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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Henrique Rosén</title>
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		<title>Cronologia de Henrique Rosén (1840 &#8211; 1892)</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 13:14:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Cronologia]]></category>
		<category><![CDATA[cronologia de fotógrafos]]></category>
		<category><![CDATA[Henrique Rosén]]></category>
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		<category><![CDATA[perfil de fotógrafos]]></category>

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		<description><![CDATA[Cronologia de Henrique Rosén (1840 &#8211; 1892) &#160; 1840 &#8211; Em Vadstena, na região de Gotalândia, na Suécia, nascimento de Henrik Gustaf Jacob Rosén, em 19 de junho filho de Eric Herman Rosén e Sofia Charlotta Falkman. 1862 &#8211; Após ficar entre julho e agosto em Santos, o fotógrafo sueco Henrique Rosén inaugurou, em Campinas, a Photographia Campinense, na rua Direita. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Cronologia de Henrique Rosén (1840 &#8211; 1892)</em></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1840</strong><span style="color: #000000;"> &#8211; Em Vadstena, na região de Gotalândia, na Suécia, nascimento de </span></span><span style="color: #000000;">Henrik Gustaf Jacob Rosén, em 19 de junho filho de </span>Eric Herman Rosén e Sofia Charlotta Falkman.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1862</strong></span> &#8211; Após ficar entre julho e agosto em Santos, o fotógrafo sueco Henrique Rosén inaugurou, em Campinas, a Photographia Campinense, na rua Direita. nº 28.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #ff0000;"><strong><span style="color: #800000;">1865</span></strong> &#8211; <span style="color: #000000;">&#8220;<em>Em abril de 1865, em meio ao clima outonal, a rica população da Campinas dos Barões de Café, de fazendeiros, de comerciantes e de escravos, foi tomada de surpresa e de êxtase com a chegada aos seus longínguos rincões dos soldados imperiais formando o Corpo Expedicionário em Operação no Sul de Mato Grosso. Acabara de eclodir a Guerra do Paraguai e D. Pedro II criara duas forças para enfrentar Solano López. Os expedicionários atacariam pelo flanco Norte, sob o comando do coronel Manuel Pedro Drago. Durante 66 dias, as tropas permaneceram acampadas no Largo Santa Cruz, hoje no bairro do Cambuí, um local sagrado e profano. E traziam no Corpo de Engenheiros a jovem figura heroica e diverida de Alfredo Maria Adriano d&#8217;Escragnolle Taunay &#8211; o posterior Visconde de Taunay -, que proclama em seu livro A Retirada de Laguna: &#8220;A! Campinas&#8221;. Foram 66 dias de festas, banquetes, regabofes, bailes e flertes com as moças campineiras. Uma espécie de antessala no céu, antes da dança no inferno da Laguna</em>!&#8221;(<a href="http://ponteseditores.com.br/loja/index.php?route=product/product&amp;product_id=629" target="_blank"><em>Retiro antes de Laguna em Campinas</em></a>).</span></span></p>
<p style="text-align: left;">Nessa ocasião, Rosén conheceu Alfredo d´Escragnolle Taunay (1843 &#8211; 1899), escritor, engenheiro militar e um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras que muito o impressionou como o mesmo registrou em suas memórias (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_02/925" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 11 de abril de 1865, segunda coluna</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/818569/7" target="_blank"><em> O Sete de Setembro</em>, 13 de abril de 1865, primeira coluna;</a> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=030015_06&amp;pesq=%22henrique%20rosen%22&amp;pasta=ano%20194&amp;pagfis=55500" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 28 de setembro de 1948, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/098116x/1236" target="_blank"><em>Suplemento Literário</em>, 15 de outubro de 1960, quarta coluna</a>). Taunay também conheceu, na ocasião, o inventor francês radicado em Campinas, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10341" target="_blank">Hercule Florence</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_21210" style="width: 373px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/030015_06/55500" target="_blank"><img class="wp-image-21210 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/rosen9.jpg" alt="Jornal do Brasil, 21 de setembro de 1948" width="363" height="281" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/030015_06/55500" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 21 de setembro de 1948</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1866</strong></span> &#8211; Houve um desmoronamento de uma das paredes da matriz nova de Campinas, que estava em obras. Rosén foi um dos homens que participou dos trabalhos de salvamento de operários que ficaram soterrados (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/217280/25825" target="_blank"><em>Correio Mercantil</em>, <em>e Instructivo, Político, Universal</em>,  7 de fevereiro de 1866, quarta coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Entre maio e junho, esteve na região do rio da Prata, para onde foi e voltou no paquete inglês <em>Arno. </em>Embarcou e desembarcou no porto do Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/217280/26173" target="_blank"><em>Correio Mercantil</em>, <em>e Instructivo, Político, Universal</em>,  7 de maio de 1866, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/217280/26286" target="_blank"><em>Correio Mercantil</em>, <em>e Instructivo, Político, Universal</em>,  4 de junho de 1866, quinta coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Esteve em Rio Claro, cidade do interior de São Paulo e despediu-se agradecendo ao modo generoso e obsequioso que foi recebido e prometendo voltar no próximo ano (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_02/2592" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 25 de agosto de 1866, segunda coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1867</strong> </span>- Anunciou seus serviços, em Santos, inicialmente em um imóvel alugado na rua de Santo Antônio, 27, e depois no Hotel Millon (<em>Revista Comercial</em> (Santos), 12 de outubro de 1867).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1868</strong></span> &#8211; Anunciou o Processo Crozat de fotografia em cores e a venda de retratos de indígenas, de Santos e de outras cidades, além de um <em>grande sortimentos de álbuns, quadros e vistas estereocopos</em> <em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/375420/1603" target="_blank">O Ypiranga</a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/375420/1603" target="_blank">, 20 de dezembro de 1868, última coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1869</strong></span> &#8211; Casou-se, no Brasil, em 30 de janeiro, com a sueca Lovisa Mathilda Ladau.</p>
<div>O fotógrafo Joaquim Feliciano Alves Carneiro (18? – 188?), um dos sócios do estabelecimento Carneiro &amp; Gaspar, no Rio de Janeiro e em São Paulo, percorreu o estado de São Paulo e ficou algum tempo em Campinas, quando Rosén pode conhecer o que se usava de mais moderno em termos de fotografia na capital do Brasil. Uma curiosidade: com a morte do português Gaspar Antonio da Silva Guimarães (18? – 1875) e com a venda da parte de Joaquim Feliciano Alves Carneiro, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=705" target="_blank">Militão Augusto de Azevedo (1837 &#8211; 1905)</a>, autor do “Álbum comparativo da cidade de São Paulo 1862-1887&#8243;, que era sócio-gerente da Photographia Academica de Carneiro &amp; Gaspar, em São Paulo, tornou-se seu proprietário. Localizava-se na rua da Imperatriz, 58 (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/090972_03/6619" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 28 de novembro de 1875, segunda coluna</a>).</div>
<p style="text-align: left;">Produziu a divulgação publicitária da <em>Olaria, ferraria e oficina mecânica a vapor e água de propriedade de Antônio Carlos Sampaio Peixoto</em>, que a Brasiliana Fotográfica destaca neste artigo. A fábrica havia sido inaugurada em 2 de dezembro de 1867, em Campinas (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_02/3906" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 13 de outubro de 1867, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_02/4215" target="_blank"><em>Correio Paulistan</em>o, 18 de janeiro de 1868, segunda coluna</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/74" target="_blank"><em> Gazeta de Campinas</em>, 1º de dezembro de 1870, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/78" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 6 de janeiro de 1870, penúltima coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1870</strong></span> &#8211; Anunciou que a especialidade da Photographia Campinense, <em>a mais antiga da província,</em> era o <em>processo novo de Crozat, belíssimos retratos a cores. Tira-se retratos todos os dias mesmo nos chuvosos, às horas do costume.</em> (<em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/75" target="_blank">Gazeta de Campinas</a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/75" target="_blank">, 1º de janeiro de 1870, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/141" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 27 de fevereiro de 1870, segunda coluna)</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_21198" style="width: 178px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/75" target="_blank"><img class="size-full wp-image-21198" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/rosen3.jpg" alt="Gazeta de Campinas, 1870, coluna" width="168" height="492" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/75" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 1º de janeiro de 1870</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #800000;">1871</span> </strong>- Anunciou a Photographia Campinense como <em>a mais antiga da província</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/477" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 1º de janeiro de 1871, segunda coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_21199" style="width: 390px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/477" target="_blank"><img class="size-full wp-image-21199" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/rosen4.jpg" alt="Gazeta Campinense, 1º de janeiro de 1871" width="380" height="478" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/477" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 1º de janeiro de 1871</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Foi um dos subscritores da obra humanitária em favor dos franceses vítimas da guerra franco-prussiana (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/560" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 19 de março de 1871, última coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Anunciou a produção de <em>retratos Bombés, novo processo, </em>e também a produção de retratos de <em>cavaleiros montados, em qualquer tamanho, tendo para isso os arranjos necessários</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/582" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 6 de abril de 1871, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/738" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 31 de agosto de 1871, última coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1872</strong></span> &#8211; O retratista e pintor a óleo J. Stewart, de passagem em Campinas, anunciou que provas de seu trabalho estariam disponíveis na Photographia Campinense. O artista estava hospedado no Hotel Oriental (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/970" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 28 de março de 1872, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/1006" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 2 de maio de 1872, primeira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Rosén anunciou a chegada da Europa de um <em>bonito sortimento de tudo o que pertence à arte fotográfica</em> a seu estabelecimento. Chamava atenção para os retratos em cartão Victoria (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/091995/1027" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 19 de maio de 1872, segunda coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_21200" style="width: 388px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/091995/1027" target="_blank"><img class="size-full wp-image-21200" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/rosen5.jpg" alt="Gazeta de Campinas, 19 de maio de 1872" width="378" height="452" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/091995/1027" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 19 de maio de 1872</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Reproduziu em cartão o retrato a óleo de Joaquim Saldanha Marinho (1816 &#8211; 1895), que havia sido governador de São Paulo. O trabalho foi feito pelo sistema <em>mezzo-tinto</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/1154" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 15 de setembro de 1872, primeira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Anunciou uma <em>grande redução nos preços de retratos. </em>Destacava que os processos Victoria e Mezzo-Tinto só eram <span style="color: #000000;">realizados, em Campinas, no seu estabelecimento  (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/1252" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 8 de dezembro de 1872, segunda coluna).</a>  </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1873</strong> </span>- Publicou uma mensagem do Consulado Geral da Suécia e da Noruega no Rio de Janeiro: havia sido comissionado para receber de todos os suecos e noruegueses que vivessem em Campinas e em suas redondezas uma declaração de submissão ao rei Oscar II (1829 &#8211; 1907), que havia iniciado seu reinado em setembro de 1872. Para tal, dispunha de formulários (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/091995/1278" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 10 de janeiro de 1873</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_21202" style="width: 406px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/091995/1278" target="_blank"><img class="size-full wp-image-21202" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/rosen6.jpg" alt="Gazeta de Campinas, 10 de janeiro de 1873" width="396" height="303" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/091995/1278" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 10 de janeiro de 1873</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Foi elogiado por sua inteligência e critério profissionais (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/1618" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 1º de novembro de 1873, última coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_21203" style="width: 340px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/091995/1620" target="_blank"><img class="size-full wp-image-21203" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/rosen7.jpg" alt="Gazeta de Campinas, 1º de novembro de 1873" width="330" height="415" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/091995/1620" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 1º de novembro de 1873</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1875</strong></span> &#8211; Anunciou que devido aos <em>melhoramentos no salão de vidro</em> da Photographia Campinense seriam tirados retratos das 7 horas da manhã às 5 horas da tarde, sendo <em>preferíveis os dias cobertos e chuvosos</em>. Anunciou também a filial do ateliê em São João do Rio Claro, na rua do Commercio, 20 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/2111" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 6 de janeiro de 1875</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Declarou que não tinha nenhuma dívida e que não se responsabilizaria por nenhuma compra feita em seu nome. Pedia que quem se considerasse seu credor se apresentasse a ele até 15 de maio (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/2241" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 9 de maio de 1875, última coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Chegou ao Rio de Janeiro, vindo de Santos, no paquete a vapor <em>Conde d´Eu</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_06/11105" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 23 de maio de 1875, última coluna</a>). Foi anunciada sua partida e também a de Augusta Florence (1859 – ?), filha do francês <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10341" target="_blank">Hercule Florence (1804 &#8211; 1877)</a>, inventor de um dos primeiros métodos de fotografia do mundo &#8211; que morava em Campinas desde 1829 &#8211; e da alemã Carolina Krug (1828 – 1913), para a Europa. Ela iria aperfeiçoar seus estudos na Alemanha (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/2261" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 27 de maio de 1875, penúltima coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">A Photographia Campinense anunciava a venda de <em>vistas lindíssimas</em> da cidade (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/2333" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 1º de agosto de 1875, segunda coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Retornou da Europa no paquete inglês <em>Mondego</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/369381/1841" target="_blank"><em>O Globo</em>, 20 de novembro de 1875, última coluna</a>). Anunciou que que havia estudados os principais estabelecimentos fotográfico de Londres, Paris e Berlim e que estava prestes a receber &#8220;g<em>rande sortimento de tudo que pertence à minha arte</em>&#8220;. Informava também ter comprado o processo <em>Lambertypie</em>, que produzia &#8220;<em>retratos grandes, sem retoques, de um efeito belíssimo</em>&#8221; e mencionava todas as técnicas de que dispunha seu ateliê. Outra novidade foi a aquisição de uma câmara solar, como era então conhecida a<em> &#8220;machina de augmentar retratos&#8221;,</em> que o tornou pioneiro nessa técnica no Brasil. Seu ateliê ficava na rua Direita, nº 50<em> </em>e possuia<em> numerosas galerias </em>abertas à visitação. Chamava atenção para o fato de que algumas técnicas de que seu ateliê dispunha não haviam sido introduzidas disponíveis na capital do Império.<em> </em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_03/6652"><em>Correio Paulistano, </em>8 de dezembro de 1875</a>; <a href="http://memoria.bn.br/docreader/829668/197"><em>Almanach Litterario Paulista para 1876</em>, 1875</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/docreader/829668/197" target="_blank"><img class="aligncenter wp-image-21240 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/rosen10.jpg" alt="rosen10" width="314" height="513" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1876</strong></span> &#8211; Contratou seu irmão, Carlos Rosén, como auxiliar de seu ateliê.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1878</strong></span> &#8211;  Contratou o pintor austríaco Ferdinand (Fernando) Piereck  (1844 &#8211; 1925) para trabalhar em seu ateliê fotográfico em Campinas. Ferdinand é o pai do fotógrafo Louis Piereck (1880 &#8211; 1931).</p>
<p style="text-align: left;">Chegou ao Rio de Janeiro, com sua mulher, Luiza, no vapor alemão <em>Santos</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/238562/1087" target="_blank"><em>O Cruzeiro</em>, 28 de julho de 1878, terceira coluna)</a>.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1879</strong></span> &#8211; O prussiano Jacques Vigier (1839 &#8211; ?), que havia chegado no Brasil em 1861, foi  sócio de Rosén, entre esse ano e 1880, quando fundou a Photographia de Jacques Vigier, na mesma rua Direita onde ficava o estabelecimento de Rosén.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1880</strong></span> &#8211; Informava que havia chegado da Europa há pouco tempo. No anúncio, seu estabelecimento ficava na rua Direita, 48, e tinha o nome de Photographia Campineira. O &#8220;<em>retrato em tamanho natural</em>&#8221; continuava sendo uma das atrações e Rosén também oferecia tecnologia para retratos coletivos e de crianças, além de <em>Retratos</em> <em>Boudoir e Promenade, há pouco introduzidos em Paris, </em>o que conferia a seu estabelecimento uma aura de<em> </em>elegância e modernidade. Prometia a partir da foto-pintura, “<em>retratos coloridos a pastel, tamanho grande, reproduzidos de qualquer retrato antigo, por mais estragado que esteja</em>” (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/828840/313" target="_blank"><em>Almanach Campinense</em>, 1880)</a>. No mesmo local, Rosén vendia pianos fabricados para o clima do Brasil (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/828840/378" target="_blank"><em>Almanach Campinense</em>, 1880)</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/828840/313" target="_blank"><img class="  wp-image-21246 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/rosen13.jpg" alt="rosen13" width="303" height="516" /></a></p>
<div id="attachment_21245" style="width: 308px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/828840/313" target="_blank"><img class="wp-image-21245" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/rosen12.jpg" alt="rosen12" width="298" height="519" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/828840/313" target="_blank"><em>Almanach Campinense para 1881</em>, 1880</a></p></div>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #800000;"><strong>1881</strong></span> &#8211; Rosén  tornou-se sócio de B. Munchs.</p>
<p style="text-align: left;">Expôs na Casa Garraux, em São Paulo, uma coleção de retratos da atriz Lucinda (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_04/2141" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 15 de novembro de 1881, última coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1882</strong></span> &#8211; <span style="color: #000000;">A Fotografia Campineira abriu uma filial em Santos, nas instalações do estúdio do fotógrado Augusto Pinto de Oliveira (18? &#8211; ?) (<em>Diário de Santos</em>, 16 de abril de 1882; Diário de Santos, 7 de maio de 1882)<em>.</em></span> Meses depois, em um anúncio, Rosén agradecia às &#8220;<span style="color: #000000;"><em>as pessoas que honraram com a sua confiança</em>&#8221; a permanência de um representante seu na cidade, acrescentando que esperava que &#8220;<em>sua volta no próximo ano</em>&#8221; tivesse &#8220;<em>a mesma aceitação</em>&#8221; (<em>Diário de Santos</em>, 5 de setembro de 1882). Uma curiosidade: havia na cidade a chapelaria de Friederich Hempel, cuja vitrine era disputada pelos fotógrafos, dentre eles, Rosén (<em>Diário de Santos</em>, 13 de maio de 1882).</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1883</strong> </span>-  B. Munchs foi sucedido pelo alemão Julius Nickelsen na sociedade com Henrique Rosén. Nickelsen havia trabalhado na casa <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1138" target="_blank">Henschel</a> &amp; Benque, no Rio de Janeiro, entre 1878 e 1883.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_21209" style="width: 382px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/829560/632" target="_blank"><img class="size-full wp-image-21209" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/rosen8.jpg" alt="Almanach da Província de São Paulo, 1883" width="372" height="520" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/829560/632" target="_blank"><em>Almanach da Província de São Paulo</em>, 1883</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1884</strong></span> &#8211; Nickelsen e o português Bernardino Francisco Ferreira compraram a Photographia Campineira de Rosén e mudaram o nome do estabelecimento para Photographia Campinense. Bernardino havia trabalhado como funcionário do ateliê do fotógrafo açoriano <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11149" target="_blank">Christiano Junior (1832 &#8211; 1902)</a> &#8211; entre 1866 e 1870 &#8211; e também de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1138" target="_blank">Henschel</a> &amp; Benque &#8211; entre 1870 e 1884 -, ambos no Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1890</strong> </span>- Em janeiro, Rosén foi nomeado cônsul do Brasil da Suécia e da Noruega e passou a residir em Estocolmo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/873934/263" target="_blank"><em>Relatório do Ministério das Relações Exteriores</em>, 1891</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_01/284" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 12 de junho de 1891, primeira coluna</a>). A nomeação deveu-se, provavelmente, ao relacionamento de Rosén com dois campineiros que faziam parte do governo de Deodoro da Fonseca: o ministro da Justiça, Campos Salles (1841 &#8211; 1913); e o ministro da Agricultura, Francisco Glicério Cerqueira Leite (1846 &#8211; 1916) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_01/284" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 12 de junho de 1891, primeira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1891</strong></span> &#8211;  Informou ao ministro da Agricultura que o número de imigrantes da Suécia para o Brasil seria <em>avultado, </em>a seu ver,<em> d</em>evido à decisão do governo brasileiro de lhes dar passagens gratuitas<em> </em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/218731/9" target="_blank"><em>O Tempo</em>, 22 de maio de 1891, sexta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_01/284" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 12 de junho de 1891, primeira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1892</strong></span> &#8211; Falecimento de Rosén, em 5 de janeiro. No mesmo ano, sua mulher, Lovisa Mathilda Ladau, também faleceu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<div>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>A fotografia abaixo foi um dos fatores que motivou Marco Aurélio de Camargo Marques a pesquisar a genealogia de sua família. Nela, está retratado seu bisavô, Eulalio Augusto Alves de Camargo <b>(1864 &#8211; 1940)</b>. Marco Aurélio contribuiu para esse artigo com algumas informações biográficas de Rósen: data exata e local de seu nascimento, data de seu casamento e nome completo da cônjuge. A Brasiliana Fotográfica agradece, publica e credita sua colaboração. *</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24504" style="width: 595px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/rosen3.png"><img class="wp-image-24504 " src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/rosen3.png" alt="Retrato produzido por Henrique Rósen, 1882.  Campinas, SP " width="585" height="431" /></a><p class="wp-caption-text">Henrique Rósen. Eulalio Augusto Alves de Camargo (sentado) ao lado do cunhado João Franco Bueno, 1882. Campinas, SP</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;">* </span>Esse parágrafo foi inserido em 6 de julho de 2021.</p>
</div>
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		<title>O &#8220;artista fotógrafo&#8221; Louis Piereck (1880 &#8211; 1931)</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2020 13:13:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O fotógrafo Louis Jacques Piereck (1880- 1931) é o autor do retrato destacado no sexto artigo da série "Feministas, graças a Deus", sobre Júlia Medeiros (1896 - 1972), publicado na Brasiliana Fotográfica, em 12 de dezembro de 2020. De origem austríaca e nascido em Campinas, ele atuou no Recife, entre fins do século XIX e nas primeiras décadas do XX. Considerado talentoso, tinha muito prestígio na sociedade pernambucana e em seu estabelecimento, a Photographia Piereck, eram produzidos "os mais perfeitos trabalhos". Sua especialidade eram "retratos, grupos de criança e o bello sexo".  É de sua autoria o último retrato de João Pessoa (1878 - 1930), produzido em seu ateliê no dia do assassinato do político. Assim como Júlia de Medeiros, Piereck também teve um fim de vida trágico: suicidou-se, em 1931, ingerindo uma alta dose de oxianureto de mercúrio, em sua residência.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>O &#8220;artista fotógrafo&#8221; Louis Piereck (1880 &#8211; 1931)</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20488" style="width: 234px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/49681" target="_blank"><img class="wp-image-20488 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/piereck.jpg" alt="Louis Piereck / Jornal Pequeno, 20 de novembro de 1931" width="224" height="437" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/49681" target="_blank">Louis Piereck / <em>Jornal Pequeno</em>, 20 de novembro de 1931</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">O fotógrafo Louis Jacques Piereck (1880- 1931) é o autor do retrato destacado no <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16746" target="_blank">sexto artigo da série &#8220;Feministas, graças a Deus&#8221;, sobre Júlia Medeiros (1896 &#8211; 1972)</a>, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 9 de dezembro de 2020. De origem austríaca e nascido em Campinas, em 13 de outubro de 1880, ele atuou no <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4622" target="_blank">Recife</a>, entre fins do século XIX e nas primeiras décadas do XX. <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=15822" target="_blank">Pernambuco</a>, a partir da década de 1850, com a chegada de vários fotógrafos estrangeiros e o estabelecimento de diversos ateliês fotográficos, tornou-se uma referência importante na história da fotografia no Brasil. Piereck foi contemporâneo do português <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9800" target="_blank">Francisco du Bocage (1860 &#8211; 1919)</a> e do pernambucano <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16353" target="_blank">Manoel Tondella (1861 &#8211; 1921)</a>, dentre outros. Considerado talentoso, tinha muito prestígio na sociedade pernambucana e, em seu estabelecimento, a Photographia Piereck, eram produzidos &#8220;<em>os mais perfeitos trabalhos</em>&#8220;. Anunciava como sua especialidade &#8220;<em>retratos, grupos de criança e o bello sexo</em>&#8220;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_22201" style="width: 527px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8445" target="_blank"><img class="wp-image-22201" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/moçalinda.jpg" alt="moçalinda" width="517" height="417" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8445" target="_blank">Louis Piereck. Maria dos Anjos Correia de Araújo, s/d. Usina Timboassú, Escada, Pernambuco / Acervo Fundação Joaquim Nabuco</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muito provavelmente Louis aprendeu seu ofício de fotógrafo convivendo com profissionais em estabelecimentos fotográficos onde seu pai, o pintor acadêmico austríaco Ferdinand (Fernando) Piereck (1844 &#8211; 1925), trabalhou como, por exemplo, os ateliês de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21156" target="_blank">Henrique Rosén (1840 &#8211; 1892)</a>, em Campinas; <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1138" target="_blank">Alberto Henschel (1827 &#8211; 1882)</a>, no Recife; e o de Carlos Hoenen (18? &#8211; ?), em São Paulo. Em 1870, Ferdinand esteve pela primeira vez no Brasil, onde todos os seus cinco filhos, que teve com a tcheca Elizabeth Taussig (1855 &#8211; 19?), nasceram: Wilhelmine Ernestine (Guilhermina Christiani) (1878 &#8211; 19?), Ferdinand Junior (1879 &#8211; ?), Louis (1880 &#8211; 1931), Babette (Elizabeth White) (1881 &#8211; 19?) e Laura Correia (1882 &#8211; 19?). Naturalizou-se brasileiro em 1896. A motivação de sua vinda para o Brasil é incerta. Teria vindo atraido pela natureza tropical? À procura de uma clientela desejosa de que sua prosperidade fosse retratada?</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 684px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8450" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8450/fr_005680.JPG.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="" width="674" height="512" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8450" target="_blank">Antônio Jovino da Fonseca, negociante de açúcar, Maria Fausta Jovino da Fonseca, s/d. Recife, Pernambuco / Acervo Fundação Joaquim Nabuco</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1904, após uma estadia na Europa, Louis Piereck avisava a amigos, a antigos fregueses e ao público em geral que seu ateliê, a Photographia Piereck, no número 54 da rua dr. Rosa e Silva <strong>(1)</strong>, antiga rua da Imperatriz, no Recife, tinha todos os <em>requisitos necessários a fim de bem servi-los</em> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/6934" target="_blank">(<em>Jornal Pequeno</em>, 30 de abril de 1904, primeira coluna</a>). Era o mesmo endereço onde havia se localizado o ateliê do fotógrafo Flosculo de Magalhães (18? &#8211; 19?).</p>
<p>Casou-se, no Recife, com Hermínia Bastos Tigre (? &#8211; 1949), em 31 de janeiro de 1907, e tiveram cinco filhos, Luiz (c. 1907 &#8211; 1923), Edgard (1909 &#8211; 1993), Carmelita (19? -19?) &#8211; que faleceu ainda criança de crupe em uma das viagens da família à Europa -, Helena (19? &#8211; 19?) e Hermínia (Baby) (1916 &#8211; 1987) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/9009" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 31 de janeiro de 1907, quarta coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Louis Piereck conquistou o Grande Prêmio na <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11621" target="_blank">Exposição Nacional de 1908 </a>e medalhas de ouro na Exposição Internacional de Bruxelas de 1910, na Exposição Internacional de Turim de 1911, na Exposição Internacional do Trabalho de Milão de 1915, e na Exposição Internacional do Centenário da Independência, no Rio de Janeiro, em 1922. Seu estabelecimento fotográfico era uma <em>Casa honrada com a preferência da alta sociedade pernambucana, </em>onde além de produzir e expor fotografias, Piereck vendia equipamentos fotográficos. Frequentemente ia à Europa, de onde trazia as &#8220;<em>novidades da arte</em>&#8220;.</p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/15677" target="_blank"><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Essa conhecida casa, de que é proprietário o habilíssimo e competente artista sr. Luiz Piereck, acaba de ser dotada de importantes melhoramentos e novidades da arte, tonando-se desta sorte o principal estabelecimento do gênero desta capital&#8221;</em></span></a></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/15677" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 20 de fevereiro de 1913</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Photographia Piereck também foi palco de exposições de artistas plásticos como Vicente do Rego Monteiro (1899 &#8211; 1970), que se tornaria um pintor de renome internacional, e do chargista e caricaturista paraibano Fausto Silvério Monteiro, (? &#8211; 1935), o <em>Fininho,</em> pioneiro nas produções de materiais gráficos do cinema pernambucano (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/53" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 7 de janeiro de 1920, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/7100" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 27 de agosto de 1922, quinta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 535px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8440" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8440/fr_000148.JPG.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="525" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8440" target="_blank">Louis Piereck. Feliciana dos Santos Dias, s/d. Recife, Pernambuco / Acervo Fundaj</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=piereck&amp;submit=Ir" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de Louis Piereck disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Cerca de um ano antes de sua morte, Piereck foi o responsável pela última fotografia do então governador da Paraíba, João Pessoa  (1878 &#8211; 1930) que, no dia em que foi assassinado, 26 de julho de 1930, pelo jornalista João Dantas (1888 &#8211; 1930), no Recife, esteve na Photographia Piereck, <em>onde tirou novas fotografias a fim de atender a pedidos que constantemente lhe eram feitos por jornalistas, amigos e parentes. </em>O governador estava com o ex-deputado e futuro governador de Pernambuco, Agamenon Magalhães (1893 &#8211; 1952), e com o jornalista Caio Lima Cavalcanti (1898 &#8211; 1975). Piereck era grande admirador de Pessoa e, segundo noticiado no <em>Correio da Manhã</em>,<em> </em>o encontro dos dois se deu com grande emoção. O assassinato é considerado um dos estopins da Revolução de 30.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20493" style="width: 432px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/tede/5954/1/arquivo%20total.pdf" target="_blank"><img class="wp-image-20493 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/união1.jpg" alt="O último retrato de João Pessoa / Primeira página do jornal A União (PB), 2 de agosto de 1930" width="422" height="545" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/tede/5954/1/arquivo%20total.pdf" target="_blank">O último retrato de João Pessoa, produzido por Piereck horas antes do assassinato do político, em 26 de julho de 1930, no Recife / Primeira página do jornal <em>A União</em> (PB), 2 de agosto de 1930</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=uxUygBfSsu0" target="_blank">Link para o Hino a João Pessoa (o político), composto por Eduardo Souto e Oswaldo Santiago, cantado por Francisco Alves</a></p>
<p>O assassino de João Pessoa, João Dantas, e o engenheiro Augusto Caldas, seu cunhado, foram presos na Casa de Detenção do Recife, onde foram encontrados mortos em 6 de outubro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_11/2049" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 7 de outubro de 1930, primeira coluna</a>). O motivo oficial das morte foi suicídio mas, anos depois, a descoberta de registros fotográficos produzidos por Piereck contribuíram para desacreditar essa versão.</p>
<p>Assim como Júlia de Medeiros, Louis Piereck teve um fim de vida trágico: suicidou-se, em 1931, ingerindo uma alta dose de oxianureto de mercúrio. Ele era viciado em jogo e havia perdido seu patrimônio em corridas de cavalo.</p>
<p>Além da fotografia de Júlia, que pertence ao acervo do <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8204" target="_blank">Arquivo Nacional</a>, a Brasiliana Fotográfica disponibiliza 12 imagens produzidas por Piereck que pertencem ao acervo da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16353" target="_blank">Fundação Joaquim Nabuco</a>. Ambas são instituições parceiras do portal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/12503"><img class="alignnone size-full wp-image-20525" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/assinatura.jpg" alt="assinatura" width="392" height="52" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #993300;"><strong>Cronologia de Louis Piereck (1880 &#8211; 1931)</strong></span></em></p>
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<div id="attachment_20745" style="width: 345px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-20745" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/louis.jpg" alt="O fotógrafo Louis Piereck / Blog de Fernando Machado" width="335" height="441" /><p class="wp-caption-text">O fotógrafo Louis Piereck / Acervo da família Piereck</p></div>
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<p><span style="color: #800000;"><strong>1844</strong></span> &#8211; Em Viena, na Áustria, nascimento do pintor Ferdinand (Fernando) Piereck (1844 &#8211; 1925), pai de Louis, em 10 de setembro.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1870</strong></span> &#8211; Em 15 de outubro, Ferdinand chegou ao Rio de Janeiro, a bordo do paquete francês <em>Amazone</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_06/1461" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 16 de outubro de 1870, sexta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1875</strong> </span>- Em Viena, em 13 de março, casamento de Ferdinand com Elizabeth Taussig (05/11/1855 &#8211; ?), nascida em Praga, de origem judaica. Os dois primeiros filhos do casal, Wilhelmine Ernestine (Guilhermina Christiani) (1878 &#8211; 19?) e Ferdinand Junior (1879 &#8211; ?), nasceram em Pernambuco. O fotógrafo Louis (1880 &#8211; 1931), Babette (Elizabeth White) (1881 &#8211; 19?) e Laura Correia (1882 &#8211; 19?), em São Paulo.</p>
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<div id="attachment_21081" style="width: 586px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/família-piereck.jpg"><img class="size-large wp-image-21081" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/família-piereck-576x1024.jpg" alt="Louis Piereck. Ferdiand e Elizabeth Piereck com três filhos de Louis Piereck: Louis, Edgard e Hermínia (Baby), c. 19?" width="576" height="1024" /></a><p class="wp-caption-text">Ferdinand e Elizabeth Piereck e três de seu netos: Louis, Edgard e Hermínia (Baby), fotografados por Louis Piereck em torno de 1920/ Acervo da família Piereck</p></div>
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<p><span style="color: #800000;"><strong>1876</strong></span> &#8211; Ferdinand partiu do Rio de Janeiro para Pernambuco (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/369381/2004" target="_blank"><em>O Globo</em>, 1º de janeiro de 1876, quinta coluna</a>). Foi contratado para trabalhar na Photographia Allemã de  <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1138" target="_blank">Alberto Henschel (1827 &#8211; 1882)</a> no Recife (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/11377" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 14 de janeiro de 1876</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1877</strong></span> &#8211; Ferdinand  foi contratado para ser o responsável pela pela policromia das fotopinturas a óleo e aquarela da Photographia Allemã, de Carlos Hoenen (18?-?), inaugurada em 1º de setembro de 1875, na rua do Carmo, 74, em São Paulo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_03/6324" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 31 de agosto de 1875, última coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_03/8865" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 23 de novembro de 1877</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1878</strong></span> &#8211; Ferdinand ainda trabalhava no estabelecimento de Hoenen (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_03/9646" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 30 de julho de 1878)</a> e foi, muito provavelmente, o autor da pintura do teto de um dos cômodos do Grande Hotel, da Rua São Bento (<a href="http://docvirt.com/DocReader.net/RevIPHAN/3391" target="_blank"><em>Revista do IPHAN</em>, nº 10, 1946)</a>, de propriedade de dois comerciantes: o teuto-suíço Frederico Glette (? &#8211; 1886) e o alsaciano Victor Nothmann (? &#8211; 1905).</p>
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<div id="attachment_21108" style="width: 695px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_03/9357" target="_blank"><img class="size-full wp-image-21108" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/embelezamento.jpg" alt="Província, 30 de maio de 1878" width="685" height="179" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_03/9357" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 30 de abril  de 1878</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi também o autor de uma pintura de tema religioso realizada para a Igreja da Penha (<em>A Província de São Paulo</em>, 28 de julho de 1878).</p>
<p>Transferiu-se para Campinas, onde trabalhou no ateliê Photographia Campinense, do sueco <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=21156" target="_blank">Henrique Rosén (1840 &#8211; 1892), n</a>a época o mais importante fotógrafo do interior paulista, que, posteriormente, em janeiro de 1890, foi nomeado cônsul do Brasil da Suécia e da Noruega (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/873934/263" target="_blank"><em>Relatório do Ministério das Relações Exteriores</em>, 1891</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_01/284" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 12 de junho de 1891, primeira coluna</a>). A expansão cafeeira no oeste paulista fez com que vários fazendeiros alojassem em suas casas artistas que retratavam suas famílias. Ferdinand pintou diversos barões do café e, neste ano, pintou o retrato de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7183" target="_blank">dom Pedro II</a>, que está no casarão da Fazenda  Pinhal, em São Carlos, São Paulo.</p>
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<div id="attachment_21077" style="width: 494px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.casadopinhal.com.br/search_iconograficos/view?id=385" target="_blank"><img class="wp-image-21077 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/pedro.jpg" alt="Dom Pedro II, pintura de Ferdinand Piereck, 1878" width="484" height="520" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://www.casadopinhal.com.br/search_iconograficos/view?id=385" target="_blank">Dom Pedro II, por Ferdinand Piereck, 187</a>8</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sua primeira filha, Wilhelmine (Guilhermina) (1878 -?), nasceu em Pernambuco.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1879</strong></span> &#8211; Nascimento do segundo filho do casal Ferdinand e Elizabeth, Ferdinand Junior, em Pernambuco.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1880</strong></span> &#8211; Nascimento de Louis Piereck, em 13 de outubro, em Campinas <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/29503">(<em>Jornal Pequeno</em>, 13 de outubro de 1919, terceira coluna</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/89094"> <em>Jornal do Recife</em>, 13 de outubro de 1923, primeira coluna</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/89094"> <em>Diário de Pernambuco</em>, 14 de outubro de  1930, sexta coluna</a>). Algumas fontes informam o ano de nascimento 1878, e, por vezes, indicam como local de seu nascimento a Áustria ou a Suíça, mas documentação enviada da Áustria para familiares do fotógrafo apontam 1880 e Campinas como o ano e o local corretos do nascimento do fotógrafo.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong> 1881 &#8211; 1882</strong></span> &#8211; Em São Paulo, nascimento dos últimos filhos do casal Ferdinand e Elizabeth: Elizabeth (Babette) (1881 &#8211; 19?) e Laura (1882 &#8211; 19?) .</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1886</strong> </span>- Ferdinand Piereck, que havia voltado de Viena, foi contratado pela Photographia Allemã, de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1138" target="_blank">Albert Henschel (1827 &#8211; 1882)</a>, localizada na rua do Barão da Vitória, nº 52, no Recife. O gerente do estabelecimento era o também austríaco Constantino Barza (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/23652" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 3 de março de 1886)</a>.</p>
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<div id="attachment_21085" style="width: 198px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/705110/23652" target="_blank"><img class="size-full wp-image-21085" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/barza.jpg" alt="Jornal do Recife, 3 de março de 1886" width="188" height="367" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/705110/23652" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 3 de março de 1886</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1887</strong></span> &#8211; Segundo passaporte emitido na Áustria, em 16 de abril de 1887, para Ferdinand (Fernando) Piereck, com validade de três anos, ele estava em Viena, e viria ainda naquele ano para o Brasil. Aqui, após ter visitado as <em>principais galerias</em> durante sua viagem, voltou a trabalhar na Photographia Allemã, ficando encarregado dos retratos a óleo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/25177" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 26 de maio de 1887, quarta coluna)</a>.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1892</strong></span> &#8211; De acordo com propaganda veiculada em 1910, a fundação do ateliê fotográfico de Louis Piereck teria ocorrido neste ano (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/12503" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 14 de novembro de 1910</a>). Em janeiro de 1892, foi inaugurada a Photographia Brazil, de Flosculo de Magalhães (18? &#8211; 19?),  na rua da Imperatriz 54 A (que em 1895 passou a chamar-se rua dr. Rosa e Silva), primeiro estabelecimento do gênero no bairro da Boavista (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/30463" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 6 de janeiro de 1892, terceira coluna</a>). Em 1901, 1902 e 1903 continuava a funcionar no mesmo endereço. Flosculo mudou-se, em 1904, com a família para o Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/11047" target="_blank"><em>A Província</em>, 6 de novembro de 1901, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/11367" target="_blank"><em>A Província</em>, 21 de janeiro de 1902, penúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/14591" target="_blank">A Província, 30 de janeiro de 1904, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/15865" target="_blank"><em>A Província</em>, 1º de setembro de 1904, segunda coluna)</a>. É o mesmo endereço que, a partir de 1904, foi anunciado como o da Photographia Piereck <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/6934" target="_blank">(<em>Jornal Pequeno</em>, 30 de abril de 1904, primeira coluna</a>). Teriam os fotógrafos trabalhado juntos ou Piereck teria sucedido Flosculo no mesmo endereço?</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1895</strong></span> &#8211; Louis enviou um cartão de felicitações a sra. H. Barza. Seria uma parente de Constantino Barza (18? &#8211; ?), que havia sido o gerente da Photographia Allemã, de Henschel (1827 &#8211; 1882)? (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/35955" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 1º de novembro de 1895, terceira coluna</a>.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1896</strong> </span>- Seu pai, Ferdinand (Fernando) Piereck, naturalizou-se brasileiro, em 22 de maio de 1896 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_03/14231"><em>Gazeta de Notícias</em>, 25 de maio de 1896, quinta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1899</strong> </span>- Fazia parte de um Club de Photographia que distribuiu prêmios durante o ano de 1899 e 1900. O primeiro sorteio premiou o sócio Tito Rosas e o segundo, Alfredo Garcia (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/1130" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 2 de janeiro de 1899, terceira coluna</a>).</p>
<p>Morava no Entroncamento nº 37 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/41073" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 30 de julho de 1899, sexta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1900</strong> </span>- Possuía um estabelecimento fotográfico, em Campina Grande, na Paraíba.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1904</strong></span> &#8211; Seu estabelecimento fotográfico, a Photographia Piereck, ficava no número 54 A  da rua dr. Rosa e Silva <strong>(1)</strong>, antiga rua da Imperatriz, no Recife, mesmo endereço onde havia se localizado anteriormente o ateliê do fotógrafo Flosculo de Magalhães (18? &#8211; 19?). Foi anunciado que Piereck havia chegado há pouco da Europa onde havia se dedicado com esmero à arte fotográfica. Avisava a amigos, a antigos fregueses e ao público em geral que seu ateliê tinha todos os <em>requisitos necessários a fim de bem servi-los</em> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/6934" target="_blank">(<em>Jornal Pequeno</em>, 30 de abril de 1904, primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20496" style="width: 768px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_08/5275" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20496" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/estabelecimento.jpg" alt="Diário de Pernambuco, 7 de maio de 1904" width="758" height="311" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_08/5275" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 7 de maio de 1904</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na mesma rua dr. Rosa e Silva, no número 39, ficava a Modern Photograph, de Manoel Ribeiro Filho (18? &#8211; 19?) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_08/5013" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 20 de fevereiro de 1904, terceira coluna</a>).</p>
<p>Piereck retratou a atriz e cantora Vittorina Cesana (1896? &#8211; 19?) caracterizada para o papel de militar da opereta <em>Os 28 dias de Clarinha</em>. Durante a apresentação da peça, no Teatro Santa Izabel, no Recife, esta fotografia foi distribuida aos espectadores (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/7192" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 21 de julho de 1904, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_08/5523" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 23 de julho de 1904, penúltima coluna</a>).</p>
<p>Na Photographia Piereck e na Maison Chic estavam sendo vendidos exemplares de <em>A Linguagem dos selos pelo cartão postal ou o dicionário do amor pelo correio</em> (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/7460" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 12 de outubro de 1904</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20497" style="width: 222px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/maison.jpg"><img class="size-full wp-image-20497" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/maison.jpg" alt="Pequeno Jornal, 12 de outubro de 1904" width="212" height="255" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/7460" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 12 de outubro de 1904</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Seu pai, o pintor acadêmico Ferdinand (Fernando) Piereck, trabalhava na Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/7490" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 20 de outubro de 1904, quarta coluna).</a></p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1905</strong> </span>- Foi anunciada uma <em>grande exposição artística</em> na Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/15764" target="_blank"><em>A Província</em>, 8 de abril de 1905</a>).</p>
<p>Houve uma liquidaçao de cartões-postais em seu estabelecimento (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/8261" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 14 de junho de 1905, segunda coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1906</strong></span> &#8211; Estavam em exposição na Photographia Piereck o retrato de todos os presidentes da Câmara de Deputados Estaduais de Pernambuco desde a proclamação da República: José Maria, Moreira Alves, José Marcelino, Elpidio Figueireido, Mota Silveira e João Coimbra (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/49008" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 20 de fevereiro de 1906, sétima coluna</a>).</p>
<p>Anunciava seu estabelecimento fotográfico como uma <em>Casa honrada com a preferência da alta sociedade pernambucana (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/49021" target="_blank">Jornal do Recife</a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/49021" target="_blank">, 23 de fevereiro de 1906, oitava coluna</a>).</p>
<p>Anúncio da contratação do casamento com Hermínia Bastos Tigre, irmã do poeta, bibliotecário, publicitário e jornalista Manuel Bastos Tigre (1882 &#8211; 1957), filha do negociante Delfino Tigre (18? &#8211; 1932) e de Maria Leontina Bastos Tigre (18? &#8211; 1926) e publicação das proclamas (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_08/7614" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 5 de outubro de 1906, penúltima coluna</a>; e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/50019" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 25 de dezembro de 1906, quarta coluna</a>). Uma curiosidade: o cunhado de Piereck, Manuel Bastos Tigre, foi o responsável pelo <em>slogan</em> da Bayer que se tornou famoso em todo o mundo: &#8220;<em>Se é Bayer é bom</em>&#8220;. É também o autor da letra da música <em>Chopp em Garrafa</em>, com música de Ary Barroso (1903 &#8211; 1964), que foi interpretada por Orlando Silva (1915 &#8211; 1978). Foi inspirada no produto que a Brahma passou a engarrafar. Sucesso do carnaval de 1934, é considerado o <a href="https://www.propagandashistoricas.com.br/2015/06/primeiro-jingle-do-brasil.html" target="_blank">primeiro<em> jingle</em> publicitário do Brasil</a>. Foi também o autor do livro <em>Meu Bebê: livro das mamães</em> para anotações sobre o bebê desde seu nascimento. O Dia do Bibliotecário, 12 de março, dia de seu nascimento, foi instituído, em 1980, em sua homenagem.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1907</strong></span> &#8211; Louis Piereck produziu as fotografias da turma de bacharéis de 1906 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/8921" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 5 de janeiro de 1907, primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20499" style="width: 347px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/9396" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20499" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/capricho.jpg" alt="Jornal Pequeno, 3 de junho de 1907" width="337" height="181" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/9396" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 3 de junho de 1907</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 501px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8444" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8444/fr_000452.JPG.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="491" height="799" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8444" target="_blank">Louis Piereck. Pedro Velho Pessoa de Albuquerque, bacharel em 1906, 1906. Recife, Pernambuco / Acervo Fundaj</a></p></div>
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<p>Casou-se, no Recife, com Hermínia Bastos Tigre (? &#8211; 1949), em 31 de janeiro de 1907, e tiveram cinco filhos, Luiz (c. 1907 &#8211; 1923), Edgard (1909 &#8211; 1993), Carmelita (19? -19?) &#8211; que faleceu ainda criança de crupe em uma das viagens da família à Europa -, Helena (19? &#8211; 19?) e Hermínia (Baby) (1916 &#8211; 1987) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/9009" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 31 de janeiro de 1907, quarta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_21096" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/família-piereck-2.jpg"><img class="wp-image-21096 size-large" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/família-piereck-2-1024x517.jpg" alt="família piereck 2" width="768" height="388" /></a><p class="wp-caption-text">Da esquerda para a direita: Louis (filho primogênito do fotógrafo), Hermínia, sua mulher; Edgard (seu filho), o fotógrafo Louis Piereck, duas irmãs de Hermína e a mãe de Hermínia, Maria Leontina Bastos Tigre, em um navio indo para a Europa, década de 10 / Acervo da família Piereck</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Anunciava utilizar na Photografia Piereck o processo Van Bosch, <em>garantido para os climas tropicais</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/9370" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 24 de maio de 1907</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20498" style="width: 778px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/9370" target="_blank"><img class="size-large wp-image-20498" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/van-1024x289.jpg" alt="Pequeno Jornal, 24 de maio de 1907" width="768" height="217" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/9370" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 24 de maio de 1907</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Anunciou a <em>Alta Novidade Photo-Pintura-Esmaltada</em> como exclusividade da Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/10005" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 9 de dezembro de 1907</a>). Com esta técnica foram realizados os retratos do desembargador Sigismundo Gonçalves (1845 &#8211; 1915) e do senador Rosa e Silva (1847 &#8211; 1929), expostos no depósito da Fábrica Lafayette (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/10021" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 13 de dezembro de 1907, primeira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1908</strong></span> &#8211; A Photographia Piereck ficou incumbida pelo retrato do príncipe Luiz Felipe de Portugal (1887 &#8211; 1908), assassinado em 1º de fevereiro de 1908, que seria colocado na galeria do Real Hospital Português de Pernambuco (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/51487" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 22 de fevereiro de 1908, oitava coluna</a>).</p>
<p>Exposição na Fábrica Lafayette, na rua 1º de Março, do retrato em <em>photo-pintura-esmaltada</em> do coronel Cornélio Padilha (18? &#8211; 19?), realizado pela Photographia Piereck. O retrato seria dado ao coronel por amigos na ocasião de sua chegada da Europa (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/52183" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 16 de setembro de 1908, última coluna</a>).</p>
<p>A Photographia Piereck conquistou o Grande Prêmio na Exposição Nacional de 1908 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_08/10376" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 10 de dezembro de 1908, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/809250/9373" target="_blank"><em>Gutemberg</em>, 31 de dezembro de 1908</a>; <a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/10582" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 3 de junho de 1909, última coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20504" style="width: 636px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/809250/9373" target="_blank"><img class="wp-image-20504 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/exposição-n.jpg" alt="exposição n" width="626" height="353" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/809250/9373" target="_blank"><em>Gutemberg</em>, 31 de dezembro de 1908</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1909</strong></span> &#8211; Foi publicada uma lista de personalidades fotografadas pelo sistema &#8220;Esmalte Piereck&#8221; (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/10582" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 3 de junho de 1909</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/10582" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-20501 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/expopiereck.jpg" alt="expopiereck" width="419" height="315" /></a></p>
<div id="attachment_20502" style="width: 425px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/10582" target="_blank"><img class=" wp-image-20502" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/expopiereck1.jpg" alt="Pequeno Jornal, de 1909" width="415" height="409" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/10582" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 3 de junho de 1909</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Exposição de um retrato do ex-presidente Afonso Pena (1847 &#8211; 1909) na Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_08/11054" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 24 de junho de 1909, penúltima coluna</a>).</p>
<p>Louis Piereck embarcou, em 10 de outubro, para a Europa, a bordo do <em>Aragon,</em> e anunciou que seu ateliê fotográfico continuaria funcionando. Retornou em 9 de dezembro de 1909 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/20111" target="_blank"><em>A Província</em>, 10 de outubro de 1909, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/53525" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 24 de outubro de 1909, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/20337" target="_blank"><em>A Província</em>, 10 de dezembro de 1909, quinta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1910</strong></span> &#8211; Na Fábrica Lafayette, exposição de retratos produzidos por Piereck, feitos por <em>um novo e belíssimo processo, o mais moderno da arte fotográfica, imitação de fina gravura em relevo </em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/20465" target="_blank"><em>A Província</em>, 14 de janeiro de 1910, última coluna</a>).</p>
<p>Venda de quadros e molduras a varejo e no atacado na Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/21010" target="_blank"><em>A Província</em>, 30 de maio de 1910, quinta coluna</a>).</p>
<p>A Photographia Piereck conquistou a Medalha de Ouro na Exposição Internacional de Bruxelas, realizada entre 23 de abril e 1º de novembro de 1910 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_09/1147" target="_blank"><em>Diário de Pernambuc</em>o, 1º de novembro de 1910, última coluna</a>). Também participaram da exposição os pintores brasileiros Lucilio de Albuquerque (1877 &#8211; 1939) e <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2490" target="_blank">Antônio Parreiras (1860 &#8211; 1937)</a>. O encarregado pelos concertos de música brasileira no evento foi o maestro cearense Alberto Nepomuceno (1864 &#8211; 1920), então diretor do Instituto Nacional de Música. O pavilhão brasileiro foi projetado pelo arquiteto belga Franz van Ophen (18? &#8211; 19?).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20515" style="width: 409px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/4760" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20515" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/pavilhão.jpg" alt="Pavilhão brasileiro na Exposição Internacional de Bruxelas, em 1910 / Fon-Fon, 9 de julho de 1910" width="399" height="536" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/259063/4760" target="_blank">Pavilhão brasileiro na Exposição Internacional de Bruxelas, em 1910 / Fon-Fon, 9 de julho de 1910</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 15 de novembro de 1910, foi inaugurada a instalação elétrica da Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/12503" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 14 de novembro de 1910</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20503" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/12503" target="_blank"><img class="wp-image-20503 size-large" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/bruxelas-1024x247.jpg" alt="bruxelas" width="768" height="185" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/12503" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 14 de novembro de 1910</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O quadro das novas professoras formadas no Colégio Prytaneu foi confeccionado e exposto na Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/21850" target="_blank"><em>A Província</em>, 28 de novembro de 1910, segunda coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1911 </strong><span style="color: #000000;">- </span></span><span style="color: #800000;"><span style="color: #000000;">A Photographia Piereck ganhou a Medalha de Ouro na Exposição de Turim, realizada entre 29 de abril e 19 de novembro de 1911 </span></span><span style="color: #000000;">(</span><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/228443/5973" target="_blank"><em>Almanach de Pernambuco</em>, 1912</a><span style="color: #000000;">). </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/medalhaturim.jpg"><img class=" size-full wp-image-21135 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/medalhaturim.jpg" alt="medalhaturim" width="340" height="346" /></a></p>
<div id="attachment_21136" style="width: 354px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/medalhaversoturim.jpg"><img class="wp-image-21136 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/medalhaversoturim.jpg" alt="medalhaversoturim" width="344" height="316" /></a><p class="wp-caption-text">Medalha de Ouro da Exposição de Turim / Acervo da família Piereck</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nessa mesma exposição, o fotógrafo amador alagoano <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17653" target="_blank">Luis Lavènere Wanderley (1868 &#8211; 1966) </a>também foi premiado com uma Medalha de Ouro exibindo fotografias sobre madeira, sobre porcelana e quadros de gênero  (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/348074/9843" target="_blank"><em>Leituras para todos</em>, janeiro de 1912</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20533" style="width: 280px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Exposi%C3%A7%C3%A3o_Universal_de_1911#/media/Ficheiro:De_Karolis,_Adolfo_(1874-1928)_-_Esposizione_Torino_1911.jpg" target="_blank"><img class="  wp-image-20533" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/poster.jpg" alt="poster" width="270" height="393" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Exposi%C3%A7%C3%A3o_Universal_de_1911#/media/Ficheiro:De_Karolis,_Adolfo_(1874-1928)_-_Esposizione_Torino_1911.jpg" target="_blank">Poster oficial da Exposição Internacional de Turim em 1911, de autoria de Adolfo De Karolis (1874 &#8211; 1928)</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O fotógrafo austríaco radicado no Brasil <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9866" target="_blank">Otto Rudolf Quaas (c. 1862 – c. 1930)</a> recebeu a Medalha de Prata. Segundo artigo de Boris Kossoy, publicado no <em>O Estado de São Paulo,</em> de 4 de março de 1973,  o fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7661" target="_blank">Valério Vieira (1862 &#8211; 1941) </a>participou da Exposição Universal de Turim, durante a qual foi agraciado com a comenda de Cavaleiro da Coroa, concedida pelo rei da Itália, por sua defesa da causa da imigração italiana para o fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7661" target="_blank">Valério Vieira (1862 &#8211; 1941).</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20512" style="width: 538px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/228443/5973" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20512" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/turim.jpg" alt="Almanach de Pernambuco, 1912" width="528" height="341" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/228443/5973" target="_blank"><em>Almanach de Pernambuco</em>, 1912</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em uma exposição do quadro de bacharéis em Ciências Jurídicas e Sociais da Faculdade de Direito na Photographia Piereck, a iluminação do ateliê foi descrita e referida como responsável por um <em>surpreendente efeito luminoso. </em>O evento, muito concorrido, contou com a apresentação da banda do 49º Batalhão de Caçadores (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/22433" target="_blank"><em>A Província</em>, 6 de dezembro de 1911, quarta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1912</strong></span> &#8211;  Exposição de um retrato de Eudoro Correia (1869 &#8211; 1961), prefeito do Recife, na Photographia Piereck. O retrato seria ofertado ao prefeito pelos carvoeiros da casa Cory Brothers (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/56998" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 19 de abril de 1912</a>).</p>
<p>Mais uma vez, o quadro de retratos das novas professoras formadas no Colégio Prytaneu foi confeccionado e exposto na Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/14596" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 16 de maio de 1912, quarta coluna</a>).</p>
<p>A Photographia Piereck também confeccionava <em>elegantes e custosas</em> molduras (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/14737" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 20 de junho de 1912, última coluna</a>).</p>
<p>Em julho, Louis Piereck foi passar uma temporada na Europa e deixou na direção de seu estabelecimento seu antigo auxiliar J. de Oliveira Lopes. Seu amigo Delfino da Silva Tigre cuidaria de seus assuntos particulares e comerciais (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/57414" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 18 de julho de 1912, terceira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1913</strong></span> &#8211; A bordo do <em>Araguaya</em>, Louis Piereck retornou de uma viagem à Europa quando visitou vários estabelecimentos fotográficos, especialmente em Viena e em Berlim. Comprou a patente para o processo fotográfico esmalte ouro para a América do Sul. Além disso, adquiriu uma <em>utilíssima e magnífica máquina para operação em atelier, tipo 1912, a mais aperfeiçoada invenção e dotada de uma fina objetiva do importante cabricante Carl Zeiss&#8230;esse aparelho é o único que consegue apanhar clichês representando a maior naturalidade e nitidez, visto como o fotografado não vê diante de si a câmara, mas um grande espelho, onde se reflete a sua imagem, podendo desta natureza o artista, no momento crítico, apanhar uma fisionomia com a expressçao mais viva e natural. No interior da máquina  existe um aparelho instantâneo automático, de maneira que a pessoa que está sendo fotografada, por mais nervosa que seja, não pode modificar a expressão do rosto, evitando assim as tão frequentes reclamações de que &#8220;o trabalho não está bom a cópia não foi fiel&#8221;. </em>Trouxe também fundos e decorações, uma coleção de animais para fotos com crianças, um projetor automático e elétrico, o maior do gênero em Pernambuco, que permitia <em>apanhar no dia mais escuro qualquer clichê</em> e um graduador automático de <em>regulamentação de luz nas provas</em>. Finalmente, comprou também <em>uma rica e elegante cartonagem</em> para a produção de um <em>belíssimo efeito no acabamento dos retratos</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/58483" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 1º de fevereiro de 1913, penúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/15677" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 20 de fevereiro de 1913, segunda coluna</a>; e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/24048" target="_blank"><em>A Província</em>, 25 de fevereiro de 1913, quarta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20527" style="width: 369px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/15677" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20527" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/esmalte.jpg" alt="Jornal Pequeno, 20 de fevereiro de 1913" width="359" height="255" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/15677" target="_blank"><em>Descrição do processo Esmalte Ouro / Jornal Pequeno</em>, 20 de fevereiro de 1913</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/15677" target="_blank"><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Essa conhecida casa, de que é proprietário o habilíssimo e competente artista sr. Luiz Piereck, acaba de ser dotada de importantes melhoramentos e novidades da arte, tonando-se desta sorte o principal estabelecimento do gênero desta capital&#8221;.</em></span></a></p>
<p>Louis Piereck anunciou que havia reassumido a direção técnica de seu estabelecimento e a nova máquina fotográfica adquirida na Europa foi exposta na Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/15702" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 26 de fevereiro de 1913, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/15702" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 1º de março de 1913, primeira coluna</a>).</p>
<p>Anunciou possuir <em>os aparatos mais modernos e necessários para transformar seu ateliê em um interior de igreja para os atos de 1ª Comunhão, casamentos e batizados</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/15850" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 7 de abril de 1913, primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8441" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/8441/fr_000149.JPG.jpg?sequence=4&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="515" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8441" target="_blank">Louis Piereck. José do Santos Dias, Luiz Dias Lins [primeira Comunhão], s/d. Recife, Pernambuco / Acervo Fundaj</a></p></div>
<p style="text-align: left;">A Photographia Piereck inaugurou seu serviço fotográfico noturno sem o processo do magnésio (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/16109" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 13 de junho de 1913, penúltima coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20531" style="width: 228px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/16109" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20531" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/noite.jpg" alt="Jornal Pequeno, 13 de junho de 1913" width="218" height="339" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/16109" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 13 de junho de 1913</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Photographia Piereck foi contratada para realizar o quadro dos formandos da Escola de Farmácia (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/25205" target="_blank"><em>A Província</em>, 24 de julho de 1913, terceira coluna</a>).</p>
<p>Em 14 de novembro, no Teatro Santa Izabel, no Recife, foi entregue a Medalha de Ouro conquistada por Louis Piereco, na Exposição Internacional de Turim, em 1911 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/16232" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 15 de novembro de 1913, terceira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20532" style="width: 378px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/16232" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20532" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/medalha.jpg" alt="Jornal Pequeno, 15 de novembro de 1913" width="368" height="410" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/16232" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 15 de novembro de 1913</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi noticiado que Louis Piereck embarcaria para a Europa com a família. Teria aceito a incumbência de realizar para o <em>Jornal Pequeno</em> reportagens fotográficas nas principais cidades que visitasse (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/16762" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 29 de novembro de 1913, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/64325" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 18 de abril de 1915, segunda coluna</a>).</p>
<p>Na Photographia Piereck, exposição de um quadro com retratos da tripulação vencedora, do Club Náutico, do páreo de honra da última regata (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/16815" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 13 de dezembro de 1913, última coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1914</strong></span> &#8211; Exposição do quadro das professoras da Escola Normal Pinto Junior, confeccionado no ateliê fotográfico de Piereck que foi decorado, para o evento, em estilo japonês. Na ocasião, houve a apresentação de uma banda militar (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/29426" target="_blank"><em>A Província</em>, 21 de novembro de 1914, última coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/63001" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 24 de novembro de 1914, última coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1915</strong></span> &#8211; Ganhou o Grande Prêmio de Honra e uma Medalha de Ouro na Exposição Internacional do Trabalho em Milão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_21124" style="width: 513px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/milão.jpg"><img class=" wp-image-21124" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/milão-768x1024.jpg" alt="Grande Prêmio de Honra, em Milão, 1915 / Arquivo da família Piereck" width="503" height="671" /></a><p class="wp-caption-text">Grande Prêmio de Honra, Milão, 1915 / Acervo da família Piereck</p></div>
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<p>Após uma longa viagem pela Europa, iniciada em fins de 1913, quando esteve em Viena, Paris e Berlim, Louis Piereck e sua família voltaram para o Recife, a bordo do transatlântico <em>Avon</em>. Trouxe para seu ateliê recentes <em>descobertas fotográficas</em>, dentre elas o processo de <em>Pigment ou carvon verdadeiro, em que se notam nas provas 20 e tantas cores diferentes. </em>Adquiriu também aparelhos para a execução de trabalhos esmaltados em moldura de diversos formatos &#8211; ovais, medalhões, redondos, quadrados, dentre outros &#8211; , e máquinas fotográficas para a realização de <em>instantâneos de toda natureza</em> &#8230; <em>podendo apanhar as imagens com a rapidez de 2500 de segundo</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/64325" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 18 de abril de 1915, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/30561" target="_blank"><em>A Província</em>, 23 de abril de 1915, segunda coluna</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/30593" target="_blank"> <em>A Província</em>, 27 de abril de 1915, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/20217" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 28 de maio de 1915, penúltima coluna</a>). Reassumiu seu estabelecimento fotográfico em 1º de junho (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/30833" target="_blank"><em>A Província</em>, 27 de maio de 1915, segunda coluna</a>).</p>
<p>Era o <em>único depositário para todo o Brasil </em>do medicamento <em>Expulsin</em>, fabricado em Berlim para o combate à gota, reumatismo e artrite (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/31081" target="_blank"><em>A Província</em>, 27 de junho de 1915, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/35943" target="_blank"><em>A Província</em>, 17 de março de 1917, última coluna</a>).</p>
<p>O inspetor de higiente, dr. Gouveia de Barros, foi retratado na Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/20664" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 4 de agosto de 1915, última coluna</a>).</p>
<p>Inauguração de diversos e <em>importantes melhoramentos</em> na Photographia Piereck, dentre eles o aumento da iluminação elétrica. Havia no ateliê um espaçoso laboratório para lavagem, revelação e fixagem de chapas, uma prensa automática e elétrica para a impressão de provas e também um aparelho para o serviço de ampliação. Havia também a seção de c<em>olagem, cortagem de cartão e abertura de firma da casa e outros distintivos, </em>além da sala de fotografia e da seção de molduras.<em> </em>Nesta ocasião, trabalhavam no ateliê os artistas Gustavo Fischer e o alemão Phil Schafer, que havia trabalhado no ateliê Hubart &amp; Cia, no Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/21633" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 29 de dezembro de 1915, última coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1916</strong> </span>- Piereck esteve por cerca de três meses na Europa e reassumiu a direção artística de seu ateliê, em 30 de junho de 1916. Trouxe para seu estabelecimento um aparelho para fotografias noturnas usado nas <em>grandes casas da Europa. </em>Adquiriu também<em> uma belíssima cartonagem, o que havia de mais chic e novo no gênero</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/22820" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 1º de julho de 1916, última coluna</a>).</p>
<p>Viajou a passeio para o Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/23089"><em>Jornal Pequeno</em>, 22 de agosto de 1916, última coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1917</strong> </span>- Em um aviso publicado no jornal A Província, Piereck denunciou fotógrafos que, usando de má fé, apresentavam-se como seus representante (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/128066_01/36051" target="_blank"><em>A Província</em>, 3 de abril de 1917, última coluna</a>).</p>
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<div id="attachment_20523" style="width: 178px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/128066_01/36051" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20523" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/incautos.jpg" alt="A Província, de abril de 1917" width="168" height="208" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/128066_01/36051" target="_blank"><em>A Província</em>, 3 de abril de 1917</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Devido à manifestações contra a Alemanha ocorridas no Recife, Piereck procurou a redação do <em>Jornal do Recife</em> e declarou, mostrando documentos, ser brasileiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/71189" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 12 de abril de 1917, primeira coluna</a>).</p>
<p>A Photograhia Piereck foi escolhida para realizar o quadro de retratos dos bacharelandos de Direito de 1917 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/24826"><em>Jornal Pequeno</em>, 26 de maio de 1917, última coluna</a>).</p>
<p>Anúncio da instalação, na Photographia Piereck, de <em>uma importante e bem montada oficina para o fabrico de molduras, a cargo de competentes artistas</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/25235" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 26 de julho de 1917</a>).</p>
<p>No quarto e mais importante páreo da regata promovida pelo Club Sportivo Almirante Barroso, foi disputado pela primeira vez <em>o rico e elegante brinde &#8220;Photo Piereck&#8221;, oferecido pela conceituada Photographia Piereck</em>  (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/25297" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 4 de agosto de 1917, quinta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/25835" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-20547" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/medalhão.jpg" alt="medalhão" width="304" height="309" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi noticiado que Gustavo Fischer havia deixado de ser o auxiliar de Louis Piereck, <em>por sua livre e espontânea vontade. </em>Ele passou a gerenciar a Photographia Chic (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_09/15436" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 23 de outubro de 1917, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/25835" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 24 de outubro de 1917, última coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1918</strong> </span>- Mais uma vez, a Photographia Piereck foi a responsável pela realização do quadro de bacharéis da Faculdade de Direito (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/38319" target="_blank"><em>A Província</em>, 7 de fevereiro de 1918, segunda coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20585" style="width: 316px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/128066_01/39165" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20585" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/propaganda.jpg" alt="A Província, 26 de maio de 1918" width="306" height="274" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/128066_01/39165" target="_blank"><em>A Província</em>, 26 de maio de 1918</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Exposição de diversos retratos na Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/27431" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 2 de agosto de 1918, terceira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1919</strong></span> &#8211; As capas da revista<em> Vida Moderna</em> passaram a trazer fotografias cedidas pela Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_08/11054" target="_blank"><em>Vida Moderna (PE)</em>, 5 de julho de 1919</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20511" style="width: 254px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/402109/647" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20511" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/vidamoderna.jpg" alt="Vida Moderna, 5 de julho de 1919" width="244" height="335" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/402109/647" target="_blank"><em>Vida Moderna</em>, 5 de julho de 1919</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Inauguração na Photographia Piereck do quadro dos engenheiros formados em 1919 na Escola Livre de Engenharia. O <em>passe-partout</em> havia sido confeccionado pelo artista Moser (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/77779" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 16 de agosto de 1919, penúltima coluna</a>).</p>
<p>Realização de um <em>magnífico trabalho na Photographia Piereck. Quadro do corpo médico e da junta administrativa de 1948, do Hospital Português </em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/29134" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 20 de agosto de 1919, segunda coluna</a>).</p>
<p>Foi anunciada a venda, na Photographia Piereck, de <em>novas tintas para artistas pintores</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/29463" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 7 de outubro de 1919, primeira coluna</a>).</p>
<p>A Photographia Piereck foi, de novo, a responsável pela realização do quadro de bacharéis da Faculdade de Direito (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/43108" target="_blank"><em>A Província</em>, 10 de dezembro de 1919, penúltima coluna</a>).</p>
<p>Na Photographia Piereck, inauguração do quadro de retratos dos professores da Escola Normal: Julio Pires Ferreira, França Pereira, Arthur Cavalcanti e José Ferreira Muniz (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_01/43130" target="_blank"><em>A Província</em>, 13 de dezembro de 1919, quarta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1920</strong></span> &#8211; O pintor Vicente do Rego Monteiro (1899 &#8211; 1970) fez uma exposição de ilustrações e aquarelas na Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/53" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 7 de janeiro de 1920, primeira coluna</a>). Rego Monteiro trouxe para o Recife, em 1930, uma exposição de artistas da Escola de Paris, que foi a primeira mostra internacional de arte moderna realizada no Brasil, com artistas ligados às grandes inovações nas artes plásticas, como o <a>cubismo</a> e o <a>surrealismo</a>. Foram expostas, dentre outras, obras de Fernand Léger (1881 &#8211; 1955), Georges Braque (1882 &#8211; 1963), Joan Miró (1893 &#8211; 1983) e Pablo Picasso (1881 &#8211; 1973), além de trabalhos dele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20554" style="width: 313px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/53" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20554" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/vicente.jpg" alt="Diário de Pernambuco, de 1920" width="303" height="359" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/53" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 7 de janeiro de 1920</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estavam à venda na Photographia Piereck, as chapas fotográficas de fabricação alemã que, devido à guerra e a consequente interrupção das exportações, passaram muito tempo em falta. Outros produtos fotográficos também eram vendidos no ateliê (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/1587" target="_blank"><em>A Província</em>, 22 de julho de 1920, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/1820" target="_blank"><em>A Província</em>, 20 de agosto de 1920, última coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20591" style="width: 347px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_10/2728" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20591" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/amadores.jpg" alt="Diário de Pernambuco, 16 de dezembro de 1920" width="337" height="153" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_10/2728" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 16 de dezembro de 1920</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Photographia Piereck foi escolhida para realizar o quadro de retratos dos formandos em odontologia (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/80653" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 7 de agosto de 1920, quinta coluna</a>).</p>
<p>Os retratos do presidente do Brasil, Epitácio Pessoa (1865 &#8211; 1942), e do governador de Pernambuco, José Rufino Bezerra Cavalcanti (1865 &#8211; 1922), realizados pela Photographia Piereck, foram expostos durante a realização da comemoração do primeiro ano de governo de Bezerra CAvalcanti (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/2776" target="_blank"><em>A Província</em>, 18 de dezembro de 1920, quarta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1921</strong></span> &#8211; A Photographia Piereck realizou o quadro de retratos dos formandos da Faculdade de Direito e dos farmacêuticos (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/81867" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 13 de janeiro de 1921, sexta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/5361" target="_blank"><em>A Província</em>, 3 de dezembro de 1921, segunda coluna</a>).</p>
<p>Piereck Irmãos vendiam carros (<span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/2992" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 20 de janeiro de 1921</a></span>).</p>
<p>A Photographia Piereck recebeu da Alemanha cartonagem para retratos de formatos <em>visita e álbum em cores sortidas com os seus respectivos envelopes transparentes</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/3107" target="_blank"><em>A Província</em>, 30 de janeiro de 1921, quarta coluna</a>).</p>
<p>Exposição de diversos retratos na Photographia Piereck, <em>uma das melhores de nosso país</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/3185" target="_blank"><em>A Província</em>, 11 de fevereiro de 1921, primeira coluna</a>).</p>
<p>Louis Piereck reassumiu, em 15 de setembro, a direção de seu estabelecimento (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/4857" target="_blank"><em>A Província</em>, 20 de setembro de 1921, última coluna</a>).</p>
<p>Phil Schafer, gerente da Photographia Piereck, anunciou que havia se desligado do estabelecimento e oferecia seus serviços profissionais de ampliação, sua especialidade, assim como outros ligados à fotografia. Posteriormente abriu um estabelecimento fotográfico na rua da Imperatriz, 285, bem perto da Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/32767" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 20 de setembro de 1921, última coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/313394/100465" target="_blank"><em>Almanak Laemert</em>, 1927, última coluna</a>).</p>
<p>O Club Sportivo Almirante Barroso conquistou algumas taças nas regatas realizadas na baciaa do Capiberibe, uma delas a Taça Photo Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/4857" target="_blank"><em>A Província</em>, 20 de setembro de 1921, segunda coluna</a>).</p>
<p>Houve um incêndio na Photographia Piereck devido a um curto-circuito na fiação elétrica (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/33001" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 6 de dezembro de 1921, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/5386" target="_blank"><em>A Província</em>, 7 de dezembro de 1921, última coluna)</a>.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">1922</span></strong> &#8211; Foi premiado com a Medalha de Ouro na Exposição Internacional do Centenário da Independência, realizada no Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/11497" target="_blank"><em>A Província</em>, 11 de julho de 1924, primeira coluna</a>).</p>
<p>A Photo Piereck anunciou a chegada de uma nova remessa de <em>chapas alemães do afamado fabricante Schleussner. </em>No mesmo anúncio aconselhava os fotógrafos e amadores:<em> só usem chapas preparadas com emulsão tropical </em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/5660" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 19 de janeiro de 1922, terceira coluna</a>). No mesmo ano, foi anunciada a chegada de uma remessa da tinta Helios, especiais para a pintura de tecidos (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/6810" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 14 de juho de 1922, terceira coluna</a>).</p>
<p>A Photographia Piereck realizou o quadro de retratos das professoras formadas na Escola Normal de Pernambuco (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/5759" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 2 de fevereiro de 1922, sexta coluna</a>).</p>
<p>Nascimento de Fernando Carlos, filho de Elizabeth Piereck White, irmã de Louis, que era casada com Fernando White (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/33239" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 16 de fevereiro de 1922, quinta coluna</a>).</p>
<p>Durante as exéquias celebradas, na basílica Nossa Senhora da Penha, em memória de José Rufino Bezerra Cavalcanti (1865 &#8211; 1922), foi exibido um retrato a óleo, realizado pela Photographia Piereck na época em que ele foi ministro da Agricultura, entre 1915 e 1917 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/6343" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 28 de abril de 1922, quarta coluna</a>).</p>
<p>Após concorrer com o fotógrafo Fidanza &#8211; curiosamente, mesmo sobrenome do fotógrafo português Felipe Augusto Fidanza (c. 1847 – 1903) &#8211; , foi escolhido para realizar o quadro de retratos dos bacharéis da Faculdade de Direito (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/6417" target="_blank"><em>A Província</em>, 12 de maio de 1922, quinta coluna</a>).</p>
<p>Na Photographia Piereck, exposição do chargista e caricaturista paraibano Fausto Silvério Monteiro, (? &#8211; 1935), <em>Fininho,</em> pioneiro nas produções de materiais gráficos do cinema pernambucano. Pode ser considerado como um dos primeiros artistas gráficos a trabalhar para o cinema no Brasil (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/7100" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 27 de agosto de 1922, quinta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20553" style="width: 315px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_10/7130" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20553" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/fausto.jpg" alt="Diário de Pernambuco, de 1922" width="305" height="396" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_10/7130" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 27 de agosto de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Photo Piereck anunciava-se como a única importadora em Pernambuco de produtos fotográficos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20594" style="width: 353px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_10/7181" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20594" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/impo.jpg" alt="Diário de Pernambuco, 7 de setembro de 1922" width="343" height="180" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_10/7181" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 7 de setembro de 1922</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi, de novo, o responsável pela realização do quadro de retrato de bacharéis da Faculdade de Direito (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/7916" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 15 de dezembro de 1922, quinta coluna)</a>.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1923</strong> </span>- Ferdinand Piereck Junior noticiou que seu irmão, Louis Piereck, estava se retirando da firma Piereck Irmãos, que ficava na Praça da Independência 31 e que havia há pouco anunciado a venda de tintas e anilinas de Brauns (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/8737" target="_blank"><em>A Província</em>, 24 de abril de 1923, segunda coluna</a>).</p>
<p>Exposição na Photographa Piereck do retrato do senador Manoel Borba (1864 &#8211; 1928), que seria colocado na Prefeitura de Jaboatão (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/35022" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 9 de junho de 1923, primeira coluna</a>).</p>
<p>Eram vendidas na Photographia Piereck máquinas fotográficas Kodack Goerz, além de outros produtos fotográficos da marca Gevaert (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/34365" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 16 de janeiro de 1923, última coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/35172" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 10 de julho de 1923, segunda coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20579" style="width: 295px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/35172"><img class="size-full wp-image-20579" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/kodak.jpg" alt="Jornal Pequeno, de 1923" width="285" height="185" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/35172" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 10 de julho de 1923</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O alemão Martin Schumann dirigia a seção de retratos a óleo, pastel, aquarelas e ampliações fotográficas da Photographia Piereck. Anteriormente, já havia dirigido uma academia em Dresden onde ensinava essas técnicas. Em homenagem à data da independência do Brasil, foi realizada uma exposição na Photo Piereck de <em>quadros a óleo e trabalhos outros do gênero</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/35436" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 5 de setembro de 1923, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/9658" target="_blank"><em>A Província</em>, 7 de setembro de 1923, quarta coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20580" style="width: 323px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/35436" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20580" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/shumann.jpg" alt="Martin Schumann / Jornal Pequeno, 5 de setembro de 1923" width="313" height="475" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/35436" target="_blank">Martin Schumann / Jornal Pequeno, 5 de setembro de 1923</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Morte do primogênito de Louis e Hermínia Piereck, Luiz, que estudava no Colégio Synodal, em Santa Cruz, no Rio Grande do Sul (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/35826" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 30 de novembro de 1923, primeira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Publicação de propagandas das lentes Goerz, vendidas na Photographia Piereck (<em>Diário de Pernambuco</em>, <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/10675" target="_blank">9</a>  e <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/10851" target="_blank">30</a> de dezembro de 1923).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20595" style="width: 604px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/10675" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20595" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/goerz.jpg" alt="Diário de Pernambuco, 9 de dezembro de 1923" width="594" height="460" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/10675" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 9 de dezembro de 1923</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>&#8220;A memória nem sempre é fiel&#8230;.É recem-casado?&#8230;De futuro a sua alegria será enorme&#8221;</em> &#8211; de uma propaganda da Photo Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/35969" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 31 de dezembro de 1923, última coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20603" style="width: 181px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/35969" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20603" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/feliz.jpg" alt="Jornal Pequeno, 31 de dezembro de 1923" width="171" height="226" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/35969" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 31 de dezembro de 1923</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1924</strong> </span>- Mário Araújo Sobrino e Felipe Nery dos Santos trabalhavam como auxiliares na Photographia Piereck  <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/11220">(</a><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/11220" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 14 de fevereiro, segunda coluna</a>; e <a href="Diário%20de Pernambuco, 27 de maio de 1924, terceira coluna" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 27 de maio de 1924, terceira coluna</a>).</p>
<p>Realizou o quadro de retratos dos bacharéis em ciências comerciais (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/10824" target="_blank"><em>A Província</em>, 29 de março de 1924, quarta coluna</a>).</p>
<p>Exposição, na Photographia Piereck, do quadro de retratos dos formandos da Escola de Engenharia de Pernambuco. O <em>passe-partout</em> foi de autoria do pintor H. Moser  (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/11623" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 5 de abril de 1924, quarta coluna</a>).</p>
<p>Na Photographia Piereck eram vendidos diversos equipamentos fotográficos (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/36667" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 21 de maio de 1924</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20583" style="width: 363px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/36667" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20583" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/vendas.jpg" alt="Jornal Pequeno, 21 de maio de 1924" width="353" height="366" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/800643/36667" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 21 de maio de 1924</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Exposição na vitrine da Photographia Piereck de um <em>magnífico retrato busto em tamanho natural enfaixado em rica moldura do abastado comerciante e nosso particular amigo coronel Othon Mendes Bezerra de Mello</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/37129" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 2 de setembro de 1924, segunda coluna</a>).</p>
<p>Ganhou uma Medalha de Ouro do Instituto Agrícola,  no Rio de Janeiro.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1925</strong></span> &#8211; Inauguração, na Photographia Piereck, do quadro de retratos de bacharéis da Faculdade de Direito (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/14304" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 12 de março de 1925, primeira coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_21119" style="width: 296px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/212962/511" target="_blank"><img class="size-full wp-image-21119" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/1924.jpg" alt="Quadro de bacharéis de Direito de 1924 / Revista de Pernambuco" width="286" height="379" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/212962/511" target="_blank">Quadro de bacharéis de Direito de 1924 / Revista de Pernambuco, março de 1925</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Publicação de fotografias de Piereck na <em>Revista de Pernambuco</em> (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/212962/488" target="_blank"><em>Revista de Pernambuco</em>, março de 1925</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20586" style="width: 326px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/212962/488" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20586" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/ecos1.jpg" alt="Photo Piereck na Revista de Pernambuco, março de 1925" width="316" height="428" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/212962/488" target="_blank">Photo Piereck na <em>Revista de Pernambuco</em>, março de 1925</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Anunciou a venda de vários produtos &#8220;Para photografia!&#8221; como <em>prensa de copiar 13:18 9:12, bacias de porcelana e ágata, copas de graduar, balanças, vidros finos despolidos, rubi e calibres diversos. </em>Vendia também papéis mate e brilhantes de diversos fabricantes, além de cartolinas <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/14928" target="_blank">(<em>Diário de Pernambuco</em>, 31 de maio de 1925, terceira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/15182" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 4 de julho de 1925, primeira coluna</a>).</p>
<p>A Photographia Piereck foi responsável pelo quadro de retratos da primeira turma de médicos formados na Faculdade de Medicina do Recife (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/128066_02/14941" target="_blank"><em>A Província</em>, 6 de dezembro de 1925, terceira coluna</a>).</p>
<p>Falecimento de seu pai, Ferdinand, em sua casa na estrada dos Aflitos, 192 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/95636" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 12 de dezembro de 1925, segunda coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1926</strong></span> &#8211; Falecimento da sogra de Piereck, Maria Leontina Bastos Tigre (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/39507" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 4 de janeiro de 1926</a>)</p>
<p>A Photo Piereck anunciava uma grande novidade, o metallon, um <em>papel fotográfico ideal para efeitos artísticos</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/17309" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 28 de março de 1926</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20597" style="width: 358px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_10/17309" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20597" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/metallon.jpg" alt="Diário de Pernambuco, 1926" width="348" height="326" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/029033_10/17309" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 28 de março de 1926</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O chargista  e caricaturista Fausto Silvério Monteiro (? &#8211; 1935), <em>Fininho</em>, trabalhava na Photographia Piereck, na rua da Imperatriz, 198  <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/96652" target="_blank">(<em>Jornal do Recife</em>, 10 de abril de 1926, quinta coluna</a>).</p>
<p>A Photographia Piereck produziu o quadro de retrato das primeiras diplomadas em Comércio do Instituto Nossa Senhora do Carmo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/705110/98736" target="_blank"><em>Jornal do Recife</em>, 20 de novembro de 1926, quarta coluna</a>).</p>
<p>Na primeira edição da <em>Revista da Cidade</em>, publicação de duas fotografias de autoria de Piereck. Em diversas edições desta revista, fotografias de Piereck foram publicadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_40586" style="width: 884px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/874574/18" target="_blank"><img class=" wp-image-40586" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/piereck.jpg" alt="Revista da Cidade, 1926, primeira edição." width="874" height="516" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/874574/18" target="_blank">Photo Piereck.<em> Um five gracioso  / Revista da Cidade</em>, 29 de maio de 1926, primeira edição</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_44640" style="width: 326px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.gov.br/fundaj/pt-br/composicao/dimeca/biblioteca/acervos/publicacoes-digitalizadas/revista-da-cidade-pdf/revista_da_cidade_1926_n001.pdf" target="_blank"><img class="wp-image-44640 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/piereck1.jpg" alt="piereck1" width="316" height="431" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.gov.br/fundaj/pt-br/composicao/dimeca/biblioteca/acervos/publicacoes-digitalizadas/revista-da-cidade-pdf/revista_da_cidade_1926_n001.pdf" target="_blank">Photo Piereck.<em> FELICIDADE O sr. Fileno de Miranda, esposa e filhinhos</em> / <em>Revista da Cidade</em>, 29 de maio de 1926, primeira edição, página 22</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1927</strong></span> &#8211; Foi o responsável pelo quadro de retratos da Turma do Centenário da Faculdade de Direito do Recife (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/20270" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 21 de abril de 1927, sexta coluna</a>).</p>
<p>Publicada as fotografias, todas de autoria de Piereck, dos membros da diretoria da Sociedade Anônima Revista da Cidade, recém formada (<a href="https://www.gov.br/fundaj/pt-br/composicao/dimeca/biblioteca/acervos/publicacoes-digitalizadas/revista-da-cidade-1/revista_da_cidade_1927_n47.pdf" target="_blank"><em>Revista da Cidade</em>, 16 de abril de 1927, páginas 12 e 13</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_44638" style="width: 646px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.gov.br/fundaj/pt-br/composicao/dimeca/biblioteca/acervos/publicacoes-digitalizadas/revista-da-cidade-1/revista_da_cidade_1927_n47.pdf" target="_blank"><img class="wp-image-44638 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/piereck5.jpg" alt="piereck5" width="636" height="432" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://www.gov.br/fundaj/pt-br/composicao/dimeca/biblioteca/acervos/publicacoes-digitalizadas/revista-da-cidade-1/revista_da_cidade_1927_n47.pdf" target="_blank"><em>Revista da Cidade,</em> 16 de abril de 1927, páginas 12 e 13</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi noticiada uma reforma na Seção de amadores da Photo Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/42233" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 18 de julho de 1927, última coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1928</strong></span> &#8211; Anunciou a chegada novas remessas de papel Leonar, chapas Eisenberger (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/43397" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 8 de março de 1928, última coluna</a>).</p>
<p>A Photographia Piereck realizou a fotografia de dom Miguel de Lima Valverde (1872 &#8211; 1951), arcebispo de Olinda e Recife (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_10/23961" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 22 de julho de 1928, quarta coluna</a>).</p>
<p>Em um anúncio, convidava os fotógrafos amadores a ver a nova Vest pocket à venda na Photographia Piereck (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/44658" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 22 de novembro de 1928, segunda coluna</a>)</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1929</strong> </span>- Também eram vendidos na Photographia Piereck produtos da Kodak, da Agfa, da Hauff e de outros fabricantes (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/44850" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 2 de janeiro de 1929, segunda coluna</a>).</p>
<p>Um retrato da Photographia Piereck era um dos prêmios oferecidos à vencedora do concurso de beleza que elegeu a Miss Pernambuco, Connie Brás da Cunha (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/45241" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 21 de março de 1929, quarta coluna</a>).</p>
<p>A professora e feminista Júlia Augusta de Medeiros (1896 &#8211; 1972) ofereceu à feminista e presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino, Bertha Lutz (1894 &#8211; 1976), uma fotografia sua produzida por Louis Piereck, datada de 5 de maio de 1929.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 512px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6569" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/6569/BR_RJANRIO_Q0_ADM_CPA_VFE_FOT_0021_m0001de0001.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="502" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6569" target="_blank">Louis Piereck. Júlia de Medeiros, 1929. Pernambuco / Acervo Arquivo Nacional</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1930 </strong></span>- No dia em que foi assassinado, 26 de julho de 1930, pelo jornalista João Dantas (1888 &#8211; 1930), no Recife, o então governador de Paraíba, João Pessoa (1878 &#8211; 1930), esteve na Photographia Piereck, <em>onde tirou novas fotografias a fim de atender a pedidos que constantemente lhe eram feitos por jornalistas, amigos e parentes. </em>O governador estava com Agamenon Magalhães (1893 &#8211; 1952), na época ex-deputado e futuro governador de Pernambuco; e com o jornalista Caio Lima Cavalcanti. Piereck era grande admirador de Pessoa e segundo o <em>Correio da Manhã</em>,<em> </em>o encontro dos dois se deu com grande emoção. Na ocasião, Piereck teria contado a Pessoa que tivera um pesadelo com a morte dele (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093092_02/2194" target="_blank"><em>Diário Carioca</em>, 29 de julho de 1930, penúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_04/3089" target="_blank"><em>Correio da Manhã,</em> 29 de julho de 1930, penúltima coluna</a>). O assassinato é considerado um dos estopins da Revolução de 30.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20494" style="width: 260px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_04/3089" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20494" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/pesadelo.jpg" alt="Correio da Manhã, 29 de novembro de 1930" width="250" height="317" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/089842_04/3089" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 29 de julho de 1930</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o jornalista Domingos Meirelles em seu livro <em>Órfãos da revolução</em>, ao preparar os equipamentos, Piereck notou que João Pessoa continuava <em>tenso, olhos baixos, expressão congelada, com tristeza na face.</em> Produziu um segundo retrato, segundo o pesquisador Edival Varandas, <em>ao se dar conta que as luvas no bolso do paletó do presidente estavam desalinhadas e, subitamente, solicitando que não se movesse, ajeitou as luvas, pediu que esboçasse um leve sorriso e tirou o outro retrato, </em>que viria a ser o último de Pessoa (<em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/092932/20893" target="_blank">O Dia (PR</a><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/092932/20893" target="_blank"><em>)</em>, </a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/092932/20893" target="_blank">21 de novembro de 1931, quarta coluna</a>)<em>.</em></p>
<p>O assassino de João Pessoa, João Dantas, e o engenheiro Augusto Caldas, seu cunhado, foram presos na Casa de Detenção do Recife, onde foram encontrados mortos em 6 de outubro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_11/2049" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 7 de outubro de 1930, primeira coluna</a>). O motivo oficial das morte foi suicídio mas, anos depois, a descoberta de registros fotográficos produzidos por Piereck contribuiu para desacreditar essa versão:</p>
<p><em> <span style="color: #800000;">&#8220;João Dantas e seu cunhado Augusto Caldas estavam detidos, desde a morte de João Pessoa, na penitenciária em Recife, quando, na tarde de 6 de outubro, foram encontrados mortos. A notícia oficial apontou suicídio, e assim foi divulgado na imprensa. Somente após a morte do fotógrafo Piereck foi que uma nova versão para a morte foi trazida ao público &#8211; tratava-se de outras fotografias desconhecidas e que estavam guardadas no cofre do fotógrafo. Conta-se que Piereck, sabendo do que ocorrera, fotografou o local, mas foi obrigado a tirar novas fotos em que, num novo cenário fotografado, esconderia os sinais de luta e de assassinato. Essa versão se encontra no livro do irmão de Augusto Caldas, que foi recentemente publicado pela ONG &#8220;Parahyba Verdade&#8221;&#8221; e editado pela Gráfica e Editora Imprell </span> </em>(<a href="https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/tede/5954/1/arquivo%20total.pdf" target="_blank">Trecho da dissertação de mestrado <em>Sacrifício, heroísmo e imortalidade: a arquitetura da construção da imagem do Presidente João Pessoa</em>, de Genes Duarte Ribeiro &#8211; página 100)</a>.</p>
<p>Essas fotografias foram publicadas no livro de Joaquim Inojosa Andrade, <em>A República de Princesa (José Pereira x João Pessoa, -1930)</em> e reproduzidas no site <a href="http://princesapb.net/g2fn0f01.htm" target="_blank">princesapb.com.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://princesapb.net/g2fn0f01.htm" target="_blank"><img class=" size-full wp-image-22147 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/dantas1.jpg" alt="dantas1" width="352" height="352" /></a></p>
<p><a href="http://princesapb.net/g2fn0f01.htm" target="_blank"><img class=" size-full wp-image-22151 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/dantas4.jpg" alt="dantas4" width="353" height="547" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1931</strong></span> &#8211; Piereck era viciado em jogo e havia perdido seu patrimônio em corridas de cavalo, motivo de seu suicídio, em 19 de novembro. Ingeriu uma alta dose de oxianureto de mercúrio em sua residência, na avenida Rosa e Silva, 192. Desesperada, sua mulher, Herminia Tigre Piereck, também tentou se matar ingerindo ácido arsênico.  O casal tinha, na época, dois filhos, Edgard e Herminia &#8220;Baby&#8221; Piereck. O primogênito, Luiz, havia falecido em 1923 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_11/4964" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 20 de novembro de 1931, penúltima coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/49681" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 20 de novembro de 1931, quinta coluna;</a> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_11/4964" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 20 de novembro de 1931, sexta coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;A dolorosa ocorrência repercutiu tristemente em nosso meio, onde o sr. Louis Piereck se tornara um homem popular, pela sua bondade, pelos seus dotes morais. E o seu gesto,não foi só uma desagradável surpresa para os que apenas o conheciam mas também para os que pertenciam a sua família que, de momento, não podiam atinar onde essa causa tão forte, que levava o chefe a praticar o ato de desespero que lhe roubara a vida. Entretanto, ao que se sabe, o sr.Louis Piereck, antes de objetivar a sua macabra resolução, teria escrito uma longa carta a seu filho de nome Edgard Piereck expondo-lhe com pormenores as causas que o levaram a procurar a morte de uma maneira tão violenta&#8221;.</em></span></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/49681" target="_blank"><em>Jornal Pequeno</em>, 20 de novembro de 1931</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Era diretor do Jockey Club e as corridas foram suspensas no domingo seguinte a seu falecimento. Estiveram presentes a seu enterro o interventor federal e figuras da maior represetação da alta sociedade pernambucana (<em>J<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/49689" target="_blank">ornal Pequeno</a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/800643/49689" target="_blank">, 21 de novembro de 1931, primeira coluna</a>).</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1932</strong></span> &#8211; Foi publicado um anúncio convocando todos os credores da Photographia Piereck <em>a fim de se entenderem</em> com Edgard Piereck, filho de Louis (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_11/5546" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 5 e fevereiro de 1932</a>).</p>
<p>O estabelecimento foi a leilão judicial, em abril de 1932.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_20495" style="width: 338px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/128066_02/27531" target="_blank"><img class="size-full wp-image-20495" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/times.jpg" alt="A Província, 26 de abril de 1932" width="328" height="421" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/128066_02/27531" target="_blank"><em>A Província</em>, 26 de abril de 1932</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1949</strong></span> &#8211; A esposa de Louis Piereck, Hermínia, morava na rua República do Peru, 124, no Rio de Janeiro, com a filha, Herminia Baby. Tropeçou em um cachorro, caiu, foi hospitalizada e acabou falecendo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/029033_12/35631" target="_blank"><em>Diário de Pernambuco</em>, 17 de setembro de 1949, última coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>(1)</strong> De acordo com Lúcia Gaspar, da Fundaj, “curiosamente, a rua da Imperatriz Tereza Cristina mudou de nome três vezes. Em 1895, foi denominada Dr. Rosa e Silva. Passou para Floriano Peixoto. Finalmente, por meio da Lei nº 1.336, de 13 de março de 1923, voltou ao nome tradicional. De maneira espontânea, a população reduziu a sua denominação para Rua da Imperatriz, como é conhecida até hoje”. Por isso, apesar de entre 1904 e 1931 a Photographia Piereck ter existido no mesmo lugar, o endereço variou: rua dr. Rosa e Silva, 54; rua Floriano Peixoto, 54; rua Floriano Peixoto, 198; e rua da Imperatriz, 198.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agradeço muitíssimo à família de Louis Piereck, especialmente à sua neta, Eliane Piereck, por inúmeras informações e pela cessão de registros do acervo pessoal da família.</p>
<p>Agradeço à bisneta de Louis Piereck, Chris Piereck, que contribuiu com novas informações, incorporadas ao artigo, em 30 de janeiro de 2023.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p>ANDRADE, Joaquim Inojosa. <em>República da Princesa (José Pereira x João Pessoa – 1930).</em> Rio de janeiro/Brasília: Civilização Brasileira/INL-MEC, 1980.</p>
<p><a href="https://blogdojuanesteves.tumblr.com/post/169745850941/conflitos-fotografia-e-viol%C3%AAncia-pol%C3%ADtica-no" target="_blank">Blog do Juan Esteves</a></p>
<p>BEZERRA, Dinarte Varela. <a href="https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/13699" target="_blank"><em>1930, a Paraíba e o inconsciente político da revolução: a narrativa como ato socialmente simbólico.</em> 2009.</a> 227 f. Tese (Doutorado em Desenvolvimento Regional; Cultura e Representações) &#8211; Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2009.</p>
<p>CALDAS, Joaquim Moreira. <em>Porque João Dantas assassinou João Pessoa: o delito do &#8220;Glória&#8221; e a tragédia da penitenciária do Recife em 1930.</em> João Pessoa: Gráfica e Editora Imprell, 2008.</p>
<p>CAMPOS, Eudes. <em><a href="http://www.arquiamigos.org.br/info/info24/i-logra.htm" target="_blank">O antigo Beco da Lapa e o Grande Hotel</a>.</em> Informativo Arquivo Histórico Municipal, 4 (24): maio/jul. 2009</p>
<p><a href="https://artsandculture.google.com/entity/ferdinand-piereck/g11f647vd99?categoryid=artist" target="_blank">Google Arts and Culture</a><a name="topo"></a></p>
<p><a href="https://www.bn.gov.br/explore/acervos/hemeroteca-digital" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>KOSSOY, Boris. <em>Dicionário histórico-fotográfico brasileiro:</em> fotógrafos e ofício da fotografia no Brasil (1833-1910). São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2002.</p>
<p>MEIRELLES, Domingos. <em>Órfãos da revolução</em>. Editora Record : Rio de Janeiro, 2006</p>
<p>RIBEIRO, Genes Duarte. <a href="https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/tede/5954/1/arquivo%20total.pdf" target="_blank"><em>Sacrifício, heroísmo e imortalidade: a arquitetura da construção da imagem do Presidente João Pessoa</em></a>. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal da Paraíba, 2009.</p>
<p><a href="http://cpdoc.fgv.br/" target="_blank">Site CPDOC</a></p>
<p><a href="http://www.dezenovevinte.net/arte%20decorativa/macj_bruxelas.htm" target="_blank">Site Dezenovevinte.net</a></p>
<p><a href="https://enciclopedia.itaucultural.org.br/" target="_blank">Site Enciclopédia Itaú Cultural</a></p>
<p><a href="https://www.imigracaohistorica.info/listagem-casamentos-imigrantes-estrangeiros-no-recife.html" target="_blank">Site Imigração Histórica</a></p>
<p><a href="http://silviamatos.art.br/novo/index.php/1460-2/#:~:text=A%20primeira%20escola%20de%20artes,de%20Desenho%20e%20Pintura%20Campinas." target="_blank">Site Silvia Matos Ateliê de Criatividade</a></p>
<p><a href="http://princesapb.net/g2fn0f01.htm" target="_blank">Site princesapb.com</a></p>
<p><a href="https://www.propagandashistoricas.com.br/2015/06/primeiro-jingle-do-brasil.html" target="_blank">Site Propagandas Históricas</a></p>
<p>TURAZZI, Maria Inez. <em>Poses e trejeitos: a fotografia e as exposições na era do espetáculo: 1839/1889</em>. Prefácio Pedro Karp Vasquez. Rio de Janeiro: Funarte. Rocco, 1995. 309 p., il. p&amp;b. (Coleção Luz &amp; Reflexão, 4). ISBN 85-85781-08-4.</p>
<p>VARANDAS, Edival Toscano. <em>O último retrato do presidente João Pessoa</em>.</p>
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		<title>Henrique Rosén (1840 &#8211; 1892), um fotógrafo sueco no interior de São Paulo</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2020 14:25:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica destaca oito imagens produzidas pelo fotógrafo sueco Henrique Rosén (18? - 1892) para a divulgação publicitária da “Olaria, ferraria e oficina mecânica a vapor e água” de propriedade de Antônio Carlos Sampaio Peixoto, inaugurada em 2 de dezembro de 1867, em Campinas. As imagens pertencem à fundação Biblioteca Nacional, uma das fundadoras do portal. Entre 1860 e 1880, Rosén foi um dos mais importantes e também um dos pioneiros da fotografia no interior do São Paulo. No período em que viveu em Campinas, o francês Hercule Florence (1904 - 1879),  inventor de um dos primeiros métodos de fotografia do mundo, também morava na cidade.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 717px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/949" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/949/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="707" height="409" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/949" target="_blank">Henrique Rosén. Vista geral da Olaria, e Ferraria onde se vê a casa em que está a roda hydraulica, 1869. Campinas, São Paulo / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Brasiliana Fotográfica destaca oito imagens produzidas pelo fotógrafo sueco Henrique Rosén (1840 &#8211; 1892) para a divulgação publicitária da <em>Olaria, ferraria e oficina mecânica a vapor e água de propriedade de Antônio Carlos Sampaio Peixoto</em>, inaugurada em 2 de dezembro de 1867, em Campinas (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_02/3906" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 13 de outubro de 1867, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_02/4215" target="_blank"><em>Correio Paulistan</em>o, 18 de janeiro de 1868, segunda coluna</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/74" target="_blank"><em> Gazeta de Campinas</em>, 1º de dezembro de 1870, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/78" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 6 de janeiro de 1870, penúltima coluna</a>). No período em que viveu em Campinas, o francês <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10341" target="_blank">Hercule Florence (1904 &#8211; 1879)</a>,  inventor de um dos primeiros métodos de fotografia do mundo, também morava na cidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_21177" style="width: 292px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_02/4215" target="_blank"><img class="size-full wp-image-21177" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/olaria.jpg" alt="Correio Paulistano, 18 de janeiro de 1868" width="282" height="253" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_02/4215" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 18 de janeiro d</a>e 1868</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/discover?query=rosen&amp;submit=Ir" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de Henrique Rosén disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_21186" style="width: 389px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/091995/78" target="_blank"><img class="size-full wp-image-21186" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/rosen1.jpg" alt="Gazeta de Campinas, 6 de dezembro de 1868" width="379" height="287" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/091995/78" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 6 de dezembro de 1870</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Rosén é considerado um dos mais importantes fotógrafos do interior de São Paulo, no período em que atuou: entre as décadas de 1860 e 1880. Foi, com os franceses Valentin Favreu e Louis Robin e com os brasileiros <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=705" target="_blank">Militão Augusto de Azevedo (1837 &#8211; 1905)</a>, Candido Alvares Machado de Vasconcelos e Virgílio Gomes Guimarães, pioneiro da fotografia em São Paulo. Na década de 1860, já atuavam no Brasil os fotógrafos inglês A.W. Osborne (18?-?), o francês Leon Chapelin (18? &#8211; ?) e o alemão <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1138" target="_blank">Alberto Henschel (1827 &#8211; 1882)</a>, no Recife; o português <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=9996" target="_blank">José Ferreira Guimarães (1841 &#8211; 1924)</a> e o brasileiro, filho de franceses, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13570" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a>, no Rio de Janeiro; o português <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=4274" target="_blank">Felipe Augusto Fidanza (c. 1847 &#8211; 1903)</a>, em Belém; o italiano Luiz Terragno (c. 1831 &#8211; 1891), em Porto Alegre; o inglês <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8946" target="_blank">Benjamin Mulock (1829 &#8211; 1863)</a>, em Salvador; o alemão <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2415" target="_blank">Augusto Riedel (1836 &#8211; ?),</a> em Alagoas, Bahia, Minas e Sergipe; e o alemão, Pedro Hees (1841 &#8211; 1880), em Petrópolis, dentre outros.</p>
<p>Rosén, foi também um dos precursores do uso do ampliador no Brasil, tendo anunciado, em 1875, possuir uma câmara solar, como era então conhecida esta<em> machina de augmentar retratos (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_03/6652" target="_blank">Correio Paulistano, </a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_03/6652" target="_blank">8 de dezembro de 1875</a>). No período em que permaneceu em Campinas, fez algumas viagens à Europa, da onde trazia o que havia de mais moderno para a <em>arte da fotografia</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_21182" style="width: 415px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/090972_03/6652" target="_blank"><img class="size-full wp-image-21182" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/retorno.jpg" alt="Correio Paulistano, 8 de dezembro de 1875" width="405" height="390" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/090972_03/6652" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 8 de dezembro de 1875</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Retratou vários membros da aristocracia brasileira como, por exemplo, o fazendeiro Euclides Egídio de Sousa Aranha (1864 &#8211; 1929) e Luiza Jacques de Freitas Vale Aranha, pais do futuro ministro das Relações Exteriores, Oswaldo Aranha (1894 &#8211; 1960); e personalidades como o jornalista e político Quintino Bocaiuva (1836 &#8211; 1912).</p>
<p>Provavelmente, iniciou sua carreira de fotógrafo no Brasil, em Santos, entre julho e 15 de agosto de 1862.</p>
<p><span style="font-family: 'Georgia',serif; color: black;">&#8220;<em>&#8230;</em></span><em><span style="font-family: 'Georgia',serif; color: #003300;">todos os dias, independente de qualquer tipo, retratos das 8 horas da manhã às 2 da tarde. Durante o tempo de sua estada n&#8217;esta trabalhará a preços muito módicos, sendo as suas obras feitas com a maior perfeição e asseio possível; consistem elas em grupos de família, cartões de visita, retratos grandes, ditos pequenos para pulseiras, broches e medalhões, tanto sobre papel e vidro, como sobre encerado; vistas para cartas de 3 a 4$000 etc. As pessoas que quiserem honrá-lo com sua confiança acharão no seu gabinete grande número de amostras e serão servidas a contento</span></em><span style="font-family: 'Georgia',serif; color: black;"><span style="color: #000000;"><em>&#8220;.</em> </span><span style="font-family: 'Georgia',serif; color: #990000;">                                                                             </span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Georgia',serif; color: black;"><span style="font-family: 'Georgia',serif; color: #990000;">                                                                                                                       <span style="color: #000000;"> <i>Revista Commercial </i>(Santos), 19 de julho de 1862</span></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Voltou à cidade em outras ocasiões, quando montava estúdios provisórios.</p>
<p>Em 1862, transferiu-se para Campinas, na época povoada por fazendeiros abastados e, auxiliado pelo vereador dinamarquês Otto Langaard e pelo dr. Dupfer, conseguiu uma máquina fotográfica e tornou-se fotógrafo ambulante. Neste mesmo ano, um ilustre morador da cidade, o francês <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10341" target="_blank">Hercule Florence (1804 &#8211; 1877)</a>, inventor de um dos primeiros métodos de fotografia do mundo, redigiu o manuscrito <em>Les Intérêtes materiéles. </em>Florence e Rosén conheceram o escritor, engenheiro militar e um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, Alfredo d´Escragnolle Taunay (1843 &#8211; 1899), na ocasião em que ele esteve em Campinas, em 1865, integrando Corpo Expedicionário em Operação no Sul de Mato Grosso, que atuaria na <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8034" target="_blank">Guerra do Paraguai</a>.</p>
<p>Rosén fundou, ainda em 1862, um dos pioneiros estabelecimentos fotográficos da cidade, a Photographia Campinense, na rua Direita, nº 28. Mas continuava a viajar por outras cidades de São Paulo como, por exemplo, Rio Claro, onde esteve, em 1866 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_02/2592" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 25 de agosto de 1866, segunda coluna</a>). Casou-se com Luzia Rosén, que se tornou sua colaboradora. Em 1868, anunciou o Processo Crozat de fotografia em cores e a venda de retratos de indígenas, de Santos e de outras cidades, além de um <em>grande sortimentos de álbuns, quadros e vistas estereocopos</em> <em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/375420/1603" target="_blank">O Ypiranga</a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/375420/1603" target="_blank">, 20 de dezembro de 1868, última coluna</a>). Em 1878, contratou o pintor austríaco Ferdinand (Fernando) Piereck  (1844 &#8211; 1925) para trabalhar em seu ateliê fotográfico em Campinas. Ferdinand é o pai do fotógrafo Louis Piereck (1880 &#8211; 1931).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;">“<em>Chama-se, pois, a atenção das pessoas de bom gosto para as seguintes Especialidades: 1o . Retratos de tamanho natural; 2o . Retratos inalteráveis sobre porcelana (não imitação) coloridos ou em cores, transparentes e duma delicadeza excepcional, próprios para presentes em dias de anos, para o natal e ano bom, etc; 3o . Retratos Boudoir e Promenade há pouco tempo introduzidos em Paris, e muito estimados, próprios para as exmas. senhoras e toilettes elegantes; 4o . Retratos de crianças que são tirados instantaneamente, com a maior facilidade, por uma nova combinação química; 5o . Retratos coloridos a pastel, tamanho grande, reproduzidos de qualquer retrato antigo, por mais estragado que esteja; 6o . Grupos grandes de famílias e sociedades, por mais numerosas que sejam, tendo para isso máquinas de construção especial; 7o . Heliominiaturas, por processos aperfeiçoados; 8o . Vistas fotográficas ou desenhadas ou coloridas a aquarela, de fazendas, chácaras, jardins, etc. Os preços serão ao alcance de todos e com 20 por cento de abatimento para as exmas. famílias que preferirem pagar a vista</em>”.</span></p>
<p style="text-align: right;"><em>A Província de São Paulo</em>, 3 de novembro de 1880</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em janeiro de 1890, Rosén foi nomeado cônsul do Brasil da Suécia e da Noruega (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/873934/263" target="_blank"><em>Relatório do Ministério das Relações Exteriores</em>, 1891</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_01/284" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 12 de junho de 1891, primeira coluna</a>). Faleceu em 5 de janeiro de 1892.</p>
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<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/627" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/627/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="514" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/627" target="_blank">Henrique Rosén. Vires Industria Firmart, entre 1867 e 1875. Campinas, São Paulo / Acervo FBN</a></p></div>
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<div id="attachment_21162" style="width: 585px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/948" target="_blank"><img class="size-full wp-image-21162" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/rosen.jpg" alt="Henrique Rosen; Antonio Carlos Sampaio. Vista igual a primeira tomada do lado opposto, deixando vêr o vapôr, entre 1867 e 1875. Campinas, São Paulo / Acervo FBN" width="575" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/948" target="_blank">Henrique Rosen. Vista igual a primeira tomada do lado opposto, deixando vêr o vapôr, entre 1869. Campinas, São Paulo / Acervo FBN</a></p></div>
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<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><em>Cronologia de Henrique Rosén (1840 &#8211; 1892)</em></strong></span></p>
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<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1840</strong><span style="color: #000000;"> &#8211; Em Vadstena, na região de Gotalândia, na Suécia, nascimento de </span></span><span style="color: #000000;">Henrik Gustaf Jacob Rosén, em 19 de junho filho de </span>Eric Herman Rosén e Sofia Charlotta Falkman.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1862</strong></span> &#8211; Após ficar entre julho e agosto em Santos, o fotógrafo sueco Henrique Rosén inaugurou, em Campinas, a Photographia Campinense, na rua Direita. nº 28.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #ff0000;"><strong><span style="color: #800000;">1865</span></strong> &#8211; <span style="color: #000000;">&#8220;<em>Em abril de 1865, em meio ao clima outonal, a rica população da Campinas dos Barões de Café, de fazendeiros, de comerciantes e de escravos, foi tomada de surpresa e de êxtase com a chegada aos seus longínguos rincões dos soldados imperiais formando o Corpo Expedicionário em Operação no Sul de Mato Grosso. Acabara de eclodir a Guerra do Paraguai e D. Pedro II criara duas forças para enfrentar Solano López. Os expedicionários atacariam pelo flanco Norte, sob o comando do coronel Manuel Pedro Drago. Durante 66 dias, as tropas permaneceram acampadas no Largo Santa Cruz, hoje no bairro do Cambuí, um local sagrado e profano. E traziam no Corpo de Engenheiros a jovem figura heroica e diverida de Alfredo Maria Adriano d&#8217;Escragnolle Taunay &#8211; o posterior Visconde de Taunay -, que proclama em seu livro A Retirada de Laguna: &#8220;A! Campinas&#8221;. Foram 66 dias de festas, banquetes, regabofes, bailes e flertes com as moças campineiras. Uma espécie de antessala no céu, antes da dança no inferno da Laguna</em>!&#8221;(<a href="http://ponteseditores.com.br/loja/index.php?route=product/product&amp;product_id=629" target="_blank"><em>Retiro antes de Laguna em Campinas</em></a>).</span></span></p>
<p style="text-align: left;">Nessa ocasião, Rosén conheceu Alfredo d´Escragnolle Taunay (1843 &#8211; 1899), escritor, engenheiro militar e um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras que muito o impressionou como o mesmo registrou em suas memórias (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_02/925" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 11 de abril de 1865, segunda coluna</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/818569/7" target="_blank"><em> O Sete de Setembro</em>, 13 de abril de 1865, primeira coluna;</a> <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=030015_06&amp;pesq=%22henrique%20rosen%22&amp;pasta=ano%20194&amp;pagfis=55500" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 28 de setembro de 1948, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/098116x/1236" target="_blank"><em>Suplemento Literário</em>, 15 de outubro de 1960, quarta coluna</a>). Taunay também conheceu, na ocasião, o inventor francês radicado em Campinas, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10341" target="_blank">Hercule Florence</a>.</p>
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<div id="attachment_21210" style="width: 373px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/030015_06/55500" target="_blank"><img class="wp-image-21210 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/rosen9.jpg" alt="Jornal do Brasil, 21 de setembro de 1948" width="363" height="281" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/030015_06/55500" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 21 de setembro de 1948</a></p></div>
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<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1866</strong></span> &#8211; Houve um desmoronamento de uma das paredes da matriz nova de Campinas, que estava em obras. Rosén foi um dos homens que participou dos trabalhos de salvamento de operários que ficaram soterrados (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/217280/25825" target="_blank"><em>Correio Mercantil</em>, <em>e Instructivo, Político, Universal</em>,  7 de fevereiro de 1866, quarta coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Entre maio e junho, esteve na região do rio da Prata, para onde foi e voltou no paquete inglês <em>Arno. </em>Embarcou e desembarcou no porto do Rio de Janeiro (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/217280/26173" target="_blank"><em>Correio Mercantil</em>, <em>e Instructivo, Político, Universal</em>,  7 de maio de 1866, quinta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/217280/26286" target="_blank"><em>Correio Mercantil</em>, <em>e Instructivo, Político, Universal</em>,  4 de junho de 1866, quinta coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Esteve em Rio Claro, cidade do interior de São Paulo e despediu-se agradecendo ao modo generoso e obsequioso que foi recebido e prometendo voltar no próximo ano (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_02/2592" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 25 de agosto de 1866, segunda coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1867</strong> </span>- Anunciou seus serviços, em Santos, inicialmente em um imóvel alugado na rua de Santo Antônio, 27, e depois no Hotel Millon (<em>Revista Comercial</em> (Santos), 12 de outubro de 1867).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1868</strong></span> &#8211; Anunciou o Processo Crozat de fotografia em cores e a venda de retratos de indígenas, de Santos e de outras cidades, além de um <em>grande sortimentos de álbuns, quadros e vistas estereocopos</em> <em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/375420/1603" target="_blank">O Ypiranga</a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/375420/1603" target="_blank">, 20 de dezembro de 1868, última coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1869</strong></span> &#8211; Casou-se, no Brasil, em 30 de janeiro, com a sueca Lovisa Mathilda Ladau.</p>
<div>O fotógrafo Joaquim Feliciano Alves Carneiro (18? – 188?), um dos sócios do estabelecimento Carneiro &amp; Gaspar, no Rio de Janeiro e em São Paulo, percorreu o estado de São Paulo e ficou algum tempo em Campinas, quando Rosén pode conhecer o que se usava de mais moderno em termos de fotografia na capital do Brasil. Uma curiosidade: com a morte do português Gaspar Antonio da Silva Guimarães (18? – 1875) e com a venda da parte de Joaquim Feliciano Alves Carneiro, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=705" target="_blank">Militão Augusto de Azevedo (1837 &#8211; 1905)</a>, autor do “Álbum comparativo da cidade de São Paulo 1862-1887&#8243;, que era sócio-gerente da Photographia Academica de Carneiro &amp; Gaspar, em São Paulo, tornou-se seu proprietário. Localizava-se na rua da Imperatriz, 58 (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/090972_03/6619" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 28 de novembro de 1875, segunda coluna</a>).</div>
<p style="text-align: left;">Produziu a divulgação publicitária da <em>Olaria, ferraria e oficina mecânica a vapor e água de propriedade de Antônio Carlos Sampaio Peixoto</em>, que a Brasiliana Fotográfica destaca neste artigo. A fábrica havia sido inaugurada em 2 de dezembro de 1867, em Campinas (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_02/3906" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 13 de outubro de 1867, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_02/4215" target="_blank"><em>Correio Paulistan</em>o, 18 de janeiro de 1868, segunda coluna</a>;<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/74" target="_blank"><em> Gazeta de Campinas</em>, 1º de dezembro de 1870, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/78" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 6 de janeiro de 1870, penúltima coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1870</strong></span> &#8211; Anunciou que a especialidade da Photographia Campinense, <em>a mais antiga da província,</em> era o <em>processo novo de Crozat, belíssimos retratos a cores. Tira-se retratos todos os dias mesmo nos chuvosos, às horas do costume.</em> (<em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/75" target="_blank">Gazeta de Campinas</a></em><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/75" target="_blank">, 1º de janeiro de 1870, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/141" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 27 de fevereiro de 1870, segunda coluna)</a>.</p>
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<div id="attachment_21198" style="width: 178px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/75" target="_blank"><img class="size-full wp-image-21198" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/rosen3.jpg" alt="Gazeta de Campinas, 1870, coluna" width="168" height="492" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/75" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 1º de janeiro de 1870</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #800000;">1871</span> </strong>- Anunciou a Photographia Campinense como <em>a mais antiga da província</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/477" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 1º de janeiro de 1871, segunda coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_21199" style="width: 390px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/477" target="_blank"><img class="size-full wp-image-21199" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/rosen4.jpg" alt="Gazeta Campinense, 1º de janeiro de 1871" width="380" height="478" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/477" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 1º de janeiro de 1871</a></p></div>
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<p style="text-align: left;">Foi um dos subscritores da obra humanitária em favor dos franceses vítimas da guerra franco-prussiana (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/560" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 19 de março de 1871, última coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Anunciou a produção de <em>retratos Bombés, novo processo, </em>e também a produção de retratos de <em>cavaleiros montados, em qualquer tamanho, tendo para isso os arranjos necessários</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/582" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 6 de abril de 1871, primeira coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/738" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 31 de agosto de 1871, última coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1872</strong></span> &#8211; O retratista e pintor a óleo J. Stewart, de passagem em Campinas, anunciou que provas de seu trabalho estariam disponíveis na Photographia Campinense. O artista estava hospedado no Hotel Oriental (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/970" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 28 de março de 1872, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/1006" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 2 de maio de 1872, primeira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Rosén anunciou a chegada da Europa de um <em>bonito sortimento de tudo o que pertence à arte fotográfica</em> a seu estabelecimento. Chamava atenção para os retratos em cartão Victoria (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/091995/1027" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 19 de maio de 1872, segunda coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_21200" style="width: 388px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/091995/1027" target="_blank"><img class="size-full wp-image-21200" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/rosen5.jpg" alt="Gazeta de Campinas, 19 de maio de 1872" width="378" height="452" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/091995/1027" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 19 de maio de 1872</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Reproduziu em cartão o retrato a óleo de Joaquim Saldanha Marinho (1816 &#8211; 1895), que havia sido governador de São Paulo. O trabalho foi feito pelo sistema <em>mezzo-tinto</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/1154" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 15 de setembro de 1872, primeira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Anunciou uma <em>grande redução nos preços de retratos. </em>Destacava que os processos Victoria e Mezzo-Tinto só eram <span style="color: #000000;">realizados, em Campinas, no seu estabelecimento  (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/1252" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 8 de dezembro de 1872, segunda coluna).</a>  </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1873</strong> </span>- Publicou uma mensagem do Consulado Geral da Suécia e da Noruega no Rio de Janeiro: havia sido comissionado para receber de todos os suecos e noruegueses que vivessem em Campinas e em suas redondezas uma declaração de submissão ao rei Oscar II (1829 &#8211; 1907), que havia iniciado seu reinado em setembro de 1872. Para tal, dispunha de formulários (<a href="http://memoria.bn.br/docreader/091995/1278" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 10 de janeiro de 1873</a>).</p>
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<div id="attachment_21202" style="width: 406px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/091995/1278" target="_blank"><img class="size-full wp-image-21202" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/rosen6.jpg" alt="Gazeta de Campinas, 10 de janeiro de 1873" width="396" height="303" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/091995/1278" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 10 de janeiro de 1873</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Foi elogiado por sua inteligência e critério profissionais (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/1618" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 1º de novembro de 1873, última coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_21203" style="width: 340px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/091995/1620" target="_blank"><img class="size-full wp-image-21203" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/rosen7.jpg" alt="Gazeta de Campinas, 1º de novembro de 1873" width="330" height="415" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/091995/1620" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 1º de novembro de 1873</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1875</strong></span> &#8211; Anunciou que devido aos <em>melhoramentos no salão de vidro</em> da Photographia Campinense seriam tirados retratos das 7 horas da manhã às 5 horas da tarde, sendo <em>preferíveis os dias cobertos e chuvosos</em>. Anunciou também a filial do ateliê em São João do Rio Claro, na rua do Commercio, 20 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/2111" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 6 de janeiro de 1875</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Declarou que não tinha nenhuma dívida e que não se responsabilizaria por nenhuma compra feita em seu nome. Pedia que quem se considerasse seu credor se apresentasse a ele até 15 de maio (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/2241" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 9 de maio de 1875, última coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Chegou ao Rio de Janeiro, vindo de Santos, no paquete a vapor <em>Conde d´Eu</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_06/11105" target="_blank"><em>Jornal do Commercio</em>, 23 de maio de 1875, última coluna</a>). Foi anunciada sua partida e também a de Augusta Florence (1859 – ?), filha do francês <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10341" target="_blank">Hercule Florence (1804 &#8211; 1877)</a>, inventor de um dos primeiros métodos de fotografia do mundo &#8211; que morava em Campinas desde 1829 &#8211; e da alemã Carolina Krug (1828 – 1913), para a Europa. Ela iria aperfeiçoar seus estudos na Alemanha (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/2261" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 27 de maio de 1875, penúltima coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">A Photographia Campinense anunciava a venda de <em>vistas lindíssimas</em> da cidade (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/091995/2333" target="_blank"><em>Gazeta de Campinas</em>, 1º de agosto de 1875, segunda coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Retornou da Europa no paquete inglês <em>Mondego</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/369381/1841" target="_blank"><em>O Globo</em>, 20 de novembro de 1875, última coluna</a>). Anunciou que que havia estudados os principais estabelecimentos fotográfico de Londres, Paris e Berlim e que estava prestes a receber &#8220;g<em>rande sortimento de tudo que pertence à minha arte</em>&#8220;. Informava também ter comprado o processo <em>Lambertypie</em>, que produzia &#8220;<em>retratos grandes, sem retoques, de um efeito belíssimo</em>&#8221; e mencionava todas as técnicas de que dispunha seu ateliê. Outra novidade foi a aquisição de uma câmara solar, como era então conhecida a<em> &#8220;machina de augmentar retratos&#8221;,</em> que o tornou pioneiro nessa técnica no Brasil. Seu ateliê ficava na rua Direita, nº 50<em> </em>e possuia<em> numerosas galerias </em>abertas à visitação. Chamava atenção para o fato de que algumas técnicas de que seu ateliê dispunha não haviam sido introduzidas disponíveis na capital do Império.<em> </em>(<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_03/6652"><em>Correio Paulistano, </em>8 de dezembro de 1875</a>; <a href="http://memoria.bn.br/docreader/829668/197"><em>Almanach Litterario Paulista para 1876</em>, 1875</a>).</p>
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<p><a href="http://memoria.bn.br/docreader/829668/197" target="_blank"><img class="aligncenter wp-image-21240 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/rosen10.jpg" alt="rosen10" width="314" height="513" /></a></p>
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<p><span style="color: #800000;"><strong>1876</strong></span> &#8211; Contratou seu irmão, Carlos Rosén, como auxiliar de seu ateliê.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1878</strong></span> &#8211;  Contratou o pintor austríaco Ferdinand (Fernando) Piereck  (1844 &#8211; 1925) para trabalhar em seu ateliê fotográfico em Campinas. Ferdinand é o pai do fotógrafo Louis Piereck (1880 &#8211; 1931).</p>
<p style="text-align: left;">Chegou ao Rio de Janeiro, com sua mulher, Luiza, no vapor alemão <em>Santos</em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/238562/1087" target="_blank"><em>O Cruzeiro</em>, 28 de julho de 1878, terceira coluna)</a>.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1879</strong></span> &#8211; O prussiano Jacques Vigier (1839 &#8211; ?), que havia chegado no Brasil em 1861, foi  sócio de Rosén, entre esse ano e 1880, quando fundou a Photographia de Jacques Vigier, na mesma rua Direita onde ficava o estabelecimento de Rosén.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1880</strong></span> &#8211; Informava que havia chegado da Europa há pouco tempo. No anúncio, seu estabelecimento ficava na rua Direita, 48, e tinha o nome de Photographia Campineira. O &#8220;<em>retrato em tamanho natural</em>&#8221; continuava sendo uma das atrações e Rosén também oferecia tecnologia para retratos coletivos e de crianças, além de <em>Retratos</em> <em>Boudoir e Promenade, há pouco introduzidos em Paris, </em>o que conferia a seu estabelecimento uma aura de<em> </em>elegância e modernidade. Prometia a partir da foto-pintura, “<em>retratos coloridos a pastel, tamanho grande, reproduzidos de qualquer retrato antigo, por mais estragado que esteja</em>” (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/828840/313" target="_blank"><em>Almanach Campinense</em>, 1880)</a>. No mesmo local, Rosén vendia pianos fabricados para o clima do Brasil (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/828840/378" target="_blank"><em>Almanach Campinense</em>, 1880)</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/828840/313" target="_blank"><img class="  wp-image-21246 aligncenter" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/rosen13.jpg" alt="rosen13" width="303" height="516" /></a></p>
<div id="attachment_21245" style="width: 308px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/828840/313" target="_blank"><img class="wp-image-21245" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/rosen12.jpg" alt="rosen12" width="298" height="519" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/828840/313" target="_blank"><em>Almanach Campinense para 1881</em>, 1880</a></p></div>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #800000;"><strong>1881</strong></span> &#8211; Rosén  tornou-se sócio de B. Munchs.</p>
<p style="text-align: left;">Expôs na Casa Garraux, em São Paulo, uma coleção de retratos da atriz Lucinda (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/090972_04/2141" target="_blank"><em>Correio Paulistano</em>, 15 de novembro de 1881, última coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1882</strong></span> &#8211; <span style="color: #000000;">A Fotografia Campineira abriu uma filial em Santos, nas instalações do estúdio do fotógrado Augusto Pinto de Oliveira (18? &#8211; ?) (<em>Diário de Santos</em>, 16 de abril de 1882; Diário de Santos, 7 de maio de 1882)<em>.</em></span> Meses depois, em um anúncio, Rosén agradecia às &#8220;<span style="color: #000000;"><em>as pessoas que honraram com a sua confiança</em>&#8221; a permanência de um representante seu na cidade, acrescentando que esperava que &#8220;<em>sua volta no próximo ano</em>&#8221; tivesse &#8220;<em>a mesma aceitação</em>&#8221; (<em>Diário de Santos</em>, 5 de setembro de 1882). Uma curiosidade: havia na cidade a chapelaria de Friederich Hempel, cuja vitrine era disputada pelos fotógrafos, dentre eles, Rosén (<em>Diário de Santos</em>, 13 de maio de 1882).</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1883</strong> </span>-  B. Munchs foi sucedido pelo alemão Julius Nickelsen na sociedade com Henrique Rosén. Nickelsen havia trabalhado na casa <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1138" target="_blank">Henschel</a> &amp; Benque, no Rio de Janeiro, entre 1878 e 1883.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_21209" style="width: 382px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/829560/632" target="_blank"><img class="size-full wp-image-21209" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/rosen8.jpg" alt="Almanach da Província de São Paulo, 1883" width="372" height="520" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/docreader/829560/632" target="_blank"><em>Almanach da Província de São Paulo</em>, 1883</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1884</strong></span> &#8211; Nickelsen e o português Bernardino Francisco Ferreira compraram a Photographia Campineira de Rosén e mudaram o nome do estabelecimento para Photographia Campinense. Bernardino havia trabalhado como funcionário do ateliê do fotógrafo açoriano <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=11149" target="_blank">Christiano Junior (1832 &#8211; 1902)</a> &#8211; entre 1866 e 1870 &#8211; e também de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1138" target="_blank">Henschel</a> &amp; Benque &#8211; entre 1870 e 1884 -, ambos no Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1890</strong> </span>- Em janeiro, Rosén foi nomeado cônsul do Brasil da Suécia e da Noruega e passou a residir em Estocolmo (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/873934/263" target="_blank"><em>Relatório do Ministério das Relações Exteriores</em>, 1891</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_01/284" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 12 de junho de 1891, primeira coluna</a>). A nomeação deveu-se, provavelmente, ao relacionamento de Rosén com dois campineiros que faziam parte do governo de Deodoro da Fonseca: o ministro da Justiça, Campos Salles (1841 &#8211; 1913); e o ministro da Agricultura, Francisco Glicério Cerqueira Leite (1846 &#8211; 1916) (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_01/284" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 12 de junho de 1891, primeira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1891</strong></span> &#8211;  Informou ao ministro da Agricultura que o número de imigrantes da Suécia para o Brasil seria <em>avultado, </em>a seu ver,<em> d</em>evido à decisão do governo brasileiro de lhes dar passagens gratuitas<em> </em> (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/218731/9" target="_blank"><em>O Tempo</em>, 22 de maio de 1891, sexta coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/030015_01/284" target="_blank"><em>Jornal do Brasil</em>, 12 de junho de 1891, primeira coluna</a>).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #800000;"><strong>1892</strong></span> &#8211; Falecimento de Rosén, em 5 de janeiro. No mesmo ano, sua mulher, Lovisa Mathilda Ladau, também faleceu.</p>
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<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<div>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
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<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes:</strong></span></p>
<p><a href="http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Enciclopédia Itaú Cultural</a></p>
<p>FERREIRA, Dirceu Franco. <a href="https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-47142014000200006&amp;script=sci_arttext" target="_blank"><em>Narrando viagens e invenções. Hercule Florence: amigo das artes na periferia do capitalismo</em>. </a>São Paulo : Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, volume 2, julho/dezembro 2014.</p>
<p>FERREZ, Gilberto. <em>A Fotografia no Brasil: 1840-1900</em> / Gilberto Ferrez; [prefácio por Pedro Vasquez] – 2ª ed. – Rio de Janeiro: FUNARTE: Fundação Nacional Pró-Memória, 1985.</p>
<p><a href="http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>TAUNAY, Afonso d&#8217;Escragnolle. <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/364568_13/28955" target="_blank"><em>Mémorias de Hércules Florence,</em></a> in <em>Jornal do Commercio</em>, Rio de Janeiro, 20 janeiro 1946.</p>
<p>KOUTSOUKOS,Sandra Sofia Machado. <a href="https://www.dobrasvisuais.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Negros-no-Est%C3%BAdio-do-Fot%C3%B3grafo-Sandra-Koutsoukos.pdf" target="_blank"><em>No estúdio do fotógrafo: representação e autorepresentação de negros livres, forros e escravos no Brasil da segunda metade do século XIX</em></a>. / Sandra Sofia Machado Koutsoukos . – Campinas, SP: [s.n.], 2006.</p>
<p>LAPA, José Roberto do Amaral Lapa. <em>A cidade: os cantos e os antros : Campinas, 1850-1900. </em>São Paulo ; Editora da Universidade de São Paulo, 1996.</p>
<p>REY, Luis Roberto Saviani. <em><a href="http://ponteseditores.com.br/loja/index.php?route=product/product&amp;product_id=629" target="_blank">Retiro antes de Laguna em Campinas</a>. </em>Campinas : Ponte Editores, 2013.</p>
<p><a href="http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/arquivo-pessoal/OA/audiovisual/retratos-dos-pais-de-oswaldo-aranha-euclides-e-luiza-quando-jovens" target="_blank">Site Fundação Getulio Vargas</a></p>
<p><a href="http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0351a.htm#bibliografia" target="_blank">Site Novo Milênio</a></p>
<p>TURAZZI, Maria Inez. <em>Poses e trejeitos: a fotografia e as exposições na era do espetáculo: 1839/1889</em>. Prefácio Pedro Karp Vasquez. Rio de Janeiro: Funarte. Rocco, 1995. 309 p., il. p&amp;b. (Coleção Luz &amp; Reflexão, 4). ISBN 85-85781-08-4.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>A fotografia abaixo foi um dos fatores que motivou Marco Aurélio de Camargo Marques a pesquisar a genealogia de sua família. Nela, está retratado seu bisavô, Eulalio Augusto Alves de Camargo <b>(1864 &#8211; 1940)</b>. Marco Aurélio contribuiu para esse artigo com algumas informações biográficas de Rósen: data exata e local de seu nascimento, data de seu casamento e nome completo da cônjuge. A Brasiliana Fotográfica agradece, publica e credita sua colaboração. *</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24504" style="width: 595px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/rosen3.png"><img class="wp-image-24504 " src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/rosen3.png" alt="Retrato produzido por Henrique Rósen, 1882.  Campinas, SP " width="585" height="431" /></a><p class="wp-caption-text">Henrique Rósen. Eulalio Augusto Alves de Camargo (sentado) ao lado do cunhado João Franco Bueno, 1882. Campinas, SP</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;">* </span>Esse parágrafo foi inserido em 6 de julho de 2021.</p>
</div>
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