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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; ABI</title>
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		<title>O Dia do Jornalista e a fundação da Associação Brasileira de Imprensa</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 15:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
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		<description><![CDATA[ Brasiliana Fotográfica celebra o Dia do Jornalista e a fundação da Associação Brasileira de Imprensa, a ABI. O jornalismo é um bem público essencial e ele só é feito com o trabalho dos jornalistas, cujo ofício é primordial para a garantia da democracia. Destacamos imagens de prédios de antigos jornais: do "Jornal do Brasil", produzida por um fotógrafo ainda não identificado; do "Jornal do Commercio", por Uriel Malta (1910-1994); do "O Paiz", por Guilherme Santos; e de A Noite, por Alfredo Krausz. Também foram escolhidas duas fotografias de pessoas lendo jornal, realizadas pelo italiano Vincenzo Pastore; um registro de jornaleiros, de autoria de Gomes Junior (18?-19?); e uma imagem da atual sede da ABI, de um fotógrafo ainda não identificado.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Brasiliana Fotográfica celebra o Dia do Jornalista e a fundação da Associação Brasileira de Imprensa, a ABI, destacando imagens de prédios de antigos jornais: do <em>Jornal do Brasil</em>, produzida por um fotógrafo ainda não identificado; do <em>Jornal do Commercio</em>, por Uriel Malta (1910-1994); do<em> O Paiz</em>, por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank">Guilherme Santos (1871-1966)</a>; e de <em>A Noite</em>, por Alfredo Krausz (1902-1953). Também foram escolhidas duas fotografias de pessoas lendo jornal, realizadas pelo italiano <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1379" target="_blank">Vincenzo Pastore (c.1830-1918</a>), em São Paulo, em torno de 1910; um registro de jornaleiros, de autoria de Gomes Junior (18?-19?); e uma imagem da atual sede da ABI, de um fotógrafo ainda não identificado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 496px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2512" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2512/007A6P4FP09-17.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="486" height="616" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2512" target="_blank">Gomes Junior. Jornaleiros, c. 1899. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p><span style="color: #800000;"> </span></p>
<div style="width: 505px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2087" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2087/004VP021002.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="495" height="721" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2087" target="_blank">Vincenzo Pastore. Ferroviário lê jornal, cercado por carregadores de malas, em frente à Estação da Luz, c. 1910. São Paulo, SP / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/407" target="_blank"><strong>Acessando o link para as fotografias de antigos jornais brasileiros e de pessoas lendo jornal </strong><strong>disponíveis na Brasiliana Fotográfica,</strong><strong> o leitor poderá visualizar e magnificar as imagens.</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9546" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9546/002080Vol05Cx0112.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="294" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9546" target="_blank">Guilherme Santos. Prédio da sede do jornal O Paiz; na Avenida Rio Branco, esquina com a Rua 7 de Setembro, c. 1925. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O jornalismo é um bem público essencial e ele só é feito com o trabalho dos jornalistas, cujo ofício é primordial para a garantia da democracia. Em tempos de disseminação cada vez mais crescente de <em>fake news</em>, notícias falsas, no meio digital, a prática dos jornalistas profissionais torna-se ainda mais importante. Segundo um relatório publicado, em março de 2024, pela Organização Não Governamental (ONG) Repórteres Sem Fronteiras (RSF) o Brasil carece de uma política de promoção da pluralidade e diversidade jornalística: “<em>Num contexto de recentes ataques ao Estado Democrático de Direito no Brasil, a urgência de assegurar normas e políticas que fortaleçam um jornalismo livre, plural e de confiança é crucial para a própria democracia brasileira</em>”. Segundo divulgado também pela RSF, em 13 de dezembro de 2024, nos últimos 20 anos, &#8220;<em>mais de 1,7 mil jornalistas foram assassinados no planeta trabalhando ou em razão de suas funções&#8221;</em>. Em 2024, 54 jornalistas foram mortos – duas mulheres e 52 homens.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/12404" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/12404/037SL03058.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="513" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/12404" target="_blank"> Avenida Rio Branco; em primeiro plano, à esquerda, o prédio do Jornal da Brasil, c. 1935. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong> Breve história do Dia do Jornalista</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://portalcorreio.com.br/assassinato-de-libero-badaro-e-marco-para-criacao-do-dia-do-jornalista-no-brasil/" target="_blank"><img class="alignnone  wp-image-39409" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/jornalista.jpg" alt="jornalista" width="405" height="373" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Dia do Jornalista foi instituído oficialmente, no Brasil, pela Associação Brasileira de Imprensa, em 1931, em homenagem ao jornalista e médico Giovanni Battista Líbero Badaró (1798-1830), morto por inimigos políticos em  novembro de 1830, em São Paulo (<a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/749700/2721" target="_blank"><em>Astrea</em>, 11 de dezembro de 1930, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/700169/1804" target="_blank"><em>O Farol Paulistano</em>, 23 de dezembro de 1830, primeira coluna</a>). Criador do jornal <em>Observatório Constitucional</em>, Badaró fazia oposição ao governo de dom Pedro I (1798-1834), que constantemente censurava sua publicação. O assassinato de Badaró contribuiu para acirrar a crise constitucional que levou à abdicação de Pedro I, no dia 7 de abril de 1831.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter" src="https://multirio.rio.rj.gov.br/images/historia_do_brasil/M2-cap4/4_Badaro_morte_t.jpg" alt="4 Badaro morte t" width="367" height="513" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A ABI, fundada em 7 de abril de 1908, foi idealizada por Gustavo de Lacerda (1854-1909) e <em>&#8220;seu principal objetivo era assegurar à classe jornalística os direitos assistenciais e tornar-se um centro poderoso de ação&#8221;. </em>Após ocupar diversos lugares, dentre eles uma sala na sede do jornal <em>O Paiz, </em>sua atual sede, na Rua Araújo Porto Alegre, no Centro do Rio de Janeiro, foi construída entre 1936 e 1939, durante a presidência de Herbert Moses (1884-1972), que esteve à frente da ABI, entre 1931 e 1964. O prédio da ABI, projeto dos irmãos Marcelo (1908-1964) e Milton Roberto (1914-1953), é um marco na história da arquitetura brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 787px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/12250" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/12250/013RJ004031.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="777" height="597" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/12250" target="_blank">Prédio da Associação Brasileira de Imprensa &#8211; ABI, c. 1945. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma curiosidade: a primeira banca de jornais e revistas do Rio de Janeiro foi inaugurada, em 1929, na esquina da Rua Sete de Setembro com a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">Avenida Rio Branco</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_38605" style="width: 552px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=083712&amp;pagfis=45233" target="_blank"><img class="wp-image-38605 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/jornal.jpg" alt="jornal" width="542" height="442" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=083712&amp;pagfis=45233" target="_blank"><em>Careta</em>, 21 de dezembro de 1929</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 572px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4612" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4612/BR%20RJAGCRJ.SGEC.DHD.AM.PDF.PURM.NG.1791.4732.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="562" height="786" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4612" target="_blank">Uriel Malta. Avenida Rio Branco (Sede do Jornal do Commercio), s/d. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 578px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9556" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9556/002037AAK5007.JPG.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="568" height="412" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9556" target="_blank">Alfredo Krausz. Edifício Joseph Gire (A Noite), c. 1933. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C.T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2024-12/mais-de1-7-mil-jornalistas-foram-mortos-em-20-anos-em-todo-o-mundo" target="_blank">Agência Brasil</a></p>
<p><a href="https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/reportagem/teria-dom-pedro-i-mandado-matar-libero-badaro-jornalista-liberal-da-oposicao.phtml" target="_blank"><em>Aventuras na História</em>, 12 de outubro de 2019</a></p>
<p><a href="https://memoria.bn.gov.br/hdb/periodico.aspx" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>Pereira, Claudio Calovi. <a href="https://www.ufrgs.br/propar/wp-content/uploads/2023/06/2_Claudio-Calovi.pdf" target="_blank"><em>Os irmãos Roberto e o edifício da A.B.I.: uma história da modernidade arquitetônica brasileira</em></a>.</p>
<p><a href="https://www.abi.org.br/viva-o-dia-do-jornalista-salve-os-116-anos-da-abi/" target="_blank">Portal Associação Brasileira de Imprensa</a></p>
<p><a href="https://multirio.rio.rj.gov.br/index.php/historia-do-brasil/brasil-monarquico/90-primeiro-reinado/8925-a-morte-de-libero-badar%C3%B3-em-1830-e-o-agravamento-da-crise-pol%C3%ADtica" target="_blank">Portal MultiRio</a></p>
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		<title>A Gruta da Imprensa</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2017 13:42:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica destaca uma imagem da Gruta da Imprensa, localizada na Niemeyer, uma das mais bonitas avenidas do Rio de Janeiro. Foi produzida por Augusto Malta ( 1864 - 1957), fotógrafo oficial da prefeitura do Rio de Janeiro de 1903 a 1937, e pertence ao Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, uma das instituições parceiras do portal. A Gruta da Imprensa foi inaugurada pelo prefeito Carlos Sampaio (1861 - 1930), dias antes do início da viagem dos reis da Bélgica ao Brasil, em 1920 e sua denominação foi uma homenagem à imprensa carioca.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="width: 731px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4634" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4634/1326-2248.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="721" height="423" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4634" target="_blank">Augusto Malta. Gruta da Imprensa. Avenida Niemeyer, Rio de Janeiro / AGCRJ</a></p></div>
<p>A Brasiliana Fotográfica destaca uma imagem da <em>Gruta da Imprensa</em>, localizada na Niemeyer, uma das mais bonitas avenidas do Rio de Janeiro. O registro foi produzido por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta ( 1864 &#8211; 1957)</a>, fotógrafo oficial da prefeitura do Rio de Janeiro, de 1903 a 1937, e pertence ao <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4991" target="_blank">Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro</a>, uma das instituições parceiras do portal. A<em> Gruta da Imprensa</em> foi inaugurada pelo prefeito Carlos Sampaio (1861 &#8211; 1930), dias antes do início da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5950" target="_blank">viagem dos reis da Bélgica ao Brasil</a>, em 1920, e sua denominação foi uma homenagem do prefeito à imprensa carioca (<i><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/3304" target="_blank">Correio da Manhã</a></i><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/3304" target="_blank">, 19 de setembro de 1920, na segunda coluna</a> e <em>O Globo</em>, 10 de março de 1926, sob o título &#8220;Loucura que passou&#8221;).</p>
<p>&#8220;Em meio dessa avenida, a comitiva fez alto para inaugurar a &#8220;Gruta da Imprensa&#8221;, delicada homenagem do Sr. Prefeito. Trata-se de uma gigantesca laje, que da margem da avenida se aprofunda no oceano, deixando , por um capricho da natureza, larga abertura, formando gruta, de fácil acesso, onde o mar irrompe violento sem, contudo, oferecer perigo. Uma longa escadaria com balaustrada foi construída levando a gruta à entrada da qual o Sr. Carlos Sampaio fez colocar em cimento o dístico: &#8211; Gruta da Imprensa&#8221; (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_04/4343" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 18 de setembro de 1920, na quinta coluna</a>).</p>
<p>Tornou-se, na época, um concorrido ponto turístico. Em 1926, foi cogitada a construção de um bar no local, mas os técnicos responsáveis pelas vistorias alegaram falta de segurança na região e alertaram para o iminente desaparecimento da Gruta, devido à “fácil deterioração pela ação da água” (<em>O Globo</em>, 10 de março de 1926, sob o título &#8220;Loucura que passou&#8221;). Contrariando as previsões de destruição, a<em> Gruta da Imprensa</em> continua lá, mas já não é uma área de lazer utilizada pelos cariocas. Sua presença foi de novo notada na ocasião do desabamento da Ciclovia Tim Maia, justamente na altura da <em>Gruta da Imprensa</em>, em 21 de abril de 2016, cerca de três meses após sua inauguração.</p>
<p>Durante as corridas de automóveis do <em>Circuito da Gávea</em> ou <em>Trampolim do Diabo</em>, concorrido acontecimento social e esportivo que acontecia no entorno do Morro Dois Irmãos e da Avenida Niemeyer, entre os anos 1933 e 1954, e chegava a reunir até 300 mil espectadores, alguns jornalistas esportivos acompanhavam as provas apoiados na mureta da gruta. <span style="color: #333333;">Em 1935, a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) foi presenteada pelo pintor Álvaro de Almeida com um quadro retratando a Gruta da Imprensa. </span>Na ocasião, o gesto foi saudado pelo conselheiro da ABI, jornalista Carlos Maul: “É um quadro que tem para nós dupla valia: a de ser uma obra de beleza e a de fixar um dos mais formosos aspectos da paisagem carioca em que um governo da cidade perpetuou o nome da nossa classe. Esse quadro avivará em nosso espírito a memória do símbolo que ele exprime: a resistência heroica a todas as tempestades” (<a href="http://acervo.oglobo.globo.com/fatos-historicos/tecnicos-alertam-em-1926-para-accao-da-agua-na-gruta-da-imprensa-na-niemeyer-19181881" target="_blank"><em>O Globo</em>, 27 de abril de 2016</a>).</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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