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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Rua 7 de Setembro</title>
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		<title>Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; XIX &#8211; A Rua dos Ourives, atual Miguel Couto, no centro do Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 11:22:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Augusto Malta]]></category>
		<category><![CDATA[Avenidas e ruas do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Rua 7 de Setembro]]></category>
		<category><![CDATA[Rua dos Ourives]]></category>
		<category><![CDATA[Rua Miguel Couto]]></category>
		<category><![CDATA[Série "Avenidas e ruas do Brasil"]]></category>

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		<description><![CDATA[No 19° artigo da série "Avenidas e ruas do Brasil", o destaque são as fotos da Rua dos Ourives realizadas pelo fotógrafo alagoano Augusto Malta (1864-1957) que, em 1903, tornou-se o fotógrafo oficial da prefeitura do Rio de Janeiro, cargo criado para ele. Passou a documentar a radical mudança urbanística promovida pelo então prefeito da cidade, Francisco Pereira Passos (1836-1913), período que ficou conhecido como o “bota-abaixo”. Augusto Malta trabalhou na Prefeitura até 1936, quando se aposentou. Foi o principal fotógrafo da evolução urbana do Rio nas primeiras décadas do século XX.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9419" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9419/037SL03070.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="505" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9419" target="_blank">Augusto Malta. Rua 7 de Setembro, esquina com a Rua dos Ourives (atual Miguel Couto), 1903. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No 19° artigo da série <em>Avenidas e ruas do Brasil</em>, o destaque são as fotos da Rua dos Ourives realizadas pelo fotógrafo alagoano <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864-1957)</a> que, em 1903, tornou-se o fotógrafo oficial da prefeitura do Rio de Janeiro, cargo criado para ele. Passou a documentar a radical mudança urbanística promovida pelo então prefeito da cidade, Francisco Pereira Passos (1836-1913), período que ficou conhecido como o “bota-abaixo”. Augusto Malta trabalhou na Prefeitura até 1936, quando se aposentou. Foi o principal fotógrafo da evolução urbana do Rio nas primeiras décadas do século XX.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_1568" style="width: 480px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/malta_destaque.png"><img class="size-full wp-image-1568" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/malta_destaque.png" alt="Anônimo. Augusto Malta. Rio de Janeiro. Acervo Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro. " width="470" height="540" /></a><p class="wp-caption-text">Anônimo. Augusto Malta. Rio de Janeiro. Acervo Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro.</p></div>
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<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/401" target="_blank"><strong>Acessando o link para as fotografias da Rua dos Ourives</strong><strong> produzidas por Augusto Malta disponíveis na Brasiliana Fotográfica,</strong><strong> o leitor poderá visualizar e magnificar as imagens.</strong></a></p>
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<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>A origem da Rua dos Ourives, atual Rua Miguel Couto</em></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em meados do século XVIII, a Rua dos Ourives fazia parte do <em>Caminho do Parto para Conceição, </em>que ia da Igreja de Nossa Senhora do Parto até o Morro da Conceição. Nela começaram a se instalar todos os ourives da cidade, impedidos, a partir de 1742, de realizar sua atividade em qualquer outro lugar. A medida foi tomada pelo governador português Gomes Freire de Andrada (1757-1817), o Conde de Bobadela, com o objetivo de facilitar a arrecadação e a fiscalização, impedindo desvios do ouro, cujo quinto deveria ser pago a Portugal. A Carta Régia de 30 de julho de 1766 proibiu no Brasil as indústrias de ourives, fiadores de ouro, de sedas e algodões tecidos. O vice-rei Conde da Cunha (1700-1791), em 1767, se referia à Rua dos Ourives como a maior e mais populosa da cidade. <em>&#8220;O ouro que ali se lavra é muito mais do que se sabe e se imagina. E quase todo extraviado das Casas de Fundição.(&#8230;) A rua é um coito de ladrões e vagabundos; todos interessados no contrabando do ouro.&#8221;</em></p>
<p>O episódio da proibição foi lembrado no romance <em>As Mulheres de Mantilha </em>(1870), de Joaquim Manuel de Macedo (1820-1882):</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;É provável que também uma sinistra medida tomada pelo governo de Lisboa e executada pelo conde da Cunha concorresse muito para o desgosto profundo que causou a sua administração.</em></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em>Ou porque se quisesse prevenir o muito descaminho do ouro em pó e em folhetas, ou porque, como parece mais verdadeiro, se resolvesse sob aquele pretexto sacrificar os interesses legítimos dos colonos aos interesses egoístas dos ourives da metrópole, a Carta Régia de 30 de julho de 1766 mandou extinguir o ofício de ourives nas capitanias de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco, e foi o conde da Cunha o infeliz executor desse assassinato da ourivesaria que principalmente no Rio de Janeiro tinha chegado a um grau de perfeição que excluía o concurso dos produtos</em></span><br />
<span style="color: #800000;"> <em>respectivos da metrópole.</em></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em>A Carta Régia de 30 de julho de 1766 era a pobreza para muitos, e a iniqüidade para todos. Um castiçal de prata amassado, uma colher de prata quebrada, uma jóia de ouro precisando de conserto, deviam ou perder-se, ou ir pedir conserto a Portugal.</em></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em>O governo de Lisboa sentenciara à morte a ourivesaria do Brasil e o conde da Cunha era o algoz que enforcava a vítima no patíbulo levantado pelo despotismo&#8221;.</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9343" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9343/007A5P3F10-045.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="505" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9343" target="_blank">Augusto Malta. Rua dos Ourives; números do 48 ao 52, 1908. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No século XIX, com a chegada de dom João VI ao Rio de Janeiro, em 1808, foram revogadas as medidas do alvará de 5 de janeiro de 1785 &#8211; assinado pela rainha dona Maria I (1734-1816) -, que proibia o estabelecimento das manufaturas e indústrias no Brasil e em todos os seus domínios ultramarinos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 376px" class="wp-caption aligncenter"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/09/Parte_do_Alvar%C3%A1_da_Rainha_de_Portugal%2C_D._Maria%2C_que_proibiu_f%C3%A1bricas_e_manufaturas_no_Brasil.jpg/800px-Parte_do_Alvar%C3%A1_da_Rainha_de_Portugal%2C_D._Maria%2C_que_proibiu_f%C3%A1bricas_e_manufaturas_no_Brasil.jpg" alt="undefined" width="366" height="588" /><p class="wp-caption-text">Trecho do alvará de 5 de janeiro de 1785</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alvará do príncipe regente João VI, de 1º de abril de 1808:</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Eu o príncipe regente faço saber aos que o presente alvará virem: que desejando promover, e adiantar a riqueza nacional, e sendo um dos mananciais dela as manufaturas, e melhoram, e dão mais valor aos gêneros e produtos da agricultura, e das artes, e aumentam a população dando que fazer a muitos braços, e fornecendo meios de subsistência a muitos dos meus vassalos, que por falta deles se entregariam aos vícios da ociosidade: e convindo remover todos os obstáculos, que podem inutilizar, e prestar tão vantajosos proveitos: sou servido abolir, e revogar toda e qualquer proibição, que haja a este respeito no Estado do Brasil, e nos meus domínios ultramarinos, e ordenar, que daqui em diante seja o país em que habitem, estabelecer todo o gênero de manufaturas, sem excetuar alguma, fazendo os seus trabalhos em pequeno, ou em grande, como entenderem que mais lhes convém, para o que. Hei por bem revogar o alvará de cinco de janeiro de mil setecentos oitenta e cinco e quaisquer leis, ou ordens que o contrário decidam, como se delas fizesse expressa, e individual menção, sem embargo da lei em contrário&#8221;.</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/alvara/anterioresa1824/alvara-39538-11-agosto-1815-569896-publicacaooriginal-93075-pe.html">alvará de 11 de agosto de 1815 </a>declarou livres os ourives para trabalharem e negociarem com obras e ouro e prata. Ele passaram a viver um de seus melhores períodos e a Rua dos Ourives se transformou em uma das mais importantes ruas cariocas, passando a ter maior número de estabelecimentos comerciais da cidade.</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Declaro livre aos Ourives o trabalharem e negociarem com obras de ouro e prata.</em></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em>     Eu o Principe Regente faço saber aos que o presente Alvará com força de lei virem, que havendo determinado no do 1º de abril de 1808, que fosse livre a qualquer dos meus fieis vassallos habitadores deste Estado do brazil e Dominios Ultramerinos, estabelecer manufacturas de todo o genero, e sem exccepção de alguma, revogando qualquer prohibição, que houvesse a este respeito, com o fim de augmentar e promover a industria nacional, e de não tolher a qualquer a livre faculdade de applicar-se aos trabalhos decentes e lucrosos; deve entender-se comprehendida nesta disposição a prohibição , que tinham de usar do seu officio os Ourives de ouro e prata desta Cidade, e mais partes do Brazil estabelecida na Carta Régia de 30 de Julho de 1766, para que se julgue abolida e levantada; e muito mais porque os motivos que precederem e determinaram a referida prohibição não se verificaram de todo, como mostrou a experiencia ; nem já existem depois das disposições dos Alvarás de 1 de Setembro e 12 de Outubro de 1808, que puzeram em effectiva observancia as providencias antes estabelecidas nos Capitulos 2º e 3º do de 13 de Maio de 1803, para acautelare preveniros extravios do ouro em pó, facilitando-se-lhe a fundição e promovendo-se-lhe o troco e permutas nas casas determinadas a este fim: tendo consideração a todo o referido e ao mais que me foi presente em consulta da Mesa do desembargo do Paço, com que fui servido conformar-me : hei por bemrevogar a abolir a sobredita Carta Régia de 30 de Julho de 1766; ficando livre aos Ourives de ouro e prata trabalhar nestes metaes e negociar nas obras que delles fizerem , como lhes convier.</em></span><br />
<span style="color: #800000;"> <em>     Pelo que : mando á Mesa do Desembargo do Paço e da Consciencia e Ordens; Presidente do meu Real Erario; Regedor da Casa da Supplicação do Brazil; Conselho da minha Real Fazenda ; Governadores e Capitães Generaes ; ea todos os tribunaes, ministros de Justiça e mais pessoas, a quem o conhecimento deste Alvará pertencer, o cumpram  e guardem, não obstante quaesquer disposições, que o contrario determinem: que todas hei por derogadas como se de cada um fizesse expressa e individual menção. E valerá como Carta passada pela Chancellaria, posto que por ella não ha de passar , e que o seu effeito haja de durar mais de um anno, sem embargo da ordenação em contrario. Dado no Rio de Janeiro a 11 de Agosto de 1815.</em></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em>PRINCIPE com guarda.</em></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em>     Alvará com força de lei pelo qual Vossa Alteza Real ha por bem revogar e abolir a Carta Regia de 20 de Julho de 1766 pelos motivos acima expostos.</em></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em>Para Vossa Alteza real ver.</em></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em>Joaquim José da Silveira o fez. Bernardo José de Souza Lobato o fez escrever.&#8221;</em></span></p>
<p>Em 1821, os primeiros alemães vindos para o Brasil fundaram na Rua dos Ourives o Clube Germânia. A rua também foi a moradia dos primeiros imigrantes judeus. Em 1846, a região atingiu o ápice, concentrando 66 das 78 joalherias cariocas. Segundo o romancista francês Gustavo Aimard (1818-1883), no livro <em>Le Brésil nouveau </em>(1886), nas casas da rua<em> </em>as <em><em>&#8220;&#8230;</em> janelas brilham com ouro e prata: candelabros, lampadários, custódias, relicários, toda a ourivesaria das igrejas está lá exposta, e  também faz-se as pulseiras, seus fechos, os diademas, todo o <em>mundum muliebrem</em> de que falam os poetas latinos&#8230; </em>Gustavo Aimard era o pseudônimo de Olivier Gloux. Ele esteve no Brasil durante o Segundo Reinado e conheceu pessoalmente o imperador <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7183" target="_blank">dom Pedro II (1825-1891)</a>, que o impressionou por sua simplicidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9421" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9421/007A5P3F10-044.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="505" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9421" target="_blank">Augusto Malta. Rua dos Ourives, 1908. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1888, a Rua dos Ourives foi dividida em duas frações: entre as ruas São José e a Sete de Setembro passou a se chamar Rodrigo Silva e, entre a Rua do Ouvidor e o Largo de Santa Rita, manteve a denominação de Rua dos Ourives. Em 1936, a Rua dos Ourives teve seu nome alterado para Rua Miguel Couto, importante nome da medicina brasileira, que teve consultório na rua que hoje historiamos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9397" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9397/007A5P3F10-040.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="505" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9397" target="_blank">Augusto Malta. O Arquivo Público; rua dos Ourives, esquina com rua da Assembleia, 1909. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Rua dos Ourives foi mencionada no conto <em>Pobre Finoca!</em> (1891), de Machado de Assis (1839-1908):</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Saíram todos e subiram a rua. Finoca não se enganara; Macedo estava à esquina da rua dos Ourives. Disfarçou mas fitou logo os olhos nela. Ela não tirou os seus do chão, e foram os de Alberta que receberam os dele, entre curiosa e piedosa. Macedo agradeceu o favor&#8221;.</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C.T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>AIMARD, Gustave: <a href="https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k884509m#" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k884509m%23&amp;source=gmail&amp;ust=1730295717315000&amp;usg=AOvVaw1Fsv46Br5FzHADCnQrEsW7"><em>Le Brésil Nouveau</em>.</a> Paris, E. Dentú editeur, 1886, páginas 124 e 125.</p>
<p>GERSON, Brasil. <em>História das Ruas do Rio</em>. Rio de Janeiro: Bem-Te-Vi, 2013.</p>
<p><a href="https://memoria.bn.gov.br/hdb/periodico.aspx">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p><a href="https://historialuso.an.gov.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=3675:alvara-de-1808-que-autoriza-as-fabricas-e-manufatu&amp;catid=145&amp;Itemid=215">O Arquivo Nacional e a história luso-brasileira</a></p>
<p>OZANAM, Luiz Henrique. <a href="https://repositorio.ufmg.br/bitstream/1843/BUOS-9GHK9V/1/a_joia_mais_preciosa_do_brasil.pdf"><em>A jóia mais preciosa do Brasil &#8211; joalheria em Minas Gerais 1735-1815</em></a>. Tese de doutorado &#8211; Universidade Federal de Minas Gerais, 2013.</p>
<p><a href="http://www0.rio.rj.gov.br/rio_memoria/1742.htm">Portal Rio um olhar no tempo 1565 a 2011</a></p>
<p><a href="https://redeartesanatobrasil.com.br/2021/09/06/historia-do-artesanato/">Site Rede Artesanato Brasil</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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