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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Biblioteca Nacional</title>
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		<title>É lançada a pedra fundamental do prédio da Biblioteca Nacional, na então Avenida Central, em 15 de agosto de 1905</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 16:48:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
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		<category><![CDATA[Antônio Luiz Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca Nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Há exatos 120 anos era realizada "com grande brilhantismo" a cerimônia de lançamento da pedra fundamental da sede definitiva da Biblioteca Nacional, na então Avenida Central, futura Avenida Rio Branco. Estavam presentes no evento, que foi registrado pelo fotógrafo Antonio Luiz Ferreira, o presidente da República, Rodrigues Alves; o ministro do Interior, José Joaquim Seabra;  o ministro dos Transportes, Lauro Muller e Manuel Cícero Peregrino da Silva, diretor da Biblioteca Nacional entre 1900 e 1924; dentre outras autoridades. O novo prédio, projetado por Francisco Marcelino de Souza Aguiar, foi inaugurado em 29 de outubro de 1910. Fundada em 1810, a Biblioteca Nacional é a mais antiga instituição cultural do Brasil e uma das fundadoras da Brasiliana Fotográfica.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Há exatos 120 anos era realizada <em>com grande brilhantismo</em> a cerimônia de lançamento da pedra fundamental da sede definitiva da Biblioteca Nacional, na então <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">Avenida Central, futura Avenida Rio Branco</a> (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/103730_04/10328" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 16 de agosto de 1905, quinta coluna</a>). Estavam presentes no evento, que foi registrado pelo fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22999" target="_blank">Antonio Luiz Ferreira (18? &#8211; 19?</a>), o presidente da República, Rodrigues Alves (1848 &#8211; 1919); o ministro do Interior, José Joaquim Seabra (1855 &#8211; 1942);  o ministro dos Transportes, Lauro Muller (1863 &#8211; 1926); e Manuel Cícero Peregrino da Silva (1866 &#8211; 1956), diretor da Biblioteca Nacional entre 1900 e 1924; dentre outras autoridades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_39623" style="width: 730px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/13400" target="_blank"><img class="size-full wp-image-39623" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/pedrafundamenta.jpg" alt="Antonio Luiz Ferreira, Lançamento da pedra fundamental do novo edifício da Bibliotheca Nacional na Avenida Central em 15 de agosto de 1905, sendo Presidente da República o Dr. Rodrigues Alves, Ministro do Interior Dr. J. J. Seabra e Diretor da Bibliotheca o Dr. Manuel C. Peregrino da Silva, 15 de agosto de 1905. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN" width="720" height="532" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/13400" target="_blank">Antonio Luiz Ferreira. Lançamento da pedra fundamental do novo edifício da Bibliotheca Nacional na Avenida Central em 15 de agosto de 1905, sendo Presidente da República o Dr. Rodrigues Alves, Ministro do Interior Dr. J. J. Seabra e Diretor da Bibliotheca o Dr. Manuel C. Peregrino da Silva, 15 de agosto de 1905. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_41021" style="width: 307px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/103730_04/10328" target="_blank"><img class="size-full wp-image-41021" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/biblioteca.jpg" alt="Gazeta de Notícias, 16 de agosto de 1905" width="297" height="547" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/103730_04/10328" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 16 de agosto de 1905</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na ocasião, Peregrino da Silva distribuiu algumas medalhas gravadas pelo artista italiano naturalizado brasileiro Antonio Augusto Girardet (1855 &#8211; 1955), <em>o historiador do bronze</em>, com o emblema da Biblioteca Nacional com os dizeres <em>Bibliotheca Nacional do Rio de Janeiro</em>. No verso, lia-se <em>Lançamento da pedra fundamental do novo edifício, 1905</em>. O presidente da República e o ministro do Interior receberam medalhas de ouro. Aos outros ministros, senadores e deputados presentes foram distribuídas medalhas de prata.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_39677" style="width: 619px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/107468/21867" target="_blank"><img class="size-full wp-image-39677" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/girardet.jpg" alt="Girardet, / Illustração Brasileira, 1947" width="609" height="434" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/107468/21867" target="_blank">Girardet, <em>o historiador do bronze</em> /<em> Illustração Brasileira</em>, janeiro de 1947</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O novo prédio, projetado por Francisco Marcelino de Souza Aguiar (1855 &#8211; 1935), que também participou do lançamento da pedra fundamental, foi inaugurado em 29 de outubro de 1910, 100 anos após a fundação da instituição. Souza Aguiar já havia projetado o <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6248" target="_blank">Palácio Monroe</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_39678" style="width: 245px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.multirio.rj.gov.br/index.php/reportagens/1009-a-saga-do-palacio-monroe" target="_blank"><img class="wp-image-39678 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/souza.jpg" alt="souza" width="235" height="352" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.multirio.rj.gov.br/index.php/reportagens/1009-a-saga-do-palacio-monroe" target="_blank">Francisco Marcelino de Souza Aguiar (1855 &#8211; 1935)</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com cinco andares e 13 mil m² de área interna, o prédio da Biblioteca Nacional mistura elementos do neoclassicismo e da<em> art nouveau</em>. A construção de sua sede definitiva integrou as reformas urbanas empreendidas pelo prefeito Pereira Passos (1836 &#8211; 1913), que visavam a tornar o Rio de Janeiro uma cidade moderna e cosmopolita. Fundada em 29 de outubro de 1810 e aberta ao  público em 1814, a Biblioteca Nacional é a mais antiga instituição cultural do Brasil, considerada pela UNESCO uma das dez maiores bibliotecas nacionais do mundo e também a maior biblioteca da América Latina. É uma das instituições fundadoras da Brasiliana Fotográfica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3316" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3316/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="458" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3316" target="_blank">Marc Ferrez; Francisco Marcellino de Souza Aguiar. Bibliotheca Nacional : predio nos. 213 a 231, 1910? / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Antonio Luiz Ferreira, autor da foto do lançamento da pedra fundamental do prédio da Biblioteca Nacional, em 1905, foi também o autor da imagem da assinatura da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888, e da Missa campal de 17 de maio de 1888.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6963" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6963/007A5P3F03-009.JPG.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="552" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6963" target="_blank">Antonio Luiz Ferreira. Assinatura da Lei Áurea, no Paço Imperial, 13 de maio de 1888. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 730px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/1795" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/1795/P005DJ0749_NOVO.jpg.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="720" height="402" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/1795" target="_blank">Antonio Luiz Ferreira. Missa campal celebrada em ação de graças pela Abolição da escravatura no Brasil, 17 de maio de 1888. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi, em 1902, contratado para documentar o edifício sede da Biblioteca Nacional, na rua do Passeio, onde a instituição permaneceu até 1910. Foram publicados dois álbuns com essas fotos: um, com as cópias em papel albuminado e outro, com as cópias produzidas em platina, que apresentam melhores atributos de estabilidade e permanência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 716px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3287" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3287/icon326080.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="706" height="560" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3287" target="_blank">Antonio Luiz Ferreira. Álbum de Vistas da Bibliotheca Nacional, 1902. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p><a href="https://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>MARÇAL, Joaquim Ferreira de Andrade. <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3688" target="_blank"><em>Complemento indispensável&#8230;</em></a> in Brasiliana Fotográfica, 29 de outubro de 2015.</p>
<p><a href="https://www.gov.br/bn/pt-br/central-de-conteudos/noticias/fundacao-biblioteca-nacional-o-passado-e-o-futuro" target="_blank">Portal da Fundação Biblioteca Nacional</a></p>
<p>SCHWARCZ, Lilia; COSTA; Angela Marques da; AZEVEDO, Paulo Cesar de. <em>A longa viagem da biblioteca dos reis</em>. São Paulo : Companhia das Letras, 2002.</p>
<p><a href="http://www.monumentosdorio.com.br/antigo/br/esculturas/013/praca/026.htm" target="_blank">Site Monumentos do Rio</a></p>
<p>WANDERLEY, Andrea C. T.<em> <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=16763" rel="bookmark">Antonio Luiz Ferreira (18? – 19?), fotógrafo das celebrações pela abolição da escravatura em 1888</a> </em>in Brasiliana Fotográfica, 17 de fevereiro de 2021.</p>
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		<title>Dia do Bibliotecário</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Mar 2024 13:34:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[biblioteconomia]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Bibliotecário]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Manuel Bastos Tigre]]></category>
		<category><![CDATA[perfil]]></category>

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		<description><![CDATA[Destacando quatro fotos dos prédios na Rua do Passeio e na Avenida Rio Branco da Fundação Biblioteca Nacional, uma das instituições fundadoras da Brasiliana Fotográfica, o portal celebra o Dia do Bibliotecário, instituído, em 1980, em homenagem à data de nascimento do bibliotecário, engenheiro, jornalista, poeta, publicitário e teatrólogo pernambucano Manuel Bastos Tigre (1882 - 1957), 12 de março. Foi justamente na Biblioteca Nacional que foi instituído, em 11 de julho de 1911, por iniciativa de seu então diretor, o também pernambucano Manuel Cícero Peregrino da Silva (1866 - 1956), o primeiro curso de Biblioteconomia da América Latina e o terceiro no mundo. As imagens das sedes da Biblioteca Nacional, na Rua do Passeio e na Avenida Rio Branco, foram produzidas por fotógrafos ainda não identificados, por Antonio Luiz Ferreira e por Marc Ferrez.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com quatro imagens do acervo fotográfico da Fundação Biblioteca Nacional, uma das instituições fundadoras da Brasiliana Fotográfica, o portal celebra o Dia do Bibliotecário. Dois registros são do prédio na Rua do Passeio que sediou a Biblioteca Nacional, entre 1858 e 1910, e foram produzidos por um fotógrafo ainda não identificado e por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16763" target="_blank">Antonio Luiz Ferreira (18? &#8211; 19?)</a>. A foto de autoria de Ferreira faz parte do <em>Album de vistas da Bibliotheca Nacional, </em>de 1902.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3286" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3286/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="496" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3286" target="_blank">[Antigo prédio da Biblioteca Nacional à Rua do Passeio], 1916. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
<div style="width: 641px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3288" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3288/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="631" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3288" target="_blank">Antonio Luiz Ferreira. Fachada, 1902. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>As imagens do prédio atual da Biblioteca Nacional, na <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">Avenida Rio Branco</a>, foram produzidas por um fotógrafo ainda não identificado e por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34134" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a>. A de autoria de Ferrez é uma estereografia colorida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3581" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3581/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="540" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3581" target="_blank">[Biblioteca Nacional : fachada], 1910?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9718" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9718/007CX022-02.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="331" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9718" target="_blank">Marc Ferrez. Biblioteca Nacional, c. 1912. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/384" target="_blank">Acessando o link para as fotografias da Biblioteca Nacional selecionadas e disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá visualizar e magnificar as imagens.</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Manuel Bastos Tigre e a origem do Dia do Bibliotecário</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="file:///C:/Users/a466734/Desktop/BRASILIANA%20FOTOGRÁFICA/PESQUISAS%20PARA%20POSTS/bastos1.jpg" alt="" /><em><span style="color: #800000;">“Como bibliotecário, Bastos Tigre se preocupou não só em fomentar positivamente a profissão, </span></em><em><span style="color: #800000;">como contribuiu intelectualmente para área com sua principal preocupação: a organização do conhecimento”.</span></em></p>
<p style="text-align: right;">Débora Melo in <em>A importância do discurso da ética na biblioteconomia: </em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Bastos Tigre, um exemplo de ética profissional, 2012</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi em homenagem à data de nascimento do bibliotecário, engenheiro, jornalista, poeta, publicitário e teatrólogo pernambucano Manuel Bastos Tigre (1882 &#8211; 1957), 12 de março, que foi instituído, pelo <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Atos/decretos/1980/D84631.html" target="_blank">Decreto nº 84.631</a>, de 9 de abril de 1980 com efeitos em todo o território nacional, o Dia do Bibliotecário. Bastos Tigre era filho do negociante Delfino Tigre (18? &#8211; 1932) e de Maria Leontina Bastos Tigre (18? &#8211; 1926); e irmão de Hermínia Bastos Tigre, que foi casada com o fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20730" target="_blank">Louis Piereck (1880 &#8211; 1931).</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>“Bastos Tigre foi um espírito alegre, que soube representar a pleno a alma do brasileiro cosmopolita do seu tempo, introduzido que fora, bem moço ainda, no mais significativo da boemia do seu tempo (…) folião poeta (…) sempre jovial, o Bastos Tigre, poeta satírico, irrefreável”.</em></span></p>
<p style="text-align: right;">Otacílio Colares in <em>Bastos Tigre: bibliotecário e poeta da Belle Époque, </em>1982</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Boêmio e dono de um humor fino, Bastos Tigre veio para o Rio de Janeiro com cerca de 17 anos e tornou-se uma figura conhecida da <em>Belle Époque</em> carioca. Em 1915, passou em primeiro lugar no primeiro concurso público para o cargo de bibliotecário &#8211; do Museu Nacional -, apresentando a tese <em>Sobre a aplicação do Sistema de Classificação Decimal, na organização lógica dos conhecimentos, em trabalhos de bibliografia e Biblioteconomia.</em> Ele havia conhecido esta técnica a partir de um contato com o bibliotecário Melvim Dewey, criador do sistema, que conheceu quando esteve nos Estados Unidos, entre 1906 e 1909, estudando Engenharia, na <em>Bliss School</em>, em Washington. Sua tese foi um marco importante na biblioteconomia brasileira, tendo sido a primeira sobre o assunto elaborada no país.</p>
<p>Foi bibliotecário por 40 anos, tendo trabalhado no Museu Nacional, na Biblioteca Nacional, na Biblioteca da Associação Brasileira de Imprensa e na Biblioteca Central da Universidade do Brasil, aonde foi homenageado após sua morte com uma placa (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093718_03/70180" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 12 de março de 1958, penúltima coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>“É o livro amigo mudo que, calado, nos diz tudo.”</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_35803" style="width: 229px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://biblioo.info/manoel-bastos-tigre-ponto-e-contraponto/" target="_blank"><img class="wp-image-35803 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2024/03/bastos4.jpg" alt="bastos4" width="219" height="374" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://biblioo.info/manoel-bastos-tigre-ponto-e-contraponto/" target="_blank">Manoel Bastos Tigre fotografado por seu cunhado, o fotógrafo Louis Piereck, em 1915, Recife, PE. Retrato reproduzido do livro de memórias <em>Reminiscências</em> (Brasília: Thesaurus, 1992), do acervo da Biblioteca Nacional.</a></p></div>
<p style="text-align: center;"><a href="https://biblioo.info/manoel-bastos-tigre-ponto-e-contraponto/" target="_blank"> </a><em> </em></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>“A leitura de um bom livro afasta o tédio e estimula o pensamento.” </em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bastos Tigre foi o responsável pelo <em>slogan</em> da Bayer que se tornou famoso em todo o mundo: &#8220;<em>Se é Bayer é bom</em>&#8220;. É também o autor da letra da música <em>Chopp em Garrafa</em>, com música de Ary Barroso (1903 &#8211; 1964), que foi interpretada por Orlando Silva (1915 &#8211; 1978). Foi inspirada no produto que a Brahma passou a engarrafar. Sucesso do carnaval de 1934, é considerado o <a href="https://www.propagandashistoricas.com.br/2015/06/primeiro-jingle-do-brasil.html" target="_blank">primeiro<em> jingle</em> publicitário do Brasil</a>. Foi também o autor do livro <em>Meu Bebê: livro das mamães</em> para anotações sobre o bebê desde seu nascimento. Escreveu 17 livros, o primeiro, <i>Saguão da Posteridade, </i>editado pela Tipografia Altina, em 1902; além de 12 peças de teatro &#8211; a primeira, a revista musical <em>Maxixe</em>, estreou em 30 de março de 1906, no Teatro Carlos Gomes (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_04/11775" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 30 de março de 1906, última coluna</a>). Em 1917, fundou a Sociedade Brasileira de Autores Teatrais, a SBAT.</p>
<p>Cronista e articulista, trabalhou em inúmeros jornais como <em>Correio da Manhã, </em>onde por anos assinou a seção humorística &#8220;Pingos &amp; Respingos&#8221; com o pseudônimo Cyrano &amp; Cia, onde com humor comentava a vida cotidiana carioca, alcançando grande popularidade. Colaborou também com <em>A Época</em>, <em>A Gazeta, </em><em>A Notícia</em>, <em>Gazeta de Notícias</em>, <em>Lanterna, O Filhote da Gazeta, </em><em>O Globo</em>, <em>O Jornal, </em> <em>O Malho </em>e<em> Rua. </em>Em 1917, fundou a revista humorística <em>Dom Quixote</em>. Ele usava o pseudônimo “<em>D. Xicote</em>”. A revista circulou até 1927.</p>
<p>Faleceu em agosto de 1957, em sua casa, à rua Senador Vergueiro, 192, apartamento 12.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_35438" style="width: 252px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/109328" target="_blank"><img class="size-full wp-image-35438" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/bastos.jpg" alt="O Cruzeiro, 28 de dezembro de 1957" width="242" height="406" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/109328" target="_blank">Bastos Tigre, em 1892 /<em> O Cruzeiro</em>, 28 de dezembro de 1957</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>O primeiro curso de Biblioteconomia da América Latina, na Biblioteca Nacional</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 606px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://blogdabn.wordpress.com/2012/03/12/dia-do-bibliotecario/#more-1051"><img src="https://blogdabn.files.wordpress.com/2012/03/curso-biblio.jpg" alt="" width="596" height="428" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://blogdabn.wordpress.com/2012/03/12/dia-do-bibliotecario/#more-1051" target="_blank">Inauguração do Curso de Biblioteconomia na Biblioteca Nacional: João Gomes do Rego, sub-bibliotecário diretor da seção de numismática; Constâncio Alves, bibliotecário diretor da 1ª seção; Rui Barbosa, então conselheiro; Manoel Cícero Peregrino da Silva, diretor da BN; Ancelmo Lopes de Souza, bibliotecário diretor da 3ª seção; e Alfredo Mariano de Oliveira, secretário da Biblioteca Nacional, 10 de abril de 1915 / Blog da BN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi instituído, em 11 de julho de 1911, por iniciativa de seu então diretor, o pernambucano Manuel Cícero Peregrino da Silva (18 &#8211; 1956), nos moldes da École de Chartres, o primeiro curso de Biblioteconomia da América Latina e o terceiro no mundo &#8211; os dois primeiros foram os da Universidade de Göttingen, na Alemanha, criado em 1886; e o do Columbia College, nos Estados Unidos, criado por iniciativa do bibliotecário norte-americano Melvin Dewey  (1851 &#8211; 1931), em 1887 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/402630/21210" target="_blank"><em>Anais da Biblioteca Nacional</em>, 1916)</a>. Já existia desde 1821, a École des Chartes, na França, criada com a <em>missão de formar futuros curadores patrimoniais, especialmente para bibliotecas, sem, entretanto, se constituir em curso de Biblioteconomia</em> (<a href="https://periodicos.furg.br/biblos/article/view/12105" target="_blank"><em>Origens do ensino de biblioteconomia no Brasil, 2021)</em></a>.</p>
<p>O objetivo de Peregrino da Silva foi dar uma formação ao quadro de funcionários da instituição, que dirigiu entre 1900 e 1924. As matérias do curso eram Bibliografia, que abrangia História do Livro, Administração de Bibliotecas e Catalogação; Iconografia e Numismática; e Paleografia e Diplomática. O ensino era teórico e prático e este último era realizado na própria Biblioteca Nacional, usando seus serviços, considerados padrão.</p>
<p>A primeira turma foi formada em 1915 e o curso regular começou em 12 de abril com 27 alunos, sendo 12 funcionários da casa. Dois dias antes, em 10 de abril foi proferida a aula inaugural com a conferência <em>A função do bibliotecário</em>, realizada por Constâncio Antonio Alves (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_02/22929" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 10 de abril de 1915, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/402630/21210" target="_blank"><em>Anais da Biblioteca Nacional</em>, 1916</a>). Ao longo dos anos, foram professores do curso Afrânio Coutinho (1911 &#8211; 2000), Cecília Meireles (1901 &#8211; 1964) e Sérgio Buarque de Hollanda (1902 &#8211; 1982), dentre vários outros. O curso, uma referência na formação em biblioteconomia, funcionou na Biblioteca Nacional até 1969, quando foi transferido para a Unirio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes</strong></span>:</p>
<p>ANDRADE, Joaquim Marçal Ferreira de. <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3688" target="_blank"><em>Complemento indispensável&#8230;</em></a>in Brasiliana Fotográfica, 29 de outubro de 2015.</p>
<p>BALABAN, Marcelo. <em>Estilo Moderno: Humor, Literatura e Publicidade em Bastos Tigre. </em>São Paulo : Editora da Unicamp, 2017.</p>
<p><a href="https://bndigital.bn.gov.br/projetos/200anos/manuelCicero.html" target="_blank">BNDigital</a></p>
<p>FERNANDES, Daniel. <a href="https://bndigital.bn.gov.br/artigos/biblioteconomia-manuel-bastos-tigre-um-bibliotecario-cheio-de-humor/" target="_blank"><em>BIBLIOTECONOMIA | MANUEL BASTOS TIGRE, UM BIBLIOTECÁRIO CHEIO DE HUMOR</em></a>. BNDigital, 31 de março de 2022</p>
<p><a href="https://memoria.bn.br/hdb/periodico.aspx" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>Hubner, M. L. F., Silva, J. F. M., &amp; Atti, A. (2021). <a href="https://periodicos.furg.br/biblos/article/view/12105" target="_blank"><em>Origens do ensino de biblioteconomia no Brasil.</em></a> <i>BIBLOS</i>, <i>35</i>(1). https://doi.org/10.14295/biblos.v35i1.12105</p>
<p>TIGRE, Sylvia Bastos (Org.). <em>Bastos Tigre: notas biográficas.</em> Brasília, 1982</p>
<p><a href="https://biblioo.info/relembrando-a-vida-e-a-obra-de-manuel-bastos-tigre-2/" target="_blank">Site Biblioo</a></p>
<p>WANDERLEY, Andrea C. T. <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20730" target="_blank"><em>O &#8220;artista fotógrafo&#8221;Louis Piereck (1880 &#8211; 1931)</em></a> in Brasiliana Fotográfica, 15 de dezembro de 2020.</p>
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		<title>Os cinco anos da Brasiliana Fotográfica</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2020 22:34:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica completa cinco anos de existência com 38.437.165 acessos!  O portal promove nesse contexto atual da pandemia do coronavírus um debate relacionando urbanismo, saúde pública e a história da cidade do Rio de Janeiro e das grandes metrópoles brasileiras, temas frequentes de nossas publicações. Com a participação do historiador Jaime Benchimol, da pneumologista Margareth Dalcolmo e do arquiteto e urbanista Guilherme Wisnik será realizado no dia 17 de abril de 2020, às 17h30m, um encontro virtual que será disponibilizado on-line ao vivo para o público, gratuitamente, no canal de facebook do Instituto Moreira Salles. A mediação será feita por Sérgio Burgi (IMS) e Joaquim Marçal (BN), curadores do portal, e pela historiadora Aline Lopes de Lacerda, da Fiocruz. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Brasiliana Fotográfica, fundada pela Biblioteca Nacional e pelo Instituto Moreira Salles, em 17 de abril de 2015, completa cinco anos de existência buscando contribuir para uma escrita da história do Brasil onde as fotografias deixam de ser mera ilustração. A data seria comemorada com a realização do <em>Seminário Brasiliana Fotográfica 5 anos &#8211; A imagem e a escrita da história, </em>no auditório da Biblioteca Nacional que, devido à situação pela qual atravessa o Brasil e o mundo, foi adiado.</p>
<p>Decidimos então promover no contexto atual da pandemia de coronavírus um debate relacionando urbanismo, saúde pública e a história da cidade do Rio de Janeiro e das grandes metrópoles brasileiras, temas frequentes dos artigos semanais publicados no portal, dando visibilidade aos arquivos de imagem das instituições parceiras, ora disponibilizados na<strong> </strong>Brasiliana Fotográfica e também às pesquisas existentes sobre estes temas &#8211; elementos de reflexão sobre o momento presente. O encontro virtual será disponibilizado on-line ao vivo para o público, gratuitamente,<strong><span style="color: #696969;"> </span></strong><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;">no canal de facebook do Instituto Moreira Salles</span> <span style="color: #333333;">-</span> </span> <a href="https://www.facebook.com/pg/institutomoreirasalles" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.facebook.com/pg/institutomoreirasalles&amp;source=gmail&amp;ust=1586978883745000&amp;usg=AFQjCNHH4jhUPwFEfqJujollcgRqp6e3sA">https://www.facebook.<wbr />com/pg/institutomoreirasalles</a>, no dia 17 de abril de 2020, às 17h30m.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5746" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5746/BR-RJ-COC-02-10-20-40-001-008.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="" width="701" height="480" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5746" target="_blank"> Quartos em tela metálica para isolamento de doentes atacados de Febre Amarela, 1905. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Fiocruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Convidamos para este encontro e debate o historiador Jaime Benchimol, a pneumologista Margareth Dalcolmo &#8211; ambos pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz, instituição integrante do portal Brasiliana Fotográfica &#8211; e o arquiteto e urbanista Guilherme Wisnik, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. O debate será mediado pelos dois curadores da Brasiliana Fotográfica &#8211; Sérgio Burgi, Coordenador de Fotografia do Instituto Moreira Salles, e Joaquim Marçal, Coordenador da BN Digital -, e pela historiadora Aline Lopes de Lacerda, pesquisadora do Departamento de Arquivo da Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/logo.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-19025" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/logo.jpg" alt="logo" width="276" height="62" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Queremos também celebrar o aniversário do portal agracedendo a você, nosso leitor, que percorre nosso acervo fotográfico que, até o momento, possui <strong><span style="color: #800000;">6.709 </span></strong><span style="color: #333333;">imagens de 11 instituições, e também lê </span>nossas publicações semanais: já são <span style="color: #800000;"><strong>249</strong><span style="color: #333333;">!</span></span><span style="color: #333333;"> Ao longo desses cinco anos </span>já tivemos <span style="color: #800000;"><strong>38.437.165 </strong></span>acessos!</p>
<p>Com uma rigorosa seleção e indexação das imagens que integram nosso acervo fotográfico, com o uso de uma linguagem simples e com a realização de uma pesquisa minuciosa, um dos objetivos da Brasiliana Fotográfica é atrair o interesse do maior número de leitores possível, de todas as faixas etárias e níveis de formação acadêmica, para assuntos relativos à história da fotografia, do Brasil e do mundo. Os artigos, semanais, são escritos por profissionais ligados às instituições integrantes do portal,  por curadores convidados como <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12654" target="_blank">Cassio Loredano</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11605" target="_blank">Elvia Bezerra</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8890" target="_blank">Eucanaã Ferraz</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13027" target="_blank">Lilia Moritz Schwarcz</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14719" target="_blank">Maria Isabela Mendonça dos Santos</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13350" target="_blank">Millard Schisler</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9008" target="_blank">Pedro Karp Vasquez</a> e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5008" target="_blank">Rubens Ribeiro Gonçalves da Silva</a> e também pelos curadores do portal Sérgio Burgi (IMS) e Joaquim Marçal (FBN).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=&amp;submit=Ir" target="_blank"><strong>Acessando o link para as <span style="color: #800000;">6.709 </span>fotografias publicadas ao longo desses cinco anos na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A escolha dos temas é variado: pode ser baseada tanto em uma efeméride como em uma reflexão mais teórica, na beleza ou na importância histórica de uma imagem ou de um grupo delas ou pode, também, se relacionar com algum fato da atualidade como foi, por exemplo, a publicação do artigo <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18866" target="_blank">E o ex e futuro presidente do Brasil morreu de gripe…a Gripe Espanhola de 1918</a>, </em>em 20 de março de 2020, quando o mundo e o Brasil enfrentavam (ainda enfrentam) a pandemia do coronavírus. O presidente em questão foi Rodrigues Alves (1848 &#8211; 1919), uma das milhões de vítimas da gripe espanhola.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 744px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2744" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/detalhe-da-foto.jpg" alt="detalhe da foto" width="734" height="332" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2744" target="_blank">Augusto Malta. Doutor Rodrigues Alves no Campo de Santana, 1908. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS &#8211; Detalhe da foto</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A elaboração de perfis de fotógrafos acompanhados por galerias de suas fotografias disponíveis no acervo do portal e por cronologias é uma das marcas da Brasiliana Fotográfica. E uma das estrelas das pesquisas realizadas para esses artigos é, além da bibliografia disponível sobre os temas, a <a href="http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a>, com os<em> </em><em>links</em> para as notícias da época em que os fatos ocorreram. De abril de 2015 a março de 2020, foram publicados 44 perfis, o primeiro, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=705" target="_blank"><em>Militão Augusto de Azevedo (1837 – 1905) e sua obra-prima, o “Álbum comparativo da cidade de São Paulo 1862-1887″</em></a>, em 24 de maio de 2015; e o último, <em><a title="As Camélias Japonesas no carnaval de Alagoas pelas lentes do fotógrafo amador Luiz Lavenère Wanderley (1868 - 1966)" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17653">As Camélias Japonesas no carnaval de Alagoas pelas lentes do fotógrafo amador Luiz Lavenère Wanderley (1868 &#8211; 1966)</a></em>, em 21 de fevereiro de 2020.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 762px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/1892" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/1892/001AMI010.JPG.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="752" height="526" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/1892" target="_blank">Militão Augusto de Azevedo. Álbum comparativo da cidade de São Paulo 1862-1887, 1887 / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;"><em>Lista de todos os perfis de fotógrafos publicados na Brasiliana Fotográfica de abril de 2015 a março de 2020</em></span></strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>2015</em></strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><em> </em></span><em>1 &#8211; <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=705">Militão Augusto de Azevedo (1837 – 1905) e sua obra-prima, o &#8220;Álbum comparativo da cidade de São Paulo 1862-1887&#8243;</a></em></p>
<p><em>2 &#8211; <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1138">O alemão Alberto Henschel (1827 &#8211; 1882), o empresário da fotografia</a></em></p>
<p>3 <em>– <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322">O alagoano Augusto Malta, fotógrafo oficial do Rio de Janeiro entre 1903 e 1936</a></em></p>
<p>4<em> &#8211; <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1379">Vincenzo Pastore (Casamassima, Itália 5 de agosto de 1865 &#8211; São Paulo, Brasil 15 de janeiro de 1918)</a></em></p>
<p>5 <em>- <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2415">Alagoas, Bahia, Minas Gerais e Sergipe por Augusto Riedel (1836 -?)</a></em></p>
<p>6 &#8211; <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3002">Guerra de Canudos pelo fotógrafo Flavio de Barros</a></em></p>
<p>7 &#8211; <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2492">O editor e fotógrafo suíço Georges Leuzinger (1813 &#8211; 1892)</a></em></p>
<p>8 &#8211; <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2945">Imagens do Espírito Santo por Albert Richard Dietze (Alemanha, 1838 &#8211; Brasil, 1906)</a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>2016</em></strong></span></p>
<p>9 &#8211; <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3885">O fotógrafo francês Jean Victor Frond (1821 &#8211; 1881) e o &#8220;Brasil Pitoresco&#8221;</a></em></p>
<p><em>10 &#8211; </em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4274" target="_blank"><em>O suicídio do fotógrafo Felipe Augusto Fidanza (c. 1847 &#8211; 1903)</em></a></p>
<p>11 &#8211; <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4924">Ipanema, que completa 122 anos, pelas lentes de José Baptista Barreira Vianna (1860 &#8211; 1925)</a></em></p>
<p>12 <em>- <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5045">Notícia da viagem do fotógrafo Albert Frisch (31/05/1840 &#8211; 30/05/1918) à Amazônia</a></em></p>
<p>13 -<em> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5398">O fotógrafo Juan Gutierrez de Padilla (c.1860 &#8211; 28/6/1897)</a></em></p>
<p>14 &#8211; <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5382">O fotógrafo paisagista Camillo Vedani (18?, Itália &#8211; c. 1888, Brasil)</a></em></p>
<p>15 -<em> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545">O fotógrafo amador Guilherme Santos (1871 &#8211; 1966)</a></em></p>
<p>16 &#8211; <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5809">Revert Henrique Klumb, o fotógrafo da família real do Brasil</a></em></p>
<p>17 &#8211; <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6048">O retratista português Joaquim Insley Pacheco (1830 &#8211; 14 de outubro de 1912)</a></em></p>
<p>18 &#8211; <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6150" target="_blank"><em>O fotógrafo Augusto Stahl (Itália 23/05/1828 &#8211; França, 30/10/1877)</em></a></p>
<p>19 &#8211; <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570">O brilhante cronista visual Marc Ferrez (RJ, 07/12/1843 &#8211; RJ, 12/01/1923)</a></em></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>2017</em></strong></span></p>
<p>20- <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7260">São Paulo sob as lentes do fotógrafo Guilherme Gaensly (1843 &#8211; 1928)</a></em></p>
<p><em>21 &#8211; </em><em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7661">Os trinta Valérios, uma fotografia bem-humorada de Valério Vieira (1862 &#8211; 1941)</a> </em></p>
<p><em>22-</em><em> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8567">Os índios sob as lentes de Walter Garbe, em 1909</a> </em></p>
<p><em>23 -</em><em> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8290">Abram-Louis Buvelot (Suíça, 03/03/1814 &#8211; Austrália, 30/05/1888)</a> </em></p>
<p><em>24 &#8211; </em><em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8946">Um fotógrafo inglês na Bahia: Benjamin Robert Mulock (18/06/1829 &#8211; 17/06/1863)</a> </em></p>
<p><em>25 -</em><em> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9008">&#8220;Sete de Setembro: uma ponte entre dois maurícios&#8221;, por Pedro Vasquez</a></em></p>
<p><em>26 &#8211; </em><em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9527">Lampião e outros cangaceiros sob as lentes de Benjamin Abrahão</a> </em></p>
<p><em>27 &#8211; </em><em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8890">O cronista visual de Diamantina: Chichico Alkmim, fotógrafo (1886 &#8211; 1978)</a></em></p>
<p><em>28 -</em> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9866">O fotógrafo austríaco Otto Rudolf Quaas e o construtor Ramos de Azevedo</a></p>
<p>29 &#8211; <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9800"> O fotógrafo português Francisco du Bocage (14/04/1860 &#8211; 22/10/1919)</a></em></p>
<p><em>30- </em><em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10616">O fotógrafo Joaquim Pinto da Silva, o J. Pinto (1884-1951) e a Fundação Oswaldo Cruz</a></em></p>
<p><em>31 &#8211; </em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9996" target="_blank"><em>O fotógrafo português José Ferreira Guimarães (1841 &#8211; 30/01/1924)</em></a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em> </em><strong><em>2018</em></strong></span></p>
<p><em> </em><em>32 – <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10460">A construção Madeira-Mamoré, a ferrovia da Morte”, pelas lentes de Dana B. Merrill (c. 1887 – 19?)</a></em></p>
<p><em>33- <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10959">O fotógrafo, botânico e naturalista alemão George Huebner (1862 &#8211; 1935)</a></em></p>
<p><em>34 -</em> <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10341">O francês Hercule Florence (1804 &#8211; 1877), inventor de um dos primeiros métodos de fotografia do mundo</a></em></p>
<p><em>35 -</em> <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12264">Lunara (1864 &#8211; 1937), um fotógrafo amador e fotoclubista de Porto Alegre</a></em></p>
<p><em>36 -</em><em> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11149">O fotógrafo açoriano Christiano Junior (1832 &#8211; 1902) e sua importante atuação no Brasil e na Argentina</a></em></p>
<p><em>37 -</em><em> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12930">A prisão do fotógrafo e aviador britânico S.H. Holland (1883 &#8211; 1936) no Rio de Janeiro, em 1930</a></em></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>2019</em></strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><em>38 -</em><em> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13091">Carlos Bippus e as paisagens cariocas</a></em></p>
<p style="text-align: left;"><em>39 -</em><em> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14299">Nudez na Galeria Ducasble causa polêmica no Recife do século XIX</a></em></p>
<p style="text-align: left;"><em>40 -</em><em> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14863">João Ferreira Villela, um dos primeiros fotógrafos pernambucanos</a></em></p>
<p style="text-align: left;"><em>41 -</em><em> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16234">Imagens de Blumenau: por Bernardo Scheidemantel e em álbum do início do século XX</a></em></p>
<p style="text-align: left;"><em>42 -</em><em> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16283">A Colônia Dona Francisca, Joinville, por Louis Niemeyer</a></em></p>
<p style="text-align: left;"><em>43 &#8211; <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16103">Jorge Kfuri (1893 – 1965), autor das primeiras fotografias aéreas do Rio de Janeiro</a></em></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>2020</em></strong></span></p>
<p><em>44 </em>- <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17653">As Camélias Japonesas no carnaval de Alagoas pelas lentes do fotógrafo amador Luiz Lavenère Wanderley (1868 &#8211; 1966)</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 762px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5044" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5044/BR_RJANRIO_ON_0_FOT_0059_005_TTO.jpg.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="752" height="537" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5044" target="_blank">L. Lavenère. Lembrança de Maceió /[Um clube carnavalesco], 1906. Maceió, Alagoas /Acervo Arquivo Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dentre esses perfis está o do fotógrafo Marc Ferrez, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank"><em>O brilhante cronista visual Marc F</em><em>errez (7</em><em>/12/1843 – 12/01/1923)</em>, publicada em 7 de dezembro de 2016</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 632px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5345" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5345/_MG_2200.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="622" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5345" target="_blank">Marc Ferrez. Família Ferrez, c. 1912. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sobre a obra de Ferrez, que é por muitos considerado o mais importante fotógrafo que atuou no Brasil no século XIX, foram escritos mais 13 artigos na Brasiliana Fotográfica: <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1443" target="_blank">O Rio de Janeiro de Marc Ferrez, </a><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3527" target="_blank">Obras</a> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3527" target="_blank">para o abastecimento no Rio de Janeiro por Marc Ferrez ,</a> </em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7021" target="_blank"><em>Do natural ao construído: O Rio de Janeiro na fotografia de Marc Ferrez, </em>de Sérgio Burgi</a>; <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9714" target="_blank"><em>No primeiro dia da primavera, as cores de Marc Ferrez (1843 – 1923)</em>, </a><em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11896" target="_blank">Marc Ferrez , a Comissão Geológica do Império (1875 – 1878) e a Exposição Antropológica Brasileira no Museu Nacional (1882)</a>, </em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212" target="_blank"><em>O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público, Ferrez, Malta e Charles Dunlop</em>, </a><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13070" target="_blank"><em>Uma homenagem aos 175 anos de Marc Ferrez (7 de dezembro de 1843 – 12 de janeiro de 1923)</em>, </a><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14387" target="_blank"><em>Pereira Passos e Marc Ferrez: engenharia e fotografia para o desenvolvimento das ferrovias</em>,</a> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14794" target="_blank"><em>Fotografia e ciência: eclipse solar, Marc Ferrez e Albert Einstein</em>,</a> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17884" target="_blank"><em>Uma homenagem da Casa Granado ao imperial sob as lentes de Marc Ferrez,</em> </a><em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18198" target="_blank">Ressaca no Rio de Janeiro invade o porão da casa do fotógrafo Marc Ferrez, em 1913</a> e </em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18110" target="_blank"><em>Petrópolis, a Cidade Imperial, pelos fotógrafos Marc Ferrez e Revert Henrique Klumb.</em></a></p>
<p>Outro objetivo do portal é divulgar mais questões ligadas à preservação digital, um assunto que toca não apenas às instituições de memória, mas a todos aqueles que produzem imagens digitais em seu dia a dia sem, no entanto, cuidar de sua preservação. Nesse sentido, já publicamos alguns artigos mas ainda temos muito a percorrer. Também desejamos ampliar a abrangência do portal com a adesão de instituições de todos os estados do Brasil.</p>
<p>Ainda em seu primeiro ano, no blog do portal, tivemos uma publicação de relevância histórica: <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?page_id=736" target="_blank">a presença de Machado de Assis (1839 – 1908) na fotografia da Missa Campal pela comemoração da abolição da escravatura (de autoria de Antonio Luiz Ferreira)</a>, realizada em 17 de maio de 1888, no Campo de São Cristóvão, com a presença da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1797">princesa Isabel</a>. A descoberta, realizada pela editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, Andrea Wanderley, foi saudada em outra publicação do blog pelo historiador <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=915">José Murilo de Carvalho</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 608px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=528" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/MISSA_IMAGEM_CORTE21.jpg" alt="MISSA 2" width="598" height="594" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=528" target="_blank">Antônio Luiz Ferreira. Missa campal celebrada em ação de graças pela Abolição da Escravatura no Brasil, 1888. São Cristóvão, Rio de Janeiro. / Acervo IMS / Detalhe da foto</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #333333;">Os registros mais acessados pelos leitores nesses cinco anos foram as fotografias<em> </em><em><a style="color: #333333;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/1795">Missa campal celebrada em ação de graças pela Abolição da escravatura no Brasil</a></em>, de Antonio Luiz Ferreira; <em><a style="color: #333333;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/570">Índios Botocudos</a></em>, de Walter Garbe; <a style="color: #333333;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/633" target="_blank"><em>Escola pública em Curytiba</em></a>, de Marcos A. de Mello; <em><a style="color: #333333;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/1794">A Família Imperial reunida</a>,</em><em> </em>de Alberto Henschel; e <a style="color: #333333;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2504"><em>Índios da Tribo Carajás</em></a>, de autoria desconhecida.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 576px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2504" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2504/007A5P4FP2-17.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="566" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2504" target="_blank">Essa fotografia de índios da tribo Carajás, de 1888, é um dos cinco itens mais acessados nos cinco anos da Brasiliana Fotográfica / Acervo IMS</a></p></div>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2504" target="_blank"> </a></p>
<p>Além das instituições fundadoras do portal, FBN e IMS, integram a Brasiliana Fotográfica o <span class="Z3988">Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, o </span><span class="Z3988">Arquivo Nacional, a </span><span class="Z3988">Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, a </span><span class="Z3988">Fiocruz, a </span><span class="Z3988">Fundação Joaquim Nabuco, o </span><span class="Z3988">Leibniz-Institut fuer Laenderkunde<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4342/discover">,</a> o </span><span class="Z3988">Museu Aeroespacial, o </span><span class="Z3988">Museu da República e o </span><span class="Z3988">Museu Histórico Nacional. A gestão do portal é realizada por </span>Roberta Zanatta (IMS) e por Vinicius Martins (FBN).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais uma vez, muito obrigada e vamos em frente!</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/1794" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/1794/P005DJ0456.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="527" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/1794" target="_blank">Alberto Henschel. A Família Imperial reunida. Da esquerda para a direita: d. Antônio, em pé, princesa Isabel, sentada, tendo à sua frente d. Luís, sentado, d. Pedro de Alcântara, príncipe do Grão-Pará, e d. Augusto Leopoldo, ambos em pé; d. Pedro II, sentado, segurando um guarda-chuva, conde d&#8217;Eu, em pé, d. Teresa Cristina e d. Pedro Augusto, ambos sentados, 1887. Alto da Boa Vista, Rio de Janeiro / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
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		<title>Ressaca no Rio de Janeiro invade o porão da casa do fotógrafo Marc Ferrez, em 1913</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Mar 2020 14:51:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há muito tempo as águas de março castigam o Rio de Janeiro. Nas primeiras décadas do século XX, ocorreram várias ressacas na cidade e a Brasiliana Fotográfica destaca duas fotografias produzidas por Augusto Malta  e Carlos Bippus, em 1913, quando, em março, aconteceu uma delas. Um dos bairros mais afetados foi o Flamengo e o porão da casa onde a família de Marc Ferrez (1843 - 1921) morava, na rua Dois de Dezembro, foi inundado destruindo boa parte da tiragem do Álbum da Avenida Central, um dos mais ambiciosos projetos da carreira do fotógrafo. Cerca de um mês depois da enchente, Ferrez e sua mulher, a francesa Marie Lefebvre (c. 1849 – 1914), embarcaram para a Europa (O Paiz, 17 de abril de 1913, na quarta coluna) e, no primeiro semestre de 1914, quando retornaram ao Rio de Janeiro, alugaram uma casa na Rua Voluntários da Pátria 50, em Botafogo. Terá sido para fugir de possíveis novas ressacas?  ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Há muito tempo as águas de março castigam o Rio de Janeiro. Nas primeiras décadas do século XX, ocorreram várias ressacas na cidade e a Brasiliana Fotográfica destaca duas fotografias produzidas por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</a> e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13091" target="_blank">Carlos Bippus (18? &#8211; 19?)</a>, em 1913, quando, em março, aconteceu uma delas. Um dos bairros mais afetados foi o Flamengo e o porão da casa onde a família de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17539" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1921)</a> morava, na rua Dois de Dezembro &#8211; antiga rua Christovão Colombo -, foi inundado destruindo boa parte da tiragem do <em><a href="http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon1387674/icon1387674.pdf" target="_blank">Álbum da Avenida Central</a>*, </em>um dos mais ambiciosos projetos da carreira do fotógrafo, monumental como a obra de engenharia que representava (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/15828" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 9 de março de 1913</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_02/13350" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 9 de março de 1913</a>). Cerca de um mês depois da enchente, Ferrez e sua mulher, a francesa Marie Lefebvre (c. 1849 – 1914), embarcaram para a Europa no paquete holandês <em>Zeelandia</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/16408" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 17 de abril de 1913, na quarta coluna</a>) e, no primeiro semestre de 1914, quando retornaram ao Rio de Janeiro, alugaram uma casa na rua Voluntários da Pátria 50, em Botafogo. Terá sido para fugir de possíveis novas ressacas?</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 901px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2446" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2446/007A5P4F2-14.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="891" height="641" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2446" target="_blank">Augusto Malta. Ressaca, 1913. Avenida Beira Mar, Rio de Janeiro / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=ressaca&amp;submit=Ir" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de ressacas ocorridas no Rio de Janeiro no início do século XX disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_18212" style="width: 760px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=178691_04&amp;pagfis=15828" target="_blank"><img class="size-full wp-image-18212" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/jornal.jpg" alt="O Paiz, 9 de março de 1913" width="750" height="491" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=178691_04&amp;pagfis=15828" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 9 de março de 1913</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_18236" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=116300&amp;pagfis=24056" target="_blank"><img class="wp-image-18236 size-large" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/malho-1024x649.jpg" alt="Aspecto da rua onde morava Marc Ferrez / O Malho, março de 1913" width="768" height="487" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/24056" target="_blank">Aspecto da esquina da rua do Catete com a rua Dois de Dezembro onde morava Marc Ferrez / O<em> Malho</em>, 15 de março de 1913</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 901px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2233" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2233/007A5P3F13-42.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="891" height="650" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2233" target="_blank">Carlos Bippus. Ressaca, 1913. Avenida Beira Mar, Rio de Janeiro / Acervo IMS </a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"> <strong><em style="color: #800000;">*<a style="color: #800000;" href="http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon1387674/icon1387674.pdf" target="_blank">O Álbum da Avenida Central</a></em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon1387674/icon1387674.pdf" target="_blank"><img class="alignnone  wp-image-18216" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/capa13.jpg" alt="capa1" width="387" height="483" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ferrez iniciou pouco antes da inauguração da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">avenida Central</a>, em 15 de novembro de 1905 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_02/18109" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 16 de novembro de 1905, última coluna</a>), a produção do <em><a href="http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon1387674/icon1387674.pdf" target="_blank">Álbum da Avenida Central</a>, </em> importante registro da reforma da principal via da então capital federal, onde ele contrapôs reproduções das plantas às fotografias das fachadas de cada edifício documentado. Esse tipo de fotografia foi fundamental para a construção e para a difusão de uma nova imagem do Rio de Janeiro, uma imagem associada aos ideais de civilização e progresso<em>. </em>Ele havia sido contratado pela Comissão Construtora da Avenida Central, que era coordenada por Paulo de Frontin (1860 &#8211; 1933), presidente do Clube de Engenharia. O álbum original foi lançado em 1907. As fotos foram realizadas em negativos de grande formato. As dos projetos arquitetônicos foram impressas em zincografia e, as das fachadas de todos os edifícios, em colotipia.</p>
<p>Na época de sua inauguração, a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">avenida Centra</a>l tinha 1.800 metros de extensão e 33 metros de largura. Cerca de 300 casas coloniais foram demolidas para a construção dos novos edifícios, cujas fachadas foram escolhidas por concurso. Alguns dos jurados foram o prefeito <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7566" target="_blank">Pereira Passos </a>(1836 &#8211; 1913), responsável pela significativa reforma urbana carioca &#8211; o &#8220;bota-abaixo&#8221; -, que contribuiu para o surgimento do Rio de Janeiro da <em>Belle Époque; </em>o engenheiro Paulo de Frontin (1860 &#8211; 1933), Lauro Muller (1863 – 1926), ministro da Viação e Obras Públicas; e<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10762" target="_blank"> Oswaldo Cruz (1872 – 1917)</a>, diretor-geral da Saúde Pública. Além de edifícios do governo, ergueram-se, na avenida, jornais, clubes, hotéis e sedes de empresas. O calçamento, em mosaico português, foi feito por artesãos vindos de Portugal. Passear pela avenida Central era passear pela espinha dorsal do mundo das compras e do lazer dos elegantes, dos negócios e da cultura. Alguns remanescentes da primeira geração de prédios da avenida são o <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9445" target="_blank">Teatro Municipal</a>, o Clube Naval, a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3688" target="_blank">Biblioteca Nacional</a>, o Museu Nacional de Belas Artes e o Centro Cultural da Justiça Federal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes</strong></span>:</p>
<p style="text-align: left;">BARROS, Mariana Gonçalves Monteiro de. <a href="https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/13447/13447_1.PDF" target="_blank"><em>Marc Ferrez e o Rio de Janeiro do seu tempo</em></a>. Tese de doutorado apresentada ao Programa de Pós-graduação em História Social da Cultura do Departamento de História da PUC-Rio, Rio de Janeiro, setembro de 2006.</p>
<p style="text-align: left;">CERON, Ileana Pradilla Ceron. <em>Marc Ferrez – uma cronologia da vida e da obra</em>. São Paulo : Instituto Moreira Salles, 2018.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>ERMAKOFF, George. <em>Rio de Janeiro 1840 &#8211; 1900 Uma crônica fotográfica. </em>Rio de Janeiro: G. Ermakoff Casa Editorial, 2006.</p>
<p>FERREZ, Gilberto. <em>O Rio Antigo do fotógrafo Marc Ferrez: paisagens e tipos humanos do Rio de Janeiro, 1865-1918</em>. Rio de Janeiro: João Fortes Engenharia/Editora Ex-Libris, 1984.</p>
<p>KOSSOY, Boris. <em>Dicionário histórico-fotográfico brasileiro: fotógrafos e ofício da fotografia no Brasil (1833-1910).</em> São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2002. 408 p., il. p&amp;b.</p>
<p><em>Rio / Marc Ferrez</em> – São Paulo : IMS; Göttingen: Steidl, 2015</p>
<p>TURAZZI, Maria Inez<em>. Cronologia. </em>In<em> O Brasil de Marc Ferrez</em> – São Paulo : Instituto Moreira Salles, 2005.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Publicações da Brasiliana Fotográfica em torno da obra do fotógrafo Marc Ferrez </em></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 290px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2575" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2575/007NGBMF1824cxrep03-12.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="280" height="368" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2575" target="_blank">Marc Ferrez aos 33 anos, c. 1876. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1443" target="_blank"><em>O Rio de Janeiro de Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 30 de junho de 2015</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3527" target="_blank">Obras</a> </em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3527" target="_blank"><em>para o abastecimento no Rio de Janeiro por Marc Ferrez</em> , de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 25 de janeiro de 2016</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank"><em>O brilhante cronista visual Marc F</em><em>errez (7</em><em>/12/1843 – 12/01/1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de dezembro de 2016</a></span></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7021" target="_blank"><span style="color: #800000;"><em>Do natural ao construído: O Rio de Janeiro na fotografia de Marc Ferrez, </em>de autoria de Sérgio Burgi, um dos curadores da Brasiliana Fotográfica, publicada em 19 de dezembro de 2016</span></a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9714" target="_blank"><em>No primeiro dia da primavera, as cores de Marc Ferrez (1843 – 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 22 de setembro de 2017</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11896" target="_blank"><em>Marc Ferrez , a Comissão Geológica do Império (1875 – 1878) e a Exposição Antropológica Brasileira no Museu Nacional (1882)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,  publicada em 29 de junho de 2018</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212" target="_blank"><em>Série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido&#8221; V &#8211; O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público, Ferrez, Malta e Charles Dunlop</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 20 de julho de 2018</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13070" target="_blank"><em>Uma homenagem aos 175 anos de Marc Ferrez (7 de dezembro de 1843 – 12 de janeiro de 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de dezembro de 2018 </a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14387" target="_blank"><em>Pereira Passos e Marc Ferrez: engenharia e fotografia para o desenvolvimento das ferrovias</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de abril de 2019</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14794" target="_blank"><em>Fotografia e ciência: eclipse solar, Marc Ferrez e Albert Einstein</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em <time class="entry-date published" datetime="2019-06-24T10:45:39+00:00">24 de junho de 2019</time></a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16435"><i>Os 180 anos da invenção do daguerreótipo – Os álbuns da Comissão Geológica do Império com fotografias de Marc Ferrez</i>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 19 de agosto de 2019</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17539" target="_blank"><em>Celebrando o fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 4 de dezembro de 2019</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17884"><em>Uma homenagem da Casa Granado ao imperial sob as lentes de Marc Ferrez,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de fevereiro de 2020</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18110" target="_blank"><em>Petrópolis, a Cidade Imperial, pelos fotógrafos Marc Ferrez e Revert Henrique Klumb, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, </em>publicado em 16 de março de 2020</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18420" target="_blank"><em>Bambus, por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17856" target="_blank"><em>O Baile da Ilha Fiscal: registro raro realizado por Marc Ferrez e retrato de Aurélio de Figueiredo diante de sua obra</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 9 de novembro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21455" target="_blank"><em>O Palácio de Cristal fotografado por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 2 de fevereiro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22058" target="_blank"><em>A Estrada de Ferro do Paraná, de Paranaguá a Curitiba, pelos fotógrafos Arthur Wischral (1894 &#8211; 1982) e Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 22 de março de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22777" target="_blank"><em>Dia dos Pais – Julio e Luciano, os filhos do fotógrafo Marc Ferrez, e outras famílias</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 6 de agosto de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25186" target="_blank"><em>No Dia da Árvore, mangueiras fotografadas por Ferrez e Leuzinger</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 21 de setembro de 2021</a></span></p>
<p><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">Retratos de Pauline Caroline Lefebvre, sogra do fotógrafo Marc Ferrez, </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134"> </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">publicado em 28 de abril de 2022</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27603" target="_blank"><em>A Serra dos Órgãos: uma foto aérea e imagens realizadas pelos mestres Ferrez, Leuzinger e Klumb</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,<em> </em>publicado em 30 de junho de 2022</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31202" target="_blank"><em>O centenário da morte do fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 12 de janeiro de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30712" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D30712&amp;source=gmail&amp;ust=1685455258111000&amp;usg=AOvVaw1y7o5h7HRI-oiB3PyjwQnG"><em>O Observatório Nacional pelas lentes de Marc Ferrez, amigo de vários cientistas</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 29 de maio de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32049" target="_blank"><em>No Dia Mundial do Meio Ambiente, a potente imagem da Cachoeira de Paulo Afonso, por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29493" target="_blank"><em>A Fonte Adriano Ramos Pinto por Guilherme Santos e Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 18 de julho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34134%20" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D34134%2520&amp;source=gmail&amp;ust=1702013132491000&amp;usg=AOvVaw3P19c7ceytRMI7-xrCNI7a"><em>Os 180 anos de nascimento do fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923</em>), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 7 de dezembro de 2023</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"> </span></p>
<p style="text-align: center;">
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>“Complemento indispensável&#8230;</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3688</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3688#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2015 01:13:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura de interiores]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cimélios]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios de bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Fox Talbot]]></category>
		<category><![CDATA[história de bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[Homem de Mello]]></category>
		<category><![CDATA[instalações de bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[João Saldanha da Gama]]></category>
		<category><![CDATA[José Zephyrino de Menezes Brum]]></category>
		<category><![CDATA[mobiliário de bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[museografia]]></category>
		<category><![CDATA[Ramiz Galvão]]></category>
		<category><![CDATA[Roger Fenton]]></category>
		<category><![CDATA[Rua do Passeio]]></category>
		<category><![CDATA[Seção de Estampas]]></category>

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		<description><![CDATA[O destaque é para a foto da exposição permanente das preciosidades da
antiga Seção de Estampas (hoje, Divisão de Iconografia) integrante do
referido álbum, de autoria de Antonio Luiz Ferreira, o mesmo que
realizou as memoráveis fotografias das manifestações populares havidas
após a assinatura da Lei Áurea – como aquela em que Machado de Assis
aparece na missa celebrada no campo de São Cristóvão – e foi
contratado para documentar aquele edifício sede da Biblioteca
Nacional, onde a instituição permaneceu até 1910.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_3691" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3293" target="_blank"><img class="wp-image-3691 size-large" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/Estampas-1024x761.jpg" alt="As duas salas da  Secção de Estampas – Exposição Permanente de Iconographia  no edifício sede anterior da Biblioteca Nacional, no largo da Lapa n. 48 – hoje, rua do Passeio. Fotografia de Antonio Luiz Ferreira." width="768" height="571" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3293" target="_blank">Antonio Luiz Ferreira. Secção de Estampas, Biblioteca Nacional, c. 1902. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN &#8211; As duas salas da Secção de Estampas – Exposição Permanente de Iconographia no edifício sede anterior da Biblioteca Nacional, no largo da Lapa n. 48 – hoje, rua do Passeio.</a></p></div>
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<p>&#8230;a toda biblioteca bem organizada”. Assim o bibliotecário João de Saldanha da Gama (desde 1822, designava-se assim a autoridade maior da Biblioteca Nacional) qualificou a antiga Seção de Estampas da instituição, em seu prefácio ao <a href="http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_obrasgerais/drg73116/drg73116.pdf" target="_blank">Catálogo da Exposição Permanente dos Cimélios da Biblioteca Nacional</a>, publicado sob a sua direção em 1885.</p>
<p>Nesse catálogo, a parte referente às estampas ficou a cargo de José Zephyrino de Menezes Brum, chefe daquela seção desde 1876, quando foi posto em execução um plano de reforma da instituição a partir do qual “a Seção de Estampas [&#8230;] começa a ter existência e história próprias [&#8230;].”</p>
<p>Estamos no ano de 1885 e a Biblioteca Nacional já estava instalada no endereço da rua do Passeio desde 1858, quando se concluiu a mudança,“sem estrago nem perda”, desde seu primeiro endereço, no edifício do antigo Hospital do Carmo. Em 1881, abrira-se a grandiosa e inesquecível Exposição de História do Brasil, produzida sob a batuta do dirigente anterior, o barão de Ramiz Galvão e o pensamento curatorial de outro barão, Homem de Mello.</p>
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<div id="attachment_3690" style="width: 809px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3285" target="_blank"><img class="wp-image-3690 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/chegada.jpg" alt="A chegada do acervo da Biblioteca Nacional à atual rua do Passeio, vendo-se ao fundo um trecho do largo da Lapa que manteve seu aspecto até os dias atuais." width="799" height="559" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3285" target="_blank">Anônimo. Biblioteca Nacional, mudança do prédio da Rua do Passeio para a Avenida Rio Branco, 1910. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN &#8211; Ao fundo, vê-se um trecho do largo da Lapa que manteve seu aspecto até os dias atuais.</a></p></div>
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<p>Desenvolvia-se então, no acervo de imagens, um trabalho apaixonado, apesar de todas as dificuldades impostas pela conjuntura – atividades estas, em certa sintonia com as que ocorriam nas bibliotecas nacionais da França e da Áustria e no Museu Britânico. Menezes Brum lamentava que “as acanhadas proporções do edifício em que funciona a Biblioteca Nacional não permitiram que a Seção de Estampas fosse melhor acomodada, pois que lhe couberam em partilha apenas duas pequenas salas do 3o andar, mal mobiliadas e insuficientes para as suas necessidades e serviços.” E “as riquezas da nossa coleção iconográfica continuavam desconhecidas, tanta era a quantidade que delas havia”, ele observava.</p>
<p>Mas a exposição permanente das estampas, um sonho antigo de Ramiz Galvão, haveria de acontecer, sob a direção geral de Saldanha da Gama. O chefe das estampas era um obstinado: “era preciso escolher, escolher sempre, examinar, comparar, tornar a comparar, até que as jóias, por seu pequeno número, e por mais preciosas, se pudessem acomodar nas caixas que lhes estavam destinadas.”</p>
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<div id="attachment_3692" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3293" target="_blank"><img class="wp-image-3692 size-large" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/estampas2-1024x706.jpg" alt="estampas_detalhe" width="768" height="530" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3293" target="_blank">Detalhe da fotografia de Antonio Luiz Ferreira: à esquerda, vê-se a segunda sala da Exposição Permanente de Iconographia da antiga Seção de Estampas.</a></p></div>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3293" target="_blank"> </a></p>
<p>Depois de pronta a exposição permanente, o fotógrafo Antonio Luiz Ferreira, o mesmo que realizou as memoráveis fotografias das manifestações populares havidas após a assinatura da Lei Áurea – como aquela em que Machado de Assis aparece na missa celebrada no campo de São Cristóvão – foi contratado para documentar o edifício sede da Biblioteca Nacional, onde a instituição permaneceu até 1910.</p>
<p>O resultado está em dois álbuns; um, com as cópias em papel albuminado e outro, com as cópias produzidas em platina, que apresentam melhores atributos de estabilidade e permanência e figuram nesta galeria. As capas estão sofridas – ainda que o miolo, sua essência, resista bravamente – e refletem uma história. Muito nos revelam as suas imagens, admirável exemplo da fotografia de arquitetura praticada na época e – por que não dizê-lo – da fotografia museográfica, gênero proposto por Fox Talbot e inaugurado possivelmente no British Museum, por Roger Fenton.</p>
<p>O dia 29 de outubro é data a ser sempre lembrada. Hoje, quando a nossa Biblioteca Nacional comemora 205 anos de existência, essa instituição e o Instituto Moreira Salles, criadores deste portal, trabalham no sentido de acolher as primeiras das novas instituições que passarão a integrar a Brasiliana Fotográfica – cujo modelo de gestão pretende-se inclusivo, democrático e em dia com as principais questões referentes aos acervos de fotografia brasileira.</p>
<p>Menezes Brum concluiu assim o seu texto sobre as estampas no catálogo da célebre exposição: “Praza a Deus que curiosos e entendidos acolham este tentame da Biblioteca Nacional com benevolência e tirem dele o gozo e proveito que da sua realização possam advir.” Pois assim seguimos neste esforço coletivo para fazer da Brasiliana Fotográfica um espaço que suscite o aprendizado, a reflexão e o debate. E que seja, também, um espelho da Nação Brasileira.</p>
<p>Rio de Janeiro, 29 de outubro de 2015.</p>
<p>Joaquim Marçal Ferreira de Andrade<br />
Curador, pela Biblioteca Nacional, do portal Brasiliana Fotográfica</p>
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<div id="attachment_3693" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3286" target="_blank"><img class="wp-image-3693 size-large" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/rua_passeio-1024x384.jpg" alt="rua_passeio" width="768" height="288" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3286" target="_blank">Anônimo. Antigo prédio da Biblioteca Nacional à Rua do Passeio, c. 1916. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN &#8211; Uma cena cotidiana à entrada do edifício sede anterior da Biblioteca Nacional, no largo da Lapa n. 48 – hoje, rua do Passeio. À direita, operários trabalham em obra de reparo da via pública. Detalhe da fotografia original.</a></p></div>
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<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/68" target="_blank">Explore mais fotos da Biblioteca Nacional na Brasiliana Fotográfica</a></p>
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