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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; monumento</title>
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		<title>A Fonte Adriano Ramos Pinto por Guilherme Santos e Marc Ferrez</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jul 2023 12:21:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[doação]]></category>
		<category><![CDATA[Fonte Adriano Ramos Pinto]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Pereira Passos]]></category>
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		<category><![CDATA[história]]></category>
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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica destaca três fotografias estereoscópicas da Fonte Adriano Ramos Pinto: uma produzida pelo fotógrafo amador Guilherme Santos e duas por Marc Ferrez. A fonte foi inaugurada pelo presidente Rodrigues Alves, em 24 de fevereiro de 1906, no jardim da Glória, e foi o poeta Olavo Bilac que fez o agradecimento ao senhor Ramos Pinto em nome da Prefeitura do Rio de Janeiro. O monumento, de autoria do escultor parisiense Eugène Thievier, foi doado ao Rio de Janeiro por Adriano e Antônio Ramos Pinto, proprietários da Casa Adriano Ramos Pinto, de Portugal. A inauguração aconteceu dentro do contexto da reforma urbana realizada no Rio de Janeiro pelo prefeito Francisco Pereira Passos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div dir="auto" style="text-align: left;">A Brasiliana Fotográfica destaca três <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14719" target="_blank">fotografias estereoscópicas</a> da Fonte Adriano Ramos Pinto &#8211; a Fonte da Juventude: uma produzida pelo fotógrafo amador <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank">Guilherme Santos (1871 &#8211; 1966)</a> e duas por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a>. A fonte foi inaugurada pelo presidente <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18866" target="_blank">Rodrigues Alves (1848 &#8211; 1919)</a>, em 24 de fevereiro de 1906, no jardim da Glória (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_03/10949" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 25 de fevereiro de 1906, primeira coluna</a>).</div>
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<div style="width: 713px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10062" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10062/007_IMG_1812.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="703" height="329" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10062" target="_blank">Marc Ferrez. Fonte Adriano Ramos Pinto &#8211; Fonte da Juventude, c. 1912. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29513" style="width: 402px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=103730_04&amp;pagfis=11571" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29513" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/juventude4.jpg" alt="Gazeta de Notícias, 25 de fevereiro de 1906" width="392" height="387" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=103730_04&amp;pagfis=11571" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 25 de fevereiro de 1906</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estava localizada onde havia o Mercado da Glória, demolido em 1904 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_04/7595" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 7 de maio, quarta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 708px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10615" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10615/002008AV020.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="" width="698" height="514" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10615" target="_blank">Torres. Demolição do mercado da Glória; ao fundo, o Outeiro da Glória, 1904. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<p><a href=" https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/335" target="_blank">Acessando o link para as fotografias estereoscópicas da Fonte Adriano Ramos Pinto disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá visualizar e magnificar as imagens.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Objetivamente, a estereoscopia consiste em pares de imagens de uma mesma cena que, vistas simultaneamente num visor binocular – o estereoscópio-, produzem a ilusão de tridimensionalidade. As vistas estereoscópicas, também conhecidas como estereografias ou estereogramas, podem ser produzidas a partir de diferentes tipos de imagens como desenhos, gravuras ou fotografias, sendo esta última a forma que ganhou maior popularidade&#8221;.</em></span></p>
<p style="text-align: right;">Maria Isabela Mendonça dos Santos</p>
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<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank">Marc Ferrez (1843 – 1923)</a> foi um brilhante cronista visual das paisagens e dos costumes cariocas da segunda metade do século XIX e do início do século XX. Sua vasta e abrangente obra iconográfica se equipara a dos maiores nomes da fotografia do mundo. Estabeleceu-se como fotógrafo com a firma Marc Ferrez &amp; Cia, em 1867, na rua São José, nº 96, e logo se tornou o mais importante profissional da área no Rio de Janeiro. Cerca de metade da produção fotográfica de Ferrez foi realizada na cidade e em seus arredores, onde registrou, além do patrimônio construído, a exuberância das paisagens naturais.</p>
<p>O fotógrafo amador <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank">Guilherme Antônio dos Santos (1871 – 1966)</a> era um entusiasta da fotografia estereoscópica, tendo sido um dos pioneiros dessa técnica no Brasil, ao adquirir, em 1905, na França, o <em>Verascope, </em>um sistema de integração entre câmera e visor, que permitia ver imagens em 3D, produzidas a partir de duas fotos quase iguais, porém tiradas de ângulos um pouco diferentes. Eram impressas em uma placa de vidro e reproduziam a sensação de profundidade de maneira bem próxima da visão real. Guilherme Santos, cuja produção mais intensa ocorreu entre 1910 e 1958, registrou a paisagem, o cotidiano e os hábitos do carioca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Breve história da Fonte Adriano Ramos Pinto</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A inauguração da fonte que, como já mencionado, contou com a presença do presidente da República, Rodrigues Alves (1845 &#8211; 1919), aconteceu dentro do contexto da reforma urbana realizada no Rio de Janeiro pelo prefeito Francisco Pereira Passos (1848 &#8211; 1913) &#8211; também presente à cerimônia -, que contribuiu fortemente para o surgimento do Rio de Janeiro da <em>Belle </em><em>Époque.</em> Para sanear e modernizar a cidade, Pereira Passos realizou diversas demolições, conhecidas popularmente como a política do “bota-abaixo”, além de diversas iniciativas de embelezamento. A Fonte Adriano Ramos Pinto foi uma contribuição a esse trabalho.</p>
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<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10062" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10062/007_IMG_1812.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="328" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10062" target="_blank">Marc Ferrez. Fonte Adriano Ramos Pinto &#8211; Fonte da Juventude, c. 1912. Rio de Janeiro,RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<div id="attachment_29507" style="width: 462px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10062" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29507" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/juventude21.jpg" alt="Detalhe da Fonte Adriano Ramos - Fonte da Juventurde, por Marc Ferrez, c. 1912 / Acervo IMS" width="452" height="548" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10062" target="_blank">Detalhe da Fonte Adriano Ramos &#8211; Fonte da Juventude, por Marc Ferrez, c. 1912 / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_31149" style="width: 452px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.rio.rj.gov.br/dlstatic/10112/4204210/4101387/pereira_passos_haussmann_carioca.pdf" target="_blank"><img class="wp-image-31149 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/adrianoramos.jpg" alt="adrianoramos" width="442" height="299" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://www.rio.rj.gov.br/dlstatic/10112/4204210/4101387/pereira_passos_haussmann_carioca.pdf" target="_blank"><em>Pereira Passos, um Haussman tropical</em> por Jaime Larry Benchimol</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi doada ao Rio de Janeiro por Adriano e Antônio Ramos Pinto, proprietários da Casa Adriano Ramos Pinto, fundada em 1880, na cidade do Porto, em Portugal, e grande exportadora de vinhos para o Brasil no início do século XX. Foi o poeta Olavo Bilac (1865 &#8211; 1918) que fez o agradecimento ao senhor Ramos Pinto em nome da Prefeitura do Rio de Janeiro. O monumento foi encomendado ao escultor parisiense Eugène Thievier (1845 &#8211; 1920) e foi realizado, em cerca de nove meses, em uma peça de mármore carrara de 37 toneladas e 7 metros de altura. Nela, três jovens, que representam a Mocidade, aproximam-se de Cupido que está no alto do monumento, personificando o Amor. A montagem foi entregue à casa Jourdan de Paris, o arquiteto Baulain o adaptou às condições de fonte e ele foi  instalado por Franck Smithson. Em seu pedestal está inscrito:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>Ao Brazil, Adriano Ramos Pinto &amp; Irmão.</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29518" style="width: 411px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_04/27044" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29518" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/juventude5.jpg" alt="Cooreio da Manhã, 31 de março de 1935" width="401" height="471" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_04/27044" target="_blank"><em>Correio da Manhã,</em> 31 de março de 1935</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>“Porque ofereço um monumento de arte ao Brasil?… Por um simples ato de agradecimento. Os meus vinhos têm naqueles mercados uma aceitação extraordinária e devo reconhecer que isso é mais a obra de simpatia do publico, cujas qualidades de coração admiro, do que dos esforços de minha propaganda. Daí querer eu corresponder a essa gentileza com um sinal bem público perdurável da minha gratidão, afirmando ao mesmo tempo o meu amor pelo Brasil”</em></span></p>
<p style="text-align: right;">Do livro <em>A Fonte Adriano Ramos Pinto,</em> de Ana Filipa Correia</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 709px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10212" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10212/002080RJ1913.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="699" height="297" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10212" target="_blank">Guilherme Santos. Fonte Adriano Ramos Pinto &#8211; Fonte da Juventude; ao fundo, Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, c. 1917. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Houve protestos na ocasião de sua inauguração: alguns alegavam que não passava de uma propaganda para a Casa Adriano Ramos Pinto e outros achavam que os jovens eram apresentados em poses licenciosas (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/348074/484" target="_blank"><em>Leitura para Todos</em>, junho de 1906, primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10096" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10096/007_IMG_2904.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="339" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10096" target="_blank">Marc Ferrez. Fonte Adriano Ramos Pinto &#8211; Fonte da Juventude, c. 1912. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Encontra-se, desde 1935,  na entrada do Túnel Novo, no lado de Botafogo. Em 1983, a fonte teve sua água cortada. Foi vandalizada, em 2011, e sua restauração custou mais que 100 mil reais. Não foi a primeira vez que a fonte foi vítima de vandalismo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/Hotpage/HotpageBN.aspx?bib=089842_07&amp;pagfis=75288&amp;url=http://memoria.bn.br/docreader#" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 1º de outubro de 1966, última coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29505" style="width: 726px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/juventude31.jpg"><img class="size-full wp-image-29505" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/juventude31.jpg" alt="Correio de Manhã, 11 de março de 1956" width="716" height="471" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_06/59379" target="_blank"><em>Correio de Manhã</em>, 11 de março de 1956</a></p></div>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Publicações da Brasiliana Fotográfica em torno da obra do fotógrafo Marc Ferrez </strong></em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong> </strong></em></span></p>
<div style="width: 290px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2575" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2575/007NGBMF1824cxrep03-12.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="280" height="368" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2575" target="_blank">Marc Ferrez aos 33 anos, c. 1876. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1443" target="_blank"><em>O Rio de Janeiro de Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 30 de junho de 2015</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3527" target="_blank">Obras</a> </em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3527" target="_blank"><em>para o abastecimento no Rio de Janeiro por Marc Ferrez</em> , de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 25 de janeiro de 2016</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank"><em>O brilhante cronista visual Marc F</em><em>errez (7</em><em>/12/1843 – 12/01/1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de dezembro de 2016</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7021" target="_blank"><em>Do natural ao construído: O Rio de Janeiro na fotografia de Marc Ferrez, </em>de autoria de Sérgio Burgi, um dos curadores da Brasiliana Fotográfica, publicada em 19 de dezembro de 2016</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9714" target="_blank"><em>No primeiro dia da primavera, as cores de Marc Ferrez (1843 – 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 22 de setembro de 2017</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11896" target="_blank"><em>Marc Ferrez , a Comissão Geológica do Império (1875 – 1878) e a Exposição Antropológica Brasileira no Museu Nacional (1882)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,  publicada em 29 de junho de 2018</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212" target="_blank"><em>Série “O Rio de Janeiro desaparecido” V – O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público, Ferrez, Malta e Charles Dunlop</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 20 de julho de 2018</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13070" target="_blank"><em>Uma homenagem aos 175 anos de Marc Ferrez (7 de dezembro de 1843 – 12 de janeiro de 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de dezembro de 2018 </a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14387" target="_blank"><em>Pereira Passos e Marc Ferrez: engenharia e fotografia para o desenvolvimento das ferrovias</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de abril de 2019</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14794" target="_blank"><em>Fotografia e ciência: eclipse solar, Marc Ferrez e Albert Einstein</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em <time class="entry-date published" datetime="2019-06-24T10:45:39+00:00">24 de junho de 2019</time></a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16435"><i>Os 180 anos da invenção do daguerreótipo – Os álbuns da Comissão Geológica do Império com fotografias de Marc Ferrez</i>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 19 de agosto de 2019</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17539" target="_blank"><em>Celebrando o fotógrafo Marc Ferrez (1843 – 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 4 de dezembro de 2019</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17884"><em>Uma homenagem da Casa Granado ao imperial sob as lentes de Marc Ferrez,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de fevereiro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18198" target="_blank"><em>Ressaca no Rio de Janeiro invade o porão da casa do fotógrafo Marc Ferrez, em 1913</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado 6 de março de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18110" target="_blank"><em>Petrópolis, a Cidade Imperial, pelos fotógrafos Marc Ferrez e Revert Henrique Klumb, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, </em>publicado em 16 de março de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18420" target="_blank"><em>Bambus, por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17856" target="_blank"><em>O Baile da Ilha Fiscal: registro raro realizado por Marc Ferrez e retrato de Aurélio de Figueiredo diante de sua obra</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 9 de novembro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21455" target="_blank"><em>O Palácio de Cristal fotografado por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 2 de fevereiro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22058" target="_blank"><em>A Estrada de Ferro do Paraná, de Paranaguá a Curitiba, pelos fotógrafos Arthur Wischral (1894 – 1982) e Marc Ferrez (1843 – 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 22 de março de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22777" target="_blank"><em>Dia dos Pais – Julio e Luciano, os filhos do fotógrafo Marc Ferrez, e outras famílias</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 6 de agosto de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25186" target="_blank"><em>No Dia da Árvore, mangueiras fotografadas por Ferrez e Leuzinger</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 21 de setembro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">Retratos de Pauline Caroline Lefebvre, sogra do fotógrafo Marc Ferrez, </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134"> </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">publicado em 28 de abril de 2022</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27603" target="_blank"><em>A Serra dos Órgãos: uma foto aérea e imagens realizadas pelos mestres Ferrez, Leuzinger e Klumb</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,<em> </em>publicado em 30 de junho de 2022</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31202" target="_blank"><em>O centenário da morte do fotógrafo Marc Ferrez (1843 – 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 12 de janeiro de 2023</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30712" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D30712&amp;source=gmail&amp;ust=1685455258111000&amp;usg=AOvVaw1y7o5h7HRI-oiB3PyjwQnG"><em>O Observatório Nacional pelas lentes de Marc Ferrez, amigo de vários cientistas</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 29 de maio de 2023</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32049" target="_blank"><em>No Dia Mundial do Meio Ambiente, a potente imagem da Cachoeira de Paulo Afonso, por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2023</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34134%20" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D34134%2520&amp;source=gmail&amp;ust=1702013132491000&amp;usg=AOvVaw3P19c7ceytRMI7-xrCNI7a"><em>Os 180 anos de nascimento do fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923</em>), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 7 de dezembro de 2023</a></p>
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<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
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<p><a href="https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&amp;id=439612" target="_blank">Fontes:</a></p>
<p>BENCHIMOL, Jaime Larry. <em>Pereira Passos: um Haussmann tropical</em>. Rio de Janeiro, SMCTT, 1990.</p>
<p><a href="https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&amp;id=439612" target="_blank">Biblioteca do IBGE</a></p>
<p><a href="http://ashistoriasdosmonumentosdorio.blogspot.com/2010/01/a-fonte-adriano-ramos-pinto-fonte-da.html" target="_blank">Blog Histórias dos Monumentos do Rio de Janeiro</a></p>
<p>CORREIA, Ana Felipa. <a href="https://vinhoculturaalimentar.wordpress.com/adriano-ramos-pinto/a-fonte-adriano-ramos-pinto-o-vinho-do-porto-e-a-arte-da-belle-epoque-no-rio-de-janeiro/" target="_blank">A <em>fonte Adriano Ramos Pinto: o Vinho do Porto e a arte da Belle Époque no Rio de Janeiro</em></a>. Portugal : Editores Adriano Ramos Pinto, 2000.</p>
<p>DEL BRENNA, Giovanna Rosso (org.). <em>O Rio de Janeiro de Pereira Passos: Uma cidade em questão II</em>. Rio de Janeiro:Index, 1985</p>
<p>DE LOS RIOS FILHO, Adolfo Morales. <em>Dois Notáveis Engenheiros: Pereira Passos e Vieira Souto</em>. Rio de Janeiro: Edit</p>
<p><a href="http://www.inventariodosmonumentosrj.com.br/index.asp?iMENU=catalogo&amp;iiCOD=313&amp;iMONU=Fonte%20Ramos%20Pinto" target="_blank">Inventário dos Monumentos &#8211; RJ</a></p>
<p>LENZI, Maria Isabel Ribeiro. <em>Pereira Passos: Notas de Viagens</em>. Rio de Janeiro:Editora Sextante, 2000.</p>
<p><em>O GLOBO</em>, <a href="https://oglobo.globo.com/rio/monumento-centenario-sofre-com-depredacao-em-botafogo-zona-sul-do-rio-2770222" target="_blank">3 de novembro de 2011</a></p>
<p><a href="https://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/10/rio-vai-gastar-r-100-mil-para-refazer-estatua-que-teve-cabeca-arrancada.html" target="_blank"><em>G1,</em> 23 de outubro de 2012</a></p>
<p>OLIVEIRA REIS, José de. <em>O Rio de Janeiro e seus prefeitos, evolução urbanística da cidade. vol.3</em>, Rio de Janeiro, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, 1977.</p>
<p>PINHEIRO, Manoel Carlos; FIALHO JR, Renato. <em><a href="http://portalgeo.rio.rj.gov.br/estudoscariocas/download/2376_Pereira%20Passos%20vida%20e%20obra.pdf" target="_blank">Pereira Passos: vida e obra</a></em> in coleção Estudos Cariocas. Rio de Janeiro:IPP/Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, 1996.</p>
<p><a href="http://inventariodosmonumentosrj.com.br/index.asp?iMENU=catalogo&amp;iiCOD=313&amp;iMONU=Fonte%20Ramos%20Pinto" target="_blank">Monumentos do Rio</a></p>
<p>SANTOS, Maria Isabela Mendonça. <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14719" target="_blank"><em>A estereoscopia e o olhar da modernidade</em></a> in Brasiliana Fotográfica, 29 de maio de 2019.</p>
<p><em>Veja Rio</em>, <a href="https://vejario.abril.com.br/coluna/vinoteca/a-estatua-do-vinho-fica-no-rio-de-janeiro/" target="_blank">27 de julho de 2016</a> e <a href="https://vejario.abril.com.br/programe-se/saiba-a-historia-tras-do-monumento-na-entrada-do-tunel-novo/" target="_blank">9 de janeiro de 2017</a></p>
<p>WANDERLEY, Andrea C.T. <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank"><em>O brilhante cronista visual Marc Ferrez (RJ, 07/12/1843 – RJ, 12/01/1923)</em></a> in Brasiliana Fotográfica, 7 de dezembro de 2016.</p>
<p>WANDERLEY, Andrea C.T.<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank"><em>O fotógrafo amador Guilherme Santos (1871 – 1966)</em></a> in Brasiliana Fotográfica. 28 de julho de 2016.</p>
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		<title>Inauguração da Estátua da Amizade em 4 de julho de 1931</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jul 2017 12:08:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com dois registros do fotógrafo Augusto Malta (1864 - 1957), a Brasiliana Fotográfica lembra a história da Estátua da Amizade. Em 1922, no centenário da independência do Brasil, por iniciativa da Câmara de Comércio Norte-Americana no Brasil, foram angariados cerca de 40 mil dólares para a confecção de um monumento que simbolizasse a amizade entre os dois países. Foi presenteada ao país uma escultura de bronze, de autoria de Charles Keck (1875 - 1951). Só foi inaugurada em 4 de julho de 1931.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
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<div style="width: 683px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5071" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5071/001AM005002.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="" width="673" height="484" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5071" target="_blank">Augusto Malta. Inauguração da Estátua da Amizade em frente a Igreja de Santa Luzia, 4 de julho de 1931. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<p>Com dois registros do fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</a>, a Brasiliana Fotográfica lembra a história da Estátua da Amizade. Em 1922, no centenário da independência do Brasil, por iniciativa da Câmara de Comércio Norte-Americana no Brasil, foram angariados cerca de 40 mil dólares para a confecção de um monumento que simbolizasse a amizade entre os dois países. Foi presenteada ao país uma escultura de bronze de uma mulher, em pé, sustentando na mão esquerda os pavilhões norte-americano e brasileiro ornados com folhas de louro e, na direita, uma palma de louros.</p>
<p>A <em>Amicitia</em>, que ficou conhecida como Estátua da Amizade, de autoria de Charles Keck (1875 &#8211; 1951), tem pouco mais de 4 metros de altura, cerca de 9 toneladas e foi fundida nas oficinas de Henry Bonnard, em Nova York. Na época em que a escultura foi ofertada ao Brasil, o prefeito do Rio de Janeiro era Carlos Sampaio (1861 &#8211; 1930). Passaram-se as administrações de Alaor Prata (1882 &#8211; 1964) e de Antonio da Silva Prado Júnior (1880 &#8211; 1955) e a estátua permanecia guardada nos Armazéns da Companhia Expresso Federal (<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5072" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 21 de outubro de 1930, na penúltima e última colunas</a>).</p>
<p>Em 1931, sob a gestão do interventor federal Adolfo Bergamini (1886 &#8211; 1945), atendendo à solicitação de diversas personalidades e instituições, dentre elas o Centro Carioca, por iniciativa de Pedro Viana da Silva, diretor de Arborização e Jardins, o escultor Benevenuto Berna (1865 &#8211; 1940) finalmente concebeu um pedestal para a estátua: dois medalhões entrelaçados, com os bustos de George Washington e de José Bonifácio, com duas palmas, representando as duas nações, envolvidas por folhas de hera para simbolizar a amizade.</p>
<p>No dia da comemoração dos 155 anos da independência dos Estados Unidos, 4 de julho de 1931, o monumento foi inaugurado na confluência das avenidas Santos Dumont e presidente Wilson, em frente à igreja de Santa Luzia. Estavam presentes Getulio Vargas (1882 &#8211; 1954), chefe do Governo Provisório, Edwin Morgan, embaixador dos Estados Unidos, Oswaldo Aranha (1894 &#8211; 1960), ministro da Justiça e Assuntos Internos, além de várias outras autoridades e diplomatas (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/030015_05/14526" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 4 de julho de 1931</a>, e <a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_04/7620" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 5 de julho de 1931</a>). Foi um evento muito concorrido na cidade e o fotógrafo da prefeitura, Augusto Malta, não poderia deixar de registrar o acontecimento.</p>
<p>Onze anos depois, em 9 de julho de 1942, com um pedestal bem mais alto, a estátua foi reinaugurada na praça Quatro de Julho, em frente ao atual consulado dos Estados Unidos com a presença de diversas autoridades, dentre elas o prefeito do Rio de Janeiro, Henrique Dodsworth (1895 &#8211; 1975), o embaixador norte-americano Jefferson Caffery e o ministro das Relações Exteriores, Oswaldo Aranha (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/030015_06/17940" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 10 de julho de 1942</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 689px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5072" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5072/001AM005001.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="679" height="500" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5072" target="_blank">Augusto Malta. Inauguração da Estátua da Amizade em frente a Igreja de Santa Luzia, 4 de julho de 1931. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Inauguração da estátua equestre de dom Pedro I, na atual Praça Tiradentes</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Mar 2017 14:57:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[João Maximiano Mafra]]></category>
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		<description><![CDATA[A estátua equestre de dom Pedro I (1798 - 1834), primeira escultura pública do Brasil, foi inaugurada na Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes, no centro do Rio de Janeiro, em 30 de março de 1862, e uma grande festa cívica aconteceu na cidade para celebrar o acontecimento. Mas a ideia do projeto havia surgido, por iniciativa da Câmara Municipal, em 1825, 38 anos antes da inauguração do monumento. A Brasiliana Fotográfica lembra a efeméride com a publicação de três fotografias da estátua: uma de autoria de Augusto Stahl (1828 - 1877), uma de Manoel Banchiere e uma de Micheles. Na estátua, esculpida pelo francês Louis Rochet (1813 - 1878), dom Pedro I está proclamando a Independência do Brasil com o Manifesto às Nações na mão.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="width: 359px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4005" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4005/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="349" height="504" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4005" target="_blank">Micheles (Fotógrafo); Rochet, Louis, 1813-1878; Mafra, João Maximiniano. Estátua equestre de Dom Pedro I, 1861. Paris, França / Acervo FBN</a></p></div>
<p style="text-align: left;">A estátua equestre de dom Pedro I (1798 &#8211; 1834), primeira escultura pública do Brasil, foi inaugurada na Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes, no centro do Rio de Janeiro, em 30 de março de 1862 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/15544" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 31 de março de 1862</a>), e uma grande festa cívica aconteceu na cidade para celebrar o evento. Segundo Paulo Knauss, &#8220;<em>Esta inauguração consagrou a afirmação da escultura pública no Brasil e instalou uma tradição que atravessou os tempos até os dias de hoje</em>&#8220;. A inauguração estava programada para se realizar no dia 25 de março, data da ratificação da Constituição Brasileira de 1824, mas fortes chuvas adiaram o evento para o dia 30 de março (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/15524" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 26 de março</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/15544" target="_blank">31 de março de 1862</a>). O monumento foi colocado de frente para a Rua da Imperatriz em direção a então sede da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26333" target="_blank">Academia Imperial de Belas Arte</a>s. Do outro lado, a Rua Sete de Setembro levava até a praça da estátua, estabelecendo a ligação com a sede do governo, que ficava no Largo do Paço.</p>
<p style="text-align: left;">A ideia do projeto de construção de uma estátua em homenagem a dom Pedro I havia surgido, por iniciativa da Câmara Municipal, em 1825, 38 anos antes da inauguração do monumento. A Brasiliana Fotográfica lembra a efeméride com a publicação de três fotografias da estátua: uma de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6150" target="_blank">Augusto Stahl (1828 &#8211; 1877)</a>, uma de Manoel Banchiere, que nessa época possuía um estabelecimento fotográfico na Rua do Hospício, 104; e uma de Micheles. Na estátua, esculpida pelo francês Louis Rochet (1813 &#8211; 1878), que foi agraciado com a comenda Ordem de Cristo, dom Pedro I está proclamando a Independência do Brasil com o <em>Manifesto às Nações</em> na mão (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/15548" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 1º de abril de 1862, na primeira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">No monumento, as principais datas da vida do homenageado estão inscritas no gradil: 12 de outubro de 1798 (nascimento) – 6 de novembro de 1817 (casamento com dona Leopoldina) – 9 de janeiro de 1822 (<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7087" target="_blank">Dia do Fico</a>) – 13 de maio de 1822 (tornou-se Defensor Perpétuo do Brasil) – 12 de outubro de 1822 (aclamação como imperador do Brasil) – 1 de dezembro de 1822 (coroação) – 25 de março de 1824 (ratificação da primeira Constituição Brasileira) – 17 de outubro de 1829 (casamento com dona Amélia). No pedestal, há imagens de animais e indígenas em quatro alegorias dos rios nacionais. A do rio São Francisco traz um indígena sentado perto de uma capivara e de um tamanduá bandeira; a do rio Madeira, é representada por um indígena com arco e flexa em um movimento de disparo junto a uma ave, um peixe e uma tartaruga; a do rio Amazonas mostra uma indígena com uma criança nas costas, um indígena com os pés sobre um jacaré e uma arara; e, finalmente, a do rio Paraná, tem como alegoria um indígena segurando uma flexa e uma indígena. Os brasões das vintes províncias imperiais também estão representados. Abaixo da estátua está escrito &#8220;D. Pedro I, gratidão dos brasileiros&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #993300;"><strong><a style="color: #993300;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/108" target="_blank">Acessando o link para as fotografias da estátua equestre de dom Pedro I disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 780px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3579" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3579/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="770" height="659" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3579" target="_blank">Manoel Banchieri. Estátua equestre de Pedro I, 1862. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">A Câmara Municipal, centro político do movimento de independência no Brasil, lançou o projeto da construção de uma estátua equestre de dom Pedro I, em 1825 (<em>Diário do Rio de Janeiro</em>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_01/5280">11 de maio</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_01/5472">14 de julho</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_01/5778">17 de outubro</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_01/5850">8 de novembro </a> e <a href="http:/http://memoria.bn.br/DocReader/094170_01/5854">9 de novembro</a> de 1925; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/719730/30" target="_blank"><em>O Despertador Constitucional</em>, 24 de maio de 1825</a>) .</p>
<p>No dia 13 de maio de 1825, foi solicitada a dom Pedro I permissão para levá-la a efeito:</p>
<p>“Senhor – O Senado da Câmara desta muito leal e heroica cidade do Rio de Janeiro, tendo sido até aqui fiel intérprete dos sentimentos da nação brasileira e executor dos seus desejos em todas as épocas memoráveis da sua feliz emancipação, sondando atualmente a opinião pública, tem penetrado ser sua vontade que a muito leal e poderosa pessoa de V. M. I. se inaugurasse um monumento público que, fazendo recordar a presente e futuras gerações à memória dos altos feitos de V. M., possa ao mesmo tempo servir de eterno padrão da sua sensibilidade e de sua gratidão.</p>
<p>Neste sentir, pois, Senhor, o Senado da Câmara se apressa a rogar a V. M. I. queira benigno permitir-lhe a faculdade de poder dar o primeiro passo para tão augusta e magnânima empresa, lisonjeando-se de a pedir neste feliz aniversário já tão memorável nos fastos da nação.</p>
<p>Digne-se, pois, V. M., acolhendo benignamente a súplica do Senado desta cidade, anuir aos ardentes desejos dele, do povo por quem representa e, sem receio de errar, se pode dizer de todo o povo do Império. – O presidente, Lúcio Soares Teixeira de Gouveia. – Os vereadores, Manuel Frazão de Sousa Rondon, Antônio Gomes de Brito, Lourenço Antônio do Rego. – Procurador interino, José Agostinho Barbosa.”</p>
<p>O Imperador respondeu:</p>
<p>“Acato a lembrança do Senado e agradeço”.</p>
<p style="text-align: left;">O pintor Jean-Baptiste Debret (1768 &#8211; 1848) e o arquiteto Grandjean de Montigny (1776 &#8211; 1850), membros da Missão Francesa que havia chegado no Rio de Janeiro em 1816, faziam parte da comissão formada para encarregar-se do plano da estátua equestre. Os artistas e irmãos franceses Zeferino (1797 &#8211; 1851) e Marcos Ferrez (1788 &#8211; 1850) fizeram parte da lista de subscritos para a construção da estátua do imperador (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_01/6018"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 28 de dezembro de 1825</a>). O homenageado autorizou o projeto e o <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17426" target="_blank">Campo de Santana</a>, onde ele havia sido aclamado, em 1822, foi escolhido para abrigar o monumento. Porém, a situação política que levou à abdicação do monarca, em 1831, deu fim ao empreendimento, para o qual Grandjean de Montigny (1776 &#8211; 1850) já havia preparado dois projetos (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=706795&amp;PagFis=2052"><em>Aurora Fluminense</em>, de 11 de abril de 1831</a>).</p>
<p>No fim da década, em 1839, houve uma reunião na casa de Francisco Vilela Barbosa, o marquês de Paranaguá (1769 &#8211; 1946), quando formou-se uma comissão para a retomada do projeto da estátua equestre. Além do anfitrião, faziam parte da comissão Paulo José de Mello (1779 &#8211; 1848), José Antonio Lisboa (1777 &#8211; 1850), Cornélio Ferreira (1802 &#8211; 1878), Maciel Monteiro (1804 &#8211; 1868) e Manoel Manoel de Araújo Porto-Alegre (1806 &#8211; 1879). Este último proferiu um discurso, em 23 de abril de 1839, sobre a necessidade de construir-se uma estátua em homenagem a dom Pedro I e para esse fim continuar a subscrição para o projeto e arrecadar o produto da antiga, que estaria depositado no Tesouro Nacional.  Foi encaminhada à regência uma petição com esse objetivo. O senador Bernardo Pereira de Vasconcellos (1795 &#8211; 1850) nomeou José Antonio Lisboa (1777 &#8211; 1850) presidente da comissão, mas, devido às circunstâncias políticas, após uma viagem à Europa, Lisboa adiou as providências para o desenvolvimento do projeto.</p>
<p>Em 1840, um leitor do <em>Diário de Rio de Janeiro</em>, que se identificou como <em>Um do povo</em>, enviou uma carta ao jornal cobrando a realização da estátua (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_01/22490"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 14 de janeiro de 1840, na primeira coluna</a>). Outro, que se identificou como <em>O Curioso</em>, perguntava para onde havia ido o produto da subscrição aberta <em>nesta corte e em melhores tempos para a a estátua equestre do FUNDADOR DO IMPÉRIO, o sr. Dom Pedro 1º</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_01/25466"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 29 de julho de 1842, na primeira coluna</a>). Em 1844, Porto Alegre conversou com o senador José Clemente (1787 &#8211; 1854) que revelou o desejo de retomar o plano de construção da estátua. Para isso, pediu toda a documentação e também encomendou um desenho a Porto Alegre. Mais uma vez as circunstâncias políticas desviaram a atenção ao projeto. Em 1846, um leitor, <em>Um brasileiro de 1822</em>, felicitava o sr. Dias da Motta por ter feito uma proposta à Câmara de Deputados, uma moção pedindo a execução do monumento (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_01/25466"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 28 de julho de 1846, na primeira coluna</a>).</p>
<div id="attachment_7938" style="width: 284px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/estatua.jpg" target="_blank"><img class="wp-image-7938 size-medium" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/edital-274x300.jpg" alt="edital" width="274" height="300" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/estatua.jpg" target="_blank">Diário do Rio de Janeiro, 23 de outubro de 1854.</a></p></div>
<p>Finalmente, a Câmara Municipal do Rio de Janeiro deliberou, em sessão extraordinária de 7 de setembro de 1854, sob a presidência de Francisco Lopes da Cunha (? &#8211; 1874) e por proposta de Roberto Jorge Haddock Lobo (1817 &#8211; 1869), a retomada da intenção da construção da estátua e foi aberta uma subscrição pública para esse fim (<em>Diário do Rio de Janeiro</em>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/estatua.jpg" target="_blank">23 de outubro de 1854, na penúltima coluna</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_01/40533" target="_blank">24 de outubro de 1854, na primeira coluna</a>). Em 24 de setembro de 1854, aconteceu a primeira sessão da comissão nomeada pela Câmara Municipal para a construção da estátua equestre de dom Pedro I, na casa do conselheiro Eusébio de Queiroz Coutinho Mattoso Câmara (1812 -1868), presidente da comissão &#8211; ele passou para a história como o autor da Lei Eusébio de Queiroz, que reprimia o tráfico de escravos, e do Código Comercial, ambos de 1850. Faziam parte da comissão o barão do Bonfim (1790 &#8211; 1873), Manoel de Araújo Porto-Alegre (1806 &#8211; 1879), João Antonio de Miranda (1805 &#8211; 1861), Polydoro Jordão (1802 &#8211; 1879), João Affonso Lima Nogueira, Joaquim Norberto de Souza e Silva (1820-1891) e Roberto Jorge Haddock Lobo (1817 &#8211; 1869). Foi divulgada a convocação de a<em>rtistas nacionais e estrangeiros a apresentarem em concurso um pensamento para a execução de uma estátua equestre em bronze</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_01/40421" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 23 de setembro de 1854, na terceira coluna</a>). <span style="color: #333333;">No mesmo ano, 1854, o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro passou a apoiar a iniciativa e foi justamente Manuel de Araújo Porto-Alegre, um de seus membros e também professor da Academia Imperial de Belas Artes, quem defendeu, no jornal <em>O Guanabara</em>, a opção pela estátua equestre associada ao gesto que traduz o ato da Independência.</span></p>
<p>Em 2 de janeiro de 1855, foi enviada a proposta do artista francês Louis Rouchet (1813 &#8211; 1878) ao presidente da comissão, Eusébio de Queiroz Coutinho Mattoso Câmara (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_01/41458" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 19 de junho de 1855, na quarta coluna</a>). Foi realizada, na Academia de Belas Artes, a entrega dos projetos para a escolha do escultor da estátua (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_01/41066" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 11 de março de 1855, na segunda coluna</a>). De 27 de junho a 11 de julho de 1855, os desenhos e projetos apresentados para a escultura ficaram expostos na Academia (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_01/41489" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 27 de junho de 1855, na quinta coluna</a>). Uma coluna foi dedicada à crítica aos projetos, e, segundo a crítica, nenhum deles era satisfatório (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_01/41516" target="_blank"><em>Diário de Rio de Janeiro</em>, 4 de julho de 1855, na primeira coluna</a>). Três dos 35 inscritos para o projeto da escultura foram premiados e o professor substituto de Pintura Histórica da Academia Imperial das Belas Artes, o brasileiro João Maximiano Mafra (1823 &#8211; 1908), ficou em primeiro lugar. O artista alemão Ludwig Georg Bappo (Luiz Jorge Bappo), em segundo, e o francês Louis Rochet (1813 &#8211; 1878), em terceiro. Estavam subscritos com os pseudônimos de “Independência ou Morte”, “Dem berten strebe nack” e “Vivere arbitratu suo”, respectivamente. Na ocasião não ficou decidido o artista que executaria o monumento (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_01/41738" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 30 de agosto de 1855, na segunda coluna</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_04/9016" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 2 de setembro de 1856, na sexta coluna</a>). Porém, em artigo de Porto Alegre, na segunda edição da <a href="http://memoria.bn.br/docreader/181773/417" target="_blank"><em>Revista Popular de 1859</em></a>, ele afirmava que Rochet havia ficado em primeiro lugar no concurso e João Maximiano Mafra em segundo. De acordo com o historiador Paulo Knauss, foi devido a dificuldades técnicas para a confecção da obra no Brasil que coube ao francês Louis Rochet (1813 &#8211; 1878) a tarefa de desenvolver em seu ateliê parisiense o projeto de Mafra <em>reorganizado</em> por ele (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_01/43192" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 21 de abril de 1856, na terceira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 646px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2153" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2153/007A5P3F05-15.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="636" height="491" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2153" target="_blank">Augusto Stahl. Praça da Constituição, atual praça Tiradentes, destaque para a estátua equestre de Pedro I, c. 1865. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 12 de outubro de 1855, data de aniversário de dom Pedro I, aconteceu a primeira cerimônia pública dos trabalhos no monumento. O malhete que bateu a primeira estaca foi guardado no Instituto Histórico Geográfico Brasileiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_01/41910" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 13 de outubro de 1855, na quarta coluna </a>e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_04/9177" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 13 de outubro de 1855, na segunda coluna</a>). Cerca de um ano depois, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7183" target="_blank">dom Pedro II </a>foi à Academia de Belas Artes para ser apresentado <em>aos riscos e modelos da estátua equestre</em> de seu pai (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_01/43796" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 24 de setembro de 1856, na primeira coluna</a>).</p>
<p>Em 8 de julho de 1856, o escultor Louis Rochet chegou ao Brasil (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/217280/12076" target="_blank"><em>Correio Mercantil</em>, 9 de julho de 1856, na segunda coluna</a>). Retornou à Europa em 29 de outubro de 1856 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_01/43938" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 29 de outubro de 1956, na terceira coluna</a>). Em 19 de outubro de 1861, a bordo do navio <em>Reine du Monde, </em>vindo do Havre, na França<em>,</em> chegaram ao Rio a estátua equestre e o pedestal do monumento (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_04/4963" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 21 de outubro de 1861, na última coluna</a>). Rochet voltou ao Brasil, a bordo do navio francês Bearn, em 17 de novembro de 1861 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/709719/2334" target="_blank"><em>Courrier du Brésil</em>, 24 de novembro de 1861, na primeira coluna</a>) para fazer o levantamento do monumento. Sua pedra fundamental foi lançada em 1º de janeiro de 1862 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/15218" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 7 de janeiro de 1862, na primeira coluna</a>).</p>
<p>Como já mencionado, a inauguração estava programada para acontecer no dia 25 de março de 1862, mas fortes chuvas adiaram o evento para o dia 30 de março (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/15524" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 26 de março</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/15544" target="_blank">31 de março de 1862</a>). Rochet partiu do Rio de Janeiro em abril de 1862 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/15638" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 25 de abril de 1862, na segunda coluna</a>). A estátua foi tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural, em 26 de setembro de 1978.</p>
<p>Um pequeno histórico do monumento foi publicado no<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093718_02/15301" target="_blank"><em> Diário de Notícias</em> de 5 de setembro de 1943</a>. Há uma história curiosa sobre as imagens dos indígenas que estão nas laterais do monumento. Durante algum tempo, acreditou-se que eram obras do célebre escultor francês Auguste Rodin (1840 &#8211; 1917), mas, segundo a biografia de Louis Rochet, escrita por seu sobrinho, André Rochet, a informação de que Rodin <em>teria trabalhado no ateliê do do tio surgiu no Brasil, de uma “opinião puramente pessoal” formulada pelo colecionador Djalma Hermes da Fonseca </em>(<a href="http://epoca.globo.com/vida/noticia/2016/10/quem-disse-que-esse-e-um-rodin.html" target="_blank"><em>Época, </em>27 de outubro de 2016</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_23286" style="width: 492px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/152115" target="_blank"><img class="size-full wp-image-23286" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/capadompedro.jpg" alt="Fon-Fon, 7 de setembro de 1922" width="482" height="535" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/152115" target="_blank"><em>Aspecto da inauguração solene, no largo do Rocio, em dezembro de 1892, da estátuta equestre de D. Pedro I, primeiro Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil. Ampliação feita duma litografia da época, existente no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro /  Fon-Fon</em>, 7 de setembro de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A estátua foi reformada pela prefeitura do Rio para a comemoração do bicentenário da Independência do Brasil, em setembro de 2022.  No início de dezembro do mesmo ano foi vandalizada: teve pelo menos oito estrelas de ferro instaladas na parte superior de um gradil que a protege furtadas e cinco pedaços do gradeamento, em forma de seta e instalados na parte inferior, também foram levados.**</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Intervenção na estátua equestre de dom Pedro I proposta por Diambe da Silva, realizada em janeiro de 2020*</em></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Em janeiro de 2020, <em> por volta das dez horas da noite, um grupo de vinte pessoas chegou à praça Tiradentes, no centro do Rio de Janeiro, carregando roupas, tonéis de gasolina e palitos de fósforo. Era o dia de &#8220;Devolta&#8221; uma proposição artística de Diambe da Silva que buscou intervir no território onde hoje está a estátua equestre de Dom Pedro I.&#8221;</em></p>
<p>Assim Pollyana Quintela inicia o texto <em><a href="https://www.revistaapalavrasolta.com/post/dom-pedro-i-sitiado-contrausos-para-a-primeira-escultura-p%C3%BAblica-do-brasil?fbclid=IwAR16ykn2jMvuLenfVRrBl4E-Plco_edhGtwa6D1-SoxGw7xL4cAXVgRJiOk" target="_blank">Dom Pedro I sitiado: contrausos para a primeira escultura pública do Brasil</a>, </em>publicado na revista <em>Palavra Solta</em>, em 22 de junho de 2020, onde a autora propõe uma reflexão em torno, imagem, poder, memória e iconoclastia a partir de uma intervenção artística realizada por Diambe da Silva com a participação de Agrade Camíz, Agripina Manhattan, Ana Almeida, Carla Villa Lobos, Clara Tito, Camilla Braga, Daniel Sepulveda, Derrete, Gilson Plano, Julia Quimera, Laís Amaral, Lorena Pini, Mayara Velozo, Nel da Silva, Pamella Magno, Raphael Cruz, Rodrigo Rosm, Sophia Pinheiro e Walla Capelobo. O grupo foi acompanhado pelos advogados Lucas van Hombeeck e Marianna Borges Soares. A intervenção em imagens públicas podem recriá-las e ressignificá-las.</p>
<p>&#8220;<em>Naquela noite de janeiro, o grupo de artistas circundou o monumento com peças de roupas, em seguida rasgadas, cuidadosamente embebidas de gasolina e incendiadas. A ação aconteceu ao som de “Resplandescente”, de Ventura Profana, enquanto alguns integrantes faziam fotos e vídeos. Laminas lascivas, nossa brasa é fogo ardente, entoava a música da cantora negra, travesti e nordestina. Tudo não durou mais de 30 minutos. Quando a polícia chegou, o grupo, como a fumaça, já havia se dispersado sem confronto</em>&#8220;<em>.</em></p>
<p>Nesse momento da história, depois da morte do norte-americano George Floyd (1973 &#8211; 2020), covardemente assassinado, em 25 de maio de 2020, por um policial em Mineápolis, cujas últimas palavras foram &#8220;Eu não posso respirar&#8221;, diversos monumentos considerados racistas foram derrubados em diferentes países como, por exemplo, a estátua do comerciante de escravizados, Edward Colston (1636 &#8211; 1721), em Bristol, na Inglaterra; e, na Bélgica, um busto do rei Leopoldo II (1835 &#8211; 1909), colonizador do Congo. Que destino seria dado a essas imagens?</p>
<p>A questão está posta e a discussão em torno do tema apresenta soluções bastante divergentes&#8230;&#8221;<em>deslocá-las para museus, onde poderão ser recontextualizadas e debatidas criticamente; acompanhá-las de texto explicativo que pondere sobre o que representam; transformá-las a partir de apropriações e reconfigurações contemporâneas, com a colaboração de artistas e outros agentes, ou mesmo destruí-las</em>. O que fazer com elas?</p>
<p>História é matéria viva e sempre reescrita.</p>
<p>Ainda segundo Pollyana Quintela<em>: Aliás, a cada estátua derrubada, atualizamos a constatação de que o passado está vivo no modo como construímos nossas memórias coletivas.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Esse trecho do artigo foi acrescentado no dia 15 de julho de 2020.</p>
<p>** Este parágrafo foi acrescentado em 2 de dezembro de 2022.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>KNAUSS, Paulo. <em><a href="http://www.dezenovevinte.net/obras/pknauss.htm" target="_blank">A festa da imagem: a afirmação da escultura pública no Brasil do século XIX</a></em>. 19&amp;20, Rio de Janeiro, v.V, n.4, out/dez. 2010.</p>
<p>KNAUSS, Paulo. <a href="http://www.revistadehistoria.com.br/secao/perspectiva/as-margens-do-pedestal" target="_blank"><em>Às margens do pedestal</em></a>. Revista de História da Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, julho de 2016.</p>
<p>QUINTELA, Pollyana. <a href="https://www.revistaapalavrasolta.com/post/dom-pedro-i-sitiado-contrausos-para-a-primeira-escultura-p%C3%BAblica-do-brasil?fbclid=IwAR16ykn2jMvuLenfVRrBl4E-Plco_edhGtwa6D1-SoxGw7xL4cAXVgRJiOk" target="_blank"><em>Dom Pedro I sitiado: contrausos para a primeira escultura pública do Brasil</em> </a>in Revista Palavra Solta, 22 de junho de 2020.</p>
<p>RIBEIRO, Maria Eurydice de Barros. “Memória em Bronze: A estátua equestre de D. Pedro I”. In: Knauss, Paulo (org.). <em>Cidade Vaidosa. Imagens Urbanas do Rio de Janeiro</em>. Rio de Janeiro: Sete Letras, 1999.</p>
<p><a href="http://www.inepac.rj.gov.br/index.php/bens_tombados/detalhar/253" target="_blank">Site Instituto Estadual do Patrimônio Cultural</a></p>
<p><a href="http://www.inventariodosmonumentosrj.com.br/index.asp?iMENU=catalogo&amp;iiCOD=76" target="_blank">Site Inventário dos Monumentos</a></p>
<p><a href="http://dpedroiv.pt/cronologia" target="_blank">Site Palácio Nacional de Queluz</a></p>
<p><a href="https://vejario.abril.com.br/cidade/reformada-escultura-mais-antiga-brasil-depredada-pedro-i-praca-tiradentes/" target="_blank"><em>Veja Rio</em>, 2 de dezembro de 2022</a></p>
<p><span style="color: #800000;">A Brasiliana Fotográfica fez também uma extensa pesquisa na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional.</span></p>
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