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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Vik Muniz</title>
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		<title>O Palácio Real de São Cristóvão</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2016 11:29:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Augusto Malta]]></category>
		<category><![CDATA[Família Real]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
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		<description><![CDATA[A Brasiliana destacou fotografias do Palácio Real de São Cristóvão produzidas por  Augusto Malta (1864 - 1957), Augusto Stahl (1828 - 1877), Georges Leuzinger (1813 - 1892), Joaquim Insley Pacheco (1830 - 1912) e Revert Henrique Klumb (c. 1826 - c. 1886) . O Palácio Real ou Paço Real, localizado no bairro de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, havia sido um casarão de um rico comerciante, o traficante de escravos Elias Antônio Lopes, que possuía a área da Quinta da Boa Vista. Devido à carência de espaços residenciais no Rio de Janeiro, Elias doou sua propriedade ao então príncipe regente dom João quando ele chegou ao Brasil, em 1808. Quando foi proclamada a República no Brasil e a família partiu para Portugal, em 1889, o Palácio Real de São Cristóvão deixou de ser a residência da família real.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>O Palácio Real de São Cristóvão</em>*</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 688px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2309" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2309/007A5P3FG5-17.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="" width="678" height="533" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2309" target="_blank">Georges Leuzinger. O Palácio Imperial, c. 1870. São Cristóvão, Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Brasiliana Fotográfica destacou fotografias do Palácio Real de São Cristóvão, que atualmente abriga o Museu Nacional da Universidade do Rio de Janeiro, produzidas por  <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?s=augusto+malta" target="_blank">Augusto Malta (1864 &#8211; 1957)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6150" target="_blank">Augusto Stahl (1828 &#8211; 1877)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?s=georges+leuzinger" target="_blank">Georges Leuzinger (1813 &#8211; 1892)</a>, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6048" target="_blank">Joaquim Insley Pacheco (1830 &#8211; 1912)</a> e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5809" target="_blank">Revert Henrique Klumb (c. 1826 &#8211; c. 1886) </a>. O Palácio Real ou Paço Real, localizado no bairro de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, havia sido um casarão de um rico comerciante, o traficante de escravos Elias Antônio Lopes, que possuía a área da Quinta da Boa Vista. Devido à carência de espaços residenciais no Rio de Janeiro, Elias doou sua propriedade ao então príncipe regente dom João quando ele chegou ao Brasil, em 1808. A partir de 1817, transformou-se na moradia da família real até 1889, quando foi proclamada a República no Brasil e a família partiu para Portugal (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&amp;PagFis=16536"><em>Gazeta de Notícias</em>, edição de 18 de novembro de 1889, sob o título “O Embarque do Imperador”, na segunda coluna</a>). Após a proclamação, o palácio sediou os trabalhos da Assembleia Nacional que resultaram na Constituição Brasileira promulgada em 24 de fevereiro de 1891 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_03/2823" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 25 de fevereiro de 1891, na primeira coluna</a>).</p>
<p>Em 1892, o Museu Nacional do Brasil, criado em 6 de junho de 1818 por dom João VI e sediado no Campo de Santana, mudou-se para o Palácio da Quinta (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_02/4909" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 13 de março de 1892, na terceira coluna</a>). Hoje é chamado Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro e é um um dos maiores museus de antropologia e de história natural das Américas.</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/97" target="_blank">Acessando o link para as fotografias do Palácio Imperial de São Cristóvão disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>O Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a mais antiga instituição científica do Brasil e da própria cultura do país, foi atingido, em 2 de setembro de 2018, por um incêndio de grandes proporções, foi atingido por um incêndio de grandes proporções, que consumiu cerca de 85% de 20 milhões de itens, incluindo múmias, fósseis de dinossauros e muitos objetos que contribuíam para a história do Brasil e de outros países.</p>
<p>Em março de 2020, foi criado o Projeto Museu Nacional Vive, que coordena a reconstrução do Paço, a reforma da Biblioteca Central e a implementação do Campus de Pesquisa e Ensino Museu Nacional / UFRJ. Trata-se de uma cooperação técnica entre a UFRJ, a UNESCO e ao Instituto Cultural Vale. No ano seguinte, ornamentos históricos e artísticos que sobreviveram ao incêndio foram higienizados e protegidos; réplicas foram produzidas; artefatos foram resgatados a partir do monitoramento arqueológico e o restauro das fachadas e coberturas do Paço começou pelo bloco histórico. Quatorze mil novos itens foram conquistados para o Museu. Em 2022, na celebração do bicentenário da independência, sua fachada principal estava inteiramente restaurada e as obras de restauração continuam avançando.</p>
<p>Em 21 junho de 2026, foram inauguradas, no Museu Nacional, duas exposições temporárias: <em>Bastidores da Ciência</em> e <em>Rescaldo das Memórias</em>. A primeira, desenvolvida pelas equipes do Museu e do Projeto Museu Nacional Vive, apresenta os processos, técnicas e práticas envolvendo a produção do conhecimento científico. Na segunda, o artista visual Vik Muniz (1961-) transformou cinzas e fragmentos do incêndio em 11 fotografias e 9 esculturas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 709px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2452" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2452/007A5P4F2-28.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="699" height="547" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2452" target="_blank">Augusto Malta Museu Nacional, c. 1930. São Cristóvão. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
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<div id="attachment_45580" style="width: 569px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/vikmuniz.jpg"><img class="size-full wp-image-45580" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/vikmuniz.jpg" alt="Vik Muniz. Museu Nacional da série Museu das cinzas" width="559" height="334" /></a><p class="wp-caption-text">Vik Muniz. Museu Nacional da série <em>Museu das cinzas</em></p></div>
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<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12889" target="_blank">Link para o artigo <em>O Museu Naciona</em>l, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 3 de setembro de 2018.</a></p>
<p><a href="http://www.museunacional.ufrj.br/casadoimperador/" target="_blank">Link para a página &#8220;Redescobrindo a casa do imperador&#8221;, no site do Museu Nacional.</a></p>
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<div><strong><span style="color: #800000;">*</span></strong>Esse artigo foi atualizado em 24 de junho de 2026.</div>
<div></div>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
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