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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Pró-Matre</title>
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		<title>Série &#8220;1922 &#8211; Hoje, há 100 anos&#8221; VI e série &#8220;Feministas, graças a Deus!&#8221; XI &#8211; A fundação da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2022 12:12:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
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		<description><![CDATA[O assunto do sexto artigo da "Série 1922 - Hoje há 100 anos" e do décimo primeiro artigo da série "Feministas, graças a Deus", é a fundação, em 9 de agosto de 1922, da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino (FBPF), iniciativa vinculada ao movimento sufragista internacional, principal tendência do feminismo no início do século XX. As outras reivindicações, em resumo, eram a igualdade entre os sexos e a independência da mulher.  Sua existência foi fundamental para o processo de emancipação das mulheres no Brasil. Destacamos as atuações das feministas Bertha Lutz  (1894 – 1976), Carmen Portinho (1903 - 2001), Jeronyma Mesquita (1880 - 1972) e Stella de Carvalho Guerra Duval (1879 - 1971), algumas das fundadoras da entidade, que sucedeu a Liga pela Emancipação Intelectual da Mulher e a Liga pelo Progresso Feminino.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O assunto do sexto artigo da Série <em>1922 &#8211; Hoje há 100 anos</em> e do décimo primeiro artigo da série <em>Feministas, graças a Deus</em>, é a fundação, em 9 de agosto de 1922, da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino (FBPF), iniciativa vinculada ao movimento sufragista internacional, principal objetivo do feminismo no início do século XX.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_45348" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://picryl.com/media/ata-da-primeira-reuniao-de-diretoria-da-fbpf-7c8f00" target="_blank"><img class="size-full wp-image-45348" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/ata-da-primeira-reuniao-de-diretoria-da-fbpf-7c8f00.jpg" alt="Ata da primeira Reunião da Federação Brasileira pelo Progresso da Mulher, realizada em 14 de agosto de 1922" width="744" height="1024" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://picryl.com/media/ata-da-primeira-reuniao-de-diretoria-da-fbpf-7c8f00" target="_blank">Ata da primeira Reunião da Federação Brasileira pelo Progresso da Mulher, realizada em 14 de agosto de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>As outras reivindicações feministas eram, em resumo, a igualdade entre os sexos e a independência da mulher. A existência da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino foi fundamental para o processo de emancipação das mulheres no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 811px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4943" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4943/BR_RJANRIO_Q0_ADM_EVE_ASO_FOT_0001__TTO.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="801" height="607" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4943" target="_blank">Sócias da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino em visita ao Instituto Osvaldo Cruz, 1921-1930. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Arquivo Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda em 1922, em dezembro, a FBPF promoveu o I Congresso Internacional Feminista no Rio de Janeiro e recebeu a medalha de ouro na Exposição Internacional do Centenário da Independência (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/5661" target="_blank"><em>Revista da Seman</em>a, 2 de julho de 1932</a>). <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21354" target="_blank">Bertha Lutz  (1894 – 1976)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22326" target="_blank">Carmen Portinho (1903 &#8211; 2001)</a>, Jeronyma Mesquita (1880 &#8211; 1972) e Stella de Carvalho Guerra Duval (1879 &#8211; 1971) foram algumas das fundadoras da entidade, que sucedeu a Liga pela Emancipação Intelectual da Mulher e a Liga pelo Progresso Feminino. Eram mulheres com excelente escolaridade e conheciam as direções dos movimentos feministas tanto na Europa como nos Estados Unidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?rpp=10&amp;page=2&amp;query=feminismo&amp;group_by=none&amp;etal=0" target="_blank">Acessando o link para as fotografias  relacionadas ao feminismo no Brasil disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bertha Lutz, cuja biografia confunde-se com a história da FBPF, e Stella de Carvalho Guerra Duval foram designadas presidente e vice-presidente, respectivamente; a secretaria geral coube a Valentina Biosca (? -?) e a segunda secretaria a Esther Salgado Monteiro (?-?). A tesouraria ficou a cargo de Corina Barreiros (? -?) e a escritora Júlia Lopes de Almeida (1862 &#8211; 1934) foi eleita presidente de honra da federação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_03/5661" target="_blank"><img class=" size-full wp-image-26982 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/fbpf.jpg" alt="fbpf" width="309" height="503" /></a></p>
<div id="attachment_26983" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_03/5661" target="_blank"><img class=" wp-image-26983" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/fbpf1.jpg" alt="Revista da Semana, de 1932" width="300" height="453" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/5661" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 2 de julho de 1932</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em seu início, as reuniões da FBPF ocorriam nas residências das sócias, já que a entidade não tinha sede própria. Sua primeira sede ficava na avenida Rio Branco, 117 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/5661" target="_blank"><em>Revista da Seman</em>a, 2 de julho de 1932</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6581" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6581/BR_RJANRIO_Q0_ADM_CPA_VFE_FOT_0023_m0001de0001.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="800" height="495" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6581" target="_blank">Banquete oferecido no Hotel Glória à Júlia Barbosa, primeira eleitora do Brasil, pela Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, 23 de junho de 1928. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Arquivo Nacional &#8211; Bertha Lutz está sentada com roupa clara e Carmen Portinho e Jerônima Mesquista são a segunda e a terceira, também sentadas, da esquerda para a direita, respectivamente</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No fim dos anos 20, a FBPF reunia várias associações profissionais de mulheres e possuía núcleos em vários estados, com destaque para os de Alagoas, sob a direção de Lili Lages (1907 &#8211; 2003), primeira mulher eleita deputada da Assembleia Legislativa de Alagoas, em 1934; da Bahia, dirigido por<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=24659" target="_blank"> Maria Luísa Dória Bittencourt (1910 &#8211; 2001)</a>, primeira deputada estadual da Bahia, em 1935; de Minas Gerais, pela advogada <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19943" target="_blank">Elvira Kommel (1906 &#8211; 1932)</a>; e de Pernambuco, por Nícia Sá Pereira.</p>
<p>Houve, durante os cerca de 15 anos da entidade, uma cisão, em 1930, devido a divergências entre Bertha Lutz e a advogada gaúcha<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20151" target="_blank"> Natércia da Cunha Silveira (1905 – 1993)</a> em relação a questões de engajamento partidário. Natércia saiu da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino e fundou a Aliança Nacional de Mulheres, no Rio de Janeiro, em 30 de janeiro de 1931. A entidade era mobilizada pelo tema do trabalho e foi registrada em 7 de março do mesmo ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20301" style="width: 360px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/297984/1838"><img class="size-full wp-image-20301" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/07/esstatuto.jpg" alt="Objetivos da Aliança Nacional de Mulheres / A Esquerda, 13 de março de 1931" width="350" height="196" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/297984/1838" target="_blank">Objetivos da Aliança Nacional de Mulheres / <em>A Esquerda</em>, 13 de março de 1931</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A FBPF liderou conquistas como a criação da União Universitária Feminina, em 13 de janeiro de 1929, sob a presidência de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22326" target="_blank">Carmen Portinho (1903 &#8211; 2001)</a>; as leis de proteção à mulher e à criança; o ingresso de meninas no Colégio Pedro II, a equiparação da Escola Normal aos cursos secundários oficiais e o voto feminino.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter wp-image-22558 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/união1.jpg" alt="A Noite, 14 de janeiro de 1929" width="415" height="530" /><a href="http://memoria.bn.br/docreader/348970_02/24710" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29000 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/portinho.jpg" alt="A Noite, 14 de janeiro de 1929" width="411" height="302" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1930-1939/decreto-21076-24-fevereiro-1932-507583-publicacaooriginal-1-pe.html">Decreto nº 21.076</a>, de 24 de fevereiro de 1932 instituiu o Código Eleitoral Provisório e reconheceu o direito de voto às mulheres.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 713px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5061" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5061/BR_RJANRIO_Q0_ADM_CPA_VFE_FOT_0011_TTO__ref.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="703" height="502" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5061" target="_blank">Primeiras eleitoras do Brasil na cidade de Natal, 1928. Natal, Rio Grande do Norte / Acervo Arquivo Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a instauração do Estado Novo, em 10 de novembro de 1937, Bertha Lutz foi se afastando da FBPF e a entidade perdeu sua força. Em 1940, a escritora e declamadora Maria Sabina de Albuquerque (1898 &#8211; 1991) passou a presidi-la.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28093" style="width: 261px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/093718_01/14070" target="_blank"><img class="size-full wp-image-28093" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/sabina.jpg" alt="Maria Sabina de Albuquerque / Diário de Notícias, 5 de abril de 1933" width="251" height="371" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/093718_01/14070" target="_blank">A escritora e declamadora Maria Sabina de Albuquerque / <em>Diário de Notícias</em>, 5 de abril de 1933</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28054" style="width: 276px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_08/32433" target="_blank"><img class="size-full wp-image-28054" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/progresso.jpg" alt="Correio da Manhã, 3 de agosto de 1972" width="266" height="517" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_08/32433" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 3 de agosto de 1972</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Pequeno perfil de algumas das fundadoras da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>Bertha Lutz</strong></span> (1894 &#8211; 1976) foi um dos principais nomes do feminismo no Brasil. Em 1932,  foi uma das duas mulheres nomeadas para integrar a comissão para elaborar o ante-projeto da nova Constituição – a outra foi a advogada <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20151" target="_blank">Natércia da Cunha Silveira (1905 – 1993)</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 709px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5030" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5030/BR_RJANRIO_Q0_ADM_CPA_VFE_FOT_0007_001_TTO__ref.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="699" height="418" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5030" target="_blank">Bertha Lutz na cidade de Natal, um dos locais em que fez campanha pelo voto feminino, 1928. Natal, RN / Acervo Arquivo Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1936, Bertha, bióloga por formação, assumiu o mandato de deputada na Câmara Federal. Sempre ocupou importantes cargos públicos, dentre eles a chefia do setor de Botânica do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12889" target="_blank">Museu Nacional</a>, cargo no qual se aposentou em 1964. Em agosto de 1965, recebeu o título de professora emérita da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Sua vida sempre esteve ligada à ciência e à luta pela emancipação da mulher. Nasceu em São Paulo, em 2 de agosto de 1894, filha da enfermeira inglesa Amy Marie Gertrude Fowler (1869 – 1922 ) e do cientista e pioneiro da Medicina Tropical, Adolpho Lutz (1855 – 1940). Faleceu no Rio de Janeiro, em 16 de setembro de 1976.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Carmen Velasco Portinho </strong></span>(1903 &#8211; 2001) nasceu em Corumbá, no Mato Grosso, em 26 de janeiro de 1903, e foi uma militante das causas feministas como o sufrágio feminino, além de ativista pela educação das mulheres e pela valorização do trabalho feminino fora da esfera doméstica, tendo sido uma das primeiras mullheres a se formar em Engenheira Civil (1925) e a primeira a obter o título de urbanista (1939) no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 455px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6571" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6571/BR_RJANRIO_Q0_ADM_CPA_VFE_FOT_0025_m0001de0001.jpg.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="445" height="702" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6571" target="_blank">Serviço Fotográfico de Vida Doméstica. Carmen Portinho, 1931. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Arquivo Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sempre na vanguarda, foi uma mulher graciosa, cheia de energia, culta, inteligente, dinâmica, tenaz, considerada simpática e afável. E, segundo a própria, apesar de ter tido uma vida de muito trabalho, sempre se divertiu. Viveu quase todo o século XX, tendo falecido em 25 de julho de 2001.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>A enfermeira Jerônima Mesquita</strong></span> (1880 &#8211; 1972) e <strong><span style="color: #800000;">Stella de Carvalho Guerra Duval</span> </strong>(1879 &#8211; 1971) eram muito amigas e participaram juntas de diversos projetos além da FBPF.</p>
<p>Jerônima era mineira de Leopoldina. Trabalhou como voluntária da Cruz Vermelha na França e na Suíça durante a Primeira Guerra Mundial. Durante a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18866" target="_blank">Gripe Espanhola</a>, já de volta ao Brasil, como associada da entidade Damas da Cruz Verde, ao lado de sua mãe, a baronesa do Bonfim, e de sua amiga Stella de Carvalho Guerra Duval, coordenou a assistência às vítimas da pandemia, no Rio de Janeiro, improvisando enfermarias de emergências dentro dos hospitais cariocas. Cerca de 14 senhoras da sociedade carioca faziam parte do grupo Damas da Cruz Verde.</p>
<p>Foi a partir dessa experiência que surgiu o projeto de criação da Pró-Matre, cuja fundação aconteceu na casa da família Duval, em 1º de abril de 1918, com a presença de Jerônima, da promotora cultural e feminista Laurinda Santos Lobo (1878 &#8211; 1946) e da escritora e também feminista Maria Eugênia Celso Carneiro de Mendonça (1886 &#8211; 1963), dentre outras mulheres, além do ginecologista e obstetra Fernando Magalhães (1871-1944) e do marido de Stella, o fotógrafo amador, barítono e poeta Fernando Guerra Duval (18? &#8211; 1959), com que havia se casado em 1º de dezembro de 1908. Formavam um casal muito popular e frequentavam os salões mais requintados e intelectualizados do Rio de Janeiro, além de terem sido festejados anfitriões de muitas festas e reuniões em seu palacete na rua Barão de Itambi, em Botafogo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/107670_03/717"><em>O Imparcial</em>, 31 de julho de 1935, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/107468/16091"><em>Illustração Brasileira</em>, janeiro de 1939</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32572" style="width: 890px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/25532" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32572" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/guerraduval1.jpg" alt="Fernando Guerra Duval é o primeiro em pé, da esquerda pra a direita; e Stella está entada / Fon Fon, 5 de agosto de 1916" width="880" height="538" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/25532" target="_blank">Fernando Guerra Duval é o primeiro em pé, da esquerda pra a direita; e Stella está sentada com a mão no queixo / <em>Fon Fon</em>, 5 de agosto de 1916</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Voltando à Pró-Matre. A primeira maternidade foi inaugurada em 9 de fevereiro de 1919, em um casarão na avenida Venezuela, cedido por Venceslau Brás (1868 &#8211; 1966), presidente da República. Stella foi tesoureira da entidade por quase vinte anos e sua presidente perpétua (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_03/18108" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 4 de dezembro de 1908, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_05/69775" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 5 de dezembro de 1951, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/94640" target="_blank"><em>O Cruzeiro</em>, 12 de novembro de 1955</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_26970" style="width: 203px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.scielo.br/j/hcsm/a/McPFHkDyqNwLrtRNhJdjfjN/?lang=pt&amp;format=pdf" target="_blank"><img class="size-full wp-image-26970" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/stella.jpg" alt="Stella Duval / Arquivo Pró-Matre" width="193" height="271" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.scielo.br/j/hcsm/a/McPFHkDyqNwLrtRNhJdjfjN/?lang=pt&amp;format=pdf" target="_blank">Stella Duval / Arquivo Pró-Matre</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1919, Jerônima e Stella com Bertha Lutz, a escritora Maria Eugênia Celso Carneiro de Mendonça (1886 &#8211; 1963), a educadora Maria Lacerda de Moura (1887 &#8211; 1945), Isabel Imbassahy Chermont, a escritora Júlia Lopes de Almeida (1862 &#8211; 1934), Valentina Biosca, Esther Salgado Monteiro e Corina Barreiros criaram a Liga para a Emancipação Intelectual da Mulher. Em 1922, foi substituída pela Federação Brasileira pelo Progresso Feminino.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_26969" style="width: 309px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_04/25108" target="_blank"><img class="size-full wp-image-26969" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/jeronima.jpg" alt="Revista da Semana, 10 de julho de 1948" width="299" height="369" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_04/25108" target="_blank">Jerônima Mesquista<em> / Revista da Semana</em>, 10 de julho de 1948</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Jerônima fundou, em 1920, a Federação das Bandeirantes do Brasil e foi sua primeira presidente, tendo, devido à sua dedicação, sido homenageada com o título de Chefe Fundadora do Movimento Bandeirante brasileiro. Participou também da fundação da Associação Brasileira de Educação (1924) e da criação do Conselho Nacional das Mulheres (1947). Foi uma das pioneiras na luta pelo direito ao voto feminino, participando ativamente do movimento sufragista de 1932.</p>
<p>Em 1926, quando <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11797" target="_blank">Madame Curie e sua filha, Irène Joliot-Curie (1897 &#8211; 1956) visitaram o Brasil</a>, tanto Jerônima como Stella as receberam. Na ocasião, Jerônima presidia o Conselho Nacional de Mulheres (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/24183" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 31 de janeiro de 1926, quarta coluna</a>). A cientista compareceu a uma reunião das senhoras da comissão de recepção organizada pela Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, na casa da tesoureira da instituição, Stella de Carvalho Guerra Duval (1879 – 1971)(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26368" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 11 de agosto de 1926, quarta coluna</a>). Houve também uma recepção oferecida pela baronesa de Bonfim (1862-1953) e por Jerônima. Entre os presentes, os ministros Félix Pacheco (1879 – 1935), Miguel Calmon (1879 – 1935) e Edmundo da Veiga (1869 – 1946), o prefeito do Rio de Janeiro, Alaor Prata (1882 – 1964), além de embaixadores, diplomatas, acadêmicos, enfim personalidades importantes de diversos setores da sociedade ( <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/26321" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 7 de agosto de 1926, quarta coluna</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_02/12133" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 7 de agosto de 1927</a>). Lembramos que Carmen Portinho e Bertha Lutz eram integrantes da comissão de senhoras da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino responsável pela programação da cientista e de sua filha, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Em homenagem a Jerônima, o dia 30 de abril, data de seu nascimento, em 1880, é o Dia Nacional da Mulher, instituído pela <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/1980-1988/l6791.htm" target="_blank">Lei nº 6.791</a>, de 9 de junho de 1980. Faleceu, em 10 de dezembro de 1972, no Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_09/74669" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 11 de dezembro de 1971</a>).</p>
<p>Stella de Carvalho Guerra Duval nasceu em 1º de dezembro de 1879 e faleceu em 2 de fevereiro de 1971, no Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_09/25543" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 3 de fevereiro de 1971, última coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>BARRETO, Maria Renilda Nery. <a href="https://www.scielo.br/j/hcsm/a/McPFHkDyqNwLrtRNhJdjfjN/?lang=pt&amp;format=pdf" target="_blank"><em>Pro Matre: arquivo e fontes para a história da maternidade no Rio de Janeiro</em></a>, 2011.</p>
<p>DEL PRIORE, Mary (Org.). <em>História das mulheres no Brasil</em>. Coordenação de textos de Carla Bassanesi. São Paulo: Contexto, 1997</p>
<p>DEL PRIORI, Mary. <em>História e conversas de mulher</em>. São Paulo: Planeta Brasil, 2014</p>
<p><a href="https://www.bn.gov.br/explore/acervos/hemeroteca-digital" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>HEYNEMANN, Claudia; RAINHO, Maria do Carmo. <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9787" target="_blank"><em>Memória das lutas feministas</em></a> in Brasiliana Fotográfica, 8 de agosto de 2017.</p>
<p>PINTO, Celi Regina Jardim. <em>Uma história do feminismo no Brasil</em>. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo (coleção história do povo brasileiro) 2003.</p>
<p>SCHUMAHER, Schuma; BRAZIL, Erico Vital (organizadores). <em>Dicionário mulheres do Brasil: de 1500 até a atualidade biográfico e ilustrado</em>. Rio de Janeiro : Jorge Zahar Ed., 2000.</p>
<p><a href="http://www.mulher500.org.br/" target="_blank">Site Mulher 500 anos atrás dos panos</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;">Acesse aqui os outros artigos da Série &#8220;Feministas, graças a Deus!</span><span style="color: #800000;">&#8220;</span></strong></p>
<div class="entry-content">
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19943">Série “Feministas, graças a Deus!” I – Elvira Komel, a feminista mineira que passou como um meteoro, publicado em 25 de julho de 2020, de autoria da historiadora Maria Silvia Pereira Lavieri Gomes, do Instituto Moreira Salles, em parceria com Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20151">Série “Feministas, graças a Deus!” II  – Natércia da Cunha Silveira (1905 – 1993), o jequitibá da floresta, publicado em 20 de agosto de 2020, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, pesquisadora e editora do portal Brasiliana Fotográfica</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21354">Série “Feministas, graças a Deus!” III  – Bertha Lutz e a campanha pelo voto feminino: Rio Grande do Norte, 1928, publicado em 29 de setembro de 2020, de autoria de Maria do Carmo Rainha, doutora em História e pesquisadora do Arquivo Nacional</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21588">Série “Feministas, graças a Deus!” IV  – Uma sufragista na metrópole: Maria Prestia (? – 1988), publicado em 29 de outubro de 2020, de autoria de Claudia Heynemann, doutora em História e pesquisadora do Arquivo Nacional</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21770" target="_blank">Série “Feministas, graças a Deus!” V – Feminista do Amazonas: Maria de Miranda Leão (1887 – 1976),<em><strong> </strong></em>publicado em 26 de novembro de 2020, de autoria de Maria Elizabeth Brêa Monteiro, mestre em História e pesquisadora do Arquivo Nacional</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16746">Série “Feministas, graças a Deus!” VI – Júlia Augusta de Medeiros (1896 – 1972) fotografada por Louis Piereck (1880 – 1931), publicado em 9 de dezembro de 2020, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, pesquisadora e editora do portal Brasiliana Fotográfica</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22708" target="_blank">Série “Feministas, graças a Deus!” VII – Almerinda Farias Gama (1899 – 1999), uma das pioneiras do feminismo no Brasil, publicado em 26 de fevereiro de 2021, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, pesquisadora e editora do portal Brasiliana Fotográfica</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22326" target="_blank">Série “Feministas, graças a Deus!” VIII – A engenheira e urbanista Carmen Portinho (1903 – 2001), publicado em 6 de abril de 2021, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, pesquisadora e editora do portal Brasiliana Fotográfica</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=23174" target="_blank">Série “Feministas, graças a Deus!” IX – Mariana Coelho (1857 – 1954), a “Beauvoir tupiniquim”, publicado em 15 de junho de 2021, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, pesquisadora e editora do portal Brasiliana Fotográfica</a></span></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=24659" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série “Feministas, graças a Deus!” X &#8211; Maria Luiza Dória Bittencourt (1910 – 2001), a eloquente primeira deputada da Bahia, publicado em 25 de março de 2022, de autoria de Andrea C. T. Wanderle</span>y<span style="color: #800000;">, pesquisadora e editora do portal Brasiliana Fotográfica</span></a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30702" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série &#8220;Feministas, graças a Deus!&#8221; XII e série &#8220;1922 &#8211; Hoje, há 100 anos&#8221; XI &#8211; A 1ª Conferência para o Progresso Feminino, publicado em 19 de dezembro de 2022, de autoria de Maria Elizabeth Brêa Monteiro, historiadora do Arquivo Nacional</span></a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31236" target="_blank">Série “Feministas, graças a Deus!” XIII &#8211; E as mulheres conquistam o direito do voto no Brasil!, publicado em 24 de fevereiro de 2023, de autoria de Andrea C T. Wanderley, pesquisadora e editora do portal Brasiliana Fotográfica</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31474" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série &#8220;Feministas, graças a Deus!&#8221; XIV &#8211; No Dia Internacional da Mulher, Alzira Soriano, a primeira prefeita do Brasil e da América Latina, publicado em 8 de março de 2023, de autoria de Andrea C T. Wanderley, pesquisadora e editora do portal Brasiliana Fotográfica</span></a></p>
</div>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31902%20" target="_blank">Série &#8220;Feministas, graças a Deus!&#8221; XV &#8211; No Dia dos Povos Índígenas, Leolinda Daltro,&#8221;a precursora do feminismo indígena&#8221; e a &#8220;nossa Pankhurst, publicado em 19 de abril de 2023, de autoria de Andrea C T. Wanderley, pesquisadora e editora do portal Brasiliana Fotográfica</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32513" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série “Feministas, graças a Deus!” XVI – O I Salão Feminino de Arte, em 1931, no Rio de Janeiro, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, pesquisadora e editora do portal Brasiliana Fotográfica, publicado em 30 de junho de 2023</span></a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34804" target="_blank"><span style="color: #990000;">Série &#8220;Feministas, graças a Deus!&#8221; XVII &#8211; Anna Amélia Carneiro de Mendonça e o Zeppelin, equipe de Documentação da Escola de Ciências Sociais FGV CPDOC, em parceira com Andrea C.T. Wanderley, publicado em 5 de janeiro de 2024</span></a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="%20https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=35687" target="_blank">Série &#8220;Feministas, graças a Deus!&#8221; XVIII &#8211; Júlia Lopes de Almeida (1862 &#8211; 1934), a &#8220;escritora da Belle Époque tropical&#8221;, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, pesquisadora e editora do portal Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2024</a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>Links para os artigos já publicados da Série<em> 1922 &#8211; Hoje, há 100 anos</em></strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22501" target="_blank">Série <em>1922 &#8211; Hoje, há 100 anos I &#8211; Os Batutas embarcam para Paris</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, publicado em 29 de janeiro de 2022</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26620" target="_blank">Série <em>1922</em> &#8211; <em>Hoje, há 100 anos</em> <em>II</em>-<em> A Semana de Arte Moderna</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, publicado em 13 de fevereiro de 2022, na Brasiliana Fotográfica</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26624">Série <em>1922 &#8211; Hoje, há 100 anos III</em> &#8211; <em>A eleição de Artur Bernardes e a derrota de Nilo Peçanha</em>, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, publicado em 1º de março de 2022, na Brasiliana Fotográfica</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27434" target="_blank" rel="bookmark">Série <em>1922 &#8211; Hoje, há 100 anos</em> <em>IV</em> – A primeira travessia aérea do Atlântico Sul, realizada pelos aeronautas portugueses Gago Coutinho e Sacadura Cabral, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, publicada em 17 de junho de 2022, na Brasiliana Fotográfica</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27715" target="_blank">Série <em>1922 &#8211; Hoje, há 100 anos</em> <em>V</em> – A Revolta do Forte de Copacabana, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, publicada em 5 de julho de 2022, na Brasiliana Fotográfica</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11397">Série <em>1922 – Hoje, há 100 anos VII</em> &#8211; A morte de Gastão de Orleáns, o conde d´Eu (Neuilly-sur-Seine, 28/04/1842 &#8211; Oceano Atlântico 28/08/1922), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, publicado em 28 de agosto de 2022, na Brasiliana Fotográfica.</a></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17940" target="_blank">Série <em>1922 &#8211; Hoje, há 100 anos VIII</em> &#8211; A abertura da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil e o centenário da primeira grande transmissão pública de rádio no país, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, publicado em 7 de setembro de 2022, na Brasiliana Fotográfica.</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29862" target="_blank">Série <em>1922 &#8211; Hoje, há 100 anos IX</em> – O centenário do Museu Histórico Nacional, de autoria de Maria Isabel Lenzi, historiadora do Musseu Histórico Nacional, publicado em 12 de outubro de 2022, na Brasiliana Fotográfica.</a></p>
<p style="text-align: left;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=28798" target="_blank">Série <em>1922 &#8211; Hoje, há 100 anos X</em> &#8211;  A morte do escritor Lima Barreto (1881 &#8211; 1922), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, publicado em 1º denovembro de 2022, na Brasiliana Fotográfica</a></p>
<p style="text-align: left;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30702" target="_blank">Série <em>1922 &#8211; Hoje, há 100 anos XI</em> –<strong> </strong>1ª Conferência pelo Progresso Feminino e o “bom” feminismo, de autoria de Maria Elizabeth Brêa Monteiro, antropóloga do Arquivo Nacional, publicado em 19 de dezembro de 2022, na Brasiliana Fotográfica.</a></p>
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