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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Chichico Alkmim</title>
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		<title>No Dia dos Namorados, fotos de casais produzidas por Chichico Alkmim (1886 &#8211; 1978)</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jun 2024 15:12:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
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		<description><![CDATA[Para celebrar o Dia dos Namorados, a Brasiliana Fotográfica destaca duas imagens produzidas, na década de 1920, pelo mineiro Chichico Alkmim (1886 - 1978), o cronista visual de Diamantina. Uma delas é do próprio ao lado de sua mulher, Miquita, Com um perfeito domínio técnico da fotografia, seus registros são emocionantes e traduzem um olhar sensível e atento ao mundo em que viveu. As duas fotografias em destaque neste artigo foram realizadas em seu ateliê definitivo, no beco João Pinto, 86. De 1955, ano em que parou de fotografar, até 1978, quando faleceu, continuou cuidando de seu acervo, que guardava no porão de sua casa. Em 2015, o acervo de Chichiko Alkmim passou, em regime de comodato, a integrar o acervo de fotografias do Instituto Moreira Salles, uma das instituições fundadoras do portal.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Para celebrar o Dia dos Namorados, a Brasiliana Fotográfica destaca duas imagens produzidas, na década de 1920, pelo mineiro Chichico Alkmim (1886 &#8211; 1978),  o cronista visual de Diamantina. Uma delas é do próprio fotógrafo ao lado de sua mulher, Miquita, com quem casou-se em 14 de junho de 1913. É muito raro um sinal de enamoramento explícito em fotos de casais nesta época. Os pares estão quase sempre muito sérios e compenetrados. O que as imagens revelam, em maior ou menor grau, é afeto, cumplicidade e companheirismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 474px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5233" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5233/P011G00539.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="464" height="505" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5233" target="_blank">Chichico Alkmim. Chichico Alkmim e Maria Josephina Netto Alkmim (Miquita), sua esposa, década de 1920. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>As duas fotografias em destaque neste artigo foram realizadas no ateliê definitivo de Chichico, no beco João Pinto, 86, na parte alta da cidade, para onde se transferiu, em 9 de outubro de 1919 &#8211; seu primeiro ateliê havia sido inaugurado em 1912.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 581px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5229" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5229/P011G00004.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="571" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5229" target="_blank">Chichico Alkmim. Retrato de casal, década de 1920. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Seu laboratório fotográfico ficava no nível da rua e o segundo andar abrigava seu estúdio. Possuía uma <em>ampla janela envidraçada em uma das paredes e claraboia; sobre ambas, um cortinado leve, deslizante graças a um sistema de cordas, compondo um mecanismo de controle da luz natural; na parede ao fundo, uma viga de madeira serve como suporte para os painéis pintados com paisagens viçosas e motivos arquitetônicos de gosto classicizante; algum mobiliário – cadeiras, pequenas mesas, apoios para jarros, tapetes, cortina – ajuda a compor os cenários</em> (Eucanaã Ferraz).</p>
<p>Chichico Alkmim, nascido em 28 de março de 1886, na fazenda do Sítio, município de Bocaiuva, foi autodidata e pioneiro da fotografia de estúdio em Diamantina. Atuou na profissão, que adotou em 1907, até 1955.  Com um perfeito domínio técnico da fotografia, os registros de Chichico traduzem um olhar sensível e atento ao mundo em que viveu. Sua obra, que compreende imagens da arquitetura diamantinense, sua religiosidade, costumes, ritos e retratos de seus habitantes, é uma das principais referências da memória visual de Minas Gerais. Retratou a burguesia e também os trabalhadores ligados ao pequeno garimpo, ao comércio e à indústria. Produziu imagens de casamentos, batizados, funerais, festas populares e religiosas, paisagens e cenas de rua. De 1955, quando parou de fotografar, até 22 de agosto de 1978, quando faleceu, continuou cuidando de seu acervo, que guardava no porão de sua casa. Em 2015, o acervo de Chichiko Alkmim passou, em regime de comodato, a integrar o acervo de fotografias do Instituto Moreira Salles, uma das instituições fundadoras da Brasiliana Fotográfica. Em 2015, o acervo de Chichiko Alkmim passou, em regime de comodato, a integrar o acervo de fotografias do Instituto Moreira Salles, uma das instituições fundadoras da Brasiliana Fotográfica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=chichico" target="_blank">Acessando o link para as imagens produzidas por Chichico Alkmim disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20759" target="_blank">Acesse aqui a Cronologia de Chichico Alkmim (1886 &#8211; 1978)</a></span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Outros artigos publicados na Brasiliana Fotográfica no Dia dos Namorados</strong></em></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11605" target="_blank"><em>Fotografia e namoro</em>, publicado em 12 de junho de 2018, escrito por Élvia Bezerra, então Coordenadora de Literatura do Insituto Moreira Salles</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18767" target="_blank"><em>Série “O Rio de Janeiro desaparecido” X – No Dia dos Namorados, um pouco da história do Pavilhão Mourisco em Botafogo</em>, publicado em 12 de junho de 2020, escrito por Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica.</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32074" target="_blank"><em>No Dia dos Namorados, o álbum “Vistas de Petrópolis” e o fotógrafo alemão Pedro Hees (1841-1880)</em>, publicado em 12 de junho de 2023, escrito por Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica.</a></span></p>
<p style="text-align: left;">
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		<item>
		<title>Série &#8220;Carnavais de antigamente&#8221; IX &#8211; Crianças no carnaval carioca de 1933 por Guilherme Santos</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Feb 2024 14:02:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com uma estereoscopia divertida de crianças fantasiadas no carnaval carioca de 1933, produzida pelo fotógrafo amador Guilherme Santos (1871 - 1966), a Brasiliana Fotográfica celebra a folia momesca e elenca para seus leitores sete artigos já publicados no portal sobre a festa, que é considerada por muitos como o maior show da Terra. Nos artigos, estão publicadas cenas de carnaval com imagens de foliões de diferentes décadas e estados do Brasil registrados por fotógrafos ainda não identificados, por Augusto Malta (1864 - 1957), Chichico Alkmin (1886 - 1978), Jean Manzon (1915 - 1990) e Luiz Lavenère Wanderley (1868 – 1966). Evoé Momo! Salve o Carnaval!

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Com uma estereoscopia divertida de crianças fantasiadas no carnaval carioca de 1933, produzida pelo fotógrafo amador<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank"> Guilherme Santos (1871 &#8211; 1966)</a>, a Brasiliana Fotográfica celebra a folia momesca e elenca para seus leitores sete artigos já publicados no portal sobre a festa, que é considerada, por muitos, como o maior show da Terra. Nos artigos, estão publicadas cenas de carnaval com imagens de foliões de diferentes décadas e estados do Brasil registrados por fotógrafos ainda não identificados, por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8890" target="_blank">Chichico Alkmin (1886 &#8211; 1978),</a> Jean Manzon (1915 &#8211; 1990) e<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17653" target="_blank"> Luiz Lavenère Wanderley (1868 – 1966). </a>Evoé Momo! Salve o Carnaval!</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 838px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/12600" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/12600/002080RJ7812.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="828" height="345" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/12600" target="_blank">Guilherme Santos. Carnaval &#8211; crianças fantasiadas, 1933. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fotógrafo amador e colecionador, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank">Guilherme Santos</a> produziu mais de 20 mil imagens estereoscópicas entre os anos de 1906 e 1957, utilizando-se exclusivamente do sistema Verascope, um sistema de integração entre câmera e visor, que permitia ver imagens em 3D, produzidas a partir de duas fotos quase iguais, porém tiradas de ângulos um pouco diferentes. Eram impressas em uma placa de vidro e reproduziam a sensação de profundidade de maneira bem próxima da visão real. Antes dele, entre os anos de 1855 e 1862, o “Photographo da Casa Imperial”, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5809" target="_blank">Revert Henrique Klumb (1826 – c. 1886)</a>, favorito da imperatriz <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6798" target="_blank">Teresa Christina </a>e professor de fotografia da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1797">princesa Isabel</a>, havia produzido vários registros utilizando a técnica da estereoscopia. A <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2492">Casa Leuzinger</a> também produziu fotografias estereoscópicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=carnaval&amp;submit=Ir" target="_blank"><strong>Acessando o link para as fotografias de Carnaval disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas</strong></a>.</p>
<p><strong><a style="color: #0000ff;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?page_id=38034" target="_blank">Acesse aqui todos os artigos da Série <em>Carnavais de antigamente.</em></a></strong></p>
<p><strong><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://cronicabrasileira.org.br/res-do-chao/19130/carnavais-de-outrora" target="_blank">Leia aqui <em>Carnavais de outrora</em>, de Guilherme Tauil, publicado no Portal da Crônica Brasileira em 15 de fevereiro de 2024</a></span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
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		<title>O Dia Internacional da Menina com registros de Chichico Alkmin e Felipe Augusto Fidanza</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Oct 2023 04:48:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[Chichico Alkmim]]></category>
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		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Malala]]></category>
		<category><![CDATA[Malala Yousafzai]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Nobel da Paz]]></category>

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		<description><![CDATA[Para celebrar o Dia Internacional da Menina, a Brasiliana Fotográfica selecionou três imagens. Duas foram produzidas pelo fotógrafo mineiro Chichico Alkmin (1886 - 1978) - a de uma menina branca e a de uma negra. A terceira, a de uma menina indígena, é de autoria do português Felipe Augusto Fidanza (1844 - 1903). A data comemorativa foi declarada pela Assembleia das Nações Unidas, em 19 de dezembro de 2011, com a intenção de chamar a atenção para as demandas e necessidades de meninas em diferentes países. Foi celebrada pela primeira vez em 2012.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Para celebrar o Dia Internacional da Menina, declarada pela Assembleia das Nações Unidas, em 19 de dezembro de 2011, a partir da Resolução 66/170, e comemorada pela primeira vez, em 11 de outubro de 2012, a Brasiliana Fotográfica selecionou três imagens. Duas foram produzidas pelo fotógrafo mineiro Chichico Alkmin (1886 &#8211; 1978) e uma é de autoria do português Felipe Augusto Fidanza (1844 &#8211; 1903).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8890" target="_blank">Chichico Alkmin (1886 &#8211; 1978)</a></em></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 479px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5228" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5228/P011M00222.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="469" height="670" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5228" target="_blank">Chichico Alkmin. Ceci Moreira da Silva, c, 1920. Diamantina, MG / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autodidata, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8890" target="_blank">Chichico Alkmin (1886 &#8211; 1978)</a> foi o primeiro cronista visual de Diamantina, em Minas Gerais,  pioneiro da fotografia de estúdio na cidade. Atuou na profissão, que adotou em 1907, até 1955. Seu primeiro ateliê foi inaugurado em 1912. A obra de Chichico, que compreende imagens da arquitetura diamantinense, sua religiosidade, costumes, ritos e retratos de seus habitantes, é uma das principais referências da memória visual de Minas Gerais.</p>
<p>Chichico retratou a burguesia e também os trabalhadores ligados ao pequeno garimpo, ao comércio e à indústria. Produziu imagens de casamentos, batizados, funerais, festas populares e religiosas, paisagens e cenas de rua. De 1955, quando parou de  fotografar, até 1978, ano de sua morte, continuou cuidando de seu acervo, que guardava no porão de sua casa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33417" style="width: 265px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5230" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33417" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/menina.jpg" alt="Detalhe da foto Retrato de família, de Chichico Alkimin. Diamantina, MG / Acervo IMS" width="255" height="367" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5230" target="_blank">Detalhe da foto Retrato de família s/d, de Chichico Alkmin. Diamantina, MG / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4274" target="_blank">Felipe Augusto Fidanza (1844 &#8211; 1903)</a></strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Até hoje pouco se sabe da vida de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4274" target="_blank">Felipe Augusto Fidanza (1844 &#8211; 1903)</a> antes de sua chegada ao Brasil, em fins da década de 1860. Filho de Fernando Gabriel Fidanza e Maria de Jesus Fidanza, nasceu em 4 de setembro de 1844, em Lisboa. Foi batizado em 5 de outubro de 1844, na paróquia/freguesia de São José, em Lisboa. Era bisneto e neto dos atores italianos Raimondo e Giulio Fidanza, respectivamente, que participaram da cena teatral de Portugal. Raimondo, que também era bailarino, foi empresário teatral na Ilha da Madeira.</p>
<p>Em 1º de janeiro de 1867, o <em>Diario do Gram-Pará </em>publicou o anúncio : “PHOTOGRAPHIA, ao largo das Mercez , nº. 5, Fidanza &amp; Com”, o que prova que nessa época ele já estava estabelecido no Pará. Ainda em 1867, Fidanza realizou seu primeiro trabalho de importância nacional: o registro dos preparativos para a recepção da comitiva de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7183" target="_blank">dom Pedro II (1825 &#8211; 1891)</a>. O imperador foi ao Pará para participar das solenidades da abertura dos portos da Amazônia ao comércio exterior. Segundo o pesquisador Pedro Vasquez, com esse trabalho, Fidanza <em>documentou de forma inovadora e antecipatória o espírito jornalístico</em>.</p>
<p>Destacou-se por sua produção de retratos e também pelo registro das paisagens e documentações do início do desenvolvimento urbano de Belém e de Manaus, ocasionado pela riqueza do ciclo da borracha.  Essas imagens de paisagens urbanas foram divulgadas por álbuns fotográficos encomendados pelos governos do Pará e do Amazonas. A modernização de Belém e do Pará foram registradas nas coleções <em>Álbum do Pará</em> (1899) e <em>Álbum de Belém. </em>O <em>Álbum do Amazonas</em> (1902), cujo contrato havia sido assinado por Fidanza para o fornecimento de 6 mil álbuns ilustrados destinados à propaganda para o desenvolvimento daquele estado, foi impresso em Paris sem a supervisão do fotógrafo e continha várias imperfeições, o que gerou uma série de comentários negativos sobre seu caráter. Aparentemente este fato pode ter sido uma das causas de seu suicídio, noticiado pelo <em>Jornal do Brasil</em> de 31 de janeiro de 1903 : <em>Atirou-se ao mar, de bordo do vapor Christiannia, em viagem de Lisboa para esta capital (Belém), o conhecido photographo Felippe Fidanza</em> ( <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=030015_02&amp;PagFis=11807" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 31 de janeiro de 1903, na primeira coluna </a>). Ele havia se jogado ao mar na altura da ilha da Madeira quando retornava de Portugal com a mulher e os filhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 494px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4380" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4380/SAm21-0025.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="484" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4380" target="_blank">Felipe Augusto Fidanza. Menina indígena de povo não identificado, c. 1873. Pará / Convênio Instituto Moreira Salles – Leibniz-Institut für Länderkunde</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>O Dia Internacional da Menina</em></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como já mencionado, o Dia Internacional da Menina foi declarado pela Assembleia das Nações Unidas, em 19 de dezembro de 2011, e comemorado pela primeira vez, em 11 de outubro de 2012. Tem a intenção de chamar a atenção para as demandas e necessidades de meninas em diferentes países e de defender que elas tenham assegurados seus<strong> </strong>direitos de desenvolvimento, além de contribuir para a realização das mudanças necessárias para que elas vivam suas infâncias em igualdade com os meninos, focando no enfrentamento de desafios e na promoção de sua emancipação.</p>
<div class="KFFQ0c xKf9F">Dois dias antes da primeira celebração do Dia Internacional da Menina, a menina paquistanesa<b> </b>Malala Yousafzai (1997-) sofreu uma tentativa de assassinato por seu ativismo na defesa dos direitos humanos das mulheres e do acesso à educação no nordeste do Paquistão, onde os talibãs impedem que as jovens frequentem escolas. O atentado provocou um movimento de apoio nacional e internacional  à causa de Malala. No ano seguinte, em 11 de outubro de 2013, ela participou de uma cerimônia de celebração do Dia Internacional da Menina, em Washington D.C., capital dos Estados Unidos (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/028274_06/126838" target="_blank"><em>Correio Braziliense</em>, 12 de outubro de 2013)</a>. Malala tornou-se a mais jovem ganhadora do Prêmio Nobel, quando, em 2014, conquistou o da Paz.</div>
<div class="KFFQ0c xKf9F">
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_34409" style="width: 219px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://br.pinterest.com/pin/697072848600187606/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-34409" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/malala11.jpg" alt="Malala, uma das 100 personalidades mais influentes do mundo / Time, 29 de abril de 2013" width="209" height="279" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://br.pinterest.com/pin/697072848600187606/" target="_blank">A menina Malala Yousafzai, uma das 100 personalidades mais influentes do mundo / <em>Time</em>, 29 de abril de 2013</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>Dados levantados pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) apontam que meninas de 5 a 14 anos passam 160 milhões de horas por dia a mais em atividades domésticas não remuneradas em comparação a meninos na mesma faixa etária.</em></span></p>
<p style="text-align: right;"><a href="https://brasil.un.org/pt-br/202883-dia-internacional-da-menina-onu-pede-oportunidades-iguais" target="_blank">Site Nações Unidas Brasil</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Assista <a href="https://youtu.be/zlretYBKyaM" target="_blank">aqui</a> a mensagem do secretário-geral da ONU, o português António Manuel de Oliveira Guterres (1949-), no Dia Internacional das Meninas, em 2022.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://youtu.be/zlretYBKyaM" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-33419" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/menina1.jpg" alt="menina1" width="646" height="417" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>Você sabia?</em></span></p>
<pre id="tw-target-text" class="tw-data-text tw-text-large tw-ta" dir="ltr" data-placeholder="Tradução" data-ved="2ahUKEwjSm6SAlu2BAxUyq5UCHXaYAOEQ3ewLegQICBAQ"><span style="color: #800000;"><em>Quase 1 em cada 5 meninas ainda não conclui o ensino secundário inferior e quase 4 em cada 10 meninas não</em></span>
<span style="color: #800000;"><em>conclui o ensino secundário. </em></span>

<span style="color: #800000;"><em>Cerca de 90 por cento das meninas adolescentes e mulheres jovens não utilizam a Internet nos países de baixos</em></span>
<span style="color: #800000;"><em>rendimentos, enquanto os seus pares do sexo masculino têm duas vezes mais probabilidades de estarem online. </em></span>

<span style="color: #800000;"><em>Globalmente, as meninas entre os 5 e os 14 anos gastam 160 milhões de horas a mais todos os dias em cuidados</em></span>
<span style="color: #800000;"><em>não remunerados e trabalho doméstico do que os rapazes da mesma idade. </em></span>

<span style="color: #800000;"><em>As meninas adolescentes continuam a ser responsáveis ​​por 3 em cada 4 novas infecções por HIV </em></span>
<span style="color: #800000;"><em>entre adolescentes. </em></span>

<span style="color: #800000;"><em>Quase 1 em cada 4 meninas adolescentes casadas/em união de fato com idades compreendidas entre os 15 e os 19</em></span>
<span style="color: #800000;"><em>anos sofreu violência física ou sexual por parte de um parceiro íntimo pelo menos uma vez na vida. </em></span>

<span style="color: #800000;"><em>Mesmo antes da pandemia da COVID-19, 100 milhões de meninas corriam o risco de casamento infantil na próxima</em></span>
<span style="color: #800000;"><em>década. E agora, nos próximos dez anos, mais 10 milhões de meninas em todo o mundo correrão o risco de casar</em></span>
<span style="color: #800000;"><em>ainda crianças devido à pandemia da COVID-19.</em></span></pre>
<p style="text-align: right;"><a href="https://www.un.org/en/observances/girl-child-day" target="_blank">Site United Nations</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes</strong></span>:</p>
<p>FERRAZ, Eucanaã; WANDERLEY, Andrea.<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8890" target="_blank"><em> O cronista visual de Diamantina: Chichico Alkmim, fotógrafo (1886 – 1978)</em></a> in Brasiliana Fotográfica, 22 de agosto de 2017.</p>
<p><a href="https://memoria.bn.br/hdb/periodico.aspx">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p><a href="https://lunetas.com.br/dia-internacional-da-menina-entenda-por-que-essa-data-existe/" target="_blank">Site Lunetas</a></p>
<p><a href="https://brasil.un.org/pt-br/202883-dia-internacional-da-menina-onu-pede-oportunidades-iguais" target="_blank">Site Nações Unidas Brasil</a></p>
<p><a href="https://www.un.org/en/observances/girl-child-day" target="_blank">Site United Nations</a></p>
<p>WANDERLEY, Andrea. <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4274" target="_blank"><em>O suicídio do fotógrafo Felipe Augusto Fidanza (1844 – 1903)</em></a> in Brasiliana Fotográfica, 31 de janeiro de 2016.</p>
</div>
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		<title>Série &#8220;Carnavais de antigamente&#8221; VIII &#8211; Foliões do Carnaval de Diamantina por Chichico Alkmim</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2023 12:48:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para celebrar o Carnaval de 2023, a Brasiliana Fotográfica destaca uma das imagens mais líricas e belas já produzidas sobre o tema. Os personagens retratados nos seduzem com seus sorrisos, expressões, fantasias e poses, despertando nossa imaginação...É um convite para a folia, para a festa! A autoria da foto é de  Chichico Alkmim (1886 – 1978), fotógrafo mineiro, autodidata e pioneiro da fotografia de estúdio em Diamantina. Foi o primeiro cronista visual da cidade e atuou na profissão, que adotou em 1907, até 1955. Sua produção, que compreende registros da arquitetura diamantinense, sua religiosidade, costumes, ritos e retratos de seus habitantes, é uma das principais  da memória visual de Minas Gerais. A fotografia dos foliões do Carnaval de Diamantina emociona por sua poesia e beleza.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Para celebrar o Carnaval de 2023, a Brasiliana Fotográfica destaca uma das imagens mais líricas e belas já produzidas sobre o tema. Os personagens retratados nos seduzem com seus sorrisos, expressões, fantasias e poses, despertando nossa imaginação&#8230;É um convite para a festa, para a folia! A autoria da foto é de  <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8890" target="_blank">Chichico Alkmim (1886 – 1978)</a>, fotógrafo mineiro, autodidata e pioneiro da fotografia de estúdio em Diamantina. Foi o primeiro cronista visual da cidade e atuou na profissão, que adotou em 1907, até 1955. Sua produção, que compreende registros da arquitetura diamantinense, sua religiosidade, costumes, ritos e retratos de seus habitantes, é uma das principais  da memória visual de Minas Gerais. A fotografia dos foliões do Carnaval de Diamantina emociona por sua poesia e beleza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>Tudo tão antigo e tão recente esta gente de papel convida a esquecer o tempo – até que a voz de um galo nos acorde</em>.</span></p>
<p style="text-align: right;">Eucanaã Ferraz, poeta, sobre a obra de Chichico</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5236" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5236/P011G00787.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="502" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5236" target="_blank">Chichico Alkmim. Carnaval, s/d. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=carnaval&amp;submit=Ir" target="_blank"><strong>Acessando o link para as fotografias de Carnaval disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas</strong></a>.</p>
<p><strong><a style="color: #0000ff;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?page_id=38034" target="_blank">Acesse aqui todos os artigos da Série <em>Carnavais de antigamente.</em></a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
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		<title>Cronologia de Chichico Alkmim (1886 &#8211; 1978)</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 13:12:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cronologia de Chichico Alkmim (1886 &#8211; 1978) &#160; &#160; 1886 &#8211; Filho de Herculano Augusto d’Alkmim e Luiza Gomes d’Alkmim, Francisco Augusto de Alkmim, o Chichico Alkmim, nasceu em 28 de março, na fazenda do Sítio, município de Bocaiuva. &#160; 1890 &#8211; 1900 &#8211; Em 7 de abril de 1890, falecimento de sua mãe, em Bocaiuva. Chichico [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em><strong><span style="color: #800000;">Cronologia de Chichico Alkmim (1886 &#8211; 1978)</span></strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 351px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5233" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5233/P011G00539.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="341" height="371" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5233" target="_blank">Chichico Alkmim. Chichico Alkmim e sua esposa, Maria Josephina Netto Alkmim, s/d. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1886</strong></span> &#8211; Filho de Herculano Augusto d’Alkmim e Luiza Gomes d’Alkmim, Francisco Augusto de Alkmim, o Chichico Alkmim, nasceu em 28 de março, na fazenda do Sítio, município de Bocaiuva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1890 &#8211; 1900</strong></span> &#8211; Em 7 de abril de 1890, falecimento de sua mãe, em Bocaiuva. Chichico e sua irmã Carmina foram levados para a fazenda do Caeté Mirim, localizada próximo ao distrito de São João da Chapada, das suas tias Tereza de Jesus Gomes Ribeiro e Maria Amélia de Jesus Ribeiro. A irmã mais velha, Amanda, permaneceu em Bocaiuva. Nessa década, na fazenda, foi educado pelas tias, com quem aprendeu a ler e escrever.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1900-1910</strong></span> &#8211; Nesse período, Chichico ajudou nos negócios da fazenda e nos trabalhos de mineração de diamantes empreendidos por suas tias. Realizou várias viagens, a maioria delas em companhia de seu pai, que comercializava gado. Os deslocamentos em tropa davam-se entre Caeté Mirim, São João da Chapada, Diamantina, Bocaiuva, Montes Claros, Buenópolis, Coração de Jesus, Januária, Carinhanha (Bahia) e várias outras localidades do vale do São Francisco, chegando algumas vezes até a Vila de Posse, atual cidade de Posse, em Goiás. Nessas viagens, Chichico vendia jóias e, possivelmente, foi em uma delas que, entre 1900 e 1902, conheceu a fotografia.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1907</strong></span> &#8211; Adotou a profissão de fotógrafo.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1912</strong> </span>- No fim do ano, passou a residir em Diamantina. Sua casa e seu primeiro ateliê ocupavam parte do sobrado situado à praça Francisco Sá, 53, largo do Bonfim (atual sede da Casa da Cultura). Nos anos seguintes, mudou de endereço várias vezes, tendo permanecido por mais tempo em um sobrado localizado no alto da rua da Romana, 37.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1913</strong></span> &#8211; Em 14 de junho, casou-se com Maria Josephina Netto, a Miquita.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #800000;">1914</span></strong> &#8211; No fim do ano, seu irmão por parte de pai, José Maria Alkmim (1901 &#8211; 1974), futuro político e vice-presidente do Brasil, entre 1964 e 1967, passou a residir em sua casa, até completar os estudos em 1921.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #800000;">1916</span> </strong>- Em 30 de junho, nasceu sua primeira filha, Maria de Jesus Alkmim, que faleceu poucos meses depois.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1917</strong></span> &#8211; Em 20 de agosto, nasceu a segunda filha, Maria Bernadette.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1919</strong></span> &#8211; Em 17 de abril, nasceu a filha Déa Maria.</p>
<p style="text-align: left;">Em 9 de outubro, Chichico mudou-se para o beco João Pinto, 86, na parte alta da cidade, onde montou seu ateliê definitivo.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1920</strong></span> &#8211; Em 20 de outubro, nasceu a filha Luíza Marilac.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1923</strong></span> &#8211; Em 13 de outubro, nasceu a filha Maria Ruth.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1924</strong></span> &#8211; Em 12 de novembro, nasceu o filho José Antônio.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1955</strong></span> &#8211; Chichico  encerrou a carreira de fotógrafo.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #800000;">1978</span></strong> &#8211; Faleceu em consequência de um colapso cardíaco, em 22 de agosto.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1980</strong></span> &#8211; Na inauguração do Centro de Documentação e Pesquisa da Casa da Cultura de Diamantina, durante o 16º Festival de Inverno da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), realizou-se a primeira exposição de fotografias de Chichico, no Museu do Diamante/Ibram/MinC.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1998</strong></span> &#8211; O acervo fotográfico de Chichico, constituído por aproximadamente 5.500 negativos, começou a ser higienizado, indexado e catalogado na Faculdade de Filosofia e Letras da Fundação Educacional do Vale do Jequitinhonha (Fevale), em projeto financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado de Minas Gerais (Fapemig) e apoio da UFMG.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #800000;">1999</span></strong> &#8211; Chichico Alkmim foi apresentado como um artista do circuito fotográfico brasileiro na mostra <em>Minas: minas memorial e contemporânea</em>, realizada no MIS-SP, com curadoria do fotógrafo Bernardo Magalhães.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>2002</strong></span> &#8211; O acervo fotográfico de Chichico foi doado pelos seus herdeiros à Fevale.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>2005</strong></span> &#8211; Foi lançado o livro <em>O olhar eterno de Chichico Alkmim</em>, pela Editora B, organizado por Flander de Sousa e Verônica Alkmim França.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>2008</strong></span> &#8211; Foi realizada a exposição <em>Chichico Alkmim</em>, na galeria da Escola Guignard, Universidade Estadual de Minas Gerais (Uemg), em Belo Horizonte.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>2010</strong></span> &#8211; Com a extinção da Fevale, o acervo fotográfico retornou aos herdeiros.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>2013 </strong></span>- Foi realizada a exposição <em>Paisagens humanas — Paisagens urbanas</em>, no Memorial Minas Gerais Vale, em Belo Horizonte.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>2015</strong></span> &#8211; O acervo de Chichico Alkmim passou a integrar em regime de comodato o acervo de fotografias do Instituto Moreira Salles.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>2017</strong></span> &#8211; Foi aberta a exposição <em>Chichico Alkmim, fotógrafo</em>, no Instituto Moreira Salles, no Rio de Janeiro, em 13 de maio, com curadoria de Eucanaã Ferraz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 583px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5235" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5235/P011G00652.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="573" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5235" target="_blank">Chichico Alkmim. À direita, Maria Josefina Alkmim, Miquita, esposa de Chichico, década de 10. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 588px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5226" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5226/P011H00028.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="578" height="814" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5226" target="_blank">Chichico Alkmim. Retrato de estúdio, década de 1910. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Série “Avenidas e ruas do Brasil” V &#8211; A Rua Direita, a Rua das Mercês e a Rua Macau do Meio, em Diamantina, Minas Gerais</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20682</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2020 13:11:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Augusto Riedel]]></category>
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		<category><![CDATA[UNESCO]]></category>

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		<description><![CDATA[No quinto artigo da série "Avenidas e ruas do Brasil", a Brasiliana Fotográfica destaca imagens de três ruas na cidade de Diamantina, em Minas Gerais: a Rua Direita, a Rua das Mercês e a Rua Macau do Meio. O registro da Rua Direita foi realizado, no século XIX, pelo fotógrafo alemão Augusto Riedel (1836 - ?) e os da Rua das Mercês e Macau do Meio pelo mineiro Chichico Alkmim (1886 - 1978), já nas primeiras décadas do século XX. Em suas ruas de pedras, com várias subidas e descidas, onde se encontra um casario homogêneo e bem conservado, fazemos uma viagem no tempo...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;"><em>Série “Avenidas e ruas do Brasil” V &#8211; A Rua Direita, a Rua das Mercês e a Rua Macau do Meio, em Diamantina, Minas Gerais</em></span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No quinto artigo da série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221;, a Brasiliana Fotográfica destaca imagens de três ruas na cidade de Diamantina, em Minas Gerais: a Rua Direita, a Rua das Mercês e a Rua Macau do Meio. O registro da rua Direita foi realizado, no século XIX, pelo fotógrafo alemão <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2415" target="_blank">Augusto Riedel (1836 &#8211; ?)</a> e os da Rua das Mercês e Macau do Meio pelo mineiro <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8890" target="_blank">Chichico Alkmim (1886 &#8211; 1978)</a>, já nas primeiras décadas do século XX. Em suas ruas de pedras, com várias subidas e descidas, onde se encontra um casario homogêneo e bem conservado, fazemos uma viagem no tempo&#8230;</p>
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<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5161" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5161/P011P00042.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="500" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5161" target="_blank">Chichico Alkmim. Rua Macau do Meio, s/d. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Diamantina é uma das mais importantes cidades históricas do Brasil e sua formação está ligada à exploração de ouro e de diamante. Sua ocupação inicial ocorreu com o bandeirante Jerônimo Gouveia (16? &#8211; ?) que, seguindo o curso do rio Jequitinhonha, encontrou uma significativa quantidade de ouro nas confluências dos rios Piruruca e Grande. O povoado começou a surgir nas primeiras décadas do século XVIII, em torno dos rios garimpados. A cidade de Diamantina, cuja origem foi o Arraial do Tijuco (ou Tejuco), foi oficialmente fundada em 6 de março de 1831. O conjunto arquitetônico de seu centro histórico foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 16 de maio de 1938. Em dezembro de 1999, Diamantina recebeu da Unesco o título de Patrimônio Cultural da Humanidade (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_11/280319" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 2 de dezembro de 1999</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Diamantina foi o maior centro de extração de diamantes do mundo no século XVIII, condição que se refletiu na evolução da cidade, desfavorecendo a formação de um espaço urbano arquitetônico na forma de uma praça representativa do poder político e religioso, como era então regra geral. Sua arquitetura civil tem referência especial pela extrema homogeneidade do seu casario. Possui uma estética sóbria, simples, porém refinada se comparada com outras cidades de sua época. Suas fachadas são bem geometrizadas e seu padrão foi sistematicamente reproduzido pela cidade, não havendo rupturas estilísticas importantes. Essas edificações apresentam evidentes testemunhos da reprodução do modelo cultural de origem portuguesa.&#8221; </em></span></p>
<p style="text-align: right;">                              <a href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/32" target="_blank"> Portal Iphan</a></p>
<div id="attachment_20696" style="width: 228px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/brasaodediamantina.jpg"><img class="size-full wp-image-20696" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/brasaodediamantina.jpg" alt="Brasão de Diamantina" width="218" height="246" /></a><p class="wp-caption-text">Brasão de Diamantina</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Augusto Riedel (1836 &#8211; ?) e Diamantina</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Considerado um dos mais talentosos fotógrafos paisagistas dos oitocentos, o alemão Augusto Riedel (1836-?) foi proprietário de um estúdio fotográfico à Rua Direita nº 24, em São Paulo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=709557&amp;PagFis=176" target="_blank"><em>Diário de São Paulo</em>, de 1º de outubro de 1865, primeira coluna</a>), na década de 1860, e na Rua Cassiano, 41, no Rio de Janeiro, entre 1875 e 1877. De sua produção, restaram 40 imagens do álbum <a href="http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_iconografia/icon206339/icon206339.pdf" target="_blank"><em>Viagem de S.S.A.A. Reaes Duque de Saxe e seu Augusto Irmão D. Luis Philippe ao Interior do Brasil no Anno 1868</em> </a>– que se tornou um dos trabalhos clássicos da documentação fotográfica do século XIX no Brasil. Os registros de Diamantina fazem parte deste conjunto. O duque de Saxe, dom Luis Augusto de Saxe Coburgo e Gotha (1845 – 1907), era genro do imperador Pedro II (1825 – 1891), marido da princesa Leopoldina de Bragança e Bourbon (1847 – 1871). A presença do nome do fotógrafo na capa do álbum indica que ele já devia ser bastante conhecido e que provavelmente devam existir outras fotos dele ainda hoje não amplamente reconhecidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/313" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/313/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="543" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/313" target="_blank">Augusto Riedel. Rua Direita da Diamantina, 1868-1869. Diamantina, Minas GErais / Acervo Fundação Biblioteca Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A viagem representada no mencionado álbum durou meses , durante os quais foram percorridos os estados de Minas Gerais, onde foram retratadas, além de Diamantina, as cidades de Ouro Preto, Mariana, Sabará, Lagoa Santa e o primeiro vapor do rio das Velhas, além das minas de Morro Velho; vistas do rio São Francisco, que levaram os viajantes até Penedo, em Alagoas; Sergipe e, finalmente, Bahia, último estado visitado pela expedição. São possivelmente os mais antigos registros fotográficos dessas regiões do Brasil.  O itinerário percorrido sugere um grande interesse do grupo em geologia e em assuntos relativos à mineração. Um <em>obscuro diamantinense</em> publicou uma homenagem à visita dos príncipes à Diamantina (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=094170_02&amp;PagFis=23282" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, de 10 de agosto de 1868, primeira coluna</a>).</p>
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<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/23282" target="_blank"><img class="  wp-image-20697 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/homenagem1.jpg" alt="homenagem1" width="247" height="471" /></a></p>
<div id="attachment_20698" style="width: 246px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/23282" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20698" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/homenagem2.jpg" alt="Diário do Rio de janeiro, 1868" width="236" height="523" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/23282" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro, </em>10 de agosto de 1868</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/247">Acessando o link para as fotografias de Augusto Riedel de aspectos de Diamantina disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;"><strong> Chichico Alkmim (1886 &#8211; 1978) e Diamantina</strong></span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O mineiro Chichico Alkmim (1886 – 1978), autodidata, pioneiro da fotografia de estúdio em Diamantina, e primeiro cronista visual da cidade, atuou na profissão de 1907 a 1955. Seu primeiro ateliê foi inaugurado em 1912 e sua obra, uma das principais referências da memória visual de Minas Gerais, compreende imagens da arquitetura diamantinense, sua religiosidade, suas ruas, costumes, ritos e retratos de seus habitantes. Chichico retratou a burguesia e também os trabalhadores ligados ao pequeno garimpo, ao comércio e à indústria. Produziu imagens de casamentos, batizados, funerais, festas populares e religiosas, paisagens e cenas de rua. De 1955, quando parou de  fotografar, até 1978, ano de sua morte, continuou cuidando de seu acervo, que guardava no porão de sua casa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5155" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5155/P011A00040.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="500" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5155" target="_blank">Chichico Alkmim. Rua das Mercês, s/d. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/248">Acessando o link para as fotografias de Chichico Alkmim de aspectos de Diamantina disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5156" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5156/P011A00044.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="499" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5156" target="_blank">Chichico Alkmim. Crianças na atual rua Macau do Meio, s/d. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.bn.gov.br/explore/acervos/hemeroteca-digital" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p><a href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/32" target="_blank">Portal Iphan</a></p>
<p><a href="http://diamantina.mg.gov.br/o-municipio/" target="_blank">Site Prefeitura de Diamantina</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>Links para as outras publicações da série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221;</strong></span></p>
<p> <a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; I &#8211; Avenida Central, atual Rio Branco, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 7 de setembro de 2016</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18113">Série “Avenidas e ruas do Brasil” II – A Rua do Imperador em Petrópolis por Klumb, Leuzinger e Stahl, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 26 de junho de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20105">Série “Avenidas e ruas do Brasil” III – A Rua do Bom Jesus, no Recife, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 6 de agosto de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20381">Série “Avenidas e ruas do Brasil” IV – A Rua 25 de Março, em São Paulo, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 1º de setembro de 2020</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20708" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” VI  &#8211; Rua Augusto Ribas e outras, em Ponta Grossa, no Paraná, pelo fotógrafo Luiz Bianchi, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 16 de novembro de 2020</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20721">Série “Avenidas e ruas do Brasil” VII – A Avenida Atlântica, em Copacabana, no Rio de Janeiro, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 23 de dezembro de 2020</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21888" target="_blank">Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil VIII &#8211; A Rua da Carioca por Cássio Loredano, de autoria de Cássio Loredano, publicada em 20 de janeiro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=23162" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” IX – Ruas e panoramas do bairro do Catete, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 14 de julho de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25825" target="_blank">Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; X &#8211; A Rua da Ajuda, no Rio de Janeiro, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 9 de novembro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25358http://" target="_blank">Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; XI &#8211; A Rua da Esperança, em São Paulo, por Vincenzo Pastore, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 14 de dezembro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26514http://" target="_blank">Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; XII &#8211; A Avenida Paulista, o coração pulsante da metrópole, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 21 de janeiro de 2022</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27660" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” XIII &#8211; A Rua Buenos Aires no Centro do Rio de Janeiro, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal,  publicada em 19 de julho de 2022</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27822" target="_blank">Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; XIV &#8211; A Avenida Presidente Vargas,, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 31 de agosto de 2022</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26995" target="_blank">Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; XV &#8211; Misericórdia: rua, largo e ladeira, no Rio de Janeiro, por Cássio Loredano, de autoria de Cássio Loredano, publicada em 8 de dezembro de 2022</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30124" target="_blank">Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; XVI &#8211; “Alguma coisa acontece no meu coração”, a Avenida São João nos 469 anos de São Paulo, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 25 de janeiro de 2023</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=31131" target="_blank">Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; XVII  e série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido&#8221; XXIII &#8211; A Praia e a Rua do Russel, na Glória, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 15 de maio de 2023</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32975" target="_blank">Série “Avenidas e ruas do Brasil” XVIII &#8211; Avenida Beira-Mar, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 22 de janeiro de 2024</a></span></p>
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]]></content:encoded>
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		<title>Dia Internacional da Música</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2020 16:39:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[Chichico Alkmim]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Internacional de Música]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Música]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Lunara]]></category>
		<category><![CDATA[UNESCO]]></category>

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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica homenageia o Dia Internacional da Música e os músicos de todos os ritmos e estilos destacando a imagem de uma banda, produzida pelo fotógrafo mineiro Chichico Alkmim (1886 - 1978), na década de 1910; e outra, intitulada "As cantigas do vovô", realizada pelo gaúcho Lunara (1864 - 1937), em torno de 1900. Nestas duas fotografias fica evidente a relação da música, a arte das musas, com o prazer e também seu aspecto gregário. Estão reunidas em um link uma seleção de outras imagens ligadas ao tema disponíveis no portal.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>A Brasiliana Fotográfica homenageia o Dia Internacional da Música e os músicos de todos os ritmos e estilos destacando a imagem de uma banda, produzida pelo fotógrafo mineiro <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8890" target="_blank">Chichico Alkmim (1886 &#8211; 1978)</a>, na década de 1910; e outra, intitulada &#8220;As cantigas do vovô&#8221;, realizada pelo gaúcho <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12264" target="_blank">Lunara (1864 &#8211; 1937)</a>, em torno de 1900. Nestas duas fotografias fica evidente a relação da música, <i>a arte das musas, </i>do<i> </i>grego <em>μουσική τέχνη</em> &#8211; <em>musiké téchne -</em>,<i><i> </i></i>com o prazer e também seu aspecto gregário. A música está presente em todas as civilizações conhecidas até hoje.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 715px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5234" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5234/P011G00630.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="705" height="499" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5234" target="_blank">Chichico Alkmim. A banda, década de 1910. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/249" target="_blank">Acessando o link para as fotografias relacionadas à música disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 709px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5620" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5620/014ALUN01010.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="699" height="524" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5620" target="_blank">Lunara. As cantigas do vovô, c. 1910. Porto Alegre, Rio Grande do Sul / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Dia Internacional da Música foi criado, em 1973, por uma iniciativa do Conselho Internacional de Música, e foi comemorado, pela primeira vez, em 1975. Fundado em 1949, o Conselho Internacional de Música é o órgão consultivo da UNESCO para questões relacionadas à música. O Dia Internacional da Música foi criado para encorajar a promoção da arte musical em todos os setores da sociedade, para aplicar os ideais da UNESCO de paz e amizade entre os povos; e, finalmente, para promover as atividades do Conselho Internacional de Música.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<div>
<div>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fontes:</p>
<p><a href="http://www.imc-cim.org/programme/international-music-day.html" target="_blank">Site International Music Council</a></p>
<p><a href="https://www.ritmoesom.com/dia-internacional-da-musica/" target="_blank">Site Ritmos e Som</a></p>
<p><a href="https://www.significados.com.br/musa/" target="_blank">Site Significados</a></p>
</div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Bares e restaurantes das primeiras décadas do século XX</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11644</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11644#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Aug 2018 14:30:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Augusto Malta]]></category>
		<category><![CDATA[bares]]></category>
		<category><![CDATA[Chichico Alkmim]]></category>
		<category><![CDATA[Diamantina]]></category>
		<category><![CDATA[Estação da Luz]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição Continental de Buenos Aires de 1882]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica traz para seus leitores uma seleção de imagens de bares e restaurantes produzidas, em sua maioria, nas primeiras décadas do século XX, no Brasil.  A única exceção é o registro de Samuel Boote (1844-1921), "Quiosque para a distribuição grátis do café do Brasil", feito durante a Exposição Continental de 1882, em Buenos Aires. Os autores das outras imagens foram Augusto Malta (1864 - 1957), Chichico Alkmim (1886 - 1978), Guilherme Gaensly (1843 - 1928), e fotógrafos ainda não identificados. Eles fotografaram estabelecimentos do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e de São Paulo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5232" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5232/P011G00402.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="" width="700" height="501" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5232" target="_blank">Chichico Alkmim. Bar na rua direita, s/d. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Brasiliana Fotográfica traz para seus leitores uma seleção de imagens de bares e restaurantes produzidas, em sua maioria, nas primeiras décadas do século XX, no Brasil.  A única exceção é o registro de Samuel Boote (1844-1921), <em>Quiosque para a distribuição grátis do café do Brasil, </em>feito durante a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11486" target="_blank">Exposição Continental de 1882</a>, em Buenos Aires. Os autores das outras imagens foram <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8890" target="_blank">Chichico Alkmim (1886 &#8211; 1978)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7260" target="_blank">Guilherme Gaensly (1843 &#8211; 1928)</a>, e fotógrafos ainda não identificados. Eles fotografaram estabelecimentos do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e de São Paulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5449" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5449/digitalizar0001.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="552" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5449" target="_blank">Anônimo. Bar Sympathia, s/d. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href=" https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/140" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de bares e restaurantes disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/961" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/961/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="551" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/961" target="_blank">Guilherme Gaensly. S. P. R. Estação da Luz : Restaurante, c. 1902. São Paulo, SP / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5714" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5714/001HT001005.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="452" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5714" target="_blank">Comp. Lith. Hartmann-Reichenbach. Exposição Nacional de 1908 &#8211; Restaurante Rústico, 1908. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5448" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5448/BR.RJ.AGCRJ.ICO.COO.BAR.NAC.078A.03.01.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="527" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5448" target="_blank">Anônimo. Bar Nacional, s/d. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O cronista visual de Diamantina: Chichico Alkmim, fotógrafo (1886 &#8211; 1978)</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Aug 2017 13:41:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Cronologia]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Carolina Casarin]]></category>
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		<category><![CDATA[cronologia de fotógrafos]]></category>
		<category><![CDATA[Diamantina]]></category>
		<category><![CDATA[Elvia Bezerra]]></category>
		<category><![CDATA[Eucanaã Ferraz]]></category>
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		<category><![CDATA[século XX]]></category>
		<category><![CDATA[Silviano Santiago]]></category>

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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica destaca a obra do mineiro Chichico Alkmim (1886 – 1978), autodidata e pioneiro da fotografia em Diamantina. Ele atuou entre as décadas de 1910 e 1950 e sua produção é uma das principais referências da memória visual de Minas Gerais. A gestão de seu acervo, de 5.549 negativos de vidro, foi transferida para o Instituto Moreira Salles, em 2015.  A exposição "Chichico Alkmim, fotógrafo", cuja curadoria é do poeta Eucanaã Ferraz, está em cartaz, no IMS, no Rio de Janeiro, até 1º de outubro de 2017 .]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="width: 674px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5160" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5160/P011G00376.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="664" height="473" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5160" target="_blank">Chichico Alkmim. Parque Municipal da Cavalhada Velha, atual praça Doutor Prado, 1945. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;"><em>O ateliê é o mundo</em></span></strong></p>
<p style="text-align: center;">Eucanaã Ferraz*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As fotografias de Chichico Alkmim (1886 &#8211; 1978) são, antes de tudo emocionantes. Mas já o primeiro olhar reconhece o domínio dos recursos técnicos. Aprende a fotografar ainda muito jovem e, em Diamantina, abre seu primeiro estúdio em 1912. Depois de passar por outros endereços, muda-se em 1919 para o beco João Pinto, 86, na parte alta da cidade. Ali, monta seu ateliê definitivo, cujo funcionamento se estenderá até meados de 1950. O pavimento ao nível da rua é destinado ao laboratório fotográfico. Outro cômodo, na parte superior, é adaptado para estúdio, conforme o padrão da época: ampla janela envidraçada em uma das paredes e claraboia; sobre ambas, um cortinado leve, deslizante graças a um sistema de cordas, compondo um mecanismo de controle da luz natural; na parede ao fundo, uma viga de madeira serve como suporte para os painéis pintados com paisagens viçosas e motivos arquitetônicos de gosto classicizante; algum mobiliário &#8211; cadeiras, pequenas mesas, apoios para jarros, tapetes, cortina &#8211; ajuda a compor os cenários. Vivia-se ainda há pouco na escravidão de homens e mulheres roubados à África. Nas casas de família, tocam-se pianos juvenis. Lá fora, portugueses pobres cantam violões tristíssimos. Os negros fazem festas, vão à igreja. Procissões desfilam em latim enquanto nos cafés os chapéus falam francês. Há muitos padres e carnavais. Há meninos negros de terno em pés descalços. Tudo tão antigo e tão recente esta gente de papel convida a esquecer o tempo &#8211; até que a voz de um galo nos acorde.</p>
<p>*Eucanaã Ferraz é poeta e consultor de literatura do Instituto Moreira Salles.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/browse?value=Alkmim%2C+Chichico&amp;type=author" target="_blank"><span style="color: #800000;">Acessando o link para as fotografias de autoria de Chichico Alkmim disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</span></a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;">Pequeno perfil de Chichico Alkmim</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"> Andrea C. T. Wanderley*</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5156" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5156/P011A00044.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="744" height="529" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5156" target="_blank">Chichico Alkmim. Crianças na atual Macau do meio, s/d. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O mineiro Chichico Alkmim (1886 – 1978), autodidata, pioneiro da fotografia de estúdio em Diamantina, e primeiro cronista visual da cidade, atuou na profissão, que adotou em 1907, até 1955. Seu primeiro ateliê foi inaugurado em 1912. A obra de Chichico, que compreende imagens da arquitetura diamantinense, sua religiosidade, costumes, ritos e retratos de seus habitantes, é uma das principais referências da memória visual de Minas Gerais. Foi o mestre do fotógrafo <a href="http://revistazum.com.br/revista-zum-7/o-clique-unico-de-assis-horta/" target="_blank">Assis Horta (1918 &#8211; 2018)</a>, mineiro de Diamantina, que se tornou conhecido por registrar a classe trabalhadora na era Vargas. Uma curiosidade: a fotografia predileta de Assis Horta foi produzida por Chichico no dia de seu casamento: <em>Eu mesmo levei a máquina para o Chichico fazer o retrato</em>.</p>
<p>Chichico retratou a burguesia e também os trabalhadores ligados ao pequeno garimpo, ao comércio e à indústria. Produziu imagens de casamentos, batizados, funerais, festas populares e religiosas, paisagens e cenas de rua. De 1955, quando parou de  fotografar, até 1978, ano de sua morte, continuou cuidando de seu acervo, que guardava no porão de sua casa.</p>
<p>A gestão do acervo de Chichico Alkmim, de 5.549 negativos de vidro, foi transferida para o Instituto Moreira Salles (IMS), em 2015. Além dos negativos em vidro, existem no acervo alguns poucos negativos flexíveis, documentos, objetos e dezenas de fotografias de época.</p>
<p>Foi inaugurada em 13 de maio e 1º de outubro de 2017, na sede do IMS, no Rio de Janeiro, a exposição &#8220;Chichico Alkmim, fotógrafo&#8221;, cuja curadoria é do poeta Eucanaã Ferraz (1961-). Será encerrada em 1º de outubro de 2017. Segundo Eucanaã, &#8220;Chichico é daqueles fotógrafos que parecem ter o poder de fazer vir ao primeiro plano a vida de seus modelos. E é patente a densidade existencial que se expressa no conjunto de características físicas que chamamos fisionomia, compreendida como a realização momentânea de um destino&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"> <strong><span style="color: #800000;">Cronologia de Chichico Alkmim</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 351px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5233" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5233/P011G00539.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="341" height="371" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5233" target="_blank">Chichico Alkmim. Chichico Alkmim e sua esposa, Maria Josephina Netto Alkmim, s/d. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1886</strong></span> &#8211; Filho de Herculano Augusto d’Alkmim e Luiza Gomes d’Alkmim, Francisco Augusto de Alkmim, o Chichico Alkmim, nasceu em 28 de março, na fazenda do Sítio, município de Bocaiuva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1890 &#8211; 1900</strong></span> &#8211; Em 7 de abril de 1890, falecimento de sua mãe, em Bocaiuva. Chichico e sua irmã Carmina foram levados para a fazenda do Caeté Mirim, localizada próximo ao distrito de São João da Chapada, das suas tias Tereza de Jesus Gomes Ribeiro e Maria Amélia de Jesus Ribeiro. A irmã mais velha, Amanda, permaneceu em Bocaiuva. Nessa década, na fazenda, foi educado pelas tias, com quem aprendeu a ler e escrever.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1900-1910</strong></span> &#8211; Nesse período, Chichico ajudou nos negócios da fazenda e nos trabalhos de mineração de diamantes empreendidos por suas tias. Realizou várias viagens, a maioria delas em companhia de seu pai, que comercializava gado. Os deslocamentos em tropa davam-se entre Caeté Mirim, São João da Chapada, Diamantina, Bocaiuva, Montes Claros, Buenópolis, Coração de Jesus, Januária, Carinhanha (Bahia) e várias outras localidades do vale do São Francisco, chegando algumas vezes até a Vila de Posse, atual cidade de Posse, em Goiás. Nessas viagens, Chichico vendia jóias e, possivelmente, foi em uma delas que, entre 1900 e 1902, conheceu a fotografia.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1907</strong></span> &#8211; Adotou a profissão de fotógrafo.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1912</strong> </span>- No fim do ano, passou a residir em Diamantina. Sua casa e seu primeiro ateliê ocupavam parte do sobrado situado à praça Francisco Sá, 53, largo do Bonfim (atual sede da Casa da Cultura). Nos anos seguintes, mudou de endereço várias vezes, tendo permanecido por mais tempo em um sobrado localizado no alto da rua da Romana, 37.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1913</strong></span> &#8211; Em 14 de junho, casou-se com Maria Josephina Netto, a Miquita.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #800000;">1914</span></strong> &#8211; No fim do ano, seu irmão por parte de pai, José Maria Alkmim (1901 &#8211; 1974), futuro político e vice-presidente do Brasil, entre 1964 e 1967, passou a residir em sua casa, até completar os estudos em 1921.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #800000;">1916</span> </strong>- Em 30 de junho, nasceu sua primeira filha, Maria de Jesus Alkmim, que faleceu poucos meses depois.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1917</strong></span> &#8211; Em 20 de agosto, nasceu a segunda filha, Maria Bernadette.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1919</strong></span> &#8211; Em 17 de abril, nasceu a filha Déa Maria.</p>
<p style="text-align: left;">Em 9 de outubro, Chichico mudou-se para o beco João Pinto, 86, na parte alta da cidade, onde montou seu ateliê definitivo.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1920</strong></span> &#8211; Em 20 de outubro, nasceu a filha Luíza Marilac.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1923</strong></span> &#8211; Em 13 de outubro, nasceu a filha Maria Ruth.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1924</strong></span> &#8211; Em 12 de novembro, nasceu o filho José Antônio.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1955</strong></span> &#8211; Chichico  encerrou a carreira de fotógrafo.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #800000;">1978</span></strong> &#8211; Faleceu em consequência de um colapso cardíaco, em 22 de agosto.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1980</strong></span> &#8211; Na inauguração do Centro de Documentação e Pesquisa da Casa da Cultura de Diamantina, durante o 16º Festival de Inverno da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), realizou-se a primeira exposição de fotografias de Chichico, no Museu do Diamante/Ibram/MinC.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1998</strong></span> &#8211; O acervo fotográfico de Chichico, constituído por aproximadamente 5.500 negativos, começou a ser higienizado, indexado e catalogado na Faculdade de Filosofia e Letras da Fundação Educacional do Vale do Jequitinhonha (Fevale), em projeto financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado de Minas Gerais (Fapemig) e apoio da UFMG.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #800000;">1999</span></strong> &#8211; Chichico Alkmim foi apresentado como um artista do circuito fotográfico brasileiro na mostra <em>Minas: minas memorial e contemporânea</em>, realizada no MIS-SP, com curadoria do fotógrafo Bernardo Magalhães.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>2002</strong></span> &#8211; O acervo fotográfico de Chichico foi doado pelos seus herdeiros à Fevale.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>2005</strong></span> &#8211; Foi lançado o livro <em>O olhar eterno de Chichico Alkmim</em>, pela Editora B, organizado por Flander de Sousa e Verônica Alkmim França.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>2008</strong></span> &#8211; Foi realizada a exposição <em>Chichico Alkmim</em>, na galeria da Escola Guignard, Universidade Estadual de Minas Gerais (Uemg), em Belo Horizonte.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>2010</strong></span> &#8211; Com a extinção da Fevale, o acervo fotográfico retornou aos herdeiros.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>2013 </strong></span>- Foi realizada a exposição <em>Paisagens humanas — Paisagens urbanas</em>, no Memorial Minas Gerais Vale, em Belo Horizonte.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>2015</strong></span> &#8211; O acervo de Chichico Alkmim passou a integrar em regime de comodato o acervo de fotografias do Instituto Moreira Salles.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>2017</strong></span> &#8211; Foi aberta a exposição <em>Chichico Alkmim, fotógrafo</em>, no Instituto Moreira Salles, no Rio de Janeiro, em 13 de maio, com curadoria de Eucanaã Ferraz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 583px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5235" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5235/P011G00652.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="573" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5235" target="_blank">Chichico Alkmim. À direita, Maria Josefina Alkmim, Miquita, esposa de Chichico, década de 10. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 588px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5226" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5226/P011H00028.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="578" height="814" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5226" target="_blank">Chichico Alkmim. Retrato de estúdio, década de 1910. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>Esse artigo contou com a colaboração de Gabriella Vieira Moyle, da equipe do IMS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">Publicações relacionadas a Chichico Alkmim:</span></strong></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4493" target="_blank">Diamantina, Chichico Alkmim (1886 &#8211; 1978) e Carlos Drummond de Andrade (1902 &#8211; 1987)</a></p>
<p><a href="http://www.ims.com.br/ims/explore/acervo/noticias/elegancia-brasileira" target="_blank"><em>Elegância brasileira</em>, por Carolina Casarin</a></p>
<p><a href="http://blogdoims.com.br/familia/" target="_blank"><em>Família</em>, por Silviano Santiago sobre uma fotografia de autoria de Chichico Alkmim</a></p>
<p><a href="http://www.ims.com.br/ims/explore/acervo/noticias/o-anfitriao-de-chichico" target="_blank"><em>O anfitrião de Chichico</em>, por Elvia Bezerra.</a></p>
<p><a href="http://www.ims.com.br/ims/explore/acervo/noticias/retratista-de-diamantina" target="_blank"><em>O retratista de Diamantina</em>, por Manya Millen</a></p>
<div></div>
<p><strong><span style="color: #800000;">Fontes:</span></strong></p>
<p><em>Chichico Aklmim, fotógrafo</em>. IMS, 2017.</p>
<p>FRANÇA, Verônica Alkmim; SOUZA, Flander de (orgs). <em>O olhar eterno de Chichico Alkmim. </em>Belo Horizonte: Editora B, 2005.</p>
<p>HARAZIM, Dorrit. <em>O instante certo</em>. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.</p>
<p><a href="http://ims.com.br/ims/visite/exposicoes/chichico-alkmim-fotografo" target="_blank">Site do Instituto Moreira Salles</a></p>
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		<title>Diamantina, Chichico Alkmim (1886 &#8211; 1978) e Carlos Drummond de Andrade  (1902 &#8211; 1987)</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Mar 2016 06:17:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Cronologia]]></category>
		<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Assis Horta]]></category>
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		<category><![CDATA[crônica]]></category>
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		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[homenagem]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Silviano Santiago]]></category>

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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica homenageia Diamantina, cidade mineira fundada em 6 de março de 1831, com uma seleção de imagens produzidas no século XIX e nas primeiras décadas do século XX. As fotografias do século XIX são de autoria de Augusto Riedel e foram produzidas durante uma expedição pelo interior do Brasil acompanhando a comitiva de D. Luis Augusto Maria Eudes de Saxe Coburgo Gotha e por seu irmão D. Luis Philippe, em 1868. Os registros das primeiras décadas do século XX são do mineiro Chichico Alkmim (1886 - 1978), pioneiro da fotografia em Diamantina. A gestão do acervo de 5.549 negativos de vidro foi transferido para o Instituto Moreira Salles, em 2015. Sua obra é uma das principais referências da memória visual de Minas Gerais. Além disso, a Brasiliana Fotográfica oferece a seus leitores a crônica "Encanto de Diamantina", do poeta e escritor mineiro Carlos Drummond de Andrade, publicada no Jornal do Brasil de 19 de outubro de 1972.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Brasiliana Fotográfica homenageia Diamantina, cidade mineira fundada em 6 de março de 1831, com uma seleção de imagens produzidas no século XIX e nas primeiras décadas do século XX. As fotografias do século XIX são de autoria de Augusto Riedel e foram produzidas durante uma expedição pelo interior do Brasil acompanhando a comitiva de D. Luis Augusto Maria Eudes de Saxe Coburgo Gotha e por seu irmão D. Luis Philippe, em 1868.</p>
<p>Os registros produzidos entre as décadas de 1910 e 1950 são do mineiro <a href="http://www.ims.com.br/ims/explore/artista/chichico-alkmim" target="_blank">Chichico Alkmim (1886 &#8211; 1978)</a>, autodidata e pioneiro da fotografia em Diamantina. A gestão do acervo do fotógrafo, de 5.549 negativos de vidro, foi transferida para o Instituto Moreira Salles, em 2015. A obra de Chichico, que compreende imagens da arquitetura diamantinense, sua religiosidade, costumes, ritos e retratos de seus habitantes, é uma das principais referências da memória visual de Minas Gerais. Foi o mestre do fotógrafo <a href="https://revistazum.com.br/revista-zum-7/o-clique-unico-de-assis-horta/" target="_blank">Assis Horta(1918 &#8211; 2018)</a>, mineiro de Diamantina, que se tornou conhecido por registrar a classe trabalhadora na era Vargas.</p>
<p>Além disso, a Brasiliana Fotográfica oferece a seus leitores a crônica <em>Encanto de Diamantina</em>, do poeta e escritor mineiro Carlos Drummond de Andrade (1902 &#8211; 1987), publicada no <em>Jornal do Brasil,</em> de 19 de outubro de 1972 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_09/70082" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 19 de outubro de 1972, última coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;">&#8220;Encanto de Diamantina&#8221;</span></strong></p>
<p style="text-align: center;">Carlos Drummond de Andrade</p>
<p>De Diamantina se pode dizer o que em Diamantina se diz musicalmente no famoso tim-tim:</p>
<p>Quem não gosta dela,</p>
<p>de quem gostará?</p>
<p>Quem, conhecendo Diamantina, será capaz de não gostar de Diamantina? Mesmo não conhecendo: ouvindo falar. Pois, entre outras excelências, povo de Diamantina é povo que canta, e isto significa riqueza de coração. Canta, sem necessidade de festival de canção, essa psicose do grito que já começa a invadir cidades mineiras.</p>
<p>À noite, depois do batente &#8211; é Aires da Mata Machado Filho que informa &#8211; há sempre um barzinho aberto a pessoas de temperamento melódico. Finda a libação mais ou menos discreta &#8211; o que depende antes do frio do que da vontade &#8211; os cidadãos saem para a rua, providos de violão, clarineta, saxofone, flauta. Saem &#8220;cantando à toa&#8221;. Pelo prazer de cantar. Depois é que se lembram, aniversário de Fulano? Então vamos lá? Vamos. Em frente à janela fechada de Fulano &#8211; fechada, parece, deliberadamente, para o gosto de abrir-se às lufadas de música &#8211; a turma bate um castelo. Pode ser noite alta, olha lá a janela se abrindo feliz. Havendo modinha, Diamantina ignora o sono. Acabada a cantoria, pensam que os seresteiros vão dormir? Aí começa a segunda parte, mais íntima, de ternura ou dor-de-cotovelo: eles se dispersam, mas em direção a outras janelas, atrás das quais dormem (ou esperam) suas respectivas amadas. Nesse deambular já de madrugada, os seresteiros voltam a encontrar-se, cruzando os caminhos do sentimento. Assim é a noite em Diamantina: música por todos os lados, abrindo janela e alma, entre o chão e os sobrados. E, em boa parte, música de tradição local, obra de compositores e poetas diamantinenses, conhecidos ou anônimos, que desafiam o tempo.</p>
<p>O peixe-vivo, marca de Diamantina, que cobre vasta região mineira, conta-nos o mesmo Aires, foi enriquecido de trovas feitas no Rio de Janeiro, por volta de 1939. Manuel Bandeira fez quatro, a primeira delas aproveitada, com variante, na Lira dos Cinquent´anos:</p>
<p>Vi uma estrela tão alta,</p>
<p>Vi uma estrela tão fria.</p>
<p>Estrela, por que me deixas</p>
<p>sem a tua companhia?</p>
<p>Vinícius de Morais fez duas por conta própria, e uma de parceria com Pedro Nava. Este, por sua vez, compôs duas e mais uma quintilha. Ouçamos Nava:</p>
<p>Dom Diniz, o rei poeta,</p>
<p>derrotou a mouraria</p>
<p>para merecer um pouco</p>
<p>dessa tua companhia.</p>
<p>E Carlos Sá, cearense-mineiro:</p>
<p>Vivo alegre na tristeza</p>
<p>vivo triste na alegria,</p>
<p>no desejo e na saudade</p>
<p>dessa tua companhia.</p>
<p>Mas Diamantina não é apenas serenata e coreto. Como nas boas cidades antigas de Minas, tem tesouro escondido, como por exemplo &#8220;duas garrafas de ouro e três chifres de diamante&#8221;, e quem cavar junto ao córrego Pururuca, atrás do quartel do III BP, é capaz de encontrá-los: segredos de padre, à espera de decifrador. Lendas, festas religiosas e populares que teimam em resistir na medida do possível à descaracterização universal da sociedade mercantil. Igrejas antigas de fino acabamento artístico, sobrados que a gente desejaria ver em pé para sempre, não vá o progresso arrasá-los. Diamantina enfrenta o problema da industrialização. Precisa criar riquezas outras além das que derivam do temperamento amável de seus filhos. Lá se fala agora em incentivos fiscais, energia elétrica, e até já se exporta a flor da sempre-viva para outros países.</p>
<p>Que Deus conserve Diamantina gostosa, musical e hospitaleira depois que subir nas asas do chamado desenvolvimento. É o voto que faço depois de ler <em>Dias e Noites em Diamantina</em>, livro que o bom Aires acaba de publicar corajosamente em edição de autor, e tão chamativo, tão cheio de graça e apelo sensorial, que dá vontade de sair correndo, e:</p>
<p>_ Rápido, uma passagem para Diamantina, mas de ida só, porque eu fico por lá!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=diamantina&amp;submit=Ir" target="_blank"><span style="color: #800000;">Acessando o link para as fotografias de Diamantina disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;">Pequeno histórico de Diamantina</span></strong></p>
<p>A formação de Diamantina está ligada à exploração de diamante e de ouro.  Foi  Jerônimo Gouvêa que, a partir da descoberta de uma grande quantidade de ouro nas confluências do Rio Piruruca e do Rio Grande, deu início à ocupação do território. O povoado, então denominado Arraial do Tejuco, começou a ser formado nas primeiras décadas do século XVIII, sempre seguindo as margens dos rios que eram garimpados. Aos poucos foi surgindo o conjunto urbano de Diamantina. O Arraial do Tijuco emancipou-se do município do Serro, em 1831, e passou a se chamar Diamantina.</p>
<p>Uma das cidades históricas mais conhecidas e visitadas do Brasil, Diamantina, o Portal do Vale do Jequitinhonha, é  também o ponto inicial da Estrada Real, que levava ouro e diamantes até Paraty, no Rio de Janeiro. A cidade conserva o casario colonial, as edificações históricas e as igrejas seculares. Em 1938, o conjunto arquitetônico de seu centro histórico foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, e, em 1999,  recebeu da Unesco o título de Patrimônio Cultural da Humanidade. Além do patrimônio construído, a cidade possui um rico patrimônio natural e cultural, com uma marcante tradição religiosa, folclórica e musical.</p>
<p>Foi em Diamantina, na época Arraial do Tijuco, que a escrava alforriada Chica da Silva (c. 1732-1796) viveu. É também a cidade natal do ex-presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek (1902-1976).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">Publicações relacionadas a Chichico Alkmim:</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoims.com.br/familia/" target="_blank">Família, texto de Silviano Santiago sobre uma fotografia de autoria de Chichico Alkmim</a></p>
<p><a href="http://www.ims.com.br/ims/explore/acervo/noticias/o-anfitriao-de-chichico" target="_blank"><em>O anfitrião de Chichico</em>, por Elvia Bezerra.</a></p>
<p><a href="http://www.ims.com.br/ims/explore/acervo/noticias/retratista-de-diamantina" target="_blank"><em>O retratista de Diamantina</em>, por Manya Millen</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
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