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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; pintor</title>
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		<title>O pintor Antonio Parreiras (20/01/1860, Niterói, RJ &#8211; 17/10/1937, Niterói, RJ)</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Oct 2015 10:21:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica oferece a seus leitores algumas fotos do niteroiense Antonio Parreiras ( 1860 -1937), um dos maiores pintores brasileiros do final do século XIX e das primeiras décadas do século XX.  Foi justamente em um estabelecimento fotográfico, do português Joaquim Insley Pacheco (1830-1912), um dos mais importantes retratistas do século XIX no Brasil e fotógrafo da Casa Imperial, que Parreiras realizou a sua primeira grande mostra artística, em 27 de maio de 1886. Foi eleito, em 1925, o maior artista do país no Grande Concurso Nacional realizado entre os leitores da importante revista Fon-Fon.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="width: 365px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3188" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3188/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="355" height="481" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3188" target="_blank">Anônimo. Antonio Parreiras, pintor, 1920. Porto Alegre, RS / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">A Brasiliana Fotográfica oferece a seus leitores algumas fotos do niteroiense Antonio Parreiras ( 1860 -1937), um dos maiores pintores brasileiros do final do século XIX e das primeiras décadas do século XX.  Foi justamente em um estabelecimento fotográfico, do português <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6048" target="_blank">Joaquim Insley Pacheco (1830-1912)</a>, um dos mais importantes retratistas do século XIX no Brasil e fotógrafo da Casa Imperial, que Parreiras realizou a sua primeira grande mostra artística, em 27 de maio de 1886 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=178691_01&amp;PagFis=2501" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 28 de maio de 1886</a>, na sétima coluna). Não raramente havia uma colaboração próxima entre pintores e fotógrafos: foi justamento no ateliê de um fotógrafo, Félix Nadar (1820-1910), que foi realizada a primeira exposição dos impressionistas em Paris, entre 15 de abril e 15 de maio de 1874. Na época, os pintores impressionistas, dentre eles Claude Monet, Pierre-Auguste Renoir, Camille Pissarro, Alfred Sisley, Paul Cézanne, Berthe Morisot e Edgar Degas, eram rejeitados pela crítica.</p>
<p>&gt;Antonio Parreiras foi eleito, em 1925, o maior artista do país no Grande Concurso Nacional realizado entre os leitores da revista <em>Fon-Fon</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=259063&amp;PagFis=53005" target="_blank"><em>Revista Fon-Fon</em>, 28 de março de 1925</a>). Os segundo e terceiro lugares ficaram para Rodolfo Bernardelli e Baptista da Costa, respectivamente. Em outras categorias, brasileiros ilustres também se destacaram: Epitácio Pessoa, maior estadista; Guiomar Novaes, maior musicista; Coelho Netto, maior escritor; e Leopoldo Froes, maior ator; dentre outros. Mas não foi sempre uma uninimidade: o escritor <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=28798" target="_blank">Lima Barreto (1881 &#8211; 1922) </a>o criticou duramente no artigo publicado <em>Os pintores</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830135/3006"><em>Correio da Noite</em>,<em> </em> 5 de março de 1915<em>, </em>última coluna</a>).</p>
<p>Em seu ateliê, que hoje faz parte do Museu Antonio Parreiras, em Niterói, inaugurado em 21 de janeiro de 1942,  mandou esculpir em seu pórtico a epígrafe &#8220;Trabalhar é viver&#8221;. Segundo o próprio Parreiras, ao longo de uma carreira de cerca de 55 anos, realizou 850 pinturas, das quais 720 em solo brasileiro. Inicialmente, dedica-se à paisagem, mas após uma temporada de cerca de dois anos na Europa, entre 1888 e 1890, começa a se interessar pela figura humana. A partir de 1899, executa painéis em alguns palácios e prédios públicos. O renomado pintor Victor Meirelles (1832-1903) o estimula a pintar cenas históricas para o governo. Dentre elas, destacam-se <em>&#8220;</em>Morte de Estácio de Sá&#8221;, &#8220;Prisão de Tiradentes&#8221; e &#8220;Proclamação da República&#8221;<em>. </em>Foi também o decorador do Instituto Nacional de Música e do Conservatório de Belo Horizonte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/67" target="_blank"><strong>Acessando o link para as fotografias de autoria de Antonio Parreiras disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</strong></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;">Cronologia da vida de Antonio Parreiras</span></strong></p>
<div style="width: 718px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3186" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3186/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="708" height="536" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3186" target="_blank">Anônimo. Antonio Parreiras e seus modelos no atelier em Paris, 1914. Paris, França / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1860</strong></span> &#8211; Em 20 de janeiro, nascimento de Antonio Diogo da Silva Parreiras, em Niterói. Seu pai era o ourives Jacinto Antonio Diogo Parreiras, e sua mãe era Maria Rosa da Silva Parreiras. Quando criança estudou no Liceu Tintori e no Colégio Guilherme Briggs.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1875</strong></span> &#8211; Com a morte do pai, em 12 de dezembro de 1874, interrompeu seus estudos e começou a trabalhar como balconista no comércio.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1878</strong></span> &#8211; Solicitou inscrição no curso noturno de desenho da Academia Imperial de Belas Artes.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1881</strong></span>- Casou-se com Quirina Ramalho da Silva. Nessa época, empregou-se como escriturário na Estrada de Ferro de Cantagalo, em Nova Friburgo. Tornou-se sócio do sogro em uma sapataria.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1882</span> </strong>- Nascimento de Egídio, primeiro filho do casal, que faleceu 4 meses depois.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1883</span></strong>- Matriculou-se  como aluno amador na Academia Imperial de Belas Artes e estudou com o paisagista Georg Grimm (1846-1887). Realizou sua primeira pintura a óleo: &#8220;Meu primeiro estudo a óleo&#8221;. Fez duas exposições: uma em sua casa, em Niterói, na rua Santa Rosa, 12; e outra na Casa Moncada, no Rio de Janeiro.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1884</strong></span> &#8211; Executou com Frederico de Barros e Orestes Coliva a pintura do pano de boca do Teatro Santa Teresa, atual Teatro Municipal João Caetano, em Niterói.</p>
<p>Tornou-se aluno efetivo da Academia Imperial de Belas Artes.</p>
<p>Recebeu uma crítica positiva por seus trabalhos expostos em Teresópolis (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&amp;PagFis=7962" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, de 15 de dezembro de 1884</a>, na sexta coluna sob o título &#8220;Um túmulo no alto da serra de Theresópolis&#8221;).</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1884 / 1885 </span></strong>- Em decorrência da proibição imposta ao professor Grimm para que não ministrasse suas aulas ao ar livre, Parreiras abandonou a academia com os pintores Giovanni Castagneto (1851 &#8211; 1900), Hipólito Boaventura Caron (1862 &#8211; 1892), Domingos Garcia y Vasquez (1859 &#8211; 1912), Joaquim José de França Junior (1838 &#8211; 1890), Francisco Joaquim Gomes Ribeiro (c. 1855 &#8211; c. 1900) e Thomas Driendl (1849 &#8211; 1919). Formaram então o Grupo Grimm, que representou uma renovação na pintura da paisagem no Brasil.</p>
<p>Nascimento de sua filha, Olga, em 19 de maio.</p>
<p>Parreiras realizou exposições individuais na loja &#8220;A Photografia&#8221;, em Niterói, e na &#8220;Casa de Wilde&#8221; e na &#8220;Casa Katele&#8221;, no Rio de Janeiro. Seus quadros, &#8220;Maruhy Pequeno&#8221;, &#8220;Um lago em S. Vicente&#8221; e &#8220;Foz do Icarahy&#8217; são elogiados (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=100439_02&amp;PagFis=3366" target="_blank"><em>O Fluminense</em>, 7 de junho de 1885</a>). Também expôs em sua casa, em Niterói.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1886</strong> </span>- Em 27 de maio, inaugurou  sua maior mostra artística, até então, no estabelecimento fotográfico de Joaquim Insley Pacheco, fotógrafo da Casa Imperial, na Rua do Ouvidor, no Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=178691_01&amp;PagFis=2501" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 28 de maio de 1886</a>, na sétima coluna) e recebeu a visita do imperador Dom Pedro II. A exposição rendeu-lhe uma crítica do colega França Júnior (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=178691_01&amp;PagFis=2518" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 1º de junho de 1886, sob o título &#8220;O Paisagista Parreiras&#8221;, na quinta coluna</a>). O imperador Dom Pedro II comprou o quadro &#8220;Foz do Icarahy&#8221;.</p>
<p>Expôs também em Angra dos Reis e em Rezende.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1887</strong></span> &#8211; Encontrou-se pela última vez com Georg Grimm, que retornou à Europa, e faleceu em Palermo, na Itália, em 24 de dezembro.</p>
<p>As obras de Parreiras &#8220;A Tarde&#8221; e &#8220;Efeitos da Tempestade&#8221; foram adquiridas pela Academia Imperial de Belas Artes, o que possibilita sua primeira viagem à Europa.</p>
<p>Foi noticiado que seria publicado o primeiro livro de versos de Olavo Bilac, &#8220;Via-Láctea&#8221;, e que traria na capa um desenho de Parreiras (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=830321&amp;PagFis=241" target="_blank"><em>Novidades</em>, 27 de março de 1887)</a>.</p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=383422&amp;PagFis=1036" target="_blank"><em>A Semana</em>, de 18 de junho de 1887 </a>, publicou uma matéria elogiosa à carreira do pintor.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1888 </strong></span>- Em 27 de janeiro, uma nova exposição na Casa Insley Pacheco, na Rua do Ouvidor, foi inaugurada com 22 estudos de paisagem. Duas foram adquiridas pela própria princesa Isabel: &#8220;Ocaso no Arraial&#8221; e &#8220;Aldeia do Pontal&#8221; ( <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=178691_01&amp;PagFis=4996" target="_blank">O Paiz, 29 de janeiro de 1888, sob o título &#8220;Noticiário</a>&#8220;, e<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/332747/3443" target="_blank"><em> Revista Illustrada</em>, 4 de fevereiro de 1888</a>).</p>
<p>Nascimento de sua segunda filha.</p>
<p>Viajou para a Itália (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=332747b&amp;PagFis=3601" target="_blank"><em>Revista Illustrada,</em> 10 de março de 1888, terceira coluna, última notícia</a>) e durante dois anos frequentou a Academia de Belas Artes de Veneza, tornando-se discípulo de Filippo Carcano (1840-1910).</p>
<p>Em 17 de março, foi publicado na <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=168319_01&amp;PagFis=7678" target="_blank"><em>Pacotilha</em>,</a> uma poesia de Rodrigo Otávio dedicada a Parreiras. Expõs, com sucesso, um quadro que retratava um campo romano, no Salão Permanente de Belas Artes em Veneza.</p>
<p>Foi noticiado que uma fotografia da referida obra seria exposta em breve na galeria Leite Ribeiro, na rua do Ouvidor (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&amp;PagFis=14264" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 19 de agosto de 1888, na sexta coluna</a>).</p>
<p>Um artigo da <em>Gazeta de Notícias</em> elogiava fotografias de obras de Parreiras, que ainda estava em Veneza, e citou críticas favoráveis ao artista feitas por jornais italianos (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&amp;PagFis=14941" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 27 de dezembro de 1888</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1889</strong></span> &#8211; Nos salões do sr. Narciso e Artur Napoleão, com sucesso, foram expostos dez pinturas enviadas por Antonio Parreiras, de Veneza (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&amp;PagFis=15207" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 20 de fevereiro de 1889, na sétima coluna</a>, e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&amp;PagFis=15228" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias,</em> de 24 de fevereiro de 1889, quarta coluna</a>), que foi visitada pelo conde d´Eu, marido da princesa Isabel (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&amp;PagFis=15289" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 10 de março de 1889, última notícia da terceira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1890</strong></span> &#8211; Em 5 de janeiro, retornou ao Brasil.</p>
<p>Foi nomeado professor interino na cadeira de <em>Paisagem</em> na Academia de Belas Artes e adotou o método de ensino do professor Grimm (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=830321&amp;PagFis=3625" target="_blank"><em>Novidades</em>, 7 de junho de 1890, sexta coluna, última notícia</a>).</p>
<p>Ganhou medalha de ouro na Exposição Geral de Belas Artes <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=085669&amp;PagFis=2937" target="_blank">(<em>Cidade do Rio</em>, 10 de outubro de 1890, quarta coluna, última notícia</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1891</strong></span>- Rompeu com a Academia Imperial de Belas Artes, quando a cadeira de <em>Paisagem</em> foi extinta, devido à reforma curricular proposta por Rodolfo Bernardelli (1852-1931) e Rodolfo Amoedo (1857-1941). Escreveu sobre sua demissão e foi apoiado (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=830321&amp;PagFis=4431" target="_blank"><em>Novidades</em>, 27 de janeiro de 1891</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=830321&amp;PagFis=4448" target="_blank"><em>Novidades</em>, 30 de janeiro de 1891</a>). O nome da instituição foi alterado para Escola Nacional de Belas Artes &#8211; Enba.</p>
<p>Parreiras foi para Teresópolis e Friburgo.</p>
<p>Fundou, em 6 de julho, em Niterói, a Escola de Pintura ao Ar Livre, seguindo os ensinamentos de Grimm.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1892</strong> </span>- Em maio, comandou uma exposição dos membros da Escola ao Ar Livre, no salão do jornal <em>Cidade do Rio,</em> de José do Patrocínio (1853 &#8211; 1905)<em>.</em> Das 92 obras exposta, 68 foram vendidas. A mostra foi um sucesso, tendo sido visitada por cerca de 10 mil pessoas, dentre elas os pintores <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9392" target="_blank">Victor Meirelles (1832 &#8211; 1903)</a> e Eliseu Visconti (1866 &#8211; 1944) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_02/5358" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 30 de maio de 1892, na primeira coluna</a>).</p>
<p>Em agosto, morte de sua filha caçula.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1893</strong></span> &#8211; Em seu ateliê, exposição da pintura <em>Panorama de Niterói</em>.</p>
<p>Realizou outra exposição com os discípulos com o qual formou a Escola de Pintura ao Ar Livre, no salão do jornal<em> Cidade do Rio</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=085669&amp;PagFis=3208" target="_blank"><em>Cidade do Rio</em>, 5 de fevereiro de 1893, na quarta coluna</a>).</p>
<p>Em junho, realizou no Salão do Banco União, sua primeira exposição em São Paulo, um grande sucesso de vendas, público e crítica. Foi visitada por cerca de 4 mil pessoas e teve 24, dos 43 quadros expostos, vendidos (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=085669&amp;PagFis=3729" target="_blank"><em>Cidade do Rio</em>, 19 de junho de 1893, primeira coluna</a>).</p>
<p>Conheceu o engenheiro e arquiteto Francisco de Paula Ramos de Azevedo (1851-1928), de quem encomenda o projeto de sua residência, atualmente, parte do Museu Antônio Parreiras. Ramos de Azevedo foi o grande construtor da cidade de São Paulo em fins do século XIX e nas primeiras décadas do século XX.</p>
<p>Realizou várias obras encomendadas por fazendeiros paulistas.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1894</strong></span> &#8211;  O general Argollo, comandante-chefe da guarnição de Niterói  visitou o ateliê de Parreiras e admira o quadro <em>Viva a República!</em>, que retratava a esquadra legal, no dia 13 de março de 1894, durante a Revolta da Armada (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=9493" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 6 de abril de 1894</a>).</p>
<p>Parreira terminou o segundo quadro de sua autoria sobre a Revolta da Armada, <em>Bons dias a Villegaignon</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=9571" target="_blank"><em> O Paiz</em>, 19 de abril de 1894, na primeira coluna</a>).</p>
<p>Entre 15 e 29 de agosto, realização de outra exposição de sucesso de Parreiras, em São Paulo, desta vez no Club dos Tenentes de Plutão.</p>
<p>No dia 24 de novembro, nascimento de seu filho e pupilo, Dakir (1894 &#8211; 1967).</p>
<p>Expôs em São Paulo, na Casa Steidel e no Salão Paulicéia.</p>
<p>As pinturas <em>Panorama de Niterói</em>, <em>Paisagem</em> e <em>Noite</em> foram apresentadas no Pavilhão Brasileiro da Exposição Universal de Chicago ( <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=11715" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 11 de janeiro de 1895, penúltima notícia da quinta coluna</a>). Em dezembro, Parreiras, Aurélio Figueiredo (1856 &#8211; 1916), Pedro Américo (1843 &#8211; 1905) e Victor Meirelles publicaram um manifesto e retiraram suas obras do julgamento do evento.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1894 / 1895</strong> </span>- Como correspondente do <em>Estado de São Paulo</em> escreveu textos críticos sobre diversos pintores, dentre eles Pedro Alexandrino (1856 &#8211; 1942) e Berthe Worms (1868 &#8211; 1937), e também sobre a reforma de ensino da Escola Nacional de Belas Artes.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1895</strong></span> &#8211; Inaugurou em 11 de agosto sua residência-ateliê, projeto de Ramos de Azevddo, na rua Tiradentes, em Niterói, com a exposição de 45 trabalhos.</p>
<p>Publicou no Jornal do Commercio, um artigo contra a orientação da Escola Nacional de Belas Artes (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_08/19716" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 23 de dezembro de 1895, quarta e quinta colunas</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1896</strong></span> &#8211; Após dois anos, terminou a pintura &#8220;Sertanejas&#8221; (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=16586" target="_blank"><em>O Paiz,</em> 22 de setembro de 1896, na quinta coluna</a>).</p>
<p>Em novembro, fez uma exposição em seu ateliê com seus alunos Alberto Silva, Cândido de Souza Campos e Álvaro Castanheda no Pavilhão da Lapa, dedicada a Georg Grimm. A mostra foi um sucesso e no seu catálogo constavam poesias e textos de Olavo Bilac (1865-1918) e Coelho Neto (184-1934), dentre outros. Crítica de Oscar Guanabarino ( <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_02&amp;PagFis=16887" target="_blank"><em>O Paiz,</em> 6 de novembro de 1896</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1897</strong></span> &#8211; Sua obra <em>Sertanejas</em> foi adquirida pelo governo federal para ser colocada no Palácio do Catete, inaugurado em 22 de fevereiro, no Rio de Janeiro. Três anos depois, a pintura, danificada, foi transferida para a Escola Nacional de Belas Artes.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1898</span></strong> &#8211; Foi contratado pelo presidente da República, Campos Salles (1841 &#8211; 1913), para produzir obras para oo Supremo Tribunal Federal.</p>
<p>Realizou suas duas primeiras pinturas históricas: <em>Os Desterrados</em> e <em>Suplício de Tiradentes</em>.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1902</strong></span> &#8211; Expôs 23 telas em Santos.</p>
<p>Criou o estandarte para o jornal <em>O Fluminense</em>.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1903 </strong></span>- Realizou uma exposição de trabalhos de suas alunas, que frequentavam um curso feminino de pintura que criou em seu ateliê no ano anterior ( <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=100439_04&amp;PagFis=3774" target="_blank"><em>O Fluminense</em>, 11 de janeiro de 1903</a>).</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1905</span> </strong>- Contratado pelo governador do Pará, Augusto Montenegro, Parreiras visitou Belém para executar <em>A conquista do Amazonas </em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_03&amp;PagFis=9581" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 6 de junho de 1905, na terceira coluna</a> e  <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_03&amp;PagFis=9788" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 13 de julho de 1905, segunda coluna</a>). Expôs em Belém, no Teatro da Paz, e, em Manaus, no Palácio do Rio Negro.</p>
<p>Contraiu malária.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1906</span> </strong>- Em fevereiro, segunda viagem à Europa. Permaneceu em Lisboa por cerca de um mês, onde conheceu o pintor José Malhôa (1855-1933). Seguiu para Paris, onde instalou seu ateliê na rue Boissonade, 30 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_03&amp;PagFis=11786" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 19 de junho de 1906</a>). Encontrava-se frequentemente com o casal de artistas plásticos Lucílio de Georgina de Albuquerque, dentre outros. Posteriormente, transferiu seu ateliê para a Rue Le Goff (1908) e, depois, para a Rue Val de Grace (1913).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1907</strong> </span>- Retornou ao Brasil a bordo do navio <em>Magellan</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_03&amp;PagFis=14499" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 8 de julho de 1907, terceira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1908</strong></span> &#8211; Foi para Belém (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_04&amp;PagFis=16431" target="_blank"><em>Gazeta de Notícia</em>s, 3 de janeiro de 1908</a>) e, de lá, com seu filho Dakir e sobrinho Edgard, seguiu para Paris, onde os iniciou na pintura.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1909</span> </strong>-  Sua pintura de nu, <em>Fantasia</em>, foi muito elogiada pela imprensa parisiense e foi noticiada sua iminente volta ao Brasil (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_04&amp;PagFis=20167" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 21 de junho de 1909, sob o título &#8220;Notas e Notícias</a><span style="color: #000000;"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_04&amp;PagFis=20167" target="_blank">&#8220;</a><a style="color: #000000;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_04&amp;PagFis=20167" target="_blank">)</a></span>. Devido ao sucesso da obra, tornou-se associado da<em> Societé Nationale de Beaux Arts et Lettres</em> de Paris (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_04&amp;PagFis=20169" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 21 de junho de 1909, na última coluna</a>).</p>
<p>Retornou ao Brasil (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_04&amp;PagFis=20271" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 5 de julho de 1909, sob o título &#8220;Notas e Notícias</a>&#8220;).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Década de 10</strong> </span>- Vai várias vezes a Paris, onde tem um ateliê.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1910</strong> </span>- Inscreveu no <em>Salon de la Societé Nationale de Beaux Arts</em> a pintura <em>Frineia</em>. Apresentou posteriormente <em>Dolorida</em> (1911), <em>Flor Brasileira</em>(1913), <em>Nonchalance</em> (1914), e <em>Modelo em Repouso </em>(1920).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1911</strong></span> &#8211; Seu sobrinho, Edgard, voltou de Paris.</p>
<p>Parreiras participou da exposição de Turim (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_04&amp;PagFis=7262" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 22 de junho de 1911)</a>.</p>
<p>Com a presença do presidente da República, marechal Hermes da Fonseca, inauguração da exposição do quadro <em>Morte de Estácio de Sá</em>, no edifício da Associação dos Empregados do Comércio (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_04&amp;PagFis=7790" target="_blank"><em>O Paiz,</em> 2 de julho de 1911</a>). Crítica à exposição de Parreiras (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_04&amp;PagFis=8184" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 31 de agosto de 1911</a>, na segunda coluna).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1913</strong></span> &#8211; Terminou de pintar o quadro <em>Flor brasileira</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 560px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/739" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/739/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="550" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/739" target="_blank">Anônimo. Antonio Parreiras, no seu atelier, ao terminar o seu grande quadro de nu a&#8221; Flor Brazileira&#8221;, 1913. Niterói, Rio de Janeiro / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
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<p><span style="color: #800000;"><strong>1915</strong></span> &#8211; Na Escola de Belas Artes, exposição de Antônio Parreiras, e de seu filho, Dakir (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=025909_01&amp;PagFis=20999" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 27 de fevereiro de 1915</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Década de 20</strong></span> &#8211; Prosseguiu na realização de pinturas históricas, mas é menor o número de paisagens.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1922</strong></span> &#8211; Após a morte de sua primeira esposa, Parreiras casou-se com Laurence Palmire Martignet e retornou ao Brasil. Laurence foi a guardiã da obra de Parreiras. Ela foi a modelo dos quadros <em>Dolorida</em> e <em>Flor Brasileira</em>.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1923</strong></span> &#8211; Recebeu a medalha de honra de ouro na 30ª Exposição Geral de Belas Artes, quando apresentou 79 trabalhos.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1925</strong></span> &#8211; No concurso nacional <em>Os maiores brasileiros vivos</em>, promovido pela revista Fon-Fon, foi eleito o maior artista, com cerca de 19.827 mil votos, seguido por Rodolfo Bernardelli e Baptista da Costa (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/259063/52811" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 14 de março de 1925, na segunda coluna</a>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/53005" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 28 de março de 1925</a>, e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/53122"><em>Fon-Fon</em>, 4 de abril de 1925</a><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/52811" target="_blank">)</a>.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;"><span style="color: #800000;"><strong>1927</strong> </span>- Notícia sobre a publicação de seu livro de memórias, <em>História de um pintor contada por ele mesmo (1926)</em>, que o conduziu à Academia Fluminense de Letras (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=025909_02&amp;PagFis=13099" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, de 8 de janeiro de 1927</a>, na seção &#8220;Novos Livros&#8221;).</span></span></p>
<p>Esculpido em Paris por Marc Robert (1875 &#8211; ?), foi inaugurado um busto de Parreiras na Praça Getulio Vargas, em Niterói (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/100439_06/9275" target="_blank"><em>O Fluminense</em>, 25 de janeiro de 1927</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_9946" style="width: 549px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/100439_06/9275" target="_blank"><img class="  wp-image-9946" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/Clipboard03.jpg" alt="Clipboard03" width="539" height="527" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/100439_06/9275" target="_blank">Inauguração do busto de Antonio Parreiras em janeiro de 1925, O Fluminense, 25 de janeiro de 1927</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1929</strong></span> &#8211; Em outubro, fundou o Salão Fluminense de Belas Artes.</p>
<p>No Salão Ibero-Americano de Sevilha e na Exposição Universal de Barcelona foi premiado com medalha de ouro.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1936</strong></span> &#8211; Parreiras realizou com dificuldades, pois já estava doente e debilitado, a sua última grande obra, o tríptico <em>Fundação da Cidade do Rio de Janeiro</em>, encomendado pelo prefeito Pedro Ernesto (1884-1942).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1937</strong> </span>- Suas últimas telas foram “A Tarde” e “O Fogo”.</p>
<p>Em 17 de outubro, faleceu, aos 77 anos, em Niterói (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=089842_04&amp;PagFis=43067" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, de 19 de outubro de 1937</a>).</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1942</span> </strong>- Inauguração, em 21 de janeiro, do Museu Antonio Parreiras, em Niterói. Instituído pelo Decreto-Lei nº 219, de 24 de janeiro de 1941, foi o primeiro museu brasileiro dedicado a um só artista (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=100439_08&amp;PagFis=2553" target="_blank"><em>O Fluminense</em>, de 22 de janeiro de 1942</a>). O conjunto arquitetônico e paisagístico é tombado pelo Instituto do Patrimônio Artístico Nacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p><em>Antonio Parreiras, pinturas e desenhos</em> / curadoria Ana Paula Nascimento; textos de Ana Paula Nascimento e Telma Mösken; apresentação Ivo Mesquita et al. São Paulo: Pinacoteca de Estado, 1913</p>
<p><a href="http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa187/antonio-parreiras" target="_blank">Enciclopédia Itau Cultural</a></p>
<p><a href="http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>NASCIMENTO, Ana Paula; TARASANTCHI, Ruth Sprung. <em>Família Parreiras: Antonio, Edgar e Dakir.</em> José Oswaldo de Paula Santos e Fundação Maria Luisa e Oscar Americano (Apresentação); Ana Paula Nascimento e Ruth Sprung Tarasantchi (Curadoria). São Paulo: SOCIARTE, 2013. 100p.:il.</p>
<p>PARREIRAS, Antonio. <em>História de um pintor contada por ele mesmo</em>. Brasil-França/1881-1939. 3.ed. Niterói (RJ): Niterói Livros, 1999. (1.ed.1926)</p>
<p>PONTUAL, Roberto. <em>Dicionário de Artes Plásticas no Brasil</em>. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1969.</p>
<p><a href="http://abca.art.br/n27/12artigos-katia.html" target="_blank">Site da Associação Brasileira dos Críticos de Arte</a></p>
<p><a href="http://www.funarj.rj.gov.br/museus/map_02.html" target="_blank">Site do Museu Antônio Parreiras</a></p>
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