 

<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; pesquisa científica</title>
	<atom:link href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;tag=pesquisa-cientifica" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sun, 19 Jul 2026 14:36:30 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.1.41</generator>
	<item>
		<title>Série &#8220;Os arquitetos do Rio de Janeiro&#8221; I &#8211; Porto d’Ave e a moderna arquitetura hospitalar</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22130</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=22130#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2021 13:36:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Convidados]]></category>
		<category><![CDATA[Curadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Adelstano Soares de Mattos Porto d’Ave]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura hospitalar]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Chagas]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[crise sanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Rabello]]></category>
		<category><![CDATA[erradicação da miséria]]></category>
		<category><![CDATA[filantropia]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Gaffrée e Guinle]]></category>
		<category><![CDATA[Gilberto de Moura Costa]]></category>
		<category><![CDATA[Gisele Sanglard]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Guinle]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[hospital]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital das Clínicas Arthur Bernardes]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital e Instituto do Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Gaffrée e Guinle]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Oswaldo Cruz]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Kurt Haering]]></category>
		<category><![CDATA[Manguinhos]]></category>
		<category><![CDATA[mecenato]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa científica]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa médica]]></category>
		<category><![CDATA[Porto d’Ave & Haering]]></category>
		<category><![CDATA[Série Os arquitetos do Rio de Janeiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://brasilianafotografica.bn.br/?p=22130</guid>
		<description><![CDATA["Em momentos de crises sanitárias como a que vivemos, nunca foi tão importante pensar nos hospitais. Se hoje assistimos à edificação emergencial desses prédios com normas específicas para atender aos casos de Covid-19, há cem anos já se observava os preceitos da bacteriologia ditando a moderna arquitetura hospitalar". Assim Cristiane d´Avila, jornalista do Departamento de Arquivo e Documentação Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, uma das instituições parceiras da Brasiliana Fotográfica, inicia seu artigo, no qual conta a história da parceria entre o médico Carlos Chagas, o empresário Guilherme Guinle e o engenheiro e arquiteto Adelstano Soares de Mattos Porto d’Ave para a construção de alguns dos mais importantes hospitais do Rio de Janeiro, o Hospital Gaffrée e Guinle, inaugurado em 1929. É o primeiro artigo da série "Os arquitetos do Rio de Janeiro".]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em>Em momentos de crises sanitárias como a que vivemos, nunca foi tão importante pensar nos hospitais. Se hoje assistimos à edificação emergencial desses prédios com normas específicas para atender aos casos de Covid-19, há cem anos já se observava os preceitos da bacteriologia ditando a moderna arquitetura hospitalar</em>. Assim Cristiane d´Avila, jornalista do Departamento de Arquivo e Documentação Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, uma das instituições parceiras da Brasiliana Fotográfica, inicia seu artigo, no qual conta a história da parceria entre o médico Carlos Chagas, o empresário Guilherme Guinle e o engenheiro e arquiteto Adelstano Soares de Mattos Porto d’Ave para a construção de alguns dos mais importantes hospitais do Rio de Janeiro, o Hospital Gaffrée e Guinle, inaugurado em 1929. É o primeiro artigo da série <em>Os arquitetos do Rio de Janeiro</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;"><strong>Porto d’Ave e a moderna arquitetura hospitalar</strong></span></em></p>
<p style="text-align: center;">Cristiane d´Avila*</p>
<p>Em momentos de crises sanitárias como a que vivemos, nunca foi tão importante pensar nos hospitais. Se hoje assistimos à edificação emergencial desses prédios com normas específicas para atender aos casos de Covid-19, há cem anos já se observava os preceitos da bacteriologia ditando a moderna arquitetura hospitalar. No artigo “O Hospital Gaffrée e Guinle: filantropia, saúde e os ecos do pasteurianismo no Brasil da Primeira República”, a historiadora da Casa de Oswaldo Cruz, Gisele Sanglard, analisa o tema a partir do entrelaçamento de três personagens emblemáticos da história do Rio de Janeiro e da arquitetura em saúde: <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13402" target="_blank">Carlos Chagas (1878-1934)</a>, médico sanitarista, Guilherme Guinle (1882-1960), empresário e mecenas; e Adelstano Soares de Mattos Porto d’Ave (1890-1952), engenheiro-arquiteto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8476" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8476/PDA%20106.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="367" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8476" target="_blank">Perspectiva geral da Fundação Gaffrée e Guinle, s/d. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=%22Gaffr%C3%A9e+e+Guinle%22&amp;submit=Ir" target="_blank"><strong>Acessando o link para as fotografias do Gaffrée e Guinle disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com a historiadora, a construção do Hospital Gaffrée e Guinle teve triplo valor simbólico: para a medicina, o coroamento da saúde pública; para a filantropia, uma ação que renderia bons frutos à sociedade; para a arquitetura hospitalar, a adoção de uma estética própria associada ao que de mais moderno havia na época. “<em>Guilherme Guinle investiu seu capital social e político, além de seus recursos financeiros, no apoio à ciência produzida em Manguinhos pela escola de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10762" target="_blank">Oswaldo Cruz</a>. Ele era daqueles que acreditavam que a medicina pasteuriana tinha o poder de transformar a sociedade”,</em> explica Sanglard na minuciosa e extensa pesquisa sobre o tema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>O início da parceria</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8480" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8480/06.jpg.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="702" height="509" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8480" target="_blank">Hospital Gaffrée e Guinle, s/d. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A parceria entre Chagas, sucessor de Oswaldo Cruz na direção do Instituto Oswaldo Cruz (IOC) após o falecimento do cientista, em 1917, e a família Guinle datava do início do século. Em 1905, o médico foi indicado por Oswaldo Cruz para debelar os casos de malária no obra de construção da usina hidrelétrica em Itatinga (SP), que os sócios Eduardo Guinle (1846-1912) e Cândido Gaffré (1845-1919) construíam para o porto de Santos. O sucesso de Chagas na missão aproximou-o da família, já proeminente nos negócios de ferrovias, energia elétrica, portos e responsável por obras filantrópicas no Rio, Santos e Porto Alegre.</p>
<p>Anos depois, em 1919, Chagas promoveu uma ampla reforma na saúde, transformando a então Diretoria Geral de Saúde Pública (DGSP) em Departamento Nacional de Saúde Pública (DNSP), tornando-se seu diretor. No ano seguinte (1920), Guilherme Guinle assumiu, após a morte do pai, os negócios da família. <em>“A relação que se estabelecerá entre o médico e o jovem empresário mostra que Carlos Chagas continuou gozando do respeito da família – o que será traduzido nas ações de Guilherme Guinle financiando os projetos da Inspetoria de Profilaxia da Lepra e das Doenças Venéreas do DNSP, dirigida pelo médico Eduardo Rabello, e os projetos de saúde pública de Carlos Chagas”</em>, explica Sanglard.</p>
<p>Os Guinle se notabilizaram pelo mecenato e a filantropia. Porém, as ações beneméritas dos sócios e de seus descendentes não se restringiram às artes e à cultura em geral. O amplo apoio deles às instituições científicas e de saúde pode ser classificado como próprio de um período em que investir na pesquisa médica era investir na tentativa de erradicação da miséria, que assolava a população urbana do Rio de Janeiro, então capital do Brasil.</p>
<p>No caso de Guilherme Guinle, ganha destaque a criação da Fundação Gaffrée e Guinle (1923) – para o controle da sífilis e de doenças venéreas, com a construção de um hospital e ambulatórios – e do Instituto de Pesquisa. O projeto do Hospital Gaffrée e Guinle, inaugurado em 1929, foi assinado pelo escritório do arquiteto brasileiro Porto d’Ave (Porto d’Ave &amp; Haering), sob a fiscalização e orientação dos médicos Eduardo Rabello e Gilberto de Moura Costa. Já o Instituto de Pesquisa, cuja inauguração se deu em 1927, aliava pesquisa e assistência médica, seguindo o modelo do IOC e a ciência desenvolvida em Manguinhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>O arquiteto e o projeto</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 592px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8479" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8479/07.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="582" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8479" target="_blank">Hospital Gaffrée e Guinle, s/d. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo informações do <a href="http://basearch.coc.fiocruz.br/index.php/porto-dave">Fundo Porto d’Ave</a>, sob a guarda do Departamento de Arquivo e Documentação da COC/Fiocruz, o engenheiro-arquiteto Adelstano Soares de Mattos Porto d’Ave nasceu em 6 de março de 1890 no Rio de Janeiro e faleceu em janeiro de 1952, na mesma cidade (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_06/14915" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 22 de janeiro de 1952</a>). Teve como sócio, ao menos no início, o alemão Kurt Haering. O escritório de ambos funcionava na rua Buenos Aires, 54, 2o andar, e Porto d’Ave estava registrado como construtor e Kurt Haering como engenheiro.</p>
<p>Por intermédio da família Guinle, elaborou projetos de três hospitais na cidade: o Gaffrée e Guinle, o Hospital e Instituto do Câncer e o Hospital das Clínicas Arthur Bernardes. A partir de então, consolidou seu nome como arquiteto de hospitais, tendo sido responsável pelo traçado de outros, como o Espanhol, o Regional de Niterói e o do Sanatório Santa Clara, em Campos do Jordão (SP).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 713px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8478" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8478/09.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="703" height="513" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8478" target="_blank">Hospital Gaffrée e Guinle, s/d. Rio de Janerio, RJ / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo Sanglard e Renato Gama-Rosa Costa, arquiteto e também pesquisador da COC/Fiocruz, o projeto do hospital, originalmente de Hugo Haering, sofreu adaptações propostas por Porto d’Ave, principalmente na linguagem arquitetônica. O hospital, elaborado para internar 320 pessoas, contava com prédio principal de quatro pavimentos. Nele funcionavam os serviços de Pronto-Socorro, Vias Urinárias, Ginecologia, Obstetrícia, Serviços Auxiliares ao Ambulatório do Hospital (laboratório, fisioterapia e raios X), Sífilis Visceral, Otorrinolaringologia e Oftalmologia, salas de cirurgia e Serviço de Mulheres Contagiantes. No campus foram projetados pavilhões especiais para abrigar o Instituto de Pesquisa, o Biotério, a capela consagrada à Nossa Senhora da Conceição do Brasil, a residência do diretor, as oficinas de conservação, o dormitório dos empregados e a lavanderia.</p>
<p>Do ponto de vista arquitetônico, o projeto do Hospital Gaffrée e Guinle foi considerado como moderno por uma série de características: a disposição das enfermarias, sua implantação no centro urbano, o uso dos elevadores, entre outras características. Porto d’Ave imprimiu à estética contornos neocoloniais, em voga na década de 1920 no Rio.</p>
<p><em>“A opção pelo estilo neocolonial também pode ser incluída neste rol (projeto moderno), uma vez que remete à valorização do elemento genuinamente nacional, bem como à noção de salvação do homem brasileiro, tão necessária para a construção da nação acalentada pelos intelectuais envolvidos no projeto”</em>, completa Sanglard no artigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 726px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8475" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8475/04.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="716" height="519" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8475" target="_blank">Hospital Gaffrée e Guinle, fachada da rua projetada com a capela, o Instituto de Pesquisa e a casa do administrador, s/d. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Cristiane d’Avila é jornalista do Departamento de Arquivo e Documentação Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz</p>
<p>Em 29 de outubro de 2023, o título deste artigo foi alterado para <em>Série “Os arquitetos do Rio de Janeiro” I &#8211; Porto d’Ave e a moderna arquitetura hospitalar.</em></p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>SANGLARD, Gisele. <em>“O Hospital Gaffrée e Guinle: filantropia, saúde e os ecos do pasteurianismo no Brasil da Primeira República”</em>. In: A Modernidade na arquitetura hospitalar: contribuições para a historiografia &#8211; Volume 1\Ana M. G. Albano Amora e Renato Gama-Rosa Costa (Organizadores). Rio de Janeiro: Programa de Pós-Graduação em Arquitetura &#8211; Faculdade de Arquitetura e Urbanismo &#8211; PROARQ-FAU-UFRJ, 2019.</p>
<p>SANGLARD, G. e COSTA, R. da Gama-Rosa: <em>“Direções e traçados da assistência hospitalar no Rio de Janeiro (1923-31)”</em>. História, Ciências, Saúde. Manguinhos, vol. 11(1): 107-41, jan.-abr. 2004.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Outros artigos da série Os arquitetos do Rio de Janeiro</em></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32714" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série “Os arquitetos do Rio” II &#8211; No Dia Nacional da Saúde, o Desinfetório de Botafogo e um breve perfil do arquiteto português Luiz de Moraes Junior, responsável pelo projeto, de autoria de Cristiane d´Avila, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz, em parceria com Andrea C. T. Wanderley, publicado em 5 de agosto de 2023</span></a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32203" target="_blank"><span style="color: #800000;">Série &#8220;Os arquitetos do Rio de Janeiro&#8221; III &#8211; O centenário do Copacabana Palace, quintessência do &#8220;glamour&#8221; carioca, e seu criador, o arquiteto francês Joseph Gire, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado em 13 de agosto de 2023</span></a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34073" target="_blank">Série &#8220;Os arquitetos do Rio de Janeiro&#8221; IV &#8211; Archimedes Memória (1893 &#8211; 1960), o último dos ecléticos, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 1º de dezembro de 2023</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32431" target="_blank"><span style="color: #990000;">Série &#8220;O Rio de Janeiro desaparecido<em>&#8220;</em> XXVII e &#8220;Os arquitetos do Rio&#8221; V &#8211; O Jockey Club e o Derby Club, na Avenida Rio Branco e o arquiteto Heitor de Mello (1875 &#8211; 1920)<em>,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 15 de janeiro de 2024</span></a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=33447" target="_blank">Série “Os arquitetos do Rio de Janeiro” VI – O Clube Naval e os arquitetos Tommaso G. Bezzi (1844 – 1915) e Heitor de Mello (1875 – 1920), de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 6 de maio de 2024</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=22130</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
