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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Aristógiton Malta</title>
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		<title>Breves perfis e cronologias dos irmãos e fotógrafos Malta: Aristógiton (1904-1954) e Uriel (1910 – 1994)</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 12:44:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Biografia]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje a Brasiliana Fotográfica publica breves perfis e as 70ª e 71ª cronologias de fotógrafos presentes no acervo fotográfico do portal. São dos irmãos e fotógrafos Aristógiton e Uriel Malta. As cronologias estão todas reunidas na página inicial da Brasiliana Fotográfica na aba "Cronologia de Fotógrafos". Aristógiton e Uriel são filhos de Augusto Malta (1864 - 1957), que foi fotógrafo da Prefeitura do Rio de Janeiro, entre 1903 e 1936. O cargo foi criado para ele que tornou-se o principal cronista visual da cidade nas primeiras décadas do século XX. Disponibilizamos hoje também uma versão revisada e ampliada do artigo "O alagoano Augusto Malta, fotógrafo oficial do Rio de Janeiro entre 1903 e 1936", e da "Cronologia de Augusto Malta", originalmente publicados no portal, em 10 de julho de 2015.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje a Brasiliana Fotográfica publica breves perfis e as 70ª e 71ª cronologias de fotógrafos presentes no acervo fotográfico do portal. São dos irmãos e fotógrafos Aristógiton e Uriel Malta. As cronologias estão todas reunidas na página inicial da Brasiliana Fotográfica na aba <span style="color: #800000;"><em><strong>Cronologia de Fotógrafos</strong></em></span>. Aristógiton e Uriel são filhos de Augusto Malta (1864 &#8211; 1957), que foi fotógrafo da Prefeitura do Rio de Janeiro, entre 1903 e 1936. O cargo foi criado para ele, que tornou-se o principal cronista visual da cidade nas primeiras décadas do século XX. Disponibilizamos hoje também uma versão revisada e ampliada do artigo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank"><em>O alagoano Augusto Malta, fotógrafo oficial do Rio de Janeiro entre 1903 e 1936</em></a>, e da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20908" target="_blank">Cronologia de Augusto Malta</a>, originalmente publicados no portal, em 10 de julho de 2015.</p>
<p>O trabalho de Aristógiton e Uriel ficou durante muitas décadas à sombra da extraordinária obra de seu pai. A publicação, em 27 de janeiro de 2026, do livro digital <a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=1" target="_blank"><em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)</em> </a>, com fotografias produzidas pelos filhos de Augusto Malta pertencentes ao acervo do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, resgatam a importância do trabalho deles, que fotografaram os últimos anos da <em>belle époque</em> carioca assim como seu desaparecimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Aristógiton Malta</strong> <strong>(1904-1954)</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 511px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14354" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14354/CP-LE-AI-PC_004.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="501" height="671" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14354" target="_blank">Aristógiton Malta, s/d. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aristógiton nasceu em 25 de agosto de 1904, no Rio de Janeiro, e era filho da primeira esposa de Augusto Malta, Laura Oliveira Campos (1874 – 1905). De temperamento alegre e afável, era um desportista e praticou remo durante muitos anos. Casou-se com Helena de Freitas Moutinho (1906 – 1975), no início da década de 1930. Tiveram sete filhos: Marcus Moitinho Malta (1933 &#8211; 1977), Maryse Malta Muller (1935 &#8211; ), Mauro Moitinho Malta (1937 &#8211; ), Marcelo Moitinho Malta (1940 &#8211; 2020), Marcio Moitinho Malta (1946 -), Antonio Carlos Moitinho Malta (1947 &#8211; 1950) e Monica Moitinho Malta (1952 -1952).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43812" style="width: 594px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristogiton19.jpg"><img class="size-full wp-image-43812" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristogiton19.jpg" alt="Aristógiton e Helena com Maryse, Marcus, " width="584" height="468" /></a><p class="wp-caption-text">O casal Aristógiton e Helena com os filhos Maryse, Marcus, Mauro e Marcelo no colo da mãe, 1940 / Acervo pessoal de Maryse Muller</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1932, foi contratado como fotógrafo assistente da Prefeitura do Rio de Janeiro. Em 25 de agosto de 1936, Augusto Malta aposentou-se da Prefeitura e foi substituído por Aristógiton, a partir de 9 de setembro do mesmo ano. Em 1938, o presidente da República, Getúlio Vargas (1882 – 1954), visitou a “Feira de Amostras”,  uma exposição de diversas secretarias da Prefeitura do Rio de Janeiro. Um dos <em>stands</em> de maior sucesso foi o da Secretaria de Viação, Trabalho e Obras Públicas, que expôs fotos de Augusto e Aristógiton. Em 1953, foi noticiado que uma foto de sua autoria do Estádio do Maracanã estava nas paredes de todas as repartições da Prefeitura, no hall do Banco da Prefeitura, e também em hotéis em países da Europa, da América do Sul e dos Estados Unidos. Faleceu em 15 de agosto de 1954.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 313px" class="wp-caption aligncenter"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/aristogiton.jpg" alt="Aristogiton Malta (1896-1954) / Site Family Search" width="303" height="387" /><p class="wp-caption-text">Aristógiton Malta, s/d / Site Family Search</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=42996" target="_blank">Acesse aqui a Cronologia de Aristógiton Malta (1904 &#8211; 1954)</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14326/596.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="520" /><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14326" target="_blank">Aristógiton Malta. Esplanada do Castelo, 14 de julho de 1938. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=%22arist%C3%B3giton+malta%22" target="_blank"><span style="color: #800000;"><strong>Acessando o link para as fotografias de autoria de Aristógiton Malta disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</strong></span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Uriel Malta (1910 – 1994)</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 511px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14355" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14355/BR%20RJAGCRJ.CP.LE.AI.PC.005.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="501" height="544" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14355" target="_blank">Uriel Malta, s/d. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uriel Malta nasceu, em 28 de setembro de 1910, no Rio de Janeiro, filho da segunda esposa de Augusto, Celina Augusta Verscheuren (1884 – 1969). Passou a trabalhar com o irmão, Aristógiton, no Serviço de Fotografia da Prefeitura, em 1937. Casou-se com Hilda de Abreu Malta (1908 &#8211; 1976), em 1944. Tiveram pelo menos três filhos: Claudius Vinicius de Abreu Malta (1945-2010), Lelia Sandra de Abreu Malta (19? &#8211; ?) e Lelia Egle de Abreu Malta (19? &#8211; ?). Foi fotógrafo da Prefeitura até fins da década de 1960 e, em 1970, teve assinada a apostila fixando os proventos anuais de inatividade. Uriel faleceu, em Magé, em 5 de agosto de 1994.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=42998" target="_blank">Acesse aqui a Cronologia de Uriel Malta (1910- 1994)</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 709px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14330" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14330/3984.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="699" height="504" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14330" target="_blank">Provável Uriel Malta. Trecho da Avenida Beira-Mar, 7 de setembro de 1940. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=%22uriel+malta%22" target="_blank"><span style="color: #800000;"><strong>Acessando o link para as fotografias de autoria de Uriel Malta disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</strong></span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 533px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6658" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6658/CP-LE-PC_003.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="523" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6658" target="_blank">Augusto Malta, s/d . Rio de Janeiro, RJ/ Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Acesse aqui a publicação <span style="color: #800000;"><strong><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank"><em>O alagoano Augusto Malta, fotógrafo oficial do Rio de Janeiro entre 1903 e 1936</em></a> </strong></span>e a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20908" target="_blank"><span style="color: #800000;"><strong>Cronologia de Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</strong></span></a>, revisadas e ampliadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agradeço à colaboração generosa da filha de Aristógiton Malta, Maryse Muller, e de uma de suas netas, Christiana Malta, que me deram um depoimento fundamental para a elaboração deste artigo, em 20 de março de 2026.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43864" style="width: 338px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristógiton5.jpg"><img class="size-full wp-image-43864" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristógiton5.jpg" alt="Christiana Malta e Maryse Muller, neta e filha de Aristógiton Malta" width="328" height="274" /></a><p class="wp-caption-text">Christiana Malta e Maryse Muller, neta e filha de Aristógiton Malta, respectivamente, comigo, Andrea Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, 20 de março de 2026. Rio de Janeiro</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=1" target="_blank"><em>Achados e Perdidos (livro eletrônico): Imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)</em></a>/Eliseu Santiago de Souza&#8230;(Et.Al.) &#8212; 1ª edição. Rio de Janeiro: Aprazível Edições e Arte e UQ Editions, 2025 PDF. Outros autores: Pedro Marreca, Rafael Martins, Leonel Kaz.</p>
<p><a href="https://domingosmoitinho.blogspot.com/" target="_blank">Blogspot Domingos Moitinho</a></p>
<p>DUNLOP, Charles Julius. <em>Rio Antigo, volume II</em>. Rio de Janeiro: Editora Rio Antigo, 1956.</p>
<p>ERMAKOFF, George. <em>Augusto Malta e o Rio de Janeiro: 1903-1936</em> / George Ermakoff; tradução para o inglês Carlos Luís Brown Scavarda. Rio de Janeiro: G. Ermakoff Casa Editorial, 2009. 288p. : il.; 28cm</p>
<p>FROSSARD, Heloisa (org.) <em><a href="http://www0.rio.rj.gov.br/arquivo/pdf/biblioteca_carioca_pdf/catalogo_serie_nega_a_malta.pdf" target="_blank">Augusto Malta – Catálogo da série Negativo em vidro Aristógiton Malta</a></em>. Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro – Coleção Biblioteca Carioca, 1994.</p>
<p>HEEREN, Alice. <em>Affective Rhetorics of Contagion – Augusto Malta in Belle Époque Rio de Janeiro</em>, 2020.</p>
<p><a href="https://www.bn.gov.br/explore/acervos/hemeroteca-digital" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p><em>Nosso Século</em>. São Paulo; Abril Cultural, 1980. vol. 1 (1900-1910)</p>
<p><a href="http://portalaugustomalta.rio.rj.gov.br/" target="_blank">Portal Augusto Malta do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro</a></p>
<p><a href="https://acasasenhorial.org/acs/index.php/pt/component/cck/427-fazenda-resgate" target="_blank">Site A Casa Senhorial</a></p>
<p>WANDERLEY, Andrea C. T. <em><a title="“Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)”, do acervo do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro. Destaque para a identificação da casa de Tia Ciata" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=42778">“Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)”, do acervo do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro. Destaque para a identificação da casa de Tia Ciata</a></em> in Brasiliana Fotográfica, 10 de fevereiro de 2026</p>
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		<title>Cronologia de Aristógiton Malta (1904 &#8211; 1954)</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 12:44:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Cronologia de Aristógiton Malta (1904 &#8211; 1954) &#160; &#160; 1904 - Nascimento, em 25 de agosto, de Aristógiton Malta, filho do fotógrafo Augusto Malta (1864 -1957) e de Laura Oliveira Campos (1874 – 1905). Na ocasião, Augusto já era fotógrafo da Prefeitura do Rio de Janeiro, cargo criado para ele, em 1903, e que ocupou [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Cronologia de Aristógiton Malta (1904 &#8211; 1954)</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43817" style="width: 299px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristogiton21.jpg"><img class="size-full wp-image-43817" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristogiton21.jpg" alt="Aristógiton em uma foto com dedicatória para sua filha Maryse, s/d / Acervo pessoal de Maryse Muller" width="289" height="475" /></a><p class="wp-caption-text">Aristógiton em uma foto com dedicatória para sua filha Maryse, s/d. Rio de Janeiro, RJ / Acervo pessoal de Maryse Muller</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1904</strong> </span>- Nascimento, em 25 de agosto, de Aristógiton Malta, filho do fotógrafo Augusto Malta (1864 -1957) e de Laura Oliveira Campos (1874 – 1905). Na ocasião, Augusto já era fotógrafo da Prefeitura do Rio de Janeiro, cargo criado para ele, em 1903, e que ocupou até 1936 (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/107670_02/24056" target="_blank"><em>O Imparcial</em>, 25 de agosto de 1925, terceira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1905</strong> </span>- Em fins de junho, falecimento de sua mãe, Laura Oliveira Campos (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_02/16973" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 3 de julho de 1905, segunda coluna</a>). Aristógiton passou a morar com uma irmã de sua mãe, a Tia Glória (ERMAKOFF, 2009). Segundo depoimento de sua filha, Maryse, Tia Glória era avó do cantor Dick Farney (1921 &#8211; 1987) e do ator Cyl Farney (1925 &#8211; 2003), e Aristógiton só foi  morar com ela anos após a morte de Laura.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1906</strong></span> &#8211; O nome dele e de suas irmãs, filhas de Augusto e Laura &#8211; Luthgardes (05/01/1896 &#8211; 05/02/1928), Arethusa (1898 &#8211; 31/03/1913), Callisthene (26/07/1900 &#8211; 20/02/1919) e Aristocléa (21/06/1903 &#8211; 03/1934), afilhada do prefeito <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7566" target="_blank">Pereira Passos;</a> constavam na subscrição em favor das famílias atingidas pela tragédia de Jacuecanga &#8211;  o naufrágio do encouraçado Aquidabã da Marinha do Brasil na enseada de Jacuecanga, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/153079/217" target="_blank"><em>Tico-Tico</em>, 14 de março de 1906, segunda coluna</a>). Suas irmãs aqui citadas morreram todas de tuberculose.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43382" style="width: 472px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristogiton16.jpg"><img class="size-full wp-image-43382" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristogiton16.jpg" alt="Augusto Malta. Calisthene, Aristógiton e Aristocléa no ateliê de Malta, 3 de setembro de 1906. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Mauro Malta" width="462" height="377" /></a><p class="wp-caption-text">Augusto Malta. Calisthene, Aristógiton e Aristocléa no ateliê de Malta, 3 de setembro de 1906. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Mauro Malta</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em torno deste ano, Augusto Malta passou a viver maritalmente com Celina Augusta Verscheuren (16/03/1884 &#8211; 1969), que trabalhava desde os 15 anos como babá dos filhos de Malta e Laura. Com Celina, Malta teve mais quatro filhos:<span style="color: #000000;"> <span style="color: #333333;">Dirce (1907 &#8211; 10/1971)</span>,</span> Eglé (20/09/1909 &#8211; 11/1941), o futuro fotógrafo Uriel (28/09/1910 &#8211; 05/08/1994) e Amalthea (12/12/1912 &#8211; 12/03/2007).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1913</strong></span> &#8211; Aristógiton foi fotografado por seu pai com suas irmãs Aristocléa, Calisthene e Dirce; e com duas moças ainda não identificadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43379" style="width: 356px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristógiton.jpg"><img class="wp-image-43379 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristógiton.jpg" alt="aristógiton" width="346" height="475" /></a><p class="wp-caption-text">Augusto Malta. Da esquerda para a direita: Aristocléa, Calisthene e Dirce; e duas moças ainda não identificadas. Atrás, Aristógiton com os braços abertos, 1913. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Mauro Malta</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1914</strong></span> &#8211; Aristógiton recebeu um brinde oferecido pela revista <em>O Tico-Tico</em> e pelo Bazar Hollandez. Residia na Rua Câmara, nº 260 (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/153079/8489" target="_blank"><em>O Tico-Tico</em>, 28 de setembro de 1914, primeira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1916</strong></span> &#8211; Participava de concursos promovidos pela revista O <em>Tico-Tico</em> (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/153079/10585" target="_blank"><em>O</em> <em>Tico-Tico</em>, 15 de março de 1916, primeira coluna</a>).</p>
<p>Estudava na Escola Profissional Souza Aguiar (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/364568_10/43043" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 26 e 27 de dezembro de 1916, penúltima coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1917 </strong>-<strong> </strong><span style="color: #333333;">Participou da regata promovida pelo Clube de Regatas do Flamengo sob os auspícios da Federação Brasileira das Sociedades do Remo (<em>Jornal do Commercio,- Edição da Tarde</em>, <a style="color: #333333;" href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/111988/11195" target="_blank">8 de outubro de 1917, terceira coluna</a>).</span></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1918 </strong><span style="color: #000000;">-<span style="color: #333333;"> Remou no festival aquático na enseada de Gragoatá e ficou em primeiro lugar em uma das competições na categoria <em>estreantes. </em>Participou de outras competições de remo (<em>Jornal do Commercio,- Edição da Tarde</em>,  <a style="color: #333333;" href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/111988/12150" target="_blank">26 de fevereiro de 1918, primeira coluna</a>; <a style="color: #333333;" href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/111988/12895" target="_blank">17 de junho de 1918, última coluna</a>; <a style="color: #333333;" href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/111988/13282" target="_blank">12 de agosto de 1918, terceira coluna</a>; <a style="color: #333333;" href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/111988/14091" target="_blank">20 de dezembro de 1918, última coluna</a>).</span></span></span></p>
<p>Participou de um concurso da revista <em>O Tico-Tico</em> (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/153079/13576" target="_blank"><em>O Tico-Tico</em>, 10 de abril de 1918, segunda coluna</a>).</p>
<p>No dia da inauguração da Escola de Artes e Ofícios Venceslau Brás, que contou com a presença do presidente da República, Venceslau Brás (1868 &#8211; 1966), estava, como aluno da Escola Profissional Souza Aguiar, trabalhando em uma das oficinas (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_03/43442" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 10 de novembro de 1918, quinta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1919</strong></span> &#8211;  Participou de outras competições de remo (<em>Jornal do Commercio,- Edição da Tarde</em>, <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/111988/15333" target="_blank">30 de junho de 1919, terceira coluna</a>; <em>O Paiz</em>, <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/178691_04/43327" target="_blank">1º de julho de 1919, terceira colun</a>a; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/178691_04/44827" target="_blank">29 de outubro de 1919, quarta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1920</strong></span> &#8211; Na categoria de patrão, foi pesado na Federação Brasileira das Sociedades do Remo (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/103730_05/1390" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 16 de junho de 1920, penúltima coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1922</strong></span> &#8211; Participou da temporada de remo (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/364568_11/42923" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 18 de junho de 1922, primeira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1923</strong></span> &#8211; Participou da temporada de remo (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/364568_11/12263" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 21 de outubro de 1923, segunda coluna</a>).</p>
<p>Foi fotografado pelo pai no aniversário de 39 anos de sua madrasta, Celina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43381" style="width: 665px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristogiton13.jpg"><img class="size-full wp-image-43381" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristogiton13.jpg" alt="Augusto Malta. Aniversário de 39 anos de Celina. Em pé, da esquerda para a direita: duas pessoas ainda não identificadas, Celina, Aristocléa e o Tio Teófilo, irmão de Malta. Sentaos: Aristógiton e moças ainda não identificadas. O quadro na parede da direita é um retrato de Laura. Na parede atrás do grupo, no centro o quadro é um retrato de Calisthene, entre retratos de Celina e Malta, 1923. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Mauro Malta" width="655" height="462" /></a><p class="wp-caption-text">Augusto Malta. Aniversário de 39 anos de Celina. Em pé, da esquerda para a direita: duas pessoas ainda não identificadas, Celina, Aristocléa e o Tio Teófilo, irmão de Malta. Sentados: Aristógiton e moças ainda não identificadas. O quadro na parede da direita é um retrato de Laura. Na parede atrás do grupo, no centro o quadro é um retrato de Calisthene, entre retratos de Celina e Malta, 1923. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Mauro Malta</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1925</strong></span> &#8211; Quando Augusto Malta prestava um serviço para a Sul América, uma explosão ocasionada pelo <em>flash</em> de sua máquina fotográfica dilacerou um de seus dedos. Foi operado e ficou internado no Hospital da Ordem Terceira da Penitência. Aristógiton começou a auxiliá-lo na Prefeitura (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/107670_02/24056" target="_blank"><em>O Imparcial</em>, 25 de agosto de 1925, terceira coluna</a>).</p>
<p>Segundo o artigo de Regina da Luz Moreira, <a href="http://portalaugustomalta.rio.rj.gov.br/blog-post/augusto-malta-dono-da-memoria-fotografica-do-rio" target="_blank"><em>Augusto Malta, dono da memória fotográfica do Rio</em></a>, publicado no Portal Augusto Malta do Acervo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, em termos técnicos, Augusto Malta <em>manteve-se sempre fiel ao seu equipamento, só admitindo mudanças a partir do momento em que o filho Aristógiton passou a trabalhar com ele. Foram então introduzidas câmaras americanas e alemãs, as mais modernas então existentes.</em></p>
<p>Participou de competições de remo (<em>Gazeta de Notícias</em>, <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/103730_05/15706" target="_blank">14 de junho de 1925, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/103730_05/16373" target="_blank">16 de agosto, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/103730_05/16373" target="_blank">18 de outubro, terceira coluna</a>),</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1926</strong> </span>- Foi um dos remadores amadores que pediu registro na Federação Brasileira das Sociedades do Remo. Fazia parte do Grupo de Regatas Gragoatá (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/524239/59" target="_blank"><em>Rio Sportivo</em>, 27 de junho de 1926, penúltima coluna</a>).</p>
<p>Participou de competições de remo (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/364568_11/18847" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 15 de agosto de 1926, segunda coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1927</strong> </span>- Participou de competições de remo (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_04/56680" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 26 de junho de 1927, última coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1928</strong></span> &#8211; Participou da competição de amadores do remo entre o Clube Icaraí e Gragoatá (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/110523_02/40035" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 28 de outubro de 1928, penúltima coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1929</strong></span> &#8211; Participou da regata nacional realizada na Lagoa Rodrigo de Freitas e da regata de abertura da temporada náutica carioca da Federação Brasileira das Sociedades do Remo, promovida pelo Clube de Regatas Guanabara (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/110523_02/43357" target="_blank"><em>O Jornal,</em> 25 de maio de 1929, sexta coluna;</a> <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/116408/8797" target="_blank"><em>A Manhã</em>, 29 de junho de 1929, de 1929, primeira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1930</strong> </span>–Fazia parte da comissão de buffet do baile do Grupo de Regatas Gragoatá (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_04/1233" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 27 de março de 1930, sétima coluna</a>)</p>
<p>Participou de competições de remo (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_04/1932" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 13 de maio de 1930, sétima coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1931</strong> </span>– Participou de competições de remo (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_04/8167" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 16 de agosto de 1931, primeira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1932</strong> </span>– Foi eleito diretor de remo do Grupo de Regatas Gragoatá (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_04/10231" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 22 de janeiro de 1932, segunda coluna</a>).</p>
<p>Aristógiton foi nomeado auxiliar de fotografia da Diretoria de Engenharia da Prefeitura. Seu pai e João Montenegro Cordeiro foram nomeados fotógrafos (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_05/21076" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 3 de março de 1932, segunda colun</a>a; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_04/10711" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 3 de março de 1932, quinta coluna</a>).</p>
<p>Foi noticiado o noivado de Aristógiton com Helena de Freitas Moitinho (1906 &#8211; 1975), filha de Domingos Moitinho (1871 &#8211; 19?) e Sarah de Freitas das Neves (1881 &#8211; 1948) (<a href="https://share.google/azkCNzv3OjVo81q1b" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 3 de setembro de 1932, primeira coluna</a>).</p>
<p>Domingos havia sido um dos fundadores do Fluminense, em 21 de julho de 1902, na casa de Horácio da Costa Santos (1880 -19?), na Rua Marquês de Abrantes, número 51. A sessão de fundação foi presidida por Manoel Rios (18? -19?) e secretariada por Oscar Cox (1880 &#8211; 1931) e Américo da Silva Couto (18? -19?). Ele foi eleito tesoureiro da primeira diretoria do clube (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/259063/137934" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 23 de agosto de 1952</a>). Já havia sido um dos fundadores, em 5 de fevereiro de 1895, do Grupo de Regatas Gragoatá (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/828599/58" target="_blank"><em>Semana Sportiva</em>, 3 de fevereiro de 1903, penúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/107670_02/6778" target="_blank"><em>O Imparcial</em>, 19 de junho de 1921, quarta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1933 -</strong> <span style="color: #000000;">F<span style="color: #333333;">oram publicadas fotos do casamento de</span> <span style="color: #333333;">Aristógiton e Helena</span></span></span> (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/084859/22618" target="_blank"><em>A Scena Muda</em>, 28 de março de 1933</a>).</p>
<p><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<div id="attachment_43627" style="width: 458px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/084859/22618" target="_blank"><img class="size-full wp-image-43627" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristógiton1.jpg" alt="Aristógiton e Helena no dia do casamento / Scena Muda, 27 de março de 1933" width="448" height="530" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/084859/22618" target="_blank">Aristógiton e Helena no dia do casamento / <em>A Scena Muda</em>, 28 de março de 1933</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43628" style="width: 724px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/084859/22618" target="_blank"><img class="wp-image-43628 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristógiton2.jpg" alt="aristógiton2" width="714" height="535" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/084859/22618" target="_blank">Helena com suas damas de honra /<em> A Scena Muda</em>, 28 de março de 1933</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A família de Laura era muito rica e foi contra o casamento. O avô de Laura, também chamado Domingos Moitinho (c. 1825 &#8211; 1895) era português, migrou para o Brasil, onde fez fortuna, e tornou-se comendador. Era o diretor da Estrada de Ferro de Teresópolis e estava presente no dia da fundação da cidade e foi também proprietário da Estrada de Ferro de Bananal, que adquiriu em 1891. A estação ferroviária de Bananal, com dois pavimentos, toda importada da Bélgica e montada aqui, cujas chapas, até no telhado, são metálicas, e o assoalhos são de pinho de Riga, foi uma doação do comendador. Em 1893, adquiriu de Domiciana Maria de Almeida (18? -?), viúva de Manoel de Aguiar Valim (18? &#8211; 1878), a Fazenda Resgate, em Bananal, desde 1969 tombada pelo IPHAN, além de outros bens, que posteriormente hipotecou. Foi proprietário de diversas empresas (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/103730_03/12392" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 28 de julho de 1895, sexta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43825" style="width: 769px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://domingosmoitinho.blogspot.com/" target="_blank"><img class="wp-image-43825 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristogiton231.jpg" alt="Foto da inauguração de Teresópolis. O comendador Domingos Moitinho está sentado com um chapéu da mão" width="759" height="513" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://domingosmoitinho.blogspot.com/" target="_blank">O comendador Domingos Moitinho, avô de Laura, mulher de Aristógiton, está sentado com um chapéu da mão, 6 de julho de 1890. Legenda: Várzea, 1890 &#8211; Praça Santa Thereza, hoje Balthazar da Silveira. Assinatura, aos 6 de Julho de 1890, do Decreto de elevação de Therezópolis à cidade pelo então Governador do Estado do Rio de Janeiro, Dr. Francisco Portella, que para ela transferiu a capital do Estado por Decreto de 5 de Outubro seguinte. 1) Sr. Figueiredo; 2) Dr. 3) Sr. Palhares: 4) Pintor Nicoláo Facchinetti; 5) Barão de Mesquita, Presidente da Companhia EF Therezopolis; 6) Dr. Francisco Portella, Governador do Estado; 7) Alferes João Crisóstomo; 8) Dr. Godofredo Cunha, Chefe de Polícia do Estado, depois Ministro do Supremo Tribunal Federal; 9) Francisco P. dos Santos Leal, farmacêutico local; 10) Engenheiro Floresta de Miranda; 11) Joaquim de Abreu Lacerda, antigo redator do Jornal do Commercio; 12) Domingos Moitinho, Diretor da Cia. EF Therezópolis; 13) José Bandeira Vianna, depois Colecionador Estadual; 14) Capitão Silva Brandão; 15) Major Eloy; 16) Félix Cardoso da Silva, guarda livros da Cia. EF Therezópolis / THEREZOPOLIS, de Armando Vieira, 1938, Irmãos Pongetti Editores</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aristógiton e Laura tiveram sete filhos: Marcus Moitinho Malta (1933 &#8211; 1977), Maryse Malta Muller (1935 &#8211; ), Mauro Moitinho Malta (1937 &#8211; ), Marcelo Moitinho Malta (1940 &#8211; 2020), Marcio Moitinho Malta (1946 -), Antonio Carlos Moitinho Malta (1947 &#8211; 1950) e Monica Moitinho Malta (1952 -1952) (Site Family Search; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/348970_05/1143" target="_blank"><em>A Noite</em>, 31 de março de 1950, penúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/348970_05/17050" target="_blank">6 de fevereiro de 1953, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/348970_05/29276" target="_blank">24 de março de 1955, segunda coluna</a>),</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43814" style="width: 501px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristogiton20.jpg"><img class="size-full wp-image-43814" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristogiton20.jpg" alt="Helena, mulher de Aristógiton, com Marcus e Maryse, os primeiros filhos do casal, c. 1935. Rio de Janeiro, RJ / Acervo pessoal de Maryse Muller" width="491" height="449" /></a><p class="wp-caption-text">Helena, mulher de Aristógiton, com Marcus e Maryse, os primeiros filhos do casal, c. 1935. Rio de Janeiro, RJ / Acervo pessoal de Maryse Muller</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aristógiton seguia como auxiliar de fotografia da Diretoria de Engenharia Geral da Prefeitura do Rio de Janeiro, enquanto seu pai e João Montenegro Cordeiro eram fotógrafos (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_05/37921" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 9 de novembro de 1933, terceira coluna</a>).</p>
<p>Era um dos sócios da firma Barros, Malta e Cia de comércio de materiais para construção, na Rua do Rosário, 52. Os outros sócios eram José de Barros e Agostinho Rodrigues Torres (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_04/17085" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 22 de junho de 1933, última coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1936</strong></span> – Em 25 de agosto, Augusto Malta aposentou-se da Prefeitura e foi substituído por Aristógiton, a partir de 9 de setembro do mesmo ano.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1937</strong></span> &#8211; Seu irmão, Uriel, passou a trabalhar com ele. Entre este ano e a década de 1950, os irmãos fotografaram exaustivamente as reformas urbanas realizadas no Rio de Janeiro.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1938</strong></span> – O prefeito, Henrique Dodsworth (1895 &#8211; 1975), fixou os rendimentos de Aristógiton, que era o chefe do Gabinete Fotográfico da Prefeitura do Distrito Federal (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_05/83184" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 15 de março de 1938, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093092_02/35801" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 25 de agosto de 1938, primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43816" style="width: 305px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristogiton22.jpg"><img class="size-full wp-image-43816" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristogiton22.jpg" alt="Aristógiton com sua filha Maryse, c. 1938. Rio de Janeiro, RJ / Acervo pessoal de Maryse Muller" width="295" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Aristógiton com sua filha Maryse, c. 1938. Rio de Janeiro, RJ / Acervo pessoal de Maryse Muller</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O presidente da República, Getúlio Vargas (1882 – 1954), visitou a “Feira de Amostras”,  uma exposição de diversas secretarias da Prefeitura do Rio de Janeiro. Um dos <em>stands</em> de maior sucesso foi o da Secretaria de Viação, Trabalho e Obras Públicas, que expôs fotos de autoria de Augusto Malta e de seu filho, Aristógiton (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=348970_03&amp;PagFis=58598"><em>A</em> <em>Noite</em>, 31 de outubro de 1938</a>, sob o título “A evolução do Rio através da fotografia”).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43658" style="width: 619px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/348970_03/58598" target="_blank"><img class="size-full wp-image-43658" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristógiton3.jpg" alt="A Noite, " width="609" height="527" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/348970_03/58598" target="_blank"><em>A Noite,</em> 31 de outubro de 1938</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1939</strong></span> &#8211; Visitou com Edson Passos, secretário-geral da Viação, do Trabalho e Obras Públicas do Rio de Janeiro, em Ribeirão das Lajes, a convite da firma Dahne &amp; Conceição que estava realizando as obras de melhoramentos de abastecimento de água na cidade, a fábrica de tubos da empresa, seguido de um almoço no Monumento Rodoviário (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/103730_06/22378" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 27 de junho de 1939, penúltima coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1940</strong></span> &#8211; Foi noticiado o aniversário do filho de Aristógiton, Marcus, cuja festa se realizaria na casa dos pais, em Ipanema (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/175102/18317" target="_blank"><em>A Batalha</em>, 9 de janeiro de 1940, primeira coluna</a>).</p>
<p>Aderiu ao almoço em homenagem a Jorge Dodsworth (1884 &#8211; 1974), secretário-geral de Administração, que ser realizaria, em 26 de setembro , no Clube Ginástico Português (<em>O GLOBO</em>, 25 de setembro de 1940, coluna).</p>
<p>Era candidato a integrar a União Beneficente dos Chauffeurs do Rio (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_02/3328" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 31 de outubro de 1940, terceira coluna</a>).</p>
<p>Foi de sua autoria uma fotomontagem publicada na revista <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/183245/10933" target="_blank"><em>Vamos Ler!</em>, de 28 de novembro de 1940</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43015" style="width: 565px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/183245/10933" target="_blank"><img class="size-full wp-image-43015" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/aristogiton2.jpg" alt="Vamos Ler!, 28 de novembro de 1940" width="555" height="453" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/183245/10933" target="_blank"><em>Vamos Ler!</em>, 28 de novembro de 1940</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1941</strong> </span>- Foi designado pelo prefeito, Henrique Dodsworth, como o fotógrafo da Comissão Técnica Especial da Avenida Presidente Vargas e Esplanada do Castelo (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_02/4412" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 6 de fevereiro de 1941, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_05/5070" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 6 de fevereiro de 1941, quinta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43014" style="width: 415px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/aristogiton1.jpg"><img class="size-full wp-image-43014" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/aristogiton1.jpg" alt="O Imparcial, 6 de fevereiro de 1941" width="405" height="505" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/107670_04/4983" target="_blank"><em>O Imparcial</em>, 6 de fevereiro de 1941</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi um dos nomeados pelo presidente da República, Getúlio Vargas, delegado do Brasil no II Congresso Interamericano de Municípios, que se realizaria, em Santiago do Chile, entre 15 e 22 de setembro de 1946 (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_05/8216" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 26 de agosto de 1941, segunda coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1947</strong></span> – Foi convocado a comparecer ao cartório da Comarca de Duque de Caxias para pagar prestações vencidas para a Companhia Frigoríficos Reunidos do Brasil (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_02/34321" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 5 de agosto de 1947, penúltima coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1948</strong></span> &#8211; O secretário-geral de Finanças da Prefeitura do Rio de Janeiro o designou para a Superintendência do Financiamento Urbanístico (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_02/39124" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 1º de junho de 1948, quinta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1949</strong></span> – Publicação da reportagem <em>Rui na intimidade</em>, com texto de Raymundo Athayde (1905 &#8211; 19?) e fotos de Augusto Malta e Aristógiton Malta (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/61456" target="_blank"><em>O Cruzeiro</em><span style="color: #0000ff;">, 12 de novembro de 1949</span></a><span style="color: #0000ff;">).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43660" style="width: 404px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/003581/61456" target="_blank"><img class="size-full wp-image-43660" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristógiton4.jpg" alt="O Cruzeiro, de 1938" width="394" height="534" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/003581/61456" target="_blank"><em>O Cruzeiro</em>, 12 de novembro de 1949</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1950</strong> </span>- Faleceu seu filho, Antônio Carlos (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/348970_05/1143" target="_blank"><em>A Noite,</em> 31 de março de 1950, penúltima coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1951</strong> </span>- Foi concedido a ele, pela Prefeitura, salário-família (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_06/4007" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 19 de julho de 1950, sexta coluna</a>).</p>
<p>Foi removido para o Departamento de Patrimônio da Secretaria de Finanças da Prefeitura (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_06/12483" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 9 de outubro de 1950, quarta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1953</strong></span> &#8211; Em sua residência, na Rua Redentor nº 330, em Ipanema, quase aconteceu uma tragédia. Seu filho, Marcelo, de 12 anos, brincando com um revólver, atirou em seu irmão, <span style="color: #333333;">Mauro</span>, de 15 anos. Felizmente, a bala atingiu a vítima de raspão (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/103730_08/12041" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 6 de fevereiro de 91953, primeira coluna</a>).</p>
<p>Nas eleições para a escolha da nova diretoria da Associação de Repórteres Fotográficos, quando Mozart Alves da Silva foi eleito presidente, empatou com com Raul Machado para o cargo de segundo presidente. Novas eleições seriam realizadas (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/116408/62655" target="_blank"><em>A Manhã</em>, 16 de abril de 1953, primeira coluna</a>).</p>
<p>Foi noticiado que uma foto de sua autoria do Estádio do Maracanã, produzida em 1950, estava nas paredes de todas as repartições da Prefeitura, no hall do Banco da Prefeitura, e também em hotéis em países da Europa, da América do Sul e nos Estados Unidos (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/348970_05/18597" target="_blank"><em>A Noite</em>, 18 de maio de 1953, primeira coluna</a>).</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1954</span> </strong>- Foi noticiado que Augusto Malta, que completaria 90 anos, em 14 de maio, havia deixado um arquivo com cerca de 100 mil fotos do Rio de Janeiro aos cuidados de Aristógiton (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/110523_05/28521" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 13 de maio de 1954, penúltima coluna</a>).</p>
<p>Aristógiton Malta faleceu, em 15 de agosto de 1954, no Rio de Janeiro. Na ocasião estava lotado na Sala de Imprensa do prefeito. Foi enterrado no Cemitério da Ordem Terceira do Carmo (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/348970_05/25904" target="_blank"><em>A Noite</em>, 16 de agosto de 1954, terceira coluna</a>, <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_03/34521" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 17 de agosto de 1954, sexta coluna</a>). Abaixo, seu Atestado de Óbito (Site Family Search).</p>
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<p style="text-align: center;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/aristogiton9.jpg"><img class="alignnone  wp-image-43063" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/aristogiton9.jpg" alt="aristogiton9" width="641" height="451" /></a><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/aristogiton10.jpg"><img class="wp-image-43064" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/aristogiton10.jpg" alt="aristogiton10" width="640" height="490" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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<div id="attachment_43242" style="width: 252px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/348970_05/25904" target="_blank"><img class="size-full wp-image-43242" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/aristogiton11.jpg" alt="A Noite, 16 de agosto de 1954" width="242" height="525" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/348970_05/25904" target="_blank"><em>A Noite</em>, 16 de agosto de 1954</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em nota do <em>O GLOBO</em>, foi noticiado que ele havia produzido durante o Campeonato Mundial de Futebol de 1950 a maior e mais difundida fotografia do Estádio do Maracanã.</p>
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<div id="attachment_43019" style="width: 230px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/aristogiton4.jpg"><img class="size-full wp-image-43019" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/aristogiton4.jpg" alt="O GLOBO, de 1954" width="220" height="347" /></a><p class="wp-caption-text"><em>O GLOBO</em>, 16 de agosto de 1954</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_42993" style="width: 698px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=348970_05&amp;pagfis=25931" target="_blank"><img class="size-full wp-image-42993" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/malta8.jpg" alt="A Noite, 17 de agosto de 1954" width="688" height="278" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=348970_05&amp;pagfis=25931" target="_blank"><em>A Noite</em>, 17 de agosto de 1954</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sua missa de 7º Dia foi celebrada na Igreja do Carmo, na Rua 1º de março, em 23 de agosto de 1954 (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/348970_05/25978" target="_blank"><em>A Noite</em>, 20 de agosto de 1954, primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43016" style="width: 581px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/093718_03/34588" target="_blank"><img class=" wp-image-43016" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/aristogiton3.jpg" alt="Diário de Notícias, 21 de agosto de 1954" width="571" height="383" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/093718_03/34588" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 21 de agosto de 1954</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Acompanhada de suas filha, a viúva de Aristógiton, Helena de Freitas Moutinho, esteve no gabinete do prefeito, Dulcídio do Espírito Santo Cardoso (1896 &#8211; 1978), para agradecer <em>as atenções dispensadas</em> e também às <em>providências para proteger seus filhos menores</em> (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_03/34726" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 27 de agosto de 1954, primeira coluna</a>).</p>
<p>Meses depois, em 30 de dezembro, foi efetuado o pagamento de encerramento da folha de pagamento de Aristógiton na Prefeitura (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_03/37724" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 30 de dezembro de 1954, primeira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1955</strong></span> &#8211; Foi noticiado o casamento de sua filha, Maryse, com Paulo Muller, engenheiro da Prefeitura (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/348970_05/29276" target="_blank"><em>A Noite</em>, 24 de março de 1955, segunda coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1975</strong></span> &#8211; Em 4 de março, falecimento de sua viúva, Laura Freitas Moutinho Malta (Registro Civil &#8211; Family Search).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristogiton181.jpg"><img class="  wp-image-43464 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/aristogiton181.jpg" alt="aristogiton18" width="752" height="390" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1989</strong> </span>- Na seção &#8220;O Leitor escreve&#8221;, publicação de um texto de Oromar Terra, que havia trabalhado no Palácio da Guanabara, na década de 1950. Em 1953, foi trabalhar na Sala de Imprensa do Palácio da Prefeitura como representante do jornal<em> Última Hora </em>e conheceu diversos fotógrafos, dentre eles Aristógiton Malta, de quem se tornou amigo. Segundo Oromar, Aristógiton <em>nasceu, viveu e morreu em silêncio, fotografando as migalhas que o pai lhe deixara </em>(<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/100439_12/81995" target="_blank"><em>O Fluminense</em>, 1º de setembro de 1989, primeira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>2004</strong></span> &#8211; Publicação da matéria <em>O Rio que ninguém viu, </em>de autoria de Marcia Cezimbra, sobre a descoberta feita por bisnetas de Augusto Malta e netas de Aristógiton, Lucca e Gabriela, de fotografias produzidas por eles (<em>O GLOBO</em>, 29 de novembro de 2004).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/aristogiton5.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-43020" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/aristogiton5.jpg" alt="aristogiton5" width="325" height="427" /></a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/aristogiton6.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-43021" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/aristogiton6.jpg" alt="aristogiton6" width="324" height="363" /></a></p>
<div id="attachment_43022" style="width: 321px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/aristogiton7.jpg"><img class="wp-image-43022 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/aristogiton7.jpg" alt="aristogiton7" width="311" height="324" /></a><p class="wp-caption-text"><em>O GLOBO</em>, 29 de novembro de 2004</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>2026</strong></span> &#8211; Em 27 de janeiro, sob a presidência do internacionalista e doutor em Ciência Política, Eliseu Santiago, em parceria com a Aprazível Edições, do jornalista, editor de livros, curador de museus e exposições, Leonel Kaz, o Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro lançou o livro digital <em><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=1" target="_blank">Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)</a>, </em>que revela<em> </em>um valioso e inédito acervo iconográfico da cidade do Rio no período do Estado Novo, sob a presidência de Getúlio Vargas (1882 – 1954). São fotografias inéditas produzidas por Aristógiton e Uriel. As imagens do livro resgatam a importância do trabalho dos filhos de Augusto Malta, que fotografaram os últimos anos da <em>belle époque</em> carioca assim como seu desaparecimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 607px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14354" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14354/CP-LE-AI-PC_004.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="597" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14354" target="_blank">Aristógiton Malta, s/d. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)&#8221;, do acervo do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro. Destaque para a identificação da casa de Tia Ciata</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 13:59:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica publica imagens inéditas do Rio de Janeiro, do acervo do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro (AGCRJ), instituição parceira do portal, desde abril de 2016, quando celebrávamos um ano de existência. Sob a presidência do internacionalista e doutor em Ciência Política, Eliseu Santiago, em parceria com a Aprazível Edições, do jornalista, editor de livros, curador de museus e exposições, Leonel Kaz, o AGCRJ lançou o livro digital "Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)", que revela um valioso e inédito acervo iconográfico da cidade do Rio no período do Es]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Brasiliana Fotográfica publica imagens inéditas do Rio de Janeiro, do acervo do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro (AGCRJ), instituição parceira do portal desde abril de 2016, quando celebrávamos um ano de existência. Sob a presidência do internacionalista e doutor em Ciência Política, Eliseu Santiago, em parceria com a Aprazível Edições, do jornalista, editor de livros, curador de museus e exposições, Leonel Kaz, o AGCRJ lançou o livro digital <em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945), </em>que revela<em> </em>um valioso e inédito acervo iconográfico da cidade do Rio no período do Estado Novo, sob a presidência de Getúlio Vargas (1882 &#8211; 1954).  A publicação reforça a importância da preservação e difusão do patrimônio histórico e iconográfico do Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_42917" style="width: 448px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=1" target="_blank"><img class="wp-image-42917 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/achados.jpg" alt="achados" width="438" height="531" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=1" target="_blank">Capa do livro digital <em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)</em></a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O livro digital está disponível gratuitamente no site do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro e da Aprazível Edições promovendo acessibilidade e difusão cultural. Foi financiado pelo Programa de Fomente à Cultura Carioca &#8211; PRÓ-CARIOCA LINGUAGENS, via Edição PNAB &#8211; Política Nacional Aldir Blanc. Lembramos aqui que o acervo do AGCRJ reúne cerca de quatro milhões de itens identificados, além de outros milhões de documentos, fotos e registros ainda em processo de organização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.rio.rj.gov.br/web/arquivogeral/achados-e-perdidos" target="_blank"><strong>Link para o livro digital <em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945) </em></strong></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Hoje a Brasiliana Fotográfica disponibiliza 20 das centenas de imagens publicadas no livro. A partir de recursos tecnológicos como a digitalização e o <em>zoom</em>, os registros fotográficos passam a ter outra visibilidade, podendo ser acessados em sua qualidade plena.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/441" target="_blank"><strong>Acessando o link para as fotografias publicadas no livro <em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937 -1945)</em> disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14339" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14339/5979.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="505" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14339" target="_blank">Provável autoria de Uriel Malta. Praça da República, 9 de maio de 1941. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. Vista panorâmica da Praça da República tomada do alto do Paço Municipal</a></p></div>
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<div style="width: 716px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14324" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14324/10674.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="706" height="505" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14324" target="_blank">Provável autoria de Uriel Malta. Praça da República, 24 de janeiro de 1944. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. Obras de redução da Praça da República para a abertura da Avenida Presidente Vargas</a></p></div>
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<p><em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945) </em>é o resultado de uma extensa pesquisa, da recuperação e da digitalização de imagens realizadas por diversos profissionais do AGCRJ. São fotografias inéditas produzidas pelos filhos de Augusto Malta (1864 &#8211; 1957) &#8211; Aristógiton (1904-1954) e Uriel (1910 – 1994). Augusto Malta foi, entre 1903 e 1936, o fotógrafo oficial da prefeitura do Rio de Janeiro &#8211; cargo criado para ele -, e o mais  importante cronista fotográfico da cidade nas primeiras décadas do século XX, responsável por um legado fotográfico incontornável.</p>
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<div style="width: 277px" class="wp-caption aligncenter"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Foto-do-Arquivo-recortada-267x300.jpg" alt="Foto do Arquivo recortada" width="267" height="300" /><p class="wp-caption-text">Anônimo. Augusto Malta. Rio de Janeiro. Acervo Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro</p></div>
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<p>Aristógiton Malta, nasceu em 1904, no Rio de Janeiro, e começou a auxiliar o pai na prefeitura, em 1925, ano em que Augusto, quando prestava um serviço para a Sul América, teve um de seus dedos dilacerados, devido a uma explosão ocasionada pelo <em>flash</em> de sua máquina fotográfica. Foi operado e ficou internado no Hospital da Ordem Terceira da Penitência. Aristógiton era filho da primeira esposa de Augusto, Laura Oliveira Campos (1874 &#8211; 1905).  Casou-se com Helena de Freitas Moutinho (1906 – 1975), em 1933. Em 25 de agosto de 1936, Augusto Malta aposentou-se da Prefeitura e foi substituído por ele, a partir de 9 de setembro do mesmo ano. Em 1938, O presidente da República, Getúlio Vargas (1882 – 1954), visitou a “Feira de Amostras”,  uma exposição de diversas secretarias da Prefeitura do Rio de Janeiro. Um dos <em>stands</em> de maior sucesso foi o da Secretaria de Viação, Trabalho e Obras Públicas, que expôs fotos de Augusto Malta e de seu filho, Aristógiton (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=348970_03&amp;PagFis=58598"><em>A</em> <em>Noite</em>, 31 de outubro de 1938</a>, sob o título “A evolução do Rio através da fotografia”). Foi noticiado que uma foto de sua autoria do Estádio do Maracanã estava nas paredes de todas as repartições da Prefeitura, no hall do Banco da Prefeitura, e também em hotéis em países da Europa, da América do Sul e nos Estados Unidos (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/348970_05/18597" target="_blank"><em>A Noite</em>, 18 de maio de 1953, primeira coluna</a>). Faleceu em 15 de agosto de 1954 (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/348970_05/18597" target="_blank"><em>A Noite</em>, 18 de maio de 1953, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_03/34521" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 17 de agosto de 1954, sexta coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_42799" style="width: 313px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/aristogiton.jpg"><img class="size-full wp-image-42799" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/aristogiton.jpg" alt="Aristogiton Malta (1896-1954) / Site Family Search" width="303" height="387" /></a><p class="wp-caption-text">Aristógiton Malta (1896-1954) / Site Family Search</p></div>
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<p>Uriel Malta nasceu, em 28 de setembro de 1910, no Rio de Janeiro, filho da segunda esposa de Augusto, Celina Augusta Verscheuren (1884 – 1969). Passou a trabalhar com o irmão, no Serviço de Fotografia da Prefeitura, em 1937. Já era casado com Hilda de Abreu em 1944. Foi fotógrafo da Prefeitura até fins da década de 1960 e, em 1970, teve assinada a apostila <em>fixando os proventos anuais de inatividade</em>. Uriel faleceu, em Magé, em 5 de agosto de 1994 (Registro Civil do Rio de Janeiro, Site Family Search; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/103730_06/5372" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 4 de julho de 1935, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_05/73665"><em>Jornal do Brasil</em>, 12 de março de 1937, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_04/73653" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 3 de abril de 1968, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_04/78362" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 20 de outubro de 1968, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_04/80888" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 31 de janeiro de 1969, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_05/1993" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 7 de abril de 1970, última coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_42797" style="width: 296px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/urielmalta.jpg"><img class="size-full wp-image-42797" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/urielmalta.jpg" alt="Uriel Malta / Site Family Search" width="286" height="477" /></a><p class="wp-caption-text">Uriel Malta / Site Family Search</p></div>
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<p>O trabalho de Aristógiton e Uriel ficou durante muitas décadas à sombra da extraordinária obra de seu pai. As imagens de <em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)</em> resgatam a importância do trabalho dos filhos de Augusto Malta, que fotografaram os últimos anos da <em>belle époque</em> carioca assim como seu desaparecimento.</p>
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<div id="attachment_42943" style="width: 356px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=291" target="_blank"><img class="wp-image-42943 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/dods3.jpg" alt="Aristogiton e Ariel Malta / " width="346" height="236" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=291" target="_blank">Aristógiton e Uriel Malta / <em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)</em>, página 288 &#8211; Acervo AGCRJ</a></p></div>
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<p>O lançamento do livro digital foi realizado, em 27 de janeiro último, por Elizeu Santiago e Leonel Kaz, em um evento no AGCRJ. Em seguida, o professor Antonio Edmilson Martins Rodrigues proferiu a palestra <em>Reformas Urbanas e Cultura no Rio do Estado Novo. </em>O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro (CAU/RJ), entidade que apoiou a publicação do livro, foi representada pelo seu presidente, Sydnei Menezes. No dia seguinte, foi realizada uma roda de conversa sob o tema <em>O Rio de Janeiro no Estado Novo: uma perspectiva iconográfica</em>, com os professores Pedro Marreca e Rafael Martins de Araujo, gerente e sub-gerente de Pesquisa do AGCRJ, respectivamente.</p>
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<div style="width: 604px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14342" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14342/10155.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="594" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14342" target="_blank">Provável autoria de Uriel Malta. Magazine Parc Royal, 14 de julho de 1943 . Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. Aspecto do edifício da Magazine Parc Royal durante sua demolição</a></p></div>
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<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14336" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14336/5776.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="502" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14336" target="_blank">Provável autoria de Uriel Malta. Abertura da Avenida Brasil, 3 de abril de 1941. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. Trabalhadores durante obras para abertura da Avenida Brasil. Ao fundo, à esquerda, o Pavilhão Mourisco, ocupado pela Fundação Oswaldo Cruz.</a></p></div>
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<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14329" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14329/3399.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="514" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14329" target="_blank">Provável autoria de Uriel Malta. Avenida Delfim Moreira, 25 de abril de 1940. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. Trabalhadores durante obras de canalização da Avenida Delfim Moreira, no Leblon</a></p></div>
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<p>O lançamento do livro digital foi antecedido pelo resgate de cerca de 14 mil imagens &#8211; em positivos com nitrato de prata e negativos &#8211; distribuídas em 11 álbuns, que ainda estão em tratamento arquivístico e que futuramente serão disponibilizadas nos bancos de dados do AGCRJ. Foi uma das descobertas mais relevantes realizadas pela instituição nos últimos anos. As imagens capturam as transformações urbanas, culturais e sociais do Rio de Janeiro, entre 1937 e 1945, quando o interventor do então Distrito Federal, o Rio de Janeiro, era Henrique Dodsworth (1895 &#8211; 1975).</p>
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<div id="attachment_42940" style="width: 397px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=26" target="_blank"><img class="wp-image-42940 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/dods.jpg" alt="&quot;Achados e Perdidos&quot;, página 24." width="387" height="272" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=26" target="_blank">O presidente da República, Getúlio Vargas, e o interventor do Distrito Federal, Henrique Dodsworth, visitam o Instituto de Educação por ocasião do batismo de fogo da Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial , 1944. Rio de Janeiro, RJ /<em> Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)</em>, página 24 &#8211; Acervo AGCRJ</a></p></div>
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<p>Retratam um período de grandes transformações na cidade do Rio: por exemplo, a abertura da<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27822" target="_blank"> Avenida Presidente Vargas</a> e da Avenida Brasil, a expansão dos subúrbios, a urbanização da Pavuna e da Zona Sul, a finalização da esplanada do Castelo e a inauguração do Jardim de Alah. Mais de 500 edifícios desapareceram.</p>
<div class="x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a"></div>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14334" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14334/5574.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="505" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14334" target="_blank">Provável autoria de Uriel Malta. Esplanada do Castelo, 15 de março de 1941. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Essas obras realizadas na região pela Prefeitura do Rio de Janeiro reduziram muito a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27390" target="_blank">Praça Onze de Junho</a>. Logo no início da década de 40, durante o Estado Novo, o então presidente Getúlio Vargas (1882 – 1954) decidiu construir a avenida Presidente Vargas e, pelo projeto, os quarteirões entre as ruas Visconde de Itaúna e Senador Eusébio desapareceriam para sua abertura (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/94123" target="_blank"><em>O Malho</em>, dezembro de 1941</a>).</p>
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<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14341" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14341/6616.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="508" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14341" target="_blank">Provável autoria de Uriel Malta. Abertura da Avenida Presidente Vargas, 14 de outubro de 1941. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. Aspecto da Rua Visconde de Itaúna com prédios já demolidos para abertura da Avenida Presidente Vargas. Ao fundo, a torre do relógio da Central do Brasil, ainda em obras</a></p></div>
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<p>Começaram as demolições. Inúmeras famílias foram desalojadas, prédios foram derrubados, dentre eles algumas construções históricas, como a<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26587" target="_blank"> Igreja de São Pedro dos Clérigos.</a></p>
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<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14343" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14343/10613.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="520" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14343" target="_blank">Provável autoria de Uriel Malta. Igreja de São Pedro dos Clérigos, 9 de janeiro de 1944. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. Obras de demolição para abertura da Avenida Presidente Vargas. Destaque para Igreja de São Pedro dos Clérigos, trecho da Avenida Rio Branco e, ao fundo, a Igreja da Candelária</a></p></div>
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<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14332" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14332/4914.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="507" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14332" target="_blank">Provável autoria e Uriel Malta. Rua Visconde de Itaúna, 19 de fevereiro de 1941. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. Aspecto da Rua Visconde de Itaúna, esquina com a Rua General Caldwell</a></p></div>
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<div style="width: 718px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14338" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14338/5962.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="708" height="505" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14338" target="_blank">Provável autoria de Uriel Malta. Edifício demolido &#8211; Rua Visconde de Itaúna, 22-24, 6 de maio de 1941. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. Trabalhadores durante remoção de escombros dos edifícios de número 22 e 24 da Rua Visconde de Itaúna.</a></p></div>
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<p>O segundo trecho da nova avenida foi concluído em 10 de novembro de 1942; e, em 10 de novembro de 1943, foi batizada de Presidente Vargas. Finalmente, em 7 de setembro de 1944, foi inaugurada (<em>O Malho</em>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/95124" target="_blank">dezembro de 1942</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/95489" target="_blank">abril de 1943</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/96145" target="_blank">dezembro de 1943</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_06/24751" target="_blank"><em>O País</em>, 10 de novembro de 1943</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_06/29331" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 8 de setembro de 1944</a>).</p>
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<div id="attachment_42817" style="width: 418px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/030015_06/29331" target="_blank"><img class="size-full wp-image-42817" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/omalho1.jpg" alt="Jornal do Brasil, 8 de setembro de 1944" width="408" height="533" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/030015_06/29331" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 8 de setembro de 1944</a></p></div>
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<p>Na fotografia abaixo, foi identificada a casa da lendária Tia Ciata (1854 – 1924), Hilária Batista de Almeida, localizada na Rua Visconde de Itaúna, 117.</p>
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<div id="attachment_42816" style="width: 713px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14333" target="_blank"><img class="wp-image-42816" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/tiaciata.jpg" alt="Provável autoria de Uriel Malta. Rua Visconde de Itaúna, . Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. A casa de Tia Ciata é a número 17" width="703" height="513" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14333" target="_blank">Provável autoria de Uriel Malta. Rua Visconde de Itaúna, 19 de fevereiro de 1941. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. A casa de Tia Ciata éstá identificada pelo número 117</a></p></div>
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<p>A casa ficava na região da Pequena África do Brasil, expressão baseada numa afirmação do cantor e pintor Heitor dos Prazeres (1898 – 1966) se referindo à área que começava no Porto do Rio de Janeiro e abrangia os atuais bairros da Saúde, Estácio, Santo Cristo, Gamboa e Cidade Nova, até a Praça Onze de Junho. Foi lá que, a partir da década de 1870, a comunidade baiana se estabeleceu no Rio de Janeiro, fazendo da área um local de concentração de diversas manifestações da cultura afro-brasileira. Havia também as tias Bebiana, Carmen e Mônica, dentre outras, que fizeram de suas casas pontos de referência e de convívio, que garantiram a manutenção das tradições africanas na cidade. Nessas casas eram cultuadas a música e a religiosidade afro-brasileira. As casas de Tia Prisciliana, mãe de João da Baiana (1887-1974), e, principalmente, a de Tia Ciata, considerada a matriarca do samba, foram espaços fundamentais da música popular carioca e eram frequentados por Donga, Pixinguinha (1897 – 1973), João da Baiana (1887-1974), o jornalista e dramaturgo <em>Vagalume</em>, pseudônimo de Francisco Guimarães (c. 1880 &#8211; 1946), e agitadores culturais como, por exemplo, Hilário Jovino (1873- 1933), Germano Lopes da Silva (? &#8211; 1933), o compositor e jornalista Mauro de Almeida(1882 -1956), dentre outros. Foi também na Pequena África que a <em>Deixa Falar</em>, considerada a primeira escola de samba, foi fundada, em 12 de agosto de 1928, pelos sambistas Bide, Mano Edgar, Brancura, Baiaco, dentre outros, além de Ismael Silva, que reivindicava a autoria da expressão <em>escola de samba</em>.</p>
<p>Na época da demolição, a Praça Onze não era apenas um logradouro carioca, mas uma espécie de bairro, pois englobava todas as ruas das imediações. Hoje, esta importante referência na história da formação do Rio de Janeiro, da cultura brasileira e da criação do samba, não existe mais, porém sua região continua sendo importante para o samba: o Sambódromo e o Terreirão do Samba, inaugurados em 1984 e 1991, respectivamente, estão localizados na área. Da Praça Onze resta um pequeno jardim, onde foi instalado um monumento em homenagem a<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17370" target="_blank"> Zumbi</a>, em 1986.</p>
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<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14325" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14325/586.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="512" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14325" target="_blank">Aristógiton Malta. Mesa do Imperador, 14 de julho de 1938. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. Trabalhadores durante obras na Mesa do Imperador, localizada no Parque Nacional da Tijuca</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14328" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14328/2897.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="498" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14328" target="_blank">Provável autoria de Uriel Malta. Rua do Lavradio, 30 de janeiro de 1940, Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. Aspecto da Rua do Lavradio após enchente, em quadra compreendida entre a Rua do Rezende e a Avenida Mém de Sá. Vê-se, ao fundo, Hospital da Ordem do Carmo e morro de Santa Tereza</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14326" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/14326/596.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="520" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/14326" target="_blank">Aristógiton Malta. Esplanada do Castelo, 14 de julho de 1938. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ. Panorâmica da Esplanada do Castelo. À esquerda, o prédio do Ministério da Agricultura. Ao fundo, o Aeroporto Santos Dumont em obras</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_42945" style="width: 653px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=102" target="_blank"><img class="wp-image-42945 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/dods4.jpg" alt="Obras no antigo terminal de bondes no Largo da Carioca, conhecido como o Tabuleiro da Baiana, 8 de fevereiro de 1939 / Achados e Perdidos, página. À direita, o prédio do Liceu Literário Português e a escultura da águia do Teatro Municipal" width="643" height="481" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=102" target="_blank">Obras no antigo terminal de bondes no Largo da Carioca, conhecido como o Tabuleiro da Baiana. À direita, o prédio do Liceu Literário Português e a escultura da águia do Teatro Municipal, 8 de fevereiro de 1939. Rio de Janeiro, RJ / <em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)</em>, página 101 &#8211; Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_42949" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=136" target="_blank"><img class=" wp-image-42949" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/dods5.jpg" alt="Praça da Bandeira alagada, 29 de janeiro de 1940. Rio de Janeiro, RJ / Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945), página 134" width="700" height="420" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=136" target="_blank">Praça da Bandeira alagada, 29 de janeiro de 1940. Rio de Janeiro, RJ / <em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)</em>, página 134 &#8211; Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_42951" style="width: 688px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=144" target="_blank"><img class="size-full wp-image-42951" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/dods6.jpg" alt="Sede do Cordão da Bola Preta, na Rua 13 de maio, 31 de dezembro de 1941. Rio de Janeiro, RJ / " width="678" height="502" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=144" target="_blank">Sede do Cordão da Bola Preta, na Rua 13 de maio, 31 de dezembro de 1941. Rio de Janeiro, RJ /<em>Achados e perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945),</em> página 143 &#8211; Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_42953" style="width: 680px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=194" target="_blank"><img class="size-full wp-image-42953" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/dods7.jpg" alt="Canalização em Botafogo.  Obras de melhoramentos urbanos na orla de Botafogo. Destaque para o frentista postado diante da antiga bomba de gasolina da Empresa Nacional de Petróleo. Rio de Janeiro, RJ / Achados e perdidos: imagens inéditas o Rio de Janeiro (1937-1945, página" width="670" height="497" /></a><p class="wp-caption-text">C<a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=194" target="_blank">analização Botafogo. Obras de melhoramentos urbanos na orla de Botafogo. Destaque para o frentista postado diante da antiga bomba de gasolina da Empresa Nacional de Petróleo, 17 de junho de 1940. Rio de Janeiro, RJ / Achados e perdidos: imagens inéditas o Rio de Janeiro (1937-1945, página 193 &#8211; Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_42962" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=87" target="_blank"><img class=" wp-image-42962" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/dods9.jpg" alt="Duas fotografias do relógio da Central do Brasil. A primeira de 1941 e a segunda, produzida após a" width="700" height="420" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=87" target="_blank">Duas fotografias do relógio da Central do Brasil. Rio de Janeiro, RJ / <em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro</em> (1937 &#8211; 1945), página 85- Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_42974" style="width: 677px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=222" target="_blank"><img class="size-full wp-image-42974" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/dods12.jpg" alt="Rua Copacabana, atual Avenida Nossa Senhor de Copacabana, 2 de janeiro de 1939. Rio de Janeiro, RJ / Achados e Perdios: imagens inéditas o Rio de Janeiro (1937-1945 - Acervo AGCRJ" width="667" height="488" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=222" target="_blank">Rua Copacabana, atual Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 2 de janeiro de 1939. Rio de Janeiro, RJ / <em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)</em> , página 220- Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_42977" style="width: 850px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=241" target="_blank"><img class="wp-image-42977 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/dods13.jpg" alt="dods13" width="840" height="301" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=241" target="_blank">Jardim de Alah, 8 de janeiro de 1942. Rio de Janeiro, RJ / <em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)</em>, páginas 238 e 239 &#8211; Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_42978" style="width: 656px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=242" target="_blank"><img class="size-full wp-image-42978" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/dods14.jpg" alt="Avenida Vieira Souto, Ipanema, 1938. Rio de Janeiro, RJ / Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945), página - Acervo AGCRJ" width="646" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=242" target="_blank">Avenida Vieira Souto, Ipanema, 21 de novembro de 1938. Rio de Janeiro, RJ / <em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)</em>, página 240 e 241 &#8211; Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_42979" style="width: 393px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=271" target="_blank"><img class=" wp-image-42979" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/dods15.jpg" alt="Estrqada VElha da Pavuna, 22 de junho de 1938. Rio de Janeiro, RJ / Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945), página - Acervo AGCRJ" width="383" height="259" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://online.fliphtml5.com/yrpqc/yeos/#p=271" target="_blank">Estrada Velha da Pavuna, 22 de junho de 1938. Rio de Janeiro, RJ / Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945), página 269 &#8211; Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>São esses os profissionais responsáveis pelo extraordinário <em>Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)</em>:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/dods16.jpg"><img class=" size-full wp-image-42989 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/dods16.jpg" alt="dods16" width="544" height="473" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O livro físico foi lançado em 14 de julho de 2026, no Palácio da Cidade, no Rio de Janeiro, Na ocasião, discursaram Lucas Padilha, secretário de Cultura do Rio de Janeiro, e Eliseu Santiago, como já mencionado, presidente do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro (informação inserida no texto em 14 de julho de 2026).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C.T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>BUENO, Eduardo. <a href="https://www.youtube.com/watch?v=n7sz5MRGifI" target="_blank"><em>TIA CIATA E A PRAÇA ONZE: COMO SURGIRAM AS ESCOLAS DE SAMBA</em></a></p>
<div data-google-query-id="CLr-gJDN5vYCFbMEuQYdOcwKOw">
<p><a href="https://diariodorio.com/historia-da-avenida-presidente-vargas/" target="_blank">Diário do Rio – Avenida Presidente Vargas</a></p>
</div>
<p><a href="https://diariodorio.com/historia-da-praca-onze/" target="_blank">Diário do Ri0 – Praça Onze</a></p>
<p>Dicionário de Música Cravo Alvim</p>
<p>GERSON, Brasil. <em>História das Ruas do Rio</em>. Rio de Janeiro: Bem-Te-Vi, 2013.</p>
<p><a href="https://www.bn.gov.br/explore/acervos/hemeroteca-digital" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>MALAMUD, Samuel. <em>Recordando a Praça Onze</em>. 1ª edição, Rio de Janeiro, Editora Kosmos, 1988</p>
<p>MOURA, Roberto. <i>Tia Ciata e a pequena África no Rio de Janeiro</i>. Rio de Janeiro: Funarte, 1983.</p>
<p>SILVA, Beatriz Coelho. <em>Negros e Judeus na Praça Onze. A História que não ficou na memória</em>. Rio de Janeiro : Bookstart, 2015.</p>
<p><a href="https://www.rio.rj.gov.br/web/arquivogeral/seminario-e-lancamento-do-livro-achados-e-perdidos" target="_blank">Site Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro</a></p>
<p>Site Family Search</p>
<p>WANDERLEY, Andrea C.T. <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank"><em>O alagoano Augusto Malta, fotógrafo oficial do Rio de Janeiro entre 1903 e 1936</em></a> in Brasiliana Fotográfica, 10 de julho de 2015.</p>
<p>__________________. <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27390" target="_blank">Série </a>“<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27390" target="_blank">O Rio de Janeiro desaparecido” XVIII – <em>A Praça Onze </em></a>in Brasiliana Fotográfica, 20 de abril de 2022<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27390" target="_blank">.</a></p>
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		<title>Becos cariocas</title>
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		<pubDate>Wed, 03 May 2017 14:50:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
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		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Edmundo]]></category>
		<category><![CDATA[O Rio de Janeiro do meu tempo]]></category>
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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica traz algumas imagens do Rio de Janeiro de antigamente. São fotografias de becos cariocas produzidas pelo fotógrafo Augusto Malta (1864 - 1957) e por seu filho Aristógiton Malta (1904-1954), que pertencem ao acervo do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, um dos parceiros do portal. São registros dos becos da Batalha, dos Ferreiros, da Fidalga, da Música, do Paço e do Rosário, todos no Centro. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="width: 357px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4299" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4299/BR%20RJAGCRJ.SGEC.DHD.AM.PDF.PURM.NG.2113.6186.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="347" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4299" target="_blank">Augusto Malta. Beco do Paço, 1º de agosto de 1941. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>A Brasiliana Fotográfica traz algumas imagens do Rio de Janeiro de antigamente. São fotografias de becos cariocas produzidas pelo fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</a> e por seu filho Aristógiton Malta (1904-1954), que pertencem ao acervo do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4991" target="_blank">Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro</a>, um dos parceiros do portal. São registros dos becos da Batalha, dos Ferreiros, da Fidalga, da Música, do Paço e do Rosário, todos no Centro. Alguns deles foram citados pelo historiador e memorialista Luiz Edmundo (1878 &#8211; 1961) no livro <em>O Rio de Janeiro do meu tempo </em>(1938), na descrição do aspecto das ruas cariocas do período colonial e do ínicio do século XX: <em>As ruelas que se multiplicam para os lados da Misericórdia &#8211; Cotovelo, Fidalga, Ferreiros, Música, Moura e Batalha &#8211; são estreitas, com pouco mais de metro e meio de largura. São sulcos tenebrosos que cheiram a mofo, a pau-de-galinheiro, a sardinha frita e suor humano</em>.</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/106" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de becos cariocas disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">Um pouco da história desses becos</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;">Beco da Batalha, dos Ferreiros e da Fidalga</span>: ficavam no bairro da Misericórdia e não existem mais. A origem do nome do Beco da Batalha foi a existência de um oratório dedicado à devoção de Nossa Senhora da Batalha no próprio beco ou no largo do mesmo nome. No Beco dos Ferreiros moravam muitos chineses e em suas casas se fumava ópio. No Beco da Fidalga morava dona Maria Antônia de Alencastro, parente do militar português Gomes Freire (1757 -1817).</p>
<p><span style="color: #800000;">Beco da Música</span>: também no antigo bairro da Misericórdia, liga a avenida Antônio Carlos à rua Dom Manuel.  Seu nome era Beco do Administrador, mas foi rebatizado como Beco da Música, quando músicos do Regimento do Moura, aquartelados nas vizinhanças, passaram a ensaiar no local onde havia sido a sede da administração do monopólio do sal. Segundo o historiador Felisberto Freire (1858 &#8211; 1916), nele estiveram os portões do Rio de Janeiro, no século XVI, quando a cidade &#8220;malnascida no Castelo, dispunha embaixo, na várzea, de uma muralha para melhor protegê-la&#8221;.</p>
<p><span style="color: #800000;">Beco do Paço</span>: ficava perto da rua Dom Manuel e foi destruído para a abertura da rua Erasmo Braga.</p>
<p><span style="color: #800000;">Beco do Rosário</span>: fica perto da rua Reitor Azevedo Amaral. Foi em uma lanchonete situada no beco que, em 1967, num sábado de Aleluia, começou um incêndio que destruiu grande parte da Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">Fontes:</span></strong></p>
<p>EDMUNDO, Luiz. <em>O Rio de Janeiro do meu tempo</em>. Rio de Janeiro:Editora: Imprensa Nacional, 1938.</p>
<p>COSTALLAT, Benjamim. <em>Mistérios do Rio</em>. Rio de Janeiro:Biblioteca Carioca, Secretaria Municipal de Cultura, 1995.</p>
<p>GERSON, Brasil. História das Ruas do Rio. Rio de Janeiro:Bem-Te-Vi, 2013.</p>
<p><a href="http://www.rioecultura.com.br/coluna_patrimonio/coluna_patrimonio.asp?patrim_cod=53" target="_blank">Site Rio &amp; Cultura</a></p>
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		<title>Dia da Bandeira do Brasil</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Nov 2016 03:45:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Francisco Luis da Silva Campos]]></category>
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		<category><![CDATA[história do Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica homenageia a bandeira nacional com uma imagem produzida pelo fotógrafo Aristógiton Malta (1904-1954) da comemoração do cinquentenário do Dia da Bandeira, ocorrida em 19 de novembro de 1939. A fotografia é de um aspecto da celebração da efeméride com a presença do presidente Getúlio Vargas (1882 - 1954), no campo do Russell (Correio da Manhã, 21 de novembro de 1939). Aristógiton Malta era filho do importante cronista fotográfico do Rio de Janeiro da primeira metade do século XX, Augusto Malta (1864 - 1957), que foi fotógrafo da prefeitura da cidade, entre 1903 e 1936. Aristógiton começou a trabalhar como seu assistente, em 1925, e, em 25 de agosto de 1936, quando seu pai se aposentou, o substituiu. A fotografia destacada pertence ao Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, acervo integrante do portal Brasiliana Fotográfica.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="width: 716px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4340" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4340/BR%20RJAGCRJ.SGEC.DHD.AM.PDF.PARM.NG.1998.2440.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="706" height="515" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4340" target="_blank">Aristógiton Malta. Comemoração aos 50 Anos da Bandeira Nacional, 19 de novembro de 1939. Rio de Janeiro, RJ / Acervo do AGCRJ</a></p></div>
<p>A Brasiliana Fotográfica homenageia a bandeira nacional com uma imagem produzida pelo fotógrafo Aristógiton Malta (1904-1954) da comemoração do cinquentenário do Dia da Bandeira, ocorrida em 19 de novembro de 1939. A fotografia é de um aspecto da celebração da efeméride com a presença do presidente Getúlio Vargas (1882 &#8211; 1954), no campo do Russell (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/55086" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 21 de novembro de 1939</a>). Aristógiton Malta era filho do importante cronista fotográfico do Rio de Janeiro da primeira metade do século XX, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta</a> (1864 &#8211; 1957), que foi fotógrafo da prefeitura da cidade, entre 1903 e 1936. Aristógiton começou a trabalhar como seu assistente, em 1925, e, em 25 de agosto de 1936, quando seu pai se aposentou, o substituiu. A fotografia destacada pertence ao <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4991" target="_blank">Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro</a>, acervo integrante do portal Brasiliana Fotográfica.</p>
<p>O portal<strong> </strong>identificou<strong> </strong>na imagem o ministro da Guerra, Eurico Gaspar Dutra (1883 &#8211; 1974), o ministro da Marinha, Aristides Guilhem (1875 &#8211; 1949), ambos fardados, estando o primeiro de gravata e segurando o <em>cap. </em>Logo à esquerda e atrás do presidente Getúlio Vargas, com um lenço na lapela, está, de óculos, o ministro da Educação, Gustavo Capanema (1900 &#8211; 1985). O outro ministro usando óculos, alinhado com Getúlio, é Francisco Luís da Silva Campos (1891 &#8211; 1968), da Justiça e dos Negócios Interiores.</p>
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