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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; comércio</title>
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		<title>A Confeitaria Colombo, um elo entre o Rio de Janeiro antigo e o atual</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2020 14:54:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div style="width: 466px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7824" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7824/Colombo%20-%20Fachada%20-1925053.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="456" height="710" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7824" target="_blank">Confeitaria Colombo, 1925. Rua Gonçalves Dias, Rio de Janeiro/ Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p style="text-align: left;">A Confeitaria Colombo, que hoje destacamos com a publicação de fotografias do Acervo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, uma das instituições parceiras da Brasiliana Fotográfica, é uma espécie de elo entre o Rio de Janeiro de antigamente e o atual, além de ser também um marco na história da gastronomia e da vida social carioca. Fundada pelos portugueses Manoel Lebrão e Joaquim Borges de Meirelles, em 17 de setembro de 1894, na movimentada rua Gonçalves Dias, no centro da cidade (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/369365/14013" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 18 de setembro de 1894, sexta coluna)</a>, onde permanece até hoje, é um símbolo da <em>Belle Epoque </em>carioca. Considerada uma casa <em>verdadeiramente parisiense,</em> a Colombo era vizinha dos ateliês dos fotógrafos <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14095" target="_blank">Juan Gutierrez</a> e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9996" target="_blank">José Ferreira Guimarães</a> e de vários outros importantes estabelecimentos comerciais (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/332747x/5040" target="_blank"><em>Revista Illustrada</em>, janeiro de 1895</a>).</p>
<p><a href=" https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/215" target="_blank">Acessando o link para as fotografias da Confeitaria Colombo disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>Em pouco tempo a confeitaria tornou-se um dos pontos mais concorridos da cidade, tendo sido frequentada por escritores como Olavo Bilac (1865 &#8211; 1918) e Machado de Assis (1839 &#8211; 1908), por jornalistas como Emilio de Menezes (1866 &#8211; 1918), por artistas como Villa-Lobos (1887 &#8211; 1959) e Chiquinha Gonzaga  (1847-1935), e por políticos como os presidentes Washington Luís (1869 &#8211; 1957) e Juscelino Kubitschek (1902 &#8211; 1976). Algumas mesas trazem os nomes de alguns de seus clientes, como a em homenagem ao empresário e político Assis Chateubriand (1892 &#8211; 1968), fundador dos <em>Diários Associados</em>. Em estilo <em>art nouveau, </em>a confeitaria tem em sua decoração vitrais franceses, espelhos importados da Bélgica, cadeiras feitas de palhinha e jacarandá por Antonio Borsoi (1880 &#8211; 1953), mesas em opalina azul com os pés de ferro, posteriormente substituídas por tampos de mármore, continua sendo um reduto de elegância e sinônimo de tradição no Rio de Janeiro. Em 1922, foram inaugurados o salão de chá em estilo Luís XVI, no segundo andar, uma clarabóia vinda da França e um dos primeiros elevadores instalados na cidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 507px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7825" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7825/_DSC5749%20-%20brasiliana.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="497" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7825" target="_blank">Confeitaria Colombo, s/d. Rua Gonçalves Dias, Rio de Janeiro / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;">&#8220;<em>Estabelecimento perfeito no gênero, o primeiro da América do Sul, e quiçá da Europa</em>&#8221; </span>(<em>Illustração Brasileira</em>, 7 de julho de 1922).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_18488" style="width: 492px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/083712/28683" target="_blank"><img class="size-full wp-image-18488" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/careta.jpg" alt="Careta, 9 de setembro de 1922" width="482" height="747" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/083712/28683" target="_blank"><em>Careta</em>, 9 de setembro de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi tombada, em 9 de fevereiro de 1983, como patrimônio material, pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural; e, em 31 de outubro de 2017, como patrimônio imaterial, pelo Instituto Rio Patrimônio da Humanidade. Ao longo de sua história foi um lugar de convergência, de comunhão entre os vários Rios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 877px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7830" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7830/Colombo%20-%20interior%20do%202%c2%ba%20pavimento054.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="867" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7830" target="_blank">Confeitaria Colombo, s/d. Rua Gonçalves Dias, Rio de Janeiro / AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_17962" style="width: 418px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/828564/38" target="_blank"><img class="wp-image-17962" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/propaganda-Revue-Franc-Bresiliene.jpg" alt="Revue Franco-Bresilienne, 14 de julho de 1898" width="408" height="522" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/828564/38" target="_blank"><em>Revue Franco-Bresilienne</em>, 14 de julho de 1898</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_18453" style="width: 292px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/772739/273" target="_blank"><img class="size-full wp-image-18453" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/anuncio1.jpg" alt="Illustração Brasileira, 1922" width="282" height="326" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/772739/273" target="_blank"><em>Illustração Brasileira</em>, 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na matriz da Colombo, na Gonçalves Dias, há o Espaço Memória, onde são mostradas imagens do Rio Antigo, além de fotografias da memorabilia que fez parte da história da confeitaria como <em>projetos, louças, cristais originais e embalagens antigas</em>. Atualmente, a confeitaria tem filiais no Forte de Copacabana, no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro e no Centro Cultural Banco do Brasil.<br />
.</p>
<div id="attachment_18471" style="width: 374px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_11/39930" target="_blank"><img class="size-full wp-image-18471" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/anuncio11.jpg" alt="Jornal do Commercio, 1929" width="364" height="678" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_11/39930" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 25 de dezembo de 1929</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=1Znd5N2Jv08" target="_blank">Ouça aqui a marchicha de carnaval &#8220;Sassaricando&#8221; (1951), interpertada por Virginia Lane, que menciona a Confeitaria Colombo.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_18451" style="width: 426px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/documento1.jpg"><img class="wp-image-18451" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/documento1.jpg" alt="documento1" width="416" height="576" /></a><p class="wp-caption-text">Requerimento feito por Manoel Lebrão à Prefeitura do Rio de Janeiro para reconstruir o prédio da Colombo datado de 10 de janeiro de 1912 / Acervo AGCRJ</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>Acervo Digital de O Globo</p>
<p>BIANCHI, Silvia Soler. <em>Entre o café e a prosa : memórias da Confeitaria Colombo no início do século XX</em>. Rio de Janeiro : Terceira Margem, 2008.</p>
<p>DUNLOP, Charles. <em>Rio Antigo, vol 2</em>. Rio de Janeiro : Cia. Editora e Comercial F. Lemos, 1956.</p>
<p>FREIRE, Renato; RODRIGUES, Antônio Edmilson Martins. <em>Confeitaria Colombo: Sabores de uma cidade</em>. Rio de Janeiro : Edições de Janeiro, 2014.</p>
<div id="bylineInfo" class="a-section a-spacing-micro bylineHidden feature" data-cel-widget="bylineInfo"><a href="https://www.bn.gov.br/explore/acervos/hemeroteca-digital" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></div>
<p>LAZINHA, Luiz Carlos. <em>A &#8220;Colombo&#8221; na vida do Rio</em>. Rio de Janeiro : Gráfica Olímpica Editora, 1970.</p>
<p><a href="http://www.confeitariacolombo.com.br/" target="_blank">Site Confeitaria Colombo</a></p>
<p><a href="http://www.bcp.rj.gov.br/index.php/bens_tombados/detalhar/251" target="_blank">Site Inepac</a></p>
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		<title>Uma homenagem da Casa Granado ao casal imperial sob as lentes de Marc Ferrez</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Feb 2020 13:53:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica destaca um registro da fachada da Farmácia Granado produzido por Marc Ferrez (1843 - 1921). No topo da imagem há um quadro a óleo retratando dom Pedro II (1825 - 1891) e a imperatriz Teresa Cristina (1822 - 1889), com o neto primogênito, Pedro Augusto de Saxe-Coburgo e Bragança (1866 - 1934). Foi encomendado pela farmácia ao artista alemão Frederico Steckel (c. 1834 -1921), em homenagem ao "feliz regresso" do casal ao Brasil, em 22 de agosto de 1888. A Granado, uma das únicas marcas brasileiras que existe desde o reinado de dom Pedro II, completa 150 anos e é o tema da exposição “A história da botica mais tradicional do Brasil”, aberta em 15 de janeiro último, no Museu Histórico Nacional, uma das instituições parceiras do portal. Ficará em cartaz até 3 de maio de 2020.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 352px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/348" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/348/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="342" height="436" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/348" target="_blank">Marc Ferrez. Pharmacia Drogaria Granado and Ca, 1888. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
<p>A Brasiliana Fotográfica destaca um registro da fachada da Farmácia Granado produzido por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17539" target="_blank">Marc Ferrez</a> (1843 &#8211; 1921). No topo da imagem há um quadro a óleo retratando <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7183" target="_blank">dom Pedro II (1825 &#8211; 1891)</a> e a imperatriz <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6798" target="_blank">Teresa Cristina (1822 &#8211; 1889)</a>, com o neto primogênito, Pedro Augusto de Saxe-Coburgo e Bragança (1866 &#8211; 1934). Foi encomendado pela farmácia ao artista alemão Frederico Steckel (c. 1834 -1921), em homenagem ao &#8220;feliz regresso&#8221; do casal ao Brasil, em 22 de agosto de 1888 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_02/14285"><em>Gazeta de Notícias</em>, 23 de agosto de 1888, primeira coluna</a>). Em 1880, dom Pedro II havia concedido à drogaria o título de Farmácia Oficial da Família Imperial Brasileira. A Granado, uma das únicas marcas brasileiras que existe desde o reinado de dom Pedro II, completa 150 anos e é o tema da exposição <a href="http://mhn.museus.gov.br/index.php/nova-exposicao-do-mhn-homenageia-a-botica-mais-tradicional-do-brasil/" target="_blank">“A história da botica mais tradicional do Brasil”</a>, aberta em 15 de janeiro último, no Museu Histórico Nacional, uma das instituições parceiras do portal. Ficará em cartaz até 3 de maio de 2020.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;<em>A farmácia dos senhores Granado, conhecido estabelecimento da rua Primeiro de Março, número 12, encomendou ao artista Frederico Antônio Steckel uma decoração especial. A pintura a óleo, reprodução de uma fotografia tirada depois do restabelecimento de D. Pedro, exibia em tamanho natural os avós e o neto: &#8220;o favorito&#8221;. No alto da grossa moldura, as armas imperiais. Em seda carmesim, tremulavam sobre o quadro os dizeres em letras douradas: &#8220;Feliz Regresso de Suas Majestades  Imperiais&#8221;. A novidade era a iluminação a gás que fazia brilhar as estrelas do Cruzeiro e as colunas do quadro. Embasbacados, os passantes se amontoavam na vitrine</em>.&#8221;(1)</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_18175" style="width: 221px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/103730_02/14286" target="_blank"><img class="wp-image-18175 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/gazeta.jpg" alt="Gazeta de Notícias, 23 de agosto de 1888" width="211" height="358" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/103730_02/14286" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 23 de agosto de 1888</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/348" target="_blank">Acessando o link para a fotografia Pharmacia Drogaria Granado and Ca, produzida em 1888 por Marc Ferrez disponível na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar a imagem e verificar todos os dados referentes a ela.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_18184" style="width: 184px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-18184" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/steckel.jpg" alt="Frederico Steckel, autor da decoração da fachada da Granado" width="174" height="234" /><p class="wp-caption-text">Frederico Steckel, autor da decoração da fachada fotografada por Ferrrez /Acervo de Fernando Argeu Murta</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 199px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2575" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2575/007NGBMF1824cxrep03-12.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="189" height="248" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2575" target="_blank">Marc Ferrez, o autor da fotografia da fachada, aos 33 anos de idade, c. 1876 / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O casal imperial havia viajado em 30 de junho de 1887 para a Europa. Estiveram inicialmente em Portugal e, de lá, seguiram para Paris. Aconselhado por médicos, dom Pedro II foi para Baden-Baden, e retornou a Paris, onde visitou intelectuais, entre eles, Louis Pasteur. Fez um cruzeiro pela Riviera italiana e foi para a estação de cura de Aix-les-Bains, na França. Também visitou, atendendo a um desejo de sua esposa, as ruínas de Pompeia (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_02/13942" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 17 de junho de 1888, quarta coluna</a>).</p>
<p>A Casa Granado foi fundada por José de Barros Franco e pelo português José Antônio Coxito Granado com o nome “Botica de Barros Franco” e ficava na então denominada rua Direita, uma das mais movimentadas do centro do Rio de Janeiro, atual rua Primeiro de Março, onde permanece até hoje. Em 1876, Barros Franco retirou-se da sociedade e Pedro Gonçalves Bastos tornou-se sócio até 1878 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/226440/8692" target="_blank"><em>A Reforma</em>, 16 de setembro de 1876, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_01/4043" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 19 de maio de 1878, penúltima coluna</a>). A loja tornou-se ponto de encontro de personalidades ilustres como o prefeito <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14387" target="_blank">Pereira Passos</a> (1836 &#8211; 1913) e Rui Barbosa (1849 &#8211; 1923). Em 1903, João Bernardo Granado, irmão de Coxito, criou um dos produtos mais populares da botica: o polvilho antisséptico, cuja fórmula teve registro aprovado pelo cientista <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10762" target="_blank">Oswaldo Cruz</a>. Em 1915, lançamento de outro produto pioneiro: o sabonete de glicerina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(1) PRIORI, Mary del. <em>O Príncipe Maldito. </em>Rio de Janeiro: Objetiva, 2017.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Publicações da Brasiliana Fotográfica em torno da obra do fotógrafo Marc Ferrez </em></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 290px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2575" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2575/007NGBMF1824cxrep03-12.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="280" height="368" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2575" target="_blank">Marc Ferrez aos 33 anos, c. 1876. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1443" target="_blank"><em>O Rio de Janeiro de Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 30 de junho de 2015</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3527" target="_blank">Obras</a> </em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3527" target="_blank"><em>para o abastecimento no Rio de Janeiro por Marc Ferrez</em> , de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 25 de janeiro de 2016</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank"><em>O brilhante cronista visual Marc F</em><em>errez (7</em><em>/12/1843 – 12/01/1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de dezembro de 2016</a></span></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7021" target="_blank"><span style="color: #800000;"><em>Do natural ao construído: O Rio de Janeiro na fotografia de Marc Ferrez, </em>de autoria de Sérgio Burgi, um dos curadores da Brasiliana Fotográfica, publicada em 19 de dezembro de 2016</span></a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9714" target="_blank"><em>No primeiro dia da primavera, as cores de Marc Ferrez (1843 – 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 22 de setembro de 2017</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11896" target="_blank"><em>Marc Ferrez , a Comissão Geológica do Império (1875 – 1878) e a Exposição Antropológica Brasileira no Museu Nacional (1882)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,  publicada em 29 de junho de 2018</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212" target="_blank"><em>Série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido&#8221; V &#8211; O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público, Ferrez, Malta e Charles Dunlop</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 20 de julho de 2018</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13070" target="_blank"><em>Uma homenagem aos 175 anos de Marc Ferrez (7 de dezembro de 1843 – 12 de janeiro de 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de dezembro de 2018 </a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14387" target="_blank"><em>Pereira Passos e Marc Ferrez: engenharia e fotografia para o desenvolvimento das ferrovias</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de abril de 2019</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14794" target="_blank"><em>Fotografia e ciência: eclipse solar, Marc Ferrez e Albert Einstein</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em <time class="entry-date published" datetime="2019-06-24T10:45:39+00:00">24 de junho de 2019</time></a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16435"><i>Os 180 anos da invenção do daguerreótipo – Os álbuns da Comissão Geológica do Império com fotografias de Marc Ferrez</i>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 19 de agosto de 2019</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17539" target="_blank"><em>Celebrando o fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 4 de dezembro de 2019</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18198" target="_blank"><em>Ressaca no Rio de Janeiro invade o porão da casa do fotógrafo Marc Ferrez, em 1913</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado 6 de março de 2020</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18110" target="_blank"><em>Petrópolis, a Cidade Imperial, pelos fotógrafos Marc Ferrez e Revert Henrique Klumb, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, </em>publicado em 16 de março de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18420" target="_blank"><em>Bambus, por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17856" target="_blank"><em>O Baile da Ilha Fiscal: registro raro realizado por Marc Ferrez e retrato de Aurélio de Figueiredo diante de sua obra</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 9 de novembro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21455" target="_blank"><em>O Palácio de Cristal fotografado por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 2 de fevereiro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22058" target="_blank"><em>A Estrada de Ferro do Paraná, de Paranaguá a Curitiba, pelos fotógrafos Arthur Wischral (1894 &#8211; 1982) e Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 22 de março de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22777" target="_blank"><em>Dia dos Pais – Julio e Luciano, os filhos do fotógrafo Marc Ferrez, e outras famílias</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 6 de agosto de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25186" target="_blank"><em>No Dia da Árvore, mangueiras fotografadas por Ferrez e Leuzinger</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 21 de setembro de 2021</a></span></p>
<p><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">Retratos de Pauline Caroline Lefebvre, sogra do fotógrafo Marc Ferrez, </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134"> </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">publicado em 28 de abril de 2022</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27603" target="_blank"><em>A Serra dos Órgãos: uma foto aérea e imagens realizadas pelos mestres Ferrez, Leuzinger e Klumb</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,<em> </em>publicado em 30 de junho de 2022</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31202" target="_blank"><em>O centenário da morte do fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 12 de janeiro de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30712" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D30712&amp;source=gmail&amp;ust=1685455258111000&amp;usg=AOvVaw1y7o5h7HRI-oiB3PyjwQnG"><em>O Observatório Nacional pelas lentes de Marc Ferrez, amigo de vários cientistas</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 29 de maio de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32049" target="_blank"><em>No Dia Mundial do Meio Ambiente, a potente imagem da Cachoeira de Paulo Afonso, por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29493" target="_blank"><em>A Fonte Adriano Ramos Pinto por Guilherme Santos e Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 18 de julho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34134%20" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D34134%2520&amp;source=gmail&amp;ust=1702013132491000&amp;usg=AOvVaw3P19c7ceytRMI7-xrCNI7a"><em>Os 180 anos de nascimento do fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923</em>), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 7 de dezembro de 2023</a></p>
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<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"> </span></p>
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<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>CARVALHO, José Murilo. <em>Pedro II: ser ou não ser</em>. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.</p>
<p>GIANETTI, Ricardo.<a href="file:///C:/Users/a466734/Downloads/giannetti%20(1).pdf" target="_blank"> <em>Frederico Steckel: pintor-decorador do Império e da República</em></a>. IV Colóquio Internacional. A Casa Senhorial: Anatomia dos Interiores, Universidade de Pelotas no Rio Grande do Sul, 2017</p>
<p><a href="https://www.bn.gov.br/explore/acervos/hemeroteca-digital" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>PRIORI, Mary del. <em>O Príncipe Maldito. </em>Rio de Janeiro: Objetiva, 2017.</p>
<p>SCHWARCZ, Lilia Moritz. <i>As barbas do Imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos</i>. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.</p>
<p><a href="https://www.granado.com.br/institucional/historia-granado" target="_blank">Site da Granado</a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/ilustração.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-17916" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/ilustração.jpg" alt="ilustração" width="283" height="224" /></a></p>
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		<title>O café sob a lente de vários fotógrafos</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2019 14:33:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com uma seleção de imagens a Brasiliana Fotográfica lembra o Dia Nacional do Café, data incorporada em 2005 ao Calendário Brasileiro de Eventos. O produto chegou ao Brasil no século XVIII e desde então é um importante gerador de riquezas, muito significativo na história da economia e da cultura do país. Por sua relevância, vários aspectos de seu cultivo, colheita e comercialização foram registrados por importantes fotógrafos, dentre eles Georges Leuzinger (1813 - 1892), Guilherme Gaensly (1843 - 1928) e Marc Ferrez (1843 - 1923). O café foi também tema de fotógrafos ainda desconhecidos, do Instituto de Expansão Comercial e da Centennial Photographic Co. O Brasil ainda é o maior exportador da bebida e o segundo maior país consumidor, atrás apenas dos Estados Unidos.  ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="content_text_363276"></div>
<div class="content_text_363276">
<div style="width: 1021px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6225" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6225/0073040cx020-09t.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="1011" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6225" target="_blank">Marc Ferrez. Colheita de café, c. 1882. Vale do Paraíba / Acervo IMS</a></p></div>
</div>
<div class="content_text_363276"></div>
<div class="content_text_363278">
<div class="content_text_363276">Com uma seleção de imagens a Brasiliana Fotográfica lembra o Dia Nacional do Café, data incorporada em 2005 ao Calendário Brasileiro de Eventos. O produto chegou ao Brasil no século XVIII e desde então é um importante gerador de riquezas, muito significativo na história da economia e da cultura do país. Por sua relevância, vários aspectos de seu cultivo, colheita e comercialização foram registrados por importantes fotógrafos, dentre eles <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2492" target="_blank">Georges Leuzinger (1813 &#8211; 1892)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7260" target="_blank">Guilherme Gaensly (1843 &#8211; 1928)</a> e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13070" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a>. O café foi também tema de fotógrafos ainda desconhecidos, do Instituto de Expansão Comercial e da Centennial Photographic Co. Convidamos nossos leitores a utilizarem a ferramenta zoom para uma melhor apreciação das fotografias.</div>
<div class="content_text_363276"></div>
<div class="content_text_363276"></div>
<div class="content_text_363276">
<div style="width: 893px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4936" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4936/BR_RJANRIO_O2_0_FOT_0474_010_TTO.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="883" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4936" target="_blank">Centennial Photographic Co. Pavilhões do Brasil na Exposição Internacional de Filadélfia &#8211; Pavilhão Café do Brasil, 1876. Filadéfia, Estados Unidos / Acervo Arquivo Nacional</a></p></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/171" target="_blank"><span style="color: #800000;"><strong>Acessando o link para as fotografias relacionadas ao café disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</strong></span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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<div style="width: 547px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4355" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4355/SAm52-0086.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="537" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4355" target="_blank">Georges Leuzinger. Café, c. 1866. Rio de Janeiro / Convênio Instituto Moreira Salles – Leibniz-Institut für Länderkunde</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O café chegou ao Brasil, por Belém no Pará, em 1727, trazido pelo sargento-mor Francisco de Melo Palheta (1670 -1750) que, sob as ordens do governador do Maranhão e Grão Pará, o português João da Maia Gama, foi à Guiana Francesa para resolver problemas de fronteira. Lá conseguiu sementes de café que, na época, já tinham grande valor comercial. Seu cultivo espalhou-se da região Norte para outros estados e em meados do século XIX estabeleceu-se fortemente no Vale do Rio Paraíba, nos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, gerando um novo ciclo econômico no país. Tornou-se o principal produto das exportações nacionais. Foi também muito cultivado em Minas Gerais e no Espírito Santo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 1102px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3722" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3722/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="1092" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3722" target="_blank">Instituto de Expansão Comercial. Uma fazenda de café, 194?. São Paulo / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sua produção e comercialização fomentaram o desenvolvimento e a criação de cidades, a construção de ferrovias para seu escoamento e São Paulo tornou-se a metrópole do café enquanto o Porto de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10251" target="_blank">Santos</a> tornava-se seu principal ponto de saída. Após a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12179" target="_blank">abolição da escravatura, em 1888</a>, aconteceu uma grande onda de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13651" target="_blank">imigração, principalmente de italianos</a>, que vinham para o Brasil e se empregavam nos cafezais de São Paulo. A riqueza produzida nas lavouras de café gerou o crescimento do comércio, da oferta de serviços e da indústria nacional. O Brasil ainda é o maior exportador da bebida e o segundo maior país consumidor, atrás apenas dos Estados Unidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 1089px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4751" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4751/0071824cx013-03.JPG.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="1079" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4751" target="_blank">Marc Ferrez. Embarque de café para a Europa, c. 1895. Santos, São Paulo / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>&#8220;As plantações de café no Brasil, entre meados do Século XIX até o final do século XX, além das divisas econômicas, gerou também um rico patrimônio cultural, envolvendo as edificações, os costumes regionais e a paisagem marcante, especialmente nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Para resgatar, preservar e valorizar toda essa riqueza, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) criou o Grupo Interinstitucional sobre o Patrimônio Cultural do Café da região sudeste do Brasil que, entre outras iniciativas, deverá estreitar a parceria entre órgãos de proteção do patrimônio cultural, universidades, sociedade civil organizada e iniciativa privada, buscando desenvolver a melhor estratégia para a preservação e a valorização do patrimônio cultural referente ao café no Brasil&#8221;</em> (<a href="http://portal.iphan.gov.br/noticias/detalhes/1544/iphan-estuda-acoes-de-preservacao-e-valorizacao-do-patrimonio-cultural-do-cafe-na-regiao-sudeste" target="_blank">Iphan, 2011</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div dir="auto">&#8220;<em>Nas fazendas de café eram comuns as jornadas de trabalho de quinze a dezoito horas diárias, iniciadas, ainda de madrugada, ao som do sino que despertava os escravos para que eles se apresentassem ao feitor, para receber as tarefas. Se as atividades fossem próximas à sede da fazenda, iam a pé; se mais distantes, um carro de boi os transportava.</em></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"><em>No eito, distribuíam-se em grupos e trabalhavam horas sob as vistas do feitor e embalados pela música que cantavam. Num português misturado com suas línguas maternas, essas canções falavam do trabalho, de suas origens, dos patrões e de si mesmos, num ritmo monótono e constante, repetindo dezenas, centenas de vezes a mesma melodia. </em></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"><em>O almoço era servido lá pelas dez horas da manhã. O cardápio constava de feijão, angu de milho, abóbora, farinha de mandioca, eventualmente toucinho ou partes desprezadas do porco, rabo, orelha, pé etc. e frutas da estação como bananas, laranjas e goiabas. Embora houvesse interesse em se manter o negro saudável e apto para o trabalho, não havia a preocupação com sua longevidade. Em fazendas mais pobres, a comida com frequência se resumia ao feijão com gordura e um pouco de farinha de mandioca, o que acabava provocando seu definhamento precoce. Qualquer que fosse a comida, era preparada em enormes panelas e servida em cuias nas quais os escravos usavam as mãos ou, mais raramente, colheres de pau. A refeição deveria ser feita rapidamente, para não se perder tempo, e de cócoras; os negros tinham que engolir tudo porque logo em seguida a faina continuava. Por volta de uma hora da tarde, um café com rapadura era servido substituído nos dias frios por cachaça, e às quatro horas jantava-se. Aí, comia-se o mesmo que no almoço, descansava-se alguns minutos e retomava-se o batente até escurecer.</em></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"><em>Cumpria-se, então, o ritual da manhã, todos se apresentando ao administrador ou dono, conforme o caso da fazenda. Era quando, após uma breve oração, iniciava-se o serão que constava, geralmente, da produção ou beneciamento de bens deconsumo. Os escravos debulhavam e moíam o milho, preparavam a farinha de mandioca e o fubá, pilavam e torravam o café. Com frequência, cortavam lenha e selecionavam o café apanhado no período de colheita. Só lá pelas nove ou dez horas da noite é que o escravo podia se recolher. Isso para alguém que, no verão, levantava por volta das quatro horas da madrugada. Antes de se deitar, fazia uma refeição rápida e, extenuado, descansava até a jornada do dia seguinte&#8221;.</em></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto" style="text-align: right;">Jaime Pinsky, em <em>A Escravidão no Brasil</em></div>
<p><em> </em></p>
<p><em><strong><span style="color: #800000;">Fontes:</span></strong></em></p>
<p><a href="https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/17987068/a-importancia-do-cafe-nosso-de-todos-os-dias" target="_blank">Embrapa</a></p>
<p><a href="http://portal.iphan.gov.br/noticias/detalhes/1544/iphan-estuda-acoes-de-preservacao-e-valorizacao-do-patrimonio-cultural-do-cafe-na-regiao-sudeste" target="_blank">Iphan</a></p>
<p>PINSKY, Jaime. <em>A Escravidão no Brasil</em>. São Paulo : Contexto, 2000.</p>
<p><a href="http://www.agricultura.gov.br/assuntos/politica-agricola/cafe/cafeicultura-brasileira" target="_blank">Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento</a></p>
<p><a href="https://observatorio-eco.jusbrasil.com.br/noticias/2681871/iphan-quer-preservar-o-patrimonio-cultural-do-cafe" target="_blank">Observatório Eco -Direito Ambiental</a></p>
<p><a href="http://revistacafeicultura.com.br/?mat=10441" target="_blank">Revista Cafeicultura</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
</div>
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		<title>O comércio no século XIX e nas primeiras décadas do século XX</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2015 14:51:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[lojas]]></category>
		<category><![CDATA[século XIX]]></category>
		<category><![CDATA[século XX]]></category>

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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica convida seus leitores para um passeio pelo comércio, em algumas cidades brasileiras, na segunda metade do século XIX e nas primeiras décadas do século XX. São ruas e lojas em Belém, Manaus, Pirapora, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Embora todas estas cidades tenham sofrido mudanças radicais, ainda estão de pé alguns dos estabelecimentos aqui retratados. E quanto aos demais...recordar é viver! O mais antigo registro fotográfico da galeria data de 1870 e o mais recente, de 1929.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_2322" style="width: 362px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2919" target="_blank"><img class=" wp-image-2322" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/icon367566-300x230.jpg" alt="Ateliers D. A. Longuet Imp. Phot.. Rio de Janeiro: a Torre Eiffel: [interior da loja visto de cima], c. 1900. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN" width="352" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">Ateliers D. A. Longuet Imp. Phot.. Rio de Janeiro: a Torre Eiffel: [interior da loja visto de cima], c. 1900. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</p></div>A Brasiliana Fotográfica convida seus leitores para um passeio pelo comércio, em algumas cidades brasileiras, na segunda metade do século XIX e nas primeiras décadas do século XX. São ruas e lojas em Belém, Manaus, Pirapora, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Embora todas estas cidades tenham sofrido mudanças radicais, ainda estão de pé alguns dos estabelecimentos aqui retratados. E quanto aos demais&#8230; recordar é viver! O mais antigo registro fotográfico da galeria data de 1870 e o mais recente, de 1929.</p>
<p>Entre os fotógrafos, estão os renomados <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322">Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</a>, Georges Huebner, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-admin/%20http:/brasilianafotografica.bn.br/?p=%207260">Guilherme Gaensly (1843 &#8211; 1928) </a>,<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6305">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?page_id=863">Militão Augusto de Azevedo (1837 &#8211; 1905)</a>, Moritz Lamberg e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-admin/%20http:/brasilianafotografica.bn.br/?p=1379">Vicenzo Pastore (1865 &#8211; 1918)</a>. Mas há, também, imagens produzidas por fotógrafos que ainda não figuram nas páginas da história da fotografia no Brasil.</p>
<p>As fotografias paulistanas de Frédéric Manuel (1868-1961) foram realizadas em 1906 para Menotti Levi, editor do <em>Guia Levi</em>, “utilíssimo <em>vade-mécum</em> para viajantes”, publicado em São Paulo. Já a Pharmacia Castro, de Pirapora, em Minas Gerais, foi documentada, em 1927, por Reginald Gorham, representante da S. S. White no Brasil – empresa atuante na intermediação e promoção de vendas no campo odontológico – além de membro ativo do Rotary Club, entre outras atividades. Em suas viagens pelo Brasil, documentou muitas localidades do país e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/browse?value=Gorham%2C+Reginald&amp;type=author" target="_blank">todas estas imagens já integram o portal Brasiliana Fotográfica.</a></p>
<p>Há, ainda, algumas fotografias cujos autores não foram identificados. As colaborações são bem-vindas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/63" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de estabelecimentos comerciais disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
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