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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; beco</title>
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		<title>Becos cariocas</title>
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		<pubDate>Wed, 03 May 2017 14:50:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Aristógiton Malta]]></category>
		<category><![CDATA[Augusto Malta]]></category>
		<category><![CDATA[beco]]></category>
		<category><![CDATA[becos]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Edmundo]]></category>
		<category><![CDATA[O Rio de Janeiro do meu tempo]]></category>
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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica traz algumas imagens do Rio de Janeiro de antigamente. São fotografias de becos cariocas produzidas pelo fotógrafo Augusto Malta (1864 - 1957) e por seu filho Aristógiton Malta (1904-1954), que pertencem ao acervo do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, um dos parceiros do portal. São registros dos becos da Batalha, dos Ferreiros, da Fidalga, da Música, do Paço e do Rosário, todos no Centro. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="width: 357px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4299" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4299/BR%20RJAGCRJ.SGEC.DHD.AM.PDF.PURM.NG.2113.6186.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="347" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4299" target="_blank">Augusto Malta. Beco do Paço, 1º de agosto de 1941. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>A Brasiliana Fotográfica traz algumas imagens do Rio de Janeiro de antigamente. São fotografias de becos cariocas produzidas pelo fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</a> e por seu filho Aristógiton Malta (1904-1954), que pertencem ao acervo do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4991" target="_blank">Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro</a>, um dos parceiros do portal. São registros dos becos da Batalha, dos Ferreiros, da Fidalga, da Música, do Paço e do Rosário, todos no Centro. Alguns deles foram citados pelo historiador e memorialista Luiz Edmundo (1878 &#8211; 1961) no livro <em>O Rio de Janeiro do meu tempo </em>(1938), na descrição do aspecto das ruas cariocas do período colonial e do ínicio do século XX: <em>As ruelas que se multiplicam para os lados da Misericórdia &#8211; Cotovelo, Fidalga, Ferreiros, Música, Moura e Batalha &#8211; são estreitas, com pouco mais de metro e meio de largura. São sulcos tenebrosos que cheiram a mofo, a pau-de-galinheiro, a sardinha frita e suor humano</em>.</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/106" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de becos cariocas disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
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<p><strong><span style="color: #800000;">Um pouco da história desses becos</span></strong></p>
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<p><span style="color: #800000;">Beco da Batalha, dos Ferreiros e da Fidalga</span>: ficavam no bairro da Misericórdia e não existem mais. A origem do nome do Beco da Batalha foi a existência de um oratório dedicado à devoção de Nossa Senhora da Batalha no próprio beco ou no largo do mesmo nome. No Beco dos Ferreiros moravam muitos chineses e em suas casas se fumava ópio. No Beco da Fidalga morava dona Maria Antônia de Alencastro, parente do militar português Gomes Freire (1757 -1817).</p>
<p><span style="color: #800000;">Beco da Música</span>: também no antigo bairro da Misericórdia, liga a avenida Antônio Carlos à rua Dom Manuel.  Seu nome era Beco do Administrador, mas foi rebatizado como Beco da Música, quando músicos do Regimento do Moura, aquartelados nas vizinhanças, passaram a ensaiar no local onde havia sido a sede da administração do monopólio do sal. Segundo o historiador Felisberto Freire (1858 &#8211; 1916), nele estiveram os portões do Rio de Janeiro, no século XVI, quando a cidade &#8220;malnascida no Castelo, dispunha embaixo, na várzea, de uma muralha para melhor protegê-la&#8221;.</p>
<p><span style="color: #800000;">Beco do Paço</span>: ficava perto da rua Dom Manuel e foi destruído para a abertura da rua Erasmo Braga.</p>
<p><span style="color: #800000;">Beco do Rosário</span>: fica perto da rua Reitor Azevedo Amaral. Foi em uma lanchonete situada no beco que, em 1967, num sábado de Aleluia, começou um incêndio que destruiu grande parte da Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito.</p>
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<p><strong><span style="color: #800000;">Fontes:</span></strong></p>
<p>EDMUNDO, Luiz. <em>O Rio de Janeiro do meu tempo</em>. Rio de Janeiro:Editora: Imprensa Nacional, 1938.</p>
<p>COSTALLAT, Benjamim. <em>Mistérios do Rio</em>. Rio de Janeiro:Biblioteca Carioca, Secretaria Municipal de Cultura, 1995.</p>
<p>GERSON, Brasil. História das Ruas do Rio. Rio de Janeiro:Bem-Te-Vi, 2013.</p>
<p><a href="http://www.rioecultura.com.br/coluna_patrimonio/coluna_patrimonio.asp?patrim_cod=53" target="_blank">Site Rio &amp; Cultura</a></p>
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