 

<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Pedra da Gávea</title>
	<atom:link href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;tag=pedra-da-gavea" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 20 Jul 2026 14:26:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.1.41</generator>
	<item>
		<title>A Floresta da Tijuca na Coleção Família Passos</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=23493</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=23493#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Jun 2021 14:22:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Convidados]]></category>
		<category><![CDATA[Curadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Alto da Boa Vista]]></category>
		<category><![CDATA[Armando Falconi]]></category>
		<category><![CDATA[Auguste Glaziou]]></category>
		<category><![CDATA[Augusto Malta]]></category>
		<category><![CDATA[Elihu Root]]></category>
		<category><![CDATA[Estrada de Ferro do Corcovado]]></category>
		<category><![CDATA[Estrada de Furnas]]></category>
		<category><![CDATA[ferrovia]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta da Tijuca]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Oliveira Passos]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Pereira Passos]]></category>
		<category><![CDATA[Furnas de Agassiz]]></category>
		<category><![CDATA[Gaston d´Escragnolle]]></category>
		<category><![CDATA[Graça Aranha]]></category>
		<category><![CDATA[Gruta Paulo e Virgínia]]></category>
		<category><![CDATA[Hotel White]]></category>
		<category><![CDATA[Jerônimo Coelho]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquim Nabuco]]></category>
		<category><![CDATA[José Maria Jacinto Rebelo]]></category>
		<category><![CDATA[Louis Agassiz]]></category>
		<category><![CDATA[Manuel Gomes Archer]]></category>
		<category><![CDATA[Manuel Maria Del Castilho]]></category>
		<category><![CDATA[Mesa do Imperador]]></category>
		<category><![CDATA[Mirante Excelsior]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Villon]]></category>
		<category><![CDATA[Pedra da Gávea]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Furnas]]></category>
		<category><![CDATA[Tina Di Lorenzo]]></category>
		<category><![CDATA[Vista Chinesa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://brasilianafotografica.bn.br/?p=23493</guid>
		<description><![CDATA[Nesse artigo, o cientista político Paulo Celso Corrêa, do Museu da República, uma das instituições parceiras da Brasiliana Fotográfica, nos convida a um passeio pela Floresta da Tijuca nos primeiros anos do século XX, a partir de visitas que o ex-prefeito do Distrito Federal, Francisco Franco Pereira Passos (1836-1913), fazia ali com sua família e convidados. A Floresta da Tijuca é uma das principais áreas verdes urbanas do mundo, com 33 km2 e 3.953 hectares. Desde 1961, integra o Parque Nacional que reúne as demais florestas do Maciço da Tijuca, com abrangência sobre as zonas oeste, norte e sul da cidade do Rio de Janeiro.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Nesse artigo, o cientista político Paulo Celso Corrêa, do Museu da República, uma das instituições parceiras da Brasiliana Fotográfica, nos convida a um passeio pela Floresta da Tijuca nos primeiros anos do século XX, a partir de visitas que o ex-prefeito do Distrito Federal, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7566" target="_blank">Francisco Franco Pereira Passos (1836-1913)</a>, fazia ali com sua família e convidados. A Floresta da Tijuca é uma das principais áreas verdes urbanas do mundo, com 33 km2 e 3.953 hectares. Desde 1961, integra o Parque Nacional que reúne as demais florestas do Maciço da Tijuca, com abrangência sobre as zonas oeste, norte e sul da cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;"><em>A Floresta da Tijuca na Coleção Família Passos</em></span></strong></p>
<p style="text-align: center;">Paulo Celso Corrêa*</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9181" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9181/FP0000724.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="556" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9181" target="_blank">Augusto Malta. Pereira Passos, Maria Rita Passos, Tina di Lorenzo, Armando Falconi e grupo de pessoas em visita à Furnas, na Floresta da Tijuca, 12 de junho de 1906. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O patrimônio natural e histórico da Floresta da Tijuca, produto e testemunha da história da ocupação humana na região, inspirou a produção de diversos registros fotográficos ao longo dos séculos XIX e XX, alguns dos quais já mostrados aqui no portal Brasiliana Fotográfica, no artigo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=15070" target="_blank"><em>A Floresta da Tijuca no Dia Mundial do Meio Ambiente</em></a>, publicada em 5 de junho de 2019.</p>
<p>As fotos a seguir ampliam o escopo desses registros ao retratar diferentes aspectos da Floresta da Tijuca durante as visitas que o ex-prefeito do Distrito Federal, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7566" target="_blank">Francisco Franco Pereira Passos (1836-1913)</a>, fazia ali com sua família e convidados. As fotos são de autoria de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</a>, foram produzidas entre 1904 e 1906, e pertencem à Coleção Família Passos do Arquivo Histórico do Museu da República.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div dir="auto"><strong><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/273" target="_blank">Acessando o link para as fotografias da Floresta da Tijuca da Coleção Pereira Passos disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></span></strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Floresta da Tijuca é o resultado de uma grande obra de reflorestamento iniciada em 1861 pelos seus primeiros administradores, o major Manuel Gomes Archer (1821 – 1907) e o Barão d’Escragnolle (1821 – 1888). Desde fins do século XVIII, a vegetação original que cobria o Maciço da Tijuca havia sido devastada pelas plantações de café e pelas queimadas para produção de carvão. Com isso, as fontes de água potável da região, que abasteciam a cidade, ficaram ameaçadas de secar. A recuperação da floresta começou com a desapropriação das fazendas de café e o plantio de sementes e mudas de árvores nativas e exóticas. O projeto do paisagista francês Auguste Glaziou (1828 – 1906) transformou a floresta num parque, com a abertura de estradas cavalgáveis, fontes, lagos, pontes e áreas de lazer como o mirante do Excelsior, a gruta Paulo e Virgínia e a Vista do Almirante.</p>
<p>Tão logo o verde voltou a tomar conta dos altos tijucanos, as fazendas de café deram lugar às chácaras de nobres e burgueses, atraídos pelo sossego e clima fresco semelhante ao de Petrópolis. A Floresta da Tijuca se tornou o lugar favorito de quem, a exemplo dos integrantes da Família Real brasileira, buscava “<em>passeios pitorescos e pic-nics restauradores</em>” como os prometidos em um anúncio do <em>Almanak Laemmert</em>, de 1897:</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_23494" style="width: 257px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/313394/14946" target="_blank"><img class="size-full wp-image-23494" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/empreza.jpg" alt="Almanak Laemmert, 1897" width="247" height="405" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/313394/14946" target="_blank"><em>Almanak Laemmert</em>, 1897</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>As ações tomadas pela gestão de Francisco Pereira Passos na prefeitura do Distrito Federal entre 1902 e 1906 buscaram tornar a Floresta da Tijuca melhor sinalizada, transitável e atrativa aos praticantes do que se chamava à época de “excursionismo” &#8211; o hábito de sair de casa, na cidade, para apreciar a natureza, fazendo passeios e piqueniques. Antes, como engenheiro, Passos já havia trabalhado em outro projeto relacionado ao aproveitamento das florestas e montanhas do Maciço da Tijuca para fins recreativos e turísticos: a construção da estrada de ferro ligando o <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898" target="_blank">Cosme Velho ao Corcovado</a>, inaugurada em 1885.</p>
<p>As primeiras iniciativas da reforma urbana de Passos para a Floresta da Tijuca foram a reconstrução, em saibro, da estrada que ligava a rua Conde de Bonfim ao Alto da Boa Vista e, neste, a criação de uma praça &#8211; atual praça Afonso Viseu &#8211; com jardim projetado pelo paisagista francês Paul Villon (1841 &#8211; 1905). Nela foi construído um coreto de música oferecido pela Companhia Ferro-Carril de São Cristóvão, que operava a linha de bonde do Largo de São Francisco até o Alto da Boa Vista. O quiosque ali existente foi demolido e substituído por um restaurante de arquitetura em estilo norueguês, mais afinado aos critérios burgueses de higiene e bom-gosto. Um dos traços da reforma Passos foi o combate aos quiosques que, servindo comidas e bebidas a trabalhadores, desocupados e demais integrantes das camadas pobres da sociedade, eram qualificados como focos de desordem e sujeira. Agindo de tal modo, o poder público assegurava então que a Floresta da Tijuca continuasse a ser um espaço moldado ao gosto das classes dominantes e que, na esteira das transformações urbanas promovidas na capital federal, fosse capaz de atrair visitantes e turistas. O coreto, o jardim e o restaurante aparecem nesses dois postais, que reproduzem fotos de Augusto Malta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9157" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9157/FP0000700.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="523" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9157" target="_blank">Augusto Malta. Alto da Boa Vista: aspectos da praça; vendo-se o coreto e os jardins após as transformações ocorridas na administração Passos, s/d. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 522px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9169" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9169/FP0000701.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="512" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9169" target="_blank">Augusto Malta. Alto da Boa Vista: aspectos da praça; vendo-se o coreto e os jardins após as transformações ocorridas na administração Passos, s/d. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A inauguração da praça aconteceu em 12 de outubro de 1903 e contou com a presença do presidente Rodrigues Alves, conforme noticiou o Jornal do Brasil na matéria <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_02/12670"><em>Alto da Boa Vista</em></a>, publicada no dia seguinte. Na mesma ocasião, foram inauguradas a Mesa do Imperador reformada e o novo pavilhão oriental da Vista Chinesa.</p>
<p>No lugar conhecido como Mesa do Imperador, onde se supõe que a Família Real fazia suas refeições quando passeava pela Tijuca, a prefeitura fez construir um novo caramanchão e grades rústicas para melhor abrigar os piqueniques. A seguir, a foto de Augusto Malta mostra a Mesa do Imperador com essas novidades, em 1903; e o cartão postal (sem data) registra Passos e um grupo majoritariamente feminino, que inclui sua esposa Maria Rita, posando diante de uma placa na qual se lê o nome do lugar, a sua altitude e a sigla PM de “Prefeitura Municipal”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9170" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9170/FP0000916.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="540" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9170" target="_blank">Augusto Malta. Floresta da Tijuca: aspecto da Mesa do Imperador e da Vista Chinesa, vendo-se ao fundo a Lagoa Rodrigo de Freitas. Rio de Janeiro, 1903. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 713px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9177" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9177/FP0000703.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="703" height="476" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9177" target="_blank">Augusto Malta. Pereira Passos, Maria Rita Passos e grupo de pessoas na Mesa do Imperador, durante visita à Floresta da Tijuca, s/d. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais adiante se chega à Vista Chinesa, lugar assim chamado desde meados do século XIX em alusão aos trabalhadores chineses que cultivavam chá nas antigas fazendas da região. Na gestão de Pereira Passos, foi erguido ali um novo pavilhão em forma de pagode (torre típica dos templos budistas asiáticos), com estrutura de argamassa imitando bambu e uma mesa de piquenique. O projeto foi de autoria do arquiteto Luiz Rey. Desse mirante, inaugurado em 1903, se podia ver o <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7530" target="_blank">Corcovado (ainda sem o Cristo Redentor), o Pão de Açúcar</a>, a Baía de Guanabara, a Lagoa Rodrigo de Freitas e um pouco de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10061" target="_blank">Niterói</a>. A foto seguinte mostra o pavilhão ainda em um estágio primário de construção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 713px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9171" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9171/FP0000917.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="703" height="537" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9171" target="_blank">Augusto Malta. Floresta da Tijuca: aspecto da Mesa do Imperador e da Vista Chinesa, vendo-se ao fundo a Lagoa Rodrigo de Freitas. Rio de Janeiro, 1903. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>As fotos abaixo registram uma visita de Passos à Tijuca, realizada em 19 de abril de 1906, com a finalidade de verificar os reparos feitos nas estradas da região, danificadas após fortes chuvas. A visita foi noticiada na seção <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_02/19373">“Prefeitura”</a> do <em>Jornal do Brasil</em> de 20 de abril de 1904, na sétima coluna. Também integravam a comitiva Jerônimo Coelho, diretor municipal de Obras e Viação, e Manuel Maria Del Castilho, superintendente do Serviço de Limpeza Pública e Particular. As fotos de Malta mostram o grupo na Estrada da Vista Chinesa, em meio a um corredor de bambus; e na Estrada do Pica-Pau, destacando a presença da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10047" target="_blank">Pedra da Gávea</a> ao fundo e alguns aspectos da comunidade local, como um armazém de secos e molhados e uma escola pública.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9158" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9158/FP0000719.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="535" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9158" target="_blank">Augusto Malta. Pereira Passos e grupo de pessoas em visita à várzea do Picapau na Floresta da Tijuca, 19 de abril de 1906. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9159" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9159/FP0000720.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="530" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9159" target="_blank">Augusto Malta. Pereira Passos e grupo de pessoas em visita à várzea do Picapau na Floresta da Tijuca, 19 de abril de 1906. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9172" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9172/FP0000721.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="524" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9172" target="_blank">Augusto Malta. Pereira Passos e grupo de pessoas em visita à várzea do Picapau na Floresta da Tijuca, 19 de abril de 1904. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9160" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9160/FP0000722.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="534" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9160" target="_blank">Augusto Malta. Pereira Passos e grupo de pessoas em visita à várzea do Picapau na Floresta da Tijuca, 19 de abril de 1904. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nas fotos a seguir, datadas de 8 de julho de 1906, Passos e um grupo de homens aparecem em passeio à Mesa do Imperador, à Vista Chinesa e ao Rio das Furnas. Na foto abaixo, Malta destacou a Mesa do Imperador com as inovações inauguradas três anos antes. Pereira Passos aparece no canto direito, conversando com dois homens sentados na cerca rústica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9161" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9161/FP0000705.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="521" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9161" target="_blank">Augusto Malta. Pereira Passos com grupo de pessoas em visita à Floresta da Tijuca, 8 de julho de 1906. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Posicionado no pavilhão da Vista Chinesa, Augusto Malta fotografou Passos e seus convivas, observados ao fundo por um adulto e uma criança descalços, provavelmente trabalhadores encarregados de manter a estrada em boas condições. O homem à direita de Pereira Passos segura um binóculo, instrumento necessário à melhor contemplação da paisagem oferecida pelo mirante. Na imagem é possível ver a traseira de um automóvel, veículo cada vez mais presente nas ruas das principais cidades brasileiras a partir dos primeiros anos do século XX. O carro, ainda privilégio daqueles com bastante dinheiro para pagar pela sua importação, facilitava subir as estradas da Floresta da Tijuca; por outro lado, também contribuía para este novo acontecimento da vida urbana, <span style="color: #000000;">o acidente automobilístico, como o que aconteceu nas proximidades da Vista Chinesa, conforme noticiado pela <em><a style="color: #000000;" href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_01/6133" target="_blank">Revista da Semana</a> </em>de 16 de junho de 1907.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9163" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9163/FP0000707.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="496" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9163" target="_blank">Augusto Malta. Pereira Passos com grupo de pessoas em visita à Floresta da Tijuca, 8 de julho de 1906. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O mesmo grupo de homens aparece noutra foto, produzida no mesmo passeio, à beira do Rio das Furnas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 714px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9162" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9162/FP0000706.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="704" height="529" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9162" target="_blank">Augusto Malta. Pereira Passos com grupo de pessoas em visita à Floresta da Tijuca, 8 de julho de 1906. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já o cartão postal abaixo foi feito a partir de foto de Augusto Malta do dia 14 de junho de 1904, durante a excursão oferecida pela prefeitura aos delegados brasileiros da Convenção Sanitária Internacional entre o Brasil, a Argentina e o Uruguai, encerrada no dia anterior. No canto esquerdo da imagem está a esposa do prefeito, Maria Rita Passos,  na Vista Chinesa. A convenção teve a finalidade de unificar protocolos de combate e prevenção à epidemias entre os três países. O sanitarista <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10762" target="_blank">Oswaldo Cruz (1872 &#8211; 1917)</a>, então Diretor-Geral de Saúde Pública do Distrito Federal, integrava a delegação brasileira, mas não participou do passeio tijucano. Desde o ano anterior, Cruz vinha aplicando uma série de novas e polêmicas medidas para o combate à febre amarela e à peste bubônica, como os batalhões de mata-mosquitos e a compra de ratos. Naquele momento a cidade passava por um grave surto de varíola, o que em breve levaria o governo federal a propor a lei de vacinação obrigatória contra a doença, episódio que culminaria na <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19095" target="_blank">Revolta da Vacina</a>, em novembro de 1904.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 529px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9173" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9173/FP0000702.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="519" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9173" target="_blank">Augusto Malta. Maria Rita de A. Passos com grupo de pessoas na Vista Chinesa, 14 de junho de 1904. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abaixo, os participantes da excursão posam para foto na escadaria do Hotel White, antigo Palacete do Conde de Boa Vista. O <em>Jornal do Brasil</em> do dia 15 de junho deu notícia do acontecimento na matéria <em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_02/14055">No Alto da Boa Vista</a></em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9174" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9174/FP0000708.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="522" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9174" target="_blank">Augusto Malta. Pereira Passos, Maria Rita Passos, Olímpia Passos, J.J. Seabra e outros posam diante da escadaria do Hotel White, no Alto da Boa Vista, 14 de junho de 1906. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Situado no Alto da Boa Vista, o Hotel White aparece em várias outras fotos dessa série. Isso porque as recepções oferecidas aos figurões da política, dos negócios e da cultura que visitavam a cidade do Rio de Janeiro costumavam incluir passeios à Floresta da Tijuca e refeições num dos hotéis de luxo existentes na região. O palacete neoclássico que servia como edifício principal do Hotel White foi construído em meados do século XIX para o Conde de Itamaraty, sob projeto do arquiteto José Maria Jacinto Rebelo (1821 &#8211; 1871), responsável também por parte do Palácio do Itamaraty, no centro do Rio. Posteriormente, o hotel foi renomeado em homenagem ao primeiro proprietário, como se vê no anúncio publicado na revista <em>Careta</em> de 24 de janeiro de 1914.<em> </em>O palacete é tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural desde 1979.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_23500" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/083712/11065" target="_blank"><img class="size-full wp-image-23500" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/empreza1.jpg" alt="Careta, 24 de janeiro de 1914" width="490" height="359" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/083712/11065" target="_blank"><em>Careta</em>, 24 de janeiro de 1914</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>As fotos abaixo foram produzidas por Augusto Malta no jardim do Hotel White, em 17 de dezembro de 1905. Fazem parte de um pequeno álbum que reúne fotos descontraídas do engenheiro Francisco Oliveira Passos (1878 &#8211; 1958), filho do prefeito e então consultor técnico da prefeitura, posando e fumando com um grupo de homens, dentre os quais o escritor e diplomata Graça Aranha (1868 &#8211; 1931) e o diretor da Limpeza Pública, Manoel Maria Del Castilho (1856 &#8211; 1911). A fotografia do grupo no coreto da praça do Alto da Boa Vista foi depois transformada em postal, enviado a Oliveira Passos pelo próprio Malta no Natal de 1905.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 585px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9176" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9176/FP0000718.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="575" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9176" target="_blank">Augusto Malta. Francisco de Oliveira Passos com grupo de pessoas em visita à Floresta da Tijuca, 17 de dezembro de 195. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p><strong> </strong></p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9175" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9175/FP0000714.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="500" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9175" target="_blank">Augusto Malta. Francisco de Oliveira Passos com grupo de pessoas em visita à Floresta da Tijuca, 17 de dezembro de 1905. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>As fotos abaixo, também no Hotel White, mostram cenas da visita de Elihu Root (1845 &#8211; 1937), Secretário de Estado dos Estados Unidos, à Floresta da Tijuca. Em agosto de 1906, Root veio ao Rio de Janeiro participar da Terceira Conferência Pan Americana, iniciada em 25 de julho no <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6248" target="_blank">Palácio Monroe</a>, com a participação de representantes de dezenove países da América. Root chegava ao Brasil como representante da política externa do “Corolário Roosevelt”, oficializada pelo presidente estadunidense Theodore Roosevelt (1858 &#8211; 1919), em 1904, que justificava as intervenções militares “preventivas” dos Estados Unidos em outros países no caso de perturbação da ordem e desrespeito aos contratos. O Brasil, no entanto, não se via ameaçado pelo chamado “Grande Porrete”. A política externa brasileira dirigida pelo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7462" target="_blank">Barão do Rio Branco (1845 &#8211; 1912)</a> considerava o poderio do país norte-americano um fator de proteção contra o intervencionismo europeu e um aliado na promoção dos interesses brasileiros no sul do continente.</p>
<p>As esperanças do governo brasileiro manifestaram-se no entusiasmo com que Root foi recebido no país. Sua despedida da capital federal, no dia 3 de agosto de 1906, foi marcada por um passeio à Floresta da Tijuca, organizado por Pereira Passos e por Joaquim Nabuco (1849 &#8211; 1910), embaixador nos Estados Unidos e chefe da delegação brasileira na Conferência. Na primeira foto aparecem Nabuco, Maria Rita Passos e as senhoritas Teixeira Castro num dos automóveis da excursão, que passou pelo Mirante Excelsior, Gruta Paulo e Virgínia, Vista Chinesa, Estrada de Furnas e pelas Furnas de Agassiz. O encontro incluiu um almoço no Hotel White <a href="http://memoria.bn.br/docreader/030015_02/20259" target="_blank">(<em>Jornal do Brasil</em>, 4 de agossto de 1906, sétima coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9179" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9179/FP0000713.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="516" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9179" target="_blank">Augusto Malta. Maria Rita Passos, as senhoritas Teixeira Castro e Joaquim Nabuco em automóvel na Vista Chinesa, durante o passeio de Elihu Root à Floresta da Tijuca, 3 de agosto de 1906 / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9178" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9178/FP0000711.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="500" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9178" target="_blank">Augusto Malta. Pereira Passos, Maria Rita Passos, Joaquim Nabuco e grupo de pessoas nas escadarias do Hotel White, durante o passeio de Elihu Root à Floresta da Tijuca, 3 de agosto de 1906. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p>A vinda de Root, primeira viagem oficial de um secretário de Estado dos Estados Unidos ao exterior, foi interpretada pelos entusiastas da modernidade republicana como indício da inclusão do Brasil no seleto grupo dos países “civilizados”. O mesmo se deu com a chegada ao Rio da turnê internacional de uma prestigiosa atriz do teatro europeu, a italiana Tina Di Lorenzo (1872 &#8211; 1930). Ela veio ao Rio com sua companhia teatral apresentar um repertório de peças famosas que incluía <em>Romeu e Julieta</em>, de Shakespeare; <em>Casa Paterna,</em> de Hermann Sudermann e <em>A Dama das Camélias</em>, de Alexandre Dumas, dentre outros sucessos. E, como de costume, ela também foi convidada pelos Passos a conhecer a Floresta da Tijuca, junto de seu marido, o também ator teatral Armando Falconi (1871 &#8211; 1954) (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_01/4602" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 3 de junho de 1906</a>).</p>
<p>Nas fotos a seguir, o grupo aparece fotografado diante das Furnas de Agassiz, conjunto de grutas e cavernas cujo nome faz referência ao naturalista suíço Louis Agassiz (1807 &#8211; 1873), que as estudou quando viajou pelo Brasil entre 1865 e 1866. Tina e o marido posam juntos diante da gruta principal das Furnas, formada por um conjunto de rochas superpostas. Noutra foto é possível ver os carros que levaram o grupo até o local e, na paisagem ao fundo, a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10047" target="_blank">Pedra da Gávea</a>. Outro local visitado durante o passeio foi a Gruta de Paulo e Virgínia, batizada em referência ao romance francês <em>Paulo e Virgínia</em>, de Bernardin de Saint Pierre, muito famoso durante o século XIX (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/7556" target="_blank"><em>O Malho</em>, 30 de junho de 1906).</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9180" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9180/FP0000723.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="545" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9180" target="_blank">Augusto Malta. Pereira Passos, Maria Rita Passos, Tina di Lorenzo, Armando Falconi e grupo de pessoas em visita à Furnas, na Floresta da Tijuca, 12 de junho de 1906. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 646px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9188" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9188/FP0000726.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="636" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9188" target="_blank">Augusto Malta. Pereira Passos, Maria Rita Passos, Tina di Lorenzo e grupo de pessoas em visita à Furnas, na Floresta da Tijuca, 12 de junho de 1906. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 684px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9184" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9184/FP0000728.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="674" height="539" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9184" target="_blank">Augusto Malta. Pereira Passos, Maria Rita Passos, Tina di Lorenzo e grupo de pessoas em visita à Furnas, na Floresta da Tijuca, 12 de junho de 1906. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Paulo Celso Liberato Corrêa é cientista político do Arquivo Histórico e Institucional do Museu da República.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">Fontes: </span></strong></p>
<p>ABREU, Alzira Alves de (coord.). <em>Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República (1889-1930)</em>. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2015.</p>
<p>AGASSIZ, Elizabeth Carey &amp; AGASSIZ, Louis. <em>Viagem ao Brasil 1865-1866</em>. Brasília: Senado Federal, 2000.</p>
<p>CRULS, Gastão. <em>Aparência do Rio de Janeiro</em>. Rio de Janeiro: Editora José Olympio, 1965.</p>
<p>GERSON, Brasil. <em>História das ruas do Rio de Janeiro</em>. Rio de Janeiro: Editora Bem-te-vi, 2015.</p>
<p>SEVCENKO, Nicolau. <em>A revolta da vacina</em>. São Paulo: Editora Scipione, 1993.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=23493</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Rio de Janeiro, Capital Mundial da Arquitetura</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13911</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13911#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2020 16:14:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[adiamento]]></category>
		<category><![CDATA[Arcos da Lapa]]></category>
		<category><![CDATA[Avenida Central]]></category>
		<category><![CDATA[bairros]]></category>
		<category><![CDATA[becos]]></category>
		<category><![CDATA[Capital Mundial da Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Castelo da Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Copacabana]]></category>
		<category><![CDATA[Corcovado]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Cristo Redentor]]></category>
		<category><![CDATA[Hotel Glória]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja de Nossa Senhora do Outeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Ipanema]]></category>
		<category><![CDATA[isolamento social]]></category>
		<category><![CDATA[Jardim Botânico do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Paço Imperial]]></category>
		<category><![CDATA[paisagem]]></category>
		<category><![CDATA[Palácio Real de São Cristóvão]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Pão de Açúcar]]></category>
		<category><![CDATA[Passeio Público]]></category>
		<category><![CDATA[Pedra da Gávea]]></category>
		<category><![CDATA[Praça Quinze de Novembro]]></category>
		<category><![CDATA[Praça XV]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Theatro Municipal do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[UNESCO]]></category>
		<category><![CDATA[zoom]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://brasilianafotografica.bn.br/?p=13911</guid>
		<description><![CDATA[Em tempos de isolamento social, a Brasiliana Fotográfica convida seus leitores para um passeio virtual pelas belezas naturais e arquitetônicas do Rio de Janeiro que, em 18 de janeiro de 2019, tornou-se a primeira cidade a ser a capital mundial da arquitetura, título que teria até a realização do Congresso Mundial de Arquitetura, que ocorreria na cidade entre hoje e 23 de julho de 2020. O evento foi adiado para acontecer entre 18 e 22 de julho de 2021, devido à pandemia do coronavírus. A escolha do Rio de Janeiro se deveu, naturalmente à sua arquitetura, belezas naturais, herança cultural e importância histórica. Visitem ou revisitem fotografias já publicadas em artigos publicados aqui no portal sobre monumentos, prédios e aspectos da natureza carioca. Não se esqueçam de usar o "zoom" e bom domingo!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="2">
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2559" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2559/007NGBMF1824cx007-04.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="485" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2559" target="_blank">Marc Ferrez. Vista do Pão de Açúcar, c. 1890. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Unesco anunciou, em 18 de janeiro de 2019, o Rio de Janeiro como a primeira cidade a se tornar capital mundial da arquitetura, título que teria até a realização do Congresso Mundial de Arquitetura, que ocorreria na cidade entre 19 e 23 de julho de 2020, evento adiado, segundo a União Internacional dos Arquitetos, para acontecer entre 18 e 22 de julho de 2021, devido à pandemia do coronavírus. A escolha do Rio de Janeiro deveu-se, naturalmente, à sua arquitetura, a suas belezas naturais, à herança cultural e à sua importância histórica. A Brasiliana Fotográfica já publicou vários artigos sobre monumentos, prédios e aspectos da natureza carioca como os Arcos da Lapa, a Avenida Central, o Castelo da Fiocruz, Copacabana, o Corcovado, o Cristo Redentor, o Hotel Glória, a Igreja da Glória, Ipanema e outros bairros, o Jardim Botânico, o Paço, o Palácio Real de São Cristóvão, o Pão de Açúcar, a Praça XV, o Real Gabinete Português de Leitura e o Theatro Municipal. Em tempos de isolamento social, convidamos nossos leitores a revisitarem essas publicações, fazendo um passeio virtual pelas belezas do Rio de Janeiro. Não se esqueçam de usar o <em>zoom</em>! Bom domingo!</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 690px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7762" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7762/001ALA011002.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="680" height="494" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7762" target="_blank">José dos Santos Affonso. Teatro Municipal, c. 1920. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11321"><em>100 anos do Castelo da Fiocruz: a ocupação da Fazenda de Manguinhos</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5290" target="_blank"><em>A criação do Jardim Botânico do Rio de Janeiro</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5453"><em>A fundação de Copacabana</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4812" target="_blank"><em>A fundação do Rio de Janeiro</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12654" target="_blank"><em>A Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro por Cássio Loredano</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9445" target="_blank"><em>A inauguração do Theatro Municipal do Rio de Janeiro</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11354" target="_blank"><em>A Praça XV na coleção Pereira Passos</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">Avenida Central, atual Rio Branco</a></em></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2040" target="_blank"><em>Bairros do Rio</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7603" target="_blank"><em>Becos cariocas</em></a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13091" target="_blank"><em>Carlos Bippus e as paisagens cariocas</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2602" target="_blank"><em>Inauguração do Cristo Redentor, 12/10/1931</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4924" target="_blank"><em>Ipanema pelas lentes de José Baptista Barreira Vianna (1860 – 1925)</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8703" target="_blank"><em>Manguinhos e a cidade do Rio de Janeiro</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10242" target="_blank">O Hotel Glória: antes e depois</a></em></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5365" target="_blank"><em>O Paço, a praça e o morro</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6330" target="_blank">O Palácio Real de São Cristóvão</a></em></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7080" target="_blank"><em>O Passeio Público do Rio de Janeiro</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1443" target="_blank"><em>O Rio de Janeiro de Marc Ferrez</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11127" target="_blank"><em>Os Arcos da Lapa e os bondes de Santa Teresa</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5104" target="_blank"><em>Real Gabinete Português de Leitura</em></a></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7530" target="_blank"><em>Uma homenagem aos 452 anos do Rio de Janeiro: o Corcovado e o Pão de Açúcar</em></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=13911</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Pedra da Gávea</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10047</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10047#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Nov 2017 12:58:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Augusto Malta]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia em cores]]></category>
		<category><![CDATA[Georges Leuzinger]]></category>
		<category><![CDATA[José Baptista Barreira Vianna]]></category>
		<category><![CDATA[Marc Ferrez]]></category>
		<category><![CDATA[paisagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pedra da Gávea]]></category>
		<category><![CDATA[ponto turístico]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[São Conrado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://brasilianafotografica.bn.br/?p=10047</guid>
		<description><![CDATA[Um dos cartões-postais mais bonitos do Rio de Janeiro, a Pedra da Gávea fica localizada entre as praias de São Conrado e da Barra da Tijuca. Sua beleza não passou despercebida pelos fotógrafos do século XIX. A Brasiliana Fotográfica destaca os registros da Pedra da Gávea produzidos por Augusto Malta (1864 - 1957), Georges Leuzinger (1813 - 1892), José Baptista Barreira Vianna (1860 - 1925) e Marc Ferrez (1843 - 1923). ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5337" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5337/_MG_3646.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="559" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5337" target="_blank">Marc Ferrez. Avenida Niemeyer, c. 1920. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um dos cartões-postais mais bonitos do Rio de Janeiro, a Pedra da Gávea fica localizada entre as praias de São Conrado e da Barra da Tijuca. Sua beleza não passou despercebida pelos fotógrafos do século XIX. A Brasiliana Fotográfica destaca os registros da Pedra da Gávea produzidos por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2492" target="_blank">Georges Leuzinger (1813 &#8211; 1892)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4924" target="_blank">José Baptista Barreira Vianna (1860 &#8211; 1925)</a> e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6305" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 713px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5342" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5342/_MG_2479.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="703" height="590" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5342" target="_blank">Marc Ferrez. São Conrado, c. 1920. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=%22pedra+da+g%C3%A1vea%22&amp;submit=Ir" target="_blank">Acessando o link para as fotografias da Pedra da Gávea disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 657px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7992" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7992/0072430cx006-05.JPG.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="647" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7992" target="_blank">Marc Ferrez. Pedra da Gávea, c. 1885. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com o portal <a href="http://www.cprm.gov.br/publique/media/gestao_territorial/geoparques/pedra_gavea/" target="_blank">Serviço Geológico do Brasil</a>, <em>o rochedo tem esse nome porque visto de longe lembra a gávea das caravelas ou galeões antigos. A gávea é uma plataforma no alto de um grande mastro que permitia a um marinheiro observar à distância. Ao contrário do que acontece em quase todas as elevações do Rio de Janeiro, a Pedra da Gávea apresenta um topo plano em lugar das formas de pirâmides, morros arredondados e picos roliços e aguçados do tipo pão-de-açúcar comuns na paisagem do Rio&#8230;Tais rochas foram formadas no mínimo há 500 milhões de anos e, posteriormente deformadas por falhas e dobras no interior da crosta terrestre. Depois de um constante e incansável trabalho de erosão na crosta é que esse maciço aflorou na superfície.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2612" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2612/013RJ011040.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="" width="700" height="545" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2612" target="_blank">Augusto Malta. Pedra da Gávea, 1906. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Pedra da Gávea tem 844 metros de altura, integra o Maciço da Tijuca e é formada por dois tipos de rocha: gnaisse e granito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 629px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2028"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2028/001LE004002.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="619" height="791" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2028">Georges Leuzinger. A Pedra da Gávea. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=10047</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>No primeiro dia da primavera, as cores de Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9714</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9714#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 Sep 2017 12:45:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[autocromo]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[flora]]></category>
		<category><![CDATA[flores]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia colorida]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia em cores]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Lumière]]></category>
		<category><![CDATA[Marc Ferrez]]></category>
		<category><![CDATA[Palácio Monroe]]></category>
		<category><![CDATA[Paris]]></category>
		<category><![CDATA[Pedra da Gávea]]></category>
		<category><![CDATA[primavera]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Municipal do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Theatro Municipal do Rio de Janeiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://brasilianafotografica.bn.br/?p=9714</guid>
		<description><![CDATA[No primeiro dia da primavera, a Brasiliana Fotográfica traz as cores de Marc Ferrez  (1843 - 1923) para seus leitores. A partir de 1912, o fotógrafo iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente pela fábrica francesa, em 1907. Registrou sua residência, sua intimidade familiar, e refez, em cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca, as vistas do Jardim Botânico, o Teatro Municipal e a Pedra da Gávea, dentre outras. Na Europa, onde esteve a maior parte do tempo, entre 1915 e 1922, também registrou diversos jardins e paisagens.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="width: 713px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5347" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5347/IMG_1033.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="703" height="327" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5347" target="_blank">Marc Ferrez. Vichy &#8211; O jardim de rosas, c. 1916. Vichy, França / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6305" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a> iniciou suas experiências com fotografia colorida, em 1912, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente pela fábrica francesa, em 1907. Dedicou-se à fotografia estereoscópica em cores e as primeiras imagens coloridas realizadas nesse período são diferentes das fotografias panorâmicas e de grandes obras públicas, produzidas por ele no século XIX e na primeira década do século XX. São imagens do interior de sua casa e de sua intimidade familiar, onde aparecem sua mulher Marie (c. 1849 – 1914), seu filho Julio (1881 – 1946), sua nora Claire (1888 &#8211; 1980) e seus dois netos, Gilberto (1908 &#8211; 2000) e Eduardo. Nesse momento, Ferrez também refez, em cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca, vistas do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5290" target="_blank">Jardim Botânico</a>, o <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9445" target="_blank">Theatro Municipal do Rio de Janeiro ,</a> o <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6248" target="_blank">Palácio Monroe</a> e a Pedra da Gávea, dentre outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5341" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5341/_MG_2508.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="" width="700" height="611" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5341" target="_blank">Marc Ferrez. Pedra de Itapuca, c. 1912. Niterói, Rio de Janeiro / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pouco menos de um ano após a morte de sua esposa Marie, em 28 de junho de 1914, Ferrez foi, em abril de 1915, para a Europa. Em Paris, estava, segundo sua correspondência com seus filhos, entusiasmado e distraindo-se com a realização de fotografias coloridas. Já em 1917, referindo-se ao prenúncio do inverno ainda em setembro, ele emitiu em uma carta a seus filhos um dos poucos comentários sobre sua atividade fotográfica na época: “<em>adeus às fotografias coloridas</em>”.</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?filtertype_1=subject&amp;filter_relational_operator_1=contains&amp;filter_1=autocromo&amp;submit_apply_filter=Aplicar&amp;query=marc+ferrez" target="_blank"><span style="color: #800000;"><strong>Acessando o link para as fotografias coloridas produzidas por Marc Ferrez disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</strong></span></a></p>
<p>Ferrez voltou ao Brasil, em fevereiro de 1920, e pouco depois de um ano, em maio de 1921, partiu do Rio de Janeiro, rumo à França, onde permaneceu até agosto de 1922. Em Paris, instalou-se no Hotel Brebant. Em correspondência com Malia Frucht Ferrez (1890 &#8211; 1953), casada com seu filho Luciano Ferrez (1884 &#8211; 1955), Marc contou que havia produzido belas fotografias de flores, em sua visita ao roseiral do Parque de La Bagatelle, no Bois de Boulogne, local que frequentava enquanto Luciano e Malia estavam com ele em Paris, em 1919.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5361" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5361/IMG_1032.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="332" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5361" target="_blank">Marc Ferrez. Jardins de Bagatelle, junho de 1917. Paris, França / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>São alguns desses registros em cores produzidos no Rio de Janeiro e na Europa, que a Brasiliana Fotográfica destaca para celebrar com as cores de Ferrez a chegada da primavera, que se inicia hoje às 17h02 e termina em 21 de dezembro de 2017, às 13h28.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 713px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5357" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5357/007ACBMF66cxautocromo-12.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="703" height="591" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5357" target="_blank">Marc Ferrez. Vista do Pão de Açúcar tomada do morro da Urca, c. 1912. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"> <span style="color: #800000;"><strong>Pequeno perfil de Marc Ferrez</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 619px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2575" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2575/007NGBMF1824cxrep03-12.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="609" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2575" target="_blank">Marc Ferrez. Marc Ferrez aos 33 anos de idade, c. 1876. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Marc Ferrez  foi um brilhante cronista visual das paisagens e dos costumes cariocas da segunda metade do século XIX e do início do século XX. Sua vasta e abrangente obra iconográfica se equipara a dos maiores nomes da fotografia do mundo. Estabeleceu-se como fotógrafo com a firma Marc Ferrez &amp; Cia, em 1867, na rua São José, nº 96, e logo se tornou o mais importante profissional da área no Rio de Janeiro. Cerca de metade da produção fotográfica de Ferrez foi realizada na cidade e em seus arredores, onde registrou, além do patrimônio construído, a exuberância das paisagens naturais.</p>
<p>Ferrez nasceu em 7 de dezembro de 1843, no Rio de Janeiro, cidade onde também faleceu, em 12 de janeiro de 1923. Foi o sexto e último filho de Zépherin (Zeferino) Ferrez (31/07/1797 – 22/07/1851) e Alexandrine Caroline Chevalier (18? – 1851). Seu pai, o escultor e gravador francês Zeferino, e seu tio Marc (Marcos) Ferrez (14/09/1788 – 31/03/1850), também escultor, chegaram ao Rio de Janeiro, via Nova York, conforme informado nos livros da polícia de Registros Estrangeiros guardados no Arquivo Nacional. Eram formados pela Escola de Belas Artes de Paris e passaram a integrar a Missão Francesa, um dos marcos do desenvolvimento das artes no Brasil, que havia se instalado na cidade em 1816, chefiada por Joachim Le Breton (1760 – 1819).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=%22ferrez%2C+marc%22&amp;submit=Ir" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de Marc Ferrez disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5346" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5346/_MG_2057.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="632" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5346">Marc Ferrez. Morro do Corcovado, c. 1912. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Colaboraram nessa pesquisa Ileana Pradilla Ceron e Mariana Newlands, ambas da equipe do Instituto Moreira Salles.</p>
<p><span style="color: #800000;">Acesse aqui <a href="https://www.facebook.com/institutomoreirasalles/videos/531960974141072" target="_blank">&#8220;Ferrez em cores&#8221;</a>, com texto de Mariana Newlands, edição de Laura Liuzzi e narração de Guilherme Freitas, publicado pelo Instituto Moreira Salles, em 24 de maio de 2020.</span>*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Esse link foi inserido nessa publicação em 27 de maio de 2020.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Publicações da Brasiliana Fotográfica em torno da obra do fotógrafo Marc Ferrez </em></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 290px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2575" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2575/007NGBMF1824cxrep03-12.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="280" height="368" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2575" target="_blank">Marc Ferrez aos 33 anos, c. 1876. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1443" target="_blank"><em>O Rio de Janeiro de Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 30 de junho de 2015</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3527" target="_blank">Obras</a> </em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3527" target="_blank"><em>para o abastecimento no Rio de Janeiro por Marc Ferrez</em> , de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 25 de janeiro de 2016</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank"><em>O brilhante cronista visual Marc F</em><em>errez (7</em><em>/12/1843 – 12/01/1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de dezembro de 2016</a></span></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7021" target="_blank"><span style="color: #800000;"><em>Do natural ao construído: O Rio de Janeiro na fotografia de Marc Ferrez, </em>de autoria de Sérgio Burgi, um dos curadores da Brasiliana Fotográfica, publicada em 19 de dezembro de 2016</span></a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11896" target="_blank"><em>Marc Ferrez , a Comissão Geológica do Império (1875 – 1878) e a Exposição Antropológica Brasileira no Museu Nacional (1882)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,  publicada em 29 de junho de 2018</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212" target="_blank"><em>Série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido&#8221; V &#8211; O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público, Ferrez, Malta e Charles Dunlop</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 20 de julho de 2018</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13070" target="_blank"><em>Uma homenagem aos 175 anos de Marc Ferrez (7 de dezembro de 1843 – 12 de janeiro de 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de dezembro de 2018 </a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14387" target="_blank"><em>Pereira Passos e Marc Ferrez: engenharia e fotografia para o desenvolvimento das ferrovias</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de abril de 2019</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14794" target="_blank"><em>Fotografia e ciência: eclipse solar, Marc Ferrez e Albert Einstein</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em <time class="entry-date published" datetime="2019-06-24T10:45:39+00:00">24 de junho de 2019</time></a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16435"><i>Os 180 anos da invenção do daguerreótipo – Os álbuns da Comissão Geológica do Império com fotografias de Marc Ferrez</i>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 19 de agosto de 2019</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17539" target="_blank"><em>Celebrando o fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 4 de dezembro de 2019</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17884"><em>Uma homenagem da Casa Granado ao imperial sob as lentes de Marc Ferrez,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de fevereiro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18198" target="_blank"><em>Ressaca no Rio de Janeiro invade o porão da casa do fotógrafo Marc Ferrez, em 1913</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado 6 de março de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18110" target="_blank"><em>Petrópolis, a Cidade Imperial, pelos fotógrafos Marc Ferrez e Revert Henrique Klumb, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, </em>publicado em 16 de março de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18420" target="_blank"><em>Bambus, por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17856" target="_blank"><em>O Baile da Ilha Fiscal: registro raro realizado por Marc Ferrez e retrato de Aurélio de Figueiredo diante de sua obra</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 9 de novembro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21455" target="_blank"><em>O Palácio de Cristal fotografado por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 2 de fevereiro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22058" target="_blank"><em>A Estrada de Ferro do Paraná, de Paranaguá a Curitiba, pelos fotógrafos Arthur Wischral (1894 &#8211; 1982) e Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 22 de março de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22777" target="_blank"><em>Dia dos Pais – Julio e Luciano, os filhos do fotógrafo Marc Ferrez, e outras famílias</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 6 de agosto de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25186" target="_blank"><em>No Dia da Árvore, mangueiras fotografadas por Ferrez e Leuzinger</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 21 de setembro de 2021</a></span></p>
<p><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">Retratos de Pauline Caroline Lefebvre, sogra do fotógrafo Marc Ferrez, </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134"> </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">publicado em 28 de abril de 2022</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27603" target="_blank"><em>A Serra dos Órgãos: uma foto aérea e imagens realizadas pelos mestres Ferrez, Leuzinger e Klumb</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,<em> </em>publicado em 30 de junho de 2022</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31202" target="_blank"><em>O centenário da morte do fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 12 de janeiro de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30712" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D30712&amp;source=gmail&amp;ust=1685455258111000&amp;usg=AOvVaw1y7o5h7HRI-oiB3PyjwQnG"><em>O Observatório Nacional pelas lentes de Marc Ferrez, amigo de vários cientistas</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 29 de maio de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32049" target="_blank"><em>No Dia Mundial do Meio Ambiente, a potente imagem da Cachoeira de Paulo Afonso, por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29493" target="_blank"><em>A Fonte Adriano Ramos Pinto por Guilherme Santos e Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 18 de julho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34134%20" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D34134%2520&amp;source=gmail&amp;ust=1702013132491000&amp;usg=AOvVaw3P19c7ceytRMI7-xrCNI7a"><em>Os 180 anos de nascimento do fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923</em>), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 7 de dezembro de 2023</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"> </span></p>
<p style="text-align: center;">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=9714</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
