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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; pintura</title>
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		<title>Os registros do fotógrafo e pintor italiano José Boscagli (1862 &#8211; 1945)</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 04:35:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
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		<category><![CDATA[Cândido Rondon (1865 - 1958)]]></category>
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		<description><![CDATA[Em agosto deste ano, 2023, foi publicado na Brasiliana Fotográfica o artigo A Exposição Nacional de 1908 no Museu Histórico Nacional, de Maria Isabel Lenzi, historiadora do Museu Histórico Nacional, uma das instituições parceiras do portal. Nele três álbuns fotográficos foram destacados: os dos fotógrafos Augusto Malta (1864 - 1957), José Boscagli (1862 - 1945) e Luis Musso (18? - 19?).  A partir desta publicação, comecei a pesquisar sobre a vida de Boscagli, cujo álbum retratou a mostra do Rio Grande do Sul na Exposição Nacional.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em agosto deste ano, 2023, foi publicado na Brasiliana Fotográfica o artigo <em>A Exposição Nacional de 1908 no Museu Histórico Nacional</em>, de Maria Isabel Lenzi, historiadora do Museu Histórico Nacional, uma das instituições parceiras do portal. Nele três álbuns fotográficos foram destacados: os dos fotógrafos Augusto Malta (1864 &#8211; 1957), José Boscagli (1862 &#8211; 1945) e Luis Musso (18? &#8211; 19?).  A partir desta publicação, comecei a pesquisar sobre a vida de Boscagli, cujo álbum, com 54 fotos de sua autoria e uma de Augusto Malta, retratou a mostra do Rio Grande do Sul na Exposição Nacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11810" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11810/0000001.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="506" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11810" target="_blank">José Boscagli. [Mostra da indústria alimentícia com destaque para os biscoitos Leal Santos, compotas e vinhos.], 1908. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>Na maior parte de sua vida foi pintor e desenhista, mas foi também fotógrafo, tendo trabalhado no ateliê de Jacintho Ferrari (18? &#8211; 1935), filho do italiano Rafael Ferrari, um dos fotógrafos pioneiros de Porto Alegre. Foi o pintor oficial nas expedições do Marechal Rondon pelo interior do país. Retratou aspectos da fauna, flora, população e costumes locais, destacando-se, especialmente, as representações dos indígenas e aspectos de sua cultura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11824" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11824/0000001.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="515" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11824" target="_blank">José Boscagli. [Facas, instrumentos musicais e artigos de couro para viagem, montaria e caça fabricados no Rio Grande do Sul], 1908. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/363" target="_blank"><strong>Acessando o link para as fotografias de José Boscagli disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá visualizar e magnificar as imagens.</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 543px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11778" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11778/0000001.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="533" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11778" target="_blank">José Boscagli. [Estátua feminina na abertura da amostra dos produtos do Rio Grande do Sul.], 1908. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Cronologia de José Boscagli (1862 &#8211; 1945)</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33061" style="width: 299px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/337234/3140" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33061" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli32.jpg" alt="O pintor José Bpscagli / Walkyrias, de 1938" width="289" height="494" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/337234/3140" target="_blank">O José Boscagli / <em>Walkyrias</em>, dezembro de 1938</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1862</strong> </span>- Giuseppe (José) Boscagli nasceu em Florença, na Itália. Algumas fontes indicam que ele teria nascido em Siena, cidade italiana também localizada na Toscana. Em um artigo de <em>O GLOBO</em>, de 31 de maio de 1945, foi informado que ele descenderia de um dos doges de Veneza.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>Década de 1870</strong></span> &#8211; Desde os tempos de colégio, compunha paisagens e retratos coloridos a partir de pigmentos de flores. Apesar do desejo de sua família para que ele se tornasse engenheiro e arquiteto, matriculou-se na Academia de Belas Artes de Florença, onde foi influenciado por Pisani, um de seus professores. Ainda na Itália, conheceu os pintores brasileiros Pedro Américo (1843 &#8211; 1905) e Décio Villares (1851 &#8211; 1931). Teria, na companhia de Villares, visto Pedro Américo pintando a<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_do_Ava%C3%AD_(Pedro_Am%C3%A9rico)#/media/Ficheiro:Americo-ava%C3%AD.jpg" target="_blank"> <em>Batalha do Avaí</em></a>, um dos mais importantes quadros brasileiros do século XIX, que retrata um episódio da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8034" target="_blank">Guerra do Paraguai</a>. A obra foi realizada no ateliê de Pedro Américo, em Florença, e ficou pronta em 1877.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33055" style="width: 416px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830259/30202" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33055" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli27.jpg" alt="Carioca, 19 de maio de 1945" width="406" height="256" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830259/30202" target="_blank"><em>Carioca</em>, 19 de maio de 1945</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1888</strong></span> &#8211; Casou-se com Luiza Luraschi (<em>O GLOBO</em>, 31 de maio de 1945).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>c. 1897</strong></span> &#8211; Passou a morar, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.</p>
<p style="text-align: left;">Realiza retratos a óleo, aquarela e crayon, copiados de fotografia, para a Sociedade de Artes de Buenos Aires, que mantinha uma agência em Porto Alegre.</p>
<p style="text-align: left;">Iniciou sua carreira de pintor paisagista e fotógrafo no ateliê de Jacintho Ferrari (18? &#8211; 1935), filho do italiano Rafael Ferrari, um dos fotógrafos pioneiros de Porto Alegre. Jacintho e seu irmão Carlos (18? &#8211; 1942) sucederam o pai, em 1885 e, entre 1895 e 1901, Rafael (1880 &#8211; 1961), o irmão caçula, também colaborou no estabelecimento.</p>
<p style="text-align: left;">Produziu um retrato a óleo de Julio de Castilhos (1860 &#8211; 1903), cuja inauguração aconteceu em 15 de novembro de 1899, no Conselho Municipal de Porto Alegre, em comemoração à Proclamação da República.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33031" style="width: 338px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli10.jpg"><img class="size-full wp-image-33031" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli10.jpg" alt="Júlio de Casttilho por Giuseppe (José) Boscagli / " width="328" height="479" /></a><p class="wp-caption-text">Júlio de Castilho por Giuseppe (José) Boscagli, c. 1897 / Acervo Artístico de Porto Alegre</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1900</strong> </span>- Um <em>lindíssimo e fino quadro a óleo</em> executado por Boscagli, retratando Adelina Vizeu Marques, encontrava-se na vitrine do ateliê de Jacintho Ferrari (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/388653/11405" target="_blank"><em>A Federação </em>(RS), 7 de fevereiro de 1900, quinta coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Participou com quatro quadros da Exposição Estadual de 15 de Novembro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/388653/11965" target="_blank"><em>A Federação </em>(RS), 26 de julho de 1900, primeira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1901 / 1902</strong> </span>- Nesse período, encontrava-se em Bento Gonçalves e participou, em Porto Alegre, de uma exposição com um retrato a óleo, tendo recebido uma menção honrosa <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/388653/12769" target="_blank">(<em>A Federação </em>(RS), 27 de março de 1901, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/388653/12956" target="_blank"><em>A Federação </em>(RS), 28 de maio de 1901, última coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/882364/24486" target="_blank"><em>Folha de Hoje</em> (Prefeitura de Caxias do Sul), 26 de outubro de 1991, primeira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1903</strong> </span>- No ateliê do também italiano Virgilio Calegari (1868 &#8211; 1937), importante fotógrafo do sul do Brasil, em fins do século XIX e início do XX, expôs um retrato a óleo do desembargador Epaminondas Ferreira (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/388653/14209" target="_blank"><em>A Federação</em> (RS), 8 de junho de 1903, terceira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Em companhia de sua esposa, Luiza, e da filha única do casal, Ignez, chegou em Porto Alegre, a bordo do paquete <em>Rio Pardo</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/388653/14478" target="_blank"><em>A Federação </em>(RS), 26 de agosto de 1903, segunda coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1906 </strong><span style="color: #000000;">- Um retrato a óleo, executado por ele, de Carlos Barbosa Gonçalves, presidente da Assembléia de Representantes do Estado, estava exposto na Drogaria Ingleza, em Poro Alegre (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/388653/17699" target="_blank"><em>A Federação</em> (RS), 25 de abril de 1906, quinta colun</a>a).</span></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><span style="color: #000000;">Sucedeu J. Antonio Iglesias no estabelecimento fotográfico da rua do Riachuelo, 220, em Porto Alegre, que passou a chamar-se Photographia -Artística-Boscagli.</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32988" style="width: 364px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli3.jpg"><img class="size-full wp-image-32988" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli3.jpg" alt="A Federação (RS), 16 de novembro de 1906" width="354" height="233" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/388653/18380" target="_blank"><em>A Federação</em> (RS), 16 de novembro de 1906</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #800000;">1908</span></strong> &#8211; Fotografou um evento social em Canoas e seus registros foram expostos na vitrine da Casa Barreto, em Porto Alegre (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/388653/19826" target="_blank"><em>A Federação</em> (RS), 9 de janeiro de 1908, quinta coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Foi morar no Rio de Janeiro, onde se anunciava como artista pintor e oferecia serviços fotográficos gratuitos (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_03/16219" target="_blank"><em>O Paiz,</em> 21 de maio de 1908</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32987" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_03/16219" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32987" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli2.jpg" alt="O Paiz, 21 de maio de 1908" width="490" height="185" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_03/16219" target="_blank"><em>O Paiz,</em> 21 de maio de 1908</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fotografou a mostra do Rio Grande do Sul na Exposição Nacional de 1908.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11777" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11777/0000001.JPG.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="578" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11777" target="_blank">José Boscagli. [Planta das seções, organização e distribuição dos produtos apresentados pelo Rio Grande do Sul.], 1908. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1909</strong> </span>- Anunciou a venda de um equipamento de fotografia, oferecendo-se a ensinar ao comprador como operá-lo (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/030015_02/35044" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 25 de outubro de 1909, primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32986" style="width: 309px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/030015_02/35044" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32986" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli1.jpg" alt="Jornal do Brasil, 25 de outubro de 1909" width="299" height="182" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/030015_02/35044" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 25 de outubro de 1909</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #000000;">Incorporou-se às expedições de Cândido Rondon ao Mato Grosso e a Goiás, onde retratou os indígenas da região. Foi por intermédio de seu genro, o major Luiz Thomaz Reis (1878 &#8211; 1940), o <em>cineasta de Rondon, </em>que conheceu a Comissão Rondon. Reis era o encarregado de cinematografia e fotos do Escritório Central da Comissão. Boscagli passou a ser o pintor oficial de Rondon (<a style="color: #000000;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_05/3560" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 16 de outubro de 1940, sétima coluna</a>; <a style="color: #000000;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/830259/30202" target="_blank"><em>Carioca</em>, 19 de maio de 1945</a>; <a style="color: #000000;" href="https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa23452/giuseppe-boscagli" target="_blank"><em>Enciclopédia Itaú Cultura</em>l</a>).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33067" style="width: 266px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_05/3560" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33067" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli36.jpg" alt="Correio da Manhã, 16 de outubro de 1937, sétima coluna)" width="256" height="249" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_05/3560" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 16 de outubro de 1937, sétima coluna)</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1910</strong></span> &#8211; Seu genro, o major Reis, tornou-se o chefe da recém criada Seção de Fotografia e Cinematografia do Escritório Central da Comissão Rondon.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1910 / 1911</strong></span> &#8211; O estabelecimento fotográfico José Boscagli, em Porto Alegre, foi anunciado no <em>Almanaque Henault</em> e também no Almanak Laemmert, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394/43786" target="_blank">1910</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394/47747" target="_blank">1911</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32985" style="width: 307px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/709930/2541" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32985" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli.jpg" alt="Almanaque Henault, 1910" width="297" height="213" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/709930/2541" target="_blank"><em>Almanaque Henault</em>, 1910</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1910 </strong><span style="color: #000000;">- Em um artigo, Boscagli é identificado como um <em>cavalheiro de trato delicado e gentil. </em>Ainda segundo o artigo, ele havia vivido muitos anos no Rio Grande do Sul e havia passado pelo Rio de Janeiro. Realizou uma exposição na casa Resemini &amp; Leone, em Vitória, no Espírito Santo<em> </em>(<a href="http://memoria.bn.br/docreader/229687/11255" target="_blank"><span style="color: #800000;"><em>Commercio do Espírito Santo</em></span>, 21 de fevereiro de 1910, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/572748/2573" target="_blank"><em>Diário da Manhã</em>, 22 de fevereiro de 1910, última coluna</a>).</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33035" style="width: 223px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/229687/11255" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33035" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli14jpg.jpg" alt="Commercio do Espírito Santo, 21 de fevereiro de 1910" width="213" height="391" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/229687/11255" target="_blank"><em>Commercio do Espírito Santo</em>, 21 de fevereiro de 1910</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Exposição de um retrato a óleo do presidente da República eleito, marechal Hermes da Fonseca (1855 &#8211; 1923), na vitrine da loja <em>Primavera</em>, <em>acreditado e popular estabelecimento do Climaco Sales</em>, em Vitória, no Espírito Santo. Foi também exposto um retrato do então governador do Espírito Santo, Jerônimo Monteiro (1870 &#8211; 1933), e do coronel Henrique Coutinho (1845 &#8211; 1915), ex-governador do estado. Todos  de autoria de Boscagli, que ficou um período na cidade, quando trabalhou no estúdio do italiano Alberto Lucarelli (1884 &#8211; 1967), então fotógrafo oficial do governador do Espírito Santo. Boscagli voltou para o Rio de Janeiro a bordo do paquete <em>Olinda</em>, em 10 de junho de 1910, após permancer meses em Vitória. Foi tambem exposta na loja Primavera uma paisagem de sua autoria (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/572748/2710" target="_blank"><em>Diário da Manhã</em> (ES), 29 de março de 1910, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/572748/2806" target="_blank"><em>Diário da Manhã</em> (ES), 24 de abril de 1910, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/docreader/229687/11255" target="_blank"><em>Commercio do Espírito Santo</em>, 25 de abril de 1910, quinta coluna;</a> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/229644/20411" target="_blank"><em>O Estado do Espírito Santo</em>, 11 de junho de 1910, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/572748/2994" target="_blank"><em>Diário da Manhã</em> (ES), 11 de junho de 1910, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/572748/3280" target="_blank"><em>Diário da Manhã</em> (ES), 19 de agosto de 1910, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/572748/3563" target="_blank"><em>Diário da Manhã</em> (ES), 28 de outubro de 1910, penúltima coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33026" style="width: 216px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/572748/3563" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33026" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli8.jpg" alt="Diário da Manhã (ES), 28 de outubro de 1910" width="206" height="291" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/572748/3563" target="_blank"><em>Diário da Manhã (ES</em>), 28 de outubro de 1910</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1911</strong> </span>-  Seu genro, o major Reis, participou da expedição da Comissão Rondon, assim como o etnólogo e antropólogo Edgard Roquette- Pinto (1884 &#8211; 1954), especialista em áudio e futuro pai da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17940" target="_blank">radiodifusão no Brasil</a> e diretor do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12889" target="_blank">Museu Nacional</a>.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1912</strong></span> &#8211; Boscagli expôs retratos a óleo na Casa London, na rua Bahia, em Belo Horizonte, em Minas Gerais (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/13620" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 12 de setembro de 1912, primeira coluna</a>).</p>
<p>O quadro do Conselheiro José Antônio de Azevedo Castro (1839 &#8211; 1911), de autoria de Boscagli, passou a integrar a Galeria dos Benfeitores da Biblioteca Nacional (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/402630/26789" target="_blank"><em>Anais da Biblioteca Nacional</em>, 1912</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33043" style="width: 296px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/402630/26788" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33043" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli19.jpg" alt="Anais da Biblioteca Nacional, 1912" width="286" height="410" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/402630/26788" target="_blank"><em>Anais da Biblioteca Nacional</em>, 1912</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1913</strong> </span>- No Rio de Janeiro, seu ateliê ficava na Rua Barão de Guaratiba, nº 130. Também era identificado como decorador (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394/49794" target="_blank"><em>Almanak Laemmer</em>t, 1913, segunda coluna</a>). Mantinha seu ateliê fotográfico em Porto Alegre (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394/52206" target="_blank"><em>Almanak Laemmert,</em> 1913, primeira coluna</a>).</p>
<p>Em Belo Horizonte, na Photographia Antenor Campos, exposição dos retratos a óleo de José de Campos Seraphino e de José Maria Pinto Leite, de autoria de Boscagli (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/258822/30196" target="_blank"><em>O Pharol</em>, 29 de março de 1913, coluna</a>).</p>
<p>Seu genro, o major Reis,  participou da Expedição Científica Rondon-Roosevelt, ocorrida entre 1913 e 1914.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1914</strong> </span>- No Rio de Janeiro, seu ateliê ficava na Rua Barão de Guaratiba, nº 130 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394/54632" target="_blank"><em>Almanak Laemmer</em>t, 1914, primeira coluna</a>). Anúncio do ateliê fotográfico José Boscagli, em Porto Alegre (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394/57113" target="_blank"><em>Almanak Laemmert,</em> 1914, segunda coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1915</strong></span> &#8211; Anúncio do ateliê fotográfico José Boscagli, em Porto Alegre (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394/61477" target="_blank"><em>Almanak Laemmert,</em> 1915, última coluna</a>).</p>
<p>Exposição na entrada da Associação dos Empregados do Comércio, na Avenida Rio Branco, de um retrato a óleo do futuro <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17506" target="_blank">Marechal Cândido Rondon (1865 &#8211; 1958)</a>, ainda coronel, produzido por Boscagli a partir de uma fotografia também produzida por ele. Boscagli era um admirador do trabalho de Rondon. Poucos meses depois, em 5 de outubro, realização de uma festa em homenagem a Rondon no <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32451" target="_blank">Teatro Phênix</a>, promovida pela Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro e presidida pelo general Thaumaturgo de Oliveira, quando foi inaugurado solenemente o referido retrato de Rondon realizado por Boscagli, que passou a ornar uma das paredes da Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_04/34531" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 23 de abril de 1915</a>; <a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_04/27337" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 23 de abril de 1915</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/27384" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 27 de abril de 1915, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_02/25214" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 5 de outubro de 1915, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_02/25228" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 6 de outubro de 1915</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_01/22612" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 9 de outubro de 1915, quinta coluna)</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32989" style="width: 302px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_04/27337" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32989" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli5.jpg" alt="Coronel Rondon, no Juruena, por Boscagli / O Paiz, de abril de 1915" width="292" height="472" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_04/27337" target="_blank">Coronel Rondon, no Juruema, por Boscagli / <em>O Paiz</em>, 23 de abril de 1915</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32990" style="width: 344px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_04/27337" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32990" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli6.jpg" alt="O Paiz, 23 de abril de 1915" width="334" height="472" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_04/27337" target="_blank"><em>O Paiz,</em> 23 de abril de 1915</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Inauguração, na Sociedade Sul Riograndense, na Avenida Rio Branco,  de uma exposição de trabalhos de Boscagli, representando os indígenas de Mato Grosso, com a presença de Rondon e do professor Roquette-Pinto (1884 &#8211; 1954). Foi visitada pelo professor e escultor Rodolfo Bernardelli (1852 &#8211; 1931), que elogiou muito a mostra, dizendo que o governo deveria auxiliá-lo a adquirir algumas obras. Ele havia colhido <em>os principais elementos para seus quadros nas expedições do coronel Rondon</em>. Um grupo de oficiais do Exército ofertou ao coronel Rondon a tela<em> Índia Pareci em repouso</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_10/50586" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 3 de outubro de 1915, penúltima colun</a>a; <a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_04/29376" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 3 de outubro de 1915, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/720100/9359" target="_blank"><em>A Época</em>, 5 de outubro de 1915, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/29437" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 8 de outubro de 1915, penúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/060917_03/67698" target="_blank"><em>Annaes da Câmara dos Deputados</em>, 31 de dezembro de 1915</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_32991" style="width: 341px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/29437" target="_blank"><img class="size-full wp-image-32991" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli7.jpg" alt="O Paiz, 3 de outubro de 1915" width="331" height="461" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/29437" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 3 de outubro de 1915</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33029" style="width: 158px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_02/25186" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33029" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli91.jpg" alt="Correio da Manhã, 3 de outubro de 1915" width="148" height="480" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_02/25186" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 3 de outubro de 1915</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33033" style="width: 424px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/107670_01/11245" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33033" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli12.jpg" alt="O Imparcial, 5 de outubro de 1915" width="414" height="531" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/107670_01/11245" target="_blank"><em>O Imparcial</em>, 5 de outubro de 1915</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na Sociedade Riograndense, também de autoria de Boscagli, exposição do retrato a óleo do general Pinheiro Machado (1851 &#8211; 1915<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/29612" target="_blank">)</a> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/29612" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 24 de outubro de 1915, quinta coluna</a>).</p>
<p>Um retrato do coronel Marcondes Alves de Souza (1868 &#8211; 1938), governador do Espírito Santo, foi oferecido a ele por seu amigos. A autoria era de Boscagli (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/30000" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 29 de novembro de 1915, segunda coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1916</strong> </span>- Anúncio de seu ateliê fotográfico em Porto Alegre (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394/65566" target="_blank"><em>Almanak Laemmert</em>, 1916, segunda coluna</a>).</p>
<p>Foi noticiado que embarcou em Vitória, no Espírito Santo, rumo ao Rio de Janeiro, de onde retornaria em um mês (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/572748/6810" target="_blank"><em>Diário da Manhã (ES)</em>, 28 de janeiro de 1916, terceira colun</a>a).</p>
<p>Um belo quadro a óleo realizado por Boscagli, cópia do original de Pompeia, foi colocado no altar em homenagem a Nossa Senhora de Pompéia, construído na paróquia de Jacarepaguá, como o pagamento de uma promessa feita pelo padre Magaldi (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/799670/2733" target="_blank"><em>A União</em>, 8 de outubro de 1916, quinta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1917</strong> </span>- Anúncio do ateliê fotográfico José Boscagli, em Porto Alegre (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394/67995" target="_blank"><em>Almanak Laemmert</em>, 1917, segunda coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1918</strong></span> &#8211; Anúncio do ateliê fotográfico José Boscagli, em Porto Alegre (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394/71578" target="_blank"><em>Almanak Laemmert</em>, 1918, primeira coluna</a>).</p>
<p>Ele e o também italiano Taquino realizaram uma exposição na Sociedade Riograndense. Tarquino havia trabalhado muito tempo para a revista <em>Fon-Fon. </em>Várias telas de Boscagli foram vendidas<em> </em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/107670_01/20416" target="_blank"><em>O Imparcial</em>, 12 de junho de 1918, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_04/39173" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 15 de junho de 1918, penúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/720100/17456" target="_blank"><em>A Época</em>, 29 de junho de 1918, quarta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33034" style="width: 213px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/107670_01/20416" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33034" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli13.jpg" alt="O Imparcial, 12 de junho de 1918" width="203" height="379" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/107670_01/20416" target="_blank"><em>O Imparcia</em>l, 12 de junho de 1918</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33038" style="width: 623px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/259063/30319" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33038" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli15.jpg" alt="Fon-Fon, de 1918" width="613" height="531" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/259063/30319" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 15 de junho de 1918</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33084" style="width: 322px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/095648/1423" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33084" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli48.jpg" alt="D. Quixote, 26 de junho de 1918" width="312" height="237" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/095648/1423" target="_blank"><em>D. Quixote</em>, 26 de junho de 1918</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um retrato do então governador do Rio Grande do Sul, Borges de Medeiros<em> </em>(1863 &#8211; 1961), <em>prontificado</em> por Boscagli foi enviado pelo deputado federal João Simplício a Porto Alegre (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/388653/39629" target="_blank"><em>A Federação</em> (RS), 2 de setembro de 1918, primeira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1919</strong></span> &#8211; Anúncio do ateliê fotográfico José Boscagli, em Porto Alegre (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394/75812" target="_blank"><em>Almanak Laemmert</em>, 1919, última coluna</a>).</p>
<p>Ele e Tarquini eram os diretores artísticos do Rio Studio, na Rua Uruguaiana, nº 62, inaugurado em 4 de abril (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_01/14719" target="_blank"><em>A Noite</em>, de 1919, penúltima coluna)</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33041" style="width: 840px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/259063/33159" target="_blank"><img class=" wp-image-33041" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli17.jpg" alt="Fon-Fon, 31 de maio de 1919" width="830" height="415" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/259063/33159" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 31 de maio de 1919</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na Confeitaria <em>Renaissance</em>, no Rio de Janeiro, inauguração do mostruário de fotografias do ateliê fotográfico de propriedade da firma Boscagli &amp; Comp (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_02/39617" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 15 de junho de 191</a>9).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33032" style="width: 280px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli11.jpg"><img class="size-full wp-image-33032" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli11.jpg" alt="Correio da Manhã, de 1919" width="270" height="201" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_02/39617" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 15 de junho de 1919</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A capa da revista <em>A Epocha</em> trazia uma fotografia de Cândido Rondon, de autoria de Boscagli (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/183890/2474" target="_blank"><em>A Epocha</em>, 31 de outubro de 1919</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33042" style="width: 241px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/183890/2449" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33042" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli18.jpg" alt="A Epocha, 31 de outubro de 1919" width="231" height="373" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/183890/2449" target="_blank"><em>A Epocha</em>, 31 de outubro de 1919</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1920</strong></span> &#8211; Cândido Rondon ofertou ao Museu Nacional três quadros de autoria de Boscagli retratando indígenas: <em>Nenê</em>, <em>Cavagnac</em> e <em>Capitão Chiquinho</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_05/78" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 9 de janeiro de 1920, quarta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33049" style="width: 345px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/348970_02/10" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33049" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli22.jpg" alt="A Noite, 4 de janeiro de 1920" width="335" height="491" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/348970_02/10" target="_blank"><em>A Noite</em>, 4 de janeiro de 1920</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Exposição no Ponto Chic de um retrato a óleo do rei Alberto I da Bélgica (1875 – 1934), de autoria de Boscagli (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/236403/9784" target="_blank"><em>A Rua</em>, 18 de setembro de 1920, penúltima coluna</a>).</p>
<p><em>Um álbum de mais de 200 fotografias artisticamente organizado pela casa Rio-Studio (artista Boscagli)</em> foi ofertado pela Comissão Rondon aos <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5950" target="_blank">reis da Bélgica</a> durante a visita dos monarcas ao Brasil, realizada entre  entre 19 de setembro e 15 de outubro de 1920. Foi a primeira viagem realizada por uma monarca europeu à América do Sul (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/178691_05/3512" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 17 de outubro de 1920, primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33047" style="width: 365px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/3512" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33047" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli20.jpg" alt="O Paiz, 17 de outubro de 1920" width="355" height="166" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/3512" target="_blank"><em>O Paiz,</em> 17 de outubro de 1920</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1921</strong></span> &#8211; A fotografia de Maria Joaquina Botelho de Magalhães em seu leito de morte foi produzida por Boscagli &amp; C, no Rio Studio. Ela era viúva do general Benjamin Constant (1836 &#8211; 1891), cujo sobrinho, Amilcar Armando Botelho de Magalhães (1880 &#8211; 1959), que havia se juntado à Comissão Rondon, em 1908, e se tornado diretor de seu Escritório Central, em 1910 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/5388" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 3 de abril de 1921, quinta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33085" style="width: 257px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli49.jpg"><img class="wp-image-33085" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli49.jpg" alt="boscagli49" width="247" height="374" /></a><p class="wp-caption-text">Boscagli &amp; C. Maria Joaquina Botelho de Magalhães em seu leito de morte, 1921 / Acervo Museu Casa Benjamin Constant, Ibram / MinC</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Também registrou a sepultura de Benjamin Constant e Maria Joaquina.</p>
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<div id="attachment_33086" style="width: 404px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli50.jpg"><img class="size-full wp-image-33086" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli50.jpg" alt="Boscagli &amp; C. Sepultura de Benjamin Constant e Maria Joaquina, 1921 / Acervo Museu Casa Benjamin Constant, Ibram / MinC" width="394" height="322" /></a><p class="wp-caption-text">Boscagli &amp; C. Sepultura de Benjamin Constant e Maria Joaquina, 1921 / Acervo Museu Casa Benjamin Constant, Ibram / MinC</p></div>
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<p><span style="color: #800000;"><strong>1924</strong></span> &#8211; Participou da 31ª Exposição Geral de Belas Artes.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1925</strong> </span>- Anúncio de seu ateliê fotográfico, na rua Uruguaiana, nº 82, no Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394/89350" target="_blank"><em>Almanak Laemmert</em>, 1925, segunda coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1926</strong> </span>- Anúncio de seu ateiê fotográfico, na rua Uruguaiana, nº 82, no Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394/93999" target="_blank"><em>Almanak Laemmert</em>, 1926, segunda coluna</a>).</p>
<p>Realizou uma exposição em Porto Alegre com retratos a óleo, dentre eles do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17506" target="_blank">Marechal Cândido Rondon (1865 &#8211; 1958)</a> e do general Firmino Paim Filho (1884 &#8211; 1971) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/388653/58249" target="_blank"><em>A Federação</em> (RS), 15 de março de 1926, penúltima coluna</a>).</p>
<p>Esteve em Bento Gonçalves e voltou para o Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/388653/58964" target="_blank"><em>A Federação</em> (RS), 30 de junho de 1926, última coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1927</strong> </span>- Estava em Juiz de Fora, onde um retrato de sua autoria do general João Nepomuceno da Costa (1870 &#8211; 1943) foi oferecido por amigos ao militar (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_04/59356" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 6 de outubro de 1927, sexta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1928</strong></span> &#8211; Esteve em Belo Horizonte (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_11/27647" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 25 e 26 de junho de 1928, última coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1929</strong> </span>- Falecimento de Rubens Boscagli Reis, seu neto, filho de Ignez (? &#8211; 1939). Era irmão de Argentina (? &#8211; 1983), Américo (? &#8211; 20?), futuro fiscal do Banco do Brasil; e Tiziano (? &#8211; 1983), futuro funcionário do Ministério da Agricultura. Desde a década de 1900, Ignez era casada com o major Luiz Thomaz Reis (1878 &#8211; 1940), que foi o responsável por inúmeros filmes cinematográficos realizados quando integrou a Comissão Rondon (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_03/40164" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 14 de maio de 1929, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/38306" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 15 de maio de 1929, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/5246" target="_blank"><em>A Noite</em>, 25 de julho de 1931, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/64588" target="_blank"><em>A Noite</em>, 19 de junho de 1939, penúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_05/4197" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 3 de dezembro de 1940, quarta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33048" style="width: 288px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_03/40248" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33048" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli21.jpg" alt="Correio da Manhã, 29 de maio de 1929" width="278" height="328" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_03/40248" target="_blank"><em>Correio da Manhã,</em> 19 de maio de 1929</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1930</strong> </span>- Com o pintor <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10169" target="_blank">Rodolfo Amoedo (1857 &#8211; 1941)</a> e outros, fez parte da banca examinadora de modelagem e escultura do curso geral superior do Departamento Feminino do Instituto La-Fayette (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/2617" target="_blank"><em>A Noite</em>, 13 de novembro de 1930, segunda coluna</a>).</p>
<p>Participou da exposição da Sociedade Brasileira de Belas Artes (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_05/9270" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 13 de dezembro de 1930, penúltima coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1931</strong></span> &#8211; Sua neta, Argentina, ficou noiva de Isaias Rosa, secretário do <em>Jornal dos Sports</em> e diretor da revista <em>Medicina para todos</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_03/9119" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 26 de julho de 1931, segunda coluna</a>).</p>
<p>Foi um dos ilustradores do livro <em>Morfologia da mulher</em>, de Hernani de Irajá (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_12/11820" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 30 de agosto de 1931, primeira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1933</strong> </span>- Foram inaugurados os retratos a óleo dos falecidos monsenhores João Pires de Amorim e José Francisco de Moura Guimarães, na Arquidiocese do Rio de Janeiro, ambos de autoria de Boscagli. O retrato do cardeal dom Sebastião, que se encontrava na sacristia da catedral, também era de autoria do pintor (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/829706/3092" target="_blank"><em>A Cruz</em>, 19 de março de 1933, quarta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1934</strong> </span>- Reproduziu o quadro da Sagrada Família, do pintor barroco espanhol Murillo (1617 &#8211; 1682), no estandarte-chefe da Liga Católica Jesus Maria José de Olaria (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_05/40180" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 24 de janeiro de 1934, penúltima coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1935 -</strong></span> Realização, entre 9 e 26 de outubro, de uma exposição de obras de Boscagli no <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32291" target="_blank">Palace Hotel</a>. Ele dedicou a mostra à Associação Brasileira de Imprensa (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/25393" target="_blank"><em>A Noit</em>e, 8 de outubro de 1935, primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33077" style="width: 224px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli43.jpg"><img class="size-full wp-image-33077" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli43.jpg" alt="O Globo, 8 de outubro de 1935" width="214" height="233" /></a><p class="wp-caption-text"><em>O GLOBO</em>, 8 de outubro de 1935</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33078" style="width: 523px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli44.jpg"><img class="size-full wp-image-33078" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli44.jpg" alt="O GLOBO, 12 de outubro de 1935" width="513" height="417" /></a><p class="wp-caption-text"><em>O GLOBO</em>, 12 de outubro de 1935</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33050" style="width: 350px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/093092_02/21604" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33050" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli23.jpg" alt="Diário Carioca, 15 de outubro de 1935" width="340" height="434" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/093092_02/21604" target="_blank"><em>Diário Carioca</em>, 15 de outubro de 1935</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1936</strong> </span>- Tornou-se sócio da Associação dos Artistas Brasileiros (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/31750" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 12 de janeiro de 1936, primeira coluna</a>).</p>
<p>Com o também pintor italiano Alfredo Norfini (1867 &#8211; 1944), realizou uma exposição em São Paulo, no Salão de Chá da Casa Allemã (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093092_02/26896" target="_blank"><em>Diário Carioca</em>, 9 de outubro de 1936</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/720216/10132" target="_blank"><em>Correio de São Paulo</em>, 20 de outubro de 1936, terceira coluna</a>).</p>
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<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33051" style="width: 671px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093092_02/26896" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33051" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli24.jpg" alt="Diário Carioca, 9 de outubro de 1936" width="661" height="500" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093092_02/26896" target="_blank"><em>Diário Carioca</em>, 9 de outubro de 1936</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33076" style="width: 274px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli42.jpg"><img class="wp-image-33076" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli42.jpg" alt="O Estado de São Paulo, 22 de outubro de 1936" width="264" height="331" /></a><p class="wp-caption-text"><em>O Estado de São Paulo</em>, 22 de outubro de 1936</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1937</strong></span> &#8211; Participou do 9º Salão da Associação de Artistas Brasileiros, no Palace Hotel. Seu quadro e a de outros artistas expositores foram adquiridos pelo presidente Getúlio Vargas (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/44629" target="_blank"><em>A Noite</em>, 13 de junho de 1937, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/40733" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 15 de junho de 1937, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/44780" target="_blank"><em>A Noite</em>, 17 de junho de 1937, penúltima coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33066" style="width: 344px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830305/26268" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33066" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli35.jpg" alt="Vida Doméstica, agosto de 1937" width="334" height="239" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830305/26268" target="_blank"><em>Índios da Goyana Ingleza, </em>de Boscagli<em> / Vida Doméstic</em>a, agosto de 1937</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na Nova Galeria de Arte, filial da Galeria Henberger, na rua Buenos Aires, nº 79, inauguração de uma exposição de Boscagli e de Manoel Pastana (1888 &#8211; 1984) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093092_02/31818" target="_blank"><em>Diário Carioca</em>, 16 de setembro de 1937, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_03/40416" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 19 de setembro de 1937, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_05/78594" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 19 de setembro de 1937, terceira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33087" style="width: 939px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli51.jpg"><img class="size-full wp-image-33087" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli51.jpg" alt="Convite para a exposição / Acervo de Renata de Fátima da Costa Maués" width="929" height="282" /></a><p class="wp-caption-text">Convite para a exposição / Acervo de Renata de Fátima da Costa Maués</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33052" style="width: 504px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093092_02/31865" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33052" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli25.jpg" alt="Diário Carioca, 19 de setembro de 1937" width="494" height="362" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093092_02/31865" target="_blank"><em>Diário Carioca</em>, 19 de setembro de 1937</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33058" style="width: 645px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/88327" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33058" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli30.jpg" alt="O Malho, 30 de setembro de 1937" width="635" height="449" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/88327" target="_blank"><em>O Malho</em>, 30 de setembro de 1937</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33057" style="width: 532px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/107468/28227" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33057" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli29.jpg" alt="Illustração Brasileira, de 1937" width="522" height="395" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/107468/28227" target="_blank"><em>Illustração Brasileira</em>, novembro de 1937</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Participou, também no Palace Hotel, do Salão de Natal de 1937 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/50231" target="_blank"><em>A Noite</em>, 22 de dezembro de 1937, quinta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1938</strong> </span>- Participou do II Salão de Belas Artes promovido pela prefeitura de Belo Horizonte com um quadro de uma paisagem, da coleção de Celso Werneck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/403210/21" target="_blank"><em>Salão de Belas Artes: Anais</em>, 1938</a>)</p>
<p>Realização de uma exposição de obras de Boscagli no Palace Hotel (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/59182" target="_blank"><em>A Noite,</em> 23 de novembro de 1938, sexta coluna</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/107468/28866" target="_blank"><em> Illustração Brasileira</em>, dezembro de 1938</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33079" style="width: 349px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli45.jpg"><img class="size-full wp-image-33079" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli45.jpg" alt="O GLOBO, 16 de novembro de 1938" width="339" height="399" /></a><p class="wp-caption-text"><em>O GLOBO</em>, 16 de novembro de 1938</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33053" style="width: 316px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/093092_02/36773" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33053" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli26.jpg" alt="Diário Carioca, 18 de novembro de 1938" width="306" height="500" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/093092_02/36773" target="_blank"><em>Diário Carioca</em>, 18 de novembro de 1938</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33056" style="width: 599px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_03/21771" target="_blank"><img class="wp-image-33056 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli28.jpg" alt="Revista da Semana, 26 de novembro de 1938" width="589" height="490" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_03/21771" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 26 de novembro de 1938</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33063" style="width: 330px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/337234/3140" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33063" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli34.jpg" alt="Walkyrias, dezembro de 1938" width="320" height="430" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/337234/3140" target="_blank"><em>Walkyrias</em>, dezembro de 1938</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33064" style="width: 820px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/337234/3171" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33064" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli341.jpg" alt="Walkyras, dezembro de 1938" width="810" height="419" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/337234/3171" target="_blank">Flagrante da inauguração de sua exposição no Palace Hotel<em> / Walkyrias</em>, dezembro de 1938</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No artigo <em>O indianismo na pintura</em>, a obra de Boscagli é abordada (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/083712/65508" target="_blank"><em>Careta</em>, 3 de dezembro de 1938</a>).</p>
<p>Participou, também no Palace Hotel, do Salão de Natal de 1938 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/59834" target="_blank"><em>A Noite</em>, 16 de dezembro de 1938, quinta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1939</strong> </span>- Publicação do artigo <em>O índio na pintura brasileira</em> sobre a obra etnográfica de Boscagli (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/116300/90447" target="_blank"><em>O Malho</em>, 19 de janeiro de 1939</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33060" style="width: 324px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/116300/90447" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33060" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli31.jpg" alt="O Malho, 19 de janeiro de 1939" width="314" height="437" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/116300/90447" target="_blank"><em>O Malho</em>, 19 de janeiro de 1939</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Falecimento de sua filha, Ignez Boscagli Reis (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/64588" target="_blank"><em>A Noite</em>, 19 de junho de 1939, oitava coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_05/93911" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 25 de junho de 1939, terceira coluna</a>).</p>
<p>O desenho <em>O retrato do</em> <em>Sr. Bocagli</em>, do ucraniano Dimitri Ismailovitch (1890 &#8211; 1976), foi exposto no Salão de Belas Artes (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830259/12444" target="_blank"><em>Carioca</em>, 23 de setembro de 1939, segunda coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1940</strong> </span>- Inauguração de uma exposição de cerca de 60 obras de Boscagli, no Palace Hotel, entre paisagens do sertão do Brasil e de indígenas e seus costumes (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_05/3409" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 5 de outubro de 1940, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_05/3560" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 17 de outubro de 1940, sétima coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33072" style="width: 324px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/221961_02/4340" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33072" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli41.jpg" alt="Diário da Noite, 12 de outubro de 1940" width="314" height="354" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/221961_02/4340" target="_blank"><em>Diário da Noite</em>, 12 de outubro de 1940</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33070" style="width: 484px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/103730_07/3170" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33070" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli39.jpg" alt="Gazeta de Notícias, 13 de outubro de 1940" width="474" height="403" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/103730_07/3170" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 13 de outubro de 1940</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O major Luiz Thomaz Reis (1878 &#8211; 1940), genro de Boscagli, viúvo de Ignez (? &#8211; 1939), faleceu cerca de um mês após ter sofrido um acidente, quando filmava a construção do novo quartel general do Exército no Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_05/4197" target="_blank"><em>Correio da Manh</em>ã, 3 de dezembro de 1940, quarta coluna</a>).</p>
<p>Quadros de autoria de Boscagli foram expostos na Exposição Retrospectiva do Exército (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/181897/6886" target="_blank"><em>Boletim da Sociedade Geográfica do Rio de Janeiro</em>, 1940</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1941</strong> </span>- Identificado como <em>nosso melhor indianista</em>, integrou o Salão de Belas Artes (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_07/8115" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 21 de setembro de 1941, segunda coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33071" style="width: 305px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/103730_07/8115" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33071" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli40.jpg" alt="Gazeta de Notícias, 21 de setembro de 1941" width="295" height="227" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/103730_07/8115" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 21 de setembro de 1941</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi noticiado que o Conselho do Serviço de Proteção aos Índios iria começar a tomar providências no sentido de adquirir várias <em>telas de autoria de José Boscagli, o único artista que acompanhou a Expedição Rondon e pintou os tipos e costumes dos indígenas nacionais. </em>Os quadros integrariam a galeria artística da futura Casa do Índio (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093718_02/7165" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 28 de setembro de 1941</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/110523_04/8434" target="_blank"><em>O Jornal</em>, 1º de novembro de 1941, quinta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33069" style="width: 321px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/093718_02/7165" target="_blank"><img class="size-full wp-image-33069" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli38.jpg" alt="Diário de Notícias, 28 de setembro de 1941" width="311" height="304" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/093718_02/7165" target="_blank"><em>Diário de Notícias,</em> 28 de setembro de 1941</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1945</strong> </span>- Dias antes de seu falecimento, publicação do artigo <em>Boscagli</em>, de autoria de Carlos Rubens, sobre a vida do pintor (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830259/30202" target="_blank"><em>Carioca</em>, 19 de maio de 1945</a>).</p>
<p>José Boscagli faleceu em 30 de maio e foi sepultado no Cemitério São João Batista. Sua missa de Sétimo Dia foi realizada na Igreja da Candelária, em 6 de maio. Quando faleceu, ainda residia na Rua Barão de Guaratiba, nº 132 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830259/30202" target="_blank"><em>Carioca</em>, 19 de maio de 1945</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_05/26178" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 31 de maio de 1945, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_13/25797" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 6 de junho de 1945</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_33068" style="width: 520px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli37.jpg"><img class="size-full wp-image-33068" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/boscagli37.jpg" alt="Correio da Manhã, 31 de maio de 1940" width="510" height="280" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_05/26172" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 31 de maio de 1940</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1946</strong></span> &#8211; Obras de Boscagli integraram a Exposição Foto-Etnográfica, comemorativa do Dia do Índio, realizada no hall do Ministério da Educação, no Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_05/30934" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 21 de abril de 1946, penúltima coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1956</strong></span> &#8211; Publicação de um artigo sobre a escritora, jornalista e feminista Jenny Pimentel de Borba (1906 &#8211; 1984), onde aparece um retrato dela pintado por Boscagli (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/337234/6941" target="_blank"><em>Walkyrias</em>, janeiro de 1956</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1974</strong> </span>- Um de seus quadros, <em>Cidade Marítima,</em> foi leiloado no Grande Leilão de Inverno, de Ernani Thompson Mello (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_16/31104" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 15 de setembro  de 1974</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1976</strong> </span>- Foi citado no artigo <em>Um poema de amor e trabalho</em>, sobre a presença de estrangeiros no Rio Grande do Sul, de Antonio Bresolim (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/885959/28066" target="_blank"><em>O Pioneiro</em> (RS), 17 de junho de 1976, segunda coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1979</strong> </span>- Seu quadro <em>Ancião na Beira do Riacho</em> integrou o leilão de Sebastião Barreto, em Petrópolis (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_16/62397" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 11 e 12 de fevereiro de 1979, quarta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1982</strong></span> &#8211; Integrou a exposição <em>Pintores Italianos no Brasil, </em>realizada no Museu de Arte Moderna de São Paulo, promovida pela Sociarte de São Paulo em colaboração com a Secretaria de Estado da Cultura. Lançamento de um catálogo homônimo, apresentado por Augusto Carlos Veloso (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/004120/2407" target="_blank"><em>Manchete</em>, 29 de maio de 1982</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_19/52377" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 6 e 7 de jullho de 2003, terceira colun</a>a).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>2007</strong></span> &#8211; Um de seus quadros foi leiloado pela Century´s, no Rio de Janeiro (<em>O GLOBO</em>, 24 de março de 2007, primeira coluna).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong> 2015</strong> </span>- Integrou a exposição <em>Mater Fecunda a Pinacoteca Aldo Locatelli de 1884 a 1943</em>, na Pinacoteca Aldo Locatelli, em Porto Alegre, realizada entre 22 de março e 29 de maio de 2015.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>2018</strong> </span>- No Museu do Imigrante, em Bento Gonçalves, realização da exposição <em>I Pittori Dei Nonni: Boscagli e Bertoni,</em> entre 8 de outubro e 19 de novembro de 2018, com a curadoria de Luiz Pasquali. Bertoni é o pintor italiano Walter Angelo Bertoni (1854 &#8211; 1952) (<a href="https://jornalsemanario.com.br/um-olhar-diferente-sobre-bento/" target="_blank"><em>Jornal Semanário</em>, 17 de outubro de 2018</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes</strong></span>:</p>
<p>DAMASCENO, Athos. <em>Artes Plásticas no Rio Grande do Sul</em>. Porto Alegre : Globo, 1971.</p>
<p>DAMASCENO, Athos. <em>Colóquios em minha cidade</em>. Porto Alegre : Globo, 1974.</p>
<p><a href="http://dicionariofotograficocapixaba.blogspot.com/2018/05/alberto-lucarelli.html" target="_blank">Dicionário Fotográfico Capixaba</a></p>
<p><a href="https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa23452/giuseppe-boscagli" target="_blank">Enciclopedia Itaú Cultural</a></p>
<p>FROZZA, Marilia de Oliveira. <em><a href="https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/114629/000955321.pdf?seque" target="_blank">Os retratos de militares e políticos na Pinacoteca Municipal Aldo Locatelli</a>: herança da Câmara de Vereadores de Porto Alegre</em>. Porto Alegre : Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2014.</p>
<p><a href="https://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>KOSSOY, Boris. <em>Dicionário histórico-fotográfico brasileiro: fotógrafos e ofício da fotografia no Brasil (1833-1910).</em> São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2002. 408 p., il. p&amp;b.</p>
<p>LOPES, Marcos Felipe de Brum. <em>Migrantes e fantasmas: imagens e figuras de Benjamin Constant</em>. Estudos Ibero-Americanos, Porto Alegre, v. 44, n. 1, p. 76-92, jan.-abr. 2018.</p>
<p>MAUÉS, Renata de Fátima da Costa. <em>O álbum do artista Manoel Pastana: memórias em recortes</em>. Revista Arteriais, Universidade Federal do Pará, junho de 2021.</p>
<p><em>O GLOBO</em>, 31 de maio de 1945.</p>
<p>RUBENS, Carlos<em>. Pequena história das artes plásticas no Brasil</em>. São Paulo: Nacional, 1941.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Abram-Louis Buvelot (Suíça, 03/03/1814 &#8211; Austrália, 30/05/1888)</title>
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		<pubDate>Tue, 30 May 2017 14:25:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Suíço, nascido em Morges, o pintor e fotógrafo Abram-Louis Buvelot, chegou ao Brasil, em 1835, e foi o primeiro fotógrafo no Brasil a receber o real patrocínio de um monarca quando, em 8 de março de 1851, d. Pedro II autorizou o uso das armas imperiais na fachada do estabelecimento fotográfico Buvelot &#038; Prat, fundado em torno de 1845. Foi agraciado por d.Pedro II com o título de Cavaleiro da Imperial Ordem do Rosa. Buvelot tornou-se um dos grandes pintores paisagistas da Austrália.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Suíço, nascido em Morges, o pintor e fotógrafo Abram-Louis Buvelot (1814 &#8211; 1888), chegou ao Brasil, em 1835, e foi, com seu associado, o francês Prat (? &#8211; 1852), o primeiro fotógrafo no Brasil a receber o <em>real</em> patrocínio de um monarca quando, em 8 de março de 1851, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7183" target="_blank">d. Pedro II</a> autorizou o uso das armas imperiais na fachada do estabelecimento fotográfico Buvelot &amp; Prat, na rua dos Latoeiros, no centro do Rio de Janeiro. Buvelot pintou, sob encomenda da imperatriz <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6798" target="_blank">dona Teresa Cristina</a>, uma paisagem de floresta brasileira, que foi exibida na Exposição Geral de Belas Artes de 1846. A obra agradou muito a <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7183" target="_blank">d. Pedro II</a>, que o agraciou com o título de Cavaleiro da Imperial Ordem do Rosa, em 1847 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800449/5026" target="_blank"><em>Diário Novo</em>, 22 de março de 1847, na segunda coluna</a>). A imperatriz dava de presente a suas irmãs em Nápoles, Paris e Viena quadros de Buvelot.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 558px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4779" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4779/014BP002.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="548" height="689" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4779" target="_blank">Buvelot &amp; Prat. Imperatriz Thereza Christina, 1852. Rio de Janeiro / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Buvelot foi aluno do pintor suíço Marc Louis Arlaud (1772 &#8211; 1845), na Escola de Desenho de Lausanne, de Jean-George Volmar (1769 &#8211; 1831), em Berna, e do francês Camille Flers (1802 &#8211; 1868), em Paris. Este último havia passado uma temporada no Rio de Janeiro, onde trabalhou como cozinheiro, pintor e bailarino.</p>
<p style="text-align: left;">Em  Salvador, sua primeira residência no Brasil, Buvelot foi professor de pintura. Em 1840, passou a morar no Rio de Janeiro e produziu vistas, cenas de costumes urbanos da cidade que estão no álbum litográfico <em>Rio de Janeiro Pitoresco</em>, realizado com o pintor francês Louis Auguste Moreaux (1818 &#8211; 1877) e publicado em fascículos entre 1942 e 1945, ano em que foi publicado, na íntegra, pela Heaton &amp; Rensburg. Foi o primeiro álbum de gravuras impresso no Brasil (de que se tem notícia até hoje) e possuía 18 pranchas com dezenas de imagens litografadas, dentre elas registros da Ladeira de Santa Teresa e Santa Luzia, do Chafariz do Aragão, do Largo do Paço, além de cenas de escravizados e de outros personagens da cena carioca.</p>
<p style="text-align: left;">Entre 1840 e 1852, participou de todas as exposições da Academia Imperial de Belas Artes, exceto nos anos de 1842, 1845 e 1851. Fundou, em torno de 1845, um estabelecimento fotográfico na rua dos Latoeiros, 36 (atual Gonçalves Dias), tornando-se um dos primeiros profissionais da daguerreotipia no Rio de Janeiro. A oficina de Buvelot prestou diversos serviços para a Casa Imperial, dentre eles a produção de retratos de d. Pedro II, dona Teresa Cristina e de sua filha, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1797" target="_blank">a princesa Isabel</a>, que integram a Coleção de Dom Pedro de Orleans e Bragança. Com seu associado, Prat, realizou, em 1851, uma série de daguerreótipos de Petrópolis – todos desaparecidos. Estiveram na cidade entre 25 de fevereiro a 1º de março e entre 9 e 15 de abril para fotografar aspectos da então colônia imperial e receberam da mordomia imperial 2:595$000. Foram pagos 92$000 ao Hotel Suíço de Francisco Gabriel Chifelli e ao colono Davi Heiderich pelo aluguel de carros que os transportou do Porto da Estrela a Petrópolis. Esses daguerreótipos estão desaparecidos. Segundo o historiador Guilherme Auler (1914-1965), alguns foram descritos por d. Pedro II em um dos manuscritos que estão no Arquivo da Casa Imperial. Seriam a descrição dos registros do palácio, ainda não concluído; do Hotel Suíço, da serraria, da residência do ministro da Rússia, além de aspectos da rua do Imperador e da rua Dona Francisca, dentre outros. Auler levantou a hipótese dessas fotografias terem sido ofertadas a <em>Dona Francisca, a Princesa de Joinville que semestralmente recebia de maneira oficial, com correspondência da Mordomia da Casa Imperial ao Ministro brasileiro em Paris, caixas de doce de abacaxi, farinha de mandioca, feijão preto, barril de aguardente, caixas de goiabada e sementes de quiabo&#8230; A feijoada recordava o Brasil. E se havia o cuidado de remeter tais coisas, para o culto da saudade, certamente um daguerreótipo representava muito mais (<a style="color: #333333;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_07/74607" target="_blank"><span class="rend-i tei-hi">Jornal do Brasil</span>, 2 de junho de 1957</a>). </em></p>
<p style="text-align: left;">Em 1852, Buvelot retornou à Suíça, onde tentou, sem sucesso se estabelecer como fotógrafo. Em 1865, fixou-se na Austrália, onde tornou-se um dos maiores pintores paisagistas do país. Entre 1866 e 1882, contribuiu com paisagens em várias exposições nacionais e internacionais. Faleceu em 30 de maio de 1888.</p>
<div class="tei-p">Em uma carta enviada em 1877 para um de seus amigos mais próximos, o pintor francês Eugene Girardet (1853 &#8211; 1907), refletindo sobre as circunstâncias de sua vida e seu envelhecimento, Buvelot escreveu:</div>
<div class="rend-block tei-p"></div>
<div class="rend-block tei-p"><em>Apenas uma faculdade persiste em força total e esta é um sentimento pela natureza que unido a um coração sempre jovem para amar e valorizar aqueles que escolheu&#8230;me faz encontrar um charme na vida.</em></div>
<div class="rend-block tei-p"></div>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;"><strong>Cronologia de Abram-Louis Buvelot (1814 &#8211; 1888)</strong></span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_8306" style="width: 271px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://latrobejournal.slv.vic.gov.au/latrobejournal/issue/latrobe-75/latrobe-75-070a.jpg" target="_blank"><img class="  wp-image-8306" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/fotografia-204x300.jpg" alt="fotografia" width="261" height="384" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://latrobejournal.slv.vic.gov.au/latrobejournal/issue/latrobe-75/latrobe-75-070a.jpg" target="_blank">M. Louis Buvelot. Xilografia publicada no Australasian Sketcher, em 12 de julho de 1888 / Acervo da Coleção La Trobe Picture</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1814</strong></span> &#8211; Nascimento de Abram-Louis Buvelot, em 3 de março, em Morges, na Suíça, segundo filho de François-Simeon (? &#8211; 1848), funcionário do Correio, e de Jeanne-Louise-Marguerite Heizer (? &#8211; 1856), diretora escolar. Tinha um irmão, Eugene-Jean-Louis-Henri (c. 1820- 1852), gravador e litógrafo. A família Buvelot havia se estabelecido em Morges em 1677, onde chegou como refugiada protestante da cidade de Condé-en-Barrois, na França.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1830</strong></span> &#8211; Em dezembro, Buvelot deixou sua cidade natal, provavelmente para estudar na Escola de Desenho de Lausanne, dirigida pelo pintor suíço Marc Louis Arlaud (1772 &#8211; 1845), que havia sido aluno do célebre pintor francês Louis David (1748-1825).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1834</strong></span> &#8211; Provavelmente, deixou a Suíça e passou alguns meses em Paris, onde foi aluno do pintor francês Camille Flers (1802 &#8211; 1868). Flers havia vivido no Rio de Janeiro entre 1821 e 1823.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1835 </strong></span>- Buvelot chegou em Salvador, na Bahia, onde deu aulas de pintura. Seu tio, François Buvelot (1777 &#8211; ?) possuía uma plantação de café no estado entre 1825 e 1842. Buvelot permaneceu em Salvador até 1840 e os quadros que pintou da cidade, intitulados <span class="rend-i tei-hi"><em>Vista da Bahia</em> e</span> <em><span class="rend-i tei-hi">Vista das Fortalezas da Entrada da Bahia, </span></em><span class="rend-i tei-hi">além d</span>e um retrato de Minerva Candida d&#8217;Albuquerque, o destacou entre as famílias europeias abastadas que viviam na Bahia.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1839</strong></span> &#8211; Anunciou ao público ter aberto uma casa onde desenhava<em> paisagens, retratos de todos os tamanhos e tudo quanto diz respeito a essa arte </em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/186244/964" target="_blank"><em>Correio Mercantil</em>, 9 de fevereiro de 1939, na segunda coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1840</strong></span> &#8211; Anunciou com o pintor francês Louis Auguste Moreau (1818 &#8211; 1877) aulas de desenho e pintura na rua Direita do Palácio, nº 65 (<em>Correio Mercantil</em>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/186244/2040" target="_blank">29 de janeiro, na segunda coluna</a>, e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/186244/2060" target="_blank">4 de fevereiro de 1840, na segunda coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Em outubro, chegou ao Rio de Janeiro, a bordo do patacho <em>Minerva</em>. Três dias depois, compareceu à Polícia e no livro de legitimação de passaportes identificou-se como Luis Buvelot, suíço, solteiro, 27 anos, retratista. Como a maioria dos imigrantes, viveu um tempo no Hotel Pharoux, e depois teve várias moradias, dentre elas na ruas do Rosário, do Cano, Santa Teresa e Ourives<span style="color: #333333;"> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_03/1148" target="_blank"><em><span class="rend-i tei-hi">Jornal do Commercio</span></em>, 31 de outubro de 1840, na terceira coluna</a> e <a style="color: #333333;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_07/74607" target="_blank"><em><span class="rend-i tei-hi">Jornal do Brasil</span></em>, 2 de junho de 1957</a>). </span></p>
<p style="text-align: left;">Em dezembro, participou da III Exposição Geral de Belas Artes com duas paisagens representando a praia de Santa Luzia e o Saco da<em> </em>Gamboa com o cemitério inglês<em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_03/1313" target="_blank"><span style="color: #333333;">Jornal do Commercio, </span></a></em><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #333333;"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_03/1313" target="_blank">16 de dezembro de 1840</a> e</span> <span style="color: #333333;"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_02/1276" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 13 de janeiro de 1841, na primeira coluna</a>). Na ocasião, Zeferino Ferrez (1797 &#8211; 1951), pai do fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6305" target="_blank">Marc Ferrez</a>, foi condecorado.</span></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1841</strong></span> &#8211; Foi anunciada a venda de uma litografia de Heaton &amp; Rensburg representando a coroação e a sagração de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7183" target="_blank">d. Pedro II</a>, quando ele se apresentou ao povo na varanda Largo do Paço, baseada em um desenho do pintor francês Louis Auguste Moreaux (1818 &#8211; 1877) e Buvelot. Estava à venda nas lojas de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2492" target="_blank">Georges Leuzinger (1813 &#8211; 1892)</a> e Laemmert, dentre outras (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_03/2158" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 4 de agosto de 1841, na segunda coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Participou da Exposição Geral de Belas Artes com quadros representando a<em> </em>Lagoa Rodrigo de Freitas e Botafogo<em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_03/2170" target="_blank">Jornal do Commercio, </a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_03/2170" target="_blank">6 de janeiro de 1842, na terceira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1842</strong></span> &#8211; Foi publicado o primeiro número do <em>Rio de Janeiro Pitoresco </em>com seis estampas de vistas e figuras desenhadas por Buvelot e pelo pintor francês Louis Auguste Moreaux (1818 &#8211; 1877). Estava à venda nas lojas de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2492" target="_blank">Georges Leuzinger (1813 &#8211; 1892)</a> e Laemmert (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_03/3069" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 24 de março de 1842, na terceira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Embarcou no navio <em>Bom Sucesso</em>, rumo a Vila Viçosa e Campos (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_03/3974" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 17 de novembro de 1842, na última coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1843</strong> </span>- Em novembro, Buvelot casou-se com a parisiense Marie-Félicité Lalouette (1816 &#8211; ?), filha de Nicolas-Joseph e Appaline-Rosalie Piquet, meses depois do nascimento de Jeanne-Louise-Sophie, única filha do casal, em 24 de fevereiro.</p>
<p style="text-align: left;">Ele e o pintor cearense José dos Reis Carvalho (1800 &#8211; 1872) ganharam medalha de ouro na Exposição Geral de Belas Artes.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1844</strong></span> &#8211; A imperatriz <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6798" target="_blank">dona Teresa Cristina</a>, que havia chegado ao Rio de Janeiro, em 3 de setembro de 1843, comprou todos os quadros de Buvelot expostos na Exposição do Rio de Janeiro:<em> Cemitério Inglês na Gamboa, Vista do Convento de Santo Antônio, Canto do Beco do Cairu, Vista da Cidade do Rio de Janeiro observado do Andaraí Pequeno e Vista de Nossa Senhora da Glória observada dos aquedutos</em>. O recibo, no valor de 300$000, de 1º de fevereiro de 1844, encontra-se no Arquivo da Casa Imperial. (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_03/5976" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 23 de fevereiro de 1844, na primeira coluna</a> e <a style="color: #333333;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_07/74607" target="_blank"><em><span class="rend-i tei-hi">Jornal do Brasil</span></em>, 2 de junho de 1957</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Buvelot participou da Exposição Geral de Belas Artes com quatro quadros: <em>Vista da cidade e da Baía observada da Fábrica de Rapé</em>,<em> no Andaraí</em>; <em>Vista da passagem da Boa Vista observada do mesmo lugar</em>; <em>Vista do Corcovado e da Lagoa Rodrigo de Freitas observada da Boa Vista da Gávea;</em> e <em>Vista de Botafogo observada do caminho novo da praia Vermelha </em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_03/7148" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 21 de dezembro de 1844, na primeira coluna</a> e <span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_07/74607" target="_blank"><em><span class="rend-i tei-hi">Jornal do Brasil</span></em>, 2 de junho de 1957</a></span>).</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">c. 1845</span></strong> &#8211; Fundou seu estabelecimento fotográfico, na rua dos Latoeiros (atual rua Gonçalves Dias), tornando-se um dos primeiros profissionais da daguerreotipia no Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1845</strong></span> &#8211; Foi publicado pela Heaton &amp; Rensburg o álbum litográfico <em>Rio de Janeiro Pitoresco</em>, realizado por Buvelot e pelo pintor francês Louis Auguste Moreaux (1818 &#8211; 1877). Reunia três séries de gravuras realizadas desde 1842 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/063142/5523" target="_blank"><em>Anuário do Museu Imperial</em>, 1960</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Consta dos livros de fevereiro da mordomia imperial um recibo no valor de 500$000 para o pagamento de uma vista da Lagoa Rodrigo de Freitas, de autoria de Buvelot (<span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_07/74607" target="_blank"><em><span class="rend-i tei-hi">Jornal do Brasil</span></em>, 2 de junho de 1957</a></span>).</p>
<p style="text-align: left;">Francisco Buvelot, provavelmente François Buvelot, o tio de Louis Buvelot, partiu para a França, na barca francesa <em>Emile</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_03/7944" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 20 de junho de 1845, na última coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1846</strong></span> &#8211; Era o professor de desenho do Colégio de São Pedro de Alcântara (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_03/10041" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 18 de outubro de 1846, na segunda coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Pintou, sob encomenda da imperatriz <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6798" target="_blank">dona Teresa Cristina</a>, uma paisagem de floresta brasileira, <em>Vista de mato virgem</em>, que foi exibida na Exposição Geral de Belas Artes de 1846. Pelo quadro, foram pagos 300$000 conforme recibo de 4 de dezembro de 1846 existente no Arquivo da Casa Imperial (<span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_07/74607" target="_blank"><em><span class="rend-i tei-hi">Jornal do Brasil</span></em>, 2 de junho de 1957</a></span>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1847</strong></span> &#8211; <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7183" target="_blank">D. Pedro II</a> o agraciou com o título de Cavaleiro da Imperial Ordem do Rosa  pelo mesmo decreto que tornou Grandjean de Montigny (1776 &#8211; 1850) Oficial da mesma Ordem (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800449/5026" target="_blank"><em>Diário Novo</em>, 22 de março de 1847, na segunda coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Apresentou uma aquarela na Exposição Geral de Belas Artes (<span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_07/74607" target="_blank"><em><span class="rend-i tei-hi">Jornal do Brasil</span></em>, 2 de junho de 1957</a></span>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #993300;"><strong>1848</strong></span> &#8211; Apresentou seis pinturas na Exposição Geral de Belas Artes: <em>Vista de uma casa nas Laranjeiras</em>, <em>Vista de uma choupana</em>, <em>Vista do caminho dos aquedutos</em>, <em>Vista de uma casa em Catumbi</em>, <em>Vista da Gávea observada da Lagoa</em>; e <em>Vista das Laranjeiras</em> (<span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_07/74607" target="_blank"><em><span class="rend-i tei-hi">Jornal do Brasil</span></em>, 2 de junho de 1957</a></span>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1848</strong></span> <span style="color: #993300;"><strong>a</strong></span><span style="color: #800000;"><strong> 1951</strong></span> &#8211; Seu estabelecimento, intitulado<em> Louis Buvelot</em>  foi anunciado na seção de &#8220;Pintores e Retratistas&#8221; do <em>Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro</em> de <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394x/2042" target="_blank">1848,</a> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394x/2804" target="_blank">1849,</a> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394x/3460" target="_blank">1950</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394x/4293" target="_blank">1951</a>. Em 1951, foi anunciado também na seção de &#8220;Daguerreótipos&#8221;, no mesmo endereço, mas intitulado <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394x/4379" target="_blank">Officina de Buvelot, 6, &amp; Prat, r. dos Latoeiros, 36</a>.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1849</strong><span style="color: #333333;"> &#8211; Em 30 de novembro, a Família Real pagou a Buvelot  544$000 pela realização de 19 retratos e pelo fornecimento de 20 estojos de daguerreótipos (<span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_07/74607" target="_blank"><em><span class="rend-i tei-hi">Jornal do Brasil</span></em>, 2 de junho de 1957</a></span>). </span></span></p>
<p style="text-align: left;">Buvelot foi saudado como o artista que <em>melhor sente e executa a natureza do Brasil, </em>na Exposição da Academia de Belas Artes. Ele apresentou duas vistas (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/217280/2848" target="_blank"><em>Correio Mercantil</em>, 18 de dezembro de 1849, na terceira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1850</strong></span> &#8211; Uma conta de 404$000 de retratos de d. Pedro II foi paga pela mordomia imperial, em setembro. A partir dessa informação, o historiador Guilherme Auler concluiu que o retrato do imperador que se encontra no Palácio do Grã-Pará é de autoria de Buvelot &amp; Prat e sua data é 1850 (<span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_07/74607" target="_blank"><em><span class="rend-i tei-hi">Jornal do Brasil</span></em>, 2 de junho de 1957</a></span>).</p>
<p style="text-align: left;">Em uma crítica às obras apresentadas na Exposição da Academia de Belas Artes, foi escrito: <em>as paisagens do sr. Buvelot não podem ser mais naturais! Lamentamos que esse homem não seja brasileiro ou ao menos lente de paisagem da academia, que a esse respeito está muito mal servida</em>&#8230; Ele apresentou duas aquarelas (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/217280/4148" target="_blank"><em>Gazeta Mercantil</em>, 17 de dezembro de 1850, na segunda coluna</a> e <a style="color: #333333;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_07/74607" target="_blank"><em><span class="rend-i tei-hi">Jornal do Brasil</span></em>, 2 de junho de 1957</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1851</strong></span> &#8211; Buvelot e Prat estiveram em Petrópolis entre 25 de fevereiro a 1º de março e entre 9 e 15 de abril para fotografar aspectos da então colônia imperial e receberam da mordomia imperial 2:595$000. Foram pagos 92$000 ao Hotel Suíço de Francisco Gabriel Chifelli e ao colono Davi Heiderich pelo aluguel de carros que os transportou do Porto da Estrela a Petrópolis. Esses daguerriótipos estão desaparecidos. Segundo o historiador Guilherme Auler, alguns foram descritos por d. Pedro II em um dos 114 manuscritos que estão no Arquivo da Casa Imperial. Seriam a descrição dos registros do palácio, ainda não concluído; do Hotel Suíço, da serraria, da residência do ministro da Rússia, além de aspectos da rua do Imperador e da rua Dona Francisca, dentre outros. Auler levantou a hipótese dessas fotografias terem sido ofertadas a <em>Dona Francisca, a Princesa de Joinville que semestralmente recebia de maneira oficial, com correspondência da Mordomia da Casa Imperial ao Ministro brasileiro em Paris, caixas de doce de abacaxi, farinha de mandioca, feijão preto, barril de aguardente, caixas de goiabada e sementes de quiabo&#8230; A feijoada recordava o Brasil. E se havia o cuidado de remeter tais coisas, para o culto da saudade, certamente um daguerreótipo representava muito mais  (<span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_07/74607" target="_blank"><em><span class="rend-i tei-hi">Jornal do Brasil</span></em>, 2 de junho de 1957</a></span>).</em></p>
<p style="text-align: left;">Foi o primeiro fotógrafo no Brasil, com seu associado Prat, a receber o <em>real</em> patrocínio de um monarca quando, em 8 de março de 1851, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7183" target="_blank">d. Pedro II</a> autorizou o uso das armas imperiais na fachada do estabelecimento fotográfico Buvelot &amp; Prat.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_8317" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/217280/4730" target="_blank"><img class="wp-image-8317 size-medium" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/emblema1-300x198.jpg" alt="emblema" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/217280/4730" target="_blank">Propaganda do ateliê fotográfico Buvelot &amp; Prata, Correio Mercantil de 4 de junho de 1851.</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #800000;">1852</span></strong> &#8211; O estabelecimento fotográfico foi anunciado no <em>Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro como </em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394x/5421" target="_blank">Officina Imperial de Buvelot, 6, &amp; Prat, r. dos Latoeiros, 36.</a></p>
<p style="text-align: left;">Apresentou  um quadro na Exposição Geral de Belas Artes (<span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_07/74607" target="_blank"><em><span class="rend-i tei-hi">Jornal do Brasil</span></em>, 2 de junho de 1957</a></span>).</p>
<p style="text-align: left;">Buvelot retornou à Suíça por motivos de saúde, provavelmente havia contraido malária. Porém, no livro <em>Famous Australian Artists</em>, de Lois Hunter, publicado na Austrália, em 2003, foi mencionado que o motivo real de Buvelot ter deixado o Brasil teria sido a pressão pública devido a um escândalo desencadeado por um caso que ele teria tido com uma estudante. Algumas fontes informam que o ano foi 1851.</p>
<p style="text-align: left;">Viveu entre julho de 1852 e dezembro de 1853 em Vevey, Vaud, onde tentou, sem sucesso, se estabelecer como retratista.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #800000;">1853</span> </strong><span style="color: #333333;">- Em dezembro, mudou-se com Marie-Felicité e sua filha Jeanne-Louise-Sophie (1844 &#8211; ?) para Lausanne. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1854</strong></span> &#8211; Foi com o artista austríaco Ferdinand Krumholtz (1810 &#8211; 1878), que ele havia conhecido no Rio de Janeiro, para Calcutá, na Índia, onde tentaram as carreiras de pintor e fotógrafo.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1855</strong> </span>- Buvelot teria ido para a Escócia antes de voltar à Suíça (<span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_07/74607" target="_blank"><em><span class="rend-i tei-hi">Jornal do Brasil</span></em>, 2 de junho de 1957</a></span>). Começou a trabalhar como desenhista na Escola de Design em La Chaux-de-Fonds, Neuchâtel. Permaneceu na cidade com sua mulher e filha até setembro de 1864. Nesse período, contribuiu inúmeras vezes em exposições organizadas pela Sociedade dos Amigos das Artes de Neuchâtel.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1856</strong></span> &#8211; Participou da Exposição de Berna com a pintura de uma paisagem.</p>
<p style="text-align: left;">Pela última vez a Oficinna Imperial Buvelot &amp; Prat foi anunciada no <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394x/9681" target="_blank"><em>Almanaque</em> <em>Administrativo, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro</em></a>. O último anúncio  publicado no <em>Correio Mercantil e Instrutivo, Político, Universal</em> foi publicado em <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/217280/11405" target="_blank">21 de janeiro de 1956, na terceira coluna</a>.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #993300;"><strong>1857</strong></span> &#8211; A oficina foi anunciada no <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/717444/425" target="_blank"><em>Auxiliador da Administração do Correio da Tarde de 1857</em></a>.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1859/1860</strong></span> &#8211; Buvelot participou da Exposição Geral de Belas Artes de 1859 e de 1860 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/181773/3276" target="_blank"><em>Revista Popular</em>, janeiro a março de 1861</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1864</strong></span> &#8211; Buvelot trabalhou em um comitê que estabeleceu o Museu de Belas Artes em La Chaux-de-Fonds.</p>
<p style="text-align: left;">Segundo informação do dicionário de Emmanuel Bénézit (1854 &#8211; 1920), Buvelot teria voltado ao Brasil durante esse ano (<span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_07/74607" target="_blank"><em><span class="rend-i tei-hi">Jornal do Brasil</span></em>, 2 de junho de 1957</a></span>).</p>
<p style="text-align: left;">Em setembro, deixou sua família em La Chaux-de-Fonds e, dois meses depois, partiu de Liverpool para a Austrália acompanhado de Caroline-Julie Beguin (? &#8211; 1902), que havia sido sua colega como professora de francês na Escola de Design de La Chaux-de-Fonds. Viveram juntos até a morte de Buvelot, em 1888.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #800000;">1865</span></strong> &#8211; Chegou em 18 de fevereiro em Melbourne, em Vitória, estado da Austrália, onde comprou um estúdio fotográfico na rua Bourke, nº 92.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1866</strong></span> &#8211; Mudou-se para a rua La Trobe, nº 88 e retomou sua carreira de pintor. Caroline-Julie dava aulas de francês para ajudá-lo a se estabelecer como artista em Melbourne. Tornou-se conhecido, recebeu diversos prêmios, tendo-se notabilizado por suas paisagens. Entre 1866 e 1882, contribuiu com paisagens em várias exposições nacionais e internacionais. Segundo o crítico de arte do jornal australiano <em>Argus</em>, James Smith, ele reproduzia <em>integralmente</em> as paisagens australianas nas mais diversas técnicas: aquarelas, óleos e <em>crayons</em>.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1868</strong> </span>- Inscreveu-se para ser o instrutor das aulas de arte na Galeria Nacional de Vitória, sem sucesso. Dois anos depois, o austríaco Eugen von Guerad (1811 &#8211; 1901) foi designado para o cargo.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1869</strong></span> &#8211; Em torno desse ano sua reputação como o principal pintor das paisagens da colônia australiana estava firmada.</p>
<p style="text-align: left;">Foi professor de desenho de paisagens na Escola de Design de Artisan, em Carlton, subúrbio de Melbourne.</p>
<p style="text-align: left;"><span class="rend-i tei-hi">Os quadros <a href="http://www.ngv.vic.gov.au/explore/collection/work/4505/" target="_blank"><em>Winter morning near Heidelberg</em></a></span> and <a href="http://www.ngv.vic.gov.au/explore/collection/work/4461/" target="_blank"><em><span class="rend-i tei-hi">Summer afternoon, Templestowe</span></em> </a>foram adquiridos pela Biblioteca Pública, como parte dos preparativos da Coleção Australiana para a Galeria Nacional de Vitória.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1870 / 1874</strong></span> &#8211; Serviu no comitê da Academia de Artes de Vitória e também participou de exibições do grupo.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1873</strong></span> &#8211;  O casal Buvelot mudou-se para o <em>cottage <span class="rend-i tei-hi">Ma Retrait,</span> </em>na rua George, em Fitzroy, um subúrbio de Melborne.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #800000;">1884</span> </strong>- Devido a problemas na visão e nas mãos, deixou de pintar.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1888</strong></span> &#8211; A Academia de Belas Artes do Brasil adquiriu uma paisagem de Buvelot (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/720968/19638" target="_blank"><em>Brasil. Ministério do Império</em>, 1888</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Buvelot faleceu, em 30 de maio, na Austrália. Foi enterrado no cemitério de Kew, onde foi construído um memorial em sua homenagem.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1890</strong></span> &#8211; Seu quadro, <em>Vista da Gamboa</em>, participou da Exposição Geral de Belas Artes de 1890 (<a href="http://docvirt.com/docreader.net/DocReader.aspx?bib=bib_redarte&amp;pagfis=4329" target="_blank"><em>Catálogo da Exposição Geral de Belas Artes de 1890</em></a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1894</strong></span> &#8211; A Galeria Grosvenor da Galeria Nacional de Vitória passou a chamar-se Galeria Buvelot.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_8401" style="width: 202px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Louis_Buvelot_1883.jpg"><img class="wp-image-8401 size-medium" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Louis_Buvelot_1883-192x300.jpg" alt="Foster e  Martin. Retrato de Louis Buvelot, c. 1883" width="192" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Foster e Martin. Retrato de Louis Buvelot, c. 1883 / La Trobe Picture Collection, Biblioteca de Vitória, Austrália</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1953</strong></span> &#8211; Integrou a mostra <em>A Paisagem Brasileira até 1900</em>, organizada por Rodrigo Melo Franco de Andrade (1898 &#8211; 1969) para a II Bienal de São Paulo.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1961</strong></span> &#8211; Na Biblioteca Estadual da Guanabara, foi um dos pintores expostos na mostra <em>O Rio na Pintura Brasileira</em>.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1962</strong></span> &#8211; Foi um dos artistas da mostra <em>Pintura Australiana: colonial, impressionista e contemporânea</em>, realizada em Perth e em Adelaide, na Austrália.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1976</strong></span> &#8211; Integrou a exposição <em>Arte Australiana nos 1870s,</em> em Melbourne e em Sidney, na Austrália.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1977</strong> </span>- Integrou a exposição <em>Aspectos da Paisagem Brasileira: 1816-1916</em>, no Museu Nacional de Belas Artes.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1982</strong></span> &#8211; Integrou a mostra<em> 150 Anos de Pintura de Marinha na História da Arte Brasileira</em>, realizada no Museu Nacional de Belas Artes.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1983</strong> </span>- Integrou a exposição Arcádia Australiana, em Sidney, na Austrália.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong> 1992</strong></span> &#8211; Integrou a mostra <em>Natureza: Quatro Séculos de Arte no Brasil</em>, no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.brasilianaiconografica.art.br/obras/rel_content_id/17567" target="_blank">Acesse as obras de Buvelot disponíveis no acervo da Brasiliana Iconográfica.</a></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p style="text-align: left;">AULER, Guilherme. <em>O Paisagista e Retratista Buvelot</em>,<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_07/74607" target="_blank"> <em><span class="rend-i tei-hi">Jornal do Brasil</span></em>, 2 Junho de 1957</a>, Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://adb.anu.edu.au/biography/buvelot-abram-louis-3132" target="_blank">Australian Dictionary of Biography</a></p>
<p style="text-align: left;">CAMPOFIORITO, Quirino. <em>História da pintura brasileira no século XIX</em>. Prefácio Carlos Roberto Maciel Levy. Rio de Janeiro: Pinakotheke, 1983. 292 p., il. p&amp;b. color.</p>
<p style="text-align: left;">COLMAN, Anne. <a href="http://latrobejournal.slv.vic.gov.au/latrobejournal/issue/latrobe-75/t1-g-t8.html" target="_blank"><em>Buvelot, the Migrant Artist. Interpreting New Worlds in Brazil and Australia</em></a>. Austrália: La Trobe Journal, 2005.</p>
<p style="text-align: left;">ERMAKOFF , George. <em>Rio de Janeiro 1840 – 1900 – Uma crônica fotográfica</em>. Rio de Janeiro: G. Ermakoff Casa Editorial, 2006.</p>
<p style="text-align: left;">FREIRE, Laudelino. <em>Um século de pintura:</em> apontamentos para a história da pintura no Brasil de 1816-1916. Rio de Janeiro: Fontana, 1983. 677 p.</p>
<p style="text-align: left;">FOREL, M. F. <i><a href="http://digital.slv.vic.gov.au/view/action/singleViewer.do?dvs=1492446704477~322&amp;locale=pt_BR&amp;metadata_object_ratio=10&amp;show_metadata=true&amp;VIEWER_URL=/view/action/singleViewer.do?&amp;preferred_usage_type=VIEW_MAIN&amp;DELIVERY_RULE_ID=10&amp;frameId=1&amp;usePid1=true&amp;usePid2=true" target="_blank">Louis Buvelot, Peintre Vaudois.</a> Gazette de Lausanne, 31 de março de 1906.</i></p>
<p style="text-align: left;">GRAY, J. R. <em>Louis Buvelot His Life and Work</em>. Tese de mestrado. Universidade de Melbourne, 1968.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8290" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p style="text-align: left;">KOSSOY, Boris. <em>Dicionário histórico-fotográfico brasileiro:</em> fotógrafos e ofício da fotografia no Brasil (1833-1910). São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2002.</p>
<p style="text-align: left;">LAGO, Pedro Corrêa do. <em>Brasiliana Itaú: uma grande coleção dedicada ao Brasil</em> / curadoria da coleção: Pedro Corrêa do Lago, Ruy Souza e Silva. Rio de Janeiro: Capivara, 2009.</p>
<p style="text-align: left;">LEVY, Carlos Roberto Maciel. <em>Exposições gerais da Academia Imperial e da Escola Nacional de Belas Artes: período monárquico, catálogo de artistas e obras entre 1840 e 1884</em>. Rio de Janeiro: Pinakotheke, 1990. 317 p. / v.1</p>
<p style="text-align: left;">MELO JUNIOR, Donato. <em>Buvelot no Brasil i</em> (apontamentos 1963) e<em> Buvelot no Brasil ii</em> (novos apontamentos à guisa de adendo 1986). Boletim do Museu Nacional de Belas Artes. Rio de Janeiro, 5 (13–5): 9–15, jan.-dez. 1986. il.</p>
<p style="text-align: left;">PONTUAL, Roberto. <em>Dicionário das artes plásticas no Brasil.</em> Texto Mário Barata, Lourival Gomes Machado, Carlos Cavalcanti et al. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1969. 559 p.</p>
<p style="text-align: left;">RAPPAPORT, Helen. <em>Queen Victoria: A Biographical Companion. </em>Santa Barbara, California:ABC &#8211; CLIO Biographical Companions, 2013.</p>
<p style="text-align: left;">SMITH, Bernard. <i>Australian Painting 1788-1960. </i>London:Oxford University Press, 1962.</p>
<p style="text-align: left;">STICKEL, Erico João Siriuba. <em>Uma pequena biblioteca particular &#8211; Subsídios para o estudo da iconografia no Brasil</em>. São Paulo:Editora da Universidade de São Paulo &#8211; Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2004.</p>
<p style="text-align: left;">TURAZZI, Maria Inez. <em>Poses e trejeitos: a fotografia e as exposições na era do espetáculo: 1839/1889</em>. Prefácio Pedro Karp Vasquez. Rio de Janeiro: Funarte. Rocco, 1995. 309 p., il. p&amp;b. (Coleção Luz &amp; Reflexão, 4). ISBN 85-85781-08-4.</p>
<p>VASQUEZ, Pedro Karp. <em>O Brasil na fotografia oitocentista</em>. São Paulo: Metalivros, 2003.</p>
<p>VASQUEZ, Pedro Karp. <em>Dom Pedro II e a fotografia no Brasil</em>. Rio de Janeiro: Fundação Roberto Marinho, 1985.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa23779/louis-buvelot" target="_blank">Site da Enciclopédia Itaú Cultural</a></p>
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		<title>O pintor Antonio Parreiras (20/01/1860, Niterói, RJ &#8211; 17/10/1937, Niterói, RJ)</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Oct 2015 10:21:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Martins]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica oferece a seus leitores algumas fotos do niteroiense Antonio Parreiras ( 1860 -1937), um dos maiores pintores brasileiros do final do século XIX e das primeiras décadas do século XX.  Foi justamente em um estabelecimento fotográfico, do português Joaquim Insley Pacheco (1830-1912), um dos mais importantes retratistas do século XIX no Brasil e fotógrafo da Casa Imperial, que Parreiras realizou a sua primeira grande mostra artística, em 27 de maio de 1886. Foi eleito, em 1925, o maior artista do país no Grande Concurso Nacional realizado entre os leitores da importante revista Fon-Fon.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="width: 365px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3188" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3188/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="355" height="481" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3188" target="_blank">Anônimo. Antonio Parreiras, pintor, 1920. Porto Alegre, RS / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">A Brasiliana Fotográfica oferece a seus leitores algumas fotos do niteroiense Antonio Parreiras ( 1860 -1937), um dos maiores pintores brasileiros do final do século XIX e das primeiras décadas do século XX.  Foi justamente em um estabelecimento fotográfico, do português <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6048" target="_blank">Joaquim Insley Pacheco (1830-1912)</a>, um dos mais importantes retratistas do século XIX no Brasil e fotógrafo da Casa Imperial, que Parreiras realizou a sua primeira grande mostra artística, em 27 de maio de 1886 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=178691_01&amp;PagFis=2501" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 28 de maio de 1886</a>, na sétima coluna). Não raramente havia uma colaboração próxima entre pintores e fotógrafos: foi justamento no ateliê de um fotógrafo, Félix Nadar (1820-1910), que foi realizada a primeira exposição dos impressionistas em Paris, entre 15 de abril e 15 de maio de 1874. Na época, os pintores impressionistas, dentre eles Claude Monet, Pierre-Auguste Renoir, Camille Pissarro, Alfred Sisley, Paul Cézanne, Berthe Morisot e Edgar Degas, eram rejeitados pela crítica.</p>
<p>&gt;Antonio Parreiras foi eleito, em 1925, o maior artista do país no Grande Concurso Nacional realizado entre os leitores da revista <em>Fon-Fon</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=259063&amp;PagFis=53005" target="_blank"><em>Revista Fon-Fon</em>, 28 de março de 1925</a>). Os segundo e terceiro lugares ficaram para Rodolfo Bernardelli e Baptista da Costa, respectivamente. Em outras categorias, brasileiros ilustres também se destacaram: Epitácio Pessoa, maior estadista; Guiomar Novaes, maior musicista; Coelho Netto, maior escritor; e Leopoldo Froes, maior ator; dentre outros. Mas não foi sempre uma uninimidade: o escritor <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=28798" target="_blank">Lima Barreto (1881 &#8211; 1922) </a>o criticou duramente no artigo publicado <em>Os pintores</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830135/3006"><em>Correio da Noite</em>,<em> </em> 5 de março de 1915<em>, </em>última coluna</a>).</p>
<p>Em seu ateliê, que hoje faz parte do Museu Antonio Parreiras, em Niterói, inaugurado em 21 de janeiro de 1942,  mandou esculpir em seu pórtico a epígrafe &#8220;Trabalhar é viver&#8221;. Segundo o próprio Parreiras, ao longo de uma carreira de cerca de 55 anos, realizou 850 pinturas, das quais 720 em solo brasileiro. Inicialmente, dedica-se à paisagem, mas após uma temporada de cerca de dois anos na Europa, entre 1888 e 1890, começa a se interessar pela figura humana. A partir de 1899, executa painéis em alguns palácios e prédios públicos. O renomado pintor Victor Meirelles (1832-1903) o estimula a pintar cenas históricas para o governo. Dentre elas, destacam-se <em>&#8220;</em>Morte de Estácio de Sá&#8221;, &#8220;Prisão de Tiradentes&#8221; e &#8220;Proclamação da República&#8221;<em>. </em>Foi também o decorador do Instituto Nacional de Música e do Conservatório de Belo Horizonte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/67" target="_blank"><strong>Acessando o link para as fotografias de autoria de Antonio Parreiras disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</strong></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;">Cronologia da vida de Antonio Parreiras</span></strong></p>
<div style="width: 718px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3186" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3186/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="708" height="536" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3186" target="_blank">Anônimo. Antonio Parreiras e seus modelos no atelier em Paris, 1914. Paris, França / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1860</strong></span> &#8211; Em 20 de janeiro, nascimento de Antonio Diogo da Silva Parreiras, em Niterói. Seu pai era o ourives Jacinto Antonio Diogo Parreiras, e sua mãe era Maria Rosa da Silva Parreiras. Quando criança estudou no Liceu Tintori e no Colégio Guilherme Briggs.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1875</strong></span> &#8211; Com a morte do pai, em 12 de dezembro de 1874, interrompeu seus estudos e começou a trabalhar como balconista no comércio.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1878</strong></span> &#8211; Solicitou inscrição no curso noturno de desenho da Academia Imperial de Belas Artes.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1881</strong></span>- Casou-se com Quirina Ramalho da Silva. Nessa época, empregou-se como escriturário na Estrada de Ferro de Cantagalo, em Nova Friburgo. Tornou-se sócio do sogro em uma sapataria.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1882</span> </strong>- Nascimento de Egídio, primeiro filho do casal, que faleceu 4 meses depois.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1883</span></strong>- Matriculou-se  como aluno amador na Academia Imperial de Belas Artes e estudou com o paisagista Georg Grimm (1846-1887). Realizou sua primeira pintura a óleo: &#8220;Meu primeiro estudo a óleo&#8221;. Fez duas exposições: uma em sua casa, em Niterói, na rua Santa Rosa, 12; e outra na Casa Moncada, no Rio de Janeiro.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1884</strong></span> &#8211; Executou com Frederico de Barros e Orestes Coliva a pintura do pano de boca do Teatro Santa Teresa, atual Teatro Municipal João Caetano, em Niterói.</p>
<p>Tornou-se aluno efetivo da Academia Imperial de Belas Artes.</p>
<p>Recebeu uma crítica positiva por seus trabalhos expostos em Teresópolis (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&amp;PagFis=7962" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, de 15 de dezembro de 1884</a>, na sexta coluna sob o título &#8220;Um túmulo no alto da serra de Theresópolis&#8221;).</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1884 / 1885 </span></strong>- Em decorrência da proibição imposta ao professor Grimm para que não ministrasse suas aulas ao ar livre, Parreiras abandonou a academia com os pintores Giovanni Castagneto (1851 &#8211; 1900), Hipólito Boaventura Caron (1862 &#8211; 1892), Domingos Garcia y Vasquez (1859 &#8211; 1912), Joaquim José de França Junior (1838 &#8211; 1890), Francisco Joaquim Gomes Ribeiro (c. 1855 &#8211; c. 1900) e Thomas Driendl (1849 &#8211; 1919). Formaram então o Grupo Grimm, que representou uma renovação na pintura da paisagem no Brasil.</p>
<p>Nascimento de sua filha, Olga, em 19 de maio.</p>
<p>Parreiras realizou exposições individuais na loja &#8220;A Photografia&#8221;, em Niterói, e na &#8220;Casa de Wilde&#8221; e na &#8220;Casa Katele&#8221;, no Rio de Janeiro. Seus quadros, &#8220;Maruhy Pequeno&#8221;, &#8220;Um lago em S. Vicente&#8221; e &#8220;Foz do Icarahy&#8217; são elogiados (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=100439_02&amp;PagFis=3366" target="_blank"><em>O Fluminense</em>, 7 de junho de 1885</a>). Também expôs em sua casa, em Niterói.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1886</strong> </span>- Em 27 de maio, inaugurou  sua maior mostra artística, até então, no estabelecimento fotográfico de Joaquim Insley Pacheco, fotógrafo da Casa Imperial, na Rua do Ouvidor, no Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=178691_01&amp;PagFis=2501" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 28 de maio de 1886</a>, na sétima coluna) e recebeu a visita do imperador Dom Pedro II. A exposição rendeu-lhe uma crítica do colega França Júnior (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=178691_01&amp;PagFis=2518" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 1º de junho de 1886, sob o título &#8220;O Paisagista Parreiras&#8221;, na quinta coluna</a>). O imperador Dom Pedro II comprou o quadro &#8220;Foz do Icarahy&#8221;.</p>
<p>Expôs também em Angra dos Reis e em Rezende.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1887</strong></span> &#8211; Encontrou-se pela última vez com Georg Grimm, que retornou à Europa, e faleceu em Palermo, na Itália, em 24 de dezembro.</p>
<p>As obras de Parreiras &#8220;A Tarde&#8221; e &#8220;Efeitos da Tempestade&#8221; foram adquiridas pela Academia Imperial de Belas Artes, o que possibilita sua primeira viagem à Europa.</p>
<p>Foi noticiado que seria publicado o primeiro livro de versos de Olavo Bilac, &#8220;Via-Láctea&#8221;, e que traria na capa um desenho de Parreiras (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=830321&amp;PagFis=241" target="_blank"><em>Novidades</em>, 27 de março de 1887)</a>.</p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=383422&amp;PagFis=1036" target="_blank"><em>A Semana</em>, de 18 de junho de 1887 </a>, publicou uma matéria elogiosa à carreira do pintor.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1888 </strong></span>- Em 27 de janeiro, uma nova exposição na Casa Insley Pacheco, na Rua do Ouvidor, foi inaugurada com 22 estudos de paisagem. Duas foram adquiridas pela própria princesa Isabel: &#8220;Ocaso no Arraial&#8221; e &#8220;Aldeia do Pontal&#8221; ( <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=178691_01&amp;PagFis=4996" target="_blank">O Paiz, 29 de janeiro de 1888, sob o título &#8220;Noticiário</a>&#8220;, e<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/332747/3443" target="_blank"><em> Revista Illustrada</em>, 4 de fevereiro de 1888</a>).</p>
<p>Nascimento de sua segunda filha.</p>
<p>Viajou para a Itália (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=332747b&amp;PagFis=3601" target="_blank"><em>Revista Illustrada,</em> 10 de março de 1888, terceira coluna, última notícia</a>) e durante dois anos frequentou a Academia de Belas Artes de Veneza, tornando-se discípulo de Filippo Carcano (1840-1910).</p>
<p>Em 17 de março, foi publicado na <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=168319_01&amp;PagFis=7678" target="_blank"><em>Pacotilha</em>,</a> uma poesia de Rodrigo Otávio dedicada a Parreiras. Expõs, com sucesso, um quadro que retratava um campo romano, no Salão Permanente de Belas Artes em Veneza.</p>
<p>Foi noticiado que uma fotografia da referida obra seria exposta em breve na galeria Leite Ribeiro, na rua do Ouvidor (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&amp;PagFis=14264" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 19 de agosto de 1888, na sexta coluna</a>).</p>
<p>Um artigo da <em>Gazeta de Notícias</em> elogiava fotografias de obras de Parreiras, que ainda estava em Veneza, e citou críticas favoráveis ao artista feitas por jornais italianos (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&amp;PagFis=14941" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 27 de dezembro de 1888</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1889</strong></span> &#8211; Nos salões do sr. Narciso e Artur Napoleão, com sucesso, foram expostos dez pinturas enviadas por Antonio Parreiras, de Veneza (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&amp;PagFis=15207" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 20 de fevereiro de 1889, na sétima coluna</a>, e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&amp;PagFis=15228" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias,</em> de 24 de fevereiro de 1889, quarta coluna</a>), que foi visitada pelo conde d´Eu, marido da princesa Isabel (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&amp;PagFis=15289" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 10 de março de 1889, última notícia da terceira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1890</strong></span> &#8211; Em 5 de janeiro, retornou ao Brasil.</p>
<p>Foi nomeado professor interino na cadeira de <em>Paisagem</em> na Academia de Belas Artes e adotou o método de ensino do professor Grimm (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=830321&amp;PagFis=3625" target="_blank"><em>Novidades</em>, 7 de junho de 1890, sexta coluna, última notícia</a>).</p>
<p>Ganhou medalha de ouro na Exposição Geral de Belas Artes <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=085669&amp;PagFis=2937" target="_blank">(<em>Cidade do Rio</em>, 10 de outubro de 1890, quarta coluna, última notícia</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1891</strong></span>- Rompeu com a Academia Imperial de Belas Artes, quando a cadeira de <em>Paisagem</em> foi extinta, devido à reforma curricular proposta por Rodolfo Bernardelli (1852-1931) e Rodolfo Amoedo (1857-1941). Escreveu sobre sua demissão e foi apoiado (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=830321&amp;PagFis=4431" target="_blank"><em>Novidades</em>, 27 de janeiro de 1891</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=830321&amp;PagFis=4448" target="_blank"><em>Novidades</em>, 30 de janeiro de 1891</a>). O nome da instituição foi alterado para Escola Nacional de Belas Artes &#8211; Enba.</p>
<p>Parreiras foi para Teresópolis e Friburgo.</p>
<p>Fundou, em 6 de julho, em Niterói, a Escola de Pintura ao Ar Livre, seguindo os ensinamentos de Grimm.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1892</strong> </span>- Em maio, comandou uma exposição dos membros da Escola ao Ar Livre, no salão do jornal <em>Cidade do Rio,</em> de José do Patrocínio (1853 &#8211; 1905)<em>.</em> Das 92 obras exposta, 68 foram vendidas. A mostra foi um sucesso, tendo sido visitada por cerca de 10 mil pessoas, dentre elas os pintores <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9392" target="_blank">Victor Meirelles (1832 &#8211; 1903)</a> e Eliseu Visconti (1866 &#8211; 1944) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_02/5358" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 30 de maio de 1892, na primeira coluna</a>).</p>
<p>Em agosto, morte de sua filha caçula.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1893</strong></span> &#8211; Em seu ateliê, exposição da pintura <em>Panorama de Niterói</em>.</p>
<p>Realizou outra exposição com os discípulos com o qual formou a Escola de Pintura ao Ar Livre, no salão do jornal<em> Cidade do Rio</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=085669&amp;PagFis=3208" target="_blank"><em>Cidade do Rio</em>, 5 de fevereiro de 1893, na quarta coluna</a>).</p>
<p>Em junho, realizou no Salão do Banco União, sua primeira exposição em São Paulo, um grande sucesso de vendas, público e crítica. Foi visitada por cerca de 4 mil pessoas e teve 24, dos 43 quadros expostos, vendidos (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=085669&amp;PagFis=3729" target="_blank"><em>Cidade do Rio</em>, 19 de junho de 1893, primeira coluna</a>).</p>
<p>Conheceu o engenheiro e arquiteto Francisco de Paula Ramos de Azevedo (1851-1928), de quem encomenda o projeto de sua residência, atualmente, parte do Museu Antônio Parreiras. Ramos de Azevedo foi o grande construtor da cidade de São Paulo em fins do século XIX e nas primeiras décadas do século XX.</p>
<p>Realizou várias obras encomendadas por fazendeiros paulistas.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1894</strong></span> &#8211;  O general Argollo, comandante-chefe da guarnição de Niterói  visitou o ateliê de Parreiras e admira o quadro <em>Viva a República!</em>, que retratava a esquadra legal, no dia 13 de março de 1894, durante a Revolta da Armada (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=9493" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 6 de abril de 1894</a>).</p>
<p>Parreira terminou o segundo quadro de sua autoria sobre a Revolta da Armada, <em>Bons dias a Villegaignon</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=9571" target="_blank"><em> O Paiz</em>, 19 de abril de 1894, na primeira coluna</a>).</p>
<p>Entre 15 e 29 de agosto, realização de outra exposição de sucesso de Parreiras, em São Paulo, desta vez no Club dos Tenentes de Plutão.</p>
<p>No dia 24 de novembro, nascimento de seu filho e pupilo, Dakir (1894 &#8211; 1967).</p>
<p>Expôs em São Paulo, na Casa Steidel e no Salão Paulicéia.</p>
<p>As pinturas <em>Panorama de Niterói</em>, <em>Paisagem</em> e <em>Noite</em> foram apresentadas no Pavilhão Brasileiro da Exposição Universal de Chicago ( <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=11715" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 11 de janeiro de 1895, penúltima notícia da quinta coluna</a>). Em dezembro, Parreiras, Aurélio Figueiredo (1856 &#8211; 1916), Pedro Américo (1843 &#8211; 1905) e Victor Meirelles publicaram um manifesto e retiraram suas obras do julgamento do evento.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1894 / 1895</strong> </span>- Como correspondente do <em>Estado de São Paulo</em> escreveu textos críticos sobre diversos pintores, dentre eles Pedro Alexandrino (1856 &#8211; 1942) e Berthe Worms (1868 &#8211; 1937), e também sobre a reforma de ensino da Escola Nacional de Belas Artes.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1895</strong></span> &#8211; Inaugurou em 11 de agosto sua residência-ateliê, projeto de Ramos de Azevddo, na rua Tiradentes, em Niterói, com a exposição de 45 trabalhos.</p>
<p>Publicou no Jornal do Commercio, um artigo contra a orientação da Escola Nacional de Belas Artes (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_08/19716" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 23 de dezembro de 1895, quarta e quinta colunas</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1896</strong></span> &#8211; Após dois anos, terminou a pintura &#8220;Sertanejas&#8221; (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=16586" target="_blank"><em>O Paiz,</em> 22 de setembro de 1896, na quinta coluna</a>).</p>
<p>Em novembro, fez uma exposição em seu ateliê com seus alunos Alberto Silva, Cândido de Souza Campos e Álvaro Castanheda no Pavilhão da Lapa, dedicada a Georg Grimm. A mostra foi um sucesso e no seu catálogo constavam poesias e textos de Olavo Bilac (1865-1918) e Coelho Neto (184-1934), dentre outros. Crítica de Oscar Guanabarino ( <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=16887" target="_blank"><em>O Paiz,</em> 6 de novembro de 1896</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1897</strong></span> &#8211; Sua obra <em>Sertanejas</em> foi adquirida pelo governo federal para ser colocada no Palácio do Catete, inaugurado em 22 de fevereiro, no Rio de Janeiro. Três anos depois, a pintura, danificada, foi transferida para a Escola Nacional de Belas Artes.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1898</span></strong> &#8211; Foi contratado pelo presidente da República, Campos Salles (1841 &#8211; 1913), para produzir obras para oo Supremo Tribunal Federal.</p>
<p>Realizou suas duas primeiras pinturas históricas: <em>Os Desterrados</em> e <em>Suplício de Tiradentes</em>.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1902</strong></span> &#8211; Expôs 23 telas em Santos.</p>
<p>Criou o estandarte para o jornal <em>O Fluminense</em>.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1903 </strong></span>- Realizou uma exposição de trabalhos de suas alunas, que frequentavam um curso feminino de pintura que criou em seu ateliê no ano anterior ( <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=100439_04&amp;PagFis=3774" target="_blank"><em>O Fluminense</em>, 11 de janeiro de 1903</a>).</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1905</span> </strong>- Contratado pelo governador do Pará, Augusto Montenegro, Parreiras visitou Belém para executar <em>A conquista do Amazonas </em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_03&amp;PagFis=9581" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 6 de junho de 1905, na terceira coluna</a> e  <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_03&amp;PagFis=9788" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 13 de julho de 1905, segunda coluna</a>). Expôs em Belém, no Teatro da Paz, e, em Manaus, no Palácio do Rio Negro.</p>
<p>Contraiu malária.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1906</span> </strong>- Em fevereiro, segunda viagem à Europa. Permaneceu em Lisboa por cerca de um mês, onde conheceu o pintor José Malhôa (1855-1933). Seguiu para Paris, onde instalou seu ateliê na rue Boissonade, 30 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_03&amp;PagFis=11786" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 19 de junho de 1906</a>). Encontrava-se frequentemente com o casal de artistas plásticos Lucílio de Georgina de Albuquerque, dentre outros. Posteriormente, transferiu seu ateliê para a Rue Le Goff (1908) e, depois, para a Rue Val de Grace (1913).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1907</strong> </span>- Retornou ao Brasil a bordo do navio <em>Magellan</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_03&amp;PagFis=14499" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 8 de julho de 1907, terceira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1908</strong></span> &#8211; Foi para Belém (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_04&amp;PagFis=16431" target="_blank"><em>Gazeta de Notícia</em>s, 3 de janeiro de 1908</a>) e, de lá, com seu filho Dakir e sobrinho Edgard, seguiu para Paris, onde os iniciou na pintura.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1909</span> </strong>-  Sua pintura de nu, <em>Fantasia</em>, foi muito elogiada pela imprensa parisiense e foi noticiada sua iminente volta ao Brasil (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_04&amp;PagFis=20167" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 21 de junho de 1909, sob o título &#8220;Notas e Notícias</a><span style="color: #000000;"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_04&amp;PagFis=20167" target="_blank">&#8220;</a><a style="color: #000000;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_04&amp;PagFis=20167" target="_blank">)</a></span>. Devido ao sucesso da obra, tornou-se associado da<em> Societé Nationale de Beaux Arts et Lettres</em> de Paris (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_04&amp;PagFis=20169" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 21 de junho de 1909, na última coluna</a>).</p>
<p>Retornou ao Brasil (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_04&amp;PagFis=20271" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 5 de julho de 1909, sob o título &#8220;Notas e Notícias</a>&#8220;).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Década de 10</strong> </span>- Vai várias vezes a Paris, onde tem um ateliê.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1910</strong> </span>- Inscreveu no <em>Salon de la Societé Nationale de Beaux Arts</em> a pintura <em>Frineia</em>. Apresentou posteriormente <em>Dolorida</em> (1911), <em>Flor Brasileira</em>(1913), <em>Nonchalance</em> (1914), e <em>Modelo em Repouso </em>(1920).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1911</strong></span> &#8211; Seu sobrinho, Edgard, voltou de Paris.</p>
<p>Parreiras participou da exposição de Turim (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_04&amp;PagFis=7262" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 22 de junho de 1911)</a>.</p>
<p>Com a presença do presidente da República, marechal Hermes da Fonseca, inauguração da exposição do quadro <em>Morte de Estácio de Sá</em>, no edifício da Associação dos Empregados do Comércio (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_04&amp;PagFis=7790" target="_blank"><em>O Paiz,</em> 2 de julho de 1911</a>). Crítica à exposição de Parreiras (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_04&amp;PagFis=8184" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 31 de agosto de 1911</a>, na segunda coluna).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1913</strong></span> &#8211; Terminou de pintar o quadro <em>Flor brasileira</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 560px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/739" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/739/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="550" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/739" target="_blank">Anônimo. Antonio Parreiras, no seu atelier, ao terminar o seu grande quadro de nu a&#8221; Flor Brazileira&#8221;, 1913. Niterói, Rio de Janeiro / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
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<p><span style="color: #800000;"><strong>1915</strong></span> &#8211; Na Escola de Belas Artes, exposição de Antônio Parreiras, e de seu filho, Dakir (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=025909_01&amp;PagFis=20999" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 27 de fevereiro de 1915</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Década de 20</strong></span> &#8211; Prosseguiu na realização de pinturas históricas, mas é menor o número de paisagens.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1922</strong></span> &#8211; Após a morte de sua primeira esposa, Parreiras casou-se com Laurence Palmire Martignet e retornou ao Brasil. Laurence foi a guardiã da obra de Parreiras. Ela foi a modelo dos quadros <em>Dolorida</em> e <em>Flor Brasileira</em>.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1923</strong></span> &#8211; Recebeu a medalha de honra de ouro na 30ª Exposição Geral de Belas Artes, quando apresentou 79 trabalhos.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1925</strong></span> &#8211; No concurso nacional <em>Os maiores brasileiros vivos</em>, promovido pela revista Fon-Fon, foi eleito o maior artista, com cerca de 19.827 mil votos, seguido por Rodolfo Bernardelli e Baptista da Costa (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/259063/52811" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 14 de março de 1925, na segunda coluna</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/53005" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 28 de março de 1925</a>, e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/53122"><em>Fon-Fon</em>, 4 de abril de 1925</a><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/52811" target="_blank">)</a>.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;"><span style="color: #800000;"><strong>1927</strong> </span>- Notícia sobre a publicação de seu livro de memórias, <em>História de um pintor contada por ele mesmo (1926)</em>, que o conduziu à Academia Fluminense de Letras (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=025909_02&amp;PagFis=13099" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, de 8 de janeiro de 1927</a>, na seção &#8220;Novos Livros&#8221;).</span></span></p>
<p>Esculpido em Paris por Marc Robert (1875 &#8211; ?), foi inaugurado um busto de Parreiras na Praça Getulio Vargas, em Niterói (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/100439_06/9275" target="_blank"><em>O Fluminense</em>, 25 de janeiro de 1927</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_9946" style="width: 549px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/100439_06/9275" target="_blank"><img class="  wp-image-9946" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/Clipboard03.jpg" alt="Clipboard03" width="539" height="527" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/100439_06/9275" target="_blank">Inauguração do busto de Antonio Parreiras em janeiro de 1925, O Fluminense, 25 de janeiro de 1927</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1929</strong></span> &#8211; Em outubro, fundou o Salão Fluminense de Belas Artes.</p>
<p>No Salão Ibero-Americano de Sevilha e na Exposição Universal de Barcelona foi premiado com medalha de ouro.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1936</strong></span> &#8211; Parreiras realizou com dificuldades, pois já estava doente e debilitado, a sua última grande obra, o tríptico <em>Fundação da Cidade do Rio de Janeiro</em>, encomendado pelo prefeito Pedro Ernesto (1884-1942).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1937</strong> </span>- Suas últimas telas foram “A Tarde” e “O Fogo”.</p>
<p>Em 17 de outubro, faleceu, aos 77 anos, em Niterói (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=089842_04&amp;PagFis=43067" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, de 19 de outubro de 1937</a>).</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1942</span> </strong>- Inauguração, em 21 de janeiro, do Museu Antonio Parreiras, em Niterói. Instituído pelo Decreto-Lei nº 219, de 24 de janeiro de 1941, foi o primeiro museu brasileiro dedicado a um só artista (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=100439_08&amp;PagFis=2553" target="_blank"><em>O Fluminense</em>, de 22 de janeiro de 1942</a>). O conjunto arquitetônico e paisagístico é tombado pelo Instituto do Patrimônio Artístico Nacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
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<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p><em>Antonio Parreiras, pinturas e desenhos</em> / curadoria Ana Paula Nascimento; textos de Ana Paula Nascimento e Telma Mösken; apresentação Ivo Mesquita et al. São Paulo: Pinacoteca de Estado, 1913</p>
<p><a href="http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa187/antonio-parreiras" target="_blank">Enciclopédia Itau Cultural</a></p>
<p><a href="http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>NASCIMENTO, Ana Paula; TARASANTCHI, Ruth Sprung. <em>Família Parreiras: Antonio, Edgar e Dakir.</em> José Oswaldo de Paula Santos e Fundação Maria Luisa e Oscar Americano (Apresentação); Ana Paula Nascimento e Ruth Sprung Tarasantchi (Curadoria). São Paulo: SOCIARTE, 2013. 100p.:il.</p>
<p>PARREIRAS, Antonio. <em>História de um pintor contada por ele mesmo</em>. Brasil-França/1881-1939. 3.ed. Niterói (RJ): Niterói Livros, 1999. (1.ed.1926)</p>
<p>PONTUAL, Roberto. <em>Dicionário de Artes Plásticas no Brasil</em>. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1969.</p>
<p><a href="http://abca.art.br/n27/12artigos-katia.html" target="_blank">Site da Associação Brasileira dos Críticos de Arte</a></p>
<p><a href="http://www.funarj.rj.gov.br/museus/map_02.html" target="_blank">Site do Museu Antônio Parreiras</a></p>
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