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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Sally Loretti</title>
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		<title>Série &#8220;Feministas, graças a Deus&#8221; VII &#8211; Almerinda Farias Gama (1899 &#8211; 1999), uma das pioneiras do feminismo no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2021 19:50:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A alagoana Almerinda Farias Gama (1899 - 1999) foi uma das primeiras mulheres negras na história do feminismo brasileiro, numa época em que tanto o machismo como o racismo eram ainda mais presentes na sociedade brasileira do que são hoje. Passou parte da infância no Pará, onde formou-se em datilografia. Foi para o Rio de Janeiro, em 1929, e filiou-se à Federação Brasileira pelo Progresso da Mulher (FBPM), presidido por Bertha Lutz , iniciando sua luta pela emancipação da mulher, especialmente pelo voto feminino.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"></div>
<div style="text-align: left;">A advogada e sindicalista alagoana Almerinda Farias Gama (1899 &#8211; 1999) foi uma das primeiras mulheres negras a atuar na política brasileira numa época em que tanto o machismo como o racismo eram ainda mais presentes na sociedade brasileira do que são hoje. Nasceu em Maceió, em 16 de maio de 1899, passou parte da infância no Pará, onde escreveu para o jornal <em>A Província,</em> e formou-se em datilografia. Foi para o Rio de Janeiro, em fevereiro de 1929, quando descobriu que o salário de datilógrafas mulheres eram bem menores do que o dos homens.</div>
<div>
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<div style="width: 713px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5028" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5028/BR_RJANRIO_Q0_ADM_EVE_CNG_FOT_0004_017__TTO.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="" width="703" height="520" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5028" target="_blank">Almerinda é a primeira sentada da equerda para a direita. Excursão das participantes do II Congresso Internacional Feminista ao Recreio dos Bandeirantes no Rio de Janeiro, junho de 1931. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Arquivo Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>&#8220;A inteligência não tem sexo&#8221;</strong></em></span></div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Assim que chegou à cidade, filiou-se à Federação Brasileira pelo Progresso da Mulher (FBPM), presidido por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21354" target="_blank">Bertha Lutz (1894 &#8211; 1976)</a>, e iniciou sua luta pela emancipação da mulher, especialmente pelo voto feminino, que para ela <em>uma arma que nós tínhamos para poder ingressar no recinto onde se discutia esses assuntos.</em> Tornou-se uma das pioneiras na história do feminismo brasileiro. Leitora assídua, inspirou-se em<em> grandes mulheres do passado</em> para sua luta pelos direitos femininos.</div>
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<div style="text-align: center;">
<div id="attachment_22709" style="width: 241px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5028" target="_blank"><img class="wp-image-22709" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/almerinda2.jpg" alt="Almerinda Farias Gama" width="231" height="267" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5028" target="_blank">Almerinda Farias Gama (detalhe da foto anterior), 1931 / Acervo Arquivo Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Foi de Bertha a ideia de criar, em 1931, o Sindicato dos Datilógrafas e Taquígrafas, reconhecido em 1933, associação da qual Almerinda tornou-se a primeira presidente. Em junho de 1931, Almerinda participou do II Congresso Internacional Feminista, no Automóvel Club, no Rio de Janeiro, organizado pela FBPM.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="text-align: center;">
<p><span style="color: #800000;"><strong><em>&#8220;Eu sempre, por instinto, me revoltei contra a desigualdade de direitos entre homem e mulher&#8221;</em></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Em 20 de julho de 1933, indicada pelo Sindicato das Datilógrafas e Taquígrafas, como delegada sindical, votou na escolha da bancada classista para a Assembleia Nacional Constituinte de 1934, tendo sido a única representante feminina presente. Compareceu com uma máquina de escrever com a qual, durante a votação, <em>confecciou numerosas chapas para os colegas que as solicitavam. </em>Ainda em 1933, um manifesto de autoria de Bertha Lutz assinado por ela, por Carmen Portinho (1903 &#8211; 2001), pela tradutora Lina Hirsh (? &#8211; ?) e pela advogada Maria Luisa Dória de Bittencourt (1910 &#8211; 2001) foi apresentado à seção de Legislação da Conferência Nacional de Proteção à Infância. Estava à frente do<em> movimento de renovação cívica</em> Ala Moça do Brasil, uma associação de cunho social e político, instalado em 28 de novembro de 1933, na sede da Ordem Mystica do Pensamento. Na época era bacharelanda de Direito.</p>
<p style="text-align: left;">Em 18 de fevereiro de 1934, foi inaugurado o Ginásio Almerinda Gama, educandário dirigido por Laurentino Garrido, na rua Maria Emília, nº 50, em São João do Meriti. Foi batizado em homenagem à Almerinda, responsável por uma <em>infatigável agitação das causas do ensino</em>. Ainda em 1934, foi uma das feministas que enviou à Assembleia Nacional o pedido de voto para artigos da futura Constituição que contemplavam os direitos da mulher.</p>
<p style="text-align: left;">Foi uma das dirigentes do Partido Socialista Proletário do Brasil, fundado em agosto de 1934 e candidata à deputada pela legenda Decreto ao Direito ao Trabalho (Congresso Master) nas eleições para a Câmara de Deputados e para o Senado, realizadas em outubro do mesmo ano, mas não foi eleita.</p>
<p style="text-align: left;">No panfleto de Almerinda, lia-se:</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;<em>Advogada consciente dos direitos das classes trabalhadoras, jornalista combativa e feminista de ação. Lutando pela independência econômica da mulher, pela garantia legal do trabalhador e pelo ensino obrigatório e gratuito de todos os brasileiros em todos os graus</em>&#8220;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/almerinda3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-22710" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/almerinda3.jpg" alt="almerinda3" width="285" height="403" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Era também poetisa e participava de saraus no Studio Eros Volusia, <em>boite da rua São José, onde tantas figuras do nosso meio artístico têm recebido os aplausos da elite carioca. </em>Também se apresentou como atriz. Foi professora e tradutora de francês, inglês e espanhol. Publicou, em 1942, o livro de poesias <em>Zumbi, </em>no qual também foi a responsável pelas ilustrações. Em 1943, foi efetivada  como escrevente juramentada do 9º Ofício de Notas, onde trabalhou até 1967. Era a tesoureira da diretoria do Curso Popular Chiquinha Gonzaga, em 1947. Em 1956, trabalhava no jornal<em> O Dia</em> e foi uma das dirigentes dos trabalhos realizados na instalação da Comissão de apoio à Conferência de Mulheres Trabalhadoras, na Associação Brasileira de Imprensa. Em 1992, gravou uma pequena entrevista para a organização feminista ComMulher.</p>
<p style="text-align: left;">Sua data de morte era até pouco tempo desconhecida e foi revelada pela pesquisa realizada por Patrícia Cibele Tenório para a elaboração de sua dissertação de Mestrado em História, no Programa de Pós-Graduação em História, da Universidade de Brasília, <i>A trajetória de vida de Almerinda Farias Gama (1899-1999) – feminismo, sindicalismo e identidade política </i>(2020): Almerinda faleceu em 31 de março de 1999, em São Paulo.</p>
<p style="text-align: left;">Em 2024, a jornalista Cibele Tenório, da Universidade de Brasília, encontrou nos arquivos da Escola Nacional de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro partituras inéditas de autoria de Almerinda, compositora de gêneros como o baião, o samba e a valsa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;"><strong>Cronologia de Almerinda Farias Gama (1899 &#8211; 1999)</strong></span></em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 360px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/221961_01/6590" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/perfil.jpg" alt="Diário da Noite, de 1933" width="350" height="518" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/221961_01/6590" target="_blank"><em>Diário da Noite</em>, 22 de junho de 1931</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1899</strong></span> &#8211; Almerinda Farias Gama nasceu em Maceió, em Alagoas, em 16 de maio de 1899, filha de José Antônio Gama (18? &#8211; 1907), dono de casas proletárias, e de Eulália da Rocha Gama (18? &#8211; 19?), dona de casa. Eles se casaram em 1896. Sua mãe foi professora e seu pais vivia do aluguel de casas populares. Almerinda tinha um irmão, o jornalista José da Silva Gama (1891 &#8211; 1941) e uma irmã, mais velha do que ela, cerca de dois anos.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #800000;">1907</span></strong> &#8211; Seu pai faleceu, em 14 de maio e, aos oito anos, Almerinda foi morar com uma tia no Pará porque sua mãe não tinha condições financeiras para criá-la. Ficou nove anos sem frequentar nenhuma escola, período em que sua tia a ensinou prendas domésticas, como corte e costura, e também música (O <em>Gutenberg</em> de 22 de maio de 1907).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43844" style="width: 342px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/almerinda21.jpg"><img class="wp-image-43844 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/almerinda21.jpg" alt="almerinda2" width="332" height="460" /></a><p class="wp-caption-text">Almerinda com 8 anos</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1919 &#8211; </strong><span style="color: #333333;">Seu conto <em>O Milagre de Natal</em> foi premiado com o terceiro lugar no concurso <em>Um Conto de Natal</em>, do jornal <em>Estado do Pará ( <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/800082/18924" target="_blank">Estado do Pará,</a></em><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/800082/18924" target="_blank"> 25 de dezembro de 1919, penúltima coluna</a>).</span></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>c. 1920</strong></span> &#8211; Quando pode receber a herança de seu pai, voltou a estudar, mas já no segundo ano do curso de datilografia custeava seus estudos como monitora. Frequentou a Escola Prática de Comércio, em Belém, e tornou-se datilógrafa profissional (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800082/20131" target="_blank"><em>Estado do Pará</em>, 11 de junho de 1920, quarta coluna</a>). Escrevia crônicas para o jornal <em>A Província (PA). </em></p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #800000;">1921</span></strong> &#8211; Na Escola Prática de Comércio foi premiada por sua aplicação nos estudos. Já trabalhava como monitora, o que permitia que pagasse por seus estudos <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/800082/21328" target="_blank">(<em>Estado do Pará</em>, 7 de março de 1921, quinta coluna</a>).</p>
</div>
<div style="text-align: left;">
<p><span style="color: #800000;"><strong>1923</strong></span> &#8211; Casou-se, em março, com um primo, o poeta e escritor Benigno Farias Gama (1897 &#8211; 1925), que contribuía para vários periódicos paraenses, autor dos livros <em>Epopeia acreana</em> e <em>Águas e selvas</em>, dentre outros. Com ele teve um filho, que faleceu de doença não identificada, entre esse ano e 1925. Em 1921, ele era professor na Escola 7 de Setembro, em Xapuri, no Acre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43845" style="width: 308px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/almerinda3.jpg"><img class="wp-image-43845" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/almerinda3.jpg" alt="almerinda3" width="298" height="365" /></a><p class="wp-caption-text">Benigno Farias Gama (1897 &#8211; 1925)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="text-align: left;">
<p><span style="color: #800000;"><strong>1925</strong></span> &#8211; Benigno morreu, em 1925, de tuberculose (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/23714" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 20 de dezembro de 1925, quinta coluna</a>).</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1929</span> </strong>-<strong> </strong>Quando descobriu que o salário de datilógrafas mulheres era um terço do que o pago aos homens, mudou-se, em fevereiro, para o Rio de Janeiro.</p>
<div>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1930</strong></span> &#8211; Iniciou seu ativismo feminista, filiando-se à Federação Brasileira pelo Progresso da Mulher (FBPM), presidido pela bióloga <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21354" target="_blank">Bertha Lutz (1894 &#8211; 1976)</a>. Integrou a comissão organizadora de uma homenagem da associação ao governador do Rio Grande do Norte, Juvenal Lamartine de Faria (1874 &#8211; 1956) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/763900/32634" target="_blank"><em>A Gazeta</em>, 2 de julho de 1930, quarta coluna</a>).</p>
<p>Recitou poesias na inauguração do Centro de Sócias da FBPM (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_06/2452" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 17 de setembro de 1930, penúltima coluna)</a>.</p>
<p style="text-align: left;">Publicação da <em>Carta aberta ao senhor Humberto de Campos</em>, de sua autoria, onde questionava o voto contrário do escritor e político ao ingresso das mulheres na Academia Brasileira de Letras (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_03/1150" target="_blank"><em>O Jornal,</em> 6 de março de 1930, primeira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Inaugurou a sessão <em>Perspectivas</em> dentro  da coluna &#8220;Para a mulher no lar&#8221;, dirigida por Sylvia Serafim (1902 &#8211; 1936), em <em>O Jornal.  </em>Em sua crônica inaugural, Almerinda escreveu sobre o caso de uma esposa que depois de seis meses de casamento, por não aguentar os maus tratos do marido, havia se incendiado (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_03/1918" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 4 de maio de 1930, terceira coluna</a>). Sylvia havia assassinado o jornalista Roberto Rodrigues (1906 – 1929), na redação do jornal a <em>Crítica, </em>em 26 de dezembro de 1929. Foi armada ao jornal, atrás do editor Mário Rodrigues ( 1885 – 1930), que não estava na redação e acabou atirando em Roberto, filho do editor. O futuro escritor Nelson Rodrigues (1912 – 1980), irmão da vítima, então com 17 anos, testemunhou o assassinato, fato que influenciou fortemente sua obra literária. O julgamento de Sylvia, em 22 de agosto de 1930, presidido pelo juiz Margarino Torres (1892 – 1942), foi o primeiro no país a ser transmitido ao vivo pelo rádio. O promotor foi Max Gomes de Paiva  (18? &#8211; 19?) e o advogado de defesa, Clóvis Dunshee de Abranches (18? &#8211; 19?), de quem Almerinda viria a ser secretária. A ré foi absolvida por 5 votos a 2. Anos depois, em 27 de abril de 1936, Sylvia, que era filha de Augusto Serafim de Souza (18? &#8211; 1929), auxiliar de Oswaldo Cruz (1872 – 1917), se suicidou</p>
<p style="text-align: left;">Publicação de seu poema, <em>A</em> <em>Nossa História</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_03/2764" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 22 de junho de 1930</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_22757" style="width: 476px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_03/2764"><img class="size-full wp-image-22757" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/nossa.jpg" alt="O Jornal, 1930" width="466" height="313" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_03/2764"><em>O Jornal</em>, 22 de junho de 1930</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Em suas crônicas na seção <em>Perspectivas</em>, de <em>O Jornal</em>, comentou um caso de incesto seguido de infanticício, do suicídio de uma mulher, a não candidatura de Maria de Lourdes Lamartine à Câmara, dentre outros assuntos (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_03/3111" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 13 de julho de 1930, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_03/3224" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 20 de julho de 1930, terceira coluna</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_03/3457" target="_blank"> <em>O Jornal</em>, 3 de agosto de 1930, terceira  coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_03/4512" target="_blank"><em>O Jornal,</em> 12 de outubro de 1930, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_03/4601" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 19 de outubro de 1930, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_03/4801" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 2 de novembro de 1930, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_03/7650" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 26 de abril de 1931, terceira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Publicação de um pequeno perfil de Almerinda (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/110523_03/5658" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 21 de dezembro de 1930</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Publicação de uma pequena crônica de sua autoria,<em> Films do écran e da plateia</em> (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/297984/1347" target="_blank"><em>A Esquerda</em>, 6 de dezembro de 1930, segunda coluna</a>). No mesmo jornal, publicou o artigo <em>Cultura Feminina</em>, no qual critica a falta de estímulo, no Brasil, para a publicação de livros escritos por mulheres; e também a posição da Academia Brasileira de Letras que, alegando tradição, não aceitava mulheres (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/297984/1391" target="_blank"><em>A Esquerda</em>, 13 de dezembro de 1930, penúltima coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Acompanhou a escritora Sylvia Serafim (1902 &#8211; 1936) em uma viagem à Belo Horizonte (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/297984/1425" target="_blank"><em>A Esquerda</em>, 18 de dezembro de 1930, quarta coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Foi publicado na edição de dezembro da <em>Revista A.E.C</em>, da Associação dos Empregados do Comércio, um artigo de sua autoria, <em>A doutrina de Malthus</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/5205" target="_blank"><em>Correio da Manhã,</em> 27 de dezembro de 1930, segunda coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1931</strong></span> &#8211; Por ideia de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21354" target="_blank">Bertha Lutz (1894 &#8211; 1976)</a>, criação do Sindicato dos Datilógrafas e Taquígrafas, do qual Almerinda foi a primeira presidente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_34940" style="width: 320px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/cultura/2020/10/4882708-fgv-disponibiliza-arquivo-historico-de-nove-mulheres-brasileiras.html" target="_blank"><img class="wp-image-34940 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/almerinda1.jpg" alt="almerinda1" width="310" height="467" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/cultura/2020/10/4882708-fgv-disponibiliza-arquivo-historico-de-nove-mulheres-brasileiras.html" target="_blank">Correio Braziliense, 19 de outubro de 2020/ Acervo FGV CPDOC</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Trabalhava como auxiliar no 9º Ofício de Notas, na rua do Rosário (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394/107765" target="_blank"><em>Almanak Laemmert</em>, 1931</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Publicou o artigo <em>Cartas sem endereço</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_03/6018" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 11 de janeiro de 1931, terceira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Ela e Sylvia Serafim (1902 &#8211; 1936) foram entrevistadas pelo jornal <em>A Batalha</em>. Em pauta, a concessão de direitos políticos da mulher (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/175102/2897" target="_blank"><em>A Batalha</em>, 13 de março de 1931, primeira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Suas observações acerca da moda foram citadas no artigo <em>No império da moda</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_03/7220" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 29 de março de 1931, primeira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Publicação de seu poema <em>Da tristeza que mora nos meus olhos</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_03/7430" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 12 de abril  de 1931</a>; <a href="http://memoria.bn.br/docreader/175102/3158" target="_blank"><em>A Batalha</em>, 19 de abril de 1931</a>).</p>
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<div id="attachment_22732" style="width: 261px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/175102/3158" target="_blank"><img class="wp-image-22732 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/tristeza.jpg" alt="tristeza" width="251" height="316" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/175102/3158" target="_blank"><em>A Batalha,</em> 19 de abril de 1931</a></p></div>
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<p style="text-align: left;">Foi uma das filiadas da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino que <em>encantaram com belos números de arte</em> as participantes da celebração do Dia do Trabalho, organizado pela associação (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/4370" target="_blank"><em>A Noite</em>, 4 de maio de 1931, primeira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Publicação de seus poemas <em>Moderna afronta</em> e <em>Felicidade</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_03/7967" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 17 de maio de 1931, penúltima coluna</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_03/8180" target="_blank"> <em>O Jornal</em>, 31 de maio de 1931, prenúltima coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Participou do II Congresso Internacional Feminista, instalado em 20 de junho, no Automóvel Club, no Rio de Janeiro, organizado pela FBPM (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_03/8498" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 19 de junho de 1931, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/7479" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 24 de junho de 1931, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/74909" target="_blank"><em>O Malho</em>, 27 de junho de 1931</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/74975" target="_blank"><em>O Malho</em>, 11 de julho de 1931</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830305/15308" target="_blank"><em>Vida Doméstica</em>, agosto de 1931</a>). Com um grupo de senhoras que participavam do encontro, foi visitar a Usina de Ribeirão das Lajes, a convite da Rio de Janeiro Light &amp; Power. Depois, visitaram a Maternidade Suburbana, em Cascadura (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_12/10761" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 30 de junho de 1931, última coluna</a>). Na plenária sobre Educação, realizada no dia 27 de junho, Bertha Lutz presidiu a mesa, Maria Eugênia Celso Carneiro de Mendonça (1886 &#8211; 1963) foi a vice-presidente, Orminda Bastos (1899 &#8211; 1971) foi a consultora parlamentar e Almerinda secretariou a sessão.</p>
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<div id="attachment_43846" style="width: 541px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/almerinda7.jpg"><img class="wp-image-43846 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/almerinda7.jpg" alt="Almerinda secretariando o Congresso" width="531" height="292" /></a><p class="wp-caption-text">Almerinda secretariando o II Congresso Internacional Feminista</p></div>
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<p style="text-align: left;">Publicação do conto <em>Tatuagem</em>, de sua autoria (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_03/9806" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 6 de setembro, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/3887" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 12 de setembro de 1931</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Cartões ilustrados com versos de sua autoria e de outros nomes em evidência nos meios literários foram distribuídos como propaganda da Suipa, Sociedade União Infantil Protetora dos Animais. Na reunião organizadora dessa associação, realizada na Federação Brasileira pelo Progresso da Mulher, Almerinda foi eleita secretária da diretoria provisória (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/297984/2751" target="_blank"><em>A Esquerda</em>, 7 de setembro de 1931, quinta coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Trabalhava como secretária no escritório do advogado Clóvis Dunshee de Abranches  (18? &#8211; 19?)(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_05/16578" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 16 de setembro de 1931, quarta coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Foi a responsável pela leitura na Rádio Sociedade <em>nos cinco minutos feministas</em> de um texto de autoria de Maria Eugênia Celso Carneiro de Mendonça, vice-presidente da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093718_01/7110" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 23 de setembro de 1931, terceira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Foi eleita assessora de imprensa da União Infantil Protetora dos Animais (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_01/7118" target="_blank"><em>Diário de Notícia</em>s, 23 de setembro de 1931, última coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Publicação do artigo de sua autoria, <em>Perspectivas</em>, sobre a Semana Antialcoólica. Para fortalecer seu argumento que a educação social seria o caminho para o sucesso da campanha, reproduziu no artigo as palavras do dr. Oscar de Carvalho (18? &#8211; 19?), clínico alagoano que havia proferido palestra na Sociedade de Medicina de Alagoas, alguns meses antes (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/110523_03/10625" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 25 de outubro de 1931, terceira coluna</a>).</p>
<p class="content"><em>“Dentro do último Congresso Internacional Feminista, reunido no Rio de Janeiro, representou brilhantemente o nosso Estado a sra. Almerinda Farias Gama, cuja inteligência e erudição já, de há muito tempo, se vem destacando, quer no Pará, pela palavra e pela pena, quer na Capital do país, onde o seu nome é largamente conhecido. Essa nossa ilustre coestaduana, bem poderá interessar o movimento feminista, neste particular, atendendo ao apelo que, estamos certos, a Sociedade de Medicina de Alagoas se não furtará de fazer-lhe. E assim teremos a mulher brasileira interessada, intimamente, no movimento antialcoólico nacional”.</em></p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #800000;">1932</span> </strong>- <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1930-1939/decreto-21076-24-fevereiro-1932-507583-publicacaooriginal-1-pe.html" target="_blank">O Decreto nº 21.076</a>, de 24 de fevereiro de 1932, instituiu o Código Eleitoral Provisório e reconheceu o direito de voto às mulheres.</p>
</div>
<div>Por iniciativa do Congresso Feminino de 1931 foi criada uma data para a comemoração do Dia das Mães. O <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1930-1939/decreto-21366-5-maio-1932-559485-publicacaooriginal-81718-pe.html#:~:text=DECRETA%3A,bondade%20e%20da%20solidariedade%20humana." target="_blank">Decreto nº 21.366, de 5 de maio de 1932,</a> assinado pelo presidente Getulio Vargas (1884 &#8211; 1954), consagrou o segundo domingo de maio para a celebração anual da data no Brasil. No primeiro ano de sua comemoração, Almerinda escreveu um artigo sobre a importância da efeméride (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093718_01/9761" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 24 de abril de 1932, penúltima coluna</a>).</div>
<p>Publicação do poema de sua autoria <em>Meu amor é a incarnação do vento</em> (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/093718_01/11268" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 21 de agosto de 1932</a>).</p>
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<div id="attachment_22741" style="width: 157px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/093718_01/11268" target="_blank"><img class="size-full wp-image-22741" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/vento.jpg" alt="Diário de Notícias, 21 de agosto de 1932" width="147" height="310" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/093718_01/11268" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 21 de agosto de 1932</a></p></div>
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<p>Ela, Alice Coimbra (? -19?) e Sylvia Patrício (? -19?) formavam a comissão nomeada pela Federação Brasileira pelo Progresso da Mulher para atender à solicitação do Centro Cândido de Oliveira no sentido de combater o sensacionalismo na repressão ao crime (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/13340" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 23 de setembro de 1932, última coluna</a>).</p>
<p>Almerinda esteve na redação do jornal <em>A Batalha</em> para falar sobre a conquista do voto da mulher e sobre o alistamento eleitoral feminino (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/175102/6436" target="_blank"><em>A Batalha</em>, 24 de setembro de 1932, penúltima coluna</a>).</p>
<p>Publicação do artigo <em>Divórcio: um bem ou um mal?</em>, de sua autoria (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093718_01/12469" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 30 de novembro de 1932, penúltima coluna</a>).</p>
<p>Foi publicado o artigo <em>Lendas Amazonenses &#8211; A Gênese das Frutas</em>, de sua autoria (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093718_01/12533" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 4 de dezembro de 1932, penúltima coluna</a>).</p>
<p>Publicação de seu artigo <em>Feminismo e Serviço Militar</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093718_01/12583" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 9 de dezembro de 1932, penúltima coluna</a>).</p>
<p>Escreveu um artigo sobre Eros Volúsia (1914 &#8211; 2004), filha dos poetas Rodolfo de Melo Machado (1884 &#8211; 1923) e Gilka Machado (1893 &#8211; 1980), uma dançarina arrojada, que se notabilizou por suas coreografias inspiradas na cultura brasileira (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093718_01/12619" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 11 de dezembro de 1932, primeira coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_23334" style="width: 581px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003085/37259" target="_blank"><img class="size-full wp-image-23334" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/eros.jpg" alt="A dançarina Eros Volúsia" width="571" height="459" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003085/37259" target="_blank">A dançarina Eros Volúsia (1914 &#8211; 20024 / <em>A Cigarr</em>a, fevereiro de 1945</a></p></div>
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<p><strong><span style="color: #800000;">1933</span> </strong>- Almerinda tirou seu título de eleitor. A data de inscrição do documento no cartório foi 17 de fevereiro de 1933 e seu domicílio eleitoral era Sacramento.</p>
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<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/almerinda41.jpg"><img class=" size-full wp-image-43848 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/almerinda41.jpg" alt="almerinda4" width="349" height="511" /></a></p>
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<p>Publicação de seu poema <em>Meu Carnaval</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093718_01/13683" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 5 de março de 1933, penúltima coluna</a>).</p>
<p>Publicação do poema <em>Ele falou, </em>de sua autoria (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093718_01/13863" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 19 de março de 1933, penúltima coluna</a>).</p>
<p>Participou, como secretária, da Convenção Nacional de Eleitoras, realizado na sede da Federação Brasileira pelo Progresso da Mulher, quando foi lançada pela educadora Alba Canizares (1893 &#8211; 1944) a candidatura de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21354" target="_blank">Bertha Lutz (1894 &#8211; 1976)</a> à Constituinte.</p>
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<div id="attachment_23342" style="width: 406px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/86659" target="_blank"><img class="size-full wp-image-23342" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/albacanizaresomalho31dezembro19361.jpg" alt="Alba Canizares / O Malho, 31 de dezembro de 1936" width="396" height="502" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/86659" target="_blank">Alba Canizares / <em>O Malho</em>, 31 de dezembro de 1936</a></p></div>
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<p>Diversas feministas estavam presente no evento, dentre elas a engenheira e urbanista <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22326" target="_blank">Carmen Portinho (1903 &#8211; 2001)</a>, Orminda Ribeiro Bastos (1899-1971), Maria Luisa Dória Bittencourt (1910 &#8211; 2001), Maria Sabina de Albuquerque (1898 &#8211; 1991), filha do cientista<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13446" target="_blank"> João Pedro de Albuquerque (1874 &#8211; 1934)</a> ; e Maria Eugênia Celso Carneiro de Mendonça (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093718_01/14056" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 4 de abril de 1933, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/092932/24154" target="_blank"><em>O Dia (PR)</em>, 4 de abril de 1933, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_12/21740" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 5 de abril de 1933, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093718_01/14070" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 5 de abril de 1933</a>).</p>
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<div id="attachment_22742" style="width: 764px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/093718_01/14070" target="_blank"><img class=" wp-image-22742" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/líderes.jpg" alt="Almerinda Gama, Bertha Lutz e Maria Sabina de Albuquerque / Diário de Notícias, 5 de abril de 1933" width="754" height="379" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/093718_01/14070" target="_blank">Almerinda Gama, Bertha Lutz e Maria Sabina de Albuquerque / <em>Diário de Notícias</em>, 5 de abril de 1933</a></p></div>
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<p>Uma resolução aprovada neste encontro aconselhava o eleitorado feminino a, quando não pudessem votar em candidatas idôneas, <em>identificadas com as justas reivindicações da mulher</em>, que votasse nos <em>candidatos masculinos e partidos que pela ação demonstraram serem feministas genuínos</em>. A proposta havia sido feita por Almerinda (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_05/31905" target="_blank"><em>Jornal do Brasil,</em> 8 de abril de 1933, última coluna</a>).</p>
<p>Publicação de uma poesia de Almerinda em homenagem à poetisa Gilka Machado (1893 &#8211; 1980) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/78084" target="_blank"><em>O Malho</em>, 15 de abril de 1933</a>).</p>
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<div id="attachment_23332" style="width: 705px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/86401" target="_blank"><img class="size-full wp-image-23332" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/gilkamachadoomalho26novembro1936.jpg" alt="Gilka Machado / O Malho, 26 de novembro de 1936" width="695" height="520" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/86401" target="_blank">Gilka Machado / <em>O Malho</em>, 26 de novembro de 1936</a></p></div>
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<div id="attachment_22735" style="width: 372px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/78084"><img class="size-full wp-image-22735" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/gilka.jpg" alt="O Malho (RJ), 15 de abril de 1933" width="362" height="296" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/78084"><em>O Malho (RJ)</em>, 15 de abril de 1933</a></p></div>
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<p>Participou como atriz da peça inédita<em> Rumo à Turquia</em>, de Jorge Murad (1910 &#8211; 1998), apresentada no Studio Eros Volusia, <em>boite da rua São José, onde tantas figuras do nosso meio artístico têm recebido os aplausos da elite carioca</em> (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/348970_03/12559" target="_blank"><em>A Noite</em>, 20 de abril de 1933, terceira coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_22728" style="width: 319px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/348970_03/12559" target="_blank"><img class="size-full wp-image-22728" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/atriz.jpg" alt="A Noite, 20 de abril de 1933" width="309" height="495" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/12559" target="_blank"><em>A Noite</em>, 20 de abril de 1933</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Participou de mais uma <em>tarde de arte </em>do Studio Eros Volúsia e seu <em>melhor número</em> foi a apresentação da lenda amazonense do boto (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093718_01/14389" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 30 de abril de 1933, primeira coluna</a>). Meses depois, Almerinda voltou a se apresentar no Studio Eros Volusia, recitando as poesias de sua autoria <em>O inverno chegou</em> e <em>O que eu pediria ao amor</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/17379" target="_blank"><em>Correio de Manhã</em>, 12 de julho de 1933, primeira coluna</a>).</p>
<p>Publicação de seu poema, <em>Viandante que passas&#8230;</em>, ilustrado por Odelli Castello Branco(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093718_01/14649" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 21 de maio de 1933</a>).</p>
<p>Reconhecimento pelo Ministério do Trabalho do Sindicato de Datilógrafas e Taquígrafas, do qual Almerinda era presidente (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830399/3734" target="_blank"><em>O Radical</em>, 3 de junho de 1933, primeira coluna</a>).</p>
<p>Em 20 de julho de 1933, indicada pelo Sindicato das Datilógrafas e Taquígrafas, como delegada sindical, votou na escolha da bancada classista para a Assembleia Nacional Constituinte de 1934. A outra representante feminina seria Euphrosina Messena, do Sindicato dos Magarefes (açougueiros) de Sergipe, que não compareceu por problemas de saúde.</p>
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<div id="attachment_43853" style="width: 713px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/almerinda8.jpg"><img class="wp-image-43853 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/almerinda8.jpg" alt="almerinda8" width="703" height="501" /></a><p class="wp-caption-text">Almerinda Farias Gama votando para a escolha dos representantes classistas para a Assembleia Nacional Constituinte</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Compareceu com uma máquina de escrever com a qual, durante a votação, <em>confeccionou numerosas chapas para os colegas que as solicitavam</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/120200/2387" target="_blank"><em>A Nação</em>, 21 de julho de 1933, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830399/4085" target="_blank"><em>O Radical</em>, 21 de julho de 1933, última coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_12/23697" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 21 de julho de 1933, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/175102/8160" target="_blank"><em>A Batalha</em>, 21 de julho de 1933, primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43847" style="width: 691px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/almerinda52.jpg"><img class="wp-image-43847 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/almerinda52.jpg" alt="almerinda5" width="681" height="474" /></a><p class="wp-caption-text">Almerinda Farias Gama, em 1933, na eleição de representantes classistas para a Assembleia Nacional Constituinte</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Almerinda Gama também foi votada. Estava relacionada na chapa intitulada Oposição como a última suplente. A chapa foi derrotada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_22731" style="width: 477px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/221961_01/14944" target="_blank"><img class="size-full wp-image-22731" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/22733.jpg" alt="Almerinda, a única mulher, no jantar / Diário da Noite, 22 de julho de 1933" width="467" height="480" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/221961_01/14944" target="_blank">Almerinda está no centro da foto / <em>Diário da Noite</em>, 22 de julho de 1933</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Publicação da poesia <em>Fogueira</em>, de sua autoria (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/78601" target="_blank"><em>O Malho (RJ)</em>, 3 de agosto de 1933</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_22736" style="width: 305px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/78601" target="_blank"><img class="size-full wp-image-22736" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/fogueira.jpg" alt="O Malho (RJ), 3 de agosto de 1933" width="295" height="430" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/78601" target="_blank"><em>O Malho (RJ)</em>, 3 de agosto de 1933</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pronunciou-se, em reunião presidida por ela na Federação Brasileira pelo Progresso da Mulher, sobre a situação das garçonetes, devido à execução do decreto 24.417, de 17 de maio de 1932, proibindo o trabalho de mulheres em estabelecimentos públicos após as 22h (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/14134" target="_blank"><em>A Noite</em>, 19 de agosto de 1933, penúltima coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_22729" style="width: 314px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/14134" target="_blank"><img class="wp-image-22729 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/garçonetes.jpg" alt="A  Noite, de 1933" width="304" height="357" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/14134" target="_blank"><em>A Noite</em>, 19 de agosto de 1933</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um manifesto de autoria de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21354" target="_blank">Bertha Lutz (1894 &#8211; 1976)</a> e assinado por ela, por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22326" target="_blank">Carmen Portinho (1903 &#8211; 2001)</a>, pela tradutora Lina Hirsh e pela advogada Maria Luisa Dória de Bittencourt (1910 &#8211; 2001), que em 1935 tornou-se a primeira deputada estadual da Bahia; foi apresentado à seção de Legislação da Conferência Nacional de Proteção à Infância. Almerinda, em nome da Federação e da União Universitária Feminina defendeu a proposta que pleiteava o reestabelecimento do curso de obstetrícia, com estudos teóricos e práticos, em todas as Faculdades de Medicina do país (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_05/36571" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 23 de setembro de 1933, penúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/18466" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 23 de setembro de 1933, quinta coluna</a>).</p>
<p>Publicação de seu poema <em>Cântico de Yara</em>, ilustrado por Odelli (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/18499" target="_blank"><em>Correio de Manhã</em>, 24 de setembro de 1933, primeira coluna)</a>.</p>
<p>Foi uma das oradoras na celebração do primeiro ano de fundação do partido político Centro Cívico 4 de Novembro, no Sindicato dos Proprietários de Padarias. O partido havia sido fundado em 11 de novembro de 1932 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830399/4882" target="_blank"><em>O Radical</em>, 7 de novembro de 1933, penúltima coluna</a>).</p>
<p>Estava à frente do<em> movimento de renovação cívica</em> Ala Moça do Brasil, uma associação de cunho social e político, instalado em 28 de novembro de 1933, na sede da Ordem Mystica do Pensamento, na avenida Suburbana, nº 2.618. Na época era bacharelanda de Direito. Foi eleita presidente. A diretoria eleita e empossada foi a seguinte: vice-presidente, Erothilde Ferreira; secretaria geral, Lycia Sobral; 1º secretário, Luiz Mello; 2º secretário, Mariana Ferreira da Silva; 1ª tesoureira, Georgina Coutinho; 2ª tesoureira, Olga Silva; 1º procurador, dr. Theodomiro José de Lima; 2º procurador, Juracy Cardoso <a href="http://memoria.bn.br/pdf/221961/per221961_1933_01100.pdf" target="_blank">(<em>Diário da Noite</em>, 24 de novembro de 1933, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_05/38354" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 24 de novembro de 1933, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/175102/9170" target="_blank"><em>A Batalha,</em> 30 de novembro de 1933, segunda coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_22714" style="width: 206px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/pdf/221961/per221961_1933_01100.pdf" target="_blank"><img class="wp-image-22714 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/bacharelanda.jpg" alt="bacharelanda" width="196" height="147" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/pdf/221961/per221961_1933_01100.pdf" target="_blank"><em>Diário da Noite</em>, 24 de novembro de 1933, segunda coluna</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Era a encarregada, no Brasil, de prestar informações sobre o concurso que a <em>Nero History Society</em> promovia para estudantes matriculados em universidades, escolas secundárias e de ensino superior da América do Sul, América Central, México, Antilhas e ilhas adjacentes ao continente sul-americano (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_05/39394" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 29 de dezembro de 1933, última coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1934</strong></span> &#8211; Como presidente da Ala Moças do Brasil participou de uma reunião da sede do jornal <em>O Proletário, </em>em São João do Meriti<em>, </em>para a discussão de providências em relação à educação e à saúde da classe de trabalhadores  do referido bairro. Almerinda providenciaria junto ao interventor do Estado do Rio, o comandante Ari Parreiras (1890 &#8211; 1945), a abertura de dois postos de socorro para o atendimento de trabalhadores em São João do Meriti, José Bulhões e Xerém. Também pediria que o Ginásio Almerinda Gama fosse aberto no dia 21 de janeiro. Lá funcionaria um educandário para crianças pobres de ambos os sexos, dirigido por Laurentino Garrido. Antônio Hermont havia cedido um barracão na rua Maria Emília, nº 50, em São João do Meriti, para sediá-lo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_06/3305" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 3 de janeiro de 1934, última coluna</a>). A inauguração do ginásio aconteceu em 18 de fevereiro, foi batizado em homenagem à Almerinda, responsável por uma <em>infatigável agitação das causas do ensino</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/175102/9757" target="_blank"><em>A Batalha</em>, 17 de fevereiro de 1934, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_05/40808" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 17 de fevvereiro de 1934, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/20658" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 17 de fevereiro de 1934, segunda coluna</a>).</p>
<p>Participou da recepção oferecida pela Federação Brasileira pelo Progresso Feminino à jornalista norte-americana Marjorie Schuler (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_06/3403" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 17 de janeiro de 1934, terceira coluna</a>).</p>
<p>Foi uma das feministas que enviou à Assembleia Nacional o pedido de voto para artigos da futura Constituição que contemplavam os direitos da mulher (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_05/41783" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 23 de março de 1934, penúltima coluna</a>).</p>
<p>Publicação do artigo <em>Casamentos para todos os gostos</em>, de sua autoria (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/175102/10639" target="_blank"><em>A Batalha</em>, 10 de junho de 1934, primeira coluna</a>).</p>
<p>Participou da homenagem prestada pela Federação Brasileira pelo Progresso da Mulher ao poeta paraibano Antônio Joaquim Pereira da Silva (1876 &#8211; 1944) admitido na Academia Brasileira de Letras (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_12/30408" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 23 de junho de 1934, terceira coluna</a>).</p>
<p>Falando em nome do Sindicato das Datilógrafas e Taquígrafas e de outros sindicatos de trabalhadores do Rio de Janeiro, Almerinda fez um discurso, muito aplaudido, durante a inauguração da sede do Sindicato dos Vendedores Lotéricos, no Beco das Cancelas, nº 8. O interventor do Distrito Federal, Pedro Ernesto (1884 &#8211; 1942), estava presente na solenidade (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_06/4581" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 5 de julho de 1934, quinta coluna</a>).</p>
<p>Dentre outras, ela, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21354" target="_blank">Bertha Lutz (1894 &#8211; 1976)</a> e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22326" target="_blank">Carmen Portinho (1903 &#8211; 2001)</a> foram referidas como pioneiras do feminismo no Brasil (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/337234/43" target="_blank"><em>Walkyrias</em>, agosto de 1934</a>).</p>
<p>Foi uma das dirigentes do Partido Socialista Proletário do Brasil, fundado em agosto de 1934 até 1937, quando foi instaurado o Estado Novo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/221961_01/18816" target="_blank"><em>Diário da Noite</em>, 4 de agosto de 1934, segunda coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_22743" style="width: 325px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/093718_01/19856" target="_blank"><img class="size-full wp-image-22743" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/proletario.jpg" alt="Diário de Notícias, 5 de agosto de 1934" width="315" height="313" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/093718_01/19856" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 5 de agosto de 1934</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já formada em Direito, foi candidata à deputada federal pela legenda Decreto ao Direito ao Trabalho (Congresso Master) nas eleições para a Câmara de Deputados e para o Senado, realizadas em 14 de outubro de 1934. Por esse motivo foi afastada do Partido Socialista Proletariado do Brasil (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093718_01/20389" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 22 de setembro de 1934, terceira coluna</a>).</p>
<p>A outra mulher que também concorreu pelo partido foi Guilly (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_05/47175" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 27 de setembro de 1934, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_05/47406" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 5 de outubro de 1934, terceira coluna</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_05/47516" target="_blank"> <em>Jornal do Brasil</em>, 9 de outubro de 1934, quarta coluna</a>). Não foram eleitas.</p>
<p>No panfleto de Almerinda, lia-se:</p>
<p><span style="color: #800000;">&#8220;<em>Advogada consciente dos direitos das classes trabalhadoras, jornalista combativa e feminista de ação. Lutando pela independência econômica da mulher, pela garantia legal do trabalhador e pelo ensino obrigatório e gratuito de todos os brasileiros em todos os graus</em>&#8220;.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/almerinda3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-22710" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/almerinda3.jpg" alt="almerinda3" width="285" height="403" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pouco antes das eleições, foi publicada uma carta de Almerinda Farias Gama,  respondendo à divulgação do Partido Socialista Proletário do Brasil, que informou que ela havia sido excluída de suas fileiras por ter se tornado <em>propagandista do partido imperialista Master Sistema </em>(<em>Jornal do Brasil</em>, 27 de setembro de 1934).</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1935</span></strong> &#8211; <span style="color: #333333;">Passou </span>a viver com um engenheiro com quem teve um filho, mas ambos faleceram antes dela.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1936</span></strong> &#8211; Publicação de seus poemas <em>Passeio de Automóvel</em> e <em>Aspiração</em> (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/883123/3950" target="_blank"><em>A Gazeta (SC)</em>, 25 de setembro de 1936</a>; <a href="http://memoria.bn.br/docreader/883123/3956" target="_blank"><em>A Gazeta (SC)</em>, 26 de setembro de 1936</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_22724" style="width: 192px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/883123/3950" target="_blank"><img class="wp-image-22724 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/passeio.jpg" alt="passeio" width="182" height="365" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/883123/3950" target="_blank"><em>A Gazeta (SC)</em>, 25 de setembro de 1936</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_22725" style="width: 194px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/883123/3956" target="_blank"><img class="size-full wp-image-22725" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/aspiração.jpg" alt="A Gazeta (SC), 26 de setembro de 1936" width="184" height="347" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/883123/3956" target="_blank"><em>A Gazeta (SC)</em>, 26 de setembro de 1936</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1937</strong></span> &#8211; Identificada como <em>conhecedora de altos ensinos esotéricos</em>, Almerinda proferiu a palestra <em>Viver para si</em>, na Tattwa Fraternidade Exotérica (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/120200/16521" target="_blank"><em>A Nação</em>, 21 de fevereiro de 1937, quinta coluna</a>).</p>
<p>Participou e foi uma das oradoras de uma festa em homenagem a Catulo da Paixão Cearense (1863 &#8211; 1946), na casa do compositor, em Engenho de Dentro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_06/14002" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 25 de agosto de 1937, segunda coluna</a>).</p>
<p>Foi identificada como uma das <em>nossas poetisas humoristas mais interessantes. </em>Um de seus textos, <em>Corrida da bicicleta</em>, foi lido pelo poeta Renato Lacerda, no programa radiofônico<em> Hora do Guri, </em>na Rádio Tupi<em> </em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_06/14049" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 29 de agosto de 1937, primeira coluna</a>)</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1938</strong></span> &#8211; Escreveu as crônicas  <em>Raça,</em><em> Eu e o meu Brasil</em> e <em>Mamãe</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/843709/16237" target="_blank"><em>A Notícia (SC)</em>, 1º de maio de 1938, penúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/843709/16251" target="_blank"><em>A Notícia</em>, 3 de maio de 1938, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/843709/16685" target="_blank"><em>A Notícia (SC)</em>, 22 de junho de 1938, penúltima coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1939</strong></span> &#8211; Era professora em um estabelecimento de ensino particular e também do Departamento de Educação da Prefeitura do Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_05/95015" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 8 de agosto de 1939, terceira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1941</strong></span> &#8211; Foi publicado um anúncio em que Almerinda oferecia seus serviços de datilógrafa, de redatora e de tradutora de francês, inglês e espanhol (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_06/3575" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 23 de junho de 1940, sétima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_06/7367" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 5 de janeiro de 1941, sexta coluna</a>).</p>
<p>Ela e S. Moura ofereciam cursos de datilografia e caligrafia individual ou coletivo, na Escola Prática de Comércio Avalfred, de dia e à noite (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_06/7498" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 12 de janeiro de 1941, sexta coluna</a>).</p>
<p>Almerinda anunciou realizar <em>cópias a máquina em qualquer língua</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_06/9248" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 13 de abril de 1941, sétima coluna</a>). No ano seguinte, voltou a anunciar seus serviços (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_06/17518" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 7 de junho de 1942, quarta coluna</a>).</p>
<p>Enviou um telegrama felicitando o presidente da República, Getulio Vargas (1884 &#8211; 1954), pela promulgação da lei de proteção à família (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_13/6627" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 7 de maio de 1941, primeira coluna</a>).</p>
<p>Falecimento de seu irmão, José da Silva Gama (c. 1891 &#8211; 1941) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/221961_02/9180" target="_blank"><em>Diário da Noite</em>, 11 de setembro de 1941, última coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1942</strong></span> &#8211; Publicação do artigo de sua autoria, <em>Não quero ser doutor</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/111031_04/5796" target="_blank"><em>Jornal das Moças</em>, 6 de agosto de 1942</a>).</p>
<p>Publicou, em 1942, o livro de poesias <em>Zumbi. </em>Foi também a responsável pelas ilustrações (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/083712/74450" target="_blank"><em>Careta</em>, 30 de janeiro de 1943</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_22806" style="width: 341px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/116408/15480" target="_blank"><img class="size-full wp-image-22806" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/zumbi.jpg" alt="A Manhã, 22 de abril de 1942" width="331" height="428" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/116408/15480" target="_blank"><em>A Manhã,</em> 22 de abril de 1942</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ofertou 15 exemplares do livro <em>Zumbi</em> para o leilão promovido pelo <em>Diário da Noite</em> para a compra do  <em>Arará</em>, um avião Catalina PBY-5 da Força Aérea Brasileira<em>, </em>que se tornaria o primeiro avião brasileiro a afundar um submarino do Eixo, o U-199, ao largo da costa do Rio de Janeirom, em 31 de julho de 1943. Foi batizado <em>Arará</em> em homenagem ao navio de carga brasileiro homônimo que havia sido torpedeado no litoral da Bahia, em 17 de agosto de 1943, pelo submarino alemão U-507 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/221961_02/14345" target="_blank"><em>Diário da Noite</em>, 25 de setembro de 1942, sexta coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_22807" style="width: 503px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/108243" target="_blank"><img class="size-full wp-image-22807" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/fon.jpg" alt="Fon-Fon, 15 de agosto de 1942" width="493" height="412" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/108243" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 15 de agosto de 1942</a></p></div>
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<p><span style="color: #800000;"><strong>1943</strong></span> <em>- Zumbi</em> foi inscrito para concorrer ao Prêmio Olavo Bilac da Academia Brasileira de Letras (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_13/16623" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 24 de junho de 1943, última coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1943 / 1944 </strong></span>- Era membro da Associação dos Escreventes da Justiça do Distrito Federal, tendo sido nomeada escrevente juramentada do Tabelião do 9º Ofício de Notas, cargo que exerceu interinamente, até 1944, quando foi efetivada (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_12/12721" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 16 de julho de 1943, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_07/17817" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 2 de fevereiro de 1944, segunda coluna</a>).</p>
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<div style="text-align: center;">
<div id="attachment_22706" style="width: 633px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.youtube.com/watch?fbclid=IwAR2WjeNwYXhao-_1s2Xlo8Mbiv5XqMUMEkrE-fh9lkAemhe_9ikuaooscy4&amp;v=U0oc8sux7yI&amp;feature=youtu.be" target="_blank"><img class="wp-image-22706 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/escreventes.jpg" alt="escreventes" width="623" height="366" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.youtube.com/watch?fbclid=IwAR2WjeNwYXhao-_1s2Xlo8Mbiv5XqMUMEkrE-fh9lkAemhe_9ikuaooscy4&amp;v=U0oc8sux7yI&amp;feature=youtu.be" target="_blank">Fonte: CPDOC &#8211; <em>Almerinda, a luta continua</em>, 1984.</a></p></div>
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<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1944</strong></span> &#8211; Seu poema, <em>Como é triste a prisão</em>, fez parte da programação do festival da bailarina de oito anos, Sally Loretti (c. 1934 -?), no Teatro Carlos Gomes (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_06/27457" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 14 de maio de 1944, quinta coluna</a>). No mesmo ano, a canção <em>Quem chora comigo</em>, música de Hilda Matos e letra de Almerinda, foi apresentada na edição do festival de Sally Loretti em benefício do músico Assis Valente (1911 &#8211; 1958), que estava doente (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_04/30484" target="_blank"><em>A Noite</em>, 19 de novembro de 1944, primeira </a>coluna).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1946</strong></span>- Publicação do poema <em>Figurinha de Quadro Americana</em>, de sua autoria (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/110523_04/33015" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 12 de maio de 1946</a>).</p>
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<div id="attachment_22805" style="width: 327px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/110523_04/33015" target="_blank"><img class="size-full wp-image-22805" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/agosra.jpg" alt="O Jornal, 12 de maio de 1942" width="317" height="206" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/110523_04/33015" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 12 de maio de 1942</a></p></div>
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<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1947</strong> </span>- Participou da <em>festa de arte</em> no Esporte Clube Minerva, promovida pela escritora Hecilda Clark (1909 &#8211; ?) e Leocádia Silva, presidentes das Uniões Femininas Lapa-Esplanada do Senado e Catumbi-Rio Comprido, respectivamente (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/154547/4947" target="_blank"><em>Tribuna Popular</em>, 10 de junho de 1947, penúltima coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Era a tesoureira da diretoria do Curso Popular Chiquinha Gonzaga, na rua do Riachuelo, sob a responsabilidade jurídica de Hecilda Clark (1909 &#8211; ?). Participou de um show em benefício da criação de um ambulatório popular promovido pela entidade e também de uma festa de artistas na sede da Associação Cristã dos Moços, na rua Araújo Porto Alegre, nº 36 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093718_02/33421" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 7 de junho de 1947, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093718_02/33493" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 12 de junho de 1947, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093092_03/30514" target="_blank"><em>Diário Carioca</em>, 12 de novembro de 1947, sexta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_13/38057" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 26 de novembro de 1947, primeira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1949</strong></span> &#8211; A entrevista que deu ao <em>Diário de Notícias</em> sobre a oficialização da Justiça foi manchete de primeira página:<em> Justiça para o povo é gênero de primeira necessidade</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093718_02/45427" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 22 de maio de 1949</a>).</p>
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<div id="attachment_22808" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/093718_02/45427" target="_blank"><img class="size-large wp-image-22808" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/capa2-1024x445.jpg" alt="Diário de Notícias, 22 de 1949" width="768" height="334" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/093718_02/45427" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 22 de maio de 1949</a></p></div>
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<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1955</strong> </span>- Foi uma das jornalistas que assinou um telegrama enviado ao presidente da República reclamando a inscrição na Ordem do Mérito Aeronáutico do nome de Victorino de Oliveira (1882 &#8211; 1964), idealizador e fundador, em 14 de outubro de 1911, do Aeroclube do Brasil. Ele havia sido redator do jornal <em>A Noite</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_06/54053" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 19 de outubro de 1955, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093092_05/8562" target="_blank"><em>Diário Carioca</em>, 20 de janeiro de 1962, primeira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1956</strong> </span>- Foi uma das dirigentes dos trabalhos realizados na instalação da Comissão de apoio à Conferência de Mulheres Trabalhadoras, na Associação Brasileira de Imprensa. Trabalhava no jornal <em>O Dia</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/108081/10420" target="_blank"><em>Imprensa Popular</em>, 28 de janeiro de 1956, penúltima coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1958</strong></span> &#8211; Foi acusada de ter cometido irregularidades como escrevente em uma escritura de compra e venda de imóvel, em Caxias, do qual seria a beneficiada. Teria falsificado a assinatura de Hans Bertold Stochaussen, falecido em 8 de julho de 1947. A Comissão de Investigações levou o inquérito para a Corregedoria. Almerinda sempre afirmou que a transação havia sido legal, o que disse que provaria em juízo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_07/93975" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 15 de outubro de 1958, terceira coluna</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_06/1049" target="_blank"><em> A Noite</em>, 7 de março de 1961, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_07/56211" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 9 de outubro de 1964, quinta coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1961</strong></span> &#8211; Publicação do artigo <em>Sapato &#8211; Artigo de Luxo</em>, de sua autoria, sobre a incidência de verminoses nos trabalhadores (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/092932/106562" target="_blank"><em>O Dia (PR)</em>, 19 de abril de 1961</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1964</strong></span> &#8211; Publicação de <em>O dedo de Luciano, </em>de autoria de Almerinda. A iniciativa foi da Companhia Antárctica Paulista que o distribuiria gratuitamente em todo o país como <em>contribuição à divulgação dos ensinamentos de higiene, em benefício da saúde pública</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_08/61055" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 18 de novembro de 1964, última coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1967</strong> </span>- Almerinda foi demitida do cargo de escrevente juramentada do 9º Ofício de Notas (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_07/80568" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 16 de março de 1967, segunda coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1984</strong> </span>- Em 8 de junho de 1984, foi entrevistada por Angela Maria de Castro Gomes e Eduardo Navarro Stotz <em>no contexto do projeto &#8220;Velhos Militantes&#8221;, em vigência entre os anos de 1983 e 1986, sendo parte integrante do livro homônimo publicado pela Zahar Editores em 1988. A escolha da entrevistada se justificou por sua atuação como militante de movimento feminista nos anos de 1930 e de movimento sindical pró-Getulio Vargas (<a href="http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/historia-oral/entrevista-biografica/almerinda-farias-gama-2?fbclid=IwAR1zLW9M0MCdQpNUO4etzTIEq8U4Acfc13HwX4s9rImLDJfLPOucd7UTyxw" target="_blank">FGV &#8211; CPDOC</a>).</em></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1989</strong> </span>- Publicação de uma foto de Almerinda votando no segundo turno da eleição presidencial (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_10/207023" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 18 de dezembro de 1989</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_22809" style="width: 394px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_10/207023" target="_blank"><img class="size-full wp-image-22809" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/votação.jpg" alt="Jornal do Brasil, 18 de dezembro de 1989" width="384" height="501" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_10/207023" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 18 de dezembro de 1989</a></p></div>
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<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1991</strong></span> &#8211; Foi entrevistada por Joel Zito de Araújo (1954 &#8211; ) que produziu e dirigiu com Ângela Freitas o média-metragem <a href="https://www.youtube.com/watch?v=_9jfbUM_zGQ" target="_blank"><em>Almerinda, uma Mulher de Trinta</em> (1991)</a>, premiado no Festival Guarnicê de Cinema, realizado no Maranhão.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1992</strong> </span>- Gravou uma pequena entrevista para o documentário <em>Memória de Mulheres</em>, dirigido por Maria Angélica Lemos (1958 &#8211; ), para a organização feminista <a href="https://comulher.wixsite.com/comulher/founders" target="_blank">ComMulher</a>. Na época, morava em uma casa em um subúrbio carioca. É a última notícia que se tem de Almerinda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_22705" style="width: 672px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=_9jfbUM_zGQ" target="_blank"><img class="size-full wp-image-22705" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/almerinda1.jpg" alt="Almerinda Farias Gama / Almerinda, uma mulher de trinta" width="662" height="353" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=_9jfbUM_zGQ" target="_blank">Almerinda Farias Gama / <em>Almerinda, uma mulher de trinta</em></a></p></div>
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<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #800000;">1999</span> </strong>- Sua data de morte era até pouco tempo desconhecida e foi revelada pela pesquisa realizada por Patrícia Cibele Tenório para a elaboração de sua dissertação de Mestrado em História, no Programa de Pós-Graduação em História, da Universidade de Brasília, <i>A trajetória de vida de Almerinda Farias Gama (1899-1999) – feminismo, sindicalismo e identidade política </i>(2020): Almerinda faleceu em 31 de março de 1999, em São Paulo.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>2016</strong></span> &#8211; Foi instituído pela prefeitura de São Paulo o Prêmio Almerinda Farias Gama, de incentivo a iniciativas em comunicação social ligadas à defesa da população negra.</p>
<p><a href="https://www.almapreta.com/editorias/realidade/participar-premio-almerinda-farias-gama" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-22719" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/premio1.jpg" alt="premio" width="825" height="320" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>2024</strong> </span>- A jornalista Cibele Tenório, da Universidade de Brasília, encontrou nos arquivos da Escola Nacional de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro 29 partituras inéditas de autoria de Almerinda, compositora de gêneros como o baião, o samba e a valsa. A pianista Renata Sica (19?-), gravou as composições. As partituras foram disponibilizadas pelo Instituto do Piano Brasileiro. Seus temas tratam de amor, lendas amazônicas e canções de ninar.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>2025</strong></span> &#8211; Lançamento do livro <em>Almerinda Gama: a sufragista negra</em>, de autoria de Cibele Tenório, pela Editora Todavia.</p>
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<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/almerinda.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-43838" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/almerinda.jpg" alt="almerinda" width="306" height="455" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.youtube.com/watch?v=U0oc8sux7yI" target="_blank">Veja aqui o documentário <em>Almerinda, a luta continua</em>, dirigido por Cibele Tenório e produzido pela FGV CPDOC Núcleo de Audiovisual e Documentário</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>Ouça aqui algumas músicas de Almerinda executadas pela pianista Renata Cortez Sica:</strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=b_-a2BDx3g0" target="_blank"><span style="color: #800000;"><em>Acalanto</em></span></a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=znEhalE4Z6U" target="_blank"><span style="color: #800000;"><em>Canto de Natal</em></span></a></p>
<p class="has-text-align-center has-medium-font-size" style="text-align: left;"><a style="color: #800000;" href="https://www.youtube.com/watch?v=sCDnRWGPusI" target="_blank"><em>Lamento</em></a></p>
<p class="has-text-align-center has-medium-font-size" style="text-align: left;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=3UQx438n7dc" target="_blank"><span style="color: #800000;"><em>Noturno</em></span></a></p>
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<p style="text-align: left;">Esse artigo foi ampliado em março de 2026.</p>
<p style="text-align: left;">Andrea C. T. Wanderley</p>
<p style="text-align: left;">Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=QMf9mduDZyE" target="_blank"><em>Almerinda, uma mulher de 30</em> Produção: Tapiri Vídeos, SOS CORPO/ TV VIVA &#8211; A Sua Imagem/CCLF Direção: Angela Freitas e Joel Zito Araújo, 1991.</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://mulheres-incriveis.blogspot.com/2013/04/almerinda-farias-gama.html" target="_blank">Blog Mulheres Notáveis</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://www.youtube.com/watch?fbclid=IwAR2WjeNwYXhao-_1s2Xlo8Mbiv5XqMUMEkrE-fh9lkAemhe_9ikuaooscy4&amp;v=U0oc8sux7yI&amp;feature=youtu.be" target="_blank"><em>Almerinda, a luta continua. </em>Filme realizado na 2ª Oficina de Produção Audiovisual do Núcleo de Audiovisual e Documentário FGV/CPDOC. Direção: Cibele Tenório </a></p>
<p style="text-align: left;">DEL PRIORE, Mary (Org.).<em> História das mulheres no Brasil</em>. Coordenação de textos de Carla Bassanesi. São Paulo: Contexto, 1997</p>
<p style="text-align: left;">DEL PRIORI, Mary. <em>História e conversas de mulher</em>. São Paulo: Planeta Brasil, 2014</p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://www.bn.gov.br/explore/acervos/hemeroteca-digital" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p style="text-align: left;">HEYNEMANN, Claudia; RAINHO, Maria do Carmo. <em><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9787" target="_blank">Memória das lutas feministas i</a>n Brasiliana Fotográfica,</em> 8 de agosto de 2017.</p>
<p style="text-align: left;">Marques, Teresa Cristina de Novaes. <em>&#8220;Enfim, eleitoras&#8221;.</em> <i>O voto feminino no Brasil</i> 2ª ed. Brasília: Edições Câmara, 2018.</p>
<p style="text-align: left;">PINTO, Celi Regina Jardim. <em>Uma história do feminismo no Brasil</em>. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo (coleção história do povo brasileiro) 2003.</p>
<div class="row" style="text-align: left;">
<div class="col-md-10">
<p>SCHUMAHER, Schuma; BRAZIL, Erico Vital (organizadores). <em>Dicionário mulheres do Brasil: de 1500 até a atualidade biográfico e ilustrado</em>. Rio de Janeiro : Jorge Zahar Ed., 2000.</p>
<p><a href="https://almapreta.com.br/sessao/cultura/partituras-de-sufragista-negra-sao-encontradas-e-transformadas-em-musicas/" target="_blank">Site Alma Preta</a></p>
<p><a href="http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/historia-oral/entrevista-biografica/almerinda-farias-gama-2" target="_blank">Site CPDOC</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.dmtemdebate.com.br/16-de-maio-de-1899-nasce-almerinda-farias-gama-pioneira-na-presenca-de-mulheres-negras-no-sindicalismo-e-na-politica-brasileira/" target="_blank">Site Democracia e Mundo do Trabalho</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://web.archive.org/web/20060721093625/http://www.festivalguarnice.ufma.br/" target="_blank">Site Festival Guarnicê de Cinema</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://www.historiadealagoas.com.br/trajetoria-da-sufragista-negra-almerinda-farias-gama" target="_blank">Site História de Alagoas</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.mulher500.org.br/carmem-portinho-1903-2001/" target="_blank">Site Mulher 500 anos atrás dos panos</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://www.naval.com.br/blog/2008/11/08/o-brasil-na-segunda-guerra-mundial-o-catalina-que-destruiu-o-u-199/" target="_blank">Site Poder Naval</a></p>
<p style="text-align: left;">TENÓRIO, Patrícia Cibele da Silva. <i>A vida na ponta dos dedos: A trajetória de vida de Almerinda Farias Gama (1899-1999) – feminismo, sindicalismo e identidade política</i>. Dissertação (Mestrado em História) – Programa de Pós-Graduação em História, Universidade de Brasília. Brasília, 2020.</p>
<p style="text-align: left;">TENÓRIO, Patrícia Cibele da Silva. <em>Almerinda Gama: a sufragista negra. </em>Rio de Janeiro :  Editora Todavia, 2025.</p>
<p style="text-align: left;">Youtube</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;">Acesse aqui os outros artigos da Série &#8220;Feministas, graças a Deus!</span><span style="color: #800000;">&#8220;</span></strong></p>
<div class="entry-content">
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19943">Série “Feministas, graças a Deus!” I – Elvira Komel, a feminista mineira que passou como um meteoro, publicado em 25 de julho de 2020, de autoria da historiadora Maria Silvia Pereira Lavieri Gomes, do Instituto Moreira Salles, em parceria com Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20151">Série “Feministas, graças a Deus!” II  – Natércia da Cunha Silveira (1905 – 1993), o jequitibá da floresta, publicado em 20 de agosto de 2020, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, pesquisadora e editora do portal Brasiliana Fotográfica</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21354">Série “Feministas, graças a Deus!” III  – Bertha Lutz e a campanha pelo voto feminino: Rio Grande do Norte, 1928, publicado em 29 de setembro de 2020, de autoria de Maria do Carmo Rainha, doutora em História e pesquisadora do Arquivo Nacional</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21588">Série “Feministas, graças a Deus!” IV  – Uma sufragista na metrópole: Maria Prestia (? – 1988), publicado em 29 de outubro de 2020, de autoria de Claudia Heynemann, doutora em História e pesquisadora do Arquivo Nacional</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21770" target="_blank">Série “Feministas, graças a Deus!” V – Feminista do Amazonas: Maria de Miranda Leão (1887 – 1976),<em><strong> </strong></em>publicado em 26 de novembro de 2020, de autoria de Maria Elizabeth Brêa Monteiro, mestre em História e pesquisadora do Arquivo Nacional</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16746">Série “Feministas, graças a Deus!” VI – Júlia Augusta de Medeiros (1896 – 1972) fotografada por Louis Piereck (1880 – 1931), publicado em 9 de dezembro de 2020, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, pesquisadora e editora do portal Brasiliana Fotográfica</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22326" target="_blank">Série “Feministas, graças a Deus!” VIII – A engenheira e urbanista Carmen Portinho (1903 – 2001), publicado em 6 de abril de 2021, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, pesquisadora e editora do portal Brasiliana Fotográfica</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=23174" target="_blank">Série “Feministas, graças a Deus!” IX – Mariana Coelho (1857 – 1954), a “Beauvoir tupiniquim”, publicado em 15 de junho de 2021, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, pesquisadora e editora do portal Brasiliana Fotográfica</a></span></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=24659" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série “Feministas, graças a Deus!” X &#8211; Maria Luiza Dória Bittencourt (1910 – 2001), a eloquente primeira deputada da Bahia, publicado em 25 de março de 2022, de autoria de Andrea C. T. Wanderle</span>y<span style="color: #800000;">, pesquisadora e editora do portal Brasiliana Fotográfica</span></a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26964" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série &#8220;Feministas, graças a Deus!&#8221; XI e série &#8220;1922 &#8211; Hoje, há 100 anos&#8221; VI &#8211; A fundação da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, publicado em 9 de agosto de 2022, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, pesquisadora e editora do portal Brasiliana Fotográfica</span></a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30702" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série &#8220;Feministas, graças a Deus!&#8221; XII e série &#8220;1922 &#8211; Hoje, há 100 anos&#8221; XI &#8211; A 1ª Conferência para o Progresso Feminino, publicado em 19 de dezembro de 2022, de autoria de Maria Elizabeth Brêa Monteiro, historiadora do Arquivo Nacional</span></a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31236" target="_blank">Série “Feministas, graças a Deus!” XIII &#8211; E as mulheres conquistam o direito do voto no Brasil!, publicado em 24 de fevereiro de 2023, de autoria de Andrea C T. Wanderley, pesquisadora e editora do portal Brasiliana Fotográfica</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31474" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série &#8220;Feministas, graças a Deus!&#8221; XIV &#8211; No Dia Internacional da Mulher, Alzira Soriano, a primeira prefeita do Brasil e da América Latina, publicado em 8 de março de 2023, de autoria de Andrea C T. Wanderley, pesquisadora e editora do portal Brasiliana Fotográfica</span></a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31902%20" target="_blank">Série &#8220;Feministas, graças a Deus!&#8221; XV &#8211; No Dia dos Povos Índígenas, Leolinda Daltro,&#8221;a precursora do feminismo indígena&#8221; e a &#8220;nossa Pankhurst, publicado em 19 de abril de 2023, de autoria de Andrea C T. Wanderley, pesquisadora e editora do portal Brasiliana Fotográfica</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32513" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série “Feministas, graças a Deus!” XVI – O I Salão Feminino de Arte, em 1931, no Rio de Janeiro, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, pesquisadora e editora do portal Brasiliana Fotográfica, publicado em 30 de junho de 2023</span></a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34804" target="_blank"><span style="color: #990000;">Série &#8220;Feministas, graças a Deus!&#8221; XVII &#8211; Anna Amélia Carneiro de Mendonça e o Zeppelin, equipe de Documentação da Escola de Ciências Sociais FGV CPDOC, em parceira com Andrea C.T. Wanderley, publicado em 5 de janeiro de 2024</span></a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="%20https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=35687" target="_blank">Série &#8220;Feministas, graças a Deus!&#8221; XVIII &#8211; Júlia Lopes de Almeida (1862 &#8211; 1934), a &#8220;escritora da Belle Époque tropical&#8221;, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, pesquisadora e editora do portal Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2024</a></p>
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