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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Palácio Isabel</title>
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		<title>Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; XXI &#8211; A Rua Paissandu, no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 16:57:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Conde d´Eu]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Paço Isabel]]></category>
		<category><![CDATA[Palácio Guanabara]]></category>
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		<category><![CDATA[Paysandu Cricket Club]]></category>
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		<description><![CDATA[Com registros do fotógrafo amador Archanjo Sobrinho, de Augusto Malta, fotógrafo oficial da prefeitura do Rio de Janeiro, entre 1903 e 1936; e da firma LTM, a Brasiliana Fotográfica publica o vigésimo primeiro artigo da série "Avenidas e ruas do Brasil", destacando imagens da Rua Paissandu, que liga o Palácio Guanabara, antigo Paço Isabel, localizado na antiga Rua Guanabara, atual rua Pinheiro Machado, à Praia do Flamengo. É uma das mais tradicionais ruas do Rio de Janeiro. Com o Campo de Santana e a Quinta da Boa Vista eram os principais locais de passeios da realeza no século XIX. Sua belíssima e característica aleia de palmeiras imperiais é tombada pelo Patrimônio Municipal. Não deixem de usar o recurso de zoom para explorar as imagens - suas casas, paisagens, personagens e veículos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com registros do fotógrafo amador <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32820" target="_blank">Archanjo Sobrinho (18? &#8211; 1941)</a>, cuja biografia é, até o momento, muito precária; de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</a>, fotógrafo oficial da prefeitura do Rio de Janeiro, entre 1903 e 1936; e da firma LTM, a Brasiliana Fotográfica publica o vigésimo primeiro artigo da série <em>Avenidas e ruas do Brasil</em>, destacando imagens da Rua Paissandu, uma das mais tradicionais do Rio de Janeiro, situada no bairro do Flamengo. Os registros pertencem à Biblioteca Nacional e ao Instituto Moreira Salles, fundadores do portal; e ao Museu da República, uma das instituições parceiras da Brasiliana Fotográfica. A Rua Paissandu, assim como o <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17426" target="_blank">Campo de Santana</a> e a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=39345" target="_blank">Quinta da Boa Vista</a>, eram os principais locais de passeios da realeza no século XIX. Não deixem de usar o recurso de <em>zoom</em> para explorar as imagens &#8211; suas casas, paisagens, personagens e veículos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><a style="color: #800000;" href="  https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/421" target="_blank"><strong>Acessando o link para as fotografias da Rua Paissandu </strong><strong>disponíveis na Brasiliana Fotográfica,</strong><strong> o leitor poderá visualizar e magnificar as imagens.</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi batizada como Rua de Paysandú, em 1865, em homenagem ao Cerco de Paysandú, ocorrido entre dezembro de 1864 e janeiro de 1865, durante a Guerra do Uruguai, conflito que envolveu a disputa pelo poder entre os partidos políticos uruguaios Blanco e Colorado com a intervenção do Brasil e da Argentina em apoio ao Partido Colorado &#8211; origem da <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=8034" target="_blank">Guerra do Paraguai</a>. Antes de se chamar Paissandu, a rua chamava-se Rua de Santa Thereza do Cattete e existia desde a década de 1850 (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/094170_01/39599" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 26 de fevereiro de 1854, primeira colun</a>a; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/217280/24693" target="_blank"><em>Correio Mercantil</em>, 24 de abril de 1865, quarta coluna</a>).<span class="pjBG2e" data-cid="be97ad20-2ff6-4a8d-9fc2-9d49bfdde695"><span class="UV3uM"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;">A Rua Paissandu liga o Palácio Guanabara, antigo Paço Isabel, localizado na antiga Rua Guanabara, atual Rua Pinheiro Machado, à Praia do Flamengo. Sua belíssima e característica aleia de palmeiras imperiais, tombadas pelo Patrimônio Municipal pelo Decreto 20.611, de 10 de outubro de 2001, foi plantada em torno de 1865 e criava um caminho monumental para o referido palácio, onde a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1797" target="_blank">princesa Isabel (1846 &#8211; 1921)</a> e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11397" target="_blank">Gastão d´Orleans (1842 – 1922), o conde D´Eu</a>, foram morar após seu casamento, realizado em 15 de outubro de 1864 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=094170_02&amp;PagFis=19128" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, edição de 16 de outubro de 1864</a>). Foi coberta com paralelepípedos e ficou conhecida, na época, como a <em>Rua da Princesa, </em>que ia de carruagem até a Praia do Flamengo (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/364568_05/9177" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 27 de setembro de 1865, quarta coluna</a>). O Palácio Guanabara e alguns imóveis da rua Paissandu também são tombados.</p>
<p style="text-align: justify;">A construção do Palácio Guanabara foi iniciada, em 1853, pelo comerciante e Cavaleiro da Ordem de Cristo português, José Machado Coelho. Foi posto à venda, em 1863, comprado pela família real brasileira e reformado pelo arquiteto José Maria Jacinto Rebelo (1821 &#8211; 1871), discípulo do francês Grandjean de Montigny (1776 &#8211; 1850) (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/217280/22557" target="_blank"><em>Correio Mercantil</em>, 31 de outubro de 1863, penúltima coluna</a>). Pertenceu aos príncipes Isabel e Gastão até 1889, quando a República foi proclamada e o imóvel foi confiscado e transferido ao patrimônio da União, dois anos depois. A família imperial tentou recuperá-lo, mas, em 2020, o Supremo Tribunal Federal decidiu em favor da União.</p>
<p>Um dos moradores ilustres da Rua Paissandu foi o médico e cientista<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=15090" target="_blank"> Carlos Chagas (1879 &#8211; 1934)</a>.</p>
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<div style="width: 541px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://basearch.coc.fiocruz.br/index.php/residencia-na-paissandu-onde-morou-carlos-chagas-rio-de-janeiro-rj" target="_blank"><img class="" src="https://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/b/1/d/b1d65e62fd78a133bdb6ca3fc2a0cb3ef42fe08872eb2153d82cb97e28e44345/BR-RJ-COC-02-10-20-20--003-004_141.jpg" alt="" width="531" height="729" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://basearch.coc.fiocruz.br/index.php/residencia-na-paissandu-onde-morou-carlos-chagas-rio-de-janeiro-rj" target="_blank">Residência na rua Paissandu onde morou Carlos Chagas/Acervo da Fiocruz</a></p></div>
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<p>A imagem de Archanjo Sobrinho, produzida em torno de 1895, pertence ao Instituto Moreira Salles, uma das instituições fundadoras da Brasiliana Fotográfica, é uma estereoscopia, técnica que chegou ao Brasil, ainda no século XIX, e foi utilizada por fotógrafos renomados como  <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5809" target="_blank">Revert Henrique Klumb (c.1826 – c. 1886)</a> e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2492" target="_blank">Georges Leuzinger (1813 – 1892)</a>, ambos europeus e radicados no país. No século XX, destacou-se na técnica o fotógrafo amador carioca <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=19690" target="_blank">Guilherme Antônio dos Santos (1871-1966)</a>.</p>
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<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9945" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9945/001AS001004.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="342" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9945" target="_blank">Archanjo Sobrinho. Rua Paissandu, aléia de palmeiras, c. 1895. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A foto abaixo, de Augusto Malta, é de 1904 e pertence ao Museu da República, uma das instituições parceiras do portal; e a da firma LTM, produzida em torno de 1935, é do acervo da Fundação Biblioteca Nacional, uma das fundadoras da Brasiliana Fotográfica.</p>
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<div style="width: 652px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5108" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5108/FPft0619.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="642" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5108" target="_blank">Augusto Malta. Rua Paissandu, 1904. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 539px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3172" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3172/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="529" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3172" target="_blank">LTM (firma). Rio de Janeiro : Rua Paissandu. 1935?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sobre a Rua Paissandu, a cronista Vina Centi (? &#8211; 19?) escreveu na revista <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/124451/5617" target="_blank"><em>Para Todos</em>, de 7 de janeiro de 1922</a>:</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_44325" style="width: 843px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/124451/5617" target="_blank"><img class=" wp-image-44325" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/paissandu5.jpg" alt="Para Todos, 7 de janeiro de 1922" width="833" height="482" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/124451/5617" target="_blank"><em>Para Todos</em>, 7 de janeiro de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<section class="info">
<div class="content">
<p>Andrea C.T. Wanderley</p>
</div>
</section>
<p>Editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p><a href="https://memoria.bn.gov.br/hdb/periodico.aspx" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>GERSON, Brasil. <em>História das Ruas do Rio</em>. Rio de Janeiro: Bem-Te-Vi, 2013.</p>
<p><a href="https://www.rio.rj.gov.br/dlstatic/10112/6442881/4172719/guiatombamentoport20.12baixa.pdf" target="_blank">Guia do Patrimônio Cultural Carioca Bens Tombados 2014</a></p>
<p><a href="https://oglobo.globo.com/rio/palmeiras-imperiais-da-rua-paissandu-estao-doentes-nao-recebem-manutencao-7867159" target="_blank"><em>O GLOBO</em>, 17 de março de 2013</a></p>
<p><a href="https://www.palaciosdopovo.rj.gov.br/PalacioGuanabara.aspx" target="_blank">Site Palácios do Povo</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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