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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Manya Millen</title>
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		<title>O cronista visual de Diamantina: Chichico Alkmim, fotógrafo (1886 &#8211; 1978)</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Aug 2017 13:41:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Cronologia]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Carolina Casarin]]></category>
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		<category><![CDATA[cronologia de fotógrafos]]></category>
		<category><![CDATA[Diamantina]]></category>
		<category><![CDATA[Elvia Bezerra]]></category>
		<category><![CDATA[Eucanaã Ferraz]]></category>
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		<category><![CDATA[Instituto Moreira Salles]]></category>
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		<category><![CDATA[perfil de fotógrafos]]></category>
		<category><![CDATA[século XX]]></category>
		<category><![CDATA[Silviano Santiago]]></category>

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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica destaca a obra do mineiro Chichico Alkmim (1886 – 1978), autodidata e pioneiro da fotografia em Diamantina. Ele atuou entre as décadas de 1910 e 1950 e sua produção é uma das principais referências da memória visual de Minas Gerais. A gestão de seu acervo, de 5.549 negativos de vidro, foi transferida para o Instituto Moreira Salles, em 2015.  A exposição "Chichico Alkmim, fotógrafo", cuja curadoria é do poeta Eucanaã Ferraz, está em cartaz, no IMS, no Rio de Janeiro, até 1º de outubro de 2017 .]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="width: 674px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5160" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5160/P011G00376.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="664" height="473" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5160" target="_blank">Chichico Alkmim. Parque Municipal da Cavalhada Velha, atual praça Doutor Prado, 1945. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;"><em>O ateliê é o mundo</em></span></strong></p>
<p style="text-align: center;">Eucanaã Ferraz*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As fotografias de Chichico Alkmim (1886 &#8211; 1978) são, antes de tudo emocionantes. Mas já o primeiro olhar reconhece o domínio dos recursos técnicos. Aprende a fotografar ainda muito jovem e, em Diamantina, abre seu primeiro estúdio em 1912. Depois de passar por outros endereços, muda-se em 1919 para o beco João Pinto, 86, na parte alta da cidade. Ali, monta seu ateliê definitivo, cujo funcionamento se estenderá até meados de 1950. O pavimento ao nível da rua é destinado ao laboratório fotográfico. Outro cômodo, na parte superior, é adaptado para estúdio, conforme o padrão da época: ampla janela envidraçada em uma das paredes e claraboia; sobre ambas, um cortinado leve, deslizante graças a um sistema de cordas, compondo um mecanismo de controle da luz natural; na parede ao fundo, uma viga de madeira serve como suporte para os painéis pintados com paisagens viçosas e motivos arquitetônicos de gosto classicizante; algum mobiliário &#8211; cadeiras, pequenas mesas, apoios para jarros, tapetes, cortina &#8211; ajuda a compor os cenários. Vivia-se ainda há pouco na escravidão de homens e mulheres roubados à África. Nas casas de família, tocam-se pianos juvenis. Lá fora, portugueses pobres cantam violões tristíssimos. Os negros fazem festas, vão à igreja. Procissões desfilam em latim enquanto nos cafés os chapéus falam francês. Há muitos padres e carnavais. Há meninos negros de terno em pés descalços. Tudo tão antigo e tão recente esta gente de papel convida a esquecer o tempo &#8211; até que a voz de um galo nos acorde.</p>
<p>*Eucanaã Ferraz é poeta e consultor de literatura do Instituto Moreira Salles.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/browse?value=Alkmim%2C+Chichico&amp;type=author" target="_blank"><span style="color: #800000;">Acessando o link para as fotografias de autoria de Chichico Alkmim disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</span></a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;">Pequeno perfil de Chichico Alkmim</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"> Andrea C. T. Wanderley*</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5156" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5156/P011A00044.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="744" height="529" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5156" target="_blank">Chichico Alkmim. Crianças na atual Macau do meio, s/d. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O mineiro Chichico Alkmim (1886 – 1978), autodidata, pioneiro da fotografia de estúdio em Diamantina, e primeiro cronista visual da cidade, atuou na profissão, que adotou em 1907, até 1955. Seu primeiro ateliê foi inaugurado em 1912. A obra de Chichico, que compreende imagens da arquitetura diamantinense, sua religiosidade, costumes, ritos e retratos de seus habitantes, é uma das principais referências da memória visual de Minas Gerais. Foi o mestre do fotógrafo <a href="http://revistazum.com.br/revista-zum-7/o-clique-unico-de-assis-horta/" target="_blank">Assis Horta (1918 &#8211; 2018)</a>, mineiro de Diamantina, que se tornou conhecido por registrar a classe trabalhadora na era Vargas. Uma curiosidade: a fotografia predileta de Assis Horta foi produzida por Chichico no dia de seu casamento: <em>Eu mesmo levei a máquina para o Chichico fazer o retrato</em>.</p>
<p>Chichico retratou a burguesia e também os trabalhadores ligados ao pequeno garimpo, ao comércio e à indústria. Produziu imagens de casamentos, batizados, funerais, festas populares e religiosas, paisagens e cenas de rua. De 1955, quando parou de  fotografar, até 1978, ano de sua morte, continuou cuidando de seu acervo, que guardava no porão de sua casa.</p>
<p>A gestão do acervo de Chichico Alkmim, de 5.549 negativos de vidro, foi transferida para o Instituto Moreira Salles (IMS), em 2015. Além dos negativos em vidro, existem no acervo alguns poucos negativos flexíveis, documentos, objetos e dezenas de fotografias de época.</p>
<p>Foi inaugurada em 13 de maio e 1º de outubro de 2017, na sede do IMS, no Rio de Janeiro, a exposição &#8220;Chichico Alkmim, fotógrafo&#8221;, cuja curadoria é do poeta Eucanaã Ferraz (1961-). Será encerrada em 1º de outubro de 2017. Segundo Eucanaã, &#8220;Chichico é daqueles fotógrafos que parecem ter o poder de fazer vir ao primeiro plano a vida de seus modelos. E é patente a densidade existencial que se expressa no conjunto de características físicas que chamamos fisionomia, compreendida como a realização momentânea de um destino&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"> <strong><span style="color: #800000;">Cronologia de Chichico Alkmim</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 351px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5233" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5233/P011G00539.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="341" height="371" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5233" target="_blank">Chichico Alkmim. Chichico Alkmim e sua esposa, Maria Josephina Netto Alkmim, s/d. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1886</strong></span> &#8211; Filho de Herculano Augusto d’Alkmim e Luiza Gomes d’Alkmim, Francisco Augusto de Alkmim, o Chichico Alkmim, nasceu em 28 de março, na fazenda do Sítio, município de Bocaiuva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1890 &#8211; 1900</strong></span> &#8211; Em 7 de abril de 1890, falecimento de sua mãe, em Bocaiuva. Chichico e sua irmã Carmina foram levados para a fazenda do Caeté Mirim, localizada próximo ao distrito de São João da Chapada, das suas tias Tereza de Jesus Gomes Ribeiro e Maria Amélia de Jesus Ribeiro. A irmã mais velha, Amanda, permaneceu em Bocaiuva. Nessa década, na fazenda, foi educado pelas tias, com quem aprendeu a ler e escrever.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1900-1910</strong></span> &#8211; Nesse período, Chichico ajudou nos negócios da fazenda e nos trabalhos de mineração de diamantes empreendidos por suas tias. Realizou várias viagens, a maioria delas em companhia de seu pai, que comercializava gado. Os deslocamentos em tropa davam-se entre Caeté Mirim, São João da Chapada, Diamantina, Bocaiuva, Montes Claros, Buenópolis, Coração de Jesus, Januária, Carinhanha (Bahia) e várias outras localidades do vale do São Francisco, chegando algumas vezes até a Vila de Posse, atual cidade de Posse, em Goiás. Nessas viagens, Chichico vendia jóias e, possivelmente, foi em uma delas que, entre 1900 e 1902, conheceu a fotografia.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1907</strong></span> &#8211; Adotou a profissão de fotógrafo.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1912</strong> </span>- No fim do ano, passou a residir em Diamantina. Sua casa e seu primeiro ateliê ocupavam parte do sobrado situado à praça Francisco Sá, 53, largo do Bonfim (atual sede da Casa da Cultura). Nos anos seguintes, mudou de endereço várias vezes, tendo permanecido por mais tempo em um sobrado localizado no alto da rua da Romana, 37.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1913</strong></span> &#8211; Em 14 de junho, casou-se com Maria Josephina Netto, a Miquita.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #800000;">1914</span></strong> &#8211; No fim do ano, seu irmão por parte de pai, José Maria Alkmim (1901 &#8211; 1974), futuro político e vice-presidente do Brasil, entre 1964 e 1967, passou a residir em sua casa, até completar os estudos em 1921.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #800000;">1916</span> </strong>- Em 30 de junho, nasceu sua primeira filha, Maria de Jesus Alkmim, que faleceu poucos meses depois.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1917</strong></span> &#8211; Em 20 de agosto, nasceu a segunda filha, Maria Bernadette.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1919</strong></span> &#8211; Em 17 de abril, nasceu a filha Déa Maria.</p>
<p style="text-align: left;">Em 9 de outubro, Chichico mudou-se para o beco João Pinto, 86, na parte alta da cidade, onde montou seu ateliê definitivo.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1920</strong></span> &#8211; Em 20 de outubro, nasceu a filha Luíza Marilac.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1923</strong></span> &#8211; Em 13 de outubro, nasceu a filha Maria Ruth.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1924</strong></span> &#8211; Em 12 de novembro, nasceu o filho José Antônio.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1955</strong></span> &#8211; Chichico  encerrou a carreira de fotógrafo.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #800000;">1978</span></strong> &#8211; Faleceu em consequência de um colapso cardíaco, em 22 de agosto.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1980</strong></span> &#8211; Na inauguração do Centro de Documentação e Pesquisa da Casa da Cultura de Diamantina, durante o 16º Festival de Inverno da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), realizou-se a primeira exposição de fotografias de Chichico, no Museu do Diamante/Ibram/MinC.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1998</strong></span> &#8211; O acervo fotográfico de Chichico, constituído por aproximadamente 5.500 negativos, começou a ser higienizado, indexado e catalogado na Faculdade de Filosofia e Letras da Fundação Educacional do Vale do Jequitinhonha (Fevale), em projeto financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado de Minas Gerais (Fapemig) e apoio da UFMG.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #800000;">1999</span></strong> &#8211; Chichico Alkmim foi apresentado como um artista do circuito fotográfico brasileiro na mostra <em>Minas: minas memorial e contemporânea</em>, realizada no MIS-SP, com curadoria do fotógrafo Bernardo Magalhães.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>2002</strong></span> &#8211; O acervo fotográfico de Chichico foi doado pelos seus herdeiros à Fevale.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>2005</strong></span> &#8211; Foi lançado o livro <em>O olhar eterno de Chichico Alkmim</em>, pela Editora B, organizado por Flander de Sousa e Verônica Alkmim França.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>2008</strong></span> &#8211; Foi realizada a exposição <em>Chichico Alkmim</em>, na galeria da Escola Guignard, Universidade Estadual de Minas Gerais (Uemg), em Belo Horizonte.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>2010</strong></span> &#8211; Com a extinção da Fevale, o acervo fotográfico retornou aos herdeiros.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>2013 </strong></span>- Foi realizada a exposição <em>Paisagens humanas — Paisagens urbanas</em>, no Memorial Minas Gerais Vale, em Belo Horizonte.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>2015</strong></span> &#8211; O acervo de Chichico Alkmim passou a integrar em regime de comodato o acervo de fotografias do Instituto Moreira Salles.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>2017</strong></span> &#8211; Foi aberta a exposição <em>Chichico Alkmim, fotógrafo</em>, no Instituto Moreira Salles, no Rio de Janeiro, em 13 de maio, com curadoria de Eucanaã Ferraz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 583px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5235" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5235/P011G00652.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="573" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5235" target="_blank">Chichico Alkmim. À direita, Maria Josefina Alkmim, Miquita, esposa de Chichico, década de 10. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 588px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5226" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5226/P011H00028.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="578" height="814" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5226" target="_blank">Chichico Alkmim. Retrato de estúdio, década de 1910. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>Esse artigo contou com a colaboração de Gabriella Vieira Moyle, da equipe do IMS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">Publicações relacionadas a Chichico Alkmim:</span></strong></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4493" target="_blank">Diamantina, Chichico Alkmim (1886 &#8211; 1978) e Carlos Drummond de Andrade (1902 &#8211; 1987)</a></p>
<p><a href="http://www.ims.com.br/ims/explore/acervo/noticias/elegancia-brasileira" target="_blank"><em>Elegância brasileira</em>, por Carolina Casarin</a></p>
<p><a href="http://blogdoims.com.br/familia/" target="_blank"><em>Família</em>, por Silviano Santiago sobre uma fotografia de autoria de Chichico Alkmim</a></p>
<p><a href="http://www.ims.com.br/ims/explore/acervo/noticias/o-anfitriao-de-chichico" target="_blank"><em>O anfitrião de Chichico</em>, por Elvia Bezerra.</a></p>
<p><a href="http://www.ims.com.br/ims/explore/acervo/noticias/retratista-de-diamantina" target="_blank"><em>O retratista de Diamantina</em>, por Manya Millen</a></p>
<div></div>
<p><strong><span style="color: #800000;">Fontes:</span></strong></p>
<p><em>Chichico Aklmim, fotógrafo</em>. IMS, 2017.</p>
<p>FRANÇA, Verônica Alkmim; SOUZA, Flander de (orgs). <em>O olhar eterno de Chichico Alkmim. </em>Belo Horizonte: Editora B, 2005.</p>
<p>HARAZIM, Dorrit. <em>O instante certo</em>. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.</p>
<p><a href="http://ims.com.br/ims/visite/exposicoes/chichico-alkmim-fotografo" target="_blank">Site do Instituto Moreira Salles</a></p>
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