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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Feriado</title>
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		<title>Zumbi dos Palmares (Alagoas,1655 &#8211; Alagoas, 20 de novembro de 1695)</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Nov 2019 16:23:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[Alberto Henschel]]></category>
		<category><![CDATA[Antônio Parreiras]]></category>
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		<category><![CDATA[Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra]]></category>
		<category><![CDATA[escravidão]]></category>
		<category><![CDATA[Feriado]]></category>
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		<category><![CDATA[Zumbi dos Palmares]]></category>

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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica homenageia Zumbi dos Palmares (1665-1695), considerado um dos símbolos da luta contra a escravidão no Brasil, com a publicação de uma galeria de "tipos negros" fotografados, em torno de 1869, na Bahia e em Pernambuco por Alberto Henschel (1827-1882). O dia da morte de Zumbi, 20 de novembro, é comemorado em todo o país como o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra. A data foi criada, em 2003, e instituída oficialmente em âmbito nacional com a lei nº 12.519, de 10 de novembro de 2011. É feriado oficial em mais de mil cidades brasileiras.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="width: 338px" class="wp-caption alignleft"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/0b/Ant%C3%B4nio_Parreiras_-_Zumbi_2.jpg" alt="Antônio Parreiras - Zumbi 2.jpg" width="328" height="437" /><p class="wp-caption-text">Zumbi (1927), pintura de Antonio Parreiras (1860 &#8211; 1937) / Acervo do Museu Antonio Parreiras, Niterói</p></div>
<p>A Brasiliana Fotográfica homenageia Zumbi dos Palmares (1655-1695), considerado um dos símbolos da luta contra a escravidão no Brasil, com a publicação de uma galeria de <em>tipos negros</em> fotografados, em torno de 1869, na Bahia e em Pernambuco, por Alberto Henschel (1827-1882). Esses registros fotográficos integram o acervo do Leibniz-Institut für Laenderkul (1), primeira instituição internacional a se tornar parceira da Brasiliana Fotográfica.</p>
<p>O quadro retratando Zumbi (ao lado) é de <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=2490" target="_blank">Antonio Parreiras</a> (1860-1937). Tanto o fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1138" target="_blank">Alberto Henschel</a> como o pintor já foram temas da Brasiliana Fotográfica.</p>
<p>O dia da morte de Zumbi, 20 de novembro, é comemorado em todo o Brasil como o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra. A data foi criada, em 2003, e instituída oficialmente em âmbito nacional com a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12519.htm" target="_blank">lei nº 12.519</a>, de 10 de novembro de 2011.</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, em 21 de dezembro de 2023, o Projeto de Lei nº 3268/2021, que declara o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra feriado em todo o país. O texto do PL foi publicado no Diário Oficial da União do dia seguinte.*</p>
<p>Zumbi nasceu, em 1655, em uma das aldeias do Quilombo dos Palmares, uma comunidade formada por escravizados fugitivos. O quilombo, o maior do período colonial brasileiro, localizava-se na região da Serra da Barriga, na Capitania de Pernambuco, atual região de União dos Palmares, em Alagoas. Foi capturado, no quilombo, ainda criança, pelos soldados da expedição comandada por Brás da Rocha Cardoso, e entregue ao padre português Antônio Melo, do distrito de Porto Calvo, Alagoas. Foi batizado, aprendeu português e latim, e recebeu o nome de Francisco.</p>
<p>Aos 15 anos, fugiu e voltou para o Quilombo dos Palmares. Posteriormente, tornou-se o líder da comunidade, substituindo seu tio, Ganga Zumba (c. 1630 &#8211; 1678). A capital de Palmares foi destruída, em 1694, e Zumbi foi ferido. Traído por um dos seus principais comandantes, Antônio Soares, foi morto em 20 de novembro de 1695, na serra de Dois Irmãos, local de seu esconderijo. Foi esquartejado e sua cabeça foi cortada e exposta na praça do Carmo, em Recife.</p>
<p>Há uma grande bibliografia sobre Zumbi e o Quilombo dos Palmares. Nem sempre os estudos apontam para a mesma direção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;">Galeria de <em>tipos negros</em> fotografados por Alberto Henschel</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/71" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de <em>tipos negros</em> fotografados por Alberto Henschel disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(1) O conjunto de 460 imagens do Brasil produzidas até 1900 pertencentes ao acervo do Leibniz-Institut für Länderkunde foi, mediante convênio, incorporado ao acervo do Instituto Moreira Salles por meio da digitalização das fotos em alta resolução. A instituição, sediada na cidade de Leipzig,  reúne o mais importante acervo de fotografia brasileira do século XIX  na Alemanha, em especial pelas imagens reunidas na coleção Stübel.</p>
<p>O geólogo alemão Moritz Alphons Stübel (1835 &#8211; 1904) viajou, entre 1868 e 1877, pela América do Sul com o também geólogo Wilhelm Reiss (1838 – 1908), que retornou um ano antes para a Alemanha. Stübel formou uma importante coleção de fotografias, composta originalmente por quase duas mil imagens. A &#8220;Collection Alphons Stübel&#8221;, a maior coleção de fotografias sul-americanas do século XIX, até agora conhecida, da Alemanha – e provavelmente da Europa – está preservada no Leibniz-Institut für Länderkunde.</p>
<p>Colaboraram para esta pesquisa a designer Mariana Newlands e a socióloga Roberta Zanatta, da equipe do IMS</p>
<p>*Este parágrafo foi acrescentado em 22 de dezembro de 2023.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #333333;">Andrea C. T. Wanderley</span></p>
<p>Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fontes:</strong></p>
<p>CARNEIRO, Edison. <em>O Quilombo dos Palmares</em>, Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 3a ed., 1966</p>
<p>CARVALHO, José Murilo de. <em>Cidadania no Brasil. O longo Caminho.</em> 3ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002</p>
<p>FONSECA JR, Eduardo. <em>Zumbi dos Palmares</em>, <em>A História do Brasil que não foi contada.</em> Rio de Janeiro: Soc. Yorubana Teológica de Cultura Afro-Brasileira, 1988)</p>
<p>FREITAS, Décio. <em>Palmares, a guerra dos escravos.</em> Porto Alegre: Movimento, 1973</p>
<p>GOMES, Flavio dos Santos. <em>De olho em Zumbi dos Palmares: História, símbolos e memória social. </em>São Paulo: Claro Enigma, 2011</p>
<p>MOURA, Clovis. <em>Dicionário da Escravidão Negra no Brasil</em> / Clovis Moura;<em> </em>assessora de pesquisa Soraya Silva Moura &#8211; São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2004</p>
<p>VASQUEZ, Pedro Karp. <i>Fotógrafos alemães no Brasil do século XIX, </i>São Paulo: Metalivros, 2000</p>
<p><span style="color: #800000;">Outras fontes:</span></p>
<p><a href="http://www.studium.iar.unicamp.br/21/04.html" target="_blank">Artigo de  Frank Stephan Kohl: &#8220;Collection Alphons Stübel&#8221;: um tesouro escondido</a></p>
<p><a href="http://www.vidaslusofonas.pt/biografia.php?id=IG62EM6mbwp" target="_blank">Artigo de Fernando Correia da Silva: <em>Zumbi dos Palmares: libertador dos escravos: 1655-1695</em>.</a></p>
<p><a href="http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/zumbi_um_heroi_cercado_de_misterio_4.html" target="_blank">Entrevista <em>Zumbi, um herói cercado de mistério, </em>na Revista História, de novembro de 2009</a></p>
<p><a href="http://www.brasil.gov.br/governo/2014/11/mais-de-mil-cidades-tem-feriado-no-dia-da-consciencia-negra" target="_blank">Portal Brasil</a></p>
<p><a href="http://www.calendarr.com/brasil/dia-nacional-da-consciencia-negra/" target="_blank">Site Calendarr</a></p>
<p><a href="http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=118&amp;Itemid=1" target="_blank">Site da Fundação Joaquim Nabuco</a></p>
<p><a href="http://ims.com.br/ims/explore/artista/colecao-leibniz-institut" target="_blank">Site do Instituto Moreira Salles</a></p>
<p><a href="http://www.ifl-leipzig.de/en/about-ifl/history.html" target="_blank">Site do Leibniz-Institut für Laenderkunder</a></p>
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		<title>Manguinhos e a cidade do Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jan 2018 19:02:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica destaca registros produzidos por J.Pinto da região de Manguinhos, onde fica instalado o Instituto Oswaldo Cruz, um dos parceiros do portal. As imagens procuram revelar um pouco do passado da instituição, na sua relação com a cidade do Rio de Janeiro, cujo padroeiro, São Sebastião, é festejado no dia 20 de janeiro.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 768px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5143" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5143/IOC_V_III_288.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="758" height="504" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5143" target="_blank">J. Pinto. Cais por onde atracavam os barcos que se dirigiam a Manguinhos, 1904. Baía de Guanabara, Rio de Janeiro / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A região de Manguinhos vem acompanhando, há mais de cem anos, as transformações de uma cidade que não para de crescer. Área de difícil acesso e pouco habitada, no início do século XX, ela se tornava ideal para se trabalhar com soros e vacinas. Neste local, se instalaria o Instituto Oswaldo Cruz. Manguinhos era acessada apenas pela estrada de ferro ou por meio de barcos. Ao longo do século XX, passaria por uma série de intervenções, justificadas pela necessidade de sanear e urbanizar os subúrbios cariocas. As fotos apresentadas, de autoria de Joaquim Pinto da Silva (c.1884- 1951), imortalizado como <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=10616">J. Pinto</a>, procuram revelar um pouco do passado da instituição, na sua relação com a cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/115" target="_blank">Acessando o link para as fotografias relativas a Manguinhos e a cidade do Rio de Janeiro disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 699px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5122" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5122/IOC_V_II_3234.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="689" height="483" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5122" target="_blank">J. Pinto. Construção do Hospital Oswaldo Cruz, atual Hospital Evandro Chagas, 1912. Manguinhos, Rio de Janeiro / Acervo  Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5152" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/5152/IOC_V_II_0582.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="509" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/5152" target="_blank">J.Pinto. Baía de Guanabara, a partir de Manguinhos, 1910. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Casa de Oswaldo Cruz</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Equipe da Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz</p>
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		<title>Dia do Trabalho</title>
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		<pubDate>Fri, 01 May 2015 03:26:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[1 de maio]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Feriado]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhadores]]></category>

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		<description><![CDATA[Para celebrar o Dia do Trabalho, a Brasiliana Fotográfica destaca uma imagem realizada pelo fotógrafo Marc Ferrez (1843 - 1923) A data é festejada no Brasil desde 1895, quando foi realizada a primeira comemoração da data que se tem registro no país, por iniciativa do Centro Socialista de Santos, em São Paulo. Mas sua celebração só foi oficializada pelo governo brasileiro em 26 de setembro de 1924 a partir do Decreto nº 4.859 sancionado pelo então presidente Arthur Bernardes (1875-1955). ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_404" style="width: 236px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2603"><img class="wp-image-404 size-medium" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/Captura-de-tela-2015-04-28-às-12.14.43-226x300.png" alt="Marc Ferrez. Primeira foto do trabalho no interior de uma mina de ouro, 1888. MG " width="226" height="300" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2603" target="_blank">Marc Ferrez. Mineiros trabalhando na mina Pary, c. 1888. Santa Bárbara, MG / Acervo IMS</a></p></div>
<p>Para celebrar o Dia do Trabalho, a Brasiliana Fotográfica destaca uma imagem realizada pelo fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6305">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a> A data é festejada no Brasil desde 1895, quando foi realizada a primeira comemoração da data que se tem registro no país, por iniciativa do Centro Socialista de Santos, em São Paulo. Mas sua celebração só foi oficializada pelo governo brasileiro em 26 de setembro de 1924 a partir do <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1920-1929/decreto-4859-26-setembro-1924-567741-publicacaooriginal-91057-pl.html" target="_blank">Decreto nº 4.859</a> sancionado pelo então presidente Arthur Bernardes (1875-1955).  Em seu artigo único declarava “feriado nacional o dia 1 de maio, consagrado à confraternidade universal das classes operárias e à comemoração dos mártires do trabalho; revogadas as disposições em contrário”.</p>
<p>A data tem sua origem numa homenagem aos trabalhadores de Chicago que, em 1º de maio de 1886, iniciaram uma série de manifestações por melhores condições de trabalho e especialmente por uma jornada de trabalho de 8 horas. Em 1889, durante uma reunião da Segunda Internacional Socialista, em Paris, a data foi estabelecida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Links para as notícias da comemoração do primeiro feriado de 1º de maio no Brasil:</strong></span></p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_05&amp;PagFis=21032" target="_blank"><strong><em>O Paiz</em> &#8211; Edição de 02/05/1925</strong></a></p>
<p><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=030015_04&amp;PagFis=37416" target="_blank"><strong><em>Jornal do Brasil</em> &#8211; Edição de 02/05/1925</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p style="text-align: center;">
]]></content:encoded>
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