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	<title>Brasiliana Fotográfica &#187; Almirante Barroso</title>
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		<title>Data Magna da Marinha do Brasil</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Jun 2017 03:09:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Wanderley]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Convidados]]></category>
		<category><![CDATA[Curadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Efemérides]]></category>
		<category><![CDATA[Almirante Barroso]]></category>
		<category><![CDATA[Batalha Naval do Riachuelo]]></category>
		<category><![CDATA[Data Magna da Marinha do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha]]></category>
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		<description><![CDATA[Com o artigo "Batalha Naval do Riachuelo - a Data Magna da Marinha do Brasil", da Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, uma das parceiras da Brasiliana Fotográfica, o portal destaca a Data Magna da Marinha do Brasil, que é comemorado hoje em homenagem à Batalha Naval do Riachuelo, uma das mais importantes da história do país, travada em 11 de junho de 1865, durante a Guerra da Tríplice Aliança contra o Governo do Paraguai (1864 - 1870). ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>Batalha Naval do Riachuelo – A Data Magna da Marinha do Brasil</strong></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;">Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha</p>
<p>A Batalha Naval do Riachuelo, ocorrida em 11 de junho de 1865, assinalou um momento capital na <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8034" target="_blank">Guerra da Tríplice Aliança contra o Governo do Paraguai (1864-1870)</a>, o maior conflito entre Estados ocorrido na América. O controle dos rios Paraná e Paraguai, conquistado após a vitória sobre a Marinha paraguaia em Riachuelo, inviabilizou a ofensiva adversária sobre os territórios brasileiro e argentino, e também impediu que o Governo de Solano López ( 1827 &#8211; 1870) recebesse armamentos comprados no exterior.</p>
<p>Desde o início do conflito, com a invasão do Mato Grosso pelo Exército paraguaio, em dezembro de 1864, o Brasil e a Argentina sofriam seguidas derrotas no campo de batalha. O território de ambas as Nações foi invadido e algumas de suas cidades fronteiriças foram pilhadas pelas tropas adversárias, como Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, e Corrientes, na Argentina. A vitória brasileira na Batalha Naval do Riachuelo foi o primeiro triunfo aliado em quase sete meses de confronto e provocou uma grande onda de entusiasmo na população dos centros urbanos do País, antes apreensiva com os rumos da guerra.</p>
<p>O êxito da Força Naval, comandada pelo Chefe de Divisão Francisco Manoel Barroso da Silva (1804 &#8211; 1882), alcançado a quase 1.700 quilômetros da Capital do Império, continuou a ser celebrado nos anos posteriores à Guerra e deixou marcas profundas nas tradições da Marinha do Brasil. Tradições que não apenas cultuam a vitória através da figura do Almirante Barroso, mas os que tombaram em combate. Mesmo que muitos tenham perecido no bombardeio mútuo entre navios, foi na luta corpo a corpo que tomou conta do convés da Corveta brasileira <em>Parnaíba,</em> quando abordada por tripulações de três navios paraguaios, que emergiram os heróis que permanecem sendo celebrados pelos nossos marinheiros após um século e meio: o Guarda-Marinha João Guilherme Greenhalgh (1845 &#8211; 1865) e o Marinheiro de 1ª Classe Marcílio Dias (1838 &#8211; 1865).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 757px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4294" target="_blank"><img src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4294/039300.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="747" height="355" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4294" target="_blank">Anônimo. Salão Riachuelo &#8211; Aula na Escola de Aprendizes Marinheiros do Ceará, 1917. Fortaleza, Ceará / Acervo DPHDM</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na imagem acima, registrada em 1917, ano que o Brasil entrava na Grande Guerra (1914-1918), a primeira guerra externa que o país se envolvia desde a travada no Paraguai, se vê uma das salas de aula da Escola de Aprendizes-Marinheiros do Ceará, instituição dedicada à formação militar dos novos tripulantes dos navios de guerra da Marinha do Brasil. O espaço, nomeado “Salão Riachuelo”, foi todo dedicado à celebração da Batalha. Na parede à direita dos alunos foram destacados os nove navios brasileiros que combateram naquele 11 de junho de 1865, expondo sua organização tática em duas divisões e o nome de cada um dos seus comandantes. À frente, onde todos os olhos se fixam, coroa o tablado designado ao professor o retrato do Almirante Barroso, ladeado pelas bandeiras do Regimento de Sinais que representaram os chamamentos daquele líder às tripulações durante os períodos mais adversos da Batalha: “Sustentar o fogo que a vitória é nossa” e “O Brasil espera que cada um cumpra o seu dever”. Encerrando aquela composição, à esquerda dos alunos há o retrato do Guarda-Marinha Greenhalgh e à direita o do Marinheiro Marcílio Dias, expostos como exemplos a serem perseguidos por aqueles jovens na busca por se tornarem combatentes na Marinha do Brasil.</p>
<p><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3541/discover" target="_blank">Acessando o link para as fotografias do acervo da Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.</a></p>
<p>___________________________________________________________________</p>
<p>As fotografias do acervo da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5002" target="_blank">DPHDM</a> disponibilizadas no portal são de autoria de Boute, H&amp;J Tourte Éditeurs, Jorge Kfuri (1892/3 &#8211; 1965), um dos primeiros especialistas na fotografia aérea; <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6305" target="_blank">Marc Ferrez (1843 &#8211; 1923)</a> e de fotógrafos ainda não identificados. São imagens da <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=6123" target="_blank">visita do rei Alberto I da Bélgica ao Brasil em 1920,</a> da Escola de Aprendizes Marinheiros do Ceará, <a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=7817" target="_blank">do navio-escola Benjamin Constant</a>, do cruzador Tamandaré e fotografias aéreas do Rio de Janeiro, além de outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 764px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4287" target="_blank"><img class="" src="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/bitstream/handle/20.500.12156.1/4287/039296.jpg.jpg?sequence=3&amp;isAllowed=y" alt="Thumbnail" width="754" height="495" /></a><p class="wp-caption-text"><a href="https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4287" target="_blank">Anônimo. Officialidade da Escola de Aprendizes Marinheiros do Ceará, 1917. Fortaleza, Ceará / Acervo DPHDM</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
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