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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Frank Lloyd Wright</title>
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		<title>Série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido&#8221; XXIV e série &#8220;Hotéis do Brasil&#8221; VI &#8211; O luxuoso Palace Hotel, na Avenida Rio Branco, uma referência da vanguarda artística no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jul 2023 12:48:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
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		<description><![CDATA[Com imagens produzidas por Antônio Caetano da Costa Ribeiro (18? – 19?), Augusto Malta (1864 - 1957), Guilherme Santos (1871 – 1966) e por um fotógrafo ainda não identificado, a Brasiliana Fotográfica conta um pouco da história do luxuoso Palace Hotel, um empreendimento da família Guinle, onde diversas exposições de fotografia e de pintura foram realizadas, tornando-o um pólo da vanguarda artística do Brasil, tema da poesia "Rondó no Palace", do grande Manuel Bandeira. O Palace Hotel é o tema do 24º artigo da Série "O Rio de Janeiro desaparecido" e o sexto da série "Hotéis do Brasil". Convidamos nossos leitores a explorar as fotografias com a ferramenta "zoom" e, a partir daí, fazer um passeio pela cidade nas primeiras décadas do século XX, observando mais de perto a paisagem urbana carioca e seus personagens.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com imagens produzidas por Antônio Caetano da Costa Ribeiro (18? – 19?), <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank">Guilherme Santos (1871 – 1966) </a>e por um fotógrafo ainda não identificado, a Brasiliana Fotográfica conta um pouco da história do luxuoso Palace Hotel, tema do 24º artigo da Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>e o sexto da série<em> Hotéis do Brasil. </em>Diversas exposições de fotografia e de pintura foram realizadas no Palace, tornando-o um pólo da vanguarda artística do Brasil, tema da poesia <em>Rondó do Palace Hotel</em>, de Manuel Bandeira (1886 &#8211; 1968). <em> </em>O escritório Januzzi e Irmão foi responsável por seu projeto e também pelo do Teatro Phenix &#8211; aprovado em 14 de novembro de 1906 -, dois empreendimentos da família Guinle.<em> </em>O Teatro Phenix, contiguo ao Palace, será tema de um futuro artigo do portal.</p>
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<div style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9365" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9365/007A5P3F13-007.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="500" height="666" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9365" target="_blank">A. Ribeiro, Maison Chic. Avenida Rio Branco;Palace Hotel, c. 1919. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Convidamos nossos leitores a explorar as fotografias com a ferramenta <em>zoom</em> e, a partir daí, fazer um passeio pelo Rio de Janeiro nas primeiras décadas do século XX, observando mais de perto a paisagem urbana carioca e seus personagens.</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/359" target="_blank">Acessando o link para as fotografias do Palace Hotel, na avenida Rio Branco, disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
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<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Um pouco da história do Palace Hotel</strong></em></span></p>
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<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9416" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9416/002080RJ1219.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="299" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9416" target="_blank">Guilherme Santos. Visita dos reis da Bélgica; em frente ao Palace Hotel, 1920. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Localizado na <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">Avenida Central </a>, número 185, esquina com a rua Almirante Barroso, o Palace Hotel ficava na espinha dorsal do mundo das compras e do lazer dos elegantes, dos negócios e da cultura da então capital federal. Ficava no ponto mais nobre da avenida, onde também estavam situados os prédios do Jockey Club, projeto do arquiteto Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920), inaugurado em 1913 e demolido na <span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;">década de 1970</span></span><span style="color: #000000;">;</span> e do Clube Naval, projetado pelo italiano Tommaso Bezzi (1844 &#8211; 1915), executado por Heitor de Mello, inaugurado em 1910, e tombado em 1987 pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural.</p>
<p>A linha central da avenida havia sido inaugurada pelo presidente Rodrigues Alves (1848 – 1919), em 7 de setembro de 1904 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_03&amp;PagFis=8295" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 8 de setembro de 1904, na sexta coluna, sob o título “Avenida Central”</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_04&amp;PagFis=8323" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, de 8 de setembro de 1904, na última coluna</a>). No ano seguinte, 1905, sob um temporal, a avenida foi aberta oficialmente, em 15 de novembro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_03&amp;PagFis=10404" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 16 de novembro de 1905, na quinta coluna, sob o título “15 de Novembro”</a>).</p>
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<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9295" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9295/002051AM002006.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="529" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9295" target="_blank">Augusto Malta. Palace Hotel, conhecido como Hotel Guinle, c. 1921. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A abertura da avenida foi uma das principais marcas da reforma urbana realizada por Francisco Pereira Passos (1836 – 1913), o <em>bota-abaixo</em>, entre 1902 e 1906, período em que foi prefeito do Rio de Janeiro. Essas transformações foram definidas por Alberto Figueiredo Pimentel (1869-1914), autor da seção “Binóculo”, da <em>Gazeta de Notícias</em>, com a máxima “O Rio civiliza-se”, que se tornou o <em>slogan</em> da reforma urbana carioca, que tornou o Rio uma cidade cosmopolita, moderna. A Avenida Central inaugurou um novo eixo da cidade em direção ao mar, a orla foi embelezada com a Avenida Beira-Mar, aberta em 1906, e a cidade, antes portuária, incorporou à sua vida urbana as praias de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5453" target="_blank">Copacabana</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4924" target="_blank">Ipanema</a> e Leblon.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11072" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11072/037SL03033.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="509" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11072" target="_blank">Avenida Almirante Barroso; Palace Hotel e o prédio do Jockey Club, c. 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O nome da Avenida Central foi mudado, por decreto, em 15 de fevereiro de 1912, para Avenida Rio Branco, uma homenagem ao diplomata e ministro das Relações Exteriores do Brasil, o barão de Rio Branco ( 1845 – 1912), que havia falecido cinco dias antes (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_04&amp;PagFis=10553" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 16 de fevereiro de 1912, sob o título “Barão do Rio Branco”</a>).</p>
<p><span style="color: #000000;">No <a style="color: #000000;" href="http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon1387674/icon1387674.pdf"><em>Álbum da Avenida Central</em>,</a> lançado em 1907 pelo fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923), havia desenhos das fachadas do Palace, que ficava na avenida, e do Teatro Phenix, contiguo ao hotel, na Almirante Barroso, ainda Barão de São Gonçalo. Tanto o hotel como o teatro chamavam-se Avenida e fazian m parte do prédio 1885-187-189-191. Nenhum dos dois estava construído quando o álbum foi produzido, portanto não puderam ser fotografados. Quando foram construídos passaram a chamar-se Palace Hotel e Theatro Phenix. Esse álbum é um importante registro da reforma da principal via da então capital federal, onde ele contrapôs reproduções das plantas às fotografias das fachadas de cada edifício documentado. Esse tipo de fotografia foi fundamental para a construção e para a difusão de uma nova imagem do Rio de Janeiro, uma imagem associada aos ideais de civilização e progresso<em>.</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33363" style="width: 707px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon1387674/icon1387674.pdf" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33363" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/palace.jpg" alt="Álbum Avenida Central, página 61" width="697" height="497" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon1387674/icon1387674.pdf" target="_blank">Hotel e Theatro Avenida,  futuros Palace Hotel e Teatro Phenix<em> / Álbum Avenida Central</em>, página 61</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33365" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon1387674/icon1387674.pdf" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33365" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/palace1.jpg" alt="Álbum Avenida Central, página 68" width="600" height="434" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon1387674/icon1387674.pdf" target="_blank">Theatro Avenida, futuro Teatro Phenix<em> / Álbum Avenida Central,</em> página 68</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Palace Hotel pertencia a Eduardo Palassin Guinle (1846 &#8211; 1912), patriarca de sua influente e abastada família. As obras do hotel foram concluídas em torno de 1915 e ele foi inaugurado, em julho de 1919. Foi o ponto de encontro da elite carioca, de celebridades nacionais e internacionais, além de ter sido o palco de diversos e importantes eventos culturais e mundanos. Na época, o Rio de Janeiro era tanto pólo de atração como modelo para as capitais estaduais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32347" style="width: 354px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/eduardo.jpg"><img class="size-full wp-image-32347" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/eduardo.jpg" alt="O casal Guilhermina e Eduardo Guinle" width="344" height="365" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Eduardo_Palassin_Guinle_%281846-1912%29_e_esposa_Guilhermina_%281854-1925%29.png" target="_blank">O casal Guilhermina e Eduardo Guinle, 1880 / Wikipedia</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi o primeiro empreendimento da família Guinle gerenciado pelo empresário Octávio Guinle (1886 &#8211; 1968), filho de Eduardo. O negócio contava com a sociedade do barão de Saavedra (1890 &#8211; 1956) e de Francisco Castro e Silva (18? &#8211; 19? que juntos comandavam a Companhia Hotéis Palace, fundada em 1919, mesmo ano da inauguração do Palace. Marcou o início de uma nova fase da indústria hoteleira no Rio de Janeiro. Eles também construíram o <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18036" target="_blank">Copacabana Palace Hotel</a>, quintessência do <em>glamour</em> carioca, inaugurado em 13 de agosto de 1923.</p>
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<div style="width: 180px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://academiaeventosturismo.org.br/cadeiras/otavio-guinle-cadeira-18/" target="_blank"><img src="https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/elementor/thumbs/Otavio-Guinle4-p6ywwer39kxcd4a0y7t0t1g70r1gjiau10283kyg5s.jpg" alt="Otavio Guinle4" width="170" height="200" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://academiaeventosturismo.org.br/cadeiras/otavio-guinle-cadeira-18/" target="_blank">Octávio Guinle / Academia Brasileira de Eventos e Turismo</a></p></div>
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<p>Pouco depois da inauguração do Palace Hotel foi realizado um grande banquete em um dos seus salões para autoridades que estavam no Rio de Janeiro para a posse do presidente Epitácio Pessoa (1865 &#8211; 1942) (<em>O Paiz</em>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/43432" target="_blank">11 de julho de 1919, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/43533" target="_blank">20 de julho de 1919, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_02/40207" target="_blank"><em>Correio da Manhã,</em> 30 de julho de 1919, antepenúltima coluna</a>). Antes de se instalarem no Palácio do Catete, muitos  presidentes da República eleitos se hospedavam lá até o dia da posse. Washington Luis (1896 &#8211; 1957) esteve, em 1926, no quarto 309, e para o mesmo quarto voltou depois de seu exílio, 15 anos depois.</p>
<p>O Palace possuía 8 andares, servidos por seis elevadores, com 250 quartos de dormir. Sua imagem está mais próxima dos modelos dos palácios urbanos italianos, do barroco ou mesmo de exemplos maneiristas, inspirados na matriz renascentista de Florença. Sofreu uma intervenção do arquiteto francês Joseph Gire (1872 &#8211; 1933), provavelmente durante a década de 20. Gire foi o responsável pelos projetos dos hoteis<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10242" target="_blank"> Gloria (1922) </a>e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18036" target="_blank">Copacabana Palace (1923)</a>, dentre vários outros emprendimentos no Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9261" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9261/001RR007002.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="459" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9261" target="_blank">A.C. da Costa Ribeiro. Palace Hotel, à direita, na Rua Almirante Barroso, o Teatro Phenix e, ao fundo, parte do Morro do Castelo, c. 1919. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Todos os quartos tem água quente e fria e o estylo do mobiliário é de muito bom gosto. A Empresa fez ligar para todos os quartos 10 linhas principaes de telephones. A sala de jantar, situada no sétimo andar, esta ricamente decorada, podendo conter 500 pessoas. As suas grandes janellas de sacada conduzem a grandes terraços com vista para a cidade e Bahia, tocando durante todas as refeições uma orchestra de primeira classe. O estabelecimento é dirigido segundo systema europeu, e tem serviço de cozinha irreprehnsível. O hotel tem ainda espaçosos salões de leitura, de visitas, recepção, baile, sala de concertos, bibliotheca, barbeiro, etc., etc. Na cave do edifício há grande stocks dos melhores vinhos. A Companhia emprega 230 pessoas. Todo o pessoal em contacto com os hospedes falla portuguez, inglez, francez, italiano, espanhol e allemão. Para o serviço de cosinha emprega 60 cosinheiros. A direção do hotel está entregue ao Snr. Jean Paul, da Dinamarca, tendo este senhor uma larga experiência nos hotéis das principaes cidades de Europa e dos Estados Unidos da América do Norte&#8221;.</em></span></p>
<p style="text-align: right;"><em>Enciclopédia Comercial</em>, Globe Encyclopedia Company, 1924, London.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o diplomata Maurício Nabuco (1891 &#8211; 1979) em seu livro <em>Reflexões e reminiscências</em>, o Palace Hotel teria sido a <em>primeira grande hospedaria do Brasil</em> e se tornado o centro de jovens casais. Em seu bar teria nascido o hábito de se tomar um aperitivo <em>elegante</em> à hora do jantar.  Ainda sobre o bar: sua entrada independente teria atraido, segundo Lucia Meira Lima, a<em>s mais formosas “francesas” que aqui aportaram e despertavam paixões entre a jeunesse dorée e os balzaqueanos das décadas de 1920 e 1930. </em>Outros ambientes requintados do hotel eram o Salão Nobre, o Salão de Leitura e o Jardim de Inverno, que antecedia o salão que mais tarde abrigaria as exposições promovidas pela Associação dos Artistas Brasileiros (AAB), localizado ao fundo.</p>
<p>Várias homenagens, chás dançantes, recitais, almoços e jantares, bailes de carnaval eram realizados em seus salões. Foi no Palace Hotel que a poetisa gaúcha Iveta Ribeiro  (1886 – 1962) apresentou a revista <em>Brasil Feminino</em>, que dirigia (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/4769" target="_blank"><em>Revista da Seman</em>a, 6 de fevereiro de 1932</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_23339" style="width: 499px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/86755" target="_blank"><img class="size-full wp-image-23339" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/ivetaribeiromalho-1937.jpg" alt="Iveta Ribeiro /  O Malho, 14 de janeiro de 1937" width="489" height="516" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/86755" target="_blank">Iveta Ribeiro (1886 &#8211; 1962) /<em> O Malho</em>, 14 de janeiro de 1937</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32483" style="width: 546px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/3724" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32483" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/almoço.jpg" alt="Almoço oferecido a Lucio Costa , diretor dda Escola de BElas Artes / Revista da Semana, 15 de agost de 1931" width="536" height="299" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/3724" target="_blank">Almoço oferecido a Lucio Costa , diretor da Escola de Belas Artes /<em> Revista da Semana,</em> 15 de agosto de 1931</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32484" style="width: 817px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/4231" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32484" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/almoço1.jpg" alt="Revista da Semana, 7 de novembro de 1931" width="807" height="413" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/4231" target="_blank">Almoço do Rotary Club / Revista da Semana, 7 de novembro de 1931</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32485" style="width: 529px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/4258" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32485" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/almoço2.jpg" alt="Chá no Palace Hotel em benefício dos Pobres Doentes de Botafaogo / REvista da Semana, 14 de agosto de 1931" width="519" height="476" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/4258" target="_blank">Chá no Palace Hotel em benefício dos Pobres Doentes de Botafaogo / Revista da Semana, 14 de novembro de 1931</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32488" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/6419" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32488" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/livro.jpg" alt="Realização do 1º / salão do Livro, no Palace Hotel / Revista da Semana, 12 de novembro de 1932" width="547" height="320" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/6419" target="_blank">Realização do 1º Salão do Livro, no Palace Hotel / <em>Revista da Semana</em>, 12 de novembro de 1932</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32489" style="width: 777px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/17041" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32489" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/baile.jpg" alt="Baile de carnaval no Palace Hotel / Revista da Semana, 6 de fevereiro de 1937" width="767" height="490" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/17041" target="_blank">Baile dos Artistas no Palace Hotel / <em>Revista da Semana</em>, 6 de fevereiro de 1937</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Funcionou até 15 de setembro de 1950, quando o gerente <em>sr. Rubens Bokel de Freitas mandou que fosse cerrada em definitivo a porta principal daquele estabelecimento</em>, conforme informado no artigo <em>O fim de uma época</em>, de João Martins, publicado na revista<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/72746" target="_blank"> <em>O Cruzeiro</em>, 7 de outubro de 1950</a>. Teve seus bens leiloados. Foi demolido entre 1950 e 1951 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_05/3815" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 17 de setembro de 1950, primeira coluna;</a> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_07/5943" target="_blank"><em>Jornal do Brasil,</em> 24 de setembro de 1950</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_07/6837" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 5 de novembro de 1950, penúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_07/8423" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 20 de janeiro de 1951</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32427" style="width: 453px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/030015_07/8423" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32427" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/phenix9.jpg" alt="Jornal do Brasil, 20 de janeiro de 1951" width="443" height="152" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/030015_07/8423" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 20 de janeiro de 1951</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em seu lugar foi erguido o Edifício Condomínio Marquês do Herval, projeto do escritório MMM Roberto, dos irmãos arquitetos Maurício, Marcelo e Milton; e uma das principais construções de arquitetura modernista do Rio de Janeiro. Foi inaugurado, em 1956,  com 36 andares, 35 mil metros quadrados de área construída e 600 unidades, incluindo as lojas e sobrelojas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32364" style="width: 417px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/34834/34834_6.PDF" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32364" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/herval.jpg" alt="Edifício Marquês do Herval" width="407" height="484" /></a><p class="wp-caption-text">Edifício Marquês do Herval</p></div>
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<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>O Palace Hotel como referência de vanguarda artística</strong></em></span></p>
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<p>Foi uma referência da vanguarda artística desde os primeiros anos da década de 1920. Diversas exposições de pintura e fotografia aconteceram em seus salões.</p>
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<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>Algumas exposições de fotografia realizadas no Palace Hotel</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Algumas importantes exposições de fotografia aconteceram no Palace Hotel, dentre elas, o Salão do Branco e Preto, e uma de <em>águas- fortes photographicas</em> de Fernando Guerra Duval (18? &#8211; 1959), em outubro de 1932 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/6207" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 8 de outubro de 1932</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/77295" target="_blank"><em>O Malho</em>, 15 de outubro de 1932)</a>.</p>
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<div id="attachment_32583" style="width: 538px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_03/6207" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32583" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/guerraduval6.jpg" alt="Revista da Semana, 8 de outubro de 1932" width="528" height="374" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_03/6207" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 8 de outubro de 1932</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32575" style="width: 848px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/77295" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32575" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/guerraduval2.jpg" alt="O Malho, 15 de outubro de 1932" width="838" height="472" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/77295" target="_blank"><em>O Malho,</em> 15 de outubro de 1932</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em outubro de 1933, realizou-se outra exposição de Fernando Guerra Duval (18? &#8211; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_07/108499" target="_blank">1959</a>), um dos fundadores, em 1923, do Photo Club Brasileiro, uma associação de fotógrafos, no Rio de Janeiro, formada pelos associados do Photo Club do Rio de Janeiro, fundado em 1910, que se juntaram a fotógrafos de arte para debater as relações entre fotografia e arte. O Photo Club Brasileiro promovia cursos, concursos, exposições e excursões. Publicou as revistas <em>Photo Revista do Brasil</em> (1925 – 1926) e <em>Photogramma</em> (1926 – 1931). Também organizava salões anuais, o primeiro deles inaugurado em 4 de julho de 1924, no Liceu de Artes e Ofícios (A<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_05&amp;PagFis=12628" target="_blank">rtigo de Fernando Guerra Duval, na <em>Gazeta de Notícias</em>, 9 de julho de 1924</a>), além de divulgar novas técnicas e estéticas, mantendo correspondência com sociedades internacionais de fotografia. Até o fim da década de 1940, foi uma instituição fundamental na difusão da ideia da fotografia como arte. Uma matéria da revista <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=W00009&amp;PagFis=21691"><em>Para Todos</em>, de 17 de setembro de 1927</a>, sobre a quarta exposição anual do Photo Club, ilustrava essa função primordial da associação. Alguns de seus membros de destaque foram Alberto Friedmann, Barroso Neto, Herminia Borges, João Nogueira Borges, Oscar de Teffé e Silvio Bevilacqua. Foi um reduto do pictorialismo.</p>
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<div id="attachment_32501" style="width: 575px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_03/8639" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32501" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/guerraduval.jpg" alt="Revista da Semana, 28 de outubro de 1933" width="565" height="363" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_03/8639" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 28 de outubro de 1933</a></p></div>
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<p><span style="color: #000000;">Fernando, símbolo de elegância e frequentador dos mais requintados e intelectualizados salões cariocas desde as primeiras décadas do século XX, foi também poeta, ator e barítono. Foi casado com Stella de Carvalho Guerra Duval (1879 – 1971), fundadora da Pró-Matre e também da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, ao lado de <a style="color: #000000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21354" target="_blank">Bertha Lutz  (1894 – 1976)</a> e Jerônima Mesquita (1880 – 1972), dentre outras. </span>Em 1939, era o presidente da Associação dos Artistas Brasileiros, cuja sede era o Palace Hotel. Em 1942, era seu coordenador-geral. Faleceu em novembro de 1959 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/236403/3413" target="_blank"><em>A Rua</em>, 25 de outubro de 1916, última coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830305/7306" target="_blank"><em>Vida Doméstica</em>, junho de 1927</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_06/2501" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 22 e 23 de setembro de 1930, penúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/8497" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 7 de outubro de 1933</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/107670_03/717" target="_blank"><em>O Imparcial</em>, 31 de julho de 1935, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/101087" target="_blank"><em>Fon Fon</em>, 2 de dezembro de 193</a>9; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/95057" target="_blank"><em>O Malho</em>, novembro de 1942</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_06/112562" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 5 de dezembro de 1959, penúltima coluna).</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32572" style="width: 890px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/25532" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32572" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/guerraduval1.jpg" alt="Fernando Guerra Duval é o primeiro em pé, da esquerda pra a direita; e Stella está entada / Fon Fon, 5 de agosto de 1916" width="880" height="538" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/25532" target="_blank">Fernando Guerra Duval é o primeiro em pé, da esquerda pra a direita; e Stella está sentada com a mão no queixo / <em>Fon Fon</em>, 5 de agosto de 1916</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1935, foi realizada a Exposição Fotográfica do Touring Club do Brasil (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/14017" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 14 de dezembro de 1935</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32502" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=025909_03&amp;pagfis=14017" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32502" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/touring.jpg" alt="Revista da Semana, de 1937" width="640" height="484" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=025909_03&amp;pagfis=14017" target="_blank"><em>Revista da Semana,</em> 14 de dezembro de 1935</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1937, realizou-se o Salão Pinturial Fotográfico (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/18962" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 30 de outubro 1937</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32503" style="width: 278px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_03/18962" target="_blank"><img class="wp-image-32503 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/foto.jpg" alt="foto" width="268" height="198" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_03/18962" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 30 de outubro 1937</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1938, foram as seguintes as exposições de fotografia no Palace:</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32581" style="width: 566px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/158550/959" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32581" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/guerraduval5.jpg" alt="Anuário Brasileiro de Literatura, 1939" width="556" height="208" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/158550/959" target="_blank"><em>Anuário Brasileiro de Literatura</em>, 1939</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em outubro de 1939, realização de mais um Salão em Preto e Branco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32585" style="width: 304px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/guerraduval81.jpg"><img class="size-full wp-image-32585" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/guerraduval81.jpg" alt="Revista da Semana, 28 de outubro de 1939" width="294" height="335" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_03/24371" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 28 de outubro de 1939</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No mês seguinte, no dia 4, foi inaugurada a exposição fotográfica de Jorge de Castro (? &#8211; 19?) intitulada <em>Clichês</em>, no Palace Hotel.  Foram exibidas imagens de paisagens rurais, de árvores, de habitações, de recantos poéticos do Rio de Janeiro, além de retratos de pessoas anônimas e também de registros do maestro Villa-Lobos, dos poetas Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira, Murilo Nery e Oswald de Andrade;, dos escritores Anibal Machado, Jorge Amado e José Lins do Rego; da pintora Adagisa Nery, do ministro Gustavo Capanema, dentre outros (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/54861" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 4 de novembro de 1939, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/24509" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 18 de novembro de 1939</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32496" style="width: 274px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_03/24509" target="_blank"><img class="wp-image-32496 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/jorgedecastro1.jpg" alt="jorgedecastro1" width="264" height="347" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_03/24509" target="_blank"><em>Revista da Semana,</em> 18 de novembro de 1939</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em>“Fundamentalmente realista, amando as visões da vida, ele as interpreta, porém, captando o momento e o ângulo rico ou compondo o ambiente em que a realidade capitula diante da luz e se converte numa expressão sugestiva e bela”.</em></p>
<p style="text-align: right;">Mário de Andrade sobre Jorge de Castro na crônica <em>O homem que se achou</em>,</p>
<p style="text-align: right;">1940</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Algumas exposições de pinturas realizadas no Palace Hotel</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32560" style="width: 714px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/12046" target="_blank"><img class=" wp-image-32560" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/belas1.jpg" alt="Revista da Semmana, 24 de julho de 1926" width="704" height="339" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/12046" target="_blank"><em>Revista da Semmana</em>, 24 de julho de 1926</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;">&#8230; <em>como a de artistas da Escola de Paris, trazida ao Brasil, em 1930 por Vicente do Rego Monteiro e Géo-Charle; a exposição de Arquitetura Tropical, em 1933; o Salão dos Novos, em 1926; o Salão de Maio, em 1936; Além das primeiras individuais de Cícero Dias, em 1928; Ismael Nery, Portinari e Tarcila do Amaral, em 1929; Bruno Lechovski, em 1931; e outras de Scliar, Segall, Armando Viana, Waldemar da Costa, Kaminagai, Nivouliés de Pierrefort, Manuel Constantino, Colette Pujol, Dimitri Ismailovitch etc. Na década de 50, o Palace Hotel seguia realizando exposições, porém menos significativas e provavelmente sem o aval da Associação dos Artistas Brasileiros.</em></span></p>
<p style="text-align: right;"><em>Cronologia das Artes Plásticas no Brasil 1816-1994</em></p>
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<div id="attachment_32555" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/foujita.jpg"><img class=" wp-image-32555" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/foujita.jpg" alt="De Ismael Nery, Exposição Foujita no Palace Hotel - 1931" width="700" height="563" /></a><p class="wp-caption-text">De Ismael Nery, Exposição Foujita no Palace Hotel &#8211; 1931</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O primeiro registro de uma exposição realizada no Palace é de 1923 quando Sylvia Meyer (1889 &#8211; 1955) mostrou, em um de seus salões, retratos em pastel que foram muito bem recebidos pela crítica e pelo público. Foi sua primeira exposição individual. Voltou a expor no Palace Hotel, em 1932, e a poetisa e feminista Anna Amélia Carneiro de Mendonça (1896 &#8211; 1971), uma das organizadoras do I Salão de Arte Feminina, em 1931, escreveu uma crítica muito favorável à artista (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093718_01/11840" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 9 de outubro de 1932, primeira coluna)</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32584" style="width: 545px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/6207" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32584" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/guerraduval8.jpg" alt="Revista da Semana, 8 de outubro de 1932" width="535" height="349" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/6207" target="_blank">Exposição de Sylvia Meyer, em 1932<em> / Revista da Semana</em>, 8 de outubro de 1932</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A partir de 1929, o Palace Hotel sediou muitas exposições sob o patrocínio da Associação dos Artistas Brasileiros (AAB), fundada por iniciativa dos artistas plásticos e irmãos Armando e Mário Navarro Costa, e pelo jornalista, escritor, dramaturgo, professor, historiador e crítico de arte Celso Kelly (1906 &#8211; 1979). A Associação dos Artistas Brasileiros surgiu a partir do convívio de artistas plásticos dos mais variados ramos durante o 1º Salão dos Artistas Brasileiros, sediado no salão nobre da Biblioteca Nacional, em 1928. Sua sede, após passar pelo Liceu e Artes e Ofícios e pelo Teatro Cassino, passou a ser, em fins de 1929, o Palace Hotel, onde promoveu exposições antológicas.</p>
<p>Além das já citadas exposições, o Palace Hotel também recebeu, em 1927, uma exposição conjunta de Oswaldo Goeldi (1895 &#8211; 1961) com o príncipe russo Paulo Gagarin (1885 &#8211; 1980); de Tarsila do Amaral (1886 &#8211; 1973), em 1929; de Gilberto Trompovski (1908 &#8211; 1982), em 1930; de Levino Fânzeres (1884 &#8211; 1956), em 1931; de Haydéa (1896 &#8211; 1980) e Manoel Santiago (1897 &#8211; 1987) e de Eugenio Latour (1874 &#8211; 1942), em 1932; de Hernani do Irajá (1895 &#8211; 1969), de Georgina de Albuquerque (1895 &#8211; 1962), de Olga Mary (1891 &#8211; 1963) e Raul Pedrosa (1892 &#8211; 1962), de Oswaldo Teixeira (1905 &#8211; 1974) e do francês Marcel Féguide (1888 &#8211; 1968), em 1933; do retratista português Henrique Medina (1901 &#8211; 1988), do polonês Konstanty Brandel (1880 &#8211; 1970), do italiano José Boscagly (1862 &#8211; 1945), em 1935; de alunos de Cândido Portinari (1903 &#8211; 1962), em 1936; de Alberto da Veiga Guignard (1896 &#8211; 1962), de Sarah Villela de Figueiredo (1903 &#8211; 1958), em 1938; dentre inúmeras outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32561" style="width: 384px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/124451/24493" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32561" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/tarsila.jpg" alt="Retrato de Tarsila do Amaral que ilustrou a capa do catálogo de sua exposição realizada enre 20 e 30 de julho de 1929, no Palace Hotel / Paratodos, 1928" width="374" height="466" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/124451/24493" target="_blank">Retrato de Tarsila do Amaral por ela mesma, que ilustrou a capa do catálogo de sua exposição realizada entre 20 e 30 de julho de 1929, no Palace Hotel / <em>Paratodos,</em> 11 de agosto de 1928</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A já mencionada exposição organizada por Vicente do Rego Monteiro (1899 &#8211; 1970), foi a primeira mostra de arte moderna europeia na América do Sul e congregou obras de artistas do calibre de Fernand Léger (1881 &#8211; 1955), Georges Braque (1882 &#8211; 1963), Pablo Picasso (1881 &#8211; 1973) e Raoul Dufy (1877 &#8211; 1953).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32486" style="width: 629px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/exposição1.jpg"><img class="wp-image-32486" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/exposição1.jpg" alt="Expoisção de Haydéa e Manoel Santiago no Palace Hotel / Revista da Semana, de 1932" width="619" height="410" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/5189" target="_blank">Exposição de Haydéa e Manoel Santiago no Palace Hotel / Revista da Semana, 16 de abril de 1932</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32487" style="width: 709px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/5570" target="_blank"><img class=" wp-image-32487" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/exposição2.jpg" alt="Exposição de Eugenio Latour no Palace Hotel / Revista da Semana, 18 de junho de 1932" width="699" height="281" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/5570" target="_blank">Exposição de Eugenio Latour no Palace Hotel /<em> Revista da Semana</em>, 18 de junho de 1932</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi também no Palace Hotel que o mundialmente famoso arquiteto norte-americano Frank Lloyd Wright (1867 &#8211; 1959) proferiu sua  última palestra da temporada que passou no Rio de Janeiro, entre 2 e 24 de outubro de 1931.</p>
<p>Segundo Adriana Marta Irigoyen de Toucedo:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/arquiteto.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-32491" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/arquiteto.jpg" alt="arquiteto" width="450" height="240" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Palace Hotel foi personagem de uma das poesias do grande Manuel Bandeira que revelou, em uma entrevista ao cronista Paulo Mendes Campos (1922 &#8211; 1991), publicada na <em>Revista Província de São Pedro</em>, em 1949, que ela referia-se à <em>Lembrança de uma farra de Carnaval com Cícero Dias no saguão do Palace Hotel</em>. <em>Rondó do Palace Hotel </em>foi publicada no livro <em>Estrela da Manhã</em> (1936).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32479" style="width: 646px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://vejario.abril.com.br/cidade/palace-hotel-alerta-preservacao-patrimonio-cultural/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32479" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/exposição.jpg" alt="Cândido Portinari, Antônio Bento, Mário de Andrade e Rodrigo de Mello Franco na exposição de Portinari no Palace Hotel, década de 1930 / Acervo Projeto Portinari" width="636" height="402" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://vejario.abril.com.br/cidade/palace-hotel-alerta-preservacao-patrimonio-cultural/" target="_blank">Cândido Portinari, Antônio Bento, Mário de Andrade e Rodrigo Mello Franco de Andrade na exposição de Portinari no Palace Hotel, década de 1930 / Acervo Projeto Portinari</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Rondó do Palace Hotel</strong></em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;">por Manuel Bandeira</span></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;">No hall do Palace o pintor</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">Cícero Dias entre o Pão</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">De Açúcar e um caixão de enterro</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">(É um rei andrógino que enterram?)</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">Toca um jazz de pandeiro com a mão que o Blaise Cendrars perdeu na guerra.</span></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;">Deus do céu, que alucinação!</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">Há uma criatura tão bonita</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">Que até os olhos parecem nus:</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">Nossa Senhora da Prostituição!</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">-“Garçom, cinco martínis!” Os</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">Adolescentes cheiram éter</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">No hall do Palace.</span></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;">Aqui ninguém dá atenção aos préstitos</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">(Passa um clangor de clubes lá fora):</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">Aqui dança-se, canta-se, fala-se</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">E bebe-se incessantemente</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">Para esquecer a dor daquilo</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">Por alguém que não está presente</span></em><br />
<em> <span style="color: #800000;">No hall do Palace.</span></em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000000;"><span style="color: #800000;">Andrea C.T. Wanderley</span></span></p>
<p style="text-align: left;">Editora e Pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>BULCÃO, Clóvis. <em>Os Guinle: a história de uma dinastia</em>. Rio de Janeiro : Intrínseca, 2015.</p>
<p>BATISTA, Antonio José de Sena. <a href="https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/34834/34834_6.PDF" target="_blank"><em>Arquitetos sem halo: a ação dos escritórios M.M.M.Roberto e Henrique Mindlin Arquitetos Associados</em>.</a> Tese apresentada ao Programa de Pós-graduação em História Social da Cultura, do Departamento de História da PUC-Rio, como requisito parcial para obtenção do título de Doutor em História, março de 2013.</p>
<p>CATTAN, Roberto Correia de Mello.<a href="https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/5103/5103_6.PDF" target="_blank"> <em>A Família Guinle e a Arquitetura do Rio de Janeiro Um capítulo do ecletismo carioca nas duas primeiras décadas do novecentos. </em></a>Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em História do Departamento de História da PUC-Rio, novembro de 2013.</p>
<p>CAVALCANTI, Lauro, org., <em>Quando o Brasil Era Moderno Artes plásticas no Rio de Janeiro 1905-1960</em>, Rio de Janeiro : Aeroplano Editora, 2001.</p>
<p>COSTA, Helouise. <em>Pictorialismo e Imprensa: O Caso da Revista O Cruzeiro (1928-1932)</em>. In: FABRIS, Annateresa (org.).<em> Fotografia:  Usos e Funções no Século XIX</em>. 2 ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2008. (Texto &amp; Arte, 3).</p>
<p><a href="http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>MARCHESAN, Luiz Gonzaga. <a href="http://anpoll.org.br/eventos/enanpoll2018/wp-content/uploads/2018/06/LMarchezan.pdf" target="_blank">Antonio Cândido na revista <strong>Texto</strong></a>.</p>
<p>MENDES, Ricardo org.<a href="http://www.fotoplus.com/antologia/img/antologia-brasil-1890-1930-internet.pdf" target="_blank"><em> Pensamento crítico em fotografia &#8211; Antologia Brasil &#8211; 1890 &#8211; 1930</em></a>. FUNARTE, 2013.</p>
<p>MORAES, Frederico. <em>Cronologia das Artes Plásticas no Brasil 1816-1994</em>. Rio de Janeiro : Topbooks, 2001.</p>
<p><a href="https://www.clubenaval.org.br/novo/?q=Sobre-o-Clube-Naval" target="_blank">Site Clube Naval</a></p>
<p><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/palace-hotel/" target="_blank">Site Estilos Arquitetônicos</a></p>
<p><a href="http://www.inepac.rj.gov.br/index.php/bens_tombados/detalhar/256" target="_blank">Site Inepac</a></p>
<p>SOARES, Débora Poncio. <a href="https://pantheon.ufrj.br/bitstream/11422/14979/1/DPSoares.pdf" target="_blank"><em>ENTRE APAGAMENTOS E LEMBRANÇAS: A artista Sylvia Meyer (1889 &#8211; 1955)</em></a>. Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, como parte dos requisitos necessários à obtenção do grau de bacharel em História da Arte, 2021.</p>
<p>TOUCEDO, Adriana Marta Irigoyen de. <a href="https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/18/18131/tde-22092022-110720/publico/Touceda_Adriana_mestrado.pdf" target="_blank"><em>Frank Lloyd Wright e o Brasil</em></a>.  Dissertação de Mestrado &#8211; Escola de Engenharia de São Carlos &#8211; Universidade de São Paulo, 2000.</p>
<p>XAVIER, Roger Ferreira. <em><a href="http://www.repositorio-bc.unirio.br:8080/xmlui/bitstream/handle/unirio/13276/rogerxavierdissertacao.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y" target="_blank">Os comediantes: da gênese à formulação do teatro do futuro (1938-1942)</a>.</em> Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, como parte dos requisitos necessários para a obtenção do Título de Mestre em Artes Cênicas. Linha de Pesquisa: História e Historiografia do Teatro e das Artes</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=f3BfL2X_7vM" target="_blank">Youtube &#8211; O LUXUOSO PALACE HOTEL DOS PRESIDENTES E ARTISTAS MODERNISTAS</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Links para os outros artigos da Série O Rio de Janeiro desaparecido</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">Série</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> O Rio de Janeiro desaparecido </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">I</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> </a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">- </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><em>Salas de cinema do Rio de Janeiro do início do século XX</em></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><strong>, </strong>de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de fevereiro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>II<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621"><i>A Exposição Nacional de 1908 na Coleção Família Passos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">, de autoria de Carla Costa, historiadora do Museu da República, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 5 de abril de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6248" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> III – <i>O Palácio Monroe</i>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 9 de novembro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9138" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>IV<em> -</em><em> </em><i>A via elevada da Perimetral<strong>,</strong></i> de autoria da historiadora Beatriz Kushnir, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2017.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>V<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>, Ferrez, Malta e Charles Dunlop<strong>, </strong>d</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">e autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de julho de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i>O primeiro Palácio da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de setembro de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i>O Morro de Santo Antônio na Casa de Oswaldo Cruz</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">de autoria de historiador Ricardo Augusto dos Santos da Casa de Oswaldo Cruz</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 5 de fevereiro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VIII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i>A demolição do Morro do Castelo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 30 de abril de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>IX<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i>Estrada de Ferro Central do Brasil: estação e trilhos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de novembro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>X<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i>No Dia dos Namorados, um pouco da história do Pavilhão Mourisco em Botafogo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de junho de 2020.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>XI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i>A Estrada de Ferro do Corcovado e o</i> <i>mirante Chapéu de Sol</i>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 22 de julho de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25489">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>XII <i>– o Teatro Lírico (Theatro Lyrico),</i> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 15 de setembro de 2021</a>.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25759" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIII<em> – O Convento da Ajuda</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de outubro de 202</a>1.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25175" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIV<em> – </em>O<em> Conselho Municipal</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de novembro de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25474" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XV<em> – A Praia de Santa Luzia no primeiro dia do verão</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 21 de dezembro de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26333">Série<em> O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVI &#8211; <em>O prédio da Academia Imperial de Belas Artes</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, publicado na Brasiliana Fotográfica em 13 de janeiro de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26587" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XVII<em> – Igreja São Pedro dos Clérigos</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 18 de março de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27390" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVIII &#8211; <em>A Praça Onze</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de abril de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27549" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XIX &#8211; <em>A Igrejinha de Copacabana</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2022.</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27622" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XX &#8211; <em>O Pavilhão dos Estados, futuro prédio do Ministério da Agricultura</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de julho de 2022.</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27670%20" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXI &#8211; <em>O Chafariz do Largo da Carioca</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de setembro de 2022. </a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29820" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXII &#8211; <em>A Cadeia Velha que deu lugar ao Palácio Tiradentes</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 11 de abril de 2023</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIII e </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank"><em>Avenidas e ruas do Brasil</em> XVII </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">- <em>A Praia e a Rua do Russel, na Glória</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 15 de maio de 2023</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34365" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D34365&amp;source=gmail&amp;ust=1702655036919000&amp;usg=AOvVaw3b3Tx7K9JhoBwFxL6ka8RZ">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVI &#8211; <em>Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo por Augusto Malta,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 14 de dezembro de 2023</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32431" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVII e Série <em>Os arquitetos do Rio de Janeiro</em> V &#8211; <em>O Jockey Club e o Derby Club, na Avenida Rio Branco e o arquiteto Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920)</em>, de autoria de Andrea c. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, em 15 de janeiro de 2024</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Outros artigos publicados na Brasiliana Fotográfica sobre hotéis</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline; color: #800000;"><a style="color: #800000; text-decoration: underline;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2950" target="_blank"><em>Hotéis do século XIX e do início do século XX no Brasil</em>, publicado em 5 de novembro de 2015 , de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica.</a></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline; color: #800000;"><a style="color: #800000; text-decoration: underline;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2950" target="_blank"><em>O Hotel Glória – antes e depois</em>, publicado em 21 de dezembro de 2017, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica.</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18036" target="_blank"><span style="color: #800000; text-decoration: underline;"><em>Copacabana Palace, símbolo do glamour carioca</em>, publicado em 13 de agosto de 2020, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica.</span></a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=28263" target="_blank"><span style="color: #800000; text-decoration: underline;"><em>O Hotel Pharoux por Revert Henrique Klumb</em>, publicado em 15 de junho de 2022, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica.</span></a></span></p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32203"><span style="color: #800000; text-decoration: underline;"><em>O centenário do Copacabana Palace, quintessência do “glamour” carioca, e seu criador, o arquiteto francês Joseph Gir</em>e, publicado em 13 de agosto de 2023, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica.</span></a></p>
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