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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Corcovado</title>
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		<title>A inauguração da Estrada de Ferro do Corcovado</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 11:45:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
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		<description><![CDATA[Em 9 de outubro de 1884, foi concluída a linha férrea ligando o Cosme Velho às Paineiras,  a primeira linha férrea turística das Américas que, em 1910, tornou-se a primeira ferrovia brasileira eletrificada. Ainda hoje a Estrada de Ferro do Corcovado é o principal meio de acesso ao Cristo Redentor, inaugurado em 12 de outubro de 1931, e um dos pontos turísticos mais visitados do Brasil. Com 3.829 metros de trilhos, a ferrovia atravessa a maior floresta urbana do mundo, o Parque Nacional da Tijuca, proporcionando uma das vistas mais deslumbrantes do Rio de Janeiro. A Brasiliana Fotográfica celebra os 140 anos da Estrada de Ferro do Corcovado publicando fotografias da ferrovia produzidas por Augusto Malta, Juan Gutierrez e Marc Ferrez. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em 9 de outubro de 1884, foi concluída a linha férrea ligando o Cosme Velho às Paineiras, a primeira linha férrea turística das Américas. Ainda hoje a Estrada de Ferro do Corcovado é o principal meio de acesso ao <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=2602" target="_blank">Cristo Redentor</a>, inaugurado em 12 de outubro de 1931, e um dos pontos turísticos mais visitados do Brasil. Com 3.829 metros de trilhos, a ferrovia atravessa a maior floresta urbana do mundo, o <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=23493" target="_blank">Parque Nacional da Tijuca</a>, proporcionando uma das vistas mais deslumbrantes do Rio de Janeiro. A Brasiliana Fotográfica celebra os 140 anos da Estrada de Ferro do Corcovado publicando fotografias da ferrovia produzidas por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864-1957)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5398" target="_blank">Juan Gutierrez (c.1860-1897)</a> e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34134" target="_blank">Marc Ferrez (1843-1923)</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 952px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10503" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10503/0072430cx046-09.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="942" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10503" target="_blank">Marc Ferrez. Estrada de Ferro do Corcovado, Viaduto do Silvestre, Km 1 (aproximadamente), c. 1884. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Antes da construção do Cristo Redentor, havia no <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=7530" target="_blank">Corcovado</a> um mirante que, devido a seu formato, ficou conhecido como <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898" target="_blank">Chapéu de Sol.</a> Foi encomendado a uma fundição belga e construído, em 1885, por decisão de <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=7183" target="_blank">dom Pedro II (1825 – 1891)</a>, substituindo um precário pagode de madeira.  O passeio de trem era, inicialmente, realizado por tração a vapor. O mirante Chapéu de Sol foi totalmente removido, na década de 40, pelo então prefeito Henrique Dodsworth (1895 &#8211; 1975), dentro de um programa de melhoramentos no alto do Corcovado (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_04/6662" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 28 de maio de 1941, sexta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_07/11795" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 24 de junho de 1942, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_05/20066" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 2 de abril de 1944, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_04/11945" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 17 de junho de 1944</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?scope=/&amp;rpp=10&amp;page=3&amp;query=%22estrada+de+ferro+do+corcovado%22&amp;group_by=none&amp;etal=0" target="_blank"><strong>Acessando o link para as fotografias da Estrada de Ferro do Corcovado disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá visualizar e magnificar as imagens.</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 539px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3171" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3171/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="529" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3171" target="_blank">LTM Firma. Rio de Janeiro : Mon. A. Cristo Redemptor, 1935?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 699px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9150" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9150/007ALA093.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="689" height="483" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9150" target="_blank">Jorge Kfuri. Vista aérea do Morro do Corcovado e do Mirante Chapéu do Sol, c. 1921. 1rio de Janerio, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Voltando à ferrovia. A concessão para a construção da Estrada de Ferro do Corcovado foi dada aos engenheiros <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=14387" target="_blank">Francisco Pereira Passos (1836-1913)</a>, futuro prefeito do Rio de Janeiro, e a João Teixeira Soares (1848-1927), um dos realizadores da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22058" target="_blank">Estrada de Ferro do Paraná, de Curitiba a Paranaguá</a>, inaugurada também em 1884 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/709743/690" target="_blank"><em>Revista de Engenharia</em>, 1882, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_02/3134" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 8 de janeiro de 1882, segunda coluna</a>).</p>
<p>Pereira Passos havia sido responsável, em 1874, pela elaboração de um plano urbano para o Rio de Janeiro inspirado nas obras realizadas em Paris pelo Barão de Haussmann (1809-1891). A Estrada de Ferro do Corcovado já estava prevista em relatórios de 1875 e 1876 entregues à Coroa pela comissão chefiada por ele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 715px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6337" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6337/GT94.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="705" height="499" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6337" target="_blank">Juan Gutierrez. Estação das Paineiras, na Estrada de Ferro do Corcovado, 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo MHN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O renomado engenheiro Marcelino Ramos da Silva (1844 – 1910), um dos fundadores do Club de Engenharia, que havia estudado nas escolas de Hannover e Hamburgo, na Alemanha, dirigiu as obras. Estavam presentes à inauguração deste primeiro trecho <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=7183" target="_blank">dom Pedro II (1825 – 1891)</a>, <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=6798" target="_blank">dona Teresa Cristina (1822 – 1889)</a>, <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=1797" target="_blank">a princesa Isabel (1846-1921)</a>, <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=11397" target="_blank">o conde D ´Eu (1842-1922)</a>, os ministros da Agricultura, Antônio Carneiro da Rocha (1842-1925), e da Guerra, João José de Oliveira Junqueira Júnior (1832-1887), além de outras autoridades e dos diretores da estrada (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_02/7638" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 10 de outubro de 1884, primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24372" style="width: 571px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_07/11432" target="_blank"><img class="size-full wp-image-24372" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/corcovado.jpg" alt="Jornal do Commercio, 9 de outubro de 1884" width="561" height="410" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_07/11432" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 9 de outubro de 1884</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1º de julho de 1885, o tráfego foi aberto até o alto do Corcovado (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_07/13189" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 2 de julho de 1885, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/709743/1706" target="_blank"><em>Revista de Engenharia</em>, 1885, primeira coluna</a>). O ramal ferroviário entre o Cosme Velho e o Corcovado foi construído sob o sistema Riggenbach, com cremalheira denteada sobre um trilho central para dar maior segurança à composição (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/709743/1313" target="_blank"><em>Revista de Engenharia</em>, 14 de abril de 1884, primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24374" style="width: 194px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_07/13189"><img class="size-full wp-image-24374" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/corcovado1.jpg" alt="Jornal do Commercio, 21 de julho de 1885" width="184" height="334" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_07/13189" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 2 de julho de 1885</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;">Em fevereiro de 1910, os trens foram substituídos por máquinas elétricas (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/796" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 26 de fevereiro de 1910, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_04/26668" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 5 de abril de 1945, última coluna</a>). Na década de 1970, a ferrovia foi reformada e, em 1979, foram trazidos da Suíça trens mais modernos e seguros. Em 9 de outubro de 2019, na comemoração dos 135 anos da Estrada de Ferro do Corcovado, foi inaugurada a quarta geração de trens (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/178691_04/4346" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 14 de novembro de 1910, última coluna</a>; <a href="http://www.vfco.vfco.com.br/Trem-Turistico/Estrada-Ferro-Corcovado/1972-1979-reconstrucao.shtml" target="_blank">Site Ferreomodelismo, Trens e Ferrovias do Brasil</a>).</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11039" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11039/013RJ012026.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="534" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11039" target="_blank">Augusto Malta. Estrada de Ferro do Corcovado &#8211; Estação do Hotel das Paineiras, c. 1930. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;">O Trem do Corcovado já recebeu várias personalidades ilustres como os papas Pio XII (1876-1958) e João Paulo II (1920-2005), o líder espiritual Dalai Lama (1935-), o ator John Travolta (1954-), a cantora Beyoncé (1981-), o inventor Alberto Santos Dumont (1873-1932), os presidentes do Brasil Epitácio Pessoa (1865-1942) e Getúlio Vargas (1882-1954); o cientista Albert Einstein (1879-1955), a princesa Diana de Gales (1961-1997) e o príncipe Charles (1948-), e por Barack (1961-) e Michele Obama (1964-), presidente e primeira-dama dos Estados Unidos, e sua família. Pela centenária estrada de ferro cerca</span></span> de 600 mil pessoas são levadas anualmente ao Cristo Redentor, considerado a mais antiga atração turística do Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido&#8221; XI &#8211; A Estrada de Ferro do Corcovado e o mirante Chapéu de Sol</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2021 14:03:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
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		<category><![CDATA[Série "O Rio de Janeiro desaparecido"]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes da construção do Cristo Redentor, inaugurado em 12 de outubro de 1931, havia no Corcovado um mirante  que, devido a seu formato, ficou conhecido como Mirante do Chapéu de Sol. Foi construído, em 1885, por decisão de dom Pedro II. Um ano antes, em outubro de 1884, foi concluída uma linha férrea que ligava o Cosme Velho ao alto do Corcovado. O passeio de trem até o mirante passou a ser uma das atrações prediletas dos cariocas, que do topo do morro admiravam a beleza do Rio de Janeiro em todo o seu esplendor. O Mirante do Chapéu de Sol foi totalmente removido na década de 40.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_24368" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6354" target="_blank"><img class="size-large wp-image-24368" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/gutierrez-1024x714.jpg" alt="Juan Gutierrez. Mirante Chapéu do Sol, c, 1897. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional" width="768" height="536" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6354" target="_blank">Juan Gutierrez. Mirante Chapéu do Sol, c, 1897. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Antes da construção do <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=2602" target="_blank">Cristo Redentor</a>, inaugurado em 12 de outubro de 1931, havia no <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=7530" target="_blank">Corcovado</a> um mirante que, devido a seu formato, ficou conhecido como Chapéu de Sol. Foi encomendado a uma fundição belga e construído, em 1885, por decisão de <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=7183" target="_blank">dom Pedro II (1825 &#8211; 1891)</a>, substituindo um precário pagode de madeira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24369" style="width: 657px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6352" target="_blank"><img class="size-full wp-image-24369" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/gutierrez1.jpg" alt="Juan Gutierrez. Mirante Chapéu do Sol, 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional" width="647" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6352" target="_blank">Juan Gutierrez. Mirante Chapéu do Sol, 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a style="color: #800000;" href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/234" target="_blank">Acessando o link para as fotografias do Chapéu de Sol no Morro do Corcovado disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas. </a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cerca de um ano antes, em 9 de outubro de 1884, foi concluída a linha férrea que ligava o Cosme Velho às Paineiras, cuja concessão para a construção foi dada aos engenheiros <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=14387" target="_blank">Francisco Pereira Passos (1836 – 1913)</a>, futuro prefeito do Rio de Janeiro, e a João Teixeira Soares (1848 &#8211; 1927), um dos realizadores da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22058" target="_blank">Estrada de Ferro do Paraná, de Curitiba a Paranaguá</a>, inaugurada também em 1884 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/709743/690" target="_blank"><em>Revista de Engenharia</em>, 1882, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_02/3134" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 8 de janeiro de 1882, segunda coluna</a>).</p>
<p>Pereira Passos havia sido responsável, em 1874, pela elaboração de um plano urbano para o Rio de Janeiro inspirado nas obras realizadas em Paris pelo Barão de Haussmann (1809 &#8211; 1891). A Estrada de Ferro do Corcovado já estava prevista em relatórios de 1875 e 1876 entregues à Coroa pela comissão chefiada por ele.</p>
<p>O renomado engenheiro Marcelino Ramos da Silva (1844 &#8211; 1910), um dos fundadores do Club de Engenharia, que havia estudado nas escolas de Hannover e Hamburgo, na Alemanha, dirigiu as obras. Estavam presentes à inauguração deste primeiro trecho <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=7183" target="_blank">dom Pedro II (1825 &#8211; 1891)</a>, <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=6798" target="_blank">dona Teresa Cristina (1822 &#8211; 1889)</a>, <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=1797" target="_blank">a princesa Isabel (1846- 1921)</a>, <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=11397" target="_blank">o conde D ´Eu (1842 &#8211; 1922)</a> , além dos ministros da Agricultura, Antônio Carneiro da Rocha (1842 &#8211; 1925), da Guerra, João José de Oliveira Junqueira Júnior (1832 &#8211; 1887), de outras autoridades e dos diretores da estrada (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_02/7638" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 10 de outubro de 1884, primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24370" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6337" target="_blank"><img class="size-large wp-image-24370" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/gutierrez2-1024x725.jpg" alt="Juan Gutierrez. Estação das Paineiras, na Estrada de Ferro do Corcovado, 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional" width="768" height="544" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6337" target="_blank">Juan Gutierrez. Estação das Paineiras, na Estrada de Ferro do Corcovado, 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24371" style="width: 779px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4996" target="_blank"><img class=" wp-image-24371" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/malta.jpg" alt="Augusto Malta.  Família Passos: Pereira Passos, Maria Rita Passos, Maria Paula Passos de Castro, Francisco de Oliveira Passos, Olímpia Passos e Maria Ernestina T. de Castro, 14 de novembro de 1910. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República" width="769" height="608" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4996" target="_blank">Augusto Malta.</a><br /><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4996" target="_blank">Família Passos: Pereira Passos, Maria Rita Passos, Maria Paula Passos de Castro, Francisco de Oliveira Passos, Olímpia Passos e Maria Ernestina T. de Castro, 14 de novembro de 1910. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_22611" style="width: 364px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.geni.com/photo/view/6000000077241450868?album_type=photos_of_me&amp;photo_id=6000000077241340967" target="_blank"><img class=" wp-image-22611" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/teixeira.jpg" alt="João Teixeira Soares / Site Geni" width="354" height="470" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.geni.com/photo/view/6000000077241450868?album_type=photos_of_me&amp;photo_id=6000000077241340967" target="_blank">João Teixeira Soares / Site Geni</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24372" style="width: 571px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_07/11432" target="_blank"><img class="size-full wp-image-24372" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/corcovado.jpg" alt="Jornal do Commercio, 9 de outubro de 1884" width="561" height="410" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_07/11432" target="_blank">Jornal do Commercio, 9 de outubro de 1884</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24373" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4245" target="_blank"><img class="size-large wp-image-24373" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/chapeu-1024x691.jpg" alt="Jorge Kfuri. O Chapéu de Sol no morro do Corcovado, s/d. Rio de Janeiro, RJ / DPHDM" width="768" height="518" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4245" target="_blank">Jorge Kfuri. O Chapéu de Sol no morro do Corcovado, s/d. Rio de Janeiro, RJ / DPHDM</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1º de julho de 1885, o tráfego foi aberto até o alto do Corcovado (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_07/13189" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 2 de julho de 1885, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/709743/1706" target="_blank"><em>Revista de Engenharia</em>, 1885, primeira coluna</a>). O ramal ferroviário entre o Cosme Velho e o Corcovado foi construído sob o sistema Riggenbach, com cremalheira denteada sobre um trilho central para dar maior segurança à composição (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/709743/1313" target="_blank"><em>Revista de Engenharia</em>, 14 de abril de 1884, primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24374" style="width: 194px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_07/13189"><img class="size-full wp-image-24374" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/corcovado1.jpg" alt="Jornal do Commercio, 21 de julho de 1885" width="184" height="334" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_07/13189" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 2 de julho de 1885</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong><a style="color: #800000;" href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/discover?scope=%2F&amp;query=%22estrada+de+ferro+do+corcovado%22&amp;submit=Ir&amp;rpp=10" target="_blank">Acessando o link para as fotografias da Estrada de Ferro do Corcovado disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas. </a></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24375" style="width: 641px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6329" target="_blank"><img class="size-full wp-image-24375" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/gutierrez3.jpg" alt="Juan Gutierrez. Ponto de chegada da Estrada de Ferro do Corcovado, 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Naciona" width="631" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6329" target="_blank">Juan Gutierrez. Ponto de chegada da Estrada de Ferro do Corcovado, 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A ferrovia, com aproximadamente 3.800 km de extensão, era percorrida por uma locomotiva a carvão. Foi a primeira linha férrea turística das Américas. O passeio de trem até o mirante, inicialmente de tração à vapor e, a partir de fevereiro de 1910, de tração elétrica, passou a ser uma das atrações prediletas dos cariocas, que do topo do morro admiravam a beleza do Rio de Janeiro em todo o seu esplendor (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/796" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 26 de fevereiro de 1910, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_04/26668" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 5 de abril de 1945, última coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24376" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2278" target="_blank"><img class="size-large wp-image-24376" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/ferrez-1024x782.jpg" alt="Marc Ferrez. Ponte do Silvestre, c. 1895. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS" width="768" height="587" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2278" target="_blank">Marc Ferrez. Ponte do Silvestre, c. 1895. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24377" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5058" target="_blank"><img class="wp-image-24377 size-large" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/chapeu1-1024x523.jpg" alt="chapeu1" width="768" height="392" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5058" target="_blank">Editores &amp; propriedade de Rodrigues &amp; Co. Corcovado (Chapéu de Sol), 1890-1900. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Arquivo Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma curiosidade: durante as celebrações do centenário da independência do Brasil, em 7 de setembro de 1922, houve a primeira transmissão radiofônica no Brasil, marcada por um discurso do presidente Epitácio Pessoa (1865 &#8211; 1942) transmitido pelas antenas &#8211; que aparecem na fotografia aérea abaixo -, instaladas no morro do Corcovado, ao lado do Chapéu de Sol, que alcançou receptores em Niterói, Petrópolis e São Paulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24378" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9153" target="_blank"><img class="size-large wp-image-24378" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/chapeu2-1024x734.jpg" alt="Jorge Kfuri. Vista aérea do Morro do Corcovado com o Mirante Chapéu do Sol, c. 1921. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS" width="768" height="551" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9153" target="_blank">Jorge Kfuri. Vista aérea do Morro do Corcovado com o Mirante Chapéu do Sol, c. 1921. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O mirante Chapéu de Sol foi totalmente removido na década de 40 pelo então prefeito Henrique Dodsworth (1895 &#8211; 1975), dentro de um programa de melhoramentos no alto do Corcovado (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_04/6662" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 28 de maio de 1941, sexta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_07/11795" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 24 de junho de 1942, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_05/20066" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 2 de abril de 1944, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_04/11945" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 17 de junho de 1944</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24379" style="width: 878px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3184" target="_blank"><img class=" wp-image-24379" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/corcovado2.jpg" alt="Cristo Redentor em construção, c. 1931. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS" width="868" height="709" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3184" target="_blank">S.H. Holland. Cristo Redentor em construção, c. 1931. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma curiosidade: O primeiro nome do Morro do Corcovado foi Pináculo das Tentações, possivelmente atribuído pelo navegador italiano Américo Vespúcio (1451 &#8211; 1512), que no início do século XVI, passou pela Baía do Rio de Janeiro. Mas por sua forma, no século XVII, passou a ser comumente chamado Corcovado. Sua ocupação definitiva aconteceu com a chegada da família imperial ao Brasil, em 1808. Dom Pedro I (17 98- 1834) conduziu, com o objetivo de estabelecer pontos de observação para a defesa da costa, a primeira expedição oficial ao Monte Corcovado, em 22 de fevereiro de 1824, registrada nas telas do francês Jean-Baptiste Debret (1868 – 1948).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/Arte/article/download/4918/3666" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-25873" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/debret21.jpg" alt="debret2" width="692" height="278" /></a><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/debret2.jpg"><br />
</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o Portal do Iphan:</p>
<p><em>&#8220;A iniciativa da abertura de um caminho terrestre para o Corcovado foi de D. Pedro I. Assessorado por engenheiros militares, D. Pedro I percorreu as montanhas que circundavam a cidade e dirigiu pessoalmente, os trabalhos para abrir uma picada para um cavaleiro, no Corcovado. No cimo do morro, mandou instalar um telégrafo (semáforo, que sinalizava a subida com bandeiras, em conexão com outras estações Palácio de S. Cristóvão, fortaleza de Santa Cruz e Forte de Copacabana). Neste mesmo ano, instalou-se o primeiro belvedere para descortinio da paisagem e um acampamento rústico para uso da família imperial, quando de suas excursões ao local. As caminhadas e passeios à região, tornaram-se um hábito junto à população, e em especial junto aos visitantes e cronistas estrangeiros que registram textual e iconograficamente estes passeios&#8221;. </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;">O título deste artigo foi alterado de <em>A Estrada de Ferro do Corcovado e o mirante Chapéu de Sol</em> para <em>Série O Rio de Janeiro desaparecido </em>XI<em> &#8211; A Estrada de Ferro do Corcovado e o mirante Chapéu de Sol</em>, em 16 de setembro de 2021.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>BARBOSA, Verônica Mendes Borges; BONILHA, Caroline Leal. <a href="https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/Arte/article/download/4918/3666" target="_blank"><em>Paisagem brasileira: do retrtao pictórico ao retrato fotográfico</em></a>. Universidade Federal de Pelotas, RS.</p>
<p>Dunlop, Charles Julius. <em>Rio Antigo</em>. Rio de Janeiro: Editora Rio Antigo, 1963.</p>
<p><a href="http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>MOTA, Isabela; PAMPLONA, Patricia. <em>Vestígios da paisagem carioca: 50 lugares desaparecidos do Rio de Janeiro</em>. Rio de Janeiro ; Mauad X, 2019.</p>
<p><a href="http://portal.iphan.gov.br/ans.net/tema_consulta.asp?Linha=tc_arque.gif&amp;Cod=1718%20" target="_blank">Portal Iphan</a></p>
<p>SEMENOVITCH, Jorge Scévola. <em>Corcovado: a conquista da montanha</em> <em>de Deus</em>. Rio de Janeiro : Editora Lutecia, 2010</p>
<p><a href="http://arqrio.org/noticias/detalhes/7835/o-cristo-redentor-e-a-princesa-isabel" target="_blank">Site Arquidiocese de São Sebaastião do Rio de Janeiro</a></p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/radio/programas/469402-primeira-transmissao-de-radio-no-brasil-completa-94-anos/" target="_blank">Site Câmara dos Deputados</a></p>
<p><a href="https://diariodorio.com/historia-do-chapeu-do-sol-o-antecessor-do-cristo-redentor/" target="_blank">Site Diário do Rio</a></p>
<p><a href="https://www.historiademarcelinoramos.com.br/site/fato/estrada-de-ferro-sao-paulo---rio-grande-1910?fato=18" target="_blank">Site História de Marcelino Ramos</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Links para os outros artigos da Série O Rio de Janeiro desaparecido</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">Série</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> O Rio de Janeiro desaparecido </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">I</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> </a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">- </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><em>Salas de cinema do Rio de Janeiro do início do século XX</em></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><strong>, </strong>de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de fevereiro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>II<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621"><i>A Exposição Nacional de 1908 na Coleção Família Passos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">, de autoria de Carla Costa, historiadora do Museu da República, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 5 de abril de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6248" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> III – <i>O Palácio Monroe</i>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 9 de novembro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9138" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>IV<em> -</em><em> </em><i>A via elevada da Perimetral<strong>,</strong></i> de autoria da historiadora Beatriz Kushnir, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2017.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>V<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>, Ferrez, Malta e Charles Dunlop<strong>, </strong>d</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">e autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de julho de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i>O primeiro Palácio da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de setembro de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i>O Morro de Santo Antônio na Casa de Oswaldo Cruz</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">de autoria de historiador Ricardo Augusto dos Santos da Casa de Oswaldo Cruz</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 5 de fevereiro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VIII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i>A demolição do Morro do Castelo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 30 de abril de 2019.</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>X<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i>No Dia dos Namorados, um pouco da história do Pavilhão Mourisco em Botafogo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de junho de 2020.</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>XI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i>A Estrada de Ferro do Corcovado e o</i> <i>mirante Chapéu de Sol</i>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 22 de julho de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25489">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>XII <i>– o Teatro Lírico (Theatro Lyrico),</i> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 15 de setembro de 2021</a>.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25759" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIII<em> – O Convento da Ajuda</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de outubro de 202</a>1.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25175" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIV<em> – </em>O<em> Conselho Municipal</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de novembro de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25474" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XV<em> – A Praia de Santa Luzia no primeiro dia do verão</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 21 de dezembro de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26333">Série<em> O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVI &#8211; <em>O prédio da Academia Imperial de Belas Artes</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, publicado na Brasiliana Fotográfica em 13 de janeiro de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26587" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XVII<em> – Igreja São Pedro dos Clérigos</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 18 de março de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27390" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVIII &#8211; <em>A Praça Onze</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de abril de 2022.</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27549" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XIX &#8211; <em>A Igrejinha de Copacabana</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2022.</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27622" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XX &#8211; <em>O Pavilhão dos Estados</em>, futuro prédio do Ministério da Agricultura, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de julho de 2022.</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27670%20" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXI &#8211; <em>O Chafariz do Largo da Carioca</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de setembro de 2022. </a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29820" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXII &#8211; <em>A Cadeia Velha que deu lugar ao Palácio Tiradentes</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 11 de abril de 2023</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIII e </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank"><em>Avenidas e ruas do Brasil</em> XVII </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">- <em>A Praia e a Rua do Russel, na Glória</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 15 de maio de 2023</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32291" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIV &#8211; <em>O luxuoso Palace Hotel, na Avenida Rio Branco, uma referência da vanguarda artística no Rio de Janeiro,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 4 de julho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32451" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXV<em> &#8211; O Theatro Phenix,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 5 de setembro de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34365" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D34365&amp;source=gmail&amp;ust=1702655036919000&amp;usg=AOvVaw3b3Tx7K9JhoBwFxL6ka8RZ">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVI &#8211; <em>Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo por Augusto Malta,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 14 de dezembro de 2023</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32431" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVII e Série <em>Os arquitetos do Rio de Janeiro</em> V &#8211; <em>O Jockey Club e o Derby Club, na Avenida Rio Branco e o arquiteto Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920)</em>, de autoria de Andrea c. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, em 15 de janeiro de 2024</span></a></p>
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		<title>Rio de Janeiro, Capital Mundial da Arquitetura</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jul 2020 16:14:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em tempos de isolamento social, a Brasiliana Fotográfica convida seus leitores para um passeio virtual pelas belezas naturais e arquitetônicas do Rio de Janeiro que, em 18 de janeiro de 2019, tornou-se a primeira cidade a ser a capital mundial da arquitetura, título que teria até a realização do Congresso Mundial de Arquitetura, que ocorreria na cidade entre hoje e 23 de julho de 2020. O evento foi adiado para acontecer entre 18 e 22 de julho de 2021, devido à pandemia do coronavírus. A escolha do Rio de Janeiro se deveu, naturalmente à sua arquitetura, belezas naturais, herança cultural e importância histórica. Visitem ou revisitem fotografias já publicadas em artigos publicados aqui no portal sobre monumentos, prédios e aspectos da natureza carioca. Não se esqueçam de usar o "zoom" e bom domingo!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="2">
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2559" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2559/007NGBMF1824cx007-04.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="485" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2559" target="_blank">Marc Ferrez. Vista do Pão de Açúcar, c. 1890. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Unesco anunciou, em 18 de janeiro de 2019, o Rio de Janeiro como a primeira cidade a se tornar capital mundial da arquitetura, título que teria até a realização do Congresso Mundial de Arquitetura, que ocorreria na cidade entre 19 e 23 de julho de 2020, evento adiado, segundo a União Internacional dos Arquitetos, para acontecer entre 18 e 22 de julho de 2021, devido à pandemia do coronavírus. A escolha do Rio de Janeiro deveu-se, naturalmente, à sua arquitetura, a suas belezas naturais, à herança cultural e à sua importância histórica. A Brasiliana Fotográfica já publicou vários artigos sobre monumentos, prédios e aspectos da natureza carioca como os Arcos da Lapa, a Avenida Central, o Castelo da Fiocruz, Copacabana, o Corcovado, o Cristo Redentor, o Hotel Glória, a Igreja da Glória, Ipanema e outros bairros, o Jardim Botânico, o Paço, o Palácio Real de São Cristóvão, o Pão de Açúcar, a Praça XV, o Real Gabinete Português de Leitura e o Theatro Municipal. Em tempos de isolamento social, convidamos nossos leitores a revisitarem essas publicações, fazendo um passeio virtual pelas belezas do Rio de Janeiro. Não se esqueçam de usar o <em>zoom</em>! Bom domingo!</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 690px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7762" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7762/001ALA011002.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="680" height="494" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7762" target="_blank">José dos Santos Affonso. Teatro Municipal, c. 1920. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11321"><em>100 anos do Castelo da Fiocruz: a ocupação da Fazenda de Manguinhos</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5290" target="_blank"><em>A criação do Jardim Botânico do Rio de Janeiro</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5453"><em>A fundação de Copacabana</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4812" target="_blank"><em>A fundação do Rio de Janeiro</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12654" target="_blank"><em>A Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro por Cássio Loredano</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9445" target="_blank"><em>A inauguração do Theatro Municipal do Rio de Janeiro</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11354" target="_blank"><em>A Praça XV na coleção Pereira Passos</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">Avenida Central, atual Rio Branco</a></em></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2040" target="_blank"><em>Bairros do Rio</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7603" target="_blank"><em>Becos cariocas</em></a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13091" target="_blank"><em>Carlos Bippus e as paisagens cariocas</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2602" target="_blank"><em>Inauguração do Cristo Redentor, 12/10/1931</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4924" target="_blank"><em>Ipanema pelas lentes de José Baptista Barreira Vianna (1860 – 1925)</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8703" target="_blank"><em>Manguinhos e a cidade do Rio de Janeiro</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10242" target="_blank">O Hotel Glória: antes e depois</a></em></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5365" target="_blank"><em>O Paço, a praça e o morro</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6330" target="_blank">O Palácio Real de São Cristóvão</a></em></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7080" target="_blank"><em>O Passeio Público do Rio de Janeiro</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1443" target="_blank"><em>O Rio de Janeiro de Marc Ferrez</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11127" target="_blank"><em>Os Arcos da Lapa e os bondes de Santa Teresa</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5104" target="_blank"><em>Real Gabinete Português de Leitura</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7530" target="_blank"><em>Uma homenagem aos 452 anos do Rio de Janeiro: o Corcovado e o Pão de Açúcar</em></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
</div>
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		<title>A cientista Marie Curie (1867 &#8211; 1934) no Museu Nacional, Rio de Janeiro, 1926</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jul 2018 16:16:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[As cientistas Marie Curie (1867 - 1934) e sua filha, Irène Joliot-Curie (1897 - 1956), estiveram no Brasil entre 15 de julho e 28 de agosto de 1926. A Brasiliana Fotográfica destaca uma imagem que pertence ao acervo do Arquivo Nacional, instituição parceira do portal, produzida no dia 29 de julho de 1926, quando as cientistas fizeram uma visita, organizada pela Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, ao Museu Nacional, no Rio de Janeiro. Foram ciceroneadas por Hermilio Bourguy Macedo de Mendonça (18? - 1941), diretor interino do museu; pelo naturalista Edward May; pela feminista e bióloga Bertha Lutz (1894 - 1976), pelo naturalista Alipio de Miranda Ribeiro (1874 - 1939), pelo geólogo Alberto Betim Paes Leme (1883 - 1938) e pela antropóloga e futura diretora da instituição, Heloisa Alberto Torres (1895 - 1977).]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As cientistas Marie Curie (1867 &#8211; 1934) e sua filha, Irène Joliot-Curie (1897 &#8211; 1956), estiveram no Brasil entre 15 de julho e 28 de agosto de 1926. A Brasiliana Fotográfica destaca uma imagem que pertence ao acervo do Arquivo Nacional, instituição parceira do portal, produzida no dia 29 de julho de 1926, quando as cientistas fizeram uma visita, organizada pela Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, ao Museu Nacional, no Rio de Janeiro. Foram ciceroneadas por Hermilio Bourguy Macedo de Mendonça (18? &#8211; 1941), diretor interino do museu; pelo naturalista Edward May; pela feminista e bióloga Bertha Lutz (1894 &#8211; 1976), pelo naturalista Alipio de Miranda Ribeiro (1874 &#8211; 1939), pelo geólogo Alberto Betim Paes Leme (1883 &#8211; 1938) e pela antropóloga e futura diretora da instituição, Heloisa Alberto Torres (1895 &#8211; 1977) <em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26212" target="_blank">O Paiz,</a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26212" target="_blank"> 30 de julho de 1926, primeira coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_11823" style="width: 550px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/grupo.jpg"><img class="wp-image-11823 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/grupo.jpg" alt="grupo" width="540" height="388" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=178691_05&amp;pagfis=26212" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 30 de julho de 1926</a></p></div>
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<p>Na fotografia, Marie Curie está sentada e sua filha está, em pé, de chapéu. Heloisa Alberto Torres está à esquerda de Marie Curie e Bertha Lutz é a figura mais à direita do registro. No grupo masculino, da esquerda para a direita, estão o naturalista Alipio de Miranda Ribeiro, Hermilio Bourguy Macedo de Mendonça, possivelmente Alberto May e o geólogo Alberto Betim Paes Leme.</p>
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<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5026" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5026/BR_RJANRIO_Q0_BLZ_APR_MNA_FOT_0003_TTO.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="537" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5026" target="_blank">Anônimo. Visita de Marie Sklodowska Curie ao Museu Nacional, 29 de julho de 1926. Rio de Janeiro, RJ. Marie Curie está sentada. Da esquerda para a direita: Alipio de Miranda Ribeiro, provavelmente Edward May, Hermilio Bourguy de Mendonça, Heloisa Alberto Torres, Alberto Betim Paes Leme, Irène Joliot-Curie; e Bertha Lutz / Acervo Arquivo Nacional</a></p></div>
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<p style="text-align: left;">Numa época em que as ciências eram amplamente dominada pelos homens, Marie Curie tornou-se a primeira mulher a ganhar um Prêmio Nobel, quando, em 1903, com os físicos franceses, Pierre Curie (1859 &#8211; 1906), seu marido desde 1895, e Antoine Henri Becquerel (1852 &#8211; 1908), recebeu o Prêmio Nobel de Física &#8220;em reconhecimento aos extraordinários serviços por eles prestados em suas pesquisas conjuntas sobre o fenômeno da radiação, descoberto pelo Professor Henri Becquerel&#8221;. Marie Curie voltou a receber um Nobel, desta vez de Química, em 1911, &#8220;em reconhecimento aos serviços que prestou para o avanço da química quando descobriu os elementos rádio e polônio, pelo isolamento do rádio e pelo estudo da natureza e composição desse notável elemento&#8221;. Marie Curie tornou-se, então, a primeira pessoa a ser laureada duas vezes com o Prêmio Nobel.</p>
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<div style="width: 509px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/quimica/descoberta-radioatividade.htm" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/52295f34cd13593db996cc61f774536c.jpg" alt="Descoberta da Radioatividade" width="499" height="382" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/quimica/descoberta-radioatividade.htm" target="_blank">Selo impresso em comemoração aos 50 anos do Prêmio Nobel conferido ao casal Curie e ao cientista Henri Becquerel, c. 1963</a></p></div>
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<p style="text-align: left;">Sua filha, Irène, recebeu com o físico francês Frédéric Joliot-Curie (1900 &#8211; 1958), com quem havia se casado em 9 de outubro de 1926, o Prêmio Nobel de Química em 1935 &#8220;em reconhecimento da síntese que fizeram de novos elementos radioativos&#8221;.</p>
<p style="text-align: left;"><i> </i></p>
<div style="width: 171px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.nobelprize.org/nobel_prizes/chemistry/laureates/1935/joliot-curie-facts.html" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/joliot-curie1.jpg" alt="IrÃ¨ne Joliot-Curie" width="161" height="226" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.nobelprize.org/nobel_prizes/chemistry/laureates/1935/joliot-curie-facts.html" target="_blank">Irène Joliot-Curie / Site do Prêmio Nobel</a></p></div>
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<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>A viagem das cientistas ao Brasil, em 1926</em></strong></span></p>
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<p>Mãe e filha ficaram hospedadas no Hotel dos Estrangeiros, na Praça José de Alencar, no Flamengo. A chegada de Marie Curie foi saudada com o belo artigo <em>A mulher e a ciência</em>, de Saul Navarro, publicado na <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/11932" target="_blank"><em>Revista da Semana</em> de 10 de julho de 1926</a>. Na mesma edição foi referida como <em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/11957" target="_blank">A embaixatriz da Ciência</a></em>. A <a href="http://memoria.bn.br/docreader/116300/59732" target="_blank">Revista <em>O Malho</em>, de 24 de julho de 1926,</a> também saudou a presença de madame Curie no Brasil com o artigo <em>O verdadeiro feminismo</em>. As cientistas faziam parte de uma comissão de sábios franceses em visita à América do Sul, dentre eles o historiador francês Paul Hazard (1878 &#8211; 1944), professor de literatura do Colégio da França (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/25265" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 13 de maio de 1926</a>).</p>
<p>O convite para a viagem partiu da Embaixada do Brasil na França e o governo francês foi o patrocinador do evento (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/25778" target="_blank"><em>O Paiz,</em> 25 de junho de 1926, terceira coluna</a>). Marie Curie, na época professora da Sorbonne, e o professor Hazard foram designados pela Universidade de Paris para ministrar os cursos do Instituto Franco Brasileiro de Alta Cultura, anexo à Universidade do Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/25692" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 18 de junho de 1926, última coluna</a>). As conferências de madame Curie foram realizadas na Escola Politécnica, dirigida Tobias Moscoso (? &#8211; 1928). Na época, o reitor da Universidade do Rio de Janeiro era o conde de Afonso Celso (1860 &#8211; 1938) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26040" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 17 de julho de 1926, sexta coluna</a>). As conferências, que foram transmitidas pela Rádio Sociedade, aconteceram nos dias <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26089" target="_blank">20</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26135" target="_blank">23</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26185" target="_blank">27</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26225" target="_blank">30</a> de julho; e em <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26275" target="_blank">3</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26313" target="_blank">6</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26367" target="_blank">10</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26393" target="_blank">12</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26497" target="_blank">20</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26541" target="_blank">24</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26581" target="_blank">27</a> de agosto de 1926.</p>
<p>A Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, que representava a <em>intelectualidade brasileira feminina</em>, organizou uma comissão para acompanhar Marie e Irène Curie durante a viagem ao Brasil. Dela faziam parte, dentre outras, a bióloga <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9787" target="_blank">Bertha Lutz (1894 &#8211; 1976)</a>, a mecenas Laurinda Santos Lobo (1878 &#8211; 1946), Maria Bandeira (1902 &#8211; 1992), primeira botânica do Jardim Botânico do Rio de Janeiro; e a médica Carlota Pereira de Queiroz (1892 &#8211; 1982), que viria a ser a  única mulher eleita deputada à Assembléia Nacional Constituinte, na legenda da Chapa Única por São Paulo, em 1933.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_11831" style="width: 197px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_03/26428" target="_blank"><img class="wp-image-11831 " src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/comissao1.jpg" alt="comissao" width="187" height="643" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_03/26428" target="_blank"><em>Correio da Manhã,</em> 13 de julho de 1926</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><span style="color: #800000;">O dia a dia das visitantes de 15 de julho a 28 de agosto de 1926</span></strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;">Julho</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>15/07 </strong> &#8211; Marie Curie e sua filha Irène Joliot-Curie chegaram ao Rio de Janeiro a bordo do navio <em>Pincio </em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26027" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 16 de julho de 1926</a>), e Marie foi anunciada como uma das <em>mais ilustres individualidades do mundo científico internacional.</em></p>
<p><strong>17</strong><strong>/07 </strong>- Mãe e filha visitaram a Escola Politécnica, onde fariam conferências e experimentos, em companhia de seu diretor, Tobias Moscoso (? &#8211; 1928), e dos professores Dulcídio Pereira e Mario de Brito (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/26502" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 18 de julho de 1926, quarta coluna</a>).</p>
<p><strong>18</strong><strong>/07 </strong>-  Com o secretário da Embaixada da França, o barão de Maricourt, madame Curie foi recebida, no Palácio do Catete, por Artur Bernardes (1875 &#8211; 1955), presidente da República (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26075" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 19 e 20 de julho, quarta coluna</a>).</p>
<p><strong>20/07 </strong>- Madame Curie proferiu a conferência inaugural de seu curso sobre o elemento rádio na Escola Politécnica (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/26545" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 21 de julho de 1926, quinta coluna</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/26566" target="_blank"><em>Correio da Manh</em>ã, 22 de julho de 1926, segunda coluna</a>).</p>
<p><strong>23/07</strong> &#8211; Realização da segunda conferência de madame Curie na Escola Politécnica (<em>Correio da Manhã</em>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/26579" target="_blank">23 de julho de 1926, sexta coluna</a>, e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/26588" target="_blank">24 de julho de 1926, segunda coluna</a>).</p>
<p><strong>27/07</strong> &#8211; Terceira conferência do curso que madame Curie na Escola Politécnica com a participação de sua filha, Irène (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/26646" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 28 de julho de 1926, última coluna</a>).</p>
<p>À tarde, as Curie visitaram o <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7530" target="_blank">Pão de Açúcar</a> com a comissão organizada pela Federação Brasileira para o Progresso Feminino. O grupo foi recebido pelos diretores da Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar, os senhores Miranda Jordão e Augusto Ramos. De lá assistiram ao por do sol e o acender das luzes da cidade (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26191" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 28 de julho de 1926, quarta coluna)</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_11825" style="width: 550px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_02/12223"><img class="wp-image-11825 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/paodeacucar.jpg" alt="paodeacucar" width="540" height="502" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_02/12223" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 21 de agosto de 1926</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi noticiado que Marie e Irène Curie já haviam visitado o <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2602" target="_blank">Corcovado</a>, a convite do deputado Lamartine (1874 &#8211; 1956), e a Jacarepaguá e à Tijuca, a convite de Adolpho Lutz (1855 &#8211; 1940) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/26634" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 27 de julho de 1926, quinta coluna)</a>.</p>
<p><strong>29/07</strong> &#8211; As Curie visitaram o Senado Federal, que ficava no <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6248" target="_blank">Palácio Monroe</a>, onde foram recebidas por funcionários da casa. Os trabalhos do senado foram suspensos e os senadores foram encontrá-las no Salão Nobre, onde foram saudadas pelo vice-presidente da República, Estácio Coimbra (1872 &#8211; 1937), e pelo presidente do Senado Federal, Antônio Francisco de Azeredo (1861 &#8211; 1936). Mais uma vez, as cientistas estavam acompanhadas por membros da comissão organizada pela Federação Brasileira pelo Progresso Feminino (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/26676" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 30 de julho de 1926, sétima coluna</a>).</p>
<p>Visitaram também o Museu Nacional, quando foi produzida a imagem destacada pela Brasiliana Fotográfica. Foram ciceroneadas por Hermilio Bourguy Macedo de Mendonça, diretor interino do museu; pelo naturalista do setor de Zoologia Edward May, pela feminista e bióloga Bertha Lutz (1894 &#8211; 1976), pelo naturalista Alipio de Miranda Ribeiro (1874 &#8211; 1939), pelo geólogo Alberto Betim Paes Leme (1883 &#8211; 1938) e pela antropóloga e futura diretora da instituição, Heloisa Alberto Torres (1895 &#8211; 1977) <em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26212" target="_blank">O Paiz,</a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26212" target="_blank"> 30 de julho, primeira coluna</a>).</p>
<p>Madame Curie esteve no gabinete do prefeito do Rio de Janeiro, Alaor Prata (1882 &#8211; 1964) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/26681" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 30 de julho de 1926, segunda coluna</a>).</p>
<p><strong>30/07</strong> &#8211; Realização da quarta conferência de Marie Curie na Escola Politécnica (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/26690" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 31 de julho de 1926, primeira coluna</a>).</p>
<p><strong>31/07</strong> &#8211; O embaixador da França, Alexandre Conty, ofereceu uma recepção na embaixada para as Curie (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26246" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 1º de agosto de 1926, segunda coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;">Agosto</span></strong></p>
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<p><strong>02/08 </strong>- As Curie foram ao Serviço Geológico e Mineralógico, onde foram recebidas pelo diretor da instituição, Euzébio de Oliveira que, ao final da visita, ofereceu à Marie Curie um estojo com 24 pedras preciosas, 4 exemplares de minerais radioativos e um cartão de ouro com uma dedicatória a ela (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/26733" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 2 de agosto de 1926, sétima coluna</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26288" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 5 de agosto de 1926, segunda coluna</a>).</p>
<p>No período em que esteve no Rio de Janeiro, madame Curie frequentou eventos sociais como a recepção oferecida pela Baronesa de Bonfim (1862-1953) e pela líder feminista Jerônima Mesquita (1880 &#8211; 1972). Entre os presentes, os ministros Félix Pacheco (1879 &#8211; 1935), Miguel Calmon (1879 &#8211; 1935) e Edmundo da Veiga (1869 &#8211; 1946), o prefeito do Rio de Janeiro, Alaor Prata (1882 &#8211; 1964), além de embaixadores, diplomatas, acadêmicos, enfim personalidades importantes de diversos setores da sociedade ( <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26321" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 7 de agosto de 1926, quarta coluna</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/12133" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 7 de agosto de 1927</a>)</p>
<p><strong>03/08</strong> &#8211; Realização da quinta conferência de Marie Curie na Escola Politécnica, com a participação de Irène Curie (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/26748" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 4 de agosto de 1926, segunda coluna</a>).</p>
<p><strong>05</strong><strong>/08</strong>- A convite da Sociedade Interamericana de Mulheres, Marie e Irène foram a Petrópolis acompanhadas por Bertha Lutz, pela embaixatriz da França, pela sra. Paul Hazard e pelo arquiteto português Luiz Moraes Junior (1868 &#8211; 1955), dentre outros. Os carros foram fornecidos pelo Automóvel Clube do Brasil. Foram recebidas pelo prefeito da cidade, Francisco de Avelar Figueira de Melo (1883 &#8211; 1938), e o senador Joaquim Moreira (1853 &#8211; 1929) ofereceu um almoço ao grupo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26302" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 6 de agosto de 1926, quarta coluna</a>).</p>
<p><strong>06/08</strong> &#8211; Realização da sexta conferência de Marie Curie na Escola Politécnica, com a participação de Irène Curie (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/26793" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 7 de agosto de 1926, quarta coluna</a>).</p>
<p><strong>10/08 </strong>- Realização da sétima conferência de Marie Curie na Escola Politécnica, com a participação de Irène Curie (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/26853" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 11 de agosto de 1926, terceira coluna</a>).</p>
<p><strong>11/08 </strong>- Foi noticiado que madame Curie havia feito uma <em>interessante excursão</em> pela Estrada de Ferro Central do Brasil, tendo visitado as cidades de Vassouras, Barra do Piraí e Rodeio. Também foi noticiado que ela havia comparecido a uma reunião das senhoras da comissão de recepção organizada pela Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, na casa da tesoureira da instituição, Stella de Carvalho Guerra Duval (1879 &#8211; 1971)(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26368" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 11 de agosto de 1926, quarta coluna</a>).</p>
<p>Madame Curie foi ao Jardim Botânico e foi recebida por Antônio Pacheco Leão (1872 &#8211; 1931), diretor da instituição, e por Maria Bandeira (1902 &#8211; 1992), da seção de briófitos (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26380" target="_blank"><em>O</em> <em>Paiz,</em> 12 de agosto de 1926, terceira coluna</a>).</p>
<p><strong>12/08</strong> &#8211; Realização da oitava conferência de Marie Curie na Escola Politécnica (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/26883" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 13 de agosto de 1926, segunda coluna</a>).</p>
<p>Marie Curie foi à Câmara dos Deputados, onde foi recebida por seu presidente, Arnolfo Azevedo (1868 &#8211; 1942)(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26396" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 13 de agosto , quarta coluna</a>).</p>
<p><strong>13/08</strong>  <strong>a 18/08</strong> &#8211; A convite dos governos de São Paulo e Minas Gerais, feitos respectivamente pelo dr. Pedro Dias da Silva, diretor da Faculdade de Medicina de São Paulo, e pelo dr. Borges da Costa, diretor do Instituto de Rádio de Belo Horizonte, Madame Curie e sua filha visitaram os dois estados. Foram também convidadas Bertha Lutz e Carlota Pereira de Queiroz (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26410" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 14 de agosto de 1926, última coluna</a>,<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26456" target="_blank"><em> O Paiz</em>, de 18 agosto de 1926, sexta colun</a>a, e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/26971" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 19 de agosto de 1926, terceira coluna</a>).</p>
<p><strong>19/08</strong> &#8211; Na Academia Nacional de Medicina, Marie Curie recebeu as insignias de membro da instituição pelas mãos de seu presidente, o médico Miguel Couto (1865 &#8211; 1934) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26486" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 20 de agosto de 1926, segunda coluna)</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_11834" style="width: 550px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/medicina.jpg"><img class="wp-image-11834" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/medicina.jpg" alt="medicina" width="540" height="288" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_02/12267" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 28 de agosto de 1926</a></p></div>
<p><strong>20/08</strong> &#8211; Realização da nona conferência de Marie Curie na Escola Politécnica, com a participação de sua filha, Irène (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/26998" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 21 de agosto de 1926, última coluna</a>).</p>
<p><strong>24/08</strong>  &#8211; Realização da décima conferência de Marie Curie na Escola Politécnica, com a participação de sua filha, Irène (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/27057" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 25 de agosto de 1926, penúltima coluna</a>).</p>
<p>Foi oferecida pelo encarregado de negócios do governo da Polônia, um almoço em homenagem a madame Curie, no palacete da legação no Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26545" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 25 de agosto de 1926, terceira coluna</a>).</p>
<p>Madame Curie foi homenageada numa sessão solene da Academia Brasileira de Ciências. Na ocasião foi aclamada membro correspondente da instituição (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/27044" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 24 de agosto de 1926, sétima colun</a>a, e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26598" target="_blank"><em>O Paiz</em>, de 29 de agosto de 1926, última coluna</a>).</p>
<p><strong>25/08</strong> &#8211; No Teatro Casino do Passeio Público a Federação Brasileira para o Progresso Feminino (FBPF) promoveu uma homenagem às Curie. Foram saudadas com um discurso proferido por uma de suas fundadoras e presidente, Bertha Lutz, que foi respondido por Marie Curie com palavras de agradecimento. Ela recebeu, então, o primeiro diploma de honra conferido pela FBPF: <em>todo iluminado em ouro e tons de bronze, em pergaminho, pela ilustre pintora patrícia Silvie Meyer</em> (1899 &#8211; 1955)<em>. </em>No programa, poesia e teatro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26554" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 26 de agosto de 1926, quarta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_11826" style="width: 550px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_02/12300" target="_blank"><img class="wp-image-11826" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/festival.jpg" alt="festival" width="540" height="211" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=025909_02&amp;pagfis=12300" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 4 de setembro de 1926</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>26/08</strong> &#8211; Marie e Irène foram ao Palácio do Catete para se despedirem do presidente da República, Artur Bernardes (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26569" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 27 de agosto de 1926, quarta coluna</a>).</p>
<p><strong>27/08</strong> &#8211; Realização da décima-primeira e última conferência de Marie Curie na Escola Politécnica. Na ocasião, o reitor da Universidade do Rio de Janeiro, o conde de Afonso Celso, cumprimentou Marie e Irène Curie pelo <em>brilhante</em> curso realizado (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/27099" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 28 de agosto de 1926, última coluna</a>).</p>
<p><strong>28/08</strong> &#8211;  Mãe e filha regressaram à França, no paquete <em>Lutecia.</em> <em>Ao embarque da sra Curie, que esteve muito concorrido, compareceram as figuras mais representativas dos nossos círculos universitários, homens de ciências e de letras,  representantes da imprensa e elementos dos mais distintos de nossa alta sociedade. </em>Do navio, Marie Curie enviou a Bertha Lutz uma mensagem de agradecimento para ser distribuída à imprensa (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_11/18715" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 29 de agosto de 1926, primeira coluna</a> e <a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_05/26598" target="_blank"><em>O Paiz</em>, de 29 de agosto de 1926, última coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/marie.jpg"><img class=" size-full wp-image-11805 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/marie.jpg" alt="marie" width="450" height="540" /></a><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/marie1.jpg"><img class="  wp-image-11806 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/marie1.jpg" alt="marie1" width="446" height="229" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">Fontes:</span></strong></p>
<p><a href="http://www.canalciencia.ibict.br/personalidades_ciencia/Marie_Curie.html" target="_blank">Canal Ciência &#8211; IBICT</a></p>
<p><a href="http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p><a href="http://www.museunacional.ufrj.br/semear/Galeria_de_Fotos/Personalidades/foto5.html" target="_blank">Museu Nacional</a></p>
<p><a href="https://super.abril.com.br/historia/o-casal-curie/" target="_blank">Revista Superinteressante</a></p>
<p>SCHUMAHER, Schuma; BRAZIL, Erico Vital (organizadores). <em>Dicionário mulheres do Brasil: de 1500 até a atualidade biográfico e ilustrado</em>. Rio de Janeiro : Jorge Zahar Ed., 2000.</p>
<p><a href="https://prp-web.cenapad.unicamp.br/pibic/congressos/xviiicongresso/paineis/074117.pdf" target="_blank">Site da Unicamp</a></p>
<p><a href="https://www.nobelprize.org" target="_blank">Site do Prêmio Nobel</a></p>
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		<title>Uma homenagem aos 452 anos do Rio de Janeiro: o Corcovado e o Pão de Açúcar</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Mar 2017 14:10:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A beleza e a vocação exibicionista fez do Rio de Janeiro personagem constante de muitas fotografias desde o século XIX. Na data de aniversário de sua fundação, a Brasiliana Fotográfica presta uma homenagem à cidade maravilhosa com uma seleção de registros do Corcovado, onde fica o Cristo Redentor, e do Pão de Açúcar. São seus principais pontos turísticos e marcas registradas da cidade. As imagens são de autoria de Alberto Henschel (1827 - 1882), Antonio Caetano da Costa Ribeiro, Augusto Malta (1864 - 1957), Augusto Stahl (1828 - 1877), F. Antunes, Georges Leuzinger (1813 - 1892), Jorge Kfuri (1892/3? - 1965), José Augusto de Paiva Meira, José Baptista Barreira Vianna (1860 - 1925), Juan Gutierrez (c. 1860 - 1897), Marc Ferrez (1843 - 1923), Revert Henrique Klumb (c. 1826 - c. 1886), S.H. Holland (1883 - 1936), Thiele e da firma LTM.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="width: 772px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4072" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4072/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="762" height="573" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4072" target="_blank">Antonio Caetano da Costa Ribeiro. Vista tirada do Pão d´Assucar, c. 1914. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A beleza e a vocação exibicionista fez do Rio de Janeiro personagem constante de muitas fotografias desde o século XIX, quando, em 1843, o abade Conte chegou à cidade trazendo um daguerreótipo <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=364568_03&amp;PagFis=57" target="_blank">(<em>Jornal do Commercio</em>, 17 de janeiro de 1843, na primeira coluna</a>). Na data de aniversário de sua fundação, a Brasiliana Fotográfica presta uma homenagem à cidade maravilhosa com uma seleção de registros dos morros do Corcovado, onde fica o <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2602" target="_blank">Cristo Redentor</a>, e do Pão de Açúcar, onde, desde 1912, funciona o bondinho. São seus principais pontos turísticos e marcas registradas da cidade. As imagens são de autoria de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?s=alberto+henschel" target="_blank">Alberto Henschel (1827 &#8211; 1882)</a>, Antonio Caetano da Costa Ribeiro, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6150" target="_blank">Augusto Stahl(1828 &#8211; 1877)</a>, F. Antunes, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2492" target="_blank">Georges Leuzinger (1813 &#8211; 1892)</a>, Jorge Kfuri (1892/3? &#8211; 1965), José Augusto de Paiva Meira, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4924" target="_blank">José Baptista Barreira Vianna (1860 &#8211; 1925)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5398" target="_blank">Juan Gutierrez (c. 1860 &#8211; 1897)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6305" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5809" target="_blank">Revert Henrique Klumb (c. 1826 &#8211; c. 1886)</a>, Thiele, do aviador Sidney Henry Holland (1883 – 1936) e da firma LTM.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 634px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4588" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4588/47339.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="624" height="438" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4588" target="_blank">Jorge Kfuri. O Pão de Açúcar. Rio de janeiros, RJ / Acervo DPHDM</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/104" target="_blank">Acessando o link para as fotografias do Corcovado e do Pão de Açúcar disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div style="width: 521px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4772" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4772/007A5P3F03-24.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="511" height="695" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4772" target="_blank">Marc Ferrez. Corcovado, c.1886. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um dos mais importantes símbolos e pontos turísticos do Rio de Janeiro e do Brasil, o Cristo Redentor é um dos maiores e mais famosos monumentos em estilo a<em>rt déco</em> do mundo. Localizado no morro do Corcovado, a 710 metros de altitude, a estátua tem 38 metros de altura e pesa 1.145 toneladas. Foi inaugurada pelo presidente Getulio Vargas (1882-1954) e por Pedro Ernesto (1884-1942), interventor do Distrito Federal (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=093718_01&amp;PagFis=7379" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 13 de outubro de 1931</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=003581&amp;PagFis=6004" target="_blank"><em>O Cruzeiro</em>, 17 de outubro de 1931</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 685px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2609" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2609/013RJ011009.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="675" height="534" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2609" target="_blank">Augusto Malta. Vista do Rio de Janeiro, 1906. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>Em 27 de outubro de 1912, foi inaugurado um caminho aéreo no Rio de Janeiro, entre a Praia Vermelha e o Morro da Urca, que se tornaria o mundialmente famoso Bondinho do Pão de Açúcar (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/083712/7694" target="_blank"><em>Careta</em>, 5 de outubro de 1912</a>). Alguns dias antes, houve uma visita da imprensa às obras (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_02/11330" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 10 de outubro de 1912</a>). Em 1º de dezembro, foi inaugurada a iluminação elétrica no caminho aéreo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_03/16856" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 1º de dezembro de 1912, na última coluna</a>). O bondinho no segundo trecho, entre o Morro da Urca e o Pão de Açúcar, numa extensão de 750 metros e 396 metros de altura, começou a funcionar no dia 18 de janeiro de 1913, completando a ligação até o alto do pico do Pão de Açúcar (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/15155" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 19 de janeiro, na quarta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_7975" style="width: 308px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/030015_03/16353" target="_blank"><img class="wp-image-7975 size-medium" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Clipboard02-298x300.jpg" alt="Clipboard02" width="298" height="300" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/030015_03/16353" target="_blank">Propaganda do Jornal do Brasil de 3 de novembro de 1912.</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Outros artigos publicados na Brasiliana Fotográfica em comemoração ao aniversário do Rio de Janeiro</strong></em></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4812" target="_blank"><em>A fundação do Rio de Janeiro</em>, publicado em 1º de março de 2016, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14095" target="_blank"><em>O Rio de Janeiro de Juan Gutierrez</em>, publicado em 1º de março de 2019, de autoria de Maria Isabel Ribeiro Lenzi, Doutora em História pela UFF e historiadora do Arquivo Histórico do Museu Histórico Nacional ; e de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30682" target="_blank"><em>A Praça Paris no aniversário do Rio de Janeiro</em>, publicado em 1º de março de 2023, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="%20https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=35197"><em>O Rio de Janeiro nos cartões-postais da Papelaria e Typographia Botelho</em>, publicado em 1° de março de 2024, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</a></p>
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