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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Casa de Câmara</title>
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		<title>O centenário do Palácio Tiradentes</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2026 14:29:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[Archimedes Memoria]]></category>
		<category><![CDATA[Cadeia Velha]]></category>
		<category><![CDATA[Casa de Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Couchet]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco de Andrade (escultor)]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Palácio Tiradentes]]></category>

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		<description><![CDATA[O Palácio Tiradentes foi construído no local onde existia a Casa de Câmara e Cadeia Velha, prédio erguido em torno de 1640, que foi demolido em 1922, quando foi lançada, com a presença do presidente da República, Epitácio Pessoa (1865 - 1942), a pedra fundamental do prédio da nova sede do Legislativo. Cerca de um ano antes, em 1921, foi aprovado um projeto dos arquitetos Archimedes Memória (1893 - 1960) e  Francisque Couchet (18? -19?) para a sua construção. Inspirado no Grand Palais, o Palácio Tiradentes foi inaugurado em 6 de maio de 1926 e hoje, com fotografias de Augusto Malta (1864 - 1957), de Guilherme Santos (1871 - 1966) e de fotógrafos ainda não identificados, a Brasiliana Fotográfica celebra seu centenário.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Palácio Tiradentes foi construído no local onde existia a Casa de Câmara e Cadeia Velha, prédio erguido em torno de 1640, que foi demolido em 1922, quando foi lançada, com a presença do presidente da República, Epitácio Pessoa (1865 &#8211; 1942), a pedra fundamental do prédio da nova sede do Legislativo. Cerca de um ano antes, em 1921, foi aprovado um projeto dos arquitetos  Archimedes Memória (1893 &#8211; 1960) e  Francisque Couchet (18? -19?) para a sua construção. Inspirado no Grand Palais, o Palácio Tiradentes foi inaugurado em 6 de maio de 1926 e hoje, com fotografias de Augusto Malta (1864 &#8211; 1957), de Guilherme Santos (1871 &#8211; 1966) e de fotógrafos ainda não identificados, a Brasiliana Fotográfica celebra seu centenário.</p>
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<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2784" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2784/014AM012060.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="478" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2784" target="_blank">Augusto Malta. Palácio Tiradentes, c. 1926. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<p><span style="color: #800000;"><strong><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/338" target="_blank">Acessando o link para as fotografias do Palácio Tiradentes disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></strong></span></p>
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<p>O Palácio Tiradentes foi construído no local onde existia a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29820" target="_blank">Casa de Câmara e Cadeia Velha</a>, prédio erguido em torno de 1640, quando os membros do Senado e da Câmara do Rio de Janeiro solicitaram a construção de um edifício para abrigar os trabalhos do legislativo. No século XVII, usualmente, nas cidades coloniais da América portuguesa nesses mesmos prédios ficavam as prisões.</p>
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<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11278" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11278/007A5P3F10-048.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="539" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11278" target="_blank">Augusto Malta. Câmara e Cadeia Velha, 1911. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 25 de dezembro de 1921, foi aprovado um projeto do cearense Archimedes Memória e do franco-suíço Francisque Couchet, ambos arquitetos, para a construção do Palácio Tiradentes, no local onde existia a Cadeia Velha (<a href="%20http://memoria.bn.br/DocReader/308250/148." target="_blank"><i>Architectura no Brasil</i>, janeiro de 1922</a>). Eles trabalhavam no Escritório Técnico Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920), que havia falecido, em 1920. Memória e Couchet foram sócios até 1929.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29836" style="width: 595px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.palaciotiradentes.rj.gov.br/cool_timeline/1921/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29836" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/tiradentes1.jpg" alt="Projeto de Archimedes Memória e Francisco Couchet paa o Palácio Tiradentes" width="585" height="369" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://www.palaciotiradentes.rj.gov.br/cool_timeline/1921/" target="_blank">Projeto de Archimedes Memória e Francisco Couchet para o Palácio Tiradentes</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Archimedes e Couchet foram também responsáveis pelos projetos do Palácio das Festas e do Palácio das Grandes Indústrias, na <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17940" target="_blank">Exposição Internacional do Centenário da Independência</a> (1922), um dos maiores eventos internacionais já realizados no Brasil, inaugurada no Rio de Janeiro em 7 de setembro de 1922 e encerrada em 24 de julho do ano seguinte; além dos edifícios do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25175" target="_blank">Palácio Pedro Ernesto (1923)</a>, cujo projeto foi desenvolvido por eles, já que seu autor, Heitor Mello (1875 &#8211; 1920), faleceu em 1920; do <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/107670_02/21282" target="_blank">Hotel Balneário da Urca (1925)</a>, futuro Cassino da Urca e sede da TV Tupi carioca; do Jockey Club Brasileiro, na Gávea (1926), e do Botafogo Futebol e Regatas (1928).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 410px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://academiaipuense.com.br/patronos/160-archimedes-memoria" target="_blank"><img src="https://academiaipuense.com.br/images/patronos/ARCHIMEDES%20MEMORIA.png" alt="" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://academiaipuense.com.br/patronos/160-archimedes-memoria" target="_blank">Archimedes Memória / Academia Ipuense de Letras, Ciências e Arte</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29746" style="width: 424px" class="wp-caption aligncenter"><a class="fbx-link" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/arquitetos.jpg"><img class="wp-image-29746 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/arquitetos.jpg" alt="Augusto Malta, Sentados, da esquerda para a direita: Nestor de Figueiredo, Adollpho Morales de los Rios (pai) e Francisco Cuchet. Em pé, na mesma ordem: Arquimedes Memoria, Adolpho Morales de los /rios (filho), Celestino Severo de Juan e Edgar Vianna, de 7 de setembro de 1922. Rio de Janeiro, RJ / Rio antigo, por Charles Dunlop." width="414" height="359" /></a><p class="wp-caption-text">Augusto Malta. Sentados, da esquerda para a direita: Nestor de Figueiredo, Adolpho Morales de los Rios (pai) e Francisque Cuchet. Em pé, na mesma ordem: Archimedes Memoria, Adolpho Morales de los Rios (filho), Celestino Severo de Juan e Edgar Viana, 7 de setembro de 1922. Rio de Janeiro, RJ / Rio Antigo, por Charles Dunlop.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O prédio da Cadeia Velha foi demolido, em 1922, quando foi lançada, com a presença do presidente da República, Epitácio Pessoa, a pedra fundamental do prédio da nova sede do Legislativo <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/764256/2096" target="_blank">(<em>O Combate</em>, 19 de junho de 1922</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/40532" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 24 de junho de 1922</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29907" style="width: 422px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/764256/2096" target="_blank"><img class="wp-image-29907 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/pedra4.jpg" alt="pedra4" width="412" height="485" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/764256/2096" target="_blank"><em>O Combate</em>, 19 de junho de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29837" style="width: 296px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=259063&amp;pagfis=40532" target="_blank"><img class="wp-image-29837 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/pedra.jpg" alt="pedra" width="286" height="449" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=259063&amp;pagfis=40532" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 24 de junho de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11058" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11058/037SL01086.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="513" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11058" target="_blank">Demolição do Morro do Castelo; ao fundo, a Ilha Fiscal e o Palácio Tiradentes em construção, c. 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29838" style="width: 592px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11058" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29838" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/pedra1.jpg" alt="Detalhe da foto anterior" width="582" height="466" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11058" target="_blank">Detalhe da foto anterior com destaque para o Palácio Tiradentes em construção</a></p></div>
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<p>No <em>estilo do palácio é Luiz XVI, moderno</em>, segundo a revista <a href="http://memoria.bn.br/docreader/308250/148" target="_blank"><em>Architectura</em> <i>no Brasil</i>, de janeiro de 1922</a><em>, </em>foi inspirado no Grand Palais de Paris. O Palácio Tiradentes foi inaugurado em 6 de maio de 1926, no dia em que se completava <em>Um século de vida legislativa no Brasil.</em> Seu nome homenageia Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes (1746 &#8211; 1792), um dos líderes da Inconfidência Mineira, que passou cinco dias na Cadeia Velha, da onde foi levado à forca, em 21 de abril de 1792.</p>
<p>Por ordem do então presidente da Câmara, Arnolfo de Azevedo (1868 &#8211; 1942), o Palácio Tiradentes foi construído com muita economia, tendo custado 15 contos de réis, metade do custo do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=33476" target="_blank">Palácio Pedro Ernesto</a>, inaugurado em 1923. Toda sua estrutura é de concreto e tijolo; as estátuas são de massa. Ricos cafeicultores e o estado de São Paulo foram responsáveis pela doação de vários móveis para a nova Câmara Federal, abrigada no Palácio Tiradentes, que ali funcionou de 1926 até 1960 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/25463" target="_blank"><em>Correio de Manhã</em>, 7 de maio de 1926</a>; <em>O Paiz</em>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/25193" target="_blank">6 de maio</a> e<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/25205" target="_blank"> 7 de maio</a> de 1926; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/308250/616" target="_blank"><i>Architectura no Brasil</i>, junho/julho de 1926</a>).</p>
<div></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29840" style="width: 320px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=178691_05&amp;pagfis=25205" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29840" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/pedra2.jpg" alt="O Paiz, 7 de maio de 1926" width="310" height="466" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=178691_05&amp;pagfis=25205" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 7 de maio de 1926</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na mesma ocasião, foi descerrada, em frente ao plácio, a estátua de Tiradentes, de autoria do escultor Francisco de Andrade  (1893-1953). Em bronze, tem 4,5 metros de altura e, em sua base, lê-se <em>Libertas Quæ Sera Tamen</em><em> &#8211; Liberdade ainda que tardia</em> -, lema dos inconfidentes mineiros inscrito na bandeira oficial do Estado de Minas Gerais.</p>
<p>Francisco de Andrade havia, em 1914, vencido o concurso para realizar a estátua de Tiradentes. A peça deveria representar Tiradentes no momento, em que estava sendo conduzido à forca, em 21 de abril de 1792, no Largo da Lampadosa, atual Praça Tiradentes. O local escolhido para a fixação da estátua é o mesmo ponto onde se localizava a cela em que Tiradentes esteve preso. A estátua <em>foi alvo de críticas e reparos à época, pois representava o alferes mór do Brasil muito velho, vestindo uma túnica de condenado que lembrava desagradavelmente uma camisola de dormir. Representava-o, igualmente, barbado e cabeludo, atributos que à época, já se sabia que Tiradentes nunca os tivera por ser militar </em>(<a href="https://palaciotiradentes.rj.gov.br/noticias/historias-dos-100-anos-do-palacio-estatua-de-tiradentes" target="_blank">Site Palácio Tiradentes</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_44444" style="width: 293px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://palaciotiradentes.rj.gov.br/noticias/historias-dos-100-anos-do-palacio-estatua-de-tiradentes" target="_blank"><img class="size-full wp-image-44444" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/tiradentes.jpg" alt="O escultor Francisco de Andrade e sua obra, a estátua de Tiradentes" width="283" height="495" /></a><p class="wp-caption-text">O<a href="https://palaciotiradentes.rj.gov.br/noticias/historias-dos-100-anos-do-palacio-estatua-de-tiradentes" target="_blank"> escultor Francisco de Andrade (1893 &#8211; 1953) e sua obra, a estátua de Tiradentes / Site Palácio Tiradentes</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cerca de dois anos depois, o presidente dos Estados Unidos, Herbert Hoover (1874 &#8211; 1964), fez uma visita ao Palácio Tiradentes, em 22 de dezembro de 1928 <em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/67425" target="_blank">Fon-Fon</a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/67425" target="_blank">, 29 de dezembro de 1928</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10232" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/10232/002080RJ6611.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="300" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10232" target="_blank">Guilherme Santos. Herbert Clark Hoover, presidente dos Estados Unidos, durante visita à Câmara dos Deputados, 22 de dezembro de 1928. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abaixo, um imagem de autoria do fotógrafo amador <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank">Guilherme Santos (1871 &#8211; 1966)</a> no dia da Constituinte de 1934, em 16 de julho de 1934, com a cavalaria e civis diante do Palácio Tiradentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9465" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9465/002080RJ6415.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="291" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9465" target="_blank">Guilherme Santos. Cavalaria e civis em frente ao Palácio Tiradentes, no dia da Constituinte de 1934, 16 de julho de 1934. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Parlamento foi fechado pelo presidente Getulio Vargas (1882 &#8211; 1954) no período do Estado Novo, de 1937 a 1945, e o Palácio Tiradentes passou a sediar o Ministério da Justiça e o Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), órgão de censura do regime. Com a saída de Vargas, em 1945, o Palácio Tiradentes voltou a abrigar a Assembleia Constituinte.</p>
<p><span style="color: #333333;">Quando Brasília tornou-se a capital do Brasil, em 1960, no Palácio Tiradentes passou a funcionar a Assembleia Legislativa do Estado da Guanabara (ALEG) que, com a fusão dos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro, efetivada em 1975, passou a se chamar Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ).</span></p>
<p><span style="color: #333333;"> </span></p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>CASTRO, Ramiro Berbert de. <a href="https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/179460?show=full" target="_blank"><em>Edifícios da Cadeia Velha, Palácio Monroe e Biblioteca Nacional</em></a>. Rio de Janeiro : Empresa Brasil Editora, 1926.</p>
<p><a href="https://diariodorio.com/historia-do-predio-do-istituto-europeo-di-design-o-cassino-da-urca/" target="_blank">Diário do Rio</a></p>
<p><a href="http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p><a href="https://oglobo.globo.com/economia/imoveis/arquitetos-falam-sobre-arquitetura-marcante-do-jockey-club-3135628" target="_blank"><em>O GLOBO</em>, 10 de novembro de 2011</a></p>
<p><a href="https://academiaipuense.com.br/patronos/160-archimedes-memoria" target="_blank">Site Academia Ipuense de Letras, Ciências e Artes</a></p>
<p><a href="http://www.palaciotiradentes.rj.gov.br/historia/" target="_blank">Site Palácio Tiradentes</a></p>
<p><a href="https://riomemorias.com.br/memoria/palacio-tiradentes/" target="_blank">Site Rio Memórias</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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