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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Uriel Malta</title>
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		<title>Breves perfis e cronologias dos irmãos e fotógrafos Malta: Aristógiton (1904-1954) e Uriel (1910 – 1994)</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 12:44:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Biografia]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje a Brasiliana Fotográfica publica breves perfis e as 70ª e 71ª cronologias de fotógrafos presentes no acervo fotográfico do portal. São dos irmãos e fotógrafos Aristógiton e Uriel Malta. As cronologias estão todas reunidas na página inicial da Brasiliana Fotográfica na aba "Cronologia de Fotógrafos". Aristógiton e Uriel são filhos de Augusto Malta (1864 - 1957), que foi fotógrafo da Prefeitura do Rio de Janeiro, entre 1903 e 1936. O cargo foi criado para ele que tornou-se o principal cronista visual da cidade nas primeiras décadas do século XX. Disponibilizamos hoje também uma versão revisada e ampliada do artigo "O alagoano Augusto Malta, fotógrafo oficial do Rio de Janeiro entre 1903 e 1936", e da "Cronologia de Augusto Malta", originalmente publicados no portal, em 10 de julho de 2015.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje a Brasiliana Fotográfica publica breves perfis e as 70ª e 71ª cronologias de fotógrafos presentes no acervo fotográfico do portal. São dos irmãos e fotógrafos Aristógiton e Uriel Malta. As cronologias estão todas reunidas na página inicial da Brasiliana Fotográfica na aba <span style="color: #800000;"><em><strong>Cronologia de Fotógrafos</strong></em></span>. Aristógiton e Uriel são filhos de Augusto Malta (1864 &#8211; 1957), que foi fotógrafo da Prefeitura do Rio de Janeiro, entre 1903 e 1936. O cargo foi criado para ele, que tornou-se o principal cronista visual da cidade nas primeiras décadas do século XX. Disponibilizamos hoje também uma versão revisada e ampliada do artigo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank"><em>O alagoano Augusto Malta, fotógrafo oficial do Rio de Janeiro entre 1903 e 1936</em></a>, e da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20908" target="_blank">Cronologia de Augusto Malta</a>, originalmente publicados no portal, em 10 de julho de 2015.</p>
<p>O trabalho de Aristógiton e Uriel ficou durante muitas décadas à sombra da extraordinária obra de seu pai. A publicação, em 27 de janeiro de 2026, do livro digital <a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=1" target="_blank"><em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)</em> </a>, com fotografias produzidas pelos filhos de Augusto Malta pertencentes ao acervo do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, resgatam a importância do trabalho deles, que fotografaram os últimos anos da <em>belle époque</em> carioca assim como seu desaparecimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Aristógiton Malta</strong> <strong>(1904-1954)</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 511px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14354" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14354/CP-LE-AI-PC_004.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="501" height="671" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14354" target="_blank">Aristógiton Malta, s/d. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aristógiton nasceu em 25 de agosto de 1904, no Rio de Janeiro, e era filho da primeira esposa de Augusto Malta, Laura Oliveira Campos (1874 – 1905). De temperamento alegre e afável, era um desportista e praticou remo durante muitos anos. Casou-se com Helena de Freitas Moutinho (1906 – 1975), no início da década de 1930. Tiveram sete filhos: Marcus Moitinho Malta (1933 &#8211; 1977), Maryse Malta Muller (1935 &#8211; ), Mauro Moitinho Malta (1937 &#8211; ), Marcelo Moitinho Malta (1940 &#8211; 2020), Marcio Moitinho Malta (1946 -), Antonio Carlos Moitinho Malta (1947 &#8211; 1950) e Monica Moitinho Malta (1952 -1952).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43812" style="width: 594px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristogiton19.jpg"><img class="size-full wp-image-43812" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristogiton19.jpg" alt="Aristógiton e Helena com Maryse, Marcus, " width="584" height="468" /></a><p class="wp-caption-text">O casal Aristógiton e Helena com os filhos Maryse, Marcus, Mauro e Marcelo no colo da mãe, 1940 / Acervo pessoal de Maryse Muller</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1932, foi contratado como fotógrafo assistente da Prefeitura do Rio de Janeiro. Em 25 de agosto de 1936, Augusto Malta aposentou-se da Prefeitura e foi substituído por Aristógiton, a partir de 9 de setembro do mesmo ano. Em 1938, o presidente da República, Getúlio Vargas (1882 – 1954), visitou a “Feira de Amostras”,  uma exposição de diversas secretarias da Prefeitura do Rio de Janeiro. Um dos <em>stands</em> de maior sucesso foi o da Secretaria de Viação, Trabalho e Obras Públicas, que expôs fotos de Augusto e Aristógiton. Em 1953, foi noticiado que uma foto de sua autoria do Estádio do Maracanã estava nas paredes de todas as repartições da Prefeitura, no hall do Banco da Prefeitura, e também em hotéis em países da Europa, da América do Sul e dos Estados Unidos. Faleceu em 15 de agosto de 1954.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 313px" class="wp-caption aligncenter"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/aristogiton.jpg" alt="Aristogiton Malta (1896-1954) / Site Family Search" width="303" height="387" /><p class="wp-caption-text">Aristógiton Malta, s/d / Site Family Search</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=42996" target="_blank">Acesse aqui a Cronologia de Aristógiton Malta (1904 &#8211; 1954)</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14326/596.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="520" /><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14326" target="_blank">Aristógiton Malta. Esplanada do Castelo, 14 de julho de 1938. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=%22arist%C3%B3giton+malta%22" target="_blank"><span style="color: #800000;"><strong>Acessando o link para as fotografias de autoria de Aristógiton Malta disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</strong></span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Uriel Malta (1910 – 1994)</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 511px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14355" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14355/BR%20RJAGCRJ.CP.LE.AI.PC.005.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="501" height="544" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14355" target="_blank">Uriel Malta, s/d. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uriel Malta nasceu, em 28 de setembro de 1910, no Rio de Janeiro, filho da segunda esposa de Augusto, Celina Augusta Verscheuren (1884 – 1969). Passou a trabalhar com o irmão, Aristógiton, no Serviço de Fotografia da Prefeitura, em 1937. Casou-se com Hilda de Abreu Malta (1908 &#8211; 1976), em 1944. Tiveram pelo menos três filhos: Claudius Vinicius de Abreu Malta (1945-2010), Lelia Sandra de Abreu Malta (19? &#8211; ?) e Lelia Egle de Abreu Malta (19? &#8211; ?). Foi fotógrafo da Prefeitura até fins da década de 1960 e, em 1970, teve assinada a apostila fixando os proventos anuais de inatividade. Uriel faleceu, em Magé, em 5 de agosto de 1994.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=42998" target="_blank">Acesse aqui a Cronologia de Uriel Malta (1910- 1994)</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 709px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14330" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14330/3984.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="699" height="504" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14330" target="_blank">Provável Uriel Malta. Trecho da Avenida Beira-Mar, 7 de setembro de 1940. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=%22uriel+malta%22" target="_blank"><span style="color: #800000;"><strong>Acessando o link para as fotografias de autoria de Uriel Malta disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</strong></span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 533px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6658" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6658/CP-LE-PC_003.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="523" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6658" target="_blank">Augusto Malta, s/d . Rio de Janeiro, RJ/ Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Acesse aqui a publicação <span style="color: #800000;"><strong><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank"><em>O alagoano Augusto Malta, fotógrafo oficial do Rio de Janeiro entre 1903 e 1936</em></a> </strong></span>e a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20908" target="_blank"><span style="color: #800000;"><strong>Cronologia de Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</strong></span></a>, revisadas e ampliadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agradeço à colaboração generosa da filha de Aristógiton Malta, Maryse Muller, e de uma de suas netas, Christiana Malta, que me deram um depoimento fundamental para a elaboração deste artigo, em 20 de março de 2026.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43864" style="width: 338px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristógiton5.jpg"><img class="size-full wp-image-43864" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristógiton5.jpg" alt="Christiana Malta e Maryse Muller, neta e filha de Aristógiton Malta" width="328" height="274" /></a><p class="wp-caption-text">Christiana Malta e Maryse Muller, neta e filha de Aristógiton Malta, respectivamente, comigo, Andrea Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, 20 de março de 2026. Rio de Janeiro</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=1" target="_blank"><em>Achados e Perdidos (livro eletrônico): Imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)</em></a>/Eliseu Santiago de Souza&#8230;(Et.Al.) &#8212; 1ª edição. Rio de Janeiro: Aprazível Edições e Arte e UQ Editions, 2025 PDF. Outros autores: Pedro Marreca, Rafael Martins, Leonel Kaz.</p>
<p><a href="https://domingosmoitinho.blogspot.com/" target="_blank">Blogspot Domingos Moitinho</a></p>
<p>DUNLOP, Charles Julius. <em>Rio Antigo, volume II</em>. Rio de Janeiro: Editora Rio Antigo, 1956.</p>
<p>ERMAKOFF, George. <em>Augusto Malta e o Rio de Janeiro: 1903-1936</em> / George Ermakoff; tradução para o inglês Carlos Luís Brown Scavarda. Rio de Janeiro: G. Ermakoff Casa Editorial, 2009. 288p. : il.; 28cm</p>
<p>FROSSARD, Heloisa (org.) <em><a href="http://www0.rio.rj.gov.br/arquivo/pdf/biblioteca_carioca_pdf/catalogo_serie_nega_a_malta.pdf" target="_blank">Augusto Malta – Catálogo da série Negativo em vidro Aristógiton Malta</a></em>. Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro – Coleção Biblioteca Carioca, 1994.</p>
<p>HEEREN, Alice. <em>Affective Rhetorics of Contagion – Augusto Malta in Belle Époque Rio de Janeiro</em>, 2020.</p>
<p><a href="https://www.bn.gov.br/explore/acervos/hemeroteca-digital" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p><em>Nosso Século</em>. São Paulo; Abril Cultural, 1980. vol. 1 (1900-1910)</p>
<p><a href="http://portalaugustomalta.rio.rj.gov.br/" target="_blank">Portal Augusto Malta do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro</a></p>
<p><a href="https://acasasenhorial.org/acs/index.php/pt/component/cck/427-fazenda-resgate" target="_blank">Site A Casa Senhorial</a></p>
<p>WANDERLEY, Andrea C. T. <em><a title="“Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)”, do acervo do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro. Destaque para a identificação da casa de Tia Ciata" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=42778">“Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)”, do acervo do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro. Destaque para a identificação da casa de Tia Ciata</a></em> in Brasiliana Fotográfica, 10 de fevereiro de 2026</p>
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		<title>Cronologia de Uriel Malta (1910 &#8211; 1994)</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 12:44:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cronologia de Uriel Malta (1910 &#8211; 1994) &#160; &#160; 1910 &#8211; Uriel Malta nasceu, em 28 de setembro de 1910, no Rio de Janeiro, filho do importante fotógrafo alagoano Augusto Malta (1864 &#8211; 1957) e da belga Celina Augusta Verscheuren (16/03/1884 &#8211; 1969) (Registro Civil do Rio de Janeiro, Site Family Search; O Jornal, 28 de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;"><strong>Cronologia de Uriel Malta (1910 &#8211; 1994)</strong></span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_42797" style="width: 296px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/urielmalta.jpg"><img class="size-full wp-image-42797" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/urielmalta.jpg" alt="Uriel Malta / Site Family Search" width="286" height="477" /></a><p class="wp-caption-text">Uriel Malta / Site Family Search</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1910</span></strong> &#8211; Uriel Malta nasceu, em 28 de setembro de 1910, no Rio de Janeiro, filho do importante fotógrafo alagoano Augusto Malta (1864 &#8211; 1957) e da belga Celina Augusta Verscheuren (16/03/1884 &#8211; 1969) (Registro Civil do Rio de Janeiro, Site Family Search; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/110523_02/28600" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 28 de setembro de 1926, segunda coluna</a>). Augusto Malta foi fotógrafo da Prefeitura do Rio de Janeiro de 1903 até 1936 &#8211; o cargo foi criado para ele.</p>
<p>Augusto Malta, que havia ficado viúvo, em 1905, com o falecimento de Laura Oliveira Campos (1874 &#8211; 1905), passou a viver maritalmente com Celina, mãe de Uriel, em torno de 1906. Ela trabalhava desde os 15 anos como babá dos filhos de Malta e Laura. Com Celina, Malta teve, além de Uriel, quatro filhas: Dirce (1907 &#8211; 10/1971), Eglé (20/09/1909 &#8211; 11/1941) e Amalthea (12/12/1912 &#8211; 12/03/2007). Celina era de origem belga e ela e sua irmã ficaram órfãs de pai e mãe, ainda menores. Foram internadas em um pensionato na Glória. Com 15 anos, como já mencionado, Celina foi trabalhar na casa da família Malta. Sua irmã tornou-se professora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43413" style="width: 519px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/urielmalta7.jpg"><img class=" wp-image-43413" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/urielmalta7.jpg" alt="Uriel e sua irmã, Amalthea, s/d. / Acervo  Jean Jacques Malta CArlini" width="509" height="380" /></a><p class="wp-caption-text">Uriel e sua irmã, Amalthea, s/d. / Acervo Jean Jacques Malta Carlini</p></div>
<div></div>
<div>Os irmãos de Uriel do primeiro casamento de seu pai eram Luthgardes (05/01/1896 &#8211; 05/02/1928), Arethusa (1898-31/03/1913), Callisthene (26/07/1900 &#8211; 20/02/1919), Aristocléa (21/06/1903 &#8211; 03/1934), e Aristógiton (25/08/1904 &#8211; 15/08/1954).</div>
<div></div>
<div><strong><span style="color: #800000;">1920</span></strong> &#8211; Com nove anos, Uriel sofreu um acidente em casa e teve duas fraturas (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/103730_05/1415" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 19 de junho de 1920, sexta coluna</a>).</div>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1921</strong></span> &#8211; Foi batizado em 13 de março de 1921 e seus padrinhos foram João Augusto de Godoy e Adélia Godoy de Almeida (Site Family Search).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43057" style="width: 758px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/urielmalta4.jpg"><img class="wp-image-43057 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/urielmalta4.jpg" alt="urielmalta4" width="748" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Certidão de Batismo de Uriel Malta / Site Family Search</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1926</span> </strong>- <span style="color: #000000;">O aniversário do <em>menino Uriel Malta</em> foi noticiado</span> (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/110523_02/28600" target="_blank"><em>O Jornal,</em> 28 de setembro de 1926, segunda coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1931</strong> </span>- Viajou para São Paulo no vapor <em>Raul Soares</em>, vindo do Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/153931_01/7820" target="_blank"><em>Tribuna (SP)</em>, 4 de agosto de 1931, última coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1935</strong> </span>- Foi noticiado que ele estava envolvido em um caso policial sobre o sequestro de meninos para trabalho em um garimpo ilegal no Mato Grosso. O crime foi denunciado pelos pais de um dos menores encontrados na casa do inglês Harold Bold, suposto chefe da quadrilha. Uriel foi inicialmente identificado como um dos menores, mas na verdade já tinha 24 anos. Ele seria o cinegrafista do grupo. Foi preso, interrogado e solto (<em>Gazeta de Notícias</em>, <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/103730_06/5372" target="_blank">4 de julho de 1935, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/103730_06/5400" target="_blank">6 de julho de 1935, última coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/103730_06/5461" target="_blank">11 de julho de 1935, quarta coluna</a>; <em>Jornal do Brasil</em>, <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_05/55055" target="_blank">3 de julho de 1935, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/110523_03/24866" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 4 de julho de 1935, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093092_02/20038" target="_blank"><em>Diário Carioca</em>, 3 de julho de 1935</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_01/23489" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 4 de julho de 1935, quarta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43052" style="width: 577px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/348970_03/23498" target="_blank"><img class="size-full wp-image-43052" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/urielmalta3.jpg" alt="A Noite, 4 de julho de 1935" width="567" height="521" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/348970_03/23498" target="_blank">Uriel Malta está de frente na fotografia da esquerda<em> / A Noite</em>, 4 de julho de 1935</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uriel foi à redação do jornal <em>A Manhã</em> e fez uma declaração sobre o caso, desmentindo a notícia. Bold declarou que ele chefiaria uma expedição aventureira pelo Mato Grosso, onde elaboraria um filme e  se lançaria à <em>aventura dos garimpos</em> (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/116408/10823" target="_blank"><em>A Manhã</em>, 4 de julho de 1935, primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43050" style="width: 851px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/116408/10823" target="_blank"><img class="size-full wp-image-43050" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/urielmalta2.jpg" alt="A Manhã, 4 de julho de 1935" width="841" height="503" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/116408/10823" target="_blank"><em>A Manhã,</em> 4 de julho de 1935</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1937</span></strong> &#8211; Passou a trabalhar com o irmão, Aristógiton, no Serviço de Fotografia da Prefeitura (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_05/73665"><em>Jornal do Brasil</em>, 12 de março de 1937, primeira coluna</a>). Entre este ano e a década de 1950, os irmãos fotografaram exaustivamente as reformas urbanas realizadas no Rio de Janeiro.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1941</strong></span> &#8211; Foi chamado para preencher uma proposta na Caixa Reguladora de Empréstimos da Prefeitura (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_05/5992" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 19 de abril de 1941, primeira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1944</strong></span> &#8211; Casou-se com a carioca Hilda de Abreu Malta (1908 &#8211; 1976), em 15 de abril. Tiveram pelo menos três filhos: Claudius Vinicius de Abreu Malta (1945-2010), Lelia Sandra de Abreu Malta (19? &#8211; ?) e Lelia Egle de Abreu Malta (19? &#8211; ?) (Registro Civil do Rio de Janeiro, Site Family Search; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/100439_10/1288" target="_blank"><em>O Fluminense</em>, 13 de agosto de 1960, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/100439_10/1306" target="_blank"><em>O Fluminense,</em> 17 de agosto de 1960, segunda coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43058" style="width: 631px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/urielmalta5.jpg"><img class="size-full wp-image-43058" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/urielmalta5.jpg" alt="Certidão de Casamento Civil / Site Family Search" width="621" height="481" /></a><p class="wp-caption-text">Certidão de Casamento Civil / Site Family Search</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1945</strong></span> &#8211; A Prefeitura concedeu a Uriel salário-família (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_02/21848" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 20 de março de 1945, segunda coluna</a>).</p>
<p>A Prefeitura fixou os proventos de Uriel (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_02/22958" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 8 de junho de 1945, terceira coluna</a>).</p>
<p>Em um anúncio, Uriel seria a pessoa a ser procurada para receber ofertas em relação à venda de lotes em Jacarepaguá e também em Paquetá (<em>Correio da Manhã,</em> <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_05/27748" target="_blank">15 de setembro de 1945, sexta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_05/27778" target="_blank">16 de setembro de 1945, terceira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1950</strong></span> &#8211; Foi concedido pela Prefeitura salário-família para Uriel (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_06/4007" target="_blank"><em>Correio da Manhã,</em> 19 de julho de 1950, sexta coluna</a>).</p>
<p>Na década de 1950, seu pai, Augusto, recebia muitas visitas de compradores de suas fotografias e um dos mais constantes era o colunista Arthur Faveret (? &#8211; 1968), que fazia diversas encomendas de vistas da cidade. Como laboratorista, Uriel ajudava o pai, produzindo as cópias solicitadas.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1953</strong></span> -<strong> </strong>Foi designado pelo prefeito, Dulcídio do Espírito Santo Cardoso (1896 &#8211; 1978), para a Secretaria de Viação e Obras, cujo secretário-geral o designou para o Departamento de Propaganda Urbanística<strong> </strong>(<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_06/23829" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 3 de fevereiro de 1953, terceira colun</a>a; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_03/22341" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 11 de fevereiro de 1953, segunda coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1955</strong></span> &#8211; Foi designado para a Secretaria de Administração da Prefeitura (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_03/39784" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 31 de março de 1955, segunda coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1957</strong></span> &#8211; A Prefeitura concedeu a Uriel nove meses de licença (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_07/75533" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 28 de junho de 1957, última coluna</a>).</p>
<p>A Prefeitura aumentou o salário de Uriel em 20% (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/364568_14/45780" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 6 de setembro de 1957, quinta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1959</strong> </span>- A filha de Uriel e Hilda, Lélia Eglé, participou do baile de debutantes do Clube Central (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/100439_09/16440" target="_blank"><em>O Fluminense</em>, 19 de agosto de 1959, segunda coluna)</a>.</p>
<p>A Prefeitura requisitou seu <em>comparecimento urgente</em> (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_03/87872" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 28 de novembro de 1959, quarta coluna</a>).</p>
<p>Seu pagamento de montepio foi deferido (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_03/88454" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 17 de dezembro de 1959, quarta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1964</strong> </span>- Foi designado para a Secretaria de Turismo da Prefeitura (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/110523_06/39751" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 14 de novembro de 1964, quarta coluna</a>).</p>
<p>Foi colocado à disposição da Assembleia Legislativa (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_04/38864" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 21 de maio de 1964, quarta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1965</strong></span> &#8211; Foi designado para a Secretaria de Obras Públicas da Prefeitura (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_04/46641" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 27 de fevereiro de 1965, primeira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1968 -</strong></span> Por ter completado o tempo de serviço exigido pela lei, ganhou uma licença-prêmio<em> </em>de nove meses. Foi promovido (<em>Diário de Notícias</em>, <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_04/73646" target="_blank">3 de abril de 1968, terceira coluna</a>; <em><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_04/78362" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, </a></em><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_04/78362" target="_blank">20 de outubro de 1968, primeira coluna</a>).<em> </em></p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1969</strong></span> &#8211; A Prefeitura concedeu a Uriel um aumento trienal (<em><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_04/80888" target="_blank">Diário de Notícias</a></em><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_04/80888" target="_blank">, 31 de janeiro de 1969, terceira coluna)</a>.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1970</strong></span> &#8211; Teve assinada a apostila <em>fixando os proventos anuais de inatividade </em>(<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_05/1993" target="_blank"><em>Diário de Notícias,</em> 7 de abril<em> </em>de 1970, última coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1976</strong> </span>- Falecimento de sua esposa, Hilda de Abreu Malta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43332" style="width: 419px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/urielmalta6.jpg"><img class="size-full wp-image-43332" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/urielmalta6.jpg" alt="O GLOBO, 5 de agosto de 1976" width="409" height="181" /></a><p class="wp-caption-text"><em>O GLOBO</em>, 5 de agosto de 1976</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1994</strong></span> &#8211; Uriel faleceu, em Magé, em 5 de agosto de 1994 (Registro Civil do Rio de Janeiro, Site Family Search)</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>2026</strong></span> &#8211; Em 27 de janeiro, sob a presidência do internacionalista e doutor em Ciência Política, Eliseu Santiago, em parceria com a Aprazível Edições, do jornalista, editor de livros, curador de museus e exposições, Leonel Kaz, o Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro lançou o livro digital <em><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=1" target="_blank">Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)</a>, </em>que revela<em> </em>um valioso e inédito acervo iconográfico da cidade do Rio no período do Estado Novo, sob a presidência de Getúlio Vargas (1882 – 1954). São fotografias inéditas produzidas por Aristógiton e Uriel. As imagens do livro resgatam a importância do trabalho dos filhos de Augusto Malta, que fotografaram os últimos anos da <em>belle époque</em> carioca assim como seu desaparecimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 747px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14355" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14355/BR%20RJAGCRJ.CP.LE.AI.PC.005.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="737" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14355" target="_blank">Uriel Malta, s/d. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</p>
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		<title>&#8220;Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)&#8221;, do acervo do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro. Destaque para a identificação da casa de Tia Ciata</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 13:59:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica publica imagens inéditas do Rio de Janeiro, do acervo do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro (AGCRJ), instituição parceira do portal, desde abril de 2016, quando celebrávamos um ano de existência. Sob a presidência do internacionalista e doutor em Ciência Política, Eliseu Santiago, em parceria com a Aprazível Edições, do jornalista, editor de livros, curador de museus e exposições, Leonel Kaz, o AGCRJ lançou o livro digital "Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)", que revela um valioso e inédito acervo iconográfico da cidade do Rio no período do Es]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Brasiliana Fotográfica publica imagens inéditas do Rio de Janeiro, do acervo do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro (AGCRJ), instituição parceira do portal desde abril de 2016, quando celebrávamos um ano de existência. Sob a presidência do internacionalista e doutor em Ciência Política, Eliseu Santiago, em parceria com a Aprazível Edições, do jornalista, editor de livros, curador de museus e exposições, Leonel Kaz, o AGCRJ lançou o livro digital <em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945), </em>que revela<em> </em>um valioso e inédito acervo iconográfico da cidade do Rio no período do Estado Novo, sob a presidência de Getúlio Vargas (1882 &#8211; 1954).  A publicação reforça a importância da preservação e difusão do patrimônio histórico e iconográfico do Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_42917" style="width: 448px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=1" target="_blank"><img class="wp-image-42917 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/achados.jpg" alt="achados" width="438" height="531" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=1" target="_blank">Capa do livro digital <em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)</em></a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O livro digital está disponível gratuitamente no site do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro e da Aprazível Edições promovendo acessibilidade e difusão cultural. Foi financiado pelo Programa de Fomente à Cultura Carioca &#8211; PRÓ-CARIOCA LINGUAGENS, via Edição PNAB &#8211; Política Nacional Aldir Blanc. Lembramos aqui que o acervo do AGCRJ reúne cerca de quatro milhões de itens identificados, além de outros milhões de documentos, fotos e registros ainda em processo de organização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.rio.rj.gov.br/web/arquivogeral/achados-e-perdidos" target="_blank"><strong>Link para o livro digital <em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945) </em></strong></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Hoje a Brasiliana Fotográfica disponibiliza 20 das centenas de imagens publicadas no livro. A partir de recursos tecnológicos como a digitalização e o <em>zoom</em>, os registros fotográficos passam a ter outra visibilidade, podendo ser acessados em sua qualidade plena.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/441" target="_blank"><strong>Acessando o link para as fotografias publicadas no livro <em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937 -1945)</em> disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14339" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14339/5979.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="505" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14339" target="_blank">Provável autoria de Uriel Malta. Praça da República, 9 de maio de 1941. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. Vista panorâmica da Praça da República tomada do alto do Paço Municipal</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 716px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14324" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14324/10674.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="706" height="505" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14324" target="_blank">Provável autoria de Uriel Malta. Praça da República, 24 de janeiro de 1944. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. Obras de redução da Praça da República para a abertura da Avenida Presidente Vargas</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945) </em>é o resultado de uma extensa pesquisa, da recuperação e da digitalização de imagens realizadas por diversos profissionais do AGCRJ. São fotografias inéditas produzidas pelos filhos de Augusto Malta (1864 &#8211; 1957) &#8211; Aristógiton (1904-1954) e Uriel (1910 – 1994). Augusto Malta foi, entre 1903 e 1936, o fotógrafo oficial da prefeitura do Rio de Janeiro &#8211; cargo criado para ele -, e o mais  importante cronista fotográfico da cidade nas primeiras décadas do século XX, responsável por um legado fotográfico incontornável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 277px" class="wp-caption aligncenter"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Foto-do-Arquivo-recortada-267x300.jpg" alt="Foto do Arquivo recortada" width="267" height="300" /><p class="wp-caption-text">Anônimo. Augusto Malta. Rio de Janeiro. Acervo Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aristógiton Malta, nasceu em 1904, no Rio de Janeiro, e começou a auxiliar o pai na prefeitura, em 1925, ano em que Augusto, quando prestava um serviço para a Sul América, teve um de seus dedos dilacerados, devido a uma explosão ocasionada pelo <em>flash</em> de sua máquina fotográfica. Foi operado e ficou internado no Hospital da Ordem Terceira da Penitência. Aristógiton era filho da primeira esposa de Augusto, Laura Oliveira Campos (1874 &#8211; 1905).  Casou-se com Helena de Freitas Moutinho (1906 – 1975), em 1933. Em 25 de agosto de 1936, Augusto Malta aposentou-se da Prefeitura e foi substituído por ele, a partir de 9 de setembro do mesmo ano. Em 1938, O presidente da República, Getúlio Vargas (1882 – 1954), visitou a “Feira de Amostras”,  uma exposição de diversas secretarias da Prefeitura do Rio de Janeiro. Um dos <em>stands</em> de maior sucesso foi o da Secretaria de Viação, Trabalho e Obras Públicas, que expôs fotos de Augusto Malta e de seu filho, Aristógiton (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=348970_03&amp;PagFis=58598"><em>A</em> <em>Noite</em>, 31 de outubro de 1938</a>, sob o título “A evolução do Rio através da fotografia”). Foi noticiado que uma foto de sua autoria do Estádio do Maracanã estava nas paredes de todas as repartições da Prefeitura, no hall do Banco da Prefeitura, e também em hotéis em países da Europa, da América do Sul e nos Estados Unidos (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/348970_05/18597" target="_blank"><em>A Noite</em>, 18 de maio de 1953, primeira coluna</a>). Faleceu em 15 de agosto de 1954 (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/348970_05/18597" target="_blank"><em>A Noite</em>, 18 de maio de 1953, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_03/34521" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 17 de agosto de 1954, sexta coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_42799" style="width: 313px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/aristogiton.jpg"><img class="size-full wp-image-42799" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/aristogiton.jpg" alt="Aristogiton Malta (1896-1954) / Site Family Search" width="303" height="387" /></a><p class="wp-caption-text">Aristógiton Malta (1896-1954) / Site Family Search</p></div>
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<p>Uriel Malta nasceu, em 28 de setembro de 1910, no Rio de Janeiro, filho da segunda esposa de Augusto, Celina Augusta Verscheuren (1884 – 1969). Passou a trabalhar com o irmão, no Serviço de Fotografia da Prefeitura, em 1937. Já era casado com Hilda de Abreu em 1944. Foi fotógrafo da Prefeitura até fins da década de 1960 e, em 1970, teve assinada a apostila <em>fixando os proventos anuais de inatividade</em>. Uriel faleceu, em Magé, em 5 de agosto de 1994 (Registro Civil do Rio de Janeiro, Site Family Search; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/103730_06/5372" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 4 de julho de 1935, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_05/73665"><em>Jornal do Brasil</em>, 12 de março de 1937, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_04/73653" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 3 de abril de 1968, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_04/78362" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 20 de outubro de 1968, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_04/80888" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 31 de janeiro de 1969, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_05/1993" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 7 de abril de 1970, última coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_42797" style="width: 296px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/urielmalta.jpg"><img class="size-full wp-image-42797" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/urielmalta.jpg" alt="Uriel Malta / Site Family Search" width="286" height="477" /></a><p class="wp-caption-text">Uriel Malta / Site Family Search</p></div>
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<p>O trabalho de Aristógiton e Uriel ficou durante muitas décadas à sombra da extraordinária obra de seu pai. As imagens de <em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)</em> resgatam a importância do trabalho dos filhos de Augusto Malta, que fotografaram os últimos anos da <em>belle époque</em> carioca assim como seu desaparecimento.</p>
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<div id="attachment_42943" style="width: 356px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=291" target="_blank"><img class="wp-image-42943 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/dods3.jpg" alt="Aristogiton e Ariel Malta / " width="346" height="236" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=291" target="_blank">Aristógiton e Uriel Malta / <em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)</em>, página 288 &#8211; Acervo AGCRJ</a></p></div>
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<p>O lançamento do livro digital foi realizado, em 27 de janeiro último, por Elizeu Santiago e Leonel Kaz, em um evento no AGCRJ. Em seguida, o professor Antonio Edmilson Martins Rodrigues proferiu a palestra <em>Reformas Urbanas e Cultura no Rio do Estado Novo. </em>O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro (CAU/RJ), entidade que apoiou a publicação do livro, foi representada pelo seu presidente, Sydnei Menezes. No dia seguinte, foi realizada uma roda de conversa sob o tema <em>O Rio de Janeiro no Estado Novo: uma perspectiva iconográfica</em>, com os professores Pedro Marreca e Rafael Martins de Araujo, gerente e sub-gerente de Pesquisa do AGCRJ, respectivamente.</p>
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<div style="width: 604px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14342" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14342/10155.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="594" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14342" target="_blank">Provável autoria de Uriel Malta. Magazine Parc Royal, 14 de julho de 1943 . Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. Aspecto do edifício da Magazine Parc Royal durante sua demolição</a></p></div>
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<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14336" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14336/5776.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="502" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14336" target="_blank">Provável autoria de Uriel Malta. Abertura da Avenida Brasil, 3 de abril de 1941. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. Trabalhadores durante obras para abertura da Avenida Brasil. Ao fundo, à esquerda, o Pavilhão Mourisco, ocupado pela Fundação Oswaldo Cruz.</a></p></div>
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<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14329" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14329/3399.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="514" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14329" target="_blank">Provável autoria de Uriel Malta. Avenida Delfim Moreira, 25 de abril de 1940. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. Trabalhadores durante obras de canalização da Avenida Delfim Moreira, no Leblon</a></p></div>
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<p>O lançamento do livro digital foi antecedido pelo resgate de cerca de 14 mil imagens &#8211; em positivos com nitrato de prata e negativos &#8211; distribuídas em 11 álbuns, que ainda estão em tratamento arquivístico e que futuramente serão disponibilizadas nos bancos de dados do AGCRJ. Foi uma das descobertas mais relevantes realizadas pela instituição nos últimos anos. As imagens capturam as transformações urbanas, culturais e sociais do Rio de Janeiro, entre 1937 e 1945, quando o interventor do então Distrito Federal, o Rio de Janeiro, era Henrique Dodsworth (1895 &#8211; 1975).</p>
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<div id="attachment_42940" style="width: 397px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=26" target="_blank"><img class="wp-image-42940 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/dods.jpg" alt="&quot;Achados e Perdidos&quot;, página 24." width="387" height="272" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=26" target="_blank">O presidente da República, Getúlio Vargas, e o interventor do Distrito Federal, Henrique Dodsworth, visitam o Instituto de Educação por ocasião do batismo de fogo da Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial , 1944. Rio de Janeiro, RJ /<em> Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)</em>, página 24 &#8211; Acervo AGCRJ</a></p></div>
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<p>Retratam um período de grandes transformações na cidade do Rio: por exemplo, a abertura da<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27822" target="_blank"> Avenida Presidente Vargas</a> e da Avenida Brasil, a expansão dos subúrbios, a urbanização da Pavuna e da Zona Sul, a finalização da esplanada do Castelo e a inauguração do Jardim de Alah. Mais de 500 edifícios desapareceram.</p>
<div class="x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a"></div>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14334" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14334/5574.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="505" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14334" target="_blank">Provável autoria de Uriel Malta. Esplanada do Castelo, 15 de março de 1941. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
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<p>Essas obras realizadas na região pela Prefeitura do Rio de Janeiro reduziram muito a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27390" target="_blank">Praça Onze de Junho</a>. Logo no início da década de 40, durante o Estado Novo, o então presidente Getúlio Vargas (1882 – 1954) decidiu construir a avenida Presidente Vargas e, pelo projeto, os quarteirões entre as ruas Visconde de Itaúna e Senador Eusébio desapareceriam para sua abertura (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/94123" target="_blank"><em>O Malho</em>, dezembro de 1941</a>).</p>
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<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14341" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14341/6616.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="508" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14341" target="_blank">Provável autoria de Uriel Malta. Abertura da Avenida Presidente Vargas, 14 de outubro de 1941. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. Aspecto da Rua Visconde de Itaúna com prédios já demolidos para abertura da Avenida Presidente Vargas. Ao fundo, a torre do relógio da Central do Brasil, ainda em obras</a></p></div>
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<p>Começaram as demolições. Inúmeras famílias foram desalojadas, prédios foram derrubados, dentre eles algumas construções históricas, como a<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26587" target="_blank"> Igreja de São Pedro dos Clérigos.</a></p>
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<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14343" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14343/10613.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="520" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14343" target="_blank">Provável autoria de Uriel Malta. Igreja de São Pedro dos Clérigos, 9 de janeiro de 1944. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. Obras de demolição para abertura da Avenida Presidente Vargas. Destaque para Igreja de São Pedro dos Clérigos, trecho da Avenida Rio Branco e, ao fundo, a Igreja da Candelária</a></p></div>
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<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14332" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14332/4914.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="507" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14332" target="_blank">Provável autoria e Uriel Malta. Rua Visconde de Itaúna, 19 de fevereiro de 1941. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. Aspecto da Rua Visconde de Itaúna, esquina com a Rua General Caldwell</a></p></div>
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<div style="width: 718px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14338" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14338/5962.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="708" height="505" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14338" target="_blank">Provável autoria de Uriel Malta. Edifício demolido &#8211; Rua Visconde de Itaúna, 22-24, 6 de maio de 1941. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. Trabalhadores durante remoção de escombros dos edifícios de número 22 e 24 da Rua Visconde de Itaúna.</a></p></div>
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<p>O segundo trecho da nova avenida foi concluído em 10 de novembro de 1942; e, em 10 de novembro de 1943, foi batizada de Presidente Vargas. Finalmente, em 7 de setembro de 1944, foi inaugurada (<em>O Malho</em>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/95124" target="_blank">dezembro de 1942</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/95489" target="_blank">abril de 1943</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/96145" target="_blank">dezembro de 1943</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_06/24751" target="_blank"><em>O País</em>, 10 de novembro de 1943</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_06/29331" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 8 de setembro de 1944</a>).</p>
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<div id="attachment_42817" style="width: 418px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/030015_06/29331" target="_blank"><img class="size-full wp-image-42817" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/omalho1.jpg" alt="Jornal do Brasil, 8 de setembro de 1944" width="408" height="533" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/030015_06/29331" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 8 de setembro de 1944</a></p></div>
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<p>Na fotografia abaixo, foi identificada a casa da lendária Tia Ciata (1854 – 1924), Hilária Batista de Almeida, localizada na Rua Visconde de Itaúna, 117.</p>
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<div id="attachment_42816" style="width: 713px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14333" target="_blank"><img class="wp-image-42816" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/tiaciata.jpg" alt="Provável autoria de Uriel Malta. Rua Visconde de Itaúna, . Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. A casa de Tia Ciata é a número 17" width="703" height="513" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14333" target="_blank">Provável autoria de Uriel Malta. Rua Visconde de Itaúna, 19 de fevereiro de 1941. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. A casa de Tia Ciata éstá identificada pelo número 117</a></p></div>
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<p>A casa ficava na região da Pequena África do Brasil, expressão baseada numa afirmação do cantor e pintor Heitor dos Prazeres (1898 – 1966) se referindo à área que começava no Porto do Rio de Janeiro e abrangia os atuais bairros da Saúde, Estácio, Santo Cristo, Gamboa e Cidade Nova, até a Praça Onze de Junho. Foi lá que, a partir da década de 1870, a comunidade baiana se estabeleceu no Rio de Janeiro, fazendo da área um local de concentração de diversas manifestações da cultura afro-brasileira. Havia também as tias Bebiana, Carmen e Mônica, dentre outras, que fizeram de suas casas pontos de referência e de convívio, que garantiram a manutenção das tradições africanas na cidade. Nessas casas eram cultuadas a música e a religiosidade afro-brasileira. As casas de Tia Prisciliana, mãe de João da Baiana (1887-1974), e, principalmente, a de Tia Ciata, considerada a matriarca do samba, foram espaços fundamentais da música popular carioca e eram frequentados por Donga, Pixinguinha (1897 – 1973), João da Baiana (1887-1974), o jornalista e dramaturgo <em>Vagalume</em>, pseudônimo de Francisco Guimarães (c. 1880 &#8211; 1946), e agitadores culturais como, por exemplo, Hilário Jovino (1873- 1933), Germano Lopes da Silva (? &#8211; 1933), o compositor e jornalista Mauro de Almeida(1882 -1956), dentre outros. Foi também na Pequena África que a <em>Deixa Falar</em>, considerada a primeira escola de samba, foi fundada, em 12 de agosto de 1928, pelos sambistas Bide, Mano Edgar, Brancura, Baiaco, dentre outros, além de Ismael Silva, que reivindicava a autoria da expressão <em>escola de samba</em>.</p>
<p>Na época da demolição, a Praça Onze não era apenas um logradouro carioca, mas uma espécie de bairro, pois englobava todas as ruas das imediações. Hoje, esta importante referência na história da formação do Rio de Janeiro, da cultura brasileira e da criação do samba, não existe mais, porém sua região continua sendo importante para o samba: o Sambódromo e o Terreirão do Samba, inaugurados em 1984 e 1991, respectivamente, estão localizados na área. Da Praça Onze resta um pequeno jardim, onde foi instalado um monumento em homenagem a<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17370" target="_blank"> Zumbi</a>, em 1986.</p>
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<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14325" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14325/586.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="512" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14325" target="_blank">Aristógiton Malta. Mesa do Imperador, 14 de julho de 1938. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. Trabalhadores durante obras na Mesa do Imperador, localizada no Parque Nacional da Tijuca</a></p></div>
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<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14328" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14328/2897.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="498" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14328" target="_blank">Provável autoria de Uriel Malta. Rua do Lavradio, 30 de janeiro de 1940, Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. Aspecto da Rua do Lavradio após enchente, em quadra compreendida entre a Rua do Rezende e a Avenida Mém de Sá. Vê-se, ao fundo, Hospital da Ordem do Carmo e morro de Santa Tereza</a></p></div>
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<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14326" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14326/596.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="520" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14326" target="_blank">Aristógiton Malta. Esplanada do Castelo, 14 de julho de 1938. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. Panorâmica da Esplanada do Castelo. À esquerda, o prédio do Ministério da Agricultura. Ao fundo, o Aeroporto Santos Dumont em obras</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_42945" style="width: 653px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=102" target="_blank"><img class="wp-image-42945 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/dods4.jpg" alt="Obras no antigo terminal de bondes no Largo da Carioca, conhecido como o Tabuleiro da Baiana, 8 de fevereiro de 1939 / Achados e Perdidos, página. À direita, o prédio do Liceu Literário Português e a escultura da águia do Teatro Municipal" width="643" height="481" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=102" target="_blank">Obras no antigo terminal de bondes no Largo da Carioca, conhecido como o Tabuleiro da Baiana. À direita, o prédio do Liceu Literário Português e a escultura da águia do Teatro Municipal, 8 de fevereiro de 1939. Rio de Janeiro, RJ / <em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)</em>, página 101 &#8211; Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_42949" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=136" target="_blank"><img class=" wp-image-42949" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/dods5.jpg" alt="Praça da Bandeira alagada, 29 de janeiro de 1940. Rio de Janeiro, RJ / Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945), página 134" width="700" height="420" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=136" target="_blank">Praça da Bandeira alagada, 29 de janeiro de 1940. Rio de Janeiro, RJ / <em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)</em>, página 134 &#8211; Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_42951" style="width: 688px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=144" target="_blank"><img class="size-full wp-image-42951" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/dods6.jpg" alt="Sede do Cordão da Bola Preta, na Rua 13 de maio, 31 de dezembro de 1941. Rio de Janeiro, RJ / " width="678" height="502" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=144" target="_blank">Sede do Cordão da Bola Preta, na Rua 13 de maio, 31 de dezembro de 1941. Rio de Janeiro, RJ /<em>Achados e perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945),</em> página 143 &#8211; Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_42953" style="width: 680px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=194" target="_blank"><img class="size-full wp-image-42953" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/dods7.jpg" alt="Canalização em Botafogo.  Obras de melhoramentos urbanos na orla de Botafogo. Destaque para o frentista postado diante da antiga bomba de gasolina da Empresa Nacional de Petróleo. Rio de Janeiro, RJ / Achados e perdidos: imagens inéditas o Rio de Janeiro (1937-1945, página" width="670" height="497" /></a><p class="wp-caption-text">C<a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=194" target="_blank">analização Botafogo. Obras de melhoramentos urbanos na orla de Botafogo. Destaque para o frentista postado diante da antiga bomba de gasolina da Empresa Nacional de Petróleo, 17 de junho de 1940. Rio de Janeiro, RJ / Achados e perdidos: imagens inéditas o Rio de Janeiro (1937-1945, página 193 &#8211; Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_42962" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=87" target="_blank"><img class=" wp-image-42962" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/dods9.jpg" alt="Duas fotografias do relógio da Central do Brasil. A primeira de 1941 e a segunda, produzida após a" width="700" height="420" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=87" target="_blank">Duas fotografias do relógio da Central do Brasil. Rio de Janeiro, RJ / <em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro</em> (1937 &#8211; 1945), página 85- Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_42974" style="width: 677px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=222" target="_blank"><img class="size-full wp-image-42974" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/dods12.jpg" alt="Rua Copacabana, atual Avenida Nossa Senhor de Copacabana, 2 de janeiro de 1939. Rio de Janeiro, RJ / Achados e Perdios: imagens inéditas o Rio de Janeiro (1937-1945 - Acervo AGCRJ" width="667" height="488" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=222" target="_blank">Rua Copacabana, atual Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 2 de janeiro de 1939. Rio de Janeiro, RJ / <em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)</em> , página 220- Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_42977" style="width: 850px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=241" target="_blank"><img class="wp-image-42977 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/dods13.jpg" alt="dods13" width="840" height="301" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=241" target="_blank">Jardim de Alah, 8 de janeiro de 1942. Rio de Janeiro, RJ / <em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)</em>, páginas 238 e 239 &#8211; Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_42978" style="width: 656px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=242" target="_blank"><img class="size-full wp-image-42978" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/dods14.jpg" alt="Avenida Vieira Souto, Ipanema, 1938. Rio de Janeiro, RJ / Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945), página - Acervo AGCRJ" width="646" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=242" target="_blank">Avenida Vieira Souto, Ipanema, 21 de novembro de 1938. Rio de Janeiro, RJ / <em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)</em>, página 240 e 241 &#8211; Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_42979" style="width: 393px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=271" target="_blank"><img class=" wp-image-42979" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/dods15.jpg" alt="Estrqada VElha da Pavuna, 22 de junho de 1938. Rio de Janeiro, RJ / Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945), página - Acervo AGCRJ" width="383" height="259" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=271" target="_blank">Estrada Velha da Pavuna, 22 de junho de 1938. Rio de Janeiro, RJ / Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945), página 269 &#8211; Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>São esses os profissionais responsáveis pelo extraordinário <em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)</em>:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/dods16.jpg"><img class=" size-full wp-image-42989 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/dods16.jpg" alt="dods16" width="544" height="473" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O livro físico foi lançado em 14 de julho de 2026, no Palácio da Cidade, no Rio de Janeiro, Na ocasião, discursaram Lucas Padilha, secretário de Cultura do Rio de Janeiro, e Eliseu Santiago, como já mencionado, presidente do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro (informação inserida no texto em 14 de julho de 2026).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C.T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>BUENO, Eduardo. <a href="https://www.youtube.com/watch?v=n7sz5MRGifI" target="_blank"><em>TIA CIATA E A PRAÇA ONZE: COMO SURGIRAM AS ESCOLAS DE SAMBA</em></a></p>
<div data-google-query-id="CLr-gJDN5vYCFbMEuQYdOcwKOw">
<p><a href="https://diariodorio.com/historia-da-avenida-presidente-vargas/" target="_blank">Diário do Rio – Avenida Presidente Vargas</a></p>
</div>
<p><a href="https://diariodorio.com/historia-da-praca-onze/" target="_blank">Diário do Ri0 – Praça Onze</a></p>
<p>Dicionário de Música Cravo Alvim</p>
<p>GERSON, Brasil. <em>História das Ruas do Rio</em>. Rio de Janeiro: Bem-Te-Vi, 2013.</p>
<p><a href="https://www.bn.gov.br/explore/acervos/hemeroteca-digital" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>MALAMUD, Samuel. <em>Recordando a Praça Onze</em>. 1ª edição, Rio de Janeiro, Editora Kosmos, 1988</p>
<p>MOURA, Roberto. <i>Tia Ciata e a pequena África no Rio de Janeiro</i>. Rio de Janeiro: Funarte, 1983.</p>
<p>SILVA, Beatriz Coelho. <em>Negros e Judeus na Praça Onze. A História que não ficou na memória</em>. Rio de Janeiro : Bookstart, 2015.</p>
<p><a href="https://www.rio.rj.gov.br/web/arquivogeral/seminario-e-lancamento-do-livro-achados-e-perdidos" target="_blank">Site Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro</a></p>
<p>Site Family Search</p>
<p>WANDERLEY, Andrea C.T. <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank"><em>O alagoano Augusto Malta, fotógrafo oficial do Rio de Janeiro entre 1903 e 1936</em></a> in Brasiliana Fotográfica, 10 de julho de 2015.</p>
<p>__________________. <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27390" target="_blank">Série </a>“<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27390" target="_blank">O Rio de Janeiro desaparecido” XVIII – <em>A Praça Onze </em></a>in Brasiliana Fotográfica, 20 de abril de 2022<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27390" target="_blank">.</a></p>
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		<title>O Brasil do futebol, uma paixão nacional</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2022 11:49:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje a seleção brasileira de futebol estreia na Copa do Mundo do Catar jogando contra a Sérvia em busca do hexacampeonato e a Brasiliana Fotográfica traz para seus leitores fotografias dos estádios de futebol dos clubes cariocas Botafogo e Fluminense. Diversos jogadores que fizeram a glória do Brasil em copas do mundo e em outros campeonatos internacionais vieram destes dois times de futebol, dentre eles Amarildo, Castilho, Didi, Félix, Garrincha, Jairzinho, Marcos Carneiro de Mendonça, Nilton Santos, Paulo César e Zagallo. A imagem do estádio do Botafogo foi produzida, em 1º de abril de 1941, por Uriel Malta. As do Fluminense são fotos aéreas, uma de autoria de Jorge Kfuri e a outra da Escola de Aviação Militar.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje a seleção brasileira de futebol estreia na Copa do Mundo do Catar jogando contra a Sérvia em busca do hexacampeonato e a Brasiliana Fotográfica traz para seus leitores fotografias dos estádios de futebol dos clubes cariocas Botafogo e Fluminense. Diversos jogadores que fizeram a glória do Brasil em copas do mundo e em outros campeonatos internacionais vieram destes dois times de futebol, dentre eles Amarildo (1939-), Castilho (1927 &#8211; 1987), Didi (1928 &#8211; 2001), Félix (1937 &#8211; 2012), Garrincha (1933 &#8211; 1983), Jairzinho (1944-), Marcos Carneiro de Mendonça (1894 &#8211; 1988), Nilton Santos (1925 &#8211; 2013), Paulo César (1949-) e Zagallo (1931-).</p>
<p>A imagem do estádio do Botafogo foi produzida, em 1º de abril de 1941, por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Uriel Malta (1910 – 1994), filho do alagoano Augusto Malta (1864 &#8211; 1957), </a>que foi fotógrafo da prefeitura do Rio de Janeiro entre 1903 e 1936.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 729px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4589" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4589/BR%20RJAGCRJ.SGEC.DHD.AM.PDF.PURM.NG.2127.5698.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="719" height="515" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4589" target="_blank">Uriel Malta. Clube Botafogo de Futebol e Regatas, 1º de abril de 1941. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma das fotos do Fluminense Football Club foi produzida, em torno de 1921, pelo autor das primeiras fotografias aéreas do Rio de Janeiro, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16103" target="_blank">Jorge Kfuri (1893 &#8211; 1965).</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 714px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8819" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8819/007ALA068.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="" width="704" height="491" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8819" target="_blank">Jorge Kfuri. Vista aérea do bairro de Laranjeiras; destaque para o Palácio Guanabara e para o Fluminense Futebol Clube, c. 1921. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A outra, de 19 de julho de 1935, foi produzida pela <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19006" target="_blank">Escola de Aviação Militar</a>, cujo setor responsável pela atividade de fotografar era a Seção Foto e estava vinculada às escolas de aviação que formavam pilotos e observadores aéreos, além de funcionar como uma “escola técnica de aviação” que formava também militares especializados em fotografia e em toda a técnica envolvida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 713px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7900" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7900/Alb0067%20165%20CT.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="703" height="524" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7900" target="_blank">Escola de Aviação Militar. Estádio do Fluminense Futebol Clube, 19 de julho de 1935. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Aeroespacial</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Breve história da chegada do futebol no Brasil</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 476px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.ocuriosodofutebol.com.br/2017/11/charles-miller-na-inglaterra.html" target="_blank"><img class="" src="https://1.bp.blogspot.com/-z4VSxDY6tik/WhjMuZKCi7I/AAAAAAAALoI/WhPqbSb49bcbXei2H4Epyaumf3yzVUMEQCLcBGAs/s640/miller.jpg" alt="" width="466" height="274" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.ocuriosodofutebol.com.br/2017/11/charles-miller-na-inglaterra.html" target="_blank">Charles Miller, com 19 anos</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi o paulista Charles Miller (1874 – 1953) que trouxe o futebol para o Brasil. Filho de britânicos, após uma estadia na Inglaterra, de 1884 a 1894, retornou ao Brasil trazendo duas bolas de futebol, um livro de regras e dois jogos de uniformes. A primeira partida aconteceu em 14 de abril de 1895: uma disputa entre os funcionários da Companhia de Gás e da São Paulo Railway, na Várzea do Carmo, em São Paulo. A equipe de Miller, a São Paulo Railway, derrotou a adversária por 4 x 2. O pioneirismo de Miller é contestado por alguns historiadores que afirmam que o futebol já era praticado no Brasil na década de 1870.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Retrospectiva dos campeões e da classificação do Brasil em Copas do Mundo</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="" src="https://www.tudorondonia.com/uploads/14-03-22-yf5fq2cggu1e53f.jpg" alt="Faltam poucos meses: expectativas do Brasil para a Copa do Mundo do Catar" width="326" height="193" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">O Brasil é o único país que participou de todas as edições de copas do mundo e já sediou duas delas, em 1950 e em 2014. Além disso é o maior vencedor da competição, com cinco títulos: 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1930</strong></span> &#8211; Copa do Mundo do Uruguai. Campeão: Uruguai. Brasil: 6º lugar</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1934</strong></span> &#8211; Copa do Mundo da Itália. Campeão: Itália. Brasil: 14º lugar</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1938</strong></span> &#8211; Copa do Mundo da França. Campeão: Itália. Brasil: 3º lugar</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1950</strong></span> &#8211; Copa do Mundo do Brasil. Campeão: Uruguai. Brasil: vice-campeão</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1954</strong></span> &#8211; Copa do Mundo da Suíça. Campeão: Alemanha. Brasil: 5º lugar</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1958</strong></span> &#8211; Copa do Mundo da Suécia. Campeão: Brasil</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1962</strong> </span>- Copa do Mundo do Chile. Campeão: Brasil</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1966</strong> </span>- Copa do Mundo da Inglaterra. Campeão: Inglaterra. Brasil: 11º lugar</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1970</span> </strong>- Copa do Mundo do México. Campeão: Brasil.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1974</strong> </span>- Copa do Mundo da Alemanha Ocidental. Campeão: Alemanha. Brasil: 4º lugar</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1978</strong></span> &#8211; Copa do Mundo da Argentina. Campeão: Argentina. Brasil: 3º lugar</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1982</strong> </span>- Copa do Mundo da Espanha. Campeão: Itália. Brasil: 5º lugar</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1986 </span></strong><span style="color: #000000;">- Copa do Mundo do México. Campeão: Argentina. Brasil: 5º lugar</span></p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1990 </span></strong><span style="color: #000000;">- Copa do Mundo da Itália. Campeão: Alemanha. Brasil: 9º lugar</span></p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1994 </span></strong><span style="color: #000000;">- Copa do Mundo dos Estados Unidos. Campeão: Brasil</span></p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1998 </span></strong><span style="color: #000000;">- Copa do Mundo da França. Campeão: França. Brasil: vice-campeão</span></p>
<p><strong><span style="color: #800000;">2002</span></strong><span style="color: #000000;"> -</span> <span style="color: #000000;">Copa do Mundo da Coreia do Sul e Japão.</span><strong><span style="color: #800000;"> </span></strong><span style="color: #800000;"><span style="color: #000000;">Campeão: Brasil</span></span></p>
<p><strong><span style="color: #800000;">2006 </span></strong><span style="color: #000000;">- Copa do Mundo da Alemanha. Campeão: Itália. Brasil: 5º lugar</span></p>
<p><strong><span style="color: #800000;">2010 </span></strong><span style="color: #000000;">- Copa do Mundo da África do Sul. Campeão: Espanha. Brasil: 6º lugar</span></p>
<p><strong><span style="color: #800000;">2014</span></strong><span style="color: #000000;"> &#8211; Copa do Mundo do Brasil. Campeão: Alemanha. Brasil: 4º lugar</span></p>
<p><strong><span style="color: #800000;">2018 </span></strong><span style="color: #000000;">-  Copa do Mundo da Rússia. Campeão: França. Brasil: 6º lugar</span></p>
<p><strong><span style="color: #800000;">2022 </span></strong><span style="color: #800000;"><span style="color: #000000;">- Copa do Mundo do Catar. Campeão: ? Brasil: ?</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;"> <a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/fifa.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-30606" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/fifa.jpg" alt="fifa" width="202" height="185" /></a></span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Brasiliana Fotográfica agradece à colaboração do talentoso caricaturista Cássio Loredano, uma enciclopédia do futebol, para elencar os jogadores do Botafogo e do Fluminense.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C.T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5695" target="_blank">Link para o artigo <em>Dia Nacional do Futebol</em>, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 19 de julho de 2016.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4310" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4310/039333.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="299" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4310" target="_blank">Anônimo. O foot-ball na Escola de Aprendizes Marinheiros do Ceará, 1917. Fortaleza, Ceára / Acervo DPHDM</a></p></div>
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		<title>O Campo de Santana</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jan 2020 14:45:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[abolição da escravatura]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo Nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[No centro do Rio de Janeiro, a praça que hoje é tema da Brasiliana Fotográfica já teve diversos nomes ao longo de sua história: Campo da Cidade, Campo de São Domingos, Campo de Santana, Praça do Curro, Campo da Aclamação e Praça da República. Mas ficou mesmo conhecida como Campo de Santana, palco de celebrações e de importantes acontecimentos da história do Brasil como a aclamação de dom João VI como como rei de Portugal, Brasil e Algarves (1818), a aclamação de Pedro I como imperador do Brasil (1822), comemorações populares da coroação de D. Pedro II (1841), festas do Império do Divino Espírito Santo promovidas pela Irmandade de Santana, festejos pelo fim da Guerra do Paraguai (1870), um baile em celebração da Abolição da Escravatura (1888) e a Proclamação da República (1889).  O portal traz imagens do Campo de Santana e de algumas construções localizadas em seus arredores como a Estação de Ferro Central do Brasil, o primeiro Palácio da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, a primeira sede do Museu Nacional e a Casa da Moeda – atual sede do Arquivo Nacional. As fotografias foram produzidas por Augusto Malta, Jorge Kfuri, Juan Gutierrez, Marc Ferrez, Uriel Malta e também por fotógrafos ainda não identificados.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No centro do Rio de Janeiro, a praça que hoje é tema da Brasiliana Fotográfica já teve diversos nomes ao longo de sua história: Campo de Santana, Campo da Honra, Praça do Curro, Campo da Aclamação e Praça da República &#8211; este último, até hoje, sua denominação oficial. Mas ficou mesmo conhecida como Campo de Santana, palco de celebrações e de importantes acontecimentos da história do Brasil como <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/749664/4831" target="_blank">a aclamação de dom João VI como como rei de Portugal, Brasil e Algarves (1818)</a>, a <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_01/2221" target="_blank">aclamação de Pedro I como imperador do Brasil (1822</a>), as comemorações populares de coroação de D. Pedro II (1841), festas do Império do Divino Espírito Santo promovidas pela Irmandade de Santana, festejos pelo fim da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8034" target="_blank">Guerra do Paraguai</a> (1870), <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_02/13807" target="_blank">um baile em celebração da Abolição da Escravatura (1888</a>) e a <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_01/7982" target="_blank">Proclamação da República (1889</a>).</p>
<p>Também na região foram construídos prédios como a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16093" target="_blank">Estação de Ferro Central do Brasil</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12632" target="_blank">o primeiro Palácio da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro</a>, a primeira sede do<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12889" target="_blank"> Museu Nacional</a> e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11041" target="_blank">a Casa da Moeda &#8211; atual sede do Arquivo Nacional</a>. O portal traz imagens do Campo de Santana e de algumas dessas construções produzidas por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta(1864 &#8211; 1957)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8540" target="_blank">Jorge Kfuri (1893 &#8211; 1965)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5398" target="_blank">Juan Gutierrez (c. 1860 &#8211; 1897)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13070" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)z</a>, Uriel Malta (1910 &#8211; 1994) e também por fotógrafos ainda não identificados. Várias fotografias do Campo de Santana de autoria de Augusto Malta foram publicadas na matéria <em>O Jardim do Campo de Sant´Anna, </em>publicada na <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/025909_03/19470" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://memoria.bn.gov.br/DocReader/025909_03/19470&amp;source=gmail&amp;ust=1771763500784000&amp;usg=AOvVaw2sOWMpayChUI7m061_HXnL"><em>Revista da Semana</em>, 15 de janeiro de 1938</a>.</p>
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<div style="width: 882px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6772" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6772/0071824cx020-07.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="872" height="641" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6772" target="_blank">Marc Ferrez. Campo de Santana &#8211; Grutas, c. 1880. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?rpp=10&amp;page=3&amp;query=%22Campo+de+Santana%22&amp;group_by=none&amp;etal=0">Acessando o link para as fotografias do Campo de Santana e de alguns prédios em seu entorno disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
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<div style="width: 908px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6767" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6767/0071824cx020-02.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="898" height="687" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6767" target="_blank"> Marc Ferrez. Campo de Santana, c. 1880. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 917px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4574" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4574/BR%20RJAGCRJ.SGEC.DHD.AM.PDF.PURM.NG.2223.5953.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="907" height="657" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4574" target="_blank">Uriel Malta. Campo de Santana (Vista do Alto, 7 de maio de 1941. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Até meados do século XVIII, o Campo de Santana era deserto e abandonado, tendo sido escolhido para o despejo de detritos, fato que perdurou até a gestão do vice-rei Conde Resende (1790 a 1801), que ordenou o aterro e o saneamento do campo. A partir daí, surgiu a praça, edificações e novas delineações urbanas. Foi o botânico e arquiteto paisagista francês Auguste Glaziou (1828 – 1906), que tinha vindo para o Brasil &#8211; segundo a maioria das fontes, a convite de dom Pedro II -, o responsável pelo embelezamento da praça, iniciado nos primeiros anos da década de 1870 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_06/4678" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 2 de maio de 1872, terceira coluna</a>; e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/31075" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 24 de dezembro de 1873, primeira coluna</a>) com a a construção de jardins românticos, cascatas, pontes e grutas. A inauguração da obra aconteceu em 7 de setembro de 1880 com a presença do imperador. Na ocasião, Glaziou foi condecorado com a Ordem de Cristo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_02/1218" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 7 de setembro de 1880, primeira coluna</a>; e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_02/1224" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 8 de setembro, primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 899px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6771" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6771/0071824cx020-06.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="889" height="668" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6771" target="_blank">Marc Ferrez. Campo de Santana &#8211; Cascata, c. 1880. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_39432" style="width: 283px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Auguste_Fran%C3%A7ois_Marie_Glaziou#/media/Ficheiro:Acta_Horti_berg._-_1905_-_tafl._139_-_Auguste_Fran%C3%A7ois_Marie_Glaziou.jpg" target="_blank"><img class=" wp-image-39432" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/glaziou1.jpg" alt="Antoine Glaziou / Wikipedia" width="273" height="389" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Auguste_Fran%C3%A7ois_Marie_Glaziou#/media/Ficheiro:Acta_Horti_berg._-_1905_-_tafl._139_-_Auguste_Fran%C3%A7ois_Marie_Glaziou.jpg" target="_blank">Auguste Glaziou / Wikipedia</a></p></div>
<p>Glaziou nasceu na cidade de Lannion, na Bretanha, em 30 de agosto de 1828 ou 1833. Formado em Engenharia, estudou Botânica no Museu de História Natural de Paris e participou da reforma do Jardim Público da cidade de Bordeaux. Chegou ao Rio de Janeiro em 1858, onde permaneceu até 1897, quando se aposentou e voltou para a França, onde faleceu em 30 de março de 1906. Durante sua estadia no Brasil, foi Diretor dos Parques e Jardins da Casa Imperial e Inspetor dos Jardins Municipais, além de ter integrado a Associação Brasileira de Aclimação, tendo trabalhado em obras de melhoramentos no <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5290" target="_blank">Jardim Botânico</a>, na Quinta da Boa Vista, na Floresta da Tijuca e no <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7080" target="_blank">Passeio Público</a>. Também realizou obras nos jardins da residência das princesas imperiais, da família do Barão de Nova Friburgo, do Barão de Mauá, no Rio de Janeiro, e de Tavares Guerra, em Petrópolis, dentre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>COARACY, Vivaldo. <em>Coleção Rio 4 séculos</em>, volume 3. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1965.</p>
<p>GERSON, Brasil. <em>História das Ruas do Rio</em>. Rio de Janeiro: Bem-Te-Vi, 2013.</p>
<p><a href="https://www.bn.gov.br/explore/acervos/hemeroteca-digital" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p><a href="http://www.casaruibarbosa.gov.br/glaziou/biografia.htm" target="_blank">Site da Casa de Rui Barbosa</a></p>
<p><a href="http://www.multirio.rj.gov.br/index.php/leia/reportagens-artigos/reportagens/13262-campo-de-santana,-o-lugar-que-testemunhou-o-nascimento-do-imp%C3%A9rio-e-da-rep%C3%BAblica" target="_blank">Site da MultiRio</a></p>
<p><a href="http://www.museunacional.ufrj.br/casadoimperador/salas/museudoimperador.html" target="_blank">Site do Museu Nacional </a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 999px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6111" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6111/BR%20RJ.AGCRJ.OR.NEG.ZC.22.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="989" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6111" target="_blank">Campo de Santana &#8211; Praça da República, s/d. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
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