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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; sedes</title>
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		<title>Arquivo Nacional: os 180 anos</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jan 2018 13:25:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Curadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo Público do Império]]></category>
		<category><![CDATA[Bernardo Pereira de Vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[Claudia Beatriz Heynemann]]></category>
		<category><![CDATA[cronologia]]></category>
		<category><![CDATA[diretor]]></category>
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		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro de Araújo Lima]]></category>
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		<description><![CDATA[O Arquivo Nacional, instituição parceira da Brasiliana Fotográfica, comemora hoje os 180 anos de sua fundação, em 2 de janeiro de 1838. Em meio às poucas imagens conhecidas das sedes ocupadas pelo Arquivo Público do Império tendem a se infiltrar as fotografias do edifício da Casa da Moeda construído em frente ao Campo de Santana, um dos poucos prédios reservados desde sua gênese à função pública na Corte. Com um texto da pesquisadora Claudia Heynemann, o portal homenageia a data e lembra um pouco da história do Arquivo Nacional.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">O <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?page_id=8405">Arquivo Nacional</a>, instituição parceira da Brasiliana Fotográfica, comemora hoje os 180 anos de sua fundação, em 2 de janeiro de 1838. Em meio às poucas imagens conhecidas das sedes ocupadas pelo Arquivo Público do Império tendem a se infiltrar as fotografias do edifício da Casa da Moeda construído em frente ao Campo de Santana, um dos poucos prédios reservados desde sua gênese à função pública na Corte. Com um texto da pesquisadora Claudia Heynemann, o portal homenageia a data e lembra um pouco da história do Arquivo Nacional.</p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;"><strong>Arquivo Nacional: os 180 anos</strong></span></em></p>
<p style="text-align: center;">Claudia Beatriz Heynemann*</p>
<p>Em meio às poucas imagens conhecidas das sedes ocupadas pelo Arquivo Público do Império tendem a se infiltrar as fotografias do edifício da Casa da Moeda construído em frente ao Campo de Santana, um dos poucos prédios reservados desde sua gênese à função pública na Corte. Bem mais prolífica, a produção de registros sobre aquela instituição inclui estereoscopias, como a impressa por Rodrigues &amp; Co, da década de 1890. De grande sucesso em exposições internacionais, testemunho da popularização do gênero e do processo de urbanização do Rio de Janeiro, o tom do progresso e da dinâmica da cidade é dado aqui pelo contraste entre a solidez da instituição e o bonde que passa apinhado de passageiros na rua ainda vazia da fotografia oitocentista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5057"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5057/BR_RJANRIO_O2_0_FOT_00444_022_TTO__ref.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="361" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5057">Editores &amp; propriedade de Rodrigues &amp; Co. Rua do Ouvidor, 57. Casa da Moeda, 1890 &#8211; 1900. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Arquivo Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2004 o conjunto arquitetônico da Casa da Moeda, tombado pelo Iphan e totalmente restaurado, passou a ser a sede definitiva do Arquivo Nacional. Inaugurado em 1866, com a Exposição Nacional, registrada no álbum assinado pelo estúdio Barbosa &amp; Lobo, distante em bem mais de um século de sua ocupação final, era, de todo modo, a face de uma instituição bastante próxima, por seu pressuposto de custódia e confiabilidade. Esse caráter fiduciário do papel moeda, nas palavras de André Rouillé <a href="#_ftn2" name="_ftnref2">[1]</a> coincidiu em grande medida com o valor de que se imbuiu a fotografia, instâncias revestidas de realidade e verdade. Tais princípios se estenderam ainda às cidades modernas, à prova documental, aos arquivos. Organizações florescentes no século XIX, os arquivos nacionais partilharam a promessa de controle de um mundo complexo com seus planos de organização e arranjo, seu pressuposto de registro e veracidade, no século da História e dos estados nacionais.</p>
<p>A criação do Arquivo Público deve ser compreendida, assim, a partir de uma matriz e de um campo comum, essencialmente europeu, prevalecendo o do Arquivo Nacional da França. Na experiência brasileira, essa origem vinha distinguida com os matizes de um Estado recém-independente na América o qual, a despeito da citação na Constituição de 1824 e mesmo antes, em decretos de 1823, só viria a ser criado pelo Regulamento nº 2 de 2 de janeiro de 1838, estabelecido em caráter provisório na Secretaria de Estado dos Negócios do Império, com as assinaturas do regente Pedro de Araújo Lima (1793 &#8211; 1870), futuro marquês de Olinda, e do ministro da Justiça e interino do Império, Bernardo Pereira de Vasconcelos (1795 &#8211; 1850) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_02/9691"><em>Jornal do Commercio</em>, 18 de janeiro de 1838, última coluna</a>). Trinta anos após o desembarque da corte joanina no Rio de Janeiro, quando a criação ou migração de inúmeros órgãos foi vista como ruptura com a condição colonial, vinculava-se à necessidade do Estado de organizar informações sem, contudo, descuidar da “história do Império”. <span style="color: #000000;">Sua primeira sede situava-se no edifício do Ministério do Império, na rua da Guarda Velha, atual Treze de Maio. A segunda, na rua Direita.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5447"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5447/BR_RJANRIO_AN_ICN_FOT_0137_m0004de0005.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="555" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5447">Anônimo. Arquivo Público do Império, s/d. Rua Direita, Rio de Janeiro, RJ / Acervo Arquivo Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em seus primórdios, o Arquivo enfrentou muitos obstáculos, na obtenção de uma sede permanente, ou no recolhimento do acervo, premido pela necessidade de reunir documentos existentes nas secretarias dos ministérios e pelo suprimento de “lacunas” constatadas no acervo sobre a história do país, recorrendo essencialmente aos arquivos portugueses. O pressuposto de que haveria uma narrativa histórica a ser constituída por documentos norteou medidas como a previsão do cargo de cronista voltado a escrever “com exatidão e circunstanciado desenvolvimento as efemérides sociais e políticas do Brasil”. A década de 1870 encontra o Arquivo no antigo prédio do Recolhimento do Carmo, em situação mais estável e, sob a direção de Joaquim Machado Portela quando é anunciado um plano de classificação nos moldes franceses, paradigma da metodologia arquivística de então.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5446"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5446/BR_RJANRIO_AN_ICN_FOT_0137_m0003de0005%20%281%29.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="556" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5446">Anônimo. Arquivo Público do Império, 1870 &#8211; 1907. Rua dos Ourives, Rio de Janeiro, RJ / Acervo Arquivo Público</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Novas inflexões na história da Instituição alcançam o século XX, sendo notória a gestão do historiador José Honório Rodrigues (1958-1963) que buscou dotar o órgão de uma personalidade propriamente arquivística, propondo uma política nacional de arquivos, insistindo no recolhimento da “documentação federal” entre outras providências que recusaram a visão tradicional do arquivo como “velho guardião da memória”. Os anos 1980 foram decisivos para o Arquivo Nacional: a adoção do Projeto de Modernização Institucional Administrativa, a passagem para órgão autônomo da administração direta na estrutura do Ministério da Justiça e a mudança para o edifício anexo à antiga Casa da Moeda em janeiro de 1985 foram acompanhadas do lançamento da revista Acervo, de projetos inéditos na área de pesquisa e difusão, além da continuidade e aprofundamento das políticas de gestão e preservação que, a partir da década de 1970, situaram o Arquivo Nacional no campo da moderna teoria arquivística.</p>
<p>A <em>Lei Nacional de Arquivos</em>, ou Lei n.º 8.159, de 8 de janeiro de 1991 levou o Arquivo Nacional a atingir parte substantiva de seus objetivos ao estabelecer como dever do Poder Público, “a gestão documental e a proteção especial a documentos de arquivos, como instrumento de apoio à administração, à cultura, ao desenvolvimento científico e como elementos de prova e informação”. Assegura ao Arquivo Nacional “a gestão e o recolhimento dos documentos produzidos e recebidos pelo Poder Executivo Federal, bem como preservar e facultar o acesso aos documentos sob sua guarda, e acompanhar e implementar a política nacional de arquivos”. A criação do Conselho Nacional de Arquivos – Conarq em 1992, a instituição do Sistema de Gestão de Documentos de Arquivo &#8211; SIGA, da Administração Pública Federal em 2003, inscrevem-se entre as principais ações voltadas à gestão e proteção aos documentos de arquivo, tendo o Arquivo Nacional como órgão central desses sistemas.</p>
<p>A instituição participa de diversos organismos internacionais como a ALA (Associação Latino Americana de Arquivos), o CIA (Conselho Internacional de Arquivos), ou a COLUSO (Comissão luso-brasileira para salvaguarda do patrimônio luso-brasileiro), o Programa ADAI e o Comitê Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo da Unesco; integra, ainda, o Projeto InterPARES &#8211; International Research on Permanent Authentic Records in Electronic System (Pesquisa Internacional sobre Documentos Arquivísticos Autênticos Permanentes em Sistemas Eletrônicos), além de cooperar e manter convênios com muitas universidades para projetos comuns.</p>
<p>O Arquivo Nacional exerce sua missão também por meio de atividades de pesquisa, produção de conhecimento e da difusão nas diferentes áreas de sua competência. Publicações, exposições, concursos de monografias, sítios web, bases de dados, seminários, um dos mais importantes laboratórios de preservação da América Latina, a participação em um portal colaborativo como a Brasiliana Fotográfica são iniciativas e perspectivas adotadas por um organismo que, em sua origem, restringia o acesso à burocracia, seguindo uma política de sigilo e que teria portanto encontrado “sérias dificuldades para realizar os objetivos inerentes a esse tipo de instituição: ‘instrumentalizar’ a ação administrativa do Estado nacional emergente e subsidiar a pesquisa histórica” <a href="#_ftn3" name="_ftnref3">[2]</a>.</p>
<p>Sua sede no Rio de Janeiro divide com a Coordenação Regional de Brasília a guarda de um acervo avaliado em cerca de 55 km de documentos <a href="#_ftn4" name="_ftnref4">[3]</a>. Esse universo congrega registros datados do século XVI aos dias de hoje, provenientes da administração colonial, do governo metropolitano, de ministérios e órgãos do Império e da República, de indivíduos e instituições privadas, coleções e itens documentais, documentos audiovisuais e cartográficos, uma biblioteca especializada nas áreas afins à missão institucional e uma coleção de livros, folhetos e periódicos raros de cerca de 7 mil títulos. De muitas formas o Arquivo Nacional procura hoje responder aos dilemas característicos da história das instituições arquivísticas; às inegáveis rupturas operadas nas sociedades contemporâneas a partir das redes tecnológicas, com seus novos atores, leituras e reinterpretações de seu patrimônio, e a toda complexidade que os 180 anos comportam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=%22casa+da+moeda%22&amp;submit=Ir"><strong>Acessando o link para as fotografias da antiga Casa da Moeda, sede do Arquivo Nacional, disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Claudia Beatriz Heynemann – Doutora em História | Pesquisadora do Arquivo Nacional</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="#_ftnref2" name="_ftn2">[1]</a> ROUILLÉ, André. <em>A fotografia: entre documento e arte contemporânea</em>. São Paulo: Editora Senac, 2009, p. 51.</p>
<p><a href="#_ftnref3" name="_ftn3">[2]</a> COSTA, Célia. <em>Arquivo Público do Império: o Legado Absolutista na Construção da Nacionalidade</em>. <em>Estudos Históricos</em>, Rio de Janeiro, vol. 14, nº 26, 2000, p. 217-231.</p>
<p><a href="#_ftnref4" name="_ftn4">[3]</a> <a href="http://sian.an.gov.br/%20">O Sistema de Informações do Arquivo Nacional – SIAN</a> é a principal base de dados da instituição para consulta ao acervo. Outras bases de dados e sites podem ser acessados no site do <a href="http://www.arquivonacional.gov.br/br/">Arquivo Nacional</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;" align="justify"><strong><span style="color: #800000;"><em>Retrospectiva das sedes e denominações do Arquivo Nacional</em></span></strong> <strong><span style="color: #800000;"><em> e</em></span></strong> <strong><span style="color: #800000;"><em>dos diretores do Arquivo Nacional</em></span></strong></p>
<p style="text-align: center;" align="justify">Andrea C. T. Wanderley**</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #800000;"><strong>1838</strong></span> &#8211; O Arquivo Público do Império situa-se na rua da Guarda Velha, atual Treze de Maio, no edifício do Ministério do Império (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_02/9691"><em>Jornal do Commercio</em>, 18 de janeiro de 1838, última coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #800000;"><strong>1844</strong></span> &#8211; Transfere-se para a Praça do Comércio, <em>por cima da rua Direita</em>, atual Primeiro de Março (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394x/626"><em>Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro</em>, 1845</a>).</p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #800000;"><strong>1845</strong></span> &#8211; Volta a sua primeira sede, na rua da Guarda Velha (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394x/1776"><em>Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro</em>, 1848</a>).</p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #800000;"><strong>1855</strong></span> &#8211; Está sediado no edifício do Convento de Santo Antônio (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=313394x&amp;pesq=archivo%20publico&amp;pasta=ano%20184"><em>Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro</em>, 1856</a>).</p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #800000;"><strong>1870</strong> </span>- Situa-se no segundo andar do antigo edifício do Recolhimento do Parto dos Terceiros da Ordem do Carmo, na rua dos Ourives, nº 1, atual rua Miguel Couto (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394x/32174"><em>Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro</em>, 1871</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1889</strong></span> &#8211; Com a proclamação da República, passa a chamar-se Arquivo Público Nacional (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_02/16548"><em>Jornal do Commercio</em>, 20 de novembro de 1889, última coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #800000;"><strong>1907</strong></span> &#8211; Ocupa a antiga sede do Museu Nacional, na Praça da República (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394/34140"><em>Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro</em>, 1908</a>).</p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #800000;"><strong>1911</strong></span> &#8211; Muda sua denominação para Arquivo Nacional.</p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #800000;"><strong>1934</strong> </span>- Publicação de um artigo sobre a Casa da Moeda com uma fotografia do atual prédio do Arquivo Nacional (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_03/10185" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 23 de junho de 1934</a>).</p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><strong><span style="color: #800000;">1985</span></strong> &#8211; Após a transferência da Casa da Moeda do Brasil para instalações maiores, o Arquivo Nacional ocupa um dos prédios da instituição, construído nos anos 70 para a fabricação de papel-moeda (<em>Jornal do Brasil</em>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_10/91132">3 de janeiro , primeira coluna;</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_10/91167">4 de janeiro, última coluna</a>, de 1985).</p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #800000;"><strong>2004</strong></span> &#8211; O conjunto arquitetônico da Casa da Moeda, tombado pelo Iphan e totalmente restaurado, passa a ser a sede definitiva do Arquivo Nacional (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_19/66224"><em>Jornal do Commercio</em>, 6 de setembro de 2004</a>; <em>O Estado de São Paulo</em>, 9 de setembro de 2004, página A-7).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;" align="justify"><strong><span style="color: #800000;"><em>Retrospectiva dos diretores do Arquivo Nacional</em></span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">Ciro Cândido Martins de Brito (1840 &#8211; 1857)</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">José Tomás de Oliveira Barbosa (interino) (1857 &#8211; 1860)</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">Antonio Pereira Pinto (1860 &#8211; 1869)</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">Joaquim Caetano da Silva (1869 &#8211; 1873)</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">Joaquim Pires Machado Portela (1873 &#8211; 1898)</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">Pedro Veloso Rebelo (1899 &#8211; 1902)</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">Francisco Joaquim Bethencourt da Silva (1902 &#8211; 1910)</p>
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<div class="uk-text-center uk-panel-teaser">Alcebíades Estevão Furtado (1910 &#8211; 1915)</div>
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<div class="uk-text-center uk-panel-teaser">Frederico Schumann (1915 &#8211; 1917)</div>
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<div class="uk-text-center uk-panel-teaser">Luís Gastão d’Escragnolle Dória (1917 &#8211; 1922)</div>
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<div class="uk-text-center uk-panel-teaser">João Alcides Bezerra Cavalcanti (1922 &#8211; 1938) Eugênio Vilhena de Morais (1938 &#8211; 1958)</div>
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<div class="uk-text-center uk-panel-teaser">José Honório Rodrigues (1958 &#8211; 1964)</div>
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<div class="uk-text-center uk-panel-teaser">Roberto Dias Groba (1964)</div>
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<div class="uk-text-center uk-panel-teaser">Pedro Moniz de Aragão (1964 &#8211; 1969)</div>
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<div class="uk-text-center uk-panel-teaser">Raul do Rego Lima (1969 &#8211; 1980)</div>
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<div class="uk-text-center uk-panel-teaser">Celina Vargas do Amaral Peixoto (1980 &#8211; 1990)</div>
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<div class="uk-margin">Tereza Maria Sussekind Rocha (interina) (1990 &#8211; 1991)</div>
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<div class="uk-margin">Maria Alice Barroso (1991 &#8211; 1992)</div>
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<div class="uk-margin">Jaime Antunes da Silva (1992 &#8211; 2016)</div>
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<div class="uk-margin">Maria Isabel de Oliveira (interina) (2016)</div>
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<div class="uk-margin">José Ricardo Marques (2016)</div>
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<div class="uk-margin">Ivan Fernandes Neves (interino) (2016)</div>
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<div class="uk-margin">José Ricardo Marques (2016 &#8211; 2017)</div>
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<div class="uk-margin">Diego Barbosa (2017)</div>
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<div class="uk-margin">Carolina Chaves de Azevedo ( 2017)</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>**Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="justify"><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p align="justify">ESTEVÃO, Silvia Ninita de Moura; FONSECA, Vitor Manoel Marques da. <em><a href="file:///C:/Users/a466734/Downloads/42-42-1-PB.pdf">A França e o Arquivo Nacional do Brasil</a>. Acervo, Rio de Janeiro, v. 23, no 1, p. 81-108, jan/jun 2010.</em></p>
<p align="justify"><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u63039.shtml"><em>Folha de São Paulo</em>, 18 de novembro de 2002</a>.</p>
<p align="justify">LUCENA, Felipe. <a href="%20http://diariodorio.com/historia-do-arquivo-nacional"><em>História do Arquivo Nacional</em></a>. Diário do Rio, 2016.</p>
<p align="justify"><a href="http://portal.iphan.gov.br/noticias/detalhes/3285/antiga-sede-do-arquivo-nacional-rj-pode-se-tornar-patrimonio-cultural">Portal do Iphan</a></p>
<p align="justify">VERARDI, Cláudia Albuquerque. <a href="http://basilio.fundaj.gov.br"><em>Arquivo Nacional: a memória de uma nação</em></a>. Pesquisa Escolar Online, Fundação Joaquim Nabuco, Recife.</p>
<p align="justify"><a href="http://www.an.gov.br/crapp_site/detentor_ficha.asp?pk=1">Site do Arquivo Nacional</a></p>
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