 

<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; aniversário</title>
	<atom:link href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;tag=aniversario" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 20 Jul 2026 14:26:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.1.41</generator>
	<item>
		<title>Os 9 anos da Brasiliana Fotográfica</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=35571</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=35571#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Apr 2024 10:56:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Brasiliana Fotográfica]]></category>
		<category><![CDATA[comemoração]]></category>
		<category><![CDATA[seminário]]></category>
		<category><![CDATA[Vincenzo Pastore]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=35571</guid>
		<description><![CDATA[Neste mês a Brasiliana Fotográfica celebra seus nove anos de existência. Foi fundada em 17 de abril de 2015 pela Fundação Biblioteca Nacional e pelo Instituto Moreira Salles. Para marcar seu aniversário, o portal promove um encontro, no Auditório Machado de Assis, na Biblioteca Nacional, hoje, a partir das 14h. Aproveitamos para agradecer a nossos usuários e para divulgar alguns de nossos números: 72.473.810 visualizações, 11.019 imagens disponíveis em seu acervo fotográfico, 506 artigos publicado e, além da participação de suas instituições fundadoras, a de 10 instituições parceiras: Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, Arquivo Nacional, Diretoria do Neste mês a Brasiliana Fotográfica celebra seus nove anos de existência. Foi fundada em 17 de abril de 2015 pela Fundação Biblioteca Nacional e pelo Instituto Moreira Salles. Para marcar seu aniversário, o portal promove um encontro, no Auditório Machado de Assis, na Biblioteca Nacional, hoje, a partir das 14h. Aproveitamos para agradecer a nossos usuários e para divulgar alguns de nossos números: 72.473.810 visualizações, 11.019 imagens disponíveis em nosso acervo fotográfico, 506 artigos publicados e, além da participação das já mencionadas instituições fundadoras, a de 10 instituições parceiras: Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, Arquivo Nacional, Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, Escola de Ciências Sociais (FGV CPDOC), Fiocruz, Fundação Joaquim Nabuco, Leibniz-Institut fuer Laenderkunde, Leipzig; Museu Aeroespacial, Museu da República e Museu Histórico Nacional. Durante o evento, o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro passará a integrar o portal. Vida longa à Brasiliana Fotográfica!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Neste mês a Brasiliana Fotográfica celebra seus nove anos de existência. Foi fundada em 17 de abril de 2015 pela Fundação Biblioteca Nacional e pelo Instituto Moreira Salles. Para marcar seu aniversário, o portal promove um seminário, no Auditório Machado de Assis, na Biblioteca Nacional, hoje, a partir das 14h. Aproveitamos para agradecer a nossos usuários e para divulgar alguns de nossos números: 72.473.810 visualizações, 11.019 imagens disponíveis em nosso acervo fotográfico, 506 artigos publicados e, além da participação das já mencionadas instituições fundadoras, a de 10 instituições parceiras: Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, Arquivo Nacional, Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, Escola de Ciências Sociais (FGV CPDOC), Fiocruz, Fundação Joaquim Nabuco, Leibniz-Institut fuer Laenderkunde, Leipzig; Museu Aeroespacial, Museu da República e Museu Histórico Nacional. Durante o evento, o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro passará a integrar o portal. Vida longa à Brasiliana Fotográfica!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2024/03/brasiliana.jpg"><img class="  wp-image-35907 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2024/03/brasiliana.jpg" alt="brasiliana" width="901" height="509" /></a></p>
<p><img src="file:///C:/Users/a466734/Downloads/image001.jpg" alt="" /></p>
<p>O evento será aberto por Marco Lucchesi, presidente da Fundação Biblioteca Nacional, e por Marcelo Araújo, diretor do Instituto Moreira Salles. O tema da primeira mesa será &#8220;Brasiliana Fotográfica: novas parcerias&#8221;, com Paulo Knauss e Carolina Alves. O da segunda mesa, &#8220;Brasiliana Fotográfica: acervo e acesso&#8221;, será apresentado por Diana Ramos e por mim, Andrea Wanderley. Após um rápido intervalo, Ana Maria Mauad e Amanda Farah serão as palestrantes da mesa &#8220;Brasiliana Fotográfica: pesquisa e difusão&#8221;. O encerramento será realizado pelos curadores do portal, Joaquim Marçal e Sérgio Burgi.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A imagem escolhida para ilustrar o convite para o evento é de autoria do fotógrafo italiano <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1379" target="_blank">Vincenzo Pastore (1865 &#8211; 1918)</a> e foi produzida em São Paulo, em torno de 1910.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2081/004VP019001.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="487" /><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2081" target="_blank">Vincenzo Pastore. Grupo de pessoas ao redor de realejo, na praça da República, c. 1910, São Paulo, SP / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pastore, um fotógrafo entre dois mundos, foi um importante cronista visual de São Paulo da segunda metade do século XIX e do início do século XX. Com sua câmara ele capturava tipos e costumes de um cotidiano ainda pacato de São Paulo, uma cidade que logo, com o desenvolvimento econômico, mudaria de perfil. Captava as transformações urbanas e humanas da cidade, que passava a ser a metrópole do café. Com seu olhar sensível, o bem sucedido imigrante italiano flagrava trabalhadores de rua como, por exemplo, feirantes, engraxates, vassoureiros e jornaleiros, além de conversas entre mulheres e brincadeiras de crianças. Pastore, ao retratar pessoas simples do povo, realizou, na época, um trabalho inédito na história da fotografia paulistana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Os 9 anos da Brasiliana Fotográfica*</em></strong></span></p>
<p style="text-align: center;">Andrea C. T. Wanderley</p>
<p style="text-align: left;">Boa tarde! É um prazer estar aqui com vocês, apesar do frio na barriga&#8230; Vou tentar, a partir de minha experiência como editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica fazer uma resumida radiografia da história, do funcionamento e do que já foi realizado ao longo desses nove anos no portal apresentando, também, seus dados estatísticos. Como tenho muito a contar achei melhor escrever um texto e lê-lo pra vocês.</p>
<p>Quando me convidaram para participar deste seminário me lembrei do dia em que neste mesmo local a Brasiliana Fotográfica foi lançada. Dia 17 de abril de 2015. Já contratada como pesquisadora do portal, estava neste auditório ouvindo os idealizadores, os criadores da plataforma, Renato Lessa, então presidente da Biblioteca Nacional e Flavio Pinheiro, então diretor do Instituto Moreira Salles, quando, pela primeira vez, vi a imagem produzida pelo fotógrafo Antonio Luis Ferreira da Missa Campal celebrada em Ação de Graças pela abolição da escravatura no Brasil, realizada em 17 de maio de 1888, no Rio de Janeiro. Fiquei fascinada pela foto. Ali surgia a minha primeira ideia de pauta para a Brasiliana Fotográfica. Mas antes de publicar o artigo sobre ela, publiquei dois – sobre o Dia do Trabalho e sobre o Dia da Abolição da Escravatura.</p>
<p>Comecei a pesquisar sobre a imagem da missa campal e identifiquei a presença do escritor Machado de Assis na fotografia. Chamei a Elvia Bezerra, então Coordenadora de Literatura do IMS, mostrei a foto com <em>zoom</em> para os curadores do portal, Joaquim Marçal e Sérgio Burgi, e todos concordaram: era mesmo o Machado de Assis. Confirmei, por sugestão de Joaquim Marçal, com Eduardo Assis Duarte, professor da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais, que considerou a descoberta significativa e, a fotografia, um documento histórico da maior importância. Foi então publicado, em 17 de maio de 2015 o artigo <em><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=528">Missa Campal de 17 de maio de 1888</a>.</span></em> Pronto! Foi o primeiro furo da Brasiliana Fotográfica! Deu primeira página da Folha de São Paulo e foi notícia no Jornal Nacional! Foram tantos os acessos ao portal que o sistema foi derrubado e, graças à eficiente ação dos profissionais da BN Digital, logo recuperado! A descoberta também foi saudada pelo imenso historiador José Murilo de Carvalho que escreveu o artigo, <span style="color: #800000;"><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=915">Machado de Assis vai à missa</a></em>, </span>publicado no portal ainda em maio de 2015.</p>
<p>O futuro prometia! Acho que nossa equipe, que cresceu muito desde então, tem cumprido a promessa de, ao longo desses 9 anos, aumentar o repositório on-line de imagens do portal e levar a nossos usuários artigos relevantes a partir do destaque de imagens ainda mais relevantes.</p>
<p>Sobre nossos leais usuários falarei um pouco adiante.</p>
<p>Crescemos mesmo. No início, o acervo da Brasiliana Fotográfica contava com <span style="color: #800000;"><strong>2.393</strong></span> imagens de suas duas instituições fundadoras. Hoje temos <span style="color: #800000;"><strong>11.019 </strong></span>imagens! São fotografias do século XIX e das três primeiras décadas do século XX. E agora, além das <span style="color: #333300;">instituições fundadoras</span>, são nossas parceiras, vou falar aqui em ordem de chegada:</p>
<p>O Leibniz-Institut fuer Laenderkunde, Leipzig, na Alemanha; o Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, a Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, que entraram em 2016.</p>
<p>O Arquivo Nacional, a Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz e o Museu da República que entraram em 2017.</p>
<p>Em 2018, foi a vez do Museu Histórico Nacional. No ano seguinte, a Fundação Joaquim Nabuco aderiu e, em 2020, o Museu Aeroespacial. Ano passado, a Escola de Ciências Sociais FGV CPDOC passou a integrar o portal.</p>
<p>E hoje, o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro se tornou parceiro da Brasiliana Fotográfica. Uma grande alegria que dá um brilho especial à essa comemoração de aniversário! E a perspectiva é que muitas outras instituições passem a integrar o portal nos próximos anos!</p>
<p>O acervo da Brasiliana Fotográfica é formado por imagens destas 12, em pouco tempo, com a entrada do IHGB, de 13 instituições importantíssimas nacional e internacionalmente. Como editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica me relaciono com profissionais de todas elas e saúdo a colaboração sempre eficiente e talentosa de vocês, a troca de idéias, de conhecimento e a amizade que se criou entre nós. Acredito que este ambiente de união e respeito, sem disputas, todos trabalhando na direção da excelência, seja, certamente, um dos fatores mais importantes do sucesso do nosso portal!</p>
<p>E vamos aqui dar uma definição objetiva do portal: a Brasiliana Fotográfica é um espaço para dar visibilidade, fomentar o debate e a reflexão sobre os acervos deste gênero documental, abordando-os enquanto fonte primária mas também enquanto patrimônio digital a ser preservado. É uma plataforma de difusão de conhecimento imagético e textual. Um de seus principais atrativos é a ferramenta de zoom, que permite a realização de verdadeiros passeios por suas imagens. Também é possível, registrando-se no site, selecionar imagens e direcioná-las para grupos que o próprio usuário cria, compartilhando as seleções com outras pessoas. Assim sendo, a Brasiliana Fotográfica amplia as possibilidades de pesquisa, sobretudo à distância, sem que o interessado de outras cidades precise, necessariamente, deslocar-se até o Rio de Janeiro.</p>
<p>Ao longo destes 9 anos, publicamos 506 artigos no portal, 122 escritos pelos parceiros ou por convidados externos e 400 por mim, sendo 26 em parceria com profissionais das instituições anteriormente mencionadas. Uma média de um artigo por semana. Durante 9 anos só interrompidos entre 11 de abril e 7 de junho de 2021 por um ataque cibernético. Acredito que a regularidade nas publicações seja outro fator definitivo no alcance da Brasiliana Fotográfica. Integrantes de todas as suas instituições formadoras já tiveram seus artigos publicados no portal. Como são muitos, não vou citá-los nominalmente.</p>
<p>Como convidados externos, destaco aqui, além da contribuição já mencionada de José Murilo de Carvalho, as participações da antropóloga Lylia Schwartz, recém eleita para a Academia Brasileira de Letras, da historiadora Ana Maria Mauad, fã do portal e uma das palestrantes de hoje, do jornalista Cássio Loredano, da doutora em Literatura Elvia Bezerra, do fotógrafo e educador Millard Schisler e da historiadora Maria Isabella Mendonça dos Santos, dentre vários outros. Todos estão listados na aba do portal <span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?page_id=11">CURADORES CONVIDADOS</a>.</span></p>
<p>Então, são centenas de artigos! E como eles surgem? Essa é uma pergunta que me fazem recorrentemente. Bem, as pautas surgem de várias formas: a partir de uma fotografia ou de um grupo delas, por exemplo. Fico navegando no acervo fotográfico e as inspirações aparecem! Às vezes, pela beleza da imagem, às vezes pela importância do que é retratado ou por remeter a algum assunto interessante. Um exemplo bem atual é o artigo <span style="color: #800000;"><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27500">No último dia do verão, o céu e o sol do Rio de Janeiro por Guilherme Santos</a></em></span>, com a imagem produzida por Guilherme Santos. Passeando pelo acervo me deparei com essa imagem belíssima. Ah, eu tinha que dar um destaque a ela. Queria que nossos usuários a vissem&#8230;Fiquei pensando e daí surgiu a ideia de colocá-la em um artigo sobre o fim do verão.</p>
<p>Outra linha de pesquisa é a das efemérides: pode ser a celebração de uma data ou de um evento histórico. Temos recentemente a publicação de um artigo sobre o <span style="color: #800000;"><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=35436">Dia do Bibliotecário</a></em>.</span> Cidades, bairros, ruas, monumentos, a história da fotografia e das técnicas fotográficas são frequentemente assuntos de nossos artigos. Notícias atuais também podem render idéias e publicações. Por exemplo, em fevereiro li que o choro foi declarado patrimônio cultural imaterial. Agora em abril, <em>spoiler</em>!!!, será publicado um artigo no Dia Nacional do Choro.</p>
<p>Os parceiros muitas vezes propõe as pautas ou eu as proponho a eles. Tem dado certo! Foi o que aconteceu no artigo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=35860"><em><span style="color: #800000;">Foto icônica do arquivo histórico da Fiocruz ilustrará exposição em Lyon, França</span></em></a>. A jornalista Cristiane d’ Ávila, da Casa de Oswaldo Cruz propôs o tema, enviou o texto com a foto, eu editei e o artigo foi publicado.</p>
<p>Motivada e inspirada pelo livro <em>Dicionário Histórico-Fotográfico Brasileiro, </em>em que foi compilada a trajetória de fotógrafos e retratistas que documentaram o Brasil entre 1833 e 1910 e uma de minhas fontes de pesquisa mais frequentes, de autoria do professor Boris Kossoy, grande nome da fotografia e um entusiasta do portal, escrevi o perfil com cronologia de 66 fotógrafos e fotógrafas que atuaram no Brasil no século XIX até as primeiras décadas do XX. A primeira foi <em><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=705">Militão Augusto de Azevedo (1837 – 1905) e sua obra-prima, o &#8220;Álbum comparativo da cidade de São Paulo 1862-1887&#8243;</a></span></em>, ainda em maio de 2015 e, a última, em fevereiro deste ano sobre <span style="color: #800000;"><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34735">O fotógrafo alemão Theodor Preising (1883 – 1962), “o viajante incansável”.</a></em> </span>Por ideia do curador Joaquim Marçal, foi criada a aba do portal <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?page_id=20750"><span style="color: #800000;">CRONOLOGIA DE FOTÓGRAFOS</span>,</a> onde todas as cronologias estão reunidas. Acredito que essa seja uma contribuição importante para a historiografia da fotografia no Brasil.</p>
<p>Já temos também publicações reunidas em cinco séries<em>: Avenidas e ruas</em>, com 18 artigos que proporcionam aos usuários verdadeiras caminhadas em cidades de todo o Brasil; <em>Os arquitetos do Rio de Janeiro</em>, com 5 artigos e<em> O Rio de Janeiro desaparecido</em>, com 27, que mostram, a partir dos registros como diversos fotógrafos viam a cidade, suas mudanças urbanas e seu desenho. Temos ainda a série <em>Feministas, graças a Deus</em>, com 17 artigos baseados em fotografias do acervo do Arquivo Nacional, que traz a história do começo do movimento feminista brasileiro e o perfil de várias feministas do início do século XX, dentre elas Bertha Lutz e Carmen Portinho. Finalmente, a série <em>1922 &#8211; Hoje, há 100 anos</em>, com 11 artigos que pontuam alguns dos mais importantes acontecimentos ocorridos no referido ano, que foi marcante na história do Brasil. Acho, inclusive, que precisamos abrir uma nova aba reunindo todas estas séries.</p>
<p>Um das diversas consequências da difusão de fotografias com a produção de artigos em torno delas é a possibilidade de ampliação do conhecimento. Por exemplo, em 30 de outubro de 2017, foi publicado o artigo<span style="color: #800000;"> <em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9800">O fotógrafo português Francisco du Bocage (14/04/1860 – 22/10/1919).</a></em></span> Em 2018, um de seus bisnetos, Sergio Du Bocage, entrou em contato conosco e agendamos um encontro. Ele trouxe documentos do fotógrafo que foram incorporados à nossa publicação.</p>
<p>Abre aspas: “Segundo um documento de identificação expedido em 10 de abril de 1918, no Recife, Bocage era português, naturalizado brasileiro, casado, tinha 1m68 de altura, olhos castanhos escuros, cabelos grisalhos, bigodes brancos, barba raspada e sua profissão era comerciante. Traz ainda uma imagem e a assinatura do fotógrafo”. Fecha aspas.</p>
<p>Outra contribuição interessante dos usuários surgiu de uma ideia do curador Sérgio Burgi. Convidamos os leitores a nos ajudar na identificação de outras pessoas que estavam na foto da missa campal de 1888. Desta forma, além de termos criado um vínculo mais próximo entre os usuários e o portal, conseguimos nomear vários personagens presentes no registro e dois artigos foram publicados com as novas “descobertas”.</p>
<p>Bem, a visão é escrever de modo claro sobre assuntos interessantes ancorados em imagens relevantes e numa pesquisa rigorosa e extensa. Aqui destaco a gloriosa Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional, uma fonte de informação absolutamente genial. Em cerca de 90 por cento do que escrevo a hemeroteca é uma das referências mais importantes.</p>
<p>Uma preocupação do portal é divulgar fotografias de todas as regiões do Brasil. Até hoje, no escopo do período abordado pela Brasiliana, são mais conhecidos fotógrafos que atuaram no Rio de Janeiro, em São Paulo, na Bahia e em Pernambuco, mas, nos nossos artigos, imagens de todas as regiões do país já foram destacadas.</p>
<p>Agora o leitor de imagens e de textos, para quem todo esse trabalho é realizado! Este usuário que não conhecemos, que pode ser uma criança, um adulto, um aluno dos graus mais variados, um professor, um curioso. Vocês são responsáveis por <span style="color: #800000;"><strong>72.473.810</strong></span> visualizações em nosso portal!!! É uma honra, um privilégio e uma enorme responsabilidade produzir para vocês!!! Usuários, em nome de toda a equipe da Brasiliana Fotográfica, muito obrigada pela audiência e prestígio que vocês dão ao nosso portal!!! Esta é, na verdade, a grande parceria, a grande e almejada interação: a das instituições formadoras da Brasiliana Fotográfica com vocês!!! Vamos em frente!!!</p>
<p><span style="color: #800000;">Então, resumindo a Brasiliana em números nestes 9 anos: temos em nosso acervo fotográfico 11.019 imagens de 12 instituições. Já publicamos 506 artigos e tivemos 72.473.810 visualizações.</span></p>
<p>Saúdo especialmente dois colaboradores imprescindíveis no dia a dia da Brasiliana Fotográfica: os gestores de conteúdo Roberta Zanatta, do Instituto Moreira Salles, e Vinícius Martins, da Fundação Biblioteca Nacional. Colegas de trabalho que se tornaram amigos!</p>
<p>Me despeço, agradecendo à confiança das instituições fundadoras e parceiras do portal e de seus curadores, Sérgio Burgi e Joaquim Marçal. Podem ter certeza que trabalho com o máximo de seriedade e comprometimento. E também com muita alegria e entusiasmo!</p>
<p>Acredito que juntos realizamos um trabalho importante voltado ao desenvolvimento da educação e da cultura de nosso país, fazendo com que a história da fotografia, a memória e a própria História do Brasil estejam cada vez mais ao alcance da população. Viva a Brasiliana Fotográfica! Vida longa à Brasiliana Fotográfica!</p>
<p>Muito obrigada!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Palestra realizada por Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica, durante o evento sobre os 9 anos de aniversário da Brasiliana Fotográfica, realizado, em 2 de abril de 2024, no Auditório Machado de Assis, na Biblioteca Nacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=35571</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O aniversário de São Paulo na Brasiliana Fotográfica</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=35247</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=35247#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2024 17:28:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[fundação]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=35247</guid>
		<description><![CDATA[Para celebrar os 470 anos da cidade de São Paulo, a Brasiliana Fotográfica selecionou alguns artigos cuja personagem principal é justamente a cidade. O portal convida seus leitores a um passeio pela metrópole, que é o maior centro financeiro da América do Sul e uma das mais populosas do mundo, retratada por diversos fotógrafos presentes no acervo fotográfico da Brasiliana Fotográfica, dentre eles Alfredo Krausz (1902 – 1953), Claude Lévi-Strauss (1908 - 2009), Edgard Egydio de Souza (1876 - 1956), Frédéric Manuel  (1868 – 1961), Guilherme Gaensly (1843 - 1928), Militão Augusto de Azevedo (1837 - 1905) e Vincenzo Pastore (1865 - 1918), além de fotógrafos ainda não identificados. Não deixem de usar a ferramenta "zoom" para percorrer as ruas, visitar os monumentos e observar o movimento das pessoas e  também as paisagens e edificações da cidade. As imagens são da segunda metade do século XIX até as primeiras décadas do século XX. Feliz aniversário, São Paulo!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Para celebrar os 470 anos da cidade de São Paulo, a Brasiliana Fotográfica selecionou alguns artigos cuja personagem principal é justamente a cidade. O portal convida seus leitores a um passeio pela metrópole, que é o maior centro financeiro da América do Sul e uma das mais populosas do mundo, retratada por diversos fotógrafos presentes no acervo fotográfico da Brasiliana Fotográfica, dentre eles Alfredo Krausz (1902-1953), Claude Lévi-Strauss (1908 &#8211; 2009), Edgard Egydio de Souza (1876 &#8211; 1956), Frédéric Manuel  (1868-1961), Guilherme Gaensly (1843 &#8211; 1928), Militão Augusto de Azevedo (1837 &#8211; 1905) e Vincenzo Pastore (1865 &#8211; 1918), além de fotógrafos ainda não identificados. Não deixem de usar a ferramenta <em>zoom</em> para percorrer as ruas, visitar os monumentos e observar o movimento das pessoas e  também as paisagens e edificações da cidade. As imagens são da segunda metade do século XIX até as primeiras décadas do século XX. Feliz aniversário, São Paulo!</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 574px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2088" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2088/004VP021003.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="564" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2088" target="_blank">Vincenzo Pastore. Garotos engraxates, 1910 circa. São Paulo, SP / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7056" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7056/022EEScx24-06.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="332" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7056" target="_blank">Edgard Egydio de Suza. Edifício Martinelli, à esquerda as torres do mosteiro de São Bento, década de 30. São Paulo, SP / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>Lista de artigos publicados na Brasiliana Fotográfica cuja personagem principal é a cidade de São Paulo</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 343px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo#/media/Ficheiro:Bras%C3%A3o_da_cidade_de_S%C3%A3o_Paulo.svg" target="_blank"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/90/Bras%C3%A3o_da_cidade_de_S%C3%A3o_Paulo.svg/800px-Bras%C3%A3o_da_cidade_de_S%C3%A3o_Paulo.svg.png" alt="Brasão de armas de São Paulo" width="333" height="429" /></a><p class="wp-caption-text">Brasão da cidade de São Paulo onde está escrito em latim NON DYCOR DVCO, que quer dizer &#8220;Não sou conduzido, conduzo&#8221;</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=705" target="_blank">Militão Augusto de Azevedo (1837 – 1905) e sua obra-prima, o “Álbum comparativo da cidade de São Paulo 1862-1887″, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, pesquisadora e editora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 24 de maio de 2015</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1379" target="_blank">Vincenzo Pastore, um fotógrafo entre dois mundos (Casamassima, Itália 5 de agosto de 1865 – São Paulo, Brasil 15 de janeiro de 1918), de autoria de Andrea C.T. Wanderley, pesquisadora e editora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de agosto de 2015</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7260" target="_blank">São Paulo sob as lentes do fotógrafo Guilherme Gaensly (1843 – 1928), de autoria de Andrea C.T. Wanderley, pesquisadora e editora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 25 de janeiro de 2017</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20381" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” IV – Rua 25 de março em São Paulo, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, pesquisadora e editora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 1º de setembro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18274" target="_blank">A cidade de São Paulo e Tebas (1721 – 1811), reconhecido como arquiteto, em 2018, mais de 100 anos após sua morte, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, pesquisadora e editora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 25 de janeiro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25358" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” XI – A Rua da Esperança, em São Paulo, por Vincenzo Pastore, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, pesquisadora e editora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 14 de dezembro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26514http://" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” XII – A Avenida Paulista, o coração pulsante da metrópole, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, pesquisadora e editora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 21 de janeiro de 2022</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27521" target="_blank">O Edifício Martinelli, antigo referencial e símbolo de São Paulo, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, pesquisadora e editora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 16 de maio de 2022</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30124" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” XVI – “Alguma coisa acontece no meu coração”, a Avenida São João nos 469 anos de São Paulo, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, pesquisadora e editora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 25 de janeiro de 2023 </a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31026" target="_blank">O Dia do Advogado e a criação das Faculdades de Direito de São Paulo e do Recife, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, pesquisadora e editora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 11 de agosto de 2023. </a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/957" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/957/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="546" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/957" target="_blank">Guilherme Gaensly, P. R. Estação da Luz, 1902?. São Paulo, SP / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=35247</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os 180 anos de nascimento do fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34134</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34134#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Dec 2023 05:15:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[artigos sobre Marc Ferrez]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[cronologia]]></category>
		<category><![CDATA[cronologia de fotógrafos]]></category>
		<category><![CDATA[Marc Ferrez]]></category>
		<category><![CDATA[perfil]]></category>
		<category><![CDATA[perfil de fotógrafos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34134</guid>
		<description><![CDATA[No dia do aniversário de 180 anos de Marc Ferrez (1843 – 1923), a Brasiliana Fotográfica destaca os 27 artigos já publicados no portal em torno da obra do fotógrafo. Ferrez teve uma trajetória profissional singular na história da fotografia no Brasil, marcada por uma forte ligação com atividades culturais e científicas e também por um contato permanente com os principais desenvolvimentos tecnológicos de sua época. Foi no Rio de Janeiro, onde se estabeleceu como fotógrafo em 1867, e em seus arredores que ele realizou cerca da metade de sua produção fotográfica. Foi o único fotógrafo do século XIX que percorreu todas as regiões do Brasil, tendo sido, no referido século, o principal responsável pela divulgação da imagem do país no exterior. Faleceu em 12 de janeiro de 1923.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">No dia do aniversário de 180 anos de Marc Ferrez (1843 – 1923), a Brasiliana Fotográfica destaca os 27 artigos já publicados no portal em torno da obra do fotógrafo. Ferrez teve uma trajetória singular na história da fotografia no Brasil, tendo se estabelecido, inicialmente, em 1867, na Rua São José, nº 96, no Rio de Janeiro, tornando-se logo o mais importante profissional da área na cidade. Foi no Rio de Janeiro e em seus arredores que ele realizou cerca da metade de sua produção fotográfica, registrando, além do patrimônio construído, a exuberância das paisagens naturais.</p>
<p style="text-align: left;">
<div style="width: 714px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11658" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11658/007_IMG_3526.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="704" height="348" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11658" target="_blank">Marc Ferrez. Homem no alto do Morro do Pão de Açúcar, c, 1912. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Foi o único fotógrafo do século XIX que percorreu todas as regiões do Brasil, tendo sido, no referido século, o principal responsável pela divulgação da imagem do país no exterior. Nos anos 1870, integrou a Comissão Geológica do Império e tornou-se <em>Fotógrafo da Marinha Imperial. </em>Participou e foi premiado em diversas exposições nacionais e internacionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_34184" style="width: 779px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/ferrez.jpg"><img class=" wp-image-34184" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/ferrez.jpg" alt="Carimbo de Marc Ferrez, c. 1875. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS." width="769" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Carimbo de Marc Ferrez, c. 1875. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=%22ferrez%2C+marc%22&amp;submit=Ir" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de Marc Ferrez disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Marc Ferrez nasceu no Rio de Janeiro, em 7 de dezembro de 1843, cerca de quatro após o anúncio da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16443" target="_blank">invenção do daguerreótipo</a> por François Arago (1786 &#8211; 1853), secretário da Academia de Ciências da França, em 19 de agosto de 1839. O daguerreótipo, processo fotográfico desenvolvido por Joseph Nicèphore Niépce (1765-1833) e Louis Jacques Mandé Daguerre (1787-1851), revolucionou em pouco tempo e para sempre a forma do registro do mundo e de seus habitantes, inundando nosso planeta de imagens fotográficas. A invenção chegou ao Brasil em 1840 e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7183" target="_blank">dom Pedro II (1825 &#8211; 1891</a>) foi um grande entusiasta da fotografia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 390px" class="wp-caption aligncenter"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/dague.jpg" alt="" width="380" height="297" /><p class="wp-caption-text">Câmara de daguerreótipo Succe Frères, de 1939 / Westlicht Photography Museum, em Viena, na Áustria</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Voltando a Marc Ferrez. Ele era filho de Zépherin (Zeferino) Ferrez (1797 – 1851) e Alexandrine Caroline Chevalier (18? – 1851). Seu pai, um escultor e gravador francês, havia chegado com o irmão Marc (Marcos), no Rio de Janeiro, em 1817. Os dois passaram a integrar a Missão Francesa, que havia se instalado na cidade no ano anterior. Após passar alguns anos em Paris, Marc Ferrez retornou ao Rio de Janeiro em torno de 1863. Casou-se com a francesa Marie Lefebvre (c. 1849 – 1914) em 16 de agosto de 1873. Tiveram dois filhos: Julio Marc (1881 – 1946) e Luciano José André (1884 – 1955).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 632px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5345" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5345/_MG_2200.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="622" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5345" target="_blank">Marc Ferrez. Família Ferrez, c. 1912. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sua trajetória profissional foi marcada por uma forte ligação com atividades culturais e científicas e também por um contato permanente com os principais desenvolvimentos tecnológicos de sua época. Produziu magistrais fotografias de arquitetura durante a construção da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">Avenida Central</a>, no Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8356" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8356/007A5P3F04-015.JPG.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="527" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8356" target="_blank">Marc Ferrez. Avenida Central, c. 1908. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Também participou da introdução do cinema e da fotografia estereoscópica em cores no Brasil, no início do século XX. Em 1905, obteve a representação da firma francesa <em>Pathé Frères</em> no Brasil. A firma era a maior e melhor fábrica de aparelhos e filmes cinematográficos da Europa. Faleceu em 12 de janeiro de 1923, no Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>“Há nas suas paisagens…uma nota artística sempre: a escolha do ponto de vista denotava no fotógrafo a existência daquela divina centelha de arte que dá o toque de poesia às frias imagens que a objetiva mecanicamente registra”.</em></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #800000;"><em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/124451/7948" target="_blank">Para Todos, </a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/124451/7948" target="_blank">20 de janeiro de 1923</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Publicações da Brasiliana Fotográfica em torno da obra do fotógrafo Marc Ferrez </strong></em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong> </strong></em></span></p>
<div style="width: 290px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2575" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2575/007NGBMF1824cxrep03-12.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="280" height="368" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2575" target="_blank">Marc Ferrez aos 33 anos, c. 1876. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1443" target="_blank"><em>O Rio de Janeiro de Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 30 de junho de 2015</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3527" target="_blank">Obras</a> </em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3527" target="_blank"><em>para o abastecimento no Rio de Janeiro por Marc Ferrez</em> , de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 25 de janeiro de 2016</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank"><em>O brilhante cronista visual Marc F</em><em>errez (7</em><em>/12/1843 – 12/01/1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de dezembro de 2016</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7021" target="_blank"><em>Do natural ao construído: O Rio de Janeiro na fotografia de Marc Ferrez, </em>de autoria de Sérgio Burgi, um dos curadores da Brasiliana Fotográfica, publicada em 19 de dezembro de 2016</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9714" target="_blank"><em>No primeiro dia da primavera, as cores de Marc Ferrez (1843 – 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 22 de setembro de 2017</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11896" target="_blank"><em>Marc Ferrez , a Comissão Geológica do Império (1875 – 1878) e a Exposição Antropológica Brasileira no Museu Nacional (1882)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,  publicada em 29 de junho de 2018</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212" target="_blank"><em>Série “O Rio de Janeiro desaparecido” V – O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público, Ferrez, Malta e Charles Dunlop</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 20 de julho de 2018</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13070" target="_blank"><em>Uma homenagem aos 175 anos de Marc Ferrez (7 de dezembro de 1843 – 12 de janeiro de 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de dezembro de 2018 </a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14387" target="_blank"><em>Pereira Passos e Marc Ferrez: engenharia e fotografia para o desenvolvimento das ferrovias</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de abril de 2019</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14794" target="_blank"><em>Fotografia e ciência: eclipse solar, Marc Ferrez e Albert Einstein</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em <time class="entry-date published" datetime="2019-06-24T10:45:39+00:00">24 de junho de 2019</time></a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16435"><i>Os 180 anos da invenção do daguerreótipo – Os álbuns da Comissão Geológica do Império com fotografias de Marc Ferrez</i>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 19 de agosto de 2019</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17539" target="_blank"><em>Celebrando o fotógrafo Marc Ferrez (1843 – 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 4 de dezembro de 2019</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17884"><em>Uma homenagem da Casa Granado ao imperial sob as lentes de Marc Ferrez,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de fevereiro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18198" target="_blank"><em>Ressaca no Rio de Janeiro invade o porão da casa do fotógrafo Marc Ferrez, em 1913</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado 6 de março de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18110" target="_blank"><em>Petrópolis, a Cidade Imperial, pelos fotógrafos Marc Ferrez e Revert Henrique Klumb, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, </em>publicado em 16 de março de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18420" target="_blank"><em>Bambus, por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17856" target="_blank"><em>O Baile da Ilha Fiscal: registro raro realizado por Marc Ferrez e retrato de Aurélio de Figueiredo diante de sua obra</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 9 de novembro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21455" target="_blank"><em>O Palácio de Cristal fotografado por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 2 de fevereiro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22058" target="_blank"><em>A Estrada de Ferro do Paraná, de Paranaguá a Curitiba, pelos fotógrafos Arthur Wischral (1894 – 1982) e Marc Ferrez (1843 – 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 22 de março de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22777" target="_blank"><em>Dia dos Pais – Julio e Luciano, os filhos do fotógrafo Marc Ferrez, e outras famílias</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 6 de agosto de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25186" target="_blank"><em>No Dia da Árvore, mangueiras fotografadas por Ferrez e Leuzinger</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 21 de setembro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">Retratos de Pauline Caroline Lefebvre, sogra do fotógrafo Marc Ferrez, </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134"> </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">publicado em 28 de abril de 2022</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27603" target="_blank"><em>A Serra dos Órgãos: uma foto aérea e imagens realizadas pelos mestres Ferrez, Leuzinger e Klumb</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,<em> </em>publicado em 30 de junho de 2022</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31202" target="_blank"><em>O centenário da morte do fotógrafo Marc Ferrez (1843 – 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 12 de janeiro de 2023</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30712" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D30712&amp;source=gmail&amp;ust=1685455258111000&amp;usg=AOvVaw1y7o5h7HRI-oiB3PyjwQnG"><em>O Observatório Nacional pelas lentes de Marc Ferrez, amigo de vários cientistas</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 29 de maio de 2023</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32049" target="_blank"><em>No Dia Mundial do Meio Ambiente, a potente imagem da Cachoeira de Paulo Afonso, por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2023</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29493" target="_blank"><em>A Fonte Adriano Ramos Pinto por Guilherme Santos e Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 18 de julho de 2023</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Acesse aqui a <a href="https://revista.an.gov.br/index.php/revistaacervo/issue/view/90" target="_blank">Acervo, Revista do Arquivo Nacional, com o tema <em>Marc Ferrez: a fotografia como experiência</em></a>, volume 36, nº2 maio/agosto 2023, que traz artigos de algumas parceiras &#8211; Maria do Carmo Rainho (Arquivo Nacional) e Maria Isabel Lenzi (Museu Histórico Nacional &#8211;  e também de algumas colaboradoras &#8211; Ana Maria Mauad e Maria Isabela Mendonça dos Santos &#8211; da Brasiliana Fotográfica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=34134</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aniversário de Poços de Caldas</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34609</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34609#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Nov 2023 21:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Cronologia]]></category>
		<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Conrado Wessel]]></category>
		<category><![CDATA[cronologia]]></category>
		<category><![CDATA[cronologia de fotógrafos]]></category>
		<category><![CDATA[fundação]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Wessel]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Moreira Salles]]></category>
		<category><![CDATA[perfil]]></category>
		<category><![CDATA[perfil de fotógrafos]]></category>
		<category><![CDATA[Poços de Caldas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34609</guid>
		<description><![CDATA[Homenageando os 151 anos de Poços de Caldas, cidade mineira fundada em 6 de novembro de 1872, o portal republica o artigo "Aspectos de Poços de Caldas impressos no papel fotográfico fabricado pelo pioneiro Conrado Wessel (1891 - 1993)". Filho do fotógrafo argentino Guilherme Wessel (1862 - 1940), a vida de Conrado Wessel é um exemplo de desenvolvimento científico e inovação realizados no Brasil. Nesta nova publicação foram acrescentadas quatro fotos aéreas da cidade, todas do acervo do Museu Aeroespacial, que integra o acervo fotográfico do portal. Lembramos que Poços de Caldas foi a cidade escolhida para sediar o primeiro centro cultural do Instituto Moreira Salles, uma das instituições fundadoras da Brasiliana Fotográfica. O IMS-Poços, no momento em reforma, foi inaugurado em agosto de 1992.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Homenageando os 151 anos de Poços de Caldas, cidade mineira fundada em 6 de novembro de 1872, que recebeu o primeiro centro cultural do Instituto Moreira Salles &#8211; uma das instituições fundadoras da Brasiliana Fotográfia -, inaugurado em  agosto de 1992, o portal republica o artigo <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27299http://" target="_blank">Aspectos de Poços de Caldas impressos no papel fotográfico fabricado pelo pioneiro Conrado Wessel (1891 &#8211; 1993).</a> </em>Filho do fotógrafo argentino Guilherme Wessel (1862 &#8211; 1940), a vida de Conrado Wessel é um exemplo de desenvolvimento científico e inovação realizados no Brasil.</p>
<p>Nesta publicação, foram acrescentadas quatro fotos aéreas da cidade, pertencentes ao Museu Aeroespacial, uma das instituições colaboradoras do portal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10725"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10725/Alb%200279%20040%20CT.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="514" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10725" target="_blank">Foto aérea de Poços de Caldas, 6 de fevereiro de 1935 . Poços de Caldas, MG / Acervo Museu Aeroespacial</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/377" target="_blank">Acessando o link para as fotografias aéreas de Poços de Caldas pertencentes ao Museu Aeroespacial e disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Poços de Caldas foi escolhida para sediar o primeiro centro cultural do IMS pelo próprio Walther Moreira Salles (1912 &#8211; 2001) como uma homenagem à região onde sua família se estabeleceu em 1918. O IMS Poços é composto pelo Chalé Cristiano Osório, projetado e construído por Giovanni Battista Pansini, em 1894, e adquirido pelo IMS, em 1989; e por um centro cultural com mais de 1000 m² de área expositiva, distribuída em dois pavimentos, projetado pelo arquiteto mexicano Aurélio Martinez Flores (1929 &#8211; 2015). O IMS-Poços está temporariamente fechado para reforma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_34613" style="width: 334px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/poços.jpg"><img class=" wp-image-34613" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/poços.jpg" alt="Brasão de Armas de Poços de Caldas" width="324" height="381" /></a><p class="wp-caption-text">Brasão de Armas de Poços de Caldas</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Aspectos de Poços de Caldas impressos no papel fotográfico fabricado pelo pioneiro Conrado Wessel (1891 – 1993)</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Brasiliana Fotográfica destaca imagens de aspectos da cidade mineira de Poços de Caldas, impressas no papel fotográfico produzido pelo fotógrafo, inventor e empreendedor Conrado Wessel (1891 &#8211; 1993), pioneiro da indústria fotográfica no Brasil. Filho do fotógrafo argentino Guilherme Wessel (1862 &#8211; 1940), sua vida é um exemplo de desenvolvimento científico e inovação realizados no Brasil. As imagens pertencem ao acervo da Fundação Biblioteca Nacional, uma das fundadoras do portal, e, atrás de todas elas, produzidas em 1929, está escrita a marca do fabricante do papel no verso: &#8220;<span class="destaca_palavras">Wessel</span>&#8220;. Também foram publicadas na seção &#8220;Cronologia de Fotógrafos&#8221;, as cronologias de Conrado e Guilherme, a 51ª e 52ª produzidas pelo portal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/303" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de Poços de Caldas impressas no papel fotográfico produzido por Conrado Wessel disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10258" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10258/icon1549358.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="447" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10258" target="_blank">Vista parcial de Poços de Caldas, 1929. Poços de Caldas, Minas Gerais / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 509px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10251" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10251/icon1549354.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="499" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10251" target="_blank">Cascata das Batas,1929. Poços de Caldas, Minas Gerais / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>As trajetórias de Guilherme (1862 &#8211; 1940) e Conrado Wessel (1891 &#8211; 1993)</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27300" style="width: 713px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.fcw.org.br/" target="_blank"><img class=" wp-image-27300" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel.jpg" alt="Conrado Wessel / Fundação Conrado Wessel" width="703" height="407" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.fcw.org.br/" target="_blank">Conrado Wessel / Fundação Conrado Wessel</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Contribuiu decisivamente para a implantação da indústria fotográfica no país, pois fundou a primeira indústria de papel fotográfico no Brasil. Utilizou fórmulas e processos segundo sua concepção e auxiliou Valério Vieira na sensibilizaçaodo famoso painel &#8220;Panorama da Cidade de São Paulo. Introduziu o papel fotográfico tamanho postal, que se tornou conhecido por &#8220;Postaes Wessel Jardim&#8221; e que foram largamente consumido pelos lambe-lambe&#8221;. Sua indústria foi posteriormente adquirida pela Kodak e durante algum tempo lia-se nas casixas de papel fotográfico a sigla Kodak-Wessel&#8221;</em></span></p>
<p style="text-align: right;">Boris Kossoy sobre Conrado Wessel, 1975</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O nome de batismo de  Conrado Wessel era Ubald Konrad August Wessel e ele nasceu em Buenos Aires, na Argentina, em 16 de fevereiro de 1891, filho do fotógrafo Guilherme Wessel (1862-1940), que havia nascido em Concepcion do Uruguai; e de Nicolina Krieger Wessel (1863 &#8211; 1956). Eles se casaram em 3 de março de 1887. A família Wessel, tradicional fabricante de chapéus em Hamburgo, na Alemanha, havia imigrado para a Argentina em meados do século XIX, provavelmente nos primeiros anos da década de 1860. Guilherme foi para Hamburgo onde formou-se em Física, e retornou à Argentina.</p>
<p>Em 1892, Guilherme foi com a família &#8211; mulher e dois filhos, Georg Walter (1888 &#8211; 1908) e Conrado &#8211; para Sorocaba e, depois, para São Paulo, convidado para lecionar na Escola Politécnica, que viria a ser uma das unidades fundadoras da Universidade de São Paulo, em 1934.</p>
<p>Ele abriu em sociedade com Carlos Norder, em 1900, um estabelecimento de artigos de fotografia e de laboratórios químicos, na rua São Bento, 41 A, no centro da capital, <em>Aos Photograhos e Amadores da photographia</em>. Oferecia gratuitamente aos amadores lições práticas e disponibilizavm para todos os fregueses um quarto escuro. Na mesma época, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20846" target="_blank">Guilherme Gaensly (1843 &#8211; 1928)</a> tinha um ateliê fotográfico, na rua 15 de Novembro, 28 (<em>O Estado de São Paulo</em>, 3 de janeiro de 1900, página 2, sexta coluna; <a href="http://memoria.bn.br/docreader/090972_06/63" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 5 de janeiro de 1900</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394/20837" target="_blank"><em>Almanak Laemmert</em>, segunda coluna, 1901</a>)</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27315" style="width: 246px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/090972_06/63" target="_blank"><img class="size-full wp-image-27315" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel8.jpg" alt="Correio Paulistano, 5 de janeiro de 1900" width="236" height="330" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/090972_06/63" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 5 de janeiro de 1900</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27369" style="width: 588px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel22.jpg"><img class="size-full wp-image-27369" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel22.jpg" alt="O Estado de São Paulo, 3 de janeiro de 1900" width="578" height="354" /></a><p class="wp-caption-text"><em>O Estado de São Paulo</em>, 3 de janeiro de 1900</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Anunciava em dezembro de 1900 ter recebido grande sortimento de produtos: chapas Lumière, câmaras fotográficas e objetos para fotografia e distribuiu a seus fregueses, em dezembro do ano seguinte, uma carteira com espelho (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/227900/8907" target="_blank"><em>O Commercio de São Paulo</em>, 21 de dezembro de 1900</a>; <em>O Estado de São Paulo</em>, 1º de janeiro de 1902, página 2, quarta coluna).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27318" style="width: 313px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/227900/8907" target="_blank"><img class="size-full wp-image-27318" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel10.jpg" alt="O Commercio de São Paulo, 21 de dezembro de 1900" width="303" height="202" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/227900/8907" target="_blank"><em>O Commercio de São Paulo</em>, 21 de dezembro de 1900</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1901, Guilherme já prestava serviços fotográficos para as secretarias da Fazenda, do Interior e da Justiça de São Paulo (<em>O Estado de São Paul</em>o, 6 de março de 1901, página 1, penúltima coluna; <em>Correio Paulistano</em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_06/2541" target="_blank">, 7 e março, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_06/3355" target="_blank">4 de setembro, segunda colun</a>a, de 1903; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_06/5155" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 22 de setembro de 1904, última coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_06/5805" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 6 de janeiro de 1905, sétima coluna</a>). Também tinha uma Casa Importadora de Artigos para Photografia e Aparelhos de Eletricidade, na rua Direita, nº 20 (<span style="color: #333399;"><a style="color: #333399;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394/23953" target="_blank"><em>Almanak Laemmert</em>, primeira coluna, 1903</a></span>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27320" style="width: 311px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel12.jpg"><img class="size-full wp-image-27320" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel12.jpg" alt="Illustração Brasileira, 1905" width="301" height="205" /></a><p class="wp-caption-text"><em>Illustração Brasileira</em>, 1905</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1904, Guilherme foi um dos doadores para a quermesse em prol do Instituto Pasteur de São Paulo e do Conservatório Dramático Municipal (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_06/4221" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 11 de março de 1904, primeira coluna</a>). Neste mesmo ano promoveu uma exposição de fotografias <em>no intuito de estimular os amadores</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/227900/14216" target="_blank"><em>O Commercio de São Paulo</em>, 9 de julho de 1904, primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27319" style="width: 274px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/227900/14216" target="_blank"><img class="size-full wp-image-27319" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel111.jpg" alt="O Commercio Paulistano, 9 de julho de 1904" width="264" height="300" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/227900/14216" target="_blank"><em>O Commercio Paulistano</em>, 9 de julho de 1904</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1907, Guilherme tinha uma loja de artigos fotográficos na rua Líbero Badaró, 48. Nessa mesma época, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7661" target="_blank">Valério Vieira (1862 &#8211; 1941)</a> e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1379" target="_blank">Vincenzo Pastore (1865 &#8211; 1918)</a> também possuiam estabelecimentos fotográficos em São Paulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27323" style="width: 313px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel15.jpg"><img class="size-full wp-image-27323" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel15.jpg" alt="Almanaque Henault" width="303" height="453" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/709930/901" target="_blank"><em>Almanak Henault</em>, 1909</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O italiano Pastore, importante cronista visual de São Paulo da segunda metade do século XIX e do início do século XX, e Guilherme foram, provavelmente, amigos, já que Guilherme estava presente a seu enterro, em janeiro em 1918 (<a style="color: #0000ff;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394/32922" target="_blank"><em>Almanak Laemmert</em>, 1907</a>, <a style="color: #0000ff;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394/32922" target="_blank">primeira coluna;</a> <a href="http://memoria.bn.br/docreader/709930/901" target="_blank"><em>Almanak Henault</em>, 1909</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_06/45252" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 19 de janeiro de 1918, terceira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 602px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2119" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2119/004VP030.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="592" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2119" target="_blank">Vincenzo Pastore. Autorretrato de Vincenzo Pastore, c. 1910. São Paulo, SP / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Guilherme foi contratado pelo Jockey Club de São Paulo para inaugurar o serviço de fotografia de chegadas dos páreos (<span style="color: #0000ff;"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_03/13467" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 23 de fevereiro de 1907, quarta coluna</a>; </span><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_01/5671" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 3 de março de 1907</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="size-full wp-image-27321 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel13.jpg" alt="wessel13" width="285" height="517" /></p>
<div id="attachment_27322" style="width: 291px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_03/13467" target="_blank"><img class="wp-image-27322 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel14.jpg" alt="wessel14" width="281" height="119" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_03/13467" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 23 de fevereiro de 1907</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Trabalhava com seu filho mais velho Georg Walter, que faleceu de tifo, em 26 de dezembro de 1908, e foi enterrado no Cemitério dos Protestantes (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_06/34165" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 2 de novembro de 1914, primeira coluna</a>). Nesse mesmo ano, por cerca de seis meses, Conrado foi assistente de um cinegrafista da Gaumont, que havia vindo ao Brasil para filmar fazendas de café para a propaganda do produto na Europa, tornando-se um dos primeiros cinegrafistas do Brasil. Estava na folha de pagamentos da Secretaria da Fazenda de São Paulo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_06/14238" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 4 de novembro de 1908, sexta coluna</a>).</p>
<p><em>&#8220;O primeiro documento expedido no Brasil atestando a capacidade para o exercício da função de cinegrafista foi fornecido ao químico Conrado Wessel, em 1908, pela Gaumont Films, uma das produtoras mais antigas da França. </em><em>Wessel (1891-1993) conta em sua carta autobiográfica que recebeu o atestado das mãos de um cinegrafista da Gaumont, Colliot, que veio ao país contratado pela Secretaria de Agricultura de São Paulo.</em><br />
<em>Por mais de seis meses, ele foi intérprete e ajudante do cinegrafista francês e ambos filmaram várias fazendas de café, colhendo cenas para a propaganda do produto na Europa&#8221;</em> (<a href="https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1995/3/02/ilustrada/1.html" target="_blank">Ana Maria Guariglia, <em>Folha de São Paulo, </em>2 de março de 1995</a>).</p>
<p>Guilherme fechou a loja e, em 1909, continuou a trabalhar fornecendo fotografias para a Secretaria da Agricultura. Em 1911, recebeu pagamento da secretaria por ter fornecido 20 fotografias ao poeta Olavo Bilac (1865 &#8211; 1918). Em 1920, forneceu à Diretoria de Indústria e Comércio uma fita cinematográfica e ampliações fotográficas para a Feira de Lyon (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_06/16587" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 12 de outubro de 1909, última coluna;</a> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_06/21441" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 7 de junho de 1911, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_06/24347" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 20 de março de 1912, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/13286" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 21 de agosto de 1912, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830453/3921" target="_blank"><em>O Combate</em>, 3 de dezembro de 1920, última coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27327" style="width: 341px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel16.jpg"><img class="size-full wp-image-27327" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel16.jpg" alt="O Paiz, de 1912" width="331" height="319" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_04/13286" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 21 de agosto de 1912</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #000000;">Conrado, que havia feito seus primeiros estudos na Escola Alemã daVila Mariana, participou de um concurso de fotografia, apresentando 25 fotografias em um pavilhão especialmente preparado para a exposição, no Posto Zootécnico de São Paulo (<a style="color: #000000;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_06/9671" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 21 de outubro de 1906, quinta coluna</a>). Já havia conquistado dois prêmios como fotógrafo quando, e</span>m 1911, foi para Viena, na Áustria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27307" style="width: 705px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://177.94.210.75/v3/images/galeria/doc_21_21.pdf" target="_blank"><img class="size-full wp-image-27307" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel2.jpg" alt="Diplomas de prêmios de fotografia conquistados por Conrado Wessel no inpicio do século XX" width="695" height="249" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://177.94.210.75/v3/images/galeria/doc_21_21.pdf" target="_blank">Diplomas de prêmios de fotografia conquistados por Conrado Wessel no início do século XX</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além de estudar fotoquímica no K.K. Graphischen Lehr und Versuchsanstalt, entre julho de 1911 e dezembro de 1912 ,estagiou na Casa Beissner &amp; Gottlieb, especializada na área gráfica e fotográfica, entre de 10 de julho de 1912 e 8 de fevereiro de 1913. Especializou-se em clichês para jornais e revistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 203px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://revistapesquisa.fapesp.br/rumos-de-um-inventor/" target="_blank"><img src="http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2015/06/CW_ANTIGA_2-193x300.jpg" alt="O jovem Conrado Wessel, provavelmente em Viena, onde estudou e estagiou de 1911 a 1914" width="193" height="300" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://revistapesquisa.fapesp.br/rumos-de-um-inventor/" target="_blank">Conrado Wessel, provavelmente, em Viena / Fundação Conrado Wessel</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abaixo, a reprodução do certificado da Casa Beissner &amp; Gottlieb, de Viena, de 8 de fevereiro de 1913, documentando o estágio profissional obrigatório realizado por Conrado Wessel, na conclusão de seus estudos no Instituto K.K. Graphischen Lehr und Versuchsanstalt.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27328" style="width: 394px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://revistapesquisa.fapesp.br/rumos-de-um-inventor/" target="_blank"><img class="wp-image-27328 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel17.jpg" alt="wessel17" width="384" height="532" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://revistapesquisa.fapesp.br/rumos-de-um-inventor/" target="_blank">Fundação Conrado Wessel</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tradução: <em>“<strong>Atestado</strong>: Viena, 8 de fevereiro de 1913. O sr. Conrado Wessel, após ter terminado os estudos gráficos da K.K. Graphischen Lehr &amp; Versuchsanstalt, esteve em nosso instituto em atividades práticas desde 10 de julho de 1912 até hoje. Trabalhou em diferentes departamentos e obteve sucesso e muitos bons resultados. Nós atestamos portanto com satisfação que estamos contentes pelo seu desempenho em cada índice, com extremado respeito por suas realizações, e desejamos a ele o maior progresso no futuro”.</em></p>
<p>Voltou para São Paulo, em 1913, com maquinário para a montagem de uma clicheria com o pai. Guilherme seguia trabalhando para a Secretaria da Fazenda e, em 1914, fez uma proposta para prorrogar por mais um ano o contrato que tinha de fornecimento de fotografias para a entidade (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_06/31902" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 3 de fevereiro de 1914, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_06/39872" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 29 de julho de 1916, quarta coluna</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_06/43720" target="_blank"><em> Correio Paulistano</em>, 13 de dezembro de 1917, terceira coluna;</a> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_06/45147" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 10 de janeiro de 1918, última coluna</a>).</p>
<p>Em 1914, Conrado fotografou o Salto do Paranapanema durante uma visita realizada pelo então secretário da Agricultura de São Paulo, Paulo de Moraes Barros, ao local, quando inaugurou o primeiro trecho do prolongamento da ferrovia Sorocabana Railway na direção do Porto Tibiriçá (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_06/32016" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 16 de fevereiro de 1914, sexta coluna</a>).</p>
<p>Entre 1915 e 1919, foi aluno ouvinte na Escola Politécnica e também trabalhou como auxiliar no laboratório do professor de bioquímica, físico-química e eletroquímica Roberto Hottinger, no curso de Engenharia Química. Conrado queria criar um papel fotográfico de qualidade equivalente a dos importados &#8211; os usados eram da Kodak, da Agfa e da Gevaert &#8211; porém com um preço mais baixo.</p>
<p>Segundo o próprio:</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Durante quatro anos fiz de tudo ali. Desde a preparação do nitrato de prata até os estudos das diferentes qualidades de gelatinas. Da ação dos halogênios como o bromo, o cloro, e o iodo sobre o nitrato de prata ao brommeto de potássio. Cheguei à conclusão que a mistura de uma pequena dose de iodo ao bromo dava muito melhor resultado, assim como a adição do iodo ao cloro&#8221;.</em></span></p>
<p style="text-align: right;"><a href="https://revistapesquisa.fapesp.br/o-entusiasmo-de-um-inventor/" target="_blank"><em>O entusiasmo de um inventor (2006)</em></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1916, Guilherme seguia trabalhando para a Secretaria de Agricultura (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/763900/4930" target="_blank"><em>A Gazeta (SP)</em>, 18 de janeiro de 1916, quarta coluna</a>) e Conrado já estava desenvolvendo uma fórmula para banhar o papel que batizou de Postal Jardim, para atrair os lambe-lambes do Jardim da Luz. Em fevereiro, foi à inauguração da exposição de Levino Fanzeres (1884 &#8211; 1956), na rua Líbero Badaró, 66 (<em>O Estado de São Paulo</em>, 28 de fevereiro, página 2, última coluna).</p>
<p>Em 10 de novembro de 1916, Guilherme consultou a empresa International Patent Agency, de Moura &amp; Wilson, que eram <em>agentes de privilégios</em> sediados no Rio de Janeiro, com o objetivo de se informar quanto aos procedimentos de requerimento de uma patente. A empresa respondeu três dias depois, dispondo-se a providenciar a patente mediante ao fornecimento dos documentos necessários e ao pagamento de Rs 220$000.</p>
<p>Em 1917, Guilherme Wessel possuia uma Oficina de Gravura, na Travessa Guaianazes, 155, na Barra Funda. em 1921, o <em>Almanak Laemmert</em> identificava no endereço um estabelecimento fotográfico (<em>Almanak Laemmert</em>,<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394/68526" target="_blank"> 1917</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394/77296" target="_blank">1921, última coluna</a>). Em 1921, um dos funcionários da oficina sofreu um pequeno acidente (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830453/4388" target="_blank"><em>O Combate</em>, 12 de maio de 1921, penútima coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27317" style="width: 411px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394/68526" target="_blank"><img class="wp-image-27317 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel9.jpg" alt="wessel9" width="401" height="318" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394/68526" target="_blank"><em>Almanak Laemmert</em>, 1917</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1919, Conrado comprou uma casa na rua K , em Casa Verde (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_06/48812" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 5 de fevereiro de 1919, quinta coluna</a>).</p>
<p>A fórmula de Conrado, patenteada no início em 1921, em documento assinado pelo presidente da República, Epitácio Pessoa (1865 &#8211; 1942), foi descrita como um <em>“novo processo para fabricação de material photographico, sensível à luz, para o processo positivo e negativo, à base de emulsões de saes de prata ou gelatina, albumina ou collodio, servindo de supportes para estas emulsões papel, vidro, celluloide ou qualquer outro supporte que seja appropriado”.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27329" style="width: 495px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://revistapesquisa.fapesp.br/o-entusiasmo-de-um-inventor/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-27329" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel18.jpg" alt="Carta patente da fómula de Conrado Wessel / Fundação Conrado Wessel" width="485" height="530" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://revistapesquisa.fapesp.br/o-entusiasmo-de-um-inventor/" target="_blank">Carta patente da fórmula de Conrado Wessel / Fundação Conrado Wessel</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27312" style="width: 390px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://177.94.210.75/v3/images/galeria/doc_21_21.pdf" target="_blank"><img class="  wp-image-27312" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel7.jpg" alt="wessel7" width="380" height="487" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://177.94.210.75/v3/images/galeria/doc_21_21.pdf" target="_blank">Fundação Conrado Wessel</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1921, Conrado comprou do professor de Filosofia da Escola Normal, dr. Picarollo, e de seu filho o maquinário necessário, importou papel da Alemanha e começou a trabalhar em um pequeno prédio de seu pai, na Barra Funda. Enquanto aguardava a chegada do papel, um acaso o ajudou a criar uma forma de pendurar o papel emulsionado para a secagem, uma vez que dispunha de pouco espaço. Realizava um trabalho de propaganda para a Tapeçaria Schultz e observou o sistema de cortinas movimentadas por cordas. Achou que um processo semelhante poderia ser usado para secar metros e metros de papel. Mas a experiência foi um <em>desastre</em>. Nem 10 centímetros foram aproveitados dos 10 metros de papel emulsionados. Teria que encontrar outra solução.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://177.94.210.75/v3/images/galeria/doc_21_21.pdf" target="_blank"><img class="  wp-image-27309 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel4.jpg" alt="wessel4" width="341" height="388" /></a></p>
<div id="attachment_27310" style="width: 356px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel5.jpg"><img class="wp-image-27310 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel5.jpg" alt="wessel5" width="346" height="178" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://177.94.210.75/v3/images/galeria/doc_21_21.pdf" target="_blank">Especial Prêmio Conrado Wessel &#8211; Pesquisa Fapesp</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Surgia assim, em março de 1921, a primeira fábrica de papel fotográfico da América Latina, a Fábrica Privilegiada de Papéis Fotográficos Wessel, sediada na rua Lopes de Oliveira, em São Paulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.fcw.org.br/" target="_blank"><img class=" size-full wp-image-27306 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel11.jpg" alt="wessel1" width="726" height="480" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar da qualidade do papel fotográfico e de ter melhor preço, os consumidores resistiam a utilizar um produto nacional e continuava a utilizar o postal da Ridax e da Gevaert. Foi nessa época que Wessel forjou o lema que o acompanharia por toda a vida: “<em>Insista, não desista</em>”.</p>
<p>Em 1922, foi inaugurada a exposição provisória do <a href="https://g1.globo.com/fotos/noticia/2012/08/g1-recria-maior-photographia-do-mundo-em-1922-feita-no-brasil.html" target="_blank"><em>Panorama de São Paulo</em></a>, na rua São Bento, nº 24, do fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7661" target="_blank">Valério Vieira (1862 &#8211; 1941)</a>, anunciada como a maior fotografia já realizada no mundo, com 16 metros (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_07/9602" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 6 de setembro de 1922, na segunda coluna</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_07/9648" target="_blank">7 de setembro, na quarta coluna</a>). O trabalho foi apresentado na Exposição do Centenário da Independência, no Rio de Janeiro, realizada entre 7 de setembro de 1922 e 24 de julho de 1923. Foi Conrado que possibilitou a impressão da foto em uma solução de brometo de sais de prata (<em>O Estado de São Paulo</em>, 13 de agosto de 1998).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27381" style="width: 343px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://g1.globo.com/fotos/noticia/2012/08/g1-recria-maior-photographia-do-mundo-em-1922-feita-no-brasil.html#:~:text=Foi%20assim%2C%20entre%201919%20e,1%2C80%20metro%20de%20altura." target="_blank"><img class="size-full wp-image-27381" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel27.jpg" alt="G 1" width="333" height="494" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://g1.globo.com/fotos/noticia/2012/08/g1-recria-maior-photographia-do-mundo-em-1922-feita-no-brasil.html#:~:text=Foi%20assim%2C%20entre%201919%20e,1%2C80%20metro%20de%20altura." target="_blank">G 1, 16 de agosto de 2012</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dois anos depois, um acontecimento histórico ajudou os negócios de Conrado: entre 5 e 28 de julho de 1924, São Paulo ficou sitiada devido à eclosão da Revolução dos Tenentes, liderada por Isidoro Dias Lopes (1865 &#8211; 1949) e motivada pelo descontentamento dos militares com a crise econômica e a concentração de poder nas mãos de políticos de Minas Gerais e de São Paulo. Devido ao violento conflito urbano, faltou papel importado para os fotógrafos que atuavam, principalmente, no Jardim da Luz, e eles passaram a comprar de Wessel. Quando a rebelião terminou, o fornecimento de papel importado foi restabelecido, mas Wessel já havia conquistado uma clientela fiel. Sua empresa começou a prosperar.</p>
<p>Durante a década de 30, Conrado adquiriu vários imóveis e terrenos, dentre eles um terreno e um prédio na alameda Eduardo Prado, nº 18; o prédio da rua Santo Antônio, nº 89; o prédio da rua Anna Cintra, 34; um prédio na rua Lopes de Oliveira; e um prédio na Conselheiro Belisário, 96 (<em>O Estado de São Paulo</em>,12 de outubro de 1931, página 3, segunda coluna; 24 de junho de 1932, página 3, segunda coluna; 15 de agosto de 1934, página 3, quarta coluna; 5 de novembro de 1935, página 7; e 6 de maio de 1936, página 10, penúltima coluna;<em> Correio Paulistano</em>,<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_08/5242" target="_blank"> 29 de setembro de 1934, sexta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_08/5329" target="_blank">6 de outubro, primeira coluna</a>, de 1934;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_08/6862" target="_blank"> 23 de fevereiro de 1935, quinta coluna</a>).</p>
<p>Na revista <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/75850" target="_blank"><em>O Malho</em>, de 2 de janeiro de 1932</a>, publicação de uma fotografia de autoria de Conrado Wessel.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27371" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/116300/75850" target="_blank"><img class="size-large wp-image-27371" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel24-1024x508.jpg" alt="O Malho, 2 de janeiro de 1932" width="768" height="381" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/116300/75850" target="_blank"><em>O Malho</em>, 2 de janeiro de 1932</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No mesmo ano, o ministro interino do Trabalho declarou <em>caduca</em> a patente de Wessel (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_12/15169" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 18 de março de 1932, segunda coluna</a>). Pelo o que se seguiu, tudo indica que essa decisão foi revogada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27370" style="width: 337px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_12/15169" target="_blank"><img class="size-full wp-image-27370" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel23.jpg" alt="Jornal do Commercio, 18 de março de 1932" width="327" height="259" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_12/15169" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 18 de março de 1932</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A residência e a fábrica de Conrado ficavam na rua Lopes de Oliveira, 18. Foi roubado um pacote de papel de sua fabricação mas ele conseguiu encontrar o autor do furto (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/720216/2987" target="_blank"><em>Correio de São Paulo</em>, 30 de novembro de 1933, terceira coluna</a>).</p>
<p>Ainda na década de 30, foram as bobinas de papel produzidas pela firma de Conrado que alimentaram o sistema Photo Rotativo usado pelo fotógrafo Theodor Preising (1883 &#8211; 1962). Tratava-se de um mecanismo que produzia fotografias no formato postal e 18 x 24cm para álbuns a partir de até dois negativos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 247px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://artecult.com/exposicao-theodor-preising-2018/" target="_blank"><img src="http://artecult.com/wp-content/uploads/2018/01/Theodor-Preising-1883-1962-foto-Divulga%C3%A7%C3%A3o.jpg" alt="" width="237" height="352" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://artecult.com/exposicao-theodor-preising-2018/" target="_blank">O fotógrafo Theodor Preising (1883 &#8211; 1962)</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Falecimento de Guilherme Wessel, em 25 de janeiro de 1940 (<em>O Estado de São Paulo</em>, 26 de janeiro de 1940, página 4, quinta coluna).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27332" style="width: 594px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel20.jpg"><img class="size-full wp-image-27332" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel20.jpg" alt="O Estado de São Paulo, 28 de janeiro de 1940" width="584" height="328" /></a><p class="wp-caption-text"><em>O Estado de São Paulo</em>, 28 de janeiro de 1940</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em setembro de 1954, conforme acordado, em 1949, tanto a fábrica, construída em Santo Amaro pela Kodak, quanto a patente de Conrado passou a pertencer à empresa norte-americana, na época líder do mercado fotográfico, denominand0-se Kodak &#8211; Wessel. Àquela altura, após décadas dirigindo seu negócio, Conrado já havia consolidado seu patrimônio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27311" style="width: 355px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://revistapesquisa.fapesp.br/o-entusiasmo-de-um-inventor/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-27311" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel6.jpg" alt="Fábrica Kodak - Wessel" width="345" height="334" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://revistapesquisa.fapesp.br/o-entusiasmo-de-um-inventor/" target="_blank">Fábrica Kodak &#8211; Wessel / Fundação Conrado Wessel</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sua mãe, Nicolina Krieger Wessel, faleceu, em 7 de novembro de 1956, aos 93 anos, em São Paulo (<em>O Estado de São Paulo</em>, 8 de novembro de 1956, página 7, terceira coluna).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27333" style="width: 358px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel21.jpg"><img class="size-full wp-image-27333" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel21.jpg" alt="O Estado de São Paulo, 8 de novembro de 1956" width="348" height="379" /></a><p class="wp-caption-text"><em>O Estado de São Paulo</em>, 8 de novembro de 1956</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No Suplemento Literário do <em>O Estado de São Paulo</em>, de 24 de novembro de 1974, foi publicado o artigo <em>O fotógrafo ambulante &#8211; a história da fotografia nas praças de São Paulo</em>, do professor Boris Kossoy (1941-), e a importância de Conrado foi destacada.</p>
<p>Conrado Wessel  faleceu, em 23 de maio de 1993, sem herdeiros e em seu testamento, datado de 11 de maio de 1988, foi determinado que seus bens fossem destinados à criação da Fundação Conrado Wessel, fundada, em 20 de maio de 1994, para a difusão da arte, da ciência e da cultura. O primeiro diretor-presidente da fundação foi Antônio Valério Lorenzini, que havia, assim como seu pai, trabalhado anos com Conrado (<em>O Estado de São Paulo</em>, 29 de janeiro de 1999). Em 2003, A Fundação Conrado Wessel passou a distribuir, anualmente, prêmios nas categorias de Arte, Ciência, Cultura e Medicina.</p>
<p><a href="%20https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27383 " target="_blank"> Link para a <em>Cronologia de Guilherme (1862 &#8211; 1940) e Conrado Wessel (1891 &#8211; 1993)</em></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Poços de Caldas</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 520px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10256" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10256/icon1549359.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="510" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10256" target="_blank">Pedra Balão, 1929. Poços de Caldas, Minas Gerais / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Poços de Caldas, em Minas Gerais, foi fundada em 6 de novembro de 1872 e suas águas raras e com poderes de cura foram responsáveis pela prosperidade da cidade. Seu nome tem origem na cidade de Caldas da Rainha, importante terma em Portugal. Como as fontes eram poços usados por animais, o nome da cidade mineira ficou Poços de Caldas.</p>
<p>Em 1886, funcionava em Poços um balneário voltado ao tratamento de doenças de pele, que utilizava as águas sulfurosas que eram captadas pela Fonte Pedro Botelho (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_01/3007" target="_blank"><em>O Paiz,</em> 29 de setembro de 1886, quarta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27363" style="width: 297px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_01/3007" target="_blank"><img class="size-full wp-image-27363" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/poços1.jpg" alt="O Paiz, 29 de setembro de 1886" width="287" height="329" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_01/3007" target="_blank"><em>O Paiz,</em> 29 de setembro de 1886</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Neste ano, foi visitado, em outubro, por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7183" target="_blank">Pedro II (1825 &#8211; 1891)</a> e por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6798" target="_blank">dona Teresa Cristina (1822 &#8211; 1889)</a>, que ficaram em um chalé feito especialmente para receber o casal, no Hotel da Empreza &#8211; Empresa Balneária, que funcionou como concessionária das termas nos anos 1880-, pelo engenheiro alemão Carlos Alberto Maywald e pelo arquiteto italiano Giovanni Battista Pansini. O casal imperial estava na região devido à inauguração do ramal de Caldas da Estrada de Ferro Mogiana, em 22 de outubro de 1886 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_01/3115" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 25 de outubro de 1886, sétima coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27362" style="width: 615px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/poços.jpg"><img class="wp-image-27362 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/poços.jpg" alt="poços" width="605" height="505" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://www.memoriadepocos.com.br/2010/09/dom-pedro-ii.html" target="_blank">Georges Renouleau &#8211; Phot &#8211; S. Paulo&#8221; e &#8220;Deposito Casa Jules Martin, R. de São Bento, 61 / Memórias de Poços</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O balneário foi demolido nos anos 20 e substituído pelo conjunto arquitetônico de Eduardo Pederneiras, composto pelo Palace Hotel, de 1923 e reinaugurado em 1929; pelas Thermas Antônio Carlos e pelo Palace Cassino, inaugurados em 29 de março e 31 de março de 1931, respectivamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10254" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10254/icon1549351.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="446" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10254" target="_blank">Palace Hotel, 1929. Poços de Caldas, Minas Gerais / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10252" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10252/icon1549356.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="451" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10252" target="_blank">Fonte dos Amores, 1929. Poços de Caldas, Minas Gerais / Acervo FBN</a></p></div>
<p>As Thermas Antônio Carlos foi o primeiro estabelecimento termal do Brasil a oferecer uma série de serviços e tratamentos de saúde a partir do uso da água termal. Sua gestão é feita pelo governo de Minas Gerais desde 2018.</p>
<p>O Palace Cassino fez muito sucesso e era frequentado pela aristocracia brasileira e lá aconteciam shows com artistas como Carmen Miranda, Sylvio Caldas e Orlando Silva. Com a assinatura do decreto-lei 9 215, de 30 de abril de 1946, pelo presidente Eurico Gaspar Dutra, determinando a proibição do jogo no país, o cassino fechou suas portas. Muitos anos depois foi restaurado tornando-se patrimônio histórico e arquitetônico da cidade que até hoje é um importante destino turístico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27406" style="width: 493px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.pocosdecaldas.mg.leg.br/institucional/historia/simbolos" target="_blank"><img class="size-full wp-image-27406" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/wessel28.jpg" alt="Bandeira de Poços de Caldas" width="483" height="323" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.pocosdecaldas.mg.leg.br/institucional/historia/simbolos" target="_blank">Bandeira de Poços de Caldas</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fontes:</p>
<p><a href="https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa22022/conrado-wessel" target="_blank">Enciclopédia Itaú Cultural</a></p>
<p><a href="http://177.94.210.75/v3/images/galeria/doc_21_21.pdf" target="_blank">Especial Prêmio Conrado Wessel &#8211; Pesquisa Fapesp, 2004</a></p>
<p><em>Fo<a href="https://feeds.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi0606200414.htm" target="_blank">lha de São Paulo</a></em><a href="https://feeds.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi0606200414.htm" target="_blank">, 6 de junho de 2004</a></p>
<p><a href="https://www.fcw.org.br/" target="_blank">Fundação Conrado Wessel</a></p>
<p><a href="https://www.bn.gov.br/explore/acervos/hemeroteca-digital" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>KOSSOY, Boris. <em>Dicionário histórico-fotográfico brasileiro: fotógrafos e ofício da fotografia no Brasil (1833-1910).</em> São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2002. 408 p., il. p&amp;b.</p>
<p>LEMOS, Eric Danze. <a href="https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-16082016-105107/publico/2016_EricDanziLemos_VCorr.pdf" target="_blank"><em>Fotografia profissional, arquivo e circulação: a produção de Theodor Preising em São Paulo (1920 &#8211; 1940)</em>.</a>  Dissertação apresentada ao programa de Pós-Graduação em História Social do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, 2016</p>
<p>MEGALE. Nilza Botelho. <em>Memórias Históricas de Poços de Caldas. </em>Minas Gerais : Gráfica Dom Bosco, 1990.</p>
<p>MOURÃO, Mário. <em>Poços de Caldas – Synthese Historica e Cronologica</em>, 1933.</p>
<p><a href="https://revistapesquisa.fapesp.br/o-entusiasmo-de-um-inventor/" target="_blank">Revista Pesquisa Fapesp &#8211; <em>O entusiasmo de um inventor</em></a></p>
<p><a href="https://revistapesquisa.fapesp.br/rumos-de-um-inventor/" target="_blank">Revista Pesquisa Fapesp &#8211; <em>Rumos de um inventor</em></a></p>
<p><a href="https://revistapesquisa.fapesp.br/trajetoria-de-um-inventor/" target="_blank">Revista Pesquisa Fapesp &#8211; <em>Trajetória de um inventor</em></a></p>
<p><a href="http://www.codemge.com.br/atuacao/comunidades/pocos-de-caldas/" target="_blank">Site Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais</a></p>
<p><a href="http://www.memoriadepocos.com.br/2010/09/dom-pedro-ii.html" target="_blank">Site Memórias de Poços</a></p>
<p><a href="http://www.palacecasino.tur.br/pt_BR/Institucional/sobre" target="_blank">Site Palace Cassino</a></p>
<p><a href="http://pocoscom.com/8361/" target="_blank">Site Poços.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=34609</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A cidade de São Paulo e Tebas (1721 &#8211; 1811), reconhecido como arquiteto, em 2018, mais de 100 anos após sua morte</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18274</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18274#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2021 13:54:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Abílio Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Alberto Henschel]]></category>
		<category><![CDATA[alforria]]></category>
		<category><![CDATA[AmarElo - É tudo pra ontem]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[arquiteto]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[brasão]]></category>
		<category><![CDATA[Cabeça de Negro (1934)]]></category>
		<category><![CDATA[Cândido Portinari]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Gutierrez Cerqueira]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Lemos]]></category>
		<category><![CDATA[Catedral de Sé de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Chafariz da Misericórdia]]></category>
		<category><![CDATA[Cruzeiro Franciscano de Itu]]></category>
		<category><![CDATA[Emanoel Araújo]]></category>
		<category><![CDATA[Emicida]]></category>
		<category><![CDATA[Escola de Samba Paulistano da Glória]]></category>
		<category><![CDATA[escravidão]]></category>
		<category><![CDATA[escravizados]]></category>
		<category><![CDATA[escravo]]></category>
		<category><![CDATA[Francine Moura]]></category>
		<category><![CDATA[fundação]]></category>
		<category><![CDATA[Geraldo Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja da Ordem Terceira do Carmo em São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquim Pinto de Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquim Pinto de Oliveira. Aprendeu seu ofício com o português Bento de Oliveira Lima]]></category>
		<category><![CDATA[José Jacinto Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Gama]]></category>
		<category><![CDATA[Luiza Mahin]]></category>
		<category><![CDATA[Lumumba Afroindígena]]></category>
		<category><![CDATA[Marc Ferrez]]></category>
		<category><![CDATA[Matheus Lourenço de Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Militão Augusto de Azevedo]]></category>
		<category><![CDATA[Mosteiro de São Bento de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[negros]]></category>
		<category><![CDATA[Nuto Sant’Anna]]></category>
		<category><![CDATA[o Tebas]]></category>
		<category><![CDATA[perfil]]></category>
		<category><![CDATA[Revolta dos Malês]]></category>
		<category><![CDATA[samba]]></category>
		<category><![CDATA[samba-enredo]]></category>
		<category><![CDATA[Santos]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Tebas]]></category>
		<category><![CDATA[Torre do Recolhimento de Santa Teresa]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho escravo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://brasilianafotografica.bn.br/?p=18274</guid>
		<description><![CDATA[Hoje, no dia em que São Paulo completa 467 anos, a Brasiliana Fotográfica publica um artigo sobre um homem escravizado conhecido em seu tempo como o "mestre pedreiro" Tebas (1721 - 1811), que se destacou na cidade, no século XVIII, por criar projetos de edifícios, principalmente religiosos, tornando-se um ícone da arquitetura colonial no Brasil. Foi o “mais afamado oficial de cantaria de pedra”, técnica de talhar pedras em formas geométricas, e era também mestre nas técnicas de alvenaria e hidráulica. Apesar da importância de seu legado, só foi reconhecido como arquiteto, em 2018, quando foi inserido no quadro associativo do Sindicato dos Arquitetos no Estado de São Paulo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Hoje, no dia em que São Paulo completa 467 anos, a Brasiliana Fotográfica publica um artigo sobre um homem escravizado conhecido em seu tempo como <em>o mestre pedreiro Tebas</em> (1721 &#8211; 1811), que se destacou na cidade, no século XVIII, por criar projetos de edifícios, principalmente religiosos, tornando-se por sua atuação um ícone da arquitetura colonial no Brasil. Essencial para a renovação do estilo arquitetônico da cidade de São Paulo no século XVIII, foi o <em>mais afamado oficial de cantaria de pedra, </em>técnica de talhar pedras em formas geométricas, e era também mestre nas técnicas de alvenaria e hidráulica. Apesar da importância de seu legado, só foi reconhecido como arquiteto, em 2018, quando foi inserido no quadro associativo do Sindicato dos Arquitetos no Estado de São Paulo. Era dado, então, mais um passo para acabar com a invisibilidade da trajetória desse importante personagem da história de São Paulo e do Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_22287" style="width: 247px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_cidade_de_S%C3%A3o_Paulo#/media/Ficheiro:Bras%C3%A3o_da_cidade_de_S%C3%A3o_Paulo.svg" target="_blank"><img class="  wp-image-22287" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/brasaosaopaulo.jpg" alt="brasaosaopaulo" width="237" height="294" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_cidade_de_S%C3%A3o_Paulo#/media/Ficheiro:Bras%C3%A3o_da_cidade_de_S%C3%A3o_Paulo.svg" target="_blank">Brasão da cidade de São Paulo</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nascido em 1721, em Santos, seu nome era Joaquim Pinto de Oliveira. Aprendeu seu ofício com o português Bento de Oliveira Lima (? &#8211; 1769), seu proprietário e renomado mestre de obras da cidade. Passaram a ser chamados para trabalhar na cidade de São Paulo, onde atuaram em diversas obras. Foram responsáveis pela restauração da antiga Catedral da Sé, demolida em 1911. Tebas já havia construido a torre da igreja em 1750. Lima morreu, em 1769, antes da conclusão da reforma da Sé, deixando sua viúva, Antônia Maria Pinta, endividada. No inventário de Lima, Tebas valia 400 mil réis enquanto seus outros três artífices escravizados valiam 100mil. Segundo o pesquisador do IPHAN, Carlos Gutierrez Cerqueira, a alforria de Tebas aconteceu entre 1777 e 1778, em ação judicial movida por Tebas contra a viúva de Bento, sob orientação de Matheus Lourenço de Carvalho, arcebispo da Sé.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 713px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/1945" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/1945/001AMI010047.JPG.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="703" height="505" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/1945" target="_blank">Militão Augusto de Azevedo; Photographia Americana. Álbum comparativo da cidade de São Paulo 1862-1887 &#8211; Igreja e Largo da Sé, c. 1862. São Paulo, SP / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="teads-adCall">
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7798" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7798/002001MF005003.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="" width="702" height="575" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7798" target="_blank">Marc Ferrez. Largo da Sé e as igrejas da Matriz e de São Pedro, c. 1880. São Paulo, SP / Acervo IMS</a></p></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre os trabalhos de Tebas estão a pedra fundamental da fachada da antiga igreja do Mosteiro de São Bento, um cubo de 22 centímetros “<em>com relíquias e um Agnus Dei na base do cunhal</em>”, pela qual teria recebido, em 1766, seis tostões. Além disso, segundo o arquiteto Carlos Lemos, &#8220;lavrou também a portaria de pedra da igreja, encimada por um frontão em forma de concha. Por todo o trabalho de cantaria lavrada – portada principal, três janelas do coro e cruz romana de remate da fachada – recebeu ele do mosteiro, no mesmo ano de 1766, a quantia de 286$040 réis.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_22522" style="width: 404px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.causp.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Livro-Tebas.pdf" target="_blank"><img class="wp-image-22522 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/pedra-fundamental.jpg" alt="Pedra fundamental da fachada da antiga igreja de São Bento, em São Paulo / Livro" width="394" height="342" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.causp.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Livro-Tebas.pdf" target="_blank">Pedra fundamental da fachada da antiga igreja de São Bento, em São Paulo / Fonte: Tebas, um negro arquiteto na São Paulo escravocrata</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Também construiu o Chafariz da Misericórdia (1792), primeiro chafariz público da capital paulista, erguido onde hoje encontra-se a rua Direita. Na época era ponto de trabalho e de encontro do povo, especialmente da população negra da cidade. Na época, por permitir o acesso à água, os chafarizes eram fundamentais para a dinâmica de funcionamento das cidades.</p>
<p>Segundo o livro <em>A mão afro-brasileira: significado da contribuição artística e histórica </em>(1988)<em>,</em> organizado pelo artista plástico baiano, que a partir de 2004 passaria a ser diretor curador do Museu Afro Brasil, Emanoel Araújo (1940 &#8211; ), o chafariz foi <em>“transferido para o distante Largo de Santa Cecília, talvez para servir de bebedouro de cavalos. Ficou por ali até os anos da I Grande Guerra. Depois, foi desmontado e largado num dos depósitos da prefeitura e, segundo informações que tivemos, até há uns quinze ou vinte anos atrás, ainda permanecia semi-enterrado entre os escombros e velhos postes de iluminação pública abandonados.”</em> A transferência ocorreu em 1886.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_18654" style="width: 587px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.facebook.com/1136936509806485/posts/1196027407230728/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-18654" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/O-desenho-do-Chafariz-da-Misericórdia-executado-pelo-artista-plástico-José-Wasth-Rodrigues.png" alt="O desenho do Chafariz da Misericórdia, executado pelo artista plástico José Wasth Rodrigues" width="577" height="743" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.facebook.com/1136936509806485/posts/1196027407230728/" target="_blank">O desenho do Chafariz da Misericórdia, executado pelo artista plástico José Wasth Rodrigues (1891 &#8211; 1957)</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_22284" style="width: 597px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/772739/208" target="_blank"><img class="wp-image-22284" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/são-bento.jpg" alt="Illustração Brasileira, 1922" width="587" height="476" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/772739/208" target="_blank"><em>Igreja do antigo Mosteiro de São Bento, em São Paulo / Illustração Brasileira</em>, 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outras obras realizadas com a participação de Tebas foram as partes frontais da igreja da Ordem Terceira do Carmo (1775 &#8211; 1776) e da igreja da Ordem Terceira do Seráfico São Francisco (1783).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/1905" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/1905/001AMI010012.JPG.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="494" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/1905" target="_blank">Militão Augusto de Azevedo; Photographia Americana. Álbum comparativo da cidade de São Paulo 1862-1887 &#8211; Vista do Convento de S.Francisco. c. 1862. São Paulo, SP / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Construiu a torre do Recolhimento de Santa Teresa e foi também o responsável pelo Cruzeiro Franciscano da cidade de Itu (1795), que integra o Centro Histórico de Itu, e foi tombado em 2004 pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico de São Paulo. Considerado um monumento raro, só é comparável aos cruzeiros da Igreja de São Francisco, em João Pessoa; e o do Convento de Nossa Senhora das Neves, em Olinda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_22289" style="width: 313px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://revistafocosocial.com.br/2019/02/o-cruzeiro-de-sao-francisco-e-a-historia-de-uma-epoca" target="_blank"><img class="size-full wp-image-22289" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/cruzeiro.jpg" alt="Revista Foco Social, 1º de fevereiro de 2019" width="303" height="204" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://revistafocosocial.com.br/2019/02/o-cruzeiro-de-sao-francisco-e-a-historia-de-uma-epoca" target="_blank">Cruzeiro Franciscano de Itu<em> / Revista Foco Socia</em>l, 1º de fevereiro de 2019</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda trabalhava em obras quando faleceu, em 11 de janeiro de 1811, de gangrena. Foi velado e sepultado na Igreja de São Gonçalo, na Praça João Mendes, em São Paulo.</p>
<p>O primeiro registro escrito sobre Tebas de que se tem notícia é de 1899 em uma cronologia da história paulistana, <em>Chronologia paulista ou relação histórica dos factos mais importantes ocorridos em S. Paulo, desde a chegada de Martim Affonso de Souza a S. Vicente até 1898</em>, elaborada pelo cronista maranhense José Jacinto Ribeiro (1846 – 1910), filiado ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Em 1935, Nuto Sant’Anna, chefe da Seção de Documentação Histórica do Departamento Municipal de Cultura de São Paulo, publicou o artigo <em>Thebas: subsídios inéditos para a reconstituição da personalidade do célebre arquiteto paulistano do século XVIII</em>, na <em>Revista do Arquivo Municipal de São Paulo</em>. Dois anos depois, escreveu o romance <em>Tebas, o escravo</em>, publicado em 1939.</p>
<p>Nas páginas iniciais do livro de Sant´Anna, há explicações preliminares:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>PERSONAGENS </em></strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>LENDÁRIO </em></strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>Tebas, escravo pedreiro. </em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>FICÇÃO </em></strong></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em>José Vaz, Mestre de Campo e D. Cotinha, sua mulher; Padre Justino, cônego; Gregório dos Anjos, feitor; Luiza, mulher do administrador do Quebra Lombo; Maria das Dores, Carolina, Tião, Juvêncio, Quitéria, Joana, Tibúrcio e Barnabé, escravos. </em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>(&#8230;) </strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>ENTRECHO </strong></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em>Dizem historiadores e cronistas que as tôrres das igrejas do Convento de Santa Teresa e da Sé foram construidas por Thebas. Thebas (Joaquim Pinto de Oliveira Thebas) trabalhou efetivamente nas obras do chafariz do largo da Misericórdia. O sítio do Tapanhoim existiu nas baixadas do ribeirão do Lavapés. A chácara do Quebra Lombo é também história. Os nomes das ruas e os aspectos ligeiramente delineados são reais. </em></span></p>
<p><span style="color: #800000;">O mestre de campo José Vaz é o dono do sítio do Tapanhoim e de tudo o que há nele, incluindo Tebas, protagonista da estória, e as demais pessoas ali escravizadas. O antagonista é o feitor Gregório dos Anjos, impedido por Tebas, a golpes de capoeira, de estuprar Maria das Dores, “mulatinha esguia, de saliências naturais bem feitas. Uns bonitos dentes. E uma certa vivacidade encantadora” nunca vista “nas outras crioulas” (p. 31).</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em>Nesse tempo, a construção das pontes, a edifi cação de prédios altos, a erecção da tôrre das igrejas, constituiam verdadeiros problemas. Obras Tebas e o Tempo 15 difíceis e custosas. Os artífi ces da terra sentiam-se quasi incapazes de as realizar. O Convento de Santa Teresa, que, da beira do morro abrupto, espiava para a várzea, tinha já a sua igrejinha – mas sem tôrre; a da Sé também não a possuia; e a da igreja do Colégio, era pequenina e baixa. (p. 69)</em></span></p>
<p><span style="color: #800000;">Interessado nas habilidades de Tebas como pedreiro, padre Justino, cônego da Sé, o adquire junto ao mestre de campo José Vaz, sob a condição de libertá-lo assim que a obra estivesse concluída. Justino morre antes do início das obras, mas ainda tem tempo de ordenar o cumprimento da promessa e de determinar os ganhos (uma pataca e meia) do mestre pedreiro escravizado. Terminada a torre, o agora livre e respeitado Tebas juntara dinheiro para propor ao seu ex-senhor a compra de Maria das Dores. Mas é surpreendido por José Vaz, que lhe oferece de presente o amor de sua vida. Joaquim Pinto de Oliveira e Maria das Dores se casam um mês depois.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>FIM </strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>São Paulo, de 20 a 30 de junho de 1937</em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"> (transcrito do livro T<em>ebas, um negro arquiteto na São Paulo escravocrata</em>, páginas 14 e 15)</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O compositor paulistano Geraldo Filme (1927 &#8211; 1995) cantou a história do arquiteto no <a href="https://www.ouvirmusica.com.br/gres-paulistano-da-gloria/samba-enredo-1974-praca-da-se-sua-lenda-seu-passado-seu-presente/" target="_blank">samba de 1974,</a> da extinta escola de samba Paulistano da Glória, que, com o enredo, conquistou o vice-campeonato do Grupo de Acesso. <a href="https://www.ouvirmusica.com.br/gres-paulistano-da-gloria/samba-enredo-1974-praca-da-se-sua-lenda-seu-passado-seu-presente/" target="_blank">Ouça aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;"><strong>Praça da Sé, Sua Lenda, Seu Passado, Seu Presente</strong></span></em></p>
<p style="text-align: center;">Geraldo Filme</p>
<div class="simplebar-mask">
<div class="simplebar-offset">
<div class="simplebar-content-wrapper">
<div class="simplebar-content">
<article>
<div class="cnt" style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>Tébas negro escravo</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em>Profissão alvenaria</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em>Construiu a velha sé</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em>Em troca da carta de alforria</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em>Trinta mil ducados que lhe deu padre Justino</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em>Tornou seu sonho realidade</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em>Daí surgiu a velha Sé</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em>Que hoje é o marco zero da cidade</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em>Exalto no cantar de minha gente</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em>A sua lenda, seu passado, seu presente</em></span></div>
<div class="cnt" style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>Praça que nasceu do ideal</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em>E braço escravo, é praça do povo</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em>Velho relógio, encontro dos namorados</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em>Me lembro ainda do bondinho de tostão</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em>Engraxate batendo na lata de graxa</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em>E o camelô fazendo pregão</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em>O tira-teima dos sambistas do passado</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em>Bixiga, Barra Funda e Lavapés</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em>O jogo da tiririca era formado</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em>O ruim caía, o bom ficava de pé</em></span></div>
<div class="cnt" style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>No meu São Paulo, olê olê, era moda</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em>Vamos na sé que hoje tem samba de roda</em></span></div>
<div class="cnt" style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>No meu São Paulo, olê olê, era moda</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em>Vamos na sé que hoje tem samba de roda</em></span></div>
</article>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sobre o apelido e a vida de Tebas, segue um depoimento de Geraldo Filme:</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_22527" style="width: 551px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=wj-5ILr1z-c" target="_blank"><img class="size-full wp-image-22527" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/geraldo.jpg" alt="Depoimento de Geraldo Filme sobre Tebas" width="541" height="395" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=wj-5ILr1z-c" target="_blank">Depoimento de Geraldo Filme sobre Tebas / Youtube</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1988, no já mencionado livro <em>A mão afro-brasileira: significado da contribuição artística e histórica</em>,  foi publicado o artigo <em>Thebas</em>, do arquiteto Carlos Lemos, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP. Em 2011, Carlos Gutierrez Cerqueira, pesquisador do IPHAN, colocou no ar o blog <em>Resgate – história e arte</em>, a fim de divulgar suas pesquisas sobre Tebas, no artigo <em>Tebas: vida e atuação na S. Paulo colonial; </em>e também<i> </i>o resultado das suas mais de três décadas de trabalho no IPHAN. Em 2018, foi lançado o livro <a href="https://www.causp.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Livro-Tebas.pdf" target="_blank"><em>Tebas: Um Negro Arquiteto na São Paulo Escravocrata</em></a>, organizado pelo jornalista Abilio Ferreira e fundamental para a elaboração desse artigo.</p>
<p>Foi inaugurado, em 20 de novembro de 2020, Dia da Consciência Negra, um monumento em homenagem a Tebas. A estátua, de autoria do artista plástico Lumumba Afroindígena e da arquiteta Francine Moura, está exposta na praça Clóvis Bevilaqua, entre as igrejas da Sé e do Carmo, em São Paulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_22311" style="width: 643px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.archdaily.com.br/br/952117/inaugurada-em-sao-paulo-a-estatua-de-tebas-arquiteto-escravizado-no-seculo-xviii" target="_blank"><img class="size-full wp-image-22311" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/archdaily.jpg" alt="Escultura em homenagem a Tebas, de autoria de e de  / ArchDaily 27 de novembro de 2020" width="633" height="382" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.archdaily.com.br/br/952117/inaugurada-em-sao-paulo-a-estatua-de-tebas-arquiteto-escravizado-no-seculo-xviii" target="_blank">Escultura em homenagem a Tebas, de autoria de Lumumba Afroindígena e de Francine Moura / ArchDaily, 27 de novembro de 2020</a></p></div>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>&#8220;A natureza coletiva do seu legado o libertou do esquecimento&#8221;.</em></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_22315" style="width: 380px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.archdaily.com.br/br/952117/inaugurada-em-sao-paulo-a-estatua-de-tebas-arquiteto-escravizado-no-seculo-xviii" target="_blank"><img class="wp-image-22315" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/archdaily1.jpg" alt="archdaily1" width="370" height="208" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.archdaily.com.br/br/952117/inaugurada-em-sao-paulo-a-estatua-de-tebas-arquiteto-escravizado-no-seculo-xviii" target="_blank"><em>ArchDaily</em>, 27 de novembro de 2020</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como não existe nenhuma pintura ou desenho de Tebas, o quadro <em>Cabeça de negro</em> (1934), de Cândido Portinari (1903 &#8211; 1962), é muitas vezes associado à imagem do arquiteto. Fenômeno semelhante foi abordado no artigo<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19480" target="_blank"> </a><em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19480" target="_blank">A mulher negra de turbante, de Alberto Henschel</a>, </em>das historiadoras<em> </em>Aline Montenegro Magalhães e Maria do Carmo Rainho, publicado aqui no portal em 13 de maio de 2020. Nele é mencionado a frequência com que a imagem de Luiza Mahin, mãe do poeta, advogado e abolicionista Luís Gama (1830 &#8211; 1882), e liderança da Revolta dos Malês, um dos maiores levantes de escravizados promovidos no Brasil, em Salvador, em 1835, é associada à fotografia <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6847" target="_blank"><em>Mulher de turbante</em></a>, produzida em torno de 1870, no Rio de Janeiro, pelo fotógrafo alemão <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1138" target="_blank">Alberto Henschel (1827 &#8211; 1882).</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_22291" style="width: 371px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://artsandculture.google.com/culturalinstitute/beta/asset/head-of-black-man/TQGJx82q_5duAw?hl=pt-br" target="_blank"><img class="size-full wp-image-22291" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/portinari.jpg" alt="Cabeça de negro, 1934 / FGoogle and Arts" width="361" height="500" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://artsandculture.google.com/culturalinstitute/beta/asset/head-of-black-man/TQGJx82q_5duAw?hl=pt-br" target="_blank">Cabeça de negro, 1934, de Cândido Portinari. Muitas vezes essa imagem é associada a Tebas / Google Arts and Culture</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma curiosidade: <em>Tebas</em> era uma gíria usada pela populaçao paulista, no século XIX, para designar algo que era <em>bom</em> ou <em>o melhor</em>. Segundo o livro <em>A capital da solidão: uma história de São Paulo das origens a 1900</em> (2003), do jornalista Roberto Pompeu de Toledo: &#8220;<em>Foi tal a fama de Tebas, considerado, além de pedreiro exímio, corajoso e desenvolto, que até a primeira metade do século XX seu nome, em São Paulo, era sinônimo tanto de valentão, quanto de habilidoso. “Fulano é um Tebas”, dizia-se, e a palavra, com tais acepções, até hoje está nos dicionários. Alguns afirmam que o adjetivo “tebas” não vem do Tebas, e sim do idioma quimbundo – mas o simples fato de outros o atribuírem ao artesão paulista já é indicativo de sua reputação&#8221;.</em></p>
<p>A história de Tebas foi lembrada no documentário <em>AmarElo &#8211; É tudo pra ontem </em>(2020) em torno de um show do <em>rapper</em> Emicida (1985 &#8211; ), realizado no Theatro Municipal de São Paulo, em 27 de novembro de 2019. No filme, é resgatada parte da história da cultura e dos movimentos dos negros no Brasil. Sobre Tebas: <em>foi decisivo na renovação estilística pela qual São Paulo passou no século XVIII</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;">O livro  <em><a style="color: #800000;" href="https://www.causp.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Livro-Tebas.pdf" target="_blank">Tebas, um negro arquiteto na São Paulo escravocrata</a>, </em>organizado por Abilio Ferreira e lançado em 2018, foi fundamental para a elaboração desse artigo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<div>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>ARAUJO, Emanoel (Org.). <em>A mão afrobrasileira: significado da contribuição artística e histórica</em>. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo/ Museu Afro Brasil, 2010.</p>
<p><a href="https://www.archdaily.com.br/br/952117/inaugurada-em-sao-paulo-a-estatua-de-tebas-arquiteto-escravizado-no-seculo-xviii" target="_blank"><em>Arch Daily,</em> 27 de novembro de 2020</a></p>
<p><a href="https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/historia-hoje/tebas-estatua-de-escravizado-que-comprou-a-alforria-sera-inaugurada-em-sao-paulo.phtml" target="_blank"><em>Aventuras na História</em>, 27 de outubro de 2020</a></p>
<p>Documentário <em>AmarElo &#8211; É tudo pra ontem</em></p>
<p>FERREIRA, Abilio (org.); CERQUEIRA, Carlos Gutierrez; YOUNG, Emma; JACINO, Ramatis; CHIARETTI, Maurilio. <a href="https://www.causp.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Livro-Tebas.pdf" target="_blank"><em>Tebas, um negro arquiteto na São Paulo escravocrata</em></a>. São Paulo ; Idea, 2018.</p>
<p><a href="https://artsandculture.google.com/culturalinstitute/beta/asset/head-of-black-man/TQGJx82q_5duAw?hl=pt-br" target="_blank">Google Arts and Culture</a></p>
<p><a href="http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional </a></p>
<p><em><a href="https://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,o-largo-da-misericordia,530573" target="_blank">O Estado de São Paulo</a></em></p>
<p><a href="https://outraspalavras.net/cidadesemtranse/um-arquiteto-negro-na-sao-paulo-escravocrata/" target="_blank"><em>Outras palavras</em>, 5 de abril de 2019</a></p>
<p><a href="https://www.facebook.com/1136936509806485/posts/1196027407230728/" target="_blank">Projeto Tebas</a></p>
<p><a href="https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2020/06/quem-foi-tebas-escravo-que-virou-arquiteto-em-meio-ao-brasil-colonial.html" target="_blank"><em>Revista Galileu</em>, 30 de junho de 2020</a></p>
<p><a href="https://revistaprojeto.com.br/noticias/homenagem-a-tebas-arquiteto-negro-acontecera-no-centro-de-sp/" target="_blank"><em>Revista Projeto, </em>14 de setembro de 2020</a></p>
<p><a href="https://www.acidadeon.com/cotidiano/NOT,0,0,1441354,Arquiteto+escravo+do+seculo+18+tem+historia+recuperada+na+Jornada+do+Patrimonio+em+SP.aspx" target="_blank">Site Cidade On</a></p>
<p><a href="https://itu.sp.gov.br/levantamento-otico-3d-e-realizado-no-cruzeiro-de-sao-francisco/" target="_blank">Site Prefeitura da Instância Turística de Itu</a></p>
<p><a href="https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/patrimonio_historico/curiosidades/?p=455" target="_blank">Site Cidade de São Paulo Cultura</a></p>
<p><a href="https://ihgb.org.br/perfil/userprofile/jjacintoribeiro.html" target="_blank">Site IHGB</a></p>
<p><a href="https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bma/programacao/index.php?p=25313" target="_blank">Site Secretaria de Cultura da Cidade de São Paulo</a></p>
<p><a href="https://www.xpecialdesign.com.br/designers/tebas-joaquim-pinto-de-oliveira/" target="_blank">Site X Special Design</a></p>
<p><em><a href="https://history.uol.com.br/noticias/escravo-que-projetava-igrejas-e-reconhecido-como-arquiteto-200-anos-apos-sua-morte" target="_blank">Veja São Paulo</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=18274</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nova seção do portal &#8211; Como pesquisar na Brasiliana Fotográfica</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19727</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19727#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2020 19:52:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Andrea Wanderley]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Brasiliana Fotográfica]]></category>
		<category><![CDATA[Como pesquisar]]></category>
		<category><![CDATA[dados estatísticos]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquim Marçal Ferreira de Andrade]]></category>
		<category><![CDATA[Roberta Mocciaro Zannata]]></category>
		<category><![CDATA[Sergio Burgi]]></category>
		<category><![CDATA[Vinicius Martins]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://brasilianafotografica.bn.br/?p=19727</guid>
		<description><![CDATA[Nesse ano em que a Brasiliana Fotográfica completa cinco anos, a editora e pesquisadora do portal, a jornalista Andrea Wanderley; e seus gestores, a cientista social Roberta Mocciaro Zanatta, da equipe do Instituto Moreira Salles (IMS); e o historiador Vinícius Martins, da equipe da Biblioteca Nacional (FBN), gravaram um vídeo, há muito demandado por diversos de nossos leitores, mostrando a melhor forma de pesquisar e navegar no portal. Está, a partir de hoje, disponível na aba O Portal, localizada na página de abertura da Brasiliana Fotográfica, no item Como pesquisar na Brasiliana Fotográfica. Boas pesquisas!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse ano em que a Brasiliana Fotográfica completa cinco anos, a editora e pesquisadora do portal, a jornalista Andrea Wanderley; e seus gestores, a cientista social Roberta Mocciaro Zanatta, da equipe do Instituto Moreira Salles (IMS); e o historiador Vinícius Martins, da equipe da Biblioteca Nacional (FBN), gravaram um vídeo, há muito demandado por diversos de nossos leitores, mostrando a melhor forma de pesquisar e navegar no portal. Está, a partir de hoje, disponível na aba <strong><span style="color: #800000;">O Portal</span>, </strong>localizada<strong> </strong>na página de abertura da Brasiliana Fotográfica, no item <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?page_id=19728" target="_blank"><span style="color: #800000;"><strong>Como pesquisar na Brasiliana Fotográfica</strong></span></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_19729" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?page_id=19728" target="_blank"><img class="size-large wp-image-19729" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/live-1024x561.jpg" alt="Andrea Wanderley, pesuisadora e editora da Brasiliana Fotográfica, e Roberta Zanatta e Vinícius Martins, gestores do portal" width="768" height="421" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?page_id=19728" target="_blank">Andrea Wanderley, pesquisadora e editora da Brasiliana Fotográfica, Roberta Zanatta e Vinícius Martins, gestores do portal</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Brasiliana Fotográfica foi inaugurada em 17 de abril de 2015, fundada pela Biblioteca Nacional e pelo Instituto Moreira Sales, e seus curadores são Joaquim Marçal (FBN) e Sérgio Burgi (IMS). Ao longo de sua existência, mais nove importantes instituições culturais passaram a integrar seu acervo fotográfico: o Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, o Arquivo Nacional, a Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, a Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz, a Fundação Joaquim Nabuco, o Leibniz-Institut fuer Laenderkunde, o Museu Aeroespacial, o Museu da República e o Museu Histórico Nacional. Assim, o usuário do portal pode ter acesso a fotografias dos acervos de todas essas instituições numa mesma plataforma.</p>
<p>Semanalmente é publicado um artigo sobre temas variados &#8211; perfil de fotógrafos, história de cidades, monumentos, efemérides, eventos históricos, beleza ou importância de uma fotografia &#8211; sempre contemplados em imagens do acervo fotográfico do portal. Até maio de 2020, a Brasiliana Fotográfica teve 40.255.169 milhões de visualizações, publicou 253 artigos e possuia em seu cervo fotográfico 6.892 imagens!</p>
<p>Boa navegação e boas pesquisas!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">ERRATA: no vídeo, o Museu da República não foi, lamentavelmente, mencionado como instituição parceira do portal Brasiliana Fotográfica.</span></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=19727</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nos passos de Oswaldo: imagens das expedições do IOC aos portos do Brasil entre 1911 e 1913</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19524</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19524#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 May 2020 13:50:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Curadoria]]></category>
		<category><![CDATA[11ª Conferência Sanitária Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Adolfo Lutz]]></category>
		<category><![CDATA[Adolpho Lutz]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Luce Girão]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Antônio Pacheco Leão]]></category>
		<category><![CDATA[Arthur Neiva]]></category>
		<category><![CDATA[Astrogildo Machado]]></category>
		<category><![CDATA[Belisário Penna]]></category>
		<category><![CDATA[campanhas sanitárias]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Chagas]]></category>
		<category><![CDATA[Casa de Oswaldo Cruz]]></category>
		<category><![CDATA[Chagas na Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Chagas no Acre e Purus]]></category>
		<category><![CDATA[Chagas nos rios Negro e Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Convenção Sanitária entre as Repúblicas Platinas]]></category>
		<category><![CDATA[Correspondência do Fundo Oswaldo Cruz]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Cristiane d’Avila]]></category>
		<category><![CDATA[epidemia]]></category>
		<category><![CDATA[expedição]]></category>
		<category><![CDATA[expedições]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[João Pedro de Albuquerque]]></category>
		<category><![CDATA[José Gomes de Faria]]></category>
		<category><![CDATA[medidas sanitárias]]></category>
		<category><![CDATA[Oswaldo Cruz]]></category>
		<category><![CDATA[Oswaldo Cruz na Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[portos]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Sars-Cov-2]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://brasilianafotografica.bn.br/?p=19524</guid>
		<description><![CDATA[No dia em que a Fundação Oswaldo Cruz completa 120 anos, a Brasiliana Fotográfica homenageia a instituição com a publicação de um artigo e de imagens das expedições realizadas por pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz aos portos do Brasil, entre os anos de 1911 e 1913. As fotos estão sob a guarda do Departamento de Arquivo e Documentação da Casa de Oswaldo Cruz, unidade da Fiocruz parceira do portal e responsável pela preservação do patrimônio histórico da Fundação. Hoje, se os aeroportos são as principais vias de entrada de vírus como o Sars-Cov-2, no passado o controle para evitar epidemias começava nos portos marítimos e fluviais. Quem nos conta essa história é Cristiane d’Avila, jornalista do DAD/COC. No final do artigo, estão listados, com links, todos os 25 artigos produzidos pelo Departamento de Arquivo e Documentação da Casa de Oswaldo Cruz para a Brasiliana Fotográfica.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje a Fundação Oswaldo Cruz completa 120 anos e a Brasiliana Fotográfica homenageia a instituição com a publicação de um artigo e de imagens das expedições realizadas por pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz <span style="color: #333333;">aos portos do Brasil,</span> entre os anos de 1911 e 1913. As fotos estão sob a guarda do Departamento de Arquivo e Documentação da Casa de Oswaldo Cruz, unidade da Fiocruz parceira do portal e responsável pela preservação do patrimônio histórico da Fundação. Hoje, se os aeroportos são as principais vias de entrada de vírus como o Sars-Cov-2, no passado o controle para evitar epidemias começava nos portos marítimos e fluviais. Quem nos conta essa história é Cristiane d’Avila, jornalista do DAD/COC. No final do artigo, estão listados, com links, todos os 25 artigos produzidos pelo Departamento de Arquivo e Documentação da Casa de Oswaldo Cruz para a Brasiliana Fotográfica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;"><strong>Nos passos de Oswaldo: imagens das expedições do IOC aos portos do Brasil em entre 1911 e 1913</strong></span></em></p>
<p style="text-align: center;">   Cristiane d’Avila*</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8116" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8116/IOC_V_II_0544.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="500" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8116" target="_blank">Plano inclinado do Porto de Manaus, 10/1912 a 02/1913. Manaus, AM / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Os meios de defesa dos portos da extensa costa brasileira são totalmente ineficientes contra a penetração de moléstias contagiosas vindas do estrangeiro. O serviço sanitário dos portos é verdadeiramente vergonhoso. É imprescindível instalar estações de desinfecção nos portos principais, bem como hospitais de isolamento com laboratórios, indispensáveis para o diagnóstico das moléstias”<a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a>.</p>
<p>As rigorosas medidas sanitárias citadas acima foram pinçadas de uma carta de<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10762" target="_blank"> Oswaldo Cruz</a> escrita em 1905, quando o cientista chefiava a Diretoria Geral de Saúde Pública (DGSP). Em inédita e pioneira expedição científica a portos marítimos e fluviais de Norte a Sul do Brasil, Cruz escreveu, diariamente, dezenas de cartas à esposa Emília da Fonseca Cruz e telegramas a autoridades da época. Em suas missivas, o cientista relatava o que via nos “sertões”<a href="#_ftn2" name="_ftnref2">[2]</a> e localidades até então quase inabitadas do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/226" target="_blank"><strong>Acessando o link para as 21 fotografias selecionadas sobre as expedições do IOC aos portos do Brasil em entre 1911 e 1913 para esse artigo disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas</strong>.</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nessa expedição, que durou mais de 100 dias entre os meses de setembro de 1905 a fevereiro de 1906, Oswaldo Cruz constatou o risco a que estava sujeita a população nas “portas de entrada” do país, os portos marítimos e fluviais. Seu objetivo era combater, principalmente, doenças como malária, peste bubônica e febre amarela, entre outras enfermidades. Era preciso sanear aquelas localidades e também responder positivamente a tratados internacionais. Signatário da 11ª Conferência Sanitária Internacional, assinada em Paris, em 1903, e da Convenção Sanitária entre as Repúblicas Platinas, assinada no Rio de Janeiro, em 1904, o país tinha o compromisso de promover a reforma da organização sanitária das zonas portuárias brasileiras.</p>
<p>A bordo do navio República, Oswaldo Cruz fez o seguinte percurso de inspeção aos portos, partindo do porto do Rio de Janeiro: Cabo Frio (RJ), Vitória (ES); Caravelas, Porto Seguro, Santa Cruz e Salvador (BA); Aracaju (SE); Penedo e Maceió (AL); Tamandaré e Recife (PE), Cabedelo e João Pessoa (PB); Natal, Mossoró e Assu (RN); Camocim e Fortaleza (CE); Amarração (PI), São Luís (MA); Belém, Santarém e Óbidos (PA); e Parintins e Manaus (AM). O propósito foi estabelecer nessas localidades estações de desinfecção e hospitais de isolamento, para debelar moléstias que mortificavam o povo empobrecido do interior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8119" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8119/IOC_V_II_0354.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="516" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8119" target="_blank">Gaiola ancorada &#8211; Rio Branco, Rio Acre, 21/12/1912 &#8211; 31/12/1912. Rio Branco, AC / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A série não está completa. A última carta disponível foi enviada de São Luís do Maranhão, mas sabemos que Oswaldo Cruz prosseguiu viagem até Manaus e, depois, aos portos do Sul”, explica a pesquisadora do Departamento de Arquivo e Documentação da Casa de Oswaldo Cruz (DAD/COC) Ana Luce Girão, no artigo “A bordo do <em>República</em>: diário pessoal da expedição de Oswaldo Cruz aos portos marítimos e fluviais do Brasil”.</p>
<p>Em segunda etapa da viagem iniciada em janeiro de 1906, o cientista rumou para o Sul a bordo do paquete Santos. Foi quando visitou os portos de Santos, Paranaguá, São Francisco e Rio Grande. Estendeu o itinerário até as capitais do Uruguai, da Argentina e do Paraguai e, em seguida, a Corumbá (MT). Em 28 de fevereiro, depois de passar novamente por Buenos Aires e Assunção, retornou ao Rio de Janeiro<a href="#_ftn3" name="_ftnref3">[3]</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8103" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8103/02-10-20-35-001-006.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="467" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8103" target="_blank">Porto de Januária, 1911-1912. Januária, MG / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Infelizmente, não há registro fotográfico sobre essa expedição aos portos marítimos e fluviais do Brasil pela DGSP <a href="#_ftn4" name="_ftnref4">[4]</a>, mas o DAD/COC guarda 29 documentos textuais de Oswaldo sobre a experiência. Além de representarem um minucioso e praticamente único relato da viagem, neles o cientista registra impressões sobre as condições de saúde, arquitetura e topografia das cidades visitadas. Tal qual um etnógrafo, tece observações sobre hábitos e costumes, comportamentos e modos de vestir e falar das elites locais e da população em geral<a href="#_ftn5" name="_ftnref5">[5]</a>.</p>
<p>Esse conjunto documental faz parte da série Correspondência do Fundo Oswaldo Cruz, a qual possui cerca de dois mil itens documentais de tipo textual, iconográfico e cartográfico, com datas-limite situadas entre 1885 e 1953. Para Ana Luce Girão, aí está registrada, com considerável detalhe, a trajetória profissional, intelectual e administrativa do titular.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8123" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8123/IOC_V_II_0485.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="507" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8123" target="_blank">Porto de Recife, 11 de maio de 1913. Recife, PE / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>As 21 fotos selecionadas para ilustrar este artigo abrangem as<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13880" target="_blank"> expedições científicas de pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC) realizadas entre 1911 e 1913</a>. Seguindo os passos do mentor Oswaldo Cruz, Arthur Neiva e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12777" target="_blank">Belisário Penna</a> percorreram o norte da Bahia, o sudeste de Pernambuco, o sul do Piauí e Goiás de norte a sul. <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13446" target="_blank">João Pedro de Albuquerque </a>e José Gomes de Faria dirigiram-se para o Ceará e o norte do Piauí. Adolpho Lutz e Astrogildo Machado desceram o rio São Francisco, de Pirapora a Juazeiro, cruzando também alguns de seus afluentes. <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13402" target="_blank">Carlos Chagas</a>, Pacheco Leão e  João Pedro Albuquerque inspecionaram boa parte da bacia do rio Amazonas através dos rios Solimões, Juruá, Purus, Acre, Iaco, Negro e o baixo rio Branco.</p>
<p>“Os temas de maior ocorrência no conjunto fotográfico de 1913 são as paisagens rurais e fluviais e os transportes. Rios, barrancos e vegetações emolduram vultos de vapores, gaiolas e embarcações menores, denotando a vastidão do território, a dificuldade de percorrê-lo e a escassa presença humana”<a href="#_ftn6" name="_ftnref6">[6]</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8112" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8112/IOC_V_II_0046.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="503" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8112" target="_blank">Porto de Providência, Rio Negro, fevereiro de 1913. Acre / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A partir de documentos da viagem de Oswaldo Cruz em 1905 e das expedições do IOC de 1911 a 1913, pesquisadores da COC produziram os documentários <a href="https://www.youtube.com/watch?v=LzYdhNO2EQw" target="_blank"><em>Chagas na Amazônia</em> (1991)</a><a href="#_ftn7" name="_ftnref7">[7]</a>, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=-ungTgViUBw" target="_blank"><em>Chagas nos rios Negro e Branco</em> (1994)</a><a href="#_ftn8" name="_ftnref8">[8]</a>, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=OCB-wuyX194" target="_blank"><em>Chagas no Acre e Purus</em></a> (1997)<a href="#_ftn9" name="_ftnref9">[9]</a> e<a href="https://www.youtube.com/watch?v=Pz2worK__Ls" target="_blank"> <em>Oswaldo Cruz na Amazônia</em></a> (2002)<a href="#_ftn10" name="_ftnref10">[10]</a>, refazendo as mencionadas viagens e reexaminando questões relativas às condições sanitárias da região amazônica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> Trecho extraído de carta de Oswaldo Cruz reproduzida em áudio no documentário <em>Oswaldo Cruz na Amazônia</em>, de Stella Oswaldo Cruz Penido e Eduardo Thielen, produzido pela VideoSaúde Distribuidora da Fiocruz.</p>
<p><a href="#_ftnref2" name="_ftn2">[2]</a> Para compreender melhor a expressão ver LIMA, 1998.</p>
<p><a href="#_ftnref3" name="_ftn3">[3]</a> Para saber mais, acesse <a href="http://www.oswaldocruz.fiocruz.br">www.oswaldocruz.fiocruz.br</a></p>
<p><a href="#_ftnref4" name="_ftn4">[4]</a> PENIDO, 2007.</p>
<p><a href="#_ftnref5" name="_ftn5">[5]</a> Ver em <a href="http://basearch.coc.fiocruz.br/index.php/expedicao-aos-portos-maritimos-e-fluviais-do-brasil-pela-dgsp">http://basearch.coc.fiocruz.br/index.php/expedicao-aos-portos-maritimos-e-fluviais-do-brasil-pela-dgsp</a></p>
<p><a href="#_ftnref6" name="_ftn6">[6]</a> SANTOS, THIELEN, 1996.</p>
<p><a href="#_ftnref7" name="_ftn7">[7]</a> Ver em https://youtu.be/LzYdhNO2EQw</p>
<p><a href="#_ftnref8" name="_ftn8">[8]</a> Ver em https://youtu.be/-ungTgViUBw</p>
<p><a href="#_ftnref9" name="_ftn9">[9]</a> Ver em https://youtu.be/OCB-wuyX194</p>
<p><a href="#_ftnref10" name="_ftn10">[10]</a> Ver em <a href="https://portal.fiocruz.br/video-oswaldo-cruz-na-amazonia-revolta-da-vacina">https://portal.fiocruz.br/video-oswaldo-cruz-na-amazonia-revolta-da-vacina</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Cristiane d’Avila é jornalista do Departamento de Arquivo e Documentação Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes</strong>:</span></p>
<p>LIMA, Ana Luce Girão Soares de. “A bordo do República: diário pessoal da expedição de Oswaldo Cruz aos portos marítimos a fluviais do Brasil”.<strong> </strong>Hist. cienc. saúde-Manguinhos,  Rio de Janeiro ,  v. 4, n. 1, p. 158-167,  June  1997 .   Disponível em https://bit.ly/3d3ZSt8.</p>
<p>LIMA, Nísia Trindade. Missões civilizatórias da República e interpretação do Brasil.<strong> </strong>Hist. cienc. saude-Manguinhos,  Rio de Janeiro ,  v. 5, supl. p. 163-193,  jul.  1998 .   Disponível em https://bit.ly/2WosQNK.</p>
<p>PENIDO, Stella Oswaldo Cruz. “Carta do editor”.<strong> </strong>Hist. cienc. saúde-Manguinhos,  Rio de Janeiro ,  v. 14, supl. p. 7-9,  dez.  2007 .   Disponível em https://bit.ly/2yeuzNC.</p>
<p>REBELO, Fernanda. “Entre o Carlo R. e o Orleannais: a saúde pública e a profilaxia marítima no relato de dois casos de navios de imigrantes no porto do Rio de Janeiro, 1893-1907”. Hist. ciênc. saúde – Manguinhos, Rio de Janeiro, v.20, n.3, jul.-set. 2013, p.765-796.</p>
<p>SANTOS, Fernando Dumas dos; THIELEN, Eduardo. “Revisitando a Amazônia de Carlos Chagas”.<strong> </strong>Hist. cienc. saúde-Manguinhos,  Rio de Janeiro ,  v. 3, n. 3, p. 523-534,  Nov.  1996 .   Disponível em  https://bit.ly/2YrZd0R.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/logo.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-19025" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/logo.jpg" alt="logo" width="276" height="62" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/05/casa1.png"><img class=" size-full wp-image-19623 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/05/casa1.png" alt="casa1" width="274" height="103" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Lista dos 25 artigos produzidos pela Casa de Oswaldo Cruz para publicação na Brasiliana Fotográfica </em></strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><em>(agosto de 2017 a maio de 2020)</em></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18805" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">A apresentação do Departamento Nacional de Saúde Pública na Exposição Internacional do Centenário da Independência – 13/04/2020 – Ricardo Augusto dos Santos, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18254">Cenas da folia em Manaus em 1913 – 28/02/2020 – Cristiane d´Avila, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16710">Trilhos sobre a floresta: imagens da construção da E.F. Madeira-Mamoré – 14/10/2019 – Cristiane d´Avila, Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16641">As ruínas de Brás de Pina – 30/09/2019 – Ricardo Augusto dos Santos, Pesquisador Titular da Fundação Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16066">O funeral de Teixeira Mendes pela lente de Augusto Malta – 02/08/2019 – Ricardo Augusto dos Santos, Pesquisador Titular da Fundação Oswaldo Cruz, e Marcus Vinícius Rubim Gomes é estagiário na Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=15090">A descoberta da doença de Chagas – 14/06/2019 – Simone Petraglia Kropf, historiadora da Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8707">O cotidiano da Manguinhos – 24/04/2019 – Equipe da Fiocruz </a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13880">As expedições do Instituto Oswaldo Cruz entre 1911 e 1913 – 14/03/2019 – Cristiane d´Avila, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">Morro de Santo Antônio – 05/02/2019 – Ricardo Augusto dos Santos, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13446">João Pedro ou João Pedroso? – 11/01/2019 – Ricardo Augusto dos Santos e Francisco dos Santos Lourenço, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/Instituto%20Nacional%20de%20Infectologia%20Evandro%20Chagas:%20centen%C3%A1rio%20da%20constru%C3%A7%C3%A3o%20da%20pesquisa%20cl%C3%ADnica%20em%20Manguinhos">Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas: centenário da construção da pesquisa clínica em Manguinho – 21/12/2018 – Dilene Raimundo do Nascimento, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13402">Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas 100 anos: Carlos e Evandro Chagas em retratos de família,  – 27/11/2018 – Aline Lopes de Lacerda, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13276">Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas: 100 anos de pesquisa clínica – 26/10/2018 – Cristiane d´Avila, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12777">O sanitarista Belisário Penna (1868 – 1939, um dos protagonistas da história da saúde pública no Brasil – 28/09/2018 – Ricardo Augusto dos Santos, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12743">Vacinação no Brasil, uma história centenária – 17/08/2018 – Cristiane d´Avila, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10646">A criação de uma vacina para a peste da manqueira, um marco na história da veterinária brasileira e mundial – 21/06/2018 – Cristiane d´Avila, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11758">100 anos do Castelo da Fiocruz: criador e criatura – Renato da Gama-Rosa Costa – 15 /05/ 2018, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11558">100 anos do Castelo da Fiocruz: os pedreiros do castelo da avenida Brasil – Ricardo Augusto dos Santos – 12/04/2018, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11509">Febre amarela: imagens da produção da vacina no início do século XX – Aline Lopes de Lacerda – 23/03/2018, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11321">100 anos do Castelo da Fiocruz: a ocupação da Fazenda de Manguinhos – Cristiane d´Avila – 28/02/2018, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8703">Manguinhos e a cidade do Rio de Janeiro – Equipe da Fiocruz – 19/01/2018, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10762">O cientista Oswaldo Cruz (1872 – 1917), prefeito de Petrópolis – Cristiane d’Avila com a colaboração de Ana Luce Girão, 28/12/2017, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10616">O fotógrafo Joaquim Pinto da Silva, o J. Pinto (1884-1951) e a Fundação Oswaldo Cruz – Ricardo Augusto dos Santos, 16/11/2017, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8684">Manguinhos e os sertões – Equipe da Fiocruz, 09/10/2017 , Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8499">Novos acervos: Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – Fotografia, Ciência e Saúde Pública – Equipe da Fiocruz, 30/08/2017, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=19524</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Debate pelos cinco anos da Brasiliana Fotográfica &#8211; link de acesso e para fotografias mostradas durante o encontro</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19314</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19314#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2020 03:13:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Avenida Central]]></category>
		<category><![CDATA[Brasiliana Fotográfica]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[fotografias]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Pereira Passos]]></category>
		<category><![CDATA[Gripe Espanhola]]></category>
		<category><![CDATA[link de acesso]]></category>
		<category><![CDATA[Morro de Santo Antônio]]></category>
		<category><![CDATA[Morro do Castelo]]></category>
		<category><![CDATA[reforma urbana]]></category>
		<category><![CDATA[saúde pública]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://brasilianafotografica.bn.br/?p=19314</guid>
		<description><![CDATA[O debate on-line e ao vivo que a Brasiliana Fotográfica promoveu para celebrar o seu aniversário de cinco anos, dentro do contexto da atual pandemia do coronavírus, está disponível em um link do facebook do Instituto Moreira Salles. Os debatedores foram o historiador Jaime Benchimol, a pneumologista Margareth Dalcolmo e o urbanista e arquiteto Guilherme Wisnik. O portal mais uma vez agradece a seus leitores pela audiência e entusiamo! Também destacamos nessa publicação todas as fotografias mostradas durante o encontro, além de outras que se relacionam com os temas abordados.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>O debate que a Brasiliana Fotográfica promoveu para celebrar o seu aniversário de cinco anos, dentro do contexto da atual pandemia do coronavírus, foi muito bem sucedido, tendo sido assistido por centenas de pessoas numa <em>live</em> transmitida no dia 17 de abril de 2020, às 17h30m. Pode ser acessado no link <a href="https://www.facebook.com/institutomoreirasalles/videos/547559385897022/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.facebook.com/institutomoreirasalles/videos/547559385897022/&amp;source=gmail&amp;ust=1587263255314000&amp;usg=AFQjCNGdn824Kv7ihPH6451pw7clgjR4Cw">https://www.facebook.com/<wbr />institutomoreirasalles/videos/<wbr />547559385897022/</a> . Os debatedores foram o historiador Jaime Benchimol, a pneumologista Margareth Dalcolmo e o urbanista e arquiteto Guilherme Wisnik.</p>
<p>O portal mais uma vez agradece a seus leitores pela audiência e entusiasmo! Também destacamos nessa publicação todas as fotografias mostradas durante o encontro, além de outras que se relacionam com os temas abordados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 718px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4990"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4990/FPft0628.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="708" height="556" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4990">Augusto Malta. Avenida Central: vista panorâmica durante os trabalhos de pavimentação, setembro de 1905. Rio de \janeiro, RJ / Acdervo Museu da República</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Grupos de imagens: </em></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1 -<span style="color: #800000;"> <strong><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/221" target="_blank"><span class="il">Avenida</span> <span class="il">Central</span></a></strong></span></p>
<p>2 &#8211; <span style="color: #800000;"><strong>Gripe Espanhola</strong>, links do arquivo do dr. Moncorvo Filho, do arquivo da Fiocruz</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="http://arch.coc.fiocruz.br/index.php/doutor-maurity-santos-examinando-paciente-com-pneumonia-durante-a-epidemia-de-gripe-espanhola-de-1918" target="_blank">Doutor Maurity Santos examinando paciente com pneumonia durate a epidemia de gripe espanhola de 1918</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="http://arch.coc.fiocruz.br/index.php/doutor-maurity-e-enfermeiras-atendendo-enfermo-no-morro-do-salgueiro" target="_blank">Dr. Maurity e enfermeiras atendendo enfermo no Morro do Salgueiro</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="http://arch.coc.fiocruz.br/index.php/doutores-moncorvo-filho-e-orlando-de-goes-atendendo-pacientes-no-surto-de-gripe-espanhola-de-1918" target="_blank">Doutores Moncorvo Filho e Orlando de Goes atendendo pacientes no surto de gripe espanhola de 1918</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="http://arch.coc.fiocruz.br/index.php/moncorvo-filho-consultando-crianca-durante-a-epidemia-de-gripe-espanhola-de-1918" target="_blank">Moncorvo Filho consultando criança durante a epidemia de gripe espanhola de 1918</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="http://arch.coc.fiocruz.br/index.php/moncorvo-filho-consultando-um-bebe" target="_blank">Moncorvo Filho consultando um bebê</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="http://arch.coc.fiocruz.br/index.php/moncorvo-filho-e-auxiliares-no-posto-de-assistencia-a-infancia-durante-o-surto-de-gripe-espanhola" target="_blank">Moncorvo Filho e auxiliares no Posto de Assistência à Infância durante o surto de gripe espanhola</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="http://arch.coc.fiocruz.br/index.php/predio-que-serviu-para-socorrer-vitmas-da-gripe-espanhola-em-1918" target="_blank">Prédio que serviu para socorrer vítimas da gripe espanhola em 1918</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="http://arch.coc.fiocruz.br/index.php/socorro-a-um-homem-enfermo-no-morro-da-mangueira" target="_blank">Socorro a um homem enfermo no Morro da Mangueira</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<p>3 &#8211; <strong><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/166" target="_blank"><span class="il">Morro</span> de <span class="il">Santo</span> <span class="il">Antônio</span></a></span></strong></p>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>4 &#8211; <strong><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?   scope=/&amp;rpp=10&amp;page=2&amp;query=%22demoli%C3%A7%C3%A3o+do+morro+do+castelo%22&amp;group_by=none&amp;etal=0" target="_blank">Morro do Castelo</a></span></strong></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>5 -<strong> <span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/223" target="_blank">Pereira Passos</a></span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>6 &#8211; <strong><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/220" target="_blank">Saúde pública</a></span></strong></p>
</div>
<div></div>
<div></div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2726"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2726/014AM003007.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="539" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2726" target="_blank">Augusto Malta. Carnaval na avenida Central, atual avenida Rio Branco, c. 1906. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
</div>
<div></div>
<div></div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=19314</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os cinco anos da Brasiliana Fotográfica</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18997</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18997#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2020 22:34:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Cronologia]]></category>
		<category><![CDATA[Curadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[Preservação digital]]></category>
		<category><![CDATA[5 anos]]></category>
		<category><![CDATA[adiamento]]></category>
		<category><![CDATA[Andrea Wanderley]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[artigos sobre Marc Ferrez]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Bodas de Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[Brasiliana Fotográfica]]></category>
		<category><![CDATA[Cássio Loredano]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[dados estatísticos]]></category>
		<category><![CDATA[descoberta]]></category>
		<category><![CDATA[Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha]]></category>
		<category><![CDATA[Elvia Bezerra]]></category>
		<category><![CDATA[Eucanaã Ferraz]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[fotógrafo]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Joaquim]]></category>
		<category><![CDATA[Gripe Espanhola]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[imagem]]></category>
		<category><![CDATA[indexação]]></category>
		<category><![CDATA[indexação de imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Moreira Salles]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquim Marçal]]></category>
		<category><![CDATA[Leibniz-Institut für Länderkunde]]></category>
		<category><![CDATA[Lilia Moritz Schwarcz]]></category>
		<category><![CDATA[lista]]></category>
		<category><![CDATA[Machado de Assis]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Isabela Mendonça dos Santos]]></category>
		<category><![CDATA[MIllard Schisler]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[Museu da República]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Histórico Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Karp Vasquez]]></category>
		<category><![CDATA[perfil]]></category>
		<category><![CDATA[perfil de fotógrafos]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Roberta Mocciaro Zannata]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigues Alves]]></category>
		<category><![CDATA[Rubens Ribeiro Gonçalves da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[seminário]]></category>
		<category><![CDATA[Sergio Burgi]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://brasilianafotografica.bn.br/?p=18997</guid>
		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica completa cinco anos de existência com 38.437.165 acessos!  O portal promove nesse contexto atual da pandemia do coronavírus um debate relacionando urbanismo, saúde pública e a história da cidade do Rio de Janeiro e das grandes metrópoles brasileiras, temas frequentes de nossas publicações. Com a participação do historiador Jaime Benchimol, da pneumologista Margareth Dalcolmo e do arquiteto e urbanista Guilherme Wisnik será realizado no dia 17 de abril de 2020, às 17h30m, um encontro virtual que será disponibilizado on-line ao vivo para o público, gratuitamente, no canal de facebook do Instituto Moreira Salles. A mediação será feita por Sérgio Burgi (IMS) e Joaquim Marçal (BN), curadores do portal, e pela historiadora Aline Lopes de Lacerda, da Fiocruz. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Brasiliana Fotográfica, fundada pela Biblioteca Nacional e pelo Instituto Moreira Salles, em 17 de abril de 2015, completa cinco anos de existência buscando contribuir para uma escrita da história do Brasil onde as fotografias deixam de ser mera ilustração. A data seria comemorada com a realização do <em>Seminário Brasiliana Fotográfica 5 anos &#8211; A imagem e a escrita da história, </em>no auditório da Biblioteca Nacional que, devido à situação pela qual atravessa o Brasil e o mundo, foi adiado.</p>
<p>Decidimos então promover no contexto atual da pandemia de coronavírus um debate relacionando urbanismo, saúde pública e a história da cidade do Rio de Janeiro e das grandes metrópoles brasileiras, temas frequentes dos artigos semanais publicados no portal, dando visibilidade aos arquivos de imagem das instituições parceiras, ora disponibilizados na<strong> </strong>Brasiliana Fotográfica e também às pesquisas existentes sobre estes temas &#8211; elementos de reflexão sobre o momento presente. O encontro virtual será disponibilizado on-line ao vivo para o público, gratuitamente,<strong><span style="color: #696969;"> </span></strong><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;">no canal de facebook do Instituto Moreira Salles</span> <span style="color: #333333;">-</span> </span> <a href="https://www.facebook.com/pg/institutomoreirasalles" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.facebook.com/pg/institutomoreirasalles&amp;source=gmail&amp;ust=1586978883745000&amp;usg=AFQjCNHH4jhUPwFEfqJujollcgRqp6e3sA">https://www.facebook.<wbr />com/pg/institutomoreirasalles</a>, no dia 17 de abril de 2020, às 17h30m.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5746" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5746/BR-RJ-COC-02-10-20-40-001-008.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="" width="701" height="480" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5746" target="_blank"> Quartos em tela metálica para isolamento de doentes atacados de Febre Amarela, 1905. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Fiocruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Convidamos para este encontro e debate o historiador Jaime Benchimol, a pneumologista Margareth Dalcolmo &#8211; ambos pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz, instituição integrante do portal Brasiliana Fotográfica &#8211; e o arquiteto e urbanista Guilherme Wisnik, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. O debate será mediado pelos dois curadores da Brasiliana Fotográfica &#8211; Sérgio Burgi, Coordenador de Fotografia do Instituto Moreira Salles, e Joaquim Marçal, Coordenador da BN Digital -, e pela historiadora Aline Lopes de Lacerda, pesquisadora do Departamento de Arquivo da Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/logo.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-19025" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/logo.jpg" alt="logo" width="276" height="62" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Queremos também celebrar o aniversário do portal agracedendo a você, nosso leitor, que percorre nosso acervo fotográfico que, até o momento, possui <strong><span style="color: #800000;">6.709 </span></strong><span style="color: #333333;">imagens de 11 instituições, e também lê </span>nossas publicações semanais: já são <span style="color: #800000;"><strong>249</strong><span style="color: #333333;">!</span></span><span style="color: #333333;"> Ao longo desses cinco anos </span>já tivemos <span style="color: #800000;"><strong>38.437.165 </strong></span>acessos!</p>
<p>Com uma rigorosa seleção e indexação das imagens que integram nosso acervo fotográfico, com o uso de uma linguagem simples e com a realização de uma pesquisa minuciosa, um dos objetivos da Brasiliana Fotográfica é atrair o interesse do maior número de leitores possível, de todas as faixas etárias e níveis de formação acadêmica, para assuntos relativos à história da fotografia, do Brasil e do mundo. Os artigos, semanais, são escritos por profissionais ligados às instituições integrantes do portal,  por curadores convidados como <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12654" target="_blank">Cassio Loredano</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11605" target="_blank">Elvia Bezerra</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8890" target="_blank">Eucanaã Ferraz</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13027" target="_blank">Lilia Moritz Schwarcz</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14719" target="_blank">Maria Isabela Mendonça dos Santos</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13350" target="_blank">Millard Schisler</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9008" target="_blank">Pedro Karp Vasquez</a> e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5008" target="_blank">Rubens Ribeiro Gonçalves da Silva</a> e também pelos curadores do portal Sérgio Burgi (IMS) e Joaquim Marçal (FBN).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=&amp;submit=Ir" target="_blank"><strong>Acessando o link para as <span style="color: #800000;">6.709 </span>fotografias publicadas ao longo desses cinco anos na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A escolha dos temas é variado: pode ser baseada tanto em uma efeméride como em uma reflexão mais teórica, na beleza ou na importância histórica de uma imagem ou de um grupo delas ou pode, também, se relacionar com algum fato da atualidade como foi, por exemplo, a publicação do artigo <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18866" target="_blank">E o ex e futuro presidente do Brasil morreu de gripe…a Gripe Espanhola de 1918</a>, </em>em 20 de março de 2020, quando o mundo e o Brasil enfrentavam (ainda enfrentam) a pandemia do coronavírus. O presidente em questão foi Rodrigues Alves (1848 &#8211; 1919), uma das milhões de vítimas da gripe espanhola.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 744px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2744" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/detalhe-da-foto.jpg" alt="detalhe da foto" width="734" height="332" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2744" target="_blank">Augusto Malta. Doutor Rodrigues Alves no Campo de Santana, 1908. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS &#8211; Detalhe da foto</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A elaboração de perfis de fotógrafos acompanhados por galerias de suas fotografias disponíveis no acervo do portal e por cronologias é uma das marcas da Brasiliana Fotográfica. E uma das estrelas das pesquisas realizadas para esses artigos é, além da bibliografia disponível sobre os temas, a <a href="http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a>, com os<em> </em><em>links</em> para as notícias da época em que os fatos ocorreram. De abril de 2015 a março de 2020, foram publicados 44 perfis, o primeiro, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=705" target="_blank"><em>Militão Augusto de Azevedo (1837 – 1905) e sua obra-prima, o “Álbum comparativo da cidade de São Paulo 1862-1887″</em></a>, em 24 de maio de 2015; e o último, <em><a title="As Camélias Japonesas no carnaval de Alagoas pelas lentes do fotógrafo amador Luiz Lavenère Wanderley (1868 - 1966)" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17653">As Camélias Japonesas no carnaval de Alagoas pelas lentes do fotógrafo amador Luiz Lavenère Wanderley (1868 &#8211; 1966)</a></em>, em 21 de fevereiro de 2020.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 762px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/1892" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/1892/001AMI010.JPG.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="752" height="526" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/1892" target="_blank">Militão Augusto de Azevedo. Álbum comparativo da cidade de São Paulo 1862-1887, 1887 / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;"><em>Lista de todos os perfis de fotógrafos publicados na Brasiliana Fotográfica de abril de 2015 a março de 2020</em></span></strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>2015</em></strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><em> </em></span><em>1 &#8211; <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=705">Militão Augusto de Azevedo (1837 – 1905) e sua obra-prima, o &#8220;Álbum comparativo da cidade de São Paulo 1862-1887&#8243;</a></em></p>
<p><em>2 &#8211; <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1138">O alemão Alberto Henschel (1827 &#8211; 1882), o empresário da fotografia</a></em></p>
<p>3 <em>– <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322">O alagoano Augusto Malta, fotógrafo oficial do Rio de Janeiro entre 1903 e 1936</a></em></p>
<p>4<em> &#8211; <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1379">Vincenzo Pastore (Casamassima, Itália 5 de agosto de 1865 &#8211; São Paulo, Brasil 15 de janeiro de 1918)</a></em></p>
<p>5 <em>- <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2415">Alagoas, Bahia, Minas Gerais e Sergipe por Augusto Riedel (1836 -?)</a></em></p>
<p>6 &#8211; <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3002">Guerra de Canudos pelo fotógrafo Flavio de Barros</a></em></p>
<p>7 &#8211; <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2492">O editor e fotógrafo suíço Georges Leuzinger (1813 &#8211; 1892)</a></em></p>
<p>8 &#8211; <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2945">Imagens do Espírito Santo por Albert Richard Dietze (Alemanha, 1838 &#8211; Brasil, 1906)</a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>2016</em></strong></span></p>
<p>9 &#8211; <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3885">O fotógrafo francês Jean Victor Frond (1821 &#8211; 1881) e o &#8220;Brasil Pitoresco&#8221;</a></em></p>
<p><em>10 &#8211; </em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4274" target="_blank"><em>O suicídio do fotógrafo Felipe Augusto Fidanza (c. 1847 &#8211; 1903)</em></a></p>
<p>11 &#8211; <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4924">Ipanema, que completa 122 anos, pelas lentes de José Baptista Barreira Vianna (1860 &#8211; 1925)</a></em></p>
<p>12 <em>- <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5045">Notícia da viagem do fotógrafo Albert Frisch (31/05/1840 &#8211; 30/05/1918) à Amazônia</a></em></p>
<p>13 -<em> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5398">O fotógrafo Juan Gutierrez de Padilla (c.1860 &#8211; 28/6/1897)</a></em></p>
<p>14 &#8211; <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5382">O fotógrafo paisagista Camillo Vedani (18?, Itália &#8211; c. 1888, Brasil)</a></em></p>
<p>15 -<em> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545">O fotógrafo amador Guilherme Santos (1871 &#8211; 1966)</a></em></p>
<p>16 &#8211; <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5809">Revert Henrique Klumb, o fotógrafo da família real do Brasil</a></em></p>
<p>17 &#8211; <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6048">O retratista português Joaquim Insley Pacheco (1830 &#8211; 14 de outubro de 1912)</a></em></p>
<p>18 &#8211; <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6150" target="_blank"><em>O fotógrafo Augusto Stahl (Itália 23/05/1828 &#8211; França, 30/10/1877)</em></a></p>
<p>19 &#8211; <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570">O brilhante cronista visual Marc Ferrez (RJ, 07/12/1843 &#8211; RJ, 12/01/1923)</a></em></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>2017</em></strong></span></p>
<p>20- <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7260">São Paulo sob as lentes do fotógrafo Guilherme Gaensly (1843 &#8211; 1928)</a></em></p>
<p><em>21 &#8211; </em><em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7661">Os trinta Valérios, uma fotografia bem-humorada de Valério Vieira (1862 &#8211; 1941)</a> </em></p>
<p><em>22-</em><em> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8567">Os índios sob as lentes de Walter Garbe, em 1909</a> </em></p>
<p><em>23 -</em><em> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8290">Abram-Louis Buvelot (Suíça, 03/03/1814 &#8211; Austrália, 30/05/1888)</a> </em></p>
<p><em>24 &#8211; </em><em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8946">Um fotógrafo inglês na Bahia: Benjamin Robert Mulock (18/06/1829 &#8211; 17/06/1863)</a> </em></p>
<p><em>25 -</em><em> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9008">&#8220;Sete de Setembro: uma ponte entre dois maurícios&#8221;, por Pedro Vasquez</a></em></p>
<p><em>26 &#8211; </em><em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9527">Lampião e outros cangaceiros sob as lentes de Benjamin Abrahão</a> </em></p>
<p><em>27 &#8211; </em><em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8890">O cronista visual de Diamantina: Chichico Alkmim, fotógrafo (1886 &#8211; 1978)</a></em></p>
<p><em>28 -</em> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9866">O fotógrafo austríaco Otto Rudolf Quaas e o construtor Ramos de Azevedo</a></p>
<p>29 &#8211; <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9800"> O fotógrafo português Francisco du Bocage (14/04/1860 &#8211; 22/10/1919)</a></em></p>
<p><em>30- </em><em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10616">O fotógrafo Joaquim Pinto da Silva, o J. Pinto (1884-1951) e a Fundação Oswaldo Cruz</a></em></p>
<p><em>31 &#8211; </em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9996" target="_blank"><em>O fotógrafo português José Ferreira Guimarães (1841 &#8211; 30/01/1924)</em></a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em> </em><strong><em>2018</em></strong></span></p>
<p><em> </em><em>32 – <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10460">A construção Madeira-Mamoré, a ferrovia da Morte”, pelas lentes de Dana B. Merrill (c. 1887 – 19?)</a></em></p>
<p><em>33- <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10959">O fotógrafo, botânico e naturalista alemão George Huebner (1862 &#8211; 1935)</a></em></p>
<p><em>34 -</em> <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10341">O francês Hercule Florence (1804 &#8211; 1877), inventor de um dos primeiros métodos de fotografia do mundo</a></em></p>
<p><em>35 -</em> <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12264">Lunara (1864 &#8211; 1937), um fotógrafo amador e fotoclubista de Porto Alegre</a></em></p>
<p><em>36 -</em><em> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11149">O fotógrafo açoriano Christiano Junior (1832 &#8211; 1902) e sua importante atuação no Brasil e na Argentina</a></em></p>
<p><em>37 -</em><em> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12930">A prisão do fotógrafo e aviador britânico S.H. Holland (1883 &#8211; 1936) no Rio de Janeiro, em 1930</a></em></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>2019</em></strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><em>38 -</em><em> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13091">Carlos Bippus e as paisagens cariocas</a></em></p>
<p style="text-align: left;"><em>39 -</em><em> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14299">Nudez na Galeria Ducasble causa polêmica no Recife do século XIX</a></em></p>
<p style="text-align: left;"><em>40 -</em><em> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14863">João Ferreira Villela, um dos primeiros fotógrafos pernambucanos</a></em></p>
<p style="text-align: left;"><em>41 -</em><em> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16234">Imagens de Blumenau: por Bernardo Scheidemantel e em álbum do início do século XX</a></em></p>
<p style="text-align: left;"><em>42 -</em><em> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16283">A Colônia Dona Francisca, Joinville, por Louis Niemeyer</a></em></p>
<p style="text-align: left;"><em>43 &#8211; <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16103">Jorge Kfuri (1893 – 1965), autor das primeiras fotografias aéreas do Rio de Janeiro</a></em></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>2020</em></strong></span></p>
<p><em>44 </em>- <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17653">As Camélias Japonesas no carnaval de Alagoas pelas lentes do fotógrafo amador Luiz Lavenère Wanderley (1868 &#8211; 1966)</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 762px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5044" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5044/BR_RJANRIO_ON_0_FOT_0059_005_TTO.jpg.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="752" height="537" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5044" target="_blank">L. Lavenère. Lembrança de Maceió /[Um clube carnavalesco], 1906. Maceió, Alagoas /Acervo Arquivo Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dentre esses perfis está o do fotógrafo Marc Ferrez, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank"><em>O brilhante cronista visual Marc F</em><em>errez (7</em><em>/12/1843 – 12/01/1923)</em>, publicada em 7 de dezembro de 2016</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 632px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5345" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5345/_MG_2200.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="622" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5345" target="_blank">Marc Ferrez. Família Ferrez, c. 1912. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sobre a obra de Ferrez, que é por muitos considerado o mais importante fotógrafo que atuou no Brasil no século XIX, foram escritos mais 13 artigos na Brasiliana Fotográfica: <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1443" target="_blank">O Rio de Janeiro de Marc Ferrez, </a><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3527" target="_blank">Obras</a> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3527" target="_blank">para o abastecimento no Rio de Janeiro por Marc Ferrez ,</a> </em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7021" target="_blank"><em>Do natural ao construído: O Rio de Janeiro na fotografia de Marc Ferrez, </em>de Sérgio Burgi</a>; <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9714" target="_blank"><em>No primeiro dia da primavera, as cores de Marc Ferrez (1843 – 1923)</em>, </a><em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11896" target="_blank">Marc Ferrez , a Comissão Geológica do Império (1875 – 1878) e a Exposição Antropológica Brasileira no Museu Nacional (1882)</a>, </em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212" target="_blank"><em>O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público, Ferrez, Malta e Charles Dunlop</em>, </a><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13070" target="_blank"><em>Uma homenagem aos 175 anos de Marc Ferrez (7 de dezembro de 1843 – 12 de janeiro de 1923)</em>, </a><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14387" target="_blank"><em>Pereira Passos e Marc Ferrez: engenharia e fotografia para o desenvolvimento das ferrovias</em>,</a> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14794" target="_blank"><em>Fotografia e ciência: eclipse solar, Marc Ferrez e Albert Einstein</em>,</a> <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17884" target="_blank"><em>Uma homenagem da Casa Granado ao imperial sob as lentes de Marc Ferrez,</em> </a><em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18198" target="_blank">Ressaca no Rio de Janeiro invade o porão da casa do fotógrafo Marc Ferrez, em 1913</a> e </em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18110" target="_blank"><em>Petrópolis, a Cidade Imperial, pelos fotógrafos Marc Ferrez e Revert Henrique Klumb.</em></a></p>
<p>Outro objetivo do portal é divulgar mais questões ligadas à preservação digital, um assunto que toca não apenas às instituições de memória, mas a todos aqueles que produzem imagens digitais em seu dia a dia sem, no entanto, cuidar de sua preservação. Nesse sentido, já publicamos alguns artigos mas ainda temos muito a percorrer. Também desejamos ampliar a abrangência do portal com a adesão de instituições de todos os estados do Brasil.</p>
<p>Ainda em seu primeiro ano, no blog do portal, tivemos uma publicação de relevância histórica: <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?page_id=736" target="_blank">a presença de Machado de Assis (1839 – 1908) na fotografia da Missa Campal pela comemoração da abolição da escravatura (de autoria de Antonio Luiz Ferreira)</a>, realizada em 17 de maio de 1888, no Campo de São Cristóvão, com a presença da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1797">princesa Isabel</a>. A descoberta, realizada pela editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, Andrea Wanderley, foi saudada em outra publicação do blog pelo historiador <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=915">José Murilo de Carvalho</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 608px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=528" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/MISSA_IMAGEM_CORTE21.jpg" alt="MISSA 2" width="598" height="594" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=528" target="_blank">Antônio Luiz Ferreira. Missa campal celebrada em ação de graças pela Abolição da Escravatura no Brasil, 1888. São Cristóvão, Rio de Janeiro. / Acervo IMS / Detalhe da foto</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #333333;">Os registros mais acessados pelos leitores nesses cinco anos foram as fotografias<em> </em><em><a style="color: #333333;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/1795">Missa campal celebrada em ação de graças pela Abolição da escravatura no Brasil</a></em>, de Antonio Luiz Ferreira; <em><a style="color: #333333;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/570">Índios Botocudos</a></em>, de Walter Garbe; <a style="color: #333333;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/633" target="_blank"><em>Escola pública em Curytiba</em></a>, de Marcos A. de Mello; <em><a style="color: #333333;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/1794">A Família Imperial reunida</a>,</em><em> </em>de Alberto Henschel; e <a style="color: #333333;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2504"><em>Índios da Tribo Carajás</em></a>, de autoria desconhecida.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 576px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2504" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2504/007A5P4FP2-17.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="566" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2504" target="_blank">Essa fotografia de índios da tribo Carajás, de 1888, é um dos cinco itens mais acessados nos cinco anos da Brasiliana Fotográfica / Acervo IMS</a></p></div>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2504" target="_blank"> </a></p>
<p>Além das instituições fundadoras do portal, FBN e IMS, integram a Brasiliana Fotográfica o <span class="Z3988">Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, o </span><span class="Z3988">Arquivo Nacional, a </span><span class="Z3988">Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, a </span><span class="Z3988">Fiocruz, a </span><span class="Z3988">Fundação Joaquim Nabuco, o </span><span class="Z3988">Leibniz-Institut fuer Laenderkunde<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4342/discover">,</a> o </span><span class="Z3988">Museu Aeroespacial, o </span><span class="Z3988">Museu da República e o </span><span class="Z3988">Museu Histórico Nacional. A gestão do portal é realizada por </span>Roberta Zanatta (IMS) e por Vinicius Martins (FBN).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais uma vez, muito obrigada e vamos em frente!</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/1794" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/1794/P005DJ0456.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="527" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/1794" target="_blank">Alberto Henschel. A Família Imperial reunida. Da esquerda para a direita: d. Antônio, em pé, princesa Isabel, sentada, tendo à sua frente d. Luís, sentado, d. Pedro de Alcântara, príncipe do Grão-Pará, e d. Augusto Leopoldo, ambos em pé; d. Pedro II, sentado, segurando um guarda-chuva, conde d&#8217;Eu, em pé, d. Teresa Cristina e d. Pedro Augusto, ambos sentados, 1887. Alto da Boa Vista, Rio de Janeiro / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=18997</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>De 453 anos de documentos a 125 anos de trajetória: as origens do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12752</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12752#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Aug 2018 15:13:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Beatriz Kushnir]]></category>
		<category><![CDATA[documentação]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://brasilianafotografica.bn.br/?p=12752</guid>
		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica festeja os 125 anos do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro - AGCRJ - com a publicação de um artigo de Beatriz Kushnir, diretora da instituição. Criado em 5 de agosto de 1893, o ACGRJ é um dos parceiros do portal. É o gestor da documentação produzida pelo poder público no decorrer do exercício de suas funções administrativas, custodiando os documentos necessários para subsidiar a Prefeitura. Além disso detém informações imprescindíveis para o cidadão e para o pesquisador respectivamente na busca de comprovação de direitos e na reconstrução do passado.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"></h1>
<p style="text-align: left;">A Brasiliana Fotográfica festeja os 125 anos do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro &#8211; AGCRJ &#8211; com a publicação de um artigo de Beatriz Kushnir, diretora da instituição. Criado em 5 de agosto de 1893, o ACGRJ é um dos parceiros do portal. É o gestor da documentação produzida pelo poder público no decorrer do exercício de suas funções administrativas, custodiando os documentos necessários para subsidiar a Prefeitura. Além disso detém informações imprescindíveis para o cidadão e para o pesquisador respectivamente na busca de comprovação de direitos e na reconstrução do passado.</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><span style="color: #800000;">De 453 anos de documentos a 125 anos de trajetória: as origens do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro</span></strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;">Beatriz Kushnir*</span></p>
<p>A tradição lusa nos Arquivos brasileiros marca a pujança dos acervos que chegaram até nós. Aprendemos com os portugueses os trâmites burocráticos e a circularidade dos documentos, permitindo que recuperemos informações que possam ter se perdido aqui ou ali. Isto explica o porquê do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro (AGCRJ) ser uma das instituições de arquivo que concentra uma das mais antigas coleções documentais do país, cuja origem é a da fundação da <em>muy leal e heroica </em>cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, estabelecida em 1º de março de 1565, quando o governador e capitão-mor Estácio de Sá lançou o marco à entrada da baía de Guanabara, entre os morros Cara de Cão e Pão de Açúcar, no atual bairro da Urca.</p>
<p>Seguindo as determinações da legislação em vigor na Coroa, Estácio de Sá instituiu o Regimento e o Foral da municipalidade, que regulamentaram os deveres, privilégios e direitos dos que aqui morariam. Ao estabelecer o governo local, produziu os primeiros documentos da cidade que, ao receber esse título, aferiu ao Rio uma autonomia administrativa e judiciária que uma simples vila não teria. Durante o período colonial, a ordenação jurídica portuguesa determinou que a Câmara Municipal exercesse as funções administrativas, políticas, legislativas, judiciais, fazendárias e policiais, já que não houve uma separação de poderes e atribuições. Segundo Boris Fausto, nos dois séculos iniciais da colonização, a Câmara Municipal tornou-se, na prática, a principal autoridade da Capitania, superpondo-se aos capitães-governadores e, em certos casos, exigindo da Coroa a sua substituição. Neste sentido, Fernanda Bicalho defende que o Conselho Municipal “gozou, durante todo o século XVII, de uma autonomia impensável para quem se detém no estudo de suas funções na centúria seguinte”[1].</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5750" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5750/BR%20RJAGCRJ.PDF.AM.PC.1125%20marca.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="536" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5750" target="_blank">Augusto Malta. Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, s/d. Paço Municipal, Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em conformidade com as Ordenações portuguesas, “(&#8230;) o primeiro escrivão da Câmara Municipal, Diogo de Oliveira, foi incumbido de registrar em livros próprios e de guardar em uma ‘arca grande e boa’ as cartas de doação de sesmarias concedidas por Estácio de Sá aos jesuítas, à municipalidade e aos primeiros povoadores; as cartas forais; os termos de provimento dos camaristas municipais; as provisões cíveis dos porteiros, pregoeiros, alcaides, carcereiros, tabeliães, escrivães, ouvidores, provedores da Fazenda e dos demais oficiais da municipalidade”. Esta <em>arca grande e boa</em> é a origem do Arquivo da Câmara Municipal, cujo acervo foi transferido a recém-instituída Prefeitura do Distrito Federal quando do decreto nº 44, de 05 de agosto de 1893, assinado pelo Prefeito Henrique Valadares (1893-1895). A instituição, denominada <em>Archivo do Distrito Federal</em>, passou por diversas configurações e status, completando este ano, 125 anos como um órgão da Prefeitura.</p>
<p>Da efeméride que se comemora, mapearam-se os seus diversos momentos. Desta forma, é significativo conhecer e reconhecer as vitórias e desafios desta empreitada. Desde 1882, quando foi construído o Paço Municipal, nas proximidades do Campo da Aclamação (atual Praça da República), o antigo Arquivo da Câmara funcionou em seu pavimento superior. Com o estabelecimento da República, o prédio passou a abrigar a nova administração e, oficialmente, a partir da promulgação da Lei Orgânica Municipal de 1892, a Prefeitura do Distrito Federal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 708px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5731" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5731/1-%20125%20anos%20AGCRJ.jpg.jpg?sequence=5&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="698" height="521" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5731" target="_blank">Augusto Malta. Paço Municipal. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>As suas atividades não passavam despercebidas e no jornal carioca<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=830380&amp;PagFis=19044" target="_blank"> <em>A Notícia</em> de 24 de julho de 1912</a>, registrava-se que em 1910 o <em>Archivo do Distrito Federal</em> foi transferido para o andar térreo. De acordo com o informativo, na sala de expediente, localizada ao lado da portaria, realizava-se a coordenação, classificação e catalogação dos documentos. O espaço foi descrito como ornamentado com 14 plantas da cidade, além de móveis de época, que abrigam flâmulas de diferentes fases políticas do país, demarcando a mescla entre municipal e federal que a cidade e suas instituições tinham. Em sala anexa, funcionava o <em>Archivo do Distrito Federal</em>, com sua farta documentação administrativa e histórica, concernente a diferentes assuntos sobre a cidade. A nova instalação contava com três pavimentos divididos por estantes metálicas.<strong> </strong></p>
<p>“No <span style="text-decoration: underline;">primeiro pavimento</span> &#8211; que é o térreo &#8211; há seis estantes, seccionadas por 12 corpos, contendo prateleiras sobre as quais assentam 1334 caixas portáteis. Cada caixa tem uma etiqueta indicando número de ordem e designação do departamento municipal ao qual se referem os documentos arquivados. Dois lances de escadas, ladeados por gradil de ferro com corrimões de metal dourado, dão acesso aos pavimentos superiores. (&#8230;) O <span style="text-decoration: underline;">segundo</span> pavimento tem as mesmas estantes e corpos que o primeiro, mas suas prateleiras diferem das do andar térreo. Assentam ou encaixam as extremidades em dentes e podem ser graduadas conforme as dimensões dos livros (&#8230;). Todo pavimento que se assemelha a um passadiço dos novos transatlânticos é circundado por gradil de ferro encimado por uma balaustrada de metal dourado. O <span style="text-decoration: underline;">3º e último</span> é em tudo semelhante ao segundo. É o mais resguardado e o menos ventilado. Nos dois pavimentos superiores há lugar para serem arrumados cerca de 10.000 livros.(&#8230;).”<strong> </strong></p>
<p>No panorama de alterações da burocracia administrativa, o <em>Archivo do Distrito Federal</em> passou por diversos nomes, subordinações e endereços desde 1893, continuando a funcionar no prédio do Paço Municipal até a sua demolição para a abertura da Avenida Presidente Vargas, nos anos 1940. A partir de 1º de junho de 1944, foi transferido para o antigo Palácio das Festas, onde anteriormente era sediado o Departamento de Rendas Diversas, da Secretaria de Fazenda da Prefeitura, na Rua Santa Luzia, nº 11. No período que se seguiu, o <em>Archivo do Distrito Federal</em> passou por dificuldades expostas nos relatórios de vários de seus dirigentes. Mas vale pontuar, como as imagens demonstram, a preocupação com as instalações de áreas de tratamento documental e serviços executados no acervo, bem como as reuniões da Comissão de Logradouros, já em 1949, e que retornou ao AGCRJ em 2006, como uma câmara de assessoramento na indicação de nomes para as ruas da cidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5733" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5733/BR.RJ.AGCRJ.ICO.ARQ.DHD.017.01.20.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="502" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5733" target="_blank">Anônimo. Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, s/d. Rua Santa Luzia, Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ </a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 531px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5734" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5734/BR.RJ.AGCRJ.ICO.ARQ.DHD.019.01.02-19.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="521" height="702" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5734" target="_blank">Anônimo. Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, microfilme, s/d. Rua Santa Luzia, Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1960, com a transferência da Capital Federal para Brasília, o Rio tornou-se Estado da Guanabara. Da Rua Santa Luzia, em 1963 o <em>Archivo do Distrito Federal</em> foi transferido mais uma vez, ocupando o Palácio da Marquesa de Santos, na Avenida Pedro II, em São Cristóvão. Dali, o acervo foi novamente deslocado para o número 400 do mesmo logradouro, ocupando o segundo andar da oficina de conserto de móveis escolares, da Secretaria de Educação e Cultura.</p>
<p>A professora Terezinha Saraiva, Secretária de Educação e Cultura do Estado da Guanabara, no governo Carlos Lacerda (1960-5), e a primeira Secretária Municipal de Educação e Cultura da Cidade do Rio de Janeiro, após a fusão, no governo Marcos Tamoyo (1975-9), lembrou em depoimento a mim e a Sandra Horta que lutou pelo Arquivo da Cidade, porque tinha uma dívida que não conseguiu cumprir como secretária de Carlos Lacerda. O governador, na área da cultura a incumbiu de três tarefas: recuperar o Teatro João Caetano, que estava abandonado; criar um Museu do Primeiro Reinado, na Casa da Marquesa de Santos, então abandonada; e acomodar o Arquivo da Cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>&#8220;Quando cheguei à Secretaria de Educação e Cultura do Município do Rio tinha uma preocupação que não consegui resolver: o Arquivo&#8221;. Então, &#8220;em 1975, assumo a Secretaria e digo assim: ‘Onde está o Arquivo da Cidade?’. Estava no mesmo lugar. Fui lá, na mesma hora. (&#8230;) [E dali], fui direto falar com o Tamoyo, que estava no Palácio da Cidade. Falei: ‘Tamoyo, nós temos que assumir hoje um compromisso com a cidade do Rio de Janeiro’. Contei essa história toda de 1965 e ele falou: ‘Vamos cumprir isso!’. Então, a primeira coisa a se fazer é arranjar um terreno, que seja um lugar acessível” (KUSHNIR e HORTA, 2011).</p>
<p>O AGCRJ formalmente instalado, mesmo com o prédio não finalizado, à Rua Amoroso Lima, nº 15, foi inaugurado no último dia da gestão de Tamoyo, em 14 de março de 1979. O edifício, de instalações adequadas ao seu uso, foi então o primeiro prédio construído para abrigar um arquivo na América Latina. A então Diretora, Lia Malcher, lembrou que a importância da instituição &#8220;está em você resguardar esta documentação histórica, preservar a documentação e a colocá-la disponível para o pesquisador de caráter científico e cultural ou para o cidadão que aqui vem procurar a comprovação de seus direitos” (KUSHNIR e HORTA, 2011).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5737" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5737/BR.RJ.AGCRJ.ICO.ARQ.AGC.024.01.02-130.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="445" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5737" target="_blank">Anônimo. Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, s/d. Cidade Nova, Rio de Janeiro / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em momentos como esse, onde a partir da efeméride dos 125 anos, repensamos a instituição, vale sublinhar que importantes nomes da Arquivologia e da pesquisa Histórica trabalharam no e pelo AGCRJ, como seus diretores-gerais ou dirigentes de áreas específicas, como: Pires de Almeida, Noronha Santos, Restier Gonçalves, Helena Corrêa Machado, Werneck da Silva, Afonso Carlos Marques dos Santos, Paulo Elian, José Maria Jardim, e tantos outros.</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/153" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de sedes e do interior do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>Marcos de um arrojo administrativo, a Prefeitura do Rio em 2003 regulamentou por decreto a Lei 3.404, de 2002, e desponta como uma das primeiras cidades a adequar a Lei de Arquivos, de 1991, a sua realidade. Passados quase 40 anos do AGCRJ instalado em sua sede-própria e com as demandas resolvidas quanto a este lugar, o AGCRJ tornou-se um órgão da Secretaria Municipal da Casa Civil desde 2013. Seguiu, assim, uma tendência das instituições brasileiras que neste patamar da administração pública reforçam a missão das instituições de arquivo como, primeiramente, para atender à Governança por meio da Gestão de Documentos. E findo o trâmite e o processo administrativo, para embasar a produção de conhecimento, atendendo, portanto, ao campo do Legado, ofício dos Arquivos Públicos no mundo contemporâneo.</p>
<p>[1] HORTA, Sandra apud BICALHO, Maria Fernanda. As Câmaras Municipais no Império Português: O Exemplo do Rio de Janeiro. Rev. bras. Hist. vol. 18 n. 36 São Paulo, 1998.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Beatriz Kushnir é a Diretora-Geral do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=%22Cole%C3%A7%C3%A3o+Augusto+Malta%22&amp;submit=Ir" target="_blank">Acessando o link para as fotografias do acervo do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong> </span></p>
<p><strong>Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro:</strong></p>
<p>AGCRJ. <a href="http://www.rio.rj.gov.br/ebooks/revista/" target="_blank"><em>Administração pública municipal</em>: a estrutura e os titulares: da Comissão de Intendência à Prefeitura do Rio (1889-2012)</a>.Rio de Janeiro: Prefeitura do Rio/Casa Civil/ Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, 2014.</p>
<p>FERNANDES, Maria Celia. <a href="http://www.rio.rj.gov.br/ebooks/travessia_arca_grande_boa/" target="_blank"><em>Arquivo da Cidade do Rio de Janeiro: </em>a travessia da “arca grande e boa” na história carioca</a>. Rio de Janeiro: Secretaria Municipal de Cultura: Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, 2011.</p>
<p>HORTA, Sandra. “A tradição das Câmaras Municipais no império português: o exemplo da atuação na vida pública da cidade do Rio de Janeiro”. In: <em>História do Rio de Janeiro &#8211; pelos 450 Anos de Fundação da Cidade</em>, IHGB, 2015.</p>
<p>KUSHNIR, Beatriz e HORTA, Sandra (org.). <a href="http://www.rio.rj.gov.br/ebooks/publicacoesagcrj/memoria_carioca/livro_1/" target="_blank"><em>Memórias do Rio</em>: <em>o Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro em sua trajetória republicana</em></a> – Faperj. Rio de Janeiro: Imago, 2011.</p>
<p><strong>Hemeroteca Digital:</strong></p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=830380&amp;PagFis=19044" target="_blank"><em>A Notícia</em>, 24 de julho de 1912</a></p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_07/82332?pesq=trajano%20quinhoes" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 20 de maio de 1967</a></p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_15/15851?pesq=trajano%20quinhoes" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 29 de maio de 1971</a></p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/112518_05/6276?pesq=lia%20temporal malcher" target="_blank"><em>Jornal dos Sports</em>, 8 de março de 1981</a></p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/100439_11/34700?pesq=helena%20correa machado" target="_blank"><em>O Fluminense</em>, 11 de março de 1976</a></p>
<p>______________________________________________________________________________________________________________________________________</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;"><em>Outras publicações do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro na Brasiliana Fotográfica</em></span></strong></p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5751" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5751/BR%20RJAGCRJ.PDF.AM.PC.0218%20marca.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="516" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5751" target="_blank">Augusto Malta. Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, 27 de setembro de 1911. Paço Municipal, Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12569" target="_blank">De Largo do Matadouro à Praça da Bandeira – Luiza Ferreira, 13 /07 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9138" target="_blank">A via elevada da Perimetral – Beatriz Kushnir, 23/06/2017.</a></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4991" target="_blank">Novos acervos: Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro – Esforços de resgate: a recuperação da informação de parte das fotografias furtadas do arquivo Malta – Beatriz Kushnir, 11/04/2016.</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5730" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5730/PDF-AM-PC_0203.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="520" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5730" target="_blank">Augusto Malta. Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, 30 de julho de 1914. Paço Municipal, Rio de Janeiro, RJ / Acervo ACGRJ</a></p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=12752</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
