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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; irmãos Segreto</title>
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		<title>Série &#8220;Teatros e cinemas do Brasil&#8221; IX &#8211; O Dia do Cinema Brasileiro</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jun 2023 14:28:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[Affonso Segreto]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Cinema no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Gaetano Segreto]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[irmãos Segreto]]></category>
		<category><![CDATA[Paschoal Segreto]]></category>
		<category><![CDATA[perfil]]></category>
		<category><![CDATA[perfil de fotógrafos]]></category>

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		<description><![CDATA[Para celebrar o Dia do Cinema Brasileiro, a Brasiliana Fotográfica destaca artigos já publicados no portal sobre Benjamin Abrahão Calil Botto, Jorge Kfuri, João Stamato, Nicola Parente, Marc Ferrez e seus filhos; e Walter Garbe, fotógrafos que fizeram parte da história do cinema no Brasil. Além disso, há ainda uma seleção de fotografias de salas de cinema disponíveis no acervo fotográfico do portal. Foi em 19 de junho de 1898 que chegou ao Rio de Janeiro, vindo da Europa, o navio Paquebot Brésil, com o cinegrafista italiano Affonso Segreto a bordo. Ele filmou com uma câmara Lumière a entrada da enseada da Baía de Guanabara, as fortalezas e os navios ancorados, produzindo a primeira fita de cinema realizada no Brasil. O acontecimento deu origem ao Dia do Cinema Brasileiro.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Para celebrar o Dia do Cinema Brasileiro, a Brasiliana Fotográfica destaca artigos já publicados no portal sobre <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9527" target="_blank">Benjamin Abrahão Calil Botto (1901 – 1938)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16103" target="_blank">Jorge Kfuri (1893 – 1965)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22230http://" target="_blank">João Stamato (1886 – 1951)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30342" target="_blank">Nicola Parente (1847 &#8211; 1911)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank">Marc Ferrez (1843 – 1923) e seus filhos</a>; e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8567" target="_blank">Walter Garbe (18? – 19?),</a> fotógrafos que fizeram parte da história do cinema no Brasil. Além disso, há ainda uma seleção de fotografias de salas de cinema disponíveis no acervo fotográfico do portal e um pequeno histórico da escolha do dia 19 de junho como Dia do Cinema Brasileiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5336" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5336/IMG_1331.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="573" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5336" target="_blank">Marc Ferrez. Cine Pathé na Avenida Central, 116 (atual Avenida Rio Branco), circa 1912. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/79" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de salas de cinema disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/79" target="_blank"> </a></p>
<div style="width: 543px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9817" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9817/002037AAK5081.JPG.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="533" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9817" target="_blank">Alfredo Krausz. Cine Parisiense, c. 1933. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em><strong>Artigos sobre os fotógrafos que fizeram parte da história do cinema no Brasil:</strong></em></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank"><em>O brilhante cronista visual Marc Ferrez (RJ, 07/12/1843 – RJ, 12/01/1923)</em>, 7 de dezembro de 2016</a>,  de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</span></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8567" target="_blank"><span style="color: #800000;"><em>Os índios sob as lentes de Walter Garbe, em 1909</em>, publicado em 23 de maio de 2017, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</span></a></p>
<p><span style="color: #800000;"><em><a style="color: #800000; text-decoration: underline;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9527" target="_blank">Lampião e outros cangaceiros sob as lentes de Benjamin Abrahão,</a></em><a style="color: #800000; text-decoration: underline;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9527" target="_blank"> publicado em 28 de julho de 2017</a>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16103" target="_blank"><em>Jorge Kfuri (1893 – 1965), autor das primeiras fotografias aéreas do Rio de Janeiro</em>, publicado em 26 de dezembro de 2019, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22230http://" target="_blank"><em>João Stamato, um fotógrafo nos sertões</em>, publicado em 9 de fevereiro de 2021, de autoria de Ricardo Augusto dos Santos</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=30342" target="_blank"><em>O fotógrafo italiano Nicola Maria Parente (1847 &#8211; 1911) e sua trajetória no Brasil</em>, publicado em 21 de fevereiro dde 2023, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Uma brevíssima história do início do cinema e da escolha do Dia do Cinema Brasileiro</em></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 408px" class="wp-caption aligncenter"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/segreto.jpg" alt="Affonso Segreto, pioneiro do cinema no Brasil e realizador do documentário A Praia de Santa Luzia, em 1898" width="398" height="380" /><p class="wp-caption-text"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Affonso_Segretto#/media/Ficheiro:Afonso_Segreto.jpg" target="_blank">Affonso Segreto, pioneiro do cinema no Brasil e realizador do documentário <em>A Praia de Santa Luzia,</em> em 1898 / Wikipedia</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os irmãos Lumière, Louis (1864 &#8211; 1948) e Auguste (1862 &#8211; 1954), mostraram, em 28 de dezembro de 1895,  pela primeira vez ao público sua invenção, o cinematógrafo, síntese de pesquisas realizadas por muitos cientistas durante o século XIX sobre imagens em movimento. A apresentação foi realizada no salão do Grand Café, no Boulevard des Capucines, em Paris, para um público de 33 pessoas. O sucesso foi tão grande que, em pouco tempo, os Lumière passaram a apresentar 20 sessões diárias de meia hora cada uma, com os filmes <em>O Regador Regado</em> e <em>A Saída dos Operários da Fábrica Lumière</em>. Começava assim o cinema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/Clipboard03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-33524" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/Clipboard03.jpg" alt="trabalhadores_lumiere" width="309" height="440" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alguns meses depois desta projeção inaugural, realizou-se a primeira sessão pública de cinema no Brasil, na Rua do Ouvidor, 57, em 8 de julho de 1896, às 14h, no Rio de Janeiro, em uma sala especialmente preparada para as projeções do omniógrafo. O invento foi descrito pelo <em>Jornal do Commércio</em> como um &#8220;<em>aparelho que projeta sobre uma tela colocada ao fundo da sala diversos espetáculos e cenas animadas, por meio de uma série enorme de fotografias&#8221;</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 355px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_08/21752" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/cinema.jpg" alt="Jornal do Commercio, 9 de julho de 1896" width="345" height="337" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_08/21752" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 9 de julho de 1896</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 31 de julho de 1897,  o pernambucano José Roberto Cunha Sales (1840- 1903) e Paschoal Segreto (1868 &#8211; 1920) inauguraram a primeira sala cinematográfica do Brasil, o <em>Pariz no Rio Salão de Novidades</em><i>,</i> na Rua do Ouvidor, 141,<i> </i>que passou a ser um ponto de encontro da sociedade carioca (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_03/16662" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 1º de agosto de 1897</a>).<i> </i>Sales e Segreto romperam a sociedade ainda em 1897.<i> </i></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_30475" style="width: 161px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_03/16662" target="_blank"><img class="size-full wp-image-30475" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/segreto.jpg" alt="Gazeta de Notícias, 1º de agosto de 1897" width="151" height="302" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_03/16662" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 1º de agosto de 1897</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O estabelecimento pegou fogo em 8 de julho de 1898, mas foi reinaugurado em janeiro do ano seguinte (<em>Gazeta de Notícias</em>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_03/18605" target="_blank">10 de agosto de 1898, sexta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830380/4928" target="_blank"><em>A Notícia</em>, 5 e 6 de janeiro de 1899, primeira coluna</a>) .</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33252" style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/739065/8" target="_blank"><img class=" wp-image-33252" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/cinema1.jpg" alt="O Animatographo, 1898" width="702" height="180" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/739065/8" target="_blank"><em>O Animatographo</em>, janeiro de 1899</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Dia do Cinema Brasileiro é comemorado em 19 de junho, quando, em 1898, chegou ao Rio de Janeiro, vindo da Europa, o navio <em>Paquebot Brésil</em>. A bordo, encontrava-se o cinegrafista brasileiro de origem italiana Affonso Segreto (1875 &#8211; 1919), que retornava de uma viagem para comprar equipamentos de filmagens e conhecer novas técnicas cinematográficas em Nova York e em Paris, onde fez um curso na Pathé Films.</p>
<p>Antes de desembarcar no Rio de Janeiro, Affonso filmou com uma câmara Lumière a entrada da enseada da Baía de Guanabara, as fortalezas e os navios ancorados (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/103730_03/18348" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 20 de junho de 1898, segunda coluna</a>). Teria sido a primeira fita de cinema realizada no Brasil<span style="color: #800000;"><strong>*</strong></span>. O acontecimento deu origem ao Dia do Cinema Brasileiro. Affonso Segreto filmou, posteriormente, aspectos do Rio de Janeiro, além de seus arredores, e também cerimônias e comícios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_30476" style="width: 307px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/103730_03/18348" target="_blank"><img class="size-full wp-image-30476" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/segreto1.jpg" alt="Gazeta de Notícias, 20 de junho de 1898" width="297" height="212" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/103730_03/18348" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 20 de junho de 1898</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo relato de Domingos Segreto, fiho de Gaetano Segreto, em depoimento publicado no livro <em>Palácios e poeiras, </em>de Alice Gonzaga, ainda inexperiente, Affonso, na sessão marcada para a exibição das vistas, no já mencionado Salão Pariz no Rio, no dia 20 de junho de 1898, na Rua do Ouvidor, abriu erradamente a câmara e o filme foi danificado. Ele então exibiu vistas estrangeiras para o público. Foram convidados para o evento diversas autoridades, dentre elas o presidente da República, Prudente de Morais (1841 &#8211; 1902), e o jurista Rui Barbosa (1849 &#8211; 1923).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><em>&#8220;A data de 19 de junho é simbólica da dificuldade que se tem de fazer cinema no Brasil, porque marca um filme que não existiu. Mas também retrata a perseverança&#8221;.</em></span></p>
<p style="text-align: right;">Hernani Heffner, Gerente da Cinemateca do MAM-RJ</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Affonso era irmão de Paschoal (1868 &#8211; 1920) e Gaetano Segreto (1866 &#8211; 1908), empresários italianos que haviam vindo para o Brasil, em 1883. Trouxeram Affonso para o Brasil na década de 1890. Paschoal tornou-se o <em>ministro das diversões do Rio</em> e Gaetano foi o distribuidor exclusivo do jornal <em>A Notícia</em> e fundou o jornal da comunidade italiana <em>Il Bersagliere</em>. Os irmãos Segreto foram pioneiros da indústria do entretenimento no Brasil, figuras destacadas na cena cultural da <em>Belle Époque</em> do Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><span style="color: #800000;"><strong>*</strong></span>Existe uma polêmica em torno do assunto: alguns estudiosos consideram o primeiro filme brasileiro<em> Chegada em Petrópolis</em> devido a uma notícia divulgada pela<em> Gazeta de Petrópolis</em> convidando para uma sessão do filme no dia 1º de maio de 1897, no Theatro Cassino de Petrópolis, organizada pelo napolitano Vittorio di Maio (1852 &#8211; 1926). Posteriormente, di Maio vendeu seu projetor e acervo para Paschoal Segreto. Também é de 1897 a vista <em>Ancoradouro de pescadores na Baía de Guanabara</em>, do pernambucano José Roberto Cunha Sales (1840- 1903), porém sua nacionalidade brasileira é contestada por historiadores que acreditam que o cinegrafista recortou o filme de uma vista estrangeira. <em>Ancoradouro de pescadores na Baía de Guanabara </em>está acervado no Arquivo Nacional.</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">Fontes:</span></strong></p>
<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2022-06/hoje-e-dia-cinema-brasileiro-celebra-124-anos-da-primeira-filmagem" target="_blank">Agência Brasil</a></p>
<p>GONZAGA, Alice. <em>Palácios e Poeiras</em>. Rio de Janeiro : Record, 1996.</p>
<p><a href="https://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>MARTINS, William de Souza Nunes. <a href="%20http://livros01.livrosgratis.com.br/cp000003.pdf" target="_blank"><em>Paschoal Segreto: &#8220;Ministro das Diversões&#8221; do Rio de Janeiro (1883 &#8211; 1920). Rio de Janeiro, 2004. Dissertação (Mestrado em História Social)</em> – Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2004.</a></p>
<p><a href="https://web.archive.org/web/20131219220227/http://dc.itamaraty.gov.br/cinema-e-tv/historia-do-cinema-brasileiro" target="_blank">Site do Ministério das Relações Exteriores &#8211; Departamento Cultural</a></p>
<p>MOURA, Roberto. Verbete Afonso Segreto. In: MIRANDA, Luiz Felipe e RAMOS, Fernão Pessoa (org). <em>Enciclopédia do cinema brasileiro</em>. São Paulo: Senac, 2000.</p>
<p><em>O GLOBO</em>, 18 de junho de 2023</p>
<p><a href="http://www.cinemasdesp.com.br/2011/08/imigrantes-italianos-pioneiros-na.html" target="_blank">Salas de cinema de São Paulo</a></p>
<p><a href="https://filmow.com/alfonso-segreto-a519267/" target="_blank">Site Filmow</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Outros artigos publicados na Brasiliana Fotográfica sobre teatros e cinemas</strong></em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"> </span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">Série</a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> O Rio de Janeiro desaparecido </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">I</a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"> </a><em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787">- </a></em><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><em>Salas de cinema do Rio de Janeiro do início do século XX</em></a><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4787"><strong>, </strong>publicado em 26 de fevereiro de 2016.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4748" target="_blank"><em>Os teatros do Brasil</em>, publicado em 21 de março de 2016</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9445" target="_blank"><em>A inauguração do Theatro Municipal do Rio de Janeiro</em>, publicado em 14 de julho de 2017</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=23968" target="_blank"><em>Cinema no Brasil – a primeira sessão e um pouco da história do Cinema Odeo</em>n, publicado em 8 de julho de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25489" target="_blank">Série<em> “O Rio de Janeiro desaparecido” </em>XII<em> – O Teatro Lírico (Theatro Lyrico)</em>, publicado em 16 de setembro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25310" target="_blank"><em>O Theatro de Santa Isabel</em>, publicado em 28 de outubro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25907" target="_blank"><em>O Teatro Amazonas (Theatro Amazonas), em Manaus, a “Paris dos Trópicos”</em>, publicado em 28 de dezembro de 2021</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=28555" target="_blank"><em>O Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro, no Dia Mundial do Teatro</em>, publicado em 27 de março de 2023</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32451" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXV<em> – O Theatro Phenix,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado em 5 de setembro de 2023</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=35177http://" target="_blank"><em>O Theatro da Paz, em Belém do Pará, inaugurado em 15 de fevereiro de 1878</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado em 15 de fevereiro de 2024</a></span></p>
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