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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Alfredo Krausz</title>
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		<title>O Hipódromo da Gávea, no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jul 2023 12:40:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
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		<category><![CDATA[Guilherme Santos]]></category>
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		<description><![CDATA[O Hipódromo da Gávea do Jockey Club do Rio de Janeiro é o palco mais tradicional do turfe brasileiro e sede da maior corrida de cavalo nacional, o GP Brasil. A Brasiliana Fotográfica destaca imagens produzidas pelo alagoano Augusto Malta, em 1926, ano da inauguração do hipódromo; além de um registros de autoria de Augusto Krausz, de Guilherme Santos e da Escola de Aviação Militar, todos da década de 1930. O Hipódromo da Gávea está integrado a uma área de 640 mil m² e conta com clube social, escola primária, escola de profissionais do turfe, restaurantes, além de ser palco de diversos eventos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Brasiliana Fotográfica destaca imagens produzidas pelo alagoano <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</a>, em 1926, ano da inauguração do Hipódromo do Jockey Club do Brasil (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_11/19580" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 26 de setembro de 1926, terceira coluna</a>). Malta foi o fotógrafo oficial da prefeitura do Rio de Janeiro, de 1903 a 1936. Há também mais três registros do Hipódromo: uma foto aérea tomada do Cristo Redentor, de autoria de Alfredo Krausz (1902-1953); e da recepção ao príncipe de Gales, Eduardo VIII (1894 &#8211; 1972), feito pelo fotógrafo amador <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank">Guilherme Santos (1871 &#8211; 1966)</a>, ambos realizados no início da década de 30; além de uma fotografia aérea realizada pela Escola de Aviação Militar, em 12 de junho de 1933.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8188" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8188/014AM019015.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="523" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8188" target="_blank">Augusto Malta. Jockey Club, 15 de julho de 1926. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/306" target="_blank">Acessando o link para as fotografias do Jockey Club Brasileiro disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Construído às margens da Lagoa Rodrigo de Freitas, sua pedra fundamental foi lançada pelo presidente Epitácio Pessoa (1865 &#8211; 1942), em 12 de novembro de 1922 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/11403" target="_blank"><em>O Paiz,</em> 12 de novembro de 1922, quinta coluna</a>). Foi projetado pelos arquitetos cearense Archimedes Memória (1893 &#8211; 1960) e o franco-suíço Francisque Cuchet (18? &#8211; 19?), responsáveis também por outros importantes projetos como o do Palácio das Festas e do Palácio das Grandes Indústrias, na <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17940" target="_blank">Exposição Internacional do Centenário da Independência</a> (1922) e o do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29820" target="_blank">Palácio Tiradentes</a> (1926). Eles se tornaram sócios do “Escriptorio Technico Heitor de Mello – A. Memória &amp; F. Couchet, architectos&#8221;, após a morte de Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920), em 14 de setembro de 1920. Originalmente´, os sócios do escritório eram Heitor e Cuchet.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/memoria1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-29896 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/memoria1.jpg" alt="memoria1" width="524" height="321" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sobre o Hipódromo da Gávea<em>: O complexo é composto por cinco edificações projetadas sob inspiração neoclássica da escola francesa Luís XVI, cuja rígida simetria marca tanto as plantas quanto as fachadas</em> (ALENCAR, 2010)<em>. </em>Está integrado a uma área de 640 mil m² e conta com clube social, escola primária, escola de profissionais do turfe, restaurantes, além de ser palco de diversos eventos. Foi inaugurado, em 11 de julho de 1926, <em>com excepcional brilhantismo </em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/25985" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 12 e 13 de julho de 1926</a>). Na época, o presidente de honra e efetivo do Jockey Club era Linneu de Paula Machado (1880 &#8211; 1942).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27530" style="width: 329px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/25985" target="_blank"><img class="size-full wp-image-27530" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/hipodromo2.jpg" alt="O Paiz, 12 e 13 de julho de 1926" width="319" height="191" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/25985" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 12 e 13 de julho de 1926</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27528" style="width: 336px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=A41CLSPLsL0" target="_blank"><img class="size-full wp-image-27528" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/hipodromo1.jpg" alt="Lineo de Paula Machado" width="326" height="308" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=A41CLSPLsL0" target="_blank">Linneu de Paula Machado</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o arquiteto e historiador Paulo Santos (1904 &#8211; 1988), diante das <em>arrojadas marquises de concreto armado engastadas na arquibancada Luís XVI, </em>o renomado arquiteto norte-americano Frank Loyd Wright (1867 &#8211; 1959), em viagem pelo Brasil, em 1931, teria dito: <em>É o futuro ancorado no passado</em>. Loyd Wright estava no Brasil integrando o juri do concurso que escolheu o projeto para a construção do Farol de Colombo na entrada do porto de São Domingos, capital da República Dominicana (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/4137" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 24 de outubro de 1931</a>). Também fez uma conferência na Escola Nacional de Belas Artes (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093718_01/7488" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 21 de outubro 1931, sétima coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8186" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8186/014AM019011.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="529" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8186" target="_blank">Augusto Malta. Jockey Club, 24 de junho de 1926. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27527" style="width: 598px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/11951" target="_blank"><img class="size-full wp-image-27527" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/hipodromo.jpg" alt="Revista da Semana, 10 de julho de 1926" width="588" height="387" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/11951" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 10 de julho de 1926</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Hipódromo da Gávea, uma réplica do antigo Hipódromo de Longchamps no Bois de Boulogne, é o palco mais tradicional do turfe brasileiro e sede da maior corrida de cavalo nacional, o GP Brasil, disputado pela primeira vez no primeiro domingo de agosto de 1933, no dia 6, e vencido pelo cavalo brasileiro Mossoró, montado por Justiniano Mesquita (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/83876" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 12 de agosto de 1933</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8187" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8187/014AM019013.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="529" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8187" target="_blank">Augusto Malta. Jockey Club, c. 1926. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10453" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10453/002080Vol10Cx0114.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="296" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10453" target="_blank">Guilherme Santos. Recepção ao príncipe de Gales, 1931. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9810" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9810/002037AAK5044.JPG.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="510" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9810" target="_blank">Alfredo Krausz. Vista da cidade; tomada do Cristo Redentor, c. 1933. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 666px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14222" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14222/Alb%200261%20093%20ok.jpg.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="656" height="448" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14222" target="_blank">Escola de Aviação Militar. Foto aérea do Jockey Club, 12 de junho de 1933. Gávea, Rio de Janeiro / Acervo Museu Aeroespacial</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=A41CLSPLsL0" target="_blank">Veja aqui um filme sobre a inauguração do Hipódromo da Gávea</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>ALENCAR, Aurélia Tâmisa Silvestre de. <a href="http://objdig.ufrj.br/21/teses/745661.pdf" target="_blank"><em>Archimedes Memória: o futuro ancorado no passado</em></a>. Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-graduação em Arquitetura, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, como parte dos requisitos necessários à obtenção do título de Mestre em Ciências da Arquitetura, Linha de pesquisa Teoria, História e Crítica, junho de 2010.</p>
<p><a href="https://www.bn.gov.br/explore/acervos/hemeroteca-digital" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p><a href="https://jbemfolhas.com.br/2021/09/09/o-jockey-club-e-seus-90-anos-de-historia/%20  " target="_blank">JB em Folhas</a></p>
<p><a href="https://www.riodejaneiroaqui.com/pt/hipodromo-da-gavea.html" target="_blank">Rio de Janeiro aqui</a></p>
<p>SANTOS, Paulo. <em>Quatro séculos de arquitetura</em>. Rio de Janeiro: Instituto de Arquitetos do Brasil, 1981.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div></div>
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		<title>Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; XVI &#8211; &#8220;Alguma coisa acontece no meu coração&#8221;, a Avenida São João nos 469 anos de São Paulo</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2023 12:57:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
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		<description><![CDATA["Alguma coisa acontece no meu coração que só quando cruza a Ipiranga e a avenida São João". Assim começa Sampa, do compositor Caetano Veloso, uma das mais belas canções sobre a São Paulo - foi lançada no álbum Muito – Dentro da Estrela Azulada, em 1978. Então, para homenagear os 469 anos de fundação da cidade, a Brasiliana Fotográfica destaca uma foto aérea da Avenida São João, do acervo do Museu Aeroespacial, uma de suas instituições parceiras, além de registros da cidade realizados por Militão Augusto de Azevedo e Guilherme Gaensly , na publicação do 16º artigo da Série "Avenidas e ruas do Brasil". Listamos também artigos já publicados no portal relacionados à cidade.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Alguma coisa acontece no meu coração que só quando cruza a Ipiranga e a avenida São João&#8221;. Assim começa <em><a href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">Sampa</a></em>, do compositor Caetano Veloso, uma das mais belas canções sobre a São Paulo &#8211; foi lançada no álbum <em>Muito – Dentro da Estrela Azulada, </em>em 1978. Então, para homenagear os 469 anos de fundação da cidade, a Brasiliana Fotográfica destaca uma foto aérea da Avenida São João, do acervo do Museu Aeroespacial, uma de suas instituições parceiras, além de registros da cidade realizados por Militão Augusto de Azevedo (1837 &#8211; 1905) e Guilherme Gaensly (1843 &#8211; 1948) na publicação do 16º artigo da Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221;.</p>
<p>Destacamos também artigos já publicados no portal sobre a cidade, que foi fundada em 25 de janeiro 1554 com a celebração de uma missa que oficializou a criação de um colégio jesuíta, no alto de uma colina entre os rios Anhangabaú e Tamanduateí, por 12 padres, dentre eles José de Anchieta (1834 &#8211; 1597) e Manoel da Nóbrega (1517 &#8211; 1590). É onde fica o Pátio do Colégio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/1903" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/1903/001AMI010010.JPG.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="501" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/1903" target="_blank">Militão Augusto de Azevedo. Álbum comparativo da cidade de São Paulo 1862-1887 &#8211; Igreja e Convento do Colégio, c. 1862. São Paulo, SP / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>São Paulo é o principal centro corporativo, financeiro e mercantil da América do Sul assim como a cidade mais populosa do Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10993" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10993/Alb%200279%20113%20CT.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="549" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10993" target="_blank">Foto aérea de São Paulo da Av. São João, 2 de abril de1936. São Paulo, SP / Acervo Museu Aeroespacial</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitos fotógrafos registraram diversos aspectos da cidade de São Paulo desde o século XIX, dentre eles Alfredo Krausz (1902 &#8211; 1953), Claude Lévi-Strauss (1908 &#8211; 2009), Edgard Egydio de Souza (1867 – 1956), Frédéric Manuel (1868-1961), Guilherme Gaensly (1843 &#8211; 1928), Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923), Militão Augusto de Azevedo (1837 &#8211; 1905), Otto Rudolf Quaas (c. 1862 – c. 1930), Valério Vieira (1862 &#8211; 1941), Vincenzo Pastore (1865 &#8211; 1918) e fotógrafos ainda não identificados, cujas imagens podem ser apreciadas nos artigos listados a final desta publicação.</p>
<p>Militão e Gaensly são considerados os fotógrafos que mais cultuaram São Paulo. Militão produziu o <em>Álbum comparativo da cidade de São Paulo 1862-1887, </em>sua obra-prima, que foi o primeiro realizado com o objetivo de mostrar as mudanças ocorridas na capital paulista, devido ao progresso. O álbum evidencia o valor que Militão dava à fotografia como documento de época inserido em projeto artístico que sugere um passeio pela cidade no período de 1862 a 1887. O trabalho do fotógrafo muito contribuiu para a formação da imagem moderna de São Paulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/1892" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/001AMI010-300x210.jpg" alt="Militão Augusto de Azevedo. Álbum Comparativo da Cidade de São Paulo, 1887. São Paulo" width="300" height="210" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/1892" target="_blank">Militão Augusto de Azevedo. Álbum Comparativo da Cidade de São Paulo, 1887. São Paulo / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gaensly fotografou a cidade em plena transição para a modernidade, tendo registrado todos os aspectos urbanos da nova metrópole que surgia, como a inauguração dos bondes elétricos que substituíram as carroças, o Jardim da Luz, a agitação do comércio na região do entorno da Praça da Sé, o crescimento da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26514http://" target="_blank">Avenida Paulista</a>, além de palacetes, chácaras, edifícios públicos, igrejas, escolas, teatros e hospitais. Essas vistas de São Paulo foram comercializadas em álbuns impressos na Suíça a partir de fotografias em papel albuminado e de colotipias. Fotografou também a chegada de imigrantes italianos em Santos e em São Paulo. Dentre os prêmios que recebeu, está uma medalha de prata conquistada na Exposição Universal de Saint Louis, em 1904.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/979" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/979/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="544" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/979" target="_blank">Guilherme Gaensly. Avenida Paulista, 1902?. São Paulo, SP / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Artigos sobre a cidade de São Paulo já publicados na Brasiliana Fotográfica</strong></em></span></p>
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<div style="width: 283px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_cidade_de_S%C3%A3o_Paulo#/media/Ficheiro:Bras%C3%A3o_da_cidade_de_S%C3%A3o_Paulo.svg" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/brasaosaopaulo.jpg" alt="brasaosaopaulo" width="273" height="339" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_cidade_de_S%C3%A3o_Paulo#/media/Ficheiro:Bras%C3%A3o_da_cidade_de_S%C3%A3o_Paulo.svg" target="_blank">Brasão da cidade de São Paulo</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=705" target="_blank">Militão Augusto de Azevedo (1837 – 1905) e sua obra-prima, o “Álbum comparativo da cidade de São Paulo 1862-1887″</a>, publicado em 24 de maio de 2015</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1379" target="_blank">Vincenzo Pastore, um fotógrafo entre dois mundos (Casamassima, Itália 5 de agosto de 1865 – São Paulo, Brasil 15 de janeiro de 1918)</a>, publicado em 5 de agosto de 2015</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7260" target="_blank">São Paulo sob as lentes do fotógrafo Guilherme Gaensly (1843 – 1928),</a> publicado em 25 de janeiro de 2017</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7661" target="_blank">Os trinta Valérios, uma fotografia bem-humorada de Valério Vieira (1862 – 1941)</a>, publicado em 21 de março de 2017</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9866" target="_blank">O fotógrafo austríaco Otto Rudolf Quaas e o construtor Ramos de Azevedo</a>, publicado em 28 de setembro de 2017</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20381" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” IV – Rua 25 de março em São Paulo</a>, publicado em 1º de setembro de 2020</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18274" target="_blank">A cidade de São Paulo e Tebas (1721 – 1811), reconhecido como arquiteto, em 2018, mais de 100 anos após sua morte</a>, pubicado em 25 de janeiro de 2021</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25358" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” XI – A Rua da Esperança, em São Paulo, por Vincenzo Pastore</a>, publicado em 14 de dezembro de 2021</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26514http://" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” XII – A Avenida Paulista, o coração pulsante da metrópole</a>, publicado em 21 de janeiro de 2022.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26620" target="_blank">Série “1922 – Hoje, há 100 anos” II – A Semana de Arte Moderna</a>, publicado em 13 de fevereiro de 2022.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27521" target="_blank">O Edifício Martinelli, antigo referencial e símbolo de São Paulo</a>, publicado em 16 de maio de 2022</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 714px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/962" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/962/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="704" height="553" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/962" target="_blank">Guilherme Gaensly. Largo do Palácio &#8211; Pátio do Colégio, 1902(?). São Paulo, SP / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_31030" style="width: 499px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/saopaulo.jpg"><img class="size-full wp-image-31030" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/saopaulo.jpg" alt="Assinaturas dos membros do 1º Governo de São Paulo, 1555" width="489" height="356" /></a><p class="wp-caption-text">Assinaturas dos membros do 1º Governo de São Paulo, 1555 / São Paulo Antigo e São Paulo Moderno</p></div>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank"><span style="color: #800000;"><strong>Sampa</strong></span></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank"><span style="color: #800000;">Caetano Veloso</span></a></p>
<div class="ujudUb" style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">Alguma coisa acontece no meu coração</a></span><br />
<span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">Que só quando cruza a Ipiranga e a avenida São João</a></span><br />
<span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">É que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi</a></span><br />
<span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">Da dura poesia concreta de tuas esquinas</a></span><br />
<span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">Da deselegância discreta de tuas meninas</a></span></div>
<div class="ujudUb" style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">Ainda não havia para mim Rita Lee</a></span><br />
<span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">A tua mais completa tradução</a></span><br />
<span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">Alguma coisa acontece no meu coração</a></span><br />
<span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">Que só quando cruza a Ipiranga e a avenida São João</a></span></div>
<div class="ujudUb" style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">Quando eu te encarei frente a frente não vi o meu rosto</a></span><br />
<span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">Chamei de mau gosto o que vi, de mau gosto, mau gosto</a></span><br />
<span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">É que Narciso acha feio o que não é espelho</a></span><br />
<span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">E à mente apavora o que ainda não é mesmo velho</a></span><br />
<span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">Nada do que não era antes quando não somos mutantes</a></span></div>
<div class="ujudUb" style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">E foste um difícil começo</a></span><br />
<span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">Afasto o que não conheço</a></span><br />
<span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">E quem vende outro sonho feliz de cidade</a></span><br />
<span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">Aprende depressa a chamar-te de realidade</a></span><br />
<span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">Porque és o avesso do avesso do avesso do avesso</a></span></div>
<div class="ujudUb" style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">Do povo oprimido nas filas, nas vilas, favelas</a></span><br />
<span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">Da força da grana que ergue e destrói coisas belas</a></span><br />
<span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">Da feia fumaça que sobe, apagando as estrelas</a></span><br />
<span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">Eu vejo surgir teus poetas de campos, espaços</a></span><br />
<span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">Tuas oficinas de florestas, teus deuses da chuva</a></span></div>
<div class="ujudUb WRZytc" style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">Pan-Américas de Áfricas utópicas, túmulo do samba</a></span><br />
<span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">Mais possível novo quilombo de Zumbi</a></span><br />
<span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">E os novos baianos passeiam na tua garoa</a></span><br />
<span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.google.com/search?q=sampa+caetano+veloso&amp;oq=SAMPA&amp;aqs=chrome.0.69i59j69i57j46i67i131i433j46i131i175i199i433i512j46i67i131i433j46i131i433i512j0i131i433i512j69i60.4369j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:8a9c1b3b,vid:4UeFwOEoobg" target="_blank">E novos baianos te podem curtir numa boa</a></span></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<div>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes</strong></span>:</p>
<p>Brasiliana Fotográfica</p>
<p>São Paulo Antigo e São Paulo Moderno &#8211; 1554-1904. São Paulo : Editores Vanorden &amp; Cia, 1905.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>Links para as outras publicações da série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221;</strong></span></p>
<p> <a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; I &#8211; Avenida Central, atual Rio Branco, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 7 de setembro de 2016</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18113">Série “Avenidas e ruas do Brasil” II – A Rua do Imperador em Petrópolis por Klumb, Leuzinger e Stahl, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 26 de junho de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20105">Série “Avenidas e ruas do Brasil” III – A Rua do Bom Jesus, no Recife, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 6 de agosto de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20381">Série “Avenidas e ruas do Brasil” IV – A Rua 25 de Março, em São Paulo, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 1º de setembro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20682">Série “Avenidas e ruas do Brasil” V &#8211; A Rua Direita, a Rua das Mercês e a Rua Macau do Meio, em Diamantina, Minas Gerais, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 22 de outubro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20708" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” VI  &#8211; Rua Augusto Ribas e outras, em Ponta Grossa, no Paraná, pelo fotógrafo Luiz Bianchi, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 16 de novembro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20721">Série “Avenidas e ruas do Brasil” VII – A Avenida Atlântica, em Copacabana, no Rio de Janeiro, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 23 de dezembro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21888" target="_blank">Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil VIII &#8211; A Rua da Carioca por Cássio Loredano, de autoria de Cássio Loredano, publicada em 20 de janeiro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=23162" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” IX – Ruas e panoramas do bairro do Catete, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 14 de julho de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25825" target="_blank">Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; X &#8211; A Rua da Ajuda, no Rio de Janeiro, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 9 de novembro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25358http://" target="_blank">Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; XI &#8211; A Rua da Esperança, em São Paulo, por Vincenzo Pastore, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 14 de dezembro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26514http://" target="_blank">Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; XII &#8211; A Avenida Paulista, o coração pulsante da metrópole, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 21 de janeiro de 2022</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27660" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” XIII &#8211; A Rua Buenos Aires no Centro do Rio de Janeiro, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 19 de julho de 2022</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27822" target="_blank">Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; XIV &#8211; A Avenida Presidente Vargas,, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 31 de agosto de 2022</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26995" target="_blank">Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; XV &#8211; Misericórdia: rua, largo e ladeira, no Rio de Janeiro, por Cássio Loredano, de autoria de Cássio Loredano, publicada em 8 de dezembro de 2022</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; XVII  e série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido&#8221; XXIII &#8211; A Praia e a Rua do Russel, na Glória, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 15 de maio de 2023</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32975" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” XVIII &#8211; Avenida Beira-Mar, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 22 de janeiro de 2024</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A estátua do Pequeno Jornaleiro por Alfredo Krausz</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2022 12:22:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Alfredo Krausz]]></category>
		<category><![CDATA[Anísio Oscar Mota]]></category>
		<category><![CDATA[Anísio Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Coelho Neto]]></category>
		<category><![CDATA[estátua]]></category>
		<category><![CDATA[Fritz (pseudônimo)]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal A Noite]]></category>
		<category><![CDATA[O Pequeno Jornaleiro]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica, no Dia do Jornaleiro, destaca a imagem Estátua do Pequeno Jornaleiro de autoria de Alfredo Krausz. Foi inaugurada, durante as festas do "Mês da Cidade", em junho de 1933, por iniciativa do jornal "A Noite", na confluência das ruas Ouvidor e Miguel Couto junto à avenida Rio Branco. A obra foi do caricaturista Fritz, pseudônimo de Anísio Oscar Mota, e foi fundida em bronze na Zani Fundição Artística E Metalúrgica Ltda. Reproduz uma cena que era muito comum no Rio de Janeiro do início do século XX: um menino que vestindo roupas velhas e com jornais debaixo do braço gritava as últimas manchetes do dia para vender os exemplares que carregava.

]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Brasiliana Fotográfica, no Dia do Jornaleiro, destaca a imagem <em>Estátua do Pequeno Jornaleiro</em> de autoria de Alfredo Krausz (? &#8211; 19?). Pouco se sabe, até o momento, sobre este fotógrafo. Imagens produzidas por ele integraram a exposição <em>São Paulo 450 Anos: a imagem e a memória da cidade no acervo do Instituto Moreira Salles</em>, realizada no Centro Cultural Fiesp, entre 23 de janeiro e 27 de junho de 2004. No acervo fotográfico do portal, há 52 imagens, todas do Instituto Moreira Salles, produzidas por Krausz no Rio de Janeiro &#8211; registros da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27486" target="_blank">Baía de Guanabara</a>, de avenidas e ruas, de cinemas, edifícios e monumentos, do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25960http://" target="_blank">Cristo Redentor</a>, dos <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11127" target="_blank">Arcos da Lapa,</a> dentre outras &#8211; , e, em São Paulo, a de um<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12075" target="_blank"> Zepellin</a> sobrevoando a cidade com destaque para o <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27521" target="_blank">Edifício Martinelli</a>.</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/browse?value=Krausz%2C+Alfredo&amp;type=author" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de Alfredo Krausz disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar a imagem e verificar todos os dados referentes a ela.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 582px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9578" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9578/002037AAK5009.JPG.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="572" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9578" target="_blank">Alfredo Krausz. O Pequeno Jornaleiro, c. 1938. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Estátua do Pequeno Jornaleiro foi inaugurada na confluência das ruas Ouvidor e Miguel Couto junto à avenida Rio Branco, durante as festas do Mês da Cidade, em 1º de junho de 1933, por iniciativa do jornal<em> A Noite</em>. O discurso da inauguração foi feito pelo escritor Coelho Neto (1864 &#8211; 1934) (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/348970_03/13104" target="_blank"><em>A Noite</em>, 2 de junho de 1933</a>). Um dos maiores incentivadores das festas foi Anísio Teixeira (1900 &#8211; 1971), então Diretor da Instrução Municipal do Rio de Janeiro e um dos mais importantes educadores do Brasil (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/12957" target="_blank"><em>A Noite</em>, 22 de maio de 1933).</a></p>
<p>A obra, do caricaturista <em>Fritz,</em> pseudônimo do carioca Anísio Oscar Mota (1895-1969), foi fundida em bronze na Zani Fundição Artística e Metalúrgica Ltda e foi o ponto de partida para a criação da Casa do Pequeno Jornaleiro, concretizada, em 1940, pela então primeira-dama Darcy Vargas (1895 &#8211; 1968). A estátua reproduz uma cena que era muito comum no Rio de Janeiro do início do século XX: um menino que vestindo roupas velhas e com jornais debaixo do braço gritava as últimas manchetes do dia para vender os exemplares de jornal que carregava.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="block__advertising block__advertising-in-text" style="text-align: center;">
<div id="attachment_27597" style="width: 458px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_08/21293" target="_blank"><img class="wp-image-27597 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/fritz4.jpg" alt="Fritz / Jornal do Brasil, de 196" width="448" height="514" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_08/21293" target="_blank">Fritz, pseudônimo de Anísio Oscar Mota (1895-1969), autor da estátua /<em> Jornal do Brasil,</em> 23 de agosto de 1961</a></p></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A inspiração de Fritz para a criação da estátua foi um dos meninos que vendia, durante a década de 20, jornais nas ruas do Rio de Janeiro. Chamava-se José Bento de Carvalho e era conhecido por sua agilidade em vender jornais saltando e apeando do estribo dos bondes em velocidade. Vivia na redação de <em>O Malho</em>, onde <em>Fritz</em> trabalhava como repórter, não tinha parentes e suas roupas eram quase o dobro de seu tamanho. Já havia sido, anteriormente, o inspirador do personagem <em>Pirulito</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_08/44219" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 19 de setembro de 1963</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/docreader/030015_08/21293"><img class=" size-full wp-image-27599 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/fritz6jpg.jpg" alt="fritz6jpg" width="246" height="519" /></a></p>
<div id="attachment_27600" style="width: 199px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_08/21293"><img class="wp-image-27600 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/fritz7.jpg" alt="fritz7" width="189" height="434" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_08/21293"><em>Jornal do Brasil</em>, 23 de agosto de 1961</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27594" style="width: 314px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/12957" target="_blank"><img class="size-full wp-image-27594" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/fritz1.jpg" alt="A Noite, 22 de maio de 1933" width="304" height="314" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/12957" target="_blank"><em>A Noite</em>, 22 de maio de 1933</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o historiador da música popular brasileira Carlos Didier (1954-) que com João Máximo (1935 &#8211; ) escreveu o livro <em>Noel Rosa &#8211; Uma biografia </em>(1990), no dia da inauguração da estátua, no <em>Programa Casé</em>, o poeta e compositor Orestes Barbosa (1893 &#8211; 1966)  fez, tendo como fundo musical solos de violão de Noel Rosa (1910 &#8211; 1937), a seguinte saudação ao monumento: &#8220;<em>Esse garoto, que está aí na avenida, é a rua. A rua é o aplauso sincero e a vaia justa</em>&#8220;(<a href="https://blogs.oglobo.globo.com/ancelmo/post/estatua-do-pequeno-jornaleiro-e-removida-do-centro-do-rio.html" target="_blank"><i>O GLOBO,</i> 11 de janeiro de 2016</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27595" style="width: 508px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/083712/52731" target="_blank"><img class="size-full wp-image-27595" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/fritz2.jpg" alt="Careta, 10 de junho de 1933" width="498" height="461" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/083712/52731" target="_blank"><em>Careta</em>, 10 de junho de 1933</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27593" style="width: 322px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/12968" target="_blank"><img class="size-full wp-image-27593" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/fritz.jpg" alt="Declaração de Herbert Moses, presidente da Associação Brasileira de Imprensa / A Noite, de junho de 1933" width="312" height="445" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/12968" target="_blank">Declaração de Herbert Moses (1884 &#8211; 1972), presidente da Associação Brasileira de Imprensa /<em> A Noite</em>, 23 de maio de 1933</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre 1996, durante o Projeto Rio Cidade, a estátua foi transferida para a calçada da Rua Sete de Setembro. Em  janeiro de 2016, o <em>Pequeno Jornaleiro</em> foi para o Parque Noronha Santos, devido às  obras do VLT  (<em>O GLOBO</em>, 11 de janeiro de 2016). Foi reinaugurado próxima a seu local original, na esquina das ruas do Ouvidor e Miguel Couto com a avenida Rio Branco, em 3 de outubro de 2019 (<em>O GLOBO</em>, 3 de outubro de 2019).  E assim o grito do <em>Pequeno Jornaleiro</em> voltou a ecoar no Centro do Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_44391" style="width: 440px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/cassioloredano.jpg"><img class="size-full wp-image-44391" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/cassioloredano.jpg" alt="O Peqeuno Jornaleiro por Cássio Loredano, publicado na quarta edição da revista eletrônica Pasmado, 14 de abril de 2026" width="430" height="477" /></a><p class="wp-caption-text">O Pequeno Jornaleiro por Cássio Loredano, publicado na quinta edição da revista eletrônica <em>Pasmado</em>, 8 de abril de 2026</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A ilustração acima foi inserida no artigo em 16 de abril de 2026.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p><a href="https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa387985/alfredo-krausz" target="_blank">Enciclopédia Itaú Cultural</a></p>
<p><a href="http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p><a href="http://inventariodosmonumentosrj.com.br/?iMENU=catalogo&amp;iiCOD=179&amp;iMONU=Pequeno%20Jornaleiro%20-%20dep%C3%B3sito" target="_blank">Inventário dos Monumentos do Rio de Janeiro</a></p>
<p><i>O GLOBO</i></p>
<p><a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2020/09/dia-do-jornaleiro-30-de-setembro-marca-historia-centenaria-da-profissao" target="_blank">Site Senado Federal</a></p>
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		<title>No Dia Mundial do Meio Ambiente, velas abertas na Baía da Guanabara</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jun 2022 15:57:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Alfredo Krausz]]></category>
		<category><![CDATA[Baía de Guanabara]]></category>
		<category><![CDATA[barcos]]></category>
		<category><![CDATA[barcos a vela]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial do Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Marc Ferrez]]></category>
		<category><![CDATA[navio]]></category>
		<category><![CDATA[Torres]]></category>
		<category><![CDATA[zoom]]></category>

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		<description><![CDATA[No Dia Mundial do Meio Ambiente, a Brasiliana Fotográfica destaca belíssimas imagens de barcos com suas velas abertas na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, produzidas entre as décadas de 1880 e 1930. Seu autores são os fotógrafos Alfredo Krausz (1902 - 1953), Guilherme Santos (1871 - 1966), Marc Ferrez (1843 - 1923) e Torres (18? -?) - provavelmente Eugenio Francisco Magarinos Torres. O portal lembra a seus leitores da ferramenta zoom. Com ela pode-se ver cada detalhe das fotografias, trazendo-as para mais perto e tendo acesso a uma diferente exploração e observação das imagens. Apreciem!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No Dia Mundial do Meio Ambiente, a Brasiliana Fotográfica destaca belíssimas imagens de barcos com suas velas abertas na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, produzidas entre as décadas de 1880 e 1930. Seu autores são os fotógrafos Alfredo Krausz (1902 &#8211; 1953), <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank">Guilherme Santos (1871 &#8211; 1966)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a> e Torres (18? -?) &#8211; provavelmente Eugenio Francisco Magarinos Torres. O portal lembra a seus leitores da ferramenta <em>zoom</em>. Com ela pode-se ver cada detalhe das fotografias, trazendo-as para mais perto e tendo acesso a uma diferente exploração e observação das imagens. Apreciem!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7179/0071824cx015a-07.JPG.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/307" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de barcos com as velas abertas disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10447" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10447/002080Vol09Env0302.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="" width="701" height="372" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10447" target="_blank">Guilherme Santos. Barco a vela na Baía de Guanabara, c. 1915. Baía de Guanabara, Rio de Janeiro / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6730" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6730/0071824cx016-04.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="526" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6730" target="_blank">Marc Ferrez. Barco a vela, c. 1885. Baía de Guanabara, Rio de Janeiro / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10735" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10735/002008AV015.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="517" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10735" target="_blank">Torres. Docas do Mercado da Praia do Peixe, c. 1885. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9678" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9678/002037AAK5018.JPG.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="500" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9678" target="_blank">Alfredo Krausz. Barcos na Baía de Guanabara; na região da Praça XV de Novembro, c. 1933. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em dezembro de 1972, a Assembleia Geral da ONU designou o dia 5 de junho como Dia Mundial do Meio Ambiente, que foi  comemorado pela primeira vez em 1973, com o mote &#8220;Uma Só Terra&#8221;. A data foi escolhida em razão da primeira Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente, realizada em Estocolmo, na Suécia, entre 5 e 16 de junho de 1972. Seu secretário-geral foi o canadense Maurice Strong (1929 – 2015). Considerada a iniciativa mais importante tomada até então no campo da conservação do meio ambiente e da luta contra a poluição, reuniu 1.200 delegados de 114 países e cerca de três mil observadores. Entre os acordos mais importantes selados durante a reunião estão a condenação das experiências nucleares, a proibição da pesca da baleia por dez anos e a redução da produção de materiais sintéticos aumentando paralelamente a manufatura de substitutivos degradáveis não poluentes (<a href="https://www.worldenvironmentday.global/pt-br/sobre/dia-mundial-do-meio-ambiente" target="_blank">Site World Environment Day</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;"><em>Artigos publicados na B</em></span><span style="color: #800000;"><em>rasiliana Fotográfic</em></span><span style="color: #800000;"><em>a no Dia Mundial do Meio Ambiente</em></span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=15070" target="_blank"><em>A Floresta da Tijuca no Dia Mundial do Meio Ambiente</em>, publicado em 5 de junho de 2019</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18420" target="_blank"><em>Bambus, por Marc Ferrez</em>, publicado em 5 de junho de 2020</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32049" target="_blank"><em>No Dia Mundial do Meio Ambiente, a potente imagem da Cachoeira de Paulo Afonso, por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2023</a></p>
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		<title>O Edifício Martinelli, antigo referencial e símbolo de São Paulo</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2022 09:19:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Alfredo Krausz]]></category>
		<category><![CDATA[Claude Levi-Strauss]]></category>
		<category><![CDATA[Edgard Egydio de Souza]]></category>
		<category><![CDATA[Edifício Martinelli]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica destaca quatro imagens do icônico Edifício Martinelli, o primeiro arranha-céu de São Paulo. Uma delas foi produzida pelo francês Claude Lévi-Strauss, que esteve no Brasil entre 1935 e 1938, tendo sido professor de Sociologia na Universidade de São Paulo. Há também uma fotografia aérea de autoria de Alfredo Krausz, uma de autoria de um fotógrafo ainda não identificado e, finalmente, um registro realizado por Edgard Egydio de Souza. O prédio foi  idealizado pelo empresário italiano Giuseppe Martinelli e seu projeto foi de autoria do arquiteto húngaro William Fillinger.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Brasiliana Fotográfica destaca quatro imagens do icônico Edifício Martinelli, símbolo do apogeu e do declínio do Centro velho de São Paulo. Uma delas foi produzida pelo francês Claude Lévi-Strauss (1908 &#8211; 2009), que esteve no Brasil entre 1935 e 1938, tendo sido professor de Sociologia na Universidade de São Paulo e que, nas horas vagas, fotografava a cidade. Sobre o edifício escreveu em <em>Saudades de São Paulo:</em></p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Se coloquei o prédio Martinelli na abertura desta coletânea, é que em 1935 ele era ao mesmo tempo um referencial e um símbolo.</em></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em>Único arranha-céu de toda a cidade, aos olhos dos paulistanos simbolizava a ambição de que esta se tornasse a Chicago do hemisfério sul. Ambição que se realizou desde então, e foi além&#8230;</em></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em>O prédio Martinelli era também um referencial cuja silhueta dominava todos os outros prédios. Era visto de quase toda a parte, mesmo do fundo dos barrancos escarpados que desciam das elevações onde corria a avenida Paulista. Ainda entregues à natureza, esses barrancos abrigavam as habitações mais pobres, com os riachos, à guisa de esgotos, transformados em torrentes quando chovia.</em></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em>Mas o arranha-céu impunha sua presença majestosa sobretudo no início da avenida São João, artéria nova cuja abertura não estava ainda terminada. Descendo a pé a avenida em direção ao oeste, ficava-se obsedado por sua massa rosada que se percebia toda vez que se olhava para trás. Mesmo à distância, ela obstruia o horizonte, tanto de dia como ao anoitecer, quando as ornamentações feitas para o Carnaval se iluminavam</em>&#8220;.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 540px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7002" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7002/003LS001.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="530" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7002" target="_blank">Claude Lévi-Strauss. Edifício Martinelli, c. 1937. São Paulo, SP / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há também uma fotografia aérea de autoria de Alfredo Krausz (? &#8211; 19?), uma de autoria de um fotógrafo ainda não identificado e, finalmente, um registro realizado por Edgard Egydio de Souza (1867 &#8211; 1956). Inicialmente, o Martinelli era dividido em três partes: na rua Líbero Badaró, a parte residencial do edifício; na rua São Bento, a área comercial; e, pela entrada da São João, estava o Hotel São Bento e os salões Verde e Mourisco, alguns dos destinos preferidos da alta sociedade paulistana. A pintura rosa dos detalhes esculpidos em suas paredes é uma de suas marcas registradas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 527px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7055" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7055/009SPSP001.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="517" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7055" target="_blank">Edifício Martinelli, c. 1928. São Paulo, SP / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div dir="auto">
<p>Marco na verticalização de São Paulo, um de seus símbolos de progresso, da riqueza gerada pelo café, o Edifício Martinelli foi o primeiro arranha-céu de São Paulo e, como cenário urbano, traduzia o cosmopolitismo, que caracterizou o modernismo no Brasil. Abaixo, versos da revolucionária escritora Patrícia Galvão (1910 &#8211; 1962), a Pagu, participante do movimento modernista, onde o Edifício Martinelli é citado:</p>
<p>&nbsp;</p>
<div dir="auto"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/pagu.jpg"><img class="  wp-image-27577 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/pagu.jpg" alt="pagu" width="819" height="469" /></a></div>
<p>&nbsp;</p>
<div dir="auto">O Edificio Martinelli foi idealizado pelo imigrante italiano Giuseppe Martinelli (1870-1946), que chegou ao Brasil em fins do século XIX e tornou-se um dos mais ricos empresários do país. O projeto do prédio foi de autoria do arquiteto húngaro William Fillinger (1888-1968), formado na Academia de Belas Artes de Viena, na Áustria. A fachada foi desenhada pelos Irmãos Lacombe, suas portas eram de madeira de lei, as escadas tinham mármore italiano e o cimento veio da Noruega e da Suécia. Foi inaugurado, em 1929, em um terreno entre as ruas São Bento, Libero Badaró e a Avenida São João. Era, na época, o maior prédio da América do Sul, com 105,65 metros de altura, e a maior obra de cimento armado do mundo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/1448" target="_blank"><em>O Cruzeiro</em>, 11 de maio de 1929</a>).</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27546" style="width: 341px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/305138/2469" target="_blank"><img class="size-full wp-image-27546" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/martinelli8.jpg" alt="Comendador Giuseppe Martinelli / Frou-Frou, de 19" width="331" height="507" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/305138/2469" target="_blank">Comendador Giuseppe Martinelli (1870 &#8211; 1946)/ <em>Frou-Frou</em>, agosto de 1929</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div dir="auto">
<p>Sua construção foi iniciada, em 1924, e, a princípio, o prédio teria 14 andares. Mais seis pavimentos foram adicionados à obra e, posteriormente, com a ajuda de seu sobrinho, o engenheiro calculista Ítalo Martinelli, o edifício passou para 24 andares. A obra foi embargada, sob denúncias de risco de desabamento da construção. Giuseppe revogou a decisão e ainda ergueu mais pavimentos (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/763900/21583" target="_blank"><em>A Gazeta (SP)</em>, 23 de setembro de 1925, sexta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/763900/26714" target="_blank"><em>A Gazeta (SP)</em>, 23 de janeiro de 1928, quinta coluna</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_05/25733" target="_blank"> <em>Gazeta de Notícias</em>, 25 de maio de 1928, última coluna; </a><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_05/25785" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 1º de junho, sexta coluna</a><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_05/25733" target="_blank"> ; </a><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/34737" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 1º de junho de 1928, sétima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_05/27051" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 17 de outubro de 1928, quinta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27538" style="width: 204px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/103730_05/27051" target="_blank"><img class="size-full wp-image-27538" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/martinelli31.jpg" alt="Gazeta de Notícias, 17 de outubro de 1928" width="194" height="428" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/103730_05/27051" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 17 de outubro de 1928</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div dir="auto">Em 29 de março de 1928, o embaixador italiano, Bernardo Attolico, durante sua estadia em São Paulo, foi visitar as obras do edifício (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_07/29966" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 30 de março de 1928</a>).</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27535" style="width: 587px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/090972_07/29966" target="_blank"><img class="size-full wp-image-27535" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/martinelli2.jpg" alt="Correio Paulistano, 30 de março de 1928" width="577" height="514" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/090972_07/29966" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 30 de março de 1928</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em abril de 1929, 25 andares já estavam construídos (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/38037" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 21 de abril de 1929, quarta coluna</a>). Foi visitado pelo governador de São Paulo, Julio Prestes (1882 &#8211; 1946).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27543" style="width: 431px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/1448" target="_blank"><img class="size-full wp-image-27543" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/martinelli5.jpg" alt="O Cruzeiro, 11 de maio de 1929" width="421" height="526" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/1448" target="_blank"><em>O Cruzeiro</em>, 11 de maio de 1929</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27544" style="width: 758px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/003581/1449" target="_blank"><img class="size-full wp-image-27544" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/martinelli6.jpg" alt="O Cruzeiro, 11 de maio de 1929" width="748" height="507" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/003581/1449" target="_blank"><em>O comendador Martinelli com o governador de São Paulo, Júlio Prestes /  Cruzeiro,</em> 11 de maio de 1929</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div dir="auto">Em novembro, o prédio já tinha 26 pavimentos (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_04/80655" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 26 de novembro de 1926, primeira coluna</a>). No topo, foi construído um palacete, de cinco andares, onde Martinelli moraria. Mudou-se com a família para o prédio, em 1929. Porém, foi o italiano Arturo Patrizi, professor de dança, o primeiro morador do prédio. Mudou-se para lá em 1928, com o edifício ainda em obras, e abriu uma concorrida escola em uma das salas de sua casa, no quarto andar. <span style="color: #ff0000;"> </span></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">Em 2 de setembro de 1929, foi inaugurado, no prédio, o <em>luxuoso</em> Cinema Rosário, com a exibição do filme <em>O Pagão</em>. O evento foi considerado <em>o maior acontecimento social do ano</em> <a href="http://memoria.bn.br/docreader/763900/29998" target="_blank">(<em>A Gazeta (SP)</em>, 4 de setembro de 1929</a>).</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27534" style="width: 420px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/763900/29998" target="_blank"><img class="size-full wp-image-27534" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/martinelli1.jpg" alt="A Gazeta (SP), 4 de setembro de 1929" width="410" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/763900/29998" target="_blank"><em>A Gazeta (SP)</em>, 4 de setembro de 1929</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27545" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830305/12960" target="_blank"><img class="size-large wp-image-27545" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/martinelli7-1024x503.jpg" alt="Salão dos Espelhos no Edifício Martinelli / Vida Doméstica, 1930" width="768" height="377" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830305/12960" target="_blank">Salão dos Espelhos no Edifício Martinelli / <em>Vida Doméstica</em>, junho de 1930</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div dir="auto"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=%22edif%C3%ADcio+martinelli%22&amp;submit=Ir" target="_blank">Acessando o link para as imagens do Edifício Martinelli disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5598" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5598/002037AAK2028.JPG.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="446" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5598" target="_blank">Alfredo Krausz. Voo do dirigível Graf Zeppelin sobre o centro da cidade, destaque para o edifício Martinelli, c. 1935. São Paulo, SP / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>&#8220;E o Zeppelin veio provar para São Tomé o sofisma gracioso de que uma casa dum andar pode ser mais alta que o Martinelli.&#8221;</em> </span></p>
<p style="text-align: right;">Mário de Andrade, 1976</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Devido à quebra da Bolsa de Valores de Nova York, em 1929, o comendador Martinelli vendeu o prédio para o <i>Instituto Nazionale di Credito per il Lavoro Italiano all´Estero. </i>Os bens italianos foram confiscados pelo governo brasileiro durante a Segunda Guerra Mundial e o Edifício Martinelli passou para a administração federal, tendo sido, em seguida, leiloado. Foi comprado por Milton Pereira de Carvalho e Herbert Levy e pouco tempo depois passou a ter 103 proprietários, tornando-se o primeiro edifício do Brasil a se transformar em condomínio. Entrou em decadência até a reforma realizada durante a gestão do prefeito Olavo Setúbal (1923 &#8211; 2008), na década de 70, tendo sido reinaugurado, em 4 de maio de 1979 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093351/76614" target="_blank"><em>Diário da Noite (SP)</em>, 1º de fevereiro de 1979</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="size-full wp-image-27578 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/martinellicartão.jpg" alt="martinellicartão" width="404" height="432" /><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/martinellicartão1.jpg"><img class="size-full wp-image-27579 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/martinellicartão1.jpg" alt="O Estado de São Paulo, 5 de maio de 1979" width="403" height="374" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>O Estado de São Paulo</em>, 5 de maio de 1979</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Martinelli foi o endereço da sucursal paulista da revista <em>O Cruzeiro</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/6603" target="_blank"><em>O Cruzeiro</em>, 20 de fevereiro de 1932</a>), assim como dos partidos políticos Comunista, Integralista e também da União Democrática Nacional (UDN); do Palmeiras e da Portuguesa, do Club Republicano, da Ordem dos Músicos, da Federação Paulista de Medicina e do Instituto Médico Dante Alignieri.</p>
<p>Em 2019, quando completou 90 anos, cerca de 70% do Edifício Martinelli estava ocupado por secretarias municipais e o restante estava distribuído entre a Caixa Econômica Federal, o Sindicato dos Bancários de São Paulo e 11 lojas.</p>
<div dir="auto">Uma curiosidade: Giuseppe Martinelli é avô da artista plástica Maria Bonomi (1935-).</div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7056" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7056/022EEScx24-06.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="332" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7056" target="_blank">Edgard Egydio de Souza. Edifício Martinelli, à esquerda as torres do mosteiro de São Bento, década de 30. São Paulo, SP / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p><a href="https://revistaesquinas.casperlibero.edu.br/arte-e-cultura/a-morte-que-ronda-o-vivo-edificio-martinelli/" target="_blank"><em>Esquinas &#8211; Revista Digital Laboratório da Faculdade Casper Líbero</em>, 11 de fevereiro de 2020</a></p>
<p><a href="https://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff250119.htm" target="_blank"><em>Folha de São Paulo</em>, 25 de janeiro de 1998</a></p>
<p><a href="https://www.bn.gov.br/explore/acervos/hemeroteca-digital" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>HOMEM, Maria Cecília Naclério. <em>O Prédio Martinelli &#8211; A ascensão do imigrante e a verticalização de São Paulo</em>. São Paulo : Editora Projeto, 1984.</p>
<p>LEVI-STRAUSS, Claude. <em>Saudades de São Paulo</em>. São Paulo : Companhia das Letras, 1996.</p>
<p>REBECHI JUNIOR, Arlindo. <a href="file:///C:/Users/Andrea%20Wanderley/Downloads/145613-Texto%20do%20artigo-295327-1-10-20180606.pdf" target="_blank"><em>Pagu: poesia, militância e condição feminina</em></a>. Revista da USP. Comunicação &amp; Educação • Ano XXIII • número 1 • jan/jun 2018.</p>
<p><a href="https://saopauloantiga.com.br/o-real-legado-do-edificio-martinell/" target="_blank">São Paulo Antiga</a></p>
<p><a href="https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/habitacao/noticias/?p=4230.%C2%A0Acesso" target="_blank">Site Prefeitura de São Paulo</a></p>
<p><a href="https://www.youinc.com.br/blog/curiosidades-sobre-o-edificio-martinelli-no-centro-de-sao-paulo" target="_blank">Site YOU, INC</a></p>
<p><a href="https://entretenimento.uol.com.br/noticias/efe/2019/07/14/edificio-martinelli-abriga-gloria-decadencia-e-ressurreicao-de-sao-paulo.htm" target="_blank">UOL</a></p>
</div>
</div>
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		<title>Os 90 anos do Cristo Redentor, um dos mais importantes símbolos e pontos turísticos do Rio de Janeiro e do Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Oct 2021 18:53:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[90 anos]]></category>
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		<description><![CDATA[Para comemorar os 90 anos do Cristo Redentor, um dos mais importantes símbolos e pontos turísticos do Rio de Janeiro e do Brasil, além de um dos maiores e mais famosos monumentos em estilo "art déco" do mundo, a Brasiliana Fotográfica republica um artigo sobre ele, com mais informações e novas fotografias. Usem a ferramenta "zoom" e façam um passeio pelas imagens! Localizado no morro do Corcovado, a 710 metros de altitude, a estátua tem 38 metros de altura e pesa 1.145 toneladas e foi inaugurada pelo presidente Getulio Vargas (1882-1954) e por Pedro Ernesto (1884-1942), interventor do Distrito Federal, em 12 de outubro de 1931. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em><strong><span style="color: #800000;">Samba do avião</span></strong></em></a></p>
<div class="ujudUb" style="text-align: center;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank">Tom Jobim</a></div>
<div class="ujudUb" style="text-align: center;"></div>
<div class="ujudUb" style="text-align: center;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em>Minha alma canta</em></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em>Vejo o Rio de Janeiro</em></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em>Estou morrendo de saudade</em></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em>Rio seu mar, praias sem fim</em></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em>Rio você foi feito pra mim</em></a></div>
<div class="ujudUb" style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em>Cristo Redentor</em></a></span></strong><br />
<strong> <span style="color: #800000;"> <a style="color: #800000;" href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em>Braços abertos sobre a Guanabara</em></a></span></strong></div>
<div class="ujudUb" style="text-align: center;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em>Este samba é só porque</em></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em>Rio eu gosto de você</em></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em>A morena vai sambar</em></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em>Seu corpo todo balançar</em></a></div>
<div class="ujudUb" style="text-align: center;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em>Rio de sol, de céu, de mar</em></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em>Dentro de mais um minuto</em></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em>Estaremos no Tom Jobim</em></a></div>
<div class="ujudUb" style="text-align: center;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em>Te encontrar</em></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em>Minha alma canta</em></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em>Vejo o Rio de Janeiro</em></a></div>
<div class="ujudUb" style="text-align: center;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em>Cristo Redentor</em></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em>Braços abertos sobre a Guanabara</em></a></div>
<div class="ujudUb" style="text-align: center;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em>Este samba é só porque</em></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em>Rio eu gosto de você</em></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em>A morena vai sambar</em></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em>Seu corpo todo balançar</em></a></div>
<div class="ujudUb WRZytc" style="text-align: center;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em>Aperte o cinto, vamos chegar</em></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em>Água brilhando, olha a pista chegando</em></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=aK-k0SstIJQ" target="_blank"><em>E vamos nós aterrar</em></a></div>
<div class="ujudUb WRZytc" style="text-align: center;"></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 315px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9804" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9804/002037AAK5039.JPG.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="305" height="417" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9804" target="_blank">Alfredo Krausz. Cristo Redentor, c. 1933. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>Cantado em prosa e verso, o Cristo Redentor completa, no próximo dia 12 de outubro, 90 anos e confunde-se com a própria identidade dos cariocas, aliás, dos brasileiros. É um dos mais importantes símbolos e pontos turísticos do Rio de Janeiro e do país, além de ser também um dos maiores e mais famosos monumentos em estilo a<em>rt déco</em> do mundo. A Brasiliana Fotográfica comemora o ícone nonagenário que, de certa forma, confirma a beleza e a vocação exibicionista do Rio de Janeiro, com a republicação de um artigo sobre ele, porém com mais informações e novas imagens. Quando o primeiro artigo sobre a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2602" target="_blank">inauguração do Cristo Redentor</a> foi publicado, em 12 de outubro de 2015, o acervo fotográfico do portal possuia seis registros do monumento &#8211; um de autoria de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</a> e um de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12930" target="_blank">S. H. Holland (1883 &#8211; 1936)</a>, ambas do acervo do Instituto Moreira Salles (IMS); e quatro da LTM Firma, do acervo da Fundação Biblioteca Nacional (FBN).</p>
<p>O IMS e a FBN são as instituições fundadoras da Brasiliana Fotográfica e, até abril de 2016, as únicas representadas no acervo fotográfico do portal. Em 2021, o portal já conta com a parceria de mais nove instituições: o <span class="Z3988">Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro</span>, o <span class="Z3988">Arquivo Nacional</span>, a <span class="Z3988">Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinh</span><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3541/discover"><span class="Z3988">a</span></a>, a <span class="Z3988">Fiocruz</span>, a <span class="Z3988">Fundação Joaquim Nabuco</span>, o <span class="Z3988">Leibniz-Institut fuer Laenderkunde, Leipzig;</span> o <span class="Z3988">Museu Aeroespacial</span>, o <span class="Z3988">Museu da República</span> e o <span class="Z3988">Museu Histórico Nacional</span>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/292" target="_blank">Acessando o link para as fotografias do Cristo Redentor disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.  </a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Hoje a Brasiliana Fotográfica  traz para seus leitores, além das seis imagens publicadas em 2015, mais 17 fotografias do Cristo Redentor ou produzidas a partir dele: uma da Escola de Aviação Militar, uma de Mario Lucarell, sete do húngaro Alfredo Krausz (1902 – 1953), duas de fotógrafos ainda não identificados do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4991" target="_blank">Acervo Geral da Cidade do Rio de Janeiro</a>, e duas também realizadas por fotógrafos ainda não conhecidos, que pertencem à Coleção Sebastião Lacerda, sob a guarda do Instituto Moreira Salles; mais uma da LTM Firma e três estereoscopias de autoria do<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank"> fotógrafo amador Guilherme Santos (1871 &#8211; 1966)</a>. Usem a ferramenta <em>zoom</em> e façam um passeio pelas imagens! Além dessas fotos, destacamos registros belíssimos publicados em revistas na época da inauguração da estátua.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 776px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9864" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9864/002080Vol02Cx0711.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="766" height="320" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9864" target="_blank">Guilherme Santos. Estátua do Cristo Redentor, 12 de outubro de 1931. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 586px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9866" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9866/037SL03109.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="576" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9866" target="_blank">Etapa da construção da estátua do Cristo Redentor &#8211; cabeça, c. 1930. São Gonçalo, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://youtu.be/E9euzIPPxoE" target="_blank">Link para a música <em>Alma Carioca</em>, especialmente composta por Moacyr Luz para a celebração dos 90 anos do Cristo Redentor.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9806" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9806/002037AAK5041.JPG.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="509" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9806" target="_blank">Alfredo Krausz. Vista da cidade; a partir do Cristo Redentor, c. 1933. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<p>Localizado no <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898" target="_blank">Morro do Corcovado</a> &#8211; os morros do Pão de Açúcar e o Morro de Santo Antônio foram cogitados para abrigá-lo &#8211; o Cristo Redentor fica a 710 metros de altitude, e a estátua tem 38 metros de altura, pesando 1.145 toneladas. Foi inaugurado, num dia chuvoso, pelo presidente Getulio Vargas (1882-1954) e por Pedro Ernesto (1884-1942), interventor do Distrito Federal. Várias celebrações ocorreram para marcar o acontecimento (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=093718_01&amp;PagFis=7379" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 13 de outubro de 1931</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=003581&amp;PagFis=6004" target="_blank"><em>O Cruzeiro</em>, 17 de outubro de 1931</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/169072/5191" target="_blank"><em>Excelsior</em>, novembro de 1931</a>).</p>
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<div id="attachment_26058" style="width: 434px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/6002" target="_blank"><img class="size-full wp-image-26058" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/heitordasilvacosta.jpg" alt="Texto de Heitor da Silva Costa / O Cruzeiro, 17 de outubro de 1931" width="424" height="539" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/6002" target="_blank">Texto de Heitor da Silva Costa, engenheiro e autor do projeto do Cristo Redentor / <em>O Cruzeiro</em>, 17 de outubro de 1931</a></p></div>
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<div style="width: 719px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9862" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9862/002080RJ0219.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="709" height="291" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9862" target="_blank">Guilherme Santos. Missa de inauguração da estátua do Cristo Redentor; entre os presentes, Getulio e Darcy Vargas, 12 de outubro de 1931. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<p>Na edição da <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/77873" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, de 17 de outubro de 1931</a>, que trouxe uma ampla cobertura das festividades da inauguração do Cristo Redentor com diversas e lindas fotos, publicação do poema <em>Cristo Redentor do Corcovado</em>, de autoria do alagoano Jorge de Lima (1893 &#8211; 1853).</p>
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<div id="attachment_26045" style="width: 488px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/77877" target="_blank"><img class="size-full wp-image-26045" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/pessoas2.jpg" alt="Fon-Fon, 17 de outubro de 1931" width="478" height="544" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/77877" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 17 de outubro de 1931</a></p></div>
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<div id="attachment_26046" style="width: 794px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/77876" target="_blank"><img class="size-full wp-image-26046" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/linda.jpg" alt="Fon-Fon, 17 de outubro de 1931" width="784" height="523" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/77876" target="_blank"><em>Fon-Fon,</em> 17 de outubro de 1931</a></p></div>
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<div id="attachment_26047" style="width: 790px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/259063/77888" target="_blank"><img class=" wp-image-26047" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/linda1.jpg" alt="Fon-Fon, 17 de outubro de 1931" width="780" height="424" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/259063/77888" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 17 de outubro de 1931</a></p></div>
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<p>Mas foi no século XIX, que o padre lazarista francês Pietre-Marie (Pedro Maria) Bos (c.1834-1916), capelão do Colégio Imaculada Conceição, em Botafogo, que chegou ao Rio de Janeiro em torno de 1859, teve a ideia de erigir na capital do Império do Brasil um monumento que exaltasse a fé cristã (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/799670/2591" target="_blank"><em>A União</em>, 30 de janeiro de 1916, quinta coluna</a>). O padre Boss deixou a ideia registrada no prefácio do livro <em>Imitação de Cristo</em>, edição de 1903:</p>
<p><em>&#8220;O Corcovado! Lá se ergue o gigante de pedra alcantilado, altaneiro e triste, como interrogando o horizonte imenso&#8230; quando virá? Há tantos séculos espero. Sim, aqui está o pedestal único no mundo; quando vem a estátua colossal, imagem de quem me fez? Ai, Brasil amado! Acorda depressa, levanta naquele cume sublime a imagem de Jesus Salvador! Nem todos, por causas diversas, lerão o Livro, ao passo que em todas as línguas e linguagens a imagem dirá ao grande e ao pequeno, ao sábio e ao analfabeto&#8230;’&#8221;</em></p>
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<div id="attachment_26048" style="width: 361px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodocorcovado.blogspot.com/p/o.html" target="_blank"><img class="size-full wp-image-26048" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/boss.jpg" alt="Padre Boss" width="351" height="405" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://diariodocorcovado.blogspot.com/p/o.html" target="_blank">Padre Pedro Maria Bos (1834 &#8211; 1916)</a></p></div>
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<p>Ainda no século XIX, pouco depois da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16006" target="_blank">princesa Isabel (1846 &#8211; 1921)</a> ter assinado a Lei Áurea, que aboliu a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?page_id=556" target="_blank">escravidão no Brasil</a>, em 13 de maio de 1888, um grupo de abolicionistas queria homenageá-la com uma estátua no alto do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898" target="_blank">Morro do Corcovado</a>. Ela declinou, em um documento de 2 de agosto de 1888:</p>
<p><em>&#8220;Manda Sua Alteza a Princesa Imperial Regente em Nome de Sua Magestade o Imperador agradecer a oferta da Commição Organizadora constituída da Sociedade Brazileira de Beneficência de Paris, da Cia. Estrada de Ferro do Cosme Velho ao Corcovado e do Jornal O Paiz, para erguer huma estátua em sua honra pela extinção da escravidão no Brasil, e faz mudar a dita homenagem e o projecto, pelo officio de 22 de julho do corrente anno, por huma estátua do Sagrado Coração de Nosso Senhor Jezus Christo, verdadeiro redentor dos homens, que se fará erguer no alto do morro do Corcovado&#8221;.</em></p>
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<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2927" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2927/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="451" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2927" target="_blank">Isabel, Princesa do Brasil : retrato, c. 1880 / Acervo FBN</a></p></div>
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<p>Os viscondes de Mauá, Irineu Evangelisa de Souza  (1813 &#8211; 1889), e de Santa Vitória,<strong> </strong>Manuel Afonso de Freitas Amorim (1831 &#8211; 1906), viajaram a Paris encomendando o projeto e a execução de uma estátua de bronze do Sagrado Coração de Jesus, com 15 metros de altura, mas o monumento nunca foi construído.</p>
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<div style="width: 537px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3656" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3656/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="527" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3656" target="_blank">Mario Lucarell. Monumento Cristo Redentor : Christ Statue, 193?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
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<p>Voltando ao século XX. Em 1917, o engenheiro Eduardo Limoeiro, presidente da recém criada Associação Auxiliar dos Engenheiros e Industriais, sugeriu, como parte das comemorações do centenário da independência do Brasil, que ocorreria em 1922, a edificação de um monumento em forma de esfera, sobre o qual se elevaria uma grande cruz, homenageando Jesus Cristo, no alto do Morro de Santo Antônio. O projeto era do engenheiro Alberto Pacca, mas a ideia não foi em frente (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_03/39456" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 21 de setembro de 1917, segunda coluna</a>).</p>
<p>Em 24 de fevereiro de 1921, numa sessão solene da Ação Social Nacionalista, presidida pelo Conde Afonso Celso (1860 -1938), o general Pedro Carolino Pinto de Almeida (1856 &#8211; 1922) sugeriu que fosse construido um monumento do Cristo Redentor para a comemoração do centenário da independência do Brasil. Em 20 de março de 1921, no Círculo Católico, foi realizada a primeira assembleia para estudar o projeto, cuja iniciativa foi aprovada pelo cardeal Arcoverde (1850 &#8211; 1930). Na ocasião, a ideia era que o monumento fosse de bronze e erigido no cume do Pão de Açúcar (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/5578" target="_blank"><em>Correio de Manhã</em>, 21 de março de 1921, primeira coluna</a>). Em 24 de abril, ocorreu outra reunião (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_02/5874" target="_blank"><em>O Jornal,</em> 25 de abril de 1922, penúltima colun</a>a) e, pela primeira vez, em 3 de maio, a comissão técnica do empreendimento, presidida pelo almirante José Carlos de Carvalho (1847 &#8211; 1934), se reuniu (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_04/7883" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 7 de maio de 1921, quinta coluna</a>). O arquiteto Heitor da Silva Costa (1873-1947), José Agostinho dos Reis(18? &#8211; 19?) e Adolfo Morales de Los Rios (1858 &#8211; 1928), cujos projetos concorreram para a construção do monumento, participavam da comissão.</p>
<p>Um abaixo-assinado organizado pela escritora Laurita Lacerda solicitava ao presidente Epitácio Pessoa (1865 &#8211; 1942) que a estátua do Cristo Redentor fosse construída. A iniciativa foi uma reação ao despacho do ministro da Fazenda, Homero Baptista (1861-1924), que havia negado a licença necessária para a construção do monumento. O documento foi entregue, com cerca de 30 mil nomes, ao presidente, em uma audiência, no Palácio Rio Negro, em Petrópolis, em 18 de fevereiro de 1922 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/7803" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 11 de novembro de 1921, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/1620" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 12 de novembro de 1921, última coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_02/9127" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 19 de fevereiro de 1922, última coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_26097" style="width: 312px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/110523_02/9127" target="_blank"><img class="size-full wp-image-26097" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/colocação.jpg" alt="O Jornal, 19 de fevereiro de 1922" width="302" height="434" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/110523_02/9127" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 19 de fevereiro de 1922</a></p></div>
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<p>Houve manifestações de igrejas protestantes e de outras religiões contrárias ao apoio do governo à construção do monumento, um símbolo católico, já que o Estado era laico. Por exemplo, seguidores da igreja Batista declararam, em nota publicada em <em>O Jornal Batista</em>, órgão oficial da Convenção Batista Brasileira, em 22 de março de 1923, que a construção &#8220;<em>será, a um tempo, um atestado eloquente de idolatria da igreja de Roma</em>&#8220;.</p>
<p>Epitácio justificou a permissão por ter sido requerida em primeiro lugar: se um representante de qualquer outra religião tivesse solicitado algo semelhante antes, a ele teria sido dada igualmente a autorização. A decisão para a construção do monumento no Morro do Corcovado foi concedida em 1º de junho de 1922 por Homero Baptista, ministro da Fazenda (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/9786" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 2 de junho de 1922, terceira coluna)</a>.</p>
<p>Em setembro de 1922, foi realizada uma cerimônia no local onde o Cristo seria construído, com a presença de várias autoridades (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_05&amp;PagFis=10792" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 12 de setembro de 1922, terceira coluna</a>) e, em 4 de outubro, foi lançada a pedra fundamental da obra (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_05&amp;PagFis=11030" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 5 de outubro de 1922</a>). No ano seguinte, teve início uma grande campanha de arrecadação de recursos para a construção do monumento, sob a coordenação de dom Sebastião Leme (1882 &#8211; 1942), o cardeal do Rio de Janeiro. Em setembro de 1923, as comissões já estavam formadas e <em>O Paiz</em> publicou uma extensa matéria sobre a realização de uma semana de coleta de doações para a construção do monumento que, aliás, foi totalmente construído a partir de doações populares. Uma curiosidade: na época com sete anos, o futuro atleta e presidente da Fifa, João Havelange (1916 &#8211; 2016), ajudou a arrecadar dinheiro para a construção do Cristo durante a semana do monumento (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_05&amp;PagFis=12574" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 16 de março de 1923, sexta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_05&amp;PagFis=14391" target="_blank"><em>O</em> <em>Paiz</em>, 2 de setembro de 1923</a>).</p>
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<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6128" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6128/BR%20RJ.AGCRJ.OR.NEG.ZS.04.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="562" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6128" target="_blank">Cristo Redentor, 1931(?). Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
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<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=030015_04&amp;PagFis=24231" target="_blank">Em 21 de setembro de 1923,<em> </em>o<em> Jornal do Brasil</em></a> publicou uma matéria noticiando que, em 22 maio de 1923, o projeto do engenheiro Heitor da Silva Costa (1873-1947) para o monumento havia sido escolhido em assembleia geral da Comissão Executiva do Monumento Nacional ao Cristo Redentor, com a presença do monsenhor Macedo Costa, representando o cardeal Arcoverde, e de Cesario Alvim, representando o ministro da Viação. Os outros concorrentes foram José Agostinho dos Reis e Adolfo Morales de Los Rios. A reportagem também contou toda a história do empreendimento. A principal inspiração para o projeto de Silva Costa foi a estátua de São Carlos Borromeu, construída no século XVII, que ele havia examinado, em Arona, na Itália, durante uma viagem de estudos, em 1912 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_12/4201" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 27 de julho de 1930</a>).</p>
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<div id="attachment_26079" style="width: 342px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/003581/5961" target="_blank"><img class="wp-image-26079" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/arona1.jpg" alt="arona" width="332" height="533" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/003581/5961" target="_blank">Estátua de São Carlos Borromeu, Arona, Itália / <em>O Cruzeiro</em>, 10 de outubro de 1931</a></p></div>
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<div id="attachment_25990" style="width: 208px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_04/24231" target="_blank"><img class=" wp-image-25990" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/maquetes.jpg" alt="Jornal do Brasil, de 1923" width="198" height="481" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_04/24231" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 21 de setembro de 1923</a></p></div>
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<div id="attachment_26085" style="width: 196px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/003581/5961" target="_blank"><img class="size-full wp-image-26085" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/anteprojeto.jpg" alt="Primeiro anteprojeto / O Cruzeiro, 10 de outubro de 1931" width="186" height="516" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/003581/5961" target="_blank">Primeiro anteprojeto / <em>O Cruzeiro,</em> 10 de outubro de 1931</a></p></div>
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<p>A mobilização popular em torno da construção do Cristo foi grande e um filme sobre o assunto, &#8220;O monumento do Christo Redemptor&#8221;, uma produção da Botelho Film, foi exibido no cinema Odeon (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/5421" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 8 de setembro de 1923</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_05&amp;PagFis=14950" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 16 de outubro de 1923, na quinta coluna sob o título &#8220;Cinemas e fitas&#8221;</a>).</p>
<p><span style="color: #000000;">A concepção inicial para o monumento foi modificada: no projeto original, a figura de Jesus Cristo empunharia em sua mão direita um globo e na esquerda uma cruz. </span></p>
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<div id="attachment_16492" style="width: 551px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_02/5387" target="_blank"><img class="size-full wp-image-16492" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/cristoilu.jpg" alt="Projeto original do Cristo Redentor / Revista da Semana, 1923" width="541" height="769" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_02/5387" target="_blank">Projeto original de Heitor da Silva Costa para o Cristo Redentor / <em>Revista da Semana</em>, 1º de setembro de 1923</a></p></div>
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<p>O responsável pelo desenho final do monumento, a figura de Cristo com os braços estendidos, com o corpo na vertical e disposto sobre o Corcovado que, olhado à distância por qualquer ângulo é visto como uma cruz plantada no granito, foi o italiano Carlos Oswald (1882 &#8211; 1971), na época professor de gravura e desenho do Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro, e grande amigo de Silva Costa.</p>
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<div id="attachment_25993" style="width: 461px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://institutopoimenica.com/2013/05/17/a-gravura-de-carlos-oswald-1882-1971/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-25993" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/maquetes32.jpg" alt="Carlos Oswald / Site Instituto Poimenica" width="451" height="337" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://institutopoimenica.com/2013/05/17/a-gravura-de-carlos-oswald-1882-1971/" target="_blank">Carlos Oswald, em Paris, 1911 / Site Instituto Poimenica</a></p></div>
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<div id="attachment_26086" style="width: 277px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/003581/5961" target="_blank"><img class="size-full wp-image-26086" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/anteprojeto1.jpg" alt="Segundo anteprojeto, redesenhado por Carlos Oswald / O Cruzeiro, 10 de outubro de 1931" width="267" height="405" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/003581/5961" target="_blank">Segundo anteprojeto, redesenhado por Carlos Oswald / <em>O Cruzeiro,</em> 10 de outubro de 1931</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_26102" style="width: 344px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/colocação1.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-26102" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/colocação1.jpg" alt="Trecho da palestra de Heitor Silva, na Sociedade / Jornal do commercio, 1930" width="334" height="71" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_12/4201">Trecho da palestra de Heitor Silva Costa, na Sociedade / Jornal do Commercio, 27 de julho de 1930</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #000000;">Com os croquis de Oswald e suas convicções sobre o monumento a ser construído, Silva Costa foi para a Europa , em 1924 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/164380/10265" target="_blank"><em>Eu sei tudo</em>, janeiro 1924</a>). Esteve na Alemanha, na Itália e na França. Para colaborar no trabalho, escolheu um especialista em estatuária, o artista francês, de origem polonesa, Paul Landowsky (1875-1961), e o engenheiro francês Albert Caquot (1881 &#8211; 1976), mestre em cálculos estruturais. Silva Costa, em texto publicado em <em>O Cruzeiro,</em> de 10 de outubro de 1931, justificou a escolha por Landowsky.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_26071" style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/5963" target="_blank"><img class=" wp-image-26071" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/povo.jpg" alt="O Cruzeiro, 10 de outubro de 1931" width="701" height="421" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/5963" target="_blank">Heitor da Silva Costa (sentado) e Heitor Levy (terceiro da esquerda paraa a direita) em seu escritório técnico em Paris, com auxiliares e escultores e desenhistas, em 1926 /<em> O Cruzeiro</em>, 10 de outubro de 1931</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
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<div id="attachment_26069" style="width: 309px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/5962" target="_blank"><img class="size-full wp-image-26069" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/damas1.jpg" alt="O Cruzeiro, 10 de outubro de 1931" width="299" height="325" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/5962" target="_blank"><em>O Cruzeiro</em>, 10 de outubro de 1931</a></p></div>
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<p><span style="color: #000000;">As duas mais famosas obras parisienses de Landowsky são a estátua de Sainte Geneviève, na Ponte de Tournelle, e a fonte da Porte de Saint-Cloud. </span></p>
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<div id="attachment_25994" style="width: 304px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://br.lucindariley.co.uk/seven-sisters-series/the-seven-sisters/paul-landowski/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-25994" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/maquetes3.jpg" alt="Paul Landowsky / Site " width="294" height="293" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://br.lucindariley.co.uk/seven-sisters-series/the-seven-sisters/paul-landowski/" target="_blank">Paul Landowsky</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_26055" style="width: 195px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.annales.org/archives/x/caquot.html" target="_blank"><img class="wp-image-26055 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/caquotjpg.jpg" alt="Albert Caquot / " width="185" height="262" /></a><p class="wp-caption-text">A<a href="http://www.annales.org/archives/x/caquot.html" target="_blank">lbert Caquot / Photo collections ENSMP</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_26070" style="width: 815px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/5963" target="_blank"><img class="wp-image-26070 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/montagem1.jpg" alt="O Cruzeiro, 10 de outubro de 1931" width="805" height="253" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/5963" target="_blank">Montagem do modelo da estátua no ateliê de Landowsky, em Paris, 1926 /<em> O Cruzeiro</em>, 10 de outubro de 1931</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Colaborador de Landowsky, o escultor italiano Lelio Landucci (? &#8211; 1954) participou do processo da evolução do projeto do Cristo. Landucci veio morar no Brasil e foi o autor do primeiro livro sobre o pintor Cândido Portinari (1903 &#8211; 1962) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093092_04/25461" target="_blank"><em>Diário Carioca</em>, 1º de outubro de 1954, terceira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_26110" style="width: 253px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://artsandculture.google.com/asset/retrato-de-l%C3%A9lio-landucci-candido-portinari/qgGGwwrp97Hj2Q" target="_blank"><img class="size-full wp-image-26110" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/lelio.jpg" alt="Retrato de Lélio Landucci por Cândido Portinari, 1932" width="243" height="366" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://artsandculture.google.com/asset/retrato-de-l%C3%A9lio-landucci-candido-portinari/qgGGwwrp97Hj2Q" target="_blank">Retrato de Lélio Landucci por Cândido Portinari, 1932 / Google Arts &amp; Culture</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A obra de instalação do Cristo Redentor começou em 1926. De execução considerada complicadíssima, durou cinco anos. As peças foram transportadas de trem, pois ainda não havia estrada de rodagem até o Corcovado, só inaugurada, em 1936. Além disso, os depósitos de material, maquinário e os barracões para abrigar o pessoal envolvido na obra ficavam em um platô bem abaixo do cume, ocupado pelos andaimes. Pela primeira vez uma estátua era construída como um monumento arquitetônico e não simplesmente como uma escultura.</p>
<p><span style="color: #000000;">Silva Costa, após passar 14 meses na Europa, chegou ao Brasil trazendo uma</span> maquete e algumas peças do monumento <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=843822&amp;PagFis=949" target="_blank">(</a><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/843822/949" target="_blank"><em>Lar Catholico</em>, 14 de agosto de 1927, primeira coluna</a>). Um documento, datado de 14 de fevereiro de 1925, assinado por Landowsky, delegava a Silva Costa e à comissão do monumento <em>plenos poderes para conceder as necessárias autorizações para as reproduções da imagem da maquete desse monumento</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_26065" style="width: 375px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.riodejaneiroaqui.com/portugues/cristo-redentor-fatos-1.html" target="_blank"><img class="wp-image-26065 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/cessão.jpg" alt="cessão" width="365" height="502" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.riodejaneiroaqui.com/portugues/cristo-redentor-fatos-1.html" target="_blank">Documento de cessão de direitos assinado por Paul Landowsky / Acervo de Bel Noronha, bisneta de Heitor Silva Costa</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma exposição com os modelos de gesso das mãos do Cristo, modeladas por Landowsky, foi realizada no Corcovado (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=093092_01&amp;PagFis=1899" target="_blank"><em>Diário Carioca</em>, 24 de janeiro de 1929, sexta coluna</a>). Reza a lenda que teria usado as mãos da poetisa, atriz e declamadora Margarida Lopes de Almeida (1896 &#8211; 1979) como modelos para as mãos da estátua. Ela sempre confirmou essa história mas perto de morrer a desmentiu, deixando uma dúvida quanto a sua veracidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_26037" style="width: 205px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.oguialegal.com/maosdecristo.htm"><img class="size-full wp-image-26037" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/margarida1.jpg" alt="Margarida Lopes de Almeida" width="195" height="265" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://www.oguialegal.com/maosdecristo.htm" target="_blank">Margarida Lopes de Almeida</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A cabeça do Cristo foi executada pelo escultor romeno Gheorghe Leonida (1892/1893 &#8211; 1942), que estudava em Paris. O molde de gesso foi recortado em 50 partes e foi remontado e concretado no sítio do arquiteto italiano Heitor Levy, em São Gonçalo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/221961_01/5756" target="_blank"><em>Diário da Noite</em>, 22 de abril de 1931, última coluna</a>). As únicas coisas que foram construídas na França foram justamente os moldes da cabeça e das mãos, porém em gesso, em tamanho natural, que foram recortadas, trazidas ao Brasil e aqui reconstruídas em concreto armado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_25997" style="width: 188px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gheorghe_Leonida#/media/Ficheiro:Gheorghe_Leonida.jpg" target="_blank"><img class="wp-image-25997 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/maquetes5jpg.jpg" alt="maquetes5jpg" width="178" height="200" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gheorghe_Leonida#/media/Ficheiro:Gheorghe_Leonida.jpg" target="_blank">Gueorghe Leonida</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_25991" style="width: 605px" class="wp-caption aligncenter"><a href="www.al.sp.gov.br/noticia/?id=310849" target="_blank"><img class="wp-image-25991 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/maquetes1.jpg" alt="maquetes1" width="595" height="436" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="www.al.sp.gov.br/noticia/?id=310849" target="_blank">Heitor da Silva Costa (em destaque), o engenheiro-supervisor Pedro Fernandes Vianna da Silva, o engenheiro Antonio Ferreira Antero e o arquiteto-executor Heitor Levy / Site Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O braço direito de Heitor da Silva, Heitor Levy, de credo judaico, que quase morreu em um acidente nos aidaimes do monumento, converteu-se ao catolicismo. Teria escrito os nomes de sua família num pergaminho guardado dentro do coração interno da estátua do Cristo Redentor.</p>
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<div id="attachment_26053" style="width: 555px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodocorcovado.blogspot.com/p/o.html" target="_blank"><img class="wp-image-26053 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/heitorlevi.jpg" alt="Heitor Levy / Corcovado" width="545" height="395" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://diariodocorcovado.blogspot.com/p/o.html" target="_blank">Heitor Levy / <em>Diário do Corcovado</em></a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9865" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9865/037SL03108.jpg.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="580" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9865" target="_blank">Etapa da construção da estátua do Cristo Redentor &#8211; cabeça, c. 1930. Sâo Gonçalo, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>As obras foram visitadas por autoridades, guiadas pelo engenheiro Heitor da Silva Costa e o monsenhor Gonzaga do Carmo foi fotografado ao lado de dedos da mão da escultura (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=089842_03&amp;PagFis=40908" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, de 29 de junho de 1929</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_26044" style="width: 242px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/40908" target="_blank"><img class="size-full wp-image-26044" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/pessoas1.jpg" alt="Correio da Manhã, 29 de junho de 1929" width="232" height="521" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/40908" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 29 de junho de 1929</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A convite da Sociedade Brasileira de Engenheiro, Costa Silva proferiu uma conferência sobre os trabalhos da construção do monumento, quando palestrou sobre sua história, a observação de outros monumentos, a escolha de Landowsky, a filosofia pitagoriana e a <em>divina geometria, </em>a técnica utilizada e finalmente, a compara com a Estátua da Liberdade, inaugurada em 1886, em Nova York &#8211; um presente da França aos Estados Unidos, cujo projeto foi do escultor francês Frédéric Auguste Bartholdi (1834 &#8211; 1904) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_12/4201" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 27 de julho de 1930, primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_26103" style="width: 684px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_12/4201" target="_blank"><img class="size-full wp-image-26103" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/colocação2.jpg" alt="Jornal do Commercio, 26 de julho de 1930" width="674" height="360" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_12/4201" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 27 de julho de 1930</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_26114" style="width: 215px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Fr%C3%A9d%C3%A9ric_Auguste_Bartholdi#/media/File:Leslie_Liberty.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-26114" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/liberdade.jpg" alt="Capa do jornal Leslie, da semana que terminava em de 1885" width="205" height="291" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Fr%C3%A9d%C3%A9ric_Auguste_Bartholdi#/media/File:Leslie_Liberty.jpg" target="_blank">Capa do periódico<em> Frank Leslie´s Illustrated Newspaper</em>, da semana que terminava em 13 de junho de 1885 / Wikipedia</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi publicada uma notícia sobre a construção do Cristo Redentor no Rio de Janeiro e de um nos Alpes, na revista <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/3051" target="_blank"><em>A Semana</em>, de 25 de abril de 1931</a>, com a publicação de uma fotografia da estátua alpina e de quatro do Cristo Redentor carioca: de sua construção, de uma de suas mãos, de um de seus olhos e de sua cabeça.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_25988" style="width: 289px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/3051" target="_blank"><img class="size-full wp-image-25988" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/cristo.jpg" alt="Revista da Semana, de 1931" width="279" height="402" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/3051" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 25 de abril de 1931</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A estrutura do monumento é formada por quatro pilares e 12 andares em concreto armado, o que não era muito comum na época de sua construção. Era uma técnica relativamente recente, patenteada, em 1892, pelo engenheiro francês François Hennebique (1842 &#8211; 1921).</p>
<p><em>&#8220;O Cristo, com evidente propósito figurativo, foi provavelmente a primeira obra escultórica do mundo a utilizar o concreto como material de base. O diálogo entre forma e estrutura, em concreto, aí presente, pautaria, anos depois, em outtras nuances mais próprias à arquitetura, boa parte da produção modernista brasileira&#8221;.</em>(1)</p>
<p>Com exceção das mãos, a estrutura da estátua é oca, o que possibilita o acesso interno através de uma escadaria metálica. O Cristo Redentor tem um coração, localizado no oitavo andar, e, em sua cabeça e braços, encontram-se para-raios. A superfície externa foi revestida com pedras-sabão, coladas por senhoras da sociedade carioca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_26068" style="width: 609px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/5970" target="_blank"><img class="size-full wp-image-26068" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/damas.jpg" alt="O Cruzeiro, 10 de outubro de 1931" width="599" height="280" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/5970" target="_blank"><em>Mulheres na casa paroquial fazendo mosaicos de pedra-sabão / O Cruzeiro</em>, 10 de outubro de 1931</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6147" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6147/BR%20RJ.AGCRJ.OR.NEG.ZS.11.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="539" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6147" target="_blank">Cristo Redentor, 1931. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No dia da inauguração, foi o físico Guglielmo Marconi (1874-1937), inventor do telégrafo, que, da Itália, ligou os refletores da estátua. Assis Chateaubriand, diretor dos <em>Diários Associados</em>, enviou um telegrama a ele dizendo: <em>&#8220;No instante em que iluminais o monumento de Jesus Cristo, os católicos brasileiros saúdam em vós a faísca do gênio latino que descobriu e construiu o novo mundo&#8221;</em> ( <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=003581&amp;PagFis=6005"><em>O Cruzeiro</em>, 17 de outubro de 1931</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_26073" style="width: 432px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/5978" target="_blank"><img class="size-full wp-image-26073" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/marconi.jpg" alt="O Cruzeiro, 10 de outubro de 1931" width="422" height="544" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/5978" target="_blank"><em>O Cruzeiro</em>, 10 de outubro de 1931</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o site do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan, <em>&#8220;o sistema não funcionou como o esperado, mas o Cristo foi iluminado graças à habilidade do engenheiro Gustavo Corção e sua equipe, atribui-se a Rinaldo Franco o ato de ter acionado o interruptor responsável pela iluminação&#8221;</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 574px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3213" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3213/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="564" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3213" target="_blank">LTM. Mon. A Christo Redemptor, 12 de outubro de 1931. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN </a> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/169072/5191" target="_blank">Uma fotografia muito semelhante a essa está publicada na capa da revista <em>Excelsior</em>, novembro de 1931</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_26059" style="width: 293px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/6021" target="_blank"><img class="size-full wp-image-26059" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/monumento.jpg" alt="O Cruzeiro, 17 de outubro de 1931" width="283" height="413" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/6021" target="_blank"><em>O Cruzeiro</em>, 17 de outubro de 1931</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_26060" style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/6022" target="_blank"><img class=" wp-image-26060" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/missacampal.jpg" alt="O Cruzeiro, 17 de outubro de 1931" width="701" height="434" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/6022" target="_blank"><em>O Cruzeiro</em>, 17 de outubro de 1931</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1973, o conjunto paisagístico do monumento foi tombado pelo Iphan &#8211; Instituto do Patrimônio Histórico Nacional.</p>
<p>O carro abre-alas da Escola de Samba Beija-Flor de Nilópolis, cujo samba-enredo de 1989 era <em>Ratos e Urubus, Larguem Minha Fantasia</em>, traria uma reprodução do Cristo Redentor vestido como um mendigo, mas a Arquidiocese do Rio de Janeiro conseguiu uma ordem judicial proibindo a apresentação da alegoria. O carnavalesco Joãosinho Trinta (1933 &#8211; 2011) cobriu a alegoria com um plástico preto e acrescentou uma faixa com a frase &#8220;<em>mesmo proibido, olhai por nós</em>&#8220;.</p>
<p>Em 1990, a estátua foi restaurada e, em 7 de julho de 2007, o Cristo Redentor foi eleito uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=030015_12&amp;PagFis=208121" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 8 de julho de 2007</a>). Ficou em terceiro lugar, atrás da Muralha da China e da Cidade de Petra, na Jordânia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_26056" style="width: 224px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_12/208122" target="_blank"><img class="size-full wp-image-26056" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/classificação.jpg" alt="Classificação das 7 maravilhas do mundo moderno / Jornal do Brasil, 8 de julho de 19" width="214" height="431" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_12/208122" target="_blank">Classificação das 7 Maravilhas do Mundo Moderno / <em>Jornal do Brasil</em>, 8 de julho de 2007</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O resultado foi divulgado pela empresa suíça promotora do concurso, a Fundação <em>New  7 Wonders </em>e o título foi recebido pelo técnico de futebol Luiz Felipe Scolari (1948 -) e pelo embaixador do Brasil em Portugal, Celso de Souza, no Estádio da Luz, sede do clube Benfica, em Lisboa, Portugal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3175" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3175/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="455" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3175" target="_blank">LTM (Firma). Rio de Janeiro : : Pan. da Vista Chinesa, 1935?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2008, a bisneta de Heitor da Silva Costa, Bel Noronha, lançou o documentário <em>De Braços abertos</em>, sobre a história do Cristo Redentor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_26062" style="width: 780px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/030015_12/248091" target="_blank"><img class="size-full wp-image-26062" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/margarida2.jpg" alt="Jornal do Brasil, de 2008" width="770" height="270" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/030015_12/248091" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 12 de outubro de 2008</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 30 de setembro do mesmo ano, o Cristo Redentor foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional &#8211; Iphan &#8211; por sua importância histórica (<a href="http://portal.iphan.gov.br/noticias/detalhes/3313/cristo-redentor-rj-completa-sete-anos-como-patrimonio-cultural" target="_blank">Portal Iphan</a>). Em 1º de março de 2011, aniversário da cidade do Rio de Janeiro, foi inaugurada uma nova iluminação no monumento com 300 projetores de LED de última geração que deram mais cor à estátua do Cristo Redentor, com um consumo de energia bem menor, e com a possibilidade de criar diferentes efeitos e cores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_25996" style="width: 559px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/maquetes4.jpg"><img class="size-full wp-image-25996" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/maquetes4.jpg" alt="O Globo, 1º de março de 2011" width="549" height="424" /></a><p class="wp-caption-text"><em>O Globo</em>, 1º de março de 2011</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desde sua inauguração, o Cristo Redentor já recebeu diversas visitas de personalidades importantes no cenário internacional como o cientista Albert Einstein (1879 &#8211; 1955), o cantor Michael Jackson (1958 &#8211; 2009), o papa João Paulo II (1920 &#8211; 2005), o Dalai Lama (1935-), a Princesa Diana (1961 &#8211; 1997), o príncipe Charles (1948-) e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama (1961-), com sua família. Algumas pessoas que já subiram na cabeça da estátua foram a jornalista Glória Maria (1949-), a atriz Ingrid Guimarães (1972-), a apresentadora de televisão Patrícia Abravanel (1977-), o comediante Renato Aragão (1935-), a atriz Tatá Werneck (1983-) e a bisneta de Heitor Silva Costa, Bel Noronha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7304" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7304/Alb%200294%20003ct.jpg.jpg?sequence=5&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="482" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7304" target="_blank">Escola de Aviação Militar. Vista Aérea do Cristo Redentor, 28 de junho de 1935. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Aeroespacial</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=W-YnyZG8fNU" target="_blank"><em><span style="color: #800000;"><strong>Corcovado</strong></span></em></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=W-YnyZG8fNU" target="_blank">João Gilberto </a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=W-YnyZG8fNU" target="_blank"><em>Um cantinho e um violão</em></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=W-YnyZG8fNU" target="_blank"><em>Este amor, uma canção</em></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=W-YnyZG8fNU" target="_blank"><em>Pra fazer feliz a quem se ama</em></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=W-YnyZG8fNU" target="_blank"><em>Muita calma pra pensar</em></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=W-YnyZG8fNU" target="_blank"><em>E ter tempo pra sonhar</em></a><br />
<strong><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.youtube.com/watch?v=W-YnyZG8fNU" target="_blank"><em>Da janela vê-se o Corcovado</em></a></span></strong><br />
<strong> <span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.youtube.com/watch?v=W-YnyZG8fNU" target="_blank"><em>O Redentor, que lindo</em></a></span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=W-YnyZG8fNU" target="_blank"><em>Quero a vida sempre assim</em></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=W-YnyZG8fNU" target="_blank"><em>Com você perto de mim</em></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=W-YnyZG8fNU" target="_blank"><em>Até o apagar da velha chama</em></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=W-YnyZG8fNU" target="_blank"><em>E eu que era triste</em></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=W-YnyZG8fNU" target="_blank"><em>Descrente deste mundo</em></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=W-YnyZG8fNU" target="_blank"><em>Ao encontrar você eu conheci</em></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=W-YnyZG8fNU" target="_blank"><em>O que é felicidade meu amor</em></a></p>
<h2></h2>
<div style="width: 539px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3172" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3172/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="529" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3172" target="_blank">LTM Firma. Rio de Janeiro : : Rua Paissandú, c. 1935. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/5946" target="_blank">Link a revista <em>O Cruzeiro</em>, de 10 de outubro de 1931, edição dedicada ao Cristo Redentor, com textos do Conde de Affonso Celso, de Heitor Silva Costa, de Arrojado Lisboa, de Felipe dos Santos Reis, do padre José Natuzzi, dentre outros, abordando a história, a concepção, a construção e outros aspectos do monumento. Publicação também do <em>Cântico ao Cristo do Corcovado</em>, de Tasso da Silveira; da história da Estrada de Ferro do Corcovado, das cartas trocadas entre o papa Pio XI  e o cardeal Sebastião Leme, da programação oficial e da lista das autoridades eclesiásticas que participariam dos eventos relacionados à inauguração do monumento.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_26067" style="width: 390px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/5946" target="_blank"><img class="size-full wp-image-26067" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/cruzeirojpg.jpg" alt="Capa da edição da  revista O Cruzeiro, de 10 de outubro de 1931" width="380" height="525" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/5946" target="_blank">Capa da edição da revista <em>O Cruzeiro</em>, 10 de outubro de 1931</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para saber um pouco da história do Morro do Corcovado antes do Cristo Redentor, acesse aqui o artigo Série<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19898" target="_blank"><em> “O Rio de Janeiro desaparecido” (11) – A Estrada de Ferro do Corcovado e o mirante Chapéu de Sol</em></a>, publicado em 22 de julho de 2021, na Brasiliana Fotográfica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_26072" style="width: 880px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/5972" target="_blank"><img class="size-full wp-image-26072" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/holland.jpg" alt="Fotografia de autoria e creditada de S. H. Holland, publicada em O Cruzeiro, 10 de outubro de 1931" width="870" height="540" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/5972" target="_blank">Fotografia de autoria e creditada a S. H. Holland, publicada em <em>O Cruzeiro</em>, 10 de outubro de 1931</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Brasiliana Fotográfica agradece a colaboração para a realização desse artigo de Roberta Mociaro Zanatta, coordenadora do Núcleo de Catalogação e Indexação do IMS e uma das responsáveis pela gestão e atualização de conteúdos do portal Brasiliana Fotográfica., e de Guilherme Dias, Conservador de Fotografias do Núcleo de Conservação e Preservação de Acervos, do IMS.</p>
<p>(1) KAZ, Leonel; LODDI, Nigge. <em>Cristo Redentor História e Arte de um Símbolo do Brasil</em>. Rio de Janeiro : Aprazível, 2008, página 75.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>Agenda do Centro de Documentação da TV Globo</p>
<p>ALVAREZ, Rodrigo. <em>Redentor</em>. Rio de Janeiro : GloboLivros, 2021.</p>
<p><a href="http://biblioteca.cl.df.gov.br/dspace/bitstream/123456789/1756/1/Os%20tecnicos%20militares%20da%20miss%C3%A3o%20cruls%20-%20GEN.Alberto%20Martins%20da%20Silva.pdf" target="_blank">Biblioteca da Câmara Legislativa do Distrito Federal</a></p>
<p><a href="https://diariodocorcovado.blogspot.com/p/o.html" target="_blank">Blog Diário do Corcovado</a></p>
<p>CERQUEIRA, Bruno da Silva Antunes de; ARGON, Maria de Fátima Moraes. <i class="bbc-h1y5j7 ewc4zcb0">Alegrias e Tristezas: Estudos Sobre a Autobiografia de D. Isabel do Brasil. </i>Rio de Janeiro : Linotipo Digital Editora, 2020.</p>
<p>Conforme está relatado no livro <i class="bbc-h1y5j7 ewc4zcb0">Alegrias e Tristezas: Estudos Sobre a Autobiografia de D. Isabel do Brasil</i> (Linotipo Digital Editora) — escrito pelo historiador e advogado Bruno da Silva Antunes de Cerqueira, fundador do Instituto Cultural D. Isabel A Redentora, e pela historiadora e arquivista Maria de Fátima Moraes Argon, pesquisadora aposentada do Museu Imperial</p>
<p><em>Coleção Nosso Século Brasil</em> 10 Volumes. São Paulo : Abril Cultural, 1987.</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=glNl6G5kPw8" target="_blank">Entrevista com Bel Noronha, bisneta de Heitor da Silva Costa e diretora do documentário <em>De braços abertos</em>, no <em>Programa do Jô</em></a></p>
<p><a href="https://www1.folha.uol.com.br/fol/cult/cu26072.htm" target="_blank">Folha de São Paulo</a></p>
<p><a href="https://artsandculture.google.com/" target="_blank">Google Arts &amp; Culture</a></p>
<p><a href="http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>KAZ, Leonel; LODDI, Nigge. <em>Cristo Redentor História e Arte de um Símbolo do Brasil</em>. Rio de Janeiro : Aprazível, 2008.</p>
<p>OSWALD, Carlos. Como me tornei pintor.  Petrópolis, RJ: Vozes, 1957.</p>
<p><a href="http://portal.iphan.gov.br/ans.net/tema_consulta.asp?Linha=tc_arque.gif&amp;Cod=1718" target="_blank">Portal Iphan</a></p>
<p>RIBEIRO, Antônio Sérgio. <a href="https://www.al.sp.gov.br/noticia/?id=310849" target="_blank"><em>Cristo Redentor: 80 anos de um símbolo</em></a>. Agência de Notícias da Assembleia Legislativa de São Paulo.<span class="reference-accessdate"> </span></p>
<p>SEMENOVITCH, Jorge Scévola. <em>Corcovado: a conquista da montanha</em> <em>de Deus</em>. Rio de Janeiro : Editora Lutecia, 2010</p>
<p><a href="http://arqrio.org/noticias/detalhes/7835/o-cristo-redentor-e-a-princesa-isabel" target="_blank">Site Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro</a></p>
<p><a href="https://capitalmundialdaarquitetura.rio/rio-capital-mundial-da-arquitetura/a-importancia-do-patrimonio-cultural-para-a-identidade-das-cidades/" target="_blank">Site Capital Mundial da Arquitetura &#8211; Rio 2020</a></p>
<p><a href="https://engenharia360.com/como-o-cristo-redentor-foi-construido/" target="_blank">Site Engenharia 360</a></p>
<p><a href="https://www.riodejaneiroaqui.com/portugues/cristo-redentor-fatos-1.html" target="_blank">Site Rio de Janeiro aqui</a></p>
<p><a href="https://www.rio.rj.gov.br/web/riotur/exibeconteudo?id=157317" target="_blank">Site Riotur</a></p>
<p><a href="http://www.santuariocristoredentor.com.br/curiosidades" target="_blank">Si</a><a href="https://vejario.abril.com.br/cidade/construcao-cristo/" target="_blank">te Santuário Cristo Redentor</a></p>
<p><a href="https://simsaogoncalo.com.br/sao-goncalo/de-bracos-abertos-sobre-sao-goncalo-cristo-redentor/" target="_blank">Site Sim São Gonçalo</a></p>
<p><a href="https://vejario.abril.com.br/cidade/construcao-cristo/" target="_blank"><em>Veja Rio</em>, 5 de junho de 2017</a></p>
<p><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:P%C3%A1gina_principal" target="_blank">Wikipedia</a></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/" target="_blank">Youtube</a></p>
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		<title>A primeira passagem do Graf Zeppelin pelo Rio de Janeiro, em 1930, e registros de outras viagens</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2018 15:29:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A chegada do Graf Zeppelin ao Rio de Janeiro foi um grande acontecimento. Sua passagem silenciosa pelo céu da cidade parecia uma visão de sonho e deslumbrou a população causando uma verdadeira comoção. A Brasiliana Fotográfica reuniu registros do evento produzidos pelo fotógrafo Jorge Kfuri (1893 - 1965), que pertencem à Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, parceira do portal, e também imagens de outras viagens de zepelins pelo Rio de Janeiro, pertencentes ao acervo do Instituto Moreira Salles, de autoria do fotógrafo amador Guilherme Santos e de fotógrafos ainda não identificados. Há também uma fotografia, do fotógrafo húngaro Alfredo Krausz de uma passagem do Graf Zeppelin por São Paulo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A chegada do Graf Zeppelin ao Rio de Janeiro foi um grande acontecimento. Sua passagem silenciosa pelo céu da cidade parecia uma visão de sonho e deslumbrou a população causando uma verdadeira comoção. O fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8540" target="_blank">Jorge Kfuri (1893 &#8211; 1965)</a> registrou o evento e a Brasiliana Fotográfica relembra o fato destacando imagens que pertencem à Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, uma das parceiras do portal. São 10 fotografias aéreas do dirigível alemão sobrevoando diversos bairros e locais da Cidade Maravilhosa, dentre eles o Bairro Peixoto, Botafogo, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5453" target="_blank">Copacabana</a>, Humaitá, a Lagoa Rodrigo de Freitas, o <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7530" target="_blank">Pão de Açúcar</a> e o Campo dos Afonsos, onde aterrissou. Kfuri produziu as imagens a bordo do avião <em>Consul Dayte</em> nº 332, da Marinha de Guerra, pilotado pelo capitão-tenente Antônio Dias Costa (? &#8211; 1930), que faleceu dois dias depois em um acidente de avião (<em>Diário da Noite</em>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/221961_01/229" target="_blank">26 de maio, quarta coluna</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/221961_01/242" target="_blank">28 de maio</a> de 1930).</p>
<p>A Brasiliana Fotográfica reuniu também registros de outras passagens tanto do Graf Zeppelin como do dirigível Hindenburg pelo Rio de Janeiro, que pertencem ao acervo do Instituto Moreira Salles &#8211; são de autoria do fotógrafo amador <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank">Guilherme Santos (1871 &#8211; 1966)</a> e de fotógrafos ainda não identificados. Há também uma fotografia, de autoria do fotógrafo húngaro Alfredo Krausz (1902 &#8211; 1953), de uma passagem do Graf Zeppelin por São Paulo tendo ao fundo o Edifício Martinelli. A Brasiliana Fotográfica também resgatou a crônica <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/213829/10131" target="_blank"><em>O morro em polvorosa</em></a>, de Manuel Bandeira (1886 &#8211; 1968), sobre o impacto da presença do zepelim nos céus do Rio de Janeiro, publicada no <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/213829/10131" target="_blank"><em>Diário Nacional de </em>31 de maio de 1930</a>.</p>
<p>Sérgio Burgi, coordenador de Fotografia do Instituto Moreira Salles e um dos curadores do portal, fez uma apreciação das fotografias selecionadas para essa publicação*.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_12269" style="width: 194px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/221961_01/229" target="_blank"><img class="wp-image-12269 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/noticia.jpg" alt="noticia" width="184" height="540" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/221961_01/229" target="_blank"><em>Diário da Noite</em>, 26 de maio de 1930</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Várias fotografias creditadas ao tenente J. Kfuri, do Serviço Fotográfico da Aviação Naval, foram publicadas na revista <a href="http://memoria.bn.br/docreader/003581/2684" target="_blank"><em>O Cruzeiro</em>, de 7 de junho de 1930.</a> Acima delas, os títulos eram exuberantes e líricos: &#8220;<em><a href="http://memoria.bn.br/docreader/003581/2685" target="_blank">Na escuridão da noite como um meteoro&#8230;</a></em>&#8220;, &#8220;<em><a href="http://memoria.bn.br/docreader/003581/2686" target="_blank">Como um pássaro maravilhoso a aeronave parece voar entre as nuvens e as neblinas matinares</a></em>&#8221; e &#8220;<em><a href="http://memoria.bn.br/docreader/003581/2693" target="_blank">O refulgente pássaro aéreo voa sobre os bairros da cidade</a></em>&#8220;, entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_12245" style="width: 550px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/003581/2684" target="_blank"><img class="  wp-image-12245" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/kfuri.jpg" alt="kfuri" width="540" height="286" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/003581/2684" target="_blank">Antônio Dias Costa e Jorge Kfuri, <em>O Cruzeiro</em>, 7 de junho de 1930</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na mesma edição, como <em>as admiráveis fotografias do tenente Kfuri pediam um texto de excepcional significação</em>, foi publicado o artigo <a href="http://memoria.bn.br/docreader/003581/2691" target="_blank"><em>Palavras do Ar</em></a>, do engenheiro e professor Vicente Licínio Cardoso (1889 &#8211; 1931), único passageiro brasileiro do Graf Zeppelin. Estava na Europa como delegado da Federação Nacional das Sociedades da Educação, quando foi convidado pela Companhia Zeppelin para representar o país no primeiro voo da aeronave para o Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_12274" style="width: 391px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/003581/2690" target="_blank"><img class="wp-image-12274" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/licinio.jpg" alt="licinio" width="381" height="540" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/003581/2690" target="_blank">Vicente Licínio Cardoso, único passageiro brasileiro no voo inaugural do &#8220;Graf&#8221; Zeppelin para o Brasil,<em> O Cruzeiro</em>, 7 de junho de 1930</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/146" target="_blank"><strong>Acessando o link para as fotografias do Graf Zeppelin no Rio de Janeiro pertencentes ao acervo da Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha que estão disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5373" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5373/133862.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="481" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5373" target="_blank">Jorge Kfuri. O Graf Zeppelin sobrevoa Copacabana. O grande terreno no centro é o bairro Peixoto, 25 de maio de 1930. Rio de Janeiro, RJ / Acervo DPHDM</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/147" target="_blank"><strong>Acessando o link para as fotografias de passagens de zepelins pelo Brasil pertencentes ao acervo do Instituto Moreira Salles que estão disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5603" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5603/002080Vol02Cx0105.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="" width="701" height="281" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5603" target="_blank">Guilherme Santos. Passagem do Zepelim pelo país, c. 1935. Avenida Rio Branco, Rio de Janeiro / Acervo IMS</a></p></div>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"> <strong><span style="color: #800000;"><em>O primeiro voo do Graf Zeppelin ao Brasil</em></span></strong></p>
<div style="width: 193px" class="wp-caption alignleft"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/6a/Ferdinand_Graf_von_Zeppelin_Profil.jpg/800px-Ferdinand_Graf_von_Zeppelin_Profil.jpg" alt="" width="183" height="236" /><p class="wp-caption-text">Ferdinand von Zeppelin</p></div>
<p style="text-align: left;">Batizado pela filha do pioneiro dos dirigíveis, o conde Ferdinand Graf von Zeppelin (1838 &#8211; 1917), em 8 de julho de 1928, data em que ele completaria 90 anos, o Graf Zeppelin D &#8211; LZ127  &#8211; <em>graf</em> significa conde &#8211; realizou seu primeiro voo em 18 de setembro do mesmo ano. O primeiro voo comercial aconteceu em 11 de outubro, também em 1928. Tinha aproximadamente 236 metros de comprimento e cerca de trinta metros de altura. Seu luxo, tamanho e velocidade encantaram seus passageiros e as populações por onde passava. Sua presença nos céus cariocas foi referido em uma crônica de <a href="https://blogdoims.com.br/manuel-bandeira-a-vida-inteira-por-elvia-bezerra/" target="_blank">Manuel Bandeira (1886 &#8211; 1968)</a> como <em>um acontecimento empolgante e inédito&#8230;um espetáculo&#8230;perturbantemente inédito</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/213829/10131" target="_blank"><em>Diário Nacional,</em> 31 de maio de 1930</a>).</p>
<p style="text-align: left;">O Graf Zeppelin tinha 10 cabines duplas, dois lavabos, banheiros masculino e feminino, restaurante, cozinha, sala de rádio, sala de navegação e sala de controle. Foi o primeiro balão dirigível a vir ao Brasil, o primeiro a transpor a linha equatorial atravessando o oceano Atlântico no hemisfério sul. Veio em voo experimental e seu destino era o Rio de Janeiro. Prateado, partiu da base de Friedrichshafen, na Alemanha, em 18 de maio de 1930, e fez na manhã do dia seguinte uma parada em Sevilha, na Espanha. Sobrevoou os céus do Recife, primeira parada em terras brasileiras, após um voo de 59 horas conduzido pelo comandante Hugo Eckener (1868 &#8211; 1954).  Aterrissou no Aeroporto do Jiquiá, na capital pernambucana, em 22 de maio de 1930, onde era esperado por uma multidão estimada em 15 mil pessoas &#8211; a data havia sido decretada feriado pelo prefeito do Recife, Francisco da Costa Maia. A chegada da aeronave foi saudada pelo sociólogo Gilberto Freyre (1900 &#8211; 1987), então oficial de gabinete do governador Estácio Coimbra (1872 &#8211; 1937) (<em>Diário de Pernambuco</em>,<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_11/1029" target="_blank"> 22</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_11/1039" target="_blank">23</a> de maio de 1930). Houve tumulto entre a multidão e a polícia e o cônsul da Inglaterra e sua esposa foram <em>atropelados pela cavalaria</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/2100" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 25 de maio de 1930, terceira coluna</a>). Fotografias sobre a passagem do dirigível por Recife foram publicadas em <a href="http://memoria.bn.br/docreader/003581/2682" target="_blank"><em>O Cruzeiro</em> de 7 de junho de 1930</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Lista dos passageiros:</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_12235" style="width: 550px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_11/1039" target="_blank"><img class="  wp-image-12235" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/zep.jpg" alt="zep" width="540" height="419" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_11/1039" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 23 de maio de 1930</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Graf Zeppelin foi reabastecido com gás e seguiu para o Rio de Janeiro à meia-noite de 23 de maio (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_11/1047" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 24 de maio de 1930</a>).  Finalmente, a aeronave atingiu a cidade às 23:30 do dia 24 e durante toda a madrugada <em>bordejou fora da barra com seus motores parados</em> para não incomodar com barulho os habitantes do Rio. Seu sobrevoo à cidade, na manhã do dia 25 de maio, descrito como <em>empolgante, </em>como um dos mais<em> imponentes espetáculos que poderia ser proporcionado pela aviação moderna,</em> foi assistido por <em>quase toda a população carioca. </em>A espera pelo evento foi como a espera por um <em>convidado de honra, um convidado para quem se reservam todas as atenções, todas as fidalguias, as fidalguias a que se dispensam aos grandes personagens que propositadamente se fazem aguardar com curiosidade&#8230;</em>O prefeito Antônio da Silva Prado Junior (1880 &#8211; 1955) e outras autoridades, dentre elas o embaixador Morgan, dos Estados Unidos, foram receber o comandante Eckener ainda a bordo do zeppelin (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/2128" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 26 de maio de 1930</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_12276" style="width: 393px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/26118" target="_blank"><img class="wp-image-12276 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/eckener.jpg" alt="eckener" width="383" height="540" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/26118" target="_blank">Desenho do comandante Eckener feito pelo pintor e ilustrador pernambucano Manoel Bandeira (1900 &#8211; 1964), o M. Bandeira, para <em>A Província</em>, 18 de maio de 1930</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conde Pereira Carneiro (1877 &#8211; 1954) e sua esposa, além do comandante Trompovsky e do capitão Fontenelle, representando o Ministro da Viação, embarcaram no dirigível (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/2130" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 26 de maio de 1930, primeira coluna</a>), que, cerca de uma hora depois da aterrissagem, voltou ao Recife, onde chegou no dia 26 (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_04/2134" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 27 de maio de 1930</a>). <span style="color: #333333;">Dois dias depois, iniciou seu retorno à Alemanha. Ao sobrevoar Natal, a tripulação jogou uma coroa de flores sobre a estátua de um dos pioneiros da aviação, Augusto Severo (1864 &#8211; 1902), com a mensagem &#8220;A Alemanha ao Brasil na pessoa de seu grande filho Augusto Severo&#8221; (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/2162" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 29 de maio de 1930</a>). No fim do dia, cruzou a linha do Equador. A passagem por Havana, previamente programada, foi suspensa (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/2190" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 31 de maio de 1930</a>), e o Zeppelin chegou ao Aeroporto de Lakehurst, nos Estados Unidos, em 31 de maio (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/2204" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 1º de junho de 1930</a>). No dia 2 de junho partiu para Sevilha (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/2232" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 3 de junho de 1930</a>), onde chegou no dia 5 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/2276" target="_blank"><em>Correio da</em> <em>Manhã</em>, 6 de junho de 1930</a>). Alcançou seu destino final, Friedrichshafen, em 6 de junho de 1930, após 19 dias desde o início de sua viagem tricontinental (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/2290" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 7 de junho de 1930</a>).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5368" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5368/133867.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="482" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5368" target="_blank">Jorge Kfuri. O Graf Zeppelin sobrevoa Botafogo e Humaitá, vendo-se a Lagoa Rodrigo de Freitas ao fundo, 25 de maio de 1930. Rio de Janeiro, RJ / Acervo DPHDM</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A história dos zeppelins foi interrompida pela explosão do dirigível Hindenburg, ocorrida, 77 horas depois da decolagem em Frankfurt, no final de uma tarde chuvosa, em Lakehurst, em Nova Jeresey, nos Estados Unidos, em 6 de maio de 1937, matando 36 pessoas &#8211; 13 passageiros, 22 tripulantes e um membro da equipe de terra (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_03/37631" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 7 de maio de 1937</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/17741" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 15 de maio de 1937</a>). Realizou 63 voos desde seu primeiro, em 4 de março de 1936. Segundo Claudio Lucchesi, autor do livro <em>Loucos e heróis: fatos curiosidades da história da aviação, </em>o Hindenburg fez 6 voos para o Brasil.</p>
<p>Após cerca de uma década, nenhum acidente foi registrado envolvendo o Graf  Zeppelin. Porém, após a tragédia com o Hindenburg, ainda em 1937, foi retirado de operação e ficou exposto em um hangar de Frankfurt (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_03/38498" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 19 de junho de 1937, quarta coluna</a>). Foi desmanchado em março de 1940 por ordem de Hermann Goering (1893 &#8211; 1946), comandante-chefe da Luftwaffe, a força aérea alemã. Em nove anos de operação, o Graf Zeppelin realizou 590 voos transportando milhares de passageiros e centenas de quilos de carregamentos e correspondência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5367" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5367/133870.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="" width="700" height="483" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5367" target="_blank">Jorge Kfuri. O Graf Zeppelin sobre o morro da Urca e a Praia Vermelha, 25 de maio de 1930. Rio de Janeiro, RJ / Acervo DPHDM</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;">A chegada do Graf Zeppelin ao Rio de Janeiro foi uma notícia de destaque em vários jornais da época:</span></strong></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/73338" target="_blank"><em>A semana Zeppelin</em> &#8211; <em>Fon-Fon</em>, 24 de maio de 1930</a></p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/2128" target="_blank"><em>O Conde Zeppelin no Rio de Janeiro &#8211; Correio da Manhã</em>, 26 de maio de 1930</a></p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/1146" target="_blank"><em>O rápido pouso do Zeppelin &#8211; Como A Noite soube que o dirigível não aterraria no Campo dos Afonsos</em> &#8211; <em>A Noite</em>, 26 de maio de 1930</a></p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_03/2255" target="_blank"><em>O Rio de Janeiro viveu momentos de intensa emoção e entusiasmo com a visita do &#8220;Graf Zeppelin&#8221;</em> &#8211; <em>O Jornal</em>, 26 de maio de 1930</a></p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_06/1075" target="_blank"><em>Sob aclamação delirante, o povo carioca consagra a jornada audaz do comandante Eckner &#8211; O raid triunfante do &#8220;Graf Zeppelin&#8217;</em> &#8211; <em>Gazeta de Notícias</em>, 26 de maio de 1930</a></p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_05/4122" target="_blank"><em>O entusiasmo que despertou o empolgante espetáculo da chegada do &#8220;Conde Zeppelin&#8221;</em> &#8211; <em>Jornal do Brasil</em>, 27 de maio de 1930</a></p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_06/1359" target="_blank"><em>O &#8220;Graf&#8221; Zeppelin em visita ao Brasil &#8211; Continuando a sua rota magnífica, após ter sido aclamado pela população carioca, chegou ontem, pela manhã, a Recife, o grande dirigível alemão &#8211; O Paiz</em>, 27 e 28 de maio de 1930</a></p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/2613" target="_blank"><em>O &#8220;Graf&#8221; Zeppelin no Brasil</em> &#8211; <em>O Cruzeiro</em>, 31 de maio de 1930</a></p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/213829/10131" target="_blank"><em>O morro em polvorosa</em>, por Manuel Bandeira &#8211; <em>Diário Nacional,</em> 31 de maio de 1930</a></p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/73277" target="_blank"><em>A viagem do Zeppelin</em> &#8211; <em>O Malho</em>, 31 de maio de 1930</a></p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/1012" target="_blank"><em>De Ícaro a Zeppelin, </em>por Escragnole Dória<em> &#8211; Revista da Semana</em>, 31 de maio de 1930</a></p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/docreader/003581/2682" target="_blank"><em>A viagem do &#8220;Graf&#8221; Zeppelin ao Brasil &#8211; O Cruzeiro</em>, 7 de junho de 1930</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">Fontes:</span></strong></p>
<p><a href="http://www.airships.net/lz127-graf-zeppelin/history/" target="_blank">Airships.net</a></p>
<p class="autor"><a href="http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p class="autor">LAUX Paulo F. <a href="http://aeromagazine.uol.com.br/artigo/a-memoravel-passagem-do-zeppelin-pelo-brasil_737.html" target="_blank"><em>A memorável passagem do Zeppelin pelo Brasil</em></a>, 2012. <em>Aeromagazine</em>, 3 de outubro de 2012.</p>
<p class="autor">LINS, Fernando Chaves. P<em>or céus nunca d´antes navegados</em>, 2006. Recife: Universidade Federal de Pernambuco</p>
<p class="autor">LUCCHESI, Claudio. <em>Loucos e heróis: fatos curiosidades da história da aviação</em>, 1996.</p>
<p><a href="http://sao-paulo.estadao.com.br/blogs/geraldo-nunes/livro-e-exposicao-resgatam-chegada-do-zepelim-ao-brasil/" target="_blank"><em>O Estado de São Paulo</em>, 9 de junho de 2015</a></p>
<p><a href="http://acervo.oglobo.globo.com/rio-de-historias/zeppelin-atravessa-atlantico-em-sete-dias-pousa-na-capital-federal-8891105" target="_blank"><em>O Globo</em>, 2 de julho de 2013</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5602" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5602/002080Vol02Cx0104.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="291" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5602" target="_blank">Guilherme Santos. Passagem do Zeppelin pelo país, c. 1935. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IM</a>S</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De Sérgio Burgi, coordenador de Fotografia do Instituto Moreira Salles e curador da Brasiliana Fotográfica:</p>
<p><em>Vejam as imagens, verdadeiramente oníricas, dos primeiros vôos dos dirigíveis nos céus do Brasil, fotografados do ar por Jorge Kfury e do solo, em estereoscopias, por Guilherme Santos, entre outros registros preciosos sobre o tema, que integram a Brasiliana Fotográfica. </em><br />
<em>Somam-se nestas imagens muitos pioneirismos que marcaram o início do século XX: a aviação, vivendo ainda a convivência entre as duas grandes modalidades das quais Santos Dumont foi pioneiro, os balões dirigív<span class="text_exposed_show">eis e aviões a motor; a fotografia aérea, que concretizou e expandiu as ambições, desde as imagens pioneiras em balão de Nadar, de se realizar registros fotográficos a &#8220;olho de pássaro&#8221; de todo o território. É neste momento também que a fotografia estereoscópica se une à fotografia aérea para o início dos levantamentos aerofotogramétricos que revolucionariam toda a cartografia mundial.<br />
E no solo, a fotografia estereoscópica era também redescoberta por uma legião de fotógrafos, amadores e profissionais, que, como o carioca Guilherme Santos, dedicaram-se a produzir verdadeiras crônicas visuais de seu tempo. Imagens de uma fotografia documental e direta, em chapas de vidro, porém já fortemente marcadas pelas inovações da época, que levariam a fotografia a novos horizontes de linguagem e representação ao longo do século XX.</span></em></p>
<p>*A apreciação de Sérgio Burgi foi integrada à publicação em 26 de maio de 2018.</p>
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