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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; baianas</title>
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		<title>A beleza das baianas na fotografia do século XIX no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2016 03:01:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de documento]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[Alberto Henschel]]></category>
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		<category><![CDATA[Dia Nacional da Baiana de Acarajé]]></category>
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		<category><![CDATA[século XIX]]></category>
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		<description><![CDATA[A Brasiliana Fotográfica homenageia a beleza das baianas na fotografia do século XIX no Brasil na data da comemoração do Dia Nacional da Baiana de Acarajé, publicando imagens produzidas por Alberto Henschel (1827 - 1882) e por Marc Ferrez (1843 - 1923). Estas fotografias da segunda metade do século XIX, período ainda de vigência do trágico regime de escravidão que marcou e moldou a história de nosso país, nos colocam face a face com mulheres que vivenciaram diretamente a sociedade daquele momento em todas as suas contradições, algumas libertas, outras ainda na condição de escravizadas, todas, entretanto, integrantes da construção deste legado de cultura e de resistência. Os registros revelam sua beleza, dignidade e altivez.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="width: 349px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4491" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4491/SAm21-0063.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="339" height="540" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4491" target="_blank">Alberto Henschel. Duas negras pousando em estúdio, c. 1869. Salvador, Bahia / Convênio Instituto Moreira Salles &#8211; Leibniz-Institut für Länderkunde</a></p></div>
<p>A Brasiliana Fotográfica homenageia a beleza das baianas na fotografia do século XIX no Brasil na data da comemoração do Dia Nacional da Baiana de Acarajé, publicando imagens produzidas por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?page_id=1371" target="_blank">Alberto Henschel (1827 &#8211; 1882)</a> e por <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=1443" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a>. Estas fotografias da segunda metade do século XIX, período ainda de vigência do trágico regime de escravidão que marcou e moldou a história de nosso país, nos colocam face a face com mulheres que vivenciaram diretamente a sociedade daquele momento em todas as suas contradições, algumas libertas, outras ainda na condição de escravizadas, todas, entretanto, integrantes da construção deste legado de cultura e de resistência. Os registros revelam sua beleza, dignidade e altivez.</p>
<p>A baiana, oriunda das ruas de Salvador, tornou-se ao longo da história uma figura emblemática e tradicional da cultura brasileira. Dá nome, inclusive, a uma ala obrigatória das escolas de samba do país. Foi na casa de uma baiana, Hilária Batista de Almeida, a Tia Ciata (1854 &#8211; 1924), no coração da <em>Pequena África</em>, apelido da Praça XI, que o samba nasceu, no Rio de Janeiro. Foi em 27 de novembro de 1916 que o compositor Donga (1889 &#8211; 1974) registrou na Biblioteca Nacional a música &#8220;Pelo telefone&#8221;, considerada o primeiro samba, composta em uma das festas da casa de Tia Ciata.</p>
<p><strong><a style="color: #800000;" href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/visualizar-grupo-trabalho/100" target="_blank">Acessando o link para as fotografias de baianas de autoria de Alberto Henschel e de Marc Ferrez disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></strong></p>
<p>O Dia Nacional da Baiana de Acarajé foi instituído pela<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12206.htm" target="_blank"> Lei nº 12.206</a>, de 19 de janeiro de 2010, e é, desde então, comemorado anualmente, no dia 25 de novembro, em todo o país. Anteriormente só era festejado na Bahia. <a href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/58" target="_blank">O ofício das baianas de acarajé é considerado patrimônio cultural imaterial do Brasil</a>, um reconhecimento oficial e da sociedade à importância da atividade.</p>
<p>&#8220;Este bem cultural de natureza imaterial, inscrito no Livro dos Saberes em 2005, é uma prática tradicional de produção e venda, em tabuleiro, das chamadas comidas de baiana, feitas com azeite de dendê e ligadas ao culto dos orixás, amplamente disseminadas na cidade de Salvador, Bahia. Dentre as comidas de baiana destaca-se o acarajé, bolinho de feijão fradinho preparado de maneira artesanal, na qual o feijão é moído em um pilão de pedra (pedra de acarajé), temperado e posteriormente frito no azeite de dendê fervente. Sua receita tem origens no Golfo do Benim, na África Ocidental, tendo sido trazida para o Brasil com a vinda de escravos dessa região.&#8221;</p>
<p>Alguns dos aspectos abordados quando o <a href="http://portal.iphan.gov.br/bcrE/pages/folBemCulturalRegistradoE.jsf?idBemCultural=z@s1%5Bv8:x3331n%5D8:m20752g0_%5B3y3p600001n%5D8:m209/-jlm!-nop.;0_%5Bd36_@18c5551n%5D8:m208" target="_blank">ofício foi registrado</a> foram a indumentária da baiana, a preparação do tabuleiro e locais onde se instalam e os significados atribuídos pelas baianas ao seu ofício.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 426px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4489" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4489/SAm21-0061.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="416" height="659" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4489" target="_blank">Alberto Henschel. Negra da Bahia, c. 1869. Salvador, Bahia / Convênio Instituto Moreira Salles &#8211; Leibniz-Institut für Länderkunde</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 451px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2570" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/2570/007NGBMF1824cx54-05.jpg.jpg?sequence=2&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="441" height="643" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2570" target="_blank">Marc Ferrez. Negra da Bahia, c. 1885. Salvador, Bahia / Acervo IMS</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Link para o artigo <a href="https://revistazum.com.br/radar/o-enigma-da-negra-da-bahia/" target="_blank"><em>O enigma da “negra da Bahia”</em></a>, de <span class="author">Hanayrá Negreiros, p</span><span class="date-published">ublicado em 16 de março de 2021, na Revista de Fotografia Zum*</span></p>
<p>*Essa informação foi inserida no artigo em 17 de março de 2021.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andrea C. T. Wanderley</p>
<p>Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica</p>
<p>&nbsp;</p>
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