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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; MIS- RJ</title>
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		<title>O Pavilhão do Distrito Federal, atualmente uma das sedes do Museu da Imagem e do Som</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Dec 2022 14:40:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição de 1922]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[José Baptista Barreira Vianna]]></category>
		<category><![CDATA[MIS- RJ]]></category>
		<category><![CDATA[Museu da Imagem e do Som]]></category>
		<category><![CDATA[Pavilhão da Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Pavilhão da Administração e do Distrito Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Pavilhão do Distrito Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Raphael Rebecchi]]></category>
		<category><![CDATA[Sylvio Rebecchi]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao longo deste ano a Brasiliana Fotográfica publicou onze artigos na Série "1922, Hoje, há 100 anos", criada a partir dos centenários da Semana de Arte Moderna e da Exposição do Centenário da Independência do Brasil. Terminamos 2022 com um artigo relativo a essa última efeméride. É sobre o Pavilhão do Distrito Federal, atualmente uma das sedes do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro. Seu projeto foi do arquiteto italiano Sylvio Rebecchi (1882 - 1950). Aproveitamos para desejar um Feliz 2023!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo deste ano a Brasiliana Fotográfica publicou onze artigos na <em>Série 1922, Hoje, há 100 anos</em>, criada a partir dos centenários da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26620" target="_blank">Semana de Arte Moderna</a> e da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17940" target="_blank">Exposição do Centenário da Independência do Brasil</a>. Terminamos 2022 com um artigo relativo a essa última efeméride. É sobre o Pavilhão do Distrito Federal, atualmente uma das sedes do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro. Seu projeto foi do arquiteto italiano Sylvio Rebecchi (1882 &#8211; 1950). Aproveitamos para desejar um Feliz 2023!</p>
<p>Além do edifício do MIS, cinco prédios da Exposição de 1922 ainda existem. No Rio de Janeiro, são o do Pavilhão da França, atualmente sede da Academia Brasileira de Letras; o do Palácio das Indústrias, atual Museu Histórico Nacional;  o do Pavilhão de Estatística, órgão do Ministério da Saúde; e o do Pavilhão das Indústrias Particulares, o restaurante Albamar. Este último já existia antes da Exposição e abrigava o Mercado Municipal. O Pavilhão das Indústrias de Portugal, foi transferido para Lisboa e é o atual Pavilhão Carlos Lopes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>O Pavilhão do Distrito Federal, atualmente uma das sedes do Museu da Imagem e do Som</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7759" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7768/001ATK012012.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="513" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7768" target="_blank">Thiele &amp; Kollien. Exposição Internacional do Centenário da Independência &#8211; Pavilhões Brasil, 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Projetado pelo arquiteto italiano Sylvio Rebecchi (1882 &#8211; 1950) e construído para ser o Pavilhão do Distrito Federal durante a  <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17940" target="_blank">Exposição do Centenário da Independência do Brasil de 1922</a>, é, desde 1965, uma das sedes do Museu da Imagem e do Som (MIS-RJ), no Centro, na Praça XV.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29952" style="width: 543px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/308250/435" target="_blank"><img class="wp-image-29952 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/rebecchi.jpg" alt="rebecchi" width="533" height="287" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/308250/435" target="_blank"><em>Architectura no Brasil</em>, setembro de 1923</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O MIS-RJ foi inaugurado em 3 de setembro de 1965, como parte das comemorações do IV Centenário da cidade do Rio de Janeiro (<em>Jornal do Brasil</em>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_08/73432" target="_blank">3 de setembro</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_08/73697" target="_blank">9 de setembro</a>; e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_08/75260" target="_blank">15 de outubro</a> de 1965). Lá se encontra o acervo iconográfico com as fotografias de autoria de Augusto Malta (1864 &#8211; 1957), fotógrafo oficial da Prefeitura entre 1903 e 1936, e do fotógrafo amador Guilherme Santos (1871 &#8211; 1966), além de boa parte das coleções de partituras de Jacob do Bandolim (1918 &#8211; 1969) e Almirante (1908 &#8211; 1980). Antes o edifício havia abrigado a administração do Instituto Médico Legal e do Serviço de Registro dos Estrangeiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29953" style="width: 888px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/154067" target="_blank"><img class="size-full wp-image-29953" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/rebecchi2.jpg" alt="Fon-Fon, 28 de outubro de 1922" width="878" height="527" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/154067" target="_blank">Pavilhão do Distrito Federal<em> / Fon-Fon</em>, 28 de outubro de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sylvio Rebecchi compôs o júri que escolheu o <span lang="PT-BR">Pavilhão do Brasil na Exposição de Filadélfia de 1926. O vencedor foi o então jovem arquiteto Lúcio Costa </span>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/308250/536" target="_blank"><em>Architectura no Brasil</em>, novembro de 1925</a>; <span style="color: #000099;"><span style="color: #800080;"><a style="color: #800080;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_04/42048" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 11 de novembro de 1925</a></span>). <span style="color: #000000;">Em 1926, Rebecchi foi eleito vice-presidente do Instituto Central dos Arquitetos<em> (</em></span></span><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/308250/643" target="_blank"><em>Architectura no Brasil</em>, junho e julho de 1926</a>). Faleceu em dezembro de 1950 (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/154083_01/3279" target="_blank"><em>Tribuna da Imprensa</em>, 7 de dezembro de 1950, última coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29954" style="width: 701px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_04/3893" target="_blank"><img class="wp-image-29954 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/rebecchi1.jpg" alt="rebecchi1" width="691" height="465" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/025909_04/3893" target="_blank">Sylvio Rebecchi é o número 5 / <em>Revista da Semana</em>, maio de 1941</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma curiosidade: o pai de Sylvio, o italiano comendador Raphael Rebecchi (1844 &#8211; 1922), fundador da empresa Rebecchi &amp; Cia, havia sido o responsável, em fins do século XIX, pelo projeto e pela construção da residência de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4924" target="_blank">José Baptista Barreira Vianna (1860 &#8211; 1925)</a>, fotógrafo amador que já foi tema de um artigo da Brasiliana Fotográfica. Foi a primeira casa na praia e uma das primeiras de Ipanema. Barreira Vianna, no final da década de 1890, havia adquirido um terreno do loteamento de José Antônio Moreira Filho (1830-1899), o barão e conde de Ipanema, exatamente na esquina das atuais avenida Vieira Souto e rua Francisco Otaviano, ao lado de onde seria construído, mais tarde, o Colégio São Paulo. Raphael Rebecchi também venceu, em 1904, o concurso de fachadas da <span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">Avenida Central</a>,</span> cuja história foi tema de outro artigo do portal (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_02/13517" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 27 de março de 1904, sexta colun</a>a; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/308250/148" target="_blank"><em>Architectura no Brasil</em>, fevereiro de 1922)</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9303" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9303/002054VIAN007.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="360" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9303" target="_blank">José Baptista Barreira Vianna. Residência da família Barreira Vianna; ao fundo, a Pedra do Arpoador e as Ilhas Cagarras, c. 1903. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
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