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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; independência</title>
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		<title>De Gênova, Itália, a Maruim, Sergipe: João Firpo, um artífice de imagens</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2020 13:40:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para comemorar a independência do estado de Sergipe ocorrida há exatos 200 anos, a Brasiliana Fotográfica publica o artigo "De Gênova, Itália, a Maruim, Sergipe: João Firpo, um artífice de imagens", da historiadora e museóloga sergipana Sayonara Viana, leitora e entusiasta da do portal. O italiano Giovanni Firpo chegou no Recife, em 1866, e três anos depois naturalizou-se brasileiro e adotou o nome João. Como fotógrafo itinerante percorreu diversas províncias do Nordeste brasileiro e sua última residência foi Sergipe.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Para comemorar a independência do estado de Sergipe, ocorrida há 200 anos, seguida pela nomeação como seu primeiro governador de Carlos Cesar Burlamaqui (1775 &#8211; 1844) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/749664/5994" target="_blank"><em>Gazeta do Rio de Janeiro</em>, 26 de julho de 1820, segunda coluna</a>), a Brasiliana Fotográfica publica o artigo &#8220;<em>De Gênova, Itália, a Maruim, Sergipe: João Firpo, um artífice de imagens&#8221;, </em>da historiadora e museóloga sergipana Sayonara Viana, leitora e entusiasta do portal. O italiano Giovanni Firpo chegou no Recife, em 1866, e três anos depois naturalizou-se brasileiro e adotou o nome João. Como fotógrafo itinerante percorreu diversas províncias do Nordeste brasileiro: Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe, estado que foi sua última residência. Sua obra fotográfica registrou cidades e paisagens e documentou a construção de ferrovias. Além disso, teve uma grande produção de retratos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=sergipe" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de Sergipe disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_19779" style="width: 368px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/sergipe.jpg"><img class="size-full wp-image-19779" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/sergipe.jpg" alt="Bandeira e brasão de Sergipe" width="358" height="161" /></a><p class="wp-caption-text">Bandeira e brasão de Sergipe</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>Carta Régia que desanexou da Capitania da Bahia o território de Sergipe, emancipando-o politicamente</em></span></p>
<p><i>&#8220;Isenta a Capitania de Sergipe da sujeição ao Governo da Bahia, declarando-a independente totalmente.<br />
Convido muito ao bom regimen deste Reino do Brasil, e a prosperidade a que me proponho elevá-lo, que a Capitania de Sergipe de El Rei tenha um Governo independente do da Capitania da Bahia.<br />
Hei por bem isentala absolutamente da sugeição em que até agora tem estado do Governo da Bahia, declarando-a independente totalmente para que o Governador della a governe na forma praticada nas mais Capitanias independentes, communicando-se directamente com as Secretarias de Estado competentes, e podendo conceder sesmarias na forma das Minhas Reaes Ordens.<br />
Thomas Antonio de Villanova Portugal, Ministro e Secretario de Estado dos Negócios do Reino, o tenha assim entendido, e faça executar com as participações convenientes às diversas estações. Palácio do Rio de Janeiro e 8 de julho de 1820. (Com a rubrica de S.M.)”</i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>De Gênova, Itália, a Maruim, Sergipe: João Firpo, um artífice de imagens</strong></em></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><em> </em></span>                                                                                       <em>Sayonara Viana*</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 301px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3938" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3938/014AVA012074.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="291" height="464" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3938" target="_blank">João Firpo. Retrato de criança, c. 1880. João Pessoa, Paraíba / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O movimento das imagens evidencia seus diferentes contornos, revelando sentidos e significados produzidos pela arte fotográfica de João Firpo, que deixou vestígios documentais para a história da fotografia no Brasil ao registrar e elucidar traços peculiares de algumas cidades do país. Giovanni Firpo nasceu em Nervi, Gênova, na Itália, em 20 de fevereiro de 1839, filho de Domenico Firpo e Catterina Corsi. O registro encontra-se no Livro de Registro n°. 93, linha 422, do ano de 1839, na Lista Di Leva da cidade de Gênova. Até o momento são poucos os dados que conseguimos obter sobre esse fotógrafo. Existem muitas lacunas entre o seu nascimento e o ano em que imigrou para a América. O que se sabe é que Firpo foi proprietário de um laboratório fotográfico na cidade de Gênova.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_19638" style="width: 461px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/figura-1.jpg"><img class="wp-image-19638 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/figura-1.jpg" alt="figura 1" width="451" height="328" /></a><p class="wp-caption-text">Cópia do livro de registro de nascimento em 1839 / Acervo Aroldo A. Firpo</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fotógrafo profissional e itinerante, viajou de Gênova com destino ao Brasil em 13 de agosto de 1866 e aportou no Recife, em Pernambuco, em 18 ou 19 de outubro desse mesmo ano. As informações contidas em seu passaporte permitem-nos construir a imagem de um jovem de 27 anos com &#8220;<em>cabelo negro, sobrancelha escura, olhos castanhos, barba curta e cicatriz na testa</em>&#8220;. Veio acompanhado da esposa Maria Lydia Firpo e dos seus três filhos menores: Domenico, de cinco anos; Giulio, de três anos; e Antônio, com oito meses. Viajaram na polaca italiana <em>Linda</em><em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_04/17176" target="_blank">Diário de Pernambuco</a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_04/17176" target="_blank">, 20 de outubro de 1866, quinta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_19639" style="width: 342px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/figura-2.jpg"><img class="  wp-image-19639" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/figura-2.jpg" alt="figura 2" width="332" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Cópia do passaporte utilizado na viagem para o Brasil em 1866 / Acervo Aroldo A. Firpo.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No Brasil, Giovanni Firpo adotou o nome de João Firpo, aprovado em sessão do Parlamento Brasileiro no Rio de Janeiro, em 25 de agosto de 1870, quando naturalizou-se brasileiro. Em 1867, fixou residência na cidade do Recife comprando o estabelecimento comercial de fotografia do Sr. Leon Chapelin, à Rua da Imperatriz, n° 14, conforme anúncio publicado no <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_04/18320" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em> de 23 de abril de 1867</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_19650" style="width: 252px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_04/18320" target="_blank"><img class="size-full wp-image-19650" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/anuncio.jpg" alt="Diário de Pernambuco, 23 de abril de 1867" width="242" height="122" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_04/18320" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco,</em> 23 de abril de 1867</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Posteriormente, inaugurou um ateliê fotográfico, à Rua Nova n° 29, na cidade da Parahyba, onde estaria <em>de passagem</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/215481/3938" target="_blank"><em>O Publicador</em>,  16 de dezembro de 1867</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_19651" style="width: 403px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/215481/3938" target="_blank"><img class="size-full wp-image-19651" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/publicador.jpg" alt="O Publicador, 16 de dezembro de 1867" width="393" height="241" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/215481/3938" target="_blank"><em>O Publicador,</em> 16 de dezembro de 1867</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nesse período, os fotógrafos itinerantes anunciavam seus serviços nos periódicos locais informando que estavam vendendo material fotográfico e fotografando nas residências e fazendas das vilas e cidades. Sobre a itinerância fotográfica no Brasil, Segala (1998) descreve:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Placas de vidro, frascos e drogas amarrados nas caixas, nos balaios das mulas. Os panos negros, os alaranjados, feitios da tenda fotográfica, cobrem das poeiras e dos ciscos a câmera escura. A viagem começa cedo, protegendo as águas e as químicas do sol alto&#8221;.         </em></span>                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       (SEGALA, 1998, p.62).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>João Firpo, como fotógrafo itinerante, viajou pelas Províncias do Norte do Brasil &#8211; Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe -, documentando famílias, personagens ilustres e paisagens urbanas, preservadas por instituições de memória desses estados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_19675" style="width: 453px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/mapa1.jpg"><img class="size-full wp-image-19675" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/mapa1.jpg" alt="Mapa das províncias por onde João Firpo itinerou" width="443" height="539" /></a><p class="wp-caption-text">Mapa das províncias por onde João Firpo itinerou</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Destacou-se pela densidade e intensidade de capturar &#8220;as vistas&#8221; da cidade da Parahyba ao fotografar prédios públicos, vistas, ruas e as mudanças na paisagem urbana. Residiu em vários locais da cidade procurando sempre se instalar próximo a uma potencial clientela e sempre buscando fixar as imagens em outro suporte para atingir a um público maior. Como informa  Lira (1997):</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8221; No ano de 1876, já atuava na rua da Viração 17, o fotógrafo João Firpo com sua &#8220;Photographia Italiana&#8221;, oferecendo ao público, através de anúncio no Jornal da Paraíba de 09 de junho, seus &#8220;cartões sobre sistema de porcelana e photographia simples&#8221;. No ano seguinte, Firpo encontra-se instalado na rua Barão da Passagem (atual Rua da Areia), n° 92&#8243;.</em></span></p>
<p>Provavelmente por ter grande aceitação junto ao público, continuou atuando na cidade, acompanhando as mudanças na sua paisagem e Há indícios da sua atuação na Rua Direita n° 62 e, em 1885, na rua Duque de Caxias, n° 62, indicando a sua atividade na cidade entre 1877 e 1885 (BECHARA FILHO, 1983).</p>
<p>Sobre esses registros históricos, Azevedo (2017), assinala que:</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Em 1878, quando, provavelmente, o fotógrafo João Firpo tomou as primeiras imagens do Largo do Colégio, ele iniciou o registro uma série de informações sobre o ambiente construído que chegaram até os nossos dias em uma espécie de testemunho da conformação física de como já foi a paisagem urbana da cidade da Parahyba. De modo particular, essas fotografias nos contam o percurso histórico de como o Largo do Colégio e o seu entorno foram sendo construídos e, também, desconstruídos, ao longo de sete décadas, entre 1870 e 1930&#8242;.</em> </span></p>
<p style="text-align: right;">(AZEVEDO, 2011, p. 2027).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outra atuação que marcou a sua trajetória fotográfica foi o trabalho sistemático de documentação fotográfica da expansão ferroviária da Parahyba, muito comum no final do século XIX e utilizada pela administração pública para compor os relatórios das obras e as reportagens dos periódicos. João Firpo foi contratado  para acompanhar o progresso da ferrovia da Companhia Inglesa <em>Conde D’Eu Railway Company Limited,</em> responsável pela construção da primeira etapa do trecho entre Natal e Recife.</p>
<p>João Firpo deixou importante legado iconográfico pelas cidades e vilas por onde andou. Entretanto, várias imagens atribuídas a ele estão sem identicação porque durante um período da sua atuação nem sempre as fotografias eram carimbadas. No que diz respeito aos retratos, principalmente o modelo <em>‘<a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3873" target="_blank">carte de visite</a>’,</em>  ao longo da sua produção ele utilizou diversas vinhetas.</p>
<p>Uma curiosidade: na primeira figura abaixo, que é o verso da fotografia &#8220;Retrato de criança&#8221;, destacada nessa publicação, estão impressos à esquerda, o brasão do Segundo Império, e, à direita, o do Reino da Itália.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 357px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3939" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3939/014AVA012074v.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="347" height="566" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3939" target="_blank">João Firpo. Retrato de criança (verso), c. 1880. João Pessoa, Paraíba / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_19640" style="width: 207px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/figura-3.jpg"><img class="  wp-image-19640" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/figura-3.jpg" alt="figura 3" width="197" height="305" /></a><p class="wp-caption-text">Verso de fotografia de João Firpo / Acervo Fundação Joaquim Nabuco</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_19641" style="width: 231px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/figura-4.jpg"><img class="wp-image-19641 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/figura-4.jpg" alt="figura 4" width="221" height="296" /></a><p class="wp-caption-text">Verso de fotografia de João Firpo / Acervo Fundação Joaquim Nabuco</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1893, provavelmente atraído pela prosperidade econômica da Província de Sergipe, cuja região da Cotinguiba era o centro da produção açucareira, escolheu a Villa de Maruim para residência de sua família e instalação do seu laboratório fotográfico e continuou a viajar pelo Norte anunciando nos periódicos locais o seu ofício.</p>
<p>João Firpo faleceu em Maruim, em 1899, aos 61 anos. Está sepultado no cemitério Cruzeiro do Novo Século. Deixou nove filhos: três nascidos na Itália, três nascidos no Rio Grande do Norte e três nascidos na cidade da Parahyba.</p>
<ul>
<li>Domenico Firpo (Gênova &#8211; 1861 -?).</li>
<li>Giulio Firpo (Gênova &#8211; 1863 &#8211; ?)).</li>
<li>Antônio Firpo (Gênova &#8211; 1865- ?).</li>
<li>João Firpo Júnior (RN &#8211; 1869 -?).</li>
<li>Eládio Firpo (RN &#8211; 1874- ?).</li>
<li>Arthur Firpo (RN &#8211; 1876 -?).</li>
<li>Maria Augusta Firpo (Parahyba &#8211; 1877 &#8211; ?).</li>
<li>Leopoldina Firpo (Parahyba &#8211; 1878 &#8211; ?).</li>
<li>José Firpo (Parahyba &#8211; 1883 -?).</li>
</ul>
<p>O seu falecimento está registrado no Livro de Óbitos de 1893 a 1948, da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Passos. De acordo com as palavras escritas pelo vigário Antônio Leonardo da Silveira Dantas:</p>
<p><em><span style="color: #800000;">&#8220;</span><span style="color: #800000;">No dia 10 de outubro de 1899, encomendei o cadáver de João Firpo, natural de Gênova, de 61 anos de idade, filho legítimo de Domenico Firpo e Catharina Corse (sic), casado com D. Maria Lydia Firpo, fallecido de ontem de moléstia cardíaca. Vigário Antônio Leonardo da Silveira Dantas&#8221;. </span></em></p>
<p><em> </em></p>
<div id="attachment_19642" style="width: 488px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/figura-5.jpg"><img class="wp-image-19642 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/figura-5.jpg" alt="figura 5" width="478" height="96" /></a><p class="wp-caption-text">Livro de Óbitos de 1893 a 1948. / Acervo Paróquia de Senhor Bom Jesus dos Passos. Maruim/SE</p></div>
<p><em> </em></p>
<p>Seus filhos Arthur e Antônio Firpo deram continuidade ao ofício do pai, documentando indivíduos e grupos familiares através dos retratos: suas fisionomias, seus eventos mais representativos e suas celebrações, que foram registrados em suportes fotográficos por esses <em>&#8220;artífices de imagens&#8221; </em>e estão presentes nos acervos do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe e na Biblioteca Pública Epifânio Dória/SE  &#8220;<em>como vestígios documentais de múltiplas existências: deles próprios enquanto retratistas e dos seus retratados&#8221;</em>.</p>
<p>As dimensões poéticas do passado materializadas na obra fotográfica de João Firpo produzem as rimas, as harmonias e as sintonias necessárias para que os versos e a consonâncias das imagens/palavras possam consolidar a impressão de quem as observam e interpretam, buscando nos aproximar dos caminhos percorridos e das realidades registradas e eternizadas que se perderiam ao longo de tempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>*</strong>A historiadora e museóloga Sayonara Viana é pesquisadora do campo das Artes Visuais, no Patrimônio Cultural e História da Fotografia em Sergipe.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;"><strong>Cronologia de João Firpo (1839 &#8211; 1899)</strong></span></em></p>
<p style="text-align: center;">Andrea C. T. Wanderley**</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1839</strong> </span>- Meses antes do anúncio da invenção do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16443" target="_blank">daguerreótipo</a>, feito por François Arago (1786 – 1853), secretário da Academia de Ciências da França, em 19 de agosto de 1839 , nascimento de Giovanni (João) Firpo em Nervi, Gênova, na Itália, em 20 de fevereiro de 1839, filho de Domenico Firpo e Catterina Corsi.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1861</strong></span> &#8211; Em Gênova, nascimento de seu primeiro filho, Domenico.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1863</strong> </span>- Em Gênova, nascimento de seu segundo filho, Giulio</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1865 </span>- </strong>Em Gênova, nascimento de seu terceiro filho, Antônio.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1866</strong></span> &#8211; Firpo viajou para o Brasil 13 de agosto de 1866, na polaca <em>Linda,</em> em companhia de sua mulher, Maria Lydia Firpo, e de seus três filhos genoveses. Aportaram no Recife, em Pernambuco, em meados de outubro desse mesmo ano. Segundo informações de seu passaporte, era um jovem de 27 anos com &#8220;<em>cabelo negro, sobrancelha escura, olhos castanhos, barba curta e cicatriz na testa</em>&#8220;<em>(<a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_04/17176" target="_blank">Diário de Pernambuco</a></em><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_04/17176" target="_blank">, 20 de outubro de 1866, quinta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_19662" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_04/17176"><img class="size-full wp-image-19662" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/polaca.jpg" alt="Diário de Pernambuco, 20 de outubro de 1866" width="490" height="133" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_04/17176"><em>Diário de Pernambuco</em>, 20 de outubro de 1866</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1867</strong></span> &#8211; Fixou residência na cidade do Recife comprando o estabelecimento comercial de fotografia do Sr. Leon Chapelin, à Rua da Imperatriz, n° 14. Chapelin havia sido o sucessor do estabelecimento do fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6150" target="_blank">Augusto Stahl (1828 &#8211; 1877 )</a> no endereço mencionado (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_04/18320" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em> de 23 de abril de 1867;</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_04/18343" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 26 de abril de 1867, quarta coluna</a>).</p>
<p>Em 28 de abril, Firpo inaugurou, no Recife, a Photographia Italiana (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_04/18353" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 27 de abril de 1867</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_19664" style="width: 495px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_04/18353" target="_blank"><img class="size-full wp-image-19664" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/italiana.jpg" alt="Diário de Pernambuco, 27 de abril de 1867" width="485" height="453" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_04/18353" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 27 de abril de 1867</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Anunciou que todas as chapas de Augusto Stahl e Leon Chapellin estavam com ele e que reproduções das mesmas poderiam ser encomendadas. Oferecia também vistas de Pernambucos e seus arrebaldes (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_04/18912" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, de 23 de julho de 1867, primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_19665" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_04/18912" target="_blank"><img class="size-full wp-image-19665" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/stahl1.jpg" alt="Diário de Pernambuco, 26 de julho de 1867" width="490" height="252" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_04/18912" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 23 de julho de 1867</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Houve uma confusão entre João Firpo, uma senhora e o delegado Martins Pereira(<em>O Conservador</em>,<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705365/83" target="_blank"> 2 de novembro</a> e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705365/92" target="_blank">9 de novembro </a>de 1867).</p>
<p>Nesse mesmo ano, inaugurou um ateliê fotográfico, à Rua Nova n° 29, na cidade da Parahyba, onde estaria <em>de passagem</em><em> </em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/215481/3938" target="_blank"><em>O Publicador</em>,  16 de dezembro de 1867</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1868</strong></span> &#8211; Firpo e sua mulher embarcaram em João Pessoa no vapor <em>Ipojuca</em> com destino a Natal (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/215481/4256" target="_blank"><em>O Publicador</em>, 26 de junho de 1868, primeira coluna</a>).</p>
<p>Foi noticiado que em um dos armazéns da Alfândega de Pernambuco havia para João Firpo, dentre outros produtos, 70 libras de massas alimentícias. A mercadoria havia chegado em 10 de janeiro de 1868, no vapor <em>Bourgogne</em>, de Marseille, na França (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/3290" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 21 de julho de 1868, quinta coluna</a>). Fica a questão: teria ele pensado em ser importador de massas italianas para o Brasil?</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1869</strong> </span>- No Rio Grande do Norte, nascimento de seu primeiro filho brasileiro, João Firpo Júnior.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1870</strong></span> &#8211;  Giovanni Firpo adotou o nome de João Firpo, aprovado em sessão do Parlamento Brasileiro no Rio de Janeiro, em 25 de agosto de 1870, quando naturalizou-se brasileiro. Na época, ele residia no Rio Grande do Norte (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/132489/52327" target="_blank"><em>Annaes do Parlamento Brasileiro</em>, Tomo 4, 1870</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1874</strong> </span>- No Rio Grande do Norte, nascimento de seu segundo filho brasileiro, Eládio.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1876</span> </strong>- No Rio Grande do Norte, nascimento de seu terceiro filho brasileiro, Arthur.</p>
<p>Nesse ano, possuia um ateliê fotográfico, a Photographia Italiana, na rua da Viração, nº 17, em João Pessoa (Diário da Prahyba, 9 de junho de 1876).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1877</strong> </span>- Nascimento de sua primeira filha, Maria Augusta, na Paraíba.</p>
<p>Transferiu seu ateliê fotográfico para a rua Barão da Passagem, 92, em João Pessoa. Anunciou que iria &#8220;a qualquer parte mediante prévia convenção&#8221; e que também dava lições de fotografia. Na época,já comercializa retratos de homens públicos (<em>A Opinião</em>, 12 de julho de 1877 e 28 de outubro de 1877).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1878</strong> </span>- Nascimento de sua segunda filha, Leopoldina, na Paraíba.</p>
<p>Esteve No Recife (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_05/19704" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 6 de abril de 1878, quarta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1883</strong> </span>- Nascimento de seu filho caçula, José, na Paraíba.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1885</strong></span> &#8211; Anunciou a Grande Fotografia, na rua Duque de Caxias, 52, em João Pessoa (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/809144/970" target="_blank"><em>Diário da Parahyba</em>, 24 de maio de 1885</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_19669" style="width: 486px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/809144/970" target="_blank"><img class="wp-image-19669 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/grande.jpg" alt="Diário da Parahyba, 24 de maio de 1885" width="476" height="234" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/809144/970" target="_blank"><em>Diário da Parahyba</em>, 24 de maio de 1885</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_19671" style="width: 252px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/809144/1028" target="_blank"><img class="size-full wp-image-19671" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/grande1.jpg" alt="Diário da Parahyba, 12 de junho de 1885" width="242" height="335" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/809144/1028" target="_blank"><em>Diário da Parahyba</em>, 12 de junho de 1885</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi um dos compatriotas que se solidarizou com o comerciante italiano F. de Angelo, preso, acusado de tramar uma fuga e de se esconder de credores (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/809144/1041" target="_blank"><em>Diário da Parahyba</em>, 16 de junho de 1885, primeira coluna</a>).</p>
<p>Anunciou a venda de retratos de Joaquim Nabuco e de Victor Hugo no seu estabelecimento (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/809144/1088" target="_blank"><em>Diário da Parahyba</em>, 27 de outubro de 1885</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_19672" style="width: 242px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/809144/1088" target="_blank"><img class="size-full wp-image-19672" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/grande2.jpg" alt="Diário da Parahyba, 27 de outubro de 1885" width="232" height="324" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/809144/1088" target="_blank"><em>Diário da Parahyba</em>, 27 de outubro de 1885</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1886</strong></span> &#8211; João Firpo estava em Taquaretinga, vindo da Paraíba. Segundo o jornal, havia <em>armado sua tenda para aumentar sua galeria</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_06/15455" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 9 de junho de 1886, segunda coluna</a>).</p>
<p>Partiu do Recife rumo aos portos do Norte no vapor <em>Pirapama</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/24431" target="_blank"><em>Jornal de Recife</em>, 21 de outubro de 1886, quarta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1889</strong></span> &#8211;  Partiu do Recife rumo aos portos do Norte no vapor <em>Espírito Santo</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/27106" target="_blank"><em>Jornal de Recife</em>, 30 de maio de 1889, quarta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1893</strong></span> &#8211; Mudou-se com sua família para a Villa de Maruim, em Sergipe, e lá instalou seu ateliê fotográfico.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1896</strong> </span>- Esteve no Rio de Janeiro e  uma nota no jornal<em> O Paiz</em> se referiu a ele como <em>um cavalheiro geralmente estimado e conceituado na cidade de Maruim, onde é comerciante e conselheiro municipal</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/178691_02/16377" target="_blank"><em>O Paiz</em>, 23 de agosto de 1896, segunda coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1897</strong></span> &#8211; Esteve de novo no Rio de Janeiro, de onde embarcou para Aracaju no vapor <em>Penedo</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_08/26339" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 23 de outubro de 1897, última coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1899</strong></span> &#8211; João Firpo faleceu em Maruim, em 9 de outubro de 1899, aos 61 anos.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>2018</strong></span> &#8211; Em 18 de agosto, familiares de João Firpo reuniram-se em Maruim para a comemoração dos 152 nos da migração do patriarca da Itália para o Brasil. Foi reinaugurado o mausoléu de João Firpo e depois foi celebrada uma missa em ação de graças na Igreja Matriz Senhor dos Passos (<a href="https://www.facebook.com/GovernodeMaruim/posts/1043402885806642" target="_blank">Facebook</a>).</p>
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<div class="kvgmc6g5 cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">**Andrea C. T. Wanderley é pesquisadora e editora do portal Brasiliana Fotográfica</div>
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<p><span style="color: #800000;"><strong>Link para o artigo  <em>Aracaju &#8211; 160 anos de fundação</em>, publicado em 25 de setembro de 2015 na Brasiliana Fotográfica</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span><strong> </strong></p>
<p>AZEVEDO, Maria Helena. <em>De Largo do Colégio a Praça João Pessoa: a transformação de uma paisagem urbana vista em fotografias</em>. Disponível em: <a href="http://www.uel.br/eventos/eneimagem/anais2011/trabalhos/pdf/Maria%20Helena%20Azevedo.pdf">http://www.uel.br/eventos/eneimagem/anais2011/trabalhos/pdf/Maria%20Helena%20Azevedo.pdf</a>. Acesso em 31.05.2020.</p>
<p>BECHARA FILHO, Gabriel. <em>Os Primórdios da Fotografia na Paraíba</em>. Correio das Artes. Jornal A União,  João Pessoa. 27. Nov. 1983</p>
<p>FIRPO, Aroldo Andrade.  <em>Folder Comemorativo aos 152 anos da migração da Família João Firpo de Gênova para o Nordeste do Brasil.</em> Agosto/2018.</p>
<p>GONÇALVES, Eveline Filgueiras. <em>A fotoautobiografia como espaço de recordação: fragmentos em álbuns de memórias sobre a Universidade Federal da Paraíba no arquivo Afonso Pereira.</em>  Disponível em: <a href="https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/tede/8846?locale=pt_BR">https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/tede/8846?locale=pt_BR</a>. Acesso em 31.05.2020.</p>
<p><a href="http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>KOSSOY, Boris. <em>Dicionário histórico-fotográfico brasileiro:</em> fotógrafos e ofício da fotografia no Brasil (1833-1910). São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2002.</p>
<p>LIRA, Bertrand de Souza. <em>Fotografia na Paraíba: um inventário dos fotógrafos através do retrato (1850 a 1950)</em>. João Pessoa: Editora Universitária, 1997.</p>
<p>SEGALA, Lygia. <em>Itinerância fotográfica e Brasil pitoresco.</em> Revista do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Rio de Janeiro, 1998, v. 27, p. 62-87.</p>
<p><a href="http://bibliotecaclodomirsilva.blogspot.com/2012/07/emancipacao-politica-de-sergipe.html" target="_blank">Site Biblioteca Clodomir Silva</a></p>
</div>
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