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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Jornal A Noite</title>
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		<title>A estátua do Pequeno Jornaleiro por Alfredo Krausz</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2022 12:22:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Alfredo Krausz]]></category>
		<category><![CDATA[Anísio Oscar Mota]]></category>
		<category><![CDATA[Anísio Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Coelho Neto]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal A Noite]]></category>
		<category><![CDATA[O Pequeno Jornaleiro]]></category>
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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica, no Dia do Jornaleiro, destaca a imagem Estátua do Pequeno Jornaleiro de autoria de Alfredo Krausz. Foi inaugurada, durante as festas do "Mês da Cidade", em junho de 1933, por iniciativa do jornal "A Noite", na confluência das ruas Ouvidor e Miguel Couto junto à avenida Rio Branco. A obra foi do caricaturista Fritz, pseudônimo de Anísio Oscar Mota, e foi fundida em bronze na Zani Fundição Artística E Metalúrgica Ltda. Reproduz uma cena que era muito comum no Rio de Janeiro do início do século XX: um menino que vestindo roupas velhas e com jornais debaixo do braço gritava as últimas manchetes do dia para vender os exemplares que carregava.

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				<content:encoded><![CDATA[<p>A Brasiliana Fotográfica, no Dia do Jornaleiro, destaca a imagem <em>Estátua do Pequeno Jornaleiro</em> de autoria de Alfredo Krausz (? &#8211; 19?). Pouco se sabe, até o momento, sobre este fotógrafo. Imagens produzidas por ele integraram a exposição <em>São Paulo 450 Anos: a imagem e a memória da cidade no acervo do Instituto Moreira Salles</em>, realizada no Centro Cultural Fiesp, entre 23 de janeiro e 27 de junho de 2004. No acervo fotográfico do portal, há 52 imagens, todas do Instituto Moreira Salles, produzidas por Krausz no Rio de Janeiro &#8211; registros da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27486" target="_blank">Baía de Guanabara</a>, de avenidas e ruas, de cinemas, edifícios e monumentos, do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=25960http://" target="_blank">Cristo Redentor</a>, dos <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11127" target="_blank">Arcos da Lapa,</a> dentre outras &#8211; , e, em São Paulo, a de um<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12075" target="_blank"> Zepellin</a> sobrevoando a cidade com destaque para o <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=27521" target="_blank">Edifício Martinelli</a>.</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/browse?value=Krausz%2C+Alfredo&amp;type=author" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de Alfredo Krausz disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar a imagem e verificar todos os dados referentes a ela.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 582px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9578" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9578/002037AAK5009.JPG.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="572" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9578" target="_blank">Alfredo Krausz. O Pequeno Jornaleiro, c. 1938. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Estátua do Pequeno Jornaleiro foi inaugurada na confluência das ruas Ouvidor e Miguel Couto junto à avenida Rio Branco, durante as festas do Mês da Cidade, em 1º de junho de 1933, por iniciativa do jornal<em> A Noite</em>. O discurso da inauguração foi feito pelo escritor Coelho Neto (1864 &#8211; 1934) (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/348970_03/13104" target="_blank"><em>A Noite</em>, 2 de junho de 1933</a>). Um dos maiores incentivadores das festas foi Anísio Teixeira (1900 &#8211; 1971), então Diretor da Instrução Municipal do Rio de Janeiro e um dos mais importantes educadores do Brasil (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/12957" target="_blank"><em>A Noite</em>, 22 de maio de 1933).</a></p>
<p>A obra, do caricaturista <em>Fritz,</em> pseudônimo do carioca Anísio Oscar Mota (1895-1969), foi fundida em bronze na Zani Fundição Artística e Metalúrgica Ltda e foi o ponto de partida para a criação da Casa do Pequeno Jornaleiro, concretizada, em 1940, pela então primeira-dama Darcy Vargas (1895 &#8211; 1968). A estátua reproduz uma cena que era muito comum no Rio de Janeiro do início do século XX: um menino que vestindo roupas velhas e com jornais debaixo do braço gritava as últimas manchetes do dia para vender os exemplares de jornal que carregava.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="block__advertising block__advertising-in-text" style="text-align: center;">
<div id="attachment_27597" style="width: 458px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_08/21293" target="_blank"><img class="wp-image-27597 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/fritz4.jpg" alt="Fritz / Jornal do Brasil, de 196" width="448" height="514" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_08/21293" target="_blank">Fritz, pseudônimo de Anísio Oscar Mota (1895-1969), autor da estátua /<em> Jornal do Brasil,</em> 23 de agosto de 1961</a></p></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A inspiração de Fritz para a criação da estátua foi um dos meninos que vendia, durante a década de 20, jornais nas ruas do Rio de Janeiro. Chamava-se José Bento de Carvalho e era conhecido por sua agilidade em vender jornais saltando e apeando do estribo dos bondes em velocidade. Vivia na redação de <em>O Malho</em>, onde <em>Fritz</em> trabalhava como repórter, não tinha parentes e suas roupas eram quase o dobro de seu tamanho. Já havia sido, anteriormente, o inspirador do personagem <em>Pirulito</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_08/44219" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 19 de setembro de 1963</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/docreader/030015_08/21293"><img class=" size-full wp-image-27599 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/fritz6jpg.jpg" alt="fritz6jpg" width="246" height="519" /></a></p>
<div id="attachment_27600" style="width: 199px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_08/21293"><img class="wp-image-27600 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/fritz7.jpg" alt="fritz7" width="189" height="434" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_08/21293"><em>Jornal do Brasil</em>, 23 de agosto de 1961</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27594" style="width: 314px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/12957" target="_blank"><img class="size-full wp-image-27594" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/fritz1.jpg" alt="A Noite, 22 de maio de 1933" width="304" height="314" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/12957" target="_blank"><em>A Noite</em>, 22 de maio de 1933</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o historiador da música popular brasileira Carlos Didier (1954-) que com João Máximo (1935 &#8211; ) escreveu o livro <em>Noel Rosa &#8211; Uma biografia </em>(1990), no dia da inauguração da estátua, no <em>Programa Casé</em>, o poeta e compositor Orestes Barbosa (1893 &#8211; 1966)  fez, tendo como fundo musical solos de violão de Noel Rosa (1910 &#8211; 1937), a seguinte saudação ao monumento: &#8220;<em>Esse garoto, que está aí na avenida, é a rua. A rua é o aplauso sincero e a vaia justa</em>&#8220;(<a href="https://blogs.oglobo.globo.com/ancelmo/post/estatua-do-pequeno-jornaleiro-e-removida-do-centro-do-rio.html" target="_blank"><i>O GLOBO,</i> 11 de janeiro de 2016</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27595" style="width: 508px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/083712/52731" target="_blank"><img class="size-full wp-image-27595" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/fritz2.jpg" alt="Careta, 10 de junho de 1933" width="498" height="461" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/083712/52731" target="_blank"><em>Careta</em>, 10 de junho de 1933</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27593" style="width: 322px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/12968" target="_blank"><img class="size-full wp-image-27593" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/fritz.jpg" alt="Declaração de Herbert Moses, presidente da Associação Brasileira de Imprensa / A Noite, de junho de 1933" width="312" height="445" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_03/12968" target="_blank">Declaração de Herbert Moses (1884 &#8211; 1972), presidente da Associação Brasileira de Imprensa /<em> A Noite</em>, 23 de maio de 1933</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre 1996, durante o Projeto Rio Cidade, a estátua foi transferida para a calçada da Rua Sete de Setembro. Em  janeiro de 2016, o <em>Pequeno Jornaleiro</em> foi para o Parque Noronha Santos, devido às  obras do VLT  (<em>O GLOBO</em>, 11 de janeiro de 2016). Foi reinaugurado próxima a seu local original, na esquina das ruas do Ouvidor e Miguel Couto com a avenida Rio Branco, em 3 de outubro de 2019 (<em>O GLOBO</em>, 3 de outubro de 2019).  E assim o grito do <em>Pequeno Jornaleiro</em> voltou a ecoar no Centro do Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_44391" style="width: 440px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/cassioloredano.jpg"><img class="size-full wp-image-44391" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/cassioloredano.jpg" alt="O Peqeuno Jornaleiro por Cássio Loredano, publicado na quarta edição da revista eletrônica Pasmado, 14 de abril de 2026" width="430" height="477" /></a><p class="wp-caption-text">O Pequeno Jornaleiro por Cássio Loredano, publicado na quinta edição da revista eletrônica <em>Pasmado</em>, 8 de abril de 2026</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A ilustração acima foi inserida no artigo em 16 de abril de 2026.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p><a href="https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa387985/alfredo-krausz" target="_blank">Enciclopédia Itaú Cultural</a></p>
<p><a href="http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p><a href="http://inventariodosmonumentosrj.com.br/?iMENU=catalogo&amp;iiCOD=179&amp;iMONU=Pequeno%20Jornaleiro%20-%20dep%C3%B3sito" target="_blank">Inventário dos Monumentos do Rio de Janeiro</a></p>
<p><i>O GLOBO</i></p>
<p><a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2020/09/dia-do-jornaleiro-30-de-setembro-marca-historia-centenaria-da-profissao" target="_blank">Site Senado Federal</a></p>
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		<title>Série &#8220;Exposições&#8221; VIII &#8211; A apresentação do Departamento Nacional de Saúde Pública na Exposição Internacional do Centenário da Independência</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 13:57:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
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		<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
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		<category><![CDATA[Departamento Nacional de Saúde Pública]]></category>
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		<category><![CDATA[Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Organização Mundial da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Kehl]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Augusto dos Santos]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das apresentações realizada durante a Exposição Internacional do Centenário da Independência em 1922 foi montada pelo então recém-criado Departamento Nacional de Saúde Pública (DNSP), que obteve muito sucesso, é o tema do artigo A apresentação do Departamento Nacional de Saúde Pública na Exposição Internacional do Centenário da Independência, de Ricardo Augusto dos Santos, pesquisador da Fiocruz. Nesse momento dramático da história do Brasil e do mundo, em que a Fiocruz destaca-se no combate à pandemia do coronavírus, publicamos uma lista com os 24 artigos, além deste, já produzidos por seus profissionais para a Brasiliana Fotográfica, desde agosto de 2017, quando passou a integrar o portal.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Uma das apresentações realizada durante a Exposição Internacional do Centenário da Independência em 1922 foi montada pelo então recém-criado Departamento Nacional de Saúde Pública (DNSP). Esse órgão administrativo da saúde pública era uma antiga reivindicação dos intelectuais sanitaristas, que acreditavam que somente uma organização estatal e nacional resolveria os graves problemas de saúde no Brasil. A instalação dessa exposição obteve grande repercussão, sendo saudada pela imprensa como obra vital para a salvação do país. É essa história que o pesquisador Ricardo Augusto dos Santos, da Fiocruz, instituição parceira da Brasiliana Fotográfica desde agosto de 2017, traz para os leitores do portal com a publicação do artigo <em>A apresentação do Departamento Nacional de Saúde Pública na</em><em> Exposição Internacional do Centenário da Independência </em>e de 14 fotografias do evento.</p>
<p style="text-align: left;">Nesse momento dramático da história do Brasil e do mundo, publicamos, no final desse artigo, a lista dos 24 artigos, além deste, produzidos por profissionais da Casa de Oswaldo Cruz para o portal. A Fiocruz contribui significativamente no combate ao coronavírus, seja na <a href="https://oglobo.globo.com/sociedade/coronavirus/coronavirus-cientistas-da-fiocruz-testam-droga-contra-hiv-com-sucesso-24354826" target="_blank">pesquisa de medicamentos</a>, na elaboração de um <a href="https://portal.fiocruz.br/coronavirus-2019-ncov-publicacoes-da-fiocruz" target="_blank">plano de contingência diante da pandemia</a> ou na <a href="https://portal.fiocruz.br/coronavirus-perguntas-e-respostas" target="_blank">disseminação de informações importantes para a população.</a></p>
<p style="text-align: left;">A Organização Mundial da Saúde oficializou no dia 8 de abril de 2020 a indicação do Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo da Fiocruz (Instituto Oswaldo Cruz) como laboratório de referência para o combate ao novo coronavírus nas Américas. O laboratório, que já era referência junto à OMS para vírus do tipo Influenza, poderá receber amostras de COVID- 19 de outros países do continente para a realização de sequenciamento genético, localização de mutações, aprofundamento de estudos que possam levar ao desenvolvimento de uma vacina e ao aperfeiçoamento de diagnósticos, além de testes de medicamentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>A apresentação do Departamento Nacional de Saúde Pública na</strong></em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong> <strong>Exposição Internacional</strong><strong> do Centenário da Independência </strong></strong></em></span></p>
<p style="text-align: center;"> Ricardo Augusto dos Santos*</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7955" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7955/Imagem%2010.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="478" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7955" target="_blank">Aspectos da Mostra de Saúde Pública do DNSP na Exposição do Centenário em 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Realizada no Rio de Janeiro em 1922, a Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil ficou marcada pela derrubada do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=14030" target="_blank">Morro do Castelo</a>, arrasado durante a administração do prefeito Carlos Sampaio (1861-1930). Com a utilização de mangueiras hidráulicas e auxiliado por vagões que levavam o entulho, o monte foi demolido. Desta maneira, a Esplanada do Castelo foi cenário para a construção dos pavilhões da Exposição, projeto dos arquitetos Adolfo Morales de Los Rios (1858 &#8211; 1928) e Archimedes Memória (1893-1960). Após a festa, a área valorizada foi ocupada atendendo a necessidades, não somente de ordem higienista, motivo declarado à época, mas, sobretudo, da reprodução do capital imobiliário. A Exposição Internacional de 1922 foi um grande evento, onde não faltaram os principais países. Em seus monumentais prédios estavam presentes, estilos arquitetônicos, aspectos culturais e produtos que a transformaram numa vitrine das nações. Da imensa mostra restaram poucas construções, hoje ocupadas pelo Museu da Imagem e do Som, Academia Brasileira de Letras e Centro Cultural da Saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=%22aspectos+da+Mostra+de+Sa%C3%BAde+P%C3%BAblica+do+DNSP+na+Exposi%C3%A7%C3%A3o+do+Centen%C3%A1rio+em+1922%22&amp;submit=Ir" target="_blank">Acessando o link para as fotografias dos Aspectos da Mostra de Saúde Pública do DNSP na Exposição do Centenário em 1922 disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os preparativos para o centenário começaram assim que o aterro foi surgindo na praia de Santa Luzia. Ocupando o terreno obtido com a destruição do morro, a exposição foi montada numa reta, chamada de Avenida das Nações, onde ficavam os edifícios. A publicação oficial da comissão organizadora informa como foi conduzido o trabalho. O objetivo era apresentar a vitória do homem sobre a natureza. Enquanto os países estrangeiros apresentavam aparelhos inovadores, os projetos brasileiros procuravam apagar as marcas do país doente, pobre e analfabeto. No pavilhão da indústria nacional, destacava-se a máquina que produzia energia a partir da queda d’água. A beleza tropical estava sendo dominada e a ciência transformaria o meio selvagem, abandonando a perene condição inferior da nação. Pedagogicamente, se alardeava a possibilidade de transformação da floresta em riqueza econômica, através da exploração dos recursos naturais. Com a ciência, o país alcançaria a civilização.</p>
<p>Uma das apresentações foi montada pelo então recém-criado Departamento Nacional de Saúde Pública (DNSP). Esse órgão administrativo da saúde pública era uma antiga reivindicação dos intelectuais sanitaristas, que acreditavam que somente uma organização estatal e nacional resolveria os graves problemas de saúde no Brasil. A instalação dessa exposição realizada pelo DNSP obteve grande repercussão, sendo saudada pela imprensa como obra vital para a salvação do país, como podemos averiguar através da entrevista concedida pelo médico Renato Kehl (1889 &#8211; 1974) que, como funcionário do DNSP, trabalhou na produção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_18823" style="width: 298px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_02/4856" target="_blank"><img class="size-full wp-image-18823" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/KEHL.jpg" alt="a nOITE, 20 DE JULHO DE 1920" width="288" height="483" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348970_02/4856" target="_blank"><em>A Noite</em>, 9 de fevereiro de  1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao jornal <em>A Noite</em>, o eugenista faz relevantes declarações sobre a função da educação higiênica:</p>
<p>“<em>Jornal A Noite – Há justo motivo para se acreditar, diz o Dr. Renato Kehl, que estamos em plena fase de higienização nacional, completando a memorável obra de reabilitação sanitária iniciada no nosso país pelo grande patrício Oswaldo Cruz. Dia a dia multiplicam-se as providências de ataque às epidemias e endemias que assolam o território pátrio e são freqüentes as manifestações de aplausos a essa auspiciosa campanha de saneamento que se vai disseminando por quase todos os estados da União. O magno problema está, pois, em foco. Congressos médicos, mensagens, plataformas, discursos e conferências, tratam das medidas profiláticas em execução ou em projeto, mantendo-se unânime a opinião pública de que a política sanitária é a verdadeira política de salvação nacional. O povo, apercebido dos benefícios que estão surgindo com as medidas de saneamento e dos que advirão futuramente, compreende, enfim, que o nosso grande mal não está ligado ao clima nem à gente que habita esta face da terra, mas sim às endemias e epidemias que infelicitam grande parte dos nossos patrícios, principalmente dos que habitam a zonas rurais.</em></p>
<p><em>Kehl – A exposição, que vai fazer o Departamento Nacional de Saúde Pública, nas alas laterais do Pavilhão das Festas, vale por uma demonstração do que se tem feito e do que se tem a fazer em matéria de propaganda. Presta-se ainda, para demonstrar ao público, de um modo simples e evidente, a importância da execução dos preceitos ditados pela higiene.</em></p>
<p><em>Jornal A Noite – Tem esperanças nessa propaganda com o analfabetismo reinante?</em></p>
<p><em>Kehl – Naturalmente. Ao lado da campanha escrita, faz-se a falada, que será compreendida pelos “iletrados”. Ninguém ignora que a propaganda é o elemento mais importante para a vitória de uma campanha, seja ela comercial, política ou sanitária. Antes de tudo, é preciso convencer o público, para depois se lhe pedir ou exigir a colaboração”</em>.<a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7919" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7919/Imagem%2004.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="483" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7919" target="_blank">Aspectos da Mostra de Saúde Pública do DNSP na Exposição do Centenário em 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
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<p>Em seu arquivo pessoal, Renato Kehl guardou algumas imagens fotográficas desta apresentação. Podemos averiguar que o objetivo era colaborar para a educação higiênica das populações rurais e urbanas. Os objetos e fotografias, reunidas no trabalho, realçavam o valor dos ensinamentos da higiene. As imagens são um fragmento da campanha educativa e sanitária que deveria ser instalada no Brasil. São imagens das habitações típicas das áreas rurais, infestadas de insetos transmissores de doenças. Também eram apresentados os modelos corretos de casas rurais que os camponeses deveriam construir.</p>
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<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7953" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7953/Imagem%2012.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="478" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7953" target="_blank">Aspectos da Mostra de Saúde Pública do DNSP na Exposição do Centenário em 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
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<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7935" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/7935/Imagem%2013.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="515" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/7935" target="_blank">Aspectos da Mostra de Saúde Pública do DNSP na Exposição do Centenário em 1922. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> Entrevista com Renato Kehl. Jornal <em>A Noite</em>, 30/10/1922.</p>
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<p>*Ricardo Augusto dos Santos é Pesquisador Titular da Fundação Oswaldo Cruz</p>
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<p><strong>Nota da editora</strong>: esse artigo passou a integrar uma série e mudou de título em 1º de dezembro de 2025.</p>
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<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Lista dos 24 artigos, além deste, produzidos pela Casa de Oswaldo Cruz para publicação na Brasiliana Fotográfica</em></strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><em>(agosto de 2017 a fevereiro de 2020)</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/casa.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-19217" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/casa.jpg" alt="casa" width="334" height="135" /></a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18254">Cenas da folia em Manaus em 1913 – 28/02/2020 – Cristiane d´Avila, Casa de Oswaldo Cruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16710">Trilhos sobre a floresta: imagens da construção da E.F. Madeira-Mamoré – 14/10/2019 – Cristiane d´Avila, Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16641">As ruínas de Brás de Pina – 30/09/2019 – Ricardo Augusto dos Santos, Pesquisador Titular da Fundação Oswaldo Cruz / Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16066">O funeral de Teixeira Mendes pela lente de Augusto Malta – 02/08/2019 – Ricardo Augusto dos Santos, Pesquisador Titular da Fundação Oswaldo Cruz, e Marcus Vinícius Rubim Gomes é estagiário na Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=15090">A descoberta da doença de Chagas – 14/06/2019 – Simone Petraglia Kropf, historiadora da Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8707">O cotidiano da Manguinhos – 24/04/2019 – Equipe da Fiocruz </a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13880">As expedições do Instituto Oswaldo Cruz entre 1911 e 1913 – 14/03/2019 – Cristiane d´Avila, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13719">Morro de Santo Antônio – 05/02/2019 – Ricardo Augusto dos Santos, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13446">João Pedro ou João Pedroso? – 11/01/2019 – Ricardo Augusto dos Santos e Francisco dos Santos Lourenço, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/Instituto%20Nacional%20de%20Infectologia%20Evandro%20Chagas:%20centen%C3%A1rio%20da%20constru%C3%A7%C3%A3o%20da%20pesquisa%20cl%C3%ADnica%20em%20Manguinhos">Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas: centenário da construção da pesquisa clínica em Manguinho – 21/12/2018 – Dilene Raimundo do Nascimento, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13402">Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas 100 anos: Carlos e Evandro Chagas em retratos de família,  – 27/11/2018 – Aline Lopes de Lacerda, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13276">Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas: 100 anos de pesquisa clínica – 26/10/2018 – Cristiane d´Avila, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12777">O sanitarista Belisário Penna (1868 – 1939, um dos protagonistas da história da saúde pública no Brasil – 28/09/2018 – Ricardo Augusto dos Santos, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12743">Vacinação no Brasil, uma história centenária – 17/08/2018 – Cristiane d´Avila, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10646">A criação de uma vacina para a peste da manqueira, um marco na história da veterinária brasileira e mundial – 21/06/2018 – Cristiane d´Avila, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11758">100 anos do Castelo da Fiocruz: criador e criatura – Renato da Gama-Rosa Costa – 15 /05/ 2018, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11558">100 anos do Castelo da Fiocruz: os pedreiros do castelo da avenida Brasil – Ricardo Augusto dos Santos – 12/04/2018, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11509">Febre amarela: imagens da produção da vacina no início do século XX – Aline Lopes de Lacerda – 23/03/2018, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11321">100 anos do Castelo da Fiocruz: a ocupação da Fazenda de Manguinhos – Cristiane d´Avila – 28/02/2018, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8703">Manguinhos e a cidade do Rio de Janeiro – Equipe da Fiocruz – 19/01/2018, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10762">O cientista Oswaldo Cruz (1872 – 1917), prefeito de Petrópolis – Cristiane d’Avila com a colaboração de Ana Luce Girão, 28/12/2017, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10616">O fotógrafo Joaquim Pinto da Silva, o J. Pinto (1884-1951) e a Fundação Oswaldo Cruz – Ricardo Augusto dos Santos, 16/11/2017, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8684">Manguinhos e os sertões – Equipe da Fiocruz, 09/10/2017 , Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8499">Novos acervos: Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – Fotografia, Ciência e Saúde Pública – Equipe da Fiocruz, 30/08/2017, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz</a></p>
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<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>Links para os artigos sobre exposições nacionais ou internacionais publicados na Brasiliana Fotográfica</strong></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9392"><em>O pintor Victor Meirelles e a fotografia na II Exposição Nacional de 1866</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 17 de agosto de 2017.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11486"><em>A festa do progresso: o Brasil na Exposição Continental, Buenos Aires, 1882, </em>de autoria de Maria do Carmo Rainho, Arquivo Nacional, publicado em 29 de março de 2018.</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621"><em>Série “O Rio de Janeiro desaparecido” II</em> &#8211; <em>A Exposição Nacional de 1908 na Coleção Família Passos, </em>de autoria de<em> </em>Carla Costa, Museu da República, publicado em 5 de abril de 2018.</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11896"><em>Marc Ferrez, a Comissão Geológica do Império (1875 – 1878) e a Exposição Antropológica Brasileira no Museu Nacional (1882)</em>, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 29 de junho de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=12604"><em>Paris, 1889: o álbum da exposição universal, </em>de autoria de Claudia B. Heynemann, Arquivo Nacional,publicado em 27 de julho de 2018.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17283"><em>Café Brasil: o Império na Exposição Internacional de Filadélfia</em><strong><em>, </em></strong>de autoria de<strong><em> </em></strong>Claudia B. Heynemann, Arquivo Nacional, publicada em 4 de dezembro de 2019.</a></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18530"><em>Festa das Artes e da Indústria Segunda Exposição Nacional, 1866,</em> de autoria de Claudia Beatriz Heynemann e Maria Elizabeth Brêa Monteiro, Arquivo Nacional, em 5 de abril de 2020.</a></span></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=26300"><em>A Exposição Internacional de Higiene de Dresden</em>, de Cristiane d´Avila, Fiocruz, publicado em 5 de janeiro de 2022.</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17940" target="_blank">Série <em>1922 &#8211; Hoje, há 100 anos VIII</em> &#8211; A abertura da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil e o centenário da primeira grande transmissão pública de rádio no país, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, publicado em 7 de setembro de 2022, na Brasiliana Fotográfica.</a></p>
<p><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=33264" target="_blank"><em>Três álbuns fotográficos da Exposição Nacional de 1908 no Museu Histórico Nacional: Boscagli, Malta e Musso</em>, de autoria de Maria Isabel Ribeiro Lenzi, historiadora do Museu Histórico Nacional, publicado em 25 de agosto de 2023, na Brasiliana Fotográfica.</a></p>
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