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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; prédio</title>
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		<title>Série “Os Diários Associados na Brasiliana Fotográfica” VI &#8211; O &#8220;Balança-mas-não-cai&#8221; por Cássio Loredano</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Mar 2025 11:52:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
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		<category><![CDATA[Curadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Balança-mas-não-cai]]></category>
		<category><![CDATA[Cássio Loredano]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
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		<category><![CDATA[Série "Os Diários Associados na Brasiliana Fotográfica]]></category>

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		<description><![CDATA[Pela terceira vez o jornalista e caricaturista Cássio Loredano escreve para a Brasiliana Fotográfica. Desta vez, o assunto do sexto artigo da série “Os Diários Associados na Brasiliana Fotográfica” é o prédio "Balança-mas-não-cai". Cássio conta um pouco da história do emblemático complexo de três edifícios localizado, na Avenida Presidente Vargas, inaugurada no Centro do Rio de Janeiro, em 7 de setembro de 1944. Também estão destacadas imagens de igrejas que foram demolidas para a construção da avenida. O acervo fotográfico dos Diários Associados – Rio de Janeiro, foi incorporado, em 2016, por um dos fundadores da Brasiliana Fotográfica, o Instituto Moreira Salles (IMS).]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Pela terceira vez o jornalista e caricaturista Cássio Loredano escreve para a Brasiliana Fotográfica. Desta vez, o assunto do sexto artigo da série<em> Os Diários Associados na Brasiliana Fotográfica</em> é o prédio &#8220;Balança-mas-não-cai&#8221;. Cássio conta um pouco da história do emblemático complexo de três edifícios localizado, na <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27822" target="_blank">Avenida Presidente Vargas</a>, inaugurada no Centro do Rio de Janeiro, em 7 de setembro de 1944 (<a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/030015_06/29331" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 8 de setembro de 1944</a>). Também estão destacadas imagens de igrejas que foram demolidas para a construção da avenida. O acervo fotográfico dos Diários Associados – Rio de Janeiro, foi incorporado, em 2016, por um dos fundadores da Brasiliana Fotográfica, o Instituto Moreira Salles (IMS).</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>O &#8220;Balança-mas-não-cai&#8221; por Cássio Loredano</em></strong></span></p>
<p style="text-align: center;">Cássio Loredano*</p>
<p> São três aqueles prédios da avenida Presidente Vargas, no Rio, que a cidade se acostumou a ver como único e a que deu apelido no singular: &#8220;Balança&#8221;, na intimidade; por extenso, &#8220;Balança-mas-não-cai&#8221;. São esses siameses os edifícios Prefeito Frontin, Maipú e Onze de Junho. Existem na coleção <i>Diários</i> <i>Associados</i> do acervo do Instituto Moreira Salles ao menos três imagens mostrando que o conjunto formado pela pequena quadra entre a avenida e as ruas Santana, Gustavo Barroso e Frederico Silva subiu um terço de cada vez, três fotos que comunicam a quem as vê uma sensação esquisita de desconforto: como assim aquilo não ter sido desde sempre uma coisa só?</p>
<div>
<p>A foto em que aparece apenas um dos prédios, o Prefeito Frontin, é do desfile militar que acontece todo 7 de setembro, neste caso o de 1947.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/13327" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/13327/036ADIAA0008F003.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="536" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/13327" target="_blank">Dia da Independência do Brasil Sete de Setembro, 7 de setembro de 1947. Rio de Janeiro, RJ / Diários Associados (RJ) &#8211; Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>E as que mostram já dois, faltando ainda o Maipú no meio, são as duas de 1951; uma do Carnaval e a outra de pouco depois, em maio, com uma formação de cadetes da Aeronáutica alinhada tendo às costas o Campo de Santana, portanto de frente para o palácio Duque de Caxias, atual comando militar do leste.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_38987" style="width: 469px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/loredano2.jpg"><img class="wp-image-38987 " src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/loredano2.jpg" alt="loredano2" width="459" height="279" /></a><p class="wp-caption-text">Carnaval 1951, c. fevereiro de 1951. Praça Onze, Rio de Janeiro / <em> O Jornal</em>,  4 de fevereiro de 1951</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_38984" style="width: 471px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/loredano.jpg"><img class="size-full wp-image-38984" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/loredano.jpg" alt="Aviação - Exame de admissão para Aeronáutica, maio de 1951. Centro, Rio de Janeiro" width="461" height="345" /></a><p class="wp-caption-text">Aviação &#8211; Exame de admissão para Aeronáutica, maio de 1951. Centro, Rio de Janeiro / Diários Associados (RJ) &#8211; Acervo IMS</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div></div>
<div>A avenida Presidente Vargas foi aberta na administração do prefeito Henrique Dodsworth, entre 1941 e 1944, arrasando tudo o que estava entre as velhas ruas de São Pedro e do Sabão e, mais adiante, entre Senador Eusébio e Visconde de Itaúna, ao longo do canal do Mangue. Foram vitimados nesse percurso parte do Campo de Santana e a praça Onze de Junho e os largos de São Domingos e do Capim, os três últimos completamente apagados da cartografia. E &#8211; aqui já criminosamente &#8211; as igrejas do Bom Jesus do Calvário, São Domingos e sobretudo a jóia de inexcedível beleza e importância arquitetônica que era a de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26587" target="_blank">São Pedro dos Clérigos</a>.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 591px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11688" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11688/037SL03046.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="581" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11688" target="_blank">Igreja da Venerável Ordem Terceira do Senhor Bom Jesus Calvário c. 1915. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9662" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9662/007A5P3F10-053.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="539" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9662" target="_blank">Augusto Malta. Igreja de Santo Domingos, 1926. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 529px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11683" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11683/037SL03039.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="519" height="701" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11683" target="_blank">Igreja de São Pedro dos Clérigos, c. 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para os paredões que se projetou construir ao longo do novo corredor, estabeleceu-se o gabarito de 22 andares para edifícios de lojas e sobrelojas bem recuadas em relação às fachadas superiores apoiadas sobre pilotis. Critérios observados à risca também pelo &#8220;Balança&#8221;.<br />
&nbsp;<br />
Transferida a capital da República para o planalto central apenas dezesseis anos depois de aberta a avenida, teve início o gradual esvaziamento funcional e econômico do Rio. Arrefeceu o inicial entusiasmo incorporador, que só teve fôlego, do lado ímpar, da Candelária até a esquina da rua Uruguaiana, e, do par, até pouco depois da avenida Passos. De forma que o &#8220;Balança&#8221;, residencial, erguido muito mais longe, ficou completamente isolado de seus primos-ricos de escritórios do começo da avenida. E próximo demais da zona do meretrício do canal do Mangue. Isolamento aquele e proximidade esta as razões de ir sendo então parcialmente ocupado por agentes do lenocínio e do tráfico ilegal de drogas, com os delitos de que essas atividades costumam se fazer acompanhar.<br />
&nbsp;<br />
Daí o apelido. &#8220;Balança-mas-não-cai&#8221; foi um programa humorístico semanal de Haroldo Barbosa e Max Nunes na Rádio Nacional, entre 1950 e 1967. Divertia a audiência com piadas sobre a convivência caótica nesses cortiços modernos surgidos com a verticalização urbana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_39026" style="width: 402px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=EeVeoUHz1sI" target="_blank"><img class="wp-image-39026" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/balança.jpg" alt="balança" width="392" height="215" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=EeVeoUHz1sI" target="_blank">Programa <em>Balança-mas-não-cai</em> / Youtube</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ultimamente, iniciou-se uma lenta retomada imobiliária da avenida, agora já não mais tomando conhecimento do gabarito original. Chegou o Sambódromo, chegaram oito novos edifícios, entre eles o dos Correios, o Arquivo da Cidade e o &#8220;Piranhão&#8221;, centro administrativo da prefeitura. Chegaram o metrô Estácio e Cidade Nova. Povoaram-se as ruas, encheram-se de comércio e casas de pasto onde aquele formigueiro de funcionários tem que almoçar. Tudo ficou mais caro, aluguéis, por exemplo, fator este que também espanta a turma que vive de expedientes menos rendosos. O &#8220;Balança&#8221; está menos isolado e um tanto mais seguro. Os aluguéis no Prefeito Frontin oscilam entre R$1.500 e R$2.000 em andar mais alto, condomínio a R$450. No 4º andar esteve um apartamento à venda por R$270 mil e outro no 13º  por R$450 mil. No Maipú é tudo mais em conta. No Onze de Junho, mais silencioso ao ser de fundos, um quarto-e-sala está na base de R$1.200 o aluguel, e R$1.500 um 2-quartos, condomínio a R$540.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Cássio Loredano é jornalista e caricaturista. E, sobretudo, um apaixonado pelo Rio de Janeiro e suas histórias.</p>
</div>
<p>Assista <span style="color: #800000;"><strong><a style="color: #800000;" href="https://www.youtube.com/watch?v=0scPQnGye5U" target="_blank">aqui</a></strong></span> a entrevista que o Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, uma das instituições parceiras da Brasiliana Fotográfica, fez com Cássio Loredano, em 24 de setembro de 2024, a 41ª edição dos <em>Depoimentos Cariocas</em>, a série que vem registrando as memórias e reflexões de cariocas sobre o Rio de Janeiro. Foi gravada no apartamento de Cássio, no bairro de Laranjeiras, e foi conduzida pelo Coordenador de Promoção Cultural do Arquivo, Pedro Paulo Malta, com participações especiais do jornalista Álvaro Costa e Silva, do professor e crítico de arte Luiz Camillo Osorio e do cartunista Miguel Paiva.</p>
</div>
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		<title>Série &#8220;Os arquitetos do Rio de Janeiro&#8221; VI &#8211; O Clube Naval e os arquitetos Tommaso G. Bezzi (1844 &#8211; 1915) e Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920)</title>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2024 11:45:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A partir de uma imagem produzida pelo fotógrafo Marc Ferrez, em torno de 1910, a Brasiliana Fotográfica vai contar um pouco da história do Clube Naval e traçar um pequeno perfil do arquiteto italiano Tommaso Gaudenzio Bezzi, autor do projeto de sua sede atual. É o sexto artigo da série "Os arquitetos do Rio de Janeiro". O Clube Naval foi fundado, em 1884, pelo então capitão de fragata e futuro almirante Luiz Philippe Saldanha da Gama, que foi seu primeiro presidente. Sua primeira sede ficava na rua da Misericórdia, nº 35. Em 11 de junho de 1900, a sede foi transferida para a Rua D. Manuel, nº 15, na Praça XV, em um terreno que havia sido doado pelo presidente Deodoro da Fonseca. Finalmente, 1910, foi inaugurada sua sede atual que, com os prédios do Theatro Municipal, do Museu de Belas Artes e da Biblioteca Nacional, é uma das edificações, na Avenida rio Branco, remanescentes do início do século XX. Foi tombado definitivamente pelo Instituto Estadual do Patrimônio Estadual, em 18 de novembro de 1987.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de uma imagem produzida pelo fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923), em torno de 1910, a Brasiliana Fotográfica vai contar um pouco da história do Clube Naval e traçar um pequeno perfil do arquiteto italiano Tommaso Gaudenzio Bezzi (1844 &#8211; 1915), autor do projeto de sua sede atual. É o sexto artigo da série <em>Os arquitetos do Rio de Janeiro</em>. O Clube Naval foi fundado, em 12 de abril de 1884, pelo então capitão de fragata e futuro almirante Luiz Philippe Saldanha da Gama (1846 &#8211; 1895), que foi seu primeiro presidente. Sua primeira sede ficava na rua da Misericórdia, nº 35 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_02/6705" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 20 de março de 1884, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_02/6826" target="_blank"><em>Gazeta de Notíc</em>ias, 15 de abril de 1884, segunda coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_34828" style="width: 359px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/clubenaval7.jpg"><img class="size-full wp-image-34828" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/clubenaval7.jpg" alt="O Globo, 11 de junho de 1984" width="349" height="522" /></a><p class="wp-caption-text"><em>O GLOBO</em>, 11 de junho de 1984</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 11 de junho de 1900, a sede foi transferida para a Rua D. Manuel, nº 15, na <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11354" target="_blank">Praça XV</a>, em um terreno que havia sido doado pelo presidente Deodoro da Fonseca (1827 &#8211; 1892) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_03/821" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 12 de junho de 1900, quarta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_34590" style="width: 403px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_01/39" target="_blank"><img class="wp-image-34590 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/clubenaval3.jpg" alt="clubenaval3" width="393" height="542" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_01/39" target="_blank"><em>Revista da Semana,</em> 17 de junho de 1900</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por ocasião da abertura da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">Avenida Central, hoje Rio Branco</a>, o Governo Federal doou um terreno para a construção da atual sede do Clube Naval. Sua pedra fundamental foi lançada em 1905 e ela foi inaugurada, em 11 de junho de 1910, na Avenida Rio Branco, nº 180, na esquina com a Avenida Almirante Barroso, endereço nobre e tradicional do Centro do Rio de Janeiro. Em estilo neo-clássico, o prédio integra o corredor cultural da cidade e foi tombado definitivamente pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural, em 18 de novembro de 1987. É, com os prédios do Theatro Municipal, do antigo antigo Supremo Tribunal Federal, do Museu de Belas Artes e da Biblioteca Nacional, uma das edificações, na Avenida Rio Branco, remanescentes do início do século XX.</p>
<div class="gmail_quote">
<div></div>
<div>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10527" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10527/0073040cx023-04.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="540" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10527" target="_blank">Marc Ferrez. Clube Naval; à esquerda, os fundos do Teatro Municipal e, ao fundo, o Morro de Santo Antônio, c. 1910. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
<p>O engenheiro e arquiteto responsável pela construção do novo edifício do Clube Naval foi Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920), inicialmente de acordo com a planta projetada pelo italiano Tommaso Gaudenzio Bezzi (1844 &#8211; 1915) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_03/13404" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 14 de fevereiro de 1907, quarta coluna</a>). Heitor já foi tema do artigo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32431" target="_blank"><em>Série O Rio de Janeiro desaparecido XXVII e Série Os arquitetos do Rio de Janeiro V – O Jockey Club e o Derby Club, na Avenida Rio Branco e o arquiteto Heitor de Mello (1875 – 1920)</em>,</a> publicada no portal em 15 de janeiro de 2024.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 266px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tommaso_Gaudenzio_Bezzi#/media/Ficheiro:Jos%C3%A9_Canella_Filho_-_Tommaso_Gaudenzio_Bezzi,_Acervo_do_Museu_Paulista_da_USP.jpg" target="_blank"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/80/Jos%C3%A9_Canella_Filho_-_Tommaso_Gaudenzio_Bezzi%2C_Acervo_do_Museu_Paulista_da_USP.jpg/256px-Jos%C3%A9_Canella_Filho_-_Tommaso_Gaudenzio_Bezzi%2C_Acervo_do_Museu_Paulista_da_USP.jpg" alt="" width="256" height="351" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tommaso_Gaudenzio_Bezzi#/media/Ficheiro:Jos%C3%A9_Canella_Filho_-_Tommaso_Gaudenzio_Bezzi,_Acervo_do_Museu_Paulista_da_USP.jpg" target="_blank">Tommaso Bezzi por José Canella Filho / Museu Paulista da USP</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_34517" style="width: 286px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/heitordemello2.jpg"><img class=" wp-image-34517" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/heitordemello2.jpg" alt="Heitor de Mello (18 - 1920) / Arquitetura  no Brasil" width="276" height="439" /></a><p class="wp-caption-text">Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920) /<em> Arquitetura no Brasil</em></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao longo da construção, os dois arquitetos se desentenderam. Bezzo acusou Heitor de alterar seu projeto, do qual seria apenas o empreiteiro. Heitor de Mello respondeu ressaltando que, pelo contrato, além de empreiteiro, ele seria o responsável pela ornamentação da fachada. No artigo da <em>Gazeta de Notícias</em> sobre a inauguração, foi mencionada a realização de um concurso de projetos que teria sido vencido por Heitor (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_03/21460" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://memoria.bn.br/DocReader/178691_03/21460&amp;source=gmail&amp;ust=1698858351848000&amp;usg=AOvVaw2u9da-QcDIdSA8rBkvxSUl"><i>O Paiz</i>, 9 de novembro de 1909</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_03/21482"><i>O Paiz</i>, 11 de novembro de 1909</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_04/23476" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 11 de junho de 1910</a>).  Helios Seelinger (1878 &#8211; 1965) é o autor de pinturas nas paredes do Salão Nobre, decorado em estilo Luis XV. No teto, encontra-se um belo vitral da Casa Formenti.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_34584" style="width: 541px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/103730_04/23476" target="_blank"><img class="size-full wp-image-34584" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/clubenaval2.jpg" alt="Gazeta de Notícias, 11 de junho de 1910" width="531" height="301" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/103730_04/23476" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 11 de junho de 1910</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_34580" style="width: 720px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/259063/4677" target="_blank"><img class="size-full wp-image-34580" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/clubenaval1.jpg" alt="Fon-Fon!, 18 de junho de 1910" width="710" height="533" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/259063/4677" target="_blank">Inauguração da atual sede do  Clube Naval, em 11 de junho de 1910<em> / Fon-Fon!</em>, 18 de junho de 1910</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1928, um quinto andar foi acrescido à edificação e, em 1939, o sexto andar foi concluído. Em todos os andares do Club Naval encontram-se obras de arte e um importante acervo de móveis e objetos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Breve perfil de Tommaso Gaudenzio Bezzi (1844 &#8211; 1915)</em></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_34594" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/21567" target="_blank"><img class="size-full wp-image-34594" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/clubenaval5.jpg" alt="O tenente-coronel, engenheiro e arquiteto Tommaso Gaudenzio Bezzi / Fon-Fon!, de 1915" width="300" height="475" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/21567" target="_blank">O tenente-coronel, engenheiro e arquiteto Tommaso Gaudenzio Bezzi /<em> Fon-Fon!</em>, 29 de maio de 1915</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bezzi formou-se engenheiro, em Turim, onde nasceu em 18 de janeiro de 1844. Foi voluntário, nas campanhas de Giuseppe Garibaldi (1807 &#8211; 1882) para a unificação italiana. Também serviu como oficial do regimento de cavalaria do exército regular, comandado pelo Duque D’Aosta (1845 &#8211; 1890), tendo se destacado na Batalha de Custosa contra os austríacos. Foi ferido em combate diversas vezes e foi condecorado com medalhas pelas campanhas da Itália de 1860-1861-1866. Foi condecorado por bravura com uma medalha de prata. Em 1868, viajou para o Uruguai e Argentina.</p>
<p>Seu primeiro projeto no Brasil, para onde veio, na década de 1870, foi o edifício da alfândega de Fortaleza, realizado a pedido do governo imperial, em 1874 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/31506" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 14 de abril de 1874, primeira coluna</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_06/16345" target="_blank"> <em>Jornal do Commercio</em>, 19 de julho de 1877, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/132489/61769" target="_blank"><em>A Constituição (CE)</em>, 20 de novembro de 1874, penúltima coluna</a>). Começou a trabalhar como engenheiro-arquiteto no Rio de Janeiro, onde, inicialmente, ficou hospedado na casa do Visconde do Rio Branco (1819 &#8211; 1880). Casou-se, em 26 de janeiro de 1876,  com Dona Francisca Nogueira da Gama Carneiro de Bellens, de uma nobre família brasileira (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_06/12862" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro,</em> 10 de fevereiro de 1876, quinta coluna</a>). A partir dessas relações entrou para o círculo íntimo do imperador Pedro II. O casal residia na Rua Bambina, em Botafogo.</p>
<p>Em 1876, foi designado para fiscalizar as obras da ponte da alfândega de Belém do Pará (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/385573/710" target="_blank"><em>A Constituição (PA)</em>, 19 de agosto de 1876, última coluna</a>).</p>
<p>Na<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11896" target="_blank"> Exposição Antropológica Brasileira</a>, inaugurada em 29 de julho de 1882, no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, na Sala Gabriel Soares, antropológica e arqueológica, exposição de  produtos da arte plumária brasileira, adornos, tecidos e vestes de muitas tribos do Brasil, além das coleções arqueolíticas do Museu Nacional, de Amália Machado Cavalcanti de Albuquerque e dos senhores  Joaquim Monteiro Caminhoá (1836 – 1896), João Barbosa Rodrigues (1842 – 1909) e Tommaso G. Bezzi (1844 – 1915) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/385573/7187" target="_blank"><em>A Constituição (PA)</em>, 16 de agosto de 1882, terceira coluna)</a>. A mostra durou três meses e teve muito sucesso, com um público de mais de mil visitantes. O fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13070" target="_blank">Marc Ferrez (1843 – 1923)</a>, autor da imagem do Clube Naval publicada neste artigo, produziu uma série de registros de objetos e aspectos da vida indígena durante a exposição e algumas fotografias de sua autoria, realizadas quando ele integrou a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11896" target="_blank">Comissão Geológica do Império (1875 – 1878)</a>, chefiada pelo geólogo canadense Charles Frederick Hartt (1840 – 1878), foram expostas.</p>
<p>Ainda em 1882, a Comissão para o Monumento à Independência Brasileira, futuro Museu Ipiranga, sede do Museu Paulista, cujo projeto vencedor foi o de Bezzi, o qualificou como <em>arquiteto residente na Corte de reconhecido merecimento artístico</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_04/3602" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 11 de dezembro de 1882, terceira coluna</a>).<em> </em>Em 1883, passou a residir em São Paulo, na rua do Senador Florencio de Abreu, 43 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_04/4362" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 6 de julho de 1883, última coluna</a>). Também em São Paulo, projetou o ajardinamento da Praça da República, realizado entre 1902 e 1904 (<a href="http://www.arquiamigos.org.br/expo/2011ahsp/1889-1930-primeira-republica/1901-projeto-praca-republica.html" target="_blank">Arquivo Histórico de São Paulo</a>); e o Velódromo de São Paulo, inaugurado na década de 1890.</p>
<p>No Rio de Janeiro, além do Clube Naval, Bezzi projetou diversos prédios e residências, dentre eles o antigo Banco do Comércio, na Rua 1º de Março, e reformou o Edifício Itamarati, antiga sede do Ministério das Relações Exteriores, tendo construído sua ala esquerda.</p>
<p>Bezzi fundou algumas associações de fundo patriótico ligadas à Itália, dentre elas a Sociedade dos Combatentes Italianos pela unidade e pela independência da Itália, a Societa Veterani e Reduci e a Sociedade União Beneficente. Foi eleito membro honorário do Instituto de Engenheiros Civis de Londres, agraciado como Oficial da Legião de Honra da França e com o Hábito da Ordem Militar de São Maurício e São Lázaro, pelo governo da Itália. Era Comendador da Coroa Italiana e o representante no Brasil da Cruz Vermelha italiana (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_03/29907" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 30 de maio de 1915, sexta coluna</a>).</p>
<p>Faleceu em 23 de maio de 1915, no Rio de Janeiro. Residia na Rua Cosme Velho, 57 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/27733" target="_blank"><em>O Paiz,</em> 24 de maio de 1915, terceira coluna;</a> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_02/23463" target="_blank"><em>Correio da Manhã,</em> de maio de 1915, penúltima coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_34593" style="width: 284px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_04/27789" target="_blank"><img class="size-full wp-image-34593" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/clubenaval4.jpg" alt="O Paiz, 28 de maio de 1915" width="274" height="366" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_04/27789" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 28 de maio de 1915</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>BRUNA, Paulo. <em><a href="https://enanparq2016.files.wordpress.com/2016/09/s24-02-bruna-p.pdf" target="_blank">Museu Paulista: um restauro complexo. Sessão Temática: novas fronteiras e novos pactos para pesquisas e projetos situados em áreas de preservação e patrimônio Cultural</a>. </em>Encontro da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo Porto Alegre, 25 a 29 de julho de 2016.</p>
<p><a href="https://memoria.bn.br/hdb/periodico.aspx" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p><a href="https://www.ipatrimonio.org/rio-de-janeiro-clube-naval/#!/map=38329&amp;loc=-22.908348041868713,-43.17667709467153,17" target="_blank">Ipatrimônio</a></p>
<p>PARETO JUNIOR, Lindener. <a href="https://teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16133/tde-30012012-151830/publico/Dissertacao_Lindener2011.pdf" target="_blank"><em>O cotidiano em construção:<strong> </strong>os &#8220;práticos licenciados&#8221; em São Paulo (1893-1933)</em>.</a> 2011. Dissertação (Mestrado em História e Fundamentos da Arquitetura e do Urbanismo) &#8211; Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011.</p>
<p><a href="https://www.calameo.com/read/0044906757be399bb5a3c" target="_blank"><em>Revista do Clube Naval</em>, jan/fev/mar de 2022, nº 401, página 7</a></p>
<p>SALMONI, Anita; DEBENEDETTI, Emma. <em>Arquitetura Italiana em São Paulo</em><strong>.</strong> São Paulo: Perspectiva, 2007.</p>
<p><a href="https://arquitalianasaopaulo.iau.usp.br/profissionais/tommaso-gaudenzio-bezzi/" target="_blank">Site Arquitetura Italiana no Estado de São Paulo</a></p>
<p><a href="https://www.treccani.it/enciclopedia/tommaso-gaudenzio-bezzi_%28Dizionario-Biografico%29/" target="_blank">Site da Enciclopédia Treccani</a></p>
<p><a href="https://www.clubenaval.org.br/novo/?q=Sobre-o-Clube-Naval" target="_blank">Site Clube Naval</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Outros artigos da série Os arquitetos do Rio de Janeiro</em></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22130" target="_blank">Série “Os arquitetos do Rio de Janeiro”<em> I – </em>Porto D´Ave e a moderna arquitetura hospitalar, de autoria de Cristiane d´Avila – Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz, publicado em 14 de janeiro de 2021.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32714" target="_blank">Série “Os arquitetos do Rio” II – No Dia Nacional da Saúde, o Desinfetório de Botafogo e um breve perfil do arquiteto português Luiz de Moraes Junior, responsável pelo projeto, de autoria de Cristiane d´Avila, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz, em parceria com Andrea C. T. Wanderley, publicado em 5 de agosto de 2023</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32203" target="_blank">Série ”Os arquitetos do Rio de Janeiro” III – O centenário do Copacabana Palace, quintessência do “glamour” carioca, e seu criador, o arquiteto francês Joseph Gire, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado em 13 de agosto de 2023</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34073" target="_blank">Série “Os arquitetos do Rio de Janeiro” IV – Archimedes Memória (1893 – 1960), o último dos ecléticos, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 1º de dezembro de 2023</a></span></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32431" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido&#8221; XXVII  e &#8220;Os arquitetos do Rio de Janeiro &#8221; V &#8211; O Jockey Club e o Derby Club, na Avenida Rio Branco e o arquiteto Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado em 15 de janeiro de  2024</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Série &#8220;Hotéis do Brasil&#8221; II &#8211; O Hotel Glória &#8211; antes e depois</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Dec 2017 02:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Acervo Geral da Cidade do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[antes e depois]]></category>
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		<description><![CDATA[No segundo artigo da série "Hotéis do Brasil", a Brasiliana Fotográfica destaca dois registros dos bairros da Glória e do Flamengo, no Rio de Janeiro, produzidas pelo fotógrafo Jorge Kfuri (1893 - 1965). As imagens são de 1917 e 1922 e mostram a mesma região: na primeira, vemos o terreno em que seria construído o Hotel Glória e, na segunda, já vemos o edifício concluído. O efeito antes e depois é um dos aspectos mais atraentes, interessantes e poderosos da fotografia, capaz de registrar desde as pequenas às grandes transformações da humanidade - por exemplo, suas paisagens, construções e população. O Hotel Glória, aberto em 15 de agosto de 1922, com uma bênção realizada pelo arcebispo D. Sebastião Leme, foi o primeiro cinco estrelas do Brasil.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No segundo artigo da série <em>Hotéis do Brasil</em>, a Brasiliana Fotográfica destaca dois registros dos bairros da Glória e do Flamengo, no Rio de Janeiro, produzidas pelo fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8540" target="_blank">Jorge Kfuri (1893 &#8211; 1965).</a> As imagens são de 1917 e 1922 e mostram a mesma região: na primeira, vemos o terreno em que seria construído o Hotel Glória e, na segunda, já vemos o edifício concluído. <span style="color: #333333;">O efeito antes e depois é um dos aspectos mais atraentes, interessantes e poderosos da fotografia, capaz de registrar desde as pequenas às grandes transformações da humanidade &#8211; por exemplo, suas paisagens, construções e população.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 713px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3942" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3942/47607.jpg.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="" width="703" height="490" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3942" target="_blank">Jorge Kfuri. Os bairros da Glória e Flamengo. Local onde seria construído o Hotel Glória. Na parte central da foto os jardins do Palácio do Catete, 1917. Rio de Janeiro, RJ / Acervo DPHDM</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3955" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3955/47606.jpg.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="475" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3955" target="_blank">Jorge Kfuri. O Hotel Glória, construído para as festas do Centenário da Independência, já concluído, 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo DPHDM</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Hotel Glória, aberto em 15 de agosto de 1922, com uma bênção realizada pelo arcebispo D. Sebastião Leme (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/10502" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 16 de agosto de 1922</a>), foi o primeiro cinco estrelas do Brasil e também o primeiro prédio em concreto armado da América do Sul. Sua construção, motivada pelas festas do primeiro centenário da Independência do Brasil, foi uma iniciativa da firma Rocha Miranda &amp; Filhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28153" style="width: 293px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/152146" target="_blank"><img class="size-full wp-image-28153" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/gloria.jpg" alt="Fon-Fon, 7 de setembro de 1922" width="283" height="450" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/152146" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 7 de setembro de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em estilo clássico, o Hotel Glória abrigava um cassino, um teatro, diversos salões de festas, além de 150 quartos. Seus arquitetos foram o francês Joseph Gire ( 1872 &#8211; 1933) e o alemão Sylvio Riedlinger. Gire foi responsável por outros importantes prédios cariocas como o do Hotel Copacabana Palace, do Edifício Joseph Gire, mais conhecido como <em>A Noite</em>, e do Palácio das Laranjeiras, em parceria com Armando Silva Telles, dentre outros. Era formado pela <em>École Nationale Supérieure des Beaux-Arts</em> de Paris e desembarcou no Rio de Janeiro a convite da abastada e influente família Guinle.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_18490" style="width: 509px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=083712&amp;pesq=centen%C3%A1rio&amp;pasta=ano%20192" target="_blank"><img class="size-full wp-image-18490" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/careta.jpg" alt="Careta, 9 de setembo de 1922" width="499" height="756" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=083712&amp;pesq=centen%C3%A1rio&amp;pasta=ano%20192" target="_blank"><em>Careta,</em> 9 de setembo de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em março de 2008, o Glória foi comprado pelo empresário Eike Batista, que anunciou uma grande reforma que o tornaria um seis estrelas, um marco na história da hotelaria do Rio. Seria reaberto como Gloria Palace para a Copa do Mundo de 2014. Porém, com a crise no Grupo EBX, de Eike, a reforma foi paralisada, em 2013. No início de 2016, o hotel passou às mãos do fundo árabe Mubadala, de Abu Dhabi. O Hotel Glória Luxury Residence é um retrofit do Fundo de Investimento Imobiliário Opportunity que está transformando o Hotel Glória em um residencial (2022).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Outros artigos publicados na Brasiliana Fotográfica sobre hotéis</strong></em></span></p>
<p><a style="color: #800000; text-decoration: underline;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2950" target="_blank"><em>Hotéis do século XIX e do início do século XX no Brasil</em>, publicado em 5 de novembro de 2015 , de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica.</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18036" target="_blank"><span style="color: #800000; text-decoration: underline;"><em>Copacabana Palace, símbolo do glamour carioca</em>, publicado em 13 de agosto de 2020, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica.</span></a></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=28263" target="_blank"><span style="color: #800000; text-decoration: underline;"><em>O Hotel Pharoux por Revert Henrique Klumb</em>, publicado em 15 de junho de 2022, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica.</span></a></span></p>
<p style="text-align: left;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32291" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIV &#8211; <em>O luxuoso Palace Hotel, na Avenida Rio Branco, uma referência da vanguarda artística no Rio de Janeiro,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 4 de julho de 2023</a>.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32203" target="_blank"><em>O centenário do Copacabana Palace, quintessência do “glamour” carioca, e seu criador, o arquiteto francês Joseph Gir</em>e, publicado em 13 de agosto de 2023, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica.</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Série &#8220;Teatros e cinemas do Brasil&#8221; II &#8211; Os teatros do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2016 14:05:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial do Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
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		<description><![CDATA[Na semana em que se comemora o Dia Mundial do Teatro, em 27 de março, a Brasiliana Fotográfica oferece a seus leitores fotografias de teatros brasileiros do século XIX e das primeiras décadas do século XX. São fotografias realizadas por Augusto Malta (1864 - 1957), A. Ribeiro (18? - ?), Augusto Stahl (1828 - 1877), Filipe Augusto Fidanza (c. 1847 -  1904), George Huebner (1862 - 1935), Guilherme Gaensly (1843-1928), Marc Ferrez (1843 - 1923), Moritz Lamberg (18? - ?) e também por fotógrafos ainda não identificados.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana em que se comemora o Dia Mundial do Teatro, em 27 de março, a Brasiliana Fotográfica oferece a seus leitores fotografias de teatros brasileiros do século XIX e das primeiras décadas do século XX. São fotografias realizadas por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322">Augusto Malta (1864 – 1957)</a>, A. Ribeiro (18? – ?), <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6150">Augusto Stahl (1828 – 1877)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4274">Felipe Augusto Fidanza (1847 – 1903)</a>, George Huebner (1862 – 1935), <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7260" target="_blank">Guilherme Gaensly (1843-1928)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6305">Marc Ferrez (1843 – 1923)</a>, Moritz Lamberg (18? – ?) e também por fotógrafos ainda não identificados.</p>
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<div style="width: 687px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2586" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2586/007NGBMF2430e1824cx98-14.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="677" height="528" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2586" target="_blank">Marc Ferrez. Teatro Municipal, c. 1910. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<p>O Instituto Internacional do Teatro (IIT) criou a data em 1961 e, desde o ano seguinte, o Dia Internacional do Teatro é celebrado (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=030015_08&amp;PagFis=27258" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 27 de março de 1962</a>). A comemoração conta com a realização de diversas manifestações teatrais e também com a difusão de uma mensagem, sempre redigida por uma personalidade de renome da cena teatral, convidada pelo IIT. A instituição foi fundada em Praga, em 1948, pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e por personalidades do mundo teatral, durante o I Congresso Mundial do Teatro. O encontro contou com representantes da Áustria, da Bélgica, do Brasil, do Chile, da China, da Tchecoslováquia, da França, da Itália, da Polônia, do Reino Unido, da Suíça e dos Estados Unidos.</p>
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<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?rpp=10&amp;page=1&amp;query=teatro&amp;group_by=none&amp;etal=0" target="_blank"><span style="color: #800000;">Acessando o link para as fotografias de teatros brasileiros disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</span></a></p>
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<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</p>
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<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Outros artigos publicados na Brasiliana Fotográfica sobre teatros e cinemas</strong></em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"> </span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">Série</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> O Rio de Janeiro desaparecido </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">I</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> </a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">- </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><em>Salas de cinema do Rio de Janeiro do início do século XX</em></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><strong>, </strong>publicado em 26 de fevereiro de 2016.</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9445" target="_blank"><em>A inauguração do Theatro Municipal do Rio de Janeiro</em>, publicado em 14 de julho de 2017</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=23968" target="_blank"><em>Cinema no Brasil – a primeira sessão e um pouco da história do Cinema Odeo</em>n, publicado em 8 de julho de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25489" target="_blank">Série<em> “O Rio de Janeiro desaparecido” </em>XII<em> – O Teatro Lírico (Theatro Lyrico)</em>, publicado em 16 de setembro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25310" target="_blank"><em>O Theatro de Santa Isabel</em>, publicado em 28 de outubro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25907" target="_blank"><em>O Teatro Amazonas (Theatro Amazonas), em Manaus, a “Paris dos Trópicos”</em>, publicado em 28 de dezembro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=28555" target="_blank"><em>O Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro, no Dia Mundial do Teatro</em>, publicado em 27 de março de 2023</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30422" target="_blank"><em>Dia do Cinema Brasileiro</em>, publicado em 19 de junho de 2023</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32451" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXV<em> – O Theatro Phenix,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado em 5 de setembro de 2023</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=35177http://" target="_blank"><em>O Theatro da Paz, em Belém do Pará, inaugurado em 15 de fevereiro de 1878</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado em 15 de fevereiro de 2024</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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