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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; 1925</title>
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		<title>A Brasiliana Fotográfica presente na capa da edição comemorativa do centenário do jornal O GLOBO</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jul 2025 15:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[1925]]></category>
		<category><![CDATA[Brasiliana Fotográfica]]></category>
		<category><![CDATA[centenário]]></category>
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		<category><![CDATA[O Globo]]></category>
		<category><![CDATA[Ruan de Sousa Gabriel]]></category>

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		<description><![CDATA[Reproduzimos o artigo publicado no domingo, 27 de julho de 2025, com chamada na capa, na edição comemorativa dos 100 anos do jornal O GLOBO, completados dois dias dia depois, em 29 de julho. Foi escrito pelo jornalista Ruan de Sousa Gabriel e destaca 10 imagens produzidos, em 1925, ano de fundação de O GLOBO. Dentre diversas fotografias, Ruan escolheu três de autoria desconhecida, quatro de Augusto Malta, uma de Carlos Bippus e uma de Guilherme Santos; todas do acervo fotográfico do Instituto Moreira Salles, uma das instituições fundadoras do portal. A foto do cientista Albert de Einstein com um grupo é de autoria de J. Pinto e pertence à Fiocruz, uma de nossas instituições parceiras. Aproveitem um belo passeio pelo Rio de Janeiro de 1925! Não esqueçam de usar o zoom e boa viagem ao passado!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Reproduzimos o artigo publicado no domingo, 27 de julho de 2025, com chamada na capa, na edição comemorativa dos 100 anos do jornal <em>O GLOBO*, </em>completados dois dias depois, em 29 de julho. Foi escrito pelo jornalista Ruan de Sousa Gabriel a partir de conversas que ele teve comigo, Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica. A matéria traz 10 registros produzidos em 1925, ano de fundação de <em>O GLOBO</em>. Dentre diversas fotografias, Ruan escolheu três de autoria desconhecida, quatro de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1322" target="_blank">Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</a>, uma de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13091" target="_blank">Carlos Bippus (? -19?)</a> e uma de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5545" target="_blank">Guilherme Santos (1871 &#8211; 1966)</a>; todas do acervo fotográfico do Instituto Moreira Salles, uma das instituições fundadoras do portal. A foto do cientista Albert de Einstein (1879 &#8211; 1955) com um grupo é de autoria de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10616" target="_blank">J. Pinto (1884 &#8211; 1951)</a> e pertence à Fiocruz, uma de nossas instituições parceiras. Aproveitem um belo passeio pelo Rio de Janeiro de 1925! Não esqueçam de usar o zoom e boa viagem ao passado!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Veja imagens do Rio de 1925 garimpadas do acervo da Brasiliana Fotográfica</strong></p>
<p>Nos cem anos do GLOBO, ensaio visual apresenta trabalhos de pioneiros da fotografia brasileira, como Augusto Malta, Guilherme Santos, J. Pinto e Carlos Bippus, no ano em que o jornal foi fundado</p>
<div class="content__signa-share">
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<div class="content-publication-data" data-mrf-recirculation="Autor da matéria">
<div class="content-publication-data__text">
<div class="content-publication-data__from">
<p>Por</p>
<address>Ruan de Sousa Gabriel</address>
<p> — São Paulo</p>
</div>
<p class="content-publication-data__updated"><time datetime="2025-07-27T04:31:33.259-03:00">27/07/2025 </time></p>
<p class="content-publication-data__updated">O Rio de Janeiro que viu a primeira edição do GLOBO chegar às bancas em 29 de julho de 1925 era uma jovem metrópole a avançar rapidamente pela trilha da modernidade. Subiam prédios que imitavam a arquitetura parisiense e tentavam (em vão) competir com a exuberância da natureza. Ainda circulavam poucos automóveis pelas ruas, e os cariocas se vestiam com trajes que hoje parecem inapropriados para o calor (não só) do verão. É isso que nos contam as fotos deste ensaio visual, todas datadas do ano de nascimento do GLOBO e garimpadas do acervo da<a class="" href="https://oglobo.globo.com/cultura/noticia/2025/04/16/de-machado-de-assis-em-missa-campal-a-carnaval-da-gripe-de-1919-as-imagens-da-brasilianas-fotografica-que-completa-10-anos.ghtml" data-mrf-link="https://oglobo.globo.com/cultura/noticia/2025/04/16/de-machado-de-assis-em-missa-campal-a-carnaval-da-gripe-de-1919-as-imagens-da-brasilianas-fotografica-que-completa-10-anos.ghtml"> Brasiliana Fotográfica</a>, projeto que, desde 2015, dedica-se a promover os acervos de instituições como o Instituto Moreira Salles e a Biblioteca Nacional.</p>
<p class="content-publication-data__updated">O ensaio foi confeccionado a partir de indicações de Andrea Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica. Das dez imagens aqui publicadas, nove vieram do acervo do IMS — a única exceção é a foto da<a class="" href="https://oglobo.globo.com/cultura/noticia/2024/05/26/einstein-se-referiu-a-brasileiros-como-macacos-e-amolecidos-pelos-tropicos-em-diario-entenda.ghtml" data-mrf-link="https://oglobo.globo.com/cultura/noticia/2024/05/26/einstein-se-referiu-a-brasileiros-como-macacos-e-amolecidos-pelos-tropicos-em-diario-entenda.ghtml"> visita do físico alemão Albert Einstein ao Instituto Oswaldo Cruz</a>, registada pelo fotógrafo J. Pinto (1884-1951). Na pandemia, a foto viralizou nas redes sociais com informações erradas: disseram que o cenário era o Instituto Butantã, em São Paulo, e incluíram o cientista Oswaldo Cruz (que morrera oito anos antes do clique) na comitiva. A imagem foi cedida ao GLOBO pela Fiocruz.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="5">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">— O Rio que se vê nessas fotos é <a class="" href="https://oglobo.globo.com/cultura/metropole-beira-mar-em-novo-livro-ruy-castro-revela-um-rio-que-exala-modernidade-24093511" data-mrf-link="https://oglobo.globo.com/cultura/metropole-beira-mar-em-novo-livro-ruy-castro-revela-um-rio-que-exala-modernidade-24093511">o Rio moderno, dos “loucos anos 20”</a>, muito bem descrito no livro do Ruy Castro “Metrópole à beira-mar” — contextualiza Andrea. — Não é o Rio das reformas urbanas do começo do século XX, da gestão do prefeito Pereira Passos, mas é uma cidade que se modernizava.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="6">
<div class="content-intertitle">
<h2>Pioneirismo</h2>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="113" data-block-id="7">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">As transformações desse período foram registradas por um time de fotógrafos pioneiros. Entre eles, destaca-se Augusto Malta (1864-1957), autor de quatro das dez magens deste ensaio. Em 1903, o alagoano foi contratado como fotógrafo oficial da Diretoria Geral de Obras e Viação da Prefeitura com a missão de fotografar todas as ruas que teriam seu traçado modificado pelas reformas de Pereira Passos (de quem ele ficou amigo, diga-se). Malta se manteve no emprego por mais de três décadas e fotografou desde grandes eventos, como a inauguração do Cristo Redentor, em 1931, até o dia a dia da cidade: as ruas do Centro, o cais do porto, o mar insistindo em invadir o asfalto&#8230;</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Contemporâneo de Malta, o baiano J. Pinto (cujo nome completo era Joaquim Pinto da Silva) documentou não só as mudanças na paisagem urbana, mas também o trabalho científico realizado no Instituto Oswaldo Cruz, onde trabalhava.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Carlos Bippus (não se tem certeza sobre suas datas de nascimento e morte) é autor de diversas fotografias que se tornaram cartões-postais da cidade e ilustravam álbuns que eram vendidos a turistas (sua belíssima imagem do luar sob o Cais do Mangue confirma seu talento como fotógrafo paisagista).</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="66" data-block-id="12">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Já Guilherme Santos foi um amador e entusiasta da estereoscopia, técnica que consistia em apresentar duas imagens ligeiramente diferentes lado a lado para criar a ilusão de profundidade e dar um caráter “lúdico” à fotografia, diz Andrea Wanderley. Santos recorreu a essa técnica para registrar um desastre automobilístico na Praia de Botafogo — uma metáfora certeira dos perigos da modernidade que seduzia os cariocas de 1925.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class=" content-text__container " style="text-align: center;" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11077" target="_blank"><img class="alignnone  wp-image-40802" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/bra1.jpg" alt="bra1" width="707" height="547" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 709px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9407" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9407/007A5P4F02-015.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="699" height="531" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9407" target="_blank">Augusto Malta. A Rua da Assembleia e o Largo da Carioca; à esquerda, a Rua Uruguaiana, no Centro do Rio — Foto: Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://oglobo.globo.com/cultura/noticia/2025/07/27/a-cidade-que-viu-o-globo-nascer-veja-imagens-do-rio-de-1925-garimpadas-do-acervo-da-brasiliana-fotografica.ghtml" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2780/014AM012055.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="523" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://oglobo.globo.com/cultura/noticia/2025/07/27/a-cidade-que-viu-o-globo-nascer-veja-imagens-do-rio-de-1925-garimpadas-do-acervo-da-brasiliana-fotografica.ghtml" target="_blank">Augusto Malta. Imagem cais do porto, na Saúde, feita em 1925 pelo fotógrafo oficial da Prefeitura do Rio — Foto: Acervo IMS</a></p></div>
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<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2731" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2731/014AM005015.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="522" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2731" target="_blank">Augusto Malta. Fotografia da demolição do Morro do Castelo, um dos pontos de fundação da cidade, no século XVI — Foto: Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2057" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2057/002080BR0204.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="291" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2057" target="_blank">Guilherme Santos. Fotógrafo amador, entusiasta da técnica conhecida como estereoscopia, registra acidente com automóvel na Praia de Botafogo — Foto: Acervo IMS</a></p></div>
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<div style="width: 724px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5126" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5126/IOC_V_II_3867.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="714" height="510" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5126" target="_blank">J. Pinto. O físico alemão Albert Einstein visitou o Instituto Oswaldo Cruz em maio de 1925. Durante a pandemia, a foto viralizou nas redes sociais com informações erradas — Foto: Acervo Fiocruz</a></p></div>
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<div style="width: 731px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6848" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6848/00209401.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="721" height="526" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6848" target="_blank">Autoria não identificada. Estação das Barcas, em 1925. Sentada no cais, com uma sombrinha, está a menina Lubélia, filha de Antônio Manoel de Mattos Vieira, antigo morador de Paquetá cuja coleção de fotografias é preservada pelo IMS — Foto: Acervo IMS</a></p></div>
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<div style="width: 733px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/12425" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/12425/002095RJ001019.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="723" height="553" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/12425" target="_blank">Augusto Malta. Ressaca na Praia do Flamengo, em 1925, focalizada pelo funcionário da Prefeitura incumbido de documentar a cidade — Foto: Acervo IMS</a></p></div>
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<div style="width: 701px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2231" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2231/007A5P3F13-31.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="691" height="508" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2231" target="_blank">Carlos Bippus. O Canal do Mangue, em 1925. No céu, a conjunção do planeta Vênus com a Lua — Foto: Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 709px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11570" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11570/037SL03071.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="699" height="505" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11570" target="_blank">Autoria não identificada. Esquina da Rua do Passeio com a Rua das Marrecas, no Centro do Rio — Foto: Acervo IMS</a></p></div>
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<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>Como apareceu no jornal:</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_40826" style="width: 327px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/capa1.jpg"><img class="wp-image-40826 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/capa1.jpg" alt="capa1" width="317" height="534" /></a><p class="wp-caption-text">Capa de <em>O GLOBO</em>, 27 de julho de 2025</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_40827" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/capa2.jpg"><img class="wp-image-40827 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/capa2.jpg" alt="capa2" width="290" height="494" /></a><p class="wp-caption-text">Na capa, destaque para o artigo com fotos do acervo da Brasiliana Fotográfica / O <em>GLOBO</em>, 27 de julho de 2025</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_40828" style="width: 579px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/capa3.jpg"><img class="wp-image-40828 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/capa3.jpg" alt="capa3" width="569" height="499" /></a><p class="wp-caption-text">O artigo, <em>Cenário de páginas da história</em>, publicado no Segundo Caderno / O GLOBO,  27 de julho de 2025</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Em 14 de abril de 2026, esta edição de O GLOBO foi reconhecida pelo Livro dos Recordes, na categoria &#8220;Jornal Comercializado com o maior número de páginas em uma edição única non mundo&#8221;. O projeto editorial teve uma escala inédita: ao todo, foram 526 páginas, organizadas em 14 cadernos especiais produzidos pela Redação, além da revista ELA. <em>&#8220;Mais do que grandiosa em tamanho, essa edição foi ousada ao reforçar o papel do impresso como uma plataforma premium, de alto impacto, relevante mesmo na era digital e reconhecida por leitores, anunciantes e todo o mercado&#8221;.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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