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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Peti Trianon</title>
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		<title>Prédios da Exposição Internacional do Centenário da Independência de 1922 que ainda existem</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Apr 2023 13:22:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Academia Brasileira de Letras]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Museu da Imagem e do Som]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Histórico Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Pavilhão da Administração e do Distrito Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Pavilhão da França]]></category>
		<category><![CDATA[Pavilhão das Grandes Indústrias]]></category>
		<category><![CDATA[Pavilhão das Indústria Particulares]]></category>
		<category><![CDATA[Pavilhão de Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Peti Trianon]]></category>

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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica destaca imagens dos seis prédios que foram ocupados por atividades da Exposição Internacional do Centenário da Independência, realizada, no Rio de Janeiro, entre 7 de setembro de 1922 e 24 de julho de 1923. São eles o Petit Trianon, que abrigou o Pavilhão da França e é a atual sede da Academia Brasileira de Letras; o Museu Histórico Nacional, que abrigou o Pavilhão das Grandes Indústrias ; o Pavilhão da Estatística, atualmente o prédio do Centro Cultural do Ministério da Saúde; o de uma das atuais sedes do Museu da Imagem e do Som, que foi o Pavilhão da Administração e do Distrito Federal; e o prédio do Pavilhão das Indústrias Particulares, que depois sediou o restaurante Albamar. Em Lisboa, encontra-se o Pavilhão Carlos Lopes, que foi o Pavilhão das Indústrias de Portugal.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Ainda existem seis prédios que foram ocupados por atividades da Exposição Internacional do Centenário da Independência, realizada em 1922, no Rio de Janeiro. São eles o Petit Trianon, que abrigou o Pavilhão da França e é a atual sede da<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=28740" target="_blank"> Academia Brasileira de Letras;</a> o atual edifício do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29862" target="_blank">Museu Histórico Nacional,</a> que foi ampliad e remodelado para abrigar o Pavilhão das Grandes Indústrias (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/11011" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 3 de outubro de 1922, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800899/573" target="_blank"><em>Exposição de 1922</em>, dezembro de 1922</a>); o Pavilhão da Estatística, atualmente o prédio do Centro Cultural do Ministério da Saúde (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/154051" target="_blank"><em>Fon-Fon</em>, 28 de outubro de 1922</a>); o de uma das atuais sedes do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=28781" target="_blank">Museu da Imagem e do Som</a>, que foi o Pavilhão da Administração e do Distrito Federal; e o prédio do Pavilhão das Indústrias Particulares, que depois sediou o restaurante Albamar, e que já existia antes da Exposição de 1922 e abrigava o Mercado Municipal. Em Lisboa, encontra-se o Pavilhão Carlos Lopes, que foi o Pavilhão das Indústrias de Portugal (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/025909_02/4774" target="_blank"><em>Revista da Semana</em>, 23 de maio de 1923</a>).*</p>
<p style="text-align: left;">A <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17940" target="_blank">Exposição Internacional do Centenário da Independência</a>, <span class="highlight highlighted">um dos maiores eventos internacionais já realizados no Brasil, f</span>oi inaugurada no Rio de Janeiro em 7 de setembro de 1922 e terminou em 24 de julho do ano seguinte (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_05/13954" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 25 de julho de 1923</a>). Seu fim estava previsto para março de 1923, mas como algumas construções não estavam concluídas na data de sua inauguração, foi prorrogada até julho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #993300;"><em><strong>Fotografias dos prédios construídos ou usados na Exposição Internacional do Centenário da Independência em 1922, que ainda existem</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;">Petit Trianon, que abrigou o Pavilhão da França, edificado sob a chefia do arquiteto Emile Louis Viret (1882 – 1968). Seu adjunto era o também arquiteto Gabriel Marmorat (1882 – 1951). É a atual sede da<a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=28740" target="_blank"> </a>Academia Brasileira de Letras.</span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7759" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7759/001ATK012004.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="512" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7759" target="_blank">Thiele e Kollien. Exposição Internacional do Centenário da Independência &#8211; Pavilhão França, 1922.. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;">Atual Museu Histórico Nacional, que abrigou o Pavilhão das Grandes Indústrias. Para integrar a Exposição de 1922,</span><span style="color: #800000;"><span style="color: #993300;"> </span></span><span style="color: #993300;">as edificações do antigo Arsenal de Guerra, a Casa do Trem e o Forte Santiago foram ampliadas e remodeladas, com uma decoração característica da arquitetura neocolonial.</span></em></p>
<p style="text-align: center;">
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11243" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/11243/Lopes%201922%20MHN.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="" width="701" height="511" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11243" target="_blank">Lopes. Pavilhão das Grandes Indústrias, atual Museu Histórico Nacional, 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>Uma das atuais sedes do Museu da Imagem e do Som, que foi o Pavilhão da Administração e do Distrito Federal, projeto do arquiteto italiano Sylvio Rebecchi (1882 – 1950). </em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7759" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7768/001ATK012012.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="513" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7768" target="_blank">Thiele &amp; Kollien. Exposição Internacional do Centenário da Independência &#8211; Pavilhões Brasil, 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>O Pavilhão de Estatística, projetado pelo professor da Escola Nacional de Belas Artes, Gastão da Cunha Bahiana (1879-1959), é atualmente o prédio do Centro Cultural do Ministério da Saúde. Gastão Bahiana escolheu para o edificio a sobriedade do estilo Luís XVI, prejudicada pela cúpula desenhada por seu sócio Nereu Sampaio. Em 1930, a cúpula, após insistência de Gastão Bahiana, foi retirada.</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 709px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9734" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9734/007CX189-02.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="699" height="339" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9734" target="_blank">Marc Ferrez. Exposição de 1922: Pavilhão de Estatística, c. 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"> <span style="color: #800000;"><em style="color: #800000;">Prédio do Pavilhão das Indústrias Particulares, no Mercado Municipal . As obras para a construção do novo Mercado Municipal, todo metálico e construído na Inglaterra e na Bélgica, começaram em 1903 e faziam parte do plano de roformas urbanas do prefeito Pereira Passos. Seu projeto foi do engenheiro português Alfredo Azevedo Marques (18? &#8211; 19?) e foi inaugurado, em 14 de dezembro de 1907 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_04/16293" target="_blank">Gazeta de Notícias, 15 de dezembro de 1907, primeira coluna</a>). O material do mercado, feito de ferro, veio da Bélgica. </em><em><span style="color: #800000;">Recebeu, em 1922, um revestimento provisório em estilo neocolonial para integrar a Exposição do Centenário da Independência. A partir de 1933, sediou o restaurante Albamar. Foi demolido em 1962, porém, no mesmo ano, a torre nordeste, onde está o Albamar, havia sido tombada.</span></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_30969" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/154052" target="_blank"><img class=" wp-image-30969" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/industrias.jpg" alt="Fon Fon, 28 de outubro de 1922" width="804" height="439" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/154052" target="_blank"><em>Fon Fon</em>, 28 de outubro de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>O Pavilhão das Indústrias de Portugal, atual Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa. Foi idealizado pelos arquitetos Guilherme (1891 &#8211; 1969) e Carlos Rebello de Andrade (1887 &#8211; 1971) e Alfredo Assunção Santos (? &#8211; 1968). Construído no Brasil para a Exposição de 1922, o pavilhão foi reinaugurado em Lisboa, em 3 de outubro de 1932, com a Grande Esposição Industrial Portuguesa e batizado de Palácio das Exposições. Passou a chamar-se Pavilhão Carlos Lopes, em 1984, em homenagem ao atleta português. Foi fechado em 2003 e reabriu, em 2017, depois de obras de remodelação.</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_30951" style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830305/1875" target="_blank"><img class=" wp-image-30951" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/portugal1.jpg" alt="Pavilhão das Indústrias de Portugal / Vida Doméstica, de 1923" width="701" height="353" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/830305/1875" target="_blank">Pavilhão das Indústrias de Portugal / <em>Vida Doméstica</em>, 14 de julho de 1923</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>* Este parágrafo foi reescrito em 10 de abril de 2023.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes</strong></span>:</p>
<p><a href="http://historiasemonumentos.blogspot.com/2015/05/brasil-rj-rio-de-janeiro.html" target="_blank">Blog Histórias e Monumentos</a></p>
<p>FRANÇA, Carolina Rebouças. <a href="https://www.anparq.org.br/dvd-enanparq/simposios/195/195-350-1-SP.pdf" target="_blank"><em>O desaparecimento do Mercado Municipal Praça XV, fator na formação do espaço público da cidade do Rio de Janeiro</em></a>. I Encontro Nacional da Associação Nacional e de Pesquisa e Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo, 29 de novembro a 3 de dezembro de 2010.</p>
<p>LEVY, Ruth. <a href="https://www.ppgav.eba.ufrj.br/wp-content/uploads/2012/01/ae11_ruth_levy.pdf" target="_blank"><em>A exposição do centenário e o meio arquitetônico carioca no início dos anos 1920</em></a>. Rio de Janeiro : EBA/UFRJ, 2010.</p>
<p><a href="http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p><a href="http://www.ccms.saude.gov.br/noticias/quem-conhece-o-centro-cultural-do-ministerio-da-saude">Site Centro Cultural Ministério da Saúde</a></p>
<p><a href="https://mhn.museus.gov.br/index.php/podcast-mhn-ultimo-episodio-da-temporada-aborda-a-arquitetura-do-museu/" target="_blank">Site Museu Histórico Nacional</a></p>
<p><a href="https://riomemorias.com.br/memoria/mercado-municipal/" target="_blank">Site Rio Memórias</a></p>
<p>WANDERLEY, Andrea. <em>Série <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17940" target="_blank">1922 – Hoje, há 100 anos” VIII – A abertura da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil e o centenário da primeira grande transmissão pública de rádio no país </a></em>in Brasiliana Fotográfica, 7 de setembo de 2022.</p>
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