jeunesse dorée e os balzaqueanos das décadas de 1920 e 1930. </em>Outros ambientes requintados do hotel eram o Salão Nobre, o Salão de Leitura e o Jardim de Inverno, que antecedia o salão que mais tarde abrigaria as exposições promovidas pela Associação dos Artistas Brasileiros (AAB), localizado ao fundo.</p>
<p>Várias homenagens, chás dançantes, recitais, almoços e jantares, bailes de carnaval eram realizados em seus salões. Foi no Palace Hotel que a poetisa gaúcha Iveta Ribeiro  (1886 – 1962) apresentou a revista <em>Brasil Feminino</em>, que dirigia (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/4769" target="_blank"><em>Revista da Seman</em>a, 6 de fevereiro de 1932</a>).</p>
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<div id="attachment_23339" style="width: 499px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/86755" target="_blank"><img class="size-full wp-image-23339" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/ivetaribeiromalho-1937.jpg" alt="Iveta Ribeiro /  O Malho, 14 de janeiro de 1937" width="489" height="516" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/86755" target="_blank">Iveta Ribeiro (1886 &#8211; 1962) /<em> O Malho</em>, 14 de janeiro de 1937</a></p></div>
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<div id="attachment_32483" style="width: 546px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/3724" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32483" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/almoço.jpg" alt="Almoço oferecido a Lucio Costa , diretor dda Escola de BElas Artes / Revista da Semana, 15 de agost de 1931" width="536" height="299" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/3724" target="_blank">Almoço oferecido a Lucio Costa , diretor da Escola de Belas Artes /<em> Revista da Semana,</em> 15 de agosto de 1931</a></p></div>
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<div id="attachment_32484" style="width: 817px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/4231" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32484" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/almoço1.jpg" alt="Revista da Semana, 7 de novembro de 1931" width="807" height="413" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/4231" target="_blank">Almoço do Rotary Club / Revista da Semana, 7 de novembro de 1931</a></p></div>
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<div id="attachment_32485" style="width: 529px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/4258" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32485" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/almoço2.jpg" alt="Chá no Palace Hotel em benefício dos Pobres Doentes de Botafaogo / REvista da Semana, 14 de agosto de 1931" width="519" height="476" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/4258" target="_blank">Chá no Palace Hotel em benefício dos Pobres Doentes de Botafaogo / Revista da Semana, 14 de novembro de 1931</a></p></div>
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<div id="attachment_32488" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/6419" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32488" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/livro.jpg" alt="Realização do 1º / salão do Livro, no Palace Hotel / Revista da Semana, 12 de novembro de 1932" width="547" height="320" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/6419" target="_blank">Realização do 1º Salão do Livro, no Palace Hotel / <em>Revista da Semana</em>, 12 de novembro de 1932</a></p></div>
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<div id="attachment_32489" style="width: 777px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/17041" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32489" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/baile.jpg" alt="Baile de carnaval no Palace Hotel / Revista da Semana, 6 de fevereiro de 1937" width="767" height="490" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/17041" target="_blank">Baile dos Artistas no Palace Hotel / <em>Revista da Semana</em>, 6 de fevereiro de 1937</a></p></div>
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<p>Funcionou até 15 de setembro de 1950, quando o gerente <em>sr. Rubens Bokel de Freitas mandou que fosse cerrada em definitivo a porta principal daquele estabelecimento</em>, conforme informado no artigo <em>O fim de uma época</em>, de João Martins, publicado na revista<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/72746" target="_blank"> <em>O Cruzeiro</em>, 7 de outubro de 1950</a>. Teve seus bens leiloados. Foi demolido entre 1950 e 1951 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_05/3815" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 17 de setembro de 1950, primeira coluna;</a> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_07/5943" target="_blank"><em>Jornal do Brasil,</em> 24 de setembro de 1950</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_07/6837" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 5 de novembro de 1950, penúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_07/8423" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 20 de janeiro de 1951</a>).</p>
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<div id="attachment_32427" style="width: 453px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/030015_07/8423" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32427" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix9.jpg" alt="Jornal do Brasil, 20 de janeiro de 1951" width="443" height="152" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/030015_07/8423" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 20 de janeiro de 1951</a></p></div>
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<p>Em seu lugar foi erguido o Edifício Condomínio Marquês do Herval, projeto do escritório MMM Roberto, dos irmãos arquitetos Maurício, Marcelo e Milton; e uma das principais construções de arquitetura modernista do Rio de Janeiro. Foi inaugurado, em 1956,  com 36 andares, 35 mil metros quadrados de área construída e 600 unidades, incluindo as lojas e sobrelojas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32364" style="width: 417px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/34834/34834_6.PDF" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32364" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/herval.jpg" alt="Edifício Marquês do Herval" width="407" height="484" /></a><p class="wp-caption-text">Edifício Marquês do Herval</p></div>
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<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>O Palace Hotel como referência de vanguarda artística</strong></em></span></p>
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<p>Foi uma referência da vanguarda artística desde os primeiros anos da década de 1920. Diversas exposições de pintura e fotografia aconteceram em seus salões.</p>
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<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>Algumas exposições de fotografia realizadas no Palace Hotel</em></span></p>
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<p>Algumas importantes exposições de fotografia aconteceram no Palace Hotel, dentre elas, o Salão do Branco e Preto, e uma de <em>águas- fortes photographicas</em> de Fernando Guerra Duval (18? &#8211; 1959), em outubro de 1932 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/6207" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 8 de outubro de 1932</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/77295" target="_blank"><em>O Malho</em>, 15 de outubro de 1932)</a>.</p>
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<div id="attachment_32583" style="width: 538px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_03/6207" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32583" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/guerraduval6.jpg" alt="Revista da Semana, 8 de outubro de 1932" width="528" height="374" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_03/6207" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 8 de outubro de 1932</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32575" style="width: 848px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/77295" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32575" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/guerraduval2.jpg" alt="O Malho, 15 de outubro de 1932" width="838" height="472" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/77295" target="_blank"><em>O Malho,</em> 15 de outubro de 1932</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em outubro de 1933, realizou-se outra exposição de Fernando Guerra Duval (18? &#8211; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_07/108499" target="_blank">1959</a>), um dos fundadores, em 1923, do Photo Club Brasileiro, uma associação de fotógrafos, no Rio de Janeiro, formada pelos associados do Photo Club do Rio de Janeiro, fundado em 1910, que se juntaram a fotógrafos de arte para debater as relações entre fotografia e arte. O Photo Club Brasileiro promovia cursos, concursos, exposições e excursões. Publicou as revistas <em>Photo Revista do Brasil</em> (1925 – 1926) e <em>Photogramma</em> (1926 – 1931). Também organizava salões anuais, o primeiro deles inaugurado em 4 de julho de 1924, no Liceu de Artes e Ofícios (A<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_05&amp;PagFis=12628" target="_blank">rtigo de Fernando Guerra Duval, na <em>Gazeta de Notícias</em>, 9 de julho de 1924</a>), além de divulgar novas técnicas e estéticas, mantendo correspondência com sociedades internacionais de fotografia. Até o fim da década de 1940, foi uma instituição fundamental na difusão da ideia da fotografia como arte. Uma matéria da revista <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=W00009&amp;PagFis=21691"><em>Para Todos</em>, de 17 de setembro de 1927</a>, sobre a quarta exposição anual do Photo Club, ilustrava essa função primordial da associação. Alguns de seus membros de destaque foram Alberto Friedmann, Barroso Neto, Herminia Borges, João Nogueira Borges, Oscar de Teffé e Silvio Bevilacqua. Foi um reduto do pictorialismo.</p>
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<div id="attachment_32501" style="width: 575px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_03/8639" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32501" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/guerraduval.jpg" alt="Revista da Semana, 28 de outubro de 1933" width="565" height="363" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_03/8639" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 28 de outubro de 1933</a></p></div>
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<p><span style="color: #000000;">Fernando, símbolo de elegância e frequentador dos mais requintados e intelectualizados salões cariocas desde as primeiras décadas do século XX, foi também poeta, ator e barítono. Foi casado com Stella de Carvalho Guerra Duval (1879 – 1971), fundadora da Pró-Matre e também da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, ao lado de <a style="color: #000000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21354" target="_blank">Bertha Lutz  (1894 – 1976)</a> e Jerônima Mesquita (1880 – 1972), dentre outras. </span>Em 1939, era o presidente da Associação dos Artistas Brasileiros, cuja sede era o Palace Hotel. Em 1942, era seu coordenador-geral. Faleceu em novembro de 1959 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/236403/3413" target="_blank"><em>A Rua</em>, 25 de outubro de 1916, última coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830305/7306" target="_blank"><em>Vida Doméstica</em>, junho de 1927</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_06/2501" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 22 e 23 de setembro de 1930, penúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/8497" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 7 de outubro de 1933</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/107670_03/717" target="_blank"><em>O Imparcial</em>, 31 de julho de 1935, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/101087" target="_blank"><em>Fon Fon</em>, 2 de dezembro de 193</a>9; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/95057" target="_blank"><em>O Malho</em>, novembro de 1942</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_06/112562" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 5 de dezembro de 1959, penúltima coluna).</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32572" style="width: 890px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/25532" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32572" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/guerraduval1.jpg" alt="Fernando Guerra Duval é o primeiro em pé, da esquerda pra a direita; e Stella está entada / Fon Fon, 5 de agosto de 1916" width="880" height="538" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/25532" target="_blank">Fernando Guerra Duval é o primeiro em pé, da esquerda pra a direita; e Stella está sentada com a mão no queixo / <em>Fon Fon</em>, 5 de agosto de 1916</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1935, foi realizada a Exposição Fotográfica do Touring Club do Brasil (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/14017" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 14 de dezembro de 1935</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32502" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=025909_03&amp;pagfis=14017" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32502" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/touring.jpg" alt="Revista da Semana, de 1937" width="640" height="484" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=025909_03&amp;pagfis=14017" target="_blank"><em>Revista da Semana,</em> 14 de dezembro de 1935</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1937, realizou-se o Salão Pinturial Fotográfico (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/18962" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 30 de outubro 1937</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32503" style="width: 278px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_03/18962" target="_blank"><img class="wp-image-32503 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/foto.jpg" alt="foto" width="268" height="198" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_03/18962" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 30 de outubro 1937</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1938, foram as seguintes as exposições de fotografia no Palace:</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32581" style="width: 566px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/158550/959" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32581" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/guerraduval5.jpg" alt="Anuário Brasileiro de Literatura, 1939" width="556" height="208" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/158550/959" target="_blank"><em>Anuário Brasileiro de Literatura</em>, 1939</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em outubro de 1939, realização de mais um Salão em Preto e Branco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32585" style="width: 304px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/guerraduval81.jpg"><img class="size-full wp-image-32585" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/guerraduval81.jpg" alt="Revista da Semana, 28 de outubro de 1939" width="294" height="335" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_03/24371" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 28 de outubro de 1939</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No mês seguinte, no dia 4, foi inaugurada a exposição fotográfica de Jorge de Castro (? &#8211; 19?) intitulada <em>Clichês</em>, no Palace Hotel.  Foram exibidas imagens de paisagens rurais, de árvores, de habitações, de recantos poéticos do Rio de Janeiro, além de retratos de pessoas anônimas e também de registros do maestro Villa-Lobos, dos poetas Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira, Murilo Nery e Oswald de Andrade;, dos escritores Anibal Machado, Jorge Amado e José Lins do Rego; da pintora Adagisa Nery, do ministro Gustavo Capanema, dentre outros (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/54861" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 4 de novembro de 1939, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/24509" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 18 de novembro de 1939</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32496" style="width: 274px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_03/24509" target="_blank"><img class="wp-image-32496 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/jorgedecastro1.jpg" alt="jorgedecastro1" width="264" height="347" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_03/24509" target="_blank"><em>Revista da Semana,</em> 18 de novembro de 1939</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em>“Fundamentalmente realista, amando as visões da vida, ele as interpreta, porém, captando o momento e o ângulo rico ou compondo o ambiente em que a realidade capitula diante da luz e se converte numa expressão sugestiva e bela”.</em></p>
<p style="text-align: right;">Mário de Andrade sobre Jorge de Castro na crônica <em>O homem que se achou</em>,</p>
<p style="text-align: right;">1940</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Algumas exposições de pinturas realizadas no Palace Hotel</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32560" style="width: 714px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/12046" target="_blank"><img class=" wp-image-32560" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/belas1.jpg" alt="Revista da Semmana, 24 de julho de 1926" width="704" height="339" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/12046" target="_blank"><em>Revista da Semmana</em>, 24 de julho de 1926</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;">&#8230; <em>como a de artistas da Escola de Paris, trazida ao Brasil, em 1930 por Vicente do Rego Monteiro e Géo-Charle; a exposição de Arquitetura Tropical, em 1933; o Salão dos Novos, em 1926; o Salão de Maio, em 1936; Além das primeiras individuais de Cícero Dias, em 1928; Ismael Nery, Portinari e Tarcila do Amaral, em 1929; Bruno Lechovski, em 1931; e outras de Scliar, Segall, Armando Viana, Waldemar da Costa, Kaminagai, Nivouliés de Pierrefort, Manuel Constantino, Colette Pujol, Dimitri Ismailovitch etc. Na década de 50, o Palace Hotel seguia realizando exposições, porém menos significativas e provavelmente sem o aval da Associação dos Artistas Brasileiros.</em></span></p>
<p style="text-align: right;"><em>Cronologia das Artes Plásticas no Brasil 1816-1994</em></p>
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<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32555" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/foujita.jpg"><img class=" wp-image-32555" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/foujita.jpg" alt="De Ismael Nery, Exposição Foujita no Palace Hotel - 1931" width="700" height="563" /></a><p class="wp-caption-text">De Ismael Nery, Exposição Foujita no Palace Hotel &#8211; 1931</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O primeiro registro de uma exposição realizada no Palace é de 1923 quando Sylvia Meyer (1889 &#8211; 1955) mostrou, em um de seus salões, retratos em pastel que foram muito bem recebidos pela crítica e pelo público. Foi sua primeira exposição individual. Voltou a expor no Palace Hotel, em 1932, e a poetisa e feminista Anna Amélia Carneiro de Mendonça (1896 &#8211; 1971), uma das organizadoras do I Salão de Arte Feminina, em 1931, escreveu uma crítica muito favorável à artista (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093718_01/11840" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 9 de outubro de 1932, primeira coluna)</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32584" style="width: 545px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/6207" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32584" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/guerraduval8.jpg" alt="Revista da Semana, 8 de outubro de 1932" width="535" height="349" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/6207" target="_blank">Exposição de Sylvia Meyer, em 1932<em> / Revista da Semana</em>, 8 de outubro de 1932</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A partir de 1929, o Palace Hotel sediou muitas exposições sob o patrocínio da Associação dos Artistas Brasileiros (AAB), fundada por iniciativa dos artistas plásticos e irmãos Armando e Mário Navarro Costa, e pelo jornalista, escritor, dramaturgo, professor, historiador e crítico de arte Celso Kelly (1906 &#8211; 1979). A Associação dos Artistas Brasileiros surgiu a partir do convívio de artistas plásticos dos mais variados ramos durante o 1º Salão dos Artistas Brasileiros, sediado no salão nobre da Biblioteca Nacional, em 1928. Sua sede, após passar pelo Liceu e Artes e Ofícios e pelo Teatro Cassino, passou a ser, em fins de 1929, o Palace Hotel, onde promoveu exposições antológicas.</p>
<p>Além das já citadas exposições, o Palace Hotel também recebeu, em 1927, uma exposição conjunta de Oswaldo Goeldi (1895 &#8211; 1961) com o príncipe russo Paulo Gagarin (1885 &#8211; 1980); de Tarsila do Amaral (1886 &#8211; 1973), em 1929; de Gilberto Trompovski (1908 &#8211; 1982), em 1930; de Levino Fânzeres (1884 &#8211; 1956), em 1931; de Haydéa (1896 &#8211; 1980) e Manoel Santiago (1897 &#8211; 1987) e de Eugenio Latour (1874 &#8211; 1942), em 1932; de Hernani do Irajá (1895 &#8211; 1969), de Georgina de Albuquerque (1895 &#8211; 1962), de Olga Mary (1891 &#8211; 1963) e Raul Pedrosa (1892 &#8211; 1962), de Oswaldo Teixeira (1905 &#8211; 1974) e do francês Marcel Féguide (1888 &#8211; 1968), em 1933; do retratista português Henrique Medina (1901 &#8211; 1988), do polonês Konstanty Brandel (1880 &#8211; 1970), do italiano José Boscagly (1862 &#8211; 1945), em 1935; de alunos de Cândido Portinari (1903 &#8211; 1962), em 1936; de Alberto da Veiga Guignard (1896 &#8211; 1962), de Sarah Villela de Figueiredo (1903 &#8211; 1958), em 1938; dentre inúmeras outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32561" style="width: 384px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/124451/24493" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32561" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/tarsila.jpg" alt="Retrato de Tarsila do Amaral que ilustrou a capa do catálogo de sua exposição realizada enre 20 e 30 de julho de 1929, no Palace Hotel / Paratodos, 1928" width="374" height="466" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/124451/24493" target="_blank">Retrato de Tarsila do Amaral por ela mesma, que ilustrou a capa do catálogo de sua exposição realizada entre 20 e 30 de julho de 1929, no Palace Hotel / <em>Paratodos,</em> 11 de agosto de 1928</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A já mencionada exposição organizada por Vicente do Rego Monteiro (1899 &#8211; 1970), foi a primeira mostra de arte moderna europeia na América do Sul e congregou obras de artistas do calibre de Fernand Léger (1881 &#8211; 1955), Georges Braque (1882 &#8211; 1963), Pablo Picasso (1881 &#8211; 1973) e Raoul Dufy (1877 &#8211; 1953).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32486" style="width: 629px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/exposição1.jpg"><img class="wp-image-32486" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/exposição1.jpg" alt="Expoisção de Haydéa e Manoel Santiago no Palace Hotel / Revista da Semana, de 1932" width="619" height="410" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/5189" target="_blank">Exposição de Haydéa e Manoel Santiago no Palace Hotel / Revista da Semana, 16 de abril de 1932</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32487" style="width: 709px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/5570" target="_blank"><img class=" wp-image-32487" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/exposição2.jpg" alt="Exposição de Eugenio Latour no Palace Hotel / Revista da Semana, 18 de junho de 1932" width="699" height="281" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/5570" target="_blank">Exposição de Eugenio Latour no Palace Hotel /<em> Revista da Semana</em>, 18 de junho de 1932</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi também no Palace Hotel que o mundialmente famoso arquiteto norte-americano Frank Lloyd Wright (1867 &#8211; 1959) proferiu sua  última palestra da temporada que passou no Rio de Janeiro, entre 2 e 24 de outubro de 1931.</p>
<p>Segundo Adriana Marta Irigoyen de Toucedo:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/arquiteto.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-32491" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/arquiteto.jpg" alt="arquiteto" width="450" height="240" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Palace Hotel foi personagem de uma das poesias do grande Manuel Bandeira que revelou, em uma entrevista ao cronista Paulo Mendes Campos (1922 &#8211; 1991), publicada na <em>Revista Província de São Pedro</em>, em 1949, que ela referia-se à <em>Lembrança de uma farra de Carnaval com Cícero Dias no saguão do Palace Hotel</em>. <em>Rondó do Palace Hotel </em>foi publicada no livro <em>Estrela da Manhã</em> (1936).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32479" style="width: 646px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://vejario.abril.com.br/cidade/palace-hotel-alerta-preservacao-patrimonio-cultural/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32479" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/exposição.jpg" alt="Cândido Portinari, Antônio Bento, Mário de Andrade e Rodrigo de Mello Franco na exposição de Portinari no Palace Hotel, década de 1930 / Acervo Projeto Portinari" width="636" height="402" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://vejario.abril.com.br/cidade/palace-hotel-alerta-preservacao-patrimonio-cultural/" target="_blank">Cândido Portinari, Antônio Bento, Mário de Andrade e Rodrigo Mello Franco de Andrade na exposição de Portinari no Palace Hotel, década de 1930 / Acervo Projeto Portinari</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Rondó do Palace Hotel</strong></em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;">por Manuel Bandeira</span></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;">No hall do Palace o pintor</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">Cícero Dias entre o Pão</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">De Açúcar e um caixão de enterro</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">(É um rei andrógino que enterram?)</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">Toca um jazz de pandeiro com a mão que o Blaise Cendrars perdeu na guerra.</span></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;">Deus do céu, que alucinação!</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">Há uma criatura tão bonita</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">Que até os olhos parecem nus:</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">Nossa Senhora da Prostituição!</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">-“Garçom, cinco martínis!” Os</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">Adolescentes cheiram éter</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">No hall do Palace.</span></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;">Aqui ninguém dá atenção aos préstitos</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">(Passa um clangor de clubes lá fora):</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">Aqui dança-se, canta-se, fala-se</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">E bebe-se incessantemente</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">Para esquecer a dor daquilo</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">Por alguém que não está presente</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">No hall do Palace.</span></em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000000;"><span style="color: #800000;">Andrea C.T. Wanderley</span></span></p>
<p style="text-align: left;">Editora e Pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>BULCÃO, Clóvis. <em>Os Guinle: a história de uma dinastia</em>. Rio de Janeiro : Intrínseca, 2015.</p>
<p>BATISTA, Antonio José de Sena. <a href="https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/34834/34834_6.PDF" target="_blank"><em>Arquitetos sem halo: a ação dos escritórios M.M.M.Roberto e Henrique Mindlin Arquitetos Associados</em>.</a> Tese apresentada ao Programa de Pós-graduação em História Social da Cultura, do Departamento de História da PUC-Rio, como requisito parcial para obtenção do título de Doutor em História, março de 2013.</p>
<p>CATTAN, Roberto Correia de Mello.<a href="https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/5103/5103_6.PDF" target="_blank"> <em>A Família Guinle e a Arquitetura do Rio de Janeiro Um capítulo do ecletismo carioca nas duas primeiras décadas do novecentos. </em></a>Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em História do Departamento de História da PUC-Rio, novembro de 2013.</p>
<p>CAVALCANTI, Lauro, org., <em>Quando o Brasil Era Moderno Artes plásticas no Rio de Janeiro 1905-1960</em>, Rio de Janeiro : Aeroplano Editora, 2001.</p>
<p>COSTA, Helouise. <em>Pictorialismo e Imprensa: O Caso da Revista O Cruzeiro (1928-1932)</em>. In: FABRIS, Annateresa (org.).<em> Fotografia:  Usos e Funções no Século XIX</em>. 2 ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2008. (Texto &amp; Arte, 3).</p>
<p><a href="http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>MARCHESAN, Luiz Gonzaga. <a href="http://anpoll.org.br/eventos/enanpoll2018/wp-content/uploads/2018/06/LMarchezan.pdf" target="_blank">Antonio Cândido na revista <strong>Texto</strong></a>.</p>
<p>MENDES, Ricardo org.<a href="http://www.fotoplus.com/antologia/img/antologia-brasil-1890-1930-internet.pdf" target="_blank"><em> Pensamento crítico em fotografia &#8211; Antologia Brasil &#8211; 1890 &#8211; 1930</em></a>. FUNARTE, 2013.</p>
<p>MORAES, Frederico. <em>Cronologia das Artes Plásticas no Brasil 1816-1994</em>. Rio de Janeiro : Topbooks, 2001.</p>
<p><a href="https://www.clubenaval.org.br/novo/?q=Sobre-o-Clube-Naval" target="_blank">Site Clube Naval</a></p>
<p><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/palace-hotel/" target="_blank">Site Estilos Arquitetônicos</a></p>
<p><a href="http://www.inepac.rj.gov.br/index.php/bens_tombados/detalhar/256" target="_blank">Site Inepac</a></p>
<p>SOARES, Débora Poncio. <a href="https://pantheon.ufrj.br/bitstream/11422/14979/1/DPSoares.pdf" target="_blank"><em>ENTRE APAGAMENTOS E LEMBRANÇAS: A artista Sylvia Meyer (1889 &#8211; 1955)</em></a>. Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, como parte dos requisitos necessários à obtenção do grau de bacharel em História da Arte, 2021.</p>
<p>TOUCEDO, Adriana Marta Irigoyen de. <a href="https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/18/18131/tde-22092022-110720/publico/Touceda_Adriana_mestrado.pdf" target="_blank"><em>Frank Lloyd Wright e o Brasil</em></a>.  Dissertação de Mestrado &#8211; Escola de Engenharia de São Carlos &#8211; Universidade de São Paulo, 2000.</p>
<p>XAVIER, Roger Ferreira. <em><a href="http://www.repositorio-bc.unirio.br:8080/xmlui/bitstream/handle/unirio/13276/rogerxavierdissertacao.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y" target="_blank">Os comediantes: da gênese à formulação do teatro do futuro (1938-1942)</a>.</em> Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, como parte dos requisitos necessários para a obtenção do Título de Mestre em Artes Cênicas. Linha de Pesquisa: História e Historiografia do Teatro e das Artes</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=f3BfL2X_7vM" target="_blank">Youtube &#8211; O LUXUOSO PALACE HOTEL DOS PRESIDENTES E ARTISTAS MODERNISTAS</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Links para os outros artigos da Série O Rio de Janeiro desaparecido</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">Série</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> O Rio de Janeiro desaparecido </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">I</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> </a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">- </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><em>Salas de cinema do Rio de Janeiro do início do século XX</em></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><strong>, </strong>de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de fevereiro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>II<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621"><i>A Exposição Nacional de 1908 na Coleção Família Passos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">, de autoria de Carla Costa, historiadora do Museu da República, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 5 de abril de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6248" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> III – <i>O Palácio Monroe</i>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 9 de novembro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9138" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>IV<em> -</em><em> </em><i>A via elevada da Perimetral<strong>,</strong></i> de autoria da historiadora Beatriz Kushnir, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2017.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>V<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>, Ferrez, Malta e Charles Dunlop<strong>, </strong>d</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">e autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de julho de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i>O primeiro Palácio da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de setembro de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i>O Morro de Santo Antônio na Casa de Oswaldo Cruz</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">de autoria de historiador Ricardo Augusto dos Santos da Casa de Oswaldo Cruz</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 5 de fevereiro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VIII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i>A demolição do Morro do Castelo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 30 de abril de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>IX<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i>Estrada de Ferro Central do Brasil: estação e trilhos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de novembro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>X<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i>No Dia dos Namorados, um pouco da história do Pavilhão Mourisco em Botafogo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de junho de 2020.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>XI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i>A Estrada de Ferro do Corcovado e o</i> <i>mirante Chapéu de Sol</i>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 22 de julho de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25489">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>XII <i>– o Teatro Lírico (Theatro Lyrico),</i> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 15 de setembro de 2021</a>.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25759" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIII<em> – O Convento da Ajuda</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de outubro de 202</a>1.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25175" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIV<em> – </em>O<em> Conselho Municipal</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de novembro de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25474" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XV<em> – A Praia de Santa Luzia no primeiro dia do verão</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 21 de dezembro de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26333">Série<em> O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVI &#8211; <em>O prédio da Academia Imperial de Belas Artes</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, publicado na Brasiliana Fotográfica em 13 de janeiro de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26587" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XVII<em> – Igreja São Pedro dos Clérigos</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 18 de março de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27390" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVIII &#8211; <em>A Praça Onze</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de abril de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27549" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XIX &#8211; <em>A Igrejinha de Copacabana</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2022.</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27622" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XX &#8211; <em>O Pavilhão dos Estados, futuro prédio do Ministério da Agricultura</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de julho de 2022.</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27670%20" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXI &#8211; <em>O Chafariz do Largo da Carioca</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de setembro de 2022. </a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29820" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXII &#8211; <em>A Cadeia Velha que deu lugar ao Palácio Tiradentes</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 11 de abril de 2023</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIII e </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank"><em>Avenidas e ruas do Brasil</em> XVII </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">- <em>A Praia e a Rua do Russel, na Glória</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 15 de maio de 2023</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34365" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D34365&amp;source=gmail&amp;ust=1702655036919000&amp;usg=AOvVaw3b3Tx7K9JhoBwFxL6ka8RZ">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVI &#8211; <em>Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo por Augusto Malta,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 14 de dezembro de 2023</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32431" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVII e Série <em>Os arquitetos do Rio de Janeiro</em> V &#8211; <em>O Jockey Club e o Derby Club, na Avenida Rio Branco e o arquiteto Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920)</em>, de autoria de Andrea c. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, em 15 de janeiro de 2024</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Outros artigos publicados na Brasiliana Fotográfica sobre hotéis</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline; color: #800000;"><a style="color: #800000; text-decoration: underline;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2950" target="_blank"><em>Hotéis do século XIX e do início do século XX no Brasil</em>, publicado em 5 de novembro de 2015 , de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica.</a></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline; color: #800000;"><a style="color: #800000; text-decoration: underline;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2950" target="_blank"><em>O Hotel Glória – antes e depois</em>, publicado em 21 de dezembro de 2017, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica.</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18036" target="_blank"><span style="color: #800000; text-decoration: underline;"><em>Copacabana Palace, símbolo do glamour carioca</em>, publicado em 13 de agosto de 2020, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica.</span></a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=28263" target="_blank"><span style="color: #800000; text-decoration: underline;"><em>O Hotel Pharoux por Revert Henrique Klumb</em>, publicado em 15 de junho de 2022, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica.</span></a></span></p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32203"><span style="color: #800000; text-decoration: underline;"><em>O centenário do Copacabana Palace, quintessência do “glamour” carioca, e seu criador, o arquiteto francês Joseph Gir</em>e, publicado em 13 de agosto de 2023, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica.</span></a></p>
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		<title>O &#8220;artista fotógrafo&#8221; Louis Piereck (1880 &#8211; 1931)</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2020 13:13:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O fotógrafo Louis Jacques Piereck (1880- 1931) é o autor do retrato destacado no sexto artigo da série "Feministas, graças a Deus", sobre Júlia Medeiros (1896 - 1972), publicado na Brasiliana Fotográfica, em 12 de dezembro de 2020. De origem austríaca e nascido em Campinas, ele atuou no Recife, entre fins do século XIX e nas primeiras décadas do XX. Considerado talentoso, tinha muito prestígio na sociedade pernambucana e em seu estabelecimento, a Photographia Piereck, eram produzidos "os mais perfeitos trabalhos". Sua especialidade eram "retratos, grupos de criança e o bello sexo".  É de sua autoria o último retrato de João Pessoa (1878 - 1930), produzido em seu ateliê no dia do assassinato do político. Assim como Júlia de Medeiros, Piereck também teve um fim de vida trágico: suicidou-se, em 1931, ingerindo uma alta dose de oxianureto de mercúrio, em sua residência.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>O &#8220;artista fotógrafo&#8221; Louis Piereck (1880 &#8211; 1931)</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20488" style="width: 234px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/49681" target="_blank"><img class="wp-image-20488 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/piereck.jpg" alt="Louis Piereck / Jornal Pequeno, 20 de novembro de 1931" width="224" height="437" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/49681" target="_blank">Louis Piereck / <em>Jornal Pequeno</em>, 20 de novembro de 1931</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">O fotógrafo Louis Jacques Piereck (1880- 1931) é o autor do retrato destacado no <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16746" target="_blank">sexto artigo da série &#8220;Feministas, graças a Deus&#8221;, sobre Júlia Medeiros (1896 &#8211; 1972)</a>, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 9 de dezembro de 2020. De origem austríaca e nascido em Campinas, em 13 de outubro de 1880, ele atuou no <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4622" target="_blank">Recife</a>, entre fins do século XIX e nas primeiras décadas do XX. <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=15822" target="_blank">Pernambuco</a>, a partir da década de 1850, com a chegada de vários fotógrafos estrangeiros e o estabelecimento de diversos ateliês fotográficos, tornou-se uma referência importante na história da fotografia no Brasil. Piereck foi contemporâneo do português <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9800" target="_blank">Francisco du Bocage (1860 &#8211; 1919)</a> e do pernambucano <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16353" target="_blank">Manoel Tondella (1861 &#8211; 1921)</a>, dentre outros. Considerado talentoso, tinha muito prestígio na sociedade pernambucana e, em seu estabelecimento, a Photographia Piereck, eram produzidos &#8220;<em>os mais perfeitos trabalhos</em>&#8220;. Anunciava como sua especialidade &#8220;<em>retratos, grupos de criança e o bello sexo</em>&#8220;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_22201" style="width: 527px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8445" target="_blank"><img class="wp-image-22201" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/moçalinda.jpg" alt="moçalinda" width="517" height="417" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8445" target="_blank">Louis Piereck. Maria dos Anjos Correia de Araújo, s/d. Usina Timboassú, Escada, Pernambuco / Acervo Fundação Joaquim Nabuco</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muito provavelmente Louis aprendeu seu ofício de fotógrafo convivendo com profissionais em estabelecimentos fotográficos onde seu pai, o pintor acadêmico austríaco Ferdinand (Fernando) Piereck (1844 &#8211; 1925), trabalhou como, por exemplo, os ateliês de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21156" target="_blank">Henrique Rosén (1840 &#8211; 1892)</a>, em Campinas; <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1138" target="_blank">Alberto Henschel (1827 &#8211; 1882)</a>, no Recife; e o de Carlos Hoenen (18? &#8211; ?), em São Paulo. Em 1870, Ferdinand esteve pela primeira vez no Brasil, onde todos os seus cinco filhos, que teve com a tcheca Elizabeth Taussig (1855 &#8211; 19?), nasceram: Wilhelmine Ernestine (Guilhermina Christiani) (1878 &#8211; 19?), Ferdinand Junior (1879 &#8211; ?), Louis (1880 &#8211; 1931), Babette (Elizabeth White) (1881 &#8211; 19?) e Laura Correia (1882 &#8211; 19?). Naturalizou-se brasileiro em 1896. A motivação de sua vinda para o Brasil é incerta. Teria vindo atraido pela natureza tropical? À procura de uma clientela desejosa de que sua prosperidade fosse retratada?</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 684px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8450" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8450/fr_005680.JPG.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="" width="674" height="512" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8450" target="_blank">Antônio Jovino da Fonseca, negociante de açúcar, Maria Fausta Jovino da Fonseca, s/d. Recife, Pernambuco / Acervo Fundação Joaquim Nabuco</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1904, após uma estadia na Europa, Louis Piereck avisava a amigos, a antigos fregueses e ao público em geral que seu ateliê, a Photographia Piereck, no número 54 da rua dr. Rosa e Silva <strong>(1)</strong>, antiga rua da Imperatriz, no Recife, tinha todos os <em>requisitos necessários a fim de bem servi-los</em> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/6934" target="_blank">(<em>Jornal Pequeno</em>, 30 de abril de 1904, primeira coluna</a>). Era o mesmo endereço onde havia se localizado o ateliê do fotógrafo Flosculo de Magalhães (18? &#8211; 19?).</p>
<p>Casou-se, no Recife, com Hermínia Bastos Tigre (? &#8211; 1949), em 31 de janeiro de 1907, e tiveram cinco filhos, Luiz (c. 1907 &#8211; 1923), Edgard (1909 &#8211; 1993), Carmelita (19? -19?) &#8211; que faleceu ainda criança de crupe em uma das viagens da família à Europa -, Helena (19? &#8211; 19?) e Hermínia (Baby) (1916 &#8211; 1987) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/9009" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 31 de janeiro de 1907, quarta coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Louis Piereck conquistou o Grande Prêmio na <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621" target="_blank">Exposição Nacional de 1908 </a>e medalhas de ouro na Exposição Internacional de Bruxelas de 1910, na Exposição Internacional de Turim de 1911, na Exposição Internacional do Trabalho de Milão de 1915, e na Exposição Internacional do Centenário da Independência, no Rio de Janeiro, em 1922. Seu estabelecimento fotográfico era uma <em>Casa honrada com a preferência da alta sociedade pernambucana, </em>onde além de produzir e expor fotografias, Piereck vendia equipamentos fotográficos. Frequentemente ia à Europa, de onde trazia as &#8220;<em>novidades da arte</em>&#8220;.</p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/15677" target="_blank"><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Essa conhecida casa, de que é proprietário o habilíssimo e competente artista sr. Luiz Piereck, acaba de ser dotada de importantes melhoramentos e novidades da arte, tonando-se desta sorte o principal estabelecimento do gênero desta capital&#8221;</em></span></a></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/15677" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 20 de fevereiro de 1913</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Photographia Piereck também foi palco de exposições de artistas plásticos como Vicente do Rego Monteiro (1899 &#8211; 1970), que se tornaria um pintor de renome internacional, e do chargista e caricaturista paraibano Fausto Silvério Monteiro, (? &#8211; 1935), o <em>Fininho,</em> pioneiro nas produções de materiais gráficos do cinema pernambucano (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/53" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 7 de janeiro de 1920, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/7100" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 27 de agosto de 1922, quinta coluna</a>).</p>
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<div style="width: 535px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8440" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8440/fr_000148.JPG.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="525" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8440" target="_blank">Louis Piereck. Feliciana dos Santos Dias, s/d. Recife, Pernambuco / Acervo Fundaj</a></p></div>
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<p><strong><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=piereck&amp;submit=Ir" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de Louis Piereck disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></span></strong></p>
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<p style="text-align: left;">Cerca de um ano antes de sua morte, Piereck foi o responsável pela última fotografia do então governador da Paraíba, João Pessoa  (1878 &#8211; 1930) que, no dia em que foi assassinado, 26 de julho de 1930, pelo jornalista João Dantas (1888 &#8211; 1930), no Recife, esteve na Photographia Piereck, <em>onde tirou novas fotografias a fim de atender a pedidos que constantemente lhe eram feitos por jornalistas, amigos e parentes. </em>O governador estava com o ex-deputado e futuro governador de Pernambuco, Agamenon Magalhães (1893 &#8211; 1952), e com o jornalista Caio Lima Cavalcanti (1898 &#8211; 1975). Piereck era grande admirador de Pessoa e, segundo noticiado no <em>Correio da Manhã</em>,<em> </em>o encontro dos dois se deu com grande emoção. O assassinato é considerado um dos estopins da Revolução de 30.</p>
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<div id="attachment_20493" style="width: 432px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/tede/5954/1/arquivo%20total.pdf" target="_blank"><img class="wp-image-20493 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/união1.jpg" alt="O último retrato de João Pessoa / Primeira página do jornal A União (PB), 2 de agosto de 1930" width="422" height="545" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/tede/5954/1/arquivo%20total.pdf" target="_blank">O último retrato de João Pessoa, produzido por Piereck horas antes do assassinato do político, em 26 de julho de 1930, no Recife / Primeira página do jornal <em>A União</em> (PB), 2 de agosto de 1930</a></p></div>
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<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=uxUygBfSsu0" target="_blank">Link para o Hino a João Pessoa (o político), composto por Eduardo Souto e Oswaldo Santiago, cantado por Francisco Alves</a></p>
<p>O assassino de João Pessoa, João Dantas, e o engenheiro Augusto Caldas, seu cunhado, foram presos na Casa de Detenção do Recife, onde foram encontrados mortos em 6 de outubro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_11/2049" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 7 de outubro de 1930, primeira coluna</a>). O motivo oficial das morte foi suicídio mas, anos depois, a descoberta de registros fotográficos produzidos por Piereck contribuíram para desacreditar essa versão.</p>
<p>Assim como Júlia de Medeiros, Louis Piereck teve um fim de vida trágico: suicidou-se, em 1931, ingerindo uma alta dose de oxianureto de mercúrio. Ele era viciado em jogo e havia perdido seu patrimônio em corridas de cavalo.</p>
<p>Além da fotografia de Júlia, que pertence ao acervo do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8204" target="_blank">Arquivo Nacional</a>, a Brasiliana Fotográfica disponibiliza 12 imagens produzidas por Piereck que pertencem ao acervo da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16353" target="_blank">Fundação Joaquim Nabuco</a>. Ambas são instituições parceiras do portal.</p>
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<p style="text-align: center;"> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/12503"><img class="alignnone size-full wp-image-20525" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/assinatura.jpg" alt="assinatura" width="392" height="52" /></a></p>
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<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #993300;"><strong>Cronologia de Louis Piereck (1880 &#8211; 1931)</strong></span></em></p>
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<div id="attachment_20745" style="width: 345px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-20745" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/louis.jpg" alt="O fotógrafo Louis Piereck / Blog de Fernando Machado" width="335" height="441" /><p class="wp-caption-text">O fotógrafo Louis Piereck / Acervo da família Piereck</p></div>
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<p><span style="color: #800000;"><strong>1844</strong></span> &#8211; Em Viena, na Áustria, nascimento do pintor Ferdinand (Fernando) Piereck (1844 &#8211; 1925), pai de Louis, em 10 de setembro.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1870</strong></span> &#8211; Em 15 de outubro, Ferdinand chegou ao Rio de Janeiro, a bordo do paquete francês <em>Amazone</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_06/1461" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 16 de outubro de 1870, sexta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1875</strong> </span>- Em Viena, em 13 de março, casamento de Ferdinand com Elizabeth Taussig (05/11/1855 &#8211; ?), nascida em Praga, de origem judaica. Os dois primeiros filhos do casal, Wilhelmine Ernestine (Guilhermina Christiani) (1878 &#8211; 19?) e Ferdinand Junior (1879 &#8211; ?), nasceram em Pernambuco. O fotógrafo Louis (1880 &#8211; 1931), Babette (Elizabeth White) (1881 &#8211; 19?) e Laura Correia (1882 &#8211; 19?), em São Paulo.</p>
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<div id="attachment_21081" style="width: 586px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/família-piereck.jpg"><img class="size-large wp-image-21081" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/família-piereck-576x1024.jpg" alt="Louis Piereck. Ferdiand e Elizabeth Piereck com três filhos de Louis Piereck: Louis, Edgard e Hermínia (Baby), c. 19?" width="576" height="1024" /></a><p class="wp-caption-text">Ferdinand e Elizabeth Piereck e três de seu netos: Louis, Edgard e Hermínia (Baby), fotografados por Louis Piereck em torno de 1920/ Acervo da família Piereck</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1876</strong></span> &#8211; Ferdinand partiu do Rio de Janeiro para Pernambuco (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/369381/2004" target="_blank"><em>O Globo</em>, 1º de janeiro de 1876, quinta coluna</a>). Foi contratado para trabalhar na Photographia Allemã de  <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1138" target="_blank">Alberto Henschel (1827 &#8211; 1882)</a> no Recife (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/11377" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 14 de janeiro de 1876</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1877</strong></span> &#8211; Ferdinand  foi contratado para ser o responsável pela pela policromia das fotopinturas a óleo e aquarela da Photographia Allemã, de Carlos Hoenen (18?-?), inaugurada em 1º de setembro de 1875, na rua do Carmo, 74, em São Paulo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_03/6324" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 31 de agosto de 1875, última coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_03/8865" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 23 de novembro de 1877</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1878</strong></span> &#8211; Ferdinand ainda trabalhava no estabelecimento de Hoenen (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_03/9646" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 30 de julho de 1878)</a> e foi, muito provavelmente, o autor da pintura do teto de um dos cômodos do Grande Hotel, da Rua São Bento (<a href="http://docvirt.com/DocReader.net/RevIPHAN/3391" target="_blank"><em>Revista do IPHAN</em>, nº 10, 1946)</a>, de propriedade de dois comerciantes: o teuto-suíço Frederico Glette (? &#8211; 1886) e o alsaciano Victor Nothmann (? &#8211; 1905).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_21108" style="width: 695px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_03/9357" target="_blank"><img class="size-full wp-image-21108" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/embelezamento.jpg" alt="Província, 30 de maio de 1878" width="685" height="179" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_03/9357" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 30 de abril  de 1878</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi também o autor de uma pintura de tema religioso realizada para a Igreja da Penha (<em>A Província de São Paulo</em>, 28 de julho de 1878).</p>
<p>Transferiu-se para Campinas, onde trabalhou no ateliê Photographia Campinense, do sueco <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21156" target="_blank">Henrique Rosén (1840 &#8211; 1892), n</a>a época o mais importante fotógrafo do interior paulista, que, posteriormente, em janeiro de 1890, foi nomeado cônsul do Brasil da Suécia e da Noruega (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/873934/263" target="_blank"><em>Relatório do Ministério das Relações Exteriores</em>, 1891</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_01/284" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 12 de junho de 1891, primeira coluna</a>). A expansão cafeeira no oeste paulista fez com que vários fazendeiros alojassem em suas casas artistas que retratavam suas famílias. Ferdinand pintou diversos barões do café e, neste ano, pintou o retrato de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7183" target="_blank">dom Pedro II</a>, que está no casarão da Fazenda  Pinhal, em São Carlos, São Paulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_21077" style="width: 494px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.casadopinhal.com.br/search_iconograficos/view?id=385" target="_blank"><img class="wp-image-21077 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/pedro.jpg" alt="Dom Pedro II, pintura de Ferdinand Piereck, 1878" width="484" height="520" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://www.casadopinhal.com.br/search_iconograficos/view?id=385" target="_blank">Dom Pedro II, por Ferdinand Piereck, 187</a>8</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sua primeira filha, Wilhelmine (Guilhermina) (1878 -?), nasceu em Pernambuco.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1879</strong></span> &#8211; Nascimento do segundo filho do casal Ferdinand e Elizabeth, Ferdinand Junior, em Pernambuco.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1880</strong></span> &#8211; Nascimento de Louis Piereck, em 13 de outubro, em Campinas <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/29503">(<em>Jornal Pequeno</em>, 13 de outubro de 1919, terceira coluna</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/89094"> <em>Jornal do Recife</em>, 13 de outubro de 1923, primeira coluna</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/89094"> <em>Diário de Pernambuco</em>, 14 de outubro de  1930, sexta coluna</a>). Algumas fontes informam o ano de nascimento 1878, e, por vezes, indicam como local de seu nascimento a Áustria ou a Suíça, mas documentação enviada da Áustria para familiares do fotógrafo apontam 1880 e Campinas como o ano e o local corretos do nascimento do fotógrafo.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong> 1881 &#8211; 1882</strong></span> &#8211; Em São Paulo, nascimento dos últimos filhos do casal Ferdinand e Elizabeth: Elizabeth (Babette) (1881 &#8211; 19?) e Laura (1882 &#8211; 19?) .</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1886</strong> </span>- Ferdinand Piereck, que havia voltado de Viena, foi contratado pela Photographia Allemã, de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1138" target="_blank">Albert Henschel (1827 &#8211; 1882)</a>, localizada na rua do Barão da Vitória, nº 52, no Recife. O gerente do estabelecimento era o também austríaco Constantino Barza (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/23652" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 3 de março de 1886)</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_21085" style="width: 198px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/705110/23652" target="_blank"><img class="size-full wp-image-21085" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/barza.jpg" alt="Jornal do Recife, 3 de março de 1886" width="188" height="367" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/705110/23652" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 3 de março de 1886</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1887</strong></span> &#8211; Segundo passaporte emitido na Áustria, em 16 de abril de 1887, para Ferdinand (Fernando) Piereck, com validade de três anos, ele estava em Viena, e viria ainda naquele ano para o Brasil. Aqui, após ter visitado as <em>principais galerias</em> durante sua viagem, voltou a trabalhar na Photographia Allemã, ficando encarregado dos retratos a óleo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/25177" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 26 de maio de 1887, quarta coluna)</a>.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1892</strong></span> &#8211; De acordo com propaganda veiculada em 1910, a fundação do ateliê fotográfico de Louis Piereck teria ocorrido neste ano (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/12503" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 14 de novembro de 1910</a>). Em janeiro de 1892, foi inaugurada a Photographia Brazil, de Flosculo de Magalhães (18? &#8211; 19?),  na rua da Imperatriz 54 A (que em 1895 passou a chamar-se rua dr. Rosa e Silva), primeiro estabelecimento do gênero no bairro da Boavista (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/30463" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 6 de janeiro de 1892, terceira coluna</a>). Em 1901, 1902 e 1903 continuava a funcionar no mesmo endereço. Flosculo mudou-se, em 1904, com a família para o Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/11047" target="_blank"><em>A Província</em>, 6 de novembro de 1901, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/11367" target="_blank"><em>A Província</em>, 21 de janeiro de 1902, penúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/14591" target="_blank">A Província, 30 de janeiro de 1904, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/15865" target="_blank"><em>A Província</em>, 1º de setembro de 1904, segunda coluna)</a>. É o mesmo endereço que, a partir de 1904, foi anunciado como o da Photographia Piereck <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/6934" target="_blank">(<em>Jornal Pequeno</em>, 30 de abril de 1904, primeira coluna</a>). Teriam os fotógrafos trabalhado juntos ou Piereck teria sucedido Flosculo no mesmo endereço?</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1895</strong></span> &#8211; Louis enviou um cartão de felicitações a sra. H. Barza. Seria uma parente de Constantino Barza (18? &#8211; ?), que havia sido o gerente da Photographia Allemã, de Henschel (1827 &#8211; 1882)? (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/35955" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 1º de novembro de 1895, terceira coluna</a>.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1896</strong> </span>- Seu pai, Ferdinand (Fernando) Piereck, naturalizou-se brasileiro, em 22 de maio de 1896 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_03/14231"><em>Gazeta de Notícias</em>, 25 de maio de 1896, quinta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1899</strong> </span>- Fazia parte de um Club de Photographia que distribuiu prêmios durante o ano de 1899 e 1900. O primeiro sorteio premiou o sócio Tito Rosas e o segundo, Alfredo Garcia (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/1130" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 2 de janeiro de 1899, terceira coluna</a>).</p>
<p>Morava no Entroncamento nº 37 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/41073" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 30 de julho de 1899, sexta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1900</strong> </span>- Possuía um estabelecimento fotográfico, em Campina Grande, na Paraíba.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1904</strong></span> &#8211; Seu estabelecimento fotográfico, a Photographia Piereck, ficava no número 54 A  da rua dr. Rosa e Silva <strong>(1)</strong>, antiga rua da Imperatriz, no Recife, mesmo endereço onde havia se localizado anteriormente o ateliê do fotógrafo Flosculo de Magalhães (18? &#8211; 19?). Foi anunciado que Piereck havia chegado há pouco da Europa onde havia se dedicado com esmero à arte fotográfica. Avisava a amigos, a antigos fregueses e ao público em geral que seu ateliê tinha todos os <em>requisitos necessários a fim de bem servi-los</em> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/6934" target="_blank">(<em>Jornal Pequeno</em>, 30 de abril de 1904, primeira coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_20496" style="width: 768px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_08/5275" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20496" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/estabelecimento.jpg" alt="Diário de Pernambuco, 7 de maio de 1904" width="758" height="311" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_08/5275" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 7 de maio de 1904</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na mesma rua dr. Rosa e Silva, no número 39, ficava a Modern Photograph, de Manoel Ribeiro Filho (18? &#8211; 19?) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_08/5013" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 20 de fevereiro de 1904, terceira coluna</a>).</p>
<p>Piereck retratou a atriz e cantora Vittorina Cesana (1896? &#8211; 19?) caracterizada para o papel de militar da opereta <em>Os 28 dias de Clarinha</em>. Durante a apresentação da peça, no Teatro Santa Izabel, no Recife, esta fotografia foi distribuida aos espectadores (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/7192" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 21 de julho de 1904, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_08/5523" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 23 de julho de 1904, penúltima coluna</a>).</p>
<p>Na Photographia Piereck e na Maison Chic estavam sendo vendidos exemplares de <em>A Linguagem dos selos pelo cartão postal ou o dicionário do amor pelo correio</em> (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/7460" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 12 de outubro de 1904</a>).</p>
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<div id="attachment_20497" style="width: 222px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/maison.jpg"><img class="size-full wp-image-20497" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/maison.jpg" alt="Pequeno Jornal, 12 de outubro de 1904" width="212" height="255" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/7460" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 12 de outubro de 1904</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Seu pai, o pintor acadêmico Ferdinand (Fernando) Piereck, trabalhava na Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/7490" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 20 de outubro de 1904, quarta coluna).</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1905</strong> </span>- Foi anunciada uma <em>grande exposição artística</em> na Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/15764" target="_blank"><em>A Província</em>, 8 de abril de 1905</a>).</p>
<p>Houve uma liquidaçao de cartões-postais em seu estabelecimento (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/8261" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 14 de junho de 1905, segunda coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1906</strong></span> &#8211; Estavam em exposição na Photographia Piereck o retrato de todos os presidentes da Câmara de Deputados Estaduais de Pernambuco desde a proclamação da República: José Maria, Moreira Alves, José Marcelino, Elpidio Figueireido, Mota Silveira e João Coimbra (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/49008" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 20 de fevereiro de 1906, sétima coluna</a>).</p>
<p>Anunciava seu estabelecimento fotográfico como uma <em>Casa honrada com a preferência da alta sociedade pernambucana (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/49021" target="_blank">Jornal do Recife</a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/49021" target="_blank">, 23 de fevereiro de 1906, oitava coluna</a>).</p>
<p>Anúncio da contratação do casamento com Hermínia Bastos Tigre, irmã do poeta, bibliotecário, publicitário e jornalista Manuel Bastos Tigre (1882 &#8211; 1957), filha do negociante Delfino Tigre (18? &#8211; 1932) e de Maria Leontina Bastos Tigre (18? &#8211; 1926) e publicação das proclamas (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_08/7614" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 5 de outubro de 1906, penúltima coluna</a>; e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/50019" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 25 de dezembro de 1906, quarta coluna</a>). Uma curiosidade: o cunhado de Piereck, Manuel Bastos Tigre, foi o responsável pelo <em>slogan</em> da Bayer que se tornou famoso em todo o mundo: &#8220;<em>Se é Bayer é bom</em>&#8220;. É também o autor da letra da música <em>Chopp em Garrafa</em>, com música de Ary Barroso (1903 &#8211; 1964), que foi interpretada por Orlando Silva (1915 &#8211; 1978). Foi inspirada no produto que a Brahma passou a engarrafar. Sucesso do carnaval de 1934, é considerado o <a href="https://www.propagandashistoricas.com.br/2015/06/primeiro-jingle-do-brasil.html" target="_blank">primeiro<em> jingle</em> publicitário do Brasil</a>. Foi também o autor do livro <em>Meu Bebê: livro das mamães</em> para anotações sobre o bebê desde seu nascimento. O Dia do Bibliotecário, 12 de março, dia de seu nascimento, foi instituído, em 1980, em sua homenagem.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1907</strong></span> &#8211; Louis Piereck produziu as fotografias da turma de bacharéis de 1906 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/8921" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 5 de janeiro de 1907, primeira coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_20499" style="width: 347px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/9396" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20499" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/capricho.jpg" alt="Jornal Pequeno, 3 de junho de 1907" width="337" height="181" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/9396" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 3 de junho de 1907</a></p></div>
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<div style="width: 501px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8444" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8444/fr_000452.JPG.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="491" height="799" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8444" target="_blank">Louis Piereck. Pedro Velho Pessoa de Albuquerque, bacharel em 1906, 1906. Recife, Pernambuco / Acervo Fundaj</a></p></div>
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<p>Casou-se, no Recife, com Hermínia Bastos Tigre (? &#8211; 1949), em 31 de janeiro de 1907, e tiveram cinco filhos, Luiz (c. 1907 &#8211; 1923), Edgard (1909 &#8211; 1993), Carmelita (19? -19?) &#8211; que faleceu ainda criança de crupe em uma das viagens da família à Europa -, Helena (19? &#8211; 19?) e Hermínia (Baby) (1916 &#8211; 1987) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/9009" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 31 de janeiro de 1907, quarta coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_21096" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/família-piereck-2.jpg"><img class="wp-image-21096 size-large" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/família-piereck-2-1024x517.jpg" alt="família piereck 2" width="768" height="388" /></a><p class="wp-caption-text">Da esquerda para a direita: Louis (filho primogênito do fotógrafo), Hermínia, sua mulher; Edgard (seu filho), o fotógrafo Louis Piereck, duas irmãs de Hermína e a mãe de Hermínia, Maria Leontina Bastos Tigre, em um navio indo para a Europa, década de 10 / Acervo da família Piereck</p></div>
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<p>Anunciava utilizar na Photografia Piereck o processo Van Bosch, <em>garantido para os climas tropicais</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/9370" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 24 de maio de 1907</a>).</p>
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<div id="attachment_20498" style="width: 778px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/9370" target="_blank"><img class="size-large wp-image-20498" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/van-1024x289.jpg" alt="Pequeno Jornal, 24 de maio de 1907" width="768" height="217" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/9370" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 24 de maio de 1907</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Anunciou a <em>Alta Novidade Photo-Pintura-Esmaltada</em> como exclusividade da Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/10005" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 9 de dezembro de 1907</a>). Com esta técnica foram realizados os retratos do desembargador Sigismundo Gonçalves (1845 &#8211; 1915) e do senador Rosa e Silva (1847 &#8211; 1929), expostos no depósito da Fábrica Lafayette (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/10021" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 13 de dezembro de 1907, primeira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1908</strong></span> &#8211; A Photographia Piereck ficou incumbida pelo retrato do príncipe Luiz Felipe de Portugal (1887 &#8211; 1908), assassinado em 1º de fevereiro de 1908, que seria colocado na galeria do Real Hospital Português de Pernambuco (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/51487" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 22 de fevereiro de 1908, oitava coluna</a>).</p>
<p>Exposição na Fábrica Lafayette, na rua 1º de Março, do retrato em <em>photo-pintura-esmaltada</em> do coronel Cornélio Padilha (18? &#8211; 19?), realizado pela Photographia Piereck. O retrato seria dado ao coronel por amigos na ocasião de sua chegada da Europa (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/52183" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 16 de setembro de 1908, última coluna</a>).</p>
<p>A Photographia Piereck conquistou o Grande Prêmio na Exposição Nacional de 1908 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_08/10376" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 10 de dezembro de 1908, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/809250/9373" target="_blank"><em>Gutemberg</em>, 31 de dezembro de 1908</a>; <a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/10582" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 3 de junho de 1909, última coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_20504" style="width: 636px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/809250/9373" target="_blank"><img class="wp-image-20504 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/exposição-n.jpg" alt="exposição n" width="626" height="353" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/809250/9373" target="_blank"><em>Gutemberg</em>, 31 de dezembro de 1908</a></p></div>
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<p><span style="color: #800000;"><strong>1909</strong></span> &#8211; Foi publicada uma lista de personalidades fotografadas pelo sistema &#8220;Esmalte Piereck&#8221; (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/10582" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 3 de junho de 1909</a>).</p>
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<p><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/10582" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-20501 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/expopiereck.jpg" alt="expopiereck" width="419" height="315" /></a></p>
<div id="attachment_20502" style="width: 425px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/10582" target="_blank"><img class=" wp-image-20502" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/expopiereck1.jpg" alt="Pequeno Jornal, de 1909" width="415" height="409" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/10582" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 3 de junho de 1909</a></p></div>
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<p>Exposição de um retrato do ex-presidente Afonso Pena (1847 &#8211; 1909) na Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_08/11054" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 24 de junho de 1909, penúltima coluna</a>).</p>
<p>Louis Piereck embarcou, em 10 de outubro, para a Europa, a bordo do <em>Aragon,</em> e anunciou que seu ateliê fotográfico continuaria funcionando. Retornou em 9 de dezembro de 1909 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/20111" target="_blank"><em>A Província</em>, 10 de outubro de 1909, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/53525" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 24 de outubro de 1909, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/20337" target="_blank"><em>A Província</em>, 10 de dezembro de 1909, quinta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1910</strong></span> &#8211; Na Fábrica Lafayette, exposição de retratos produzidos por Piereck, feitos por <em>um novo e belíssimo processo, o mais moderno da arte fotográfica, imitação de fina gravura em relevo </em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/20465" target="_blank"><em>A Província</em>, 14 de janeiro de 1910, última coluna</a>).</p>
<p>Venda de quadros e molduras a varejo e no atacado na Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/21010" target="_blank"><em>A Província</em>, 30 de maio de 1910, quinta coluna</a>).</p>
<p>A Photographia Piereck conquistou a Medalha de Ouro na Exposição Internacional de Bruxelas, realizada entre 23 de abril e 1º de novembro de 1910 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_09/1147" target="_blank"><em>Diário de Pernambuc</em>o, 1º de novembro de 1910, última coluna</a>). Também participaram da exposição os pintores brasileiros Lucilio de Albuquerque (1877 &#8211; 1939) e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2490" target="_blank">Antônio Parreiras (1860 &#8211; 1937)</a>. O encarregado pelos concertos de música brasileira no evento foi o maestro cearense Alberto Nepomuceno (1864 &#8211; 1920), então diretor do Instituto Nacional de Música. O pavilhão brasileiro foi projetado pelo arquiteto belga Franz van Ophen (18? &#8211; 19?).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20515" style="width: 409px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/4760" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20515" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/pavilhão.jpg" alt="Pavilhão brasileiro na Exposição Internacional de Bruxelas, em 1910 / Fon-Fon, 9 de julho de 1910" width="399" height="536" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/4760" target="_blank">Pavilhão brasileiro na Exposição Internacional de Bruxelas, em 1910 / Fon-Fon, 9 de julho de 1910</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 15 de novembro de 1910, foi inaugurada a instalação elétrica da Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/12503" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 14 de novembro de 1910</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20503" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/12503" target="_blank"><img class="wp-image-20503 size-large" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/bruxelas-1024x247.jpg" alt="bruxelas" width="768" height="185" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/12503" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 14 de novembro de 1910</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O quadro das novas professoras formadas no Colégio Prytaneu foi confeccionado e exposto na Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/21850" target="_blank"><em>A Província</em>, 28 de novembro de 1910, segunda coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1911 </strong><span style="color: #000000;">- </span></span><span style="color: #800000;"><span style="color: #000000;">A Photographia Piereck ganhou a Medalha de Ouro na Exposição de Turim, realizada entre 29 de abril e 19 de novembro de 1911 </span></span><span style="color: #000000;">(</span><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/228443/5973" target="_blank"><em>Almanach de Pernambuco</em>, 1912</a><span style="color: #000000;">). </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/medalhaturim.jpg"><img class=" size-full wp-image-21135 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/medalhaturim.jpg" alt="medalhaturim" width="340" height="346" /></a></p>
<div id="attachment_21136" style="width: 354px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/medalhaversoturim.jpg"><img class="wp-image-21136 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/medalhaversoturim.jpg" alt="medalhaversoturim" width="344" height="316" /></a><p class="wp-caption-text">Medalha de Ouro da Exposição de Turim / Acervo da família Piereck</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nessa mesma exposição, o fotógrafo amador alagoano <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17653" target="_blank">Luis Lavènere Wanderley (1868 &#8211; 1966) </a>também foi premiado com uma Medalha de Ouro exibindo fotografias sobre madeira, sobre porcelana e quadros de gênero  (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348074/9843" target="_blank"><em>Leituras para todos</em>, janeiro de 1912</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20533" style="width: 280px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Exposi%C3%A7%C3%A3o_Universal_de_1911#/media/Ficheiro:De_Karolis,_Adolfo_(1874-1928)_-_Esposizione_Torino_1911.jpg" target="_blank"><img class="  wp-image-20533" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/poster.jpg" alt="poster" width="270" height="393" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Exposi%C3%A7%C3%A3o_Universal_de_1911#/media/Ficheiro:De_Karolis,_Adolfo_(1874-1928)_-_Esposizione_Torino_1911.jpg" target="_blank">Poster oficial da Exposição Internacional de Turim em 1911, de autoria de Adolfo De Karolis (1874 &#8211; 1928)</a></p></div>
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<p>O fotógrafo austríaco radicado no Brasil <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9866" target="_blank">Otto Rudolf Quaas (c. 1862 – c. 1930)</a> recebeu a Medalha de Prata. Segundo artigo de Boris Kossoy, publicado no <em>O Estado de São Paulo,</em> de 4 de março de 1973,  o fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7661" target="_blank">Valério Vieira (1862 &#8211; 1941) </a>participou da Exposição Universal de Turim, durante a qual foi agraciado com a comenda de Cavaleiro da Coroa, concedida pelo rei da Itália, por sua defesa da causa da imigração italiana para o fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7661" target="_blank">Valério Vieira (1862 &#8211; 1941).</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20512" style="width: 538px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/228443/5973" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20512" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/turim.jpg" alt="Almanach de Pernambuco, 1912" width="528" height="341" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/228443/5973" target="_blank"><em>Almanach de Pernambuco</em>, 1912</a></p></div>
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<p>Em uma exposição do quadro de bacharéis em Ciências Jurídicas e Sociais da Faculdade de Direito na Photographia Piereck, a iluminação do ateliê foi descrita e referida como responsável por um <em>surpreendente efeito luminoso. </em>O evento, muito concorrido, contou com a apresentação da banda do 49º Batalhão de Caçadores (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/22433" target="_blank"><em>A Província</em>, 6 de dezembro de 1911, quarta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1912</strong></span> &#8211;  Exposição de um retrato de Eudoro Correia (1869 &#8211; 1961), prefeito do Recife, na Photographia Piereck. O retrato seria ofertado ao prefeito pelos carvoeiros da casa Cory Brothers (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/56998" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 19 de abril de 1912</a>).</p>
<p>Mais uma vez, o quadro de retratos das novas professoras formadas no Colégio Prytaneu foi confeccionado e exposto na Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/14596" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 16 de maio de 1912, quarta coluna</a>).</p>
<p>A Photographia Piereck também confeccionava <em>elegantes e custosas</em> molduras (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/14737" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 20 de junho de 1912, última coluna</a>).</p>
<p>Em julho, Louis Piereck foi passar uma temporada na Europa e deixou na direção de seu estabelecimento seu antigo auxiliar J. de Oliveira Lopes. Seu amigo Delfino da Silva Tigre cuidaria de seus assuntos particulares e comerciais (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/57414" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 18 de julho de 1912, terceira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1913</strong></span> &#8211; A bordo do <em>Araguaya</em>, Louis Piereck retornou de uma viagem à Europa quando visitou vários estabelecimentos fotográficos, especialmente em Viena e em Berlim. Comprou a patente para o processo fotográfico esmalte ouro para a América do Sul. Além disso, adquiriu uma <em>utilíssima e magnífica máquina para operação em atelier, tipo 1912, a mais aperfeiçoada invenção e dotada de uma fina objetiva do importante cabricante Carl Zeiss&#8230;esse aparelho é o único que consegue apanhar clichês representando a maior naturalidade e nitidez, visto como o fotografado não vê diante de si a câmara, mas um grande espelho, onde se reflete a sua imagem, podendo desta natureza o artista, no momento crítico, apanhar uma fisionomia com a expressçao mais viva e natural. No interior da máquina  existe um aparelho instantâneo automático, de maneira que a pessoa que está sendo fotografada, por mais nervosa que seja, não pode modificar a expressão do rosto, evitando assim as tão frequentes reclamações de que &#8220;o trabalho não está bom a cópia não foi fiel&#8221;. </em>Trouxe também fundos e decorações, uma coleção de animais para fotos com crianças, um projetor automático e elétrico, o maior do gênero em Pernambuco, que permitia <em>apanhar no dia mais escuro qualquer clichê</em> e um graduador automático de <em>regulamentação de luz nas provas</em>. Finalmente, comprou também <em>uma rica e elegante cartonagem</em> para a produção de um <em>belíssimo efeito no acabamento dos retratos</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/58483" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 1º de fevereiro de 1913, penúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/15677" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 20 de fevereiro de 1913, segunda coluna</a>; e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/24048" target="_blank"><em>A Província</em>, 25 de fevereiro de 1913, quarta coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_20527" style="width: 369px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/15677" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20527" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/esmalte.jpg" alt="Jornal Pequeno, 20 de fevereiro de 1913" width="359" height="255" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/15677" target="_blank"><em>Descrição do processo Esmalte Ouro / Jornal Pequeno</em>, 20 de fevereiro de 1913</a></p></div>
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<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/15677" target="_blank"><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Essa conhecida casa, de que é proprietário o habilíssimo e competente artista sr. Luiz Piereck, acaba de ser dotada de importantes melhoramentos e novidades da arte, tonando-se desta sorte o principal estabelecimento do gênero desta capital&#8221;.</em></span></a></p>
<p>Louis Piereck anunciou que havia reassumido a direção técnica de seu estabelecimento e a nova máquina fotográfica adquirida na Europa foi exposta na Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/15702" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 26 de fevereiro de 1913, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/15702" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 1º de março de 1913, primeira coluna</a>).</p>
<p>Anunciou possuir <em>os aparatos mais modernos e necessários para transformar seu ateliê em um interior de igreja para os atos de 1ª Comunhão, casamentos e batizados</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/15850" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 7 de abril de 1913, primeira coluna</a>).</p>
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<div style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8441" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8441/fr_000149.JPG.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="515" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8441" target="_blank">Louis Piereck. José do Santos Dias, Luiz Dias Lins [primeira Comunhão], s/d. Recife, Pernambuco / Acervo Fundaj</a></p></div>
<p style="text-align: left;">A Photographia Piereck inaugurou seu serviço fotográfico noturno sem o processo do magnésio (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/16109" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 13 de junho de 1913, penúltima coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_20531" style="width: 228px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/16109" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20531" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/noite.jpg" alt="Jornal Pequeno, 13 de junho de 1913" width="218" height="339" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/16109" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 13 de junho de 1913</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Photographia Piereck foi contratada para realizar o quadro dos formandos da Escola de Farmácia (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/25205" target="_blank"><em>A Província</em>, 24 de julho de 1913, terceira coluna</a>).</p>
<p>Em 14 de novembro, no Teatro Santa Izabel, no Recife, foi entregue a Medalha de Ouro conquistada por Louis Piereco, na Exposição Internacional de Turim, em 1911 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/16232" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 15 de novembro de 1913, terceira coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_20532" style="width: 378px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/16232" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20532" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/medalha.jpg" alt="Jornal Pequeno, 15 de novembro de 1913" width="368" height="410" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/16232" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 15 de novembro de 1913</a></p></div>
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<p>Foi noticiado que Louis Piereck embarcaria para a Europa com a família. Teria aceito a incumbência de realizar para o <em>Jornal Pequeno</em> reportagens fotográficas nas principais cidades que visitasse (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/16762" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 29 de novembro de 1913, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/64325" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 18 de abril de 1915, segunda coluna</a>).</p>
<p>Na Photographia Piereck, exposição de um quadro com retratos da tripulação vencedora, do Club Náutico, do páreo de honra da última regata (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/16815" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 13 de dezembro de 1913, última coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1914</strong></span> &#8211; Exposição do quadro das professoras da Escola Normal Pinto Junior, confeccionado no ateliê fotográfico de Piereck que foi decorado, para o evento, em estilo japonês. Na ocasião, houve a apresentação de uma banda militar (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/29426" target="_blank"><em>A Província</em>, 21 de novembro de 1914, última coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/63001" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 24 de novembro de 1914, última coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1915</strong></span> &#8211; Ganhou o Grande Prêmio de Honra e uma Medalha de Ouro na Exposição Internacional do Trabalho em Milão.</p>
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<div id="attachment_21124" style="width: 513px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/milão.jpg"><img class=" wp-image-21124" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/milão-768x1024.jpg" alt="Grande Prêmio de Honra, em Milão, 1915 / Arquivo da família Piereck" width="503" height="671" /></a><p class="wp-caption-text">Grande Prêmio de Honra, Milão, 1915 / Acervo da família Piereck</p></div>
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<p>Após uma longa viagem pela Europa, iniciada em fins de 1913, quando esteve em Viena, Paris e Berlim, Louis Piereck e sua família voltaram para o Recife, a bordo do transatlântico <em>Avon</em>. Trouxe para seu ateliê recentes <em>descobertas fotográficas</em>, dentre elas o processo de <em>Pigment ou carvon verdadeiro, em que se notam nas provas 20 e tantas cores diferentes. </em>Adquiriu também aparelhos para a execução de trabalhos esmaltados em moldura de diversos formatos &#8211; ovais, medalhões, redondos, quadrados, dentre outros &#8211; , e máquinas fotográficas para a realização de <em>instantâneos de toda natureza</em> &#8230; <em>podendo apanhar as imagens com a rapidez de 2500 de segundo</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/64325" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 18 de abril de 1915, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/30561" target="_blank"><em>A Província</em>, 23 de abril de 1915, segunda coluna</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/30593" target="_blank"> <em>A Província</em>, 27 de abril de 1915, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/20217" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 28 de maio de 1915, penúltima coluna</a>). Reassumiu seu estabelecimento fotográfico em 1º de junho (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/30833" target="_blank"><em>A Província</em>, 27 de maio de 1915, segunda coluna</a>).</p>
<p>Era o <em>único depositário para todo o Brasil </em>do medicamento <em>Expulsin</em>, fabricado em Berlim para o combate à gota, reumatismo e artrite (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/31081" target="_blank"><em>A Província</em>, 27 de junho de 1915, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/35943" target="_blank"><em>A Província</em>, 17 de março de 1917, última coluna</a>).</p>
<p>O inspetor de higiente, dr. Gouveia de Barros, foi retratado na Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/20664" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 4 de agosto de 1915, última coluna</a>).</p>
<p>Inauguração de diversos e <em>importantes melhoramentos</em> na Photographia Piereck, dentre eles o aumento da iluminação elétrica. Havia no ateliê um espaçoso laboratório para lavagem, revelação e fixagem de chapas, uma prensa automática e elétrica para a impressão de provas e também um aparelho para o serviço de ampliação. Havia também a seção de c<em>olagem, cortagem de cartão e abertura de firma da casa e outros distintivos, </em>além da sala de fotografia e da seção de molduras.<em> </em>Nesta ocasião, trabalhavam no ateliê os artistas Gustavo Fischer e o alemão Phil Schafer, que havia trabalhado no ateliê Hubart &amp; Cia, no Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/21633" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 29 de dezembro de 1915, última coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1916</strong> </span>- Piereck esteve por cerca de três meses na Europa e reassumiu a direção artística de seu ateliê, em 30 de junho de 1916. Trouxe para seu estabelecimento um aparelho para fotografias noturnas usado nas <em>grandes casas da Europa. </em>Adquiriu também<em> uma belíssima cartonagem, o que havia de mais chic e novo no gênero</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/22820" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 1º de julho de 1916, última coluna</a>).</p>
<p>Viajou a passeio para o Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/23089"><em>Jornal Pequeno</em>, 22 de agosto de 1916, última coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1917</strong> </span>- Em um aviso publicado no jornal A Província, Piereck denunciou fotógrafos que, usando de má fé, apresentavam-se como seus representante (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/128066_01/36051" target="_blank"><em>A Província</em>, 3 de abril de 1917, última coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20523" style="width: 178px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/128066_01/36051" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20523" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/incautos.jpg" alt="A Província, de abril de 1917" width="168" height="208" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/128066_01/36051" target="_blank"><em>A Província</em>, 3 de abril de 1917</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Devido à manifestações contra a Alemanha ocorridas no Recife, Piereck procurou a redação do <em>Jornal do Recife</em> e declarou, mostrando documentos, ser brasileiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/71189" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 12 de abril de 1917, primeira coluna</a>).</p>
<p>A Photograhia Piereck foi escolhida para realizar o quadro de retratos dos bacharelandos de Direito de 1917 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/24826"><em>Jornal Pequeno</em>, 26 de maio de 1917, última coluna</a>).</p>
<p>Anúncio da instalação, na Photographia Piereck, de <em>uma importante e bem montada oficina para o fabrico de molduras, a cargo de competentes artistas</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/25235" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 26 de julho de 1917</a>).</p>
<p>No quarto e mais importante páreo da regata promovida pelo Club Sportivo Almirante Barroso, foi disputado pela primeira vez <em>o rico e elegante brinde &#8220;Photo Piereck&#8221;, oferecido pela conceituada Photographia Piereck</em>  (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/25297" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 4 de agosto de 1917, quinta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/25835" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-20547" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/medalhão.jpg" alt="medalhão" width="304" height="309" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi noticiado que Gustavo Fischer havia deixado de ser o auxiliar de Louis Piereck, <em>por sua livre e espontânea vontade. </em>Ele passou a gerenciar a Photographia Chic (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_09/15436" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 23 de outubro de 1917, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/25835" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 24 de outubro de 1917, última coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1918</strong> </span>- Mais uma vez, a Photographia Piereck foi a responsável pela realização do quadro de bacharéis da Faculdade de Direito (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/38319" target="_blank"><em>A Província</em>, 7 de fevereiro de 1918, segunda coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20585" style="width: 316px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/128066_01/39165" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20585" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/propaganda.jpg" alt="A Província, 26 de maio de 1918" width="306" height="274" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/128066_01/39165" target="_blank"><em>A Província</em>, 26 de maio de 1918</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Exposição de diversos retratos na Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/27431" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 2 de agosto de 1918, terceira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1919</strong></span> &#8211; As capas da revista<em> Vida Moderna</em> passaram a trazer fotografias cedidas pela Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_08/11054" target="_blank"><em>Vida Moderna (PE)</em>, 5 de julho de 1919</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20511" style="width: 254px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/402109/647" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20511" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/vidamoderna.jpg" alt="Vida Moderna, 5 de julho de 1919" width="244" height="335" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/402109/647" target="_blank"><em>Vida Moderna</em>, 5 de julho de 1919</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Inauguração na Photographia Piereck do quadro dos engenheiros formados em 1919 na Escola Livre de Engenharia. O <em>passe-partout</em> havia sido confeccionado pelo artista Moser (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/77779" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 16 de agosto de 1919, penúltima coluna</a>).</p>
<p>Realização de um <em>magnífico trabalho na Photographia Piereck. Quadro do corpo médico e da junta administrativa de 1948, do Hospital Português </em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/29134" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 20 de agosto de 1919, segunda coluna</a>).</p>
<p>Foi anunciada a venda, na Photographia Piereck, de <em>novas tintas para artistas pintores</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/29463" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 7 de outubro de 1919, primeira coluna</a>).</p>
<p>A Photographia Piereck foi, de novo, a responsável pela realização do quadro de bacharéis da Faculdade de Direito (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/43108" target="_blank"><em>A Província</em>, 10 de dezembro de 1919, penúltima coluna</a>).</p>
<p>Na Photographia Piereck, inauguração do quadro de retratos dos professores da Escola Normal: Julio Pires Ferreira, França Pereira, Arthur Cavalcanti e José Ferreira Muniz (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/43130" target="_blank"><em>A Província</em>, 13 de dezembro de 1919, quarta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1920</strong></span> &#8211; O pintor Vicente do Rego Monteiro (1899 &#8211; 1970) fez uma exposição de ilustrações e aquarelas na Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/53" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 7 de janeiro de 1920, primeira coluna</a>). Rego Monteiro trouxe para o Recife, em 1930, uma exposição de artistas da Escola de Paris, que foi a primeira mostra internacional de arte moderna realizada no Brasil, com artistas ligados às grandes inovações nas artes plásticas, como o <a>cubismo</a> e o <a>surrealismo</a>. Foram expostas, dentre outras, obras de Fernand Léger (1881 &#8211; 1955), Georges Braque (1882 &#8211; 1963), Joan Miró (1893 &#8211; 1983) e Pablo Picasso (1881 &#8211; 1973), além de trabalhos dele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20554" style="width: 313px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/53" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20554" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/vicente.jpg" alt="Diário de Pernambuco, de 1920" width="303" height="359" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/53" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 7 de janeiro de 1920</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estavam à venda na Photographia Piereck, as chapas fotográficas de fabricação alemã que, devido à guerra e a consequente interrupção das exportações, passaram muito tempo em falta. Outros produtos fotográficos também eram vendidos no ateliê (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/1587" target="_blank"><em>A Província</em>, 22 de julho de 1920, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/1820" target="_blank"><em>A Província</em>, 20 de agosto de 1920, última coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20591" style="width: 347px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_10/2728" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20591" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/amadores.jpg" alt="Diário de Pernambuco, 16 de dezembro de 1920" width="337" height="153" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_10/2728" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 16 de dezembro de 1920</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Photographia Piereck foi escolhida para realizar o quadro de retratos dos formandos em odontologia (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/80653" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 7 de agosto de 1920, quinta coluna</a>).</p>
<p>Os retratos do presidente do Brasil, Epitácio Pessoa (1865 &#8211; 1942), e do governador de Pernambuco, José Rufino Bezerra Cavalcanti (1865 &#8211; 1922), realizados pela Photographia Piereck, foram expostos durante a realização da comemoração do primeiro ano de governo de Bezerra CAvalcanti (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/2776" target="_blank"><em>A Província</em>, 18 de dezembro de 1920, quarta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1921</strong></span> &#8211; A Photographia Piereck realizou o quadro de retratos dos formandos da Faculdade de Direito e dos farmacêuticos (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/81867" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 13 de janeiro de 1921, sexta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/5361" target="_blank"><em>A Província</em>, 3 de dezembro de 1921, segunda coluna</a>).</p>
<p>Piereck Irmãos vendiam carros (<span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/2992" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 20 de janeiro de 1921</a></span>).</p>
<p>A Photographia Piereck recebeu da Alemanha cartonagem para retratos de formatos <em>visita e álbum em cores sortidas com os seus respectivos envelopes transparentes</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/3107" target="_blank"><em>A Província</em>, 30 de janeiro de 1921, quarta coluna</a>).</p>
<p>Exposição de diversos retratos na Photographia Piereck, <em>uma das melhores de nosso país</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/3185" target="_blank"><em>A Província</em>, 11 de fevereiro de 1921, primeira coluna</a>).</p>
<p>Louis Piereck reassumiu, em 15 de setembro, a direção de seu estabelecimento (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/4857" target="_blank"><em>A Província</em>, 20 de setembro de 1921, última coluna</a>).</p>
<p>Phil Schafer, gerente da Photographia Piereck, anunciou que havia se desligado do estabelecimento e oferecia seus serviços profissionais de ampliação, sua especialidade, assim como outros ligados à fotografia. Posteriormente abriu um estabelecimento fotográfico na rua da Imperatriz, 285, bem perto da Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/32767" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 20 de setembro de 1921, última coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394/100465" target="_blank"><em>Almanak Laemert</em>, 1927, última coluna</a>).</p>
<p>O Club Sportivo Almirante Barroso conquistou algumas taças nas regatas realizadas na baciaa do Capiberibe, uma delas a Taça Photo Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/4857" target="_blank"><em>A Província</em>, 20 de setembro de 1921, segunda coluna</a>).</p>
<p>Houve um incêndio na Photographia Piereck devido a um curto-circuito na fiação elétrica (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/33001" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 6 de dezembro de 1921, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/5386" target="_blank"><em>A Província</em>, 7 de dezembro de 1921, última coluna)</a>.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1922</span></strong> &#8211; Foi premiado com a Medalha de Ouro na Exposição Internacional do Centenário da Independência, realizada no Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/11497" target="_blank"><em>A Província</em>, 11 de julho de 1924, primeira coluna</a>).</p>
<p>A Photo Piereck anunciou a chegada de uma nova remessa de <em>chapas alemães do afamado fabricante Schleussner. </em>No mesmo anúncio aconselhava os fotógrafos e amadores:<em> só usem chapas preparadas com emulsão tropical </em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/5660" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 19 de janeiro de 1922, terceira coluna</a>). No mesmo ano, foi anunciada a chegada de uma remessa da tinta Helios, especiais para a pintura de tecidos (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/6810" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 14 de juho de 1922, terceira coluna</a>).</p>
<p>A Photographia Piereck realizou o quadro de retratos das professoras formadas na Escola Normal de Pernambuco (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/5759" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 2 de fevereiro de 1922, sexta coluna</a>).</p>
<p>Nascimento de Fernando Carlos, filho de Elizabeth Piereck White, irmã de Louis, que era casada com Fernando White (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/33239" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 16 de fevereiro de 1922, quinta coluna</a>).</p>
<p>Durante as exéquias celebradas, na basílica Nossa Senhora da Penha, em memória de José Rufino Bezerra Cavalcanti (1865 &#8211; 1922), foi exibido um retrato a óleo, realizado pela Photographia Piereck na época em que ele foi ministro da Agricultura, entre 1915 e 1917 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/6343" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 28 de abril de 1922, quarta coluna</a>).</p>
<p>Após concorrer com o fotógrafo Fidanza &#8211; curiosamente, mesmo sobrenome do fotógrafo português Felipe Augusto Fidanza (c. 1847 – 1903) &#8211; , foi escolhido para realizar o quadro de retratos dos bacharéis da Faculdade de Direito (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/6417" target="_blank"><em>A Província</em>, 12 de maio de 1922, quinta coluna</a>).</p>
<p>Na Photographia Piereck, exposição do chargista e caricaturista paraibano Fausto Silvério Monteiro, (? &#8211; 1935), <em>Fininho,</em> pioneiro nas produções de materiais gráficos do cinema pernambucano. Pode ser considerado como um dos primeiros artistas gráficos a trabalhar para o cinema no Brasil (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/7100" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 27 de agosto de 1922, quinta coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_20553" style="width: 315px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_10/7130" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20553" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/fausto.jpg" alt="Diário de Pernambuco, de 1922" width="305" height="396" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_10/7130" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 27 de agosto de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Photo Piereck anunciava-se como a única importadora em Pernambuco de produtos fotográficos.</p>
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<div id="attachment_20594" style="width: 353px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_10/7181" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20594" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/impo.jpg" alt="Diário de Pernambuco, 7 de setembro de 1922" width="343" height="180" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_10/7181" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 7 de setembro de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi, de novo, o responsável pela realização do quadro de retrato de bacharéis da Faculdade de Direito (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/7916" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 15 de dezembro de 1922, quinta coluna)</a>.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1923</strong> </span>- Ferdinand Piereck Junior noticiou que seu irmão, Louis Piereck, estava se retirando da firma Piereck Irmãos, que ficava na Praça da Independência 31 e que havia há pouco anunciado a venda de tintas e anilinas de Brauns (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/8737" target="_blank"><em>A Província</em>, 24 de abril de 1923, segunda coluna</a>).</p>
<p>Exposição na Photographa Piereck do retrato do senador Manoel Borba (1864 &#8211; 1928), que seria colocado na Prefeitura de Jaboatão (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/35022" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 9 de junho de 1923, primeira coluna</a>).</p>
<p>Eram vendidas na Photographia Piereck máquinas fotográficas Kodack Goerz, além de outros produtos fotográficos da marca Gevaert (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/34365" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 16 de janeiro de 1923, última coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/35172" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 10 de julho de 1923, segunda coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_20579" style="width: 295px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/35172"><img class="size-full wp-image-20579" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/kodak.jpg" alt="Jornal Pequeno, de 1923" width="285" height="185" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/35172" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 10 de julho de 1923</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O alemão Martin Schumann dirigia a seção de retratos a óleo, pastel, aquarelas e ampliações fotográficas da Photographia Piereck. Anteriormente, já havia dirigido uma academia em Dresden onde ensinava essas técnicas. Em homenagem à data da independência do Brasil, foi realizada uma exposição na Photo Piereck de <em>quadros a óleo e trabalhos outros do gênero</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/35436" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 5 de setembro de 1923, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/9658" target="_blank"><em>A Província</em>, 7 de setembro de 1923, quarta coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_20580" style="width: 323px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/35436" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20580" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/shumann.jpg" alt="Martin Schumann / Jornal Pequeno, 5 de setembro de 1923" width="313" height="475" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/35436" target="_blank">Martin Schumann / Jornal Pequeno, 5 de setembro de 1923</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Morte do primogênito de Louis e Hermínia Piereck, Luiz, que estudava no Colégio Synodal, em Santa Cruz, no Rio Grande do Sul (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/35826" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 30 de novembro de 1923, primeira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Publicação de propagandas das lentes Goerz, vendidas na Photographia Piereck (<em>Diário de Pernambuco</em>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/10675" target="_blank">9</a>  e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/10851" target="_blank">30</a> de dezembro de 1923).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20595" style="width: 604px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/10675" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20595" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/goerz.jpg" alt="Diário de Pernambuco, 9 de dezembro de 1923" width="594" height="460" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/10675" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 9 de dezembro de 1923</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>&#8220;A memória nem sempre é fiel&#8230;.É recem-casado?&#8230;De futuro a sua alegria será enorme&#8221;</em> &#8211; de uma propaganda da Photo Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/35969" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 31 de dezembro de 1923, última coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20603" style="width: 181px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/35969" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20603" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/feliz.jpg" alt="Jornal Pequeno, 31 de dezembro de 1923" width="171" height="226" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/35969" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 31 de dezembro de 1923</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1924</strong> </span>- Mário Araújo Sobrino e Felipe Nery dos Santos trabalhavam como auxiliares na Photographia Piereck  <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/11220">(</a><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/11220" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 14 de fevereiro, segunda coluna</a>; e <a href="Diário%20de Pernambuco, 27 de maio de 1924, terceira coluna" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 27 de maio de 1924, terceira coluna</a>).</p>
<p>Realizou o quadro de retratos dos bacharéis em ciências comerciais (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/10824" target="_blank"><em>A Província</em>, 29 de março de 1924, quarta coluna</a>).</p>
<p>Exposição, na Photographia Piereck, do quadro de retratos dos formandos da Escola de Engenharia de Pernambuco. O <em>passe-partout</em> foi de autoria do pintor H. Moser  (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/11623" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 5 de abril de 1924, quarta coluna</a>).</p>
<p>Na Photographia Piereck eram vendidos diversos equipamentos fotográficos (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/36667" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 21 de maio de 1924</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20583" style="width: 363px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/36667" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20583" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/vendas.jpg" alt="Jornal Pequeno, 21 de maio de 1924" width="353" height="366" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/36667" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 21 de maio de 1924</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Exposição na vitrine da Photographia Piereck de um <em>magnífico retrato busto em tamanho natural enfaixado em rica moldura do abastado comerciante e nosso particular amigo coronel Othon Mendes Bezerra de Mello</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/37129" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 2 de setembro de 1924, segunda coluna</a>).</p>
<p>Ganhou uma Medalha de Ouro do Instituto Agrícola,  no Rio de Janeiro.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1925</strong></span> &#8211; Inauguração, na Photographia Piereck, do quadro de retratos de bacharéis da Faculdade de Direito (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/14304" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 12 de março de 1925, primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_21119" style="width: 296px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/212962/511" target="_blank"><img class="size-full wp-image-21119" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/1924.jpg" alt="Quadro de bacharéis de Direito de 1924 / Revista de Pernambuco" width="286" height="379" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/212962/511" target="_blank">Quadro de bacharéis de Direito de 1924 / Revista de Pernambuco, março de 1925</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Publicação de fotografias de Piereck na <em>Revista de Pernambuco</em> (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/212962/488" target="_blank"><em>Revista de Pernambuco</em>, março de 1925</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20586" style="width: 326px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/212962/488" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20586" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/ecos1.jpg" alt="Photo Piereck na Revista de Pernambuco, março de 1925" width="316" height="428" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/212962/488" target="_blank">Photo Piereck na <em>Revista de Pernambuco</em>, março de 1925</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Anunciou a venda de vários produtos &#8220;Para photografia!&#8221; como <em>prensa de copiar 13:18 9:12, bacias de porcelana e ágata, copas de graduar, balanças, vidros finos despolidos, rubi e calibres diversos. </em>Vendia também papéis mate e brilhantes de diversos fabricantes, além de cartolinas <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/14928" target="_blank">(<em>Diário de Pernambuco</em>, 31 de maio de 1925, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/15182" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 4 de julho de 1925, primeira coluna</a>).</p>
<p>A Photographia Piereck foi responsável pelo quadro de retratos da primeira turma de médicos formados na Faculdade de Medicina do Recife (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/14941" target="_blank"><em>A Província</em>, 6 de dezembro de 1925, terceira coluna</a>).</p>
<p>Falecimento de seu pai, Ferdinand, em sua casa na estrada dos Aflitos, 192 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/95636" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 12 de dezembro de 1925, segunda coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1926</strong></span> &#8211; Falecimento da sogra de Piereck, Maria Leontina Bastos Tigre (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/39507" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 4 de janeiro de 1926</a>)</p>
<p>A Photo Piereck anunciava uma grande novidade, o metallon, um <em>papel fotográfico ideal para efeitos artísticos</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/17309" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 28 de março de 1926</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20597" style="width: 358px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_10/17309" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20597" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/metallon.jpg" alt="Diário de Pernambuco, 1926" width="348" height="326" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_10/17309" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 28 de março de 1926</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O chargista  e caricaturista Fausto Silvério Monteiro (? &#8211; 1935), <em>Fininho</em>, trabalhava na Photographia Piereck, na rua da Imperatriz, 198  <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/96652" target="_blank">(<em>Jornal do Recife</em>, 10 de abril de 1926, quinta coluna</a>).</p>
<p>A Photographia Piereck produziu o quadro de retrato das primeiras diplomadas em Comércio do Instituto Nossa Senhora do Carmo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/98736" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 20 de novembro de 1926, quarta coluna</a>).</p>
<p>Na primeira edição da <em>Revista da Cidade</em>, publicação de duas fotografias de autoria de Piereck. Em diversas edições desta revista, fotografias de Piereck foram publicadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_40586" style="width: 884px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/874574/18" target="_blank"><img class=" wp-image-40586" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/piereck.jpg" alt="Revista da Cidade, 1926, primeira edição." width="874" height="516" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/874574/18" target="_blank">Photo Piereck.<em> Um five gracioso  / Revista da Cidade</em>, 29 de maio de 1926, primeira edição</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_44640" style="width: 326px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.gov.br/fundaj/pt-br/composicao/dimeca/biblioteca/acervos/publicacoes-digitalizadas/revista-da-cidade-pdf/revista_da_cidade_1926_n001.pdf" target="_blank"><img class="wp-image-44640 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/piereck1.jpg" alt="piereck1" width="316" height="431" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.gov.br/fundaj/pt-br/composicao/dimeca/biblioteca/acervos/publicacoes-digitalizadas/revista-da-cidade-pdf/revista_da_cidade_1926_n001.pdf" target="_blank">Photo Piereck.<em> FELICIDADE O sr. Fileno de Miranda, esposa e filhinhos</em> / <em>Revista da Cidade</em>, 29 de maio de 1926, primeira edição, página 22</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1927</strong></span> &#8211; Foi o responsável pelo quadro de retratos da Turma do Centenário da Faculdade de Direito do Recife (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/20270" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 21 de abril de 1927, sexta coluna</a>).</p>
<p>Publicada as fotografias, todas de autoria de Piereck, dos membros da diretoria da Sociedade Anônima Revista da Cidade, recém formada (<a href="https://www.gov.br/fundaj/pt-br/composicao/dimeca/biblioteca/acervos/publicacoes-digitalizadas/revista-da-cidade-1/revista_da_cidade_1927_n47.pdf" target="_blank"><em>Revista da Cidade</em>, 16 de abril de 1927, páginas 12 e 13</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_44638" style="width: 646px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.gov.br/fundaj/pt-br/composicao/dimeca/biblioteca/acervos/publicacoes-digitalizadas/revista-da-cidade-1/revista_da_cidade_1927_n47.pdf" target="_blank"><img class="wp-image-44638 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/piereck5.jpg" alt="piereck5" width="636" height="432" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.gov.br/fundaj/pt-br/composicao/dimeca/biblioteca/acervos/publicacoes-digitalizadas/revista-da-cidade-1/revista_da_cidade_1927_n47.pdf" target="_blank"><em>Revista da Cidade,</em> 16 de abril de 1927, páginas 12 e 13</a></p></div>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Foi noticiada uma reforma na Seção de amadores da Photo Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/42233" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 18 de julho de 1927, última coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1928</strong></span> &#8211; Anunciou a chegada novas remessas de papel Leonar, chapas Eisenberger (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/43397" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 8 de março de 1928, última coluna</a>).</p>
<p>A Photographia Piereck realizou a fotografia de dom Miguel de Lima Valverde (1872 &#8211; 1951), arcebispo de Olinda e Recife (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/23961" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 22 de julho de 1928, quarta coluna</a>).</p>
<p>Em um anúncio, convidava os fotógrafos amadores a ver a nova Vest pocket à venda na Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/44658" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 22 de novembro de 1928, segunda coluna</a>)</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1929</strong> </span>- Também eram vendidos na Photographia Piereck produtos da Kodak, da Agfa, da Hauff e de outros fabricantes (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/44850" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 2 de janeiro de 1929, segunda coluna</a>).</p>
<p>Um retrato da Photographia Piereck era um dos prêmios oferecidos à vencedora do concurso de beleza que elegeu a Miss Pernambuco, Connie Brás da Cunha (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/45241" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 21 de março de 1929, quarta coluna</a>).</p>
<p>A professora e feminista Júlia Augusta de Medeiros (1896 &#8211; 1972) ofereceu à feminista e presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino, Bertha Lutz (1894 &#8211; 1976), uma fotografia sua produzida por Louis Piereck, datada de 5 de maio de 1929.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 512px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6569" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6569/BR_RJANRIO_Q0_ADM_CPA_VFE_FOT_0021_m0001de0001.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="502" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6569" target="_blank">Louis Piereck. Júlia de Medeiros, 1929. Pernambuco / Acervo Arquivo Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1930 </strong></span>- No dia em que foi assassinado, 26 de julho de 1930, pelo jornalista João Dantas (1888 &#8211; 1930), no Recife, o então governador de Paraíba, João Pessoa (1878 &#8211; 1930), esteve na Photographia Piereck, <em>onde tirou novas fotografias a fim de atender a pedidos que constantemente lhe eram feitos por jornalistas, amigos e parentes. </em>O governador estava com Agamenon Magalhães (1893 &#8211; 1952), na época ex-deputado e futuro governador de Pernambuco; e com o jornalista Caio Lima Cavalcanti. Piereck era grande admirador de Pessoa e segundo o <em>Correio da Manhã</em>,<em> </em>o encontro dos dois se deu com grande emoção. Na ocasião, Piereck teria contado a Pessoa que tivera um pesadelo com a morte dele (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093092_02/2194" target="_blank"><em>Diário Carioca</em>, 29 de julho de 1930, penúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/3089" target="_blank"><em>Correio da Manhã,</em> 29 de julho de 1930, penúltima coluna</a>). O assassinato é considerado um dos estopins da Revolução de 30.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20494" style="width: 260px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_04/3089" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20494" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/pesadelo.jpg" alt="Correio da Manhã, 29 de novembro de 1930" width="250" height="317" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_04/3089" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 29 de julho de 1930</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o jornalista Domingos Meirelles em seu livro <em>Órfãos da revolução</em>, ao preparar os equipamentos, Piereck notou que João Pessoa continuava <em>tenso, olhos baixos, expressão congelada, com tristeza na face.</em> Produziu um segundo retrato, segundo o pesquisador Edival Varandas, <em>ao se dar conta que as luvas no bolso do paletó do presidente estavam desalinhadas e, subitamente, solicitando que não se movesse, ajeitou as luvas, pediu que esboçasse um leve sorriso e tirou o outro retrato, </em>que viria a ser o último de Pessoa (<em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/092932/20893" target="_blank">O Dia (PR</a><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/092932/20893" target="_blank"><em>)</em>, </a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/092932/20893" target="_blank">21 de novembro de 1931, quarta coluna</a>)<em>.</em></p>
<p>O assassino de João Pessoa, João Dantas, e o engenheiro Augusto Caldas, seu cunhado, foram presos na Casa de Detenção do Recife, onde foram encontrados mortos em 6 de outubro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_11/2049" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 7 de outubro de 1930, primeira coluna</a>). O motivo oficial das morte foi suicídio mas, anos depois, a descoberta de registros fotográficos produzidos por Piereck contribuiu para desacreditar essa versão:</p>
<p><em> <span style="color: #800000;">&#8220;João Dantas e seu cunhado Augusto Caldas estavam detidos, desde a morte de João Pessoa, na penitenciária em Recife, quando, na tarde de 6 de outubro, foram encontrados mortos. A notícia oficial apontou suicídio, e assim foi divulgado na imprensa. Somente após a morte do fotógrafo Piereck foi que uma nova versão para a morte foi trazida ao público &#8211; tratava-se de outras fotografias desconhecidas e que estavam guardadas no cofre do fotógrafo. Conta-se que Piereck, sabendo do que ocorrera, fotografou o local, mas foi obrigado a tirar novas fotos em que, num novo cenário fotografado, esconderia os sinais de luta e de assassinato. Essa versão se encontra no livro do irmão de Augusto Caldas, que foi recentemente publicado pela ONG &#8220;Parahyba Verdade&#8221;&#8221; e editado pela Gráfica e Editora Imprell </span> </em>(<a href="https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/tede/5954/1/arquivo%20total.pdf" target="_blank">Trecho da dissertação de mestrado <em>Sacrifício, heroísmo e imortalidade: a arquitetura da construção da imagem do Presidente João Pessoa</em>, de Genes Duarte Ribeiro &#8211; página 100)</a>.</p>
<p>Essas fotografias foram publicadas no livro de Joaquim Inojosa Andrade, <em>A República de Princesa (José Pereira x João Pessoa, -1930)</em> e reproduzidas no site <a href="http://princesapb.net/g2fn0f01.htm" target="_blank">princesapb.com.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://princesapb.net/g2fn0f01.htm" target="_blank"><img class=" size-full wp-image-22147 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/dantas1.jpg" alt="dantas1" width="352" height="352" /></a></p>
<p><a href="http://princesapb.net/g2fn0f01.htm" target="_blank"><img class=" size-full wp-image-22151 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/dantas4.jpg" alt="dantas4" width="353" height="547" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1931</strong></span> &#8211; Piereck era viciado em jogo e havia perdido seu patrimônio em corridas de cavalo, motivo de seu suicídio, em 19 de novembro. Ingeriu uma alta dose de oxianureto de mercúrio em sua residência, na avenida Rosa e Silva, 192. Desesperada, sua mulher, Herminia Tigre Piereck, também tentou se matar ingerindo ácido arsênico.  O casal tinha, na época, dois filhos, Edgard e Herminia &#8220;Baby&#8221; Piereck. O primogênito, Luiz, havia falecido em 1923 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_11/4964" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 20 de novembro de 1931, penúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/49681" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 20 de novembro de 1931, quinta coluna;</a> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_11/4964" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 20 de novembro de 1931, sexta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;A dolorosa ocorrência repercutiu tristemente em nosso meio, onde o sr. Louis Piereck se tornara um homem popular, pela sua bondade, pelos seus dotes morais. E o seu gesto,não foi só uma desagradável surpresa para os que apenas o conheciam mas também para os que pertenciam a sua família que, de momento, não podiam atinar onde essa causa tão forte, que levava o chefe a praticar o ato de desespero que lhe roubara a vida. Entretanto, ao que se sabe, o sr.Louis Piereck, antes de objetivar a sua macabra resolução, teria escrito uma longa carta a seu filho de nome Edgard Piereck expondo-lhe com pormenores as causas que o levaram a procurar a morte de uma maneira tão violenta&#8221;.</em></span></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/49681" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 20 de novembro de 1931</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Era diretor do Jockey Club e as corridas foram suspensas no domingo seguinte a seu falecimento. Estiveram presentes a seu enterro o interventor federal e figuras da maior represetação da alta sociedade pernambucana (<em>J<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/49689" target="_blank">ornal Pequeno</a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/49689" target="_blank">, 21 de novembro de 1931, primeira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1932</strong></span> &#8211; Foi publicado um anúncio convocando todos os credores da Photographia Piereck <em>a fim de se entenderem</em> com Edgard Piereck, filho de Louis (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_11/5546" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 5 e fevereiro de 1932</a>).</p>
<p>O estabelecimento foi a leilão judicial, em abril de 1932.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20495" style="width: 338px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/128066_02/27531" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20495" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/times.jpg" alt="A Província, 26 de abril de 1932" width="328" height="421" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/128066_02/27531" target="_blank"><em>A Província</em>, 26 de abril de 1932</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1949</strong></span> &#8211; A esposa de Louis Piereck, Hermínia, morava na rua República do Peru, 124, no Rio de Janeiro, com a filha, Herminia Baby. Tropeçou em um cachorro, caiu, foi hospitalizada e acabou falecendo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_12/35631" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 17 de setembro de 1949, última coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>(1)</strong> De acordo com Lúcia Gaspar, da Fundaj, “curiosamente, a rua da Imperatriz Tereza Cristina mudou de nome três vezes. Em 1895, foi denominada Dr. Rosa e Silva. Passou para Floriano Peixoto. Finalmente, por meio da Lei nº 1.336, de 13 de março de 1923, voltou ao nome tradicional. De maneira espontânea, a população reduziu a sua denominação para Rua da Imperatriz, como é conhecida até hoje”. Por isso, apesar de entre 1904 e 1931 a Photographia Piereck ter existido no mesmo lugar, o endereço variou: rua dr. Rosa e Silva, 54; rua Floriano Peixoto, 54; rua Floriano Peixoto, 198; e rua da Imperatriz, 198.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agradeço muitíssimo à família de Louis Piereck, especialmente à sua neta, Eliane Piereck, por inúmeras informações e pela cessão de registros do acervo pessoal da família.</p>
<p>Agradeço à bisneta de Louis Piereck, Chris Piereck, que contribuiu com novas informações, incorporadas ao artigo, em 30 de janeiro de 2023.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>ANDRADE, Joaquim Inojosa. <em>República da Princesa (José Pereira x João Pessoa – 1930).</em> Rio de janeiro/Brasília: Civilização Brasileira/INL-MEC, 1980.</p>
<p><a href="https://blogdojuanesteves.tumblr.com/post/169745850941/conflitos-fotografia-e-viol%C3%AAncia-pol%C3%ADtica-no" target="_blank">Blog do Juan Esteves</a></p>
<p>BEZERRA, Dinarte Varela. <a href="https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/13699" target="_blank"><em>1930, a Paraíba e o inconsciente político da revolução: a narrativa como ato socialmente simbólico.</em> 2009.</a> 227 f. Tese (Doutorado em Desenvolvimento Regional; Cultura e Representações) &#8211; Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2009.</p>
<p>CALDAS, Joaquim Moreira. <em>Porque João Dantas assassinou João Pessoa: o delito do &#8220;Glória&#8221; e a tragédia da penitenciária do Recife em 1930.</em> João Pessoa: Gráfica e Editora Imprell, 2008.</p>
<p>CAMPOS, Eudes. <em><a href="http://www.arquiamigos.org.br/info/info24/i-logra.htm" target="_blank">O antigo Beco da Lapa e o Grande Hotel</a>.</em> Informativo Arquivo Histórico Municipal, 4 (24): maio/jul. 2009</p>
<p><a href="https://artsandculture.google.com/entity/ferdinand-piereck/g11f647vd99?categoryid=artist" target="_blank">Google Arts and Culture</a><a name="topo"></a></p>
<p><a href="https://www.bn.gov.br/explore/acervos/hemeroteca-digital" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>KOSSOY, Boris. <em>Dicionário histórico-fotográfico brasileiro:</em> fotógrafos e ofício da fotografia no Brasil (1833-1910). São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2002.</p>
<p>MEIRELLES, Domingos. <em>Órfãos da revolução</em>. Editora Record : Rio de Janeiro, 2006</p>
<p>RIBEIRO, Genes Duarte. <a href="https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/tede/5954/1/arquivo%20total.pdf" target="_blank"><em>Sacrifício, heroísmo e imortalidade: a arquitetura da construção da imagem do Presidente João Pessoa</em></a>. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal da Paraíba, 2009.</p>
<p><a href="http://cpdoc.fgv.br/" target="_blank">Site CPDOC</a></p>
<p><a href="http://www.dezenovevinte.net/arte%20decorativa/macj_bruxelas.htm" target="_blank">Site Dezenovevinte.net</a></p>
<p><a href="https://enciclopedia.itaucultural.org.br/" target="_blank">Site Enciclopédia Itaú Cultural</a></p>
<p><a href="https://www.imigracaohistorica.info/listagem-casamentos-imigrantes-estrangeiros-no-recife.html" target="_blank">Site Imigração Histórica</a></p>
<p><a href="http://silviamatos.art.br/novo/index.php/1460-2/#:~:text=A%20primeira%20escola%20de%20artes,de%20Desenho%20e%20Pintura%20Campinas." target="_blank">Site Silvia Matos Ateliê de Criatividade</a></p>
<p><a href="http://princesapb.net/g2fn0f01.htm" target="_blank">Site princesapb.com</a></p>
<p><a href="https://www.propagandashistoricas.com.br/2015/06/primeiro-jingle-do-brasil.html" target="_blank">Site Propagandas Históricas</a></p>
<p>TURAZZI, Maria Inez. <em>Poses e trejeitos: a fotografia e as exposições na era do espetáculo: 1839/1889</em>. Prefácio Pedro Karp Vasquez. Rio de Janeiro: Funarte. Rocco, 1995. 309 p., il. p&amp;b. (Coleção Luz &amp; Reflexão, 4). ISBN 85-85781-08-4.</p>
<p>VARANDAS, Edival Toscano. <em>O último retrato do presidente João Pessoa</em>.</p>
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