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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Hotel Pharoux</title>
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		<title>Série &#8220;Hotéis do Brasil&#8221; IV &#8211; O Hotel Pharoux por Revert Henrique Klumb</title>
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		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=28263#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Jun 2022 14:51:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Cronologia]]></category>
		<category><![CDATA[Abram Louis Buvelot]]></category>
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		<description><![CDATA[Motivada pela publicação do artigo "Pharoux, o primeiro hotel de luxo do Brasil", publicado na Brasiliana Iconográfica, a Brasiliana Fotográfica destaca uma imagem do estabelecimento, produzida pelo francês Revert Henrique Klumb (c. 1826 - c. 1886), o fotógrafo da família real do Brasil. É o tema do quarto artigo da série "Hotéis do Brassil" e a imagem pertence ao acervo da Biblioteca Nacional, uma das instituições fundadoras da Brasiliana Fotográfica. Foi no Hotel Pharoux que o abade Comte fez o primeiro ensaio fotográfico no Brasil, em janeiro de 1840, apresentando o daguerreótipo no país. Inicialmente, o Pharoux era uma hospedaria na rua da Quitanda e, em 1838, transferiu-se para a rua Fresca, esquina com o Largo do Paço, atual Praça XV, tornando-se um edifício de três andares.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Motivada pela publicação do artigo <a href="https://www.brasilianaiconografica.art.br/artigos/23414/pharoux-o-primeiro-hotel-de-luxo-do-brasil" target="_blank"><em>Pharoux, o primeiro hotel de luxo do Brasil</em></a>, publicado na Brasiliana Iconográfica, a Brasiliana Fotográfica destaca uma imagem do estabelecimento, o primeiro hotel de luxo do Brasil, produzida pelo francês <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5809" target="_blank">Revert Henrique Klumb (c. 1826 &#8211; c. 1886)</a>, o fotógrafo da família real do Brasil. É o tema do quarto artigo da série <em>Hotéis do Brasil</em> e a imagem pertence ao acervo da Biblioteca Nacional, uma das instituições fundadoras da Brasiliana Fotográfica, segundo a qual:</p>
<p><span style="color: #800000;">&#8220;<em>Através de pesquisa nas obras &#8220;Origens e expansão da fotografia no Brasil : século XIX&#8221;, de Boris Kossoy, e &#8220;Imagem e letra : introdução à bibliologia brasileira&#8221;, de Orlando da Costa Ferreira, foi constatado que o endereço manuscrito no verso do cartão-suporte era o mesmo da &#8220;Officina de Paulo Robin&#8221;, dirigida por Klumb&#8221;.</em></span></p>
<p>Klumb foi, provavelmente, o introdutor da técnica estereoscópica no Brasil &#8211; utilizada na foto destacada -, com a qual entre os anos de 1855 e 1862, aproximadamente, produziu ampla documentação sobre o Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 713px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/598" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/598/icon573700.jpg.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="703" height="337" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/598" target="_blank">Revert Henrique Klumb; Officina de Paulo Robin. L´Hotel Pharoux, entre 1855 e 1863. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Hotel Pharoux foi fundado pelo francês de Marselha, Louis Dominique Pharoux (?- 1867), bonapartista que exilou-se no Brasil, em torno de 1816.</p>
<p><em>&#8220;O hotel que levava seu nome inaugurou um novo padrão para as hospedarias da capital do Império, que até então só oferecia alojamentos bastante simples e, em geral, sujos&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: right;"><a href="https://www.brasilianaiconografica.art.br/artigos/23414/pharoux-o-primeiro-hotel-de-luxo-do-brasil" target="_blank">Brasiliana Iconográfica</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Inicialmente, o Pharoux era uma hospedaria na rua da Quitanda, nº 99, e várias vezes anunciava no jornal oferecer sopa e bife de tartarugas (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_02/8150" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 23 de setembro de 1836, terceira coluna</a>). Em 1838, transferiu-se para a rua Fresca, nº 3, esquina com o Largo do Paço, atual Praça XV, e uma de suas fachadas dava de frente para a Praia Dom Manuel (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_02/9769" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 12 de fevereiro de 1838, quarta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28360" style="width: 321px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_02/9769" target="_blank"><img class="size-full wp-image-28360" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/pharoux1.jpg" alt="Jornal do Commercio, 12 de fevereiro de 1838" width="311" height="214" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_02/9769" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 12 de fevereiro de 1838</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Era um edifício que, além do térreo, tinha três andares. Refinado e confortável, trouxe à corte um certo glamour europeu. Possuia uma  sala de jantar que comportava mais de oitenta pessoas, mobiliário de bom gosto e <em>seus banhos eram um atrativo a mais, em uma cidade que oferecia até então somente hospedarias pouco confortáveis e uma mesa sem grandes variedades nas casas de pasto, que já se multiplicavam pelas ruas </em>(<a href="http://fragmentosarqueologicos.blogspot.com/p/historia-do-rio-de-janeiro.html" target="_blank">Arqueologia Histórica no Rio de Janeiro</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_02/9769" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 12 de fevereiro de 1838, quarta coluna</a>). As salas de banho tinham banheiras de metal e mármore com torneiras de água fria e quente. Toalhas brancas eram oferecidas. Um requinte na época. Utilizava-se água encanada vinda do chafariz do Largo do Paço.</p>
<p>Desde o início, destacou-se também, como já mencionado, pelo esmero em sua gastronomia e por servir vinhos franceses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28361" style="width: 324px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_02/9793"><img class="size-full wp-image-28361" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/pharoux2.jpg" alt="Jornal do Commercio, 19 de fevereiro de 1838" width="314" height="177" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_02/9793" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 19 de fevereiro de 1838</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Era também um ponto de convergência da sociedade de sua época e de viajantes (<em>Jornal do Commercio</em>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_02/10004" target="_blank">19 de fevereiro de 1838, segunda coluna; 24 de abril de 1838, terceira coluna</a>). Foi muitas vezes, o cenário de contos, como o publicado na <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/702951/274" target="_blank"><em>A</em> <em>Semana Illustrada</em>, de 11 de agosto de 1861</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;O hotel Pharoux, tinha excelente frequência da sociedade local, frequentado também por muitos viajantes franceses, que junto ao seu bem humorado e cortês proprietário, passavam horas agradáveis lembrando a pátria. Construiu o cais que acabou levando seu nome, e fez desse magnífico e aprazível local um ponto de encontro para os que podiam usufruir do conforto de um bom vinho, e de uma boa mesa abençoados pelas brisas do mar&#8221;</em></span></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://fragmentosarqueologicos.blogspot.com/p/historia-do-rio-de-janeiro.html" target="_blank">Arqueologia Histórica no Rio de Janeiro</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4667" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4667/0071824cx067-02.JPG.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="518" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4667" target="_blank">Marc Ferrez. Cais Pharoux e adjagências, c. 1880. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>“&#8230;Velhos do meu tempo, acaso vos lembrais desse mestre cozinheiro do Hotel Pharoux, um sujeito que, segundo dizia o dono da casa, havia servido nos famosos Véry e Véfour, de Paris, e mais nos palácios do Conde Molé e do Duque de la Rochefoucauld? Era insigne. Entrou no Rio de Janeiro com a polca&#8230; A polca, M. Prudhon, o Tivoli, o baile dos estrangeiros, o Cassino, eis algumas das melhores recordações daquele tempo; mas sobretudo os acepipes do mestre eram deliciosos.”</em></span></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://www.ibiblio.org/ml/libri/a/AssisJMM_MemoriasPostumas/node118.html" target="_blank"><em>Memórias Póstumas de Brás Cubas</em> por Machado de Assis</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;">Em 1860 era anunciada a venda do prédio do hotel, que passou a ter outro proprietário (<em>Correio Mercantil</em>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/217280/17111" target="_blank">12 de janeiro de 1860, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/217280/17143" target="_blank">20 de janeiro de 1860, quarta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/docreader/709719/1553" target="_blank"><em>Courrier du Brésil</em>, 1º de janeiro de 1860</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28400" style="width: 373px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/pharoux5.jpg"><img class="wp-image-28400 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/pharoux5.jpg" alt="pharoux5" width="363" height="196" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/709719/1553" target="_blank"><em>Courrier du Brésil</em>, 1º de janeiro de 1860</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;">Em 1861, seu dono era João Freichou ou Jean Frechon que, em 1862, reformou o hotel (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/217280/19888" target="_blank"><em>Correio Mercantil</em>, 22 de dezembro de 1861, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/709719/2617" target="_blank"><em>Courrier du Brésil</em>, 31 de agosto de 1862</a>). Em 1863, foi noticiada a falência fraudulenta do estabelecimento (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/217280/21807" target="_blank"><em>Correio Mercantil</em>, 25 de abril de 1863, última coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28379" style="width: 479px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/217280/21807" target="_blank"><img class="size-full wp-image-28379" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/pharoux3.jpg" alt="Correio Mercantil, 25 de abril de 1863" width="469" height="181" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/217280/21807" target="_blank"><em>Correio Mercantil</em>, 25 de abril de 1863</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;">Segundo a maioria das fontes, Luiz Pharoux retornou à França, em 1864.  Após abrigar a Casa de Saúde do dr. Antônio Marcolino Fragozo, a Casa de Saúde Nossa Senhora da Glória e a Casa de Saúde dos drs. Catta-Preta, Marinho e Werneck (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/094170_02/18123" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 1º de fevereiro de 1864</a>; <em>Jornal do Commercio</em>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_06/786" target="_blank">12 de junho de 1870, quarta coluna</a>; e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_06/9646" target="_blank">13 de outubro de 1874</a>), e, posteriormente outro hotel, o Real (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394/98536" target="_blank"><em>Almanak Laemmert</em>, 1927</a>), o edifício do Hotel Pharoux foi demolido, em 1959, para a  construção da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9138" target="_blank">Perimetral</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28381" style="width: 542px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_06/9646" target="_blank"><img class="size-full wp-image-28381" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/pharoux4.jpg" alt="Jornal do Commercio, 13 de outubro de 1874" width="532" height="529" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_06/9646" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 13 de outubro de 1874</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>O Hotel Pharoux e a história da fotografia no Brasil</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://historiadorioparatodos.com.br/timeline/1836-hotel-pharoux/" target="_blank"><img src="https://historiadorioparatodos.com.br/wp-content/uploads/2019/09/1836-10-Pharoux.jpg" alt="Hotel Pharoux. Sébastien Auguste Sisson. Coleção: MHCRJ-Museu&lt;br&gt; Histórico da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria de Cultura da Cidade do Rio de Janeiro" width="768" height="414" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://historiadorioparatodos.com.br/timeline/1836-hotel-pharoux/" target="_blank">Sébastian Auguste Sisson. Hotel Pharoux. Acervo do Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi no Hotel Pharoux que o abade francês Louis Comte (1798 – 1868), que chegou ao Brasil trazendo o daguerreótipo, no  navio <em>L´Oriental</em> , que aportou no Rio de Janeiro em 23 de dezembro de 1939, fez o primeiro ensaio fotográfico no país. Leia essa história no artigo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17693" target="_blank"><em>A chegada do daguerreótipo no Brasil – os primeiros registros no Rio de Janeiro</em></a>, publicado em 16 de janeiro de 2020, aqui no portal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 450px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_03/57" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/dague12.jpg" alt="dague1" width="440" height="730" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_03/57" target="_blank"><em>Jornal do Commercio,</em> 17 de janeiro de 1840</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi lá que o retratista francês <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8290" target="_blank">Abram-Louis Buvelot (1814 &#8211; 1888)</a> se hospedou, quando chegou ao Rio de Janeiro, em outubro de 1840.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 214px" class="wp-caption aligncenter"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/fotografia-204x300.jpg" alt="fotografia" width="204" height="300" /><p class="wp-caption-text">M. Louis Buvelot. Xilografia publicada no Australasian Sketcher, em 12 de julho de 1888 / Acervo da Coleção La Trobe Picture</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20779" target="_blank">Link para a Cronologia de Abram-Louis Buvelot (1814 &#8211; 1888). </a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os norte-americanos Augustus Morand (c. 1818 &#8211; 1896) e J.E. Smith, dois pioneiros na comercialização da daguerreotipia no Brasil, chegaram ao Rio de Janeiro, vindos de Nova York, na galera <em>C. Canckl</em>, em 25 de novembro de 1842 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_01/25866" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 26 de novembro de 1842, na última coluna</a>). Observação: com as iniciais de Smith, J. E, acaba-se a dúvida que um outro Smith, mencionado por Boris Kossoy em seu livro <em>Dicionário histórico-fotográfico brasileiro:</em> fotógrafos e ofício da fotografia no Brasil (1833-1910), seja o mesmo que veio para o Brasil com Morand. No livro de Kossoy, as iniciais do &#8220;outro&#8221; Smith são T.O.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28296" style="width: 422px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://archive.org/details/photographicartj11851snel" target="_blank"><img class="wp-image-28296 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/morandnovo.jpg" alt="morandnovo" width="412" height="480" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://archive.org/details/photographicartj11851snel" target="_blank">Litografia retratando Augustus Morand publicada na capa do Ph0tographic Art Journal de abril de 1851 / Aug. Morand / ENGRAVED EXPRESSLY FOR THE PHOTOGRAPHIC ART JOURNAL / Lith. of F D’Avignon / 323 Broadway, NY</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28300" style="width: 563px" class="wp-caption aligncenter"><a href="Diário do Rio de Janeiro, 26 de novembro de 1842" target="_blank"><img class="wp-image-28300 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/morandnovo1.jpg" alt="morandnovo1" width="553" height="283" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="Diário%20do Rio de Janeiro, 26 de novembro de 1842" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 26 de novembro de 1842</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na primeira página do <a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_03/4107" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em> de 23 de dezembro de 1842</a>, Morand foi saudado como uma <em>celebridade: </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28303" style="width: 322px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_03/4107" target="_blank"><img class="size-full wp-image-28303" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/morandnovo4.jpg" alt="Primeira página do Jornal do Commercio, 23 de dezembro de 1842" width="312" height="524" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_03/4107" target="_blank">Primeira página do Jornal do Commercio, 23 de dezembro de 1842</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda nessa mesma edição, sob o título <em>O daguerreótipo na sua perfeição</em>, foi anunciado o estabelecimento do gabinete de Morand e Smith no Hotel Pharoux, salão n. 52, casa nova, 2º andar, no Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_03/4110" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 23 de dezembro de 1842, na segunda coluna</a>). O anúncio foi repetido algumas vezes em 1842 e em 1843.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28290" style="width: 509px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_03/4110" target="_blank"><img class="size-full wp-image-28290" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/morand6.jpg" alt="Jornal do Commercio, 23 de dezembro de 1842" width="499" height="252" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_03/4110" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 23 de dezembro de 1842</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A bordo do navio norte-americano <em>Susan</em>, Morand deixou o Rio de Janeiro em direção a Nova York, em 13 de abril de 1843 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_03/4636" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 14 e 15 de abril de 1843, na última coluna</a>). Ele e Smith foram sucedidos por J. D. Davies, que comprou deles <em>uma grande porção de lâminas, etc,</em> convidou o público para visitar a oficina no Hotel Pharoux e, pouco depois, estabeleceu seu gabinete na rua do Ouvidor, 75 (<em>Jornal do Commercio</em>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_03/4666" target="_blank">25 de abril de 1843, na segunda coluna</a>, e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_03/4710" target="_blank">3 de maio de 1843, na terceira coluna</a>). Algumas fontes levantam a possibilidade de Morand não ter retornado direto para Nova York e ter ficado trabalhando na América do Sul até 1844.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>Cronologia de Augustus Morand (c. 1818 &#8211; 1896)</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>c. 1818 </strong></span>- Nascimento de Augustus Morand, em Nova York.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1838</strong></span> &#8211; Casamento com Caroline Kane (1821 &#8211; ?)</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1840</strong></span> &#8211; Augustus Morand começou a trabalhar como daguerreotipista. Conheceu o pintor Henry Inman (1801 &#8211; 1846) e juntos fizeram experiências sobre o efeito da luz e da sombra.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>c. 1841</strong></span> &#8211; Provavelmente seu estabelecimento fotográfico sucedeu o de Matthews D. Van Loan na esquina da Broadway com Chambers Street, em Nova York.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1842</strong></span> &#8211; Ao longo do ano, foram publicadas na revista <em>U.S. Magazine and Democratic Review</em> diversas gravuras baseadas em daguerreótipos produzidos por Morand: na edição de agosto, um retrato do político Thomas Wilson Door (1805 &#8211; 1854); na de setembro, de Churchill C. Cambreleng (1786 &#8211; 1862); e, na de novembro, do presidente John Tyler (1790 &#8211; 1862).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 313px" class="wp-caption aligncenter"><a href="Gravura%20de , baseada em um daguerreótipo de Morand, publicada na edição de setembro de 1842 da The United States Democratic Review"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/d7/C._C._Cambreleng.jpg/800px-C._C._Cambreleng.jpg" alt="C. C. Cambreleng.jpg" width="303" height="365" /></a><p class="wp-caption-text">Churchill C. Cambreleng, gravura baseada em daguerreótipo de Morand e publicada na edição de setembro de 1842 da <em>The United States Democratic Review</em></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28319" style="width: 346px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/morand7.jpg"><img class="wp-image-28319 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/morand7.jpg" alt="morand7" width="336" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">John Tyler, gravura baseada em daguerreótipo de Morand e publicada na edição de novembro de 1842 da The United States Democratic Review</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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<p>De 1842 a 1845, catálogos de Nova York informavam que o endereço de Morand era Suffock Street, 25.</p>
<p>Por problemas de saúde, Morand foi aconselhado por médicos a viajar para os trópicos.</p>
<p>Os norte-americanos Augustus Morand e J.E. Smith, dois pioneiros na comercialização da daguerreotipia no Brasil, chegaram ao Rio de Janeiro, vindos de Nova York, na galera <em>C. Canckl</em>, em 25 de novembro de 1842 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/094170_01/25866" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 26 de novembro de 1842, na última coluna</a>). Observação: com as iniciais de Smith, J. E, acaba-se a dúvida que um outro Smith, mencionado por Boris Kossoy em seu livro <em>Dicionário histórico-fotográfico brasileiro:</em> fotógrafos e ofício da fotografia no Brasil (1833-1910), seja o mesmo que veio para o Brasil com Morand. No livro de Kossoy, as iniciais do &#8220;outro&#8221; Smith são T.O.</p>
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<div id="attachment_28300" style="width: 563px" class="wp-caption aligncenter"><a href="Diário do Rio de Janeiro, 26 de novembro de 1842" target="_blank"><img class="wp-image-28300 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/morandnovo1.jpg" alt="morandnovo1" width="553" height="283" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="Diário%20do Rio de Janeiro, 26 de novembro de 1842" target="_blank"><em>Diário do Rio de Janeiro</em>, 26 de novembro de 1842</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na primeira página do <a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_03/4107" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em> de 23 de dezembro de 1842</a>, Morand foi saudado como uma <em>celebridade: </em></p>
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<div id="attachment_28303" style="width: 322px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_03/4107" target="_blank"><img class="size-full wp-image-28303" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/morandnovo4.jpg" alt="Primeira página do Jornal do Commercio, 23 de dezembro de 1842" width="312" height="524" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_03/4107" target="_blank">Primeira página do Jornal do Commercio, 23 de dezembro de 1842</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda nessa mesma edição, sob o título <em>O daguerreótipo na sua perfeição</em>, foi anunciado o estabelecimento do gabinete de Morand e Smith no Hotel Pharoux, salão n. 52, casa nova, 2º andar, no Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_03/4110" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 23 de dezembro de 1842, na segunda coluna</a>). O anúncio foi repetido algumas vezes em 1842 e em 1843.</p>
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<div id="attachment_28290" style="width: 509px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_03/4110" target="_blank"><img class="size-full wp-image-28290" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/morand6.jpg" alt="Jornal do Commercio, 23 de dezembro de 1842" width="499" height="252" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_03/4110" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 23 de dezembro de 1842</a></p></div>
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<p><strong><span style="color: #800000;">1843</span></strong> &#8211; Morand trouxe cartas de recomendação para pessoas influentes no Brasil e logo foi apresentado a <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=7183" target="_blank">d. Pedro II</a>.</p>
<p>Os <em>hábeis artistas do daguerreótipo</em> Morand e Smith foram convidados para o paço imperial, onde produziram retratos do imperador Pedro II, <em>das augustas princesas e algumas vistas da Quinta da Boavista. </em>O público era convidado para admirar esses registros no gabinete dos fotógrafos, no Hotel Pharoux. Ainda foi informado que na câmara de Pedro II havia uma fotografia da autoria de Morand e Smith (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_03/4251" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 27 de janeiro de 1843, na segunda coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_27903" style="width: 325px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_03/4251" target="_blank"><img class="size-full wp-image-27903" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/morand2jpg.jpg" alt="Jornal do Commercio, de 1843" width="315" height="159" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/364568_03/4251" target="_blank"><em>Jornal do Commercio,</em> 27 de janeiro de 1843</a></p></div>
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<p>Nos cinco meses que esteve no Brasil, a presença de Morand era constantemente requisitada no <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=6330" target="_blank">palácio real de São Cristóvão</a>, onde fotografou as vizinhanças, copiou quadros da Galeria Real de Pinturas e retratou membros da família imperial, além de dona Francisca, irmã caçula do imperador.</p>
<p>Existe uma polêmica em torno da autoria de um dos três primeiros daguerreótipos produzidos no Brasil &#8211; até hoje conhecidos. São do Paço da Cidade, do Chafariz do Mestre Valentim e fachada do Mercado do Peixe; e do Mercado da Calendária. Alguns historiadores da fotografia consideram que foram de autoria do abade francês Louis Comte (1798 – 1868), que esteve no Rio de Janeiro, em 1840. Outros afirmam que um deles, o que retrata <a href="http://brasilianafotografica.bn.br/?p=7183" target="_blank">d. Pedro II (1825 &#8211; 1891)</a> descendo de sua carruagem em frente ao Paço Imperial, seria de autoria de Morand.</p>
<p>A bordo do navio norte-americano <em>Susan</em>, Morand deixou o Rio de Janeiro em direção a Nova York, em 13 de abril de 1843 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_03/4636" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 14 e 15 de abril de 1843, na última coluna</a>).</p>
<p>Morand e Smith foram sucedidos por J. D. Davies, que comprou deles <em>uma grande porção de lâminas, etc,</em> convidou o público para visitar a oficina no Hotel Pharoux e, pouco depois, estabeleceu seu gabinete na rua do Ouvidor, 75 (<em>Jornal do Commercio</em>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_03/4666" target="_blank">25 de abril de 1843, na segunda coluna</a>, e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_03/4710" target="_blank">3 de maio de 1843, na terceira coluna</a>). Algumas fontes levantam a possibilidade de Morand não ter retornado direto para Nova York.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1843</strong></span> &#8211; Nascimento de sua filha, Caroline Lydia Morand (1843 &#8211; 1902), em Nova York.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1844 a 1846</strong></span> &#8211; Catálogos de Nova York informavam que entre 1844 e 1846, o endereço do gabinete de daguerreotipia de Morand, em sociedade com George W. Morand, era Chambers Street, 73.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>c. 1846</strong></span> &#8211; Em meados da década de 1840, Morand trabalhou como daguerreotipista em várias cidades do sul dos Estados Unidos.</p>
<p>Nascimento de sua segunda filha, Mary (1846 &#8211; 1863).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1847</strong></span> &#8211; Morand trabalhava como daguerreotipista, em Saint Louis, na <em>Morand and Company´s Gallery of Daguerreotype Portraits and Family Groups</em>.</p>
<p>Retornou a Nova York e abriu uma galeria na Chatham Street, 132, mesma rua em que morava.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1851</strong></span> &#8211; Morand foi eleito presidente da <em>New York State Daguerreian Association</em>.</p>
<p>Fez parte do comitê que elaborou o estatuto da <em>American Daguerre Association</em>.</p>
<p>Fez parte do comitê formado pela <em>American Daguerre Association</em> para investigar a autoria da invenção de um processo para produzir daguerreótipos coloridos reivindicado por Levi Hill (1816 &#8211; 1865).</p>
<p>Foi publicado na <a href="http://www.daguerreotypearchive.org/texts/P8510014_MORAND_PAJ_1851-04.pdf" target="_blank">edição de abril da revista <em>Photographic Art-Journal</em>, o artigo <em>Augustus Morand the Daguerrean Art, </em></a>sobre Augustus Morand, de autoria do reverendo Daniel Parish Kidder (1815 &#8211; 1891), teólogo e escritor que viveu entre 1837 e 1840 no Brasil. Uma curiosidade: em dezembro de 1839, Kidder embarcou em Salvador no mesmo navio que trouxe o abade Louis Comte para o Rio de Janeiro. Foi o abade que apresentou o daguerreótipo a d. Pedro II, em janeiro de 1840 (<em>Jornal do Commercio</em> de <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=364568_03&amp;PagFis=57" target="_blank">17 de janeiro de 1840, na primeira coluna</a>, e de <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=364568_03&amp;PagFis=69" target="_blank">20 de janeiro de 1840, na terceira coluna</a>). Kidder foi o autor dos livros <em>Sketches of residence and travel in Brazil</em> e <em>Brazil and the brazilians, </em>publicado em 1857.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1852</strong></span> &#8211; Morand estabeleceu uma nova galeria na Chatham Street, 65, em Nova York.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1857 -1858</strong></span> &#8211; Trabalhava como editor na Broadway, 379, em Nova York.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1859</strong></span> &#8211; Comprou a galeria de Alexander Becker, situada na Broadway, 411, em Nova York.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1860</strong></span> &#8211; Segundo catálogo de Nova York, Morand trabalhava como fotógrafo na Broadway, 379. Outras fontes indicam que nesse ano ainda possuía a galeria na Broadway, 411.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1860 &#8211; 1862</strong></span> &#8211; Augustus e George H. Morand estabeleceram uma galeria no Brooklyn.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1863</strong></span> &#8211; A filha de Morand, Mary, faleceu de doença cardíaca aos 17 anos. Na época, Morand residia na Washington Street, nº. 210, no Brooklyn (<a href="http://www.nytimes.com/1863/08/24/news/obituary-1-no-title.html" target="_blank"><em>The New York Times</em>, 24 de agosto de 1863</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1896</strong></span> &#8211; Falecimento de Morand, na Inglaterra.</p>
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<p>Andrea C.T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
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<p>Link para o artigo <a href="https://www.brasilianaiconografica.art.br/artigos/23414/pharoux-o-primeiro-hotel-de-luxo-do-brasil" target="_blank"><em>Pharoux, o primeiro hotel de luxo do Brasil</em></a>, publicado na Brasiliana Iconográfica, em 15 de junho de 2022.</p>
<p>Este artigo foi ampliado em 20 de junho de 2022.</p>
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<p><span style="color: #993300;"><strong>Outros artigos publicados na Brasiliana Fotográfica em torno da obra de Revert Henrique Klumb</strong>:</span></p>
<p><span style="color: #993300;"><a style="color: #993300;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5809"><i>Revert Henrique Klumb, o fotógrafo da família real do Brasil</i>, publicado em 31 de agosto de 2016</a></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><a style="color: #993300;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13148" target="_blank"><em>As versões diurna e noturna na fotografia de Revert Henrique Klumb</em>, 28 de dezembro de 2018</a></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><a style="color: #993300;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18110"><em>Petrópolis, a Cidade Imperial, pelos fotógrafos Marc Ferrez e Revert Henrique Klumb</em>, 16 de março de 2020</a></span></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16516" target="_blank"><span style="color: #993300;"><em>“Doze horas em diligência”, o primeiro guia turístico do Brasil, por Revert Henrique Klumb (c. 1826 – c. 1886)</em>, 8 de maio de 2020</span></a></p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18113" target="_blank"><span style="color: #993300;"><em>Série &#8220;Avenidas e ruas do Brasil&#8221; II &#8211; A rua do Imperador em Petrópolis por Klumb, Leuzinger e Stahl, </em>16 de junho de 2020.</span></a></p>
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<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Outros artigos publicados na Brasiliana Fotográfica sobre hotéis</strong></em></span></p>
<p><a style="color: #800000; text-decoration: underline;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2950" target="_blank"><em>Hotéis do século XIX e do início do século XX no Brasil</em>, publicado em 5 de novembro de 2015 , de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica.</a></p>
<p><span style="text-decoration: underline; color: #800000;"><a style="color: #800000; text-decoration: underline;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2950" target="_blank"><em>O Hotel Glória – antes e depois</em>, publicado em 21 de dezembro de 2017, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica.</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18036" target="_blank"><span style="color: #800000; text-decoration: underline;"><em>Copacabana Palace, símbolo do glamour carioca</em>, publicado em 13 de agosto de 2020, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica.</span></a></span></p>
<p style="text-align: left;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32291" target="_blank">Série <em>O Rio de Janeiro desaparecido</em> XXIV &#8211; <em>O luxuoso Palace Hotel, na Avenida Rio Branco, uma referência da vanguarda artística no Rio de Janeiro,</em> de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 4 de julho de 2023</a>.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=32203" target="_blank"><em>O centenário do Copacabana Palace, quintessência do “glamour” carioca, e seu criador, o arquiteto francês Joseph Gir</em>e, publicado em 13 de agosto de 2023, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica.</a></span></p>
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<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>AULER, Guilherme. <em>O Paisagista e Retratista Buvelot</em>,<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_07/74607" target="_blank"> <em><span class="rend-i tei-hi">Jornal do Brasil</span></em>, 2 Junho de 1957</a>, Rio de Janeiro.</p>
<p>BERNIER, Celeste-Marie; STAUFFER, John; TRODD, Zoe. <a href="https://books.google.com.br/books?id=CQRxBgAAQBAJ&amp;pg=PA207&amp;lpg=PA207&amp;dq=augustus+morand+1896&amp;source=bl&amp;ots=_48vd66eYI&amp;sig=Tda4u9skJPtxWtxv9oDZrTW3-uU&amp;hl=pt-BR&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwjgo-bih_jUAhVBx5AKHW9iDAIQ6AEIRjAJ#v=onepage&amp;q=augustus%20morand%201896&amp;f=false" target="_blank"><em>Picturing Frederick Douglass: An Illustrated Biography of the Nineteenth Century`s Most Phothographed American</em></a>. New York: W W Norton &amp; Company, Inc, 2015.</p>
<p><span style="color: #000000;">GERSON, Brasil. <em>História das Ruas do Rio</em>. Rio de Janeiro: Bem-Te-Vi, 2013.</span></p>
<p>COLMAN, Anne. <a href="http://latrobejournal.slv.vic.gov.au/latrobejournal/issue/latrobe-75/t1-g-t8.html" target="_blank"><em>Buvelot, the Migrant Artist. Interpreting New Worlds in Brazil and Australia</em></a>. Austrália: La Trobe Journal, 2005.</p>
<p>CRULS, Gastão. <em>Aparência do Rio de Janeiro</em>. Rio de Janeiro: Editora José Olympio, 1965.</p>
<p>ERMAKOFF, George. <em>Rio de Janeiro 1840 – 1900 – Uma crônica fotográfica</em>. Rio de Janeiro: G. Ermakoff Casa Editorial, 2006.</p>
<p>FERREZ, Gilberto. <em>A fotografia no Brasil:</em> 1840- 1900. Prefácio Pedro Karp Vasquez. 2. ed. Rio de Janeiro: Funarte, 1985.</p>
<p>FERREZ, Gilberto. <em>Origens e expansão da fotografia no Brasil Século XIX</em>. Rio de Janeiro: Funarte, 1980.</p>
<p>FERREZ, Gilberto; NAEF, Weston J. <em>Pioneer photographers of Brazil : 1840 &#8211; 1920</em>. New York: The Center for Inter-American Relations, 1976.</p>
<p>FOREL, M. F. <i><a href="http://digital.slv.vic.gov.au/view/action/singleViewer.do?dvs=1492446704477~322&amp;locale=pt_BR&amp;metadata_object_ratio=10&amp;show_metadata=true&amp;VIEWER_URL=/view/action/singleViewer.do?&amp;preferred_usage_type=VIEW_MAIN&amp;DELIVERY_RULE_ID=10&amp;frameId=1&amp;usePid1=true&amp;usePid2=true" target="_blank">Louis Buvelot, Peintre Vaudois.</a> Gazette de Lausanne, 31 de março de 1906.</i></p>
<p>GERSON, Brasil. <em>História das Ruas do Rio</em>. Rio de Janeiro: Bem-Te-Vi, 2013.</p>
<p>GRAY, J. R. <em>Louis Buvelot His Life and Work</em>. Tese de mestrado. Universidade de Melbourne, 1968.</p>
<p>GURAN, Milton (organizador), TURAZZI, Maria Inez; VASQUEZ, Pedro Karp<em>. Os daguerreótipos de Louis Comte no Rio de Janeiro &#8211; As primeiras fotografias feitas na América do Sul. </em>Rio de Janeiro: Luz Tropical, 2016.</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8290" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p><a href="http://www.ibiblio.org/ml/libri/a/AssisJMM_MemoriasPostumas/node118.html" target="_blank">ibiblio- The Public&#8217;s Library and Digital Archive</a></p>
<p>KAILBOURNE, Thomas R.; PALMQUIST, Peter E. <a href="https://books.google.com.br/books?id=UNipzykMBEIC&amp;pg=PA449&amp;lpg=PA449&amp;dq=augustus+morand&amp;source=bl&amp;ots=UWRVAdvDpL&amp;sig=emZRQ1h3MH-sSJNFMjzYX58qrDg&amp;hl=pt-BR&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwiIgcr5gfPUAhXEDZAKHa0iAiEQ6AEITDAL#v=onepage&amp;q=augustus%20morand&amp;f=false" target="_blank"><em>Pioneer Photographers from the Mississippi to the Continental Divide: a Biographical Dictionary, 1839 &#8211; 1865</em></a>. Stanford, Califonia:Stanford University Press, 2005.</p>
<p>KIDDER, D. P. <em><a href="http://www.daguerreotypearchive.org/texts/P8510014_MORAND_PAJ_1851-04.pdf" target="_blank">Augustus Morand the Daguerrean Art</a>. Nova York: </em>Photographic Art-Journal, abril de 1851</p>
<p>KOSSOY, Boris. <em>Dicionário histórico-fotográfico brasileiro:</em> fotógrafos e ofício da fotografia no Brasil (1833-1910). São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2002.</p>
<p>KOSSOY, Boris. <a href="https://www.revistas.usp.br/revusp/article/view/155535/151193" target="_blank"><em>O mistério dos daguerreótipos do Largo do Paço</em></a> in <em>Revista da USP</em>, n. 120, janeiro-março, 2019, pp.127-152.</p>
<p>KOSSOY, Boris. <em>Origens e expansão da fotografia no Brasil, século XIX. </em>Rio de Janeiro: Funarte, 1980.</p>
<p>LAGO, Pedro Corrêa do. <em>Brasiliana Itaú: uma grande coleção dedicada ao Brasil</em> / curadoria da coleção: Pedro Corrêa do Lago, Ruy Souza e Silva. Rio de Janeiro: Capivara, 2009.</p>
<p>MELO JUNIOR, Donato. <em>Buvelot no Brasil i</em> (apontamentos 1963) e<em> Buvelot no Brasil ii</em> (novos apontamentos à guisa de adendo 1986). Boletim do Museu Nacional de Belas Artes. Rio de Janeiro, 5 (13–5): 9–15, jan.-dez. 1986. il.</p>
<p>PÉNOCHON, Sylvie Pénochon.<em> The History of the Daguerreotype in Brazil </em>in<em> Pittsburg: Daguerreian Annual 2002–2003</em> (Pittsburgh: The Daguerreian Society, 2004): 317–331.</p>
<p><a href="https://www.brasilianaiconografica.art.br/artigos/23414/pharoux-o-primeiro-hotel-de-luxo-do-brasil" target="_blank"><em>Pharoux, o primeiro hotel de luxo do Brasil</em></a>, Brasiliana Iconográfica, 15 de junho de 2022.</p>
<p>SANTOS, Fabíola Martins. <a href="https://repositorio.ufsc.br/xmlui/bitstream/handle/123456789/100551/312900.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y" target="_blank"><em>Geografia das Redes Hoteleiras Mundo, Brasil e Santa Catarina</em></a>. Tese de Doutorado da Universidade Federal de Santa Catarina &#8211; Centro de Filosofia e Ciências Humanas &#8211; Programa de Pós-Graduação em Geografia.</p>
<p>TURAZZI, Maria Inez. <em>Poses e trejeitos: a fotografia e as exposições na era do espetáculo: 1839/1889</em>. Prefácio Pedro Karp Vasquez. Rio de Janeiro: Funarte. Rocco, 1995. 309 p., il. p&amp;b. (Coleção Luz &amp; Reflexão, 4). ISBN 85-85781-08-4.</p>
<p>VASQUEZ, Pedro Karp. <em>O Brasil na fotografia oitocentista</em>. São Paulo: Metalivros, 2003.</p>
<p>VASQUEZ, Pedro Karp. <em>Dom Pedro II e a fotografia no Brasil</em>. Rio de Janeiro: Fundação Roberto Marinho, 1985.</p>
<p><a href="http://fragmentosarqueologicos.blogspot.com/p/historia-do-rio-de-janeiro.html" target="_blank">Site Arqueologia Histórica no Rio de Janeiro</a></p>
<p><a href="https://diariodorio.com/histria-do-hotel-pharoux/" target="_blank">Site Diário do Rio</a></p>
<p><a href="https://historiadorioparatodos.com.br/timeline/1836-hotel-pharoux/" target="_blank">Site Enciclopédia Itaú Cultural</a></p>
<p><a href="https://historiadorioparatodos.com.br/timeline/1836-hotel-pharoux/" target="_blank">Site História do Rio Para Todos</a></p>
<p><a href="https://williamsfamilytree.co.uk/tree/getperson.php?personID=I63853&amp;tree=wft" target="_blank">Site The Williams Family Tree</a></p>
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