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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Irmãos Lumière</title>
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		<title>No Dia do Imigrante Italiano, a trajetória do fotógrafo Nicola Maria Parente (1847 – 1911) no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2023 12:19:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
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		<description><![CDATA[Inspirada pela celebração do Dia Nacional do Imigrante Italiano e pela recente publicação do livro Italianos detrás da câmara: trajetórias e olhares marcantes no florescer da fotografia no Brasil, de autoria de Livia Raponi e Joaquim Marçal, um dos curadores da Brasiliana Fotográfica, escrevo sobre mais um importante fotógrafo italiano que atuou no Brasil no século XIX e nas primeiras décadas do século XX: Nicola Maria Parente. Em destaque, imagens de sua autoria que pertencem à Fundação Biblioteca Nacional, uma das fundadoras da Brasiliana Fotográfica; à Fundação Joaquim Nabuco e ao Museu Histórico Nacional, instituições parceiras do portal.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Inspirada pela celebração do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13651" target="_blank">Dia Nacional do Imigrante Italiano</a> e pela recente publicação do livro <em>Italianos detrás da câmara: trajetórias e olhares marcantes no florescer da fotografia no Brasil</em>, de autoria de Livia Raponi e Joaquim Marçal, um dos curadores da Brasiliana Fotográfica, escrevo sobre mais um importante fotógrafo italiano que atuou no Brasil no século XIX: Nicola Maria Parente (1847 &#8211; 1911), introdutor do cinematógrafo na Paraíba. Em destaque, imagens de sua autoria que pertencem à Fundação Biblioteca Nacional, uma das fundadoras da Brasiliana Fotográfica; e à Fundação Joaquim Nabuco e ao Museu Histórico Nacional, às instituições parceiras do portal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 498px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11395" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11395/fr_003087.JPG.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="488" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11395" target="_blank">Nicola Maria Parente. Crianças não identificadas, s/d. Paraíba do Norte, PB / Acervo Fundaj</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nicola Maria Parente se junta aos também italianos <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5382" target="_blank">Camillo Vedani (18? &#8211; 1888)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19636" target="_blank">João Firpo (1839 – 1899)</a> e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1379" target="_blank">Elvira (1876 &#8211; 1972) e Vincenzo Pastore (1930 &#8211; 1918)</a>, que já foram temas de artigos publicados no portal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 495px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11391" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11391/fr_001233.JPG.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="485" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11391" target="_blank">Nicola Maria Parente. Maria de Freitas de Andrade Bezerra, esposa de José Bezerra Cavalcanti, advogado, s/d. Goiana, Pernambuco / Acervo Funda</a>j</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=nicola" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de autoria de Nicola Maria Parente disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pela importância que a comunidade italiana tem na história do Brasil, a <a href="http://www.planalto.gov.br/cCivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11687.htm" target="_blank">lei nº 11.687, de 2 de junho de 2008</a> instituiu oficialmente o Dia Nacional do Imigrante Italiano no calendário de todo o território nacional. O dia 21 de fevereiro foi escolhido devido à expedição que <a href="http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=1311462" target="_blank">Pietro Tabacchi </a>fez ao Espírito Santo, em 1874, marco do início do processo da migração em massa dos italianos para o Brasil. Estima-se que atualmente aproximadamente 30 milhões de descendentes de italianos vivam em terras brasileiras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 260px" class="wp-caption aligncenter"><img class="" src="https://static.significados.com.br/foto/bandeira-italia-0-cke.jpg" alt="Bandeira da Itália" width="250" height="166" /><p class="wp-caption-text">Bandeira da Itália</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Breve perfil do fotógrafo italiano Nicola Maria Parente (1847 &#8211; 1911)</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://issuu.com/bdlf/docs/2019_historia_da_fotografia_no_ceara_do_seculo_xix" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-30372 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/nicola8.jpg" alt="nicola8" width="217" height="352" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A biografia de Nicola Maria Parente ainda tem diversas lacunas. Ele nasceu em Marsico Nuovo, província de Potenza, na região de Basilicata, em 13 de março de 1847, filho de Giovannantonio Parente e Maria Carmela Perci (<a href="https://capsula.avl.la/mm/2021/07/10/cert-nasc-nicola" target="_blank">Site Cápsula do Tempo</a>). Relatos de seus familiares informam que ele teria participado nas lutas de Giuseppe Garibaldi (1807-1882) pela unificação da Itália, mas este fato ainda não foi confirmado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_30362" style="width: 249px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://issuu.com/bdlf/docs/2019_historia_da_fotografia_no_ceara_do_seculo_xix" target="_blank"><img class="wp-image-30362 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/nicola7.jpg" alt="Nicola Maria Parente" width="239" height="292" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://issuu.com/bdlf/docs/2019_historia_da_fotografia_no_ceara_do_seculo_xix" target="_blank">Nicola Maria Parente / História da Fotografia no Ceará no século XIX, pág 342</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Provavelmente veio para o Brasil, em 1865. Também de acordo com relatos de familiares, chegou com seu irmão Carmino, seus primos João, Georgina e Luigi; e com sua esposa Carolina Rotunda e seus filhos Galileu e Margarida. Durante a viagem Carolina teria dado à luz a Garibaldi e teria falecido logo depois do parto. No Porto de Santos, Nicola teria conhecido a italiana Giusephina Calliari, que viajava com dois filhos, Marcella e Giulio. Casaram-se e, posteriormente, tiveram uma filha, Carmelita. Há informações de que teriam se estabelecido em Taquari, no Rio Grande do Sul. Quanto à nacionalidade dos filhos há uma divergência ainda não resolvida pela pesquisa da vida de Nicola: no anúncio de sua morte é dito que todos nasceram no Brasil.</p>
<p>Percorreu alguns estados do Brasil e, o que se sabe, é que, na década de 1880, estabeleceu-se em João Pessoa, que na época chamava-se Parahyba do Norte, onde abriu a Photographia Vesúvio, na rua d´Areia, 73.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_30375" style="width: 302px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11313" target="_blank"><img class="wp-image-30375 " src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/nicola11.jpg" alt="nicola11" width="292" height="460" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11313" target="_blank">Nicola Maria Parente. Retrato de Zacarias Milhazes, 1886 / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #000000;">Na Paraíba, foi contemporâneo do italiano <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19636" target="_blank">João Firpo (1839 &#8211; 1899)</a> e do alemão Bruno Bourgard (18? &#8211; 19?), dentre outros fotógrafos itinerantes, e da pioneira Roza Augusta (18? -19?).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_30503" style="width: 221px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://fatosefotosdenatalantiga.com/natal-em-1904-em-28-fotos-de-bruno-bourgard/" target="_blank"><img class="wp-image-30503 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/nicola16.jpg" alt="nicola16" width="211" height="320" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://fatosefotosdenatalantiga.com/natal-em-1904-em-28-fotos-de-bruno-bourgard/" target="_blank">Bruno Bourgard</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 267px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/758612/184" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/rosaaugusta.jpg" alt="rosaaugusta" width="257" height="462" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/758612/184" target="_blank">O Parahybano, 5 de abril de 1892</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Também trabalhou como dentista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_30359" style="width: 986px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/820261/217" target="_blank"><img class="size-full wp-image-30359" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/nicola5.jpg" alt="Almanak do Estado Paraíba, 1889" width="976" height="308" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/820261/217" target="_blank"><em>Almanak do Estado Paraíba</em>, 1899</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Gênio de artista investigador</em>, Nicola foi, além de fotógrafo e dentista, comerciante e inventor. Foi também ele que apresentou o cinematógrafo aos moradores de João Pessoa, na Paraíba, entre julho e agosto de 1897, durante a Festa das Neves, que homenageia a padroeira da cidade, Nossa Senhora das Neves, e que, na época, era o maior acontecimento social e religioso do estado. Em frente à Photographia Vesúvio, na rua Nova, nº 2, foi colocado um grande cartaz com frases em francês anunciando o espetáculo. Segundo anotações do fotógrafo, cineasta, diretor e pesquisador paraibano Walfredo Rodriguez (1893 &#8211; 1973), que estava presente ao acontecimento, em seu <em>Roteiro Sentimental de uma Cidade:</em></p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;O autor destas desativadas evocações, recorda-se, ainda, envoltas em névoas das imagens remotas, das fitas ali exibidas, numa Festa das Neves de 1897 &#8211; &#8220;Chegada de um trem a Gare de Lion&#8221;, Um macaco pulando um arco&#8221; e &#8220;Crianças jogando bolas de neve em Biarritz&#8221;.</em></span></p>
<p>Parece que Nicola Parente conhecia os irmãos Louis e Auguste Lumière, franceses responsáveis pelo invento do cinematógrafo, cuja primeira exibição pública aconteceu em Paris, em 28 de dezembro de 1895. Em 1896, Parente viajou para a Europa e de lá trouxe a novidade. Segundo o bisneto de Nicola, o jornalista Pedro Parente, seu bisavô teria ido aFrança, em 1900, quando teria sido convidado pelos irmãos Lumière para a Exposição Universal de Paris.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_30524" style="width: 473px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://oempregoeseu.com/2022/05/23/o-cinematografo-dos-lumiere/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-30524" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/lumiere.jpg" alt="Os irmãos Lumière e o cinematógrafo" width="463" height="197" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://oempregoeseu.com/2022/05/23/o-cinematografo-dos-lumiere/" target="_blank">Os irmãos Lumière e o cinematógrafo</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nicola itinerou com o cinematógrafo por diversos estados do Nordeste, como Bahia, Ceará, Pará e Rio Grande do Norte; e pelo interior de São Paulo. O organizador do livro <em>A crítica de cinema em Belém</em>, Pedro Veriano, aventa a possibilidade de Nicola ter sido o responsável  pelas primeiras filmagens no Pará, “<em>mas não deixou provas concretas do trabalho</em>” .</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 359px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3553" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3553/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="349" height="594" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3553" target="_blank">Nicola Maria Parente. [Mulher : retrato]. João Pessoa, Paraíba / Acervo FBN</a></p></div>
<p style="text-align: left;">Em 1899,  transferiu-se para Abaeté, atual Abaetetuba, no Pará, onde criou o estabelecimento comercial Casa Italiana, da firma Nicola Parente &amp; Filhos. Também colaborou com o <em>Jornal da Mata</em>.</p>
<p style="text-align: left;">Em 19 de maio de 1911, faleceu, vítima da explosão de <em>um novo aparelho gerador de gás oxigênio que pretendia inventar</em> em seu laboratório em Abaeté. De acordo com a notícia veiculada pelo <em>Estado do Pará</em>, era sócio de seu filho Garibaldi na firma comercial Parente &amp; Cia.  Seu outro filho, Galileu, era jornalista, poeta e fotógrafo. Como já mencionado, tinha também duas filhas, Margarida e Carmelita. Foi identificado como muito estimado, honesto e caridoso (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800082/211" target="_blank"><em>Estado do Pará</em>, 29 de maio de 1911, última coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 366px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3554" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3554/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="356" height="605" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3554" target="_blank">Nicola Maria Parente ; Photograhia Vesuvio de Nicola Maria Parente. [Homem : retrato]. João Pessoa, PB / Acervo FBN</a></p></div>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30997" target="_blank">Acesse aqui a Cronologia de Nicola Maria Parente (1847 &#8211; 1911) </a></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>Fontes</strong></span>:</p>
<p style="text-align: left;">ALIPRANDI, E.; MARTINI, V. (orgs.). <em>Gli italiani nel nord del Brasile. Rassegna delle vite e delle opere della stirpe italica negli stati del nord brasiliano</em>. Belém: Tip. da Livraria Gilet, 1932.</p>
<p style="text-align: left;">BARRO, Máximo. <em>Participação italiana no cinema brasileiro. </em>São Paulo : SESI-SP Editora.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://issuu.com/fotografiapb/docs/capa_miolo_12-08-13" target="_blank">Fotografia Paraibana Revista, 2012, pág 73</a></p>
<p><a href="http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p style="text-align: left;">GOLZIO, Derval Gomes. U<em>tilização Político-Ideológica da Fotografia: estudo das imagens publicadas no jornal A União durante a disputa política no Estado da Paraíba-1930</em>. Dissertação de Mestrado em Multimedios, Unicamp, 1997.</p>
<p style="text-align: left;"><em>Italianos detrás das câmeras: trajetórias e olhares marcantes no florescer da fotografia no Brasil</em> / Organizado por Joaquim Marçal, Livia Raponi, traduzido por Livia Raponi, Vittorio Cappelli. &#8211; São Paulo : Editora Unesp, 2022.</p>
<p style="text-align: left;">KOSSOY, Boris. <em>Dicionário histórico-fotográfico brasileiro:</em> fotógrafos e ofício da fotografia no Brasil (1833-1910). São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2002.</p>
<p style="text-align: left;">LAPA, José Roberto do Amaral. <em>A cidade: os cantos e os antros : Campinas, 1850-1900</em>. São Paulo : Editora da Universidade de São Paulo, 1996.</p>
<p style="text-align: left;">LEAL, Wills. <em>O Discurso Cinematográfico dos Paraibanos: a história do cinema na/da Paraíba</em>. João Pessoa: Ed. A União, 1989.</p>
<p style="text-align: left;">LEITE, Ary Bezerra. <em>Cidade de Fortaleza: 1897-1945: do Cinematógrafo aos Anos de Guerra.</em></p>
<p style="text-align: left;">LEITE, Ari Bezerra. <a href="https://issuu.com/bdlf/docs/2019_historia_da_fotografia_no_ceara_do_seculo_xix" target="_blank"><em>História da fotografia no Ceará do século XIX</em></a>. Edição do autor, 2019.</p>
<p style="text-align: left;">LEITE, Ary Bezerra. <em>Memória do cinema:</em> o<em>s ambulantes do Brasil (Cinema itinerante no Brasil: 1895 &#8211; 1914). </em>Fortaleza : Premius, 2011.</p>
<p style="text-align: left;">PETIT, Pere. <a href="Anais%20do%20XXVI Simpósio Nacional de História – ANPUH • São Paulo, julho 2011" target="_blank"><em>Filmes, Cinemas e Documentários no fim da Belle Époque no Pará (1911-1914)</em></a>. Anais do XXVI Simpósio Nacional de História – ANPUH • São Paulo, julho 2011,</p>
<p style="text-align: left;">VERIANO, Pedro (coord.). <em>A crítica de cinema em Belém</em>. Belém: Secult/PA, 1983.</p>
<p style="text-align: left;">SANTOS, Alex. <em>Cinema e Revisionismo</em>. João Pessoa, SEC/PB, 1982.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://capsula.avl.la/mm/2021/07/10/cert-nasc-nicola" target="_blank">Site Cápsula do Tempo</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.cpcb.org.br/artigos/o-cinema-na-amazonia-a-amazonia-no-cinema/" target="_blank">Site Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://cronicastaipuenses.blogspot.com/2021/08/" target="_blank">Site Crônicas Taipuenses</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://fatosefotosdenatalantiga.com/natal-em-1904-em-28-fotos-de-bruno-bourgard/" target="_blank">Site Fatos e Fotos de Natal Antiga</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.fortalezanobre.com.br/search/label/Cine%20Riche" target="_blank">Site Fortaleza Nobre</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://www.italiangenealogy.com/forum/topic/43625" target="_blank">Site Italian Genealogy</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://www.paraibacriativa.com.br/artista/historia-do-cinema-paraibano/" target="_blank">Site Paraíba Criativa</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://pro-memoria-de-campinas-sp.blogspot.com/2006/09/curiosidades-1897-vamos-ao-cinema.html" target="_blank">Site Pró-Memória de Campinas &#8211; SP</a></p>
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		<title>Série &#8220;Teatros e cinemas do Brasil&#8221; IV &#8211; Cinema no Brasil &#8211; a primeira sessão e um pouco da história do Cinema Odeon</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2021 14:03:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um "aparelho que projeta sobre uma tela colocada ao fundo da sala diversos espetáculos e cenas animadas, por meio de uma série enorme de fotografias". Assim o Jornal do Commercio descreveu o omniógrafo, após a primeira sessão pública de cinema no Brasil, que aconteceu às 14h, do dia 8 de julho de 1896, no Rio de Janeiro, em uma sala especialmente preparada para as projeções do omniógrafo, na rua do Ouvidor. Nesse artigo, a Brasiliana Fotográfica homenageia a sétima arte e destaca a imagem produzida pelo fotógrafo alagoano Augusto Malta (1864 - 1957) do Cinema Odeon, um dos primeiros do Rio de Janeiro. Malta foi de 1903 a 1936 o fotógrafo oficial da prefeitura do Rio de Janeiro.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um &#8220;<em>aparelho que projeta sobre uma tela colocada ao fundo da sala diversos espetáculos e cenas animadas, por meio de uma série enorme de fotografias</em>&#8220;. Assim o <em>Jornal do Commercio</em> descreveu o omniógrafo, após a primeira sessão pública de cinema no Brasil, que aconteceu às 14h, do dia 8 de julho de 1896, no Rio de Janeiro, em uma sala especialmente preparada para as projeções do aparelho, na rua do Ouvidor <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_08/21752" target="_blank">(<em>Jornal do Commercio</em>, 9 de julho de 1896, quarta coluna</a>). A exibição ocorreu poucos meses após a projeção inaugural dos filmes dos irmãos Auguste (1862 &#8211; 1954) e Louis-Jean Lumière (1864 &#8211; 1948), em Paris, no dia 28 de dezembro de 1895, no Grand Café do Boulevard des Capucines.</p>
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<div id="attachment_23972" style="width: 355px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_08/21752" target="_blank"><img class="size-full wp-image-23972" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/cinema.jpg" alt="Jornal do Commercio, 9 de julho de 1896" width="345" height="337" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_08/21752" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 9 de julho de 1896</a></p></div>
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<p>Diversos fotógrafos não ficaram indiferentes à nova invenção. Alguns exemplos já abordados pela Brasiliana Fotográfica são <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9527" target="_blank">Benjamin Abrahão Calil Botto (1901 – 1938)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16103" target="_blank">Jorge Kfuri (1893 – 1965)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22230http://" target="_blank">João Stamato (1886 &#8211; 1951)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923) e seus filhos</a> e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8567" target="_blank">Walter Garbe (18? – 19?)</a>.</p>
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<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/79">Acessando o link para as fotografias dos cinemas disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
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<p>Nesse artigo, a Brasiliana Fotográfica homenageia a sétima arte e destaca a imagem do Cinema Odeon produzida pelo fotógrafo alagoano <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</a>, que foi, de 1903 a 1936, o fotógrafo oficial da prefeitura do Rio de Janeiro. Acessando a fotografia no acervo do portal, o leitor poderá magnificá-la, verificar todos os dados referentes a ela e explorar todos os seus detalhes, como, por exemplo, os pedestres, os carros, a iluminação pública, a presença de uma agência da Sul-América Seguros no prédio, a arquitetura da fachada e ônibus que aparecem no registro. Basta clicar <span style="color: #993300;"><strong><a style="color: #993300;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8162" target="_blank">aqui</a></strong></span> ou na própria imagem. A preservaçao digital de imagens possibilita, a partir de recursos tecnológicos como o <em>zoom</em>, que as fotografias tenham outra visibilidade e possam ser acessadas em sua qualidade plena.</p>
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<div style="width: 609px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8162" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8162/014AM012072.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="599" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8162" target="_blank">Augusto Malta. Cine Odeon, c. 1930. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<p>A sala de cinema Odeon já existia na década de 10, na então <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">avenida Central, atual Rio Branco</a>, nº 137, esquina com a rua Sete de Setembro, quando, entre 1909 e 1913, o pianista Ernesto Nazareth (1863 &#8211; 1934) tocava na sala de espera, tendo merecido um elogio do também pianista e compositor Henrique Oswald (1852 &#8211; 1931) que o ouviu no Cinema Odeon: <em>“É admirável esse moço. Que música ele faz! Eu mesmo seria incapaz de interpretá-la com aquela mestria, aquele prodígio de ritmo. E aqui, perdido nesta indiferença&#8230;”. </em>Nazareth havia dedicado o tango <em>Batuque</em> (1901) a Oswald.</p>
<p>Nazareth retornou ao cinema, entre 1913 e 1918, como pianista da orquestra de Eduardo Andreozzi  (1892-1979). Villa-Lobos (1887 &#8211; 1959) era, na ocasião, o violoncelista. Darius Milhaud (1892 &#8211; 1974), que passou uma temporada no Brasil, tambem o ouviu tocar no Odeon e, posteriormente, escreveu sobre ele em sua autobiografia <em>Notes san musique</em>. Foi também no Odeon que o pianista polonês Arthur Rubinstein (1887-1982) o ouviu tocar, tendo ficado impressionado com sua performance. Sua composição, o tango <a href="https://www.youtube.com/watch?v=DMXgiE238Ms" target="_blank"><em>Odeon</em></a>, publicado em 1909 pela Casa Mozart (E. Bevilacqua &amp; Cia.) foi dedicado &#8220;à distinta empresa Zambelli &amp; Cia.&#8221;, proprietária do Cinema Odeon. A primeira gravação foi realizada por ele com Pedro Alcântara (1866 &#8211; 1929) ao flautim, em 1912. Não foi, na época, uma peça de especial destaque, mas tornou-se um de seus maiores sucessos na segunda metade do século XX.</p>
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<div style="width: 260px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/23773" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/nazareth.jpg" alt="Ernesto Nazareth / Revista da Semana, 12 de agosto de 1939" width="250" height="447" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/23773" target="_blank">O maestro Ernesto Nazareth, que tocava na sala de esperava do Cine Odeon / Revista da Semana, 12 de agosto de 1939</a></p></div>
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<p>Voltando ao Cinema Odeon, o atual prédio, fotografado por Malta, foi inaugurado em 3 de abril em 1926, na Praça Floriano, nº 7, no auge da presença de salas de cinema na Cinelândia, no centro do Rio (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_11/15428" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 2 de abril de 1926, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/24848" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 4 de abril de 1926, segunda coluna</a>). Passou por reformas em fins do século XX e, sob a administração do Grupo Estação, foi fechado em 2014, devido a dívidas. Reaberto, em 2015, como Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro &#8211; Cine Odeon passou a ser, além de sala de cinema, um espaço para cursos, palestras e espetáculos. O Cine Odeon mantém viva a tradição dos cinemas de rua do Rio de Janeiro.</p>
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<div id="attachment_23986" style="width: 429px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_11/15428" target="_blank"><img class="size-full wp-image-23986" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/odeon.jpg" alt="Jornal do Commercio, 2 de abril de 1926" width="419" height="417" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_11/15428" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 2 de abril de 1926</a></p></div>
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<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cineodeon.com.br/" target="_blank"><span style="color: #800000;"><em>&#8221; O ODEON é parte da memória cultural do Rio de Janeiro e representa uma época em que o cinema e o Centro da cidade se confundiam e se completavam. Sua história acompanha as mudanças da cidade ao seu redor ao longo dos seus 90 anos e continua a encantar o público, combinando com maestria a tradição e a renovação, o clássico e o contemporâneo, sem nunca perder a força da sua identidade</em></span></a><span style="color: #800000;"><em>&#8220;.</em></span></p>
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<div id="attachment_23979" style="width: 400px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Auguste_e_Louis_Lumi%C3%A8re#/media/Ficheiro:Fratelli_Lumiere.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-23979" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/lumiere.jpg" alt="Auguste e Louis Lumière / Instituto Lumière" width="390" height="516" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Auguste_e_Louis_Lumi%C3%A8re#/media/Ficheiro:Fratelli_Lumiere.jpg" target="_blank">Auguste e Louis Lumière, os inventores do cinematógrafo, <em>os pais do cinema</em> / Instituto Lumière</a></p></div>
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<p><strong><a style="color: #800000;" href="https://ernestonazareth150anos.com.br/" target="_blank">Link para o site Ernesto Nazareth 150 anos, do Instituto Moreira Salles.</a></strong></p>
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<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
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<p><span style="color: #993300;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p><a href="http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p><a href="https://www.cineodeon.com.br/" target="_blank">Site Cine Odeon</a></p>
<p><a href="https://ernestonazareth150anos.com.br/" target="_blank">Site Ernesto Nazareth 150 Anos &#8211; Instituto Moreira Salles</a></p>
<p><a href="https://musicabrasilis.org.br/compositores/ernesto-nazareth" target="_blank">Site Musica Brasilis</a></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=DMXgiE238Ms" target="_blank">Youtube</a></p>
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<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Outros artigos publicados na Brasiliana Fotográfica sobre teatros e cinemas</strong></em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"> </span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">Série</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> O Rio de Janeiro desaparecido </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">I</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> </a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">- </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><em>Salas de cinema do Rio de Janeiro do início do século XX</em></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><strong>, </strong>publicado em 26 de fevereiro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4748" target="_blank"><em>Os teatros do Brasil</em>, publicado em 21 de março de 2016</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9445" target="_blank"><em>A inauguração do Theatro Municipal do Rio de Janeiro</em>, publicado em 14 de julho de 2017</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25489" target="_blank">Série<em> “O Rio de Janeiro desaparecido” </em>XII<em> – O Teatro Lírico (Theatro Lyrico)</em>, publicado em 16 de setembro de 2021</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25310" target="_blank"><em>O Theatro de Santa Isabel</em>, publicado em 28 de outubro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25907" target="_blank"><em>O Teatro Amazonas (Theatro Amazonas), em Manaus, a “Paris dos Trópicos”</em>, publicado em 28 de dezembro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=28555" target="_blank"><em>O Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro, no Dia Mundial do Teatro</em>, publicado em 27 de março de 2023</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30422" target="_blank"><em>Dia do Cinema Brasileiro</em>, publicado em 19 de junho de 2023</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32451" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXV<em> – O Theatro Phenix,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado em 5 de setembro de 2023</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=35177http://" target="_blank"><em>O Theatro da Paz, em Belém do Pará, inaugurado em 15 de fevereiro de 1878</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado em 15 de fevereiro de 2024</a></span></p>
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