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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; James Monroe</title>
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		<title>Série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido&#8221; III &#8211; O Palácio Monroe</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2016 13:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
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		<description><![CDATA[O Palácio Monroe, que na época de sua construção não tinha esse nome, foi a sede do Pavilhão Brasil na Exposição Universal de Saint Louis, também conhecida como Feira Mundial de Saint Louis, realizada entre 30 de abril e 1º de dezembro de 1904, em conjunto com os III Jogos Olímpicos. O prédio de estilo eclético, cujo projeto foi do político e engenheiro Francisco Marcelino de Souza Aguiar (1855 - 1935),  conquistou o principal prêmio de arquitetura do evento. Pela primeira vez que arquitetura brasileira recebia reconhecimento internacional. Em 1906, foi remontado, no Rio de Janeiro, onde tornou-se um ícone da cidade, para sediar o III Congresso Pan-americano, e recebeu a denominação de Palácio Monroe. Em 1976, foi demolido.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="width: 735px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/796" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/796/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="" width="725" height="525" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/796" target="_blank">Marinho, P.; A. Editora. Exposição Universal de S. Luiz : o pavilhão do Brasil, 1904?. Missouri, Estados Unidos / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Palácio Monroe, que na época de sua construção não tinha esse nome, <a href="http://atthefair.homestead.com/Nations/Brazil.html" target="_blank">foi a sede do pavilhão do Brasil na Exposição Universal de Saint Louis</a>, também conhecida como Feira Mundial de Saint Louis, realizada entre 30 de abril e 1º de dezembro de 1904, em conjunto com os III Jogos Olímpicos da Era Moderna. Foi com uma premiação do Monroe que, pela primeira vez, a arquitetura brasileira recebia reconhecimento internacional. O prédio de estilo eclético, cujo projeto foi do político e engenheiro Francisco Marcelino de Souza Aguiar (1855 &#8211; 1935), que já havia projetado o Pavilhão do Brasil na Feira de Chicago, em 1893, conquistou o principal prêmio de arquitetura do evento, o Grande Prêmio Medalha de Ouro. Foi prefeito do Rio de Janeiro, entre 1906 e 1909, e imortalizado como nome de hospital.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_44151" style="width: 402px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sousa_Aguiar#/media/Ficheiro:Francisco_Marcelino_de_Sousa_Aguiar,_sem_data.tif" target="_blank"><img class="wp-image-44151 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/SOUZA.jpg" alt="SOUZA" width="392" height="517" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sousa_Aguiar#/media/Ficheiro:Francisco_Marcelino_de_Sousa_Aguiar,_sem_data.tif" target="_blank">Marechal Francisco Marcelino de Souza Aguiar (1855 &#8211; 1935), autor do projeto do Palácio Monroe / Acervo Arquivo Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=%22PAL%C3%81CIO+MONROE%22&amp;submit=Ir" target="_blank">Acessando o link para as fotografias do Palácio Monroe disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A primeira página da edição dominical do jornal <em>The St. Louis Republic</em> de 10 de abril de 1904 foi dedicada à obra brasileira:</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Observando, procura-se em vão uma simples falha, um ponto onde a vista sinta a aspereza de uma linha, onde uma curva, uma janela, qualquer decoração desagrade. Essa construção representa um poema&#8221;</em>.</span></p>
<p>No <em>The Post Dispatch</em>, de 24 de maio de 1904, lia-se:</p>
<p><span style="color: #800000;">&#8220;<em>O edifício do Brasil que vai ser hoje inaugurado é um dos mais belos da Exposição e também do mundo. Bastaria que as mesmas ideias seguidas no projeto e na construção, quanto à ordem, proporções, harmonia e, sobretudo, apropriações fossem tomadas como norma na vida de qualquer país para desenvolvê-lo, torná-lo grandioso em tudo quanto o espírito de seu povo possa conceber e as mãos humanas executar&#8221;</em>.</span></p>
<p>Como sua estrutura era toda metálica, o prédio pode ser desmontado e remontado. Sua pedra fundamental foi lançada, no Rio de Janeiro, em novembro de 1905, com a presença de Rodrigues Alves (1848 &#8211; 1919), presidente da República, ministros e outras autoridades (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_04/10951" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 20 de novembro de 1905, na quinta coluna, sob o título &#8220;Pavilhão de S. Luiz&#8221;</a>). Foi remontado no final da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">Avenida Central.</a> Com três domos, o maior erguido a 40 metros de altura, leões esculpidos em mármore de Carrara e ladeado por 36 colunas gregas, destacava-se na paisagem à beira-mar.</p>
<p>Em 1906, o Palácio do Itamaraty foi descartado para sediar o III Congresso Pan-americano, no Rio de Janeiro, e decidido que o então Pavilhão de São Luiz, futuro Palácio Monroe, abrigaria o evento (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=178691_03&amp;pagfis=11350" target="_blank"><em>O Paiz,</em> 27 de abril de 1906, na sétima coluna</a>). Foram realizadas obras e ele foi erguido no fim da rua do Passeio, na <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">avenida Central, atual Rio Branco</a>, ponto mais nobre da capital do Brasil (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_03/11671" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 5 de junho de 1906, na quinta coluna</a>). O congresso foi aberto em 23 de julho de 1906 e prolongou-se até o dia 27 de agosto de 1906 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_03/12056" target="_blank"><em>O Paiz,</em> 24 de julho de 1906</a>).</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2720" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2720/014AM001013.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="533" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2720" target="_blank">Augusto Malta. Pelotão de ciclistas da marinha em frente ao palácio Monroe, 1906. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>Originalmente, o prédio ia se chamar Palácio São Luiz porém, durante o evento, o ministro das Relações Exteriores, o barão do Rio Branco (1845 &#8211; 1912), batizou o edifício de Palácio Monroe, uma homenagem ao presidente norte- americano James Monroe (1758 &#8211; 1831), idealizador do Pan-americanismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 838px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3776" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3776/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="" width="828" height="201" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3776" target="_blank">Antônio Caetano da Costa Ribeiro. Entrada da barra do Rio de Janeiro, Brazil : : vista panorâmica, 1910 &#8211; 1915. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Palácio Monroe tornou-se um ícone do Rio de Janeiro e sua imagem foi estampada em porcelanas, pratos, talheres, caixas de jóias, tinteiros, cartões-postais e em papéis de carta (<a href="https://infograficos.oglobo.globo.com/rio/especial-monroe.html" target="_blank"><em>O Globo</em></a>) . Também ilustrou a cédula de 200 réis emitida em 1919.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/cedula1.jpg"><img class=" size-full wp-image-19722 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/cedula1.jpg" alt="cedula1" width="745" height="339" /></a></p>
<div id="attachment_19723" style="width: 755px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/cedula2.jpg"><img class="wp-image-19723 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/cedula2.jpg" alt="cedula2" width="745" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">Cédula de 200 reis que circulou entre a década de 20 e 50</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nos anos que se seguiram ao III Congresso Pan-americano, o Palácio Monroe sediou recepções, formaturas, congressos e até velórios. Entre 1911 e 1914, foi a sede provisória do Ministério da Viação. De 1914 a 1922 sediou a Câmara dos Deputados. Em 20 de setembro de 1920, o palácio foi palco de uma homenagem ao <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5950" target="_blank">rei Alberto I da Bélgica (1875 &#8211; 1934)</a>, em visita oficial ao Brasil (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_05/3179" target="_blank"><em><span style="font-family: Georgia; color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;">O Paiz</span></em>, 21 de setembro de 1920)</a>. Em junho de 1922, passou a sediar a Comissão Executiva da Exposição do Centenário da Independência do Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 823px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4723" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4723/002080Vol01Cx0306.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="813" height="338" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4723" target="_blank">Guilherme Santos. Visita do Rei da Bélgica, Alberto I, 1920. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A partir de 1925, abrigou o Senado Federal, anteriormente sediado no <span style="color: #333333;">Palácio Conde dos Arcos</span> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_04/37311" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 28 de abril de 1925</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/21060" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 4 e 5 de maio de 1920</a>). Entre 1923 e 1925, para adaptar-se às necessidades de seu novo ocupante,  sofreu grandes mudanças arquitetônicas: construção de um piso intermediário e de um ao redor da cúpula e do terraço, além da instalação de elevadores e do envidraçamento de duas <em>loggias</em> laterais &#8211; espécie de varandas.</p>
<p>Durante a Revolução de 30, foi o quartel-general das tropas gaúchas, no Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_45666" style="width: 709px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11604" target="_blank"><img class=" wp-image-45666" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/07/tropa.jpg" alt="Revolução de 1930; tropa gaúcha a cavalo em frente ao Palácio Monroe e ao Obelisco, 1930. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS" width="699" height="506" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11604" target="_blank">Revolução de 1930; tropa gaúcha a cavalo em frente ao Palácio Monroe e ao Obelisco, 1930. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1945, foi provisoriamente sede do Tribunal Superior Eleitoral. Voltou a abrigar o Senado em 1946. Com a transferência da capital federal do Rio para Brasília, em 1960, o Senado seguiu para a nova capital, mas manteve o &#8220;Senadinho&#8221; no Monroe até 1975 (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_09/54101" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 29 de abril de 1975</a>). Em 1961, o Monroe passou a sediar o Estado Maior das Forças Armadas.</p>
<p>Em julho de 1972, o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) propôs ao Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (IPHAN) o tombamento do conjunto arquitetônico remanescente da antiga avenida Central, atual Rio Branco, composto pelo Obelisco, pelo Tribunal de Justiça, pela Biblioteca Nacional, pela Escola de Belas Artes, pelo Derby Clube, pelo Jockey Club, pelo Clube Naval, pelo Teatro Municipal, pelo Monroe e pela Assembleia. O parecer do relator do processo, o arquiteto Paulo Santos (1904 &#8211; 1988), foi favorável à preservação. Cerca de dois meses depois, o arquiteto e urbanista Lúcio Costa (1902 &#8211; 1998) apresentou ao IPHAN, de onde era aposentado, o texto “Problema Mal Posto”, rebatendo o parecer de Paulo Santos. Nele justificava a demolição do Monroe por uma questão de “desafogo da área”. Para a geração dos arquitetos modernistas, da qual Lúcio Costa era um importante integrante, o ecletismo não era considerado autêntico.</p>
<p>Em fevereiro de 1973,  o conselho superior do IPHAN realizou a sessão final sobre o processo de tombamento, quando a proposta de Lúcio Costa de avaliar, em separado, os prédios foi aprovada. Não entraram no livro de tombamento o<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32431" target="_blank"> Jockey Club, o Derby Clube</a> e o Palácio Monroe.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 761px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4761" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4761/013RJ001010.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="751" height="554" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4761" target="_blank">Augusto Malta. Avenida Rio Branco, após substituição da iluminação a gás por lâmpadas incandescentes; ao fundo, o Palácio Monroe, c. 1920. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1974, foi iniciado o debate em torno da destruição do Monroe que supostamente estaria atrapalhando a obra da estação Cinelândia do metrô carioca. A polêmica tomou conta dos jornais e uma comissão do Instituto Geográfico e Histórico Brasileiro aprovou um parecer que recomendava ao IPHAN a preservação do prédio (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_09/39549" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 29 de agosto de 1974, na primeira coluna</a>). O Clube de Engenharia também manifestou-se contra a demolição (<em>Jornal do Brasil</em>, <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_09/48393" target="_blank">17 de janeiro, na primeira coluna</a> e<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_09/49806" target="_blank"> 22 de fevereiro de 1975, na terceira coluna</a>). Em 04 de julho de 1974, o arquiteto e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Wladimir Alves de Souza (1908 &#8211; 1994), declarou que<em> a demolição do Palácio Monroe possibilitaria à cidade ganhar uma área ajardinada, um complemento do Passeio Público</em> (<em>O Globo</em>, 4 de julho de 1974).</p>
<p>Após uma intensa campanha em prol da destruição do Monroe, que contou com o apoio do jornal <em>O GLOBO</em>, a demolição do prédio foi autorizada pelo presidente da República, Ernesto Geisel (1907 &#8211; 1996), em outubro de 1975 (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_09/63251" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 10 de outubro de 1975, no &#8220;Informe JB&#8221;</a> e <em>O Globo</em>, 11 de outubro de 1975, pág. 2). Foi iniciada em 5 de janeiro de 1976 por 15 operários da Aghil Comércio de Ferro Ltda cujo proprietário era propriedade de Antônio Gonçalves da Silva (19? ?), que havia ganhado a concorrência para demolir o palácio  (<em>Jornal do Brasil</em>, <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_09/68652" target="_blank">3 de janeiro</a> e <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_09/68810" target="_blank">6 de janeiro </a>de 1976). Em junho, foi derrubada sua última parede (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_09/158367" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 7 de junho de 1976</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 733px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2788" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2788/014AM012064.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="723" height="521" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2788" target="_blank">Augusto Malta. Palácio Monroe, c. 1910. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os objetos de valor foram removidos, dentre eles os vitrais e as estátuas. Dois dos icônicos leões de mármore, obras do escultor italiano Vaccari Sonino, estão na  entrada da Fazenda São Geraldo, em Uberaba, Minas Gerais, e outros dois estão expostos no Instituto Ricardo Brennand no Recife. Algumas das peças do Monroe estão no Museu do Senado, em Brasília.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/monroe.jpg"><img class="size-full wp-image-44155 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/monroe.jpg" alt="O GLOBO, 27 de fevereiro de 1976" width="349" height="450" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_44157" style="width: 493px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/monroe1.jpg"><img class="wp-image-44157 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/monroe1.jpg" alt="monroe1" width="483" height="227" /></a><p class="wp-caption-text"><em>O GLOBO</em>, 27 de fevereiro de 1976</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No lugar do Palácio Monroe, existe hoje a Praça Mahatma Gandhi, com um estacionamento subterrâneo e com o maior chafariz do Rio de Janeiro &#8211; com 10 metros de altura -, comprado na Áustria pelo governo imperial brasileiro, em 1878.  Em homenagem ao palácio, é chamado de Chafariz do Monroe. No estilo Napoleão III,  é uma obra do escultor francês Mathurin Moreau (1822 &#8211; 1912), que foi executada na fundição francesa <i>Societé Anonyme des Hauts-Fourneaux &amp; Fonderies du Val d’Osne.</i></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 325px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mathurin_Moreau#/media/Ficheiro:Mathurin_Moreau_1822-1912.jpg" target="_blank"><img class="" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/fe/Mathurin_Moreau_1822-1912.jpg/500px-Mathurin_Moreau_1822-1912.jpg" alt="" width="315" height="459" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mathurin_Moreau#/media/Ficheiro:Mathurin_Moreau_1822-1912.jpg" target="_blank">Mathurin Moreau  (182-1912)</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 706px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodorio.com/chafariz-da-praca-mahatma-gandhi-vira-latrina-a-ceu-aberto-no-centro-do-rio/" target="_blank"><img src="https://diariodorio.com/wp-content/uploads/2023/05/DSC01917-696x392-1.jpg" alt="" width="696" height="392" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://diariodorio.com/chafariz-da-praca-mahatma-gandhi-vira-latrina-a-ceu-aberto-no-centro-do-rio/" target="_blank">Chafariz do Monroe / Diário do Rio</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em setembro de 2015, o Museu do Senado redescobriu peças históricas do Palácio Monroe. Dezesseis caixas que estavam fechadas havia quatro décadas foram abertas e revelaram um acervo de enorme valor histórico: lustres, espelhos e outros objetos que pertenceram ao Palácio Monroe.</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=O7zRG6ORKn4" target="_blank">Link para o filme &#8220;Arquivo S conta a história do Palácio Monroe, antiga sede do Senado&#8221;</a>.</p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003085/43021" target="_blank">Link para a matéria <em>Vesperal no Palácio Monroe</em>, publicada na revista <em>A Cigarra,</em> de agosto de 1948, de José Leal com fotografias de Marcel Cognac</a>.</p>
<p><a href="https://oglobo.globo.com/rio/a-beleza-do-palacio-monroe-13208712" target="_blank">Link para a matéria <em>A beleza do Palácio Monroe</em>, publicada no O Globo de 12 de julho de 2014, que traz imagens da demolição do prédio.</a></p>
<p><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/364568_16/30666" target="_blank">Link para a carta do historiador Feliciano Thaumaturgo Mendes de Moraes em defesa do Palácio Monroe, publicada no<em> Jornal do Commercio</em> de 21 de agosto de 1974.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;">O título desse artigo foi alterado de <em>O Palácio Monroe</em> para <em>Série O Rio de Janeiro desaparecido </em>III<em> &#8211; O Palácio Monroe</em>, em 16 de setembro de 2021.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
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<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Links para os outros artigos da Série O Rio de Janeiro desaparecido</strong></em></span></p>
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<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">Série</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> O Rio de Janeiro desaparecido </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">I</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> </a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">- </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><em>Salas de cinema do Rio de Janeiro do início do século XX</em></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><strong>, </strong>de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de fevereiro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>II<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621"><i>A Exposição Nacional de 1908 na Coleção Família Passos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621">, de autoria de Carla Costa, historiadora do Museu da República, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 5 de abril de 2018.</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9138" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>IV<em> -</em><em> </em><i>A via elevada da Perimetral<strong>,</strong></i> de autoria da historiadora Beatriz Kushnir, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2017.</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>V<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><i>, Ferrez, Malta e Charles Dunlop<strong>, </strong>d</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212">e autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de julho de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><i>O primeiro Palácio da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de setembro de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><i>O Morro de Santo Antônio na Casa de Oswaldo Cruz</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">de autoria de historiador Ricardo Augusto dos Santos da Casa de Oswaldo Cruz</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 5 de fevereiro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>VIII<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><i>A demolição do Morro do Castelo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030"><strong>, </strong>publicado na Brasiliana Fotográfica em 30 de abril de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>IX<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><i>Estrada de Ferro Central do Brasil: estação e trilhos</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de novembro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>X<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><i>No Dia dos Namorados, um pouco da história do Pavilhão Mourisco em Botafogo</i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767"><strong><i>, </i></strong></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de junho de 2020.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898">Série</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i> O Rio de Janeiro desaparecido </i>XI<i> – </i></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898"><i>A Estrada de Ferro do Corcovado e o</i> <i>mirante Chapéu de Sol</i>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 22 de julho de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25489">Série <i>O Rio de Janeiro desaparecido </i>XII <i>– o Teatro Lírico (Theatro Lyrico),</i> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 15 de setembro de 2021</a>.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25759" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIII<em> – O Convento da Ajuda</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de outubro de 202</a>1.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25175" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XIV<em> – </em>O<em> Conselho Municipal</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de novembro de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25474" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XV<em> – A Praia de Santa Luzia no primeiro dia do verão</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 21 de dezembro de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26333">Série<em> O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVI &#8211; <em>O prédio da Academia Imperial de Belas Artes</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, publicado na Brasiliana Fotográfica em 13 de janeiro de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26587" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido </em>XVII<em> – Igreja São Pedro dos Clérigos</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 18 de março de 2022.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27390" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XVIII &#8211; <em>A Praça Onze</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de abril de 2022.</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27549" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XIX &#8211; <em>A Igrejinha de Copacabana</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2022.</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27622" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XX &#8211; <em>O Pavilhão dos Estados</em>, futuro prédio do Ministério da Agricultura, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de julho de 2022.</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27670%20" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXI &#8211; <em>O Chafariz do Largo da Carioca</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de setembro de 2022. </a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29820" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXII &#8211; <em>A Cadeia Velha que deu lugar ao Palácio Tiradentes</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 11 de abril de 2023</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIII e </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank"><em>Avenidas e ruas do Brasil</em> XVII </a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">- <em>A Praia e a Rua do Russel, na Glória</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 15 de maio de 2023</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32291" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIV &#8211; <em>O luxuoso Palace Hotel, na Avenida Rio Branco, uma referência da vanguarda artística no Rio de Janeiro,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 4 de julho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32451" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXV<em> &#8211; O Theatro Phenix,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 5 de setembro de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34365" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D34365&amp;source=gmail&amp;ust=1702655036919000&amp;usg=AOvVaw3b3Tx7K9JhoBwFxL6ka8RZ">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVI &#8211; <em>Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo por Augusto Malta,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 14 de dezembro de 2023</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32431" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXVII e Série <em>Os arquitetos do Rio de Janeiro</em> V &#8211; <em>O Jockey Club e o Derby Club, na Avenida Rio Branco e o arquiteto Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920)</em>, de autoria de Andrea c. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, em 15 de janeiro de 2024</span></a></p>
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