 

<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Dia do Bibliotecário</title>
	<atom:link href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;tag=dia-do-bibliotecario" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 22 Jul 2026 18:49:47 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.1.41</generator>
	<item>
		<title>Dia do Bibliotecário</title>
		<link>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=35436</link>
		<comments>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=35436#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2024 13:34:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[biblioteconomia]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Bibliotecário]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Manuel Bastos Tigre]]></category>
		<category><![CDATA[perfil]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=35436</guid>
		<description><![CDATA[Destacando quatro fotos dos prédios na Rua do Passeio e na Avenida Rio Branco da Fundação Biblioteca Nacional, uma das instituições fundadoras da Brasiliana Fotográfica, o portal celebra o Dia do Bibliotecário, instituído, em 1980, em homenagem à data de nascimento do bibliotecário, engenheiro, jornalista, poeta, publicitário e teatrólogo pernambucano Manuel Bastos Tigre (1882 - 1957), 12 de março. Foi justamente na Biblioteca Nacional que foi instituído, em 11 de julho de 1911, por iniciativa de seu então diretor, o também pernambucano Manuel Cícero Peregrino da Silva (1866 - 1956), o primeiro curso de Biblioteconomia da América Latina e o terceiro no mundo. As imagens das sedes da Biblioteca Nacional, na Rua do Passeio e na Avenida Rio Branco, foram produzidas por fotógrafos ainda não identificados, por Antonio Luiz Ferreira e por Marc Ferrez.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com quatro imagens do acervo fotográfico da Fundação Biblioteca Nacional, uma das instituições fundadoras da Brasiliana Fotográfica, o portal celebra o Dia do Bibliotecário. Dois registros são do prédio na Rua do Passeio que sediou a Biblioteca Nacional, entre 1858 e 1910, e foram produzidos por um fotógrafo ainda não identificado e por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=16763" target="_blank">Antonio Luiz Ferreira (18? &#8211; 19?)</a>. A foto de autoria de Ferreira faz parte do <em>Album de vistas da Bibliotheca Nacional, </em>de 1902.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3286" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3286/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="496" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3286" target="_blank">[Antigo prédio da Biblioteca Nacional à Rua do Passeio], 1916. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
<div style="width: 641px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3288" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3288/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="631" height="800" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3288" target="_blank">Antonio Luiz Ferreira. Fachada, 1902. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>As imagens do prédio atual da Biblioteca Nacional, na <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880" target="_blank">Avenida Rio Branco</a>, foram produzidas por um fotógrafo ainda não identificado e por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=34134" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a>. A de autoria de Ferrez é uma estereografia colorida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3581" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/3581/imagem.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="701" height="540" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3581" target="_blank">[Biblioteca Nacional : fachada], 1910?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN</a></p></div>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9718" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/9718/007CX022-02.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="700" height="331" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/9718" target="_blank">Marc Ferrez. Biblioteca Nacional, c. 1912. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/384" target="_blank">Acessando o link para as fotografias da Biblioteca Nacional selecionadas e disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá visualizar e magnificar as imagens.</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>Manuel Bastos Tigre e a origem do Dia do Bibliotecário</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="file:///C:/Users/a466734/Desktop/BRASILIANA%20FOTOGRÁFICA/PESQUISAS%20PARA%20POSTS/bastos1.jpg" alt="" /><em><span style="color: #800000;">“Como bibliotecário, Bastos Tigre se preocupou não só em fomentar positivamente a profissão, </span></em><em><span style="color: #800000;">como contribuiu intelectualmente para área com sua principal preocupação: a organização do conhecimento”.</span></em></p>
<p style="text-align: right;">Débora Melo in <em>A importância do discurso da ética na biblioteconomia: </em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Bastos Tigre, um exemplo de ética profissional, 2012</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi em homenagem à data de nascimento do bibliotecário, engenheiro, jornalista, poeta, publicitário e teatrólogo pernambucano Manuel Bastos Tigre (1882 &#8211; 1957), 12 de março, que foi instituído, pelo <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Atos/decretos/1980/D84631.html" target="_blank">Decreto nº 84.631</a>, de 9 de abril de 1980 com efeitos em todo o território nacional, o Dia do Bibliotecário. Bastos Tigre era filho do negociante Delfino Tigre (18? &#8211; 1932) e de Maria Leontina Bastos Tigre (18? &#8211; 1926); e irmão de Hermínia Bastos Tigre, que foi casada com o fotógrafo <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20730" target="_blank">Louis Piereck (1880 &#8211; 1931).</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>“Bastos Tigre foi um espírito alegre, que soube representar a pleno a alma do brasileiro cosmopolita do seu tempo, introduzido que fora, bem moço ainda, no mais significativo da boemia do seu tempo (…) folião poeta (…) sempre jovial, o Bastos Tigre, poeta satírico, irrefreável”.</em></span></p>
<p style="text-align: right;">Otacílio Colares in <em>Bastos Tigre: bibliotecário e poeta da Belle Époque, </em>1982</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Boêmio e dono de um humor fino, Bastos Tigre veio para o Rio de Janeiro com cerca de 17 anos e tornou-se uma figura conhecida da <em>Belle Époque</em> carioca. Em 1915, passou em primeiro lugar no primeiro concurso público para o cargo de bibliotecário &#8211; do Museu Nacional -, apresentando a tese <em>Sobre a aplicação do Sistema de Classificação Decimal, na organização lógica dos conhecimentos, em trabalhos de bibliografia e Biblioteconomia.</em> Ele havia conhecido esta técnica a partir de um contato com o bibliotecário Melvim Dewey, criador do sistema, que conheceu quando esteve nos Estados Unidos, entre 1906 e 1909, estudando Engenharia, na <em>Bliss School</em>, em Washington. Sua tese foi um marco importante na biblioteconomia brasileira, tendo sido a primeira sobre o assunto elaborada no país.</p>
<p>Foi bibliotecário por 40 anos, tendo trabalhado no Museu Nacional, na Biblioteca Nacional, na Biblioteca da Associação Brasileira de Imprensa e na Biblioteca Central da Universidade do Brasil, aonde foi homenageado após sua morte com uma placa (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/093718_03/70180" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em>, 12 de março de 1958, penúltima coluna</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>“É o livro amigo mudo que, calado, nos diz tudo.”</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_35803" style="width: 229px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://biblioo.info/manoel-bastos-tigre-ponto-e-contraponto/" target="_blank"><img class="wp-image-35803 size-full" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2024/03/bastos4.jpg" alt="bastos4" width="219" height="374" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://biblioo.info/manoel-bastos-tigre-ponto-e-contraponto/" target="_blank">Manoel Bastos Tigre fotografado por seu cunhado, o fotógrafo Louis Piereck, em 1915, Recife, PE. Retrato reproduzido do livro de memórias <em>Reminiscências</em> (Brasília: Thesaurus, 1992), do acervo da Biblioteca Nacional.</a></p></div>
<p style="text-align: center;"><a href="https://biblioo.info/manoel-bastos-tigre-ponto-e-contraponto/" target="_blank"> </a><em> </em></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>“A leitura de um bom livro afasta o tédio e estimula o pensamento.” </em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bastos Tigre foi o responsável pelo <em>slogan</em> da Bayer que se tornou famoso em todo o mundo: &#8220;<em>Se é Bayer é bom</em>&#8220;. É também o autor da letra da música <em>Chopp em Garrafa</em>, com música de Ary Barroso (1903 &#8211; 1964), que foi interpretada por Orlando Silva (1915 &#8211; 1978). Foi inspirada no produto que a Brahma passou a engarrafar. Sucesso do carnaval de 1934, é considerado o <a href="https://www.propagandashistoricas.com.br/2015/06/primeiro-jingle-do-brasil.html" target="_blank">primeiro<em> jingle</em> publicitário do Brasil</a>. Foi também o autor do livro <em>Meu Bebê: livro das mamães</em> para anotações sobre o bebê desde seu nascimento. Escreveu 17 livros, o primeiro, <i>Saguão da Posteridade, </i>editado pela Tipografia Altina, em 1902; além de 12 peças de teatro &#8211; a primeira, a revista musical <em>Maxixe</em>, estreou em 30 de março de 1906, no Teatro Carlos Gomes (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/103730_04/11775" target="_blank"><em>Gazeta de Notícias</em>, 30 de março de 1906, última coluna</a>). Em 1917, fundou a Sociedade Brasileira de Autores Teatrais, a SBAT.</p>
<p>Cronista e articulista, trabalhou em inúmeros jornais como <em>Correio da Manhã, </em>onde por anos assinou a seção humorística &#8220;Pingos &amp; Respingos&#8221; com o pseudônimo Cyrano &amp; Cia, onde com humor comentava a vida cotidiana carioca, alcançando grande popularidade. Colaborou também com <em>A Época</em>, <em>A Gazeta, </em><em>A Notícia</em>, <em>Gazeta de Notícias</em>, <em>Lanterna, O Filhote da Gazeta, </em><em>O Globo</em>, <em>O Jornal, </em> <em>O Malho </em>e<em> Rua. </em>Em 1917, fundou a revista humorística <em>Dom Quixote</em>. Ele usava o pseudônimo “<em>D. Xicote</em>”. A revista circulou até 1927.</p>
<p>Faleceu em agosto de 1957, em sua casa, à rua Senador Vergueiro, 192, apartamento 12.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_35438" style="width: 252px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/109328" target="_blank"><img class="size-full wp-image-35438" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/bastos.jpg" alt="O Cruzeiro, 28 de dezembro de 1957" width="242" height="406" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="http://memoria.bn.br/DocReader/003581/109328" target="_blank">Bastos Tigre, em 1892 /<em> O Cruzeiro</em>, 28 de dezembro de 1957</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em><strong>O primeiro curso de Biblioteconomia da América Latina, na Biblioteca Nacional</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 606px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://blogdabn.wordpress.com/2012/03/12/dia-do-bibliotecario/#more-1051"><img src="https://blogdabn.files.wordpress.com/2012/03/curso-biblio.jpg" alt="" width="596" height="428" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://blogdabn.wordpress.com/2012/03/12/dia-do-bibliotecario/#more-1051" target="_blank">Inauguração do Curso de Biblioteconomia na Biblioteca Nacional: João Gomes do Rego, sub-bibliotecário diretor da seção de numismática; Constâncio Alves, bibliotecário diretor da 1ª seção; Rui Barbosa, então conselheiro; Manoel Cícero Peregrino da Silva, diretor da BN; Ancelmo Lopes de Souza, bibliotecário diretor da 3ª seção; e Alfredo Mariano de Oliveira, secretário da Biblioteca Nacional, 10 de abril de 1915 / Blog da BN</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi instituído, em 11 de julho de 1911, por iniciativa de seu então diretor, o pernambucano Manuel Cícero Peregrino da Silva (18 &#8211; 1956), nos moldes da École de Chartres, o primeiro curso de Biblioteconomia da América Latina e o terceiro no mundo &#8211; os dois primeiros foram os da Universidade de Göttingen, na Alemanha, criado em 1886; e o do Columbia College, nos Estados Unidos, criado por iniciativa do bibliotecário norte-americano Melvin Dewey  (1851 &#8211; 1931), em 1887 (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/402630/21210" target="_blank"><em>Anais da Biblioteca Nacional</em>, 1916)</a>. Já existia desde 1821, a École des Chartes, na França, criada com a <em>missão de formar futuros curadores patrimoniais, especialmente para bibliotecas, sem, entretanto, se constituir em curso de Biblioteconomia</em> (<a href="https://periodicos.furg.br/biblos/article/view/12105" target="_blank"><em>Origens do ensino de biblioteconomia no Brasil, 2021)</em></a>.</p>
<p>O objetivo de Peregrino da Silva foi dar uma formação ao quadro de funcionários da instituição, que dirigiu entre 1900 e 1924. As matérias do curso eram Bibliografia, que abrangia História do Livro, Administração de Bibliotecas e Catalogação; Iconografia e Numismática; e Paleografia e Diplomática. O ensino era teórico e prático e este último era realizado na própria Biblioteca Nacional, usando seus serviços, considerados padrão.</p>
<p>A primeira turma foi formada em 1915 e o curso regular começou em 12 de abril com 27 alunos, sendo 12 funcionários da casa. Dois dias antes, em 10 de abril foi proferida a aula inaugural com a conferência <em>A função do bibliotecário</em>, realizada por Constâncio Antonio Alves (<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/089842_02/22929" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em>, 10 de abril de 1915, segunda coluna</a>; <a href="http://memoria.bn.br/DocReader/402630/21210" target="_blank"><em>Anais da Biblioteca Nacional</em>, 1916</a>). Ao longo dos anos, foram professores do curso Afrânio Coutinho (1911 &#8211; 2000), Cecília Meireles (1901 &#8211; 1964) e Sérgio Buarque de Hollanda (1902 &#8211; 1982), dentre vários outros. O curso, uma referência na formação em biblioteconomia, funcionou na Biblioteca Nacional até 1969, quando foi transferido para a Unirio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fontes</strong></span>:</p>
<p>ANDRADE, Joaquim Marçal Ferreira de. <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=3688" target="_blank"><em>Complemento indispensável&#8230;</em></a>in Brasiliana Fotográfica, 29 de outubro de 2015.</p>
<p>BALABAN, Marcelo. <em>Estilo Moderno: Humor, Literatura e Publicidade em Bastos Tigre. </em>São Paulo : Editora da Unicamp, 2017.</p>
<p><a href="https://bndigital.bn.gov.br/projetos/200anos/manuelCicero.html" target="_blank">BNDigital</a></p>
<p>FERNANDES, Daniel. <a href="https://bndigital.bn.gov.br/artigos/biblioteconomia-manuel-bastos-tigre-um-bibliotecario-cheio-de-humor/" target="_blank"><em>BIBLIOTECONOMIA | MANUEL BASTOS TIGRE, UM BIBLIOTECÁRIO CHEIO DE HUMOR</em></a>. BNDigital, 31 de março de 2022</p>
<p><a href="https://memoria.bn.br/hdb/periodico.aspx" target="_blank">Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional</a></p>
<p>Hubner, M. L. F., Silva, J. F. M., &amp; Atti, A. (2021). <a href="https://periodicos.furg.br/biblos/article/view/12105" target="_blank"><em>Origens do ensino de biblioteconomia no Brasil.</em></a> <i>BIBLOS</i>, <i>35</i>(1). https://doi.org/10.14295/biblos.v35i1.12105</p>
<p>TIGRE, Sylvia Bastos (Org.). <em>Bastos Tigre: notas biográficas.</em> Brasília, 1982</p>
<p><a href="https://biblioo.info/relembrando-a-vida-e-a-obra-de-manuel-bastos-tigre-2/" target="_blank">Site Biblioo</a></p>
<p>WANDERLEY, Andrea C. T. <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=20730" target="_blank"><em>O &#8220;artista fotógrafo&#8221;Louis Piereck (1880 &#8211; 1931)</em></a> in Brasiliana Fotográfica, 15 de dezembro de 2020.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?feed=rss2&#038;p=35436</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
