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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; John Casper Branner</title>
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		<title>Os 180 anos da invenção do daguerreótipo &#8211; Os álbuns da Comissão Geológica do Império com fotografias de Marc Ferrez</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Aug 2019 14:22:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
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		<description><![CDATA[Nesse segundo artigo em comemoração aos 180 anos da invenção do daguerreótipo, o portal traz para seus leitores os dois álbuns da Comissão Geológica do Império, que pertencem ao J. Paul Getty Museum, localizado em Los Angeles, nos Estados Unidos. Foram disponibilizados em alta resolução através do Programa de Conteúdo Aberto do Getty e as fotografias foram produzidas por Marc Ferrez (1843 - 1923), que integrou a expedição, chefiada por Charles Frederick Hartt (1840 – 1878). A Comissão, criada em abril de 1875, iniciou seus trabalhos ativos em 10 de junho de 1875 e percorreu os atuais estados de Alagoas, Bahia, Fernando de Noronha, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, São Paulo, Santa Catarina, Sergipe, e parte da região amazônica nessa importante missão científica realizada no Brasil sob os auspícios do governo imperial, que gerou a primeira grande representação fotográfica de diversas regiões do território brasileiro. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Para comemorar os 180 anos do daguerreótipo, invento que revolucionou em pouco tempo e para sempre a forma do registro do mundo e de seus habitantes, inundando nosso planeta de imagens fotográficas, a Brasiliana Fotográfica apresenta a seus leitores dois artigos<strong>*</strong>. Nesse segundo, o portal traz para seus leitores os dois álbuns da Comissão Geológica do Império, que pertencem ao J. Paul Getty Museum, localizado em Los Angeles, nos Estados Unidos. Foram disponibilizados em alta resolução através do Programa de Conteúdo Aberto do Getty e as fotografias foram produzidas por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13070" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a>, que integrou a expedição, chefiada por Charles Frederick Hartt (1840 – 1878).</p>
<p>Segundo Sérgio Burgi, coordenador de Fotografia do Instituto Moreira Salles, já com pleno domínio de sua virtuosidade técnica, Ferrez realizou para a comissão um primoroso trabalho documental e paisagístico:</p>
<p>‘…Seu domínio da luz, sua precisão na escolha do ponto de vista, sempre buscam ressaltar os aspectos mais formais e abstratos da cena sendo registrada. É igualmente importante ressaltar que em diversas imagens realizadas por Ferrez, sempre o elemento humano participa de maneira discreta porém marcante, conferindo escala aos cenários naturais e urbanos, e principalmente nos convidando a percorrer a imagem em todas as suas dimensões…Os trabalhos realizados em Paulo Affonso, Pernambuco, Recôncavo Baiano, Abrolhos e sul da Bahia representam um grande esforço documental e registram, além dos aspectos mais claramente geológicos, paisagens naturais e vistas urbanas de grandes cidades e pequenas povoações daquelas regiões, além de elementos antropológicos e etnográficos, como a série dos índios botocudo… Essas imagens também foram utilizadas para ilustrar  a conferência do professor Charles Frederick Hartt durante a IV Exposição Nacional, no Rio de Janeiro… Da mesma maneira, diversas imagens fizeram parte da Exposição Universal da Filadélfia, EUA, em 1876, que contou com a presença de D. Pedro II&#8230;&#8217;</p>
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<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>Links para os álbuns da Comissão Geológica do Império, que pertencem ao J. Getty Museum e estão no site da instituição: </strong><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="http://www.getty.edu/art/collection/objects/61980" target="_blank">Primeiro álbum</a> e <a style="color: #800000;" href="http://www.getty.edu/art/collection/objects/133675/%20" target="_blank">Segundo álbum</a></span></span></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;">Links para os pdfs dos álbuns da Comissão Geológica do Império, que pertencem ao J. Getty Museum:  </span></strong><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/album_comissao_geologica_1.pdf" target="_blank">Primeiro álbum</a> e <a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/album_comissao_geologica_2.pdf" target="_blank">Segundo álbum</a></span></p>
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<div style="width: 795px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2551" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2551/007Dscn4356.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="785" height="585" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2551" target="_blank">Marc Ferrez. Charles F. Hartt, com a cidade do Recife ao fundo, durante levantamento da Comissão Geológica do Império, c. 1875. Recife, Pernambuco / Acervo IMS</a></p></div>
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<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;"><strong>Um pouco da história da Comissão Geológica do Império (1875 – 1878), de seu chefe, Charles Frederick Hartt (1840 – 1878), e da participação de Marc Ferrez (1843 – 1923) como fotógrafo da expedição</strong></span></em></p>
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<div id="attachment_15658" style="width: 490px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/332747/736" target="_blank"><img class="wp-image-15658" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/hartt1.jpg" alt="hartt1" width="480" height="637" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/332747/736" target="_blank"><em>Revista Illustrada</em>, 30 de março de 1878</a></p></div>
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<p>Em 1874, Charles Frederick Hartt (1840 – 1878), realizou uma expedição científica ao Brasil, durante a qual convenceu as autoridades brasileiras da importância da elaboração de um mapa geológico do Império. Antes, Hartt havia vindo ao Brasil quatro vezes. Pela primeira vez, como membro da Expedição Thayer, entre 1865 e 1866, financiada pelo empresário e filantropo norte-americano Nathaniel Thayer, Jr. (1808-1883) e chefiada por seu ex-professor no Museu de Zoologia Comparada, em Harvard, o suíço Louis Agassiz (1807 – 1873), quando ocupou-se sobretudo em fazer um mapeamento geológico da área do Rio de Janeiro até o norte da Bahia. Em 1867, já estabelecido como conferencista no Instituto Cooper, em Nova York, voltou ao Brasil, de maneira independente, e durante três meses examinou a costa entre <em>Pernambuco e Rio, explorando mais particularmente as vizinhanças da Bahia e as ilhas e recifes do coral dos Abrolhos</em>. EEm 1868, tornou-se professor de História Natural no Vassar College e também da Universidade de Cornell.  Em 1870 e em 1871, chefiou as Expedições Morgan ao Amazonas, financiadas pelo político norte-americano Edwin D. Morgan (1811- 1883) .</p>
<p>Além de ter obtido sucesso em seu pleito junto ao Governo Imperial, Hartt conseguiu criar a Comissão Geológica do Império, pelo Aviso de 30 de abril de 1875. Como a comissão estaria ligada ao Ministério da Agricultura, o desenvolvimento das atividades agrícolas e mineradoras a partir do conhecimento que a geologia propiciaria foi um argumento decisivo para sua criação. Foi convidado para chefiá-la e foram nomeados como seus assistentes os geólogos Orville Adalbert Derby (1851 – 1915) e Richard Rathbun (1852-1918) &#8211; ambos da Universidade de Cornell -, que chegaram ao Brasil em fins de 1875; John Casper Branner (1850-1922), do Departamento de Botânica e Geologia da Universidade de Indiana; e os brasileiros Elias Fausto Pacheco Jordão (1849 – 1901), que havia se doutorado em 1874 em engenharia civil na Universidade de Cornell, e Francisco José de Freitas, assistente geral e tradutor. Integraram, também, o corpo técnico da comissão os geólogos Luther Wagoner, substituto de Pacheco Jordão, em 1876, que foi posteriormente substituído por Frank Carpenter; o naturalista Herbert Huntington Smith (1851-1919), e o fotógrafo Marc Ferrez (1843-1923). Segundo Gilberto Ferrez, foi durante as viagens que fez com a Comissão Geológica que Marc Ferrez contraiu uma doença no fígado, da qual nunca se curou.</p>
<p>A Comissão, criada em abril de 1875, iniciou seus trabalhos ativos em 10 de junho de 1875 e percorreu os atuais estados de Alagoas, Bahia, Fernando de Noronha, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, São Paulo, Santa Catarina, Sergipe, e parte da região amazônica nessa importante missão científica realizada no Brasil sob os auspícios do governo imperial, que gerou a primeira grande representação fotográfica de diversas regiões do território brasileiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/758370/60" target="_blank"><em>Illustração Brasileira</em>, 1º de agosto de 1876</a>). O governo decretou o fim da Comissão em 1º de julho de 1877 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/36264" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 7 de julho de 1877, quarta coluna</a>). Segundo Rathbun, o fato aconteceu devido a motivos econômicos e a discordâncias em torno do volume e do valor do trabalho realizado até ali pela comissão. Porém Hartt conseguiu seis meses de prorrogação nos trabalhos. No início de janeiro de 1878, com a formação do novo gabinete liberal, sob o comando do primeiro-ministro João Lins Vieira de Cansanção, o visconde de Sininbu (1810 – 1906), que também era ministro da Agricultura, sua extinção foi efetivada. Segundo Hartt, em junho de 1877,  as coleções zoológicas, geológicas e etnográficas feitas pela Comissão Geológica possuíam cerca de 500 mil espécimes.</p>
<p>Hartt foi contratado como naturalista-viajante do Museu Nacional do Rio de Janeiro, por volta de 1874. Em 1876, assumiu a Seção de Geologia, criada pela reforma do botânico Lasdilau de Souza Mello Netto (1838 &#8211; 1894), e reorganizou as coleções e preparou a mostra mineralógica brasileira apresentada na Exposição Universal de Filadélfia de 1876. Faleceu em 18 de março de 1878, um domingo, no Rio de Janeiro, de febre amarela, em sua casa no número 44 da rua da Princesa, atual Correia Dutra, no Flamengo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/778010/168" target="_blank"><em>O Vulgarizador</em>, 15 de maio de 1878</a>) . Os professores e demais funcionários do Museu Nacional deliberaram <em>tomar luto por oito dias</em> <em>(</em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_01/3805" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias, </em>19 de março de 1878, segunda e penúltima coluna</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_06/18037" target="_blank"><em>Jornal do Commercio, </em>19 de março de 1878, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/docreader/332747/738" target="_blank"><em>Revista Illustrada</em>, 30 de março de 1878;</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/778010/168" target="_blank"><em>O Vulgarizador</em>, 15 de maio de 1878</a>). Morreu sem sua família porque  sua mulher, Lucy Lynde Hartt, com quem havia se casado em 1869, havia voltado com os dois filhos do casal, Mary and Rollin, para Buffalo, nos Estados Unidos, em dezembro de 1876  – não suportou os períodos de solidão, os mosquitos, as doenças e os desconfortos do Rio de Janeiro. Quando partiu do Brasil, ela estava grávida de gêmeos mas a gravidez não se completou, o que trouxe grande tristeza para o casal. Hartt foi enterrado no cemitério de São Francisco Xavier mas, a pedido de sua esposa, seu corpo foi transladado para os Estados Unidos, em 1883.</p>
<p>Suas coleções foram colocadas sob a guarda do Museu Nacional do Rio de Janeiro, única instituição da época capaz de receber intelectual e fisicamente todo o trabalho da Comissão Geológica.</p>
<p style="text-align: left;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=%22comiss%C3%A3o+geol%C3%B3gica%22&amp;submit=Ir" target="_blank"><strong>Acessando o link para as fotografias de Marc Ferrez realizadas para a Comissão Geológica do Império disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;"><em>Breve cronologia da participação de Marc Ferrez nos trabalhos da Comissão Geológica do Império</em></span></strong></p>
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<div style="width: 508px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4749" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4749/0071824cxsn-05.JPG.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="498" height="632" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4749" target="_blank">Marc Ferrez. Rua dos Coqueiros, c. 1875. Paraíba / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1875 </span>– </strong>Ferrez começou a trabalhar como fotógrafo da Comissão Geológica do Império, chefiada pelo norte-americano Charles Frederick Hartt (1840 – 1878), que se tornaria diretor da Seção de Geologia do Museu Nacional em 1876. Percorreu os atuais estados de Alagoas, Bahia, Pernambuco e parte da região amazônica numa importante missão científica realizada no Brasil sob os auspícios do governo imperial, que gerou a primeira grande representação fotográfica de diversas regiões do território brasileiro.</p>
<p>Marc Ferrez e outros membros da Comissão Geológica do Império embarcaram no paquete <em>Pará</em>com destino a Pernambuco (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_06/11427" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 10 de julho de 1875, na segunda coluna</a>). Ele, Elias Fausto Pacheco Jordão, Francisco José de Freitas e Charles Frederick Hartt, todos membros da Comissão, agradeceram, publicamente, ao “digno comissário” J. Feliciano Gomes, que os recebeu no navio<em> </em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/10813" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 26 de julho de 1875, na quarta coluna</a>).</p>
<p>Foi publicado o relatório preliminar dos trabalhos da Comissão Geológica na província de Pernambuco, de autoria de Hartt. Ferrez foi mencionado (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_05/14052" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 25 de novembro de 1875, na primeira coluna</a>).</p>
<p>As fotografias produzidas por Marc Ferrez para a Comissão Geológica, mostradas durante uma visita do governador, do chefe da Polícia e do Diretor de Obras de Pernambuco na residência de Hartt no Recife, foram muito elogiadas: &#8220;<em>Rara vez um fotógrafo é tão feliz na reprodução dos quadros naturais como o Sr. Ferrez o foi neste trabalho, do qual com justiça se deve se regozijar</em>&#8221; (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/33864" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 30 de novembro de 1875, segunda coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_16388" style="width: 471px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/33864" target="_blank"><img class="size-full wp-image-16388" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/elogio.jpg" alt="Diário do Rio de Janeiro, 30 de novembro de 1875" width="461" height="743" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/33864" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 30 de novembro de 1875</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na residência do inspetor do arsenal de Marinha, em Recife, o chefe da Comissão Geológica do Império, Charles Frederick Hartt, fez uma conferência sobre os arrecifes e outros aspectos de Pernambuco como o cabo de Santo Agostinho, praias, o rio São Francisco e a cachoeira de Paulo Afonso, ilustrados com fotografias de Marc Ferrez (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/33872" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 2 de dezembro de 1875, nas quinta e sexta coluna, sob o título “Norte do Império”</a>).</p>
<p>Ferrez  apresentou na seção de Obras Públicas da IV Exposição Nacional, dois álbuns com imagens dos recifes de Pernambuco, do baixo São Francisco e da cachoeira de Paulo Afonso, além de registros de corais e madrepérolas. As imagens produzidas durante a viagem da Comissão Geológica foram projetadas por Ferrez durante uma conferência do professor Hartt (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/33974" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 27 e 28 dezembro de 1875, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/369381/2017" target="_blank"><em>O Globo</em>, 4 de janeiro de 1876, na penúltima coluna,</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/34112" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 3 de fevereiro de 1876, quarta coluna</a>).</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1876</span> -</strong>  Apresentou na Exposição Universal da Filadélfia, aberta em 10 de maio, panoramas do Rio de Janeiro e fotografias realizadas para a Comissão Geográfica do Império, que foram premiadas. O <em>New York Commercial Advertiser</em>, de 29 de maio de 1876, publicou um artigo que informava que “riquíssimas fotografias da exploração geológica a cargo do professor Hartt” haviam sido apresentadas pelo Brasil na exposição. Uma curiosidade: a comissão de organização da Exposição da Filadéfia modificou as regras da premiação: os ganhadores receberiam um diploma, uma medalha de bronze e uma cópia certificada do parecer do júri, rompendo com o padrão de premiação hierárquica.</p>
<p>Foi publicada uma fotografia de autoria de Ferrez da cachoeira de Paulo Afonso na <a href="http://memoria.bn.br/docreader/758370/53" target="_blank"><em>Revista Ilustração Brasileira</em>, 1º de agosto de 1876,</a> acompanhada por um texto de Charles Frederick Hartt (1840 – 1878), chefe da Comissão Geológica do Império. Na mesma <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/758370/60" target="_blank">edição</a>, publicação de matéria sobre a Comissão Geológica do Império.</p>
<p>Ferrez havia chegado do sul da Bahia com o geólogo Richard Rathbum, também ajudante da Comissão Geológica, com diversas fotografias dos índios botocudo, dentre outras (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/758370/153" target="_blank"><em>Revista Ilustração Brasileira</em>, 1º de novembro de 1876, na última coluna</a>). Essas teriam sido as primeiras imagens desses índios produzidas no Brasil (<em><span style="color: #333333;"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/480703/1138" target="_blank">Palcos e Telas, 8 de abril de 1920</a>).</span></em> Botocudo foi um termo genérico utilizado pelos colonizadores portugueses para denominar diversos grupos indígenas integrantes do tronco macro-jê (grupo não tupi), caracterizados pelo uso de botoques labiais e auriculares, habitantes originais do sul da Bahia e região do vale do rio Doce, incluindo o norte do Espírito Santo e Minas Gerais. A série de fotografias de indígenas tirada por Marc Ferrez na Bahia, durante uma segunda etapa de viagens realizadas por ele para a Comissão Geológica do Império do Brasil, no final de 1876, compõe um conjunto de  registros fotográficos pioneiros e raros dessas tribos, que se mantiveram isoladas e resistentes ao contato com os brancos, sendo violentamente perseguidas e praticamente  dizimadas nas primeiras décadas do século XX.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 391px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6407" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6407/0071824cxretratos1-04t.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="381" height="579" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6407" target="_blank">Marc Ferrez. Índia botocudo com criança, 1876. Bahia / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 625px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4740" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4740/0071824cx110-05.JPG.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="615" height="442" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4740" target="_blank">Marc Ferrez. Índio botocudo, 1876. Bahia / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1877</strong></span> &#8211; Publicação da <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/758370/218" target="_blank">fotografia do farol da Barra da Bahia</a>, de autoria de Marc Ferrez, na capa da <a href="http://memoria.bn.br/docreader/758370/213" target="_blank"><em>Revista Ilustração Brasileira</em>, 15 de janeiro de 1877</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_16393" style="width: 538px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/758370/213" target="_blank"><img class="wp-image-16393 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/ferrez.jpg" alt="Revista Illustração Brasileira, de 1877" width="528" height="734" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/758370/213" target="_blank">Revista Illustração Brasileira, 15 de janeiro de 1877</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 647px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2489" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2489/007A5P4F4-28.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="637" height="504" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2489" target="_blank">Marc Ferrez. Forte e Farol de Santo Antônio da Barra, 1884. Salvador, Bahia / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O governo decretou o fim da Comissão em 1º de julho de 1877 e em janeiro do ano seguinte sua extinção foi efetivada.</p>
<p>Publicação de uma matéria sobre o trabalhos da Comissão Geológica do Império e sobre o local onde estavam guardados e onde os membros da comissão cuidavam de sua classificação, estudo e do desenvolvimento, na rua da Constituição, nº 41, visitado pelo imperador Pedro II, no dia 27 de outubro. Foi mencionada a existência de um laboratório fotográfico, &#8220;<em>grande e espaçoso&#8230;nele estão guardados algumas centenas de clichês , feitos no campo pelos Srs. Ferrez e Branner e no laboratório pelo Sr. Ratbunn </em>(Rathbun)<em>, que hoje toma conta dessa parte do serviço da comissão</em>&#8221; (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/778010/95" target="_blank"><em>O Vulgarizador</em>, 3 de novembro de 1877</a>). O imperador já havia visitado o local dos trabalhos da Comissão, em 30 de julho de 1877 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/36361" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 31 de julho de 1877, segunda coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1878</strong></span> – No <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394x/44623" target="_blank">Almanak Laemmert de 1878</a>, Ferrez foi identificado como fotógrafo da Marinha Imperial e da Comissão Geológica. Seu estabelecimento ficava na rua São José, 88 com depósito na rua do Ouvidor, 55.</p>
<p>Foi noticiada a morte de Charles Frederick Hartt, que havia sido o chefe da Comissão Geológica do Império. Ferrez foi mencionado (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800341/1059" target="_blank"><em>A Boa Nova</em>, 24 de abril de 1878, na terceira coluna</a>).</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1879</span> </strong>-  Em inglês, foram publicados anúncios das fotografias de Ferrez no jornal <em>Rio News</em> de <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/349070/55" target="_blank">5 de agosto</a>, de <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/349070/55" target="_blank">15 de setembro</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/349070/83" target="_blank">15 de outubro</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/349070/91" target="_blank">5 de novembro</a>, mencionando que ele havia recebido uma medalha na Exposição da Filadélfia e que havia sido fotógrafo da Comissão Geológica do Império. Os anúncios seguiram sendo publicados em 1880 e 1881.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 816px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4405" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4405/SAm39-0002.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="806" height="703" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4405" target="_blank">Marc Ferrez. Cachoeira de Paulo Afonso, c. 1875. Bahia / Convênio Leibniz-Institut fuer Laenderkunde, Leipzig/ Instituto Moreira Salles</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Publicações da Brasiliana Fotográfica em torno da obra do fotógrafo Marc Ferrez </em></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 290px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2575" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2575/007NGBMF1824cxrep03-12.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="280" height="368" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2575" target="_blank">Marc Ferrez aos 33 anos, c. 1876. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1443" target="_blank"><em>O Rio de Janeiro de Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 30 de junho de 2015</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3527" target="_blank">Obras</a> </em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3527" target="_blank"><em>para o abastecimento no Rio de Janeiro por Marc Ferrez</em> , de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 25 de janeiro de 2016</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank"><em>O brilhante cronista visual Marc F</em><em>errez (7</em><em>/12/1843 – 12/01/1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de dezembro de 2016</a></span></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7021" target="_blank"><span style="color: #800000;"><em>Do natural ao construído: O Rio de Janeiro na fotografia de Marc Ferrez, </em>de autoria de Sérgio Burgi, um dos curadores da Brasiliana Fotográfica, publicada em 19 de dezembro de 2016</span></a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9714" target="_blank"><em>No primeiro dia da primavera, as cores de Marc Ferrez (1843 – 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 22 de setembro de 2017</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11896" target="_blank"><em>Marc Ferrez , a Comissão Geológica do Império (1875 – 1878) e a Exposição Antropológica Brasileira no Museu Nacional (1882)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,  publicada em 29 de junho de 2018</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212" target="_blank"><em>Série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido&#8221; V &#8211; O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público, Ferrez, Malta e Charles Dunlop</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 20 de julho de 2018</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13070" target="_blank"><em>Uma homenagem aos 175 anos de Marc Ferrez (7 de dezembro de 1843 – 12 de janeiro de 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de dezembro de 2018 </a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14387" target="_blank"><em>Pereira Passos e Marc Ferrez: engenharia e fotografia para o desenvolvimento das ferrovias</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de abril de 2019</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14794" target="_blank"><em>Fotografia e ciência: eclipse solar, Marc Ferrez e Albert Einstein</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em <time class="entry-date published" datetime="2019-06-24T10:45:39+00:00">24 de junho de 2019</time></a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17539" target="_blank"><em>Celebrando o fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 4 de dezembro de 2019</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17884"><em>Uma homenagem da Casa Granado ao imperial sob as lentes de Marc Ferrez,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de fevereiro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18198" target="_blank"><em>Ressaca no Rio de Janeiro invade o porão da casa do fotógrafo Marc Ferrez, em 1913</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado 6 de março de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18110" target="_blank"><em>Petrópolis, a Cidade Imperial, pelos fotógrafos Marc Ferrez e Revert Henrique Klumb, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, </em>publicado em 16 de março de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18420" target="_blank"><em>Bambus, por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17856" target="_blank"><em>O Baile da Ilha Fiscal: registro raro realizado por Marc Ferrez e retrato de Aurélio de Figueiredo diante de sua obra</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 9 de novembro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21455" target="_blank"><em>O Palácio de Cristal fotografado por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 2 de fevereiro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22058" target="_blank"><em>A Estrada de Ferro do Paraná, de Paranaguá a Curitiba, pelos fotógrafos Arthur Wischral (1894 &#8211; 1982) e Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 22 de março de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22777" target="_blank"><em>Dia dos Pais – Julio e Luciano, os filhos do fotógrafo Marc Ferrez, e outras famílias</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 6 de agosto de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25186" target="_blank"><em>No Dia da Árvore, mangueiras fotografadas por Ferrez e Leuzinger</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 21 de setembro de 2021</a></span></p>
<p><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">Retratos de Pauline Caroline Lefebvre, sogra do fotógrafo Marc Ferrez, </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134"> </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">publicado em 28 de abril de 2022</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27603" target="_blank"><em>A Serra dos Órgãos: uma foto aérea e imagens realizadas pelos mestres Ferrez, Leuzinger e Klumb</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,<em> </em>publicado em 30 de junho de 2022</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31202" target="_blank"><em>O centenário da morte do fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 12 de janeiro de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30712" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D30712&amp;source=gmail&amp;ust=1685455258111000&amp;usg=AOvVaw1y7o5h7HRI-oiB3PyjwQnG"><em>O Observatório Nacional pelas lentes de Marc Ferrez, amigo de vários cientistas</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 29 de maio de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32049" target="_blank"><em>No Dia Mundial do Meio Ambiente, a potente imagem da Cachoeira de Paulo Afonso, por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29493" target="_blank"><em>A Fonte Adriano Ramos Pinto por Guilherme Santos e Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 18 de julho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34134%20" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D34134%2520&amp;source=gmail&amp;ust=1702013132491000&amp;usg=AOvVaw3P19c7ceytRMI7-xrCNI7a"><em>Os 180 anos de nascimento do fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923</em>), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 7 de dezembro de 2023</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Leia aqui os artigos já publicados na Brasiliana Fotográfica sobre o Dia Internacional da Fotografia:</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1987" target="_blank"><em>Dia Internacional da Fotografia &#8211; 19 de agosto</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 19 de agosto de 2015</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16443" target="_blank"><em>Os 180 anos da invenção do daguerreótipo – Pequeno histórico e sua chegada no Brasil</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 19 de agosto de 2019</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=24947" target="_blank"><em>Autorretratos de fotógrafos – Uma homenagem no Dia Internacional da Fotografia</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 19 de agosto de 2021</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26902" target="_blank"><em>No Dia Internacional da Fotografia, fotógrafas pioneiras no Brasil</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 19 de agosto de 2022</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=33789" target="_blank"><em>Dia Internacional da Fotografia, uma retrospectiva de artigos</em>,  de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 19 de agosto de 2023</a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<div style="text-align: left;">
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p><strong>*</strong>Acesse aqui o artigo<strong> </strong><em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16443" target="_blank">Os 180 anos do invento do daguerreótipo – Pequeno histórico e sua chegada no Brasil</a>, </em>também publicado hoje, dia 19 de agosto de 2019.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CASTRO, Danielle Ribeiro. <a href="http://www.uel.br/eventos/eneimagem/2013/anais2013/trabalhos/pdf/Danielle%20Ribeiro%20de%20Castro.pdf" target="_blank"><em>Photographos da Casa Imperial: a Nobreza da Fotografia no Brasil do Século XIX</em></a>, 2013</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=CSIh3fSVM0w" target="_blank"><em>Charles F. Hartt e a Comissão Geológica do Império</em> (Youtube)</a></p>
<p>FREITAS, Marcus Vinícius. <em>Hartt: expedições pelo Brasil Imperial 1870 &#8211; 1878, 2001</em>. São Paulo : Metalivros</p>
</div>
<div style="text-align: left;">
<p><a href="http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>KOSSOY, Boris. <em>Dicionário histórico-fotográfico brasileiro:</em> fotógrafos e ofício da fotografia no Brasil (1833-1910). São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2002.</p>
<p>SANJAD, Nelson. <em><a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0104-59702004000200016" target="_blank">Charles Frederick Hartt e a institucionalização das ciências naturais no Brasil,</a> </em>maio/agosto de 2004. Rio de Janeiro: História, Ciências, Saúde-Manguinhos, volume 11, nº2</p>
<p>SCHWARCZ, Lilia Moritz. <i>As barbas do Imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos</i>. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.</p>
<p><a href="https://slideplayer.com.br/slide/363034/" target="_blank">Serviços Geológicos nos trópicos: a experiência brasileira</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Série &#8220;Exposições&#8221; IV &#8211; Marc Ferrez, a Comissão Geológica do Império (1875 &#8211; 1878) e a Exposição Antropológica Brasileira no Museu Nacional (1882)</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jun 2018 15:45:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Geológica do Império]]></category>
		<category><![CDATA[cronologia]]></category>
		<category><![CDATA[Elias Fausto Pacheco Jordão]]></category>
		<category><![CDATA[expedição]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição Antropológica Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco José de Freitas]]></category>
		<category><![CDATA[Herbert Huntington Smith (1851-1919)]]></category>
		<category><![CDATA[John Casper Branner]]></category>
		<category><![CDATA[Ladislau de Souza e Mello Netto (1838 - 1894)]]></category>
		<category><![CDATA[Luther Wagoner]]></category>
		<category><![CDATA[Marc Ferrez]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Orville Adalbert Derby]]></category>
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		<category><![CDATA[Richard Rathbun (1852-1918)]]></category>
		<category><![CDATA[Série "Exposições"]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://brasilianafotografica.bn.br/?p=11896</guid>
		<description><![CDATA[Marc Ferrez (1843 - 1923) produziu uma série de registros de objetos e aspectos da vida indígena durante a Exposição Antropológica Brasileira de 1882, no Museu Nacional, no Rio de Janeiro. Além disso, algumas fotografias de sua autoria, realizadas quando ele integrou a Comissão Geológica do Império (1875 - 1878), chefiada por Charles Frederick Hartt, foram expostas. A mostra, um dos mais importantes eventos científicos realizados no Brasil no século XIX, foi dividida em 8 salas especialmente redecoradas para o evento e o nome de cada uma delas homenageava personalidades importantes da história do Brasil, dentre eles o cientista Hartt.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13070" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a>, brilhante cronista visual das paisagens e dos costumes cariocas da segunda metade do século XIX e do início do século XX, produziu uma série de registros de objetos e aspectos da vida indígena durante a Exposição Antropológica Brasileira, inaugurada em 29 de julho de 1882, no Museu Nacional, no Rio de Janeiro. Além disso, algumas fotografias de sua autoria, realizadas quando ele integrou a Comissão Geológica do Império (1875 &#8211; 1878)*, chefiada pelo geólogo canadense Charles Frederick Hartt (1840 &#8211; 1878), foram expostas. A mostra durou três meses e teve muito sucesso, com um público de mais de mil visitantes. O diretor e o vice-diretor da Terceira Seção do Museu Nacional, dedicada às ciências físicas e mineralogia, geologia e paleontologia geral, eram o geólogo e geógrafo norte-americano Orville Adalbert Derby (1851 &#8211; 1915) e o engenheiro Francisco José de Freitas, respectivamente. Eles haviam sido companheiros de Ferrez na Comissão Geológica do Império.</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/1/browse?value=Exposi%C3%A7%C3%A3o+Antropol%C3%B3gica+Brasileira+(1882+%3A+Rio+de+Janeiro%2C+RJ)&amp;type=subject" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de objetos e aspectos da vida indígena de Marc Ferrez na Exposição Antropológica Brasileira de 1882 disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas. </a></p>
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<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;"><strong>A Exposição Antropológica Brasileira de 1882</strong></span></em></p>
<div style="width: 573px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/379" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/379/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="563" height="700" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/379" target="_blank">Marc Ferrez. Exposição Antropológica Brasileira : artefatos e aspectos da vida indígena, 1882. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
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<p>A Exposição Antropológica Brasileira no Museu Nacional, um dos eventos científicos mais importantes do Brasil no século XIX, foi inaugurada em 29 de julho de 1882, dia em que a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1797" target="_blank">princesa Isabel (1846 &#8211; 1921)</a> estava completando 36 anos. Feriado nacional, a data era comemorada em todo o império. No Rio de Janeiro, fogos de artifício e música de bandas militares festejavam o evento. Os mais proeminentes representantes da sociedade carioca estavam presentes à inauguração da mostra. Um pequeno grupo de índios Botocudos do Espírito Santo e de índios Xerente de Minas Gerais também estavam na grande abertura &#8211; eles haviam sido trazidos para o Rio de Janeiro e permaneceriam no museu durante o período da exibição. O imperador <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7183" target="_blank">d. Pedro II (1825 &#8211; 1891)</a> visitou a exposição no dia 31 de julho (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_02/4038" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 30 de julho de 1882, última coluna</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_02/4048" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 1º de agosto de 1882, quinta coluna</a>). Foi encerrada em 29 de outubro de 1882 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_02/4434" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 28 de outubro de 1882, sétima coluna</a>).</p>
<p>Seu grande idealizador foi o botânico alagoano Ladislau de Souza e Mello Netto (1838 &#8211; 1894),  responsável pela reforma do Museu Nacional, proposta por ele em 1872 e efetivada em 1876. Algumas de suas iniciativas foram a criação de uma Seção de Geologia, de uma Seção de Antropologia, e do Laboratório de Fisiologia Experimental do museu. Dirigiu a instituição entre 1874 e 1893. Foi ele o orador do discurso de abertura da Exposição Antropológica:</p>
<p>&#8216;<em>Este é o certame mais nacional que as ciências e as letras poderiam congratuladas imaginar e realizar no fito de soerguer o Império do Brasil ao nível de intelectualidade universal, na máxima altura a que pôde ela atingir além do Atlântico e nas extremas luminosas do continente americano. E coube ao Museu Nacional a imensa glória de havê-lo empreendido e efetuá-lo como esplendente e pujante fecho de seu último decênio de ininterruptos ainda que às vezes amargurados laboros&#8230;&#8217;</em> (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/103730_02/4039" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 30 de julho de 1882, primeira coluna</a>).</p>
<p>A exposição contava com 8 salas especialmente redecoradas para o evento. Seus nomes homenageavam personalidades importantes da história do Brasil: o cronista português Pedro Vaz de Caminha (1450 &#8211; 1500), o naturalista Alexandre Rodrigues Ferreira (1756 &#8211; 1815), também português; os missionários dos séculos XVI e XVII &#8211; o padre jesuíta espanhol José de Anchieta (1534 &#8211; 1597) e o pastor francês Jean de Léry (153? &#8211; 161?) &#8211; , o português Gabriel Soares (1540 &#8211; 1590), autor do &#8220;Tratado descritivo do Brasil&#8221; (1587); além dos cientistas contemporâneos &#8211; o alemão Carl Friedrich Philipp von Martius (1794 &#8211; 1868), o canadense Charles Frederick Hartt (1840 &#8211; 1878) e o dinamarquês Peter Wilhelm Lund (1801 &#8211; 1880).</p>
<p><strong>1</strong> &#8211; A sala Vaz de Caminha, etnográfica, expunha arcos, flechas, lanças, remos, sararacas e ralos de diversas tribos indígenas do Brasil.</p>
<p><strong><em>2</em></strong> &#8211; A sala Rodrigues Ferreira, etnográfica, expunha coleções compostas de instrumentos de guerra, de caça, de pesca e de música, constituídas não só por artefatos pertencentes ao Museu Nacional, mas também por muitos de propriedade particular, sendo a mais bela, e a maior parte deles do gabinete de S. M. o Imperador. Uma das fotografias de Ferrez disponível na Brasiliana Fotográfica foi produzida nessa sala.</p>
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<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/383" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/383/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="564" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/383" target="_blank">Marc Ferrez. Exposição Antropológica Brasileira: artefatos e aspectos da vida indígena, 1882. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
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<p><strong>3</strong> &#8211; Sala Lery, arqueológica, continha boa parte de fragmentos de louça antiga do Amazonas exumadas por Ladislau Netto, Orville Adalbert Derby, Ferreira Penna e Rhome, e dos sambaquis do sul retirados pelo professor Hartt, engenheiro Freitas e dr. Galvão e outros exploradores.</p>
<p><strong>4</strong> &#8211; Sala Hartt, arqueológica, foi ocupada por produtos cerâmicos antigos e encerrava as coleções organizadas por Ladislau Netto, Orville Adalbert Derby, engenheiro Gonçalves Tocantins e especialmente pelo correspondente do Museu Nacional Domingos Soares Ferreira Penna, além de alguns vasos exumados pelo dr. José Lustosa da Cunha Paranaguá, e de outros expostos pelos Museus Paraense e Paranaense e pelo Instituto Arqueológico Alagoano.</p>
<p><strong>5</strong> &#8211; Sala Lund, antropológica, continha esqueletos e crânios de indígenas  Tembés e Turiuaras exumados por Ladislau Netto das margens do rio Capim, provincia do Pará ; três esqueletos expostos pelo dr. Duarte Paranhos Schutel ; grande número de crânios de diversas tribos de Botocudos; muitos ossos retirados dos sambaquis da província de Santa Catarina ; e fotografias de Botocudos tiradas pela Comissão Geológica<span style="color: #800000;"><strong>*</strong></span> dirigida pelo professor Charles Frederick Hartt (1840 &#8211; 1878). As referidas fotografias estão no ítem 113 da listagem de objetos expostos nesta sala.</p>
<p><strong>6</strong> &#8211; Sala Martius, antropológica e arqueológica, expunha esteiras, jamachis ou uaturá¡s, pacarás, panacarys, urupembas e alguns produtos cerâmicos modernos do Amazonas, do Rio Francisco (Alagoas) e do Paraná, e as coleções cerâmicas do Peru e da Guiana Holandesa, de propriedade estas de S.M. , o Imperador Pedro II.</p>
<p><strong>7</strong> &#8211; Sala Gabriel Soares, antropológica e arqueológica, expunha produtos da arte plumária brasileira, adornos, tecidos e vestes de muitas tribos do Brasil, além das coleções arqueolíticas do Museu Nacional, de Amália Machado Cavalcanti de Albuquerque e dos senhores  Joaquim Monteiro Caminhoá (1836 &#8211; 1896), João Barbosa Rodrigues (1842 &#8211; 1909) e Tommaso G. Bezzi (1844 &#8211; 1915).</p>
<p><strong>8</strong> &#8211; Sala Anchieta, etnográfica, expunha obras relativas à língua tupi ou guarani, quase todas pertencentes à Biblioteca Nacional, livros sobre etnografia americana; quadros a óleo representando tipos de diversas tribos brasileiras, fotografias, gravuras, cromolitografias, litografias, aquarelas pertencentes a S.M., o Imperador, ao Museu Nacional e à Biblioteca Nacional.</p>
<p>Cerca de um ano após a realização da exposição, foi publicada a <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/718653/10" target="_blank">Revista da Exposição Antropológica de 1882</a>, prefaciada por Ladislau Netto. Trazia notas biográficas de Ladislau Neto, de João Batista de Lacerda (1846 &#8211; 1915), de Charles Frederick Hartt (1840 &#8211; 1878) e diversos artigos e ilustrações sobre os indígenas brasileiros.</p>
<p><a href="https://archive.org/stream/guiadaexposioan00bragoog#page/n5/mode/2up">Link para o Guia da Exposição Antropológica Brasileira realizada pelo Museu Nacional do Rio de Janeiro, produzido pela Tipografia de George Leuzinger &amp; Filhos</a></p>
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<div style="width: 654px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/378" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/378/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="644" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/378" target="_blank">Marc Ferrez. Exposição Antropológica Brasileira : artefatos e aspectos da vida indígena, 1882. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Um pouco da história da Comissão Geológica do Império (1875 &#8211; 1878), de seu chefe, </strong></em></span><em style="color: #800000;"><strong>Charles Frederick Hartt (1840 &#8211; 1878) e da participação de Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923) como fotógrafo da expedição</strong></em></p>
<div id="attachment_15663" style="width: 490px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/332747/738" target="_blank"><img class="wp-image-15663 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/hartt1.jpg" alt="hartt1" width="480" height="637" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/332747/738" target="_blank"><em>Revista Illustrada</em>, 30 de março de 1878</a></p></div>
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<p>Em 1874, Charles Frederick Hartt (1840 – 1878), realizou uma expedição científica ao Brasil, durante a qual convenceu as autoridades brasileiras da importância da elaboração de um mapa geológico do Império. Antes, Hartt havia vindo ao Brasil quatro vezes. Pela primeira vez, como membro da Expedição Thayer, entre 1865 e 1866, financiada pelo empresário e filantropo norte-americano Nathaniel Thayer, Jr. (1808-1883) e chefiada por seu ex-professor no Museu de Zoologia Comparada, em Harvard, o suíço Louis Agassiz (1807 – 1873), quando ocupou-se sobretudo em fazer um mapeamento geológico da área do Rio de Janeiro até o norte da Bahia. Em 1867, já estabelecido como conferencista no Instituto Cooper, em Nova York, voltou ao Brasil, de maneira independente, e durante três meses examinou a costa entre <em>Pernambuco e Rio, explorando mais particularmente as vizinhanças da Bahia e as ilhas e recifes do coral dos Abrolhos</em>. Em 1868, tornou-se professor de História Natural no Vassar College e também da Universidade de Cornell.  Em 1870 e em 1871, chefiou as Expedições Morgan ao Amazonas, financiadas pelo político norte-americano Edwin D. Morgan (1811- 1883) .</p>
<p>Além de ter obtido sucesso em seu pleito junto ao Governo Imperial, Hartt conseguiu criar a Comissão Geológica do Império, pelo Aviso de 30 de abril de 1875. Como a comissão estaria ligada ao Ministério da Agricultura, o desenvolvimento das atividades agrícolas e mineradoras a partir do conhecimento que a geologia propiciaria foi um argumento decisivo para sua criação. Foi convidado para chefiá-la e foram nomeados como seus assistentes os geólogos Orville Adalbert Derby (1851 – 1915) e Richard Rathbun (1852-1918) &#8211; ambos da Universidade de Cornell -, que chegaram ao Brasil em fins de 1875; John Casper Branner (1850-1922), do Departamento de Botânica e Geologia da Universidade de Indiana; e os brasileiros Elias Fausto Pacheco Jordão (1849 – 1901), que havia se doutorado em 1874 em engenharia civil na Universidade de Cornell, e Francisco José de Freitas, assistente geral e tradutor. Integraram, também, o corpo técnico da comissão os geólogos Luther Wagoner, substituto de Pacheco Jordão, em 1876, que foi posteriormente substituído por Frank Carpenter; o naturalista Herbert Huntington Smith (1851-1919), e o fotógrafo Marc Ferrez (1843-1923). Segundo Gilberto Ferrez, foi durante as viagens que fez com a Comissão Geológica que Marc Ferrez contraiu uma doença no fígado, da qual nunca se curou.</p>
<p>Segundo Sérgio Burgi, coordenador de Fotografia do Instituto Moreira Salles, já com pleno domínio de sua virtuosidade técnica, Ferrez realizou para a comissão um primoroso trabalho documental e paisagístico:</p>
<p>‘…Seu domínio da luz, sua precisão na escolha do ponto de vista, sempre buscam ressaltar os aspectos mais formais e abstratos da cena sendo registrada. É igualmente importante ressaltar que em diversas imagens realizadas por Ferrez, sempre o elemento humano participa de maneira discreta porém marcante, conferindo escala aos cenários naturais e urbanos, e principalmente nos convidando a percorrer a imagem em todas as suas dimensões…Os trabalhos realizados em Paulo Affonso, Pernambuco, Recôncavo Baiano, Abrolhos e sul da Bahia representam um grande esforço documental e registram, além dos aspectos mais claramente geológicos, paisagens naturais e vistas urbanas de grandes cidades e pequenas povoações daquelas regiões, além de elementos antropológicos e etnográficos, como a série dos índios botocudo… Essas imagens também foram utilizadas para ilustrar  a conferência do professor Charles Frederick Hartt durante a IV Exposição Nacional, no Rio de Janeiro… Da mesma maneira, diversas imagens fizeram parte da Exposição Universal da Filadélfia, EUA, em 1876, que contou com a presença de D. Pedro II&#8230;&#8217;</p>
<p>A Comissão, criada em abril de 1875, iniciou seus trabalhos ativos em 10 de junho de 1875 e percorreu os atuais estados de Alagoas, Bahia, Fernando de Noronha, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, São Paulo, Santa Catarina, Sergipe, e parte da região amazônica nessa importante missão científica realizada no Brasil sob os auspícios do governo imperial, que gerou a primeira grande representação fotográfica de diversas regiões do território brasileiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/758370/60" target="_blank"><em>Illustração Brasileira</em>, 1º de agosto de 1876</a>). O governo decretou o fim da Comissão em 1º de julho de 1877 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/36264" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 7 de julho de 1877, quarta coluna</a>). Segundo Rathbun, o fato aconteceu devido a motivos econômicos e a discordâncias em torno do volume e do valor do trabalho realizado até ali pela comissão. Porém Hartt conseguiu seis meses de prorrogação nos trabalhos. No início de janeiro de 1878, com a formação do novo gabinete liberal, sob o comando do primeiro-ministro João Lins Vieira de Cansanção, o visconde de Sininbu (1810 – 1906), que também era ministro da Agricultura, sua extinção foi efetivada. Segundo Hartt, em junho de 1877,  as coleções zoológicas, geológicas e etnográficas feitas pela Comissão Geológica possuíam cerca de 500 mil espécimes.</p>
<p>Hartt foi contratado como naturalista-viajante do Museu Nacional do Rio de Janeiro, por volta de 1874. Em 1876, assumiu a Seção de Geologia, criada pela reforma do botânico Lasdilau de Souza Mello Netto (1838 &#8211; 1894), e reorganizou as coleções e preparou a mostra mineralógica brasileira apresentada na Exposição Universal de Filadélfia de 1876. Faleceu em 18 de março de 1878, um domingo, no Rio de Janeiro, de febre amarela, em sua casa no número 44 da rua da Princesa, atual Correia Dutra, no Flamengo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/778010/168" target="_blank"><em>O Vulgarizador</em>, 15 de maio de 1878</a>) . Os professores e demais funcionários do Museu Nacional deliberaram <em>tomar luto por oito dias</em> <em>(</em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_01/3805" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias, </em>19 de março de 1878, segunda e penúltima coluna</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_06/18037" target="_blank"><em>Jornal do Commercio, </em>19 de março de 1878, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/docreader/332747/738" target="_blank"><em>Revista Illustrada</em>, 30 de março de 1878;</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/778010/168" target="_blank"><em>O Vulgarizador</em>, 15 de maio de 1878</a>). Morreu sem sua família porque  sua mulher, Lucy Lynde Hartt, com quem havia se casado em 1869, havia voltado com os dois filhos do casal, Mary and Rollin, para Buffalo, nos Estados Unidos, em dezembro de 1876  – não suportou os períodos de solidão, os mosquitos, as doenças e os desconfortos do Rio de Janeiro. Quando partiu do Brasil, as doenças e os desconfortos do Rio de Janeiro. Quando partiu do Brasil, ela estava grávida de gêmeos mas a gravidez não se completou. Hartt foi enterrado no cemitério de São Francisco Xavier mas, a pedido de sua esposa, seu corpo foi transladado para os Estados Unidos, em 1883.</p>
<p>Suas coleções foram colocadas sob a guarda do Museu Nacional do Rio de Janeiro, única instituição da época capaz de receber intelectual e fisicamente todo o trabalho da Comissão Geológica.</p>
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<div style="width: 210px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://commons.wikimedia.org/wiki/File:PSM_V13_D140_Charles_Frederic_Hartt.jpg" target="_blank"><img src="http://www.biographi.ca/bioimages/w200.4227.jpg" alt="Resultado de imagem para Charles Frederick Hartt." width="200" height="243" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://commons.wikimedia.org/wiki/File:PSM_V13_D140_Charles_Frederic_Hartt.jpg" target="_blank">Charles Frederick Hartt (1840 &#8211; 1878) / Wikipedia Commons</a></p></div>
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<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;"><em>Pequena cronologia da participação de Marc Ferrez nos trabalhos da Comissão Geológica do Império</em></span></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #800000;">1875</span> &#8211; </strong><span style="color: #333333;">Ferrez começou a trabalhar como fotógrafo da Comissão Geológica do Império, chefiada pelo norte-americano Charles Frederick Hartt (1840 – 1878), que se tornaria diretor da Seção de Geologia do Museu Nacional em 1876. Percorreu os atuais estados de Alagoas, Bahia, Pernambuco e parte da região amazônica numa importante missão científica realizada no Brasil sob os auspícios do governo imperial, que gerou a primeira grande representação fotográfica de diversas regiões do território brasileiro.</span></p>
<p>Marc Ferrez e outros membros da Comissão Geológica do Império embarcaram no paquete <em>Pará</em>com destino a Pernambuco (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_06/11427" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 10 de julho de 1875, na segunda coluna</a>). Ele, Elias Fausto Pacheco Jordão, Francisco José de Freitas e Charles Frederick Hartt, todos membros da Comissão, agradeceram, publicamente, ao “digno comissário” J. Feliciano Gomes, que os recebeu no navio<em> </em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/10813" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 26 de julho de 1875, na quarta coluna</a>).</p>
<p><strong><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=%22ferrez%2C+marc%22&amp;submit=Ir" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de Marc Ferrez disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></strong></p>
<p>Foi publicado o relatório preliminar dos trabalhos da Comissão Geológica na província de Pernambuco, de autoria de Hartt. Ferrez foi mencionado (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_05/14052" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 25 de novembro de 1875, na primeira coluna</a>).</p>
<p>Na residência do inspetor do arsenal de Marinha, em Recife, o chefe da Comissão Geológica do Império, Charles Frederick Hartt, fez uma conferência sobre os arrecifes e outros aspectos de Pernambuco como o cabo de Santo Agostinho, praias, o rio São Francisco e a cachoeira de Paulo Afonso, ilustrados com fotografias de Marc Ferrez (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/33872" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 2 de dezembro de 1875, nas quinta e sexta coluna, sob o título “Norte do Império”</a>).</p>
<p>Ferrez  apresentou na Exposição de Obras Públicas, evento paralelo à IV Exposição Nacional, dois álbuns com imagens dos recifes de Pernambuco, do baixo São Francisco e da cachoeira de Paulo Afonso, além de registros de corais e madrepérolas. As imagens produzidas durante a viagem da Comissão Geológica foram projetadas por Ferrez durante uma conferência do professor Hartt (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/369381/2017" target="_blank"><em>O Globo</em>, 4 de janeiro de 1876, na penúltima coluna</a>).</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1876</span> </strong><strong>-</strong>  Apresentou na Exposição Universal da Filadélfia, aberta em 10 de maio, panoramas do Rio de Janeiro e fotografias realizadas para a Comissão Geográfica do Império, que foram premiadas. O <em>New York Commercial Advertiser</em>, de 29 de maio de 1876, publicou um artigo que informava que “riquíssimas fotografias da exploração geológica a cargo do professor Hartt” haviam sido apresentadas pelo Brasil na exposição. Uma curiosidade: a comissão de organização da Exposição da Filadéfia modificou as regras da premiação: os ganhadores receberiam um diploma, uma medalha de bronze e uma cópia certificada do parecer do júri, rompendo com o padrão de premiação hierárquica.</p>
<p>Foi publicada uma fotografia de autoria de Ferrez da cachoeira de Paulo Afonso na <a href="http://memoria.bn.br/docreader/758370/53" target="_blank"><em>Revista Ilustração Brasileira</em>, 1ºde agosto de 1876,</a> acompanhada por um texto de Charles Frederick Hartt (1840 – 1878), chefe da Comissão Geológica do Império. Na mesma <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/758370/60" target="_blank">edição</a>, publicação de matéria sobre a Comissão Geológica do Império.</p>
<p>Ferrez havia chegado do sul da Bahia com o geólogo Richard Rathbum, também ajudante da Comissão Geológica, com diversas fotografias dos índios botocudo, dentre outras(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/758370/153" target="_blank"><em>Revista Ilustração Brasileira</em>, 1º de novembro de 1876, na última coluna</a>). Botocudo foi um termo genérico utilizado pelos colonizadores portugueses para denominar diversos grupos indígenas integrantes do tronco macro-jê (grupo não tupi), caracterizados pelo uso de botoques labiais e auriculares, habitantes originais do sul da Bahia e região do vale do rio Doce, incluindo o norte do Espírito Santo e Minas Gerais. A série de fotografias de indígenas tirada por Marc Ferrez na Bahia, durante uma segunda etapa de viagens realizadas por ele para a Comissão Geológica do Império do Brasil, no final de 1876, compõe um conjunto de  registros fotográficos pioneiros e raros dessas tribos, que se mantiveram isoladas e resistentes ao contato com os brancos, sendo violentamente perseguidas e praticamente  dizimadas nas primeiras décadas do século xx.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1878</strong> </span>– No <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394x/44623" target="_blank">Almanak Laemmert de 1878</a>, Ferrez foi identificado como fotógrafo da Marinha Imperial e da Comissão Geológica. Seu estabelecimento ficava na rua São José, 88 com depósito na rua do Ouvidor, 55.</p>
<p>Foi noticiada a morte de Charles Frederick Hartt, que havia sido o chefe da Comissão Geológica do Império. Ferrez foi mencionado (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800341/1059" target="_blank"><em>A Boa Nova</em>, 24 de abril de 1878, na terceira coluna</a>).</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1879</span> </strong>-  Em inglês, foram publicados anúncios das fotografias de Ferrez no jornal <em>Rio News</em> de <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/349070/55" target="_blank">5 de agosto</a>, de <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/349070/55" target="_blank">15 de setembro</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/349070/83" target="_blank">15 de outubro</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/349070/91" target="_blank">5 de novembro</a>, mencionando que ele havia recebido uma medalha na Exposição da Filadélfia e que havia sido fotógrafo da Comissão Geológica do Império. Os anúncios seguiram sendo publicados em 1880 e 1881.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 619px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2575" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2575/007NGBMF1824cxrep03-12.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="609" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2575" target="_blank">Marc Ferrez. Marc Ferrez aos 33 anos, c. 1876. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Publicações da Brasiliana Fotográfica em torno da obra do fotógrafo Marc Ferrez </em></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 290px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2575" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2575/007NGBMF1824cxrep03-12.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="280" height="368" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2575" target="_blank">Marc Ferrez aos 33 anos, c. 1876. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1443" target="_blank"><em>O Rio de Janeiro de Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 30 de junho de 2015</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3527" target="_blank">Obras</a> </em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3527" target="_blank"><em>para o abastecimento no Rio de Janeiro por Marc Ferrez</em> , de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 25 de janeiro de 2016</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank"><em>O brilhante cronista visual Marc F</em><em>errez (7</em><em>/12/1843 – 12/01/1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de dezembro de 2016</a></span></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7021" target="_blank"><span style="color: #800000;"><em>Do natural ao construído: O Rio de Janeiro na fotografia de Marc Ferrez, </em>de autoria de Sérgio Burgi, um dos curadores da Brasiliana Fotográfica, publicada em 19 de dezembro de 2016</span></a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9714" target="_blank"><em>No primeiro dia da primavera, as cores de Marc Ferrez (1843 – 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 22 de setembro de 2017</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212" target="_blank"><em>Série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido&#8221; V &#8211; O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público, Ferrez, Malta e Charles Dunlop</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 20 de julho de 2018</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13070" target="_blank"><em>Uma homenagem aos 175 anos de Marc Ferrez (7 de dezembro de 1843 – 12 de janeiro de 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de dezembro de 2018 </a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14387" target="_blank"><em>Pereira Passos e Marc Ferrez: engenharia e fotografia para o desenvolvimento das ferrovias</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de abril de 2019</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14794" target="_blank"><em>Fotografia e ciência: eclipse solar, Marc Ferrez e Albert Einstein</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em <time class="entry-date published" datetime="2019-06-24T10:45:39+00:00">24 de junho de 2019</time></a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16435"><i>Os 180 anos da invenção do daguerreótipo – Os álbuns da Comissão Geológica do Império com fotografias de Marc Ferrez</i>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 19 de agosto de 2019</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17539" target="_blank"><em>Celebrando o fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 4 de dezembro de 2019</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17884"><em>Uma homenagem da Casa Granado ao imperial sob as lentes de Marc Ferrez,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de fevereiro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18198" target="_blank"><em>Ressaca no Rio de Janeiro invade o porão da casa do fotógrafo Marc Ferrez, em 1913</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado 6 de março de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18110" target="_blank"><em>Petrópolis, a Cidade Imperial, pelos fotógrafos Marc Ferrez e Revert Henrique Klumb, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, </em>publicado em 16 de março de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18420" target="_blank"><em>Bambus, por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17856" target="_blank"><em>O Baile da Ilha Fiscal: registro raro realizado por Marc Ferrez e retrato de Aurélio de Figueiredo diante de sua obra</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 9 de novembro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21455" target="_blank"><em>O Palácio de Cristal fotografado por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 2 de fevereiro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22058" target="_blank"><em>A Estrada de Ferro do Paraná, de Paranaguá a Curitiba, pelos fotógrafos Arthur Wischral (1894 &#8211; 1982) e Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 22 de março de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22777" target="_blank"><em>Dia dos Pais – Julio e Luciano, os filhos do fotógrafo Marc Ferrez, e outras famílias</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 6 de agosto de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25186" target="_blank"><em>No Dia da Árvore, mangueiras fotografadas por Ferrez e Leuzinger</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 21 de setembro de 2021</a></span></p>
<p><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">Retratos de Pauline Caroline Lefebvre, sogra do fotógrafo Marc Ferrez, </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134"> </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">publicado em 28 de abril de 2022</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27603" target="_blank"><em>A Serra dos Órgãos: uma foto aérea e imagens realizadas pelos mestres Ferrez, Leuzinger e Klumb</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,<em> </em>publicado em 30 de junho de 2022</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31202" target="_blank"><em>O centenário da morte do fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 12 de janeiro de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30712" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D30712&amp;source=gmail&amp;ust=1685455258111000&amp;usg=AOvVaw1y7o5h7HRI-oiB3PyjwQnG"><em>O Observatório Nacional pelas lentes de Marc Ferrez, amigo de vários cientistas</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 29 de maio de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32049" target="_blank"><em>No Dia Mundial do Meio Ambiente, a potente imagem da Cachoeira de Paulo Afonso, por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29493" target="_blank"><em>A Fonte Adriano Ramos Pinto por Guilherme Santos e Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 18 de julho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34134%20" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D34134%2520&amp;source=gmail&amp;ust=1702013132491000&amp;usg=AOvVaw3P19c7ceytRMI7-xrCNI7a"><em>Os 180 anos de nascimento do fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923</em>), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 7 de dezembro de 2023</a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Nota da editora</strong>: esse artigo passou a integrar uma série e mudou de título em 1º de dezembro de 2025.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>ANDERMANN, Jens. <em><a href="http://www.revistatopoi.org/numeros_anteriores/topoi09/topoi9a6.pdf" target="_blank">Espetáculos da diferença: a Exposição Antropológica Brasileira de 1882</a>. Topoi</em>. Revista de História Volume 5, Número 9 | Julho – Dezembro 2004.</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=CSIh3fSVM0w" target="_blank">Charles F. Hartt e a Comissão Geológica do Império (Youtube)</a></p>
<p><a href="http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br" target="_blank"><em>Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1930)</em> Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz</a></p>
<p><a href="http://www.biographi.ca/en/bio/hartt_charles_frederick_10E.html" target="_blank"><em>Dictionary of Canadian Biography</em></a></p>
<p>FREITAS, Marcus Vinícius. <em>Hartt: expedições pelo Brasil Imperial 1870 &#8211; 1878</em>, 2001. São Paulo: Metalivros</p>
<p><a href="https://archive.org/stream/guiadaexposioan00bragoog#page/n5/mode/2up"><em>Guia da Exposição Antropológica Brasileira realizada pelo Museu Nacional do Rio de Janeiro</em>, produzido pela Tipografia de George Leuzinger &amp; Filhos</a></p>
<p><a href="http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>SANJAD, Nelson. <em><a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0104-59702004000200016" target="_blank">Charles Frederick Hartt e a institucionalização das ciências naturais no Brasil,</a> </em>maio/agosto de 2004. Rio de Janeiro: História, Ciências, Saúde-Manguinhos, volume 11, nº2</p>
<p><a href="http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2001/011122_lucasmendes.shtml" target="_blank">Site da BBC</a></p>
<p><a href="http://www.museunacional.ufrj.br/site/assets/pdf/memoria_1.pdf" target="_blank">Site do Museu Nacional</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>Links para os artigos sobre exposições nacionais ou internacionais publicados na Brasiliana Fotográfica</strong></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9392"><em>O pintor Victor Meirelles e a fotografia na II Exposição Nacional de 1866</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 17 de agosto de 2017.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11486"><em>A festa do progresso: o Brasil na Exposição Continental, Buenos Aires, 1882, </em>de autoria de Maria do Carmo Rainho, Arquivo Nacional, publicado em 29 de março de 2018.</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621"><em>Série “O Rio de Janeiro desaparecido” II</em> &#8211; <em>A Exposição Nacional de 1908 na Coleção Família Passos, </em>de autoria de<em> </em>Carla Costa, Museu da República, publicado em 5 de abril de 2018.</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12604"><em>Paris, 1889: o álbum da exposição universal, </em>de autoria de Claudia B. Heynemann, Arquivo Nacional,publicado em 27 de julho de 2018.</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17283"><em>Café Brasil: o Império na Exposição Internacional de Filadélfia</em><strong><em>, </em></strong>de autoria de<strong><em> </em></strong>Claudia B. Heynemann, Arquivo Nacional, publicada em 4 de dezembro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18530"><em>Festa das Artes e da Indústria Segunda Exposição Nacional, 1866,</em> de autoria de Claudia Beatriz Heynemann e Maria Elizabeth Brêa Monteiro, Arquivo Nacional, em 5 de abril de 2020.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=18805"><em>A apresentação do Departamento Nacional de Saúde Pública na Exposição Internacional do Centenário da Independência</em>, de </a><a style="color: #800000;" href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=18805">Ricardo Augusto dos Santos, Fiocruz</a><a style="color: #800000;" href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=18805">, publicado em 13 de abril de 2020.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26300"><em>A Exposição Internacional de Higiene de Dresden</em>, de Cristiane d´Avila, Fiocruz, publicado em 5 de janeiro de 2022.</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17940" target="_blank">Série <em>1922 &#8211; Hoje, há 100 anos VIII</em> &#8211; A abertura da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil e o centenário da primeira grande transmissão pública de rádio no país, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, publicado em 7 de setembro de 2022, na Brasiliana Fotográfica.</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=33264" target="_blank"><em>Três álbuns fotográficos da Exposição Nacional de 1908 no Museu Histórico Nacional: Boscagli, Malta e Musso</em>, de autoria de Maria Isabel Ribeiro Lenzi, historiadora do Museu Histórico Nacional, publicado em 25 de agosto de 2023, na Brasiliana Fotográfica.</a></p>
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