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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Francisco Couchet</title>
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		<title>O centenário do Palácio Tiradentes</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2026 14:29:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
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		<description><![CDATA[O Palácio Tiradentes foi construído no local onde existia a Casa de Câmara e Cadeia Velha, prédio erguido em torno de 1640, que foi demolido em 1922, quando foi lançada, com a presença do presidente da República, Epitácio Pessoa (1865 - 1942), a pedra fundamental do prédio da nova sede do Legislativo. Cerca de um ano antes, em 1921, foi aprovado um projeto dos arquitetos Archimedes Memória (1893 - 1960) e  Francisque Couchet (18? -19?) para a sua construção. Inspirado no Grand Palais, o Palácio Tiradentes foi inaugurado em 6 de maio de 1926 e hoje, com fotografias de Augusto Malta (1864 - 1957), de Guilherme Santos (1871 - 1966) e de fotógrafos ainda não identificados, a Brasiliana Fotográfica celebra seu centenário.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Palácio Tiradentes foi construído no local onde existia a Casa de Câmara e Cadeia Velha, prédio erguido em torno de 1640, que foi demolido em 1922, quando foi lançada, com a presença do presidente da República, Epitácio Pessoa (1865 &#8211; 1942), a pedra fundamental do prédio da nova sede do Legislativo. Cerca de um ano antes, em 1921, foi aprovado um projeto dos arquitetos  Archimedes Memória (1893 &#8211; 1960) e  Francisque Couchet (18? -19?) para a sua construção. Inspirado no Grand Palais, o Palácio Tiradentes foi inaugurado em 6 de maio de 1926 e hoje, com fotografias de Augusto Malta (1864 &#8211; 1957), de Guilherme Santos (1871 &#8211; 1966) e de fotógrafos ainda não identificados, a Brasiliana Fotográfica celebra seu centenário.</p>
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<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2784" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2784/014AM012060.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="478" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2784" target="_blank">Augusto Malta. Palácio Tiradentes, c. 1926. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<p><span style="color: #800000;"><strong><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/338" target="_blank">Acessando o link para as fotografias do Palácio Tiradentes disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Palácio Tiradentes foi construído no local onde existia a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29820" target="_blank">Casa de Câmara e Cadeia Velha</a>, prédio erguido em torno de 1640, quando os membros do Senado e da Câmara do Rio de Janeiro solicitaram a construção de um edifício para abrigar os trabalhos do legislativo. No século XVII, usualmente, nas cidades coloniais da América portuguesa nesses mesmos prédios ficavam as prisões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11278" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11278/007A5P3F10-048.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="539" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11278" target="_blank">Augusto Malta. Câmara e Cadeia Velha, 1911. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 25 de dezembro de 1921, foi aprovado um projeto do cearense Archimedes Memória e do franco-suíço Francisque Couchet, ambos arquitetos, para a construção do Palácio Tiradentes, no local onde existia a Cadeia Velha (<a href="%20http://memoria.bn.br/DocReader/308250/148." target="_blank"><i>Architectura no Brasil</i>, janeiro de 1922</a>). Eles trabalhavam no Escritório Técnico Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920), que havia falecido, em 1920. Memória e Couchet foram sócios até 1929.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29836" style="width: 595px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.palaciotiradentes.rj.gov.br/cool_timeline/1921/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29836" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/tiradentes1.jpg" alt="Projeto de Archimedes Memória e Francisco Couchet paa o Palácio Tiradentes" width="585" height="369" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://www.palaciotiradentes.rj.gov.br/cool_timeline/1921/" target="_blank">Projeto de Archimedes Memória e Francisco Couchet para o Palácio Tiradentes</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Archimedes e Couchet foram também responsáveis pelos projetos do Palácio das Festas e do Palácio das Grandes Indústrias, na <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17940" target="_blank">Exposição Internacional do Centenário da Independência</a> (1922), um dos maiores eventos internacionais já realizados no Brasil, inaugurada no Rio de Janeiro em 7 de setembro de 1922 e encerrada em 24 de julho do ano seguinte; além dos edifícios do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25175" target="_blank">Palácio Pedro Ernesto (1923)</a>, cujo projeto foi desenvolvido por eles, já que seu autor, Heitor Mello (1875 &#8211; 1920), faleceu em 1920; do <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/107670_02/21282" target="_blank">Hotel Balneário da Urca (1925)</a>, futuro Cassino da Urca e sede da TV Tupi carioca; do Jockey Club Brasileiro, na Gávea (1926), e do Botafogo Futebol e Regatas (1928).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 410px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://academiaipuense.com.br/patronos/160-archimedes-memoria" target="_blank"><img src="https://academiaipuense.com.br/images/patronos/ARCHIMEDES%20MEMORIA.png" alt="" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://academiaipuense.com.br/patronos/160-archimedes-memoria" target="_blank">Archimedes Memória / Academia Ipuense de Letras, Ciências e Arte</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29746" style="width: 424px" class="wp-caption aligncenter"><a class="fbx-link" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/arquitetos.jpg"><img class="wp-image-29746 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/arquitetos.jpg" alt="Augusto Malta, Sentados, da esquerda para a direita: Nestor de Figueiredo, Adollpho Morales de los Rios (pai) e Francisco Cuchet. Em pé, na mesma ordem: Arquimedes Memoria, Adolpho Morales de los /rios (filho), Celestino Severo de Juan e Edgar Vianna, de 7 de setembro de 1922. Rio de Janeiro, RJ / Rio antigo, por Charles Dunlop." width="414" height="359" /></a><p class="wp-caption-text">Augusto Malta. Sentados, da esquerda para a direita: Nestor de Figueiredo, Adolpho Morales de los Rios (pai) e Francisque Cuchet. Em pé, na mesma ordem: Archimedes Memoria, Adolpho Morales de los Rios (filho), Celestino Severo de Juan e Edgar Viana, 7 de setembro de 1922. Rio de Janeiro, RJ / Rio Antigo, por Charles Dunlop.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O prédio da Cadeia Velha foi demolido, em 1922, quando foi lançada, com a presença do presidente da República, Epitácio Pessoa, a pedra fundamental do prédio da nova sede do Legislativo <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/764256/2096" target="_blank">(<em>O Combate</em>, 19 de junho de 1922</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/40532" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 24 de junho de 1922</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29907" style="width: 422px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/764256/2096" target="_blank"><img class="wp-image-29907 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/pedra4.jpg" alt="pedra4" width="412" height="485" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/764256/2096" target="_blank"><em>O Combate</em>, 19 de junho de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29837" style="width: 296px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=259063&amp;pagfis=40532" target="_blank"><img class="wp-image-29837 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/pedra.jpg" alt="pedra" width="286" height="449" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=259063&amp;pagfis=40532" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 24 de junho de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11058" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11058/037SL01086.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="513" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11058" target="_blank">Demolição do Morro do Castelo; ao fundo, a Ilha Fiscal e o Palácio Tiradentes em construção, c. 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29838" style="width: 592px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11058" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29838" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/pedra1.jpg" alt="Detalhe da foto anterior" width="582" height="466" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11058" target="_blank">Detalhe da foto anterior com destaque para o Palácio Tiradentes em construção</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No <em>estilo do palácio é Luiz XVI, moderno</em>, segundo a revista <a href="http://memoria.bn.br/docreader/308250/148" target="_blank"><em>Architectura</em> <i>no Brasil</i>, de janeiro de 1922</a><em>, </em>foi inspirado no Grand Palais de Paris. O Palácio Tiradentes foi inaugurado em 6 de maio de 1926, no dia em que se completava <em>Um século de vida legislativa no Brasil.</em> Seu nome homenageia Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes (1746 &#8211; 1792), um dos líderes da Inconfidência Mineira, que passou cinco dias na Cadeia Velha, da onde foi levado à forca, em 21 de abril de 1792.</p>
<p>Por ordem do então presidente da Câmara, Arnolfo de Azevedo (1868 &#8211; 1942), o Palácio Tiradentes foi construído com muita economia, tendo custado 15 contos de réis, metade do custo do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=33476" target="_blank">Palácio Pedro Ernesto</a>, inaugurado em 1923. Toda sua estrutura é de concreto e tijolo; as estátuas são de massa. Ricos cafeicultores e o estado de São Paulo foram responsáveis pela doação de vários móveis para a nova Câmara Federal, abrigada no Palácio Tiradentes, que ali funcionou de 1926 até 1960 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/25463" target="_blank"><em>Correio de Manhã</em>, 7 de maio de 1926</a>; <em>O Paiz</em>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/25193" target="_blank">6 de maio</a> e<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/25205" target="_blank"> 7 de maio</a> de 1926; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/308250/616" target="_blank"><i>Architectura no Brasil</i>, junho/julho de 1926</a>).</p>
<div></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29840" style="width: 320px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=178691_05&amp;pagfis=25205" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29840" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/pedra2.jpg" alt="O Paiz, 7 de maio de 1926" width="310" height="466" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=178691_05&amp;pagfis=25205" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 7 de maio de 1926</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na mesma ocasião, foi descerrada, em frente ao plácio, a estátua de Tiradentes, de autoria do escultor Francisco de Andrade  (1893-1953). Em bronze, tem 4,5 metros de altura e, em sua base, lê-se <em>Libertas Quæ Sera Tamen</em><em> &#8211; Liberdade ainda que tardia</em> -, lema dos inconfidentes mineiros inscrito na bandeira oficial do Estado de Minas Gerais.</p>
<p>Francisco de Andrade havia, em 1914, vencido o concurso para realizar a estátua de Tiradentes. A peça deveria representar Tiradentes no momento, em que estava sendo conduzido à forca, em 21 de abril de 1792, no Largo da Lampadosa, atual Praça Tiradentes. O local escolhido para a fixação da estátua é o mesmo ponto onde se localizava a cela em que Tiradentes esteve preso. A estátua <em>foi alvo de críticas e reparos à época, pois representava o alferes mór do Brasil muito velho, vestindo uma túnica de condenado que lembrava desagradavelmente uma camisola de dormir. Representava-o, igualmente, barbado e cabeludo, atributos que à época, já se sabia que Tiradentes nunca os tivera por ser militar </em>(<a href="https://palaciotiradentes.rj.gov.br/noticias/historias-dos-100-anos-do-palacio-estatua-de-tiradentes" target="_blank">Site Palácio Tiradentes</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_44444" style="width: 293px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://palaciotiradentes.rj.gov.br/noticias/historias-dos-100-anos-do-palacio-estatua-de-tiradentes" target="_blank"><img class="size-full wp-image-44444" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/tiradentes.jpg" alt="O escultor Francisco de Andrade e sua obra, a estátua de Tiradentes" width="283" height="495" /></a><p class="wp-caption-text">O<a href="https://palaciotiradentes.rj.gov.br/noticias/historias-dos-100-anos-do-palacio-estatua-de-tiradentes" target="_blank"> escultor Francisco de Andrade (1893 &#8211; 1953) e sua obra, a estátua de Tiradentes / Site Palácio Tiradentes</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cerca de dois anos depois, o presidente dos Estados Unidos, Herbert Hoover (1874 &#8211; 1964), fez uma visita ao Palácio Tiradentes, em 22 de dezembro de 1928 <em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/67425" target="_blank">Fon-Fon</a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/67425" target="_blank">, 29 de dezembro de 1928</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10232" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10232/002080RJ6611.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="300" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10232" target="_blank">Guilherme Santos. Herbert Clark Hoover, presidente dos Estados Unidos, durante visita à Câmara dos Deputados, 22 de dezembro de 1928. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abaixo, um imagem de autoria do fotógrafo amador <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank">Guilherme Santos (1871 &#8211; 1966)</a> no dia da Constituinte de 1934, em 16 de julho de 1934, com a cavalaria e civis diante do Palácio Tiradentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9465" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9465/002080RJ6415.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="291" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9465" target="_blank">Guilherme Santos. Cavalaria e civis em frente ao Palácio Tiradentes, no dia da Constituinte de 1934, 16 de julho de 1934. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Parlamento foi fechado pelo presidente Getulio Vargas (1882 &#8211; 1954) no período do Estado Novo, de 1937 a 1945, e o Palácio Tiradentes passou a sediar o Ministério da Justiça e o Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), órgão de censura do regime. Com a saída de Vargas, em 1945, o Palácio Tiradentes voltou a abrigar a Assembleia Constituinte.</p>
<p><span style="color: #333333;">Quando Brasília tornou-se a capital do Brasil, em 1960, no Palácio Tiradentes passou a funcionar a Assembleia Legislativa do Estado da Guanabara (ALEG) que, com a fusão dos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro, efetivada em 1975, passou a se chamar Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ).</span></p>
<p><span style="color: #333333;"> </span></p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>CASTRO, Ramiro Berbert de. <a href="https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/179460?show=full" target="_blank"><em>Edifícios da Cadeia Velha, Palácio Monroe e Biblioteca Nacional</em></a>. Rio de Janeiro : Empresa Brasil Editora, 1926.</p>
<p><a href="https://diariodorio.com/historia-do-predio-do-istituto-europeo-di-design-o-cassino-da-urca/" target="_blank">Diário do Rio</a></p>
<p><a href="http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p><a href="https://oglobo.globo.com/economia/imoveis/arquitetos-falam-sobre-arquitetura-marcante-do-jockey-club-3135628" target="_blank"><em>O GLOBO</em>, 10 de novembro de 2011</a></p>
<p><a href="https://academiaipuense.com.br/patronos/160-archimedes-memoria" target="_blank">Site Academia Ipuense de Letras, Ciências e Artes</a></p>
<p><a href="http://www.palaciotiradentes.rj.gov.br/historia/" target="_blank">Site Palácio Tiradentes</a></p>
<p><a href="https://riomemorias.com.br/memoria/palacio-tiradentes/" target="_blank">Site Rio Memórias</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido&#8221; XXII &#8211; A Cadeia Velha, que deu lugar ao Palácio Tiradentes</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29820</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Apr 2023 12:29:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
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		<description><![CDATA[Em seu 22º artigo da Série "O Rio de Janeiro desaparecido", a Brasiliana Fotográfica lembra a história da Cadeia Velha, demolida em 1922, que deu lugar ao Palácio Tiradentes, inaugurado, em 1926, com imagens de autoria de Augusto Malta (1864 - 1957), fotógrafo oficial da Prefeitura do Rio de Janeiro, entre 1903 e 1936; estereoscopias de Guilherme Santos (1871 - 1966) e registros realizados por  fotógrafos ainda não identificados. Abriga desde 1975 a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em seu 22º artigo da Série<em> O Rio de Janeiro desaparecido</em>, a Brasiliana Fotográfica lembra a história da Cadeia Velha, demolida em 1922, que deu lugar ao Palácio Tiradentes, inaugurado, em 1926, com imagens de autoria de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</a>, fotógrafo oficial da Prefeitura do Rio de Janeiro, entre 1903 e 1936; estereoscopias de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank">Guilherme Santos (1871 &#8211; 1966)</a> e registros realizados por  fotógrafos ainda não identificados.</p>
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<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11278" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11278/007A5P3F10-048.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="540" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11278" target="_blank">Augusto Malta. Câmara e Cadeia Velha, 1911. Rio de Janeiro, Rj / Acervo IMS</a></p></div>
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<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/342" target="_blank">Acessando o link para as fotografias da Cadeia Velha e do Palácio Tiradentes disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
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<p class="ds-paragraph">O Palácio Tiradentes foi construído no local onde existia a Casa de Câmara e Cadeia, prédio erguido em torno de 1640, quando os membros do Senado e da Câmara do Rio de Janeiro solicitaram a construção de um edifício para abrigar os trabalhos do legislativo. ao longo de sua existência, abrigou a Cadeia pública; Casa de Vereança; Senado da Câmara; Tribunal da Relação e Câmara Imperial. No século XVII, usualmente, nas cidades coloniais da América portuguesa nesses mesmos prédios ficavam as prisões. Só em 1747 foi inaugurado o edifício colonial da Câmara e da Cadeia Velha, que, em 1752, passou a abrigar o Tribunal da Relação. Nele os desembargadores exerciam função judiciária para a parte sul do país. Os crimes da parte norte do país ficaram a cargo do Tribunal da Relação de Salvador.</p>
<p class="ds-paragraph">Quarenta anos depois, foi cárcere do alferes Joaquim José da Silva Xavier (1746-1792), o Tiradentes, um dos líderes da Inconfidência Mineira, nos últimos quatro dias de sua vida. Foi lá que, em 18 de abril de 1792, ouviu sua sentença, escrita por D. Maria I de Portugal (1734 &#8211; 1816): seria levado à forca pelo crime de lesa-majestade. Sua execução foi realizada no dia 21 de abril de 1792.</p>
<p class="ds-paragraph">Em 1808, com a chegada de d. João VI (1767 &#8211; 1826) ao Brasil, a Casa de Câmara e Cadeia serviu de moradia para os empregados da corte. Os antigos prisioneiros foram transferidos para a Cadeia do Aljube, na antiga Rua do Aljube (hoje rua Acre), no bairro da Saúde. A Casa de Câmara e Cadeia passou a ser chamada de <em>Cadeia Velha.</em></p>
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<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2774" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2774/014AM012041.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="537" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2774" target="_blank">Augusto Malta. Cadeia Velha, deu lugar ao atual Palácio Tiradentes, 1919. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<p>Abrigou a Assembleia Nacional Constituinte que tinha como missão elaborar a Constituição do Brasil recém liberto de Portugal, mas foi dissolvida pelo Exército por ordem de dom Pedro ( (1798 &#8211; 1834), que não aprovou o texto original do documento. Foi sede da Câmara dos Deputados, entre 1826 e 1914, exceto durante a Constituinte Republicana, quando a Inspetoria de Higiene funcionou no prédio da Cadeia Velha. Mas, em 18 de dezembro de 1891, a Câmara dos Deputados voltou para lá.</p>
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<div id="attachment_29841" style="width: 703px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/546341-conheca-a-historia-da-assembleia-constituinte-de-1823/" target="_blank"><img class="wp-image-29841 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/pedra3.jpg" alt="Ilustração/Notices of Brazil in 1828 and 1829 / Fonte: Agência Câmara de Notícias" width="693" height="456" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/546341-conheca-a-historia-da-assembleia-constituinte-de-1823/" target="_blank">Interior da Cadeia Velha, que abrigou a Constituinte de 1823, a primeira constituinte brasileira, e onde funcionou posteriormente a Câmara dos Deputados. Ilustração/Notices of Brazil in 1828 and 1829 / Fonte: Agência Câmara de Notícias</a></p></div>
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<div id="attachment_29853" style="width: 499px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/cadeia-velha1.jpg"><img class="wp-image-29853 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/cadeia-velha1.jpg" alt="cadeia velha1" width="489" height="320" /></a><p class="wp-caption-text"><em>Edifícios da Cadeia Velha, Palácio Monroe e Biblioteca Nacional</em>, de Ramiro Berbert de Castro</p></div>
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<p>Em 1914, o prédio da Cadeia Velha se encontrava em péssimas condições e a Câmara foi transferida para o<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6248" target="_blank"> Palácio Monroe</a>, no fim da rua do Passeio, na <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">avenida Central, atual Rio Branco</a>, ponto mais nobre da capital do Brasil, na Cinelândia.</p>
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<div style="width: 543px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11282" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11282/037SL03030.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="533" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11282" target="_blank">Cadeia Velha, atual Palácio Tiradentes, década de 1910. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<p>Entre 1914 e sua demolição, a Cadeia Velha serviu como depósito. Em 25 de dezembro de 1921, foi aprovado um projeto dos arquitetos cearense Archimedes Memória (1893 &#8211; 1960) e do franco-suíço Francisque Couchet (18? &#8211; 19?) para a construção do Palácio Tiradentes, no local onde existia a Cadeia Velha (<a href="%20http://memoria.bn.br/DocReader/308250/148." target="_blank"><i>Architectura no Brasil</i>, janeiro de 1922</a>). Os arquitetos trabalhavam no Escritório Técnico Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920), que havia falecido, em 1920. Memória e Couchet foram sócios até 1929. Segundo a revista <a href="http://memoria.bn.br/docreader/308250/148" target="_blank"><em>Architectura</em> <i>no Brasil</i>, de janeiro de 1922</a>, <em>o estilo do palácio é Luiz XVI, moderno</em>.</p>
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<div id="attachment_29836" style="width: 595px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.palaciotiradentes.rj.gov.br/cool_timeline/1921/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29836" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/tiradentes1.jpg" alt="Projeto de Archimedes Memória e Francisco Couchet paa o Palácio Tiradentes" width="585" height="369" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://www.palaciotiradentes.rj.gov.br/cool_timeline/1921/" target="_blank">Projeto de Archimedes Memória e Francisco Couchet para o Palácio Tiradentes</a></p></div>
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<p>Archimedes e Couchet foram também responsáveis pelos projetos do Palácio das Festas e do Palácio das Grandes Indústrias, na <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17940" target="_blank">Exposição Internacional do Centenário da Independência</a> (1922), um dos maiores eventos internacionais já realizados no Brasil, inaugurada no Rio de Janeiro em 7 de setembro de 1922 e encerrada em 24 de julho do ano seguinte; além dos edifícios do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25175" target="_blank">Palácio Pedro Ernesto (1923)</a>, cujo projeto foi desenvolvido por eles, já que seu autor, Heitor Mello (1875 &#8211; 1920), faleceu em 1920; do <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/107670_02/21282" target="_blank">Hotel Balneário da Urca (1925)</a>, futuro Cassino da Urca e sede da TV Tupi carioca; do Jockey Club Brasileiro, na Gávea (1926), e do Botafogo Futebol e Regatas (1928).</p>
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<div style="width: 410px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://academiaipuense.com.br/patronos/160-archimedes-memoria" target="_blank"><img src="https://academiaipuense.com.br/images/patronos/ARCHIMEDES%20MEMORIA.png" alt="" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://academiaipuense.com.br/patronos/160-archimedes-memoria" target="_blank">Archimedes Memória / Academia Ipuense de Letras, Ciências e Arte</a></p></div>
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<div id="attachment_29746" style="width: 424px" class="wp-caption aligncenter"><a class="fbx-link" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/arquitetos.jpg"><img class="wp-image-29746 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/arquitetos.jpg" alt="Augusto Malta, Sentados, da esquerda para a direita: Nestor de Figueiredo, Adollpho Morales de los Rios (pai) e Francisco Cuchet. Em pé, na mesma ordem: Arquimedes Memoria, Adolpho Morales de los /rios (filho), Celestino Severo de Juan e Edgar Vianna, de 7 de setembro de 1922. Rio de Janeiro, RJ / Rio antigo, por Charles Dunlop." width="414" height="359" /></a><p class="wp-caption-text">Augusto Malta. Sentados, da esquerda para a direita: Nestor de Figueiredo, Adolpho Morales de los Rios (pai) e Francisque Cuchet. Em pé, na mesma ordem: Archimedes Memoria, Adolpho Morales de los Rios (filho), Celestino Severo de Juan e Edgar Viana, 7 de setembro de 1922. Rio de Janeiro, RJ / Rio Antigo, por Charles Dunlop.</p></div>
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<p>O prédio da Cadeia Velha foi demolido em 1922, quando foi lançada, com a presença do presidente da República, Epitácio Pessoa (1865 &#8211; 1942), a pedra fundamental do prédio da nova sede do Legislativo <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/764256/2096" target="_blank">(<em>O Combate</em>, 19 de junho de 1922</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/40532" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 24 de junho de 1922</a>).</p>
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<div id="attachment_29907" style="width: 422px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/764256/2096" target="_blank"><img class="wp-image-29907 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/pedra4.jpg" alt="pedra4" width="412" height="485" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/764256/2096" target="_blank"><em>O Combate</em>, 19 de junho de 1922</a></p></div>
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<div id="attachment_29837" style="width: 296px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=259063&amp;pagfis=40532" target="_blank"><img class="wp-image-29837 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/pedra.jpg" alt="pedra" width="286" height="449" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=259063&amp;pagfis=40532" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 24 de junho de 1922</a></p></div>
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<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11058" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11058/037SL01086.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="513" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11058" target="_blank">Demolição do Morro do Castelo; ao fundo, a Ilha Fiscal e o Palácio Tiradentes em construção, c. 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<div id="attachment_29838" style="width: 592px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11058" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29838" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/pedra1.jpg" alt="Detalhe da foto anterior" width="582" height="466" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11058" target="_blank">Detalhe da foto anterior com destaque para a construção do Palácio Tiradentes</a></p></div>
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<p>Em estilo eclético, inspirado no Grand Palais de Paris, o Palácio Tiradentes foi inaugurado em 6 de maio de 1926, no dia em que se completava <em>Um século de vida legislativa no Brasil.</em> Seu nome homenageia o já mencionado Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes (1746 &#8211; 1792).</p>
<p>Por ordem do então presidente da Câmara, Arnolfo de Azevedo (1868 &#8211; 1942), o Palácio Tiradentes foi construído com muita economia, tendo custado 15 contos de réis, metade do custo do Palácio Pedro Ernesto, inaugurado em 1923. Toda sua estrutura é de concreto e tijolo; as estátuas são de massa. Ricos cafeicultores e o estado de São Paulo foram responsáveis pela doação de vários móveis para a nova Câmara Federal, abrigada no Palácio Tiradentes. A Câmara Federal ali funcionou de 1926 até 1960 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/25463" target="_blank"><em>Correio de Manhã</em>, 7 de maio de 1926</a>; <em>O Paiz</em>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/25193" target="_blank">6 de maio</a> e<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/25205" target="_blank"> 7 de maio</a> de 1926; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/308250/616" target="_blank"><i>Architectura no Brasil</i>, junho/julho de 1926</a>).</p>
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<div id="attachment_29840" style="width: 320px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=178691_05&amp;pagfis=25205" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29840" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/pedra2.jpg" alt="O Paiz, 7 de maio de 1926" width="310" height="466" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=178691_05&amp;pagfis=25205" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 7 de maio de 1926</a></p></div>
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<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2784" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2784/014AM012060.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="478" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2784" target="_blank">Augusto Malta. Palácio Tiradentes, c. 1926. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<p>O presidente dos Estados Unidos, Herbert Hoover (1874 &#8211; 1964), fez uma visita ao Palácio Tiradentes, em 22 de dezembro de 1928 <em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/67425" target="_blank">Fon-Fon</a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/67425" target="_blank">, 29 de dezembro de 1928</a>).</p>
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<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10232" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10232/002080RJ6611.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="300" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10232" target="_blank">Guilherme Santos. Herbert Clark Hoover, presidente dos Estados Unidos, durante visita à Câmara dos Deputados, 22 de dezembro de 1928. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<p>Abaixo, um imagem de autoria do fotógrafo amador <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank">Guilherme Santos (1871 &#8211; 1966)</a> no dia da Constituinte de 1934, em 16 de julho de 1934, com a cavalaria e civis diante do Palácio Tiradentes.</p>
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<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9465" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9465/002080RJ6415.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="291" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9465" target="_blank">Guilherme Santos. Cavalaria e civis em frente ao Palácio Tiradentes, no dia da Constituinte de 1934, 16 de julho de 1934. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<p>O Parlamento foi fechado pelo presidente Getulio Vargas (1882 &#8211; 1954) no período do Estado Novo, de 1937 a 1945, e no Palácio Tiradentes passou a funcionar o Ministério da Justiça e o Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), órgão de censura do regime. Com a saída de Vargas, em 1945, o Palácio Tiradentes novamente abrigou uma Assembleia Constituinte.</p>
<p><span style="color: #000000;">Quando Brasília tornou-se a capital do Brasil, em 1960, o Palácio Tiradentes passou a abrigar a Assembleia Legislativa do Estado da Guanabara (ALEG) que, com a fusão dos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro, efetivada em 1975, passou a se chamar Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>CASTRO, Ramiro Berbert de. <a href="https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/179460?show=full" target="_blank"><em>Edifícios da Cadeia Velha, Palácio Monroe e Biblioteca Nacional</em></a>. Rio de Janeiro : Empresa Brasil Editora, 1926.</p>
<p><a href="https://diariodorio.com/localizado-no-centro-do-rio-palacio-tiradentes-celebra-95-anos-com-exposicao-virtual/" target="_blank">Diário do Rio</a></p>
<p><a href="http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p><a href="https://oglobo.globo.com/economia/imoveis/arquitetos-falam-sobre-arquitetura-marcante-do-jockey-club-3135628" target="_blank"><em>O GLOBO</em>, 10 de novembro de 2011</a></p>
<p><a href="https://academiaipuense.com.br/patronos/160-archimedes-memoria" target="_blank">Site Academia Ipuense de Letras, Ciências e Artes</a></p>
<p><a href="http://www.palaciotiradentes.rj.gov.br/historia/" target="_blank">Site Alerj</a></p>
<p><a href="https://riomemorias.com.br/memoria/palacio-tiradentes/" target="_blank">Site Rio Memórias</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Links para os outros artigos da Série O Rio de Janeiro desaparecido</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">Série</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> O Rio de Janeiro desaparecido </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">I</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> </a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">- </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><em>Salas de cinema do Rio de Janeiro do início do século XX</em></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><strong>, </strong>de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de fevereiro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>II<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621"><i>A Exposição Nacional de 1908 na Coleção Família Passos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">, de autoria de Carla Costa, historiadora do Museu da República, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 5 de abril de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6248" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> III – <i>O Palácio Monroe</i>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 9 de novembro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9138" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>IV<em> -</em><em> </em><i>A via elevada da Perimetral<strong>,</strong></i> de autoria da historiadora Beatriz Kushnir, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2017.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>V<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>, Ferrez, Malta e Charles Dunlop<strong>, </strong>d</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">e autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de julho de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i>O primeiro Palácio da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de setembro de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i>O Morro de Santo Antônio na Casa de Oswaldo Cruz</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">de autoria de historiador Ricardo Augusto dos Santos da Casa de Oswaldo Cruz</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 5 de fevereiro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VIII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i>A demolição do Morro do Castelo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 30 de abril de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>IX<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i>Estrada de Ferro Central do Brasil: estação e trilhos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de novembro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>X<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i>No Dia dos Namorados, um pouco da história do Pavilhão Mourisco em Botafogo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de junho de 2020.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>XI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i>A Estrada de Ferro do Corcovado e o</i> <i>mirante Chapéu de Sol</i>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 22 de julho de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25489">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>XII <i>– o Teatro Lírico (Theatro Lyrico),</i> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 15 de setembro de 2021</a>.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25759" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIII<em> – O Convento da Ajuda</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de outubro de 202</a>1.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25175" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIV<em> – </em>O<em> Conselho Municipal</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de novembro de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25474" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XV<em> – A Praia de Santa Luzia no primeiro dia do verão</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 21 de dezembro de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26333">Série<em> O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVI &#8211; <em>O prédio da Academia Imperial de Belas Artes</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, publicado na Brasiliana Fotográfica em 13 de janeiro de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26587" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XVII<em> – Igreja São Pedro dos Clérigos</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 18 de março de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27390" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVIII &#8211; <em>A Praça Onze</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de abril de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27549" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XIX &#8211; <em>A Igrejinha de Copacabana</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2022.</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27622" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XX &#8211; <em>O Pavilhão dos Estados, futuro prédio do Ministério da Agricultura</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de julho de 2022.</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27670%20" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXI &#8211; <em>O Chafariz do Largo da Carioca</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de setembro de 2022. </a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIII e </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank"><em>Avenidas e ruas do Brasil</em> XVII </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">- <em>A Praia e a Rua do Russel, na Glória</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 15 de maio de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32291" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIV &#8211; <em>O luxuoso Palace Hotel, na Avenida Rio Branco, uma referência da vanguarda artística no Rio de Janeiro,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 4 de julho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32451" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXV<em> &#8211; O Theatro Phenix,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 5 de setembro de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34365" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D34365&amp;source=gmail&amp;ust=1702655036919000&amp;usg=AOvVaw3b3Tx7K9JhoBwFxL6ka8RZ">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVI &#8211; <em>Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo por Augusto Malta,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 14 de dezembro de 2023</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32431" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVII e Série <em>Os arquitetos do Rio de Janeiro</em> V &#8211; <em>O Jockey Club e o Derby Club, na Avenida Rio Branco e o arquiteto Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920)</em>, de autoria de Andrea c. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, em 15 de janeiro de 2024</span></a></p>
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