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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; netos</title>
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		<title>Uma das últimas fotos ou a última foto da Família Imperial no Brasil e seu autor, Otto Hees (1870 &#8211; 1941)</title>
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		<pubDate>Thu, 23 May 2024 13:11:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Conde d´Eu]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Pedro II]]></category>
		<category><![CDATA[Dona Teresa Cristina Maria]]></category>
		<category><![CDATA[exílio]]></category>
		<category><![CDATA[Família Imperial]]></category>
		<category><![CDATA[Família Real]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[história do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Imperatriz Teresa Cristina Maria]]></category>
		<category><![CDATA[netos]]></category>
		<category><![CDATA[Otto Hees]]></category>
		<category><![CDATA[perfil]]></category>
		<category><![CDATA[Princesa Isabel]]></category>
		<category><![CDATA[Proclamação da República]]></category>

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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica destaca uma fotografia de autoria de Otto Rees (1870-1941), considerada um dos últimos registros da Família Imperial no Brasil, produzida em 23 de maio de 1889, pelo fotógrafo Otto Hees (1870 - 1941), no Palácio Isabel, atual Grão-Pará, em Petrópolis. Pertence ao acervo do Museu Histórico Nacional, uma das instituições parceiras do portal. Estão na imagem dom Pedro II, dona Teresa Cristina, a princesa Isabel, o Conde d’Eu e os filhos do casal - dom Pedro de Alcântara, com dom Luís e dom Antônio - e o filho da princesa Leopoldina, dom Pedro Augusto. No mesmo ano, 1889, em 15 de novembro foi proclamada a República e, dois dias depois, a Família Imperial, partiu para o exílio na Europa. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Brasiliana Fotográfica destaca uma fotografia de autoria de Otto Rees (<bdo dir="ltr">1870-1941)</bdo>, considerada um dos últimos registros ou mesmo o último da Família Imperial no Brasil, produzida em 23 de maio de 1889, pelo fotógrafo Otto Hees (1870 -1941), no Palácio Isabel, atual Grão-Pará, em Petrópolis. Estão na imagem <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7183" target="_blank">dom Pedro II (1825 &#8211; 1891),</a>  dona <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6798" target="_blank">Teresa Cristina (1822 – 1889)</a>, a<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1797" target="_blank"> princesa Isabel (1846 &#8211; 1921)</a>, o <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11397" target="_blank">conde d’Eu (1842 &#8211; 1922)</a> e os filhos do casal &#8211; dom Pedro de Alcântara, com dom Luís e dom Antônio &#8211; e o filho da princesa Leopoldina, dom Pedro Augusto. É um retrato externo e diurno, onde todos, à exceção do conde d´Eu, olham fixamente para a câmera.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 519px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/12495" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/12495/IM45_1.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="509" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/12495" target="_blank">Otto Rees. Família Imperial, 25 de maio de 1889. Da esquerda para a direita: a imperatriz dona Teresa Cristina, dom Antônio, a princesa Isabel, o imperador, dom Pedro Augusto (filho da irmã da princesa Isabel, dona Leopoldina, duquesa de Saxe), d. Luís, o conde d’Eu e dom Pedro de Alcântara. Palácio Isabel, atual Grão-Pará, Petrópolis, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 15 de novembro do mesmo ano da foto destacada, 1889, foi proclamada a República e, dois dias depois, eles partiram para o exílio, na Europa, a bordo do Alagoas (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&amp;PagFis=16536"><em>Gazeta de Notícias</em>, edição de 18 de novembro de 1889, sob o título “O Embarque do Imperador”, na segunda coluna</a>). Quando foi deposto, dom Pedro II tinha governado por 49 anos, três meses e 22 dias. Chegaram em Lisboa em 7 de dezembro. Visitaram Coimbra e o Porto, onde a imperatriz Teresa Cristina faleceu, em 28 de dezembro.</p>
<p>Entre 1890 e 1891, Pedro II viveu entre Cannes, Vichy, Versalhes e Baden-Baden. Em 24 de outubro de 1891, chegou em Paris, onde se hospedou no Hotel Bedford, número 17 da rua de l’Arcade. Em 5 de dezembro, faleceu de pneumonia (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=4338"><em>O Paiz</em>, de 6 de dezembro de 1891,</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_03&amp;PagFis=4721"><em>Gazeta de</em> <em>Notícias</em>, de 6 de dezembro de 1891</a>). Ao final da tarde do dia 5, centenas de coroas de flores, uma delas enviada pela rainha Vitória , e mais de cinco mil telegramas já haviam chegado ao Hotel Bedford. O caixão foi coberto pela bandeira imperial e o presidente francês, Sadi Carnot (1837 – 1894), determinou honras militares, fatos que irritaram o governo brasileiro.</p>
<p>Segundo o historiador José Murilo de Carvalho, a morte do imperador teve grande repercussão no Brasil “<em>apesar dos esforços do governo para a abafar. Houve manifestações de pesar em todo o país: comércio fechado, bandeiras a meio pau, toques de finados, tarjas pretas nas roupas, ofícios religiosos</em>“.</p>
<p>Na noite do dia 8, seu corpo, já embalsamado, foi levado, em cortejo oficial no mesmo carro usado nos funerais do ex-presidente Adolphe Thiers (1797 – 1877), para a igreja da Madeleine. No dia seguinte,  houve exéquias solenes com a presença de autoridades francesas e de outros países, além de personalidades como sua filha, a princesa Isabel; o escritor português Eça de Queirós (1845 – 1900) e o diplomata Joaquim Nabuco (1849 – 1910).</p>
<p>Em 1921, chegaram no Rio de Janeiro os corpos de dom Pedro II e de dona Teresa Cristina, que estavam no Mosteiro de São Vicente de Fora, em Lisboa. Viajaram no <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6123" target="_blank">encouraçado São Paulo</a>, que havia transportado do Brasil à Europa os <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5950" target="_blank">reis da Bélgica</a>. O <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11397" target="_blank">conde d´Eu (1842 – 1922)</a>, seu filho, o príncipe Dom Pedro (1875 – 1940), e o barão de Muritiba (1839 – 1922) acompanharam a viagem dos despojos (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_05&amp;PagFis=4523"><em>O Paiz</em>, de 9 de janeiro de 1921</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/083712/24957" target="_blank"><em>Careta</em>, 15 de janeiro de 1921</a>). A princesa Isabel não chegou a se beneficiar da revogação do banimento da família real do Brasil porque faleceu em 14 de novembro de 1921. Os corpos de dom Pedro II e de dona Teresa Cristina ficaram na Catedral Metropolitana. Em 1925, os  restos mortais dos monarcas foram para a Catedral de Petrópolis e, finalmente, em 5 de dezembro de 1939, foram para o Mausoléu Imperial, uma capela localizada à direita da entrada da Catedral de Petrópolis, numa cerimônia na qual estava presente o então presidente da República, Getulio Vargas (1882 – 1954). O túmulo foi esculpido em mármore de Carrara pelo francês Jean Magrou (1869 – 1945) e pelo brasileiro Hildegardo Leão Veloso (1899 – 1966) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=030015_05&amp;PagFis=97679"><em>Jornal do Brasil</em>, de 6 de dezembro de 1939</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><span style="color: #990000;">Pequeno perfil do fotógrafo Otto Hees (1870 &#8211; 1941)</span></strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Otto Friedrich Wilhelm Karl Hees era um dos 11 filhos do fotógrafo alemão <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32074" target="_blank">Pedro Hees (1841 – 1880)</a> com Maria Glasow Hees (1843 – 1928). Seus irmão eram Ana Catarina Hees (<bdo dir="ltr">1861-1944), </bdo>Edmundo Frederico Nicolau Hees (<bdo dir="ltr">1862-1944), </bdo>Fernando Jacob Hees (<bdo dir="ltr">1865-1866), </bdo>Fernando Mauricio Hees (<bdo dir="ltr">1867-1893), </bdo>João Batista Hees (<bdo dir="ltr">1868-1876), </bdo>Elisa Matilde Hees (<bdo dir="ltr">1872-1932), </bdo>Maria Olga Hees (<bdo dir="ltr">1872-1958),</bdo> Joana Teresa Hees (<bdo dir="ltr">1874-1900),</bdo> Numa Augusto Hees (<bdo dir="ltr">1877-1961) e</bdo> Isabel Emma Hees (<bdo dir="ltr">1878-1943). Nasceu em Petrópolis, em 4 de setembro de 1870.</bdo></p>
<p>Seu pai, o já mencionado Pedro Hees, em 16 de agosto de 1876, tornou-se Fotógrafo da Casa Imperial. Segundo Boris Kossoy, <em>recebeu do conde e da condessa d´Eu &#8220;a graça de usar o título de Photographo de sua Imperial Caza e de collocar na porta do seu estabelecimemnto as respectivas armas&#8221;</em>. O documento foi assinado por Benedicto Torres, mordomo do conde d&#8217;Eu e da princesa Isabel.</p>
<p>Otto iniciou seus estudos no Colégio Alemão, em Petrópolis, e, em dezembro de 1882, foi premiado (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/376493/2386" target="_blank"><em>O Mercantil</em>, 20 de dezembro de 1882, quarta coluna)</a>. Aprendeu fotografia com seu pai, que faleceu, em julho de 1880,  quando ele tinha apenas 10 anos. O estabelecimento fotográfico de Pedro Hees foi arrendado ao fotógrafo Antonio Henrique da Silva Heitor (18?-?), que recebeu o título de Fotógrafo da Casa Imperial, em 2 de março de 1885, outorgado por dom Pedro II.</p>
<p>Em março de 1888, Otto já havia assumido o estúdio (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/809403/498" target="_blank"><em>Alggemeine Deutsche Zeitung</em>, 31 de março de 1888, última coluna</a>).</p>
<p>Em 23 maio de 1889, produziu a fotografia da Família Imperial em destaque nesta publicação da Brasiliana Fotográfica. A imagem foi reproduzida no artigo <em>Isabel, a Redentora</em>, publicado em <a href="http://memoria.bn.br/docreader/120588/31901" target="_blank"><em>A Noite</em>, de 30 de julho de 1946</a>. É referida como <em>o último flagrante de parte da família Imperial no Brasil.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/120588/31901" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-35082" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/hees.jpg" alt="hees" width="312" height="138" /></a></p>
<div id="attachment_35083" style="width: 598px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-35083" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/hees1.jpg" alt="A Noite, 30 de julho de 1946" width="588" height="533" /><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/120588/31901" target="_blank"><em>A Noite</em>, 30 de julho de 1946</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em outubro de 1889, Otto abriu um estúdio em Juiz de Fora, Minas Gerais, e retornou a Petrópolis no mês seguinte (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/376493/5113" target="_blank"><em>O Mercantil</em>, 20 de novembro de 1889, última coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_35096" style="width: 406px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/258822/6109" target="_blank"><img class="size-full wp-image-35096" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/hees4.jpg" alt="O Pharol, 13 de outubro de 1889" width="396" height="514" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/258822/6109" target="_blank"><em>O Pharol</em>, 13 de outubro de 1889</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_35094" style="width: 256px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/376493/5113" target="_blank"><img class="size-full wp-image-35094" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/hees21.jpg" alt="Mercantil, 20 de novembro de 1889" width="246" height="300" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/376493/5113" target="_blank"><em>Mercantil,</em> 20 de novembro de 1889</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1º de fevereiro de 1890, o estabelecimento passou a chamar-se Hees &amp; Irmãos, de Numa Augusto e Otto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_35095" style="width: 239px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/376493/5200" target="_blank"><img class="wp-image-35095 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/hees3.jpg" alt="hees3" width="229" height="175" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/376493/5200" target="_blank"><em>Mercantil</em>, 5 de fevereiro de 1890</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1892, alistou-se no exército, seguindo também a carreira militar.</p>
<p>Em abril de 1895, fazia parte da administração do Asilo de Caridade de Petrópolis (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/709441/8379" target="_blank"><em>Boletim do Grande Oriente do Brasil,</em> Jornal Oficial da Maçonaria, abril de 1895</a>).</p>
<p>Em maio de 1895, tornou-se um dos primeiros ciclistas a efetuar o trajeto Petrópolis-Juiz de Fora. Foi um dos fundadores do Clube Alemão e, ainda nessa década ficou conhecido em Petrópolis por ter organizados muitas festas. Em 1900, foi candidato a vereador geral e a juiz de paz em Petrópolis, cargo pelo qual foi empossado, em 1901, pelo biênio seguinte. Também em 1901, quando era tenente, produziu fotografias de ladrões para arquivamento da polícia.</p>
<p>Em 1902, trabalhou na Sul América Seguros e, no ano seguinte, fotografou o barão do Rio Branco (1845 &#8211; 1912) e outras personalidades, em 17 de novembro de 1903, logo após a assinatura do Tratado de Petrópolis, que incorporou o território correspondente ao Acre ao Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="%20http://dami.museuimperial.museus.gov.br/handle/acervo/6983" target="_blank"> </a><a href=" http://dami.museuimperial.museus.gov.br/handle/acervo/6983" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-36452" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/tratatohees.jpg" alt="tratatohees" width="535" height="491" /></a></p>
<div id="attachment_36453" style="width: 551px" class="wp-caption aligncenter"><a href=" http://dami.museuimperial.museus.gov.br/handle/acervo/6983" target="_blank"><img class="wp-image-36453 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/tratatohees1.jpg" alt="tratatohees1" width="541" height="506" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="%20http://dami.museuimperial.museus.gov.br/handle/acervo/6983" target="_blank">Grupo de negociadores do Tratado de Petrópolis, 17 de novembro de 1903. Petrópolis, RJ / Acervo Museu Imperial</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi reeleito para o cargo de juiz de paz para o biênio 1904-1905. Em 1910, foi eleito vereador por Petrópolis. Já era major. <em>Nas décadas seguintes, afastado comercialmente da fotografia, exerce os cargos de secretário executivo e delegado de polícia na sua cidade natal</em> (<em>Enciclopédia Itaú Cultural</em>)<em>.</em> Faleceu na mesma cidade, em setembro de 1941 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_06/12543" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 17 de setembro de 1941, quarta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=36470" target="_blank">Leia aqui a Cronologia de Otto Hees (1870 &#8211; 1941)</a></p>
<p><b><span style="color: #990000;">Fontes:</span></b></p>
<p>FERREZ, Gilberto. <em>A fotografia no Brasil:</em> 1840- 1900. Prefácio Pedro Karp Vasquez. 2. ed. Rio de Janeiro: Funarte, 1985.</p>
<p>FERREZ, Gilberto; NAEF, Weston J. <em>Pioneer photographers of Brazil : 1840 – 1920</em>. New York: The Center for Inter-American Relations, 1976.</p>
<p><a href="https://memoria.bn.br/hdb/periodico.aspx" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>KOSSOY, Boris. <i>Dicionário Histórico-Fotográfico Brasileiro: fotógrafos e ofício da fotografia no Brasil (1833-1910)</i>. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2002.</p>
<p>LAGO, Bia Corrêa do. <i>Os fotógrafos do Império: a fotografia brasileira no Século XIX</i>. Rio de Janeiro: Capivara, 2005.</p>
<p>LAGO, Bia Corrêa do; LAGO, Pedro Corrêa do. <em>Coleção Princesa Isabel: fotografia do século XIX</em>. Rio de Janeiro: Capivara, 2008.432p.:il., retrs.</p>
<p>TURAZZI, Maria Inez. <em>Poses e trejeitos: a fotografia e as exposições na era do espetáculo: 1839/1889</em>. Prefácio Pedro Karp Vasquez. Rio de Janeiro: Funarte. Rocco, 1995. 309 p., il. p&amp;b. (Coleção Luz &amp; Reflexão, 4). ISBN 85-85781-08-4.</p>
<p>VASQUEZ, Pedro Karp. <em>Dom Pedro II e a fotografia no Brasil</em>. Rio de Janeiro: Fundação Roberto Marinho, 1985.</p>
<p>VASQUEZ, Pedro Karp. <em>Fotógrafos Alemães no Brasil do Século XIX</em>. São Paulo: Metalivros, 2000.</p>
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