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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; raridade</title>
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		<title>Série &#8220;Conflitos&#8221; V &#8211; Registros raros da participação militar brasileira na I Guerra Mundial</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Nov 2018 16:43:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Convidados]]></category>
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		<category><![CDATA[século XX]]></category>
		<category><![CDATA[Série "Conflitos"]]></category>

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		<description><![CDATA["Na Coleção Cristóvão Barcellos, do Arquivo Histórico e Institucional do Museu da República, é possível encontrar alguns raros registros fotográficos da participação militar brasileira na I Guerra Mundial. Cristóvão de Castro Barcellos (1883-1946) foi um militar do Exército brasileiro nascido em Campos, norte do estado do Rio de Janeiro. Quando 1º tenente, ele foi chamado a integrar a Comissão Brasileira de Estudos, Operação de Guerra e Compra de Material, criada em dezembro de 1917 e enviada à França em janeiro de 1918". O cientista político Paulo Celso Corrêa, do Museu da República, uma das instituições parceiras do portal, é o autor do artigo que hoje a Brasiliana Fotográfica publica sobre "A participação militar brasileira na I Guerra Mundial - Comissão Brasileira de Estudos, Operação de Guerra e Compra de Material (1918)".]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>Registros raros da participação militar brasileira na I Guerra Mundial</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Na Coleção Cristóvão Barcellos, do Arquivo Histórico e Institucional do Museu da República, é possível encontrar alguns raros registros fotográficos da participação militar brasileira na I Guerra Mundial. Cristóvão de Castro Barcellos (1883-1946) foi um militar do Exército brasileiro nascido em Campos, norte do estado do Rio de Janeiro. Quando 1º tenente, ele foi chamado a integrar a Comissão Brasileira de Estudos, Operação de Guerra e Compra de Material, criada em dezembro de 1917 e enviada à França em janeiro de 1918&#8243;. O cientista político Paulo Celso Corrêa, do Museu da República, uma das instituições parceiras do portal, é o autor do artigo que hoje a Brasiliana Fotográfica publica sobre &#8220;A participação militar brasileira na I Guerra Mundial &#8211; Comissão Brasileira de Estudos, Operação de Guerra e Compra de Material (1918)&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;"><strong>A participação militar brasileira na I Guerra Mundial &#8211; Comissão Brasileira de Estudos, Operação de Guerra e Compra de Material (1918)</strong></span></em></p>
<p style="text-align: center;">Paulo Celso Corrêa*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">No dia 11 de novembro de 2018 se comemora o centenário da assinatura do armistício que deu fim à Primeira Guerra Mundial (1914-1918), com a rendição da Alemanha. Esse foi o primeiro conflito militar em escala global da história da humanidade, envolvendo países de todos os continentes.  Representou o desfecho dramático de um longo período de disputas por territórios, mercados e áreas de influência geopolítica, que dividia as principais potências capitalistas da época (Inglaterra, França, Alemanha e Estados Unidos) desde meados do século XIX. Os avanços tecnológicos da ciência e da indústria dos últimos séculos, que muitos acreditavam levar a humanidade ao progresso e à paz, foram aplicados em armamentos que elevaram a destruição material e as taxas de mortalidade civil e militar a níveis inéditos. Ao todo, estima-se que a guerra matou cerca de 20 milhões de pessoas, entre militares e civis.</p>
<p>Na Coleção Cristóvão Barcellos, do Arquivo Histórico e Institucional do Museu da República, é possível encontrar alguns raros registros fotográficos da participação militar brasileira na I Guerra Mundial. Cristóvão de Castro Barcellos (1883-1946) foi um militar do Exército brasileiro nascido em Campos, norte do estado do Rio de Janeiro. Quando 1º tenente, ele foi chamado a integrar a Comissão Brasileira de Estudos, Operação de Guerra e Compra de Material, criada em dezembro de 1917 e enviada à França em janeiro de 1918.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 1078px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6079" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6079/cba02%2010000001.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="1068" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6079" target="_blank">Oficiais da Missão Militar Brasileira na França &#8211; I Guerra Mundial (1914-1918), c. 1918. França / Acervo Museu da República. Os integrantes da Missão Aché na França, na presença de Olinto Magalhães (em trajes civis) e um oficial francês (de uniforme militar mais claro). Cristóvão Barcellos é o segundo da direita para a esquerda, na primeira fila de baixo para cima. O general Aché está entre o ministro Olinto e o oficial francês.</a></p></div>
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<p>O compromisso de criá-la surgiu na reunião da Comissão Interaliada acontecida em Paris, entre 30 de novembro e 3 de dezembro de 1917, na qual o Brasil foi representado pelo seu ministro plenipotenciário (embaixador) na França, Olinto Magalhães. Desde 26 de outubro daquele ano, o Brasil estava em guerra contra a Alemanha, integrando assim o bloco dos países Aliados liderado pela França, Inglaterra e Estados Unidos. Além da Comissão de Estudos e Compras, na mesma reunião interaliada se decidiu que o Brasil enviaria uma missão médica militar para a França, um grupo de aviadores navais para treinamento na Europa e nos EUA  e uma divisão naval para o patrulhamento da costa atlântica da África.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=barcellos" target="_blank">Acessando o link para as fotografias relativas à participação do Brasil na I Guerra Mundial disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A comissão de estudos e compras, conhecida como &#8220;Missão Aché&#8221; por causa de seu comandante, o general Napoleão Felipe Aché, tinha o objetivo de estudar a doutrina militar francesa e conhecer armamentos franceses que pudessem ser comprados para uso pelo exército brasileiro. Além de visitarem instalações militares, os 24 oficiais brasileiros que a compunham foram arregimentados na primeira linha do Exército francês, que lutava na frente ocidental da guerra (França e Bélgica). Cristóvão Barcellos, por exemplo, comandou um pelotão do 17º regimento de Dragões (infantaria a cavalo) do exército francês, participando da perseguição a tropas alemãs que se retiravam da Bélgica. Ele continuou na França após o fim da guerra, onde cursou a Escola Militar de Saint-Cyr até 1919, ano em que retornou ao Brasil.</p>
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<div style="width: 1288px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6080" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6080/cba02%2020000001.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="1278" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6080" target="_blank">O tenente Cristóvão Barcellos a cavalo, no centro da foto, de boné, no comando de um pelotão de dragões franceses, em perseguição às forças alemãs em território belga, c. 1918. Bélgica / Acervo Museu da República</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Missão Aché continuou suas atividades na França após o armistício. Outra função por ela desempenhada foi a de familiarizar os oficiais brasileiros com o exército francês, de modo que eles pudessem trabalhar com a Missão Francesa de treinamento contratada pelo governo brasileiro em 1919. Ficou definido pelo contrato que os franceses comandariam por quatro anos as escolas brasileiras de Estado-Maior, Aperfeiçoamento de Oficiais, Intendência e Veterinária e, em troca, o Brasil daria preferência à compra de armas e equipamentos bélicos franceses. Chefiados pelo marechal Maurice Gamelin, os primeiros oficiais instrutores franceses chegaram ao Brasil em 1919. O contrato da missão foi renovado sucessivas vezes até a extinção da missão militar em 1940, após a capitulação da França na Segunda Guerra Mundial.</p>
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<div style="width: 1290px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6081" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6081/cba2%2040000001.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="1280" height="787" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6081" target="_blank">O coronel Cristóvão Barcellos (o quinto, da direita para a esquerda), comandante da Escola de Estado Maior do Exército, durante exercícios militares com a participação de instrutores franceses em Belo Horizonte, 4 de agosto de 1931. Belo Horizonte, MG / Acervo Museu da República</a></p></div>
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<p>*Paulo Celso Corrêa é cientista político do Arquivo Histórico e Institucional do Museu da República</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>ARAUJO, Rodrigo Nabuco de. <em>Missão militar francesa</em>; FAGUNDES, Luciana. <em>Participação brasileira na Primeira Guerra Mundial</em>; LEMOS, Renato. <em>Cristóvão Barcellos</em>. In: ABREU, Alzira Alves de (org.). Dicionário histórico-biográfico da Primeira República (1889-1930). Rio de Janeiro, Editora FGV, 2015.</p>
<p>DARÓZ, Carlos. <em>O Brasil na Primeira Guerra Mundial: a longa travessia</em>. São Paulo, Editora Contexto, 2017.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;"><strong>Notícias sobre a Missão Aché na década de 1910</strong></span></em></p>
<p style="text-align: center;">Andrea C. T. Wanderley**</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Anúncio da criação de uma missão militar brasileira na Europa chefiada pelo general Napoleão Felipe Aché com o objetivo de <em>colher &#8220;in loco&#8221; as lições novas que a presente guerra proporciona</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/720593/2255" target="_blank"><em>O Jornal (MA)</em>, 23 de novembro de 1917, quarta coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">No anfiteatro da Sorbonne, realização de grande manifestação em honra do Brasil com a presença do general Aché e de membros da missão militar brasileira (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/38029" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 16 de março de 1918, terceira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">O ministro do Brasil em Paris, Olinto de Magalhães (1866 &#8211; 1948), apresentou o general Aché a Stephen Pichon (1857 &#8211; 1933), ministro das Relações Exteriores da França (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/38352" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 9 de abril de 1918, quarta coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Visita da Missão Aché a Verdun e encontro de Olinto Magalhães e do general Aché com Georges Clemenceau (1841 &#8211; 1929), presidente do Conselho da França (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/236403/6260" target="_blank"><em>A Rua</em>, 1º de maio de 1918, última coluna</a> e<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/38625" target="_blank"><em> O Paiz</em>, 2 de maio de 1918, primeira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Olinto Magalhães apresentou o general Aché e o chefe da missão naval brasileira, o almirante Francisco de Mattos, ao presidente da França, Raymond Poincaré (1860 &#8211; 1934)(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/39247" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 21 de junho de 1918, segunda coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Em 28 de julho, a missão brasileira foi recebida no front de guerra belga pelo general Gillain, chefe do Estado Maior (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/31187" target="_blank"><em>Fon Fon</em>, 5 de outubro de 1918</a>).</p>
<p style="text-align: left;">O ministro da Guerra do Brasil, o marechal Caetano de Faria (1855 &#8211; 1936) fez um elogio ao general Aché (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_01/13427" target="_blank"><em>A Noite</em>, 26 de agosto de 1918, última coluna</a>),</p>
<p style="text-align: left;">Incorporação de oficiais da Missão Aché a regimentos franceses e condecoração do general Aché com a medalha militar francesa (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_02/36566" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 3 de setembro de 1918, primeira coluna;</a> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/40134" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 3 de setembro, quarta coluna</a>;  <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_03/42717" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 5 de setembro de 1918, última coluna</a>; e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/37626" target="_blank"><em>O Malho</em>, 7 de setembro de 1918, última coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Matéria sobre a participação do Brasil na guerra (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/40134" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 3 de setembro de 1918, última coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Inserção na ata da Câmara de Deputados de uma nota de contentamento relativa à incorporação de oficiais da Missão Aché a regimentos franceses (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_04/44999" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 5 de setembro de 1918, primeira coluna</a>).</p>
<p>Falecimento de um membro da Missão Aché, o tenente Andrade Neves, vítima da gripe espanhola (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_04/45297" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 11 de outubro de 1918, penúltima coluna,  </a><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/215554/33574" target="_blank"><em>A República</em>, 21 de outubro de 1918, quarta coluna</a>; e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/38091" target="_blank"><em>O Malho</em>, 9 de novembro de 1918</a>).</p>
<p>Em entrevista, o ministro da Guerra do Brasil, o marechal Caetano de Faria (1855 &#8211; 1936), mencionou as missões militares do Brasil na Europa (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/40634" target="_blank"><em>O Paiz,</em> 11 de outubro de 1918, penúltima coluna</a>).</p>
<p>Pronunciamento do deputado do Pará, Abel Chermont, na Câmara de Deputados, quando afirmou que oficiais brasileiros da Missão Aché estavam chefiando soldados e até mesmo oficias franceses (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/40659" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 13 de outubro de 1918, quarta coluna</a>).</p>
<p>Participação da Missão Aché no front da guerra (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_01/13727" target="_blank"><em>A Noite</em>, 15 de outubro de 1918, segunda coluna</a>).</p>
<p>Entrevista com o general Aché (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/720100/18615" target="_blank"><em>A Época</em>, 30 de outubro de 1918</a>).</p>
<p>Condecoração do 1º tenente José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, integrante da Missão Aché (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_04/45429" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 5 de novembro de 1918, quarta coluna</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/40912" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 13 de novembro de 1918, penúltima coluna</a>).</p>
<p>Citação de dois oficiais da Missão Aché, dentre eles Castro Barcellos, na ordem do dia (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_04/45554" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 25 de novembro de 1918, quarta coluna</a>).</p>
<p>Volta do aviador brasileiro Bento Ribeiro do front da guerra. Ele revelou que os oficias brasileiros da Missão Aché gozam de muitas simpatias na França (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/170054_01/144355" target="_blank"><em>Jornal do Commercio (AM)</em>, 20 de dezembro de 1918, sexta coluna</a>).</p>
<p>O general Aché visitou o hospital brasileiro em Paris (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/41387" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 27 de dezembro de 1918, segunda coluna</a>).</p>
<p>Condecoração pelo governo francês do coronel Leite de Castro , membro da Missão Aché (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/720100/19054" target="_blank"><em>A Época</em>, 5 de janeiro de 1919, sétima coluna</a>).</p>
<p>Nomeação do 1º tenente Ildebrando Escobar como membro da Missão Aché (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_04/46116" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 14 de fevereiro de 1919, terceira coluna</a>).</p>
<p>Sobre a participação do tenente Onofre Moniz Gomes de Almeida, professor da Escola de Aperfeiçoamento do Exército, na Missão Aché (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/107670_01/22935" target="_blank"><em>O Imparcial</em>, 22 de fevereiro de 1919, primeira coluna</a>).</p>
<p>O ministro da Fazenda, João Ribeiro de Oliveira Souza (1863 &#8211; 1933), confirmou a isenção da cobrança de impostos sobre os vencimento dos membros da missão militar na Europa sob o comando do general Aché (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/42003" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 5 e 6 de março de 1919, última coluna</a>).</p>
<p>O capitão Regueira, ex-membro da Missão Aché, foi destacado para acompanhar a visita do general francês Maurice Gamelin (1872 &#8211; 1958) ao Brasil (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/129054/6542" target="_blank"><em>A Razão</em>, 27 de março de 1919, segunda coluna</a>).</p>
<p>Volta de Castro Barcellos ao Brasil, a bordo do paquete <em>Gelria, </em>do Lloyd Royal Hollandez (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/28240" target="_blank"><em>Pequeno Jornal</em>, 2 de abril de 1919, última coluna</a>).</p>
<p>Notícia do nascimento de um filho do 1° tenente Ildebrando Escobar, membro da Missão Aché (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/42512" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 25 de abril de 1919, quinta coluna</a>).</p>
<p>Sobre a autorização para a participação do major João Clomenes de Siqueira, da Missão Aché, no Congresso da Cruz Vermelha,em Berna, na Suíça (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_01/14867" target="_blank"><em>A Noite</em>, 28 de abril de 1919, última coluna</a>).</p>
<p>Polêmica em torno de uma suposta compra de material de artilharia francesa envolvendo membros da Missão Aché( <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_01/14903" target="_blank"><em>A Noite</em>, 5 de maio de 1919, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/720100/19974" target="_blank"><em>A Época</em>, 6 de maio de 1919, sexta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_04/46726" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 6 de maio de 1919, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_02/39123" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 6 de maio de 1919, quarta coluna</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_06/49350" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 6 de maio de 1919, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/720100/19974" target="_blank"><em>A Época</em>, 6 de maio de 1919, penúltima coluna</a>; e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_10/45449" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 6 de maio de 1919, segunda coluna</a>)</p>
<p>O presidente do Tiro da Imprensa, Miguel Calmon, estava na Missão Aché, assim como seu instrutor, o Segundo Tenente Ildefonso Escobar (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/107670_01/23832" target="_blank"><em>O Imparcial</em>, 13 de maio de 1919, última coluna</a>).</p>
<p>Apresentação dos membros da Missão Aché ao novo ministro do Brasil junto ao governo da França (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_10/46151" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 11 de junho de 1919, quarta coluna</a>).</p>
<p>O general Aché foi condecorado comendador da Legião de Honra da França (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/43118" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 15 de junho de 1919, penúltima coluna</a>).</p>
<p>Artigo sobre a Missão Aché (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_10/46638" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 5 de julho de 1919, terceira coluna</a>).</p>
<p>Sobre o <em>raid</em> entre Rio e Lisboa projetado pelo tenente Alziro Lima, que havia sido membro da Missão Aché (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/215554/34438" target="_blank"><em>A República</em>, 9 de julho de 1919, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_01/15271" target="_blank"><em>A Noite</em>, 8 de julho de 1919, última coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/129054/7423" target="_blank"><em>A Razão</em>, 9 de julho de 1919, segunda coluna</a>).</p>
<p>Sobre a Missão Médica e a Missão Aché (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_06/50435" target="_blank"><em>Correio Paulistano,</em> 7 de setembro de 1919, última coluna</a>).</p>
<p>O general Aché comunicou ao ministro da Guerra do Brasil, Alfredo Pinto Vieira de Melo (1863 &#8211; 1923), que o governo francês havia autorizado o envio de uma missão militar para a instrução do Exército brasileiro sob a chefia do general Gamelin (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/720100/20997" target="_blank"><em>A Época</em>, 11 de setembro de 1919, penúltima coluna</a>).</p>
<p>Sobre a comissão que substituiria a Missão Aché na Europa (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_04/48037" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 3 de outubro de 1919, primeira coluna</a>).</p>
<p>Sobre o fornecimento de material bélico do governo francês ao Exército brasileiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/720100/21234" target="_blank"><em>A Época</em>, 11 de outubro de 1919, quarta coluna</a>).</p>
<p>&#8220;O general Gamelin conferencia, em Paris, com o general Napoleão Aché&#8221; (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/44939" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 8 de novembro de 1919</a>).</p>
<p>Dissolução da Missão Aché (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/258822/38404" target="_blank"><em>O Pharol</em>, 23 de novembro de 1919, última coluna</a>).</p>
<p>Regresso ao Brasil e ida para outros países dos oficiais da Missão Aché (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_01/16193" target="_blank"><em>A Noite</em>, 19 de dezembro de 1919, primeira coluna</a>; e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/129054/9264" target="_blank"><em>A Razão</em>, 19 de janeiro de 1920, terceira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>**Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</p>
<p>Esse artigo passou a integrar a série <em>Conflitos</em>, em 20 de março de 2026.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fonte:</strong></span></p>
<p><a href="http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
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