 

<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Camillo Vedani</title>
	<atom:link href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;tag=camillo-vedani" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 20 Jul 2026 14:26:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.1.41</generator>
	<item>
		<title>Cronologia de Camillo Vedani (18? &#8211; 1888)</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20978</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20978#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 13:15:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Cronologia]]></category>
		<category><![CDATA[Camillo Vedani]]></category>
		<category><![CDATA[cronologia de fotógrafos]]></category>
		<category><![CDATA[perfil]]></category>
		<category><![CDATA[perfil de fotógrafos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://brasilianafotografica.bn.br/?p=20978</guid>
		<description><![CDATA[Cronologia de Camillo Vedani (18? &#8211; 1888) &#160; Década de 1850 &#8211; O fotógrafo italiano Camillo Vedani se estabeleceu no Rio de Janeiro. 1860 / 1865 &#8211; Durante esse período viveu em Salvador, capital da Bahia. Produziu belas vistas da cidade, além de ter trabalhado na Bahia and São Francisco Railway. Provavelmente esteve também em Alagoas e em Sergipe. 1869 &#8211; [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em><strong><span style="color: #800000;">Cronologia de Camillo Vedani (18? &#8211; 1888)</span></strong></em></p>
<div style="width: 372px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2468" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2468/007A5P4F3-16.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="362" height="484" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2468" target="_blank">Camillo Vedani. Passeio Público, c. 1868. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Década de 1850</strong></span> &#8211; O fotógrafo italiano Camillo Vedani se estabeleceu no Rio de Janeiro.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1860 / 1865</strong></span> &#8211; Durante esse período viveu em Salvador, capital da Bahia. Produziu belas vistas da cidade, além de ter trabalhado na <em>Bahia and São Francisco Railway</em>. Provavelmente esteve também em Alagoas e em Sergipe.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1869</strong></span> &#8211; Na Bahia, realizou um trabalho de engenharia: o estabelecimento de uma linha telegráfica que faria a comunicação entre o Palácio da Presidência, o Comando das Armas e a Secretaria de Polícia. Pelo serviço, ganhou  575 réis <em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=130605&amp;PagFis=5593" target="_blank">Relatório dos Trabalhos do Conselho interino do Governo</a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=130605&amp;PagFis=5593" target="_blank">, 1869</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Década de 1870</strong></span> &#8211; Durante algum tempo, nos últimos anos dessa década, residiu em Campos (RJ), onde trabalhou como engenheiro desenhista na construção da ferrovia do Carangola, cuja pedra fundamental foi lançada em 14 de junho de 1875.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1875</strong></span> &#8211; Em 11 de agosto, Camillo Vedani foi naturalizado brasileiro. Foi identificado como italiano, católico, casado e engenheiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=094170_02&amp;PagFis=33442" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 13 de agosto de 1875, na segunda coluna</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=720968&amp;PagFis=13888" target="_blank"><em>Ministério do Império</em>, 1876</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1876</strong> </span>- Notícia de que a esposa de Camillo, dona Antonieta Novelli Vedani, havia embarcado no Rio de Janeiro, em um vapor, com destino a Imbitiba, cidade perto de Campos (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=369381&amp;PagFis=2557" target="_blank"><em>O Globo</em>, 22 de maio de 1876, na quarta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1878</strong></span> &#8211; Vedani participou de uma reunião na casa do sr. Francisco Portella, propagador do Café Liberia (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=030740&amp;PagFis=2921" target="_blank"><em>O Monitor Campista</em>, 29 de maio de 1878, na terceira coluna sob o título &#8220;Café da Libéria&#8221;</a>).</p>
<p>Esclareceu não ser o autor de um pasquim insultando o sr. Biolchini, com quem era brigado <em>(</em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=030740&amp;PagFis=3590" target="_blank"><em>O Monitor Campista</em>, 15 de dezembro de 1878, na terceira coluna sob o título “A pedido”</a>).</p>
<p>A partir de 25 de dezembro, Vedani expôs um presépio de sua autoria, na rua Direita, nº 99, na cidade de Campos. Foi elogiado por sua inteligência e apresentado como engenheiro desenhista da estrada de ferro do Carangola. A renda dos ingressos para apreciar o presépio foi revertido para uma obra beneficente (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=030740&amp;PagFis=3631" target="_blank">O<em> Monitor Campista</em>, 28 de dezembro de 1878, na primeira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="color: #800000;"><strong>1879 </strong></span>-</span> Camillo Vedani, como um dos engenheiros da estrada de ferro do Carangola, assinou uma manifestação em homenagem ao Sr. Julio Barbosa, diretor da construção da ferrovia, que havia sido exonerado da função (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=030740&amp;PagFis=4626" target="_blank"><em>O Monitor Campista</em>, 24 de outubro de 1879, na última coluna sob o título &#8220;A pedido&#8221;</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1</strong><strong>880</strong></span> &#8211; Ele e o fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923) foram contratados foram contratados para documentar os trabalhos realizados na Estrada de Ferro Central do Brasil.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1882</strong></span> –  Notícia da formação de uma comissão para estudos do traçado da ferrovia Madeira e Mamoré. Vedani era o desenhista do grupo, que partiria no dia 10 de janeiro de 1883 para efetuar o trabalho, sob a direção do engenheiro-chefe Carlos Morsing ( <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=709743&amp;PagFis=856" target="_blank"><em>Revista de Engenharia</em>, 1882</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1883</strong></span> &#8211; Camillo Vedani foi cumprimentar, com os outros membros da comissão para estudos da ferrovia Madeira e Mamoré, suas majestades imperiais, na primeira semana de janeiro ( <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&amp;PagFis=4816" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 20 de janeiro de 1883, na quinta coluna</a>).</p>
<p>Notícia com o histórico da construção da ferrovia Madeira e Mamoré (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=364568_07&amp;PagFis=7199http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=364568_07&amp;PagFis=7199" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 9 de janeiro de 1883, na quarta coluna, sob o título &#8220;Gazetilha&#8221;</a>).</p>
<p>Vedani e sua esposa embarcaram para o Pará no vapor <em>Espírito Santo</em>. Os demais membros da comissão para estudos da ferrovia Madeira e Mamoré também viajaram para o norte <em>(<a href="http://http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&amp;PagFis=4772%20 " target="_blank">Gazeta de Notícias</a></em><a href="http://http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&amp;PagFis=4772%20 " target="_blank">, 10 de janeiro de 1883, na sexta coluna sob o título “Passageiros</a>” e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=364568_07&amp;PagFis=7199" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 9 de janeiro de 1883, na quarta e quinta colunas, sob a seção &#8220;Gazetilha&#8221; </a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1884</strong></span> &#8211; Em Manaus, faleceu, em fevereiro, Antonieta Novelli  Vedani, esposa de Camillo, identificado como o desenhista da comissão de estudo do Madeira e Mamoré. Ela teve um ataque cerebral (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=763659&amp;PagFis=2862" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 16 de fevereiro de 1884, terceira coluna</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&amp;PagFis=6629" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 4 de março de 1884, na segunda coluna</a>).</p>
<p>Notícias de 10 de abril de 1884 sobre a comissão para estudos da ferrovia Madeira e Mamoré: dos 17 que embarcaram no Rio de Janeiro, só dois continuavam no Amazonas: Vedani e o chefe da comissão, o engenheiro Carlos Morsing. Os outros tiveram problemas de saúde (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=236055&amp;PagFis=2237" target="_blank"><em>Brazil</em>, 9 de maio de 1884, na terceira coluna</a>).</p>
<p>De volta ao Rio de Janeiro, Vedani mostrou fotografias do Amazonas de sua autoria. Algumas eram de Manaus e da Cachoeira do Xingu (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=363723&amp;PagFis=2078" target="_blank"><em>Folha Nova</em>, 30 de abril de 1884, na quinta coluna</a>).</p>
<p>Em reunião do Club de Engenharia, Vedani ofereceu 11 fotografias de sua autoria (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=364568_07&amp;PagFis=11843" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 6 de dezembro de 1884, na terceira coluna, sob o título &#8220;Club de Engenharia&#8221;</a>)</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1888</strong> </span>-  Falecimento de Vedani (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&amp;PagFis=13780" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 13 de maio de 1888, na última coluna</a>). A notícia é que um amigo havia mandado celebrar uma missa pela alma do fotógrafo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=20978</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dia Nacional do Imigrante Italiano</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13651</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13651#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2019 14:04:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Camillo Vedani]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Nacional do Imigrante Italiano]]></category>
		<category><![CDATA[fotógrafo italiano]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[imigração italiana]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[Vincenzo Pastore]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://brasilianafotografica.bn.br/?p=13651</guid>
		<description><![CDATA[Para celebrar o Dia Nacional do Imigrante Italiano, a Brasiliana Fotográfica homenageia essa comunidade e seus descendentes destacando a obra de dois talentosos fotógrafos de origem italiana que atuaram no Brasil no século XIX e nas primeiras décadas do século XX: Camillo Vedani (18? - c. 1888) e Vincenzo Pastore (1865 - 1918) - eles já foram temas de publicações do portal. Pela importância que a comunidade italiana tem na história no Brasil, a lei nº 11.687, de 2 de junho de 2008 instituiu oficialmente o Dia Nacional do Imigrante Italiano no calendário de todo o território nacional. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Para celebrar o Dia Nacional do Imigrante Italiano, a Brasiliana Fotográfica homenageia essa comunidade e seus descendentes destacando a obra de dois talentosos fotógrafos de origem italiana que atuaram no Brasil no século XIX e nas primeiras décadas do século XX: <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5382" target="_blank">Camillo Vedani (18? &#8211; c. 1888)</a> e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1379" target="_blank">Vincenzo Pastore (1865 &#8211; 1918)</a> &#8211; eles já foram temas de publicações do portal. Pela importância que a comunidade italiana tem na história do Brasil, a <a href="http://www.planalto.gov.br/cCivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11687.htm" target="_blank">lei nº 11.687, de 2 de junho de 2008</a> instituiu oficialmente o Dia Nacional do Imigrante Italiano no calendário de todo o território nacional. O dia 21 de fevereiro foi escolhido devido à expedição que <a href="http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=1311462" target="_blank">Pietro Tabacchi </a>fez ao Espírito Santo, em 1874, marco do início do processo da migração em massa dos italianos para o Brasil. Estima-se que atualmente aproximadamente 30 milhões de descendentes de italianos vivam em terras brasileiras.</p>
<p>Camillo Vedani foi o desenhista da comissão encarregada do estudo do traçado da ferrovia <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10460" target="_blank">Madeira-Mamoré</a>, em 1883. Identificava-se como “Photographo Paizagista” e era também professor de desenho e da língua italiana, tendo se estabelecido no Rio de Janeiro em torno de 1853. Produziu excelentes registros da cidade e também da Bahia, onde residiu entre 1860 e 1865. Na ocasião, trabalhou para a <em>Bahia and São Francisco Railway</em>.  Voltou para o Rio de Janeiro e morou durante um período em Campos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 1134px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2464" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2464/007A5P4F3-07.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="1124" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2464" target="_blank">Camillo Vedani, Largo do Paço, 1865. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/browse?value=Vedani%2C+Camillo&amp;type=author" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de Camillo Vedani disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A obra do bem sucedido imigrante italiano, o fotógrafo italiano Vincenzo Pastore, importante cronista visual de São Paulo da segunda metade do século XIX e do início do século XX, ficou, durante décadas, em uma caixa de charutos, sem negativos. O segredo de família chegou ao fim quando as fotografias foram herdadas por seu neto, o pianista e professor Flávio Varani, que as doou – 137 imagens – para o Instituto Moreira Salles, em 1997. Com sua câmara, Pastore capturava tipos e costumes de um cotidiano ainda pacato de São Paulo e com seu olhar sensível flagrava trabalhadores de rua. Ao retratar pessoas simples do povo, Pastore realizou, na época, um trabalho inédito na história da fotografia paulistana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 568px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2103" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2103/004VP021034.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="558" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2103" target="_blank">Vincenzo Pastore. Comércio de frutas no mercado dos caipiras, c. 1910. São Paulo, SP / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/browse?value=Pastore%2C+Vincenzo&amp;type=author" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de Vincenzo Pastore disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 298px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2092" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2092/004VP021016.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="288" height="417" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2092" target="_blank">Vincenzo Pastore. Homem sentado, comendo, próximo a gaiolas com galinhas , c. 1910. São Paulo, SP / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><span style="color: #800000;">Para mais informações sobre Camillo Vedani e Vincenzo Pastore acessar as publicações:</span></em></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5382" target="_blank">O fotógrafo paisagista Camillo Vedani (18?, Itália – c. 1888, Brasil)</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1379" target="_blank">Vincenzo Pastore (Casamassima, Itália 5 de agosto de 1865 – São Paulo, Brasil 15 de janeiro de 1918)</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=13651</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O fotógrafo paisagista Camillo Vedani (18?, Itália &#8211; 1888, Brasil)</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5382</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5382#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Jul 2016 13:40:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Cronologia]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Camillo Vedani]]></category>
		<category><![CDATA[cronologia]]></category>
		<category><![CDATA[cronologia de fotógrafos]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotógrafo estrangeiro]]></category>
		<category><![CDATA[fotógrafo italiano]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[perfil]]></category>
		<category><![CDATA[perfil de fotógrafos]]></category>
		<category><![CDATA[século XIX]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://brasilianafotografica.bn.br/?p=5382</guid>
		<description><![CDATA[Um dos mais talentosos fotógrafos que atuou no Brasil no século XIX, o italiano Camillo Vedani foi  o desenhista da comissão encarregada do estudo do traçado da ferrovia Madeira e Mamoré, em 1883. Identificava-se como “Photographo Paizagista” e no verso do cartão-suporte de suas fotografias apareciam os endereços Rua da Assembleia, 76 e  Rua do Ouvidor, 143. Apresentava-se também como professor de desenho e da língua italiana. Segundo Gilberto Ferrez, no livro A fotografia no Brasil: 1840 – 1900, Vedani estabeleceu-se no Rio de Janeiro, em 1853. Produziu excelentes registros da cidade e também da Bahia, onde residiu entre 1860 e 1865. Na ocasião, trabalhou para a Bahia and São Francisco Railway.  Voltou para o Rio de Janeiro e morou durante um período em Campos. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos mais talentosos fotógrafos que atuou no Brasil no século XIX, o italiano Camillo Vedani foi o desenhista da comissão encarregada do estudo do traçado da ferrovia <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10460" target="_blank">Madeira e Mamoré</a>, em 1883. Identificava-se como “Photographo Paizagista” e no verso do cartão-suporte de suas fotografias apareciam os endereços Rua da Assembleia, 76 e  Rua do Ouvidor, 143. Apresentava-se também como professor de desenho e da língua italiana. Segundo Gilberto Ferrez, no livro <em>A fotografia no Brasil: 1840 – 1900</em>, Vedani estabeleceu-se no Rio de Janeiro, em 1853. Produziu excelentes registros da cidade e também da Bahia, onde residiu entre 1860 e 1865. Na ocasião, trabalhou para a <em>Bahia and São Francisco Railway</em>.  Voltou para o Rio de Janeiro e morou durante um período em Campos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_5462" style="width: 530px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/cartãook.jpg"><img class="  wp-image-5462" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/cartãook-300x189.jpg" alt="cartãook" width="520" height="327" /></a><p class="wp-caption-text">Verso do cartão-suporte das fotografias de Camillo Vedani</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pedro Karp Vasquez considera a fotografia abaixo a obra-prima de Vedani. É uma vista do Largo do Paço “tomada do ângulo oposto ao que seus colegas costumavam utilizar , mostrando a praça a partir da rua Direita, com a fachada lateral do Paço Imperial reduzida a mero elemento auxiliar da composição. Nessa única obra ele soube demonstrar todo o seu talento, afiado em anos de prática do desenho, elaborando uma composição irretocável, em que as linhas diagonais das canaletas embutidas no calçamento dialogam admiravelmente com aquelas formadas pelo prédio do Paço e por outros elementos secundários do enquadramento – uma fotografia que é uma verdadeira aula de perspetiva e composição”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 645px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2464" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2464/007A5P4F3-07.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="635" height="452" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2464" target="_blank">Camillo Vedani. Largo do Paço, 1865. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/browse?value=Vedani%2C+Camillo&amp;type=author" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de Camillo Vedani disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2459" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2459/007A5P4F3-04.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="530" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2459" target="_blank">Camillo Vedani. A cidade de Salvador, 1860. Salvador, Bahia / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><span style="color: #800000;">Breve Cronologia de Camillo Vedani (18? &#8211; 1888)</span></strong></em></p>
<div style="width: 372px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2468" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2468/007A5P4F3-16.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="362" height="484" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2468" target="_blank">Camillo Vedani. Passeio Público, c. 1868. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Década de 1850</strong></span> &#8211; O fotógrafo italiano Camillo Vedani se estabeleceu no Rio de Janeiro.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1860 / 1865</strong></span> &#8211; Durante esse período viveu em Salvador, capital da Bahia. Produziu belas vistas da cidade, além de ter trabalhado na <em>Bahia and São Francisco Railway</em>. Provavelmente esteve também em Alagoas e em Sergipe.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1869</strong></span> &#8211; Na Bahia, realizou um trabalho de engenharia: o estabelecimento de uma linha telegráfica que faria a comunicação entre o Palácio da Presidência, o Comando das Armas e a Secretaria de Polícia. Pelo serviço, ganhou  575 réis <em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=130605&amp;PagFis=5593" target="_blank">Relatório dos Trabalhos do Conselho interino do Governo</a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=130605&amp;PagFis=5593" target="_blank">, 1869</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Década de 1870</strong></span> &#8211; Durante algum tempo, nos últimos anos dessa década, residiu em Campos (RJ), onde trabalhou como engenheiro desenhista na construção da ferrovia do Carangola, cuja pedra fundamental foi lançada em 14 de junho de 1875.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1875</strong></span> &#8211; Em 11 de agosto, Camillo Vedani foi naturalizado brasileiro. Foi identificado como italiano, católico, casado e engenheiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=094170_02&amp;PagFis=33442" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 13 de agosto de 1875, na segunda coluna</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=720968&amp;PagFis=13888" target="_blank"><em>Ministério do Império</em>, 1876</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1876</strong> </span>- Notícia de que a esposa de Camillo, dona Antonieta Novelli Vedani, havia embarcado no Rio de Janeiro, em um vapor, com destino a Imbitiba, cidade perto de Campos (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=369381&amp;PagFis=2557" target="_blank"><em>O Globo</em>, 22 de maio de 1876, na quarta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1878</strong></span> &#8211; Vedani participou de uma reunião na casa do sr. Francisco Portella, propagador do Café Liberia (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=030740&amp;PagFis=2921" target="_blank"><em>O Monitor Campista</em>, 29 de maio de 1878, na terceira coluna sob o título &#8220;Café da Libéria&#8221;</a>).</p>
<p>Esclareceu não ser o autor de um pasquim insultando o sr. Biolchini, com quem era brigado <em>(</em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=030740&amp;PagFis=3590" target="_blank"><em>O Monitor Campista</em>, 15 de dezembro de 1878, na terceira coluna sob o título “A pedido”</a>).</p>
<p>A partir de 25 de dezembro, Vedani expôs um presépio de sua autoria, na rua Direita, nº 99, na cidade de Campos. Foi elogiado por sua inteligência e apresentado como engenheiro desenhista da estrada de ferro do Carangola. A renda dos ingressos para apreciar o presépio foi revertido para uma obra beneficente (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=030740&amp;PagFis=3631" target="_blank">O<em> Monitor Campista</em>, 28 de dezembro de 1878, na primeira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="color: #800000;"><strong>1879 </strong></span>-</span> Camillo Vedani, como um dos engenheiros da estrada de ferro do Carangola, assinou uma manifestação em homenagem ao Sr. Julio Barbosa, diretor da construção da ferrovia, que havia sido exonerado da função (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=030740&amp;PagFis=4626" target="_blank"><em>O Monitor Campista</em>, 24 de outubro de 1879, na última coluna sob o título &#8220;A pedido&#8221;</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1</strong><strong>880</strong></span> &#8211; Ele e o fotógrafo Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923) foram contratados foram contratados para documentar os trabalhos realizados na Estrada de Ferro Central do Brasil.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1882</strong></span> –  Notícia da formação de uma comissão para estudos do traçado da ferrovia Madeira e Mamoré. Vedani era o desenhista do grupo, que partiria no dia 10 de janeiro de 1883 para efetuar o trabalho, sob a direção do engenheiro-chefe Carlos Morsing ( <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=709743&amp;PagFis=856" target="_blank"><em>Revista de Engenharia</em>, 1882</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1883</strong></span> &#8211; Camillo Vedani foi cumprimentar, com os outros membros da comissão para estudos da ferrovia Madeira e Mamoré, suas majestades imperiais, na primeira semana de janeiro ( <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&amp;PagFis=4816" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 20 de janeiro de 1883, na quinta coluna</a>).</p>
<p>Notícia com o histórico da construção da ferrovia Madeira e Mamoré (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=364568_07&amp;PagFis=7199http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=364568_07&amp;PagFis=7199" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 9 de janeiro de 1883, na quarta coluna, sob o título &#8220;Gazetilha&#8221;</a>).</p>
<p>Vedani e sua esposa embarcaram para o Pará no vapor <em>Espírito Santo</em>. Os demais membros da comissão para estudos da ferrovia Madeira e Mamoré também viajaram para o norte <em>(<a href="http://http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&amp;PagFis=4772%20 " target="_blank">Gazeta de Notícias</a></em><a href="http://http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&amp;PagFis=4772%20 " target="_blank">, 10 de janeiro de 1883, na sexta coluna sob o título “Passageiros</a>” e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=364568_07&amp;PagFis=7199" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 9 de janeiro de 1883, na quarta e quinta colunas, sob a seção &#8220;Gazetilha&#8221; </a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1884</strong></span> &#8211; Em Manaus, faleceu, em fevereiro, Antonieta Novelli  Vedani, esposa de Camillo, identificado como o desenhista da comissão de estudo do Madeira e Mamoré. Ela teve um ataque cerebral (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=763659&amp;PagFis=2862" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 16 de fevereiro de 1884, terceira coluna</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&amp;PagFis=6629" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 4 de março de 1884, na segunda coluna</a>).</p>
<p>Notícias de 10 de abril de 1884 sobre a comissão para estudos da ferrovia Madeira e Mamoré: dos 17 que embarcaram no Rio de Janeiro, só dois continuavam no Amazonas: Vedani e o chefe da comissão, o engenheiro Carlos Morsing. Os outros tiveram problemas de saúde (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=236055&amp;PagFis=2237" target="_blank"><em>Brazil</em>, 9 de maio de 1884, na terceira coluna</a>).</p>
<p>De volta ao Rio de Janeiro, Vedani mostrou fotografias do Amazonas de sua autoria. Algumas eram de Manaus e da Cachoeira do Xingu (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=363723&amp;PagFis=2078" target="_blank"><em>Folha Nova</em>, 30 de abril de 1884, na quinta coluna</a>).</p>
<p>Em reunião do Club de Engenharia, Vedani ofereceu 11 fotografias de sua autoria (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=364568_07&amp;PagFis=11843" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 6 de dezembro de 1884, na terceira coluna, sob o título &#8220;Club de Engenharia&#8221;</a>)</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1888</strong> </span>-  Falecimento de Vedani (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&amp;PagFis=13780" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 13 de maio de 1888, na última coluna</a>). A notícia é que um amigo havia mandado celebrar uma missa pela alma do fotógrafo.</p>
<p><span style="color: #800000;">Esse post contou com a colaboração do historiador Rodrigo Bozzetti, do Instituto Moreira Salles.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">Fontes:</span></strong></p>
<p><a href="http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa21615/camillo-vedani" target="_blank">Enciclopédia Itaú Cultural</a></p>
<p>FERREZ, Gilberto. <em>A fotografia no Brasil: 1840 – 1900</em>. Rio de Janeiro: Fundação Nacional Pró-Memória/Funarte, 1985.</p>
<p><a href="http://www.salvador-antiga.com/fotografos/camillo-vedani.htm" target="_blank">Guia Geográfico Salvador Antiga</a></p>
<p><a href="http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>KOSSOY, Boris. <em>Dicionário Histórico-Fotográfico Brasileiro</em>. Rio de Janeiro: IMS, 2002.</p>
<p>VASQUEZ, Pedro Karp. <em>A fotografia no império. </em>Rio de Janeiro: Zahar, 2002.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=5382</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Paço, a praça e o morro</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5365</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5365#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2016 04:08:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Camillo Vedani]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Georges Leuzinger]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Santos]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Moreira Salles]]></category>
		<category><![CDATA[Morro do Castelo]]></category>
		<category><![CDATA[Paço Imperial]]></category>
		<category><![CDATA[Praça Quinze de Novembro]]></category>
		<category><![CDATA[Praça XV]]></category>
		<category><![CDATA[século XX]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://brasilianafotografica.bn.br/?p=5365</guid>
		<description><![CDATA[Será inaugurada hoje no Paço Imperial a exposição O paço, a praça e o morro, que reúne imagens que construíram a representação fotográfica do Rio de Janeiro. São 200 registros de grandes mestres da fotografia brasileira do século XIX e das primeiras décadas do século XX, como Augusto Malta, Camillo Vedani, Georges Leuzinger, Guilherme Santos, Juan Gutierrez e Marc Ferrez, além de trabalhos produzidos por fotógrafos ainda não identificados. As fotografias fazem parte do acervo do Instituto Moreira Salles e a exposição é um desdobramento da mostra Rio, primeiras poses, realizada no centro cultural do IMS na Gávea, ao longo de 2015. Desta vez, o olhar é dirigido especificamente ao território onde a cidade nasceu e a partir do qual se desenvolveu em direção a sua configuração atual de grande metrópole, reconhecida internacionalmente como sítio urbano privilegiado pela conjunção única de paisagem natural e cultural.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 729px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2576" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2576/007NGBMF2137cx10-04.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="719" height="375" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2576" target="_blank">Marc Ferrez. Praça D. Pedro II, atual praça XV de Novembro, c. 1895. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>Será inaugurada hoje no Paço Imperial a exposição <em>O paço, a praça e o morro, </em>que reúne imagens que construíram a representação fotográfica do Rio de Janeiro.<em> </em>São 200 registros de grandes mestres da fotografia brasileira do século XIX e das primeiras décadas do século XX, como <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5382" target="_blank">Camillo Vedani</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2492" target="_blank">Georges Leuzinger</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank">Guilherme Santos</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5398" target="_blank">Juan Gutierrez</a> e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1443" target="_blank">Marc Ferrez</a>, além de trabalhos produzidos por fotógrafos ainda não identificados. As fotografias fazem parte do acervo do Instituto Moreira Salles e a exposição é um desdobramento da mostra <em>Rio, primeiras poses</em>, realizada no centro cultural do IMS na Gávea, ao longo de 2015. Desta vez, o olhar é dirigido especificamente ao território onde a cidade nasceu e a partir do qual se desenvolveu em direção a sua configuração atual de grande metrópole, reconhecida internacionalmente como sítio urbano privilegiado pela conjunção única de paisagem natural e cultural.</p>
<p>As profundas e constantes transformações na região central do Rio de Janeiro nos últimos 120 anos são fundamentais para se compreender a cidade dos dias de hoje. As fotografias de época reunidas nesta exposição permitem que se compreenda o processo de crescimento e expansão urbana do Rio de Janeiro. No ano em que a cidade recebe um dos mais importantes eventos mundiais, a Olimpíada de 2016, revisitar estes marcos fundadores da cidade por meio do olhar de grandes nomes da fotografia brasileira é também um convite à imersão na paisagem e na vida de uma região que novamente passa por um processo de revitalização e transformação.</p>
<div style="width: 776px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2294" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2294/007A5P3FG5-02.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="766" height="603" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2294" target="_blank">Georges Leuzinger. Largo do Paço e o chafariz de Mestre Valentim, c. 1865. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>Além disso, realizar esta exposição no próprio Paço Imperial permite que se lance um olhar privilegiado sobre este importante edifício, de valor referencial único na cidade. Os registros fotográficos aqui reunidos são uma oportunidade de se confrontar <em>in loco </em>a evolução histórica de uma importante região da cidade, formada por este edifício e seu entorno − a praça ou largo do Paço, hoje praça XV de Novembro, e o próprio marco fundador da cidade, o morro do Castelo, removido há quase um século da paisagem e, consequentemente, também da própria memória que se tem da cidade.</p>
<div style="width: 761px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2429" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2429/007A5P4F1-43.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="" width="751" height="560" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2429" target="_blank">Augusto Malta. Morro do Castelo, 14/11/1914. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>Centro da vida econômica, social e política do Rio de Janeiro nos seus primeiros séculos de ocupação, o Paço Imperial, a praça XV e o morro do Castelo moldaram o crescimento da cidade a partir de sua configuração geográfica e urbana original até a virada para o século XX. Nesse momento, o centro do Rio sofreu grandes transformações e intervenções urbanas, associadas às reformas realizadas pelo prefeito Pereira Passos. Os dois grandes marcos dessa transformação foram a abertura da Avenida Central e o início do &#8220;bota-abaixo&#8221;, processo de expansão, valoração, modernização e gentrificação urbana que levaria ao total desmonte do morro do Castelo no final da década de 1920.</p>
<div style="width: 768px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2731" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2731/014AM005015.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="758" height="565" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2731" target="_blank">Augusto Malta. Demolição do morro do Castelo, 23 /03/1925. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>A exposição apresenta imagens que mostram a cidade no período anterior a essas mudanças e outras que documentam e acompanham as reformas urbanas do início do século XX, em registros de fotógrafos profissionais, como Marc Ferrez, Augusto Malta e Guilherme Santos, e amadores. Ferrez e Malta construíram, com seus trabalhos, o principal legado da fotografia para a memória da cidade nesse período. Por meio das imagens aqui expostas, é possível acompanhar o processo de transformação da cidade desde a chegada da daguerreotipia ao Rio de Janeiro em 1840, pouco antes da posse, no ano seguinte, de d. Pedro II como imperador, aos 15 anos, até o final da década de 1920, momento de fortes mudanças econômicas, sociais e políticas que culminariam na revolução de 1930 e lançariam o país e a própria cidade do Rio de Janeiro na modernidade e na contemporaneidade.</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/88" target="_blank">Acessando o link para as fotografias do Paço Imperial, da Praça XV e do Morro do Castelo disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá visualizar e magnificar as imagens.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=5365</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A fundação de Salvador</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4742</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4742#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2016 15:05:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Benjamin R. Mulock]]></category>
		<category><![CDATA[Camillo Vedani]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fundação]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Gaensly]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Joseph Schleier]]></category>
		<category><![CDATA[Marc Ferrez]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Gonsalves da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Rodolfo Lindemann]]></category>
		<category><![CDATA[Salvador]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://brasilianafotografica.bn.br/?p=4742</guid>
		<description><![CDATA[No dia de sua fundação, Salvador, capital da Bahia e primeira capital do Brasil é homenageada pela Brasiliana Fotográfica. São imagensda segunda metade do século XIX até 1916 produzidas pelo inglês Benjamin Mulock (1829 - 1863), pelo italiano Camillo Vedani (18? - ?), pelo suíço Guilherme Gaensly (1843 - 1928), pelos alemães Joseph Schleier (1827 - 1903) e Rodolfo Lindemann (1852 -19?), e pelos brasileiros Marc Ferrez (1843 - 1923) e Pedro Gonsalves da Silva (18? -19?). A data oficial da fundação de Salvador marca o dia em que o primeiro governador geral do Brasil, o português Tomé de Sousa (1503 - 1579), desembarcou no atual Porto da Barra, em 29 de março de 1549, e iniciou a construção da cidade-fortaleza.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.youtube.com/watch?v=QPGYD7Qs5Ck" target="_blank">São Salvador&#8221; de Dorival Caymmi (1914 &#8211; 2008)</a></span></em></strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>&#8220;São Salvador, Bahia de São Salvador</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> A terra de Nosso Senhor</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> Pedaço de terra que é meu</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> São Salvador, Bahia de São Salvador</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> A terra do branco mulato</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> A terra do preto doutor</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> São Salvador, Bahia de São Salvador</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> A terra do Nosso Senhor</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> Do Nosso Senhor do Bonfim</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> Oh Bahia, Bahia cidade de São Salvador</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> Bahia oh, Bahia, Bahia cidade de São Salvador&#8221;</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No dia de sua fundação, Salvador, capital da Bahia e primeira capital do Brasil, é homenageada pela Brasiliana Fotográfica. São imagens da segunda metade do século XIX até 1916 produzidas pelo inglês Benjamin R. Mulock (1829 &#8211; 1863), pelo italiano Camillo Vedani (18? &#8211; ?), pelo suíço <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7260" target="_blank">Guilherme Gaensly (1843 &#8211; 1928)</a>, pelos alemães Joseph Schleier (1827 &#8211; 1903) e Rodolfo Lindemann (c. 1852-19?), e pelos brasileiros <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6305" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a> e Pedro Gonsalves da Silva (18? -19?).</p>
<p>A cidade foi fundada com o nome de Cidade do Salvador e foi a capital do Brasil de 1549 a 1763. A data oficial de sua fundação foi determinada pela portaria 299 de 11 de março de 1952, assinada pelo então prefeito Osvaldo Veloso Gordilho, e marca o dia em que o português Tomé de Sousa (1503 &#8211; 1579) desembarcou no atual Porto da Barra, em 29 de março de 1549, dando início à construção da cidade-fortaleza. Ele havia sido nomeado primeiro governador-geral do Brasil pelo rei dom João III (1502 &#8211; 1557). Chegou com seis embarcações, trazendo mais de mil pessoas para o país. A razão principal de sua vinda para o Brasil foram as revoltas promovidas pelos indígenas, onde a presença dos portugueses não era efetiva.</p>
<div style="width: 539px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.bahia-turismo.com/salvador/barra/marco.htm" target="_blank"><img src="http://www.bahia-turismo.com/salvador/barra/imagens/painel-azulejos.jpg" alt="Painel azulejos" width="529" height="321" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://www.bahia-turismo.com/salvador/barra/marco.htm" target="_blank">Painel de azulejos que integra o monumento Marco de Fundação da Cidade do Salvador, do artesão Eduardo Gomes</a></p></div>
<p>Atualmente, há no local do desembarque de Tomé de Souza o monumento Marco de Fundação da Cidade do Salvador, inaugurado em 29 de março de 1952 &#8211; uma estrutura vertical, esculpida por João Fragoso (1913 &#8211; 2000) em pedra de lioz portuguesa, com o símbolo da Coroa Portuguesa e a Cruz de Cristo, além de um painel de azulejos, originariamente de autoria de Joaquim Rebucho, que retrata a chegada de Tomé de Souza. O painel atual, uma réplica do original, foi feito, em 2003, pelo artesão Eduardo Gomes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=salvador" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de Salvador disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.youtube.com/watch?v=VHN2TVwNhEo" target="_blank">Trecho  de <em>Aquarela Brasileira</em>, de Silas de Oliveira (1916 &#8211; 1972)</a>,</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://www.youtube.com/watch?v=VHN2TVwNhEo" target="_blank">samba-enredo da Escola de Samba Império Serrano em 1964</a></span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;">&#8220;E fiquei radiante de alegria</span></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;">Quando cheguei na Bahia</span></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;">Bahia de Castro Alves, do acarajé</span></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;">Das noites de magia, do candomblé&#8221;</span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=4742</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
