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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Museu do Ipiranga</title>
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		<title>O Monumento do Ipiranga por Guilherme Gaensly</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Sep 2025 04:01:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Gaensly]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Ipiranga]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Paulista]]></category>
		<category><![CDATA[reforma]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Tommaso G. Bezzi]]></category>
		<category><![CDATA[Tommaso Gaudenzio Bezzi]]></category>

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		<description><![CDATA[Com uma imagem realizada por Guilherme Gaensly, por volta de 1902, a Brasiliana Fotográfica destaca o Monumento do Ipiranga - que desde o final do século XIX abriga o Museu do Ipiranga, sede do Museu Paulista na cidade de São Paulo - projeto do arquiteto e engenheiro italiano Tommaso Gaudenzio Bezzi. O registro pertence ao acervo fotográfico da Fundação Biblioteca Nacional, uma das instituições fundadoras do portal. Gaensly produziu importantes registros de São Paulo e apesar de nunca ter sido o fotógrafo oficial da cidade, como foi Augusto Malta no Rio de Janeiro, foi o autor de uma abrangente obra sobre a capital paulista nas primeiras décadas do século XX, o que o coloca nessa posição. Ele e Militão Augusto de Azevedo são considerados os fotógrafos que mais cultuaram São Paulo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">Com uma imagem realizada pelo fotógrafo suíço <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7260" target="_blank">Guilherme Gaensly (1843 &#8211; 1928)</a>, por volta de 1902, a Brasiliana Fotográfica destaca o Monumento do Ipiranga, em São Paulo, que desde final do século XIX abriga o Museu do Ipiranga, sede do Museu Paulista na cidade de São Paulo, que completa 130 anos. O registro pertence ao acervo fotográfico da Fundação Biblioteca Nacional, uma das instituições fundadoras do portal.</div>
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<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/973" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/973/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="548" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/973" target="_blank">Guilherme Gaensly. Monumento de Ipyranga, 1902?. São Paulo, SP / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div dir="auto">Gaensly foi o autor de importantes registros de São Paulo, vendidos como fotografias em papel albuminado e colotipias impressas na Suíça e comercializadas em álbuns. Em 1899, a empresa The São Paulo Railway, Light and Power Company, o contratou como fotógrafo oficial, função que exerceu até 1925, três anos antes de sua morte. Na ocasião, a presença da Light representava a modernização da área urbana e dos serviços da cidade. Apesar de nunca ter sido o fotógrafo oficial de São Paulo, como foi <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864 – 1957) </a>no Rio de Janeiro, Gaensly foi o autor de uma abrangente obra sobre a capital paulista nas primeiras décadas do século XX, o que o coloca nessa posição.</div>
<div dir="auto">
<p>Ele e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?s=milit%C3%A3o" target="_blank">Militão Augusto de Azevedo (1837 &#8211; 1905)</a> são considerados os fotógrafos que mais cultuaram São Paulo. Gaensly fotografou a cidade em plena transição para a modernidade, tendo registrado todos os aspectos urbanos da nova metrópole que surgia. Registrou a inauguração dos bondes elétricos que substituíram as carroças, o Jardim da Luz, a agitação do comércio na região do entorno da Praça da Sé, o crescimento da avenida Paulista, além do Museu do Ipiranga, palacetes, chácaras, edifícios públicos, igrejas, escolas, teatros e hospitais. Essas vistas de São Paulo foram comercializadas em álbuns impressos na Suíça a partir de fotografias em papel albuminado e de colotipias. Fotografou também a chegada de imigrantes italianos em Santos e em São Paulo. Dentre os prêmios que recebeu, está uma medalha de prata conquistada na Exposição Universal de Saint Louis, em 1904.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div dir="auto" style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Breve histórico do Museu do Ipiranga ou Museu Paulista da Universidade de São Paulo</em></strong></span></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O arquiteto e engenheiro italiano Tommaso Gaudenzio Bezzi (1844 &#8211; 1915), segundo o próprio indicado por Ignacio da Gama Cochrane (1836 &#8211; 1912), superintendente de obras públicas da Província de São Paulo, foi contratado, em 1882, pela Comissão Provincial do Monumento do <span class="il">Ipiranga</span> para realizar o projeto de um monumento-edifício no local onde aconteceu o Grito do Ipiranga, em 7 de setembro de 1822. Sua escolha foi criticada pelo fato dele ser estrangeiro. Em 10 de dezembro de 1882, com a presença do governador de São Paulo, Francisco de Carvalho Soares Brandão(1839 &#8211; 1899), e de outras autoridades foi colocada a primeira pedra do monumento (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/090972_04/3602" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 11 de dezembro 1882, segunda coluna</a>). Foi executado pelo mestre de obras Luigi Pucci (18? -?), também italiano. O edifício, localizado dentro do complexo do Parque Independência, foi construído entre 1885 e 1890. Em estilo eclético, tem 123 metros de comprimento e 16 metros de profundidade com muitos elementos decorativos e ornamentais. A técnica empregada, uma novidade na época, foi a da alvenaria de tijolos cerâmicos.  Em São Paulo ainda predominavam as técnicas vernaculares, de construção em taipa. O edifício é tombado pelo patrimônio histórico municipal, estadual e federal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 266px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tommaso_Gaudenzio_Bezzi#/media/Ficheiro:Jos%C3%A9_Canella_Filho_-_Tommaso_Gaudenzio_Bezzi,_Acervo_do_Museu_Paulista_da_USP.jpg" target="_blank"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/80/Jos%C3%A9_Canella_Filho_-_Tommaso_Gaudenzio_Bezzi%2C_Acervo_do_Museu_Paulista_da_USP.jpg/256px-Jos%C3%A9_Canella_Filho_-_Tommaso_Gaudenzio_Bezzi%2C_Acervo_do_Museu_Paulista_da_USP.jpg" alt="" width="256" height="351" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tommaso_Gaudenzio_Bezzi#/media/Ficheiro:Jos%C3%A9_Canella_Filho_-_Tommaso_Gaudenzio_Bezzi,_Acervo_do_Museu_Paulista_da_USP.jpg" target="_blank">Tommaso Gaudencio Bezzi /Acervo Museu Paulista da USP</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>As obras encerraram-se em 1890 (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/090972_05/531" target="_blank"><em>Correio Paulistan</em>o, 24 de junho de 1890, segunda coluna</a>). Houve a possibilidade de abrigar uma escola pública, mas, em 1892 foi decidido que o Museu do Estado, criado em 1890, seria transferido para o Edifício-Monumento.</p>
<p>Em 1893, instituiu-se o Museu Paulista, que foi inaugurado em 7 de setembro de 1895, no Monumento do Ipiranga  (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/090972_05/6726" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 8 de setembro de 1895, quinta coluna</a>). Possui um acervo de mais de 125 mil unidades, entre objetos, iconografia e documentação textual, do século XVII até meados do século XX.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_41238" style="width: 279px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/090972_05/6726" target="_blank"><img class="size-full wp-image-41238" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/museu.jpg" alt="Correio Paulistano, 8 de setembro de 1895" width="269" height="220" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/docreader/090972_05/6726" target="_blank"><em>Correio Paulistano,</em> 8 de setembro de 1895</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim as trajetórias do museu público mais antigo de São Paulo e do Monumento do Ipiranga se encontraram e, desde então, ele ficou conhecido como Museu do Ipiranga. O primeiro diretor do museu foi o zoólogo teuto-brasileiro Hermann von Ihering (1850 &#8211; 1930) e seu acervo originou-se na coleção particular do coronel Joaquim Sertório (18? &#8211; 1905). Em 1963, o Museu Paulista foi incorporado à Universidade de São Paulo.</p>
<p>O Museu do Ipiranga foi fechado para o público, em 2013, devido a suas péssimas condições físicas e estruturais. Em 2019, foi iniciada as obras de sua reforma, cujo custo foi estimado em 235 milhões de reais. Sua área construída foi dobrada e, a área expositiva, triplicada. O Jardim Francês e suas fontes foram recuperados. Foi reinaugurado em 7 de setembro de 2022, quando foi comemorado o bicentenário da Independência do Brasil. No dia seguinte, foi aberto ao público.</p>
</div>
<p>Uma das obras mais conhecidas de seu acervo é o quadro <em>Independência ou Morte</em>, pintado pelo artista Pedro Américo, em 1888.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 409px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Independ%C3%AAncia_ou_Morte_(Pedro_Am%C3%A9rico)#/media/Ficheiro:Pedro_Am%C3%A9rico_-_Independ%C3%AAncia_ou_Morte_-_Google_Art_Project.jpg" target="_blank"><img class="" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/7e/Pedro_Am%C3%A9rico_-_Independ%C3%AAncia_ou_Morte_-_Google_Art_Project.jpg/330px-Pedro_Am%C3%A9rico_-_Independ%C3%AAncia_ou_Morte_-_Google_Art_Project.jpg" alt="" width="399" height="213" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Independ%C3%AAncia_ou_Morte_(Pedro_Am%C3%A9rico)#/media/Ficheiro:Pedro_Am%C3%A9rico_-_Independ%C3%AAncia_ou_Morte_-_Google_Art_Project.jpg" target="_blank"><em>Independência ou morte</em>, Pedro Américo (1888) / Acervo Museu Paulista</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Breve perfil de Tommaso Gaudenzio Bezzi (1844 &#8211; 1915)</em></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_34594" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/21567" target="_blank"><img class="size-full wp-image-34594" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/clubenaval5.jpg" alt="O tenente-coronel, engenheiro e arquiteto Tommaso Gaudenzio Bezzi / Fon-Fon!, de 1915" width="300" height="475" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/21567" target="_blank">O tenente-coronel, engenheiro e arquiteto Tommaso Gaudenzio Bezzi /<em> Fon-Fon!</em>, 29 de maio de 1915</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bezzi formou-se engenheiro, em Turim, onde nasceu em 18 de janeiro de 1844. Foi voluntário, nas campanhas de Giuseppe Garibaldi (1807 &#8211; 1882) para a unificação italiana. Também serviu como oficial do regimento de cavalaria do exército regular, comandado pelo Duque D’Aosta (1845 &#8211; 1890), tendo se destacado na Batalha de Custosa contra os austríacos. Foi ferido em combate diversas vezes e foi condecorado com medalhas pelas campanhas da Itália de 1860-1861-1866. Foi condecorado por bravura com uma medalha de prata. Em 1868, viajou para o Uruguai e Argentina.</p>
<p>Seu primeiro projeto no Brasil, para onde veio, na década de 1870, foi o edifício da alfândega de Fortaleza, realizado a pedido do governo imperial, em 1874 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_02/31506" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 14 de abril de 1874, primeira coluna</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_06/16345" target="_blank"> <em>Jornal do Commercio</em>, 19 de julho de 1877, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/132489/61769" target="_blank"><em>A Constituição (CE)</em>, 20 de novembro de 1874, penúltima coluna</a>). Começou a trabalhar como engenheiro-arquiteto no Rio de Janeiro, onde, inicialmente, ficou hospedado na casa do Visconde do Rio Branco (1819 &#8211; 1880). Casou-se, em 26 de janeiro de 1876,  com Dona Francisca Nogueira da Gama Carneiro de Bellens, de uma nobre família brasileira (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_06/12862" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro,</em> 10 de fevereiro de 1876, quinta coluna</a>). A partir dessas relações entrou para o círculo íntimo do imperador Pedro II (1825 &#8211; 1891). O casal residia na Rua Bambina, em Botafogo.</p>
<p>Em 1876, foi designado para fiscalizar as obras da ponte da alfândega de Belém do Pará (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/385573/710" target="_blank"><em>A Constituição (PA)</em>, 19 de agosto de 1876, última coluna</a>).</p>
<p>Na<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11896" target="_blank"> Exposição Antropológica Brasileira</a>, inaugurada em 29 de julho de 1882, no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, na Sala Gabriel Soares, foram expostos produtos da arte plumária brasileira, adornos, tecidos e vestes de muitas tribos do Brasil, além das coleções arqueolíticas do Museu Nacional, de Amália Machado Cavalcanti de Albuquerque e dos senhores  Joaquim Monteiro Caminhoá (1836 – 1896), João Barbosa Rodrigues (1842 – 1909) e Tommaso G. Bezzi (1844 – 1915) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/385573/7187" target="_blank"><em>A Constituição (PA)</em>, 16 de agosto de 1882, terceira coluna)</a>. A mostra durou três meses e teve muito sucesso, com um público de mais de mil visitantes.</p>
<p>Ainda em 1882, a Comissão para o Monumento à Independência Brasileira, futuro Museu do Ipiranga, sede do Museu Paulista, cujo projeto vencedor foi o de Bezzi, o qualificou como <em>arquiteto residente na Corte de reconhecido merecimento artístico</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_04/3602" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 11 de dezembro de 1882, terceira coluna</a>).<em> </em>Em 1883, Bezzi passou a residir em São Paulo, na Rua do Senador Florencio de Abreu, 43 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_04/4362" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 6 de julho de 1883, última coluna</a>). Também em São Paulo projetou o ajardinamento da Praça da República, realizado entre 1902 e 1904 (<a href="http://www.arquiamigos.org.br/expo/2011ahsp/1889-1930-primeira-republica/1901-projeto-praca-republica.html" target="_blank">Arquivo Histórico de São Paulo</a>); e o Velódromo de São Paulo, inaugurado na década de 1890.</p>
<p>No Rio de Janeiro, além do Clube Naval, Bezzi projetou diversos prédios e residências, dentre eles o antigo Banco do Comércio, na Rua 1º de Março, e reformou o Edifício Itamarati, antiga sede do Ministério das Relações Exteriores, tendo construído sua ala esquerda.</p>
<p>Bezzi fundou algumas associações de fundo patriótico ligadas à Itália, dentre elas a Sociedade dos Combatentes Italianos pela unidade e pela independência da Itália, a Societa Veterani e Reduci e a Sociedade União Beneficente. Foi eleito membro honorário do Instituto de Engenheiros Civis de Londres, agraciado como Oficial da Legião de Honra da França e com o Hábito da Ordem Militar de São Maurício e São Lázaro, pelo governo da Itália. Era Comendador da Coroa Italiana e o representante no Brasil da Cruz Vermelha italiana (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_03/29907" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 30 de maio de 1915, sexta coluna</a>).</p>
<p>Faleceu em 23 de maio de 1915, no Rio de Janeiro. Residia na Rua Cosme Velho, 57 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/27733" target="_blank"><em>O Paiz,</em> 24 de maio de 1915, terceira coluna;</a> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_02/23463" target="_blank"><em>Correio da Manhã,</em> de maio de 1915, penúltima coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_34593" style="width: 284px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_04/27789" target="_blank"><img class="size-full wp-image-34593" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/clubenaval4.jpg" alt="O Paiz, 28 de maio de 1915" width="274" height="366" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_04/27789" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 28 de maio de 1915</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley<br />
Editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes</strong></span></p>
<p>BREFE, Ana Claudia Fonseca. <em>O Museu Paulista &#8211; Affonso de Taunay e a memória nacional</em>. São Paulo : Editora UNESP, 2025.</p>
<p>EMERICH, Denise (autora); DIAS, Fabiano (tradutor). <em>Museu Paulista: 120 anos de história | 120 years of history (PT/ING)</em>. São Paulo : Editora Brasileira, 2016.</p>
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<div id="bylineInfo" class="a-section a-spacing-micro bylineHidden feature" data-cel-widget="bylineInfo"><a href="https://memoria.bn.gov.br/hdb/periodico.aspx" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></div>
</div>
<p>NERY, Pedro. <em>Arte, pátria e civilização: <a href="https://www.forumpermanente.org/revista/numero-7/conteudo/limites-e-friccoes-no-museu/arte-patria-e-civilizacao-a-formacao-dos-acervos-artisticos-do-museu-paulista-e-da-pinacoteca-do-estado-de-sao-paulo-1893-1912-1" target="_blank">A formação dos acervos artísticos do Museu Paulista e da Pinacoteca do Estado de São Paulo, 1893-1912</a>. </em>Revista Fórum Permanente, dezembro de 2016.</p>
<p>ONO, Rosaria; LIMA, Solange Ferraz. <a href="https://www.martiusstaden.org.br/images/conteudo/269_261022_93434.pdf" target="_blank"><em>O novo Museu do Ipiranga no Bicentenário da Independência do Bra</em>sil</a>. São Paulo, 2022.</p>
<p><a href="https://arquitalianasaopaulo.iau.usp.br/profissionais/tommaso-gaudenzio-bezzi/" target="_blank">Site Arquitetura Italiana no Estado de São Paulo</a></p>
<p><a href="https://ea.fflch.usp.br/instituicoes/museu-paulista" target="_blank">Site Fflch &#8211; Enciclopédia de Antropologia</a></p>
<div dir="auto"><a href="https://museudoipiranga.org.br/sobre-o-museu/" target="_blank">Site Museu do Ipiranga</a></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"></div>
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