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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; desenvolvimento</title>
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		<title>O objeto de trabalho: Augusto Malta e sua câmera fotográfica</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Sep 2019 14:15:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Cronologia]]></category>
		<category><![CDATA[arquivo]]></category>
		<category><![CDATA[Augusto Malta]]></category>
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		<description><![CDATA[Beatriz Kushnir e Carolina Ferro, diretora e gerente de pesquisa do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro (AGCRJ), respectivamente, são as autoras do artigo "O objeto de trabalho: Augusto Malta e sua câmera fotográfica", sobre as dificuldades para a produção de fotografias de um determinado momento, monumento ou evento, no século XIX , e no início do século XX. Os objetos destinados às fotografias eram muito maiores e mais complexos. Nesse período, mais especificamente no início do século XX, Augusto Malta, fotógrafo oficial do município do Rio de Janeiro, foi um dos nomes mais célebres da fotografia no Brasil. O AGCRJ é uma das instituições parceiras da Brasiliana Fotográfica.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>O objeto de trabalho: Augusto Malta e sua câmera fotográfica</em></strong></span></p>
<p style="text-align: center;">Beatriz Kushnir e Carolina Ferro*</p>
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<div style="width: 411px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6658" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6658/CP-LE-PC_003.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="401" height="613" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6658" target="_blank">Augusto Malta (1864 &#8211; 1957). Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>A facilidade com a qual produzimos uma fotografia nos dias atuais faz com que nos esqueçamos das dificuldades enfrentadas no passado para registrar um determinado momento, monumento ou evento. Da vinda do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16443" target="_blank">daguerreótipo para o Brasil</a>, na década de 1840, até as primeiras décadas do século XX, os objetos destinados às fotografias eram muito maiores e mais complexos. As imagens eram, em sua grande maioria, em preto e branco, tendo em vista que a versão colorida era uma novidade que seria popularizada aos poucos, pós 1907. Também aos poucos os fotógrafos se profissionalizavam e se preocupavam com seus instrumentos de trabalho, acompanhando os avanços técnicos que se aceleravam. Nesse período, mais especificamente no início do século XX, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta</a>, fotógrafo oficial do município do Rio de Janeiro, foi um dos nomes mais célebres da fotografia no Brasil.</p>
<p>Malta percorreu a cidade do Rio de Janeiro com diversas câmeras, uma boa parte operada com chapas de vidro à base de gelatina. Segundo Amanda Danelli Costa (2019), essas chapas eram bastante sensíveis à luz, o que permitiam “diafragmas bem fechados e velocidades de obturador entre um segundo e um quarto de segundo”, o que é um avanço se compararmos com os vários minutos que a fotografia demorava a ficar pronta nos seus primórdios. Segundo a autora (COSTA, 2019), os objetos de trabalho de Malta carregavam grandes formatos de negativos (24X30 cm, 18X24 cm e 13X18 cm) e essas informações nos ajudam a afirmar que as técnicas e as câmeras utilizadas por ele são essenciais para a compreensão da qualidade das fotografias que esse profissional nos proporcionou durante mais de 30 anos de trabalho. Ele se deslocava pela cidade sempre com uma câmera pesada, um tripé de madeira, um flash de magnésio e uma maleta com as chapas (BUENO, 2014). Uma dessas câmeras se encontra, hoje, no Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_16533" style="width: 431px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/máquina-1.jpg"><img class=" wp-image-16533" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/máquina-1-683x1024.jpg" alt="Máquina fotográfica de Augusto Malta" width="421" height="631" /></a><p class="wp-caption-text">Máquina fotográfica de Augusto Malta</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #000000;"> Não cabe aqui retomar toda a vida de Augusto Malta, tão amplamente divulgada por inúmeros estudiosos. Mas cabe salientar que detalhes importantes de sua vida profissional estão em documentos encontrados no AGCRJ. Do decreto de nomeação à aposentadoria, o viés público de Malta nos faz refletir sobre a prática de produção de uma memória política e histórica pelo poder público e sobre a importância da fotografia como documento.</span></p>
<p>O alagoano Augusto Malta tornou-se fotógrafo através do decreto n° 445, de 27 de junho de 1903, publicado pelo prefeito <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7566" target="_blank">Pereira Passos</a>, um dos grandes responsáveis pela remodelação da cidade do Rio de Janeiro. Dentre suas atribuições, estavam “tirar provas photographicas, no número que for necessário, dos edifícios, monumentos, obras da municipalidade e pontos do Districto Federal que lhe forem determinados e bem assim, quando o diretor geral o julgar conveniente, auxiliar o expediente da Directoria”, que era a de Obras e Viação. Para cumprir com uma missão tão grandiosa, Malta precisou de auxiliares, sendo os seus filhos, Aristógiton e Uriel, os mais conhecidos.</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=malta" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de autoria de Augusto Malta e de seus filhos Aristógiton e Uriel disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>Em 1909, o cargo de fotógrafo oficial da prefeitura foi extinto, mas em 1913 ele foi recriado e Malta foi o escolhido para ocupar esse lugar devido ao seu profissionalismo e à qualidade de suas fotografias. Ele começou seu trabalho de forma amadora, mas era um grande estudioso e autodidata, o que fez com que aprimorasse sua técnica e a qualidade de suas obras. Ficou na prefeitura até 25 de agosto de 1936, quando se aposentou, tendo passado por 19 prefeitos, comprovando que as disputas políticas pelas quais o Brasil enfrentou, inclusive no período dos movimentos da década de 1930, deixaram intocáveis seu serviço público muito bem prestado. Quem o substituiu foi seu filho Aristógiton, sendo nomeado alguns dias depois, em 9 de setembro do mesmo ano.</p>
<p>No percurso da carreira de Malta, há um momento que, para os historiadores e pesquisadores do Rio de Janeiro em geral, é precioso. Em 1931, o cargo de fotógrafo oficial da prefeitura passa da Diretoria Geral de Viação e Obras para a Diretoria Geral de Engenharia e, no ano seguinte, através do decreto n° 3.759, de 30 de janeiro, novas atribuições somam-se às já relatadas. Agora, é necessário “§2 – Organizar o Archivo photographico e histórico dos serviços executados” e “§3º &#8211; Fornecer ao Archivo geral as fotografias históricas relativas ao desenvolvimento da cidade ou de cerimonias realisadas e que tiverem sido photographadas”. Isto significa que Malta passa a ser obrigado por lei a entregar o material produzido na execução de seu trabalho ao Arquivo do Distrito Federal, atual AGCRJ. Graças a essa decisão é que temos mais de 30 mil negativos de Malta em nosso acervo, uma vasta coleção que carrega a história das fotografias e suas técnicas, bem como a história de nossa cidade.último decreto nos faz supor que, ao se aposentar, Malta também teria entregado uma de suas câmeras (talvez a mais utilizada para os serviços da prefeitura), tendo em vista que era um patrimônio da municipalidade, mas, infelizmente é só uma suposição. Malta continuou trabalhando como fotógrafo até sua morte, por enfarto, aos 93 anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 756px" class="wp-caption aligncenter"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4694/P009CJHF4028.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="746" height="566" /><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4694" target="_blank">Augusto Malta. Augusto Malta em seu ateliê, c. 1906. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Câmera que se encontra no AGCRJ, provavelmente, é uma Speed Graphic, da empresa Graflex. Lançada pela primeira vez em 1912, ela tinha como propósito ser um instrumento de fotografia de paisagens, voltadas para profissionais que necessitavam de uma câmera mais leve, eficaz e preparada especificamente para esta função. Possivelmente, esse objeto foi adquirido bem depois de seu lançamento, tendo em vista que, à época, as novidades tecnológicas não chegavam com a mesma rapidez que nos dias atuais e, muitas vezes, era necessário importa-las. Sua qualidade é tão notável que, ainda hoje, existem fotógrafos que usam essa câmera para ter a mesma experiência do passado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_16534" style="width: 432px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/máquina-2.jpg"><img class=" wp-image-16534" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/máquina-2-1024x683.jpg" alt="Máquina fotográfica de Augusto Malta" width="422" height="281" /></a><p class="wp-caption-text">Máquina fotográfica de Augusto Malta</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao pesquisar sobre a câmera utilizada por Augusto Malta, inúmeras questões são levantadas. Como e quando ela chegou ao AGCRJ? Em que momentos Malta utilizou esse instrumento? Será que ela foi uma das câmeras mais utilizadas pelo fotógrafo? Por que decidiram doar esta e não as outras câmeras? Qual era a circulação e como era a utilização desse tipo de câmera no Rio de Janeiro e no Brasil? Onde esse objeto teria sido comprado?</p>
<p>Infelizmente não temos muitas informações sobre a câmera de Augusto Malta, tendo em vista que os funcionários do Arquivo do Distrito Federal da época não registraram sua entrada, nem suas especificidades. Por isso, convidamos especialistas em câmeras fotográficas e em história da fotografia a visitarem o AGCRJ e nos ajudarem a resgatar um pouco mais da memória desse que foi um personagem icônico de nossa cidade e que nos forneceu inúmeros caminhos de pesquisa.</p>
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<div id="attachment_16535" style="width: 491px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/máquina-3.jpg"><img class=" wp-image-16535" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/máquina-3-683x1024.jpg" alt="Máquina fotográfica de Augusto Malta" width="481" height="722" /></a><p class="wp-caption-text">Máquina fotográfica de Augusto Malta</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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<p>*Esse artigo teve uma preciosa ajuda na pesquisa e revisão de Rafael Martins de Araújo, estagiário da Gerência de Pesquisa do AGCRJ.</p>
<p>Beatriz Kushnir é diretora do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro (AGCRJ). Tem estágio pós-doutoral pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e é doutora em História pela mesma instituição.</p>
<p>Carolina Ferro é gerente de pesquisa do AGCRJ, professora do Centro Universitário Carioca (UniCarioca) e doutora em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes secundárias:</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em><strong>Livros e artigos:</strong></em></span></p>
<p>BUENO, Débora Gauziski de Figueiredo. <em>Documentando a experiência urbana carioca: o Rio de Janeiro pelas fotografias de Augusto Malta e do Rio 365</em>. 2014. Dissertação (Mestrado em Comunicação) – Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2014.</p>
<p>COSTA, Amanda Danelli. <em>Augusto Malta e a fotografia da alma dos quiosques cariocas.</em> Acervo, Rio de Janeiro, v. 32, n. 2, p. 117-132, maio/agosto 2019.<br />
______. <em>Impressões imagéticas: história, memória e a fotografia carioca de Augusto Malta. 2007</em>. Dissertação (Mestrado em História Social da Cultura) – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2008.</p>
<p>TURAZZI, Maria Inez. <em>Câmara fotográfica de Marc Ferrez</em>. In: KNAUSS, Paulo; LENZI, Isabel; MALTA, Marize (Orgs.). História do Rio de Janeiro em 45 objetos. Rio de Janeiro: FGV Editora / Jauá editora / FAPERJ, 2019.</p>
<p>KOSSOY, Boris. <em>O daguerreotipo nos trópicos</em>. Jornal da USP. Publicado em: 29 mar. 2019. Disponível em: https://jornal.usp.br/?p=233593. Acesso em: 30 jul. 2019.</p>
<p>LOUREIRO, Elizabeth Cristina Marques de (Coord.). <em>Augusto Malta: catálogo da série negativo em vidro</em> / Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Secretaria Municipal de Cultura, Departamento Geral de Documentação e Informação Cultural, Divisão de Editoração, 1994.</p>
<p>MOREIRA, Regina da Luz. <em>Augusto Malta, dono da memória fotográfica do Rio</em>. Portal Augusto Malta. Publicado em: 18 ago. 2008. Disponível em: http://portalaugustomalta.rio.rj.gov.br/blog-post/augusto-malta-dono-da-memoria-fotografica-do-rio. Acesso em: 30 jul. 2019.</p>
<p><span style="color: #000000;"><em><strong>Sites:</strong></em></span></p>
<p>Informações sobre as máquinas Graflex. Disponível em: https://graflex.org/speed-graphic/which-model.html. Acesso em: 15 ago. 2019.</p>
<p>Informações sobre as máquinas Graflex. Disponível em: https://graflex.org/speed-graphic/graphic-models.html. Acesso em: 15 ago. 2019.</p>
<p>Informações sobre as máquinas Graflex. Disponível em: https://graflex.org/graflex-products-list.html. Acesso em: 15 ago. 2019.</p>
<p>Informações sobre as máquinas Graflex. Disponível em: https://graflex.org/speed-graphic/. Acesso em: 16 ago. 2019.</p>
<p>CLEAVE, Joe Van. A 75 year Old Camera Review. Youtube. Publicado em: 28 mar. 2017. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=IQEXobv3OC4. Acesso em: 15 ago. 2019.</p>
<p>LENG, Bopp. Graflex Pacemaker Speed Graphic. Youtube. Publicado em: 19 jan. 2019. Disponível em: https://www.youtube.com/results?search_query=Graflex+speed+graphic++1920. Acesso em: 15 ago. 2019.</p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Fontes primárias</strong>:</span></p>
<p>PREFEITURA DO DISTRICTO FEDERAL. Decreto nº 445, de 27/06/1903.</p>
<p>PREFEITURA DO DISTRICTO FEDERAL. Decreto nº 1365, de 22/07/1919.</p>
<p>PREFEITURA DO DISTRICTO FEDERAL. Decreto nº 3484, de 13/04/1931.</p>
<p>PREFEITURA DO DISTRICTO FEDERAL. Decreto nº 3759, de janeiro de 1932.</p>
<p>PREFEITURA DO DISTRICTO FEDERAL. Boletim da PDF. Jul./set. 1936, p. 316.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20908" target="_blank"><em><span style="color: #800000;"><strong>Acesse aqui a Cronologia de Augusto Malta por Andrea Wanderley</strong></span></em></a></p>
<p>Para a elaboração da presente cronologia de Augusto Malta, além da pesquisa em dezenas de periódicos e revistas, valemo-nos, especialmente, do livro <em>Augusto Malta e o Rio de Janeiro: 1903-1936</em>, de George Ermakoff, e do artigo de Regina da Luz Moreira, &#8220;Augusto Malta, dono da memória fotográfica do Rio&#8221;, publicado no Portal Augusto Malta.</p>
<p>O lançamento do <a href="http://portalaugustomalta.rio.rj.gov.br/">Portal Augusto Malta</a>, em 2008, foi uma importante iniciativa do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro (AGCRJ). No portal, estão reunidos o acervo do fotógrafo na referida instituição e no Museu Histórico da Cidade, além de fotografias de seus filhos, Aristógiton e Uriel Malta. Um dos curadores da Brasiliana Fotográfica, Joaquim Marçal, foi consultor do projeto.</p>
<p>O Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, o Arquivo Fotográfico da Light, o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, o Instituto Moreira Salles, a Biblioteca Nacional e o Museu Histórico Nacional são outros importantes acervos da obra do fotógrafo.</p>
<p><a href="http://www.ims.com.br/ims/explore/artista/augusto-malta" target="_blank">Link para publicações sobre a obra de Augusto Malta no site do Instituto Moreira Salles</a></p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/69869" target="_blank">Link para a matéria <em>Banho de mar</em> &#8211; 1915, escrita por Raymundo Athayde e ilustrada com fotografias de Augusto Malta, publicada na revista <em>O Cruzeiro</em>, 22 de abril de 1950).</a></p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/72215" target="_blank">Link para a matéria <em>Do Convento da Ajuda às luzes da Cinelândia, </em>escrita por Raymundo Athayde com fotos de Augusto Malta e Luciano Carneiro, publicada na revista <em>O Cruzeiro, </em>9 de setembro de 1950. </a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>Anais do Museu Histórico Nacional: volume XXXII – 2000, pág 131.</p>
<p>BULHÕES, Antonio &amp; REBELO, Marques. <em>O Rio de Janeiro do bota-abaixo</em>. Rio de Janeiro: Salamandra, 1997</p>
<p>CAMPOS, Fernando Ferreira. <em>Um fotógrafo, uma cidade: Augusto Malta</em>, Rio de Janeiro: Maison Graphique, 1987.</p>
<p>Catálogo da Exposição comemorativa da doação do Acervo Brascan ao IMS – Guilherme Gaenly e Augusto Malta: dois mestres da fotografia brasileira no Acervo Brascan. Rio de Janeiro: Instituto Moreira Salles, 2002</p>
<p>ERMAKOFF, George. <em>Augusto Malta e o Rio de Janeiro: 1903-1936</em> / George Ermakoff; tradução para o inglês Carlos Luís Brown Scavarda. Rio de Janeiro: G. Ermakoff Casa Editorial, 2009. 288p. : il.; 28cm</p>
<p>KOSSOY, Boris. <em>A fotografia como fonte histórica: introdução à pesquisa e interpretação das imagens do passado</em>. São Paulo: Secretaria da Ind., Com., Ciência e Tecnologia, 1980. (Coleção Museu &amp;Técnicas; 4).</p>
<p>LAGO, Bia Corrêa do;LAGO, Pedro Corrêa do. <em>Coleção Princesa Isabel: fotografia do século XIX</em>. Rio de Janeiro: Capivara, 2008.432p.:il., retrs.</p>
<p>LOUREIRO, Elizabeth Cristina Marques de (coord.). <em>Augusto Malta, Aristógiton Malta: catálogo da série negativo em vidro</em>. Rio de Janeiro: Secretaria Municipal de Cultura, 1994. (Biblioteca carioca, 29. Instrumentos de pesquisa)</p>
<p>Nosso Século. São Paulo; Abril Cultural, 1980. vol 1 (1900-1910)</p>
<p><a href="http://portalaugustomalta.rio.rj.gov.br/" target="_blank">Portal Augusto Malta do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro</a></p>
<p><a href="http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa17643/augusto-malta" target="_blank">Site da Enciclopédia Itau Cultural</a></p>
<p><a href="http://www.light.com.br/grupo-light/Centro-Cultural-Light/default.aspx" target="_blank">Site do Centro Cultural da Light</a></p>
<p><a href="http://www.ims.com.br/ims/explore/artista/augusto-malta" target="_blank">Site do Instituto Moreira Salles</a></p>
<p><a href="http://www.mis.rj.gov.br/acervo/colecao-augusto-malta/" target="_blank">Site do Museu da Imagem e do Som</a></p>
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		<title>Pereira Passos e Marc Ferrez: engenharia e fotografia para o desenvolvimento das ferrovias</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Apr 2019 18:06:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Francisco Pereira Passos (1836-1913), que foi prefeito do Rio de Janeiro entre 1902 e 1906, quando liderou uma série de obras de reurbanização da cidade, teve uma atuação profissional importante como engenheiro, principalmente no que se refere ao trabalho de construção de ferrovias, no final do século XIX. Na ocasião, a fotografia passou a ser amplamente utilizada pelos engenheiros como recurso para estudos de projetos e execuções das obras ferroviárias e Marc Ferrez (1843 - 1923) foi um dos principais fotógrafos contratados para o registro das construções de ferrovias. A Brasiliana Fotográfica traz para seus leitores um artigo sobre o assunto, de autoria da historiadora Maria de Fátima da Silva Morado, do Museu da República, uma das instituições parceiras do portal,  com a publicação de imagens produzidas por Ferrez, uma colagem de fotos do alemão Alberto Henschel (1827 - 1882), e registros de fotógrafos ainda não conhecidos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Francisco Pereira Passos (1836-1913), que foi prefeito do Rio de Janeiro entre 1902 e 1906, quando liderou uma série de obras de reurbanização da cidade, teve uma atuação profissional importante como engenheiro, principalmente no que se refere ao trabalho de construção de ferrovias, no final do século XIX. Na ocasião, a fotografia passou a ser amplamente utilizada pelos engenheiros como recurso para estudos de projetos e execuções das obras ferroviárias e Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923) foi um dos principais fotógrafos contratados para o registro das construções de ferrovias. A Brasiliana Fotográfica traz para seus leitores um artigo sobre o assunto, de autoria da historiadora Maria de Fátima Morado, do Museu da República, uma das instituições parceiras do portal,  com a publicação de imagens produzidas por Ferrez, uma colagem de fotos do alemão <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?page_id=1371" target="_blank">Alberto Henschel (1827 &#8211; 1882),</a> e registros de fotógrafos ainda não conhecidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;"><em>A aliança entre engenharia e fotografia para o desenvolvimento das ferrovias</em></span></strong></p>
<p style="text-align: center;">Maria de Fátima Morado*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7566" target="_blank">Francisco Pereira Passos (1836–1913)</a> é, usualmente, identificado como o prefeito do “bota-abaixo”, pois sob sua polêmica gestão (1902-1906) a cidade do Rio de Janeiro passou por obras de modernização que implicaram na remoção dos habitantes pertencentes às camadas populares da região central para áreas mais afastadas e sem recursos. A sua atuação profissional, enquanto engenheiro, apesar de pouco conhecida não é menos relevante, principalmente no que se refere ao trabalho de construção de ferrovias, no final do século XIX.</p>
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<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4996" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4996/FPft0151%282%29.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="553" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4996" target="_blank">Augusto Malta. Família Pereira Passos: Pereira Passos, Maria Rita Passos, Maria Paula Passos de Castro, Francisco de Oliveira Passos, Olímpia Passos e Maria Ernestina T. de Castro, 14 de novembro de 1910. Rio de janeiro, RJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
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<p>Pereira Passos formou-se engenheiro pela Escola Militar da Corte, em 1856, “e, no ano seguinte, foi nomeado adido à legação brasileira em Paris, ocasião em que teve a oportunidade de frequentar os cursos da <em>École de Ponts et Chaussées</em> e de se dedicar a estudos sobre hidráulica, construção de portos, canais e estradas de ferro”. (MOTTA, 2015). De volta ao Brasil, atuou num dos ramos mais promissores da engenharia, a construção de estradas de ferro, demanda requerida pelo auge da produção cafeeira e seu necessário escoamento, que deveria ser feito de forma mais eficiente.</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4886/discover?query=%22fotografia+de+ferrovias%22&amp;submit=Ir&amp;rpp=10" target="_blank"><span style="color: #800000;"><strong>Acessando o link para as fotografias de ferrovias do acervo do Museu da República disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</strong></span></a></p>
<p>Em 1881, com a fundação do Clube de Engenharia, que teve Pereira Passos como um dos membros mais influentes, os engenheiros passaram a exercer um poder estratégico em relação às obras públicas de infraestrutura e conforme o artigo 1º de seu Estatuto ficou definido que “a sociedade – Club de Engenharia &#8211; tem por objecto promover e estreitar relações entre as classes de engenharia e as dos vários ramos industriais, no que diz respeito aos interesses recíprocos das suas profissões” (<a href="http://legis.senado.leg.br/legislacao/ListaTextoSigen.action?norma=592073&amp;id=14381963&amp;idBinario=15630911&amp;mime=application/rtf" target="_blank">Decreto nº 8253 de 10/09/1881</a>). Em 1882, o Clube patrocinou o I Congresso de Estradas de Ferro e, em 1887, realizou a I Exposição das Estradas de Ferro no Brasil.</p>
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<div style="width: 1145px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6456" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6456/fpft1970000001.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="1135" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6456" target="_blank">Marc Ferrez. Estrada de Ferro Sapucai, s/d. Ponte sobre o rio Paraíba / Acervo Museu da República</a></p></div>
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<p>A fotografia passou a ser amplamente utilizada pelos engenheiros como recurso para estudos de projetos e execuções das obras, não excluindo a função social para a difusão e propaganda dessas modernizações, por exemplo, através da confecção de cartões-postais. <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13070" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a> foi um dos principais fotógrafos contratados para o registro das construções de ferrovias. “A engenharia ferroviária demandava imagens detalhadas da evolução das obras de engenharia (edifícios de passageiros, túneis, pontes, aterros, cortes)” (OLIVEIRA, 2018). A fotografia também servia como recurso no incentivo entre os acionistas para investimentos no empreendimento ferroviário. Para a divulgação desse processo modernizador foram comercializados álbuns fotográficos e realizadas exposições de fotos de engenharia em salões nacionais e internacionais.</p>
<p>A Coleção Família Passos, do Arquivo Histórico e Institucional do Museu da República, além de extensa documentação textual, dispõe de uma série de fotos sobre a construção de ferrovias, bem como estações e locomotivas. Além das fotografias produzidas por Marc Ferrez, existe uma colagem de fotos de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?page_id=1371" target="_blank">Alberto Henschel (1827 &#8211; 1982)</a>, importante fotógrafo alemão que atuou no Brasil, nesse mesmo período.</p>
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<div style="width: 1218px" class="wp-caption aligncenter"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6448/fpft1870000001.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="1208" height="800" /><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6448" target="_blank">Alberto Henschel. Estrada de Ferro D.Pedro II: vista do ramal, do túnel e da estação marítima na Gamboa, s/d. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
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<p style="text-align: center;"><strong><em><span style="color: #800000;">Cronologia da carreira de Pereira Passos no setor ferroviário</span></em></strong></p>
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<div style="width: 486px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5132" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5132/FPft0469.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="476" height="358" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5132" target="_blank">Augusto Malta. Pereira Passos durante cerimônia de inauguração da pedra fundamental de monumento em sua homenagem, 15 de junho de 1906. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #800000;">1862</span> </strong>- Atuou em comissões de estudos de prolongamento e acompanhamento de obras da Estrada de Ferro Dom Pedro II.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1864 &#8211; 1867</span> </strong>- Foi  engenheiro-fiscal da construção da linha que ligou Santos a Jundiaí. Na condição de funcionário do governo imperial, fiscalizou a obra da Estrada de Ferro Santos-Jundiaí, inaugurada em 1867 como São Paulo Railway.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1868 &#8211; 1869</span> </strong>- Substituiu J. Whitaker na comissão encarregada dos estudos e exploração do traçado de prolongamento da Estrada de Ferro D. Pedro II até o Rio São Francisco.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1870 a 1873</span> – </strong>Foi consultor técnico do Ministério da Agricultura e Obras Públicas, em Londres. Publicou um livro intitulado <em>Caderneta de Campo</em>, trabalho utilizado pelos engenheiros brasileiros dedicados à construção de ferrovias.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1876 &#8211; 1880</span></strong> &#8211; Atuou como engenheiro-presidente na Estrada de Ferro Dom Pedro II. Conduziu a ampliação da estação da Corte e as construções do ramal ferroviário e da estação marítima, na Gamboa. Este complexo foi inaugurado em junho de 1880.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1881 &#8211; 1884</span></strong> &#8211; Elaborou o projeto de engenharia da Estrada de Ferro Curitiba-Paranaguá; o prolongamento da Estrada de Ferro Petrópolis, no trecho da Raiz da Serra do Mar até Petrópolis; e a Estrada de Ferro Corcovado. Para as duas últimas introduziu o uso do sistema com trilho central dotado de encaixes, nos quais uma roda dentada se apoia para impulsionar o trem, conhecido como cremalheira. A Estrada de Ferro do Corcovado foi construída em conjunto com Marcelino Roma e Lopes Ribeiro e é a primeira via de turismo criada na Corte.</p>
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<div style="width: 969px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6447" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6447/fpft1860000001.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="959" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6447" target="_blank">Marc Ferrez. Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba: ponte sobre o Rio São João, onde aparece uma composição com passageiros, s/d. Paraná/ Acervo Museu da República</a></p></div>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6447" target="_blank"> </a></p>
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<div style="width: 1003px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6443" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6443/fpft1040000001.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="993" height="707" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6443" target="_blank">Anônimo. Vagão tombado em uma estrada de ferro, s/d / Acervo Museu da República</a></p></div>
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<p>*Maria de Fátima Morado é Historiadora do Arquivo Histórico e Institucional do Museu da República</p>
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<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span><br />
LAMARÃO, Sérgio; URBINATI, Inoã Carvalho. <em>Clube de Engenharia</em>. In: Dicionário histórico-biográfico da Primeira República &#8211; 1889-1930. Coordenação: Alzira Alves de Abreu. FGV, 2015.</p>
<p>MOTTA, Marly. <em>Pereira Passos</em>. In: Dicionário histórico-biográfico da Primeira República &#8211; 1889-1930. Coordenação: Alzira Alves de Abreu. FGV, 2015.</p>
<p>OLIVEIRA, Eduardo Romero. <em>Vistas fotográficas das ferrovias: a produção de registros de obra pública no Brasil do século XIX</em>. História, Ciências, Saúde – Manguinhos, Rio de Janeiro, v.25, n.3, jul-set 2018, p.695-723.</p>
<p>PINHEIRO, Manoel Carlos; FIALHO JR, Renato. <em>Pereira Passos: vida e obra</em>. Instituto Pereira Passos-Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, ago 2006.</p>
<p>RODRIGUES, Antônio Edmilson Martins; AZEVEDO, André Nunes de. <em>Pereira Passos por ele mesmo</em>. Revista Rio de Janeiro, n. 10 , maio-ago 2003.</p>
<p>TURAZZI, Maria Inez. <em>Paisagem construída fotografia e memória dos melhoramentos urbanos na cidade do Rio de Janeiro</em>. Varia História, Belo Horizonte, vol. 22, nº 35: p. 64-78, jan-jun 2006.</p>
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<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Pequena cronologia da carreira de Marc Ferrez como fotógrafo no setor ferroviário</em></strong></span></p>
<p style="text-align: center;">Andrea C.T. Wanderley**</p>
<div style="width: 346px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5345" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5345/_MG_2200.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="336" height="432" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5345" target="_blank">Família Ferrez. c. 1912. Marc Ferrez está em pé atrás de sua esposa, Marie, ladeados pelo filho do casal, Julio, e sua mulher, Claire. As crianças são Gilberto e Eduardo, netos de Marc. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1880</strong></span> &#8211; Entre 1880 e 1890,  fotografou as construções ferroviárias no Brasil, quando produziu um grande panorama da paisagem brasileira de sua época.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1882</strong></span> &#8211; Fotografou as obras da ferrovia Dom Pedro II, em São Paulo e em Minas Gerais, tendo registrado a presença do imperador Pedro II e de sua comitiva na entrada do túnel da Serra da Mantiqueira (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_02/3890"><em>Gazeta de Notícias</em>, 27 de junho de 1882, na quarta coluna</a>).</p>
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<div style="width: 337px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2593" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2593/007NGBMF3040cx28-04.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="327" height="438" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2593" target="_blank">Marc Ferrez. Inauguração de túnel com a presença do imperador e comitiva, 1882 / Acervo IMS</a></p></div>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1883</strong></span> – O Club de Engenharia ofereceu uma recepção ao engenheiro hidráulico holandês J. Dirks, o grande especialista da época em portos e canais, que estava de passagem pelo Rio de Janeiro e seguiria para Valparaíso, no Chile. Na ocasião, foi realizada uma exposição de fotografias das estradas de ferro, de autoria de Marc Ferrez (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/709743/958"><em>Revista de Engenharia</em>, 14 de abril de 1883</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>c. 1884</strong></span> – Fotografou as obras da ferrovia do Paraná (Paranaguá – Curitiba. O gerente da firma <em>Société Anonyme des Travaux Dyle et Bacalan</em>, empreiteira belga encarregada pelas obras, o futuro prefeito do Rio de Janeiro, o engenheiro Francisco Pereira Passos (1836 – 1913), presenteou dom Pedro II com 14 fotografias e um álbum de autoria de Ferrez com registros da ferrovia e da província do Paraná.</p>
<p>Exposição de fotografias da estrada de ferro Teresa Cristina, na <em>A la Glacê Elegante </em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/226688/4280"><em>Gazeta da Tarde</em>, 11 de novembro de 1884, na quinta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1885</strong></span> &#8211; Ferrez participou da inauguração da ferrovia do Paraná, a estrada de ferro Paranaguá &#8211; Curitiba (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/416398/12474" target="_blank"><em>Dezenove</em><em> de Dezembro</em>, 4 de fevereiro de 1885, na terceira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1886</strong></span> &#8211; Em uma reunião da Sociedade Central de Immigração, da qual faziam parte, entre outros, o astrônomo belga Louis Ferdinand Cruls (1848 – 1908), o pintor italiano Nicolau Facchinetti (1824 – 1900) e o político Alfredo d´Escragnolle Taunay (1843 – 1899), foram apresentadas por esse último, presidente da associação, fotografias da ferrovia do Paraná, de autoria de Ferrez (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/239984/214"><em>A Immigração</em>, agosto de 1886</a>).</p>
<p>O Club de Engenharia aprovou a proposta de Marc Ferrez e de E. de Mascheuk para a execução de “diversos trabalhos concernentes à exposição dos caminhos de ferro”<em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/709743/2155">Revista de Engenharia</a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/709743/2155">, 14 de dezembro de 1886, na primeira coluna</a>).</p>
<p>Ferrez fotografou a ferrovia Dom Pedro II, em Juiz de Fora.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1887 </strong></span>- Entre 2 de julho e 2 de agosto, nos salões do Liceu de Artes e Ofícios, por uma iniciativa do Club de Engenharia, realizou-se a Exposição dos Caminhos de Ferro Brasileiros, com a exibição de fotografias de Ferrez (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/709743/2352"><em>Revista de Engenharia</em>, 14 de agosto de 1887</a>). Estiveram presentes no encerramento da exposição, no dia 2 de agosto, a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1797">princesa Isabel(1845 &#8211; 1921)</a> e o conde d´Eu (1842 &#8211; 1922), além de outras autoridades. O conselheiro Sinimbu (1810 – 1906) leu o relatório do juri da exposição, do qual também fazia parte o visconde de Mauá (1813 – 1889), Pedro Betim Paes Leme (1846 &#8211; 1918), Christiano Benedicto Ottoni (1811 &#8211; 1896), Carlos Peixoto de Mello (1871 &#8211; 1917), Álvaro Joaquim de Oliveira (1840 &#8211; 1922) e Manoel José Alves Barbosa (1845 &#8211; 1907). Ferrez foi contemplado com uma menção honrosa pelas “magníficas fotografias de importantes trechos de nossas vias férreas, com que concorreu não só para abrilhantar a Exposição como até para suprir algumas lacunas sensíveis de estradas que se não fizeram representar” (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_07/18345"><em>Jornal do Commercio</em>, 3 de agosto de 1887, na terceira coluna</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/341428/601"><em>Revista de Estradas de Ferro</em>, 31 de agosto de 1887, na primeira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1888</strong></span> &#8211; Em 25 de novembro, foi inaugurado o tráfego entre as estações de Alcântara e Rio do Ouro da estrada de ferro de Maricá. Marc Ferrez fotografou “instantaneamente ” um grupo de convidados da diretoria das estradas na estação Santa Izabel (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/709743/2772"><em>Revista de Engenharia</em>, 28 de dezembro de 1888, na primeira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1890</strong></span> &#8211; Em setembro, Ferrez integrou a comitiva convidada para a  inauguração das obras da ferrovia Benevente-Minas, de Carangola a Benevente, atual Anchieta, no Espírito Santo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/369365/7940"><em>Diário de Notícias</em>, 28 de setembro de 1890, quinta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1891</strong></span> &#8211; Na <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/709743/3404"><em>Revista de Engenharia</em>, 28 de dezembro de 1890</a>, foi publicado um anúncio: “Marc Ferrez – Fotógrafo da Marinha Nacional. Especialista de vistas de estradas de ferro e em geral das grandes obras públicas. Reprodução de plantas com traços pretos sobre fundo branco. Rua São José 8″. O mesmo anúncio voltou a ser veiculado na edição de <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/709743/3641">14 de agosto de 1891</a>.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1892</strong></span> &#8211; Foi determinado que nas estradas de ferro subvencionadas pelo governo federal fossem liberados passes de ida e volta para Marc Ferrez e um ajudante para que pudessem “levantar fotografias em diversas localidades para o serviço da Exposição Universal Colombiana de Chicago”, que aconteceu entre 1º de maio e 30 de outubro de 1893 para celebrar os 400 anos da chegada do navegador genovês Cristóvão Colombo (1451 – 1506) ao Novo Mundo, em 1492 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_01/2001"><em>Jornal do Brasil</em>, 21 de agosto de 1892, na quinta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1895</strong></span> &#8211; Em novembro, Ferrez fotografou, em Búzios, os convidados e a comissão responsável pela construção da Estrada de Ferro Rio de Janeiro-Minas, que uniria o povoado de Búzios a Paquequer, no estado de Minas Gerais (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830380/868"><em>A Notícia</em>, 11 de novembro de 1895, segunda coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1900</strong></span> &#8211; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_01/215">A <em>Revista da Semana</em> de 21 de outubro de 1900</a>, publicou uma litogravura da Estação Central da Estrada de Ferro da Central do Brasil baseada em uma fotografia de autoria de Marc Ferrez. A <em>Revista da Semana</em> havia sido lançada em 20 de maio por Álvaro de Tefé (1898-?).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2589/007NGBMF3040cx11-02.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="385" /><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2589" target="_blank">Marc Ferrez. Estação da estrada de ferro Central do Brasil, c. 1899. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1904 </strong></span>- Exposição de fotografias da estrada de ferro Central do Brasil de autoria de Ferrez, no Club de Engenharia (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/W00037/1647"><em>O Commentario</em>, março de 1904</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1908</strong></span> &#8211; A Casa Marc Ferrez produziu filmes sobre obras em estradas de ferro do Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>**Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
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<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Publicações da Brasiliana Fotográfica em torno da obra do fotógrafo Marc Ferrez </em></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 290px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2575" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2575/007NGBMF1824cxrep03-12.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="280" height="368" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2575" target="_blank">Marc Ferrez aos 33 anos, c. 1876. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1443" target="_blank"><em>O Rio de Janeiro de Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 30 de junho de 2015</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3527" target="_blank">Obras</a> </em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3527" target="_blank"><em>para o abastecimento no Rio de Janeiro por Marc Ferrez</em> , de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 25 de janeiro de 2016</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank"><em>O brilhante cronista visual Marc F</em><em>errez (7</em><em>/12/1843 – 12/01/1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de dezembro de 2016</a></span></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7021" target="_blank"><span style="color: #800000;"><em>Do natural ao construído: O Rio de Janeiro na fotografia de Marc Ferrez, </em>de autoria de Sérgio Burgi, um dos curadores da Brasiliana Fotográfica, publicada em 19 de dezembro de 2016</span></a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9714" target="_blank"><em>No primeiro dia da primavera, as cores de Marc Ferrez (1843 – 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 22 de setembro de 2017</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11896" target="_blank"><em>Marc Ferrez , a Comissão Geológica do Império (1875 – 1878) e a Exposição Antropológica Brasileira no Museu Nacional (1882)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,  publicada em 29 de junho de 2018</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11212" target="_blank"><em>Série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido&#8221; V &#8211; O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público, Ferrez, Malta e Charles Dunlop</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 20 de julho de 2018</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13070" target="_blank"><em>Uma homenagem aos 175 anos de Marc Ferrez (7 de dezembro de 1843 – 12 de janeiro de 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de dezembro de 2018 </a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14794" target="_blank"><em>Fotografia e ciência: eclipse solar, Marc Ferrez e Albert Einstein</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em <time class="entry-date published" datetime="2019-06-24T10:45:39+00:00">24 de junho de 2019</time></a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16435"><i>Os 180 anos da invenção do daguerreótipo – Os álbuns da Comissão Geológica do Império com fotografias de Marc Ferrez</i>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 19 de agosto de 2019</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17539" target="_blank"><em>Celebrando o fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 4 de dezembro de 2019</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17884"><em>Uma homenagem da Casa Granado ao imperial sob as lentes de Marc Ferrez,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de fevereiro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18198" target="_blank"><em>Ressaca no Rio de Janeiro invade o porão da casa do fotógrafo Marc Ferrez, em 1913</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado 6 de março de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18110" target="_blank"><em>Petrópolis, a Cidade Imperial, pelos fotógrafos Marc Ferrez e Revert Henrique Klumb, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, </em>publicado em 16 de março de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18420" target="_blank"><em>Bambus, por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17856" target="_blank"><em>O Baile da Ilha Fiscal: registro raro realizado por Marc Ferrez e retrato de Aurélio de Figueiredo diante de sua obra</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 9 de novembro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21455" target="_blank"><em>O Palácio de Cristal fotografado por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 2 de fevereiro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22058" target="_blank"><em>A Estrada de Ferro do Paraná, de Paranaguá a Curitiba, pelos fotógrafos Arthur Wischral (1894 &#8211; 1982) e Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 22 de março de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22777" target="_blank"><em>Dia dos Pais – Julio e Luciano, os filhos do fotógrafo Marc Ferrez, e outras famílias</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 6 de agosto de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25186" target="_blank"><em>No Dia da Árvore, mangueiras fotografadas por Ferrez e Leuzinger</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 21 de setembro de 2021</a></span></p>
<p><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">Retratos de Pauline Caroline Lefebvre, sogra do fotógrafo Marc Ferrez, </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134"> </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26134">publicado em 28 de abril de 2022</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27603" target="_blank"><em>A Serra dos Órgãos: uma foto aérea e imagens realizadas pelos mestres Ferrez, Leuzinger e Klumb</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica,<em> </em>publicado em 30 de junho de 2022</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31202" target="_blank"><em>O centenário da morte do fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 12 de janeiro de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30712" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D30712&amp;source=gmail&amp;ust=1685455258111000&amp;usg=AOvVaw1y7o5h7HRI-oiB3PyjwQnG"><em>O Observatório Nacional pelas lentes de Marc Ferrez, amigo de vários cientistas</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 29 de maio de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32049" target="_blank"><em>No Dia Mundial do Meio Ambiente, a potente imagem da Cachoeira de Paulo Afonso, por Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29493" target="_blank"><em>A Fonte Adriano Ramos Pinto por Guilherme Santos e Marc Ferrez</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 18 de julho de 2023</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34134%20" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p%3D34134%2520&amp;source=gmail&amp;ust=1702013132491000&amp;usg=AOvVaw3P19c7ceytRMI7-xrCNI7a"><em>Os 180 anos de nascimento do fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923</em>), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 7 de dezembro de 2023</a></p>
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